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Revista Direcional Escolas Edição 21 – Outubro/2006

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Direcional Escolas, outubro/06


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EDITORIAL

DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores PERIODICIDADE mensal TIRAGEM 10.000 exemplares

Caroleitor,

CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza C. Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br

Por trás de um colégio bem cuidado, com uma sólida linha pedagógica, corpo docente em constante aprimoramento e funcionários dedicados existe

DIRETORES DE ARTE Thais Moro Gabriel Borges

sempre um diretor comprometido com a instituição escolar. Da sua rotina atribulada fazem parte reuniões com coordenadores, encontros com pais

COORDENAÇÃO E ARTE Adriano Costa Vespa

de alunos, organização de festas e eventos da escola, negociação de preços com fornecedores, pesquisa de novos materiais didáticos, entre inúmeras

ASSISTENTES DE ARTE Juliana Cavalheiro

outras tarefas. Seja em pequenas escolas de Educação Infantil ou nas grandes instituições de ensino, a figura do diretor escolar é fundamental. A equipe de

GERENTE COMERCIAL Valéria Alves valeria@condominio.inf.br

Direcional Escolas Catálogo de Produtos parabeniza todos os diretores pelo seu dia, comemorado em 12 de novembro. Na revista deste mês, mais uma vez,

CONTATO PUBLICITÁRIO Amilton Araujo

reunimos uma gama de produtos e serviços que visam facilitar o seu trabalho

ATENDIMENTO AO CLIENTE Emilly Tabuço João Marconi Juliana Jordão

na busca constante por uma escola cada vez melhor.

IMPRESSÃO Duograf

e quais os modelos e tecidos mais adequados para vestir os estudantes com

Nesta edição, trazemos algumas matérias interessantes. Leia nas Dicas sobre uniformes como a vestimenta dos alunos evoluiu ao longo dos anos beleza e conforto. Nas Dicas de limpeza, conheça melhor os equipamentos, produtos e procedimentos corretos para manter a escola impecável. Entre os

Conheça também a Direcional Condomínios www.direcionalcondominios.com.br

Filiada à

Tiragem auditada por

nossos anunciantes, certamente você encontrará fornecedores de material profissional de limpeza. Já nas Dicas sobre berçários, conheça a experiência de uma educadora na montagem do berçário de sua escola. Veja qual o melhor local para montar o cantinho dos bebês, os materiais mais indicados e como manter o berçário sempre limpo e atualizado. Na seção Fique de Olho, informese sobre sistemas eletrônicos de segurança. Que tal aproveitar o final do ano e as férias escolares para equipar sua escola e torná-la mais segura? Não deixe de consultar nossos anunciantes nas suas próximas cotações.

Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes.

Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Bons negócios e até a próxima edição! Os Diretores

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Tiragem de 10.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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SUMÁRIO

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DICAS

DICAS

Acessibilidade

Uniformes

18 DICA

Berçário

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DICAS

FIQUE DE OLHO

Limpeza

Sistemas de Segurança

ÍNDICE DE PRODUTOS & SERVIÇOS Acampamento 07

Elétrica 14, 19, 22

Muros de Contenção 19

Acessórios 06, 07, 15

Escola de Idiomas 11

Pintura 19, 25

Agendas 2ª capa, 10, 13, 14

Estruturas 19

Pisos 25, 26

Alambrados 27

Fotografias 14

Playgrounds 1ª capa, 3ª capa, 25, 26

Alarmes 28, 29

Gráfica 2ª capa, 14

Ar Condicionado 14

Grama Sintética 1ª capa, 26

Produtos e Equipamentos de Limpeza 06, 07, 15

Auditoria 08

Hidráulica 14, 19

Aula de Esporte 08

Iluminação 14

Bebedouros 08

Impermeabilização 17, 19

Brindes 08, 09, 10

Informática 16

Brinquedos Educativos 09

Laboratório 20, 24

Carteirinhas de Estudante 09, 14

Lavadoras de Alta Pressão 06, 07, 15

Cinzeiros 06, 07, 15

Lixeiras 3ª capa 06, 07, 15

Sinalização 32

Circuito Fechado de TV 28, 29

Lousas 21

Sistema de Gestão 32

Coberturas 33

Manutenção Predial 17, 19

Sistemas de Segurança 28, 29

Computadores 16

Material de Construção 22

Tapetes 06, 07, 15

Cooperativa 12

Móveis 4ª capa, 21, 22, 23

Telhados 19

Drenagem 19

Muros de Alvenaria 19

Terceirização de Serviços 32

Editora 13

Muros de Arrimo 19

Toldos 33

Projetores 27 Quadra Poliesportiva 27 Quadros de Aviso 21 Radiocomunicação 28 Redes de Proteção 27 Revestimentos 19

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Serralheria 28

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ACESSÓRIOS

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ACAMPAMENTO, ACESSÓRIOS

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AUDITORIA, AULA DE ESPORTES, BEBEDOUROS, BRINDES

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BEBEDOUROS, BRINDES, BRINQUEDOS EDUCATIVOS, CARTEIRINHAS

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DICAS / UNIFORME ESCOLAR

Dosuniformesinspiradosemfardas do Exército, comuns nos colégios do séculoXIX,àpreocupaçãoatualdequeo uniformedeveserumaroupaagradável para os alunos muita coisa mudou em relação aos trajes dos estudantes. Historicamente, os uniformes servem para caracterizar quem pertence a determinado grupo. Eram comuns nos primórdiosdaescolabrasileirauniformes no estilo farda, outros semelhantes às batinas de padres e, mais tarde, moças desaiasescuraseblusasbrancas,rapazes deternosescuroscomcamisasbrancase criançascomroupasformais,aparecendo freqüentementeoestilomarinheironas golas dos vestidos das meninas e nas camisas dos meninos. SegundoIsabelPires,idealizadorado projeto“HistóriadoUniformeEscolarno Brasil”, que consta de livro e exposição itinerante,umapesquisarealizadaentre estudantes, e também entre as escolas quejásediaramaexposição,mostraram as expectativas atuais dos alunos em relação aos uniformes. “A pessoa mais indicada para decidir o uniforme escolar são os próprios alunos, é claro que contando com a supervisão de um profissionalcompetente.Várioscolégios estãotrabalhandocompesquisasjunto aos seus alunos e o resultado tem sido bastante satisfatório. Essa prática faz comqueosalunostenhammaisorgulho em usar e zelar por seus uniformes, essa interaçãoosfazsentirresponsáveispelo uniforme”, avalia. NaspesquisasfeitasporIsabel,entre as meninas o item mais solicitado foi a inclusãodesaiasaouniforme.“Percebe­ mos nessa tendência a necessidade da

diferenciaçãodosuniformesfemininos, além do forte apelo da moda, onde a figura da mulher tem se tornado cada dia mais feminina”, acredita. Para as camisetas,omodelobabylookcontinua emalta,comopçõesparamangascurtas e longas. Para os meninos, o item mais sugerido foi a jaqueta com mangas removíveis,podendosetransformarem um colete. Nas camisetas, nada de gola renteaopescoço.Osdecotesdevemser um pequeno “V”, e ter regatas como opção. Os tecidos para as camisetas devem ser sempre em 100% algodão. Já para o tecido do uniforme Isabel recomendaahelancadenylonespecífica para uniforme, em substituição à helanca de poliéster.“Do resto do nylon se faz o poliéster, que é uma fibra curta, que arrebenta e faz bolinhas”, explica Isabel. A helanca de nylon apresenta melhor toque, aspecto e caimento adequadosparauniformes,nãoencolhe, não deforma, não esgarça, não forma bolinhas, não desbota, e é bastante resistente à abrasão, além de ter várias opçõesdecores.Ascorespreferidaspelos estudantesaindasãoosdiversostonsde azul, seguidos pelo cinza e verde. Daniel Maia, estilista que trabalhou comoconsultordemodadolivro“História do Uniforme Escolar no Brasil”, aponta aindaalgunsitensquedevemserlevados emconsideraçãonodesenvolvimentodos uniformesescolares.Umdeleséavariação de temperatura, típica de cidades como São Paulo: de manhã faz frio e à tarde calor. Para enfrentar esse clima, coletes e blusõessãopráticos.Umaboaquantidade debolsosparacarregarcarteira,celulare outros acessórios também é útil.

Na próxima edição, leia Dicas sobre manutenção predial

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Do jeito que os alunos querem

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ELÉTRICA, FOTOGRAFIAS, GRÁFICA

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DICAS / LIMPEZA

Por uma

Somar produtos e equipamentos adequados para limpeza a técnicas apropriadas é a melhor equa­ção para se obter uma escola limpa. Produ­ tos de uso doméstico ou do tipo vendidos a granel no sistema porta a porta não são indicados. Produtos concentrados, que devem ser diluídos para uso, oferecem mais eficiência e economia, além de facilitarem o armazenamento.Emsanitários,deve-se optar por desinfetantes, que reduzem a níveis seguros a quantidade de microorganismosdeumambiente.Fique atento à procedência do desinfetante, já que apenas o perfume não é garantia de desinfecção. Já para a remoção de sujeira, são utilizados os detergentes. Hátrêstipos:ácidos,alcalinoseneutros. Prefiraosneutros,quenãoagridempisos nemrevestimentos.Detergentesácidos, comooslimpa-pedras,desgastammais rapidamenteopiso,facilitandoaentrada desujeira.Maissujeirainduzamaioruso delimpa-pedras,numcírculoviciosoque sóacarretacustosepéssimosresultados na limpeza. São mais indicados os produtos impermeabilizantes, que protegemaspedrascontraágua,sujeira e raios ultra-violeta. Tapetes de vinil tambémsãoótimosaliadosdalimpeza, funcionando como uma barreira de contenção da sujeira. Jáem relaçãoaosequipamentos, as enceradeirassãoessenciaisparalimpeza de pisos frios, pois lavam e dão brilho, explicaOsmarViviani,consultornaárea de higiene e limpeza profissional. Há diversos tipos de discos adaptáveis às enceradeiras, para limpeza pesada ou leve, remoção de ceras, manutenção periódica e polimento. No lugar de

pano de chão e rodo, o sistema mop é a alternativa profissional. O mop pó é confeccionado em fibras de algodão e remove partículas soltas depositadas sobre o piso. O mop água é composto por cabeleira de algodão e deve ser utilizado com o balde-espremedor, acabandocomoproblemadelavagem de panos de chão e de torcê-los com as mãos. O balde costuma ser acoplado aocarrofuncional,quepossuibandejas para o transporte de produtos de limpeza e acessórios. O especialistaViviani constata que muitos servidores do setor de limpeza desconhecem um princípio básico: o emprego da técnica dos dois baldes. “Usandosóumbaldecomoprodutode limpeza, o funcionário molha o pano, torce e passa no chão sucessivas vezes, o que acaba por transferir a sujeira de um local para outro”, explica. O correto é colocar o produto a ser usado na limpezanumbalde,porexemplodecor azul. Em outro, vermelho, o mop será limpoetorcido.“Quandoempregamos estes procedimentos, temos a segurança que apenas o líquido de um balde, no caso o vermelho, estará contaminado. Nunca os dois baldes irão conter produtos em utilização. Ou seja, o balde azul sempre portará líquido limpo e isento de qualquer tipo de contaminação”, assegura.

Na próxima edição, leia Dicas sobre pisos

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escola brilhante

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INFORMĂ TICA

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IMPERMEABILIZAÇÃO, MANUTENÇÃO PREDIAL

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DICAS / BERÇÁRIO

Tudo de bom

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para o berçário

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Quando se trata do projeto para a construção de um berçário, da escolha dosequipamentoserevestimentoseda manutenção do local, todo cuidado é pouco.Alémdoscuidadoscomasaúdee obem-estardosbebêsquepermanecerão no espaço, é preciso pensar também na estimulação e no trabalho pedagógico que será feito com os pequenos. Quando montou o Colégio Aldeia dos Pandavas, no bairro paulistano de Pirituba, a educadora Lúcia Peviani Jacob escolheu para sediar o berçário uma área próxima da portaria da escola. “Assim, evitamos que a mãe, ao entregar o bebê, tenha que circular muito pela escola. E também é um local próximo da diretoria, o que agiliza qualquer providência que tenhamos que tomar”, avalia. O berçário também recebebastanteinsolaçãoetemjanelas que o abrem para o espaço externo. A sombra é garantida pela presença de umajabuticabeira.Internamente,opiso é de madeira de tábuas corridas.“É um local muito sadio, que está sempre seco emuitoventilado.Preferimosamadeira no chão porque o piso frio necessita sempre de coberturas”, justifica Lúcia. Há um mezanino reservado para momentosderepousooudeestimulação motora. No térreo, salas interligadas recebem os alunos do berçário menor (crianças de quatro meses a um ano) e do maior (de um ano a um ano e oito meses, aproximadamente). A cozinha agregada ao berçário é equipada com microondas, geladeira, pia e prateleira para utensílios e serve para o preparo de sucos, leites e frutas. As refeições salgadas são preparadas na cozinha

da escola. Cozinha e banheiro são lavados todos os dias no final da tarde. Durante o dia, todo o espaço é limpo periodicamente com álcool e produto de limpeza a base de formol diluído em água. Lúcia só compra brinquedos que possuam certificado de segurança. Os livrossãosempreemborrachadospara facilitar a limpeza.“Brinquedos e livros são repostos durante o ano todo. O berçário não é um espaço pronto e acabado. Precisamos sempre mudar enfeites,jáqueacriançaaprendeapartir da observação do ambiente”, explica a educadora. Na Aldeia dos Pandavas os projetos desenvolvidos pelos maiores invademoberçário.“Agora,porexemplo, todos estão trabalhando com lendas e mitos, inclusive os bebês”, conta. Para cuidar dos 14 bebês de seu berçário, Lúcia conta com uma equipe desetefuncionárias,umacomformação em enfermagem. Para a diretora da escola, é fundamental ter uma ficha de anamnese de cada aluno, inclusive com telefone do médico pediatra. “Só ministramosremédiosautorizadospelos pais ou com receita médica”, completa.

Na próxima edição, leia Dicas sobre terceirização


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LOUSAS, Mテ天EIS

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MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, MATERIAIS ELÉTRICOS, MÓVEIS

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Mテ天EIS

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DICAS / ACESSIBILIDADE

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Como se adequar

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Garantir a acessibilidade a todos os alunos é uma exigência legal e as escolas devem se adequar. Conforme a ComissãoPermanentedeAcessibilidade – CPA, da Secretaria Especial da Pessoa comDeficiênciaeMobilidadeReduzida (Seped) de São Paulo, a norma NBR 9050/04prevêasespecificaçõestécnicas para que uma edificação atenda às normas de acessibilidade. Ou seja, a escola deve ser acessível numa série de itensestipuladospelanorma,taiscomo: na comunicação e sinalização; acessos e circulação (portas, janelas, pisos, desníveis, rotas de fuga, corrimãos, circulação interna, etc.); sanitários e vestiários (tolerâncias dimensionais, localizaçãoesinalização,piso,banheira, lavatório,etc.);emobiliário(bebedouros, assentos fixos, corredores, sinalização sonora, etc.). A Seped ressalta que o Decreto nº 45.122/2004, que consolida a regulamentação da Lei nº 11.345/93 (adequação das edificações à pessoa com deficiência), dispõe em seu artigo 2º que todas as edificações, novas ou existentes, deverão atender às normas de adequação à acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Em seu inciso III, especifica o cumprimento desta

lei em estabelecimentos destinados à prestaçãodeserviçosàsaúde,educação e hospedagem. De acordo com o NBR 9050 todos os estabelecimentos de ensinotêmdeserigualmenteacessíveis, não havendo uma especificação para a faixa etária de seus freqüentadores. Seháleisquedevemsercumpridas, resta às escolas se programarem para reformar suas edificações respeitando o acesso às pessoas com deficiência. A Seped sugere que o responsável pela instituição de ensino busque uma orientaçãoprofissionalparaaadequação daedificaçãoàsnormasdeacessibilidade. Em caso de quaisquer dúvidas técnicas com relação a projetos e adaptações de edificações existentes a CPA possui um corpo técnico para atendimento gratuito ao público de 2ª à 6ª feira das 9h às 18h, na Rua São Bento, 405, 19º andar, sala 191B, tels 11- 3242.9620, 3112.0025 e 3101.0754; ou pelos emails anakomel@prefeitura.sp.gov.br ou cpa@prefeitura.sp.gov.br. A escola pode, ainda, solicitar (gratuitamente) à Seped a cartilha “Como Adquirir – certificado e selo de acessibilidade”. Nela,sãoprestadasinformaçõescomo: quem precisa solicitar o certificado e selo de acessibilidade, a quem pedir, documentos necessários, etc.


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PINTURA, PISOS, PLAYGROUNDS

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PISOS, PLAYGROUNDS

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PROJETORES, QUADRAS

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SERRALHERIA, SISTEMAS DE SEGURANÇA, RADIOCOMUNICAÇÃO, RECREAÇÃO

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SISTEMAS DE SEGURANÇA

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FIQUE DE OLHO

Sistemas eletrônicos de segurança: aliados contra a violência

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Escolas devem investir em equipamentos que previnam assaltos, seqüestros e vandalismo.

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Infelizmente, as escolas não estão livres das ameaças da violência urbana. Equipamentos eletrônicos de segurança, como alarmes, câmeras e sistemas de proteção perimetral, são as maiores armas das escolas para a proteção do patrimônio e até mesmo para garantir a segurança de alunos e funcionários. Estevam Barros, sócio-proprietário da Spy Segurança Eletrônica, orientaqueasescolasprocuremempresascomtradiçãonosegmento, que conheçam muito bem os equipamentos disponíveis e possam oferecer as melhores soluções. “É preciso entender as necessidades de cada cliente. Um quer segurança contra invasões, outro contra vandalismointerno”,aponta.Nomercadohá17anos,aSpydesenvolve umprojetoespecíficoparacadacaso,podendoincluirCFTV,proteção perimetral e controle de acesso. Segundo Barros, o Circuito Fechado deTVtemumafunçãoinibidoraepreventivadaviolência.“Aomesmo tempo,oCFTVpodesercorretivo,porquegravaasimagenseocliente temelementosparaprovarquemcometeualgumdelito”,diz.Conforme oempresário,agrandemaioriadossistemasdeCFTVcomercializadosé digital.Osistemadigitalexigeumcomputador,equipadocomplacae softwareespecíficosparaavisualizaçãodasimagensdasváriascâmeras. “Porém, o mercado já está migrando para o sistema stand alone, um sistemaespecíficoparagravaçãodeimagens,quesãogravadasemHD e dispensam o uso do micro”, compara. AEmbratambématuanaáreadesegurançaeletrônica,comCFTV, controle de acesso, alarmes e monitoramento de alarmes e imagens. Mário Sérgio Eleutério Sinokava, diretor da empresa, afirma que a gravação de imagens pelo sistema stand alone, também chamado de DVR autônomo, tem vantagens sobre o sistema que utiliza o

computador. “O DVR autônomo tem um processador interno que faz todo o gerenciamento das imagens. Muitasvezes,osistemadigitalqueutilizaummicrodáproblemas,pois o computador é um equipamento que não foi feito para ficar ligado o dia todo e o sistema operacional pode travar”, justifica. As câmeras tambémtêmnovidades.AEmbratrabalhacomcâmerastipoday/night: durante o dia as imagens são coloridas; quando escurece, as imagens passam para preto e branco. “Esse tipo de câmera une as vantagens dascoloridasedaspretoebranco”,conta.Ascâmerastambémpodem contarcomcanhãodeinfravermelho,permitindomelhorvisualização deimagensnoturnas.MárioSérgiotambémrecomendaparaescolasos sistemas de controle de acesso, sejam os com cartão de proximidade, com código de barras ou de leitura biométrica. “Esse último sistema já está com um custo mais acessível e pode ser implementado em locais mais reservados da escola, onde só determinados funcionários têmacesso”,avalia.OutroserviçodaEmbraépermitirqueimagensda escolasejamvisualizadaspelospaisviaInternet.AescoladeEducação Infantil bilíngüe Bright Kids é uma das clientes da Embra. Através de umasenha,paispodemassistiraimagensdealgumascâmeras.AEmbra trabalhacomvendaelocaçãodeequipamentosedispõedeumshowroomemsuasede,possibilitandoaosclientesconhecerumsistemaem funcionamento. OferecerimagensdaescolaviaInternetpodesetransformarnum diferencial para as escolas. Eduardo Cruz, diretor da Edumac, tem percebido que esse tipo de serviço está se tornando uma tendência entre as escolas. A Edumac, há cinco anos no mercado, pertence ao mesmo grupo da Emseg, que há 15 anos atua na área de prestação de


SERVIÇO AMF (11) 6813-0400 www.amfseguranca.com.br Edumac (11) 6232-4557 (11) 4496-2628 www.emseg.com.br Embra (11) 2577-0549 www.embraseg.com Spy 0800-117799 www.spyseg.com.br

visualizaçãodeaté16câmeras.“Umdosproblemasdoanalógico é que as imagens são gravadas sem interrupção, mesmo que não hajamovimentonoambiente,ocupandomuitoespaçonafita.Já o digital só grava imagens com movimento”, compara. Albano Lopes, consultor comercial da AMF Segurança, que em 2007 completa 10 anos de mercado, recomenda os sistemas de CFTV digitais. “Os analógicos estão ultrapassados. Seria o mesmo que comprar um videocassete. Os sistemas digitais têm grandesvantagenssobreosanalógicos,tantonaqualidadecomo na quantidade de imagens gravadas. Há ainda a facilidade de acessoàgravaçãoedefazercópiasdesegurança,alémdorecurso de acesso remoto via Internet”, garante. Albano acredita que a instalação de câmeras na escola permite ao diretor um melhor controleoperacionalepatrimonial.Épossívelprotegerambientes internosdaescola,operímetro,áreasdeacessoetesouraria,entre outros. Disponibilizar imagens para os pais é outra opção. “A procuraémuitogrande,especialmentedasescolasdeEducação Infantil”, finaliza.

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serviços.“DesdequeopaipossuaInternetdebandalarga,elepode visualizar imagens do filho na escola em tempo real”, diz. As câmeras nas áreas externas e na entrada do colégio funcionam como medida preventiva para atos de vandalismo e também contra seqüestros de alunos. “Costumamos instalar câmeras que acompanhem a saída dos alunosatéocarrodospais.Essasimagensgravadaspodematéajudara polícia na solução de algum incidente”, constata. AEdumaccontacomumacentraldemonitoramentoprópria,com condiçõesdemonitorarosalarmeseasimagens.NaopiniãodeEduardo, omonitoramentodealarmedámaissegurançaparaodiretornadefesa do seu patrimônio. Em caso de invasão, o alarme dispara na central de monitoramento.Jácomomonitoramentodeimagens,aempresapode visualizar o que está acontecendo e tomar as medidas necessárias. ParaconhecerarealidadedaescolaaEdumacfazumlevantamento técnico, apontando as necessidades de cada local. Outro tipo de câmeras são as IP, que não exigem estrutura de cabeamento. “As câmeras são mais caras mas o cliente economiza na infraestrutura do cabeamento”, completa. Áreascomopátio,corredores,estacionamento,entradaerecepção são pontos fundamentais para receber câmeras. Para Letícia Tamura, da Yayosh, salas que precisam ser mais protegidas costumam receber sensoresdeportaoudeinfravermelholigadosaoalarme.“Costumamos protegerambientescomosalasdedireção,devídeooudeinformática”, enumera. A Yayosh, há cerca de 15 anos no mercado, oferece alarme com monitoramento 24 horas, cerca elétrica e CFTV nos sistemas digital ou analógico. O sistema analógico grava as imagens em fita. Já o digital grava no HD do computador. Cada computador permite a

Yayosh (11) 6192-7311 www.yayoshalarmes.com.br

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SINALIZAÇÃO, SISTEMAS DE GESTÃO, TERCEIRIZAÇÃO

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TOLDOS

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