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Edição nº 142 A Revista do Gestor Escolar

ano 14 | Outubro 2018 www.direcionalescolas.com.br


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Nesta Edição: 16 08 10

Especial CRESCER: 14º Congresso e 5º Feira Educacional

Educação em Foco

Mobiliário: funcionalidade, aspectos ergonômicos e dinâmicos para uma nova estrutura escolar

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Dica: Acessórios

Compra de produtos

Coluna - Eduardo Shinyashiki A poderosa missão de ensinar

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Dica: Quadras Poliesportivas Amplos espaços e múltiplas atividades

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Coluna - Acedriana Vicente Vogel Lagartas processionárias

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Dica: Toldos e Coberturas Proteção, conforto e segurança

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Coluna - Leo Fraiman O alto custo do abandono e do descaso

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Fique de Olho

Direcional Escolas - Outubro 2018

Uniformes


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Editorial Comportamento empreendedor

Dessa forma, sob a ótica de transformações, avistamos um crescimento significativo de uma cultura empreendedora no Brasil que, de certa forma, foi impulsionada pela crise econômica, além da inserção de jovens no mercado de trabalho que não se identificam com o modelo empresarial tradicional. Durante o evento G.A.T.E 2018 (Global Access Through Education), que ocorreu no último mês em São Paulo, Bradley Delamare – investidor de startups e mentor de jovens empreendedores – afirmou que o “empreendedorismo tem sido visto como opção de carreira devido à globalização, mudanças na tecnologia e novas possibilidades de captação de recursos”. Para ele, a educação precisa, desde cedo, ser “disruptiva, além de focar no desenvolvimento das habilidades focadas no empreendedorismo”. O Brasil tem uma das principais culturas empreendedoras, sendo a terceira maior população de empreendedores no mundo. Para ampliar ainda mais esse quadro, o investidor Bradley Delamare destacou seis pontos essenciais para serem aplicados: ensinar empreendedorismo para crianças e jovens nas escolas; aderir ao Design Thinking e também ao aprendizado por experiências; beneficiar-se da educação personalizada reforçada pela mobilidade; focar no ensino de mais hard skills em vez de teoria por meio só de leitura de textos; e aplicação do apren-

dizado STEM (science, technology, engineering and mathematics). Assim, surge o questionamento: O que pode ser feito para aproximar a educação da cultura empreendedora? Para responder esta questão, a escola bilíngue Avidus (que será inaugurada no primeiro semestre letivo de 2019, em Brasília/DF) propõe estimular a mente empreendedora dos estudantes através do protagonismo no processo de aprendizagem. Esse estímulo, capaz de superar desafios, identificar oportunidades e gerar soluções, será desenvolvido com o foco na criatividade dos alunos. “Quando falamos em mente empreendedora não é sobre ter uma empresa, mas sobre tomar as rédeas de sua vida e saber que ele pode desenhar seu próprio futuro”, afirma Thiago Almeida, um dos participantes do projeto. Nessa ideia, com aulas inovadoras, a proposta da Avidus School é desenvolver competências para a vida a partir de um aprendizado por resolução de problemas – para o hoje e o amanhã. Para Tayana Oliveira, diretora pedagógica da instituição, estes são alguns dos pontos essenciais para despertar a capacidade de empreender em novos cenários.

Rafael Pinheiro

Jornalista Responsável

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Fala-se, na atualidade, sobre diversas mudanças, (re)estruturações e novas roupagens que dialogam com sociabilidades, processos de aprendizagem, além de relações com o mercado de trabalho e as diferentes possibilidades embutidas em profissões que despontam na contemporaneidade – sobretudo com o desenvolvimento digital e sua conexão direta com o cotidiano social.


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EXPEDIENTE Diretores Alex Santos & Paula De Pierro Público Diretores e Compradores Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho e Dezembro / Janeiro

A Revista do Gestor Escolar

Tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável Rafael Pinheiro | MTB 0076782/SP

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Circulação São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais

Você curte a

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EDUCAÇÃO EM FOCO Mobiliário: Funcionalidade, aspectos ergonômicos e dinâmicos para uma nova estrutura escolar Entrevista por Rafael Pinheiro / Foto por Lucas Colebrusco

S

ob a ótica da contemporaneidade, observamos projetos arquitetônicos e, sobretudo novos produtos para a área escolar, que destacam (e evocam) uma modernização no processo ensino-aprendizagem, bem como nas relações entre aluno-professor e, também, em propostas dinâmicas, flexíveis e colaborativas que emergem no campo educacional. Tendo como objetivo três pilares significativos – conforto, estética e funcionalidade – os designers Luciana Sobral e José Machado criaram a Linha Jataí para os ambientes escolares, que possuem diversos produtos, como assentos individuais (cadeira, poltrona e banqueta), assentos coletivos (banco, pufe e sofá), mesas individuais (carteira, púlpito e mesa de apoio) e mesas coletivas (bancada e mesa). A produção da linha é realizada pela Maqmóveis, indústria consolidada há 30 anos no mercado de mobiliário escolar com foco em produção eficaz e totalmente automatizada. Para conhecer os processos de desenvolvimento da linha e seus diferenciais, conversamos com os designers Luciana Sobral (com vasta experiência em projetos de interiores e mobiliário escolar) e José Machado (reconhecido pelo seu domínio de técnicas industriais e varejo de móveis). Confira abaixo a entrevista: Escolas: Observando a con-

diferenciada. Foi então que nos associamos

Direcional Escolas: Quais são os diferenciais

temporaneidade e as mudanças que atra-

(Luciana e eu) somando as duas expertises, de-

que podem ser ressaltados da linha?

vessam

a

afirmar

sign e mercado, e criamos esta solução já pen-

que

mobiliário

influenciar

sada para uma produção industrial viável, com

Luciana Sobral: Todos os produtos foram dese-

matérias-primas duráveis, sustentáveis e tecno-

nhados levando em consideração aspectos ergo-

logias de baixo investimento. Apresentamos o

nômicos, funcionais e uma estética leve e simples.

Luciana Sobral: O mobiliário escolar, assim

projeto da Jataí para a Maqmóveis, que ime-

Uma outra preocupação foi a modularidade, que

como o ambiente, é considerado o “Terceiro

diatamente nos encomendou o restante da li-

proporciona flexibilidade para combinação entre

Professor”. Como o termo sugere ele influen-

nha, pensando em atender todas as demandas

os móveis e para a realização de alterações do

cia diretamente no aprendizado e serve como

para a nova sala de aula – a nova educação.

layout nos espaços. O uso de compensado multila-

Direcional

o

educação,

é

possível

escolar

pode

diretamente no aprendizado?

minado (madeira) é um diferencial em relação aos

suporte nesse processo. Conceitos como autonomia e flexibilidade são essenciais para

Direcional Escolas: É possível destacar a

móveis escolares disponíveis no mercado. A maior

o processo de educação. O ambiente deve

Cadeira Jataí como o principal produto da linha?

parte das indústrias estão seguindo na direção do plástico e cores chamativas, e muitas escolas bus-

trazer autonomia para o aluno e, dessa forma, o mobiliário precisa estar de acordo

Luciana Sobral: A cadeira Jataí pode ser con-

cam produtos de madeiras e com cores neutras. A

para que essa autonomia seja possível.

siderada o principal produto, pois nela encontra-

escolha da madeira é uma preocupação não ape-

mos os princípios básicos buscados em toda a li-

nas ecológica, mas também estética e ergonômica,

Direcional Escolas: Com um mercado mobili-

nha. Flexibilidade, ergonomia e colaboração. Ela

garantindo conforto térmico ao toque.

ário tão vasto, é possível aliar conforto, estética

proporciona rápidas alterações no layout da sala

e funcionalidade?

e o aluno tem em sua cadeira todo o apoio necessário para trabalhar e armazenar seu material.

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José

Machado:

Este

é

o

grande

foi

o

nosso

dedesa-

Direcional Escolas: Os diversos produtos da

fio com a Linha Jataí, aliar estes 3 pila-

linha atendem os diferentes espaços dentro da

res com produtos viáveis para o mercado

escola?

safio

do

Designer.

E

brasileiro de móveis escolares, que na verdade é bem carente de produtos com esses valores.

elaboração da Linha Jataí para MaqMóveis?

salas de aula, laboratórios, bibliotecas, refeitórios e corredores. A linha atende ao novo conceito da educação, onde todos os espaços da

José Machado: Tudo começou com a Cadeira

José Machado trabalha desde 1998 com móveis e teve uma carreira bem diversificada. Atuou 5 anos como Head Designer da Oppa e, desde 2016, trabalha em seu estúdio prestando consultoria e criando produtos para a indústria moveleira. jose@josemachado.design

Luciana Sobral: Sim. Os produtos podem ser usados nos diversos ambientes da escola, como

Direcional Escolas: Como foi o processo de

SAIBA MAIS

escola são espaços possíveis de aprendizado. É

Jataí. Tínhamos o desafio de criar uma cadei-

muito importante que o layout dos ambientes seja

ra para um cliente que pedia uma solução

estudado e atenda aos objetivos da escola.

Luciana Sobral é formada em Arquitetura (1997) e trabalha com projetos de residências e ambientes corporativos. Como designer, desenvolve na Novidário – Projeto e Produto (que está à frente do escritório desde 2008) pesquisa e desenvolvimento de projetos para escolas infantis e juvenis. lucianasobral@novidario.com.br


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COLUNA / EDUARDO SHINYASHIKI

foto cedida pelo colunista

A poderosa missão de ensinar

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trair a atenção dos alunos não é uma tarefa simples. Para conseguir envolvê-los, inúmeras propostas pedagógicas são discutidas, como a inclusão de metodologias de ensino não tradicionais e plataformas inovadoras, que ganham cada vez mais novos adeptos. Apesar das divergências de opiniões sobre o assunto e em meio a tantos questionamentos na área de educação, surge uma concordância: a importância da figura do professor. A escola, ainda, é o primeiro lugar que frequentamos sozinhos, sem os nossos pais. É lá que começamos a desenvolver a consciência acerca das nossas escolhas, poder pessoal e capacidade de discernimento. Ela é a ponte que liga a infância ao início da vida adulta. Juntamente com os pais, os professores são quem auxiliam as crianças a amadurecerem e a cumprirem tal travessia de forma saudável e construtiva. O professor é a peça-chave para a formação crítica e social do aluno. Ele é um dos principais líderes da vida da criança e influencia diretamente em seu desenvolvimento e no fortalecimento da sua autoestima e autorrealização. Ele é a inspiração e motiva muitos a quere-

rem, futuramente, exercer com maestria o dom de educar. O professor nutre com conhecimento, alimenta suas ideias, estimula a criatividade e a comunicação, valoriza seus questionamentos e, por meio disso, conquista a confiança e o respeito do aluno.

ensina”. E é dessa forma que o professor caminha. Ainda que com tantos desafios no percurso, segue alegre com a sua poderosa missão de ensinar, dividir e multiplicar conhecimento. Parabéns a todos os professores por darem vida aos sonhos de tantos aprendizes!

Os grandes educadores, comprometidos com a valorização da vida e do viver, que se permitem ensinar e transmitir o amor, a cidadania, a ética e os valores para o futuro profissional e pessoal de seus educandos, nos marcam de forma positiva. São lembrados para sempre e promovem transformações permanentes e benéficas na vida de seus alunos. São eles que influenciam tantas escolhas e são, com toda a certeza, verdadeiros multiplicadores de sonhos. A educação, em todos os seus sentidos, forma e transforma vidas e o professor tem a importante e árdua tarefa de orientar os jovens, de guiá-los e ajudá-los a realizar projetos com serenidade e satisfação, transformar seus sonhos em realidade. Já dizia Cora Coralina: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que

O Colunista Eduardo Shinyashiki Mestre em Neuropsicologia e Liderança Educadora, também é especialista em Desenvolvimento das Competências de Liderança Organizacional e Pessoal. Com mais de 30 anos de experiência no Brasil e na Europa, é referência em ampliar o poder pessoal e a autoliderança das pessoas, por meio de palestras, coaching, treinamentos e livros, para que elas obtenham atuações brilhantes em suas vidas. Mais informações: www.edushin.com.br


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COLUNA / ACEDRIANA VICENTI VOGEL

foto cedida pela colunista

Lagartas Processionárias

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á uma espécie de lagarta, a do pinheiro, vulgarmente apelidada de lagarta processionária – com o nome científico de Thaumetopoea pityocampa – que é um inseto bastante curioso em seu deslocamento. Em fila, praticamente grudadas umas às outras, andam em procissão, em busca de alimentos. Experiências já mostraram que quando formam um círculo, movimentam-se no sentido horário, ininterruptamente e, por mais que seja colocado alimento no centro deste círculo, sequer percebem a sua existência, por maior que seja a fome. O determinismo genético desse animal serve como metáfora para refletir algumas ações que acontecem no contexto escolar. Não são poucos os profissionais que erguem bandeiras de luta cujo principal jargão é “eu sempre fiz assim e deu certo...” e perdem um número sem fim de oportunidades de reavaliar a sua prática, melhorando-a constantemente. Há aqueles que se colocam em procissão, repetindo ladainhas e, por não saber (ou não querer) fazer diferente, encampam discursos de terceiros como seus, sem o menor questionamento. Acaba se tornando um saber, repetido à exaustão, que passa a ser seu. Que chance terá a criação, a invenção – que tanto almejamos – de florescer em uma prática estabelecida pela repetição?

São muitas as possibilidades em nossa volta para ampliar e melhorar o fazer pedagógico e, às vezes, por conta do “ativismo processionário” – fazer por fazer ou “porque sempre fez assim” – ficamos míopes em nossas observações e registros, conferindo à nossa experiência profissional apenas anos de repetição. Toda ação pedagógica é uma ação de comunicação e relacionamento, transbordante de indícios que permitem investigar nossas intervenções e, diuturnamente, reorganizá-las. Outros profissionais, das mais diversas áreas, não se estabelecem como bons profissionais por terem anos de prática repetida, aprendida mecanicamente a partir do “ouvir falar”. Certamente, diremos que um profissional é bom quando seu saber é construído por meio da pesquisa, do estudo e, sobretudo, da articulação entre os diversos conhecimentos. Assim, para sairmos desse “pensamento processionário” que enrijece e cristaliza a nossa atuação, necessitamos mais do que vontade. Precisamos nos perguntar: “De que forma as pessoas aprendem? O que a educação escolar pretende? Quais as interfaces da atuação docente?”. Esses e outros questionamentos são pautas para a discussão entre os profissionais que pretendem atuar na educação escolar e “desconstruir” o ciclo vicioso que, muitas vezes, insiste em nos mobilizar.

A pesquisa constante da ação pedagógica traz consigo possibilidades de mudanças na forma de ver o nosso trabalho, capazes de gerar movimentos em outras perspectivas, exercitando a criação e a inventividade. Isso é que nos distingue dos demais profissionais aprisionados em sua prática. Para fazer ciência e arte na educação escolar, é necessário vazar o pensamento, perspectivar, problematizar as verdades que nos são apresentadas como lei. Mais do que compromisso – é nosso dever resgatar essa nobre profissão, sem a qual nenhuma sociedade é capaz de dignificar seus cidadãos e desenvolver-se de forma sustentável. E ainda mais: se somos capazes de ser melhor e, por consequência, agir melhor, por que optar por ser uma “lagarta processionária”, contrariando a própria natureza humana?

A Colunista Acedriana Vicente Vogel É diretora pedagógica da Editora Positivo


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COLUNA / LEO FRAIMAN

e do descaso

C

omo brasileiros, costumamos ouvir quase que diariamente relatos de obras inacabadas, de museus e pontes que desabam, de tragédias que poderiam ser evitadas e de mortes que não precisariam ter acontecido caso não tivessem ocorrido o abandono e o descaso com o que é público.

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Em nosso país sofremos de um problema muito frequente, advindo da ideia de acreditar-se que o que é público é de ninguém. Sendo assim, há quem pense que não haverá consequência se jogar a latinha para fora do transporte público. Que não tem problema roubar dinheiro pela corrupção. Há quem acredite que não tem grandes efeitos não entregar o prometido, não honrar a palavra, não fazer o certo. Para estas pessoas é como se não houvesse o outro, apenas o desejo próprio, imediato. O que é preciso lembrar é que o outro não existe de forma absoluta, pois somos todos o outro uns dos outros. No livro O poder das conexões, de Nicholas Christakis, são apresentados estudos que indicam que somos afetados direta e indiretamente uns pelos outros de forma consciente ou não. Nosso olhar, nossas ações, nossas pa-

lavras reverberam nos sistemas sociais e deixam marcas e mesclas que diariamente nos inspiram ou nos adoecem.

melhor? Ou eles acabam deixando por isso mesmo, afinal, ninguém se importa com eles?

Todos nós conhecemos a expressão “alto astral”, que é quando estamos ao lado de alguém que em pouco tempo nos anima, nos alegra, nos deixa mais leves. E há também o “baixo astral”, ou seja, o contrário disso. O que não pode acontecer em uma escola é justamente a instalação do baixo astral. Simplesmente porque escola é lugar de sonhar, de aprender, de conviver, de crescer, de sorrir e de amar a vida, para podermos, a partir dela, construir um projeto de vida. E isso se faz com gente que se sente viva por dentro. Afinal, não ensinamos somente o que sabemos, mas também o que somos.

São perguntas que podem nos aliviar ou nos incomodar, dependendo do que se constrói diariamente nas relações de uma instituição. Cabe ao gestor ou a gestora de uma instituição zelar para que o abandono e o descaso não acabem por fazer ruir todo um sonho depositado pelos que nela confiam.

Em sua instituição escolar, como têm sido tratadas as pessoas? Será que elas se sentem vistas, queridas, olhadas, notadas de verdade? Será que os profissionais que dedicam horas preciosas de suas vidas trabalhando para você se sentem animados quando toca o despertador? Ou este é para eles e elas o momento do martírio começar? Seus professores se sentem estimulados, inspirados? Eles são constantemente treinados e capacitados para dar o seu

O Colunista Leo fraiman Psicoterapeuta, escritor e palestrante. É autor da Metodologia OPEE, utilizada atualmente por mais de 150.000 alunos em todo o Brasil, e também do livro “Como Ensinar Bem”, pela Editora OPEE/FTD. Integrante do conselho mundial de educação para autonomia da Danone. Site: www.leofraiman.com.br

foto cedida pelo colunista

O alto custo do abandono


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Especial CRESCER 14º Congresso e 5ª Feira Educacional Texto e fotos por Rafael Pinheiro

Organizado pelo Grupo Rabbit, a edição 2018 do Congresso Crescer reuniu cerca de 3.500 congressistas de diversas regiões do país, entre gestores, mantenedores, coordenadores e diretores ávidos por conhecimentos relevantes, soluções e tendências educacionais que integrarão, posteriormente, movimentos, circuitos e adaptações positivas em cada instituição.

A

definição de gestão nos remete a um emaranhado de sensações, obrigações, tarefas e decisões. Se pvvensarmos, de maneira sucinta, a gestão engloba particularidades, motivações, diagnósticos, orientações, acompanhamentos e análises centrais para uma melhoria no espaço comum. Além de conduzir estratégias, inspirar novas soluções, valorizar as habilidades dos indivíduos e trabalhar, em conjunto, em prol do mesmo objetivo.

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A educação, inserida em um mecanismo complexo e repleto de métodos e ferramentas, demonstra uma necessidade que transcende a sala de aula, podendo, de maneira geral, afetar rotas administrativas – direta ou indiretamente. Observar e analisar todos esses caminhos, que representam uma pluralidade significativa, destaca uma preocupação crescente em preencher lacunas no sistema ensino-aprendizagem, na relação entre aluno-professor e no acompanhamento

estudantil ao longo dos anos. Tendo como ponto de partida o estímulo e a extensão do repertório de líderes educacionais, seu papel frente à administração, seu relacionamento e convivência com os professores, estratégias e caminhos escolhidos diante de problematizações, ocorreu no Expo Center Norte, localizado na região norte da capital paulista, no dia 13 de setembro, o 14º Congresso Crescer e a 5ª Feira Educacional. O evento, direcionado a mantenedores, diretores, coordenadores e gestores, foi organizado pelo Grupo Rabbit Partnership – uma holding composta por empresas voltadas ao mercado educacional com a finalidade de buscar constantemente a excelência pedagógica e andragógica. Recebendo cerca de 3.500 congressistas de diversas localidades do país, o Congresso Crescer 2018 disponibilizou uma extensa (e significativa) programação, com temas atuais abordados por 20 palestrantes, além de 26 expositores na área da Feira Educacional. Painel Espaço Bilíngue

Historiador Leandro Karnal durante palestra

EDUCAÇÃO EM CONSTRUÇÃO Construir uma gestão de qualidade é uma tarefa difícil. Refletir e redefinir as ideias e as ações que movimentam o circuito administrativo escolar é observar, de certa forma, as transformações sociais, os impactos da globalização, os efeitos produzidos pela interferência digital no ambiente escolar, assim como as competências e habilidades do século XXI contextualizadas em documentos atuais, como por exemplo na Base Nacional Comum Curricular. Nessa perspectiva, mantendo um olhar apurado em todas as problematizações atuais no campo escolar, a programação de palestras do Congresso Crescer contemplou temas instigantes, como: o lúdico na aprendizagem e as contribuições das neurociências, apresentado por Cristiane Chica (Mathema); a importância da educação financeira, por Reinaldo Domingos (DSOP); estratégias para envolver a comunidade escolar no desenvolvimento de um cidadão do século XXI, por Fernanda FuAugusto Cury, da Escola da Inteligência


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18 Reinaldo Domingos, da DSOP Educação Financeira

Wagner Cipriano, da FTD Educação

ria (Editora Moderna); habilidades socioemocionais, por Caio Bianco (Programa Liv); e desafios da gestão atual, por Diego Moreira (FTD Educação). No período vespertino de apresentações, Wagner Cipriano (FTD Educação) abordou a formação de equipes e liderança; Wania Burmester (Mackenzie Educacional) falou sobre inclusão escolar; e Célio Müller (Müller Martin Advogados) abordou os conflitos escola/família e o excesso de exigência dos pais e seus reflexos legais. Recorde de público, com aproximadamente 760 participantes, a palestra do historiador Leandro Karnal, com o tema “O impacto das novas mídias nas relações humanas e nos negócios”, demonstrou o quanto a interferência das mídias (e redes) sociais alteraram as relações pessoais e profissionais desconstruindo a barreira de público/privado, ou seja, o Facebook e o próprio Instagram colocaram um fim na ideia de intimidade, já que “viver é compartilhar”. Outra apresentação com um volume alto de participantes foi do escritor e psiquiatra Augusto Cury (criador do

Programa da Inteligência), que destacou de produtos e serviços estavam à dispouma das principais chaves de seu estu- sição dos gestores educacionais para do: a gestão da emoção e a formação de aderir e implantar em suas instituições. mentes emocionalmente saudáveis. Destacamos: Metadil, BrinQI, Mackenzie Nessa edição, em especial, além das Educacional, Editora Moderna, QI Solupalestras ocorreram dois painéis: uma tion, Argus Studio, Porto Seguro, Styllo, mesa redonda composta por André Alípio (Global Teaching Practice), Samuel Gama Feira educacional (Centro Britânico) e Fernando Ferreira (2 Ways Programa Bilíngue) explorando o programa bilíngue, sua implantação e benefícios; e o painel “Espaço Líderes” com Antônio Rios (Superintendente FTD Educação), Giovanni Peduto (Somos Educação), Antonia Mendes (Eleva Plataforma de Ensino), Christian Coelho (Grupo Rabbit) e Maria Ignez (Mathema). FEIRA EDUCACIONAL Além do ciclo de 12 palestras e dos paineis, que ocorreram ao longo do dia, esta edição do evento contou com a 5ª edição da Feira Educacional, tendo diversos expositores apresentando soluções e novidades para as escolas. Dentre os diversos estandes espalhados pelo espaço do Expo Center Norte, um leque

Impacto Saúde, Mathema, Estante Mágica, Escola da Inteligência, FTD Educação, Eleva, DSOP Educação Financeira, SAE+ digital, LIV – Laboratório de Inteligência de Vida, Conhecer, entre outros.

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SAIBA MAIS Com 20 anos de experiência, a Rabbit Educação destaca-se por ser o maior grupo especializado no mercado educacional com mais de 1.500 instituições de ensino associadas e por ser a única que introduz serviços integrados de gestão, coaching, marketing, pesquisa, vendas, internet, recursos humanos, atendimento e propaganda.

Alex Santos e Paula de Pierro, diretores da revista Direcional Escolas, ao lado de Christian Coelho, CEO do Grupo Rabbit

CRESCER (14º Congresso e 5ª Feira Educacional) rabbit@rabbitmkt.com.br http://www.rabbitmkt.com.br


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Imagem: Element5

Dica: acessórios

A

Compra de produtos

organização de cada instituição de ensino é composta, sobretudo, por um denso planejamento. Assim, podemos localizar em cada escola – seja ela de educação infantil, fundamental ou ensino médio – uma estruturação minuciosa em todos os departamentos e, principalmente, os setores administrativos que trabalham em prol do bem-estar, do cuidado, da segurança e de todas as características positivas embutidas no âmbito educacional. Estreitando o olhar sobre alguns processos administrativos, a área de compras de uma escola, bem como a análise de fornecedores, controle de estoque e aquisição de acessórios (que cercam todos os segmentos, desde produtos de limpeza e papelaria a adornos e itens para festividades) reflete um planejamento preciso.

“Para analisarmos a qualidade, é interessante pedir amostras para novos fornecedores, assim podemos verificar a qualidade do produto, caso seja melhor e o preço for justo, podemos fazer a troca de fornecedor”, conta o analista de compras, que complementa: “O ideal é ter fornecedores parceiros. Sempre cotamos com três empresas diferentes, mas em casos urgentes, quando se tem uma empresa parceira, a demanda pode ser atendida nestes momentos extremos”. De acordo com Alex, para eventos proporcionados pelo colégio, além de passeios, apresentações e festas, a dica é antecipar as compras dos produtos de cada setor, evitando aquisições urgentes “onde acaba pagando um valor maior e, nem sempre, a qualidade é a ideal”. (RP)

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GUIA DE FORNECEDORES Alex Diniz, analista de compras do Colégio Agostiniano São José, que possui três unidades na capital paulista, diz que a instituição, atualmente, conta com mais de 3.000 alunos e 300 funcionários ativos. “Para isso, é necessário todo um planejamento de compras. Os produtos de limpeza, por exemplo, há um controle de estoque e são comprados mensalmente. As quantidades variam de acordo com a programação do colégio, em época de eventos, já nos antecipamos e compramos as quantidades extras necessárias”. A busca de fornecedores pelo colégio, conta Alex, é via internet e revistas do setor. É importante sempre ter um portfólio de um novo fornecedor. A burocracia, às vezes, acaba impedindo a compra, já que não são todas as empresas que disponibilizam amostras para a análise dos produtos, o que acaba, de certa forma, dificultando a aquisição.

No portal da Direcional Escolas, disponibilizamos um guia completo para gestores e gestoras com o intuito de auxiliar a busca de empresas que oferecem produtos/ serviços para diversas áreas das instituições escolares, como: acessórios e equipamentos, esporte e lazer, playground, mobiliário, tecnologia, eventos, construção e reforma, segurança, passeios, entre outros. Nessa ferramenta dinâmica facilitamos o cotidiano do/a diretor/a, ajudando na escolha de seus serviços e produtos com total segurança, promovendo uma conexão entre escolas e fornecedores. Acesse: https://direcionalescolas.com.br/ fornecedores/

SAIBA MAIS Alex Diniz col@casj.com.br


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Dica: Quadras Poliesportivas

Imagem: Chuttersnap

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Amplos espaços e múltiplas atividades

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rotina escolar é permeada por uma lista extensa de atividades e programações pedagógicas. Nela, são trabalhadas diversas disciplinas e estudos transversais, tanto teórica como prática. E, nesse panorama, localizamos um momento de diversão, entrosamento, socialização e desenvolvimento entre os estudantes: a prática esportiva. As atividades físicas – que compõem diferentes modalidades esportivas – ressaltam trocas lúdicas e se desdobram no período de lazer.

zam a quadra poliesportiva – verificar se o tamanho da quadra atende a demanda da escola; o cuidado em guardar os materiais mais pesados (ou que oferecem riscos) ou fixa-los para evitar quedas; além de boa sinalização; e cuidado com as partes metálicas cortantes e que enferrujam. “A construção deve estar próxima o suficiente das salas de aula, para que a locomoção dos estudantes não tome muito tempo da aula. É preciso ter cuidado, também, com a temperatura e circulação de ar, pois esses espaços tendem a ficar muito quentes”.

Nas quadras poliesportivas, então, são alocadas as atividades físicas que acabam gerando experiências significativas e positivas no que tangem o desenvolvimento de cada aluno e aluna, além de contribuir para o fomento do entretenimento em áreas amplas. Nesse sentido, “estes espaços proporcionam, além das próprias atividades físicas, a possibilidade da realização de uma infinidade de outros eventos das diversas áreas presentes nas escolas”, diz Augusto Dutra Barreto, coordenador de Educação Física e Esportes do Colégio Renascença (SP).

“Os pisos mais utilizados são o concreto pintado, madeira e piso aglomerado esportivo. Os acessórios são infinitos, pois hoje se pensa nas quadras como espaços para multi eventos, então as possibilidades são muitas: sistema de som, projetores luzes especiais, palcos e etc.”, complementa Augusto.

Para equipar uma quadra poliesportiva é necessário observar atentamente alguns critérios, como segurança dos usuários, regras de utilização para toda a comunidade escolar, posição geográfica do terreno, cobertura e pinturas específicas, manutenção planejada, estrutura acessível para pessoas com deficiência física/motora, iluminação adequada, banheiros e pontos de hidratação, entre outros. O coordenador Augusto complementa com algumas características que devem ser analisadas minuciosamente com o intuito de preservar o bem-estar e a segurança de todos e todas que utili-

Com relação a reformas, diz o coordenador, pode ser anual e, dependendo do tipo de piso instalado, pode se estender por mais tempo, já que os pisos em madeira geralmente precisam de manutenção a cada dois anos. A ausência de manutenção nos equipamentos das quadras poliesportivas pode ocasionar acidentes em diversos níveis de gravidade. Assim, o período de manutenção (e limpeza especial) aliado a observação frequente e criteriosa (com regras, cuidados e manuais para a utilização) do espaço garantem segurança para os estudantes e prevenção de possíveis acidentes. (RP)

SAIBA MAIS Augusto Dutra Barreto augusto.j@renascenca.br


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Imagem: Wolfgang Frick

Dica: Toldos e Coberturas

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Proteção, conforto e segurança

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estrutura escolar, tanto interna como externa, é essencial para garantir o conforto dos alunos, professores e funcionários da instituição. Dessa forma, observando todas as características que compõem uma escola, a sensação de bem-estar, o conforto e a segurança são fatores essenciais, que devem ser observados e ressaltados para o melhor aproveitamento de todos e todas que transitam diariamente pela instituição.

fecha automaticamente em caso de ventos fortes”, completa Rafaella.

Os tradicionais toldos e coberturas nas áreas externas, especificamente, garantem uma proteção especial para os dias chuvosos, são ideais para corredores de acesso, entradas, cobertura para quadra poliesportiva, além de proporcionar uma estética diferenciada para o colégio.

No que tange a escolha de materiais, algumas observações devem ser consideradas para a melhor implantação e utilização no espaço. De acordo com Rafaella, o ideal é buscar por estruturas em alumínio, pois garantem uma excelente durabilidade e resistência a intempéries. “Essa estrutura pode ser pintada em diversas cores, utilizamos pinturas eletrostática e também poliuretânica. Também é importante observar a qualidade do material da cobertura. O ideal é optar por tecidos que proporcionem um agradável condicionamento térmico e que possuem UV em sua composição para prolongar a sua vida útil, além de garantir alta estabilidade de cor”.

“O toldo apropriado para área escolar é aquele que atende as necessidades do espaço físico. Existem diversos modelos que podem ser aplicados em escolas, o importante é entender o objetivo e a demanda para assim identificar o modelo mais recomendado”, diz Rafaella Moretti, relações públicas de uma empresa tradicional especializada em produtos para áreas externas.

Com relação a preservação e manutenção dos equipamentos, a escolha do material pode auxiliar nesse processo, como por exemplo os tecidos 100% acrílicos tintos em massa garantem proteção da água e da ação do sol. Já a limpeza, a dica é lavar os toldos quando estiver sombra, com água e sabão neutro (detergente neutro/sabão de coco) duas vezes ao ano no período de férias escolares.

Disponibilizar equipamentos nos ambientes institucionais e adaptá-los ao padrão visual do colégio, conforto para estudantes e funcionários, materiais resistentes e produtos de qualidade são características marcantes que devem ser notadas. “É importante identificar se o toldo deve ser fixo, ou seja, que não recolhe em nenhum momento, ou se ele deve ser articulado, que possuem ‘braços’ e podem ser recolhidos. Também existe a opção de colocarmos um sensor de vento, que

Para o/a gestor/a escolar que pretende inserir toldos e coberturas na instituição, Rafaella ressalta: “A colocação desse tipo de cobertura em escolas é viável. Além da utilidade, a questão estética é muito valorizada e atraente para aqueles que desfrutam do ambiente”. (RP)

SAIBA MAIS Rafaella Moretti rafaellamoretti@gmail.com


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fique de olho: Uniformes. Atualmente, diversos modelos de uniformes são adotados por boa parte das instituições de ensino, tanto para as crianças, como para os adolescentes. Garantindo praticidade, as vestimentas contribuem para o desenvolvimento psicossocial dos estudantes (com um sentimento de pertencimento ao grupo), além de reforçar a identidade do colégio em emblemas, logos e conjunto de cores. Nesse especial do Fique de Olho, apresentamos duas empresas – Aquilae Confecção e Do It Uniforme – que destacam, em suas particularidades, atendimento personalizado, peças com um desenvolvimento primoroso, detalhes bem produzidos e uma preocupação com o conforto de todos os estudantes. Confira: A Aquilae Confecção iniciou suas atividades em 2012 pelo sócio idealizador Sergio de Castro Pimenta – que, até então, atuava no ramo gráfico com formulários e agendas escolares – e através de um diálogo com seus clientes, percebeu a necessidade de um trabalho de forma holística. Assim, a partir de uma peça piloto, buscou referências, qualidade na modelagem, nos tecidos, nos aviamentos e costuras de todo uniforme desenvolvido. “Produzimos peças com caimento perfeito, agasalho dupla face, bordados, produção própria, além de agilidade e eficiência na entrega”, comenta Sergio Pimenta.

no pagamento. “Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas promoções, que incluem impressos e envelopes personalizados grátis, dependendo das condições do pedido”, ressalta Sergio Pimenta.

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Com uma trajetória de 30 anos no segmento de vestuário, a Do It Uniforme prioriza, em seus produtos, acabamentos bem definidos, qualidade e uma constante preocupação com os detalhes das peças. “Com a nossa longa experiência, vimos que o contato de forma rápida quando somos solicitados pelos nossos clientes fazem toda a diferença, eles se sentem acolhidos”, diz a diretora da empresa, PaDisponibilizando peças, como camisetas, tricia Iumatti Lopes Ruas. shorts, bermudas, saias e agasalhos, a empresa trabalha com tecidos da mais alta A Do It Uniforme, conta Patricia, é uma qualidade, além de oferecer facilidades empresa familiar e tem como sócios – e

grandes parceiros – mãe e filho, que priorizam a qualidade dos tecidos, além do capricho no desenvolvimento de cada uniforme. “Por ser uma empresa familiar, tudo é cuidado e conferido pessoalmente, com análise minuciosa, além do rigor com o prazo de entrega e todo o suporte necessário no pós-venda”.

SAIBA MAIS AQUILAE CONFECÇÃO (11) 4308.5981 / (11) 98622.6739 aquilaeconfeccao@gmail.com www.aquilaeconfeccao.com.br DO IT UNIFORME (11) 2991.5686 / (11) 95059.4633 doituniforme@uol.com.br www.doituniforme.com.br


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Alambrados e Quadras, Alimentação, Bebedouros, Brindes


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AnĂŠis de Formatura , Assessoria Esportiva, Elevadores (acessibilidade), Fachadas e Letreiros


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Fachadas e Letreiros, Mรณveis, Pinturas Especiais


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Playgrounds

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Pisos para Berçario, Produtos de Limpeza, Protetor de Coluna, Reforma (Manutenção Predial)


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Grama Sintética, Sistemas de segurança (telefonia, alarme), Terceirização de Serviços (Limpeza Escolar)


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Quadras Poliesportivas, Toldos e Coberturas, Uniformes


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Edição 142- Outubro/18  
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