Edição nº 115 ano 12 | Fevereiro 2016 www.direcionalescolas.com.br
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Alex Santos & Paula De Pierro Público
Desafios da Alteridade
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Culturalmente, iniciamos um novo ciclo com diversos planos e projetos. Trabalho, estudo, alimentação, saúde e estilo de vida são questões que nos rodeiam diariamente e acreditamos, veementemente, que no início de um novo ano podemos nos reajustar, reorganizar, reestruturar – que podemos preencher lacunas pessoais, aprimorar algumas áreas e olhar para si sob uma outra ótica. E, de fato, podemos! Nesse contexto, pretendemos nos aproximar de uma essência ímpar que invade o campo da subjetividade e desloca nosso olhar para nós – e, consequentemente, para a relação com o outro. Estabelecer esse contato em um círculo social demanda uma dose de desejo, bem como o desprendimento de características singulares e individualistas, valorizando o diálogo social como princípio de convívio agradável e respeitoso. Compreendendo, então, de forma rápida (e ligeiramente superficial) alguns aspectos culturais, podemos entrelaçar certos questionamentos aos espaços educacionais. A sala de aula é a porta de entrada e o primeiro registro social da criança, representando um universo extremamente marcante em sua rotina – não só pelo aprendizado, mas também por descobertas que acercam sua particularidade, sua essência e a relação com os demais alunos, professores e funcionários da instituição. Estabelecer trocas sadias nas experiências, além de uma comunicação eficaz e diálogo autêntico são requisitos primordiais que podem ser praticados diariamente. Exercitar o olhar igualitário, fortalecer a identidade cultural de cada aluno e reforçar ações que possam integrar as diferenças, comprovam resultados positivos, principalmente no desempenho e crescimento no âmbito escolar, além de erradicar práticas de intolerância à diversidade, bullying, cyberbullying, racismo, construções de gênero e toda
e qualquer discriminação que possa disseminar nos corredores das instituições escolares – e, posteriormente, na fase adulta. Diante de novos tempos, constatamos outros horizontes. Com novas perspectivas, deixamos de lado certos tabus e conceitos preconceituosos, propondo diálogos e inserindo no contexto escolar o caráter histórico-social e mutável. A partir dessas intervenções, com algumas práticas diárias no espaço escolar e na convivência familiar, podemos projetar uma sociedade livre de intolerância e imposição de estereótipos arcaicos e excludentes. Os desafios da alteridade, em um mundo complexo e contemporâneo como o nosso, podem representar o elemento chave para a desconstrução de individualidades e aspectos negativos. Educação multicultural, globalizada, educação para a diversidade e pedagogia do acolhimento são algumas denominações atribuídas à alteridade – correspondendo o mesmo eixo de pensamento: a necessidade de uma educação pautada na pluralidade. Inserir e (re)adaptar ações para a promoção de um ensino e convivência igualitária não é tarefa fácil, já que permanecemos durante longas décadas enraizados em padrões tradicionais que perpetuaram e formaram várias gerações. Mas, observando por outro lado, ações como estas revigoram o espírito escolar e fortalecem a construção de um novo ciclo. Mudanças significativas geram novas perspectivas com alunos preparados para adicionar suas experiências em um mundo melhor. Que 2016 proporcione experiências positivas para todos nós.
Alex Santos & Paula De Pierro Diretores
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Nesta Edição: 08
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Educação & Sustentabilidade: Preservação do Meio Ambiente e Promoção da Cidadania
Coluna - Christian Coelho Como conduzir uma reunião de pais pendente
Conversa com o Gestor
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Dica: Brindes Vínculo Estratégico
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Coluna - Mara Gabrilli Lei Brasileira de Inclusão: educação de qualidade para todos os brasileiros
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Dica: Almoxarifado Guardar e Controlar
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Coluna - Roseli Cunha Mulheres Protagonistas
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Dica: Atividade extra curricular Talentos Lapidados
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Educação em Foco
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Lei prevê matrícula obrigatória para crianças à partir de 4 anos
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Fique de Olho O Ensino de Games e Artes Digitais
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Professores com licenciatura específica podem dar aulas nos primeiros anos do ensino fundamental
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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Como conduzir uma Reunião de Pais pendente
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á escutei mais de uma vez amigas dizerem, “hoje é dia de reunião de pais, lá vou eu pra nada!” e também professores pensarem em voz alta: “hoje é dia de aguentar os pais!”. De uma forma geral, as reuniões de pais recebem muito mais críticas do que elogios, na maioria das vezes, por estarem ultrapassadas. Através de entrevistas e coleta de dados com as escolas que vêm obtendo sucesso nas reuniões de pais, desenvolvi um Manual de orientação: 1ª. Etapa: Pré-evento - Use as estratégias de endomarketing integrado para convidar os pais (circular, web, cartaz ou banner); - Para aumentar o quórum associe o convite a uma atividade que necessitará da interação entre a família e o aluno, e que seja finalizada no evento. 2ª. Etapa: Relacional Dinâmica de sensibilização - Decore toda a escola com os trabalhos dos alunos; - Capriche no coffee break; - Apresente os colaboradores novos; - Use recursos multimídia; - Apresente as novidades.
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3ª. Etapa: Comunicação pedagógica Esta etapa irá variar de acordo com a época, de 3 a 4 reuniões gerais durante o ano são suficientes, segundo as escolas pesquisadas. Reunião inicial – A primeira reunião funciona como um acolhimento das famílias e tem o objetivo de passar os assuntos gerais, explicar os objetivos, proposta pedagógica e qual o papel dos pais na parceria Escola x Família. Neste momento a escola deve:
- Enfatizar seus diferenciais; - Apresentar suas metodologias, disciplinas e ferramentas de apoio: intercâmbio, sistema didático; - Apresentar as formas de tratamento personalizado: música, esportes, aulas de reforço; - Exibir o plano de capacitação continuada do corpo docente. Primeiro bimestre ou trimestre – Esta reunião é mais voltada para considerações pedagógicas, porque os filhos já tiveram uma caminhada na escola e os pais anseiam por esse retorno. Uma sugestão interessante é propor que os pais vivenciem um pequeno período de uma aula para compreenderem o processo de ensino-aprendizagem. Após a vivência é pertinente uma pequena explicação técnica. Reuniões temáticas – Os demais encontros podem ter temas específicos, sugeridos pelo corpo docente e pelas famílias. Distribua os textos e peça para que um pai/mãe leia ou sugira que cada um faça a leitura de um trecho. Após a leitura, estimule a reflexão com as seguintes considerações: - Quais sentimentos o texto despertou em vocês? - Há algum trecho que alguém discorda? - Quais benefícios o texto trará para a sua vida? - Vocês gostariam de citar algum trecho que mais lhes chamou a atenção e que colocariam em prática imediatamente? - Considerações gerais. - Fechamento feito pela Coordenação ou Professor. Atenção – Há grupos que são mais fechados e os professores deverão estimular os debates com as sugestões citadas. Outros, entretanto, serão mais
abertos e por iniciativa começarão a discussão. Nessas circunstâncias a professora deverá apenas ser mediadora para que todos possam se colocar. Sempre termine com as considerações gerais e o fechamento. 4ª. Etapa: Conversa reservada com os professores na sala de aula. Certifique-se que o corpo docente esteja preparado para falar com os pais. 5ª. Etapa: Fechamento – Finalize com um checklist os principais pontos abordados para ordenar e ajudar na formação da linha de raciocínio, entregue o manual do aluno para consulta e uma pesquisa de satisfação que deverá ser preenchida na saída (segue sugestão), com o objetivo de aprimorar ainda mais a prestação dos serviços da instituição. Por se tratar de adultos, dois aspectos devem ser levados em consideração: 1 – Mesmo que a maioria já conheça a escola, repita o passeio, pois desta vez, os pais estão em grupo e mais relaxados. Quando vivenciam o local tendem a consolidar com mais facilidade a informação na memória de longo prazo. 2 – Use somente palavras coloquiais no seu discurso. Os pais estão cansados e terão dificuldades em decodificar expressões que não são do seu vocabulário cotidiano. Palavras no dialeto “pedagogês”, como: significativo, interdisciplinaridade, cognitivo, geram comunicação unilateral, em que apenas um compreende com exatidão e não ocorre a comunicabilidade, na qual há a compreensão exata de ambas as partes.
O Colunista Formando em comunicação, especialista em andragógia e neuropsicologia. Diretor do Grupo Rabbit Educação. www.rabbitmkt.com.br
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Lei Brasileira de Inclusão: educação de qualidade para todos os brasileiros
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oram no total mais de 15 anos de tramitação para que a Lei Brasileira de Inclusão entrasse em vigor e se tornasse realidade na vida dos brasileiros com e sem deficiência. O texto, que tive a honra de relatar na Câmara dos Deputados, chega em 2016 na forma de uma legislação mais completa e moderna. E agora precisa da supervisão de toda a sociedade para que seja 100% cumprida na prática. É preciso entender o que significam alguns tópicos da Lei, pois seu cumprimento é o que pode determinar uma vida de possiblidades ou de exclusão.
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Costumo muito dizer que entre todas as políticas públicas, a educação é que mais poder de transformação tem sobre um ser humano. Por isso, hoje, quero falar especificamente dessa área. A LBI estabelece o dever do Estado, da família, da comunidade escolar e de toda a sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação. E para que isso
de fato seja garantido, uma série de direitos serão preconizados, como por exemplo, a oferta de um auxiliar de vida escolar na educação básica. Outra mudança está na fiscalização das escolas particulares, que serão multadas caso não aceitem a matrícula de alunos com deficiência - ou cobrarem taxa extra desses alunos. Portanto, se precisar, faça valer essa cláusula. Também pensamos na oferta de educação bilíngue. A Língua Brasileira de Sinais passa a ser reforçada como a primeira língua dos estudantes surdos. E na modalidade escrita, a língua portuguesa passa ser a segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. Já no ensino superior, cursos de arquitetura e engenharia terão de oferecer disciplinas de acessibilidade. Assim, recém-formados sairão da faculdade preparados para lidar com a diversidade humana. O impacto dessa mudança é maior do que se imagina e começará a ser sentido em poucos anos, quando as primeiras turmas se formarem com o conhecimento dessas disciplinas.
Ainda nas faculdades, a Lei estabelece a adoção de medidas individualizadas e coletivas em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes com deficiência, favorecendo o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem em instituições de ensino. Todos os exemplos bem sucedidos de educação só aconteceram pela parceria entre Estado, escola e comunidade. A própria LBI é um exemplo dessa parceria, já que é um projeto construído com a sociedade civil. Agora temos a missão de compreender toda a dimensão dessa legislação robusta e fazer com que ela seja cumprida na prática. A nação dos mais de 45 milhões de brasileiros com deficiência conta agora com uma ferramenta para exigir seus direitos. Cobre e faça da LBI uma realidade em sua vida.
A Colunista
É publicitária, psicóloga, foi secretária da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de São Paulo, vereadora na Câmara Municipal de São Paulo e atualmente é Deputada Federal. Empreendedora social, fundou em 1997 o Instituto Mara Gabrilli, ONG que apoia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal e fomenta pesquisas científicas e projetos sociais.
foto cedida pelo colunista
COLUNA / mara gabrilli
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MULHERES PROTAGONISTAS
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xistem mulheres perambulando por aí anônimas, apagadas e invisíveis. Fico me perguntando porque elas não assumem o papel principal de suas vidas, porque insistem em ser coadjuvantes neste filme que é a vida.
contar seus “cases de sucesso”, ou melhor dizendo, estrondoso sucesso. Quem não conhece a Luiza Trajano? Aquela mulher simples, direta, inteligente e incrivelmente carinhosa que nos encanta onde quer que ela esteja.
Onde está a coragem de tomar decisões, defender suas preferencias e deixar claro principalmente o que não quer, na sua carreira, no seu relacionamento e na sua vida.
A mulher de sucesso é aquela que não precisa cumprir os requisitos de magreza ou beleza para assumir sua condição de atriz principal, ela é protagonista de sua vida, assumindo suas escolhas, lutando por seus ideais sem dar importância às convenções antigas e ultrapassadas.
Presencio todos os dias pessoas trabalhando com algo que não as fazem felizes, outras em relacionamentos com data marcada para terminar. Também há aquelas que suportando palpites e recorrentes sugestões, para se enquadrarem na regra geral do jogo.
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O protagonismo é algo que deve estar presente em todos os campos de nossa vida, sim EU sou mulher e sei bem como uma mudança de atitude pode refletir positivamente e sei também como algumas escolhas não muito comuns refletem na sociedade. Certamente, assumir nossas escolhas, enfrentar nossos medos e testar nossos limites é mais trabalhoso, mas o que, não é? Dá trabalho sofrer pela escolha equivocada, contrariar nossa natureza, recuperar a autoestima na terapia ou no coach e dá muito trabalho curar as doenças causadas pela infelicidade. Do outro lado da moeda, temos algumas mulheres que ignoram as convenções sociais e desafiam as regras, elas insistem em ser diferentes, invadem o espaço masculino. Essas mulheres possuem histórias tão incríveis que hoje são chamadas para
Ela valoriza suas rugas, pois estas representam experiência e maturidade e isso é muito encantador e elegante, para não dizer sexy! Ser uma mulher protagonista é viver histórias de trabalho, fé, persistência, inovação e muita motivação. É ter brilho no olhar e o desejo de cumprir sua missão, onde quer que ela te leve. É acordar cedo desejando correr risco por suas escolhas é ter força para recomeçar quando algo der errado. Este artigo me foi encomendado num momento especial, onde estou na plenitude do meu protagonismo. Reconheço que fiquei adormecida, embriagada pelo comodismo do status de uma bela carreira executiva, protegida de forma equivocada por um alto cargo executivo. No entanto, tenho que admitir que o perigo de arriscar e assumir meus sonhos é entorpecedor. Não tem preço voltar a ter brilho nos olhos, me redescobrir e reinventar depois de tantos anos. Recomendo a todos os leitores (as) que
reexaminem suas decisões e reestabeleçam a ordem de suas vidas, assumindo o roteiro original, onde sempre há uma protagonista que vive aventuras incríveis, recheadas de suspense e às vezes até uma pitada de comédias. Vamos lá, bom humor é fundamental para se viver. Aliás, está aí uma coisa que uma mulher protagonista tem: bom humor! Ela ri de si, das situações mais esdrúxulas e consegue dar um jeito em tudo, afinal só não tem jeito para a morte. Uma protagonista feminina, em geral, vive um grande amor, é rodeada de novidade, porque movimento gera movimento e esse é um verbo que não falta no repertório de nossa atriz principal. Aprendi que tudo é impossível até que alguém faça e que o sonho pequeno e o sonho grande dão o mesmo trabalho. Então, vamos encontrar o trailer porque a atriz principal nós já temos!
A Colunista Durante 30 anos, Roseli Cunha desenvolveu sua carreira como executiva em Real Estate e consultoria empresarial, trabalhou em importantes empresas imobiliárias e na Deloitte Brasil. Formada em Direito, possui MBAs pela Poli e FUPAM voltados a desenvolvimentos de grandes projetos na área de Real Estate. Participou de diversos curso de vendas e de desenvolvimentos humanos, buscando subsidio para uma nova etapa de vida que esta neste momento se realizando. Idealizadora do MULHERES PROTAGONISTAS, que tem a missão de motivar, instruir e lançar projetos/negócios no mercado. Mais do que palavras esse projeto representa AÇÃO.
foto cedida pelo colunista
COLUNA / roselI cunha
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EDUCAÇÃO EM FOCO Lei prevê matrícula obrigatória para crianças a partir de 4 anos
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escola – pública ou privada – é a porta de entrada principal para o desenvolvimento pessoal e coletivo de milhares de crianças e, sua inserção, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996, deveria ocorrer a partir dos 6 anos de idade. Em 2013 houve uma alteração na LDB através da Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013, de acordo com o Ministério da Educação, antecipando a entrada das crianças na escola com 4 anos de idade. “Art. 6° - É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade”, destaca um dos artigos da lei. A obrigatoriedade dessa lei passa a vigorar esse ano, matriculando crianças que completam 4 anos até dia 31 de março. O intuito dessa mudança é a reestruturação da educação básica que foi organizada da seguinte forma: pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. Antes da mudança na Constituição, o ensino fundamental era a única etapa escolar obrigatória e, agora, segundo o Art. 4° da Lei nº 12.796, prevê “educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade”. Do ponto de vista pedagógico, é importante entendermos que a educação infantil é uma fase de construção de valores, de descobrimento e de aprendizado cultural. “Trata-se de uma fase importante na vida das crianças, que precisa de uma abordagem específica, com uma metodologia e uma proposta pedagógica voltadas ao lúdico. Essa abordagem deve proporcionar oportunidades de desenvolvimento social, emocional, afetivo, de coordenação motora e raciocínio”, afirma Cristiano Sieves, especialista em ludopedagogia. Conversamos com o Ministério da Educação (MEC) para conhecer um ponto de vista voltado às ações de
Entrevista por Rafael Pinheiro
gestão educacional e seus impactos de demanda nos municípios. Confira: Direcional Escolas: De modo geral, qual é o objetivo desta medida? Ministério da Educação: A obrigatoriedade da matrícula para crianças a partir dos 4 anos em 2016 se deu em 2009, com a Emenda Constitucional nº 59, definiu a obrigatoriedade da escolaridade em nosso país para a faixa etária de 4 a 17 anos. Desta forma, toda a Educação Básica, da Educação Infantil ao Ensino Médio, passa a integrar, enfim, as políticas públicas de educação, que buscam também responder aos históricos anseios das camadas populares por educação pública de qualidade. Essa ampliação da obrigatoriedade do ensino encontra ressonância já na primeira meta do Plano Nacional de Educação (PNE) que trata da universalização, até este ano (2016), da educação infantil, na pré-escola - para as crianças de quatro e cinco anos de idade -, e ampliação da oferta de educação infantil, em creches, de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos, ao final da vigência do PNE, em 2024. DE: Os municípios estão preparados para atender essa demanda? Como garantir vagas e ampliar o quadro de professores? MEC: A ampliação do ensino obrigatório no sentido de universalizar o acesso às crianças de 4 e 5 anos de idade e aos jovens do Ensino Médio fundamenta-se no preceito expresso no artigo 206, da Constituição Federal, que se refere à garantia de condições de igualdade para o acesso e a permanência na escola para todos os brasileiros. Com o objetivo de garantir o acesso à Educação Básica de qualidade, o MEC tem ampliado suas ações,
Cristiano Sieves, especialista em ludopedagogia
por meio de políticas e programas que atendam de maneira efetiva os estudantes, e vem realizando campanhas periódicas sobre seus programas. São programas e ações importantes que apoiam técnica e financeiramente estados, municípios e o Distrito Federal no âmbito da Educação Básica. Cabe esclarecer que cabe à União a coordenação da política nacional da educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais, (§ 1º e 2º, do art. 8º, da LDB). A organização, manutenção e desenvolvimento dos sistemas de ensino no Brasil são descentralizados. Assim, os municípios responsabilizam-se por atender, predominantemente, a Educação Infantil e o Ensino Fundamental; os Estados, o Ensino Fundamental (principalmente os anos finais da etapa) e o Ensino Médio; e a União, que atende, prioritariamente, ao Ensino Superior. DE: Quais são os pontos positivos nessa medida? MEC: Os investimentos em educação infantil estão entre as prioridades do governo brasileiro para garantir que todas as crianças tenham a oportunidade de receber os cuidados e os estímulos pedagógicos necessários. Estudos indicam que a criança que não passa pela educação infantil tem mais dificuldades na fase de alfabetização.
SAIBA MAIS Programas e Ações | MEC http://portal.mec.gov.br/secretaria-de-educacao-basica/programas-e-acoes
Cristiano Sieves cristiano@playmove.com.br
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CONVERSA COM O GESTOR Educação & Sustentabilidade: Preservação do Meio Ambiente e Promoção da Cidadania
“ Fernando Carraro, autor de diversos livros sobre a preservação da vida no planeta
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ustentar, cuidar, proteger, comprometer, desenvolver, transformar, conscientizar. Todas essas definições podem ser acopladas em diversos espaços sociais – seja ele empresarial, público, privado, cultural, estudantil e tantos outros. Destacar a importância que o conjunto dessas definições implicam no cotidiano urbano denotam problematizações amplas que necessitam reflexões densas e ações práticas emergentes.
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Quando pensamos no termo sustentabilidade algumas definições projetam em nosso consciente de forma singular. E, nas últimas décadas, a urgência do discurso da sustentabilidade ganhou força em todos os aspectos, envolvendo a relação e interferência do homem no meio ambiente, seu desenvolvimento social e a promoção de uma educação pautada pela sustentabili-
Alunos do Colégio Albert Sabin no Projeto Voluntariado Recicla Butantã
Por Rafael Pinheiro / Fotos Divulgação
O assunto sustentabilidade nunca esteve tão em voga como em nossa realidade. Os debates fervorosos em torno de políticas públicas, a questão da escassez da água que atravessamos em 2015, a preocupação com o lixo que aumenta a cada dia e os diversos fatores que compõem nossa relação com o meio ambiente merece destaque em todas as esferas sociais – inclusive na educação
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dade – ou para um futuro sustentável. Os debates sustentáveis anunciam (não só) uma preocupação intensa com o futuro que nos aguarda, como a conscientização educativa, critérios de equilíbrio ecológico, construção de um pensamento socioambiental e o cuidado plural que deve existir do ser humano com o espaço que ele habita e transita. Assim, nasce uma nova perspectiva de abordagem em sala de aula: a ecológica. Fernando Carraro, formado em História, Geografia e Pedagogia, autor de livros publicados pela FTD Educação sobre a preservação da vida no planeta, diz que a educação sustentável “visa preparar o aluno a viver de forma consciente e responsável na maneira de se relacionar com o meio em que vive e de usar os seus recursos naturais; que prega o desenvolvimento sustentável em harmonia com o meio
ambiente, ou seja, com o mínimo de agressões, fazendo de cada atitude em relação a ele, uma ação responsável”. A educação para a transformação implica superar a visão generalista de participação no espaço ambiental e promover a relação deste espaço com nosso convívio. Observando essa necessidade, alguns projetos podem ser inseridos em questões físicas e arquitetônicas, bem como em ações sociais que beneficiem essa troca de cunho social e humanitária. Segundo Fernando, quanto aos primeiros passos a serem percorridos para se garantir uma escola sustentável, a lista de elementos que deveriam ser empregados: empregos de materiais considerados ecológicos (tijolos, tintas, madeira) produzidos de forma sustentável; redução da produção de entu-
Colégio Henrique I apoia-se na articulação para a educação ambiental
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Além de todos os elementos citados para a construção física de uma escola caracterizada como sustentável, a participação efetiva de professores, funcionários, diretores, alunos e pais sobre os planos a serem implantados a curto e longo prazos, é relevante para o envolvimento e proliferação de novas ideias e cultura sustentável. “É importante também que o gestor que se propuser a lançar tal desafio, seja o primeiro a mostrar com o seu exemplo que de fato vivencia o que está propondo, até porque as pessoas podem não acreditar no que você fala mas acreditarão no que você faz. E o mais importante de tudo é que seus desafios sejam abraçados e compartilhados por todos”, ressalta Fernando. No ambiente educacional, base de construções e desenvolvimen-
A preocupação em ressaltar a importância da economia tanto hidráulica como elétrica em debates/aulas com o objetivo de sanar dúvidas e promover a conscientização ambiental, além da separação de resíduos, mobilização de toda a comunidade escolar e sua contribuição consciente, deve ser uma prática recorrente que garante efeitos satisfatórios no desenvolvimento do aluno e, consequentemente, em sua participação social.
AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS Formar indivíduos sensíveis às desigualdades sociais e aos desafios ambientais também faz parte de uma educação de qualidade. Por isso, além de oferecer um ensino que promove o olhar crítico sobre a realidade, o Colégio Albert Sabin, localizado na região oeste da capital paulista, contribui com oito instituições de amparo social e com projetos de preservação do meio ambiente, buscando mobilizar não apenas os alunos, mas também pais e colaboradores, para que se envolvam nessas iniciativas. Dentre os principais projetos, destaques para: Coleta Seletiva de Lixo – Dispõe de recipientes específicos para coleta de resíduos recicláveis e orgânicos, espalhados por todo o colégio e devidamente identificados; Economia de Papel - Desde 2012, as circulares, que eram impressas e enviadas via alunos para
O Colégio Estadual Erich Walter Heine, em Santa Cruz, Rio de Janeiro, recebeu em 2013 a certificação LEED de primeira escola totalmente sustentável do Brasil e de toda a América Latina. A unidade escolar foi construída pela ThyssenKrupp CSA em parceria com o Governo do Estado e a Prefeitura do Rio de Janeiro dentro de padrões que geram redução de até 40% no consumo de energia. A certificação LEED é concedida pela U.S. Green Building Council, entidade sem fins lucrativos e para garantir o selo específico para escolas, é necessário cumprir certas exigências, como: a apresentação de um relatório ambiental da qualidade do solo, para que não seja perigoso à saúde das crianças, e o tratamento acústico nas salas de aula, corredores e ambientes internos próximos às salas (Fonte: SEEDUC – Secretaria de Estado de Educação).
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lho através do aproveitamento para reciclagem ou aterros de toda sobra de materiais a serem descartados da obra em construção; janelas amplas e paredes claras, lâmpadas LED, telhado e áreas verdes, para economia de energia dispensando o uso de ar condicionado, ventiladores, de lâmpadas acesas...; reutilização da água da chuva para descargas nos vasos sanitários; limpeza dos pavimentos e rega de jardins; sacos de jornal nas lixeiras dos banheiros; instalação de painéis solares de células voltaicas para produção de eletricidade; introdução de containers para separação dos resíduos destinados à reciclagem; hortas a serem cultivadas pelos alunos; local para compostagem; bicicletário como forma de incentivar meios de transporte não poluentes; e acessibilidade para alunos com necessidades especiais.
tos, ações começam a ganhar força para a conscientização e divulgação de práticas com o intuito de promover o pensamento sustentável.
18 os pais, passaram a ser encaminhadas apenas por e-mail, com link direto para a área restrita do site; Descarte de Pilhas, Baterias e Celulares Todos são convidados a doar os materiais descartados para empresas parceiras que garantam sua destinação correta. Periodicamente, o Banco Santander recolhe os materiais descartados; Descarte de Medicamentos - O objetivo desta ação é que seja feito o descarte correto de medicamentos fora do prazo de validade, além da arrecadação daqueles que estão dentro do prazo e ainda lacrados. Todos os medicamentos recolhidos são destinados à Unidade Básica de Saúde do Parque Viana, em Alphaville. Adriana Vaccari, Gerente de Marketing do Colégio Albert Sabin, diz que o Projeto Recicla+ é o principal projeto ambiental da instituição.
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Nele, existe a preocupação de caráter ambiental e social, tendo os alunos do 9° ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio como voluntários que desenvolvem ações em parceria com a Cooperativa Recicla Butantã, localizada nas proximidades do colégio. “Incluir a criança desde cedo em pequenas ações ambientais a ajuda a se sentir parte da construção de um mundo melhor. Cooperar é ser solidário. Desenvolvemos atividades de conscientização com as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente. Trabalhamos a questão do lixo, dos cuidados com a natureza, da poluição e do desmatamento”, afirma Adriana. O Recicla+ foi lançado em abril de 2013 e os números das coletas de 2015 são expressivos: 12.189kg de resíduo reciclável, 6.452kg de papel e 1.200 litros de óleo. Além de 2.436 pilhas, 241 baterias e 4.072 medicamentos (entre válidos e vencidos). “Decidimos criar projetos de sustentabilidade justamente por acreditarmos que, ao assumir um compromisso com as comunidades mais carentes e com as futuras gerações, o indivíduo passa a desempenhar um papel social construtivo e transformador, condizente com o espírito humanitário do nosso patrono, Albert Sabin, e com as demandas do planeta no século XXI”, explica Adriana.
CASAS SUSTENTÁVEIS O projeto colaborativo Casas Sustentáveis, realizado no primeiro semestre de 2015 por cerca de 1300 alunos, de 31 escolas usuárias do Educacional – conjunto de soluções voltadas à Educação Infantil, ao Ensino Fundamental e ao Ensino Médio, criado pela Positivo Informática Tecnologia Educacional, mostrou que a tecnologia pode ser uma grande aliada em ações de cidadania e a favor do meio ambiente. Estimulados a procurarem soluções sustentáveis para problemas como a escassez de água, uso da energia, tratamento do lixo, redes de esgotos e edificações, os alunos entrevistaram corretores, arquitetos e engenheiros, pesquisaram preços, fizeram orçamentos e criaram projetos reais para aproveitamento de energia solar, captação de água da chuva, substituição de telhados tradicionais por telhado verde, construções de casas com garrafas pet, implantação de cisternas etc. “A maior preocupação dos alunos foi com o destino da água. Observamos que 70% das soluções apresentadas trataram da reutilização do recurso natural, prova de que eles estão antenados com a crise hídrica que estamos enfrentamos no Brasil”, explica Patricia Sprada Barbosa, Coordenadora Pedagógica do Educacional. 15% dos projetos foram de edificações, e os outros 15% dividiram-se entre ações de economia de luz, tratamento de esgoto e lixo – 5% cada. Os alunos participaram de três desafios: primeiramente pesquisaram e identificaram soluções sustentáveis pela cidade. Depois pensaram e apresentaram uma solução para compor uma casa sustentável, com pesquisa de materiais e orçamentos, e, por último, escolheram, entre as soluções possíveis, uma para construir a própria casa sustentável. Cada uma das fases foi acompanhada por outras instituições, alunos e professores conectados ao Educacional. Da mesma forma que em uma rede social tradicional, os participantes puderam “curtir” os posts, comentar e
compartilhar fotos e vídeos dos processos. “Interação, colaboração, interdisciplinaridade e aprendizado na prática são os pilares da educação no século XXI e foram também a base do Casas Sustentáveis”, completa Patricia. O Colégio Henrique I, de São Paulo, participou desse projeto apresentando uma solução com o objetivo de reutilizar a água até mesmo para consumo e criaram um filtro com garrafa pet, pedras de cascalho e carvão vegetal. O custo estimado do projeto foi de R$20 e gerou uma economia de até 40% na conta. Com 23 participantes do 9° ano do Ensino Fundamental, “os alunos tiveram um excelente desempenho, sempre buscando, pesquisando e trocando informações em sala com os colegas”, completa Selma Guirardeli, Coordenadora Pedagógica do Henrique I. Para o colégio, refletir sobre a complexidade ambiental abre oportunidade para compreender o surgimento de novos atores sociais que se mobilizam para um processo educativo articulado e compromissado com a sustentabilidade e a colaboração. “O desafio que se coloca é de formular uma educação ambiental que seja crítica e inovadora em dois níveis: formal e não formal. Assim, ela deve ser acima de tudo um ato político voltado para a transformação social. A preocupação com o desenvolvimento sustentável representa a possibilidade de garantir mudanças sociopolíticas que não comprometam os sistemas ecológicos e sociais que sustentam as comunidades”, salienta Selma.
SAIBA MAIS Fernando Carraro tieteano@terra.com.br
Colégio Albert Sabin atendimento@albertsabin.com.br
Colégio Henrique I colegiohenriquecoordenacao @hotmail.com
Patricia Sprada Barbosa projetos@educacional.com.br
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dica: BRINDES
VÍNCULO ESTRATÉGICO
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estrutura organizacional escolar abrange, a cada período letivo, uma difícil missão em planejar, diagnosticar, rever conceitos e programar funcionalidades que serão colocadas em prática. Esse período destaca uma imensidão de escolhas com roteiros administrativos, financeiros, de aspectos gerais e, até mesmo, o possível estreitamento do vínculo entre escola e família. Esse laço pode ser dimensionado em algumas práticas, como a presença dos pais em ações significativas no colégio, projetos sociais, semanas culturais, reuniões específicas e, também, no ato de matrícula e rematrícula. Acreditar nesses atos como possibilidades interessantes de aproximação merece uma atenção especial, principalmente no tocante imagético que esse encontro pode criar. Carregamos, de maneira geral, um apelo visual gigantesco. Assim, toda e qualquer identidade visual que remonte em nossa memória de forma positiva, será um momento agradável. A transmissão de informação através de imagens e signos acarretam valores, significados, memória afetiva e divulgação de marcas. Para a especialista em marketing promocional voltado para a educação Alessandra Pádua, o mercado tem visualizado o setor educacional como uma nova proposta de agregar valores e experiências em produtos. “É notório o crescimento desse mercado, tanto em agências especializadas nesse segmen-
to como em múltiplas opções de comunicação. Atualmente, é raro encontrar uma escola que não utilize nenhuma maneira de ação promocional para atrair tanto em épocas festivas como no final do ano letivo com as rematrículas, por exemplo”. Esse investimento em marketing, conta Alessandra, intensificou com a utilização e popularização das redes sociais. “Para estreitar os laços com seu público-alvo que, no caso das escolas são os pais dos alunos, páginas em redes sociais são mantidas e alimentadas diariamente para fortalecer a presença, mesmo que virtual, desses pais na escola. E, no campo real e físico, é necessário avaliar as demandas e necessidades de cada escola em particular”. Para garantir uma eficiência nas ações, alguns aspectos devem ser observados, como: a visão e os valores de cada instituição, o reforço da identidade do colégio, seus anseios metodológicos e qual a mensagem que a instituição educacional quer propagar, bem como sua essência. “É interessante perceber que todos esses elementos contribuem para um resultado positivo. Com uma ferramenta de marketing estabelecida, como campanhas, distribuição de brindes e ações planejadas, o público-alvo percebe o espaço escolar com uma infinidade de recursos atrativos, que ficam registrados em nossa memória”, destaca Alessandra.
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Dia das Mães, dos Pais, dos Professores, das Crianças, Páscoa, festas de Carnaval, Natal e tantas outras datas comemorativas, garantem produtos e brindes utilitários. Ana Maria acredita que esse conceito de distribuir brindes em datas específicas “está mudando gradativamente. Nos EUA e Europa, agradar os clientes não tem época determinada. Vale sempre reforçar o elo com produtos personalizados”. Tendo como ponto de partida os aspectos socioculturais de um público-alvo à mensagem enviada, a criatividade com objetivo comunicacional de forma eficaz, utilizando imagens que exprimam de forma direta a ideia a ser veiculada, a comunicação visual através dos brindes conquista uma ferramenta fundamental, principalmente para o gestor escolar na escolha de cada produto.
A ESCOLHA DO BRINDE Ana Maria indica quatro questões que devem ser observadas na escolha do brinde para a instituição escolar: qualidade, procedência, utilidade e preço. “Cuidado com o item ‘preço’, pois se for um produto muito barato, ou muito abaixo do valor de mercado, desconfie. Tenho visto fatos lamentáveis durante mais de 25 anos de trabalho nessa área. Tanto com produtos piratas, contrabandeados e até roubados”. Já para Elaine Clemente, diretora de marketing, utilidade, qualidade e criatividade são quesitos primordiais. “Brindes criativos que surpreendem são os que marcam e dão o retorno es-
perado”. Elaine completa que os brindes mais procurados “são as mochilas, bolsas, estojos, blocos de anotações, canecas plásticas, réguas, iô-iôs. E os mais criativos são os com estampas personalizados com a foto, nome ou desenho do aluno, como no guardachuva infantil, avental para artes com bolso, porta kit de higiene com toalha, quebra-cabeça e jogo da memória”.
AÇÃO DE MARKETING Tanto a diretora Ana Maria como a gerente de marketing Elaine Clemente, acreditam na potencialidade do marketing para prospectar matrículas e garantir as rematrículas. “Tenho visto produtos promocionais que ajudam na rematrícula, como agendas, mochilas, canetas... Imagine uma pessoa que visita uma escola para matricular seu filho, depois vai em mais 10 escolas. Aquela que melhor atender e reforçar com um brinde vai ser mais lembrada, com certeza”, ressalta Ana Maria. O brinde bem trabalhado, diz Elaine, e utilitário, permanece por anos com os pais dos alunos. “Porém, cuidado, não desperdice dinheiro aplicando em brindes que não funcionam ou que não são atrativos e úteis”, alerta. Conhecendo esse mercado dinâmico e, principalmente, na área educacional, a cada ano há uma necessidade em lançar novos produtos em formatos e cores distintas ou até mesmo propostas diversificadas. “O jogo da memória em inglês e português é um dos brindes mais interessantes, mesmo porque a logomarca da escola, ou foto do aluno vai no verso das cartas. O porta kit higiene com toalha para as crianças também considero um brinde marcante”, destaca Elaine. (RP)
SAIBA MAIS Ana Maria Jacob anamjacob@uol.com.br
Elaine Clemente elaine.b.clemente@gmail.com
Alessandra Pádua alepadua@gmail.com
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Dessa forma, com o avanço no campo promocional, empresas especializadas disponibilizam certos aparatos para contribuir com essa memória afetiva: os brindes personalizados. “O brinde, além de reforçar a imagem e missão do colégio, atinge a vaidade de quem o recebe, principalmente se tiver imagens dos filhos, frases marcantes ou desenhos feitos pela própria criança”, diz Ana Maria Jacob, diretora de uma empresa no ramo desde 1992. A recordação escolar, por meio da criatividade e inovação, eterniza um momento de maneira agradável, contribuindo com laços decorativos, sentimentais e até utilitários.
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dica: almoxarifado
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GUARDAR E CONTROLAR
bservando a escola como um patrimônio – repleta de valores intangíveis, bem como aspectos físicos, estruturados e projetados para cada ambiente, armazenando disposição e funcionalidade primordial, garantir áreas propícias que auxiliem todo o mecanismo administrativo é de extrema importância.
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Adequar um departamento responsável pela guarda de materiais, organizado de forma sincronizada e acessível sempre que solicitado, destacam benefícios visíveis à gestão escolar. “Ter um departamento de almoxarifado permite à direção administrativa um controle maior sobre os materiais usados por cada setor além de mapear custos e gastos com materiais de pouco ou muito uso. Além disso, os funcionários deste departamento podem realizar o controle de estoque e orçarem previamente materiais”, diz Cristine Mangolim, coordenadora pedagógica do Colégio Cantareira, localizado na região norte de São Paulo. Segundo Cristiane, no início do ano letivo o departamento é abastecido com os materiais das listas dos alunos e pronto para suprir as necessidades no decorrer do semestre. “Além dos grandes eventos que ocorrem durante o ano letivo, como feiras culturais ou festas tradicionais, que exigem uso maior dos materiais e posterior reposição, o estoque precisa ser conferido ao término do 1º semestre”. O processo de conferência – no controle e reposição – pode ser realizado de diversas formas, com certa atenção e
cautela. Walter Miguel dos Santos, docente do Senac Tatuapé e Analista de Gestão Logística, afirma que “em primeiro lugar, é preciso ter pessoas bem treinadas, integradas ao planejamento escolar e com um bom sistema de gerenciamento”. De acordo com o docente, o inventário nos estoques normalmente ocorre anualmente, porém para uma melhor efetividade dessa conferência, é recomendável fazer inventários periódicos (também conhecidos como testes operacionais), em períodos adequados à rotatividade dos estoques. Isso pode reduzir diferenças na contagem e resultar em melhorias nos controles dos estoques. E, ao realizar pedidos de materiais para os fornecedores, é essencial conhecer informações sobre o produto, como: consumo; ponto de reposição; lote mínimo fornecido; e tempo de reposição de cada material. Essas informações auxiliam no planejamento e evitam desperdício de capital nas aquisições. “É interessante que a cada término de semestre seja realizado um check-list com quantidades iniciais e quantidades atuais de cada material para que, em contato com os fornecedores, possamos verificar os materiais necessários para reposição e analisar os orçamentos”, finaliza Cristine. (RP)
SAIBA MAIS Colégio Cantareira analice_sl@hotmail.com
Walter Miguel dos Santos contato@sp.senac.br
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dica: atividade extra
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talentos lapidados
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escobrir, despertar, desenvolver. No interior de cada sala de aula nascem talentos singulares e anseios distintos prontos para ganhar vida e liberdade. Quando analisamos um currículo pedagógico, observamos, também, toda a disponibilidade que a instituição planeja para desenvolver o aluno e, acima de tudo, instigar seu autoconhecimento. Assim, tendo o conhecimento como fator central em nosso dia a dia, presente em várias esferas sociais, podemos alinhar e projetar novos rumos pedagógicos, que intensifique todo e qualquer aprendizado, ou até mesmo, disponha de novas experiências atraentes e significativas. Destacamos os cursos extras de formação complementar, que aparecem em programas especiais e didática exclusiva, ampliando o repertório do aluno em diversas áreas, como arte, música, esportes, idioma, ciência, tecnologia, etc. O Colégio Visconde de Porto Seguro, com algumas unidades distribuídas pela capital paulista e um longo histórico pedagógico, acredita que “que tanto a sala de aula com o curso regular como as atividades extras, podem ter ambientes dinâmicos com atividades bem preparadas para motivar e capturar o interesse dos alunos”, diz Silmara Casadei, Diretora Geral Pedagógica. E, há um ano, ampliaram a oferta de cursos, aprofundando o acompanhamento do desenvolvimento das aulas e dos alunos. “Para que isso ocorresse, elegemos coordenadores exclusivos para as áreas de cultura (arte e música), esporte (iniciantes e
treinamentos), idiomas (alemão, inglês e espanhol) e tecnologia; reformamos os espaços do colégio, além de propiciarmos certificações nacionais e algumas internacionais que comporão o histórico escolar dos alunos”, destaca Silmara. Atualmente, o colégio disponibiliza mais de 50 cursos, dentre eles: fotografia, pintura, flauta, desenvolvimento de games, robótica, tech startup, ballet, judô, futebol de campo, futsal, ginástica artística, alemão, espanhol, inglês, entre tantos outros. No total, são mais de 2.000 alunos participando de um ou mais cursos extras – que variam de 45 minutos a 4 horas semanais. Como formação complementar, diz Silmara, os alunos aprendem a se superar em diversas habilidades, como “comunicar-se em público em português e em outros idiomas, ampliar o desenvolvimento social com grupos diferentes dos da sala de aula, compreender e desenvolver suas capacidades físicas, solucionar problemas de maneira criativa, desenvolver projetos pessoais e coletivos, improvisar e até usar as emoções para embasar decisões”. O conhecimento transformador pode aparecer em diferentes formas pedagógicas, tanto nas aulas regulares, como nos cursos extras, tendo como ponto de partida o desenvolvimento completo, as identificações em diversos interesses e uma equipe pedagógica inspirada em auxiliar o aluno em qualquer direção. (RP)
SAIBA MAIS Colégio Visconde de Porto Seguro scasadei@portoseguro.org.br
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É possível que você já tenha ouvido sobre gamificação, afinal grandes empresas usam esta metodologia, e a Gartner afirma que este mercado atingirá mais de US$18bi até 2018. Sintetizado, gamificação é levar conceitos dos jogos para o interior de outros contextos. Para isso, precisamos entender porque os games fazem tanto sucesso: no coração de um jogo, encontramos uma fórmula de entretenimento interativo, onde o usuário avança até um determinado objetivo, ou seja, o jogo é uma experiência, e os melhores apresentam
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ala-se bastante do impacto que a Geração Y está provocando no mercado de trabalho, nas relações entre humano e tecnologia, e principalmente na geração de negócios materiais e imateriais. Porém, maior ainda deve ser a preocupação com a preparação da Geração Z, que hoje ocupa as carteiras escolares.
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Neste contexto hiperconectado e amplamente digital, que a REDZERO foi fundada com a missão de mostrar que o divertimento de crianças e adolescentes pode se transformar em uma atividade produtiva e, quem sabe, uma formação e carreira promissora. A REDZERO tem como foco educar para o futuro, e educar principalmente os gestores escolares e os pais sobre o impacto que o universo digital terá na economia, e os paradigmas que estão sendo rompidos, como o work-life blend (a mistura entre trabalho e diversão, já sendo implementada pela geração Y em empresas como Google) ao invés do conhecido work-life balance (tão sonhado da geração X; hoje pais de Millenials e “Zeers”). Para a escola e sua rotina, é apresentado atividades lúdicas extracurriculares, recreativas e acadêmicas nas salas de aula, recreio/intervalos, como também reuniões com pais e docentes, pois a REDZERO acredita que a formação técnica em caráter algum é substituta do currículo escolar; pelo contrário; quanto mais profundo for o conhecimento deste jovem sobre geografia, artes, história, linguagem, matemática, física, maior será sua capacidade criativa
sempre uma riqueza de detalhes, personalização e uma imersão cativante. Por isso, muitas empresas utilizam das mesmas técnicas para manter a equipe engajada e os clientes cativos. Gamificação é a missão de promover engajamento, aumentar produtividade e motivação no ambiente empresarial. Na REDZERO vemos gamificação como uma ferramenta educacional essencial, capaz de combater a falta de interesse e a dispersão dos alunos em sala de aula. Já pensou ensinar alguém a criar um jogo, jogando? Acho que, às vezes, nos divertimos um pouco demais! dentro dos universos digitais, como games, que exigem um grau enorme de entendimento de topografia, terreno, condições climáticas, arquétipos, estilos históricos e artísticos. Assim como o Norte da bússola, a proposta da REDZERO é apontar, para cada um de seus alunos, o caminho certo a seguir, orientando-os em direção aos seus objetivos, estando assim no epicentro de todas essas mudanças tecnológicas, comportamentais e quebra de paradigmas e convenções sociais, buscando profundamente que os jovens da Geração Z, assim como toda a sociedade possam encontrar o caminho da felicidade pessoal em comunhão com a realização profissional. A REDZERO pertence aos mesmos donos da Full Sail University, renomada universidade de mídias, artes e entretenimento estabelecida em Orlando, Florida e segue os mesmos padrões de qualidade, contando com espaços especialmente planejados para estimular a criatividade e a inovação dos alunos. Oferecendo tecnologia de ponta, modernidade e diversão, as escolas foram projetadas para serem lugares onde os alunos estarão constantemente trabalhando a sua criatividade e nutrindo idéias extraordinárias. Preparando, assim, estes jovens para os desafios tecnológicos do universo digital, que é uma das áreas mais aquecidas da economia mundial e brasileira: No Brasil, a indústria de artes digitais crescerá 30% até 2017, já o mercado de games deve crescer 13,5%, nos próximos 5 anos e 4 em cada 10 pessoas, no Brasil, jogam algum tipo de jogo
Marcelo H. Crivella
digital, colocando o Brasil como o 4º maior consumidor de jogos digitais do mundo, contabilizando mais de 60 milhões de brasileiros. O grande desafio é unir proposta pedagógica e prática, em uma educação completa que não apenas eduque o aluno para a prova, ou para seguir uma universidade, e sim pensadores livres capazes de escolherem e serem autores de sua própria história. O mercado digital já amadureceu ao ponto de se tornar profissão reconhecida e bem paga, mas ainda existe uma resistência por parte dos pais, que não têm a mesma fluência digital, e ainda não compreendem possibilidades de negócios neste meio, por isso a REDZERO trabalha também com eles e com os docentes, para apresentar as carreiras no universo digital como possíveis, tangíveis e capazes de prover estes jovens de suas necessidades financeiras. Neste sentido, a REDZERO patrocina a peça Bússola da Imaginação (texto e dir. Francis Ivanovich) com atores da Cia Ensinoemcena. A peça teatral tem 40 minutos de duração e conta a história de Red, um jovem que sonha criar uma agência de artes digitais com a ajuda de sua namorada Tela, e seus dois amigos Talen e Pen. Para isso, Red precisa convencer seu pai Alexandre Granbelo, um homem resistente à tecnologia, de que ele não fica à toa diante computador e que o segmento de games é algo sério e promissor. Os quatro amigos se unem e criam um game chamado Bússola da Imaginação e o resultado dessa criação afetará para sempre suas vidas.
foto cedida pela REDZERO.
Fique de Olho O Ensino de Games e Artes Digitais
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Direcional Escolas: Nos últimos anos com o amadurecimento da Geração Y no mercado de trabalho, veio como uma explosão de uma economia criativa, compartilhada e digital. Qual será o principal impacto da geração Z nesse novo cenário? REDZERO: A geração Z vem para se aproveitar do mundo tecnológico construído pela geração Y: Mas agora com uma grande diferença. Já não vivem mais sem a internet. É através dela que conseguem as informações que desejam, utilizando ferramentas como smartphones, tablets etc. Eles recebem muita informação, mas não se aprofundam em nada. Mas o verdadeiro impacto temos visto na indústria do entretenimento digital. Seja através de seriados no Netflix ou na forma de Games para consoles ou mobile, o consumo de entretenimento digital se multiplicou como nunca antes e a demanda por novas produções é gigante. Creio que é uma questão de tempo para os canais de TV aberta perderem significativamente sua audiência. Os hábitos de consumo por mídia está mudando radicalmente. DE: Quais as principais dificuldades dos pais em relação ao ensino de habilidades digitais para seus filhos? RZ: Acho que a maior dificuldade está na quebra de tabu. É difícil entender algo que não faz parte do seu mundo. Percebo muitos pais preocupados com o futuro dos seus filhos insistindo em carreiras tradicionais. Com a grande expansão do mercado digital, existe muito espaço de crescimento profissional
para quem quer investir em formação nessa área. Olhamos para grandes cases de sucesso de nosso tempo como, Bill Gates, Steve Jobs e Mark Zukerberg e notamos que o mercado mudou. Por isso, é importante os pais se perguntarem quais são as profissões do futuro e para onde as coisas estão caminhando. Assim irão encontrar um mundo de oportunidades para melhor orientar seus filhos. DE: Como é o processo de parceria entre escola e REDZERO para alinhar prática pedagógica e a prática de habilidades digitais? RZ: Temos um ótimo relacionamento com escolas, pois no final do dia buscamos o mesmo objetivo: promover a educação. Diretores de escolas têm visto muito valor em nossa proposta de ensino. Estamos muito felizes que nesse ano de 2016, temos apresentações agendadas em escolas quase que todas as semanas do ano. Iremos levar uma mensagem bem humorada, mas cheia de conteúdo mostrando como o mundo digital mudou a forma que estudamos, trabalhamos e até mesmo nos relacionamos uns com os outros. Isso cumpre o nosso papel: nos apresentar como um instrumento de direção na vida de jovens talentos e também apoio as iniciativas de colégios em auxiliar os seus alunos a fazerem suas escolhas de qual carreira seguir no futuro.
DE: Qual seria o próximo passo junto a escola para que ela também aproveite das oportunidades dessa revolução digital? RZ: Nossa escola foi concebida para servir como uma luz no fim do túnel para jovens que sonham em fazer parte da indústria criativa mas não sabem por onde começar. Atualizamos toda nossa grade curricular com as últimas tendências do mercado para, assim, maximizar as chances de cada aluno na sua futura transição entre sala de aula e mercado de trabalho. Temos também um projeto novo de blended learning que irá começar a liberar alguns módulos através de EAD - Ensino a Distância.
DE: Como mensurar a melhoria do aprendizado desse jovem Z, ao integrar seu ensino tradicional no universo digital? ( Conte-nos um case) RZ: Além da riqueza gráfica e do estimulo visual que fascina e cativa um aluno em sala de aula, entendemos que nosso mundo está bastante interligado com uma comunidade internacional de artistas digitais e gamers. Na área digital não existem barreiras
FALE COM REDZERO redzeroeducacao@redzero.com.br www.redzero.com.br
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Confira abaixo, a entrevista com Marcelo Crivela, diretor da REDZERO, sobre como as convenções sociais da Geração Z irá impactar a economia e o universo digital:
de distância e países, quando um jovem começa a se especializar em uma das áreas da indústria criativa ele logo percebe que seus serviços e talentos podem atender pessoas em qualquer lugar do mundo. Tivemos um caso interessante em uma unidade nossa no Rio de Janeiro. Um de nossos alunos, Rhuan, nos procurou em 2010 para fazer um curso de programação. Rhuan tinha apenas 17 anos na época. Apesar de não saber praticamente nada quando começou, o Rhuan logo se apaixonou pelo assunto e começou a passar horas na frente de seu computador criando códigos cada vez mais complexos e fascinantes. Quando Rhuan completou 19 anos contratamos ele para criar o nosso novo site da empresa e o resultado e foi um sucesso. Aos 20 anos o talento do Rhuan já tinha chamado a atenção de empresas internacionais e antes mesmo dele ter completado 21 anos o Rhuan já estava morando nos EUA com uma bolsa universitária integral e todos os seus custos pagos por que alguém viu o talento dele e decidiu investir. Adoro contar a história do Rhuan, pois ela me faz pensar em como nossa indústria está interligada com outras culturas e países.
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Bebedouros, Brindes, Copiadoras (sistemas de impress達o)
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Engenharia e Medicina do Trabalho, Eventos e Exposições, Informática, Móveis
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laborat贸rios, m贸veis, pisos (ber莽谩rio)
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playgrounds
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Playgrounds (espumados), projeçþes educativas em 3d, projetores, toldos e coberturas
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