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Revista Direcional Escolas Edição 124 – Dezembro-Janeiro/2017

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Edição nº 124 ano 12 | Dezembro e Janeiro 2017 www.direcionalescolas.com.br


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Editorial Novo Ciclo

Essa observação, que instaura uma potência reflexiva incalculável, nos move para qualquer espaço: seja ele profissional, pessoal, físico, psíquico e social. O movimento cíclico do pensar transforma, reinventa, fomenta e instiga uma trajetória humana e, de forma cultural, tendemos a explorar esses labirintos do pensamento quando estamos prestes a adentrar novas etapas. Buscamos, então, essa reflexão mais densa nos últimos meses do ano, especificamente em dezembro, no momento em que todos os votos são refeitos, novos objetivos são projetados e todas as esperanças renovadas. E, neste exato instante, quando nos deparamos com os meses e acontecimentos anteriores, percebemos o quão difícil foram os períodos que atravessamos em 2016. Porém, quando concentramos nosso olhar de maneira sucinta em nossa produção editorial, chegamos, mais uma vez, ao término de um ciclo com uma sensação ímpar de realização. Neste ano, em especial, evidenciamos assuntos pontuais, delicados e que merecem uma atenção peculiar, como a inclusão escolar; novas propostas de gestão para erradicar o bullying/ cyberbullying; gênero e diversidade nas escolas; gestão de qualidade; educação sustentável e o estímulo da

cidadania; o papel do gestor na escola digital; as novas competências exigidas para a escola do futuro; além das coberturas de grandes eventos educacionais, como: Bett Brasil Educar, GEDUC (Congresso Brasileiro de Gestão Educacional), Congresso Crescer e Educo Brasil (Congresso de Gestão Estratégica nas Escolas Privadas). Conseguimos explorar e transmitir avanços, lançamentos, propostas e inovações interessantes para o setor educacional. Setor este que deve ser analisado e compreendido através de diversos olhares e possibilidades a ponto de elevar não só a quantidade de instituições escolares, como garantir uma excelência na qualidade, preparo à diversidade e muito amor e dedicação – elementos primordiais. Encerramos este ano, em nossa edição de nº 124 Dezembro/Janeiro, acreditando e reforçando votos positivos e esperançosos de um 2017 que abre suas portas e nos recebe de braços abertos. Concluímos este editorial agradecendo a você, caro(a) leitor(a), por prestigiar nossa publicação e fortalecer o elo de confiança e esperança que transmitimos. Para o ano novo que se aproxima, trabalharemos em matérias e especiais instigantes e atuais, distribuiremos produtos e serviços em nossas seções garantindo, assim, sua satisfação e realização – que é tão importante para nós. Feliz natal e um próspero ano novo!

Alex Santos & Paula De Pierro Diretores

Direcional Escolas - Dezembro e Janeiro 2017

A observação é, certamente, uma força motivadora e um poder invisível que agarramos diariamente sem ao menor notar. Essa observação mostra sua face em momentos diversos, quando atravessamos o trânsito caótico, quando realizamos múltiplas tarefas ou, simplesmente, quando realizamos um caminho contrário, desconectando os cabos exteriores e mergulhando em rios internos e infinitos – desdobrando e reverberando questionamentos, dúvidas, fatos e ações.


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Nesta Edição: 08

Coluna - Christian Coelho Cenário educacional para 2017

10 12 14.

Coluna - Patricia Peck Educadores: atenção redobrada com os grupos de whatsapp!

Coluna - Eduardo Shinyashiki Como retomar o fôlego e ultrapassar os limites das impossibilidades?

Coluna - Emilia Cipriano e Claudio Sanches

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Reflexões a partir de pensares dos educadores sobre autoria e formação na relação entre teoria e prática

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Conversa com o Gestor

Escola, Família e Aluno: Construção do Relacionamento Interpessoal

Dica: Cursos de Férias

Diversão e Aprendizado

Dica: Controle de Pragas Cuidado e Prevenção

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Fique de Olho Passeios


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EXPEDIENTE Diretores Alex Santos & Paula De Pierro Público Diretores e Compradores Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho e Dezembro / Janeiro Tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável Rafael Pinheiro | MTB 0076782/SP

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Circulação São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais

No site da Direcional Escolas, você encontra grande acervo de

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Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Distribuição gratuita - Venda Proibida Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ponsabiliza por serviços, produtos e imagens publicados pelos anun­ciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 3º andar - cj.31 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tels.: (11) 3881-3260 / 3881-3375 atendimento@direcionalescolas.com.br

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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Cenário educacional para 2017

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impossível traçar qualquer previsão para o ano que vem. Lava Jato, aprovação de cortes de gastos do governo, mercado internacional volátil, eleições nos Estados Unidos... O prognóstico que a Rabbit Research, empresa de pesquisas do Grupo Rabbit, tem possibilidade de fazer é referente à alta sazonalidade, isto é, do mercado educacional para os próximos meses, com base nos dados que recebemos semanalmente das escolas parceiras.

a um conjunto de pequenas falhas em atividades que consideramos óbvias. Exemplo: Visitei uma ótima escola, antigo cliente da Rabbit, que estava com a inadimplência elevada. De imediato verifiquei um erro claro, uma cobrança muito tênue criou ao longo do tempo a cultura do atraso e da inadimplência. Enviavam apenas e-mails e raramente ligavam para os pais que atrasavam as mensalidades. Em uma época de menos recursos, os pais optam em pagar as contas essenciais, como água e luz, e depois as contas que lhes são mais cobradas, deixando a escola em último lugar. Em conjunto com a direção da escola, elegi um responsável, criei um planejamento, tracei uma meta diária de telefonemas e expliquei a importância de ligar para todos os inadimplentes.

ção com o mesmo treinamento que a pessoa responsável pelas ligações. Na 1ª semana colocar o responsável em um local próximo da direção para que esta possa escutar as ligações, acompanhar o preenchimento da planilha e dar o feedback imediato. Meritocracia: traçar metas e estipular premiações. Gestão: enviar a planilha de gestão para a direção todos os dias durante o 1º mês. Nos próximos meses enviar todas as sextas-feiras. Fazer reuniões de feedback todas as segundas-feiras.

Todas as escolas têm condições de reverter a queda, estabilizar, crescer ou até consolidar sua liderança, mesmo em uma época de instabilidade. A situação externa torna as condições mais difíceis, portanto, é preciso compensar através do aprimoramento das práticas de gestão e mudar alguns hábitos enraizados na época das “vacas gordas”. Para crescer de forma sustentável, é necessária uma gestão lógica, constante, embasada em metas e apoiada em práticas motivacionais que propiciem mudanças de hábitos. O primeiro ponto é implantar uma cultura de gestão racional, isto é, melhorar a produtividade através de uma análise de desempenho em que prevaleça o resultado e a coerência para que a equipe sinta-se segura e possa inovar e evoluir. Em seguida, deve ser discutida a dificuldade que as pessoas têm em aceitar novos processos e, quando implantados, o desafio de mantê-los sem que isso seja uma obrigação imposta pelo superior hierárquico ou pela empresa. Para inserir uma gestão lógica de alta performance é fundamental instituir uma política motivacional de mudança de hábitos, pois é geralmente na emoção que encontramos a razão.

Então propus estratégias de correção de rota:

O Colunista

Gestão de processos: como já disse algumas vezes, o trabalho mal feito e de pouco resultado efetivo ocorre devido

Perfil: buscar um novo colaborador com mais disposição e boa vontade. Empowerment: capacitar a dire-

Formando em comunicação, especialista em andragógia e neuropsicologia. Diretor do Grupo Rabbit Educação. www.rabbitmkt.com.br

A equipe da Rabbit ministrou o treinamento e instauramos a planilha de gerenciamento diário. Retornei após um mês e percebi que os índices de inadimplência pouco haviam melhorado e, quando indaguei à direção, escutei que a região era muito pobre e as pessoas estavam sem dinheiro. Se esta é a verdadeira questão, não havia nada o que fazer, pois não podíamos mudar a escola para uma região mais abastada. Porém, quando analisei mais detalhadamente, verifiquei que alguns erros na gestão comprometeram o resultado: nas ligações não foi localizada boa parte das pessoas, as encontradas escutaram um discurso ralo e automatizado, a planilha de gestão de resultados não estava preenchida corretamente e a direção acompanhava de forma inconstante e superficial. Enfim, o trabalho mal feito não surtiu o resultado esperado.

Após uma semana, as ações começaram a surtir efeito e a inadimplência reduziu. Tenho presenciado o mesmo tipo de falha nos principais processos que envolvem uma instituição de ensino: • Coordenadores que não assistem às aulas sistematicamente e têm dificuldade em proporcionar uma análise de desempenho técnica para seus professores; • Diretores que não seguem uma agenda de prioridades; • Estratégia de rematrícula sem o número de agendamentos presenciais necessários; • Pós-atendimento sem efetividade; • Equipe de atendimento/vendas que não sabe explanar a proposta pedagógica, não utiliza a planilha de mesa (metas e objetivos), não faz reunião de feedback e não preenche as fichas de prospecção corretamente.

CHRISTIAN ROCHA COELHO


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Educadores: atenção redobrada com os grupos de WhatsApp!

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aplicativo de troca de mensagens instantâneas mais popular do mundo contabiliza atualmente mais de 1 bilhão de usuários e tem o Brasil como seu segundo maior mercado. Pela facilidade e rapidez na comunicação, o WhatsApp tornou-se um meio utilizado a todo momento para tratar dos mais variados assuntos, e justamente por estar inserido no nosso dia a dia com tamanha naturalidade, devemos estar atentos com os conteúdos compartilhados nesse canal.

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O alerta vale principalmente para temas tratados nos grupos de WhatsApp, onde outras pessoas que integram a conversa podem reproduzir informações sigilosas ou comprometedoras sem consentimento. Conteúdo on-line não tem devolução e as mensagens trocadas pelo aplicativo passam a fazer parte da gigantesca rua digital da Internet. Por isso é preciso ter muita cautela com os diálogos, para evitar que haja exposição, constrangimento ou mesmo intimidação dos envolvidos. Esse cuidado deve ser redobrado quando os grupos forem formados por integrantes da comunidade escolar. Não são poucos os casos de educadores e responsáveis que confundem as mensagens trocadas pelo aplicativo com as conversas de porta de escola, compartilhando nas mídias sociais detalhes de incidentes, aumentando ainda mais o mal-estar de estudantes vítimas de vazamento de dados ou de imagens íntimas, por exemplo. Por envolver menores de idade, o meio de comunicação deve ser sempre o mais reservado possível para preservar as crianças e os adolescentes, que têm seu direito de proteção garantido pela Constituição. Sendo assim, as instituições de ensino devem estar preparadas para fazer

um trabalho preventivo com o corpo docente, com pais e alunos sobre os riscos envolvidos com os conteúdos compartilhados nesses grupos de interação. Juridicamente é importante lembrar que tudo o que é tratado por WhatsApp fica documentado por escrito, sendo considerado uma prova legal. Aos professores cabe separar a relação institucional da pessoal com os alunos, já que como integrante da comunidade escolar, tem responsabilidade e deve contribuir com a educação digital, estimulando uma postura adequada nas mídias sociais. Vale destacar que se a interação envolver o uso de recursos que exijam idade mínima maior do que a faixa etária dos estudantes, é necessária autorização do responsável legal ou então supervisão de um adulto que o substitua o dever da vigilância parental. No caso do WhatsApp, é preciso ter pelo menos 13 anos para usar os serviços. Tanto nos grupos de alunos, de pais ou de professores, as fofocas digitais ganham proporções gigantescas em um curto intervalo, o que não significa que as escolas estão cientes dos acontecimentos. Ou seja, não é porque uma mãe que também é professora no colégio do filho ficou sabendo de um incidente por meio de um grupo de pais que automaticamente a instituição de ensino já tem ciência sobre o ocorrido. Nesses casos, além da recomendação por sempre recorrer ao canal oficial de denúncia, indicamos que outro responsável legal integre as conversas, para que não haja esse tipo de confusão institucional. Não é problema tratar sobre um fato de forma genérica, mas dependendo da abordagem e do conteúdo, pode configurar exposição do menor

ao ridículo, conforme os artigos 17 e 18 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) ou até virar um caso de cyberbullying familiar. Com a nova Lei de Combate ao Bullying (nº 13.185/2015), o uso de apelidos passou a ser considerada intimidação sistemática (bullying). Vivemos a era da prova escrita, documentada por testemunhas máquinas e que fica compartilhada de forma perpétua e global. Um incidente digital pode causar um grande trauma, às vezes, irreversível. Canais como o WhatsApp devem ser utilizados pelos pais e educadores pensando na proteção das crianças e adolescentes, com troca de dicas e de aprendizados, e não para expor os menores de idades. É fazer prevalecer o princípio da cautela, lembrando que a internet é a rua da era digital e que nela estamos expostos a diversas situações incertas e até perigosas.

A Colunista Patricia peck Advogada especialista em Direito Digital, formada pela Universidade de São Paulo onde é doutoranda em Direito Internacional, e possui 17 livros publicados sobre o assunto. Premiada seis anos consecutivos como uma das advogadas brasileiras mais admiradas em propriedade intelectual, recebeu duas vezes o prêmio Security Leaders e foi condecorada com três medalhas militares pelas forças armadas. É sócia-fundadora do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados, da empresa de cursos Patricia Peck Pinheiro Treinamentos e do Instituto iStart de Ética Digital que conduz o Movimento Família mais Segura e que recentemente lançou o aplicativo iStartcare, criado para orientar sobre o uso ético e seguro das novas tecnologias, disponível na Google Play e na Apple Store Site: www.istart.org.br E-mail: patricia.peck@pppadvogados.com.br

foto cedida pela colunista

COLUNA / PATRICIA PECK


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Como retomar o fôlego e ultrapassar os limites das impossibilidades?

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em dúvidas, 2016 não foi um ano nada fácil. Muitos desafios surgiram para todos os segmentos, profissionais e para todas as pessoas. Poucos se beneficiaram e muitos foram perdendo o gás a cada passo dado contra o vento que soprava forte. Muitas mudanças ocorreram, muitos cortes aconteceram e na área da educação o movimento não foi diferente: desafios constantes e grandes polêmicas. Crescemos, passamos por decepções, conquistamos objetivos, aprendemos com os erros, mas parece que sempre ficam alguns hábitos limitantes que insistem em fazer parte da nossa vida. Ou melhor, a gente insiste em ter em nossa vida hábitos que não são positivos, mas sim responsáveis apenas por frustrações.

Todo começo de ano fazemos a promessa de entrar no novo ciclo de braços abertos para as mudanças. Porém, no dia a dia, de fato, poucas transformações acontecem. E a pergunta que fica é como manter a motivação para seguir em frente e continuar sendo um educador excelente diante de tantos desafios? Como continuar exercendo esta missão tão edificante e transformadora? Como já dizia um grande mestre taoísta, “Esteja sentado sobre a paz”. Isto é, não importa o caos que está lá fora, se você estiver em paz será mais fácil encontrar as soluções para cada desafio apresentado. Para alcançar os objetivos e transformar comportamentos limitantes, é preciso agir com foco e atenção, com autoconfiança e determinação, gerando automotivação. Todos nós podemos ter um alto desempenho na nossa vida, conseguir um estado interno motivado, e nos manter focados nos objetivos. Dessa forma, é possível obter um equilíbrio que contribui para ultrapassar os limites dos hábitos a serem transformados. Algumas reflexões merecem destaque e ajudam a enxergar que,

se dermos o máximo de nós, o novo ano tem tudo para ser positivo. • As pessoas com alto rendimento reconhecem e trabalham para atingir equilíbrio entre os aspectos físico, mental, emocional e espiritual do ser humano, como um recurso essencial para criar uma vida pessoal e profissional de sucesso. Alinhar as intenções com as ações, as emoções com os comportamentos, reconhecendo o elemento espiritual presente em cada um de nós, leva à sabedoria da alma, realização dos resultados e prosperidade. • Aqueles que buscam tal equilíbrio sabem alcançar um estado interno no qual se atinge uma concentração intensa e automática, criando uma sensação interna de confiança e motivação. Por meio da concentração e da autorreflexão, pode-se atingir um nível de autoconsciência que possibilita controlar e direcionar os pensamentos. • As pessoas focadas em realizar reconhecem o poder da atenção. Usam a concentração focada como instrumento para direcionar a mente nos objetivos e intentos importantes naquele momento, sem se distrair e agir de forma improdutiva. • Muitos utilizam a exercitação mental para treinar internamente uma atitude ou comportamento. Educam a mente a imaginar e visualizar como eles querem ser e agir para fortalecer a experiência real quando precisar daquela ação e desempenho. Estarão, assim, mais preparados porque “aqueceram” os circuitos neurais do cérebro e criaram uma mentalidade vencedora. • Concentrados no presente estão constantemente aprendendo com o passado e tendo a visão do futuro. Seguem focados naquilo que está ao seu alcance, como a sua preparação, formação, treinamento e aprendizado.

• As pessoas focadas em transformar hábitos limitantes cultivam as qualidades de persistência, determinação, expansão do poder interior para superar os obstáculos e não sucumbir às dificuldades. • Todos os dias temos a oportunidade de redefinir e de nos reinventar, rever as decisões tomadas em algum momento da nossa vida, corrigir a rota e mudar de direção. Todos nós podemos criar voluntariamente estes estados internos, transformar atitudes, treinar novas formas de pensar, de sentir, inovar a nossa maneira de agir, fortalecer uma mentalidade vencedora mesmo nas atividades cotidianas. Podemos utilizar e colocar em prática todo o nosso imensurável potencial, redirecionar o nosso foco, as nossas escolh as, e abrir a mente e o coração para as ricas possibilidades que a vida oferece. Portanto, este é o momento de se reinventar e seguir exercendo o máximo do seu potencial enquanto educador, profissional, indivíduo e cidadão. Neste novo ano, permita estar sentado sobre a sua paz para ter, cada vez mais, sabedoria e garra para seguir na direção da sua missão em formar seres humanos cada vez melhores!

O Colunista EDUARDO SHINYASHIKI Palestrante, consultor organizacional, conferencista nacional e internacional e especialista em Desenvolvimento das Competências de Liderança aplicadas à Administração e Educação. Mestre em neuropsicologia, Eduardo é presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki e também escritor e autor de importantes livros como “Transforme seus Sonhos em Vida”, sua publicação mais recente. www.edushin.com.br

foto cedida pelo colunista

COLUNA / EDUARDO SHINYASHIKI


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COLUNA / emilia CIPRIANO e claudio sanches Fotos: Lilian Borges

REFLEXÕES A PARTIR DE PENSARES DOS EDUCADORES SOBRE AUTORIA E FORMAÇÃO NA RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA VERDADE (Carlos Drummond de Andrade) [...] chegou se a discutir qual a metade mais bela. As duas eram totalmente belas. Mas carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

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m uma mesa de debates, educadores, pesquisadores, estudiosos, autores de livros, palestrantes em Congressos Nacionais e Internacionais, refletiam sobre a qualidade da gestão educacional e a construção de teorias para o bom desempenho das funções à luz dos contextos concretos, de vivência e experiência na prática.

A reflexão continua pontuando sempre como se pode falar de uma prática, orientar um trabalho de gestor quem não a vivenciou, só estudou sobre e passa a escrever orientações para que outros aprendam, adquiram experiências através das leituras, sobre como trabalhar a gestão de projetos, de pessoas, a democracia na escola e a liderança educacional.

Refletiam sobre a importância da experiência de ser professor antes de assumir a Direção de uma Escola e falavam de perfis que mais têm dado certo como gestores de escolas, indicavam que, independente da especialização, um fator determinante era a pessoa ter tendências natas para a liderança.

O grupo continuou dialogando sobre o sentido da experiência para o aprender, e reconhecia que por trás de toda a teoria validada tem um exercício prático.

Entre os que participavam ativamente da discussão, um dos presentes disse que achava importante para um autor de livros de formação de gestores, que aborda sobre a gestão, ter experiência em ambientes de gestões, ter pisado ou estar pisando o “chão da escola”, ter estado ou estar frente a frente com os problemas dos espaços da gestão escolar para construir experiências e escrever com maior propriedade sobre um tema tão complexo.

Para pensar: quem escreve, discursa, ministra aulas sobre liberdade, democracia, autonomia, fala do aprendiz, de desenvolvimento, de ensino e aprendizagem, de metodologia, de didática, de avaliação, de disciplina/ indisciplina sem vivenciar a concretude de uma escola, de uma sala de aula, de relações diretor – coordenador – professor – aluno - família, seria capaz de trabalhar as contradições reais e saberia o que concretamente necessita um gestor para obter liderança significativa frente aos diferentes conflitos dos espaços educacionais?

Dialogou-se também que fica abstrato falar de gestão educacional sem vivenciá-la, sem conhecer o ambiente, as relações de trabalho de uma escola, as dificuldades de liderar grupos de educadores, trabalhar a formação continuada de professores, a orientação de aprendizes e famílias, os conflitos, as reais necessidades que com toda certeza um gestor educacional enfrenta em seu dia a dia de árduo trabalho.

O exercício de uma gestão é ter conhecimento teórico e prático, é saber dialogar, saber ouvir, saber se posicionar com respeito, desconstruir posturas autoritárias, verdades prontas, lidar com o imprevisível, com a má formação dos educadores, com as avaliações internas e externas, com a não aprendizagem dos alunos, com o comportamento das novas gerações, com as famílias e por isso mesmo não

daria para dizer sobre esses contextos sem vivenciar a prática de olhar sobre, refletir sobre, reconstruir pensares sobre e agir concretamente. De longe não se conhece o dia a dia de uma escola. Para conhecê-la é preciso de uma imersão na realidade escolar e, inserido, construir os saberes na prática e para a prática e aceitar que para ser um bom gestor terá que ser um eterno aprendiz de teorias e práticas de gestão. A construção de caminhos, orientações, conceitos/conhecimentos, para uma gestão educacional de boa qualidade deverá ser pautado na vivência, experiência e conhecimento concreto da realidade; segundo Fernandèz, 1991, passa pela sensação, percepção, formação de imagem, simbolização e conceituação e não dá para construir efetivamente somente com leituras. Na possibilidade de continuidade desta reflexão aprofundaremos o nosso olhar referente à formação do gestor.

Os Colunistas Emilia Cipriano Doutora em Educação, Mestre em Psicologia da Educação e Professora Titular pela PUC/SP, Especialista em Desenho e Gerência de Políticas Públicas e Programas Sociais INDES – Instituto Interamericano para o Desenvolvimento Social e BID – Banco Interamericano para o Desenvolvimento-(300 horas), Pedagoga, Assistente Social. Claudio Castro Sanches Doutorando em Educação, Mestre em Educação PUC/SP, Pedagogo e Professor. Ambos são Diretores do Instituto Aprender a Ser – Pesquisa e formação na área educacional.


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CONVERSA COM O GESTOR Escola, Família e Aluno: Construção do Relacionamento Interpessoal Por Rafael Pinheiro / Fotos Daniel Guimarães e Divulgação

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A família é parte do tripé fundamental da educação dos alunos. A junção da escola (entendendo todo o seu conjunto, inclusive os Professores) com os alunos e com a Família, é, na minha visão, o que norteia a educação eficiente. Óbvio que no centro deste tripé está o aluno, pois é dele a responsabilidade pela vontade de aprender. Se estes pontos estiverem alinhados, sendo eficientes, não há como errar na educação destaca Marco Gregori, empreendedor e CEO de holding educacional

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iariamente, como um fluxo contínuo e poderoso, avistamos a instituição escolar como a porta de entrada para uma corrente sadia e proveitosa que elege o desenvolvimento, o aprendizado e a formação de cidadãos em níveis elevados. Na sede do saber, os pilares que sustentam as escolas de diferentes identidades e de diversos níveis de ensino, acolhem alunos e dissipam experiências valiosas a fim de aprimorar e fomentar características peculiares no avanço educacional – e, também, pessoal. A família, por outro lado, é a representação que influencia e edifica a personalidade e a formação de consciência da criança. A base estabelecida no âmbito familiar provoca uma sensação prazerosa às crianças, que encontram um espaço natural para seu desenvolvimento, cultivo de valores humanos, solidificação da responsabilidade e uma segurança inigualável. A convivência e o diálogo familiar são questões primordiais,

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construindo, assim, filhos (e alunos) com uma base sólida. Atravessamos um período em que a economia e organização de nosso tempo – e consequentemente sua distribuição em tarefas e compromissos – pode ser um dos fatores que impactam e dificultam o estreitamento do vínculo entre os familiares e a vivência escolar de seus filhos. Porém, é interessante ressaltar que esse elo consegue suprir necessidades físicas, psíquicas e sociais, que as crianças tanto necessitam em todas as etapas do ensino. Além do aprendizado nas salas de aula, os deveres de casa, as brincadeiras e os diálogos em conjunto asseguram afeto, incentivo, sensação de segurança e pertencimento. “É fundamental entendermos que a educação das crianças e dos jovens não pode ser vista somente como uma responsabilidade que ora cabe à escola, ora à família, como se fossem universos separados. Ela precisa ser enxergada como uma neces-

O Colégio Anhembi Morumbi promoveu, este ano, o Dia da Família com atividades diversificadas

Participação dos pais na vida escolar melhora o desempenho das crianças

sidade que deve ser assumida por todos, em sinergia de propósito e objetivos”, diz Eduardo Shinyashiki, especialista em desenvolvimento de competências de liderança. Assim, conta Shinyashiki, a relação família-escola representa uma importante ferramenta para o fortalecimento do aprendizado, dos valores e das competências socioemocionais de crianças e jovens. “Professores e pais, apesar da diversidade de papeis e de contextos de ação, compartilham os destinatários de suas ações: os filhos / alunos e seu processo de educação, orientação e formação. A escola e a família desempenham papel de grande importância na formação social do indivíduo, tendo responsabilidade na construção da pessoa humana em seus âmbitos espacial, temporal e sociocultural”. INTEGRAÇÃO NECESSÁRIA Promover a integração da família na escola é uma alternativa para embarcar no período de maior desco-

O Colégio Aprendendo a Aprender acredita ser essencial a participação ativa dos pais na rotina escolar


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Para Marco Gregori, empreendedor e CEO de holding educacional, a família deve se colocar como parceira fundamental da escola na educação de seus filhos, já que algumas características não podem ser supridas através da escola. “Uma educação por valores pode ser fomentada na escola, mas é no ambiente familiar que o caráter se forma. O interesse dos pais pela educação dos filhos e a participação ativa destes no processo educacional trazem valores inestimáveis, não só para a educação, mas para a formação do indivíduo”. Com o intuito de criar projetos específicos e inserir os pais na rotina escolar, a Escola Crescimento, Unidade Parceira do Sistema Poliedro, localizada em São Luís (MA), promove a Roda de Leitura, em que os pais são convidados a apresentar um livro na turma do seu filho, o que aguça o interesse dos alunos pelo sentimento de pertencimento; na Mostra de Conhecimentos, os familiares visitam a instituição para ouvir as crianças contarem um pouco sobre seus trabalhos; e na Formação para os Pais, eles podem tirar suas dúvidas sobre temas específicos. Além dessas ações, os pais são orientados e convidados a construir, junto com os filhos, materiais para os eventos escolares, proporcionando momentos agradáveis de colaboração. “A cada tema trabalhado em sala, valorizamos os conhecimentos e experiências das famílias. Ao falarmos de higiene bucal, convidamos a mãe

OBSERVAÇÕES E ORIENTAÇÕES De acordo com a coordenadora pedagógica Adriani Escudero Magalhães, do Colégio Aprendendo a Aprender, situado em Pinheiros (SP) e pertencente ao Grupo A Educacional, o que ajuda os filhos na escola é demonstrar, desde cedo, e de forma bem concreta, o quanto a família valoriza a educação. “O que atrapalha é o exagero na participação, com atitudes como entrar em sala de aula, conversar diariamente com as professoras, interferir nas decisões, regras e combinados da escola”, comenta. Na rotina dos pais, uma série de atitudes são essenciais, como incentivar o filho na lição de casa, estimular a criança a ir ao colégio diariamente, providenciar um lugar tranquilo onde se possa estudar e comparecer às reuniões de pais regularmente. Mas estabelecer uma boa relação com a escola também é essencial. E, ainda que esse contato não seja assíduo ou intenso, a relação deve ser efetiva. Outro fator importante observado pela equipe do Aprendendo a Aprender é deixar claro para a família que o auxílio nas tarefas de casa tem seus limites. “O necessário é incentivar uma leitura mais atenta sobre o enunciado, indicar fontes de pesquisa, estimular uma nova

O Colégio Concórdia, do Grupo A Educacional, implementou o “Aluno APP”, que mostra notas, trabalhos e lições de casa dos alunos

reflexão sobre o problema. Jamais dar a resposta à criança. Insistimos nesse ponto porque a repetição desse tipo de procedimento está associada à queda no rendimento do aluno. Ou seja, participação exagerada atrapalha. A independência nos estudos deve ser cultivada”, explica a coordenadora. DIA DA FAMÍLIA O Colégio Anhembi Morumbi, localizado na região do Brooklin (SP), integrante da Eduinvest, rede educacional focada em desenvolver cidadãos altamente capacitados e conscientes, incluiu, este ano, o Dia da Família (comemorado em 22 de outubro) em seu calendário de eventos. O objetivo é integrar a comunidade escolar e seus familiares, além de evidenciar aos alunos todas as diversas formas de organização familiar. No dia da comemoração, os visitantes foram recepcionados com música, receberam canetinhas e papeis coloridos para deixar recados sobre a importância da família e desenhar as suas. Todos os desenhos foram expostos no pátio do colégio durante uma semana. Os participantes também plantaram sementes e aprenderam sobre os cuidados necessários para sua germinação, em metáfora sobre o cuidado e carinho necessários para a manutenção familiar. O evento, direcionado inicialmente para crianças do Infantil e Fundamental I, com idade aproximada de até 10 anos, obteve uma recepção fantástica, segundo Marco Gregori, criador da metodologia aplicada no colégio. “Vimos que para desenvolver as habilidades precisamos trazer de volta as famílias para dentro da escola. Achamos que o Dia da Família é uma maneira interessante. Colocamos o Dia da Família também pela questão do

O Dia da Família no Colégio Anhembi Morumbi evidenciou momentos especiais de interação entre pais e filhos

Direcional Escolas - Dezembro e Janeiro 2017

brimento e experimentação na vida do aluno. O ideal é que essa relação fortaleça ao longo dos anos, cultivando transformações sociais e culturais, aproveitamento completo do rendimento escolar e desenvolvimento significativo de atributos individuais.

que é odontóloga; ao aproximar-nos do período eleitoral, convidamos o pai que é juiz eleitoral para palestrar sobre eleições; se é tempo de decidir um curso no vestibular, oportunizamos aos pais de diferentes áreas para falarem de suas profissões e carreiras. Incentivamos diariamente a participação dos pais na rotina escolar”, explica Luiza Bacelar de Castro Silva, Diretora Pedagógica do Grupo Crescimento.


18 participando da escola. É simplesmente fantástico”, completa Marco. TECNOLOGIA A SERVIÇO DOS PAIS

O intuito do Colégio Concórdia com a implantação da nova ferramenta é ampliar o envolvimento dos pais com a vida escolar dos filhos

que é família hoje. Queríamos envolver a todos que participassem das famílias, em seus mais diversos tipos”.

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Além desta ação, outras atividades estão surgindo no Colégio Anhembi Morumbi, como o projeto Movimento Futuro, ensinando habilidades aos alunos das 8ªs e 9ªs séries do Ensino Fundamental 2 e empoderando a realizar seus sonhos. “Os pais dos alunos que participam deste Movimento, decidiram, pela própria vontade, de criar um outro Movimento, o dos Pais do Futuro. Eles estão se reunindo voluntariamente e

O Colégio Concórdia, instalado no Campo Limpo (SP) e também pertencente ao Grupo A Educacional, adotou uma novidade tecnológica: um aplicativo para auxiliar o acompanhamento dos pais na rotina escolar das crianças. Com o “Aluno APP” os responsáveis podem consultar pelo telefone celular quais tarefas, pesquisas e trabalhos o aluno deve entregar a cada dia, de acordo com a aula e o professor envolvido. O aplicativo disponibiliza o boletim sempre que o colégio determinar, e, por não precisar de impressão, todas as alterações podem ser consultadas diretamente pela internet, em qualquer horário e local. Além dos pais, o serviço ajuda os estudantes, com acesso ao conteúdo das aulas. Outro benefício do “Aluno APP” é trazer aos pais do colégio o acompanhamento de eventuais situações, como convocações de reuniões, faltas e até um possível atendimento

médico que o aluno tenha necessitado. O intuito do Colégio Concórdia com a implantação da nova ferramenta é ampliar o envolvimento dos pais com a vida escolar dos filhos. Com a disponibilização das informações e rotina da escolar dos alunos aos responsáveis, eles tornam-se muito mais participativos e colaborativos na vida escolar dos filhos.

SAIBA MAIS Colégio Anhembi Morumbi secretaria@colegioanhembimorumbi. com.br Colégio Aprendendo a Aprender secretaria@aprendendoaaprender.com.br Eduardo Shinyashiki contato@edushin.com.br Escola Crescimento escola@crescimento.com Marco Gregori contato@eduinvest.com.br


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dica: Cursos de Férias

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Diversão e Aprendizado

ercorremos, diariamente, uma rotina pautada por horários programados, agendas pré-estabelecidas e organizações preciosas de nosso tempo. Programamos, assim, estudos primordiais no decorrer de cada semestre e, como o aprendizado e o conhecimento são fatores dinâmicos, atividades extracurriculares, ações especiais, cursos intensivos, programas de atualização e propostas que tenham o objetivo de unir lazer, diversão e aprendizado são opções válidas para as férias.

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Fundado em 1912 e localizado em Minas Gerais, o Colégio Arnaldo destaca, neste ano, uma Colônia de Férias em dezembro com atividades que desenvolvem habilidades ligadas à socialização, motricidade e melhora do raciocínio com características leves e lúdicas. “O objetivo é buscar atividades lúdicas, voltadas para a recreação e principalmente a interação entre as crianças”, diz Denize Zandona Cunha, supervisora do colégio. Recebendo crianças desde o Maternal 2 (com 02 anos) até o Fundamental 2 (até 12 e 13 anos de idade), as atividades acontecem durante todo o dia, com possibilidade de meio período ou horário integral. Segundo Denize, as oficinas são realizadas com os instrutores do próprio colégio, “além dos professores de Educação Física, Música e Artes, que sempre preparam algo especial para o período. Para as atividades na piscina, contamos com a presença de um salva-vidas para qualquer eventualidade”. Além de proporcionar momentos de interação entre as crianças, melhorando o seu convívio, os cursos e oficinas também “funcionam

como uma porta de entrada para os novos alunos. Os pais conhecem a escola e levam os filhos para uma experiência dentro do colégio”, ressalta Denize. Já em São Paulo, com 50 anos de tradição, a Escola Pueri Domus, que possui quatro unidades (Chácara Santo Antônio, Itaim, Aclimação e em Barueri com a unidade de Aldeia da Serra), disponibilizará um curso de férias em janeiro, com atividades para as crianças do Mini Maternal ao 5º ano do Ensino Fundamental I. A escola aceita inscrições de crianças convidadas por seus alunos – que serão divididas em grupos conforme a faixa etária e cada grupo será formado por, em média, 20 crianças. Além dos passeios, realizados semanalmente, durante todo o dia serão oferecidas atividades diversas, como: jogos e brincadeiras, teatro, karaokê, jardinagem, culinária, ateliê de artes, oficinas de brinquedos, cabeleireiro e costura, show de talentos, etc. Acreditar e consolidar um curso de férias é uma maneira de explorar os caminhos do conhecimento em um período propício – tanto em dezembro/janeiro como em julho. A imersão na cultura de línguas, no intercâmbio de ideias, atividades distintas, na experiência peculiar e no fomento pessoal aproximam o aluno de territórios ilimitados, sadios e de grande valia. (RP)

SAIBA MAIS Colégio Arnaldo contato@colegioarnaldo.com.br Escola Pueri Domus faleconosco@pueridomus.sebsa.com.br


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dica: CONTROLE DE PRAGAS

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Cuidado e Prevenção

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escola é, sem dúvida alguma, o espaço onde as crianças passam o maior tempo durante o dia. Partindo desse pressuposto, é interessante – e necessário – promover uma interação e uma vivência pautada na proteção de forma plural, principalmente no que tange a saúde, ampliando a toda a comunidade escolar: alunos, professores e funcionários. A gestão escolar percorre todos esses mecanismos, projetando, na escola, um programa diário e intenso pautado na saúde completa de toda a instituição. Realizar manutenções preventivas, aprimoramento técnico e visitas especializadas para a checagem geral da estrutura, é de extrema relevância, principalmente quando o assunto envolve pragas urbanas. “Algumas características favorecem o aparecimento, instalação e aumento populacional de pragas, como acúmulo de lixo (que deve ser bem amarrado e condicionado em lixeiras), alimentos (devem ser mantidos e manipulados de forma cuidadosa e higiênica, bem embalado e evitando qualquer tipo de contato com o chão), além de encanamentos, caixas d’água, sujeira, restos de materiais acumulados, locais quentes e úmidos, ralos sem tampas, poço de elevador, frestas e vãos de parede e teto”, sinaliza o biólogo José Celso Amorim. A preocupação com toda a estrutura escolar deve ser mantida diariamente, averiguando com cautela as plantas, o playground, a estocagem de alimentos e mantendo a limpeza em todas as sa-

las, paredes, balcões e prateleiras. De acordo com o biólogo, um ponto crucial é a observação de áreas externas, como jardins, área propícia para aranhas, taturanas, lagartas, escorpiões, besouros e formigas. “É interessante, caso o colégio possua áreas externas, como hortas ou jardins, examinar com certa frequência e manter sua devida limpeza. Já nas áreas de recreação, espaço dos playgrounds que geralmente possuem caixas amplas com areias, manter plásticos ou lonas fechando as caixas, evitando, assim fezes de ratos, gatos ou pombas. E, sempre que possível, realizar esterilização com empresas especializadas”. Caso seja detectada alguma praga, o cuidado é redobrado, solicitando, assim, a intervenção de uma empresa especializada, seguindo algumas recomendações, como: empresa com registro na Vigilância Sanitária, contratação de empresa idônea, verificação de referências, se há entraves judiciais ou registros de queixas no PROCON e conferir se os produtos inseticidas utilizados são registrados e com aval técnico-científico comprovado. “Indicamos o período de férias, ou seja, julho, dezembro e janeiro para a aplicação de produtos químicos. Ou, em alguns casos, nos finais de semana, já que a ausência de funcionários e alunos no local é obrigatória”, finaliza o biólogo. (RP)

SAIBA MAIS José Celso Amorim josebioamorim@hotmail.com


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Fique de Olho PASSEIOS O ato de conhecer, enraizado em experiências peculiares e coletivas, destaca uma importância que transcende as salas de aula e instaura-se no convívio coletivo, nos passeios e nas brincadeiras. Assim, observando o conhecimento como fator central em nosso dia a dia, presente em várias esferas sociais, podemos alinhar e projetar novos rumos pedagógicos, que intensifique todo e qualquer aprendizado. Os passeios e as atividades externas propõem a ideia de um conhecimento prazeroso, fluído e intrínseco, estimulando a exploração de forma lúdica e instigante. Teatro, museus, monumentos históricos, fazendinhas com animais e plantações, exposições, zoológicos e parques temáticos – naturais ou de diversão, são algumas opções para a ampliação do conhecimento do aluno. Visitas monitoradas e passeios em grupos escolares, por exemplo, são excelentes recursos para levar o aluno a um universo ao qual ele não conhece. Elas orientam as sensações e os caminhos para que os alunos proponham as suas conexões e levem daquela proposta conhecimentos para a sua trajetória. O saldo é positivo, principalmente nas exposições interativas - as quais os alunos podem atuar como integrantes da narrativa. AQUÁRIO DE SÃO PAULO Inaugurado em julho de 2006 e contemplando uma área de 15 mil m², o Aquário de São Paulo, localizado no bairro do Ipiranga, é considerado uma referência em tratamento de animais e com um respeitado trabalho de conservação e educação ambiental.

Fale com o Aquário de São Paulo: (11) 2273.5500 www.aquariodesp.com.br

No amplo espaço, o Aquário de São Paulo possui uma rica cenografia com ambientes tematizados: As florestas nacionais são destacadas no setor Água Doce; já no Oceanário, o visitante adentra a cenografia de um submarino naufragado, contemplando uma visão 180º, cercado de tubarões, raias e espécies ameaçadas de extinção, como o peixe Mero; A área dedicada aos Mamíferos surpreende por meio de uma verdadeira imersão à selva amazônica! E, em meio a grandes visores, o clima amazônico apresenta macacos, lontra, bicho preguiça e tamanduás; em abril de 2015, o aquário inaugurou um espaço dedicado aos mamíferos aquáticos, com cangurus, suricatos, lêmures e até casal de ursos polares. Fruto de um projeto pioneiro e audacioso, o Aquário de São Paulo começou discreto em seus 3 mil m² contemplando diversas espécies de peixes de água doce, mas aos poucos ganhou porte, respeito diante do setor e status de maior aquário da América Latina e o único temático no Brasil.

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D32 ENTERTAINMENTS “A D32 Entertainments é uma empresa do ramo de entretenimento que trabalha comprometida em garantir diversão”, destaca Marcelo Lima, Diretor de Operações. Atuando em todos os pilares do entretenimento – seja evento institucional, governamental ou show business – a empresa centraliza todos os serviços especializados (exposições educacionais, interativas e tecnológicas), tendo como único ideal o sucesso de clientes e parceiros. Fale com a D32: (16) 3620.7138 / (16) 3620.7086 comercial@d32.com.br www.d32.com.br

Com experiência internacional, conta Marcelo, a D32 traz para o Brasil produtos de alta qualidade como a Exposição “O Mundo dos Dinossauros”, sucesso de público nos grandes shoppings do país e no Zoológico de São Paulo, onde leva, desde setembro de 2014, milhares de visitantes à pré-história por meio de uma exposição totalmente interativa. Tendo como diferencial a busca pela inovação, seja tecnológica ou em informação, “a empresa investe em equipamento de ponta e de qualidade, sempre com o objetivo de entreter ao mesmo tempo em que leva conhecimento ao público”, diz Marcelo. Viva essa experiência!


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dica: Marketing Escolar

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Atendimento Diferenciado

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stratégias, planejamentos, resoluções, melhorias, compromissos e ações. Todas essas características que envolvem, principalmente, o alicerce diário de uma instituição de ensino, dialoga com perspectivas, desafios e processos intrínsecos que resultam em objetivos em todos os setores. Os altos níveis de excelência, que culminam em resultados positivos e satisfatórios, podem ser observados em dois eixos principais no sistema educacional: administrativo e pedagógico. E, de certa forma, as responsabilidades e expectativas de quem fomenta o âmbito educacional deve viabilizar indicadores significativos nos dois eixos. Uma das ferramentas primordiais para a satisfação plural é a comunicação – e a forma como ela é conduzida e explorada. Compreender, dentro da área comunicacional, o marketing educacional, por exemplo, é uma possibilidade de trabalhar peculiaridades que ultrapassam características internas e estabelece um canal com seu público-alvo, ou seja, os alunos e seus responsáveis.

“Toda organização deve ter uma missão: se relacionar com seus clientes. O marketing permite que este relacionamento aconteça por meio dos serviços prestados pela escola, pela marca da escola e atendimento que seus colaboradores prestam. Outra importante missão é o de captar e reter alunos que permitirá uma sustentabilidade financeira para o negócio”, ressalta Ronaldo Hofmeister, Diretor de Marketing do Colégio Positivo.

Investindo em estratégias diferenciadas, com projetos especiais, formação de valores, utilização de recursos tecnológicos e espaços exclusivos planejados especialmente para o aprendizado, o Colégio Positivo estruturou sua área de marketing no interior da instituição e, ao longo dos anos, “conseguimos implantar uma filosofia para que todos os colaboradores pensem no marketing. Todos são responsáveis para captação e bom atendimento ao cliente. Este é o maior legado que o departamento de marketing pode deixar em uma instituição”, conta Ronaldo. Tendo como pilares essenciais o atendimento ao cliente e a construção de marca no colégio, Ronaldo Hofmeister acredita que o marketing é parte estratégica do negócio e não deve ser terceirizado. “Todos dentro da escola devem pensar em marketing e relacionamento com clientes. O mais importante quando pensarem em montar um departamento de marketing é não imaginar que marketing resume-se apenas a publicidade, é importante pensar em eventos, web e atendimento”, explica. Assim, é possível impulsionar, no processo particular de cada colégio, ações que proporcionam o enriquecimento da identidade da instituição, bem como atendimento diferenciado, eventos e publicações instigantes – tanto em redes sociais como no próprio site. (RP)

SAIBA MAIS Colégio Positivo ronaldoh@up.edu.br


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Acessórios, Artigos Esportivos, Bebedouros, Gráfica/Brindes, Grama Sintética


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Informática, Laboratório, Lavadoras de Alta Pressão, Manutenção Predial, Pinturas Especiais


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30 Mรณveis, Pisos


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Pl aygrounds, Projetores

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Protetor de Coluna, Quadras Poliesportivas, Toldos e Coberturas


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Revista Direcional Escolas Edição 124 – Dezembro-Janeiro/2017 by Revista Direcional Escolas - Issuu