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Revista Direcional Escolas Edição 26 – Março/2007

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Direcional Escolas, marรงo/07


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Direcional Escolas, marรงo/07


EDITORIAL

DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores PERIODICIDADE mensal

Caroleitor,

TIRAGEM 10.000 exemplares CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo

Agora é a hora de planejar os estudos do meio, acampamentos e viagens dos

JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza C. Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br

alunos. Do ônibus à monitoria, passando pela estrutura necessária para receber

DIRETORES DE ARTE Thais Moro Gabriel Borges

agências e empresas que organizam todo tipo de saída escolar, de um simples

estudanteseprofessores,todososaspectosdevemsercuidadosamenteanalisados pela escola. Nesta edição, a seção Fique de Olho traz excelentes opções de day-camp a uma viagem de formatura. Saiba também como escolher um bom acampamento educativo e os cuidados que as empresas de fretamento devem ter

COORDENAÇÃO E ARTE Adriano Costa Vespa

com seus ônibus. Nas Dicas, conheça mais sobre os projetores lendo a matéria da página 30.

ASSISTENTES DE ARTE Juliana Cavalheiro

Esses equipamentos são indispensáveis à rotina da escola e estão com custos mais acessíveis. Em outra matéria, saiba como os alarmes podem deixar a escola mais

GERENTE COMERCIAL Valéria Alves valeria@condominio.inf.br

segura. Utilizados em conjunto com sistemas de controle de acesso, os alarmes evitam invasões indesejadas em determinados ambientes da instituição escolar. É

CONTATO PUBLICITÁRIO Amilton Araujo Cláudia Feres Silvana Tesser

importantetambémqueoalarmeestejaacopladoaumacentraldemonitoramento, que receberá um sinal em caso de violação do alarme. Em mais uma matéria, abordamos o tema materiais artísticos. Rosane Acedo

ATENDIMENTO AO CLIENTE Emilly Tabuço João Marconi Juliana Jordão

Vieira, especialista em arte, analisa que o material utilizado deve ser adequado à proposta do professor. A escola deve oferecer variedade de materiais e dispô-los adequadamente e muito bem organizados.

IMPRESSÃO HR Gráfica e Editora

Aproveiteaomáximoestaedição,consultandotambémnossosanunciantesde produtoseserviçosparaescolas.DirecionalEscolasCatálogodeProdutosentraem

Conheça também a Direcional Condomínios www.direcionalcondominios.com.br Filiada à

Tiragem auditada por

seu terceiro ano de vida, se firmando como uma publicação de apoio ao diretor e gestor escolar, com informações úteis para o dia-a-dia escolar, além de contar com parceiros que oferecem o que há de melhor para as instituições de ensino. Boa leitura e até o próximo mês!

os Diretores

Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes.

Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

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Tiragem de 10.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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ÍNDICE DE PRODUTOS & SERVIÇOS

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FIQUE DE OLHO

Acampamentose Excursões

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29

30

DICAS

DICAS

DICAS

Material Artístico

Alarmes

Projetores

ÍNDICE DE PRODUTOS & SERVIÇOS

Acampamento 1ª capa, 05, 06,

Informática 19

Acessórios 11, 12

Laboratório 22, 23

Agendas 18

Lavadoras de Alta Pressão 11, 12

Alarmes 2ª capa, 3ª capa, 32, 33

Lixeiras 11, 12, 14

Artigos Esportivos 14

Locação para Eventos 24

Assessoria Educacional 15

Lousas 20, 21

Assessoria Jurídica 10

Mapas 20

Auditoria 11

Móveis 25, 26, 28

Balanço para bebês 32

Pisos 27

Bebedouros 13, 14

Playgrounds 19, 27, 28

Brindes 4ª capa, 14

Poltronas 32

Carteirinhas de Estudante 15, 18

Produtos e Equipamentos de Limpeza 11, 12, 14

Cinzeiros 11, 12 Circuito Fechado de TV 2ª capa, 3ª capa, 32, 33 Coberturas 34 Coletores para Reciclagem 14 Computadores 19 Cooperativa 15 Equipamentos para Enfermaria 17

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Escola de Idiomas 16

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Projetores 30, 31 Purificadores de ar 32 Quadros de Aviso 20, 21 Radiocomunicação 29 Relógios 32 Sinalização 33 Sistemas de Gestão 32

Filtros 13, 14

Sistemas de Segurança 2ª capa, 3ª capa, 32, 33

Gráfica 15, 18

Tapetes 11, 12

Grama Sintética 27, 28, 29

Terceirização de Serviços 33

Impermeabilização 20

Toldos 34


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ACAMPAMENTOS

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FIQUE DE OLHO

Acampamentos e

excursões

Paraorganizarcomtranqüilidadeacampamentos,excursõese

para a escola. A viagem de formatura para Santa Catarina é um

estudosdomeioéfundamentalcontarcomempresasparceirasque

dosdestaquesdaempresa.“Sóvendemosopacotecompleto,com

ofereçam serviços de primeira qualidade. Afinal, é a segurança e

todas as refeições e passeios já predefinidos e pagos”, diz Michael,

o aproveitamento pedagógico de seus alunos que estão em jogo,

ressaltando que as casas noturnas são fechadas para receber os

além da diversão, que não pode faltar.

alunos.Trêsmonitoresporônibusacompanhamosalunos24horas

Para Mirian Mingoranse, diretora da Ônix Eventos, que há 10

pordia,aplicandoduranteaviagemametodologiada“disciplinade

anos organiza estudos do meio, para que o passeio seja sucesso é

ação”, mantendo os jovens ocupados durante todo o tempo. Para

necessárioquetodaaequipefuncionecorretamente.“Dependemos

formandos de 8ª série, a MFK dispõe do acampamento em Ibiúna,

do transporte, da responsabilidade do motorista e da qualidade

comtendaparabaladasehospedagemembarracasdealtopadrão,

do monitor. É um conjunto, incluindo a agência, na qual a escola

montadasemespaçosreservadosecobertasporumaarmaçãode

deve confiar”, atesta. A qualidade dos monitores é fundamental,

bambu e lona e cercadas por cerca viva. A empresa ainda conta

acredita Mirian. ”Um aluno nunca pode ficar sem resposta”, diz.

comunidadesdeacampamentoemInterlagoseItu.“Dispomosde

A Ônix trabalha com alunos da educação infantil à universidade,

locais diferenciados para cada faixa etária”, afirma. Outra atração

realizando das mais rápidas saídas de um dia, como a museus ou

é o passeio para as cavernas do Parque EstadualTurístico do Alto

zoológico de São Paulo, até viagens como o Sítio do Pica-pau

Ribeira (Petar), ideal para o 1º e o 2º anos do Ensino Médio.

Amarelo,emTaubaté,CamposdoJordão,cavernasdoPetar,cidades

Ricardo Machado, diretor da Mackay Viagens e Turismo,

históricas, em Minas Gerais, Parati, Santos ou Salesópolis, entre

acreditaqueéprecisoatenderaexpectativadaescolaemrelaçãoa

outros.“Atendemosaspretensõesdaescola,inclusiveexposições

umaviagemcomosalunos.“Aescolanosexpõesuanecessidadee

itinerantes, como as da Oca e da Faap”, esclarece.

montamos o passeio. Nada é fechado, tudo fica a critério do que a

Viagens de formatura e acampamentos são o foco da MFK

escolapretende”,aponta.Esteano,aempresafechouumaparceria

TurismoEstudantil.MichaelFetterKirst,diretordaempresa,acredita

com o Rio Quente Resort, em Goiás, para atender formandos de 8ª

queopasseioouviagemdevefuncionarcomoummarketingpositivo

série ou 3º ano do Ensino Médio.“Toda a estrutura do resort estará

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Roteiros de um dia, acampamentos e viagens de formatura devem ser cuidadosamente organizados pela escola. Para isso, o ideal é contar com os serviços de empresas especializadas.

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A qualidade do transporte é fator primordial para o sucesso de um passeio, seja ele um day-camp próximo à escola ou a saída para um acampamento em outra cidade. Ana Claudia Luiz, diretora comercial da Play Bus, empresa de transporte especializada em fretamentos e excursões escolares, afirma que um dos grandes diferenciais da Play Bus é o fato de seus motoristas conhecerem os principais destinos das escolas. “As excursões escolares são feitas para locais específicos. Nossos motoristas conhecem esses locais, as melhores rotas de acesso e conseguem chegar em tempo hábil”. Há 15 anos no mercado, a Play Bus é fornecedora do Hopi Hari em linhas fretadas que saem de São Paulo em direção ao parque. Ana Claudia frisa que a empresa possui credenciamento nas agências reguladoras, como Sptrans, Artesp, EMTU e ANTT. Conforme o roteiro – municipal, intermunicipal, estadual ou federal – o ônibus está sujeito a fiscalizações, daí a necessidade da empresa ser credenciada. A Play Bus possui uma frota com 38 ônibus turismo e três microônibus. Todos passam por vistoria anual dos órgãos competentes. “Para passar por essa vistoria, o ônibus tem que estar em ordem. A partir do momento em que há credenciamento e vistoria nos veículos, o índice de quebra é muito pequeno”, aponta. Os ônibus também contam com seguro, com a cobertura de RCO – Responsabilidade Civil Ônibus. Os motoristas também são orientados a saber lidar com os excessos nas viagens, especialmente dos adolescentes. “O motorista não deve impor disciplina durante a viagem, mas se ele percebe um aluno colocando a mão para fora do ônibus, deve chamar a professora e avisá-la do risco”, finaliza.

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voltadaparaasescolas,emoutubro”,conta.

metros quadrados, fica na Serra da Cantareira,

MataAtlântica”,resumeMarcoAurélioVerzolla,

A empresa também tem parceria com a

vizinho ao Parque Estadual da Cantareira, um

diretor comercial da Sitiolândia. O local ainda

TAM para roteiros aéreos. Há inúmeras

dosúltimosremanescentesdeMataAtlânticade

contacomprogramaçõesculturaisdiversificadas

outrasopçõesderoteiros,comobalonismo

SãoPaulo,eoferecetrilhasecológicas,escalada

a cada mês, temática referente ao assunto. Em

nas cidades de São Pedro, Piracicaba ou

na floresta, tirolesa, campo de futebol, horta,

março, o destaque é o circo; em abril, o projeto

Boituva, canoagem em Brotas, Juquitiba,

pomar, estufa e animais de fazenda. Entre as

indígena (com índios guaranis, arco e flecha e

CacondeouSãoLuísdoParaitinga,eoutras

atrações, estão animais da pré-história (fóssil

comidatípicaindígena);emmaioétrabalhado

localidades onde é possível abusar dos

deumtiranossaurorexemtamanhoreal);safári

o incentivo à leitura (com o teatro“Mundo das

esportesradicaisedospasseiosecológicos.

comanimaistemáticos,comoelefanteafricano

letras” e reciclagem de papel); junho é mês de

A viagem para Beto Carrero World, em

em tamanho real, iguanas verdes, tucano e

Festa Junina: julho, férias na Sitiolândia; em

Santa Catarina, também é recomendada

arara vermelha; temas folclóricos, como o

agostoémêsdofolclore;emsetembroaconteceo

para grupos de formandos.

bumba-meu-boi e a festa dos bois Garantido e

projetoambiental;emoutubro,mêsdascrianças;

Diferentemente das viagens de

Caprichoso,alémdapossibilidadededesenvolver

novembroéavezdoprojetoruraledezembroéo

formatura ou de maior distância, há os

comascriançasprojetosambientais,trabalhando

Natal na Sitiolândia.

passeios de um dia, conhecidos como day-

a conscientização ecológica, a reciclagem e

Já a Fazenda Monjolinho é uma

camps.ASitiolândiaatendeespecialmente

a preservação da natureza. “Nossa floresta

opção para as escolas que decidem levar

alunos da Educação Infantil à 4ª série nessa

escondeumabiodiversidadeimpressionante,

seus alunos para uma temporada em um

modalidade de passeio. A área, de 80 mil

com nascente de água, árvores e vegetação da

acampamento. Localizada a 190 km de São


SERVIÇO Paulo, no alto da serra da Estância Turística

lazer do Monjolinho. Os monitores da

de São Pedro, entre Brotas e Piracicaba, o

Dinâmica são universitários ou formados

local conta com duas cachoeiras, entre

nas áreas de Educação Física,Turismo, Artes,

elas a Cascata do Saltão com 80 metros

PedagogiaeAgronomia.“Trabalhamoscom

de queda, duas piscinas, campo de futebol,

uma equipe multidisciplinar, privilegiando

lago com cabo aéreo, entre outras atrações.

o profissionalismo e o contato com o

Mas o grande diferencial do Monjolinho

acampante. Independente da estrutura do

está em desenvolver acampamentos

acampamento, é importante que a escola

temáticos, personalizados para a escola.

verifique com quem os alunos ficarão. Nosso

“A escola pode escolher alguns de nossos

valorestájustamentenomonitor”,considera.

temas, como os quatro elementos da

Chamlian, que é professor de Educação

natureza, que ressalta a conscientização da

Física, pós-graduado em Lazer e mestre

preservação ambiental, lendas, que trabalha

em Educação e há 17 anos trabalha com

fábulas, ou a Terra do Nunca, que privilegia

acampamentos educativos, complementa

a importância do brincar na infância. Mas

que é essencial dialogar com a escola para

tambémdesenvolvemosprojetosexclusivos

entender o que ela busca no acampamento.

para a escola, de acordo com a faixa etária”,

“Através da beleza natural do Monjolinho

orienta Luiz Aurélio Chamlian, diretor da

podemos vivenciar valores educacionais,

DinâmicaTreinamento e Lazer e responsável

como integração, o contato com a natureza

pela parte operacional, de recreação e

e o viver em comunidade”, completa.

ABAE – Associação Brasileira dos Acampamentos Educativos 11-5096-5939 www.abae.org.br Fazenda Monjolinho 11-3637 7170 www.monjolinho.com.br Mackay Viagens e Turismo 11-4502-2220 www.mackay.tur.br MFK Turismo Estudantil 11-3207-6901 www.mfkturismo.com.br Ônix Eventos 11-6231-4871 www.onixeventos.com Play Bus 11-6198-3344 www.playbus.com.br Sitiolândia 11-6232-4224 www.sitiolandia.com.br

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Escolher o acampamento para onde seus alunos irão viajar é uma grande responsabilidade para a escola. Para não se arrepender da escolha, é preciso tomar alguns cuidados. “Em primeiro lugar, recomendo que a escola verifique qual a proposta da viagem e se o acampamento tem condições de atingir esse objetivo”, afirma Marco Antonio Vivolo, diretor presidente da Associação Brasileira de Acampamentos Educativos (ABAE). A proposta da escola pode ser, por exemplo, promover a integração dos alunos, integrar alunos e professores ou encerrar uma atividade iniciada no colégio. A socialização e o desenvolvimento da autonomia do aluno também são aspectos esperados em um acampamento. “O acampamento é uma atividade educativa. A recreação é um meio para que se atinja as finalidades propostas”, avalia. A partir daí, a escola deve analisar as condições físicas e de recursos humanos do acampamento. Itens essenciais são a relação do número de acampantes por monitor, número de refeições e cardápio e procedimentos em casos de emergências médicas. “Recomendamos que sejam consultadas duas ou três escolas que já utilizaram aquele acampamento”, diz o diretor da entidade. “A relação entre a escola e o acampamento é uma relação de confiança”, finaliza.

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Como escolher o acampamento

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INFORME PUBLICITÁRIO

Inadimplência 2007

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“Tolerância Zero”

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Aexpressão“tolerânciazero”émuitoutilizadadesdequeacidade deNovaYork,assustadacomaondadeviolênciaemmeadosde2002, pormeiodeseuprefeitoRUDOLFJULIANI,resolveuimplantarmedidas drásticas contra a violência, como por exemplo, a contratação de maispoliciais,acriaçãodospoliciascomunitários,omapeamentoda criminalidadeentreoutrasmedidas.Ainda,paracitarumasituaçãomais próximadenósbrasileiros,nacidadedeSantoAndré,queacumulava altosíndicesdehomicídiosedemaiscrimesviolentos,aPrefeitura,o MinistérioPúblicoeaPolícia,juntosimplantarammedidas“também drásticas”como,porexemplo,ofechamentodebaresapósàs22horas, ofechamentodebaresemsituaçãoirregular(documentação)eforte patrulhamento.Oresultado?Issomesmo,osíndicesdeviolênciaforam reduzidossensivelmente.Emmatériasjápublicadasnamídiaimpressa, abordamosmedidasjurídicas,administrativas“preventivas”quepodem ajudaradministradores,mantenedores,colaboradoresediretoresde instituições de ensino a controlar esse“câncer”que assola e destrói muitasescolas:ainadimplência.Porém,desdeaprimeiramatériaaté esta data, recebemos um grande numero de e-mails e consultas de escolassolicitando,oumelhor,“requerendo”medidasjurídicas,dicase posiçõesmais“duras”quepossamproduzirresultadosmaisrápidosem relação à inadimplência. Segundonosescreveuamantenedoradeumaescolade530alunos, com mensalidade média no valor de R$ 560,00, “ caso não revertesse o problema até outubro deste ano, seria obrigada a cortar 7% de seu quadro de funcionários”. “Nader,Zampieri&RochaSantosAdvogados”,foiconvidadoadar assessoramentojurídicoàASSOCIAÇÃODEESCOLASPARTICULARES COM INADIMPLÊNCIA FIXA E ROTATIVA”. E o que é essa associação? Criadaparaampararescolascomproblemasdeinadimplência,seu objetivoprincipaléformarumvínculoeaproximarasescolasparticulares, estabelecerpadrõescomunsatodasnomomentodamatrícula,contrato eaindatrocadeinformaçõessobreosinadimplentes.Hoje,constituída comoassociaçãodefato,écompostaprimeiramentepormantenedores deescolasdaRegiãoLestedeSãoPaulo,masjávemsendoprocuradapor diversasescolasdeoutrasregiõestendoemvistaoseuobjetivocomum. Alegislaçãovigente,atravésdoCódigodeDefesadoConsumidor, em seu artigo 39, VII“proíbe”a divulgação de dados, banco de dados oumesmoinformaçõesnegativasarespeitodeconsumidores,porém osprocedimentosadotadosporessegrupodeescolasencontramfortes bases legais para proteger as instituições dos “famosos” pedidos e transferêncianofinaldoano,bemcomoimpedirqueoutraescolavenha a ser vítima desse procedimento do inadimplente contumaz. O inadimplente, mesmo com“várias”parcelas em aberto, muitas

vezes incluindo material didático que não está incluso no custo das mensalidades, se dirige a secretaria, e pede a transferência. Com o documentoemmãosdirige-seaoutraescolaealiaplicaoseu“golpe”, fazamatrículacomarealintençãodenãopagarasmensalidades.Isso é o que conhecemos por“calote”, prática que perdurará enquanto a legislaçãovigentenãopermitiraquebradocontratodeprestaçãode serviços educacionais. Apenasparadeixarclaro,oprincipalobjetivodaASSOCIAÇÃODE ESCOLASPARTICULARESCOMINADIMPLÊNCIAFIXAEROTATVA,“nãoé criarumcartel,umalistanegradedevedoreseaindaandaràsmargens daLei,massimdaramparojurídicoelegalaosseusassociadoseainda aproximar os mantenedores”, diz o Dr Fabio Zampieri. Dr Fabio Zampieri, advogado, professor de Direito, Legislação e Ética, especialista em Direito Educacional, sócio do escritório Nader, Zampieri & Rocha Santos – Advogados Associados. fabio@nzrsadvogados.com.br zampierifabio@terra.com.br


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ACESSร RIOS, AUDITORIA

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ARTIGOS ESPORTIVOS, BEBEDOUROS, BRINDES, COLETORES PARA RECICLAGEM

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ASSESSORIA EDUCACIONAL, CARTEIRINHAS, COOPERATIVA

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DICAS / MATERIAL ARTÍSTICO

Material

Oferecer uma boa variedade de materiais artísticos e, além disso, adequados à proposta de trabalho do professor é imprescindível para que a escola obtenha bons resultados no desenvolvimento das aulas de Arte. “A materialidade é muito importante no ensino da Arte. O material em si é provocador, instiga e desafia o aluno. É interessante que o aluno tenha à disposiçãoumadiversidadedemateriais, já que cada um oferece uma solução diferente”, opina Rosane Acedo Vieira, assessoradeArtedoColégioPentágono e do Pueri Domus Escolas Associadas, além de coordenadora geral da Escola Viverde, em Bragança Paulista (SP). O material, frisa a especialista, deve ser adequado à proposta sugerida pelo professor.Seapropostaforinteressante mas o material oferecido não é o ideal, oresultadonãoseráoesperado,explica Rosane. Em alguns momentos, o aluno deve ter a possibilidade de escolher o material que irá utilizar. “Indico que aconteçam os ateliês de percurso, quandooalunopodeescolheromaterial com que mais se identifica”, diz. A escola deve ter um estoque de material artístico bem organizado e espaçosabertosondeoalunoteráacesso ao material. Pincéis bem lavados, potes

coloridos organizando os materiais ajudam a passar aos alunos a noção de respeitoaosprodutosutilizadosemsala de aula. O espaço deve dispor também de mesas maiores voltadas para o trabalho coletivo. O uso coletivo dos materiais, aliás, é outrarecomendaçãodeRosane.“Émais econômico, porque a escola compra embalagensmaiores.Alémdisso,oaluno terá ao seu alcance uma diversidade muito maior de materiais e aprende a usá-los coletivamente”, orienta. Cuidar dos materiais faz parte do aprendizado em Arte, sustenta a educadora: “É um conteúdo atitudinal, saber fechar potes, lavar pincéis, aproveitar sobras, reaproveitar papel.” Rosaneorientasobreaimportância de desenvolver com os estudantes o conceito de transformação. Produzir tintas a partir de giz moído ou com beterraba, utilizar elementos da natureza, como gravetos e pedras, e fazer com que os alunos montem suas próprias telas para pintura estão entre alguns recursos possíveis. “O material artístico não é apenas um acessório para as aulas. É preciso sair do papel e do lápis, dar ênfase ao trabalho coletivo,criandoinstalaçõesetrabalhos tridimensionais”, resume.

Na próxima edição, leia Dicas sobre locação para festas

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artístico

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GRテ:ICA

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PLAYGROUNDS, INFORMร TICA

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IMPERMEABILIZAÇÃO, LOUSAS, MAPAS

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Mテ天EIS

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PISOS, PLAYGROUNDS

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Mテ天EIS, PLAYGROUNDS

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DICAS / ALARMES

Para afugentar O alarme deve fazer parte do sistema desegurançadaescola,tantoinstaladono perímetrodoimóvel,paraavisarquehouve umainvasão,comoligadoaáreasinternas vitaisdaescola,comotesouraria,secretaria e salas de informática. Os alarmes são ligadosasensoresque,quandoacionados por uma violação, enviam um sinal ao paineldecontrole,quefazsoarumasirene ou outro tipo de atuação conforme for programado.Seoalarmeestiveracoplado a uma central de monitoramento, ela também receberá os sinais. Para o consultor de segurança Florival Francisco Ribeiro, a função do alarme é avisar que uma área foi violada. “Especialmente em escolas grandes, o ideal é manter um corpo de seguranças e uma área de monitoramento de imagens gravadas pelas câmeras do sistema de circuito fechado de TV para que seja possívelidentificarquemviolouosistema”, avisa.Nocasodemonitoramentoexterno dasimagens,sóépossívelsaberdaviolação depois que alguém acionou um sensor e houve o disparo do alarme. Os tipos de sensoresmaiscomunssãoosmagnéticos, utilizados em portas ou janelas, e os de infravermelho(passivoouativo).Também existem os botões de pânico, que podem ser com fio, sem fio ou fixos. Eles devem ficar em poder da segurança ou na sala da diretoria ou secretaria, para serem acionados em casos de emergência, disparando então o alarme. Ribeiro, porém, destaca que a instalação de um alarme na escola deve

incluir um estudo das áreas vulneráveis do estabelecimento. “Cada escola tem suas particularidades que precisam ser preservadas, como uma biblioteca com livros valiosos, salas de informática com equipamentos caros, e o departamento que possui o cadastro de alunos, por exemplo”,cita.Porisso,muitoimportante nasinstituiçõesdeensinosãoossistemas de controle de acesso. Um cartão magnético de controle de acesso define em que áreas um visitante pode entrar na escola. Se a pessoa entrar num ambiente para o qual seu acesso não está liberado, o alarme é disparado na central de monitoramento. Esse controle pode ser feito inclusive para os cartões de acesso dos próprios alunos. É claro que, além dos equipamentos, vale sempre tomar alguns cuidados, especialmente em relação a prováveis pais que querem conhecer a escola. Se o visitante telefonar para agendar uma visita, é aconselhável avisar que a escola possui um sistema de segurança e que alguns dados serão solicitados na entrada. “É interessante que a escola divulgue essa sua preocupação com a segurança dos alunos”, diz Ribeiro. Na portaria, deve-se solicitar ao visitante a apresentação de um documento, preferencialmente carteira de habilitação (segundo Ribeiro menos sujeita à clonagem do que o RG). “O funcionário da segurança deve dizer que é para o cadastro da escola. Essa menção normalmenteassustaobandido”,finaliza.

Na próxima edição, leia Dicas sobre CFTV

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os intrusos

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DICAS / PROJETORES

Cuidados na

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escolha e no uso

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Os projetores são equipamentos indispensáveis à rotina escolar, ins­ talados nas chamadas salas multimídia oufuncionandocomoumequipamento que pode ser transportado para o ambiente desejado pelo professor. Adriano Ramos, que há 12 anos atua como revendedor de projetores multimídia, afirma que o produto atualmenteestámuitomaisacessívelàs instituiçõesdeensino.SegundoRamos, um projetor que há 15 anos custava R$ 15.000,00, hoje pode ser adquirido por R$3.800,00.Alémdomais,osprojetores ganharampraticidade.“Elespodemser transportadosembolsassemelhantesà de um notebook, o que facilita o uso na escola”, esclarece. Apesardocustodosprojetoresestar mais perto da realidade das escolas, aindahámuitodesconhecimentosobre que tipo de equipamento comprar. Ramos explica que a incidência de luz no ambiente determina a qualidade da projeção. “A potência ideal para um projetor que será usado numa sala para 40 alunos, que possua cortinas, é de 1600 a 1800 ansi lumens”, explica. A capacidade de luminosidade do projetor é medida em ansi lumens. Um projetor com 1200 ansi lumens

é mais fraco, portanto não terá um bom funcionamento em salas muito iluminadas. Para escolas, os projetores mais vendidos possuem até 3000 ansi lumens, esclarece Ramos. Além de escolher o modelo mais adequado para a escola, é preciso utilizar o equipamento com cuidado, evitando danos. “Algumas escolas deixam o projetor nas mãos dos alunos, o que não recomendo”, diz. Em relação à manutenção, o maior custo está na lâmpada – uma lâmpada nova representa cerca de 1/3 do valor do projetor. Ramos explica que as lâmpadas têm uma vida útil. Passado esse prazo, elas enfraquecem, até apagarem por completo. Ramos dá uma dica importante, que aumenta a durabilidade da lâmpada: no menu, a opção controle de brilho pode ser regulada no nível baixo, ao invés de alto.“Com esse cuidado, uma lâmpada que duraria normalmente 2 mil horas, passa a durar até 3 mil horas”, garante. O revendedor ainda indica que a escola acompanhe o tempo de utilização da lâmpada no menu do aparelho. Desse modo,evita-sesurpresasdesagradáveis, como a lâmpada “morrer” no meio de umaaulaouapresentaçãoimportantes.

Na próxima edição, leia Dicas sobre quadros e lousas


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POLTRONAS, SISTEMAS DE GESTÃO, SISTEMAS DE SEGURANÇA, RELÓGIOS

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SINALIZAÇÃO, SISTEMAS DE SEGURANÇA, TERCEIRIZAÇÃO

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TOLDOS

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