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Direcional Escolas, marรงo/06
EDITORIAL
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Caroleitor,
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As preocupações do gestor escolar são inúmeras. Ele deve estar atento às instalações prediais, cuidando para que elas ofereçam conforto a alunos e professores sem onerar demais o orçamento do colégio. O diretor precisa ainda checar constantemente opções para atualizar a parte pedagógica, tornando as aulas modernas e atrativas. Enfim, do administrativo ao pedagógico, a escola não pára. Nesta edição de Direcional Escolas Catálogo, diretores escolares encontrarão inúmeras sugestões para equipar e dotar sua escola com o que há de mais atual, tanto em equipamentos como em recursos pedagógicos. Nasseções‘‘Dicas’’,épossívelconhecerumpoucomaisasaulasderobótica,quefazem comquecriançaseadolescentesutilizematecnologianaprática.Háescolascolocandoa robótica em sua grade curricular. Mas, se o colégio preferir, é possível também terceirizar essaatividadeaempresasespecializadas.Aescolatambémnãopodeficardeforaquando o assunto é racionalização do consumo de água. Nas‘‘Dicas’’de economia de água, saiba comotornarmaiseconômicasasinstalaçõeshidráulicasdaescola.Tratamentoacústicoé outraquestãoimportantequandosetratadegarantirobem-estareaaprendizagemdos alunos.Écomumqueassalasdeaulasoframinterferênciaderuídosdoexteriordoedifício, ou mesmo de outros ambientes da escola, como o pátio e a quadra. Leia na seção‘‘Dicas’’ que há diversas maneiras de melhorar a qualidade acústica de um ambiente. Uma outra tendência entre as escolas é a terceirização das aulas de inglês. No‘‘Fique de Olho’’, veja os riscos e as vantagens desse tipo de ensino. Alémdasreportagens,naDirecionalEscolasCatálogovocêencontraanunciantesdos maisdiversossegmentos,deacampamentosaagendasatéprojetores,quadrasesportivas, ferramentas e equipamentos para limpeza, entre muitos outros.
Boa leitura e nos encontramos no próximo mês! Os Editores
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Jornalista Responsável Luiza C. Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br
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SUMÁRIO
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FIQUE DE OLHO
DICAS
EscoladeIdiomas
Economiadeágua
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DICAS
DICAS
Robótica
Tratamento acústico
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ÍNDICE DE PRODUTOS & SERVIÇOS
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Acampamento 1ª capa, 05
Feiras 18
Playgrounds 17, 19, 20, 21
Acessórios 05, 06, 07
Fotografia 07
Prevenção Contra Incêndio 21
Alambrados 23
Gerador 13
Produtos de Limpeza 06
Alarmes 24, 25
Gráfica 08, 09
Projetores 19, 20, 21, 22, 23
Brindes 07
Impermeabilização 13
Quadra Poliesportiva 23
Carteirinhas 08, 09
Informática 14, 15, 25, 27
Radiocomunicação 23
Cartuchos 06
Laboratório 16, 26
Redes de Proteção 23
Cesta Básica Eletrônica 2ª capa
Lavadoras de Alta Pressão 05, 06, 07
Relógios 23
Cinzeiros 05, 06
Livraria 09
Segurança Patrimonial 24
Circuito Fechado de TV 24, 25
Lixeiras 05, 06
Sistemas 30
Coberturas 30, 31
Manutenção Predial 17
Sistemas de Segurança 24, 25
Coleta Seletiva 12
Mapas 09
Software 27
Computadores 14, 15
Móveis 4ª capa
Tapetes 05, 06
Curso de Informática 25
Nutrição 13
Terceirização de Serviços 28, 29
Editora 09
Parques 3ª capa
Toldos 30, 31
Equipamentos Esportivos 13
Pintura 17
Transporte 31, 32
Escola de Idiomas 12
Piso 19
Vídeos Educativos 33
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ACAMPAMENTO, ACESSร RIOS
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ACESSร RIOS, CARTUCHOS
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ACESSร RIOS, BRINDES, FOTOGRAFIAS
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FIQUE DE OLHO / ESCOLA DE IDIOMAS
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EDITORA, GRテ:ICA
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FIQUE DE OLHO / ESCOLA DE IDIOMAS
Por que não
terceirizar o inglês?
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PhotoDisc
Reforçar o ensino do inglês é uma necessidade das escolas. Para alcançar esse objetivo, uma opção é terceirizar as aulas de idiomas.
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T
erceirizar o ensino do inglês para uma instituição especializada em cursos de idiomas é uma tendência entre as escolas. Método de ensino, professores, avaliação, coordenação, tudo fica a cargo da escola terceirizada. Para Luiz Otávio Gagliardi, diretor de organizaçãoemarketingdoCentroBritânico, muitos colégios receiam a terceirização. “É como receber um estranho na sua sala de visitas. Há um risco grande no relacionamento. Mesmo porque as escolas de inglês, via de regra, são mais desenvolvidas e organizadas que certas escolas regulares”, pondera. Luiz credita a profissionalização das escolas de línguas ao fato delas oferecerem cursos livres. “O segmento de línguas tem que ser muito sério para captar clientes”, sustenta. O nível de organização da escola de
inglês pode gerar ciúmes no corpo docente da escola. “Normalmente, os colégios têm um coordenador pedagógico para todas as disciplinas, inclusive o inglês. Ele pode não conhecerosmétodosdeensinoparaoidioma. Esse relacionamento pode se transformar numa dificuldade para a terceirizada entrar no colégio”, admite. Para evitar esses entraves no relacionamento, Luiz comenta que tanto o pessoaldaáreacomercialquantodapedagógica doCentroBritânicovisitamaescolainteressada nasaulasterceirizadas.“Procuramosdiminuira ansiedadedadireçãodocolégio,eliminandoos riscos de um relacionamento não adequado. Explicamoscomoéonossométododeensino, como se desenvolvem as aulas. Queremos propor um trabalho sério, que não prejudique a imagem da nossa instituição. Se o diretor sugerir aulas de inglês para 40 alunos numa classe, avisamos que não dará certo”, conta
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coloca um coordenador.“Nossos professores passam por reuniões mensais com os coordenadores para avaliar o andamento das turmas. Eles ainda recebem, duas vezes por ano, treinamento relativo a nosso método de ensino”, comenta o diretor. Segundo Luiz, anualmente o Centro Britânico analisa novos livros de ensino de inglês e, eventualmente, promove substituições no material. Além dos livros didáticos adotados, todo professor trabalha com um manual que permite adaptar situações retratadas nos livros à realidade brasileira. Para as escolas que não quiserem as aulas intracurriculares e nem as extracurriculares, há ainda a possibilidade do Centro Britânico oferecer uma consultoria em inglês às escolas. “É uma supervisão especializada, onde propomos substituição de material pedagógico e treinamento dos professores, por exemplo”, resume.
Serviço Centro Britânico (11) 3872-9483 / 3675-3633 perdizes@centrobritanico.com.br www.centrobritanico.com.br
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Luiz, completando que a escola deve ter em mente que está terceirizando o inglês para quem sabe ensinar inglês. A parceria com uma escola de línguas pode se efetivar dentro da grade curricular ou fora do currículo. O Centro Britânico oferece os dois tipos de parceria. No Colégio Global, por exemplo, o Centro cuida do inglês dentro do currículo. Já os colégios Batista Brasileiro e Santa Marcelina preferiram que fosse montada uma estrutura dentro da escola, atendendo os alunos fora do horário do curso regular. No caso das aulas intracurriculares, o Centro Britânico aplica testes nos alunos, para que eles sejam classificados em turmas próximas do seu nível de conhecimento. “Isso é necessário porque muitos alunos fazem inglês fora do colégio”, afirma. Em cada escola onde tem parceria, o Centro
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COLETA SELETIVA, ESCOLA DE IDIOMA
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EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS, GERADORES, IMPERMEABILIZAÇÃO, NUTRIÇÃO
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BRINDES, EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS, FOTOGRAFIA, IMPERMEABILIZAÇÃO
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procomputer 1pag aguardando
DICAS / ROBÓTICA
Tecnologia na
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Prática
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É possível introduzir conceitos de tecnologia para alunos de diversas faixas etárias através das aulas de robótica. Há escolas trabalhando com aulas dentro da gradecurricular.OInstitutoNossaSenhorado Carmo,deGuaratinguetá(SP),quefazparteda Rede Pitágoras, oferece desde 2005 aulas de EducaçãoTecnológica.Aatividadeinicioupara alunosde5ªe6ªséries,eesteanofoiestendida paraa7ªsérie,fazendopartedocurrículo.Para 2007, o objetivo é levar as aulas também para as 8ª séries.“Há um projeto, em estudo, para as 3ªe4ªsériesdoEnsinoFundamentalI”,adianta KátiaMariaAveraldoGuimarães,professorade Educação Tecnológica da escola. Para as aulas, Kátia tem à disposição computadores com software específico, o Robolab,alémdeumamaletacontendopeças deLegoe,dentreelas,umblocoprogramável,o RCX.Hátambémtorresdeinfra-vermelhopara atransmissãodosprogramasviacomputador. Entre os benefícios gerados pela atividade, a professoracitaodesenvolvimentoderaciocínio, o trabalho em equipe, coordenação motora e organização espacial e temporal. “Mas, o que eu considero mais importante é a paixão que ascriançasdesenvolvempelaciência.Conceitos queanteseramapenasestudadosnoslivrosde ciência, matemática, física e química passam a ser aplicados e identificados no dia-a-dia do estudante”, atesta. Kátia afirma que, para dar aulas de Educação Tecnológica, o professor
tem que gostar da ciência, da pesquisa e da descoberta.“Todas as aulas são desafios tanto paraosalunosquantoparaoprofessor.Elaboro no mínimo umas cinco perguntas, sempre ligadas a temas científicos, que façam o aluno pensar e querer pesquisar a resposta”, conta. Outra opção é terceirizar as aulas, como atividade extra-curricular. Isaías Ferreira dos Santos,professorderobótica,pós-graduadoem tecnologiasdaEducação,desenvolveprojetosde robóticaeducacionalemescolas.Elemontatodo oesquemadasaulasextrasparaocolégio,desde a apresentação do projeto na reunião de pais, atéorecebimentodasmatrículas,amontagem dos grupos de alunos por faixa etária e dos projetospedagógicosqueserãodesenvolvidos duranteoano.“Aproveitamosoencantamento que o aluno tem pela robótica para trabalhar o pedagógico. É diferente de apenas brincar de Lego.Sãointroduzidosconceitosdemecânica e componentes de tecnologia, como motor, energiasolareprogramação,viasutilizadaspara gerarmovimentonosprojetos”,comentaIsaías. Há também um incentivo para a verbalização dos projetos pelo aluno. Os trabalhossãofeitosemequipe,paradesenvolver o senso de participação, e todas as aulas são contextualizadas. “Se iremos montar uma roda gigante movida à energia solar, antes conversamos sobre os diferentes tipos de energia.Umaaulaassimacriançanãoesquece nunca. Eles imaginam e praticam”, resume.
Na próxima edição, leia Dicas sobre Acessibilidade
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MANUTENÇÃO PREDIAL, PINTURA, PLAYGROUND
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EXCURSร ES, INTERNET
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PISOS, PLAYGROUNDS, PROJETORES
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PLAYGROUNDS, PROJETORES
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PLAYGROUNDS, PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO, PROJETORES
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DICAS / ECONOMIA DE ÁGUA
A escola entra
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no ritmo da economia
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Além de ser tema para projetos a serem trabalhados com os alunos de diversas faixas etárias, a necessidade de economia de água deve estar prevista também nas instalações da escola. Ou seja, de nada adianta os professores ensinarem a importância da economia de água em sala de aula se no próprio prédio da escola há desperdício e mau uso da água. Há inúmeros produtos no mercado voltados para a economia de água, e que substituem,comenormevantagem,osmais antigos, já que os fabricantes de louças, metais e sistemas de descarga tiveram de adaptar seus produtos as novas normas para o consumo de água estabelecido pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade da Habitação (PBQPH), desenvolvido pelo Governo Federal. É o caso dos vasos sanitários. Segundo a Deca, fabricante de louças e metais, os modelos mais modernos usam apenas seis litros de água para o sifonamento - processo que leva os dejetos para o esgoto - contra os comuns 9 e 12 litros das bacias antigas. Para locaisqueusamosistemadecaixaacoplada,
a Deca desenvolveu um modelo com dois botões:umparalíquidos,quedáumvolume de 3 litros, e outro para sólidos, que libera 6 litros. Além da opção de trocar as bacias por modelos mais atuais, deve-se também regular a válvula de descarga e procurar constantemente sanar vazamentos. O uso de arejadores nas torneiras, uma tela que funciona misturando ar na água, produzindo um efeito de jato forte, é outra forma de economizar água com baixo investimento. Os registros reguladores de vazão também são de fácil instalação: colocados entre o flexível e a parede, eles regulam a quantidade de água que passa pela torneira. Agora, se a escola pretende investir mais, a melhor saída é instalar torneiras econômicas. No caso de reforma da escola ou construção de um novo prédio, as tendências apontam para o reuso da água, seja da água servida ou da água de chuva. Através de uma rede de captação, com posterior tratamento e bombeamento da água, ela pode ser reutilizada nos sistemas de descarga, na limpeza ou rega de jardins.
Na próxima edição, leia Dicas sobre Cantina
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PROJETORES, QUADRAS, RADIOCOMUNICAÇÃO, RELÓGIOS
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PLAYGROUNDS, PROJETORES
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CURSO DE INFORMÁTICA, SISTEMA DE SEGURANÇA
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RELÓGIOS, SERRALHERIA, SISTEMAS DE SEGURANÇA
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SISTEMAS DE SEGURANร A, TOLDOS, VENTILADORES
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DICAS / TRATAMENTO ACÚSTICO
Uma questão de conforto e saúde
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O tratamento acústico é uma questão
técnicasbrasileiras(NBR10.152daABNT)sendo
muitas vezes relegada a segundo plano pela
equalizadas através de cálculos considerando
direção da escola, porém de fundamental
todas suas superfícies (piso, paredes e teto),
importânciaparagarantirasaúdeeoconforto
mobiliário e capacidade de ocupação. “Uma
de professores e alunos. A escola pode sofrer
alternativa viável em salas de aula antigas com
interferência de ruídos do exterior do edifício,
tetosaltospodeserautilizaçãodeforrosuspenso.
ou mesmo entre os ambientes internos da
Paraofundodasalapodemserutilizadasplacas
escola,comosalasdeaulaeopátio.Asquadras
absorventessonoraseplacasrefletoraspróximo
esportivas,quecostumamsertransformadas
à lousa e ao professor, garantindo a adequada
emlocaisparafestas,apresentaçõesartísticas
propagaçãodavozeareduçãodoruídodofundo
eoutrasatividadesquepodemgerarintensos
da sala”, explica.
níveisderuídos,podemsetornarumincômodo
para a própria escola em período de aula ou
em conforto acústico, o especialista tem
tambémparaacomunidadeondeestáinstalada
percebido diversas necessidades, como o
a escola. Requerem tratamento acústico por
isolamentoacústicoeadiminuiçãodoexcesso
possuíremespaçosgrandes,comlongotempo
de reverberações (que são os chamados‘ecos’
de reverberação.
existentes em um ambiente, ou seja, o tempo
Emescolasquevisitaprestandoconsultoria
Segundo o arquiteto Ovídio Ramos,
emqueumsompermaneceaudívelapóscessar
especialistaemconfortoambiental,pesquisador
sua emissão, comuns em grandes ambientes).
de acústica do Laboratório de Conforto
“Para o isolamento acústico podem-se adotar
Ambiental(LABAUT)daFaculdadedeArquitetura
materiais convencionais de construção, como
e Urbanismo da Universidade de São Paulo
tijolos, madeira maciça ou vidros, uma vez que
(USP),paracadanecessidadedeve-severificar
oisolamentoédeterminadopeladensidadedo
qual o desempenho requerido e a melhor
material.Parareduçãodareverberaçãopodem-
soluçãotécnicaeoperacionaldisponível.“Para
seutilizarmadeira,materiaisporososoufibrosos,
umdiagnósticoprecisoesoluçãocomamelhor
etc.”, aponta o arquiteto.
eficiência custo/benefício é recomendável
consultar especialistas no setor”, orienta. Não
aqualidadedapalavrafaladaeainteligibilidade
existeregrapráticaparaotratamentoacústico,
nas salas de aula e auditórios. “Essa questão é
completa o arquiteto. “Mesmo ambientes
mais importante quanto menor for a idade dos
externos sem cobertura poderão receber
alunos.Estandoemprocessodeaprendizagem,
cuidados acústicos em suas superfícies, se
é importante que o aluno entenda no mínimo
necessário”, diz.
90% do que foi falado. Há casos em que este
Outra necessidade das escolas é garantir
Ainda conforme o arquiteto, nas salas
percentual é abaixo de 70%, refletindo em três
de aula frequentemente o nível de ruído
dimensões:física,psíquicaesobreorendimento
atinge os 75 dB, enquanto o limite tolerado e
escolar.Nosprofessores,causatranstornoscomo
estipuladopelaABNT(AssociaçãoBrasileirade
problemasagudosoucrônicosdoaparelhovocal,
NormasTécnicas) é de 40 a 50 dB. O arquiteto
comoconseqüênciadousodavozemambientes
explica que as salas de aula podem garantir o
acústicosquenãosãoadequadosàsaulas,assim
confortoacústicoeoatendimentoàsnormas
como o esgotamento e o estresse”, finaliza.
Na próxima edição, leia Dicas sobre Iluminação
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SISTEMAS, TOLDOS
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divena 1 pag em aprovação
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