Edição nº 145 A Revista do Gestor Escolar
ano 15 | Fevereiro 2019 www.direcionalescolas.com.br
Editorial Educação 4.0 A educação – e seus respectivos desdobramentos – evoca, na atualidade, movimentos que agregam e transcendem um conjunto instigante de (re)formulações e pensamentos que atravessam todos os setores de uma instituição de ensino: dos profissionais que compõem a administração/gestão escolar, passando pelos fluxos pedagógicos, assim como a relação estabelecida entre os estudantes e o aprendizado. Se olharmos para a contemporaneidade de forma sucinta, é possível eleger alguns marcadores que compõem nossa vivência social cotidiana como, por exemplo, as alterações e adaptações advindas do crescimento tecnológico. Dessa forma, palavras como digital, conexão, aplicativo, rede, internet e interação adentraram em nosso cotidiano de forma completa e, aos poucos, percebemos as reverberações tecnológicas no campo educacional. De acordo com dados apresentados no evento The Global Summit 2017 – iniciativa do centro educacional Singularity University (localizada no Vale do Silício/Califórnia) que se concentra no progresso científico e nas tecnologias exponenciais – o futuro da Educação, também conhecida como Educação 4.0, será pautado no conceito de Learning by doing, ou seja, aprendendo por meio de experimentação. Dessa forma, a Educação 4.0 apresenta características e experiências a partir da revolução tecnológica, que inclui linguagem computacional, inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT) e contempla o learning by doing, além de projetos e vivências “mão na massa” e transformações na concepção de ensino e em suas metodologias pedagógicas. Segundo Erick Moutinho, sócio de uma startup que trabalha com uma plataforma digital integrada, estamos
vivendo a quarta revolução industrial marcada pelo uso de ferramentas inovadoras em todas as áreas do conhecimento. “Dentro e fora da sala de aula, não é diferente. Os novos instrumentos estão transformando o modo de ensinar e aprender. A inteligência de dados está modificando o dia a dia das escolas, das famílias, personalizando as relações, agregando novos valores e antecipando comportamentos”, afirma Moutinho. Com o intuito de aprofundar as discussões sobre esse tema, ocorrerá, entre os dias 27 e 29 de março, em São Paulo, a edição 2019 do evento GEduc – Congresso de Gestão Educacional. Realizado pela HUMUS, essa edição terá como norte “Educação 4.0: A revolução nas instituições educacionais”, com uma agenda diversificada de fóruns, painéis, colóquios, além da cerimônia de premiação do PNGE 2019 (Prêmio Nacional de Gestão Educacional). Para saber mais e realizar sua inscrição, acesse: geduc2019.com.br
Rafael Pinheiro
Jornalista Responsável
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Nesta Edição: 08 10
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Dica: Alimentação
Bem-estar e hábitos saudáveis
Coluna - Christian Coelho Como melhorar o desempenho através de práticas organizacionais e de gestão de tempo
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Da teoria à prática: as implicações e adaptações da BNCC no contexto escolar
Educação em Foco
O que o mercado de educação tem a ganhar com as soluções digitais?
Conversa Com o Gestor:
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Dica: Primeiros Socorros Cuidado e prevenção
Coluna - Eduardo Shinyashiki Lide melhor com suas emoções neste ano letivo
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Diversão na escola
Coluna - Vahid Sherafat Quer fazer propaganda da sua escola como as Startups?
Dica: Playground
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Fique de Olho
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Brindes e recordações
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EXPEDIENTE Diretores Alex Santos & Paula De Pierro Público Diretores e Compradores Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho e Dezembro / Janeiro
A Revista do Gestor Escolar
Tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável Rafael Pinheiro | MTB 0076782/SP
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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Como melhorar o desempenho através de práticas organizacionais e de gestão de tempo
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tualmente, as empresas possuem um ambiente caracterizado por pressões constantes para produzir mais com menos recursos. Além da vida dentro da escola, alimentamos expectativas pessoais cada vez mais exigentes de lazer e bem-estar. Para lidarmos com tudo isso, sem nos privar e frustrar, precisamos nos organizar, aprender a lidar com o tempo, com as informações, com as pessoas e com a tecnologia. O ideal é estabelecer e cumprir uma meta de cada vez para que não se sobrecarregue e desista. O resultado somente ocorrerá se todos os integrantes se comprometerem a implantar as tarefas e, quando necessário, promover as devidas mudanças.
taz e fixe em local visível na sala dos professores e dos demais líderes.
Os ganhos não ocorrerão de um dia para o outro, a mudança é um processo e não um acontecimento.
6 – Calendário mensal: Algumas pessoas possuem muitas atividades sazonais durante o mês, com rotinas bem diferentes em cada semana. Para este perfil de funções o melhor é criar um calendário mensal.
Calendário de horários fixos para líderes: Devido aos inúmeros afazeres, busca de inovações, resolução de problemas, reuniões e conversas com seus subordinados, os líderes têm muita dificuldade em manter rotinas. O ideal é montar um calendário com as atribuições mais importantes e, preferencialmente, em horários fixos para criar hábitos sadios.
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A seguir, apresentarei algumas dicas para a utilização do calendário de horários fixos: 1 – Não desistir: No início é normal ter dificuldade em cumprir as atribuições nos horários estabelecidos. Normalmente realizamos nos primeiros meses cerca de 50% da programação, que melhorará com o passar do tempo quando os resultados positivos forem comprovados. 2 – Visualização: Para auxiliar na redução de interrupções no trabalho, confeccione a planilha em formato de car-
3 – Início dos períodos: Geralmente, os problemas aparecem no início de cada período (ex.: falta de professores), por isso, evite marcar tarefas nesses horários. 4 – Aprenda a dizer não: Peça para os colaboradores não interromper os líderes nos horários fixos. Sempre que possível agende as reuniões com os pais e professores com horário de início e término. 5 – Priorização: O nível de importância muda de pessoa para pessoa, mas é necessário privilegiar as reuniões de monitoramento, assistir às aulas e atender aos pais.
Conteúdo das reuniões: Uma das principais dúvidas que surgem é como fazer reuniões periódicas produtivas e não repetitivas. Para que isto não aconteça e desmotive o líder e seu time, é importante seguir uma pauta com metas claras e pontuais. Sugiro que reuniões entre pessoas com cargos de direção, gerência (coordenação) e supervisão tenham periodicidade semanal, enquanto que as reuniões com professores podem ser realizadas quinzenalmente devido à dificuldade em reunir o corpo docente. O intervalo dos encontros pode mudar se houver uma necessidade específica, como a resolução de um problema, substituição de um colaborador, projeto novo e dificuldade de implantação. Quanto menor a periodicidade, mais breve será a reunião, pois as ações serão solucionadas com mais facilidade.
Agenda: Utilizar uma agenda é importante para organização e planejamento do seu dia. Após criar o calendário com as atividades importantes, preencha o restante dos períodos da agenda na sexta-feira à tarde ou segunda-feira no primeiro horário com as atividades circunstanciais (atividades que somos levados a fazer em função de situações que independem da nossa vontade), operacionais (exemplo: verificar e responder e-mails) e emergenciais. As atas das reuniões podem ser anotadas na agenda ou em uma planilha específica. Rotina: Não é possível liderar pessoas quando as simples funções operacionais falham. É preciso tomar providências para reduzir estes ocorridos através da concepção de rotinas, supervisão periódica, correções e, em última instância, trocar de colaborador. Através destas ações, será possível reduzir atividades emergenciais e exercer suas atividades mais importantes. Portanto, quanto melhor a qualidade do gerenciamento, mais tempo os líderes terão para exercer suas funções. A rotina é um documento que reúne a descrição minuciosa de funções, o calendário de horários fixos e as principais metas. Esta precisa estar fixada em local visível próximo ao colaborador. Principalmente o colaborador com cargo operacional necessita de rotina para gerir seu tempo e não se esquecer de alguma tarefa. Uma rotina bem discriminada ajuda o líder a visualizar as tarefas dos seus colaboradores.
O Colunista CHRISTIAN ROCHA COELHO Formando em comunicação, especialista em andragógia e neuropsicologia. Diretor do Grupo Rabbit Educação. www.rabbitmkt.com.br
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Lide melhor com suas emoções neste ano letivo
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ertamente, após o recesso, voltamos com um fôlego a mais para vivenciar o ano letivo que se inicia. Trata-se de uma grande disposição em querer seguir planejamentos, atingir metas e transmitir o conhecimento da melhor forma possível. No entanto, os desafios e as adversidades que surgem no caminho podem atrapalhar a sua performance, caso não tenha estratégias para lidar com suas emoções. Ainda que os possíveis problemas surjam no âmbito pessoal, as emoções trazidas por eles acabam influenciando no trabalho, por isso é tão importante saber lidar com as emoções de forma geral e obter equilíbrio nas mais diferentes áreas da vida.
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Para isso, é necessário ter ferramentas que permitam filtrar, compreender e equilibrar as emoções limitantes e destrutivas a fim de saber administrá-las e manter o equilíbrio nas situações desafiadoras de mudanças, de ansiedade ou estresse. Se com você ainda não aconteceu, provavelmente conhece alguém que já deixou boas oportunidades passarem justamente por não saber lidar com as emoções. E, para não correr esse risco e aproveitar da maneira mais sublime o seu novo ano profissional, compartilho com você quatro dicas para aprender a lidar com as suas emoções de forma mais harmônica: Tenha momentos de reflexão Somos responsáveis por nossa própria experiência e a vida é um reflexo do que está em nossa mente. Por isso, é preciso dedicar um tempo
para fazer uma auto-observação daquilo que pensamos e sentimos. Saber lidar com as próprias emoções é um processo de autoconhecimento, de autoconsciência e de autopercepção. Liberte-se de sentimentos dolorosos A maioria das pessoas, normalmente, deixa que os acontecimentos limitantes do passado continuem machucando e interferindo no presente. Libertar sentimentos dolorosos e perdoar mágoas e decepções são atitudes que promovem o equilíbrio emocional para realizar plenamente seus objetivos. Tudo bem não estar tudo bem Muitas vezes, as pessoas ficam esperando ter uma carreira perfeita, livre de problemas, para então agir e ir ao encontro dos seus objetivos. Não dá para esperar que tudo esteja bem para ser feliz. Variáveis sempre acontecem no caminho e precisamos aprender a manter um estado interno equilibrado independentemente dos acontecimentos externos. A meditação contribui para alcançar um equilíbrio no estado interior, pois por meio dela se atinge uma concentração intensa e automática, criando uma sensação interna de confiança e motivação. Com a concentração, meditação e autorreflexão, pode-se atingir um nível de autoconsciência que possibilita direcionar os pensamentos e, consequentemente, as emoções. Encontre um apoio Lembre-se de cuidar das amizades e dos relacionamentos. Seja com aqueles que
trabalham diretamente com você ou que tenha pouco contato, com os alunos, os pais, a coordenação etc. Não se isole! As pesquisas demostram que o suporte social ajuda a controlar a ansiedade, as pressões e as emoções limitantes. O desafio do ser humano é equilibrar as emoções, estar centrado nos momentos de turbulência, de desânimo e encontrar sua natureza mais profunda e verdadeira. É isso que faz a diferença no nosso caminho para a conquista dos objetivos, para colocarmos em prática todo o nosso potencial, redirecionar o foco, as escolhas, e abrir a mente e o coração para as ricas oportunidades da vida, conquistando os resultados desejados e a autorrealização. Excelente 2019 para você, caro(a) amigo(a) educador(a)!
O Colunista Eduardo Shinyashiki Mestre em Neuropsicologia e Liderança Educadora, também é especialista em Desenvolvimento das Competências de Liderança Organizacional e Pessoal. Com mais de 30 anos de experiência no Brasil e na Europa, é referência em ampliar o poder pessoal e a autoliderança das pessoas, por meio de palestras, coaching, treinamentos e livros, para que elas obtenham atuações brilhantes em suas vidas. Mais informações: www.edushin.com.br
foto cedida pelo colunista
COLUNA / EDUARDO SHINYASHIKI
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COLUNA / vahid sherafat escola como as Startups?
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ocê já parou para pensar qual é a melhor propaganda para a sua escola? Que tipo de investimento poderia dar mais retorno? E se você pudesse aprender com o marketing de empresas, como Uber, AirBnb, Google, Apple e Amazon? É sobre isso que falaremos neste artigo.
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Tradicionalmente, a maior parte do investimento de marketing das grandes organizações tinha a missão de fazer aquela marca ser vista e percebida no mundo. Hoje, porém, o sucesso de muitas startups que atingem bilhões de pessoas, confirma a ascensão de uma estratégia de marketing baseada, sobretudo, na indicação e na recomendação do serviço. Muitos de nós, por exemplo, ouvimos falar pela primeira vez dessas empresas através do testemunho de um consumidor que compartilhou conosco a experiência positiva que teve com ela. Isso não significa que esse método é novo, mas é a primeira vez que ele toma o centro do jogo e se torna a principal estratégia de crescimento de startups de sucesso. Em contraste com empresas tradicionais, essas startups desafiaram os líderes dos seus setores colocando o cliente no centro do seu negócio. Ou seja, suas principais decisões levam como eixo principal a garantia da satisfação do cliente. E, enquanto mediam esse grau de satisfação, elas seguiram evoluindo suas estratégias para alcançar níveis ainda maiores e até mesmo nunca antes vistos (algumas delas chegam a 99% de aprovação). Assim, esses grandes “players” viram seus produtos e serviços serem desejados de uma forma exponencial.
Mas, afinal, o que as escolas podem aprender dessas Startups? Até que ponto esse tipo de estratégia se aplica à realidade escolar? Certamente, as limitações estruturais impedem a escola de crescer na mesma proporção que os negócios digitais, entretanto, essa estratégia de marketing centrada no cliente e na satisfação dele é algo que toda instituição de ensino pode utilizar de forma bem estruturada. Gostaria, então, de sugerir alguns passos iniciais para que seu colégio consiga evoluir nessa jornada de satisfazer, de forma mais assertiva, os anseios dos decisores principais da escola: os pais dos alunos. 1 - Defina um indicador de satisfação principal para acompanhar. Um exemplo é o Net Promoter Score (NPS) - indicador muito utilizado pelas Startups. Mas, vocês não precisam se limitar apenas a ele, tendo em vista que existem outras formas de medir o quão satisfeito seu cliente está. 2 - Defina uma frequência de aplicação da pesquisa e sempre avalie em detalhes quando a nota de satisfação for muito baixa. Neste caso, vale investigar quais pontos estão comprometendo seu desempenho. Um caminho eficiente é conversar com alguns desses pais que avaliaram negativamente o colégio para entender melhor suas colocações e ajudar a identificar quais são os pontos fracos da escola. 3 - Avalie também em detalhes as maiores notas. Vale muito a pena chamar esses pais “altamente satisfeitos” para conversar. Vocês podem perguntar, por exemplo, o que faz
com que eles estejam tão felizes com sua escola? Quais são as coisas que eles mais valorizam no trabalho da sua instituição? Promover esse diálogo levará você a conhecer quais são os pontos fortes da sua escola. 4 - Estimule sua equipe de gestores a refletir sobre os motivos de insatisfação. Com os dados em mãos, vocês podem pensar em projetos e mudanças que poderiam ter evitado incidentes ou os desgastes que já ocorreram, assim como evitar novas insatisfações. 5 - Realize as mudanças necessárias identificadas nos itens 2 e 3 e comunique melhor aquilo que não foi percebido pelas famílias. Muitas vezes, o que você acreditava ser seu ponto forte não vai ser nem notado pelos pais, pois você estava tão seguro da importância daquele trabalho que não dedicou o esforço necessário para comunicar de forma completa. Quando você investe em inovação, melhora seus processos e comunica bem tudo o que acontece na escola, está investindo em clientes mais satisfeitos. E isso é a melhor propaganda para a sua escola.
O Colunista vahid sherafat Co-Fundador e CEO da ClassApp - empresa referência nacional em comunicação escolar. Engenheiro pela UNICAMP, com especialização em inteligência artificial e computação Bio-inspirada, atuou por cerca de 10 anos como consultor em inovação, atendendo empresas no Brasil e no exterior. Nos últimos seis anos têm se dedicado à inovação no relacionamento entre escola e família.
foto cedida pelo colunista
Quer fazer propaganda da sua
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conversa com o gestor Da teoria à prática: As implicações e adaptações da BNCC no contexto escolar Por Rafael Pinheiro/Fotos Renato Bairros e Divulgação
“As mudanças que estamos vivenciando requerem um novo olhar pedagógico, currículos mais inovadores que estimulem o protagonismo dos alunos e o desenvolvimento de competências, habilidades, atitudes e valores desde a educação infantil até o ensino médio. Além de aprender os conteúdos disciplinares específicos, os alunos deverão aprender a aprender e compreender as conexões interdisciplinares do que estão aprendendo”, diz Maria Helena Guimarães de Castro, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE)
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desenvolvimento educacional desdobra-se, sob múltiplos aspectos, em movimentos, transitoriedades, (re)formulações e profundos debates que reverberam, de certa maneira, no cotidiano escolar – desde o Ensino Infantil até os últimos anos do Ensino Médio.
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Dessa forma, transformam-se hábitos, diálogos, sensações, compartilhamentos, interações. Transformam-se, também, saberes, práticas, corpos, atitudes e uma série de sensações empíricas que o(a) jovem aprendiz recebe e, consequentemente, transmite nos campos familiares e sociais que transita. A partir desse fluxo, especialmente na contemporaneidade, avistamos metodologias, engajamentos e formações que transcendem os muros das instituições de ensino e integram mudanças socioculturais. “O momento atual é de muitas mudanças na educação, no Brasil e no mundo”, afirma Maria Helena Guimarães de Castro, socióloga e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE). “Vivemos um período de transição de grande complexidade diante das aceleradas mudanças tecnológicas, declínio de profissões tradicionais, surgimento de novas ocupações e, sobretudo, uma profunda mudança no perfil das crianças e jovens que já nascem conectados e impregnados da cultura digital. Este conjunto de mudanças impacta diretamente a sala de aula e implica em mudanças pedagógicas a fundo no processo de aprendizado”, complementa.
Nessa ótica, alterações significativas adentram o sistema educacional, como o atual processo de transição/implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que compreende as três etapas da educação básica: Infantil, Fundamental e Ensino Médio.
aprendizagens essenciais, como o letramento, o letramento matemático, o letramento cientifico, o letramento digital e a saúde física e emocional dos alunos. A BNCC tem por objetivo ajudar a construção de currículos que promovam as competências do século 21”.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a Base é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos e alunas devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Dessa forma, estabelecendo conhecimentos, competências e habilidades, o cerne da Base direciona seu olhar para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade democrática e inclusiva.
ADEQUAÇÃO CURRICULAR
“A BNCC tem o propósito de servir como referência para os currículos das escolas públicas e particulares tendo por fundamento pedagógico a definição de 10 competências gerais que servem como eixo orientador dos currículos e dos componentes curriculares, sempre com ênfase na educação e formação integral das crianças e jovens”, pontua Maria Helena Guimarães de Castro.
O prof. Dr. Júlio Furtado, palestrante e consultor em Educação, acredita que o maior desafio inicial é levar os educadores e educadoras
Para isso, complementa a socióloga, os estudantes assumirão um importante papel de protagonismo que requer um ambiente de aprendizagem desafiador e motivador, estabelecendo, assim, ligações entre diferentes contextos. “A escola deverá assegurar as
Através da estrutura da BNCC, que pode ser observada como uma forma de repensar o denso sistema educacional com o intuito de se aproximar de demandas e habilidades da atualidade, algumas instituições de ensino começam a incluir as mudanças propostas pela Base em sua rotina pedagógica. E, ao longo desta implementação, é possível localizar desafios e implicações significativas.
Júlio Furtado durante minicurso sobre BNCC e adequação curricular (AL)
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18 a entenderem e aceitarem a BNCC como um elemento necessário para que nossas crianças e jovens aprendam mais e melhor. Além de instrumentalizar os(as) professores(as) para a mudança do ensino em sala de aula a fim de adotar uma dinâmica de construção coletiva do saber, e desenvolver competências socioemocionais através do currículo. “Sem uma boa formação sobre funções do currículo, planejamento, construção de vínculos em sala de aula, papel do professor nas metodologias ativas, dinâmica da avaliação e educação integral, os professores correm o risco de cumprir uma tarefa que não acreditam por não entenderem sua lógica e sua importância”, reflete Furtado. No que tange as formações para todo o corpo pedagógico das instituições, Rossieli Soares – então Ministro da Educação e atual Secretário de Educação de São Paulo – afirmou, em dezembro último: “Concluímos a discussão sobre quais são os direitos de aprendizagem, as competências e habilidades essenciais para os nossos alunos na educação básica. Agora, precisamos dizer ao Brasil o que é ser um bom professor, quais são as competências e habilidades necessárias para ele, especialmente com foco na prática pedagógica, numa visão mais próxima da sala de aula”.
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Na ocasião, o então ministro Rossieli entregou ao CNE a Base Nacional Comum para a Formação de Professores da Educação Básica – o texto define 10 competências gerais e aponta que a formação inicial e continuada deve ser baseada em três dimensões: conhecimento, prática e engajamento. A dimensão do conhecimento está relacionada ao domínio dos conteúdos. A prática refere-se a saber criar e gerir ambientes de aprendizagem. A terceira dimensão, engajamento, diz respeito ao comprometimento do professor com a aprendizagem e com a interação com os colegas de trabalho, as famílias e a comunidade escolar. Para cada dimensão, estão previstas quatro competências específicas. Segundo a assessoria de comunicação do MEC, o documento aponta que, no Brasil, a didática e as metodologias adequadas para o ensino dos conteúdos é pouco valorizada. Os cursos destinados à formação inicial detêm-se excessivamente nos conhecimentos que fundamentam a educação, dando pouca atenção em como o professor deverá ensinar. Em outros casos, o foco são os conhecimentos disciplinares totalmente dissociados de sua didática e metodologias específicas.
do aprendizado realmente aconteça”, diz. Para o conselheiro, além da divisão de tarefas, estudar o texto na íntegra da BNCC é essencial e, com a compreensão total do documento, é possível que a gestão escolar possa trilhar – ao lado do núcleo pedagógico – os caminhos de como agregar as competências para a sala de aula, enquanto zelam pelo projeto político-pedagógico (PPP) da escola.
Andrea Ramal, consultora em Educação GESTÃO ESCOLAR Andrea Ramal, educadora, consultora e doutora em Educação (PUC-Rio), acredita que o papel do(a) gestor(a) educacional nessa adaptação da BNCC, é entender a instituição de ensino como um empreendimento. “É necessário desburocratizar o ensino, flexibilizar a educação para atender aos mais diversos perfis e modalidades de aprendizagem. O gestor também deve ser um líder a serviço da comunidade educativa”. Dessa forma, mais do que um “chefe”, diz Ramal, o gestor é um dinamizador de boas práticas e de experiências pedagógicas inovadoras e de sucesso. “Existem formas de colocar a BNCC em prática: com atribuição de responsabilidades, definição de metas, processos, cronogramas e recursos. Se isso for feito, temos mais chances de começar as mudanças necessárias”. Já o advogado e Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo (CEE/SP), Décio Lencioni Machado, ressalta que nas escolas que possuem a direção escolar e a coordenação pedagógica, é interessante que esses dois profissionais dividam as funções a serem realizadas. “É o coordenador pedagógico, por exemplo, que tem a missão de compreender os direitos de aprendizagem e buscar referências para que o percurso
“Cabe ao diretor, além de manter um diálogo permanente com a Secretaria de Educação, promover a gestão democrática e garantir condições, principalmente, de tempo e de estrutura para que se estabeleça uma cultura contínua de estudos entre os professores”, finaliza. BNCC DO ENSINO MÉDIO A etapa do Ensino Médio da BNCC foi homologada em 14 de dezembro de 2018 e está organizada por áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas e sociais). A carga total será de 3.000 horas: 1.800 para as competências e habilidades da Base e 1.200 para os itinerários formativos, de acordo com a escolha do aluno em sua formação técnico-profissional. A previsão é que as mudanças entrem em vigor no início do ano letivo de 2020, formando as primeiras turmas em 2022. O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou uma área em seu site com perguntas e respostas sobre as mudanças no Ensino Médio. Para conhecer essa área, acesse: www.portal. mec.gov.br
SAIBA MAIS Andrea Ramal contato@trevocomunicativa.com.br Décio Lencioni Machado decio.machado@lencionimachado.com.br Júlio Furtado juliocfs@globo.com Maria Helena Castro mariahelenacas@gmail.com
Advogado e Conselheiro do CEE/ SP, Décio Lencioni Machado
Disponibilizamos, em nosso portal, matérias, entrevistas e especiais sobre a Base Nacional Comum Curricular. Confira em: www.direcionalescolas.com.br
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Imagem: Dan Gold
Dica: ALIMENTAÇÃO
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Bem-estar e hábitos saudáveis
escola e seus devidos atributos compõem uma base privilegiada para o desenvolvimento pleno de todos os estudantes. Dessa forma, questões que envolvem a saúde e o bem-estar físico dos alunos são características abordadas em instituições de ensino de maneira sadia e criteriosa. A preocupação com a alimentação saudável, que reúne todas as substâncias que o corpo necessita diariamente, tem sua origem no cotidiano familiar, estendendo, consequentemente, para o ambiente escolar – principalmente nas escolas que disponibilizam aulas em período integral.
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Para a nutricionista Esdra Ferreira, do Colégio Sepam (PR), é essencial ter uma alimentação saudável em todas as fases de nossas vidas. “Na infância devemos considerar a importância da alimentação para o crescimento, formação dos órgãos, músculos, fortalecimento dos ossos e também no desenvolvimento cognitivo. É nessa fase que formamos hábitos alimentares que levaremos para a vida adulta”. E, dessa forma, proporcionar uma alimentação saudável na escola é uma contribuição para o desenvolvimento e crescimento do aluno. “A escola tem grande importância na formação desses hábitos alimentares, visto que é onde passamos boa parte de nossa infância. Assim, estimular e envolver as crianças em uma alimentação saudável é primordial para evitarmos adultos obesos e adoecidos”, afirma a nutricionista. O cuidado com a alimentação, bem como a promoção de boa saúde aos estudantes, é um fator importante para a estrutura do Colégio Sepam. A criação da cantina do
colégio foi pautada em alimentar/gerar o bem-estar dos estudantes fornecendo uma alimentação de qualidade, além de educar seus hábitos alimentares e manter um nível elevado no desenvolvimento e aprendizado dos alunos. O planejamento do cardápio, conta Esdra, inclui uma variedade de frutas, verduras e legumes, “para que assim possamos ter o aporte de nutrientes diversificados. Estimulamos a diversidade do consumo de alimentos por parte dos alunos”. Utilizando o mínimo possível de industrializados, incluindo opções in natura ou minimamente processados, o colégio “sempre busca fornecedores que possuam qualidade em seu ramo, trabalhem com seriedade e competência, pensando na higiene e segurança alimentar para nossos alunos”, pontua Esdra. “Nossa cantina segue todas as exigências da Lei nº 14.855 -19/10/2005, que determina os padrões técnicos e de qualidade nutricional em escolas e colégios”, complementa Giselle Gehlen, coordenadora pedagógica da instituição. (RP) GUIA DE FORNECEDORES No portal da Direcional Escolas, disponibilizamos um guia completo para gestores e gestoras com o intuito de auxiliar a busca de empresas que oferecem produtos/serviços para diversas áreas das instituições escolares, tendo uma área especial para fornecedores em alimentação. Acesse: https://direcionalescolas.com.br/ fornecedores/
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Esdra Ferreira e Giselle Gehlen secretaria@sepam.com.br
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Imagem: Unsplash
Dica: PRIMEIROS SOCORROS
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Cuidado e prevenção
âmbito escolar é, de certa forma, um dos espaços que milhares de estudantes transitam durante um longo período de suas rotinas. O denso processo educacional, que abriga em seu interior uma extensa lista de aprendizados, interações, compromissos, responsabilidades e experiências, ressalta, além do plano pedagógico, um cuidado considerável: o zelo pela saúde de todos os estudantes.
tange a normas e capacitações, Wellington Moreira Ribeiro, enfermeiro especialista em saúde coletiva e comunitária (Coren-SP 351139), indica que existem algumas leis que tratam exclusivamente da obrigatoriedade de capacitação em primeiros socorros para professores e colaboradores de instituições de ensino: em 2018 foi aprovada a lei federal 13.722 dando prazo de 180 dias para as escolas se adequarem, passando a vigorar a partir de abril de 2019.
Karllian Soares, professora do curso de Enfermagem da Faculdade Pitágoras de Linhares (ES), compreende o ambiente escolar como um espaço de formação de cidadãos e, assim, promover o conhecimento em primeiros socorros para todos e todas que compõem a instituição de ensino é de extrema importância.
“De maneira geral, as legislações dispõem que as instituições tenham ao menos 1/3 do seu quadro de funcionários, por turno, com treinamento – sejam eles do corpo docente, diretivo ou colaboradores de outros setores, como serviços gerais ou cozinha. O curso deve ser renovado anualmente e o certificado contendo nome dos participantes deve ser afixado em local visível, além de manter kit de materiais adequados para o atendimento de primeiros socorros”, afirma Ribeiro.
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“São inúmeras as pessoas que apresentam algum mal súbito ou sofrem algum tipo de acidente que seria passível de intervenção e socorro, levando o indivíduo à morte, por não ter habilidade em prestar este atendimento. O ensino dos primeiros socorros nas escolas pode ser uma estratégia de redução da taxa de mortalidade, visto que os alunos aprenderão a atuar em uma situação de urgência”, ressalta Soares. Nessa perspectiva, pensando em estratégias de aprendizado para prevenção e recuperação da saúde, a professora acredita que “é necessário que os primeiros socorros sejam ensinados às crianças ainda menores, porém que saibam ler e escrever, desenvolvendo o aprendizado por meio de jogos, dinâmicas, e materiais lúdicos, facilitando o aprendizado”, complementa. Sob a ótica da gestão, especialmente no que
O não cumprimento das leis acarreta em aplicação de multa (que podem chegar a valores exorbitantes) e em processos de reincidências pode implicar na cassação do alvará de funcionamento. “É importante dizer que além da maior segurança para todos, ter equipe treinada gera segurança jurídica e marketing positivo a instituição, trazendo maior confiabilidade dos pais, agregando valores e prevenindo danos e gastos”, finaliza Ribeiro. (RP)
SAIBA MAIS
Karllian Kerlen Simonelli Soares enf.karllian@gmail.com Wellington Moreira Ribeiro (Coren-SP 351139) wmr_wellington@hotmail.com
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Imagem: Myles Tan
Dica: PLAYGROUND
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brincadeira, a diversão e a experimentação representam, no espaço educacional, elementos significativos que integram momentos de total sinergia. Promover atividades em uma área destinada ao lazer – externo ou interno – intensifica um desenvolvimento pautado pela livre e espontânea alegria, habilidade cognitiva, exercendo uma pluralidade imaginativa indiscutível. Sob essa ótica, a inclusão de um ambiente específico para brincadeiras, com equipamentos e brinquedos adequados, que estimulam a ligação entre aprendizado e diversão de forma lúdica, sadia e prazerosa, ressaltam características únicas a todos os alunos.
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“O parque é um diferencial nas escolas pela riqueza de oportunidades motoras e sociais que ele oferece. Os pais valorizam muito esse espaço também. Aqui no colégio costumamos dizer que é um cartão de visita da educação Infantil”, conta Lia Mara Santos, Coordenadora da Educação Infantil do Colégio Divino Salvador de Jundiaí (SP). O colégio, que reformulou há um ano a sua estrutura infantil, priorizou a experimentação e as características lúdicas que são desenvolvidas, sobretudo, para essa fase de ensino. “Os principais pontos que levaram o colégio a reformar sua estrutura infantil foi a necessidade de tornar o espaço mais desafiador para a criança, prezando sempre pela segurança e envolvendo a criatividade, o lúdico e o desenvolvimento delas”, completa a coordenadora. Utilizando um playground de madeira plástica – modelo que não absorve umidade e é resistente ao sol, chuva, corrosão e não sol-
Diversão na escola ta farpas – algumas recomendações foram observadas pelo colégio para a implementação do playground, como: contemplar a faixa etária que utilizará o parque (interesses e necessidades motoras), a segurança (procurando minimizar todo e qualquer risco) e seguir as normas da ABNT. Atualmente, é possível encontrar no mercado uma variedade extensa de brinquedos adequados de acordo com faixa etária, tamanho, cores e formatos. Acacio Frauches, empresário do setor, destaca, como uma novidade na área de playgrounds, os kid plays – internos e externos – personalizados e com projetos cenográficos. Os modelos, segundo Acacio, podem assumir vários formatos (navios, animais, floresta, submarino, avião, entre tantos outros) e promovem, através da diferenciação estética, uma nova relação com os brinquedos. No que tange a escolha do fornecedor, o empresário ressalta uma dica essencial para os/as gestores/as: averiguar muito bem a empresa antes da compra. “Infelizmente algumas empresas trabalham com materiais precários, de segunda linha, e segurança é primordial. É preciso solicitar, no contrato, uma descrição de todo o material utilizado, obter cotações com várias empresas e acompanhar todo o processo de montagem”, ressalta Acacio. (RP)
SAIBA MAIS Acacio Frauches acacio.mamao@hotmail.com Lia Mara Santos divino@divinojundiai.com.br
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fique de olho: Brindes e Recordações A recordação escolar, por meio da criatividade e inovação, eterniza um momento de maneira agradável, contribuindo com laços decorativos, sentimentais e até utilitários. Nesta edição do Fique de Olho, destacamos empresas que apresentam diferentes modelos de brindes e sugestões para qualquer ocasião. Confira: KITS & REQUINTES
KITS & REQUINTES (11) 2949.5657 sac@kitserequintes.com.br www.kitserequintes.com.br
Produzindo lembranças e brindes personalizados para escolas, empresas e festas infantis, a empresa Kits & Requintes possui, em seu diferencial, lembranças totalmente customizadas de acordo com a necessidade do cliente, com produtos criativos e de qualidade. “Trabalhamos com lembranças em tecido e madeira, e estampamos o que o cliente desejar. Realizamos visitas personalizadas aos clientes (dentro de toda a grande SP), temos entrega com motorista particular e um showroom para atendimento personalizado”, diz a proprietária Daniela Fittipaldi. Presente no mercado há 12 anos, a empresa prioriza a aliança entre qualidade e criatividade, bem como “excelência em relacionamento e atendimento, prazos e entregas dentro do acordado”, completa Fittipaldi. PAPEL TOYS
PAPEL TOYS (11) 2909.2400 / (11) 94627.1000 papeltoys@terra.com.br www.papeltoys.com.br
Especializada em atendimento a escolas há mais de 40 anos, com foco em brindes, materiais para artes, assim como sugestões de presentes para datas comemorativas, a Papel Toys prioriza, em seus produtos, sugestões criativas e inovadoras. Celso Augusto Jabur, responsável pelo marketing de relacionamento da empresa, destaca, como novidade para este ano, a linha completa de materiais ecológicos para artes, como: a argilosa (massinha de modelar ecológica) e o giz de chão (totalmente antialérgico e lavável). “Oferecemos produtos criativos e diferenciados. Além da linha pedagógica, também disponibilizamos uma linha de presentes criativos para datas especiais (como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças), brindes para matrículas, entre outros”, ressalta Celso. PRESENTESCOLA
Especialistas na arte de fabricar Joias Folheadas e em Aço Nobre (cirúrgico e inoxidável), personalizadas com qualidade, a Presentescola (integrante do Grupo Paganini Joias) oferece diversas personalizações nas joias, como foto do aluno, a palminha da mão, a escrita (da criança), os desenhos e os nomes. “Transformamos uma joia que já PRESENTESCOLA é linda em um presente único e inesquecível para as mães e os pais”, diz o fundador (11) 4801.8640 / (11) 94305.0833 (WhatsApp) Kleber Paganini. Os produtos, realizados com equipamentos de alta tecnologia, são contato@presentescola.com.br envolvidos em embalagens também personalizadas. Oferecendo, ao gestor escolar, www.presentescola.com.br uma “parceria de sucesso e presentes com ótimo custo-benefício para as escolas, mães www.facebook.com/Presentescola e pais que serão impactados com os presentes”, conta Paganini.
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www.instagram.com/presentescola
REI DO E.V.A Presente no mercado promocional desde 1981, a empresa Brindes Visão – O Rei do E.V.A especializou-se na fabricação de produtos em E.V.A expandindo seus produtos, em meados da década de 2000, para mais um segmento: loja física de atacado e varejo. “Visando atender o mercado escolar, com tatames, placas, painéis decorativos, produtos pedagógicos e muito mais. Hoje temos uma linha com mais de 1.000 produtos, para diversos setores, inclusive com aulas REI DO E.V.A (11) 2941.0766 / (11) 95050.9099 (WhatsApp) práticas de artesanato”, destaca o gerente Rafael Monticelli de Oliveira. A loja física, localizada no bairro do Tatuapé (SP) com fácil acesso pela Radial Leste, possui atendimento personalizado e comercial@evatatuape.com.br uma variedade extensa de produtos em E.V.A (tatames, painéis escolares, letras, peças técnicas, www.brindesvisao.com.br apliques, cantoneiras, entre outros). E “buscando acompanhar as necessidades dos clientes, hoje www.facebook.com/EVATatuape atendemos também via loja virtual, redes sociais e WhatsApp”, completa Rafael. www.instagram.com/brindesvisaooreidoeva
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Acessรณrios (Bebedouros, Brinquedos, Lixeiras, Ventiladores, Uniformes), Assessoria Esportiva, Brindes, EVA
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Elevadores (acessibilidade), Fachadas e Letreiros, Grama SintĂŠtica
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Material de Limpeza, Playgrounds, Protetor de Coluna
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Playgrounds
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Móveis, Terceirização de Serviços (Limpeza Escolar), Toldos e Coberturas, Sistemas de segurança (telefonia, alarme)
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