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Revista Direcional Escolas Edição 91 – Setembro/2013

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Editorial

Caro leitor,

EDITORA Rosali Figueiredo PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO Diretores e Compradores PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral TIRAGEM 20.000 exemplares JORNALISTA RESPONSÁVEL Rosali Figueiredo MTB 17722/SP rosali.figueiredo@gmail.com REPORTAGEM Raquel Zardetto CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais DIREÇÃO DE ARTE Jonas Coronado ASSISTENTE DE ARTE André Akira Claudia Emanuela Sergio Willian GERENTE COMERCIAL Alex Santos alexdirecional@gmail.com DEPARTAMENTO COMERCIAL Paula De Pierro ATENDIMENTO AO CLIENTE Claudiney Fernandes Emilly Tabuço João Carlos Marconi Juliana Jordão Grillo IMPRESSÃO Prol Gráfica

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Tiragem auditada por

Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ponsabiliza por serviços, produtos e imagens publicados pelos anun­ciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Dados divulgados em julho passado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) indicam o crescimento do tempo médio em que as crianças entre zero e cinco anos permanecem nas creches e escolas de Educação Infantil da rede pública no País. A média é de 5,8 horas por dia, índice que sobe a 8,1 horas em crianças até três anos de idade. Na pré-escola as horas caem a 4,7, no Fundamental a 4,5 e, no Ensino Médio, a 4,2 (nas escolas privadas, a média nessa etapa salta a 5,3 horas). A mantenedora e diretora pedagógica Juliana Fadel, entrevistada em nossa Conversa com o Gestor desta edição, confirma o aumento da demanda das famílias pelos berçários, creches e escolas de Educação Infantil. Ela é uma das fundadoras da Fadelito, instituição especializada neste ciclo escolar, que em menos de 15 anos chega a sete unidades e mil alunos em São Paulo (Capital) e dois municípios da região metropolitana. Conforme destaca na entrevista, Juliana observa uma necessidade cada vez maior de os pais recorrerem às escolas não apenas como espaço de assistência e aprendizagem, mas também para sociabilização e inserção social das crianças. A tarefa rende grandes desafios, pois acostumados a reinarem absolutos em muitos lares, os pequenos precisam hoje da escola para aprender a lidar com situações que experimentavam antigamente em um ambiente familiar mais amplo, com irmãos, tios, primos e avós: a ceder, negociar, esperar a vez e a ouvir não. De qualquer maneira, não adianta às instituições simplesmente recusarem-se a cumprir com este papel, é necessário desenvolver estratégias de interlocução e mediação com a família, defende Juliana. Também nesta edição, os consultores e colaboradores Marino Menossi Jr. e Christian Rocha Coelho apresentam, em artigos distintos, elementos que auxiliam o gestor neste momento crucial das escolas, ou seja, na renovação e captação de matrículas e no planejamento financeiro para 2014. Finalmente, a revista traz informações sobre serviços e produtos indispensáveis a um bom funcionamento do dia a dia das instituições, como móveis escolares, agendas e equipamentos de segurança, além de brinquedos pedagógicos e psicomotores. Uma boa leitura a todos, Rosali Figueiredo Editora ERRATA: FIQUE DE OLHO - EDIÇÃO AGOSTO EMIS Diferente do que foi publicado na página 22 da Edição 90 da Direcional Escolas, a Emis, mais do que organizar a contabilidade das instituições, oferece consultoria ao gestor, ajudando-o a melhorar os processos financeiros, de RH, do direito educacional, de custos e marketing digital. Havíamos informado de maneira equivocada que “a empresa estende de forma gratuita seu trabalho ao gestor”. WPENSAR Na mesma Edição 90, pág. 22, publicamos antiga logomarca da WPensar, empresa que valoriza sua imagem e a comunicação com o cliente. Por isso, reproduzimos aqui a logomarca atualizada e correta.

Pedimos desculpas a todos por eventuais transtornos causados. CONTATE-NOS VIA FACEBOOK OU DEIXE SEUS COMENTÁRIOS NO ENDEREÇO DE EMAIL ROSALI.FIGUEIREDO@GMAIL.COM

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DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida

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SUMário

06 GESTÃO ORGANIZANDO A PLANILHA DE CUSTOS PARA 2014 A atualização dos valores da anuidade escolar de 2014 deve estar justificada em uma planilha de custos, conforme determina a Lei Federal 9.870/99. Ou seja, é preciso que o gestor repasse de forma adequada as variações com a folha de pagamentos e a previsão de custeio, aponta o consultor Marino Menossi Jr.. Em artigo nesta edição, Marino propõe um roteiro para levantamento e análise das receitas e das despesas das escolas.

08 COLUNA GESTÃO DE IMPACTO GARANTA BOM ATENDIMENTO NA PROSPECÇÃO DE MATRÍCULAS Neste período de alta sazonalidade, em que as escolas se veem diante da expectativa da rematrícula de seus alunos e captação de novos clientes, torna-se fundamental garantir um bom atendimento. Segundo o consultor Christian Rocha Coelho, existem técnicas que os mantenedores devem desenvolver junto aos seus colaboradores que atuam na comunicação com os pais e familiares, garantindo assim uma interlocução mais eficaz.

16 CONVERSA COM O GESTOR: EDUCAÇÃO INFANTIL – ESCOLA FADELITO UMA TRAJETÓRIA DE SUCESSO EMPRESARIAL E PEDAGÓGICO Atuar com a Educação Infantil exige estrutura empresarial bem organizada e muita firmeza nos propósitos pedagógicos. Época importantíssima de formação de valores e da autonomia básica entre as crianças, o gestor especializado no segmento se depara com uma exigência maior dos familiares, o que às vezes gera certos conflitos. Por exemplo, o excesso de proteção e expectativa pode comprometer o desenvolvimento do aluno. É o que aponta, entre outros, a mantenedora e diretora pedagógica da Escola Fadelito, Juliana Fadel, que em menos de 15 anos ergueu, juntamente com o irmão Fabio, uma instituição com mil alunos em São Paulo.

CONFIRA AINDA FIQUE DE OLHO: 18 BRINQUEDOS PEDAGÓGICOS E DE

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PSICOMOTRICIDADE

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DICAS: 10 MÓVEIS ESCOLARES - ARMÁRIOS & ADMINISTRATIVOS 22 SISTEMAS DE SEGURANÇA - EQUIPAMENTOS 24 GRÁFICA – AGENDA

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GESTÃO: SUA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PARA 2014 ESTÁ CORRETA?

REAVALIANDO PERSPECTIVAS ECONÔMICAS, CUSTOS E INVESTIMENTOS O consultor Marino Menossi Jr apresenta aqui, aos gestores escolares, parâmetros mínimos para que eles possam estabelecer anuidades “de forma científica e não empírica intempestiva”.

Por Marino Menossi Jr. “Em um mundo cada dia mais competitivo, não há mais espaço para a gestão amadora - é melhor não arriscar porque o preço pode ser extremamente elevado e sem direito ao caminho de volta.”

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PLANO DE CONTAS.

Para tanto, é fundamental ficar atento ao fato de que a administração de resultados possui quatro alicerces de atuação implacável no negócio escola: Gestão de Custos, Volume de Alunos, Formação de Preços e Receitas não Operacionais. E para formar preço, todos os demais devem ser considerados, conforme referências que serão apresentadas a seguir.

para outro, estabelecendo metas, principalmente de novos estudantes, já que ele deverá ter parâmetros do total de matrículas remanescentes.

1 – MAPA VISUAL DAS TURMAS E VOLUMES DE ALUNOS

A discriminação dessas receitas pode seguir modelo do quadro abaixo, atingindo-se no máximo cada um dos percentuais descritos:

O ponto de partida do gestor é realizar um mapa visual das quantidades de turmas, salas, alunos e anuidades de um ano

AIRP, CSLL, COFINS, PIS, ISS, Contribuição Sindical etc.

Aqui entram diversos tipos de custos, cuja somatória não ultrapassa 50% sobre o total da receita com os serviços educacionais. São eles: - DESPESAS COM SALÁRIOS: envolvem vencimentos de coordenadores e professores, com respectivos encargos, benefícios, gratificações etc.; - DESPESAS COM INVESTIMENTOS E INSUMOS: precisam ser relacionados os gastos com treinamento, viagens, congressos, material pedagógico diverso, brinquedos, papelaria, livros e periódicos, consultores pedagógicos, técnicos, entre outros; - DESPESAS COM TRIBUTOS: IRPJ,

4 – ANÁLISES DOS CUSTOS INDIRETOS (ATIVIDADE MEIO OU DE APOIO) Esses custos devem ter um percentual máximo de empenho sobre a receita, conforme sugerido no quadro abaixo. 5 – SOMATÓRIA DOS CUSTOS DIRETOS + INDIRETOS: 85% O ideal é que o gestor adeque sua estrutura de custos a esses parâmetros, para que possa montar uma planilha e formar o valor da anuidade para 2014. O modelo da planilha poderá ser solicitado à Acerplan, através do endereço eletrônico acerplan@acerplan.com.br.

2 – ANÁLISES DAS RECEITAS OPERACIONAIS (Inclui descontos, perdas com inadimplência e evasão)

leia mais , em WWW.DIRECIONALESCOLAS.COM.BR, NO LINK DA EDIÇÃO 91:

- Análise de autoria de Marino Menossi Jr., justificando a necessidade de as escolas desenvolverem um PLANO DE CONTAS.

SAIBA MAIS Marino Menossi Junior www.acerplan.com.br marino.menossi@acerplan.com.br Marino Menossi Junior é diretor geral da Acerplan, empresa de consultoria e assessoria educacional, vencedora do prêmio Top Educação 2012. No final do ano passado, a Acerplan lançou o livro “Gestão Educacional: Marketing, Pessoas e Finanças”, contendo, entre muitos outros, um capítulo específico sobre planilha de custos e planejamento financeiro.

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segmento educacional está sob a égide do controle legal para definir e estabelecer o valor da anuidade escolar. A Lei Federal 9.870/99 determina, por exemplo, que: - O valor das anuidades ou das semestralidades seja contratado no ato da matrícula ou da sua renovação; e, - Sua atualização, tomando como base a última parcela da anuidade ou da semestralidade legalmente fixada no ano anterior, seja proporcional à variação de custos a título de pessoal e de custeio, comprovado mediante apresentação de planilha de custo. O negócio escolar não é único no campo empresarial a se submeter a essa condição. Qualquer produto ou serviço que estabeleça aumento de preços acima da inflação deverá, conforme a Lei Federal 8.078/90, provar por justa causa a elevação praticada. No entanto, o segmento educacional transformou-se em uma espécie de “vidraça”, principalmente no final de cada ano letivo, pois a mídia costuma repercutir negativamente a majoração da anuidade em instituições da Educação Infantil ao Ensino Superior. Por isso, as instituições particulares não podem mais prescindir de instrumentos gerenciais e preditivos, que sejam capazes de garantir uma boa análise para definição de preços ou anuidade. Deve-se assegurar a saúde econômica e financeira para que se obtenha uma gestão linear e com menores riscos patrimoniais, e, consequentemente, de imagem. Um bom começo é realizar um

3 – ANÁLISES DOS CUSTOS DIRETOS (ATIVIDADE FIM – PEDAGÓGICA)

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COLUNA: GESTÃO DE IMPACTO

COLUNA: GESTÃO DE IMPACTO

CAPTAÇÃO DE MATRÍCULAS NOVAS – PARTE 1: TÉCNICAS DE ATENDIMENTO E VENDAS Por Christian Rocha Coelho

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lação às outras. Como é conectada à área do cérebro que está relacionada à emoção, é difícil esconder mudanças vocais quando certas emoções ocorrem. Diferentemente do volume, o ser humano tem pouco controle sobre seu tom de voz. O tom é considerado curto quando tem pouca oscilação, passando a impressão de falta de vontade, monotonia e tristeza; - Personalização: O primeiro contato com uma pessoa, com o objetivo de gerar vínculo afetivo, deverá ser feito através de um cumprimento precedido da personalização. Exemplo: Bom dia, meu nome é Marcelo, qual é o seu? SONDAGEM - A segunda etapa do atendimento tem a finalidade de possibilitar o conhecimento momentâneo do indivíduo e seus anseios, numa perspectiva descritiva e quantificada. No atendimento pessoal, a sondagem deve ser feita na apresentação das instalações. Movimentando-se corporalmente lado a lado com o cliente, devemos mostrar a infraestrutura, dando significado a cada instalação. Onde mora? Idade? Esco-

laridade? Como conheceu a empresa? E principalmente qual seu principal objetivo e necessidade? A sondagem é o momento de captar as informações necessárias para se formular uma estratégia de convencimento personalizada. DIFERENCIAIS - A etapa a seguir é a mais importante, pois apresenta as principais qualidades da escola. No atendimento pessoal os diferenciais devem ser apresentados através de uma roteirização e repetidos na sala de atendimento. Depois da explanação dos diferenciais, o atendente deve perguntar se o cliente tem alguma dúvida. Geralmente as perguntas referem-se às informações sobre o serviço, as quais correspondem aos dados gerais encontrados em todos os concorrentes e que não acrescentam nenhum valor ao serviço. Portanto, não se deve enfatizá-las, tirando apenas as dúvidas dos clientes. Na próxima edição concluiremos essa apresentação, falando de INFORMAÇÕES, VALORES, FECHAMENTO E PESQUISA.

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Christian Rocha Coelho é especialista em andragogia e diretor de planejamento da maior empresa de gestão, pesquisa e comunicação pedagógica do Brasil, a Rabbit Partnership. Mais informações: (11) 3862.2905 / www.rabbitmkt.com.br / rabbit@rabbitmkt.com.br

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stamos iniciando a época em que as escolas começam a receber contatos de clientes em potencial. Para converter os telefonemas e visitas em matrículas, elas precisam estar preparadas para efetuar um ótimo atendimento. Uma mensagem apresentada na ordem correta facilita a comunicabilidade, pois favorece o entendimento e o raciocínio. Uma boa ordenação do processo de comunicação é dada pela sequência das etapas previstas na figura ao lado. Explicaremos cada uma delas neste artigo e no da próxima edição da revista Direcional Escolas.

PRÉ-VENDA - Ao conhecer uma pessoa você estabelece um pré-julgamento nos primeiros segundos de contato, baseado nas suas percepções sensoriais, gerando assim uma emoção que poderá ser positiva ou negativa. A impressão positiva será essencial para que aconteça o vínculo afetivo e, consequentemente, permitir que a pessoa saia do estado de insegurança inicial e assimile as informações recebidas. Para isso devemos estar atentos aos seguintes passos: - Movimento Corporal: O corpo diz muito sobre você mesmo e os outros. Gestos, postura e posição são sinais da tentativa do seu corpo trazer à tona os sentimentos. Segundo os padrões ocidentais, quando uma pessoa gosta de outra a tendência é de que se incline ou se movimente em direção a ela; - Sorriso: O sorriso é um dos sinais de comunicação com um sentido universal: ele expressa alegria, felicidade, afeição e gentileza; - Tom de voz: O som da voz diz muito sobre seu estado de espírito e, mais importante, como a pessoa se sente com re-

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DICA: MÓVEIS ESCOLARES - ARMÁRIOS & ADMINISTRATIVOS

A SAÚDE TAMBÉM PASSA POR AQUI

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uso inadequado de mochilas é um dos motivos que levam 85% da população a sofrer de dores nas costas. “A criança com dor sofre efeitos colaterais, como déficit de atenção, o que prejudica a saúde em geral e os estudos em particular”, adverte Andréia. Já o uso de mochilas com rodinhas, se não houver adequação do comprimento de haste à altura da criança, poderá levá-la a um “desvio lateral, o que provoca escoliose”. Outro problema dessa opção é que os adolescentes não são adeptos, pois acham que “é coisa de criança”, afirma. Como alternativa, surge o armário de uso individual, diz. “A questão que decorre dessa opção é o ajuste necessário, a mudança de hábito. O aluno terá que se organizar para não correr o risco de deixar na escola o material que precisa para estudar em casa, ou vice-versa, esquecer em casa o que vai usar na escola”, pondera.

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esde 2002, uma lei municipal em São Paulo (a de nº 13.460) determina que os alunos não devam carregar a mochila escolar com carga que ultrapasse 10% do seu peso total. Já o Projeto de Lei Federal 6.338/2005 foi aprovado em junho do ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, e agora está em análise no Senado, antes de ir para a sanção presidencial. Outros projetos de lei sobre o assunto tramitam pelos Estados da Federação, como no Paraná, movimentação essa que reflete uma preocupação da sociedade em função dos malefícios causados às crianças e jovens pelo excesso de peso nas costas. É uma realidade que compromete a coluna vertebral e provoca várias doenças, como lombalgia (dor na região lombar), hiperlordose e escoliose, exigindo que os gestores apresentem alternativas para combater o problema, a exemplo dos armários escolares. “Ao longo dos anos, é certo que o peso exagerado das mochilas gera uma sobrecarga mecânica no corpo dos estudantes. Ele faz com que a criança realize um esforço além do que ela pode suportar”, alerta a fisioterapeuta Andréia Fuchs Botsaris. Uma das orientações que a especialista fornece é que os pais auxiliem seus filhos na organização da mochila, verificando o que é de real necessidade para se levar à escola. “É importante que se observe a seleção do material a ser utilizado no dia a dia, o que pode aliviar o peso”, aconselha. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o

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DICA: MÓVEIS ESCOLARES - ARMÁRIOS & ADMINISTRATIVOS

ARMÁRIO INDIVIDUAL, GANHO DE AUTONOMIA

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Outra forma de gestão de armários, cada vez mais recorrente no mercado, é a terceirização do serviço por empresas especializadas. O mobiliário é locado pelo aluno e o gerenciamento do contrato e da manutenção fica por conta do fornecedor. Os armários pessoais podem ser personalizados, seguindo a comunicação visual da escola, com escolha das cores pertinentes. No modelo de gestão proposto, a família (ou responsável) assina o contrato de locação, com taxa anual e vigência de um ano letivo. “É interessante para a escola porque não há ônus gerencial, que envolve custos de manutenção e de administração”, destaca Guilherme Souza Leite, empresário do setor, que também dá apoio aos estudantes no que se refere à organização e à escolha adequada da altura do móvel para cada faixa etária. Questões relativas a pagamentos, problemas com senhas ou avarias no mobiliário são tratadas diretamente com a terceirizada. Para quem pretende firmar parceria com os fornecedores, a dica é verificar a qualidade do material de que é feito o armário, sua segurança e durabilidade. Devem ser confeccionados com material resistente e ter a devida ventilação. Cadeados com senhas, além de serem mais seguros, evitam problemas como a perda ou esquecimento de chaves, o que facilita a organização do aluno. A parceria com a escola é fun-

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O fato é que muitas escolas já aderiram ao armário pessoal como sistema de organização do material de uso obrigatório dos estudantes. No Colégio Renascença, localizado na região central da Capital paulista, o armário escolar foi implantado há cerca de dez anos, está integrado ao processo educacional e funciona como parte do ritual de passagem dos alunos, que passam a utilizá-lo a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. “O estudante sai do nicho que fica na sala de aula e passa para o armário, localizado no espaço comum da escola. Os alunos veem isso como uma mudança que denota seu crescimento, e existe um trabalho educacional envolvido no processo”, conta João Carlos Martins, diretor geral do colégio. De acordo com o gestor, eles vêm de uma relação dependente no Ensino Fundamental I (com os professores e os pais) para uma postura mais emancipada no EFII. E o armário estimula uma organização mais interna, o que faz com que passem de uma relação heterônima para a autonomia. No Renascença, os armários – que funcionam com cadeado e senha – pertencem ao colégio e o aluno paga uma taxa anual de conservação. “Acabou o ano, o aluno libera o uso para o período seguinte”, esclarece.

TERCEIRIZAÇÃO

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DICA: MÓVEIS ESCOLARES - ARMÁRIOS & ADMINISTRATIVOS damental também na hora da instalação do móvel. “Analisamos junto com os educadores qual o melhor local para colocação dos armários, que devem estar o mais próximo possível da sala de aula, uma vez que a intenção é evitar o leva-e-traz, e, ao mesmo tempo, não atrapalhar o fluxo de alunos”, destaca Lucienne Sabadin, proprietária de uma empresa de locação do mobiliário. Já a negociação para contrato e uso se dá diretamente com a família, por meio da internet. “Reservas, loca-

ções e distribuição de senhas são feitas pelo site da empresa, o que alivia a escola de mais um gerenciamento”, acrescenta Lucienne. Uma dica deixada pelos fornecedores é que esteja previsto em contrato o que fazer mediante eventual necessidade de abrir o armário à revelia do aluno, em situações, por exemplo, de mau uso do mesmo. Assim, a empresa terceirizada deve manter uma chave-mestra em poder da direção escolar para tais situações. (Por Raquel Zardetto)

MOBILIÁRIO SAUDÁVEL NO AMBIENTE DE TRABALHO

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SAIBA MAIS Andréia Fuchs Botsaris andreiafuchs@gmail.com

João Carlos Martins joaocarlos.m@renascenca.br

Guilherme Souza Leite contato@globalbox.com.br

Lucienne Sabadis lucienne@collegebox.com.br

Na Próxima Edição: Móveis Escolares – Sala de aula

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Muitos outros aspectos devem ser levados em conta pelos gestores na hora de adquirir mobiliário para a sua escola. Entra em cena, no caso, o conceito de ergonomia, entendido como o estudo das relações do homem com o ambiente profissional, com vistas a permitir que o trabalhador, seja da área educacional ou administrativa, possa desenvolver suas atividades com mais saúde, conforto, segurança e eficiência. “Os móveis e equipamentos devem ser adaptados às características físicas do trabalhador”, observa a fisioterapeuta Andréia Botsaris. Assim, quando do uso de um computador, tão presente nos ambientes laborais, cadeiras e mesas precisam estar ajustadas para que os olhos alcancem a tela sem que haja necessidade de abaixar ou levantar o pescoço, o que promove a postura correta, evitando dores e fadiga. Além disso, ao se sentar, o profissional deve manter os dois pés em um apoio e os joelhos dobrados, formando um ângulo de 90º, acrescenta. É fundamental ainda observar a altura da mesa e cadeira, para que os antebraços fiquem apoiados sobre a mesa ou o teclado do computador, sem estarem muito encolhidos, ou muito distantes. O importante é que os ombros fiquem confortáveis, sem tensão e, principalmente, longe das orelhas. (Por R.Z.)

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CONVERSA COM O GESTOR: EDUCAÇÃO INFANTIL – ESCOLA FADELITO

Por Rosali Figueiredo

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m dos grandes desafios das escolas de Educação Infantil da atualidade é trabalhar com uma criança que precisa aprender a viver em sociedade sendo ela única em casa.” (Juliana Cristina Fadel, diretora pedagógica e uma das fundadoras e mantenedoras da Escola Fadelito). Especializada em Berçário e Educação Infantil (até seis anos

incompletos), a Escola Fadelito surgiu no final de 1999 com apenas seis alunos, a partir de um projeto ousado de dois jovens: do então professor de Judô Fabio Fadel e de sua irmã e advogada Juliana Cristina Fadel. De lá para cá, os mantenedores viram o sonho inicial se transformar em uma estrutura com sete unidades distribuídas entre as zonas Sul e Oeste de São Paulo e dois municípios da Grande São Paulo, totalizando mil alunos. Seu projeto está baseado em va-

lores humanistas, especialmente no respeito ao outro; na aprendizagem lúdica e assentada no brincar; e em relações de pessoalidade, com no máximo 200 alunos por unidade. Mas o Fadelito cresceu ainda como estrutura empresarial, bem organizada, investindo na formação de seus colaboradores. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista com Juliana Fadel, hoje também graduada em Pedagogia e especializada em Gestão da Educação Infantil.

com uma criança que precisa aprender a viver em sociedade sendo ela única em casa. O PAPEL DO GESTOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Optamos por atender Berçário e Educação Infantil porque há um buraco muito grande no mercado, é uma faixa etária que dá trabalho. Hoje oferecemos uma estrutura que comporta coordenador de segurança, de Berçário, coordenadora pedagógica geral, de RH (que trabalha muito mais para formar que para recrutar), e o financeiro, que cuida, por exemplo, de inadimplência dentro das unidades. Se eu passar a cuidar disso, deixo de atender pais e as coordenadoras das unidades, não quero perder esse contato. Serviços mais burocráticos e fiscalização precisam existir, é necessário ter uma rotina bem organizada de atividade, que falta muito em Educação Infantil. Geralmente nós, profissionais da educação, somos muito idealistas, mas ninguém vive sem pagar as contas. Você tem que trabalhar dentro do ideal, mas com equilíbrio financeiro, com planilhas de desenvolvimento, de investimento. De outro lado, o mercado oferece profissionais pouco qualificados, as faculdades pecam muito, os candidatos não conseguem colocar as ideias numa sequência lógica, como trabalhar com alfabetização? A escola deve gerir isso de forma que todo o corpo discente entenda os valores e sua proposta.

INTERLOCUÇÃO COM OS FAMILIARES Diferente de treze anos atrás, os pais têm a consciência de que oferecer educação de qualidade significa de fato investir no futuro da criança e essa concepção chega atualmente à Educação Infantil. Mas sinto dentro da mãe um conflito interno que muitas vezes nos traz problemas. Ela quer que a criança cresça, e eu preciso trabalhar responsabilidade, que o aluno aprenda, por exemplo, a guardar o agasalho dentro da bolsa. Mas se ele se esquece do agasalho na escola, a mãe chega no dia seguinte cobrando de não termos guardado a blusa. Lógico que estamos aqui para ajudar, é um ambiente controlado, cada unidade tem no máximo 200 alunos, mas preciso criar na criança um senso de responsabilidade pelo que é dela. No entanto, a mãe, nesse momento, traz um sentimento duplo, esse é outro dos grandes conflitos que temos. TRANSIÇÃO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL No Fadelito, o aprender nunca é dissociado do brincar. Nosso diferencial é que aqui as crianças aprendem e são muito felizes. Porque existem maneiras de se ensinar. No caso da transição, na pré-escola o aluno leva lição para casa duas vezes por semana. Não existe uma finalidade de trabalhar conteúdo em casa, mas sim o senso de responsabilidade, de ter o momento em que ele vai sentar, se dedicar a fazer alguma atividade da escola e sentir prazer por isso. Mesmo porque no 1º ano ele vai ter lição todos os dias. Então imagine o choque que seria para a criança vir para a pré-escola e não ter responsabilidade

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O importante para nós é a formação por completo dos indivíduos. É algo para a qual todas as escolas deveriam se atentar: os valores morais, éticos, além de sociabilizar e ensinar as crianças a se relacionarem com o outro, respeitar o trabalho do outro. Temos uma proposta pedagógica e uma filosofia bem definida que é a humanista, e ela funciona não só entre as crianças, mas entre nossos colaboradores. O QUE ESPERAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL? É o trabalho com algo que está se perdendo hoje, o respeito. Trabalhamos demais aqui com exemplos simples, as crianças aprendem muito com exemplos que mostram respeito ao colega,

aos mais novos e mais velhos, aos funcionários, ao ambiente, ao seu limite, ao espaço do outro. Hoje as famílias têm perfil diferente do que se tinha antigamente, quando havia muitos irmãos. Esse é um dos principais pontos que faz com que os pais procurem mais cedo a escola. Para a criança se relacionar com outras ela precisa de um ambiente específico, porque praticamente as famílias têm um filho só. Então, ensinar para essa criança que nem sempre ela é a primeira no escorregador é um desafio, porque em casa ela é a primeira para tudo. É importante que ela aprenda que nem sempre ela vai ser a diferença no ambiente e ter as coisas de imediato da maneira como tem em casa. Um dos grandes desafios das escolas de Educação Infantil da atualidade é trabalhar

POSICIONAMENTO FRENTE À COMUNIDADE Por isso, desenvolvemos um procedimento estruturado, definido, embasado teoricamente, sem medo de nos indispor com o pai. O meu cliente é o aluno e não o pai, minha vida não é só facilitar a vida dos pais – até é, mas em benefício do aluno. Depois que nos posicionamos nesse sentido, melhoramos nosso trabalho e não perdemos alunos. Muito pelo contrário. Isso é uma conquista, entendo que esse hoje é o nosso dever, é algo que funciona. Desenvolvemos uma forma de interlocução com a família em que, por exemplo, nunca apresento a ela um problema sem indicar uma solução ou hipótese de solução, um caminho. Assim, a mãe me entende como parceira, o que é fundamental, porque, senão, não se consegue o bem-estar da criança.

PERFIL DA ESCOLA FADELITO Localização: Avenida Prof. Vicente Rao, 1208, Brooklin, zona Sul de São Paulo;

FILOSOFIA DE TRABALHO

além daquele horário escolar? Temos que prepará-la para o que vai vivenciar. Mas o curioso é que por mais que falemos nas reuniões com os pais que essa atividade é para brincar, é uma sondagem, onde preciso saber se a criança espelha ou não o “s”, a lição volta impecável! O professor conhece as habilidades daquela criança, a mãe nem disfarça, faz no lugar dos filhos, e cobra certa perfeição que não é própria da idade e faz com que as crianças passem a se cobrar aquilo! Isso cria um problema porque a criança começa a ficar com medo de tentar, pois ela traz um padrão do perfeito que a família impõe e acaba não aprendendo nem se aperfeiçoando.

Número de unidades: Sete (As demais ficam no Alto da Boa Vista, Bonfiglioli, Portal do Morumbi e Vila Sônia, além de Granja Viana/Cotia e Prodesp/Taboão da Serra); Fundação: Entre o final de 1999 e início de 2000; Mantenedores: Fabio Fadel e Juliana Fadel; Ciclos escolares: Berçário e Educação Infantil; Regime de aula: Integral, intermediário e meio período; Nº de alunos: 1.000; Equipe: Média de 250 colaboradores. A equipe básica para cada unidade é composta por 4 porteiros; coordenadora pedagógica; auxiliar de coordenação; secretária; assistente financeiro; 6 professoras; e 20 Auxiliares. Além dos professores especialistas de Judô e ballet; Mensalidades em 2013: Entre R$ 621,82 e R$ 1.438,30.

SAIBA MAIS Juliana Fadel brooklin@fadelito.com.br comunicacao@fadelito.com.br

LEIA MAIS, EM WWW.DIRECIONALESCOLAS. COM.BR, NO LINK DA EDIÇÃO 91: - Entrevista com a diretora da

Escola e Berçário Vila do Saber, Aglair Fraga. Localizada em Moema, zona Sul de São Paulo, a instituição aposta na musicalidade como um dos principais recursos de desenvolvimento das crianças.

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PELO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL E INSERÇÃO SOCIAL DA CRIANÇA

CONVERSA COM O GESTOR: EDUCAÇÃO INFANTIL – ESCOLA FADELITO

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FIQUE DE OLHO: BRINQUEDOS PEDAGÓGICOS E DE PSICOMOTRICIDADE

UM MUNDO RICO EM FORMAS, CORES, MATERIAIS E ESTIMULAÇÕES Por Rosali Figueiredo Confira aqui os destaques das empresas que oferecem produtos voltados ao desenvolvimento das atividades motoras nas crianças e de estimulações ao raciocínio lógico, entre outros.

BRINQI

Fale com a Brinqi: 11 - 2204-3101 / 2953-5774 www.brinqi.com.br brinqi@brinqi.com.br

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CARLU BRINQUEDOS

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Trabalhar habilidades motoras, o raciocínio lógico e inserir as crianças no mundo dos números e da alfabetização. Esse o papel dos mais de 700 itens oferecidos pela Carlu Brinquedos, fabricante com 17 anos de mercado. Do Balancinho da Centopeia à

Fale com a Carlu Brinquedos: 45 - 3055-7001 www.carlu.com.br contato@carlu.com.br DEDOBRINQUEDO Com 24 anos de mercado e pioneira em e-commerce no segmento, a Dedobrinquedo apresenta rico portfólio às escolas, creches e berçários, incluindo produtos pedagógicos e psicomotores. Estes são confeccionados em espuma de alta densidade, como o Circuito Baby, que estimula a criança a passar por obstáculos até completar seu trajeto. “Trabalhamos também com a linha pedagógica da Calesita, como a Bancada de Trabalho, composta por ferramentas, parafusos e porcas, que estimula a criatividade da criança, além da capacidade de raciocínio na resolução de problemas”, descreve o diretor Renato Cararetto. Segundo ele, a Dedobrinquedo proporciona atendimento personalizado aos gestores. Fale com a Dedobrinquedo: 11 – 2782-3333 www.dedobrinquedo.com.br vendas@dedobrinquedo.com.br

FÁBRICA DE EDUCAÇÃO

Além de fornecer playgrounds espumados para bebês a partir de seis meses de idade e brinquedos pedagógicos da linha Jogos Gigantes Espumados, a Fábrica de Educação monta todo um ambiente para estimulação fabricados sob medida, anuncia o gerente Angelo Potenza Neto. No caso, são feitas proteções de paredes e pisos em painéis e tablados espumados, com revestimentos impermeáveis. Esses espaços atendem “aos berçários nos quesitos segurança e higiene” e transmitem grande tranquilidade aos seus alunos e responsáveis, destaca Angelo. Ele acrescenta que o atendimento é pessoal e personalizado, lastreado em uma experiência de oito anos trabalhando exclusivamente com produtos para berçários e a Educação Infantil. Fale com a Fábrica de Educação: 11 - 2043-1827 www.fabricadeeducacao.com.br vendas@fabricadeeducacao.com.br FISIOVITAL

Depois de realizar ampla pesquisa fora do Brasil sobre produtos capazes de auxiliar no desenvolvimento motor de sua irmã, a diretora comercial Juliana Galindo criou a Fisiovital em 2009. A ideia era oferecer brinquedos pedagógicos diversos, como encaixes de madeira com som e adaptadores para escrita, entre muitos outros, além de recursos de psicomotricidade. É o caso dos blocos co-

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A área de brinquedos pedagógicos e de psicomotricidade da Brinqi é bastante diversificada e inclui painéis psicomotores, aramados, jogos de encaixe e de montar, quebra-cabeças, itens de Matemática e Leitura e Escrita (como o dominó de alfabetização e a loto leitura), além de fantoches, descreve Sabrina Andréa, gerente de vendas da empresa. Há mais de 15 anos no mercado, a Brinqi possui uma linha de fabricação própria de produtos confeccionados em espuma e revestidos por bagunzito colorido, material atóxico e de fácil limpeza, diz. Segundo a gerente, “esses itens destacam-se pelo tamanho, inovação e variedade, possibilitando o desenvolvimento de atividades que estimulam o corpo e a mente”.

Prancha de Engrenagens, passando pela Casinha de Atividades, a Carlu oferece às escolas inúmeras opções para trabalharem a psicomotricidade em seus alunos, diz Andréia Bilibiu, supervisora de marketing da empresa. Segundo Andréia, “um dos grandes diferenciais da Carlu é o know-how da diretora da empresa, Carmen Ost, professora que domina a Pedagogia e a Didática, assegurando assim a função do brinquedo educativo: brincar e aprender”.

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FIQUE DE OLHO: BRINQUEDOS PEDAGÓGICOS E DE PSICOMOTRICIDADE

Fale com a Fisiovital: 22 - 2522-7564 www.fisiovital.com.br fisiovital@fisiovital.com.br juliana.galindo@fisiovital.com.br MOSAICO BRINQUEDOS A Mosaico Brinquedos trabalha com diversos produtos pedagógicos, em especial os centros de atividades, kits de montar, como os blocos encaixáveis com mais de 40 modelos em plástico e madeira, espumados, playgrounds e, para a psicomotricidade, um painel em MDF para coordenação motora. De acordo com o supervisor geral Fagner de Souza Nogueira, o foco da Mosaico é proporcionar atendimento diferenciado às creches, berçários e pré-escolas que seguem os parâmetros do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A empresa, com oito anos de mercado, desenvolve projetos especiais e personalizados às instituições.

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Fale com a Mosaico Brinquedos: 11 - 2249-6506 www.mosaicobrinquedos.com.br atendimento@mosaicobrinquedos. com.br ; contato@mosaicobrinquedos.com.br; contato@caminhasempilhaveis.com.br

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MUNDO BRINK Também a Mundo Brink oferece completa linha de brinquedos pedagógicos, como recursos de alfabetização, alinhavos, de montar, carrinhos, casinhas, sítios e castelos, dedoches, fantoches, material em Braile e Libras, jogos, KIT FNDE, itens de musicalização, sequências lógicas etc. Segundo o gerente comercial Patryk Pacheco Padilha, um dos destaques é o material didático Pegue & Monte, voltado às “mais variadas situações de ensino-aprendizagem”. A empresa atua desde 2009 e na área de psicomotricidade apresenta o Circuito de Atividades Mundo Brink. Feito de peças coloridas em plástico resistente, a peça atrai as crianças pela infinidade de atividades que podem ser criadas, destaca Patryk. Fale com a Mundo Brink: 41 - 3088-8584 www.mundobrink.com contato@mundobrink.com

PROES BRINQ A Linha Movimento é um dos destaques da Proes Brinq, empresa há quatro anos no mercado, oferecendo portfólio com centenas de brinquedos. O diretor comercial Estefam Alves Estevam e a pedagoga da empresa, Cynthia Lillian Dourado, explicam que os componentes da Linha permitem o desenvolvimento da “coordenação motora fina, equilíbrio e capacidade afetiva, cognitiva e motora” das crianças. Entre eles, há círculos de passar, bastões, semicírculos, base para jogo de argolas e pranchas de equilíbrio, totalizando 78 peças. O objetivo da Proes Brinq é “oferecer opção de boa qualidade e baixo custo para brinquedos educativos e de psicomotricidade às escolas de educação básica”, finalizam. Fale com a Proes Brinq: 11 – 2518-4520 / 3416-1196 www.proesbrinq.com.br comercial1@proesbrinq.com.br

TOY PLAY Empresa com forte atuação no e-commerce, a Toy Play apresenta linhas bastante variadas em brinquedos pedagógicos e psicomotores, como aramados, montanha russa, painéis, alinhavos, quebra-cabeça, jogo da memória, dominó ou baú para alfabetização, baú de itens didáticos e materiais de acessibilidade. Há mais de onze anos no mercado, a Toy Play destaca que oferece aos gestores suporte de profissionais experientes, os “melhores materiais de acordo com as suas necessidades, além dos melhores preços e prazos de pagamento”, anuncia a atendente comercial Sonia Silva. A empresa dispõe de amplo estoque e busca fazer a entrega imediata de muitos de seus itens aos gestores de escolas, creches e berçários. Fale com a Toy Play: 11 – 2052-5304 www.toyplay.com.br atendimentotoyplay@bol.com.br WORLD TOYS A proximidade com o Dia das Crianças representa boa oportunidade para as escolas renovarem os brinquedos, afirma Helen M. Martimiano, diretora comercial da World Toys. Aos mantenedores, a empresa disponibiliza uma carteira bem diversificada, incluindo produtos pedagógicos e de psicomotricidade, com destaque para: a Girafa Grande; a Bola de Bobath; o esquema corporal; peteca; bambolê; amarelinha; corda coletiva etc. Segundo Helen, a Girafa Grande da Softmel é ótima para trabalhar a noção espacial, lateralidade e a força das crianças, uma opção lúdica e temática, feita de argolas de espuma. A World Toys tem 16 anos e oferece atendimento personalizado, acompanhada por especialista da área da educação. Fale com a World Toys: 11 - 3569-6683 www.wtbrinquedos.com.br contato@wtbrinquedos.com.br

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loridos e magnéticos feitos de E.V.A., “ótimos para desenvolver a habilidade motora fina, além inspirar a criatividade e o entendimento dos ímãs”. Os produtos oferecidos pela Fisiovital têm “qualidade reconhecida internacionalmente e são utilizados nos mais modernos centros de tratamento do mundo”, completa Juliana.

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DICA: SISTEMAS DE SEGURANÇA - EQUIPAMENTOS

TECNOLOGIA, GRANDE ALIADA DE GESTORES, PAIS E ALUNOS

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um processador interno que corrige a imagem distorcida, e a imagem tem alta qualidade, assim, ao dar um zoom, é possível identificar pessoas ou objetos”, conta Marcelo Henrique Cabbao, presidente do Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de São Paulo (SIESE-SP). Entretanto, é importante que a escola se certifique da preservação da privacidade dos que circulam pela escola. Áreas como vestiários e banheiros, por motivos óbvios, não podem ser monitorados. Na escola de Fernanda Teixeira, a Capítulo 1, que fica na Vila Mariana, em São Paulo, as câmeras foram instaladas no Berçário, para que os pais possam acompanhar, via internet, o cuidado com seus bebês. “Isso traz segurança”, conta a diretora, que atende a alunos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental I. Algumas outras áreas também entram no CFTV, controlado pela própria diretora. Já no Colégio Magister, localizado na zona sul de São Paulo, o CFTV possui cerca de 80 câmeras digitais, cobrindo todas as áreas de circulação de suas duas unidades, exceto as salas de aula. Somente o berçário possui câmeras para que os pais acessem o dia a dia dos bebês através da internet. Mas entre os demais equipamentos úteis às escolas, encontram-se ainda o botão de pânico, a cerca elétrica e o sensor infravermelho, os dois últimos voltados à proteção perimetral. (Reportagem Raquel Zardetto)

SAIBA MAIS Fernanda Teixeira anahuck@terra.com.br Marcelo Henrique Cabbao presidencia@siesesp.org.br

Marcos Alberto Martinho magister@magister.com.br Oswaldo Oggiam oggiamjr@yahoo.com.br

Na Próxima Edição: Sistemas de Segurança - Controle de Acesso

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s escolas não medem esforços no sentido de oferecer segurança aos estudantes e a devida tranquilidade aos pais. Nesse cenário, novas tecnologias trazem soluções inteligentes que facilitam o trabalho dos gestores, especialmente as câmeras do CFTV (Circuito Fechado de TV). Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), as câmeras representam hoje 43% das vendas entre todos os equipamentos. Elas estão integradas a sofisticados sistemas, do mais variados tipos, capazes não só de registrar imagens, mas também de detectar a presença de pessoas no ambiente, e de enviar alertas ao controlador. “Há a possibilidade de programá-las para determinados locais da escola, como o pátio, e detectar a presença de alunos, funcionários ou estranhos em horário inapropriado”, explica Oswaldo Oggiam, representante da entidade. Segundo ele, há escolas privadas em São Paulo com mais de 150 câmeras em seu circuito. “Quando utilizamos muitas câmeras em um só circuito, são programados comandos para que, caso haja algum movimento anormal, imediatamente abra um aviso na tela de controle”, detalha. Outra novidade são as câmeras que permitem campo de visão de 360º no eixo horizontal, por meio de uma lente especial. “O equipamento tem

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DICA: GRÁFICA – AGENDA

AUTONOMIA E À AUTO-ORGANIZAÇÃO

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agenda escolar cumpre diversas funções ao longo da trajetória educacional dos estudantes. Do Berçário à Educação Infantil, ela serve de instrumento essencial de comunicação entre a família e a escola. Mas a partir do Ensino Fundamental I e até o Ensino Médio, sua função muda conforme o aluno adquire mais autonomia. Ela própria, na verdade, cumpre com esse papel pedagógico de auxiliar o estudante nesse processo de aprendizagem da auto-organização e planejamento. “A agenda escolar é uma das principais ferramentas utilizadas pela equipe de Orientação Educacional no desenvolvimento de um trabalho relacionado à formação de hábitos de estudo e organização do aluno”, afirma Claudia Bunilha, diretora pedagógica do Colégio Salesiano Jardim Camburi, da Rede Salesiana de Escolas, unidade localizada no Espírito Santo. Para atender a esse objetivo, a escola realiza atividades de formação, por série, com vistas a apresentar a agenda aos estudantes. Da mesma ideia compartilha Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). De acordo com ela, “todo trabalho de orientação sempre deve começar pelo uso da agenda escolar”. No Colégio IESP de São Bernardo do Campo, por exemplo, as comunicações dirigidas aos responsáveis

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pelos estudantes são anexadas na agenda, que traz ainda o Manual do Aluno e Pais, contendo as regras de funcionamento da escola e o calendário anual. É uma ferramenta de comunicação diária, em que tanto a escola como os pais podem trocar informações sobre aspectos relacionados à saúde do aluno ou sobre o ensino, como solicitações de materiais diferenciados para atividades pedagógicas específicas. No caso do Colégio Brasil Canadá, instituição bilíngue localizada no bairro de Perdizes, zona Oeste de São Paulo, a agenda escolar é alvo de muita atenção para os alunos da Educação Infantil. “Ela funciona como o registro mais importante, pois baliza nossas ações em relação às crianças”, conta Rosa Maria Cavalcanti Marcos, coordenadora pedagógica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. Segundo ela, todas as informações referentes à saúde, alimentação e ao comportamento são diariamente anotados na agenda. Rosa diz que costuma tirar fotocópias dos registros e mantê-las nos prontuários dos alunos. Já a partir do Fundamental I, organização e disciplina resumem, na visão da coordenadora do Brasil Canadá, o caráter que a agenda adquire para os alunos. Entre outros, “os próprios alunos, sob orientação da professora, começam a anotar suas tarefas de casa”, finaliza.

SAIBA MAIS Claudia Bunilha cbunilha@salesiano.org.br

Rosa Maria Cavalcanti Marcos rcavalcanti53@gmail.com

Quézia Bombonatto psicoped@uol.com.br

Sandra Henriques direcao@colegioiesp.com.br

Na próxima edição: Gráfica – Papelaria e copiadoras

No site da Direcional Escolas, você encontra grande acervo de informações e serviços que o auxiliam na gestão administrativa, pedagógica e da sua equipe de colaboradores. Acesse e confira. CONVERSA COM O GESTOR: EDUCAÇÃO INFANTIL – VILA DO SABER A ESCOLA COMO “ESPAÇO DE PRAZER” Acompanhe no link da Edição 91 da Direcional Escolas a entrevista com a diretora da Escola e Berçário Vila do Saber, Aglair Fraga (Foto ao lado). Voltada a crianças de 0 a 4 anos, a instituição sediada no bairro de Moema, em São Paulo, busca proporcionar às crianças um espaço acolhedor e estimular o desenvolvimento e a aprendizagem com seus próprios recursos, como a imitação, a musicalidade e as brincadeiras de faz de conta.

GESTÃO PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA 2014 Quanto vale uma mensalidade escolar? Qual preço deve ser cobrado dos pais ou dos responsáveis pelos alunos? A escola está tendo prejuízo ou lucro? A análise destas questões é apresentada pelo consultor Marino Menossi Jr. em texto complementar a esta versão impressa, disponibilizado no link da Edição 91. Segundo Marino, é preciso “saber com quantos alunos se viabiliza um nível de ensino ou até mesmo uma sala de aula (turma), e como as variações de preços das mensalidades podem influenciar decisões sobre o equilíbrio econômico-financeiro” da instituição. Confira! GUIA DE FORNECEDORES Com dezenas de itens de segmentos diversos, de acessibilidade a acessórios e viagens, passando por eventos, entretenimento, idiomas, manutenção, papelaria, pinturas, pisos, playgrounds etc., o site da Direcional Escolas disponibiliza ao internauta um valioso cadastro de fornecedores. Confira no link http://www.direcionalescolas.com.br/anunciantes/fornecedores.

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SUPORTE À AQUISIÇÃO DA

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Bebedouros, Cortiça (Quadros), Equipamentos de Limpeza, Informática, Lousas

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Acessórios (E.V.A), Alimentação, Brindes, Cenotecnia (Teatro)

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Laborat贸rios, M贸veis

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Pisos, Playgrounds, Pintura Playgrounds

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Playgrounds, Produtos de Limpeza, Produtos para Crianças Especiais, Projeções Educativas em 3D, Sinalização Digital

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Playgrounds

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Telhado, Terceiro Setor, Toldos e Coberturas

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Revista Direcional Escolas Edição 91 – Setembro/2013 by Revista Direcional Escolas - Issuu