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Revista Direcional Escolas Edição 37 – Abril/2008

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EDITORIAL DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral TIRAGEM 10.000 exemplares CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br DIREÇÃO DE ARTE Thais Moro ASSISTENTE DE ARTE Gabriela Maciel Hugo Leonardo Jonas Coronado CONTATOS PUBLICITÁRIOS Amilton Araujo Natália Pincetti Silvana Tesser ATENDIMENTO AO CLIENTE Emilly Tabuço João Marconi Juliana Jordão IMPRESSÃO Prol Gráfica

Caroleitor, Centro das atenções das crianças, os playgrounds merecem cuidados especiais por parte dos gestoresescolares,sejanaescolhadosbrinquedosutilizados,adequadosàfaixaetáriaatendidapela escola,sejanautilizaçãodepisosdesegurançanoambiente.Éfundamentaloptarporbrinquedos fabricadosdentrodasnormastécnicas.Hádiversasopçõesnomercado,entreplaygroundsdeplástico, coloridos e duráveis, e de madeira. Para os pisos, as sugestões são a grama sintética, que oferece belezaepraticidade,eospisosdeborracha,seguroseconfortáveis.Tambémparaosbebêsasescolas dispõemdebonsprodutos.Osmódulosdeespumacomosquaissãomontadoscircuitosdeatividades queestimulamamotricidadedospequenossãoideaisparaespaçosinternos.Osjogosgigantes,como xadrezedominó,tambémvêmganhandoespaço,visandoprincipalmenteodesenvolvimentodo raciocíniodascrianças.AproveiteamatériaFiquedeOlhodestaediçãoeescolhaasmelhoresopções para incrementar os brinquedos e o piso do playground de sua instituição, oferecendo conforto e principalmente segurança para seus alunos. Eporfalaremsegurança,umassuntoinfelizmenteaindaesquecidopormuitasescolaséopreparo necessárioparaoferecerosprimeirossocorrosaosalunos.OmédicoWilsonCarletti,especialistaem terapiaintensivaemédicosocorristadeatendimentopré-hospitalar,entrevistadodaseçãoDicas que trata sobre o tema, afirma que as escolas devem estimular nas crianças a cultura da prevenção contra acidentes. Além disso, as escolas precisam ter pessoal treinado e um mínimo de material necessário,comobandagensecolarcervical.“Osprimeirossocorrossignificamumconceitomuito mais amplo do que apenas fazer curativos. Significa importar-se com o outro. Para isso, é preciso oferecer treinamento prático a 30% do efetivo dos professores”, avalia. Em casos de emergência, apenaschamaroresgatenãoéacondutamaisadequada.Omédicoinformaqueumengasgamento podemataremquatrominutos,equeumacrisedehipoglicemiapodecausarlesãocerebralem15 minutos. Portanto, vale a pena investir na formação de socorristas. Direcional Escolas oferece a você um completo guia de anunciantes de produtos e serviços dirigidos à sua escola, além de muita informação. Eagende:Esperamosvocênonossostandna15ªFeiraEducarEducador,ExpoCenterNorte–São Paulo – entre os dias 14 e 17 de maio/08.

os Diretores

Conheça também a Direcional Condomínios Tiragem www.direcionalcondominios.com.br auditada por Filiada à

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Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

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DICAS

DICAS

Legalize sua escola

Primeiros Socorros

21 FIQUE DE OLHO Playground/ Grama Sintética

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DICAS Salas acusticamente preparadas

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Tiragem de 10.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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ACAMPAMENTO, ACESSIBILIDADE

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ACAMPAMENTO, ACESSÓRIOS

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ACESSÓRIOS, ASSESSORIA

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ACESSÓRIOS, AR CONDICIONADO, ASSESSORIA

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DICA: LEGALIZE SUA ESCOLA - PARTE II

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Conheça as exigências legais Por Valéria Gasperini

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scondiçõesparaqueumaescola seja considerada apta a funcionar, em termos de instalações físicas, incluindo aacessibilidadeparapessoasportadoras denecessidadesespeciais,sãoregidaspor leis específicas que visam o bem-estar e a segurança dos alunos, professores e funcionários.“Umexemploéametragem quadrada de todos os ambientes da escola, inclusive dos banheiros, que deve ser compatível com o número de alunosquesepretendeatendernaquele estabelecimento”,lembraJoséAugustode MattosLourenço,presidentedoSindicato dosEstabelecimentosdeEnsinonoEstado de São Paulo (SIEEESP), e da Federação NacionaldasEscolasParticulares(FENEP). O cálculo para definir o tamanho das turmas é muito simples: um aluno para cada metro quadrado de área da sala de aula,foraoespaçoreservadoaoprofessor. “Dessa forma, uma sala com 100 m², por exemplo, comporta cerca de 80 alunos”, dizJoséAugusto,lembrandoquealguns estadosemunicípiosexigemmetragem mínima de 1,2 m² para cada aluno. No caso dos banheiros, eles devem ser separados para meninos e meninas. Também há normas – com variações para cada município – para a instalação de bebedouros e larguras das escadas e dos corredores. Mais recentemente, os estabeleci­ mentosdeensinodetodooBrasildevem atenderaoDecretoFederalnº5.296/04e ànormatécnicaNBR9050daAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) (ambosreferentesàacessibilidade),ada­ ptando-se com a construção de rampas ouelevadores,entreoutrositens.“Agora é obrigatório se adequar e não há

possibilidadedeaprovaçãodeplantasem isso”, adverte o presidente do SIEEESP. “A propósito, é muito importante conhecer a legislação antes de efetuar a compra ou o contrato de aluguel de um imóvel que não atende à legislação, correndo o risco de um indeferimento”, orienta Marlene Schneider, responsável pelo Departamento Pedagógico do SIEEESP. As escolas que oferecem ensinos Fundamental e Médio obedecem ainda à legislação do Conselho Estadual de Educação nº. 01/99, Resolução da Secretaria da Saúde nº. 493/94 e Decreto n º 12.342/78 (Código Sanitário de São Paulo). “No caso das escolas de Educação Infantil, as exigências mínimas de con­ forto, higiene, segurança, iluminação e ventilação, indispensáveis ao bom funcionamento dessa etapa da edu­ cação escolar, são determinadas pela Secretaria Municipal de Educação”, informa Marlene. José Augusto lança um alerta contra as escolas clandestinas de Educação Infantil espalhadas por todo o país. “Só no Estado de São Paulo, 30% das escolas sãoilegais”,denuncia.“Elasnãoensinam, apenas tomam conta de crianças. A fiscalização é insuficiente, por isso, os paistambémprecisamassumiressepapel fiscalizador”, desabafa. A fiscalização fica a cargo das Diretorias Regionais de Educação dos Municípios ou das Diretorias Regionais de Ensino da Secretaria de Estado da Educação.Odescumprimentodaleipode resultar no fechamento das escolas ou mesmo no indeferimento do pedido de autorização de funcionamento.

Na próxima edição Toldos / Coberturas


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BRINDES, BRINQUEDOS EDUCATIVOS

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AQUECIMENTO SOLAR, BRINQUEDOS EDUCATIVOS, BRINQUEDOS INFLÁVEIS

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AUDITÓRIO, GRÁFICA, MAPA

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INFORMÁTICA, LABORATÓRIO, MANUTENÇÃO PREDIAL, PINTURAS ESPECIAIS

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DICA: PRIMEIROS SOCORROS

Uma necessidade nas escolas

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Por Márcia Correia

rianças caem, se machucam. Adolescentes torcem o pé no jogo de futebol. Situações como essas são freqüentes no dia-a-dia de alunos de todas as idades. Podem ocorrer ainda casosmaisgraves,comoengasgamentos e convulsões. Por isso, as escolas preci­ sam oferecer os primeiros socorros em qualquer tipo de acidente. “Qualquer lesão pode ter um resultado melhor se o primeiroatendimentoforfeitodeforma correta. Nas escolas, é importante ter um profissional da área da saúde para orientarosprocedimentosaseremfeitos. Mas,professoresefuncionáriostambém devemsaberfazerosprimeirossocorros emcasosdeemergência”,explicaSimone Abib, cirurgiã pediatra da Unifesp. Para a pediatra, é essencial a preo­ cupação das escolas em oferecer locais segurosaosalunos.“Asinstituiçõesdevem observarpossíveisriscosaosestudantes, como escadas, corrimões, áreas de lazer e outros detalhes que podem causar alguma lesão”, afirma Simone. Para o médico Wilson Carletti, es­pe­­ cia­lista em terapia intensiva e médico socorristadeatendimentopré-hospitalar, asescolasdevempromoverentreosalunos a cultura da prevenção de acidentes. “Uma brigada de emergência pode ser formadaporprofessoresealunos.Desde pequenas, as crianças podem ajudar a preveniracidentes.Elaspodemidentificar, por exemplo, um fio desencapado e o risco que ele representa”, diz. Quanto ao treinamento para a formação de socorristas,Carlettirecomendaque30% doefetivodosprofessoresdeumaescola passe por treinamento prático.“Assim, a escolagarantequeemtodososperíodos haja pessoal habilitado para prestar

socorros”, afirma. O médico frisa que a omissão de socorro, em caso de morte, podecondenaraescolaàspenasprevistas no artigo 135 do Código Penal, e a falta de pessoal treinado às penas do artigo 272, referente à prática ilegal da Medicina. Algumasescolasterceirizamosserviços deenfermaria,comooColégioHumboldt, em Interlagos. Nesse caso, os alunos pagam R$ 14,00 por mês (já inclusos na mensalidade)paramanteraclínicadentro daescola.AgerentedeGestãoPatrimonial e Serviços do Humboldt, Ilse Sparovek, explica: “Terceirizamos há mais de 20 anos. Hoje, há um médico, enfermeira e auxiliar que ficam na escola durante todo o horário de aula”. Segundo ela, a enfermaria do colégio atende cerca de 900 casos por mês, entre criançaseadolescentes.“Normalmente,as ocorrênciasnãosãograves.Muitosalunos têm dor de cabeça ou dor de barriga, por exemplo. Mas é melhor o médico terconhecimentosemortopediaporque algunsalunossemachucamnaeducação física”, afirma Ilse.“Se acontece algo mais grave, chamamos a ambulância.” Outras escolas também orientam os funcionários para atender alunos em casos de emergências. A escola de Educação Infantil Materna, de São Bernardo e Santo André, além de ter duas enfermeirasemcadaunidade,realizauma vez por ano o curso de socorrista, que ensina técnicas de primeiros socorros a todos os funcionários.“Nós temos tanta responsabilidade quanto um hospital, afinal são vidas cuidando de outras vidas. Por isso, nos preocupamos com a segurança. Ao treinar os funcionários, mais pessoas terão capacidade técnica de saber o que fazer em um acidente”, garante a diretora Adriane Imbroisi.

Na próxima edição Produtos Antialérgicos


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Mテ天EIS, QUADROS, PLAYGROUND

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PLAYGROUND/ GRAMA SINTÉTICA

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FIQUE DE OLHO

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lémdeentreterascrianças,oplaygroundalcançaoobjetivo de estimular a atividade física. Gangorra, balanço, escorregador, casinha, chapéu mexicano, dentre muitos outros brinquedos, ajudamaindaadesenvolveramentedospequenos.Érecomendável a supervisão de adultos, já que existe o risco de quedas. Por isso, é essencialqueosbrinquedosatendamàsexigências desegurançae que o playground seja montado sobre um piso de segurança. Háumainfinidadedemodelosdebrinquedosparaplayground disponíveis no mercado. Porém, a escola deve estar atenta à qualidade do que irá adquirir e procurar produtos com garantia e certificados pelo Inmetro. Os modelos de plástico vêm ganhando espaço e ocupando o lugar dos antigos modelos de ferro. Para AlexandreVargas, sócio daTraquinagem, os modelos de plástico têm a vantagem de serem fáceis de montar e de oferecer praticidade na limpeza. Os preferidos, segundo Alexandre, são o modelobigmundi,pelopreçoatrativo,ascasinhasdebonecaseos balanços.“Temoscomodiferencialdemanternossosprodutoscom preçoscompetitivoseoferecercondiçõesdepagamentoespeciais, parcelando em até cinco vezes sem juros. Além disso, cumprimos sempre o prazo de entrega combinado”, afirma. Edson Cardoso, sócio da Ligue & Brink, há cerca de 12 anos no mercado, completa que além de fáceis de limpar os brinquedos de plástico têm ótima durabilidade mesmo expostos a sol e chuva. “Procuramos trabalhar só com produtos aprovados pelo Inmetro, e temospontualidadeeagilidadenaentrega.Nãocobramosfreteem SãoPauloeamontagemégrátis”,informa.Aempresadispõetambém de cama elástica, piscina de bolinhas, balão pula-pula, em diversos tamanhos e modelos. Há 20 anos no segmento, a Alcance disponibiliza para escolas playgrounds de plástico e madeira (como a casa do Tarzan, com 15 atividadesacopladas),alémdefabricarpiscinasdebolinhasemdiversos tamanhos e formatos. A Alcance também trabalha com tatames e brinquedosdeEVA,desenvolvidosparaaáreapedagógica,comoas centopéiasnuméricasedeabecedário.Outrasopçõessãoascentopéias depanoeosplaygroundsemespumaparacriançaspequenas.Cumprir rigorosamente prazos de entrega e oferecer garantia estão entre

aspremissasdeJoãoDonizetedosSantos,proprietáriodaempresa. “Procuro fazer clientes e não vendas”, sustenta. Já a Speed Kids é fabricante de playgrounds que atendem crianças de 2 a 14 anos. Há três linhas: a Superplay, a Popplay e a Ecoplay,todascomatividadesquedesenvolvemoladolúdicoemotor dacriança,alémdasocialização.ConformeMárioEduardoAbissamra, diretorcomercialdaSpeedKids,osbrinquedossãoprópriosparaáreas externas.“Nosso polietileno já vem com protetores anti-UV, o que permite a exposição ao sol e chuva sem perder a cor e a qualidade”, garante.Aspeçasmetálicassãopreparadascomfundoprimerepóxi e tinta esmalte super-resistente. Já a linha Ecoplay é de eucalipto reflorestado,comtratamentoanti-fungosrevestidocomtintaespecial anti-UV. “Todos os brinquedos são projetados dentro de normas internacionaisdesegurança,dandotranqüilidadetantoaospaiscomo aosestabelecimentosquepossuemnossoproduto”,diz.Aempresa contacomumaarquitetaqueprojetaoplaygroundidealparaaáreae oorçamentodisponíveis.Osbrinquedostêmtrêsanosdegarantianas peçasplásticaseumanonasdemaispartes.“Comonossafabricação étotalmentenacional,naeventualnecessidadedereposiçãodeuma peça, essa substituição é praticamente imediata”, afirma. Também a Brin Qi, há 15 anos revendendo brinquedos para playgrounddediversosfabricantes,estáinvestindonumalinhaprópria de brinquedos de maior porte, os kiddie play, e de jogos gigantes espumados.Oskiddieplaysãoproduzidosempolietilenocomestrutura de ferro galvanizado, com pintura epóxi. A empresa visita a escola e personalizaobrinquedodeacordocomoespaçodisponível.Podemser incluídosdiversoscircuitos,comopontedorioquecai,túnelcomvisor, paravisualizaçãodacriança,obstáculos,escorregadores,entreoutros. Para playgrounds de escolas, a empresa recomenda o uso de grama sintéticanopiso,quepodeserinstaladacomamortecedordeimpacto. “Priorizamosobomatendimentoaosclientes,tantonoprécomono pós-venda”, atesta Rubens Fernandes, diretor da empresa. Outraempresaqueinvestenumalinhadeprodutospersonalizados para o cliente é a BR Play. Segundo Mário Vasques, consultor de vendas,aempresatemumalinhaprópriadeplaygroundsemmadeira, plástico, ferro e espuma, além dos kiddie play e de brinquedos

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Beleza e segurança são fundamentais quando o assunto é o playground da escola.

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FIQUE DE OLHO eletrônicos, como carrossel, tombo legal e roda gigante.“Todos vão acompanhadosdeAtestadoderesponsabilidadetécnica,ART,assinado pelo nosso engenheiro. Além da nossa linha, só trabalhamos com fabricantes que possuam selo de aprovação do Inmetro, e demais órgãosfiscalizadores.Nocasodagramasintética,revendemosproduto importadohomologadointernacionalmenteeaprovadopeloInmetro, Fifa e com cinco anos de garantia”, informa. Conforme Vasques, o diferencial da BR Play é oferecer um atendimento personalizado, comquatroconsultoresedoisprojetistasprontosparaatenderareal necessidadedosclientes.“Acreditamosqueumplaygroundcomum belolay-outencantanãosomenteàscriançasmastambémaospais,o que pode significar novas matrículas para as escolas”, completa. Contar com um brinquedo que “encha os olhos”, mas que especialmentecumpracomasnormasdesegurança,deveseroobjetivo daescola.ParaArnaldoBlack,proprietáriodaTriventures,oplayground deveserencaradocomoumtodo,inclusivepisos,visandodiminuirriscos deacidentes.ATriventurestrabalhacomgramasintética,instaladacom amortecedor de impacto, pisos de borracha e tatames de EVA para áreasinternas.Emrelaçãoaosbrinquedos,aempresatemcomofoco playgroundsdegrandeporte,comestruturaemaçoecomponentes emPVCrotomoldado.OlançamentoéalinhaEcoplay,comestrutura emmadeiraecomponentestambémemPVC.Osbrinquedos,conforme oproprietário,sãofacilmenteadaptáveisaoespaçodisponível,jáque é possível modificar a posição dos componentes.“Na fabricação de nossos brinquedos observamos as regras de segurança da ABNT e internacionais”,frisaArnaldo,queparticipoudacomissãoquecrioua normadaABNTqueregeafabricaçãodebrinquedosparaplayground. Aempresatambémofereceopçõesdebrinquedoparaserinstalado dentrode piscinasinfantis,comchuveiro,baldegiratório,toboágua e cascata, produzido em aço envelopado e componentes em PVC, resistente à água. Alémdosbrinquedosemplástico,osdemadeiratambémsãobem procurados.AKatatauforneceparaescolasachamadabrinquedolândia, umgrandeplaygroundemmadeiragarapeiraaparelhadaquereúne 14 atividades num só brinquedo. O menor modelo necessita de um espaçodequatroporcincometrosparasuainstalação,informaDavid

FerreiraAfonso,sóciodaempresa.“Amadeiraétratadacontracupime umidade,ascorrentessãogalvanizadas,obrinquedorecebepinturacom esmalteatóxicodealtaqualidadeeosassoalhosdosescorregadores sãoenvernizados”,informa.AKatatautambémrevendebrinquedosde plástico,detriciclosagrandesplaygrounds,alémdepisoemEVApara áreasinternas,areiacolorida(vendidaemsacosde20quilosetratada contraraiosUV)egramasintética.Emplaygroundsaempresainstala gramade12mm,disponívelemváriascores.Davidexplicaquecoma grama é possível simular no piso uma estradinha que leve à casinha debonecas,demarcarumamini-quadraouatédesenharumtabuleiro de damas. A Tró-ló-ló, há 29 anos no setor, revende e fabrica brinquedos, deplaygroundsdeplásticoabrinquedosdeEVA,passandopeloskits deespumaepelosbrinquedosproduzidosembagun(comoxadrez, dominó, dama, centopéia e amarelinha). Horácio Massoni, diretor da empesa, avalia que o brinquedo é de suma importância para o aprendizadodascriançasequesegurançaéessencial.“Sóvendemos produtoscertificadospeloInmetro.ATró-ló-lóprezamuitoaqualidade deseusprodutoseobomatendimentoaocliente”,diz.Massoniindica que o produto mais vendido é o cubo ativo, com cadarço, botões, velcroediversasatividadesparaacriançaaprenderecomeçarafazer sozinhanodia-a-dia.“Sempreorientamosoclientequeobrinquedo seja utilizado de acordo com a idade indicada”, completa.

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Especial para os pequenos

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Paraascriançasmenores,osegmentodeplaygroundsreservaótimas atrações.AFábricadeEducaçãodesenvolveplaygroundsparacriançasa partirdeseismesesatrêsanosdeidade,queauxiliamnodesenvolvimento da motricidade infantil. São módulos montados com estrutura de madeira,revestidosdeespumaeforradoscombagun,espéciedelona impermeáveleatóxica.Hárampas,escorregadores,escadinhas,comos quaisépossívelmontarmodelosdeacordocomoespaçodisponível. ConformeÂngeloPotenzaNeto,proprietáriodaempresa,cadamódulo pesa de 10 a 15 quilos.“Se os módulos fossem só de espuma e muito leves,ascriançasacabariamdesmontandoocircuitoeeleperderiasua


FIQUE DE OLHO

Opções em pisos Quando se trata de playground, a grama sintética é um complementomuitoprocuradopelasescolas.ParaDeniseBranchini, gerentecomercialdoGrupoPlacar,háseteanosfornecendograma sintética,oprodutoreúnebelezaepraticidade,tantonainstalação como na manutenção. Denise indica para playgrounds a grama com 12 mm, por ser mais macio e confortável para as crianças. Há ainda a grama de 8 mm e as esportivas, com 20 a 63 mm. Todas têm proteção antibactericida, proteção contra raios UVA e UVB, não empoçam água e não desbotam. “A grama é produzida em polietilenoemuitosimplesdeserlimpa.Podeservarrida,aspirada ousimplesmentepassarumpanoúmidooulavar”,contaagerente. A grama é colada com cola de contato. Mas, conforme Denise, há clientes que preferem deixar a grama solta, apenas presa com fita dupla face.“Nesses casos, é possível retirar a grama e bate-la como um tapete, para a limpeza”, informa, completando que o Grupo Placar dá garantia de três anos nos seus produtos, prestando total assessoria ao cliente e oferecendo ótimas formas de pagamento. Jefferson Ferreira de Oliveira, proprietário da Greenland Play Pisos e Playground, e fabricante de grama sintética, orienta que há no mercado vários tipos de grama.“A produzida com fio 100% polietileno é macia, não queima a pele em caso de quedas. Já a de polipropileno tem o fio mais rígido, áspero e abrasivo”, adverte. Segundoofabricante,hánomercado,gramasconfeccionadasem ráfia e com fio derivado de garrafas PET, ambos contra-indicados justamente pela abrasão dos materiais. Conforme Jefferson, é possíveloptarpelainstalaçãodeumamortecedordeimpactopor baixo da grama sintética, garantindo um amortecimento até 70% maior do que apenas com a grama. Ao optar pela grama sintética éimportanteverificaraalturadagrama.Jeffersonrecomendapara playground as com altura entre 10 e 13 mm. Para uma correta manutenção da grama sintética, o fabricante indica varrição no sentido contrário aos fios, para eles levantarem e permanecerem bonitos, e limpeza com aspirador uma vez por semana. Além da grama,aGreenlandoferecebrinquedosemplásticoemadeira,além

de pisos em EVA. O lançamento da empresa é o piso em borracha reciclada, no formato osso. “O piso é de altíssima durabilidade e extremamente seguro, além de ser disponível em diversas cores, que podem ser trabalhadas no piso”, informa. Segundo a arquiteta Mara Cabral, designer dos produtos da Haiah Revestimentos Especiais de Borracha e especialista no planejamentoemontagemdeplaygrounds,opisodoplayground deve ser amortecedor de impacto, antiderrapante, não tóxico, durável e de fácil manutenção. A necessidade de um piso apropriado faz parte inclusive das normas técnicas que indicam as características de um playground (NBR 14.350-1 e 14.350-2, editadas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas). “As quedas fazem parte do aprendizado e onde há um piso de segurançaépermitidobrincardeverdade.Aoimplantarespaçosde lazer e recreação infantil, certos detalhes fazem a diferença, como conforto ao pisar ou cair”, orienta Mara. Segundo a arquiteta, nas escolas é indispensável contar com um piso de segurança que amorteçaimpactoseaomesmotemposejaantiderrapanteemacio. AHaiahdesenvolveprodutosdeecodesigncomborrachagranulada coloridaeatóxica,materialresistentequeatendeasáreasexternas com várias opções: o Piso S, instalado diretamente na terra, o Piso I, modeloparasercolado sobre contrapisos novos ou já existentes, e o piso em placas a partir de 40 por 40 cm com espessura a partir de 8 mm.

Serviços ALCANCE BRINQUEDOS 11-4194-3719/4201-5118 acl@globo.com www.alcancebrinquedos.com.br BRIN QI 11-2204-3101/2953-5774 www.brinqi.com.br BR PLAY 11-3479-9142/2016-5340 www.brplay.com.br DEDO BRINQUEDO 11-2784-0848/2784-4384 vendas@dedobrinquedo.com.br www.dedobrinquedo.com.br

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função”,explica.Aempresaaindafabricajogosgigantesespumados. Danila Oliveira, sócia da Dedo Brinquedo, há quatro anos no setor de playgrounds, conta que a empresa fabrica piscinas de bolinhas,inclusivenotamanhobaby,emódulosdeespumaindicados para crianças de até dois anos e meio. “Os módulos estimulam visualmente os pequenos e desenvolvem a motricidade, pois eles sobem,descem,passamemtúneis,enfim,desenvolvemashabilidades corporais”,define.Danilareforçaqueosbrinquedossãohigiênicose fáceisdelimpar:sãoproduzidoscomestruturademadeira,forrados de espuma de alta densidade e revestidos de bagun.“Os formatos dosmódulosviabilizamoespaço.Hámódulosdecantos,circulares, rampas, túneis, rolos. Fazemos também projetos personalizados, inclusiveforrandoasparedesdasalacomespumaebagun,tornando oespaçoespecíficoparaosbebês”,conta.ADedoBrinquedodispõe aindadeplaygroundsdeplásticodediversosfabricantes,pufesde bichinhos, camas elásticas e triciclos, também muito procurados pelas escolas.

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PLAYGROUND

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Fabrica de educação

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PLAYGROUND, PRODUTOS DE LIMPEZA, RADIOCOMUNICAÇÃO

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PISOS, SISTEMA DE SEGURANÇA, SERRALHERIA

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DICA: SALAS ACUSTICAMENTE PREPARADAS

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Chega de barulho! Por Anne Galvão

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instalação acústica em sala de aula é essencial para garantir a qualidade necessária a um ambiente de aprendizagem. A arquitetura acústica estuda a absorção e o isolamento so­ noro, visando minimizar ou reforçar a propagação do som conforme a conveniência do espaço. Nocasodeescolas,umacomunicação clara facilita o trabalho do professor. Diversos ruídos, internos ou externos, podem atrapalhar o bom andamento da aula. O barulho de carros, aviões e alunos no pátio pode ser resolvido pelo isolamento acústico da sala, composto por paredes, janelas, portas e teto isolantes. Mas e as conversas paralelas dentro da sala? Quandoumavozéemitidadentrode um ambiente, ao encontrar uma parede ela se reflete. As múltiplas reflexões do som causam a chamada reverberação, que é um tipo de prolongamento dos sons. “A sala é muito barulhenta, pois qualquerruídogeradoéamplificadopelas reflexões sucessivas. O que o professor fala é escutado pelos alunos mas não é plenamentecompreendido”,ressaltaElvira Viveiros,arquitetaespecialistaemacústica emestredoDepartamentodeArquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina. Alémdisso,professoresconstantemente seafastamdotrabalhoporproblemasnas cordasvocais,causadospelanecessidade

de aumentar o tom de voz em sala de aula. “Ruídos no interior de sala de aula dificultam o entendimento da palavra falada,geramdesatençãoaos alunos eos professoresficamsujeitosaumacargade estresseadicional,resultandonapiorada qualidade do ensino”, analisa José Ovídio Ramos,arquitetoemestreemTecnologia da Arquitetura e Urbanismo. “O desconforto acústico traz uma série de problemas, entre eles o da concentração”diz RobertoVeloso, admi­ nistrador do Colégio Miguel Cervantes, localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo. O colégio passou por uma recente reforma, na qual a preparação acústica foi uma das prioridades. Portas e janelas têm vedação para que o som não vaze por suas frestas, o forro contém o ruído de chuvas fortes, o acabamento do piso absorve o impacto de objetos caídos e há painéis de ripas nas paredes, cuja função é “aveludar” a voz do professor. Construir uma escola com boa acústica não significa um gasto extra. Já as adequações posteriores à construção são mais difíceis, mais caras e menos eficientes. No entanto, a reverberação pode ser amenizada ao utilizar materiais como carpete, cortiça, cortinas grossas e materiaismaciosemgeralnainstalaçãoda sala, pois estes absorvem o som emitido. “Numa sala de aula o objetivo é que a voz doprofessorcheguedeformamaisdireta possível aos alunos”, completa Roberto.

Na próxima edição Recursos Audiovisuais


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SISTEMA DE GESTÃO, SISTEMA DE SEGURANÇA

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TOLDOS

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QUADRAS, TODOS

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ÍNDICE

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Acampamento – 06, 07, 08 Acessibilidade - 06 Acessórios – 08, 09, 10, 11 Agendas – 16 Alambrados – 34 Alarmes – 29, 30, 31, 33 Aquecimento Solar - 15 Ar condicionado – 11 Assessoria – 09, 11 Auditório – 16 Banco – 4ª capa Bebedouros – 09 Brindes – 13, 14 Brinquedos Educativos – 14, 15 Brinquedos Infláveis - 15 Cadeiras de Roda – 06 Circuito Fechado de TV – 29, 30,

31, 33 Coberturas – 33, 34 Coleta Seletiva de Lixo – 09, 10 Comunicação Visual – 34 Consultoria Pedagógica – 06 Controle de Acesso – 29, 30, 31, 33 Divisórias - 29 Excursões – 06, 07, 08 Feira e Eventos – 3ª capa Filtro - 09 Forros - 29 Gráfica – 16 Grama – 1ª capa, 12, 25, 26 Impermeabilização – 17 Informática - 17 Laboratório – 17 Manutenção Predial – 17

Mapas – 16 Material de Limpeza – 09, 10, 26 Material Elétrico – 10 Microscópios - 17 Modelos Anatômicos – 17 Móveis – 19 Ônibus ( locação ) - 06 Parque Temático – 06 Pintura – 17 Pintura Artística - 17 Pisos – 2ª capa, 28, 29, 32, 33 Persianas - 29 Playgrounds – 1ª capa, 20, 24, 25, 26, 27 Primeiros Socorros – 04, 05, 18 Produtos e Equipamentos para Limpeza – 08, 09, 10, 11, 26

Projeto Educacional – 06 Quadras – 34 Radio Comunicação - 26 Redes de Proteção – 34 Saco de Lixo – 08 Sensor de Presença - 29 Serralheria - 29 Sistema de Gestão – 31 Sistemas de Segurança – 29, 30, 31, 33 Transporte - 06 Toldos – 33, 34 Turismo Educacional – 06, 07, 08


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Direcional Escolas, abril 08


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Revista Direcional Escolas Edição 37 – Abril/2008 by Revista Direcional Escolas - Issuu