Edição nº 119 ano 12 | Junho/Julho 2016 www.direcionalescolas.com.br
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Alex Santos & Paula De Pierro Público
Ciências para a Vida
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exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral Tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável
Rafael Pinheiro jornalista@direcionalescolas.com.br MTB 0076782/SP
Fundado em 2003 com a missão de disseminar a cultura científica no Brasil, o Instituto Abramundo hoje é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e se destaca por sua competência especializada em aliar Ciência, Arte, Cultura e Educação para atrair o público pelo encantamento e pela curiosidade em projetos de educação formal e não formal.
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Ao longo de sua história, realizou nove exposições culturais de temática científica, sendo cinco inéditas e quatro mostras internacionais adaptadas para o Brasil, em parceria com o Museu de História Natural de Nova York. Entre elas, Água na Oca, Darwin, Einstein e Revolução Genômica, que juntas foram vistas por mais de 1 milhão de pessoas no Brasil. Mais recentemente, realizou a exposição REVERTA na Oca, que reuniu ciência e arte em um mesmo ambiente, provocando uma reflexão sobre o descarte de resíduos. Além das exposições, o Instituto Abramundo é pioneiro na realização de uma pesquisa inédita sobre o Índice de Letramento Científico no Brasil (ILC), que revelou, durante a 23ª edição da Bett Brasil Educar – o maior evento educacional da América Latina, o nível de conhecimento científico da população brasileira em geral. Realizado em parceria com o Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa, o estudo indicou que 64% dos brasileiros têm baixo letramento em ciências. Isso significa que têm dificuldades para compreender uma bula, o descritivo de uma conta de energia, ou fazer o cálculo dos litros de gasolina necessários para percorrer uma distância de 20 Km. De acordo com a pesquisa, apenas 5% dos 2002 entrevistados - de 15 a 40 anos, com no mínimo quatro anos de estudo, residentes no Distrito Federal e em nove regiões metropolitanas - dominam verdadeiramente os
conhecimentos científicos utilizados no dia a dia. Para Silvia Donnini, diretora do Instituto Abramundo, existe uma ‘secundarização do ensino de ciências’ nas escolas, especialmente no ensino público, com o currículo reduzido dessa disciplina. “O brasileiro tem a ideia de que a educação é feita basicamente com Língua Portuguesa e Matemática, e isto gera um impacto negativo na sociedade. O país sofre economicamente no que diz respeito à ocupação dos postos de trabalho e produtividade”, ressalta Donnini. “A ausência de letramento científico básico reforça as desigualdades socioeconômicas, comprometendo o exercício da cidadania e a inserção produtiva de grande parte de nossa população”, afirma o Prof. Anderson Gomes. Esta edição de nº 119 Junho/Julho da Direcional Escolas foi pensada e produzida com um carinho especial. Destacamos a cobertura da Bett Brasil Educar 2016 (pg. 14), que ocorreu entre os dias 18 e 21 de maio no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. Toda a equipe Direcional Escolas percorreu os quatro dias do evento, observando lançamentos, acompanhando congressos e trazendo a você, caro gestor, os apontamentos e experiências que o evento proporcionou. Boa leitura,
Alex Santos & Paula De Pierro Diretores
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Nesta Edição: 08
Coluna - Christian Coelho Como formar um time de excelência
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Dica: Laboratórios Experiência na Prática
Coluna - Mara Gabrilli Cultura é um direito de todos
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Dica: Seguro Proteção Escolar
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Coluna - Celso Antunes Questão de Gênero
Dica: Redes Sociais Como Plataforma do Conhecimento Facebook e a Educação
Bett Brasil Educar 2016 Inovação, Tecnologia, Criatividade e Engajamento
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Fique de olho: Bebedouros e Filtros
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DISTÚRBIO DE LEITURA E ESCRITA
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autismo: o quanto ainda temos que aprender
Escola, educação e parcerias
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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Como formar um time de excelência
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urante o programa de capacitação da Rabbit, exploramos inúmeros temas de desenvolvimento humano, como liderança, gestão, monitoramento, análise de desempenho e meritocracia. Outro fator significativo para quem busca formar um time de excelência é permitir que cada líder coloque seus pontos fortes em prática.
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Exemplo – Eu, diretor do Grupo Rabbit, tenho como pontos fortes as relações de liderança, conhecimento e comunicabilidade, e como pontos fracos as práticas organizacionais, financeiras, performance e empatia. Ao longo dos anos, formei um time de líderes que possuem como pontos fortes as características que tenho mais dificuldade. Por isso, consigo desempenhar meu papel com mais segurança e prazer. Isto não me isenta das tomadas de decisões financeiras e gerenciais, mas tenho pessoas ao meu redor mais capacitadas para estas atividades. Para fazer sua empresa crescer, forme um time igual ou melhor que você! É comum encontrar sócios que possuem o mesmo perfil, por exemplo, gostam de coordenar o corpo docente e não se identificam com as áreas: financeira, marketing e vendas. A falta de identificação com áreas importantes pode levar ao desequilíbrio e comprometer a saúde da instituição. Na hora de formar uma sociedade ou contratar um coordenador leve em consideração os seus pontos fortes e os do futuro parceiro. Por mais que tenhamos prazer em trabalhar, não gostamos de tudo que fazemos, pois o trabalho é composto de muitas atividades diferentes. Algumas nos incentivam e outras nos deixam exauridos.
O importante para melhorar o desempenho da instituição é descrever as funções e atividades, identificar quais delas nos estimulam, quais nos esgotam, redistribuí-las entre os líderes e delegá -las através das funções orgânicas. Antes de iniciar o processo, é imprescindível trabalhar a inteligência intrapessoal dos líderes e identificar as próprias forças e fraquezas. O exercício a seguir irá contribuir para isso: Em caráter de teste, descreva três atividades em que você se considera bom e gosta de fazer (pontos portes) e três em que tem dificuldade e não gosta de fazer (pontos fracos). A próxima etapa é verificar se as atividades correspondem realmente aos seus pontos fortes. Escolha a atividade que você considera o seu ponto mais forte. Em uma escala de 1 a 5, sendo 1 = discordo totalmente e 5 = concordo totalmente, pontue às seguintes perguntas:
1. Tenho apresentado um grande sucesso neste tipo de atividade 2. Outras pessoas costumam dizer que tenho um dom para esse tipo de atividade 3. Tenho recebido elogios ou reconhecimento por realizar este tipo de atividade 4. Realizo esse tipo de atividade todos os dias 5. Costumo me oferecer para realizar esse tipo de atividade 6. Este tipo de atividade é instintiva para mim 7. Aprendo rapidamente esse tipo de atividade
8. Eu me pego pensando nesse tipo de atividade todos os dias 9. Mal posso esperar para aprender novas técnicas a fim de realizar esse tipo de atividade 10. Sempre anseio por realizar esse tipo de atividade 11. Eu me divirto lembrando de quando estava realizando esse tipo de atividade 12. Realizar esse tipo de atividade me proporciona uma das maiores satisfações pessoais Para ser considerado realmente um ponto forte a pontuação deverá ser igual ou superior a 50 pontos. Um erro comum na aprendizagem andragógica é focar na correção dos erros e não enfatizar os protótipos: Segundo estudo americano realizado em 2014, uma amostra representativa de professores do ensino regular foi indagada com a seguinte pergunta: Quando você e seu coordenador falam de desempenho, focam mais nos pontos positivos ou negativos? Cerca de 35% disseram que não tinham reuniões periódicas, 55% focavam os aspectos negativos e apenas 10% responderam que enfatizavam os pontos fortes. A partir do momento que você executar o que gosta e sabe na maior parte do tempo, a tendência é chegar ao sucesso. Confúcio disse: Encontre um trabalho que adore e nunca trabalhará nem um dia sequer da sua vida.
O Colunista Formando em comunicação, especialista em andragógia e neuropsicologia. Diretor do Grupo Rabbit Educação. www.rabbitmkt.com.br EMAIL: christian@rabbitmkt.com.br
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Cultura é um direito de todos
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uito sábia a decisão do presidente interino Michel Temer ao voltar atrás em sua decisão que extinguia o Ministério da Cultura (MinC), tornando a pasta uma secretaria vinculada ao Ministério da Educação. Como deputada Federal e cidadã, avalio a cultura como uma das políticas públicas de maior impacto social em um país. E ainda que a educação detenha importância tão grande quanto, suas demandas são de outra natureza e, portanto, devem sim ser geridas por órgão próprio e distinto.
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Sempre fui uma apaixonada por arte e cultura e a deficiência nunca me desconectou dessa paixão. Esse olhar, inclusive, está presente na minha forma de trabalhar políticas públicas voltadas à população com deficiência. A Lei Brasileira de Inclusão, por exemplo, projeto que relatei na Câmara e que entrou em vigor em janeiro deste ano, traz novidades na área cultural, como a obrigação da acessibilidade nas salas de cinema de todo o Brasil. Desde o início deste ano passou a vigorar o prazo de 24 meses para que esses estabelecimentos ofereçam recursos como janela de libras e legenda closed caption aos surdos, bem como audiodescrição aos cegos. Esse mesmo prazo valerá para as casas de shows e espetáculos, que deverão ofertar acentos e espaços acessíveis em
vários pontos de seus estabelecimentos, não mais em áreas exclusivas ou segregadas. A novidade ainda é que esses ambientes deverão acomodar não só a pessoa com deficiência, mas também grupos comunitários e seus familiares. Esse direito de escolha, nunca dado ao público com deficiência, fará toda a diferença não só na apreciação dos espetáculos, mas no olhar coletivo para as diferenças humanas. Diferenças que estão presentes em todos os cantos. E por que não em uma plateia ou multidão de um show? Felizmente, muitos locais hoje já contam com espaços projetados para atender a diversidade humana e oferecer recursos que aproximam cada vez mais pessoas com deficiência da arte e da cultura. Com o auxílio da audiodescrição, cegos podem ser tocados por um belo filme e surdos podem ter acesso a diálogos profundos. O psicólogo Abrahan Maslow ficou conhecido por propor uma escala hierárquica de necessidades do ser humano. Na Pirâmide de Maslow, as necessidades de nível mais baixo (aquelas que ficam na base), devem ser supridas antes das necessidades de nível mais alto. Podemos entender como necessidade básica tudo o que é fisiológico, como beber água. Mas, para chegar ao topo, no estágio de plenitude, além do básico, o ser humano precisa de experiências que o permitam explorar horizontes e aguçar novas percepções. Neste sentido, a cultura é imprescindí-
vel para elevar o indivíduo ao estado de realização pessoal. Entre teatros, museus, cinemas, centros culturais, casas de espetáculos... todo local deve estar preparado pra atender qualquer perfil de público, independente de condições físicas, sensoriais, intelectuais ou múltiplas – afinal, falamos de direitos preconizados por nossa legislação e que devem ser respeitados. Rir, chorar, cantar, observar ou simplesmente silenciar-se diante de um movimento são emoções que jamais serão subtraídas por uma deficiência. E cabe a todos nós, como Estado e sociedade, oferecer acesso para que todo ser humano evolua como cidadão, ser pensante e agente transformador de seu meio.
A Colunista
É publicitária, psicóloga, foi secretária da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de São Paulo, vereadora na Câmara Municipal de São Paulo e atualmente é Deputada Federal. Empreendedora social, fundou em 1997 o Instituto Mara Gabrilli, ONG que apoia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal e fomenta pesquisas científicas e projetos sociais. EMAIL: amilani@maragabrilli.com.br
foto cedida pelo colunista
COLUNA / mara gabrilli
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questão de gênero
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iscute-se de forma inútil e estéril se o novo Governo brasileiro deve compor seu ministério com mulheres ou não, mostrando-se que uma eventual exclusividade masculina ou feminina seria prova de discriminação quanto ao gênero.
Fui professor em escolas públicas e particulares da Educação Infantil ao Ensino Superior, em entidades públicas e particulares e fui também diretor em instituições de toda natureza. Por muito tempo convivi e lutei contra as tolices de se atribuir a um gênero predicado de qualidade maior.
Impossível pensar em tolice maior e quem quer que viva o cotidiano “chão da escola” sabe que este é um assunto antigo, e que tanto em escolas públicas como particulares sempre se debateram sobre a capacidade do homem ou da mulher, do professor ou da professora, jamais faltando os que tentavam ver nessa composição docente uma prova de sabedoria.
Tive professores de Educação Infantil maravilhosos, verdadeiros mágicos na arte de encantar e transformarem informação e conhecimento, como também contei, ministrando aulas apenas para meninos, maravilhosas professoras de Educação Física.
Inexiste a real dimensão para essa bobagem. Preconceito mais enrustido para tal equívoco. A tarefa docente, para qualquer gênero, se inspira essencialmente em dois fundamentos: competência e dedicação.
Convivi com excelentes professoras em Cursos Superiores, não raramente ministrando Ciências Exatas, da mesma forma como conheci mulheres exemplares no ensino de disciplinas técnicas, como por exemplo mecânica ou computação e, de igual forma, tive professores excelentes em aulas de culinária e até mesmo de bordado.
E quando estes atributos se fazem presentes, discutir qual gênero o exerce de forma superior representa discussão estéril e, o que é pior, preconceituosa.
Nunca deixaram de se fazerem imprescindíveis ainda que sempre causassem o espanto de serem vistos como em “atividades erradas”. Isso é preconcei-
to, visão míope, tendência a olhar o amanhã com olhos de ontem. Se o Brasil puder contar com umas vinte Ângela Merkel, por exemplo, em seu ministério será um país melhor e mais sério e nada confirma com maior ênfase essa tese que temos atravessado períodos críticos e que nos faz pagar um preço caríssimo – tanto quando governado por homem, como por uma mulher. O país e a nossa educação necessitam, depressa, descobrir que competência e dedicação, dignidade e profissionalismo é questão de caráter, não de gênero.
O Colunista Celso Antunes tem bacharelado e licenciatura em Geografia. É mestre em Ciências Humanas pela USP e é considerado um grande formador de opinião no mundo da educação. Tem mais de 280 publicações e suas obras foram traduzidas pra mais de seis países. Celso Antunes também ministra palestras em diversos países como Argentina, Uruguai, Peru, México, entre outros. EMAIL: celso@celsoantunes.com.br
fotos cedidas pelos colunistas
COLUNA / celso antunes
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BETT BRASIL EDUCAR 2016 Inovação, Tecnologia, Criatividade e Engajamento Por Rafael Pinheiro / Fotos Divulgação
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Mais de 200 educadores, especialistas e renomados conferencistas brasileiros e internacionais debateram a educação brasileira e mundial, alicerçados por um tema central: ‘Melhor Educação, Melhor Sociedade’, escolhido pela certeza e percepção de que a educação é a base para a constituição da sociedade moderna e a inserção econômica das nações e das pessoas
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nstrumento de pesquisa de filósofos, palavra-chave em núcleos acadêmicos, publicações que envolvem o seu universo, campo de desafios, salas de vivências, escola da vida. Ela, a educação, caminha livremente entre áreas políticas, culturais e sociais. É falada diariamente, em diversas línguas. E, dentro de um contexto universal, prepara, discute, empodera e transforma vidas em grande escala.
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Na sociedade moderna, a educação compõe um ofício plural, repleto de questionamentos, problemáticas e desdobramentos. Essas questões atuais e emergentes refletem necessidades em reestruturação, organização de novas propostas, compartilhamento de experiências, abertura para alteridade e desconstrução de paradigmas. Observamos a educação como uma base sólida para um futuro efêmero em constante ebulição. Esta educação, inserida no eixo central de propagações culturais e sociais, que atravessou
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as décadas com tradicionalismo e métodos estabelecidos, mostra-se despreparada (ou com pequenas rachaduras) no que tange a realidade educacional. Empoderar, no sentido amplo da palavra e no espaço denso da educação, é a maneira mais clara (e talvez necessária) de reafirmar os papeis e as condições existentes em cada setor interno de uma instituição. Apoderar-se da função educador envolve não só os limites do conhecimento, mas o fomento na construção do cidadão e nas diversas esferas participativas que o aluno atingirá com maestria. O agente transformador incluído nas atividades diárias transcende métodos, fórmulas, mecanismos e explicita um anseio em interagir, humanizar, criar e experimentar momentos ímpares de relações interpessoais e compartilhamento de ideias que transforma-se em um ambiente saudável, acolhedor, seguro (tanto físico como psíquico) e, com todos estes elementos intactos, o aprendizado nasce fluído e se fortalece da
A edição 2016 do evento superou em 15% o número de visitantes em relação à edição anterior e proporcionou inúmeros negócios em seu espaço de exposições
A Bett Brasil Educar 2016 abordou o tema ‘Melhor Educação, Melhor Sociedade’
melhor forma possível: com total aproveitamento. E para estes três aspectos ganharem força, de fato, é necessário um olhar criterioso no interior das salas de aula, nos corredores, nos parques e playgrounds, nos horários de descanso e intervalo da alimentação, na programação pedagógica, no ritmo e nas decisões dos educadores e gestores e, acima de tudo, no compromisso instaurado na comunidade escolar. Refletir e compreender as problematizações que cercam todas essas funções é o ponto de partida para uma educação de qualidade, compatível com requisitos da cidadania e desejos ávidos dos estudantes. Entre os dias 18 e 21 de maio, o espaço São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, localizado na região sul da capital paulista, abrigou a Bett Brasil Educar. Consolidado como o maior evento educacional e tecnológico da América Latina, chegou à sua 23ª edição pautado pelo tema: “Melhor Educação, Melhor Sociedade”,
A Feira Bett apresentou as recentes novidades em tecnologia, metodologias e muita inovação, com produtos e serviços voltados ao segmento
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16 integrando, em sua base, busca das premissas pedagógicas fundamentais, discussão de novos paradigmas para a aprendizagem, inovações, tecnologias e novas formas de pensar e fazer educação. Reunindo os principais atores e líderes educacionais em um único espaço, com quase 200 empresas expositoras e mais de 220 conferencistas, o evento posiciona-se como um ponto de encontro, onde foram apresentadas tendências, soluções, formação pedagógica, práticas e transformações necessárias para a educação. Em seu terceiro ano sob o comando da i2i Events Group, superou em 15% o número de visitantes em relação à edição anterior e proporcionou inúmeros negócios em seu espaço de exposições. “Em um momento tão delicado como este pelo qual passa o Brasil, reunir um grande número de tomadores de decisão, professores, coordenadores, gestores, grandes players do segmento educacional e startups, e ainda ratificar o testemunho de negócios efetivamente acordados, é uma vitória especial, não só para a Bett, mas para a educação brasileira como um todo”, destaca Vera Cabral, curadora e consultora em educação da Bett Brasil Educar.
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Para os mentores da Bett Brasil Educar 2016, o sucesso do evento é reflexo de múltiplos fatores, partindo da sua reorganização conceitual e de branding, cada vez mais alinhados como o modelo consagrado aplicado na Bett Londres – evento original inglês realizado há mais de 30 anos –, porém respeitando as características inerentes ao mercado brasileiro.
“Importante destacar também a gradativa renovação da grade de conteúdo do Congresso, bem como a inserção de novos perfis de expositores voltados às soluções de gestão, que propiciou um foco mais direcionado ao desenvolvimento de negócios”, relata Cláudia Valério, diretora da i2i Events Group. CONGRESSO E FEIRA BETT A programação do Congresso foi organizada em cinco eixos norteadores: Profissão e Formação Docente – Temas de ordenação de melhores condições de trabalho docente nas escolas, avaliando as políticas de formação de professores, a questão da identidade e papel do professor diante das novas tecnologias, do material didático, do planejamento, do trabalho coletivo, participativo, entre outros. A qualidade da educação e da escola supõe a qualidade da formação inicial e continuada de professores. Práticas Escolares Efetivas e Inovadoras – Apresenta a realidade criativa das práticas escolares no Brasil, destacando as inovações e as práticas bem-sucedidas que apontam para a transformação da educação, em consonância com a sociedade contemporânea. As práticas escolares são os termômetros da qualidade pedagógica e social da escola. Políticas Educacionais e Inovações Curriculares – O Plano Nacional de Educação, as Diretrizes Curriculares da Educação Básica e a Base Nacional Curricular Comum precisam ser bem
No espaço Apple Distinguished School Experience foram compartilhadas experiências e práticas de transformação para ajudar os visitantes no desenvolvimento de novas perspectivas para o ensino
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Pelo segundo ano consecutivo, a Bett Brasil Educar dedica um espaço às mais inovadoras e impactantes startups educacionais.
As empresas expositoras puderam apresentar cenários estratégicos para a educação, com inovações atreladas aos conceitos pedagógicos atuais e conteúdos complementares alinhados com a exposição de produtos e serviços. “A proposta é pensar fora da caixa e criar oportunidades de interação e aprendizagem a todo momento para o público. Este é um novo modelo de negócio, onde é possível e preciso entregar valor às pessoas, mais do que simplesmente gadgets, produtos ou serviços”, ressalta Vera. APOIOS E PARCERIAS
compreendidos e discutidos pela comunidade de educadores para que possam ser implementados e contribuam efetivamente para a melhoria da educação e da sociedade brasileira. O que se espera como resultado da educação básica? Quais são os constituintes curriculares da escola da diversidade, da escola que humaniza, que valoriza as culturas, a ética; da escola que prepara os nossos jovens para a inserção produtiva no mundo de hoje e do futuro?
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Aprendizagem: Ciclos da Vida e Ciclos da Escola – Revisitar as teorias da aprendizagem, a partir de novos conhecimentos e de novas práticas. Quais são as contribuições das neurociências para a educação? Como trabalhar diferentes ritmos e processos de aprendizagem, como incluir a todos, desde a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio? Como se aprende e se ensina hoje, com as tecnologias digitais, na escola e na família? Gestão e Qualidade Social – Como aliar conhecimentos científicos e habilidades de gestão, domínio técnico e formação cultural e humana para lidar com pessoas, processos de produção e organização de modernas estruturas de serviços, de conveniências pluralistas e de eficácia administrativa? Como gerir uma escola nesse contexto de transformação em que vivemos e como incorporar essas questões na prática do cotidiano da gestão de escolas e de redes eficientes, eficazes e efetivas? Além das palestras guiadas pelos diversos auditórios espalhados pelo São Paulo Expo, os participantes tiveram acesso à Feira Bett que, a cada nova
edição, possibilita maior participação aos visitantes com experiências complementares. Com isso, o evento quer integrar os eixos articuladores do Congresso – conteúdos pedagógicos – com as práticas educacionais, desde a concepção (modelos disruptivos, startups) e implementação (movimento makers), até os resultados e soluções (inovação, tecnologia, habilidades). “Estamos trazendo conteúdo para dentro da Feira Bett para facilitar o conhecimento e as formas de utilização de produtos e serviços e suas soluções para a melhoria da qualidade da nossa educação”, completa a consultora Vera Cabral. NEGÓCIOS E STARTUPS A crise política e econômica afetou o mercado como um todo. Ainda assim, os negócios realizados durante o evento superaram as expectativas dos grandes players educacionais, mas também das startups, que mais uma vez tiveram um espaço dedicado para apresentar suas soluções ao segmento e, principalmente, aos tomadores de decisão.
Além do seu formato estrutural que compreende a realização de um Congresso, com debates e discussões pedagógicas, e da Feira, com exposição de produtos e serviços, a Bett Brasil Educar 2016 reuniu ainda importantes parceiros e apoiadores para a realização de seminários, palestras, cursos e workshops paralelos. O evento teve a chancela do SIEEESP (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo), debates e reuniões que envolveram os setores público e privado, realizados por entidades como SEMESP (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior), Instituto Singularidades, UNDIMESP (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) e CONSED (Conselho Nacional de Secretários de Educação), que enriqueceram a prática e o conteúdo para a formação de professores, coordenadores e gestores educacionais.
PARCERIA DE CONTEÚDO A edição 2016 da Bett Brasil Educar reservou um espaço privilegiado em sua agenda de congressos dedicada, exclusivamente, a formação e desenvolvimento profissional de educadores. Em parceria com o Instituto Singularidades, minicursos de 4 horas foram oferecidos aos participantes, com direito a certificado pelo Instituto e uma oportunidade ímpar no desenvolvimento de práticas, habilidades específicas e experiências duradouras. Dentre os cursos e oficinas ministrados durante o evento, destaque para o tema “Brincadeiras Cantadas”, por Ana e Diana Tatit; “Inovação e Educação”, por Adriana Martinelli; “Oficina de Contação de Histórias: Laços Afetivos Entre Quem Conta e Quem Escuta”, por Diana Tatit; e “Ensino Híbrido: Procedimentos didáticos na Sala de Aula”, por Ivaneide Dantas e Elizabeth Sanada.
19 CELSO ANTUNES RELANÇA PUBLICAÇÃO DURANTE O EVENTO Caminhamos por um percurso social em que o império do efêmero e as mudanças comportamentais ocorrem de maneira rápida e intensa. Essas mudanças comportamentais envolvem (não só) os novos padrões tecnológicos, mas, também, a maneira como olhamos para o nosso cotidiano, as relações interpessoais, a procura por conhecimento e experimentação – e, claro, tudo isso se reflete na base estrutural: a sala de aula. Tendo esse tema como ponto de partida, o professor e escritor Celso Antunes relançou, durante a Bett Brasil Educar, sua nova publicação intitulada “O velho pescador e a professora”. Produzido pela Editora Cosmos em parceria com o J. Piaget – Sistema de Ensino Multimídia e com tiragem de 3.000 exemplares, o livro aborda questões sobre a nova sala de aula e seus desdobramentos, como conteúdo, competências, habilidades e avaliações inerentes ao professor de amanhã, avaliando como chegar a essa condição. O Velho pescador e a professora Preço: R$40,00 ISBN 978-8568800-034 100 páginas
SAIBA MAIS Para 2017, estão nos planos da Bett Brasil Educar ampliar ainda mais as parcerias e enfatizar o ensino superior. O evento será realizado de 10 a 13 de maio, novamente no São Paulo Expo. Visite nossa página do Facebook e acompanhe nossas publicações e vídeos exclusivos produzidos durante o evento: www.facebook.com/DirecionalEscolas
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DIRECIONAL ESCOLAS & BETT BRASIL EDUCAR Presente no mercado de gestão educacional há mais de uma década, a Revista Direcional Escolas prioriza, em seus objetivos, a democratização da informação, o aprofundamento no conhecimento, nas experiências diárias, no compartilhamento de ações e em novos formatos e ações que possam, de alguma maneira, alcançar não só o âmbito administrativo de uma instituição escolar, mas todos os seus respectivos segmentos, como: coordenação pedagógica, professores e alunos. Nesta edição da Bett Brasil Educar, em especial, participamos in loco das atividades – produzindo vídeos ao vivo e exclusivos, matérias diárias foram publicadas em nosso portal, além de receber em nosso estande visitantes em geral, a imprensa, nossos clientes e parceiros educacionais. Nosso corpo editorial agradece, aqui, a todos que visitaram nosso espaço e a organização da Bett Brasil Educar que nos proporcionou, mais uma vez, experiências e parcerias valiosas.
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experiência na prática
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tradicionalismo pedagógico, composto por diversas matérias lecionadas e inúmeras horas acomodados em salas de aula, começa a abordar mecanismos para desviar desse panorama que, com o advento tecnológico e a busca incessante por um conhecimento dinâmico e diferenciado, reforçam gradativamente uma nova postura com relação ao modo de ensino e seus devidos desdobramentos.
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O ato de conhecer, enraizado em experiências peculiares e coletivas, destaca uma importância que transcende as salas de aula e instaura-se no convívio coletivo, em aulas diferenciadas e na oportunidade de expressar o aprendizado na prática. Pensando em novas propostas pedagógicas, o Colégio Marista Arquidiocesano, situado no bairro da Vila Mariana, região sul de São Paulo, encontrou na criação de laboratório de química um caminho para novas perspectivas. “O laboratório surgiu a partir da necessidade de os alunos vivenciarem na prática conceitos teóricos ou vice-versa”, diz José Gomes, Professor de Química Aplicada e Químico Responsável pelo Laboratório do colégio. Assim, o laboratório recebeu equipamentos de acordo com a “demanda que os professores tinham para realizar seus primeiros experimentos. Com o decorrer dos anos, com o advento tecnológico e com o surgimento de novas demandas, outros equipamentos foram sendo adquiridos”. Quanto à metodologia das aulas, conta o professor, os alunos recebem um roteiro que deve ser entregue
ao final da atividade, além de receber instruções teóricas sobre o assunto que será abordado, algumas observações para a condução do experimento e instruções de segurança. No roteiro, o aluno irá desenhar os materiais e equipamentos utilizados, dando nome a eles, relatando observações e elaborando hipóteses para explicar os fenômenos ocorridos. “Ao final dos experimentos, momento em que há a produção de lixo químico, os alunos recebem instruções para tratar os resíduos produzidos em aula. Caso o tratamento não seja possível, o resíduo é acondicionado para o posterior tratamento e, assim, os alunos tomam ciência da necessidade da preservação do meio ambiente, não fazendo o descarte de resíduos tóxicos diretamente no esgoto”, revela Gomes. A relação estabelecida entre aluno-professor no contexto da aula prática, ressalta um desenvolvimento privilegiado da formação de cada aluno, que agrega, tanto na disciplina em questão (aqui tratada a disciplina de química), como em toda a grade curricular. “Nas aulas, podemos observar muito comprometimento e cordialidade dos alunos, criando um ambiente bastante amistoso e favorável ao aprendizado”, completa o professor. (RP)
SAIBA MAIS josé gomes arqui@colegiosmaristas.com.br
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dica: seguros
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PROTEÇÃO ESCOLAR
egurança e saúde são dois quesitos que garantem conforto e confiança em toda a nossa existência. Promover a sensação de tranquilidade, amparo e cuidado em qualquer ocasião, seja ela inesperada ou premeditada, destaca uma característica singular.
cuidar e zelar a integridade física do aluno. “A escola possui uma responsabilidade civil em proteger quem está dentro de suas paredes. Um seguro direcionado a alunos, professores e funcionários propõe um diferencial, além de uma proteção e cuidado a todo instante”, ressalta Elaine.
Quando pensamos na funcionalidade estudantil, que recebe um volume imenso de crianças diariamente, agregar proteção extra é uma iniciativa a ser discutida. Atualmente existem diversos tipos de seguros – educacional, estudantil, estudos ou proteção escolar. Todos eles com características específicas e objetivos diferenciados, como: auxílio no pagamento das mensalidades escolares em caso de dificuldades dos pais ou responsáveis, seguro de vida, acidentes pessoais, respaldo financeiro através de bolsas de estudo, entre outros.
De acordo com a diretora, a principal vantagem em adotar uma proteção escolar está pautada nas despesas inesperadas. “Nós sabemos que no Brasil a média de alunos nas instituições são de 400/500 alunos e às vezes a escola não está, financeiramente falando, preparada para acidentes que possam ocorrer. A despesa médica é cara, o custo da saúde no Brasil é alto, então a grande vantagem que a instituição tem é reduzir possíveis despesas no quesito segurança”.
Dentre os principais seguros existentes é possível adicionar coberturas e serviços na contratação, como aulas particulares em casa se o aluno estiver impossibilitado de se locomover por motivos de saúde; transporte para as aulas; pagamento das mensalidades de três a quatro meses em situação de desemprego; tratamento fisioterápico no caso de acidente com o aluno e receber recomendação médica para essa terapia; assistência médica 24h durante o período letivo. Elaine Godinho, diretora de uma empresa que atende há 16 anos com exclusividade o segmento educacional, acredita que a finalidade do seguro é proteger,
Ampliando o olhar acerca da proteção, é possível pensar como um fator de diferenciação para o histórico institucional, já que, em um mundo globalizado como o nosso, serviços complementares que surgem com o bem estar são altamente procurados e adquiridos. “No cenário que vivemos, altamente competitivo, não podemos fazer simplesmente o que o outro faz, precisamos inovar. É preciso ter a intenção de encantar e um dos fatores primordiais para uma instituição de ensino é encantar os pais”, ressalta Elaine. (RP)
SAIBA MAIS ELAINE GODINHO elainepatente@gmail.com
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Ilustração: Studio5
dica: redes sociais
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facebook e a educação
alar sobre dispositivos móveis, hoje, é observar nossa realidade. De uma certa maneira, é impossível imaginar nossa rotina sem aparatos tecnológicos, tanto para mecanismos facilitadores no ambiente corporativo, como em ferramentas educacionais e até aplicativos de entretenimento e distração.
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Desenvolvendo seus trabalhos de educação há mais de 70 anos no bairro Tatuapé, região leste de São Paulo, o Colégio Mary Ward possui uma infraestrutura diferenciada, pautada, entre outros aspectos, pela utilização da tecnologia: através de laboratórios de informática, biblioteca informatizada, além de equipamentos em sala de aula conectados à internet e com recursos multimídias. E com o intuito de aproveitar positivamente o tempo que os adolescentes usam navegando nas redes sociais, o colégio criou o curso “Leitura e Letramento” na grade curricular do Ensino Médio, para estimular os estudantes a descobrirem o potencial dos vários grupos do Facebook como plataforma de discussão e aprofundamento de temas diversos. “É uma disciplina baseada em metodologias ativas, sendo duas aulas semanais, com duração de 50 minutos cada aula. A opção por inserir essa disciplina no Ensino Médio ocorreu após a equipe pedagógica e professores constatarem que os alunos do Colégio, de um modo geral, apresentavam dificuldades para interpretar textos e
argumentar em provas das disciplinas da matriz curricular, bem como em avaliações como ENEM, vestibulares e outros”, comenta a professora Elaine Silva, responsável pelo curso. Refletindo sobre o processo de aprendizagem em leitura e letramento por meio de plataformas de redes sociais, conta a professora, os alunos têm a possibilidade de vivenciar várias práticas sociais que propiciam o contato com novos gêneros textuais, por meio de tecnologias diversas e, consequentemente, novas formas de comunicação que contribuem para a formação de um sujeito crítico e participativo na sociedade, indo ao encontro da proposta pedagógica da escola que visa a uma formação humanista e crítica de seus educandos. Os resultados do curso apareceram rapidamente. Os professores de Língua Portuguesa constataram, no ano passado, um amadurecimento nos textos dos alunos, tanto em relação ao uso da norma da língua quanto da argumentação. “Os resultados dessa nova proposta têm sido positivos, pois, além de ser um diferencial do colégio, temos uma boa performance no Enem e nos demais vestibulares de universidades conceituadas”, revela Elaine. (RP)
SAIBA MAIS ELAINE Silva elansilva@uol.com.br
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Elemento primordial à vitalidade e funcionamento do organismo, a água regula a hidratação no corpo, elimina toxinas e serve como meio de transporte para alguns nutrientes. Assim, propiciar bebedouros que atendam à demanda escolar, com acessibilidade, cuidado na higienização e qualidade material no equipamento conduzem qualidade e saúde na rotina da escola. Nessa edição do Fique de Olho, selecionamos três empresas que possuem, em suas características principais, comprometimento, valorização humana, produtos eficientes e bem desenvolvidos, acessórios, componentes, serviços de assistência e manutenção dos produtos. Confira:
Fale com a Bebedouros Clean: Tel.: (11) 5511.5764 contato@bebedourosclean.com.br www.bebedourosclean.com.br
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Fale com a Jacto Filter: Tel.: (11) 2243.2399 contato@jactofilter.com.br www.jactofilter.com.br
Fale com a Projeto Água: Tel.: (11) 2914.0570 projetoagua@projetoagua.com.br www.projetoagua.com.br
BEBEDOUROS CLEAN “Desde o início nosso principal foco foi atender a ambientes de grande população como escolas, igrejas, entre outros, com qualidade, beleza e segurança, com bebedouros confeccionados em fibra de vidro de vários modelos e tamanhos”, diz Odalirio Evangelista Dias, diretor da Bebedouros Clean. Fundada em 2005 e com sede na capital paulista, a empresa possui modelos infantis, módulo único ou em 02, 03 e 04 semi-módulos idênticos conjugados, em cores variadas são alguns destaques da Bebedouros Clean. “Todos os modelos, com ou sem sistema de refrigeração, são equipados com filtro com carvão ativo, atendendo à classificação NBR 14.908/04 para água potável, tratada conforme a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde”, ressalta Dias. Os gabinetes possuem formato apropriado ao uso geral, de adultos a crianças, além de oferecerem acessibilidade aos cadeirantes, conforme prevê a ABNT NBR 9050/04. A empresa disponibiliza, também, jatos de pressão, mangueiras apropriadas para condução de água potável, acessórios e componentes, fornecimento dos filtros e manutenção de bebedouros.’ JACTO FILTER “Iniciamos nossas atividades em 1998 com produtos especificamente desenvolvidos para o ambiente escolar”, destaca Maíra Eloá, diretora de projetos da empresa. Desenvolvendo, em todo esse período de atividade, “produtos com design diferencial, além de priorizar segurança, conforto, higiene e qualidade na água”. A Jacto Filter possui cinco linhas de bebedouros, são elas: Linha Aquarium, Linha Elegance, Linha Elo, Linha Millenium e Linha Versatium. “Priorizamos a segurança do produto em todo seu funcionamento, assim, trabalhamos com hidráulica e elétrica embutidas no equipamento, não existem tubos ou fiações expostas. Além disso a qualidade de água é garantida através de filtros com tripla filtração e certificação compulsória”, diz Maíra. Com garantia de um ano, os bebedouros estão disponíveis em diversas cores (verde, amarelo, vermelho, branco, azul ceu e azul frança) e tamanhos. A empresa oferece, também, banheira, trocador infantil e lavatório para banheiro – todos em plástico ABS, coloridos, ergonômicos e seguros.
PROJETO ÁGUA Comercializando bebedouros, filtros e serviços que preservem o bem estar dos clientes e um preço justo, Projeto Água é uma empresa com mais de 20 anos no mercado e que valoriza, entre seus objetivos e filosofia, um compromisso maior “com a qualidade, sinônimo de satisfação e fidelidade de nossos clientes e consumidores – a qualidade que sua vida merece”, destaca o diretor Rene Omena Ferro. A Projeto Água fornece produtos novos e semi-novos, realiza assistência técnica com funcionários próprios especializados em bebedouros, possui peças de reposição e, também, uma loja física, localizada no bairro do Ipiranga, em São Paulo e uma loja virtual (https://www.lojaprojetoagua.com.br). Dentre os principais produtos, destaque para os “bebedouros tipo garrafão, bebedouros tipo pressão, bebedouro conjugado, bebedouro industrial, refresqueiras, purificadores, filtros, elementos filtrantes peças, etc.”, diz Rene.
Imagem: Studio5
Fique de Olho bebedouros e filtros
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Artigos Esportivos, Bebedouros, Brindes
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Artigos Esportivos, Assessoria Esportiva, Brindes, Informรกtica, L aboratรณrios
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Informรกtica (software), L aboratรณrios, Mรณveis, Pisos
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Playgrounds
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Consultoria (AVCB E CLBC), Playgrounds, Protetor de Coluna
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Projeçþes Educativas em 3D, Projetores, Toldos e Coberturas
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