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Revista Direcional Escolas Edição 38 – Maio/2008

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Direcional Escolas, maio 08


EDITORIAL DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral

Caroleitor, Esta edição de Direcional Escolas que chega agora às suas mãos representa um marco significativoparaarevista:oGrupoDirecionaldobrouatiragemdapublicação,passandode10 milpara20milexemplaresporedição.Ointeressedosdiretoresecompradoresescolarespela leituradarevistaeoretornoalcançadopelosanuncianteslevaramaeditoraaampliaratiragem, auditadapelaFundaçãoVanzolini.Agora,acirculaçãodarevistaalcançaescolasnoestadodoRio

TIRAGEM 20.000 exemplares

de Janeiro e avança pelo interior paulista.

CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo

(Inep),sónoEnsinoFundamentalaredeescolardoRiodeJaneiroatendequasedoismilhõese

JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br

SegundodadosdoInstitutoNacionaldeEstudosePesquisasEducacionaisAnísioTeixeira meiodealunos,entreescolaspúblicaseprivadas.Aredetem5930escolasdepré-escola,emais 8074escolasdeEnsinoFundamental,alémdasunidadesdeEnsinoMédioeEducaçãodeJovens eAdultos.Semdúvida,trata-sedeumimportantemercadoparaasempresasquededicamsua atenção ao segmento educacional. Nas matérias desta edição, há assuntos de interesse para escolas de todos os segmentos

DIREÇÃO DE ARTE Thais Moro

escolares.NaseçãoDicas,abordamosotemadaalergia,tãocomumentreascriançaspequenas.

ASSISTENTE DE ARTE Gabriela Maciel Hugo Leonardo Jonas Coronado

devem se preparar para evitar as alergias entre seus pequenos alunos. Em outra reportagem,

CONTATOS PUBLICITÁRIOS Amilton Araujo Silvana Tesser ATENDIMENTO AO CLIENTE Emilly Tabuço Natália Pincetti João Marconi Juliana Jordão IMPRESSÃO Prol Gráfica

SaibacomoasescolasdeEducaçãoInfantil,queatendemafaixaetáriadeberçário,principalmente, tratamosdeacessóriosessenciaisparagarantiroconfortodealunos,funcionáriosevisitantes:os toldosdelonaeascoberturasdepolicarbonato.Funcionais,esseselementosprotegemdosole dachuvaalémdegarantirresultadosestéticosinteressantes.AindanaseçãoDicas,tratamosdos recursosaudiovisuaiscomoferramentaspedagógicas.Lousasdigitaiseprojetoresmultimídiajá estão dentro das salas de aula ajudando os professores. Importantíssimotambéméadequarasuaescolaàsnormasparaapromoçãodaacessibilidade. Escolas inclusivas devem garantir o acesso a todos os alunos. Veja na seção Fique de Olho equipamentos necessários para a sua escola atender o princípio da inclusão. Aosantigosleitores,esperamosquetenhamgostadodestanovaedição.Aosnovosleitores, seguenossoconviteparaqueparticipemeopinem,comsugestõesecríticas,paraquepossamos fazer uma revista melhor a cada edição. Um abraço,

Conheça também a Direcional Condomínios Tiragem www.direcionalcondominios.com.br auditada por Filiada à

Os Diretores

SUMÁRIO

Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes.

Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

08 FIQUE DE OLHO Acessibilidade

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DICAS

DICAS

DICAS

Produtos Antiarlégicos

Toldos/Coberturas

Recursos Audio Visuais

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Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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ÍNDICE

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Acampamento – 07

Embalagens – 12

21,28, 3ª capa

Acessibilidade – 07, 3ª capa

Equipamentos de Ginástica - 16

Persianas - 28

Acessórios – 10, 11, 12, 13

Excursões – 07

Playgrounds – 20, 23, 24, 25

Agendas – 18

Filtro - 10

Primeiros Socorros – 04, 05

Alambrados – 27

Forros - 28

Produtos e Equipamentos para

Alarmes – 27, 28

Gráfica – 18

Limpeza – 10, 11, 12, 13

Ar condicionado – 06

Grama – 17, 24, 25, 26

Projeto Educacional – 07

Assessoria – 13

Impermeabilização – 20

Projetores - 25

Auditório – 13

Informática - 15

Quadras – 25, 27

Bebedouros – 10, 22

Laboratório – 19

Radio Comunicação - 27

Brindes – 14,15

Lousas - 20

Redes de Proteção – 27

Brinquedos Educativos

Manutenção Predial – 20

Saco de Lixo – 10

– 14,15

Mapas – 34

Serralheria - 33

Cadeiras de Roda – 07

Material de Limpeza – 10, 11,

Sistema de Gestão – 26, 27

Circuito Fechado de TV – 27,

12, 13

Sistemas de Segurança – 27, 28

28

Microscópios - 19

Tecnologia - 33

Coberturas – 28, 29, 30, 31,

Modelos Anatômicos – 19

Transporte – 07

32

Móveis – 2ª capa, 19, 4ª capa

Tratamento de Piso - 32

Coleta Seletiva de Lixo – 10

Ônibus ( locação ) - 07

Toldos – 28, 29, 30, 31, 32

Comunicação Visual – 28

Parque Temático – 07

Turismo Educacional – 07

Consultoria Pedagógica – 07

Pintura – 20

Uniformes - 34

Controle de Acesso – 27, 28

Pintura Artística - 24

Ventilador - 06

Divisórias – 28

Pisos – 1ª capa, 2ª capa, 20,


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ACAMPAMENTO, ACESSIBILIDADE

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FIQUE DE OLHO

ACESSIBILIDADE Garantir a acessibilidade, nos seus mais diversos aspectos, é uma exigência da educação inclusiva. Por Luiza Oliva

“A

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rt. 24. Os estabelecimentos de ensino de qualquer nível, etapa ou modalidade, públicos ou privados, proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes ou compartimentos para pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, inclusive salas de aula, bibliotecas, auditórios, ginásios e instalações desportivas, laboratórios, áreas de lazer e sanitários.” O texto acima faz parte do Decreto n. 5296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamentou as Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelecem normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade. Em todo o país, portanto, as escolas devem cumprir as regras de acessibilidade arquitetônica, urbanística, de comunicação e de informação, previstas nas normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Promoveraacessibilidadenaescolavaialémdesimplesmente construir rampas ou instalar corrimões. O mercado dispõe de equipamentos e produtos especializados que garantem as condições de acessibilidade a alunos com deficiências. Além da acessibilidade arquitetônica, um

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dos aspectos que não deve ser esquecido é a acessibilidade comunicacional. Segundo Romeu Kazumi Sassaki, consultor de educação inclusiva, não devem haver barreiras na comunicação interpessoal (face-a-face, língua de sinais, linguagem corporal, linguagem gestual, etc.), na comunicação escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila, etc., incluindo textos em braile, textos com letras ampliadas para quem tem baixa visão, notebook e outras tecnologias assistivas para comunicar) e na comunicação virtual (acessibilidade digital). A Terra Eletrônica oferece produtos justamente para garantir a acessibilidade comunicacional. Valdemir Ribeiro Borba, engenheiro eletrônico e diretor da empresa, desenvolve produtos como mouses e lupas eletrônicas, direcionados para deficientes motores e visuais.Valdemir começou a projetar esse tipo de produto quando pouco se falava sobre acessibilidade no Brasil. “Em 1993, estavam chegando ao Brasil as primeiras placas de som para computadores. Busquei outros fins para essas placas. Elas eram utilizadas por exemplo em portas de banco. Participei de uma feira demonstrando a placa de som em um tapete. Dotado de um sensor, quando alguém pisava nele o tapete falava. Um visitante então me perguntou se eu poderia desenvolver uma prancheta com símbolos para ser utilizada por uma pessoa que não falava. Assim nasceu a pracheta vocálica, ou vox table”, recorda Valdemir. A prancheta foi utilizada também em hospitais, para comunicação de pacientes internados em UTIs. “Na época nem se utilizava o termo comunicação alternativa”, diz.


FIQUE DE OLHO

PISO TÁTIL

SERVIÇO

Quando o assunto é acessibilidade, os pisos são de extrema importância. A Haiah Revestimentos Especiais de Borracha fabrica o piso tátil, utilizado para orientação de deficientesvisuais.Opisoauxilianaindicaçãodeobstáculos, namudançadeplanoededireção.Devemserinstalados,por exemplo, junto a escadas, rampas e a portas de elevadores, sempre sobre superfícies lisas e firmes. A Haiah dispõe de dois modelos de pisos: o “direcional”, para orientação de percurso, e o de “alerta”, para avisar a mudança da direção ou perigo. A sinalização tátil deve ter cor contrastante com a do piso adjacente, e pode ser sobreposta ou integrada ao piso existente. A textura da sinalização tátil de alerta consiste em um conjunto de relevos tronco-cônicos. A sinalização tátil de alerta deve ser instalada perpendicularmente ao sentido de deslocamento. Já a sinalização tátil direcional deve ter textura com seção trapezoidal, qualquer que seja o piso adjacente; ser instalada no sentido do deslocamento; ter largura entre 20 cm e 60 cm e ser cromodiferenciada em relação ao piso adjacente. Quando o piso adjacente tiver textura, recomenda-se que a sinalização tátil direcional seja lisa. A textura da sinalização tátil direcional consiste em relevos lineares, regularmente dispostos.

HAIAH PISOS ESPECIAIS DE BORRACHA 11-4051-2477 vendas@haiah.com.br www.haiah.com.br

TERRA ELETRÔNICA 12-3916-5025/12-3917-1020 terra@terraeletronica.com.br www.terraeletronica.com.br

Direcional Escolas, maio 08

Da prancheta o engenheiro partiu para novos produtos dirigidos à acessibilidade. Paralelamente ao desenvolvimento de produtos, Valdemir trabalhava na indústria, na época desenvolvendo o sistema de multas eletrônicas com câmeras. “Pensei que poderia usar uma microcâmera para aumentar a tela da TV, facilitando a vida de pessoas com visão reduzida. Surgiu assim a lupa eletrônica, fácil de carregar e com preço acessível”, conta. A lupa aumenta as letras e inverte as cores do escrito e do fundo da tela. “A maioria dos deficientes prefere ler com o fundo preto e as cores brancas. Esse é o diferencial eletrônico do nosso produto”, constata. Hoje, a Terra Eletrônica desenvolve lupas que podem ser utilizadas também em monitores de computador. Este ano, na feira Reatech, a empresa lançou a lupa portátil, alimentada por bateria e dotada de uma tela LCD de sete polegadas. Valdemir está estudando ainda a produção de uma lupa para utilização na entrada USB de laptops. Outros produtos que garantem a acessibilidade são os mouses especiais. A Terra Eletrônica oferece o roller mouse, que pode ser facilmente acionado com os pés.“Todos os nossos produtos são criados aqui, e eram inéditos no Brasil quando foram lançados. Oferecemos garantia de um ano e assistência técnica permanente”, sustenta Valdemir.

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ACESSÓRIOS

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ACESSÓRIOS

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ACESSÓRIOS, ASSESSORIA CONTÁBIL, AUDITÓRIO

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BRINQUEDOS EDUCATIVOS, BRINDES

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BRINQUEDOS EDUCATIVOS, BRINDES, INFORMÁTICA

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DICA: PRODUTOS ANTIALÉRGICOS

Fora alergia! alergia é o resultado de uma intolerância do organismo, que reage de forma exagerada a certos agentes físicos, químicos ou biológicos. Desde o início da vida é necessário tomar certas cautelas que evitam fatores desencadeantes de reações alérgicas. “A amamentação materna deve ser exclusiva nos primeiros meses de vida da criança para evitar o aparecimento de alergias alimentares”, alerta Albertina Rosa Borges, especialista e mestre em alergia e imunologia pediátrica pela Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. Os principais sintomas da criança alérgica são: obstrução nasal; coriza e espirros no caso de rinite alérgica; tosse e falta de ar no caso de asma. ”As crianças pequenas são mais suscetíveis a processos alérgicos de pele e alergias alimentares, enquanto crianças com mais de seis anos tendem a apresentar alergias respiratórias, como asma e rinite alérgicas“, afirma Albertina. Tanto em casa quanto na escola, algumas medidas ajudam a diminuir a exposição e sensibilização da criança a ácaros e fungos, que são as principais causas de alergias respiratórias. As roupas de cama da criança devem ser lavadas pelo menos uma vez por semana com a água em temperatura superior a 55ºC (graus Celsius) e passada com ferro

quente. É mais indicado o uso de sabão de coco na lavagem, pois outros produtos têmmaisprobabilidadeàirritaçãodepele. O piso e a parede do berçário devem ser de madeira, cerâmica ou revestimentos vinílicos; móveis devem ser de madeira, vinil ou couro. “São recomendados materiais cuja limpeza possa ser feita com pano úmido, água e sabão neutro”, diz Albertina. O ambiente onde as crianças estudam e brincam deve ter ventilação natural, evitando-se condicionadores e umidificadores de ar.“Em nosso berçário as janelas estão a 1,20 metro do chão e são bem amplas, possibilitando a entrada de ar acima da cabeça das crianças. Para os materiais do piso sugiro vinil, com acolchoado também em vinil na área do“engatinho”, principalmente. Os colchonetes podem ser revestidos deste mesmomaterial”,comentaMariaAngelina Franceschini Brandão, diretora da Prima Escola Montessori de São Paulo. E, é claro, asáreasdevemestarabsolutamentelivres da fumaça de cigarro, um dos principais irritantes das vias aéreas. A diretora aponta, ainda, que “em São Paulo, onde temos várias temperaturas no mesmo dia, os pais devem ter especial cuidado no início da manhã e no final da tarde com os agasalhos, principalmente agora no outono”.

Na próxima edição: Mapas/Globos

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A

Por Anne Galvão

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GRテ:ICA

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LABORATÓRIO, MÓVEIS

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LOUSAS, MANUTENÇÃO PREDIAL, PISO, PLAYGROUND

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PLAYGROUND, PINTURAS ESPECIAIS

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PLAYGROUND, PROJETORES, QUADRAS

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QUADRAS, RADIOCOMUNICAÇÃO, SISTEMA DE GESTÃO

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SISTEMA DE SEGURANÇA, REVESTIMENTO, TOLDOS

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Stockxpert

DICA: RECURSOS AUDIOVISUAIS

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Da sala de aula para o mundo

ada vez mais os recursos tecno­ lógicos são utilizados em instituições de ensino como ferramentas pedagógicas. Lousas digitais e projetores multimídia podem se transformar em fontes de estímulo para professores e alunos. Além dos laboratórios de informática e das chamadassalasmultimídia,muitasescolas jáestãoimplantandoessesequipamentos nas salas de aula. NoColégioPentágono,comunidades em Perdizes, Morumbi e Alphaville, há lousas digitais nos auditórios e nas Estações do Conhecimento (nome dado às bibliotecas do Pentágono) das três unidades. Na escola de Alphaville, todas as salas do Ensino Médio possuem lousas digitais e nas outras unidades, as classes do Ensino Fundamental II e do Médio dispõem de projetores com telão e computador. Computadores também equipam as salas de aulas da Educação Infantil e do Fundamental I. Como a escolaestáplugadaaoPortalEducacional, ferramentas como simuladores, jogos e microscópiosvirtuaisoferecidospelosite podemserutilizadoscomoconteúdosem salas de aula. Para Edson Keller, diretor administrativo financeiro do Pentágono, o uso das novas tecnologias aproxima a escola da realidade dos alunos. “Eles são muitofamiliarizadoscomomundodigital, crescemdiantedestarealidade”,dizEdson. Também na Escola Castanheiras, loca­ lizadaemTamboré,osrecursosaudiovisuais estão dentro da sala de aula.Todas as salas

a partir do 2º ano são equipadas com lousa digital e computadores. Até o 3º ano, há dois computadores por sala e a partir do 4º ano, quatrocomputadores.DéboraVaz,diretora da escola, frisa que esses recursos em sala sótrarãoganhosparaoensinoseoprofessor souber como potencializá-los. “Com esses recursos, a escola ensina melhor se ela tem um projeto que ensina melhor. Se o projeto da escola for equivocado, esses recursos tecnológicosestarãoaserviçodeumensino equivocado”, sustenta. NaCastanheiras,lousasecomputadores têm ajudado os professores a orientar os alunos em procedimentos de pesquisas.“A pesquisaéfeitacoletivamenteeoprofessor funciona como referência para o grupo, criando situações didáticas para que os alunosreconheçamainformaçãoboaentre tantas presentes na internet”, pondera. Débora cita outras situações em que o uso dos equipamentos é potencializado: por exemplo,emcasosdeproduçõesdetextos, é possível guardar as diversas versões e entenderopercursodotextoatéaversãofinal edefinitiva.Alousadigitalpermitetambém que o professor mantenha suas anotações de aulas anteriores.“A lousa digital amplia, renova e guarda informações”, diz. Porém, há situações em que ela não é necessária e nasquaisaindaéexigidaatradicionallousa degiz.“Porexemplo,quandoqueremosque quatroalunosresolvamomesmoproblema na lousa, ou quando deixamos anotada a rotina do dia durante todo o período de aulas”, esclarece.

Na próxima edição: Radiocomunicação


DICA: COBERTURAS

Stockxpert

A evolução das coberturas T

oldosecoberturasdepolicarbonato cumprembasicamenteafunçãodeproteger aspessoasdachuvaedosol.Numaescola, as coberturas são instaladas em espaços destinados ao lazer e recreação, além de abrigaralunos,professoresefuncionários enquanto entram e saem da instituição. Paraessasfinalidadessãoadequadostanto otoldocomum,fabricadoemlona,quanto a cobertura de policarbonato. Em comparação com o vidro, o policarbonato ganha no quesito peso (é 50%maisleve),enaresistênciaaimpactos (250 vezes maior que o vidro, no caso das chapas compactas, e 30 vezes maior que o vidro, nas chapas alveolares). O policarbonato é auto-extinguível, isto é, nãopropagachamas,temapossibilidade desercurvadoafrio,eaindacontribuipara aeconomiadeenergia,poisaproveitaaluz natural.“Paraáreasdecirculação,proteção de portas e áreas que necessitem de boa iluminação,ascoberturasdepolicarbonato, porseremtranslúcidas,podemresultarem soluçõesesteticamenteapropriadas,além degarantiraincidênciadeluztãonecessária aos ambientes de estudo”, analisa Heloisa Herkenhoff,arquitetadaBlochArquitetos Associados.Estruturasretráteiscomplacas depolicarbonatopodemserasoluçãopara ambientesondesejamnecessáriosperíodos com proteçãodachuva,eoutrosemquea luznaturalentrediretamentenoambiente.

“Existeumacrescentepreocupaçãocom osmalefíciosdosolnapeledascrianças.Em paísescomoaAustrália,áreasderecreação são também sombreados por lonas estruturadas”, afirma Heloísa. O ideal é que as coberturas estejam previstas no projeto original do edifício escolar, de maneira a garantir um bom resultado estético, fugindo do chamado “puxadinho”. Caso isto não seja possível, cuidados adicionais devem ser tomados visando a perfeita integraçãodosnovoselementosaoedifício existente,tornando-ospartedalinguagem arquitetônica. Quem optar pelos tradicionais toldos, encontrará no mercado lonas vinílicas resistentes, diferentes das antigas lonas coloridas de algodão. Com a evolução das lonasoumembranas,têmganhadoespaço nomercadoaschamadastensoestruturas. Nas tensoestruturas, a própria membrana, de alta resistência, é tensionada por meio de cabos especiais, criando estruturas tridimensionais de resultados estéticos surpreendentes, somados à possibilidade de uso de cores e iluminação especial, favoráveis ao uso educacional. A arquiteta finalizaorientandoqueavariaçãodepreços das empresas fornecedoras de coberturas pode ser um indicativo da qualidade: custos excessivamente baixos costumam indicarmateriaismenosduráveisedetalhes construtivos menos elaborados.

Na próxima edição: Fantasias

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TOLDOS, TRATAMENTO DE PISO

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TECNOLOGIA, SERRALHERIA

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MAPAS, UNIFORMES

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