Skip to main content

Revista Direcional Escolas Edição 14 – Março/2006

Page 1

1

Direcional Escolas, marรงo/06


2

Direcional Escolas, marรงo/06


EDITORIAL

Editores Sônia Inakake Almir C. Almeida Público Leitor Diretores e compradores Circulação São Paulo e Rio de Janeiro Periodicidade Mensal

Caroleitor,

Diretora de Arte Thais Moro Coordenadores de Arte Gabriel Borges Leonardo Piva Assistentes de Arte Adriano Vespa Rodrigo Trevizan Gerente Comercial Valéria Alves valeria@condominio.inf.br Contatos Publicitários Amilton Araujo Marcelo Santos Sandra Bittar Atendimento ao Cliente Juliana Jordão João Marconi Divulgação João Henrique Gonçalves joaohenrique@condominio.inf.br Impressão Duograf

Filiada à

Tiragem auditada por

Tiragem de 10.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes.

Rua Joaquim Távora, 679 CEP 04015-001 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 atendimento@condominio.inf.br www.direcionalescolas.com.br

As preocupações do gestor escolar são inúmeras. Ele deve estar atento às instalações prediais, cuidando para que elas ofereçam conforto a alunos e professores sem onerar demais o orçamento do colégio. O diretor precisa ainda checar constantemente opções para atualizar a parte pedagógica, tornando as aulas modernas e atrativas. Enfim, do administrativo ao pedagógico, a escola não pára. Nesta edição de Direcional Escolas Catálogo, diretores escolares encontrarão inúmeras sugestões para equipar e dotar sua escola com o que há de mais atual, tanto em equipamentos como em recursos pedagógicos. Nasseções‘‘Dicas’’,épossívelconhecerumpoucomaisasaulasderobótica,quefazem comquecriançaseadolescentesutilizematecnologianaprática.Háescolascolocandoa robótica em sua grade curricular. Mas, se o colégio preferir, é possível também terceirizar essaatividadeaempresasespecializadas.Aescolatambémnãopodeficardeforaquando o assunto é racionalização do consumo de água. Nas‘‘Dicas’’de economia de água, saiba comotornarmaiseconômicasasinstalaçõeshidráulicasdaescola.Tratamentoacústicoé outraquestãoimportantequandosetratadegarantirobem-estareaaprendizagemdos alunos.Écomumqueassalasdeaulasoframinterferênciaderuídosdoexteriordoedifício, ou mesmo de outros ambientes da escola, como o pátio e a quadra. Leia na seção‘‘Dicas’’ que há diversas maneiras de melhorar a qualidade acústica de um ambiente. Uma outra tendência entre as escolas é a terceirização das aulas de inglês. No‘‘Fique de Olho’’, veja os riscos e as vantagens desse tipo de ensino. Alémdasreportagens,naDirecionalEscolasCatálogovocêencontraanunciantesdos maisdiversossegmentos,deacampamentosaagendasatéprojetores,quadrasesportivas, ferramentas e equipamentos para limpeza, entre muitos outros.

Boa leitura e nos encontramos no próximo mês! Os Editores

Direcional Escolas, março/06

Jornalista Responsável Luiza C. Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br

3


SUMÁRIO

10

22

FIQUE DE OLHO

DICAS

EscoladeIdiomas

Economiadeágua

16

28

DICAS

DICAS

Robótica

Tratamento acústico

Direcional Escolas, março/06

ÍNDICE DE PRODUTOS & SERVIÇOS

4

Acampamento 1ª capa, 05

Feiras 18

Playgrounds 17, 19, 20, 21

Acessórios 05, 06, 07

Fotografia 07

Prevenção Contra Incêndio 21

Alambrados 23

Gerador 13

Produtos de Limpeza 06

Alarmes 24, 25

Gráfica 08, 09

Projetores 19, 20, 21, 22, 23

Brindes 07

Impermeabilização 13

Quadra Poliesportiva 23

Carteirinhas 08, 09

Informática 14, 15, 25, 27

Radiocomunicação 23

Cartuchos 06

Laboratório 16, 26

Redes de Proteção 23

Cesta Básica Eletrônica 2ª capa

Lavadoras de Alta Pressão 05, 06, 07

Relógios 23

Cinzeiros 05, 06

Livraria 09

Segurança Patrimonial 24

Circuito Fechado de TV 24, 25

Lixeiras 05, 06

Sistemas 30

Coberturas 30, 31

Manutenção Predial 17

Sistemas de Segurança 24, 25

Coleta Seletiva 12

Mapas 09

Software 27

Computadores 14, 15

Móveis 4ª capa

Tapetes 05, 06

Curso de Informática 25

Nutrição 13

Terceirização de Serviços 28, 29

Editora 09

Parques 3ª capa

Toldos 30, 31

Equipamentos Esportivos 13

Pintura 17

Transporte 31, 32

Escola de Idiomas 12

Piso 19

Vídeos Educativos 33


Direcional Escolas, marรงo/06

ACAMPAMENTO, ACESSร RIOS

5


Direcional Escolas, marรงo/06

ACESSร RIOS, CARTUCHOS

6


Direcional Escolas, marรงo/06

ACESSร RIOS, BRINDES, FOTOGRAFIAS

7


Direcional Escolas, marรงo/06

FIQUE DE OLHO / ESCOLA DE IDIOMAS

8


Direcional Escolas, marテァo/06

EDITORA, GRテ:ICA

9


FIQUE DE OLHO / ESCOLA DE IDIOMAS

Por que não

terceirizar o inglês?

Direcional Escolas, março/06

PhotoDisc

Reforçar o ensino do inglês é uma necessidade das escolas. Para alcançar esse objetivo, uma opção é terceirizar as aulas de idiomas.

10

T

erceirizar o ensino do inglês para uma instituição especializada em cursos de idiomas é uma tendência entre as escolas. Método de ensino, professores, avaliação, coordenação, tudo fica a cargo da escola terceirizada. Para Luiz Otávio Gagliardi, diretor de organizaçãoemarketingdoCentroBritânico, muitos colégios receiam a terceirização. “É como receber um estranho na sua sala de visitas. Há um risco grande no relacionamento. Mesmo porque as escolas de inglês, via de regra, são mais desenvolvidas e organizadas que certas escolas regulares”, pondera. Luiz credita a profissionalização das escolas de línguas ao fato delas oferecerem cursos livres. “O segmento de línguas tem que ser muito sério para captar clientes”, sustenta. O nível de organização da escola de

inglês pode gerar ciúmes no corpo docente da escola. “Normalmente, os colégios têm um coordenador pedagógico para todas as disciplinas, inclusive o inglês. Ele pode não conhecerosmétodosdeensinoparaoidioma. Esse relacionamento pode se transformar numa dificuldade para a terceirizada entrar no colégio”, admite. Para evitar esses entraves no relacionamento, Luiz comenta que tanto o pessoaldaáreacomercialquantodapedagógica doCentroBritânicovisitamaescolainteressada nasaulasterceirizadas.“Procuramosdiminuira ansiedadedadireçãodocolégio,eliminandoos riscos de um relacionamento não adequado. Explicamoscomoéonossométododeensino, como se desenvolvem as aulas. Queremos propor um trabalho sério, que não prejudique a imagem da nossa instituição. Se o diretor sugerir aulas de inglês para 40 alunos numa classe, avisamos que não dará certo”, conta


PhotoDisc

coloca um coordenador.“Nossos professores passam por reuniões mensais com os coordenadores para avaliar o andamento das turmas. Eles ainda recebem, duas vezes por ano, treinamento relativo a nosso método de ensino”, comenta o diretor. Segundo Luiz, anualmente o Centro Britânico analisa novos livros de ensino de inglês e, eventualmente, promove substituições no material. Além dos livros didáticos adotados, todo professor trabalha com um manual que permite adaptar situações retratadas nos livros à realidade brasileira. Para as escolas que não quiserem as aulas intracurriculares e nem as extracurriculares, há ainda a possibilidade do Centro Britânico oferecer uma consultoria em inglês às escolas. “É uma supervisão especializada, onde propomos substituição de material pedagógico e treinamento dos professores, por exemplo”, resume.

Serviço Centro Britânico (11) 3872-9483 / 3675-3633 perdizes@centrobritanico.com.br www.centrobritanico.com.br

Direcional Escolas, março/06

Luiz, completando que a escola deve ter em mente que está terceirizando o inglês para quem sabe ensinar inglês. A parceria com uma escola de línguas pode se efetivar dentro da grade curricular ou fora do currículo. O Centro Britânico oferece os dois tipos de parceria. No Colégio Global, por exemplo, o Centro cuida do inglês dentro do currículo. Já os colégios Batista Brasileiro e Santa Marcelina preferiram que fosse montada uma estrutura dentro da escola, atendendo os alunos fora do horário do curso regular. No caso das aulas intracurriculares, o Centro Britânico aplica testes nos alunos, para que eles sejam classificados em turmas próximas do seu nível de conhecimento. “Isso é necessário porque muitos alunos fazem inglês fora do colégio”, afirma. Em cada escola onde tem parceria, o Centro

11


Direcional Escolas, marรงo/06

COLETA SELETIVA, ESCOLA DE IDIOMA

12


Direcional Escolas, março/06

EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS, GERADORES, IMPERMEABILIZAÇÃO, NUTRIÇÃO

13


Direcional Escolas, março/06

BRINDES, EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS, FOTOGRAFIA, IMPERMEABILIZAÇÃO

14


procomputer 1pag aguardando


DICAS / ROBÓTICA

Tecnologia na

Direcional Escolas, março/06

Prática

16

É possível introduzir conceitos de tecnologia para alunos de diversas faixas etárias através das aulas de robótica. Há escolas trabalhando com aulas dentro da gradecurricular.OInstitutoNossaSenhorado Carmo,deGuaratinguetá(SP),quefazparteda Rede Pitágoras, oferece desde 2005 aulas de EducaçãoTecnológica.Aatividadeinicioupara alunosde5ªe6ªséries,eesteanofoiestendida paraa7ªsérie,fazendopartedocurrículo.Para 2007, o objetivo é levar as aulas também para as 8ª séries.“Há um projeto, em estudo, para as 3ªe4ªsériesdoEnsinoFundamentalI”,adianta KátiaMariaAveraldoGuimarães,professorade Educação Tecnológica da escola. Para as aulas, Kátia tem à disposição computadores com software específico, o Robolab,alémdeumamaletacontendopeças deLegoe,dentreelas,umblocoprogramável,o RCX.Hátambémtorresdeinfra-vermelhopara atransmissãodosprogramasviacomputador. Entre os benefícios gerados pela atividade, a professoracitaodesenvolvimentoderaciocínio, o trabalho em equipe, coordenação motora e organização espacial e temporal. “Mas, o que eu considero mais importante é a paixão que ascriançasdesenvolvempelaciência.Conceitos queanteseramapenasestudadosnoslivrosde ciência, matemática, física e química passam a ser aplicados e identificados no dia-a-dia do estudante”, atesta. Kátia afirma que, para dar aulas de Educação Tecnológica, o professor

tem que gostar da ciência, da pesquisa e da descoberta.“Todas as aulas são desafios tanto paraosalunosquantoparaoprofessor.Elaboro no mínimo umas cinco perguntas, sempre ligadas a temas científicos, que façam o aluno pensar e querer pesquisar a resposta”, conta. Outra opção é terceirizar as aulas, como atividade extra-curricular. Isaías Ferreira dos Santos,professorderobótica,pós-graduadoem tecnologiasdaEducação,desenvolveprojetosde robóticaeducacionalemescolas.Elemontatodo oesquemadasaulasextrasparaocolégio,desde a apresentação do projeto na reunião de pais, atéorecebimentodasmatrículas,amontagem dos grupos de alunos por faixa etária e dos projetospedagógicosqueserãodesenvolvidos duranteoano.“Aproveitamosoencantamento que o aluno tem pela robótica para trabalhar o pedagógico. É diferente de apenas brincar de Lego.Sãointroduzidosconceitosdemecânica e componentes de tecnologia, como motor, energiasolareprogramação,viasutilizadaspara gerarmovimentonosprojetos”,comentaIsaías. Há também um incentivo para a verbalização dos projetos pelo aluno. Os trabalhossãofeitosemequipe,paradesenvolver o senso de participação, e todas as aulas são contextualizadas. “Se iremos montar uma roda gigante movida à energia solar, antes conversamos sobre os diferentes tipos de energia.Umaaulaassimacriançanãoesquece nunca. Eles imaginam e praticam”, resume.

Na próxima edição, leia Dicas sobre Acessibilidade


Direcional Escolas, março/06

MANUTENÇÃO PREDIAL, PINTURA, PLAYGROUND

17


Direcional Escolas, marรงo/06

EXCURSร ES, INTERNET

18


Direcional Escolas, marรงo/06

PISOS, PLAYGROUNDS, PROJETORES

19


Direcional Escolas, marรงo/06

PLAYGROUNDS, PROJETORES

20


Direcional Escolas, março/06

PLAYGROUNDS, PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO, PROJETORES

21


DICAS / ECONOMIA DE ÁGUA

A escola entra

Direcional Escolas, março/06

no ritmo da economia

22

Além de ser tema para projetos a serem trabalhados com os alunos de diversas faixas etárias, a necessidade de economia de água deve estar prevista também nas instalações da escola. Ou seja, de nada adianta os professores ensinarem a importância da economia de água em sala de aula se no próprio prédio da escola há desperdício e mau uso da água. Há inúmeros produtos no mercado voltados para a economia de água, e que substituem,comenormevantagem,osmais antigos, já que os fabricantes de louças, metais e sistemas de descarga tiveram de adaptar seus produtos as novas normas para o consumo de água estabelecido pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade da Habitação (PBQPH), desenvolvido pelo Governo Federal. É o caso dos vasos sanitários. Segundo a Deca, fabricante de louças e metais, os modelos mais modernos usam apenas seis litros de água para o sifonamento - processo que leva os dejetos para o esgoto - contra os comuns 9 e 12 litros das bacias antigas. Para locaisqueusamosistemadecaixaacoplada,

a Deca desenvolveu um modelo com dois botões:umparalíquidos,quedáumvolume de 3 litros, e outro para sólidos, que libera 6 litros. Além da opção de trocar as bacias por modelos mais atuais, deve-se também regular a válvula de descarga e procurar constantemente sanar vazamentos. O uso de arejadores nas torneiras, uma tela que funciona misturando ar na água, produzindo um efeito de jato forte, é outra forma de economizar água com baixo investimento. Os registros reguladores de vazão também são de fácil instalação: colocados entre o flexível e a parede, eles regulam a quantidade de água que passa pela torneira. Agora, se a escola pretende investir mais, a melhor saída é instalar torneiras econômicas. No caso de reforma da escola ou construção de um novo prédio, as tendências apontam para o reuso da água, seja da água servida ou da água de chuva. Através de uma rede de captação, com posterior tratamento e bombeamento da água, ela pode ser reutilizada nos sistemas de descarga, na limpeza ou rega de jardins.

Na próxima edição, leia Dicas sobre Cantina


Direcional Escolas, março/06

PROJETORES, QUADRAS, RADIOCOMUNICAÇÃO, RELÓGIOS

23


Direcional Escolas, marรงo/06

PLAYGROUNDS, PROJETORES

24


Direcional Escolas, março/06

CURSO DE INFORMÁTICA, SISTEMA DE SEGURANÇA

25


Direcional Escolas, março/06

RELÓGIOS, SERRALHERIA, SISTEMAS DE SEGURANÇA

26


Direcional Escolas, marรงo/06

SISTEMAS DE SEGURANร A, TOLDOS, VENTILADORES

27


DICAS / TRATAMENTO ACÚSTICO

Uma questão de conforto e saúde

Direcional Escolas, março/06

28

O tratamento acústico é uma questão

técnicasbrasileiras(NBR10.152daABNT)sendo

muitas vezes relegada a segundo plano pela

equalizadas através de cálculos considerando

direção da escola, porém de fundamental

todas suas superfícies (piso, paredes e teto),

importânciaparagarantirasaúdeeoconforto

mobiliário e capacidade de ocupação. “Uma

de professores e alunos. A escola pode sofrer

alternativa viável em salas de aula antigas com

interferência de ruídos do exterior do edifício,

tetosaltospodeserautilizaçãodeforrosuspenso.

ou mesmo entre os ambientes internos da

Paraofundodasalapodemserutilizadasplacas

escola,comosalasdeaulaeopátio.Asquadras

absorventessonoraseplacasrefletoraspróximo

esportivas,quecostumamsertransformadas

à lousa e ao professor, garantindo a adequada

emlocaisparafestas,apresentaçõesartísticas

propagaçãodavozeareduçãodoruídodofundo

eoutrasatividadesquepodemgerarintensos

da sala”, explica.

níveisderuídos,podemsetornarumincômodo

para a própria escola em período de aula ou

em conforto acústico, o especialista tem

tambémparaacomunidadeondeestáinstalada

percebido diversas necessidades, como o

a escola. Requerem tratamento acústico por

isolamentoacústicoeadiminuiçãodoexcesso

possuíremespaçosgrandes,comlongotempo

de reverberações (que são os chamados‘ecos’

de reverberação.

existentes em um ambiente, ou seja, o tempo

Emescolasquevisitaprestandoconsultoria

Segundo o arquiteto Ovídio Ramos,

emqueumsompermaneceaudívelapóscessar

especialistaemconfortoambiental,pesquisador

sua emissão, comuns em grandes ambientes).

de acústica do Laboratório de Conforto

“Para o isolamento acústico podem-se adotar

Ambiental(LABAUT)daFaculdadedeArquitetura

materiais convencionais de construção, como

e Urbanismo da Universidade de São Paulo

tijolos, madeira maciça ou vidros, uma vez que

(USP),paracadanecessidadedeve-severificar

oisolamentoédeterminadopeladensidadedo

qual o desempenho requerido e a melhor

material.Parareduçãodareverberaçãopodem-

soluçãotécnicaeoperacionaldisponível.“Para

seutilizarmadeira,materiaisporososoufibrosos,

umdiagnósticoprecisoesoluçãocomamelhor

etc.”, aponta o arquiteto.

eficiência custo/benefício é recomendável

consultar especialistas no setor”, orienta. Não

aqualidadedapalavrafaladaeainteligibilidade

existeregrapráticaparaotratamentoacústico,

nas salas de aula e auditórios. “Essa questão é

completa o arquiteto. “Mesmo ambientes

mais importante quanto menor for a idade dos

externos sem cobertura poderão receber

alunos.Estandoemprocessodeaprendizagem,

cuidados acústicos em suas superfícies, se

é importante que o aluno entenda no mínimo

necessário”, diz.

90% do que foi falado. Há casos em que este

Outra necessidade das escolas é garantir

Ainda conforme o arquiteto, nas salas

percentual é abaixo de 70%, refletindo em três

de aula frequentemente o nível de ruído

dimensões:física,psíquicaesobreorendimento

atinge os 75 dB, enquanto o limite tolerado e

escolar.Nosprofessores,causatranstornoscomo

estipuladopelaABNT(AssociaçãoBrasileirade

problemasagudosoucrônicosdoaparelhovocal,

NormasTécnicas) é de 40 a 50 dB. O arquiteto

comoconseqüênciadousodavozemambientes

explica que as salas de aula podem garantir o

acústicosquenãosãoadequadosàsaulas,assim

confortoacústicoeoatendimentoàsnormas

como o esgotamento e o estresse”, finaliza.

Na próxima edição, leia Dicas sobre Iluminação


29

Direcional Escolas, marรงo/06


Direcional Escolas, marรงo/06

SISTEMAS, TOLDOS

30


31

Direcional Escolas, marรงo/06


Direcional Escolas, março/06

divena 1 pag em aprovação

32


33

Direcional Escolas, marรงo/06


34

Direcional Escolas, marรงo/06


35

Direcional Escolas, marรงo/06


Direcional Escolas, marรงo/06

metadil 1 pag aguardando

36


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook