Edição nº 150 A Revista do Gestor Escolar
ano 15 | Agosto 2019 www.direcionalescolas.com.br
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Nesta Edição: 08 10
14 Coluna - Vanessa Chaib Gestão na educação e na saúde
Coluna - Marco Giroto BNCC, cultura digital e o ensino de ciência da computação como disciplina obrigatória
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Coluna - Celso Antunes
Conversa com o Gestor High School e a educação internacional: aprendizado local em contexto global
Dica: Comunicação Visual Identidade visual
Dica: Laboratório Aprendizagem significativa
As inteligências e a criatividade infantil
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Dica: Enem e Vestibular Formação integral
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Editorial Educação Internacional
Dessa forma, o domínio de outro idioma mostra-se tão importante quanto a formação acadêmica. Além de atender objetivos profissionais e de tornar a pessoa mais competitiva no mercado, falar outra língua com fluência é uma boa maneira de interagir com outras culturas ao redor do mundo. De acordo com as pesquisas realizadas pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), em 2018, o país teve um crescimento de 20,46% em educação internacional, totalizando cerca de 365 mil intercambistas brasileiros em diversas partes do mundo. Os destinos são os mais diversos possíveis. E, com as infinitas possibilidades de lugares para conhecer, quem lidera o ranking da pesquisa, pela 13ª vez consecutiva, é o Canadá – conhecido por sua hospitalidade, beleza, preocupação ambiental e qualificação educacional. Segundo dados da Belta, os programas realizados pelos jovens são, em grande maioria, cursos de idioma (48,7%), de férias (20,5%) e high school (20,5%) – onde o adolescente tem a oportunidade de viver um período do Ensino Médio em terras estrangeiras. Além da qualificação educacional, os jovens também desenvolvem habilidades de comunicação, empatia, responsabilidade e ampliação do repertório cultural.
Nessa edição impressa de nº 150 da Direcional Escolas de agosto, que marca o início do segundo semestre estudantil, trouxemos um especial sobre educação internacional – demonstrando, sobretudo, o aumento de escolas que oferecem o programa high school em suas próprias unidades. A partir desses programas, há um incentivo por uma educação bilíngue, certificação internacional, ampliação cultural, além de propiciar experiências peculiares aos estudantes. Boa leitura!
Rafael Pinheiro
Jornalista Responsável
ERRATA: Na edição impressa de nº 149 (Junho/Julho) erramos a data de falecimento do educador/pensador Paulo Freire citada na página 03. O ano de falecimento de Freire é 1997, e não 1977, como publicamos.
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A atualidade é guiada, especialmente, por fenômenos potentes da globalização. Economia, política, mercado de trabalho, profissões e o âmbito educacional dialogam, cada vez mais, em correntes globais – com diversidades culturais, referências plurais e experiências que transcendem espaços físicos e constroem pontes inimagináveis.
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EXPEDIENTE Diretores Alex Santos & Paula De Pierro Público Diretores e Compradores
A Revista do Gestor Escolar
Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho e Dezembro / Janeiro
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Gestão na educação e na saúde
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os anos 90, recém-formada e jovem idealista, ingressei na carreira pública na área de saúde de uma Prefeitura no Estado de Minas Gerais, cujo número de habitantes não ultrapassava 80 mil vidas. Ingressei em uma empresa corporativa no mesmo ano. Deveria atender como dentista crianças de uma população carente e, no outro, uma população de abastados.
Meu interesse pela interlocução saúde/ educação começou aí. Como eu poderia ensinar saúde bucal para essas crianças que não tinham ao menos chinelos para chegar à escola, infestadas de piolhos, com unhas enormes e sem banho? Crianças que iam à escola somente para merendar a sua única refeição do dia e que passavam metade dos horários fora das salas de aula por falta de condição psicofísica. O professor, além de inalar o pó de giz, continuava de costas para o nada.
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Do outro lado, no convívio com as famílias abastadas, eu enxergava pais e crianças abusivos, cruéis em casa e em seu ambiente escolar. Nesse caos, os pais exigiam da escola limites que não conseguiam impor a seus filhos. Os anos se passaram, começamos a falar de inclusão, conflitos, envolvimento dos pais, qualidade na educação, família e comunidade, e as duas escolas se igualaram em relação a falta de aprendizado e a saúde mental dos “stakeholders”. Nesse contexto cruel do momento no Brasil, é impossível não falarmos em reformas, em um processo de inovação! Faz-se necessário uma comunicação horizontal, com a participação ativa dos professores, pais e comunidade. E como podemos trazer tantas responsabilidades, inovações e colaboração?
Aqui, começo a introduzir os termos compliance e governança. Sim, também para as áreas de saúde e educação, até então intocadas, porque vender saúde e educação causa melindres.
Ou a empresa tem e demonstra credibilidade – ou não tem. Simples assim.
Compliance e governança são metodologias utilizadas para qualquer empresa.
Em um momento em que todos nós, da área de saúde e educação, nos preocupamos em permanecer no mercado, é de se esperar que pessoas queiram comprar, portanto, precisamos ter o que ofertar.
Governança pode ser definida como um sistema usado pelas organizações para gerir, monitorar e motivá-las a atingir seus objetivos.
Sim, criar modelos novos e inovadores? Sim, utilizar BNCC na íntegra? E os riscos? Riscos esses que existem há vários anos, mas só agora estão pesando.
Compliance, em sentido mais objetivo, é o dever que toda empresa tem de cumprir as leis, determinações da fiscalização, órgãos regulatórios, agências governamentais e, principalmente, diretrizes internas determinadas pela governança.
O Banco Mundial afirma que o país gasta 62% a mais na educação e este excesso é explicado pela ineficiência! Precisamos resgatar a credibilidade das instituições. Precisamos resgatar a ética, a moral, os códigos de conduta, as normas, os projetos.
Podemos falar, então, da gestão escolar, cujo objetivo é introduzir fluxos e estratégias para ampliar a eficácia dos processos, obtendo, assim, resultados exemplares. Aqui se faz necessário uma conceituação entre gestão pedagógica e administrativa da escola que necessitam, nesse processo de governança, de lideranças por competências.
Necessitamos evitar e coibir sempre as práticas do triângulo de fraude de Donald Cressey.
Podemos, atualmente, identificar metacompetências que definem os atributos de liderança. São elas: Capacidade mental, inteligência emocional, conhecimentos técnicos e do negócio, crescimento (desenvolvimento pessoal), ego saudável, dar a direção, influenciar pessoas e fazer com que as coisas aconteçam.
Mudar uma CULTURA exige presença, mãos de ferro e ambiente harmônico.
Um ótimo líder, com todas essas características acima, faz com que minha empresa decole? Tenha credibilidade? A resposta é não. É preciso mais. Alguns podem dizer que medir credibilidade na venda de serviços é pessoal. Sem chance!
Precisamos ter maturidade organizacional, integridade, caráter, identificação de riscos, implantação de políticas e procedimentos, comunicação, monitoramento e treinamento, treinamento e treinamento.
Vamos nessa?
A Colunista Gestão da área de saúde e seguros. Governança, compliance, negócios e MKT. Master of Business Administration (MBA) – Gestão de planos de saúde. Pós-graduação em gestão e Auditoria em saúde pública e suplementar. Coordenadora e Professora do Curso de Pós-Graduação de Gestão e Auditoria em Saúde Pública/ Suplementar –ABOMG. Diretora de relações institucionais e governamentais da Associação Brasileira de Odontologia do Trabalho
foto cedida pela colunista
COLUNA / VANESSA chaib
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COLUNA / MARCO GIROTO
de Ciência da Computação como disciplina obrigatória
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m 1967, Papert criou a linguagem de programação LOGO, com a qual a criança ensinava uma tartaruga a desenhar algo por meio de comandos, adotada em diversas escolas no Brasil e no mundo. Na década de 90, a simpática tartaruga desapareceu das escolas em função da popularização das interfaces gráficas, dos editores de imagens e dos programas multimídia.
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Atualmente, com a tecnologia dominando e controlando todo nosso cotidiano, e com a ascensão de softwares cada vez mais intuitivos que não dependem mais de cursos especializados para aprender a operar, bem como a escassez de mão de obra qualificada no mercado de tecnologia, surgiu novamente a necessidade de ensinar Ciência da Computação nas escolas de ensino Infantil, Fundamental e Médio. Em 2012, com o projeto ProgeTiger, a Estônia foi o primeiro país a adotar a disciplina de Ciência da Computação como obrigatória para alunos a partir dos 7 anos. Hoje, esse país tem um forte ensino com base tecnológica, fazendo com que seja referência em tecnologia no mundo. Lembrando que a Estônia é uma das primeiras colocadas no ranking do PISA – assim como Finlândia, Japão e Singapura – e todos esses países estão adotando o ensino de tecnologia por meio do ensino de Ciência da Computação e metodologias inovadoras como o ensino híbrido.
Agora, diversos países de Primeiro Mundo, seguidos principalmente pelo Reino Unido, estão criando políticas públicas para inserir a disciplina de Ciência da Computação na grade do ensino básico. Em menos de dez anos, teremos todas as escolas do mundo ensinando esta importante disciplina, assim como ensinam Matemática e Ciências.
sendo o sistema de ensino mais completo do mundo neste segmento. E engana-se quem supõe que aprender computação serve somente para ter mais facilidade com o mundo da tecnologia ou seguir carreira na área. A disciplina de Ciência da Computação trabalha diversas habilidades, entre elas: criatividade, curiosidade, raciocínio lógico, resolução de problemas complexos, criticidade, reflexão, interpretação, pensamento sistêmico e computacional, foco e concentração, autodidatismo, interação, entre outros.
No Brasil, vemos os primeiros passos desta tendência presentes na BNCC (Base Nacional Curricular Comum), baseada em padrões internacionais, como o framework da CSTA (Computer Science Teachers Association), para criar a competência de Cultura Digital. Em sua terceira versão, mais madura e melhor estruturada, podemos dizer que agora as coisas começarão a fluir mais rapidamente. Com a competência Cultura Digital, na qual há um significativo aumento da aprendizagem de computação pelos alunos, verificam-se aprendizagens de linguagens de programação, escrita e desenvolvimento de algoritmos, análise de dados, utilização de classes, métodos, funções e parâmetros para dividir e resolver problemas, sendo a maioria desses inseridos dentro dos componentes curriculares de Matemática e Ciências.
O Colunista
E a melhor notícia é que as escolas do mundo todo podem adotar a disciplina de Ciência da Computação, tendo como base o ensino híbrido, usando a plataforma CS Plus, que engloba não somente a BNCC, mas também o framework da CSTA,
Marco Giroto é fundador da SuperGeeks, primeira escola de Ciência da Computação para crianças e adolescentes do Brasil e uma das primeiras do mundo com mais de 60 unidades em operação e atendendo mais de 100 colégios pelo Brasil. Também é fundador da CS Plus, startup norte-americana que está levando para a grade curricular de colégios de todo o mundo a disciplina de Ciência da Computação.
A pergunta que fica, agora, não é SE a sua escola irá adotar Ciência da Computação como disciplina obrigatória, mas QUANDO. Afinal, segundo especialistas do mundo todo, aprender a programar no século XXI é tão importante quanto aprender a ler e escrever foram no século XX.
foto cedida pelo colunista
BNCC, Cultura Digital e o ensino
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COLUNA / celso antunes
CRIATIVIDADE INFANTIL
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inteligência, nos humanos, é a faculdade de entender e de compreender – por isso, é juízo, discernimento, capacidade de sobreviver e, eventualmente, de fazer amigos. Constitui um potencial ao mesmo tempo biológico e psicológico, não especificamente humano, mas que em seres humanos assumiu uma fantástica dimensão, nos atribuindo uma identidade, enquanto espécie animal. É, assim, uma capacidade que serve para criar ideias ou produtos considerados válidos.
A inteligência humana está nas obras de Aleijadinho, na estátua da Liberdade, mas também está, e infelizmente, nos atos de terrorismo, na violação de Direitos Humanos ou no horror e massacre das bombas atômicas. Inteligência, enfim, é a faculdade de entender e de compreender, por isso é juízo, discernimento, capacidade de sobreviver e de fazer amigos. Constitui um potencial biopsicológico não especificamente humano, mas que em seres humanos assume a dimensão que nos dá identidade.
É a nossa inteligência que permite dar sentido as coisas que vemos, a vida que temos e que nos leva a uma conversa interior, aos resgates de “arquivos” da memória, capacidade de raciocínio, criação de objetivos e de inventar saídas quando parece não existir indícios de sua existência. Assim, inteligência é saber pensar, possuir vontade para fazê-lo, criar e usar símbolos, acionar a memória e a atenção e dar asas à nossa linguagem.
Inteligência é saber pensar, possuir vontade para fazê-lo, criar e usar símbolos, acionar a memória e a atenção, dar asas à linguagem, incendiar a motivação e graças a esses atributos realizar conquistas extraordinárias, fazendo surgir o mito, a linguagem, a arte e a ciência. Inteligência é como a mãe da criatividade infantil, e descobrir que é estimulável outorga-nos o direito de nos fazer acreditar em um mundo melhor. Por muitos anos se acreditou que cada ser humano era portador de uma única inteligência e, portanto, singular. Atualmente, com a evolução da Neurociência, acreditamos que a pessoa humana – qualquer pessoa – abriga em sua mente diversas inteligências.
Nos permite incendiar a motivação interior e, graças a esses atributos, realizar conquistas extraordinárias, fazendo surgir o mito, a linguagem, a arte, a ciência e, entre elas, a neurociência. Somos quem somos porque lembramo-nos das coisas que nos são próprios e nos emocionam, e a inteligência faz com que cada ser humano seja um ser verdadeiramente único, saiba o que é e quem é.
Por isso não mais se proclama “estímulo à inteligência”, mas serenamente estímulos às inteligências. As inteligências que todos carregamos em nossa mente depende da carga hereditária que rece-
bemos e que com a evolução da espécie esculpimos, mas depende bem mais do ambiente que crescemos, dos modelos com quem a vida nos proporciona interagir e de programas de estímulos. A inteligência, assim, não pode ser “ensinada” como se ensina, por exemplo, “O descobrimento do Brasil” ou operações aritméticas, mas pode ser estimulada através de desafios congruentes, proposição de problemas e oferta de alternativas para buscar saídas. A inteligência humana, ao longo de nossa evolução, criou mitos, arte e ciência, e em sua base está a verdade, a beleza e a bondade que dignifica o homem. Mas, se a inteligência humana é tudo, diante da Inteligência Artificial, criada pelo Homem, parece ser “quase nada”. Qual sua opinião a respeito?
O Colunista Celso Antunes tem bacharelado e licenciatura em Geografia. É mestre em Ciências Humanas pela USP e é considerado um grande formador de opinião no mundo da educação. Tem mais de 280 publicações e suas obras foram traduzidas pra mais de seis países. Celso Antunes também ministra palestras em diversos países como Argentina, Uruguai, Peru, México, entre outros. EMAIL: celso@celsoantunes.com.br
foto cedida pelo colunista
AS INTELIGÊNCIAS E A
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CONVERSA COM O GESTOR High School e a Educação Internacional: Aprendizado Local em Contexto Global Por Rafael Pinheiro / Fotos Divulgação
“Seja um ensino bilíngue ou um High School, o que é relevante é a qualidade da oferta. Independentemente do que se propõe como modelo, o importante é saber para que nível o aluno será levado em termos de amplitude e profundidade de conhecimento e competência, e em como isso vai contribuir para o desenvolvimento integral desse aluno. Além disso, qualquer atividade de alta qualidade que é desenvolvida em um segundo idioma demanda ainda mais, cognitivamente, do aluno, oferecendo a possibilidade deste estudante se desenvolver ainda mais”, destacam as especialistas Vanessa Tenório e Fátima Tenório
O
conceito de globalização adentrou espaços sociais, culturais, econômicos e, por consequência, educacionais. A constante (r)evolução da educação na atualidade instaura novos olhares aos programas pedagógicos, alimentando, assim, a inserção de línguas e culturas estrangeiras com o intuito de ampliar o repertório de cada estudante, bem como a aproximação com as realidades (e necessidades) em contextos globais.
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Nessa perspectiva, o estímulo a uma segunda língua aponta dimensões incalculáveis para a educação com um crescimento notável, tanto na área linguística como nos aspectos pessoais e culturais. Além, é claro, de enriquecer aspectos profissionais e possíveis oportunidades em cursar uma graduação no exterior. E podemos localizar, em diversas escolas, algumas modalidades de inclusão de uma segunda língua no cronograma curricular. Dentre os principais modelos e oportunidades de ensino bilíngue, destacamos a emergência do High School – programa voltado, especificamente, para o Ensino Médio. “O High School oferece uma possibilidade ao aluno de ter uma certificação dupla de Ensino Médio, em sua língua materna e uma língua estrangeira. As aulas do programa são dadas em inglês por professores que podem ou não ser nativos, mas que sejam fluentes em inglês e
especialistas naquela determinada disciplina”, definem Vanessa Tenório e Fátima Tenório especialistas em educação bilíngue. De acordo com as especialistas, há algumas especificidades que podem ser ressaltadas no programa High School como, por exemplo, a alta complexidade do conteúdo, já que o programa se encontra em um nível linguístico elevado. “Em um nível de High School, a complexidade do conteúdo é mais alta, o nível de complexidade da língua, por consequência, é mais alto. Então, o aluno deve ter esse nível linguístico minimamente intermediário para avançado”. Mas, com o programa no Ensino Médio, “o aluno pode, de fato, ter uma sofisticação, especialmente na escrita, em diferentes gêneros textuais”, completam. Tendo a educação internacional como um propósito de extrema importância, trouxemos, neste especial, algumas instituições de ensino que oferecem, no interior de seus currículos, algumas modalidades de High School – tanto programas de dupla certificação como, também, escolas que disponibilizam uma certificação internacional através do programa IB Diploma. IB DIPLOMA O IB Diploma faz parte dos programas criados pela fundação suíça International Baccalaureate e possibilita que jovens de 16 a 19 anos tenham qualificação in-
Vanessa e Fátima Tenório ternacional, reconhecida por universidades de cerca de 140 países. O diferencial do IB Diploma é propiciar aos jovens uma formação mais ampla e focada no desenvolvimento do pensamento crítico, além de preparar o aluno para entrar em uma universidade de primeira linha do país ou em várias partes do mundo. Desde 2010 a unidade Verbo Divino (SP) da Escola Bilíngue Pueri Domus integra a rede de instituições de ensino no Brasil que recebeu a acreditação e, recentemente, as unidades Itaim e Aldeia da Serra também passaram a fazer parte deste seleto grupo. “Ao frequentar as aulas do programa, os estudantes tornam-se mais questionadores e passam a enxergar problemas de diferentes perspectivas, ou seja, desenvolvem habilidades cada vez mais exigidas pelo mercado do trabalho”, explica o Diretor da unidade Verbo Divino, Deivis Pothin. São dez as disciplinas que compõem o IB Diploma na Escola Bilíngue Pueri Domus: Português, Linguagem & Literatura, English, Business Management (Gerenciamento de Negócios), Environmental Systems and Society (Sistemas Ambientais & Sociedades), Math (Matemática) e Brazilian Social Studies (Estudos Sociais Brasileiros), Theory of Knowledge – TOK (Teoria do Conhecimento), Extended Essay – EE (Monografia) e Creativity, Activity and Service – CAS (Criatividade, Atividade e Serviço). Desta
forma,
o
currículo
educacional
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“O grande diferencial do Colégio Positivo Internacional é o fato de ser certificado pelo órgão IB. Esse é o melhor selo de qualidade de ensino do mundo. Desenvolvemos jovens questionadores, informados e empáticos que ajudam a criar um mundo melhor e mais pacífico por meio da compreensão e respeito intercultural”, destaca o diretor.
O Colégio Positivo Internacional (PR) oferece o IB Diploma aos estudantes proposto pelo IB Diploma (ou IB Diploma Programme) oferece uma qualificação plural, multidisciplinar e que abarca habilidades e competências acadêmicas que são fundamentais para a contemporaneidade, sobretudo no que tange a admissão nas universidades e sucesso acadêmico, além de propiciar uma imersão em alguns tópicos com maior densidade.
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Para Pedro Silva Oliveira, Diretor do Colégio Positivo Internacional (PR), existe, cada vez mais, uma busca por propostas pedagógicas de valor que não só desenvolvam os jovens no âmbito acadêmico, mas que também abram as portas das universidades do mundo inteiro.
Com uma estrutura curricular em período integral, os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I têm aulas de Português e em Inglês em períodos distintos no dia. Já no Ensino Fundamental II e Ensino Médio as aulas são intercaladas e a carga de inglês geral supera os 60%. O colégio também possui várias parcerias com universidades nos EUA, Canadá, Alemanha, Inglaterra, Itália, Espanha, Japão e Austrália. “As parcerias divergem entre universidades e abordam aspectos como bolsas de estudo, ingresso direto ou oferta de intercâmbio”, completa. FORMAÇÃO INTERNACIONAL “De um modo geral, vemos uma geração de alunos cada vez mais globalizados com grande potencial para ingresso em universidades internacionais renomadas.
O programa de High School com a assessoria adequada é o que faz a diferença na aprovação desses alunos nos processos seletivos das faculdades estrangeiras”, diz Nigel Winnard, Diretor da Escola Americana do Rio de Janeiro (EARJ). A instituição, reconhecida como referência em educação internacional na cidade e que oferece o IB Diploma aos concluintes do High School desde 1982, reúne, atualmente, alunos de mais de 30 nacionalidades diferentes e professores vindos de diversas partes do mundo, sendo um reflexo da diversidade mundial. Desde cedo, conta Winnard, os alunos recebem uma espécie de orientação acadêmica para decidirem junto com os pais e a escola para qual universidade – do mundo – vão seguir ao concluir o High School. “Nessa orientação, são levados em conta a carreira escolhida e a compatibilidade do perfil do estudante e da universidade. Depois de tudo isso, ele precisa passar pelo processo de Application e ser aceito. Apenas 2% optam por universidades brasileiras. Esse suporte oferecido pela escola é fundamental para os alunos que desejam cursar o ensino superior no exterior, além da preparação que começa no início da vida
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IMERSÃO NO SEGUNDO IDIOMA
Nigel Winnard, Diretor da Escola Americana do Rio de Janeiro (EARJ) escolar e une aluno, escola e famílias”, explica o diretor da EARJ. A tradição de aprovação dos alunos é refletida, especialmente, em universidades estrangeiras. Em 2019, os 45 alunos que concluíram o High School obtiveram 183 aprovações em 130 faculdades dos Estados Unidos, Canadá, Europa e México. Desse montante, 42 foram com bolsas de estudos, que somam $2.239.350,00 dólares americanos. Entre os destaques, conta o diretor, estão universidades inovadoras como Nor-
Fundado em 1954 e localizado no bairro do Morumbi (SP), o Colégio Franciscano Pio XII possui, entre outros projetos, o High School – nesse programa, os estudantes cursam disciplinas oficiais do currículo americano com imersão no inglês, paralelamente às disciplinas do currículo brasileiro. “O programa é opcional e tem por objetivo ensinar o domínio do idioma ao estudante para que ele transite na língua inglesa de forma natural e que o familiarize com os processos globais de economia e sociedade”, diz Heloisa Helena Parciasepe, Coordenadora do High School do Colégio Franciscano Pio XII. O programa, que prevê o mínimo de 600 horas-aula durante o período de três anos, tem início no 9º ano do Ensino Fundamental e termina no 2º ano do Ensino Médio, seguin-
do a mesma estrutura do ensino americano. Além das disciplinas brasileiras no horário oficial do colégio, os alunos cursam no período da tarde, duas vezes por semana, as disciplinas do currículo americano. O processo de seleção para os alunos que pre tendem ingressar no programa High School é iniciado no oitavo ano e, durante o processo, a instituição realiza pequenos simulados e uma prova de aptidão. Segundo a coordenadora, é necessário ter fluência no inglês para cursar o High School, e ser aprovado na prova com o mínimo de 60% de pontos. A metodologia do programa prioriza a leitura de obras completas, a escrita e a exposição oral com forte capacidade de argumentação. “As aulas são ministradas em inglês por professores nativos em língua inglesa e a formação é ancorada em duas certificações: a brasileira e a americana”, explica Parciasepe. As disciplinas, clássicas e contemporâneas, estão divididas em quatro grandes áreas: Oratória (Speech e Debate), Língua Inglesa (English e Writing for the Critical Thinker), Estudos Sociais (US History, US Government e Economics) e Diversificadas (Health, Career Planning, College Prep e Marketing for the 21st Century).
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thwestern, UCLA, University of Southern California e Boston College, nos Estados Unidos; Universidade de Oxford, London School of Economics e University College of London, no Reino Unido; e instituições líderes mundiais como as Universidade de Toronto e Amsterdan e a Erasmus University Rotterdam.
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O Programa High School Marista é parte integrante do Projeto Educativo da rede de escolas Marista PROJETO EDUCATIVO Com ambiente de imersão com professores estadunidenses, programa híbrido (aulas on-line e presencial), aconselhamento na escolha da carreira, desenvolvimento das habilidades do século 21 e diploma de High School dos Estados Unidos creditado pela AdvancED, o Programa High School Marista é parte integrante do Projeto Educativo da rede de escolas Marista desde sua origem.
Estados Unidos situada no estado do Michigan. Eles possuem relacionamento com mais de 10 Universidades com oportunidades de bolsas de estudos, opções de dispensa do TOEFL e outros benefícios. Entre as universidades parceiras estão a Universidade de Bufalo, Iowa State, Universidade de Columbia, Universidade de Wisconsin, Universidade de Kansas, dentre outras”, diz Guilherme Lamounier Alarcão, Coordenador de Negócios da Superintendência de Missão. A partir do 8º ano, diz o coordenador, os alunos maristas podem ingressar no High School – eles estudarão no contraturno escolar, pelo período de três anos, e irão cursar as disciplinas norte-americanas paralelamente às brasileiras. Como a metodologia utilizada em sala de aula é o PBL (Project Based Learning) ou ABP (Abordagem Baseada em Projetos), os componentes não são divididos por carga horária, mas de acordo com os projetos desenvolvidos (que são interdisciplinares). Assim, as avaliações do programa não são feitas por testes, mas por meio dos projetos desenvolvidos pelos estudantes.
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“O programa tem parceria com a Way “As famílias têm valorizado cada vez mais American School, que é uma escola dos uma educação global, programas que fo-
mentam o aprimoramento na língua inglesa e o uso de metodologias ativas e abordagens inovadoras. Nas visitas aos colégios recebemos o retorno positivo das famílias e o agradecimento ao Marista por investir em programas que ampliam possibilidades ao futuro dos estudantes em um mundo cada vez mais competitivo e sem fronteiras”, completa o coordenador.
SAIBA MAIS Colégio Franciscano Pio XII colegiopioxii@pioxiicolegio.com.br Colégio Positivo Internacional colegiopositivo@colegiopositivo.com.br Colégio Marista highschool@marista.edu.br Escola Americana do Rio de Janeiro admissions.gavea@earj.com.br Vanessa Tenório e Fátima Tenório costarone.c@gmail.com
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Imagem: Alice Achterhof
Dica: Comunicação Visual
Identidade Visual
C
omunicação, estética, elementos visuais, propagação de ideias e transmissão de valores. Todas essas características são aliadas a pontos de criatividade, objetivos comunicacionais e ferramentas que mobilizam diversas áreas, como marketing, identidade, formulações visuais e comunicações que integram tanto o espaço físico como as redes e perfis digitais.
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Tendo o âmbito escolar como ponto de partida, os aspectos de comunicação atingem indicativos essenciais para a administração da instituição, bem como ferramentas de marketing, aproximação com seu público -alvo, captação de novos alunos, além de posicionar a filosofia da instituição e promover um espaço atraente, confiável e com uma sensação de conforto. “A comunicação visual deve transmitir a missão e os valores da escola aos pais, alunos, colaboradores, ex-alunos e comunidade”, diz Ana Beatriz Grossel, profissional que atua na área de Comunicação e Marketing do Colégio Sion Curitiba (PR). “Como temos 113 anos, o colégio precisa definir quem somos e mostrar a nossa identidade, tradição e vanguarda”. Assim, o colégio possui um planejamento de comunicação e marketing anual. “Adotamos a agenda escolar, que contempla justamente este planejamento. Mês a mês, usamos um tema norteador que nos auxilia na formação de nossos alunos e também estendemos o aprendizado por toda a instituição, inclusive pelas redes sociais”. Dessa forma, podem ser utilizadas diversas ferramentas e recursos para compor a identidade visual
da instituição, como restauração de fachadas, áreas criativas em todos os setores da escola, criação de site institucional atrativo e dinâmico, postagens em redes sociais (como Facebook e Instagram) que reforcem os diferenciais da instituição, entre outros. Para Acacio Frauches, empresário do setor, a escola deve ser vista como um produto. “E, para vender, é preciso que o produto seja vendável, principalmente no visual”. Segundo o empresário, representações lúdicas e cenográficas podem servir como recursos interessantes e criativos para as escolas. “A cenografia é fundamental. As escolas precisam de encantamento, com uma bela fachada, uma brinquedoteca atraente e com produtos instigantes”. Para os/as gestores/as que desejam reformular sua identidade visual, Acacio cita algumas dicas: É preciso desapegar do passado e rejuvenescer a marca, trabalhar novas tonalidades e adaptar a escola em uma realidade moderna. “É preciso modernizar e criar uma identidade profissional em tudo – inclusive nas redes sociais, como no site da escola. Ou seja, as escolas precisam olhar para o futuro, para as redes sociais, para sites qualificados pelo Google e trabalhar em sua identidade forte no mercado”, finaliza. (RP)
SAIBA MAIS Acacio Frauches acacio.mamao@hotmail.com Ana Beatriz Grossel ana.beatriz@sioncuritiba.com.br
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Imagem: Ousa Chea
Dica: LABORATÓRIO
Aprendizagem Significativa
A
rotina escolar agrega, em suas densas propostas pedagógicas, uma rede diversa de teorias, práticas, experimentos e estudos que se desdobram, de certa maneira, com o intuito de formar estudantes com um olhar plural e crítico. Na atualidade, observamos diálogos e propostas metodológicas que propõem abordagens interessantes no extenso processo do saber.
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O desenvolvimento do conhecimento, compartilhado em experiências peculiares e coletivas, reflete sua importância em aulas diversificadas, especialmente na oportunidade de expressar o aprendizado na prática. Assim, a criação de laboratórios nas escolas a fim de experienciar na prática conceitos teóricos, estabelece um aperfeiçoamento privilegiado na formação de cada aluno. “Os laboratórios são espaços de aprendizagem que apresentam estruturas e materiais adequados para que se garanta a realização de experimentos com a segurança necessária, permitindo unir a teoria e a prática, e auxiliando no processo de ensino e aprendizagem”, afirma a Professora de Química, Renata Sprenger Ludwig, do Colégio Nossa Senhora de Sion – Unidade Batel/Curitiba (PR). De acordo com a professora, algumas características são relevantes no que tange o ensino considerado “na prática” nos laboratórios, como o desenvolvimento do pensar, do caráter observatório, interpretativo e investigativo, a verificação da validade dos conceitos teóricos e a expansão dos conhecimentos em nível científico. “As aulas práticas no laboratório têm como objetivo o desenvolvimento do respeito
entre os alunos no trabalho em equipe, a contribuição de cada um para o sucesso do trabalho, a capacidade de avaliação das ações e do produto final, com vistas a promover o aperfeiçoamento de suas atitudes e habilidades nas quais os conhecimentos por eles adquiridos podem ser aplicados no cotidiano e na compreensão de fatos”, complementa Ludwig. A relação estabelecida entre estudante-professor no contexto da aula prática, ressalta um desenvolvimento privilegiado na formação de cada estudante, que agrega, tanto na disciplina em questão, como em toda a grade curricular. “Desde as séries iniciais, os alunos devem ser inseridos nos laboratórios de forma a despertar o interesse pelas aulas de Ciências. Dessa forma, a aproximação, no cotidiano, dos conteúdos estudados, bem como o estímulo do pensamento e da curiosidade científica, promove uma aprendizagem mais significativa”, ressalta a docente. Para os/as gestores/as que desejam construir laboratórios em suas instituições, Ludwig destaca algumas dicas: Os laboratórios devem ser projetados de forma a se tornarem ambientes acolhedores e propiciarem trabalhos em grupos. Além dos materiais necessários para as aulas práticas, deverão apresentar espaços para pesquisa e, também, levar em conta as regras de segurança para prevenir acidentes. “Sendo assim, o projeto deverá ser realizado por um profissional especializado na área”, completa. (RP)
SAIBA MAIS Renata Sprenger Ludwig renatasprenger@hotmail.com
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Imagem: Ben Mullins
Dica: ENEM e vestibular
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período que compreende o Ensino Médio é um importante processo de desenvolvimento pessoal, educacional (e também) profissional de cada estudante. Ao longo dos três anos do Ensino Médio – caracterizado como os últimos anos da educação básica – os alunos e as alunas dedicam atenção especial a preparação de duas avaliações significativas para o futuro profissional: O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a realização de vestibulares.
“Hoje, o Enem e os vestibulares são as portas de acesso às universidades”, diz o Professor Fabio Aurélio de Moraes, Coordenador Pedagógico do Colégio Salesiano Liceu Coração de Jesus. Dessa forma, o planejamento educacional e a proposta pedagógica de cada instituição de ensino devem abarcar uma diversidade de fatores e competências para uma formação completa e plural de cada estudante. No Liceu Coração de Jesus, colégio tradicional de São Paulo, o currículo da instituição “está sempre em sintonia com o MEC e os órgãos responsáveis pela orientação das escolas. Os currículos, normalmente, englobam os conteúdos, habilidades e competências necessárias para que o aluno consiga um excelente resultado nesses exames”, complementa Moraes. De acordo com o professor e coordenador, a exigência do ensino e a preocupação com bons resultados dos estudantes não desdobram nas proximidades do Enem ou do vestibular – pelo contrário. “A preparação para o Enem ou vestibular começa no Ensino Fundamental I, quando os professores iniciam um processo gradual de formação voltada para o ensino integral e desenvolvimento de com-
Formação integral petências e habilidades, como sugerem os PCN’s e, agora, a atual BNCC”. Complementando essa ideia, André Rebelo, Coordenador Pedagógico do Ensino Médio do Colégio Vital Brazil (SP), acredita que os alunos do Ensino Fundamental precisam de formações com uma base acadêmica sólida, além de repertório e desenvolvimento de um perfil crítico. “A partir disso, analisamos suas dificuldades ao entrar no Ensino Médio, reforçamos a importância do comprometimento com a organização de seus estudos para que se sinta mais disposto a ser desafiado nesta nova etapa de ensino”, pontua. Para o coordenador do Vital Brazil, os dados, resultados e rankings divulgados do Enem podem servir de base para mensurações e questionamentos da instituição com relação ao desenvolvimento dos estudantes. “A partir da divulgação dos microdados, sempre nos questionamos como o colégio vem avançando e desenvolvendo oportunidades aos nossos estudantes dentro da proposta acadêmica”. No entanto, diz Rebelo, é “importante esclarecer que o resultado do ENEM e as comparações feitas baseadas no exame não nos servem para descobrir quem é o melhor, pois isso exalta uma concorrência desnecessária e não saudável. A grande valia do Enem é a autenticação do trabalho realizado pelo colégio baseado em nossas práticas pedagógicas”. (RP)
SAIBA MAIS André Rebelo atendimento@vitalbrazilsp.com.br Fabio Aurélio de Moraes fabio.moraes@lcj.com.br
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Acessórios (Bebedouros, Tapetes, Uniformes, Ventil adores) Al ambrados e redes, Alimentação, Assessoria Esportiva e Pedagógica
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Brindes, Contabilidade, Escol a de programação
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Elevadores (acessibilidade), Fachadas e Letreiros, Grama SintĂŠtica, Papel de Parede, Persianas, Pisos
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