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Revista Direcional Escolas Edição 17 – Junho/2006

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Direcional Escolas, junho/06


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Direcional Escolas, junho/06


EDITORIAL

Editores Sônia Inakake Almir C. Almeida Público Leitor Diretores e compradores Circulação Estado de São Paulo Periodicidade Mensal

Caroleitor,

Jornalista Responsável Luiza C. Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br Diretores de Arte Thais Moro Gabriel Borges Assistentes de Arte Adriano Vespa Juliana Cavalheiro Rodrigo Trevizan Gerente Comercial Valéria Alves valeria@condominio.inf.br Contatos Publicitários Amilton Araujo Sandra Bittar Atendimento ao Cliente Emilly Tabuço João Marconi Juliana Jordão Impressão Duograf

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Filiada à

Você quer melhorar sua escola e não sabe por onde começar? Que tal uma pesquisa pelas páginas da Direcional Escolas Catálogo de Produtos? Entre produtos e serviços, a revista mostra o que há de melhor para atualizar as instalações e o ensino da escola. Além da parte estrutural, há ofertas de serviços como acampamentos, escolas de inglês, aulas esportivas, nutricionista, e muitas outras. A revista serve como um guia para os gestores na condução da sua instituição de ensino. Aproveite também as informações das reportagens que publicamos todos os meses, sempre focando alguns dos segmentos mais importantes das escolas. Nesta edição, nas seções Dicas, três assuntos interessantes: grama sintética, pisos para salas de aula e materiais artísticos. Conheça um pouco mais sobre a grama sintética, e os cuidados necessários na escolha desse material para obter bons resultados no revestimento de pisos de quadras e playgrounds. Pisos de salas de aula é outro tema importante. O material escolhido para esses ambientes reflete a imagem da escola frente a seus clientes. Além disso, o piso deve oferecer segurança, conforto, ser de rápida execução e de fácil manutenção e conservação. Leia na matéria as opções disponíveis no mercado e decida qual a melhor para sua escola. Na Dicas de materiais artísticos, veja como os diversos materiais devem ser adequados às faixas etárias nas aulas de artes. Já na seção Fique de Olho, saiba mais sobre projetos e equipamentos para laboratórios. Ainda dá tempo de aproveitar as férias para iniciar mais essa melhoria em sua escola. Sem dúvida, laboratórios de biologia, química ou física só irão agregar valor à sua instituição!

Tiragem auditada por

Boa sorte e até a próxima edição! Os Editores

Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes.

Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

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Tiragem de 10.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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SUMÁRIO

10 DICAS

Grama sintética

19 DICAS

Piso - sala de aula

14 FIQUE DE OLHO

Laboratório

27 DICAS

Materiais artísticos

ÍNDICE DE PRODUTOS & SERVIÇOS

Acampamentos 1ª capa, 05

Feiras 33

Radiocomunicação 28

Acessórios 2ª capa, 4ª capa, 06

Informática 11, 12, 30

Redes de Proteção 26

Alambrados 26

Laboratório 13, 16, 17

Reforma 18

Alarmes 29, 30, 31 Aulas de Esporte 07

Lavadoras de Alta Pressão 2ª capa, 4º capa, 06

Relógios 28

Bebedouros 06

Lixeiras 2ª capa, 4ª capa, 06

Segurança Patrimonial 29

Brindes 07

Lousas 17

Sistemas de Gestão 30

Brinquedos 21, 25

Manutenção Predial 18

Sistemas de Segurança 29, 30, 31

Caixa D`Água 07

Móveis 22, 24

Serralheria 28

Cinzeiros 2ª capa, 4ª capa, 06

Pintura 18

Softwares 11, 30

Circuito Fechado de TV 29, 30, 31

Pisos 20

Tapetes 2ª capa, 4ª capa, 06

Coberturas 11, 32, 33

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Computadores 11, 30, 35

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Playgrounds 10, 21, 22, 23

Terceirização de Serviços 31, 32

Controle de Pragas 07, 08

Produtos e Equipamentos de Limpeza 2ª capa, 4ª capa, 06

Tintas 18

Escola de Idiomas 27

Projetores 19, 26

Toldos 11, 31, 33

Equipamentos Esportivos 07,09

Quadra Poliesportiva 26

Vídeos Educativos 31


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ACAMPAMENTOS

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ACESSÓRIOS, BEBEDOUROS

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AULA DE ESPORTE, BRINDES, CAIXA D’ÁGUA, CONTROLE DE PRAGAS, EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS

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CONSTRUTORA, CONTROLE DE PRAGAS, EXCURSÕES, INFORMÁTICA

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DICAS / GRAMA SINTÉTICA

Illustração:AdrianoCostaVespa

Piso sempre verde

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Para quadras e playgrounds, um dos

de 20 mm de espessura são indicadas

revestimentosmaisutilizadospelasescolas

para campos de futebol. Já para

é a grama sintética. Porém, é preciso

playgrounds, as mais indicadas são as

escolher o material com muito critério,

entre 10 e 13 mm. É falsa a afirmação

preferencialmentepedindoreferênciasda

de que a grama mais alta oferece mais

empresa escolhida junto aos seus clientes.

conforto. A grama com fio reto, para

“Há vários tipos de grama no mercado.

cima, logo fica achatada. A produzida

A produzida com fio 100% polietileno

comfiostombadosduramuitotempo

é macia, não queima a pele em caso de

com a mesma aparência”, esclarece.

quedas. Já a de polipropileno tem o fio

mais rígido, áspero e abrasivo”, adverte

instalada sobre qualquer tipo de piso.

Jefferson Ferreira de Oliveira, que há 11

Quandoháumdesnívelmuitogrande

anos atua no segmento de grama sintética

(por exemplo, pisos com pedras

e fabrica o produto. Segundo o fabricante,

desiguais), é recomendado nivelar a

há ainda gramas confeccionadas em ráfia

superfície com uma nata de cimento.

e com fio derivado de garrafas PET, ambos

“É importante que o piso tenha

contra-indicadosjustamentepelaabrasão

boa caída para resultar numa boa

dos materiais.

drenagem da grama”, afirma. Para

A grama sintética pode ser

Conforme Jefferson, é possível optar

uma correta manutenção da grama

pela instalação de um amortecedor de

sintética, o fabricante recomenda

impacto por baixo da grama sintética,

varrição no sentido contrário

garantindoumamortecimento40%a50%

aos fios, para eles levantarem e

maiordoqueapenascomagrama.Jefferson

permanecerem bonitos, e limpeza

completaqueaborrachadeamortecimento

com aspirador uma vez por semana.

é instalada inteira ou em placas .‘‘Ao

Além das quadras e playgrounds, a

optar pela grama sintética é importante

grama sintética pode revestir o piso

verificar a altura da grama. Gramas acima

de brinquedotecas internas.

Na próxima edição, leia Dicas sobre Reciclagem (lixeiras e coletores)


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COBERTURAS, INFORMÁTICA

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FOTOGRAFIAS, INFORMÁTICA

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FIQUE DE OLHO / LABORATÓRIO

Espaços

essenciais para a

aprendizagem

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Investir na montagem de laboratórios é possível. Destine um espaço da escola para o laboratório, escolha a empresa certa e mãos à obra!

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Os laboratórios de biologia, física e química são ferramentas pedagógicas essenciais e estão cada vez mais acessíveis para as escolas. Na opinião de Mirtes Andrade, sócia de Catarina Andrade na Andrade’s, empresa especializada em montagem e equipamentos para laboratórios, algumas escolas ainda têm a impressão errônea que ter um laboratório na escola significa um investimento astronômico. “Muitos se surpreendem. O custo é muito viável. O mais comum é montarmos salas comcincoaseisbancadasparacincoalunoscadabancada”, afirma. A Andrade´s disponibiliza técnicos para visitar as escolas, sem custo, para analisar o que será necessário para amontagemoureformadolaboratórioedepoisapresentar um orçamento. Na montagem do laboratório são previstos balcões de trabalho, com instalações de água e gás. “O projeto depende do que a escola quer”, comenta. Novos equipamentos também tornaram o investimento mais acessível. Segundo Mirtes, o microscópio trinocular comcâmera,quepossibilitaatransmissãodaimagemnuma TV ou computador, evita que a escola compre um número

muito grande de microscópios. A Andrade’s fornece lâminas preparadas, reagentes, vidrarias, entre outros equipamentos, inclusive mais de 200 modelos anatômicos.“Temos modelos humanos, de animais, dupla hélice de DNA e de células ampliadas. Eles possibilitam e facilitam o ensino de ciências”, diz. A empresa também faz manutenção de microscópios multimarcas. A Analista é outra empresa especializada na comercialização de equipamentos e produtos químicos para laboratórios, como balanças, estufas, vidrarias, reagentes e modelos anatômicos importados (entre os modelos, estão o do coração, sistema digestório, sistema de movimento respiratório, torso e células). Segundo os proprietários, Alcione Lazarini e Vicente Catapano Junior, a empresa está no mercado há 19 anos e só não faz a montagem estrutural do laboratório. Fundada em 1990, a ABC-LAB realiza projetos e fornece toda instrumentação, reagentes e acessórios necessários para criar ou ampliar a capacidade técnica dos laboratórios de escolas e universidades. Luiz Almeida, diretor da empresa,


Illustração:AdrianoCostaVespa

Serviço ABC-LAB Produtos e Equipamentos para Laboratórios 11-4368-7822 abc-lab@abc-lab.com.br www.abc-lab.com.br Analista Comércio de Produtos Químicos 11-4341-4155 analista@analista.com.br www.analista.com.br Andrade’s Comércio de Materiais para Laboratórios 11-5061-0827 www.andradeslab.com.br

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conta com uma equipe de vendas especializada e explica que os projetos incluem orientações sobre os instrumentos, bancadas com saídas de elétrica, gás, água e vácuo, observando critérios de segurança, como a possibilidade de desligar essas saídas para maior segurança dos alunos. “É comum sugerirmos armários com chave para guardar os produtos químicos agressivos e de uso controlado, armários com ventilação ou, em situações especiais, à prova de explosão ”, diz Luiz, completando que alguns reagentes precisam de refrigeração ou de proteção à luz. O proprietário da ABC-LAB enumera alguns dos equipamentosconsideradosindispensáveisparalaboratórios escolares:modelosanatômicos,reagentesanalíticos,estufa, vidrariasemgeral,chuveiroscomlava-olhosdeemergênciae microscópiocommonitor(permiteatransmissãodaimagem paraumatela,eliminandoanecessidadedeummicroscópio por aluno e facilitando a didática da aula). Luiz cita também queomicroscópiopodeseracopladoaumacâmeradevídeo ou fotografia, auxiliando o educador na preparação de aulas mais específicas.

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LABORATÓRIO, LOUSAS

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MANUTENÇÃO PREDIAL, PINTURA

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DICAS / PISO (SALA DE AULA)

Escolha certo,

Omercadoestárepletodeopçõesquando se trata da escolha do piso das salas de aula. “O uso dos materiais pode refletir a imagem que se quer passar da escola para os alunos e pais. É possível ser sóbrio, por exemplo, sem parecer triste”, adverte a arquiteta Heloísa Herkenhoff, sócia de Luiz Bloch no escritório Bloch Arquitetos Associados, acostumados a projetar espaços na área educacional. Para Heloísa, na hora de definir o piso das salasdeaula,devemserlevadosemcontaalguns aspectos, como praticidade e manutenção, acústica, para que o piso não amplie os barulhosproduzidos,estética,comharmoniae equilíbriodecores,segurança(opisonãopode ser excessivamente polido para não se tornar escorregadio), custo e facilidade de execução, já que o tempo é fator primordial nas escolas. “Todas as soluções de pisos têm vantagens e desvantagens.Éprecisolevaremconsideraçãoo conjuntodefatoreseaculturadaescola,ouseja, o que ela prioriza entre esses itens”, define. Os tradicionais pisos de madeira, por exemplo, dão aconchego mas são de difícil manutenção, estão sujeitos a ação de cupins, propagam fogo e ainda são produzidos a partir da devastação de florestas. As cerâmicas têm, entre suas vantagens, baixo custo, fácil manutenção e execução rápida.

Porém, não têm muito boa acústica. Já os pisos vinílicos têm boa acústica e são simples e rápidos de instalar. São encontrados em rolos ou placas e possibilitam o uso de cores diferentes, demarcando áreas como corredores e salas de aula. Heloísa cita o projeto executado para a Escola Nossa Senhora das Graças. “Havíamos previsto inicialmente o uso do granilite nas salas, mas pelo melhor tempo de execução acabou se optando pelo material vinílico”, conta. Ogranilite,umcimentadocomgranosde pedriscos de alta resistência, exige juntas de dilataçãoquepodemserutilizadascomorecurso de paginação do piso. Porém, por se tratar de materialmonolítico,sehouvernecessidadede quebraapresentaráremendos.Outraopção,de customaisalto,éopoliuretanoautonivelante, equivalente ao epóxi, altamente resistente, com grande gama de cores e que pode ser personalizado com desenhos. “É possível ser mais ousado em alguns ambientes, inclusive sinalizando a comunicação visual da escola comosdiversospisos”,completa.Especialmente em escolas verticalizadas, com salas de dança, teatro ou quadra esportiva em cima das salas deaula,deve-seoptarporpisosflutuantes,para que a vibração do piso não passe para o andar de baixo, explica a arquiteta.

Na próxima edição, leia Dicas sobre Geradores

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definindo prioridades

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Mテ天EIS, PLAYGROUNDS

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PLAYGROUNDS

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Mテ天EIS

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PROJETORES, QUADRAS

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DICAS / MATERIAIS ARTÍSTICOS

Trabalhar com os materiais adequados para cada faixa etária proporciona ótimos resultados nas aulas de artes. Para Wanda Prado, coordenadora de artes de primeira à quartasérieeprofessoradeeducaçãoartística doColégioAugustoLaranja,paraosalunosde EducaçãoInfantilsãocomunsostrabalhosde modelagem(comargila,massinhademodelar ou até mesmo massa de pão), pintura em suportes grandes (como tela e papel) e muita pintura a dedo. “Essas ações são necessárias paraestimularacoordenaçãomotorafinados pequenos”, define. Os professores utilizam a História da Arte, em suas diversas fases, para orientar os trabalhos. Já de primeira a quarta série do Ensino Fundamental é ainda maior a variedadedemateriais:pedrinhasdeaquário, massadebiscuit,papelmetier(umsanduíche decartolinacomisopor),EVA,CDsreciclados, tintas, canudinhos plásticos, arame. Nas classes de Educação Infantil do ColégioInterlagosoCantinhodaCriatividade permitequeosalunos tenham contato diário com materiais como giz de cera, lápis de cor, tesoura e cola. A professora de Educação

Infantil Solange de Souza Mariano comenta que há crianças que não se interessam tanto pelostrabalhosartísticos,masque,conforme acoordenaçãomotoravaisedesenvolvendo, passam a visitar mais o Cantinho e a realizar mais produções. “Damos liberdade para a criança visitar o espaço sem horário préestabelecido”, diz. Os pequenos utilizam ainda em seus trabalhosartísticosEVA,colacolorida,biscuit, sementes, contas coloridas, papel Canson e moldes de metal em diversos formatos (quadrado, círculo, trapézio). “Com o molde, o aluno traça o formato no papel ou recorta, criando depois suas próprias produções artísticas”, comenta. No segundo semestre, cada sala de aula ganha ainda dois cavaletes para pintura em papel A4 com tinta guache. Para alunos entre dois e três anos, a pintura é feita à mão ou com auxílio de esponja; entre três e quatro anos já se usa o rolinho; para os de quatro a cinco anos a professora dá preferência para brochinha, e entre cinco e seis anos começam a utilizar pincel. As tintas utilizadas sempre são atóxicas.

Na próxima edição leia Dicas sobre Mapas

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Variedade para estimular a criação

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RADIOCOMUNICAÇÃO, RELÓGIOS, SERRALHEIRIA

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SITEMA DE GESTÃO, SISTEMA DE SEGURANÇA, SOFTWARE

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TERCEIRIZAÇÃO, TOLDOS, VÍDEOS EDUCATIVOS

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TOLDOS

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