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Revista Direcional Escolas Edição 118 – Maio/2016

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Edição nº 118 ano 12 | Maio 2016 www.direcionalescolas.com.br


EDITORIAL Diretores

Alex Santos & Paula De Pierro Público

Segurança na Rede

Diretores e Compradores

Periodicidade: Mensal

exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral Tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável

Rafael Pinheiro jornalista@direcionalescolas.com.br MTB 0076782/SP Circulação

Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais Design Gráfico

Studio5

Direção de Arte

Felipe Martyn

Produção Gráfica

Thiago Funari Gregory Polidori

Departamento Comercial

Francisco Grion

francisco@direcionalescolas.com.br

Thais Grion thais@direcionalescolas.com.br Impressão

Grass Indústria Gráfica

Para anunciar, ligue: (11) 3881-3260 (11) 95910-3220

Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Disribuição gratuita - Venda Proibida Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ponsabiliza por serviços, produtos e imagens publicados pelos anun­ciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 3º andar - cj.31 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tels.: (11) 3881-3260 / 3881-3375 atendimento@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Atualmente, a tecnologia está presente em nosso cotidiano de forma completa e extremamente versátil. Diversos setores entraram em um processo de modernização, acompanhando este novo comportamento digital, facilitando o dia a dia e atendendo as diversas necessidades de seus consumidores. Assim como diversas áreas, a educação procura novos caminhos para seguir, integrando plataformas digitais, com o intuito de inovar, unificar e deixar o âmbito educacional mais dinâmico possível. Nas salas de aula, uma nova geração de alunos completamente conectados e com um grande volume de informação, mostra um interesse maior por meios digitais. Os tradicionais panoramas da educação e seus programas pedagógicos entram, então, nesse processo de modernização, a fim de acompanhar esses alunos e deixar o ensino mais instigante. Diversas instituições de ensino começaram a adotar sistemas, aplicativos ou aparatos tecnológicos tanto em áreas administrativas, como em planos pedagógicos, visando melhorias e aproveitamentos do aluno em sala de aula. Porém, toda a estrutura que a internet propaga reforça uma ideia de ambiente efêmero, irrestrito e longe de vigilância. A internet, assim como disponibiliza uma série de encantamentos e diversões, possui, infelizmente, diversos riscos à segurança. Proteger crianças e jovens em um ambiente virtual inclui todos os campos de sua vida social, principalmente a escola. De acordo com o CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança), houve um aumento de 197% de incidentes reportados em 2015 comparado ao ano anterior. Os incidentes crescem, porém, a procura por segurança também. Pensando nas características propostas pelo ambiente virtual e tendo como objetivo o elucidar desses incidentes, preparamos, nesta edição, um Dossiê Direito

Digital – mostrando definições, aplicações, ações e segurança. A SaferNet Brasil, entidade referência nacional no enfrentamento aos crimes e violações aos Direitos Humanos na Internet, tem se fortalecido institucionalmente no plano nacional e internacional pela capacidade de mobilização e articulação, produção de conteúdos e tecnologias de enfrentamento aos crimes cibernéticos e pelos acordos de cooperação com instituições governamentais, como o Ministério Público Federal. Em nove anos de existência, a organização recebeu e processou 3.606.419 denúncias anônimas envolvendo 585.778 páginas (URLs) distintas (das quais 163.269 foram removidas) escritas em 9 idiomas e hospedadas em 72.739 hosts diferentes, conectados à Internet através de 41.354 números IPs distintos, atribuídos para 96 países em 5 continentes. As denúncias registradas pela população envolvem intolerância religiosa, tráfico de pessoas, neo nazismo, racismo, pornografia infantil, xenofobia, homofobia, maus tratos a animais e apologia e incitação a crimes contra a vida. Todas as denúncias foram inscritas na Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos - projeto este que representa a resposta brasileira a um esforço internacional, que reúne atualmente 22 países empenhados em coibir o uso indevido da Internet para a prática de crimes contra os Direitos Humanos. Por uma navegação tranquila e livre de crimes e incidentes!

Alex Santos & Paula De Pierro Diretores


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Nesta Edição: 08

Coluna - Christian Coelho O lado bom da crise

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Dica: Ensino Bilíngue Inovação no ensino

Coluna - Mara Gabrilli Autismo: o quanto ainda temos a aprender

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Dica: Festa Junina Festa à vista

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Coluna - Paulo Ponso Escolas, manter para preservar o patrimônio

Conversa com o Gestor

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Mundo digital: ética, segurança e cuidado na navegação

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Dica: Móveis

24.

Fique de olho:

Planejando o mobiliário

Armários escolares: organização e segurança


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6 Estamos no

Facebook! w w w.direcionalescolas .com . br No site da Direcional Escolas, você encontra grande acervo de

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informações e serviços que o auxiliam na gestão administrativa, pedagógica e da sua equipe de colaboradores.

Veja as mais lidas do site:

MURALHAS DA EDUCAÇÃO

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Ensino “pouco interessante” provoca evasão entre jovens de 15 a 17 anos

Ensino integral: 7 motivos para seu filho ficar mais tempo na escola

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COLUNA / CHRISTIAN COELHO O LADO BOM DA CRISE

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acúmulo de problemas e preocupações tem gerado desconforto emocional e até doenças psicossomáticas em uma parcela cada vez maior da população. Além da terapia, um dos principais remédios para reduzir o inconsciente depressivo é tentar ver as coisas por outro ângulo.

Conhecido nos meios acadêmicos como contenção cognitiva, ver as coisas por um ângulo positivo funciona como um supressor que reduz as emoções negativas que naturalmente tendem a se alastrar. Podemos enxergar o mundo com olhos otimistas ou pessimistas. Se o problema já está instalado não faz sentido piorá-lo com uma visão ainda pior. Segundo Eugênio Mussa, professor do MBA da FIA, a crise tem uma virtude, ela é desconfortável. E como não gostamos desta sensação, precisamos nos mexer para voltar a sentir segurança e conforto. Por exemplo, vocês estão na palestra sentados nestas cadeiras em um local seguro e com ar-condicionado, mesmo assim, de tempos em tempos mudam de posição quando se sentem desconfortáveis.

Se continuarmos realizando a mesma coisa que fazíamos há um tempo, não venceremos as dificuldades que estão por vir. O que fizemos até agora foi o que nos colocou na crise ou, pelo menos, não foi capaz de evitá-la. Independente da sua crença, existe uma energia que faz girar o círculo do sucesso ou do fracasso das empresas. Quando as coisas estão bem, em crescimento, dinheiro no caixa, equipe motivada, parece que atraímos somente coisas boas, como diz o ditado: “dinheiro chama dinheiro”. Mas a recíproca é verdadeira quando a “bruxa está solta”, demissões, inadimplência, perda de aluno e desmotivação, parece que tudo vai ladeira abaixo. Não sei bem os fatores que movimentam estes círculos, mas caso esteja no círculo errado é hora de inovar. A palavra motivação deriva da palavra movimentação, isto é, um ótimo remédio para sair da crise é correr dela, movimentar-se, empreender, incorporar novas tendências e sugestões. Partindo deste princípio, enumere três ações de mudanças e inovações que

você introduziu ou precisa implantar na instituição: Uma empresa de sucesso é formada por pessoas de sucesso, e isso acontece quando existe uma equipe de líderes comprometidos com a cultura da empresa, capacitados a liderar e com grande conhecimento de suas atribuições. O problema ocorre quando a instituição possui condutores sem todos os predicados. Por isso, antes de contratar ou promover coordenadores, assistentes, gestores de comunicação e líder de atendimento, verifique se possuem todas as características necessárias. Caso tenha alguma dúvida, não contrate. Conhecimento Domina plenamente o conteúdo exigido para exercer o cargo

Liderança Possui a inteligência interpessoal suficiente para motivar e gerenciar os colaboradores

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Cultura Pode discordar de estratégias e determinadas atitudes do mantenedor, mas compactua com os mesmos princípios, dogmas e ideais

O Colunista Formando em comunicação, especialista em andragógia e neuropsicologia. Diretor do Grupo Rabbit Educação. www.rabbitmkt.com.br EMAIL: christian@rabbitmkt.com.br


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Autismo: o quanto ainda temos a aprender

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empre me interessei pelas diferentes formas de interação entre as pessoas e a maneira com que cada uma se relaciona com o mundo. A Psicologia, uma de minhas formações, aflorou ainda mais esse interesse quando ainda era estudante universitária e passei a mergulhar nas relações humanas. Ao entrar na vida pública, já com certa bagagem, comecei a trabalhar por pessoas com deficiência e pude, enfim, me aproximar e conviver com universos singulares. O autismo foi uma das experiências mais ricas que o trabalho me proporcionou, não só para o meu crescimento profissional, mas também para minha evolução como pessoa.

Depois de um trabalho árduo em conjunto com essas famílias, conseguimos chegar a um texto que garantia aos autistas os mesmos direitos que hoje são garantidos às pessoas com deficiência. No final do mesmo ano, o projeto foi aprovado pelo Senado e em dezembro de 2012 sancionado pela presidente, tornando-se a Lei Berenice Piana. De lá para cá, foram dois anos para que a lei finalmente fosse regulamentada. Hoje, a pessoa com autismo conta com um instrumento legal para reivindicar seus direitos. No entanto, a distância entre a teoria e a prática ainda é abissal. Ocorrências de realidades destruídas pela falta de políticas públicas aos autistas são, infelizmente, comuns.

Há mais de um ano, minha equipe e eu estamos tendo a experiência de conviver com esse universo muito de perto, quando o Gabriel, jornalista com autismo, passou a integrar minha equipe de comunicação. Sua realidade marcada por dificuldades (mas também oportunidades) é um exemplo para que outras famílias não desanimem e desafiem seus filhos a encarar o mundo. Gabriel enfrenta todos os dias a barreira protagonista do autismo: a da comunicação. No entanto, ele tem aprendido muito. E nos ensinado ainda mais.

No Brasil, embora pouco divulgado, a prevalência do espectro autista em crianças é mais comum do que a soma dos casos de HIV, câncer e diabetes. Organizações de atendimento a esse público estimam que tenhamos 2 milhões de brasileiros com autismo. Mais da metade ainda sem diagnóstico. Como o autismo é um transtorno múltiplo e complexo, o tratamento adequado ainda está muito aquém do oferecido pela saúde pública brasileira. Nossos médicos pouco sabem sobre o assunto porque falta formação na própria faculdade de medicina para diagnosticar o transtorno.

Tempos atrás, em 2012, quando fui designada relatora do projeto de lei 1361/11, que criou uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, passei a receber inúmeros relatos e apelos de familiares de todo o Brasil. Pais desesperados pediam para que eu não mexesse na redação do projeto, pois qualquer alteração implicaria em uma nova tramitação e mais tempo levaria para que o texto se tornasse lei.

A boa notícia é que esse quadro começará a mudar com a regulamentação da Lei Brasileira de Inclusão, texto que relatei na Câmara e que entrou em vigor no inicio deste ano. A LBI obriga a inserção de disciplinas como autismo na grade de cursos como medicina, bem como matérias relacionadas à pessoa com deficiência em outros cursos correlacionados.

O autismo é um distúrbio no desenvolvimento infantil com impacto gigantesco na interação social, na comunicação, no aprendizado e na capacidade de adaptação. Contudo, fechar os olhos para este fato é desacreditar no potencial da diversidade humana. E neste sentido, as escolas têm papel fundamental na inclusão desses alunos. Precisamos refletir sobre o modelo que temos hoje de ensino. Seria este o ideal para todos os alunos brasileiros, independente de qualquer deficiência? Não são os alunos com autismo que devem estar preparados para a escola regular, a escola tem que entender o princípio do respeito às diferenças. E isso só acontece quando os gestores públicos, os profissionais de educação e os próprios pais têm essa concepção muito clara. Esse é um processo que galgamos paulatinamente. No último mês, dia (2/4), celebramos o Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo. Espero que, assim como muitas mães e pais, possamos encontrar, enfim, uma maneira de proporcionar às pessoas com autismo o cuidado e respeito que tanto lhes faltaram por décadas.

A Colunista

É publicitária, psicóloga, foi secretária da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de São Paulo, vereadora na Câmara Municipal de São Paulo e atualmente é Deputada Federal. Empreendedora social, fundou em 1997 o Instituto Mara Gabrilli, ONG que apoia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal e fomenta pesquisas científicas e projetos sociais. EMAIL: amilani@maragabrilli.com.br

foto cedida pelo colunista

COLUNA / mara gabrilli


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Escolas, manter para preservar o patrimônio

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oje nosso assunto é Manutenção Predial, assunto de alta importância e que por vezes passa despercebido dentro das instituições. A manutenção predial tem, entre as várias atribuições, três grandes objetivos: 1. Monitorar o bom funcionamento das instalações prediais 2. Realizar as rotinas de manutenções periódicas nos equipamentos, que se classificam em rotinas de manutenção preditiva e preventiva...

3. Identificar a necessidade de intervenções estruturais e/ou de retrofits

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No capítulo monitorar o bom funcionamento das instalações, realizamos rotinas dedicadas a cada sistema da edificação, como sistema elétrico, sistema hidráulico, sistema de climatização, de prevenção e combate a incêndios e no sistema construtivo. O objetivo deste monitoramento é avaliar a normalidade dos equipamentos e das instalações através de checklists que orientam os itens a serem verificados. Uma rotina de extrema importância e de baixa complexidade, mas ainda pouco praticada é a verificação do sistema construtivo, onde, através de um olhar crítico, se avalia a estrutura e fechamentos – colunas, vigas, lajes, fechamentos, paredes, etc... identificando-se sinais que podem significar algum problema estrutural em curso, como deslocamento de fundações (trincas, fissuras, destacamento de revestimentos, etc..), ferragens estruturais em processo de corrosão, entre outras patologias. O profissional de manutenção, uma vez treinado fica capacitado a realizar esta rotina de verificação e, havendo qualquer sinal de alerta, os profissionais da área

de engenharia civil podem aprofundar na análise a tempo de se identificar a causa e a correção sem comprometer a segurança da edificação.

onde houver necessidade, buscar o apoio de especialistas nos casos em que se identificar problemas de maior complexidade

Falando das rotinas de manutenções periódicas, temos as rotinas preditivas e preventivas; nas rotinas preditivas são realizadas medições indiretas em equipamentos, como bombas, compressores de ar condicionado, quadros elétricos, etc... com esta avaliação, identificamos se os equipamentos estão dentro das condições de funcionamento para qual foram projetados e se necessitam de alguma intervenção corretiva.

A responsabilidade de execução das rotinas pode ser feita por empresa terceirizada ou por técnico de manutenção contratado pela escola, vai depender do tamanho da edificação e da quantidade de equipamentos. Sendo empresa contratada, igualmente pode haver uma pessoa em tempo integral ou uma manutenção rotativa, chamada de manutenção volante. Por fim, com um eficiente acompanhamento das instalações e uma boa gestão das rotinas de manutenção, conseguimos fazer um bom planejamento das obras e reformas, e, em se tratando de escolas, que são locais de longa permanência de público e com altos investimentos nas instalações prediais e de segurança, dar atenção à manutenção das escolas significa preservar as instalações, otimizar os investimentos, trazer mais segurança aos usuários e frequentadores e dar longevidade a este tão valioso patrimônio.

Temos também as rotinas preventivas, que são aquelas que paramos os equipamentos para trocar algum componente de maior desgaste antes que venham a quebrar (correias de motores, rolamentos, etc...) ou para realizar alguma melhoria de funcionamento, como lubrificação, ajuste de folga em peças, troca de óleo, etc.. o conjunto de manutenções preditivas e preventivas, quando bem realizados, aumento o tempo de vida dos equipamentos, reduz a indisponibilidade dos equipamentos e, por consequência, reduz os custos de manutenção. Os 3 passos para implantar um simples e eficiente Plano de Manutenção, são: 1º Realizar um levantamento de diagnóstico do que existe em cada escola, classificando dentro de cada sistema 2º Estabelecer a rotina e o checklist para cada sistema ou equipamento, bem como um breve procedimento de execução com o passo a passo de cada rotina 3º Realizar o acompanhamento e controle de pendências e,

Mãos à obra, vamos cuidar do nosso patrimônio. Ele vale ouro!

O Colunista É graduado em engenharia civil, engenharia de segurança do trabalho e MBA em Administração; é engenheiro de manutenção, instalações e de projetos de prevenção e combate a incêndios na AGK TEC Engenharia. Ministra aulas de acessibilidade, manutenção predial, indicadores de desempenho, gestão de obras e reformas e gestão de resíduos na Academia de Facilities e da disciplina de instalações técnicas no curso de Arquitetura Hoteleira na Universidade Roberto Miranda. EMAIL: paulo@agktec.com.br

fotos cedidas pelos colunistas

COLUNA / PAULO PONSO


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CONVERSA COM O GESTOR Mundo Digital: Ética, Segurança e Cuidado na Navegação Por Rafael Pinheiro / Fotos Divulgação

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A sociedade de informação, construída em nossa realidade, propõe diariamente uma seleção de entretenimento, consumo, conhecimento, ensino e tantas outras facilidades. Desfrutar das muitas oportunidades trazidas pela rápida evolução das tecnologias é imprescindível, porém, verificar as formas de utilização de navegação e a preocupação com a segurança de dados e informações são questões essenciais

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iariamente, como em um ritual social, somos atravessados por ações que ganharam aspectos inatos e instintivos, de tanto que a praticamos. Logo pela manhã somos despertados para um universo que, em um primeiro momento e em um olhar superficial, nos dá a impressão de espaço ilimitado, fantástico e repleto de realizações e alegrias.

tecnológicos e a inserção precoce na vida social de crianças e adolescentes, a temática tecnológica nunca esteve tão em voga como agora – em nossa atual sociedade da informação digital. Olhar criteriosamente para estes avanços significa decodificar mecanismos que podem ser incorporados ou excluídos em rotinas pedagógicas ou de gestão administrativa em uma instituição de ensino.

desenvolvimento de negócios para educação da Intel, comentou, em comunicado oficial, que havia “confirmado na primeira etapa da pesquisa que o brasileiro tem um perfil bastante otimista em relação à tecnologia. Essa atitude é positiva quando consideramos sua relação com a educação, pois por meio da tecnologia é possível atualizar as ferramentas disponíveis para ensino nas nossas escolas”.

Nesse espaço, os perfis são compartilhados, as buscas realizadas, as transações efetuadas, os estudos iniciados, as mensagens enviadas, as fotos publicadas, os vídeos assistidos e, todo esse movimento, acontece em trânsito – nas escolas, universidades, empresas, mobilidades urbanas e espaço domiciliar. E tudo, é claro, com um simples toque no smartphone, tablet ou notebook. Assim, não é difícil concluir que estamos inteiramente conectados às redes wi-fi e aos dados móveis. A tecnologia possui um poder ímpar de facilitar, mobilizar e entreter a todos. Compreendendo, então, os avanços

A empresa norte-americana de pesquisa de mercado e consultoria Penn Schoen Berland, realizou um estudo encomendado pela Intel revelando expectativas em relação a inovações e recursos tecnológicos no âmbito educacional. Apurada entre julho e agosto de 2013, a pesquisa revelou alguns dados interessantes, como: 77% dos brasileiros acreditam que as escolas e os professores deveriam se apoiar mais na tecnologia para melhorar o sistema educacional; e 65% dos entrevistados acreditam que a tecnologia pode estreitar a relação entre professor e aluno. Edmilson Paoletti, gerente de

Dentre as áreas analisadas da pesquisa, o estudo chamado “Classrooms of the Future”, dedicado à aplicação da tecnologia na educação, mostra que a grande maioria dos brasileiros (81%) acredita que o uso de tecnologia nas escolas é inevitável e que o país deve investir em um suporte tecnológico para a pedagogia. “Desenvolver tecnologias aplicadas à educação significa investir em uma próxima geração que será mais empreendedora e pautará a inovação dentro da nossa sociedade, desde a escola”, ressalta Edmilson.

Da esquerda para a direita - Profa. Valdenice Minatel, Profa. Silvana Leporace, Dr. José Luiz Farina, Dra. Patricia Peck e Danielle Peck no Colégio Dante Alighieri

O Colégio Dante Alighieri recebeu a certificação Escola Digital Segura por desenvolver projetos em ética e segurança digital


15 EDUCAÇÃO & TECNOLOGIA Aliada ao uso crescente e constante de mídias e redes digitais, a tecnologia demonstra alternativa pedagógica para estabelecer uma aproximação desses alunos que, diferentemente do ensino tradicional, priorizam uma relação intensa com a internet e suas diversidades.

“Acreditamos sim no poder de potencializar a aprendizagem com as oportunidades que uma presença ubíqua que a tecnologia traz. A tecnologia tem que vir de mãos dadas com práticas pedagógicas diferenciadas e atuais”. Compreendendo a internet como uma ferramenta que possui diversos recursos, verificamos a necessidade em discutir e aprimorar não só a inclusão tecnológica nas escolas, mas a influência que esse novo meio de comunicação implica no desenvolvimento estudantil. A internet, assim como disponibiliza uma série de encantamentos e diversões, possui, infelizmente, diversos riscos à segurança. O Colégio Bandeirantes oferece, há mais de oito anos, palestras e cartilhas para professores e pais com o intuito de promover a conscientização sobre a segurança em tecnologias digitais e os incidentes que a má utilização podem acarretar. Para os alunos, há um curso disponível com uma parceira do colégio, advogada especializada em Direito Digital, para refletir sobre práticas na internet e discutir sua utilização. “Hoje os valores necessários para estas boas práticas fazem parte de um pro-

O Colégio Bandeirantes, localizado na região sul de São Paulo, acredita que a tecnologia potencializa as boas práticas pedagógicas

jeto maior ainda, onde os alunos estão aprendendo a fazer círculos de diálogos e trabalhando valores e princípios que são necessários para a vida digital e real”, destaca Cristiana. E, além desse projeto, existem orientações específicas pela equipe de tecnologia educacional, que acompanha de perto o uso dos iPads – material didático utilizado no Ensino Fundamental. “As boas práticas são sempre trabalhadas na sala de aula”. Integrar a tecnologia ao campo educacional, bem como instigar a segurança no acesso à internet é um fator crucial em nossa realidade virtual.

ge todos os princípios fundamentais e tradicionais do direito, mas que estão aplicados com uma visão que os renova, amplia ou ainda recria, levando em consideração que na sociedade atual os ativos de valor passaram a ser intangíveis. “O Direito Digital é um direito muito mais costumeiro, baseado em valores éticos e melhores práticas que possam ir além dos limites dos países, já que a internet é global, acontece em tempo real, portanto é mais dinâmico e exige respostas mais rápidas, além de uma Justiça mais preparada e mais técnica”, afirma Patricia.

Estabelecer um diálogo entre alunos, pais e gestores educacionais é uma das formas para erradicar ao máximo crimes nas redes sociais, como racismo, cyberbullying e pornografia infantil, por exemplo, que se multiplicam de maneira assustadora. Além da orientação, alguns mecanismos estratégicos começam a aparecer como forma de segurança eficiente e destinada a diversos segmentos específicos, como aspecto jurídico e responsabilidade social digital.

Devido a velocidade e o dinamismo que os fatos e movimentos ocorrem na atual sociedade de informação digital, a educação digital e a segurança da informação são dois fatores cruciais tornando-se medidas essenciais para evitar danos e prevenir condutas ilícitas e combater o crime digital.

DIREITO DIGITAL Patricia Peck, advogada especialista em Direito Digital, explica que, de forma resumida, o Direito Digital pode ser definido como a evolução do próprio Direito em um contexto social de economia, negócios e relações cada vez mais digitais. Portanto, ele abran-

“Sem isso é muito difícil alcançar um padrão de Sociedade Digital livre, onde as crianças possam brincar na internet, onde possa haver convivência social digital com segurança coletiva e garantindo a liberdade e a privacidade dos indivíduos. Isso depende muito mais de educação (que ajuda a focar no uso positivo e evitar danos colaterais que vêm com os abusos), do que de punição (que é depois que já aconteceu o mal)”, ressalta Patricia. De acordo com a especialista, há dois tipos de crimes digitais: os que

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O uso da internet em sala de aula, por exemplo, atravessa a questão tecnológica e envolve outros aspectos da vida escolar e, consequentemente, a vida pessoal do aluno e sua característica social. “O uso da tecnologia está no DNA do colégio, que foi fundado por engenheiros e médicos que quiseram criar um curso de excelência e de ponta, com acesso a tudo que tinha de melhor”, diz Cristiana Mattos de Assumpção, coordenadora de tecnologia educacional do Colégio Bandeirantes, situado na região sul de São Paulo. O colégio não só adota a tecnologia como a incorpora de forma significativa no processo de ensino-aprendizagem.


16 são oriundos de crimes tradicionais mas apenas o meio de ocorrência migrou para a Internet ou outros canais eletrônicos (como ocorre com a difamação, o racismo, por exemplo), e os crimes digitais novos, surgidos de novos comportamentos devido ao uso das tecnologias informáticas e telemáticas (como ocorre com o crime de invasão de dispositivo, trazido com a Lei de Crimes Eletrônicos 12.737/2012, chamada de Lei Carolina Dieckmann, que atualizou o artigo 154-A do Código Penal). No Brasil, “tanto houve atualização de algumas leis para trazer um novo rol de crimes eletrônicos, como ocorreu com o Estatuto da Criança e do

na escola é o registro da ocorrência e, logo após, o aviso documentado para o responsável legal cadastrado (mesmo realizando o contato por telefone, é importante documentar por torpedo, e-mail, no prontuário do aluno, via portal escolar). Dependendo da gravidade, se houver risco para o menor, a lei prevê o dever da escola também informar o Conselho Tutelar. “O que a Escola deve sempre evitar é a situação de omissão, quer seja no sentido educativo-preventivo ou no sentido da contenção do incidente, no momento da ocorrência, em que age para proteção do menor, no limite do que está a seu alcance e informar imediatamente ao responsável legal que deve, a partir da ciência, dar andamento nas medidas, pois o dever de agir é da família”, completa Patricia. ESCOLA DIGITAL SEGURA

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Patricia Peck Pinheiro, advogada especialista em Direito Digital

Adolescente, com o ajuste do tipo do artigo 241, para trazer as situações de crime de pornografia infantil quando há armazenagem de conteúdo deste tipo (o que antes não era previsto e dificultava a punição desta conduta). Por último, a nova lei de Combate ao Bullying 13.185/2015 que trouxe o conceito do que é cyberbullying, o que apoia a aplicação dos crimes contra a honra do Código Penal, além do próprio Estatuto da Criança e do Adolescente”, completa a advogada. Em caso de incidente digital, existem maneiras adequadas de agir, como preservar a prova e logo em seguida notificar quem de direito possa ajudar a conter o incidente, que significa diminuir suas consequências. O primeiro passo caso ocorra algum incidente

Atentas às necessidades de acompanhar as intensas mudanças da nova Sociedade Digital e visando melhorar a governança escolar no que diz respeito ao uso dos recursos tecnológicos, dentro e fora da sala de aula, diversas instituições de ensino nacionais já aderiram à certificação “Escola Digital Segura” – que integra o Instituto iStart, criado em 2010 pela advogada Patricia Peck, com o intuito de disseminar a educação em Ética e Segurança Digital para as famílias brasileiras. Composto de quatro níveis (Tecnológico, Normativo, Pedagógico e Social), o selo exclusivo e inédito existe há mais de quatro anos e se consagrou como importante diferencial para colégios interessados em garantir que a tecnologia seja aliada no processo educacional, e comprometidos com a construção de um Brasil Digital sustentável através da Educação Digital. O Colégio Dante Alighieri recebeu, em 2014, o selo “Escola Digital Segura” pelo iStart após um minucioso relatório comprobatório identificando os processos que fortalecem ou fragilizam a escola no tema digital. A escola possui diferentes ações no contexto de prevenção e conscientização sobre a segurança em tecnologias digitais, considerando o corpo de

funcionários, pais e alunos. “No âmbito pedagógico, o Departamento de Orientação Educacional, juntamente com a Tecnologia Educacional tem um papel preponderante nestas ações. Entendemos que a família deve ser parceira e emanar juntamente com a escola, bons exemplos de utilização dos recursos digitais. Algumas de nossas ações: aulas, vídeos, palestras, campanhas, rodas de conversa, atendimento individualizado, sempre tendo o diálogo como premissa”, diz Valdenice Minatel Melo de Cerqueira, coordenadora-geral de tecnologia do Colégio Dante. Segundo Valdenice, o conhecimento sobre ética e segurança na internet possibilita que os alunos e também os adultos construam um processo autorregulado de uso dos recursos digitais e, ao mesmo tempo, traz qualidade individual de vida digital impactando, por assim dizer, no coletivo. A segurança no mundo virtual torna-se cada vez mais presente (e necessário) em palestras, debates, orientações, cartilhas e discussões. O tema, tão em voga em nossa atualidade, mostra que existem diversos desafios na relação entre usuário e internet, assim como os meios digitais impactam, de maneira significativa, as relações interpessoais e sociais. “Vamos começar a educar hoje! E colocar em prática imediatamente a lição que aprendermos. O futuro de toda esta geração digital depende disso, depende de nós, tanto como pais como educadores e gestores”, finaliza Patricia Peck.

SAIBA MAIS Cristiana Mattos de Assumpção institucional@colband.com.br Patricia Peck Pinheiro patricia.peck@pppadvogados.com.br Valdenice Minatel Melo de Cerqueira valdenice.minatel@cda.colegiodante.com.br

Pesquisa Penn Schoen Berland http://goo.gl/muHjUU (inglês)


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dica: PROGRAMA BILÍNGUE

inovação no ensino

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conceito de globalização adentrou espaços sociais, culturais, econômicos e, por consequência, educacionais. A evolução da educação instaura programas pedagógicos que alimentam o estudo e aprendizado de uma segunda língua, bem como o descobrimento de novas culturas. O ensino bilíngue aponta dimensões incalculáveis para a educação com um crescimento notável pela promoção de uma língua estrangeira.

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Normalmente, o ensino de uma língua estrangeira – tanto nas escolas da rede pública, como no ensino particular, aparece em três formas: como parte integrante do currículo pedagógico, trabalhando com o conceito de escola bilíngue; como atividade extra nas escolas; ou como programas bilíngues específicos para escolas, modelo que começa a ganhar adeptos progressivamente. Ulisses Cardinot, CEO de uma empresa especializada em educação bilíngue, afirma que a exposição a duas línguas estimula o aumento do número de conexões cerebrais melhorando o raciocínio lógico e a criatividade das crianças. E, a partir dessa perspectiva, a adoção de um programa bilíngue proporciona benefício inclusive para as escolas já consolidadas no mercado, “pois permite aliar à tradição um método singular no mercado, respondendo de forma rápida, confiável e efetiva à forte pressão existente hoje pelo ensino bilíngue”. Em busca de propostas educativas inovadoras que atendam às especificidades do desenvol-

vimento cultural e tecnológico de seus alunos, a Escola Bosque, localizada na região sul da capital paulista, reafirmou seu pioneirismo ao adotar o programa de ensino bilíngue em sua unidade. “Por mais que as escolas tenham know-how em sua área de atuação, um programa bilíngue possui características específicas que devem ser orientadas e conduzidas por profissionais da área”, diz Sílvia Scuracchio, diretora pedagógica da Escola Bosque. Segundo a diretora, o sucesso na implementação do programa, assim como a transparência com que o projeto foi tratado com os pais e alunos da instituição, que puderam avaliar a qualidade da proposta, seu alcance e os benefícios que proporcionam, são características evidentes que trouxeram uma perspectiva inovadora em relação ao currículo pedagógico da escola. “Os alunos adoram o programa. É fascinante testemunhar como eles estão motivados e o principal, permaneceram motivados no decorrer de todo o ano letivo. Se considerarmos que as aulas são ministradas logo após o período regular, num momento em que os alunos já estão mais cansados, e mesmo considerando períodos intensos como o final de semestre ou de ano letivo, notamos que a motivação e alegria dos alunos para frequentar as aulas bilíngues foi constante. (RP)

SAIBA MAIS ESCOLA BOSQUE atendimento@escolabosque.com.br

Ulisses Cardinot diretoriaexpert@gmail.com


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Ilustração: Studio5

dica: festa junina

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radicionalmente, o mês de junho (em alguns lugares o mês de julho também) carrega uma simbologia especial: a comemoração da Festa Junina. As celebrações ocorrem em diversos países e, aqui no Brasil, as festas dos santos populares – São João, São Pedro e Santo Antônio – reúnem diversão, comidas típicas, indumentária repaginada e compartilhamento cultural.

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Diversas instituições organizam e fixam em seus calendários escolares a preparação dessa festa temática, iniciando seus cuidados e logísticas entre os meses de abril e maio. Na região sul de São Paulo, a Festa Junina do Colégio Friburgo é um evento tradicional, com danças, comidas típicas, barracas de brincadeiras, touro mecânico, sorteios, apresentações culturais, uma enorme fogueira e fogos de artifício enchem os olhos de todos e proporciona diversão para mais de 3500 mil pessoas. “Tudo isso é uma soma de quase 40 anos de uma festividade que não apenas serve ao lazer e integração. Tem também uma importante função social ao destinar sua renda para diversos projetos e programas educacionais desenvolvidos pelo Friburgo e que beneficiam centenas de pessoas carentes”, cita Ciro de Figueiredo, gestor do colégio. Para preparar e cuidar de toda a programação da festa, mais de uma centena de voluntários entre alunos, pais e professores estarão trabalhando para a realização do evento sob a coordenação de Amélia Gaulez, uma das coordenadoras da escola.

festa à vista

Funcionários em geral trabalham na montagem e também em rodízio de horário atendendo nas barracas durante todo o evento. Além deles, serão contratados sete seguranças, o grupo musical e outros profissionais para operar algumas brincadeiras e montar a estrutura. “O Friburgo também realiza um concurso com os alunos do Ensino Fundamental para selecionar desenhos representativos da festa. Os escolhidos estampam 3 mil cartões usados na divulgação do evento. Além deles, já são preparados 3,5 mil convites numerados e 7 mil peças do ‘frizinho’, o dinheiro que é usado na festa. Os desenhos também são utilizados numa área especial do Site do Friburgo e espalhados pela escola”, diz Ciro. Apesar de alguns dos itens das barracas de comes e bebes serem adquiridos para venda em consignação – como é o caso das bebidas em lata –, a grande maioria precisa ser contratada, comprada ou recebida como doação. Assim, os gastos com a festa são altos. E quanto mais ajuda obtida, menores são as despesas e maior poderá ser a renda para os programas sociais. Segundo Ciro, toda a renda da Festa Junina é revertida para três importantes programas sociais desenvolvidos pelo Colégio Friburgo: Educação de Adultos, Projeto Mediação de Leitura e Ensino Médio Noturno. (RP)

SAIBA MAIS CIRO DE FIGUEIREDO cirof@colegiofriburgo.com.br


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Ilustração: Studio5

dica: móveis

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Planejando o Mobiliário

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estrutura física escolar é um dos requisitos básicos para uma boa gestão, assim como sua criação e manutenção, impactando, diretamente, nas práticas pedagógicas e no sistema de aprendizagem. Os espaços, as disposições dos móveis e as funcionalidades embutidas em diversas áreas de uma escola permitem facilidades, conforto físico e psicológico, influenciando diretamente no rendimento de cada aluno. Os móveis escolares, especificamente nas salas de aula, que acompanham crianças e adolescentes durante uma longa rotina diária, merecem atenção especial. Móveis bem projetados de acordo com as normas técnicas e praticidades para atender os perfis de cada faixa etária de estudantes são importantes elementos de apoio no processo de ensino. Nas escolas voltadas (exclusivamente ou parcialmente) ao Ensino Infantil, além do preparo com relação às especificações técnicas, é necessário atentarse ao planejamento com o objetivo peculiar em instigar a cultura da infância. “Os espaços e os mobiliários devem ser acolhedores das surpresas que surgem cotidianamente no coletivo das escolas frequentadas por crianças pequenas. Grosso modo, a sala de aula tem que ser capaz de estruturar o conhecimento e organizar o aprendizado, funcionar como verdadeiro espaço de investigação”, diz Sheilla André Carlos da Silva, pedagoga, mestre em letras e especialista em Educação Infantil. Na primeira infância, cita Sheilla, o movimento e a brincadeira são vias de aprendizagens

para o bebê. Organizar o espaço de maneira que favoreça essas necessidades dos pequenos tem caráter definitivo para um desenvolvimento saudável. “Diante disso, escolher mobílias que facilitem a organização de brinquedos, que permitam que a criança suba, desça, balance, escorregue etc, parecenos uma posição comprometida com as infâncias brasileiras”. Tendo o movimento como papel crucial para o desenvolvimento na primeira infância, proporcionar um mobiliário que respeite os padrões de ergometria e ergonomia, assim como o peso, o tamanho e o tipo de material são questões respeitosas ao processo evolutivo de cada criança. Segundo a especialista, os módulos de motricidade, inspirados nas Pedagogias de Respeito estão, cada vez mais, ganhando espaço no mercado de mobiliários para instituições que atendem crianças de 0 a 3 anos. “Esse tipo de mobília colabora com o desenvolvimento motor dos pequenos, sem que os adultos tenham que interferir diretamente, ferindo, o processo de desenvolvimento natural de cada criança, ao mesmo tempo, permite que os educadores compreendam que o treino psicomotor, a intervenção direta é prejudicial ao desenvolvimento infantil”, completa. (RP)

SAIBA MAIS Sheilla André Carlos da Silva centrodeformacao@uniepre.com.br


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Fique de Olho

Armários Escolares: Organização e Segurança

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ualidade, segurança, praticidade e comodidade. Esses quatro pilares sustentam toda e qualquer necessidade quando o assunto é prestação de serviços, principalmente no âmbito escolar. Os quatro pilares mencionados são, também, o eixo norteador da Global Box, empresa especializada no gerenciamento e aluguel de armários pessoais em colégios e universidades. Com sede em São Paulo e atuante no mercado há dez anos, a empresa oferece um amplo leque de serviços de qualidade que proporcionam bem-estar e irrestrita segurança. “Líder nacional no segmento com mais de 300 Instituições parceiras, nosso objetivo é oferecer uma solução simples e prática para reduzir substancialmente o peso das mochilas e contribuir para a saúde, bem -estar e uma melhor organização da vida acadêmica do aluno”, diz Guilherme Leite, diretor da empresa.

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Os armários da Global Box são de aço galvanizado, bem acabados, ventilados e resistentes. Com um sistema de trancamento extremamente funcional, conta Guilherme, devido à segurança de nossos cadeados, importados dos Estados Unidos, furtos e arrombamen-

tos se tornam praticamente impossíveis. Os armários são personalizados de acordo com a preferência dos parceiros, apresentando dimensões e combinações de cores variadas. Assim, a instalação é realizada de forma inteligente, com a posição e as medidas ideais, em perfeita harmonia com o ambiente ocupado. “Nossos cadeados têm segurança comprovada há mais de 50 anos, sendo utilizados em todas as Instituições de Ensino nos Estados Unidos. A estrutura é produzida em metal, com cobertura feita em aço inoxidável, proporcionando maior resistência e durabilidade. A manilha é feita de aço temperado, oferecendo resistência extra para corte e serragem. O procedimento de abertura é feito através de uma combinação numérica de três dezenas, dispensando o uso de chaves. A senha é enviada por e-mail ao cliente no ato da confirmação de pagamento”, destaca Guilherme. Disponíveis nas medidas 45 cm x 35 cm x 40 cm; 60 cm x 35 cm x 40 cm e 90 cm x 35 cm x 40 cm, os armários garantem organização e funcionalidade de acordo com a necessidade de cada curso, sem comprometer a circulação nas dependências de onde são instalados. Atualmente a Global Box visa a expansão de seu siste-

ma de gerenciamento de armários pessoais para todo o Brasil – até o momento, a empresa já atendeu mais de 100 mil clientes com plena satisfação em um serviço que traz inúmeros benefícios e valor agregado, tanto para quem o utiliza, quanto para as instituições que o oferecem. “Com a Global Box sua necessidade será atendida com eficiência e toda a tranquilidade garantida pelo uso de tecnologia de ponta de um sistema de gerenciamento altamente seguro, contando com uma equipe formada por profissionais treinados e capacitados para oferecer o máximo de agilidade e desenvolver um atendimento de excelência”, completa o diretor.

FALE COM A GLOBAL BOX Telefone: (11) 3073-0630 / 3522-9694 Email: atendimento@globalbox.com.br Site: www.globalbox.com.br


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Alimentação, Artigos Esportivos, Bebedouros


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Brindes, Inform谩tica, L aborat贸rios


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L avadoras de Alta Press茫o, M贸veis, M贸veis para L aborat贸rios, Pisos


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30 Pisos, Playgrounds


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Playgrounds

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32 playgrounds


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Consultoria (AVCB e CLBC), Playgrounds, Protetor de Coluna


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Projeções Educativas em 3D, Projetores, Toldos e Coberturas


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Revista Direcional Escolas Edição 118 – Maio/2016 by Revista Direcional Escolas - Issuu