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Revista Direcional Escolas Edição 98 – Maio/2014

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EdiTOrial

Caro diretor

Diretores

Alex Santos & Paula De Pierro Editora

Leila Coronado Público

Diretores e Compradores Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral

tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável

Leila Coronado - MTB 0070177/SP leila@agenciacoronado.com.br Circulação

Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais Projeto Gráfico

Studio5

Direção de Arte

Jonas Coronado Assistente de Arte

Karla Dias e Sergio Willian Departamento Comercial

Alex Santos -

alex@direcionalescolas.com.br

Paula De Pierro paula@direcionalescolas.com.br Atendimento ao Cliente

Claudiney Fernandes Impressão

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Para anunciar, ligue: (11) 3881-3260 / 3881-3375

tiragem auditada

Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Disribuição gratuita - Venda Proibida Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se responsabiliza por serviços, produtos e imagens publicados pelos anunciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 3º andar - cj.31 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tels.: (11) 3881-3260 / 3881-3375 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Acabamos de passar pelo Dia Mundial da Educação, que foi comemorado em 28 de abril, e temos motivos para comemorá-lo afinal as taxas de analfabetismo foram reduzidas, os anos de escolaridade da população foram ampliados, e a educação para todos está aí para derrubar qualquer preconceito, seja ele racial ou de gênero. Sim, tivemos avanços na educação, mesmo que sejam a passos lentos, a educação vem sendo o tema central do debate no país.

Quase dois em cada cinco pais (38%) dizem que consideram a tomada de decisões sobre a educação de seus filhos algo difícil, sendo que os pais em Taiwan (69%) e Hong Kong (60%) acham muito difícil.

Em pesquisa de consumo global encomendada pelo Banco HSBC aponta que: Quase nove em dez pais (89%) querem que seus filhos frequentem uma universidade. 62% querem que seus filhos estudem em um nível de pós-graduação. - Mais de dois em cinco pais (43%) afirmam que a capacidade de competir no mercado de trabalho é uma das principais expectativas resultantes da boa formação universitária.

- em países onde o inglês não é o primeiro idioma, a maioria dos pais considera as competências em línguas estrangeiras como o principal benefício de uma educação no exterior. este ponto de vista é muito forte na Turquia (82%), Hong Kong (77%), Brasil (76%) e Taiwan (75%).

- Os euA é considerado o lugar que oferece a educação da mais alta qualidade no mundo, com 51% dos pais classificando o país dentre os três primeiros. Na sequência aparecem reino unido (38%), Alemanha (27%), Austrália (25%) e Japão (25%).

A pesquisa é motivo de ânimo no setor, pois mostra que os pais brasileiros estão valorizando a educação ao considerar que este é o melhor investimento para a vida de seus filhos e também, porque a pesquisa foi encomendada por um Banco de grande porte, fato este que comprova o interesse do setor financeiro na educação enquanto negócios para investimento.

-Mais de metade dos pais (58%) acredita que pagar pela educação de um filho é o melhor investimento que podem fazer. -Podendo optar entre as diferentes opções de suporte financeiro para seus filhos, os pais preferencialmente destinariam 42% de seus recursos para a educação, muito Esperamos que a educação continue evomais do que para qualquer outro item. luindo e sabemos que fazemos parte disto ao nos dedicar a uma revista voltada Apenas 18% dos pais considerariam o para a informação do Setor Educacional. ensino fundamental privado para seus filhos. para o ensino médio, esse percentual E não deixe de conferir nosso site sobe para 33%. A consideração pelo Ensino www.direcionalescolas.com.br que fundamental e médio privado é mais forte está repleto de artigos interessantes. nos países em desenvolvimento e na Ásia. Uma boa leitura a todos. Entre os pais que pagam pela educação de seus filhos, a maioria (91%) financia Editora a educação parcial ou totalmente sozinhos. A maioria depende da sua própria renda (82%), e poupança (42%), investimentos (19%) e planos de educação específicos (13%) são menos comuns.

leila Coronado

- Mais de dois terços (51%) acreditam que deveriam ter começado a poupar ou planejar a educação de seus filhos mais cedo. essa visão é muito forte na malásia (84%) e na China (78%).


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Nesta Edição: 08. Coluna - Christian Coelho

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Brincando também se aprende

Mudanças no mercado educacional

10. Coluna - Gustavo Borges

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22. Dica - Higiene Bucal

Coluna - Mara Gabrilli Diversidade na sala de aula

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Conversa com o Gestor Educação alimentar X Obesidade infantil

Fique de olho Terceirização de serviços

Sobrepeso e Obesidade Infantil

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Dica - Brinquedos pedagógicos

Cuidando do sorriso das crianças

26.

Dica - Grafica Se Uma imagem vale mais que 1000 palavras, imagine um Catálogo cheio delas


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w w w.direcionalescolas .com . br No site da Direcional Escolas, você encontra grande acervo de informações e serviços que o auxiliam na gestão administrativa, pedagógica e da sua equipe de colaboradores.

Crianças com dificuldade de aprendizagem

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Especial Educação - A escola, a família e a sociedade Saiba mais em http://goo.gl/DcNy5I

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Educação privada cresce no país Saiba mais em http://goo.gl/TCzA8q


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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Mudanças no mercado educacional

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m meados da metade do ano passado, o mercado educacional sentiu o impacto da situação socioeconômica e política em que nos encontramos. Depois de dez anos de estabilidade, redução da inadimplência e crescimento das instituições que trabalham principalmente com o público da nova classe média, nesta última alta sazonalidade* o mercado apresentou parâmetros em declínio. Ainda não é certo se haverá uma crise pela frente, pois estamos vivenciando uma fase de incertezas devido a alguns índices negativos relevantes, como a alta da inflação e dos juros. A população já começou a sentir no bolso o aumento dos preços e a perda do poder de compra, conquistado a duras penas nas últimas duas décadas. Além disso, ainda existem incertezas quanto à condução da Copa do Mundo e o resultado das eleições. Diante de tantas indefinições, a popula-

ção tende a sentir-se insegura e o fenômeno comportamental do Consciente Coletivo Depressivo retorna com toda a força. Este distúrbio comportamental, que ocorreu no final do segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, reaparece afetando todas as classes sociais e idades, e poderá aumentar se a situação do país não melhorar em 2015. Teremos que lidar na próxima alta sazonalidade com esses sintomas e nos preparar para as mudanças comportamentais que já presenciamos neste início de ano. Quando inseguro, o ser humano tende a oscilar, hesitar e às vezes tornar-se agressivo. Também acontece o fenômeno da projeção: a responsabilidade das insatisfações e frustrações do indivíduo é delegada a outra pessoa ou instituição, como marido, esposa, cabeleireiro, escola, academia... As quase 5.000 pesquisas de arquivo morto realizadas pelo Instituto Rabbit de Pesquisas nos últimos meses comprovam esse

fenômeno. Mais de 50% da perda de alunos poderia ser evitada, pois as famílias ficaram insatisfeitas com a instituição devido à ocorrência de pequenas falhas como um caso de mordida reincidente, uma coordenadora que não atendeu ao pai pronta e educadamente, apostilas atrasadas, falta de professores... Fatos isolados que poderiam ser relevados se a família estivesse plenamente satisfeita e feliz com a escola e consigo mesma. A pesquisa de análise diagnóstica realizada com mais de 1.000 instituições de ensino clientes da Rabbit no Brasil, reafirma a situação atual do mercado educacional. A pesquisa constatou que na última alta sazonalidade ocorreu a menor procura de clientes novos dos últimos dez anos, o menor número de matrículas dos últimos cinco anos e um pequeno aumento na perda de alunos. Diante desta situação, as escolas deverão estar mais preparadas para a próxima alta sazonalidade e agir da seguinte forma:

Aumentar o número de procuras (contatos de clientes novos por telefone e pessoalmente) Valorizar o trabalho pedagógico através de ações de endomarketing para aumentar o boca a boca.

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Ampliar as ações de propaganda e marketing regionais para divulgar os diferenciais e as atividades pedagógicas em sua área de abrangência.

Matrículas novas Investir na gestão do atendimento e pós-atendimento.

Perdas Reduzir os erros recorrentes através de uma gestão educacional (pedagógica, administrativa e financeira) mais eficiente. Fazer com que os pais compreendam, compactuem e valorizem o trabalho através da divulgação do trabalho pedagógico. *período de setembro de 2013 a março de 2014, quando acontecem as rematrículas e matrículas novas.

O Colunista Christian Rocha Coelho é especialista em andragogia e diretor de planejamento da maior empresa de gestão, pesquisa e comunicação pedagógica do Brasil, a Rabbit Partnership. Mais informações: (11) 3862.2905 www.rabbitmkt.com.br rabbit@rabbitmkt.com.br


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COLUNA / GUSTAVO BORGES SOBREPESO E OBESIDADE INFANTIL NO BRASIL TEM NúMEROS PREOCUPANTES

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m um estudo atual apresentado no 5º congresso internacional de atividade física e saúde pública no Rio de Janeiro de 08 a 11 de abril, foram apresentados números de sobrepeso e obesidade infantil no Brasil em torno de 39%,em uma pesquisa feita com 500 crianças da cidade que tem o mais alto índice de IDH (índice de desenvolvimento humano) que é São Caetano no estado de São Paulo,realmente é um número impactante e que vem crescendo cada vez mais ao longo dos anos.

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Existem alguns fatores principais que favorecem e influenciam o aumento do sobrepeso e obesidade em crianças, entre eles gostaria de destacar o aumento de peso excessivo da mãe na gestão, a inadequada alimentação e a falta de atividade física, que vou explicar brevemente nesse texto. A obesidade infantil pode ter seu início no período da gestação, principalmente em mães que aumentam seu peso além do ideal e se alimentam de comidas pouco nutritivas e com excesso de gordura. A doutora Sandra Villares é médica, coordenadora do Ambulatório de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e diz que ‘’na literatura, há trabalhos mostrando que para o desenvolvimento do tecido adiposo no primeiro ano de vida é importante não só o peso com que a mãe inicia a gravidez, mas o

peso que ganha durante a gestação’’. Podemos levar em consideração também o fato de mulheres grávidas praticarem pouca ou quase nenhuma atividade física bem orientada e controlada, que junto com uma alimentação adequada e orientada por um médico levará a uma gestação e bebê mais saudáveis. Atualmente os fast foods são os principais vilões da alimentação infantil, pois além de conterem muita gordura saturada como todos nós sabemos, tem um sabor muito agradável para as crianças.Claro que as crianças não devem deixar de comer os tipos de comidas que gostam,mas sim diminuir a quantidade e freqüência com que incluem esses alimentos na refeições diárias.Os nutricionistas indicam que uma alimentação adequada para crianças deve conter carboidratos (arroz e feijão), proteínas (carne, frango ou peixe, de preferência assados ou cozidos para evitar o uso de óleo), verduras (tomate, alface, pepino), frutas. Crianças que ficam 4 horas ou mais em frente da televisão, jogando videogame ou em computadores tem grande tendência de terem sobrepeso ou se tornarem obesas. O que a maioria dos especialistas indica é deixar as crianças em frente da televisão ou computador no máximo 2 horas por dia, pois temos que lembrar que na maior parte do tempo na escola elas permanecem sentadas. Sem sombra de dúvidas a atividade física regular e

brincar em lugares abertos como parque e praças ajudam não só no controle do peso e manutenção da saúde das crianças, mas também na qualidade do sono. A melhor atividade física depois do brincar é aquela que da mais prazer as crianças como natação, futebol, lutas e muitos outros oferecidos em centros esportivos, lembrando que o radicalismo não é o melhor caminho mas sim ter uma vida equilibrada permitindo que as crianças experimentem e vivenciem o que tem de bom na infância.

O Colunista A Metodologia Gustavo Borges conta com uma equipe de profissionais especializados em natação. Liderada pelo ex alteta olímpico Gustavo Borges, desenvolve uma proposta de ensino incluindo soluções para operação aquática de escolas,clubes e academias. www.gustavoborges.com.br


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COLUNA / Mara Gabrilli

Diversidade na sala de aula

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que fazer quando tarefas como aprender a ler e escrever, ou simplesmente se manter parado em sala de aula, tornamse um sofrimento para o aluno? Como o professor deve agir quando o estudante apresenta um bloqueio gigantesco para acompanhar o ritmo das turmas no decorrer de sua vida?

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No Brasil e em outros países em desenvolvimento, estima-se que cerca de 40% dos alunos nas séries iniciais tenham dificuldades para aprender. Destes, 4% a 6% apresentam transtornos ou distúrbios de aprendizagem. Diferente de um simples atraso em determinadas disciplinas, essa criança carrega problemas em áreas específicas do cérebro. O que não significa que não possa aprender. Ao contrário, seu potencial é um campo ainda inexplorado, pronto a ser estimulado. Sintomas como a impulsividade, a dificuldade de concentração e a hiperatividade podem ser contornados com metodologias diferenciadas e profissionais capacitados. Na Câmara Federal, sou relatora do projeto de Lei 7.081/2010, que visa oferecer uma política pública para diagnóstico e atendimento educacional para alunos com dislexia e TDAH. Em meu relatório, pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça, ampliei o público e acrescentei o acompanhamento integral para educandos com qualquer outro transtorno de

aprendizagem, além de também esclarecer que o atendimento educacional não pode ser confundido com o atendimento médico. A ideia é que o PL tenha o duplo olhar da educação e da saúde, sem cair no erro de misturar as atribuições e competências de cada área. Se há um lugar onde a diversidade se mostra em todas as suas formas, esse lugar é a sala de aula. Além das diferenças humanas inerentes a qualquer grupo, é muito comum que em uma mesma turma, o professor lide com alunos dotados de diferentes potenciais e dificuldades, além de necessidades de acessos distintas E por falar neste assunto, o cenário de acessibilidade nas escolas não é dos melhores. Temos cerca de 195.000 instituições de ensino básico no país, mas apenas 12% delas têm acessibilidade física. Deste percentual, mais da metade está na região Sudeste, sobretudo no estado de São Paulo. O número reflete a precariedade de nossas escolas, que em sua maioria não oferecem salas de recursos para ensinar braile e Libras, tampouco material pedagógico e profissionais especializados para alunos com paralisia cerebral ou autismo, que em alguns casos mais severos precisam de um auxiliar de vida escolar para desempenharem suas atividades no ambiente estudantil. Recentemente, o Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas a serem cumpridas até 2020. Salvos alguns destaques, a comissão aprovou o relatório do

deputado Angelo Vanhoni, que fez um belo trabalho, colocando no texto do PNE a capacitação de professores e a mudança na grade curricular das universidades. Quando subtraímos de uma criança o direito de ir à escola, estamos anulando seu futuro. Dificultamos sua chance de aprender, de conviver com outras pessoas e realidades diferentes. E vale lembrar que aceitar apenas a matrícula de um aluno com deficiência não lhe garante bom aproveitamento, tampouco chances de desenvolvimento. É preciso oferecê-lo o ferramental necessário para que possa explorar seu potencial, além de criar um espaço acessível para que a escola seja de fato um ambiente saudável, amigável, acolhedor. Ensinar pressupõe, acima de tudo, aprender. E segundo palavras de Boaventura Souza Ramos, “temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza; e temos o direito de sermos diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza”.

A Colunista Mara Gabrilli, 46 anos, é publicitária, psicóloga, foi secretária da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de São Paulo, vereadora na Câmara Municipal de São Paulo e atualmente é Deputada Federal pelo PSDB. Empreendedora social, fundou em 1997 o Instituto Mara Gabrilli, ONG que apoia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal e fomenta pesquisas científicas e projetos sociais.


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Conversa com o Gestor

Educação alimentar X Obesidade infantil Por Leila Coronado Fotos: Divulgação

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obesidade infantil é considerada epidemia global, ocorre principalmente em países em desenvolvimento e é visto como um dos maiores vilões em saúde pública no século XXI. Estamos na Era do junk food, alimentos carregados de sal ou açúcar e altos níveis de gordura saturada, o que contribuem em muito com o descontrole alimentar. Comida congelada, industrializada, de rápido preparo e com boas doses de conservantes não são considerados alimentação saudável. Apesar de serem práticos e economizarem o tempo da vida corrida dos pais, acabam gerando déficit de nutrientes acarretando em doenças crônicas. Claro que, além da alimentação, o sedentarismo também contribui para a obesidade infantil, porém é necessário ter cautela neste quesito já que na ânsia de terem os filhos ativos fisicamente, muitos pais acabam sobrecarregando seus filhos com atividades o que acaba gerando estresse e fadiga extrema. A maturidade biológica da criança deve ser respeitada para que não haja excesso de esforço em exercícios físicos. Hoje, as crianças passam a maior parte do tempo na escola, e os pais devem estar atentos a tudo o que ocorre buscando trabalhar a educação não só in-

telectual, como também a alimentar em parceria com a escola. Entrevistamos dois conceituados colégios de São Paulo para nos interarmos sobre a postura da escola quanto esta questão.

Andréa Riva Fanton é pedagoga e coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Presbiteriano Mackenzie Tamboré e diz que a escola não possui nutricionista, mas o restaurante do colégio possui, e que os lanches do colégio são produzidos por uma empresa terceirizada. Andréa comenta “Temos cantina, mas não comercializamos junk food! Os salgados servidos são todos assados e há um cardápio mensal com alimentação balanceada, confeccionado pela

nutricionista da empresa que atende aos alunos”. Ela ainda esclarece que a escola se preocupa com a obesidade infantil por meio do corpo técnico-pedagógico, na pessoa da Orientadora Educacional, há uma parceria com as famílias em alertá-las sobre a obesidade infantil. A preocupação concentra-se em promover atividades esportivas e incentivar a ingestão de alimentos saudáveis no dia a dia e não oferecer nas cantinas alimentos altamente calóricos e que contribuem para a obesidade infantil. Andréa nos conta que há um esforço de todo o corpo docente em incentivar uma alimentação saudável com a implantação de projetos diferenciados como a Semana da Saúde. “Na disciplina de Ciências há um trabalho pontual sobre a pirâmide alimentar e os alunos realizam atividades


15 na). Marconi diz que voltar o interesse das crianças para alimentos saudáveis não é tarefa fácil “É difícil nadar contra a maré, mas as crianças, principalmente do integral, são educadas para no mínimo experimentarem os alimentos” comenta ele. Marconi reforça que o Colégio conta, além dos cursos livres, com diversas modalidades, as aulas de educação física. Os professores incentivam, através de dinâmicas e jogos, a necessidade da atividade física. Muitas vezes a criança pode ter alguma restrição alimentar e nesses casos a escola deve ser alertada pelos pais para que possam tomar os devidos cuidados “Temos alguns alunos com intolerância à lactose, outros com diabetes. O preparo das refeições levam em consideração esses casos” conta Marconi. Carlos César Marconi é Diretor Pedagógico do Colégio Mary Ward – Formado em Licenciatura plena em História, Pedagogia e Gestão Escolar conta que o Colégio trabalha com nutricionista para o período integral e que existe uma cozinha industrial para a produção das refeições no próprio Colégio. Há também uma cantina para atender aos alunos que necessitam se alimentar durante os intervalos. Essa cantina tem orientação para trabalhar com produtos frescos e mais assados do que frituras. Existe a preocupação por parte do Colégio com a alimentação saudável. No programa de Ciências e Biologia, o conteúdo é direcionado para esse tipo de abordagem. Temos também uma horta para demonstração para os alunos da Educação Infantil que tomam contato com a terra e a produção (peque-

Quanto a crianças com sobrepeso Marconi diz que é constante o trabalho dos professores com esse tema. A abordagem em sala de aula leva em consideração a abordagem específica, isto é, não se pode salientar o problema da obesidade, mas a preocupação em narrar os problemas que isso pode acarretar na adolescência e na fase adulta. Os pais são chamados pela escola para conversar sobre o tipo de alimentação e orientá-los, quando se encontra espaço para isso. “O trabalho em conjunto só é efetivo quando todos falarem a mesma linguagem. Não adianta a escola proporcionar uma alimentação com foco no saudável, quando em casa a família não contribui” finaliza ele.

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práticas nos laboratórios produzindo receitas saudáveis e bem diferentes com o objetivo de incentivar a degustação de verduras, frutas, legumes com uma roupagem atrativa, como por exemplo, suco de couve, “fanta” natural” diz ela. Há uma enorme resistência das crianças em ingerir alimentos mais saudáveis, como frutas, por exemplo, na hora do lanche. As guloseimas e salgadinhos em geral são bem frequentes nas lancheiras. Andréa ainda reforça que o colégio possui uma tradição na prática de esportes e a oferta de modalidades é bem grande. “Neste quesito podemos ficar satisfeitos, pois há um número considerável de nossos alunos matriculados nos esportes, pois o campus é bem amplo e contamos com quadras poliesportivas ao ar livre, quadras cobertas, campo de futebol, piscina olímpica e outros ambientes que acolhem estas atividades” conta ela. Ela afirma que o papel da escola é de alertar os pais sobre as dificuldades encontradas pelos alunos e auxiliá-los na composição de sua lancheira, sugerir opções de lanches saudáveis e, se for necessário, contar com a orientação do setor médico do colégio e complementa “Falar de educação é falar de parceria! Não adianta a família adotar métodos para auxiliar seu filho se na escola não houver colaboração! Da mesma forma não adianta a escola organizar sua cantina, promover projetos e palestras aos alunos, se a dinâmica familiar não for condizente. Faz-se necessário adotar posturas e estratégias que contribuam para o bem estar da criança seja ele físico ou emocional”.


16 COLÉGIO PRESBITERIANO MACKENZIE TAMBORÉ

Número de Instituições e unidades: Educação Básica: Unidade HIGIENÓPLOIS, Unidade TAMBORÉ e Unidade BRASÍLIA. Fundação: 1870. Mantenedora: Instituto Presbiteriano Mackenzie Ciclos escolares: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Regime de aula: Interativa com recursos de novas tecnologias – 3D. No de alunos: Unidade Tamboré – 2613 alunos. Mensalidades em 2013: de R$ 1.342,00 a R$ 1.825,00.

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Instalações (da Unidade central): Rua Itambé, 135 – Higienópolis - São Paulo.

COLÉGIO MARY WARD

Localização (Unidade sede do Grupo): Tatuapé – São Paulo Número de Instituições e unidades: 3 unidades Fundação: 1936 Mantenedora: Congregação de Jesus Ciclos escolares: Educação Infantil ao Médio No de alunos: 700 alunos Mensalidades em 2014: Educação infantil – R$ 855,00 Ensino Fundamental I – R$ 871,00 Ensino Fundamental II – R$ 980,00 Ensino Médio - R$ 1256,00


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DICA: Brinquedos pedagógicos

Brincando também se aprende Por Leila Coronado

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rincar se tornou algo tão sério quanto estudar. Antigamente era considerado apenas lazer das crianças, e muitos poderiam até considerar como tempo ocioso. Mas esta visão foi mudando de figura e percebeu-se a importância deste momento no desenvolvimento infantil. Brincando a criança interage com os colegas, melhoram sua capacidade emocional, incentiva seu poder de decisão, entre outros benefícios como explana Patrícia Prada, Coordenadora Pedagógica Nacional de empresa dedicada a métodos de Ginástica para o cérebro:

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A importância dos jogos no aprendizado Com os avanços das pesquisas da neurociência, métodos que utilizam jogos ganham relevância para desenvolver habilidades cognitivas essenciais no processo de aprendizagem.

Além do aspecto cognitivo, as brincadeiras proporcionam oportunidades adequadas para o desenvolvimento humano na interação social, na expressão afetiva, na evolução da linguagem, na experimentação de possibilidades motoras, apropriação de regras sociais e imersão no universo cultural. Na área da educação, inicialmente, os jogos eram considerados uma atividade essencialmente inútil, não séria. Mas com o avanço das pesquisas, sobretudo na área da neurociência, o jogo já é reconhecido como forma de observar a criança em toda sua autenticidade. A tendência, portanto, é que ele seja cada vez mais inserido nos métodos de ensino, desde o fundamental até a graduação. Os jogos educativos tornam a aprendizagem significativa e dinâmica. Neste aspecto, entra a importância do mediador, do educador preparado para contemplar o estágio de desenvolvimento, do interesse e do prazer do aluno em realizar determinadas atividades e encarar desafios. Os jogos geram conflitos, provocando o raciocínio para a busca de soluções.

Os jogos e as atividades lúdicas estão ganhando cada vez mais espaço na inovação das metodologias de ensino e aperfeiçoamento dos processos de aprendizado, principalmente quando o objetivo é o desenvolvimento global do aluno. O brincar permite um jogo de imaginação


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O brincar também leva ao desenvolvimento da linguagem, por meio do contato com diferentes objetos e diferentes situações. O brincar ajuda ainda no desenvolvimento da sociabilidade, por meio do ganhar e perder, do compartilhar e do respeito às regras. O reconhecimento da função dos jogos no aprendizado tem levado diversas escolas da rede pública e da rede privada a implantarem métodos de estimulação cognitiva, para desenvolver raciocínio, capacidade de resolução de problema e muitas outras habilidades cognitivas. Não existe dúvida com relação à importância dos investimentos em estrutura física, material didático e formação do professor. O que está se pensando agora é em investir na capacidade do aluno, para que ele faça melhor aproveitamento dos demais investimentos. Desenvolver a capacidade do aluno é a desenvolver a capacidade cognitiva, emocional e social, preparando-o para o futuro. A revolução do ensino caminha na busca de um aluno com mais atenção, capacidade de concentração e velocidade de raciocínio, um aluno com facilidade de aprender e de se relacionar. – Por Patrícia Prada. Ivani Magalhães atua como docente no Centro Universitário Ítalo Brasileiro UniÍtalo, ministrando aulas no curso de Pedagogia comenta “Dentro da ideia de que o brincar é a linguagem fundamental da criança e meio por excelência dela conhecer (a si mesma, o mundo e a relação com o outro), sobretudo na Educação Infantil, não podemos pensar em processos de ensino-aprendizagem, desvinculados das situações de brincadeira. Deste modo, um ponto a ser considerado é que se garanta que a linguagem lúdica seja preservada e que a criança sinta prazer na atividade, para que desta forma o aprendizado ocorra naturalmente e seja a consequência de uma atividade significativa. Prevalece aquela ideia de aula com jeitão de brincadeira, em que a criança se envolve com as atividades e conteúdos, e nem percebe que está

aprendendo”. Ela ainda diz que não só os brinquedos tem importância, muitas vezes, mais importantes que o objeto para brincar, são os parceiros durante a brincadeira e/ou a mediação do adulto que oferece ao ato de brincar, elevando o nível da brincadeira e ampliando as possibilidades de aprendizagem. E que ao escolher brinquedos, pedagógicos ou não, devemos levar em consideração critérios como a segurança (se possui partes pequenas e que se soltam, tintas tóxicas na sua composição, no caso dos de madeira, observar o acabamento, se apresentam pontas ou farpas etc.), qual a proposta do brinquedo, se apresenta desafios às crianças, se favorecem à interação, e, no caso de uso em escolas, onde o uso é coletivo, considerar também a durabilidade do produto. Helen M. Gios Martimiano, Diretora de Produtos em empresa do ramo e Fonoaudióloga, esclarece que são inúmeros os brinquedos pedagógicos encontrados no mercado, mas podemos citar alguns brinquedos para as atividades: de coordenação Motora - os aramados; de psicomotricidade - as cordas, bambolês; de matemática - os ábacos e o material dourado; de português - os alfabetos móveis e ilustrados; os musicais até os brinquedos do faz de conta como casinhas de boneca, posto garagem que permitem a criança reproduzir o mundo adulto, uma vivência única e indispensável. Não podemos deixar de mencionar os brinquedos de época como pião, peteca que acabam não sendo lembrados nos dias de hoje e os brinquedos em braille e libras.

SAIBA MAIS Patrícia Prada atendimento@direcionalescolas.com.br Ivani Magalhães ivani.magalhaes@yahoo.com.br Helen M. Gios Martimiano atendimento@direcionalescolas.com.br

Próxima Edição: Educação Bilíngue

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no qual a criança desenvolve atenção e concentração, além de exprimir, com acessórios, o que sente, desenvolvendo o emocional. Proporciona o “aprender fazendo” (desenvolvimento intelectual)...


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FIQUE DE OLHO: Terceirização de serviços Chame um especialista O Grupo Alpha atua no mercado há 15 anos, seu principal ramo de atividade é terceirização de mão de obra para condomínios/empresas e Segurança Eletrônica. Oferece como carro chefe da empresa a terceirização de mão de obra de portaria, limpeza, ajudante geral, zelador, ronda, manutenção, recepção, jardinagem, serviços gerais e monitoramento. A empresa tem investido na parte de segurança eletrônica, marketing e

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Seja para rede de computadores ou manutenção predial, hoje é possível encontrar diversos segmentos que oferecem terceirização de serviços. A terceirização, além de proporcionar redução de custos pode garantir a qualidade do serviço prestado quando contratamos cursos de reciclagem aos colaboradores. empresa idônea.

Valéria Arcari, Coordenadora Comercial do Grupo Alpha conta que o diferencial da empresa consiste nos cinco “C” que são: C – compromisso com a qualidade C – custos reduzidos C – clientes próximos C – comprometimento com o bem estar dos funcionários C – cumprimento de prazos Fale com o Grupo Alpha (11) 3502-7200 www.alphaprotecao.com.br


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DICA: Higiene Bucal

Cuidando do sorriso das crianças

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ssim como todo hábito, bom ou não, as crianças adquirem dos adultos. Crianças se espelham nos atos de seus pais ou pessoas próximas de seu cotidiano, por isso é importante trabalhar a higiene bucal infantil antes mesmo que a dentição ocorra, como explica a Dra. Ana Lucia Rodrigues, odontologista clínica geral com atendimento infantil e odontofobia, “A maneira mais indicada para o estímulo das crianças, sempre será o exemplo. Não adianta os pais mandarem as crianças escovarem os dentes, passarem o fio ou irem ao dentista se eles próprios não possuem esses hábitos. Além disto, hoje no mercado temos uma grande quantidade de produtos direcionados para cada faixa etária infantil incluindo pastas, fios, enxaguatórios, enfim, tudo para tornar esse momento uma grande brincadeira” diz ela. A Dra. Ana Lucia ainda reforça que é necessária a limpeza da cavidade bucal em bebês já que existem nos primeiros dias de vida a constituição da flora bucal e também a infestação de micro-organismos nocivos que devem ser retirados durante a higienização da cavidade bucal. Nas primeiras vezes isto pode trazer certo incômodo ao bebê, mas com o passar do tempo isto será extremamente benéfico a ele. Uma maneira muito simples e eficaz é colocar uma gaze esterilizada embebida em água mineral entre os dedos e passar delicadamente em toda cavidade bucal. As crianças são muito observadoras e imitadoras e ficam mais propícias ao aprendizado quando em grupos. Na escola uma maneira muito simples é incentivar a higienização bucal e através da prática da escovação em conjunto após o período do intervalo quando as crianças comem seus lanches, assim elas criam o hábito da escovação após as refeições. Outra manei-

Por Leila Coronado ra á a leitura de livros infantis sobre o tema, além de trabalhos de pesquisa aos maiores e palestras com profissionais da área para a estimulação à saúde bucal. Ela nos conta que podemos encontrar uma série de livros que possuem linguagem apropriada aos leitores infantis e que podem ser utilizados tanto nas escolas como em casa pelos pais. “O dentista Fabio Bibancos tem algum material disponível, sendo que um livro seu chegou a ser adaptado para o teatro há alguns anos atrás, fora isto existem musicas, vídeos e brinquedos relacionados nas grandes redes de brinquedos” finaliza Dra. Ana Lucia. O Cirurgião Dentista, Mestre e Especialista em Saúde Coletiva, Doutor em Biologia Oral, Dr. Fabiano Vieira Vilhena diz “Se pudéssemos separar as “SAÚDES” do corpo humano, uma delas seria a saúde bucal. A saúde bucal é parte integrante da saúde do indivíduo, e deve ser mantida por meio da higiene. Quando falamos em higiene bucal, a mesma é compreendida pela higiene da boca, e não somente dos dentes. Sendo assim, devemos além do cuidado com a escovação dos dentes, devemos também higienizar a língua, observamos todas as estruturas para ver se não tem nada de anormal, e claro, visitarmos regularmente o dentista para a correta manutenção da saúde bucal”. E a importância do exemplo por parte dos pais/educadores é novamente citado pelo Dr. Fabiano quando ele afirma que Tudo na vida é questão de bons exemplos. Assim cabe aos pais demonstrarem a preocupação com a própria saúde, e servirem de estímulo para as crianças. Escovar os dentes com os filhos é uma grande iniciativa. Além disso, estimular as crianças também pelo uso de materiais adequados para a higiene bucal infantil é de grande valia para que a criança tome gosto


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Uma vez que as crianças se alimentam durante o período que estão na Escola, é importante que eles executem sua higiene bucal. Pensando nisso um grande aliado no incentivo e promoção da higiene bucal escolar é o KIT ESCOVINHA®. O kit de armazenamento coletivo de escovas e dentifrício líquido, ou simplesmente denominado KIT ESCOVINHA® , é um modelo mais simples, econômico, lúdico e inteligente para o armazenamento, uso e distribuição das escovas e dentifrício dos escolares.

pelo bom hábito. Isso vale para reforçar que é essencial a participação ativa dos pais na Lucila Cafaro é Coordenadora da Educação educação dos filhos em todos os aspectos do Infantil do Colégio Mater Dei São Paulo, e aprendizado, incluindo a higiene bucal. nos conta “Na escola, a escovação faz parte da rotina das crianças, sempre após as refeiQuanto à questão da alimentação balanceações (lanches e almoço). Quando as crianças da, ela é importante para o bom desenvolviestão no G3 (4 anos) aprendem algumas immento da criança como um todo. No que se portantes profissões, entre elas: o dentista. Rerefere ao cuidado com os dentes, a alimencebemos então um profissional da área para tação balanceada está muito mais relacionadar uma palestra aos alunos, explicando, de da a questão do correto consumo do açúcar. maneira lúdica e divertida, a importância de Neste sentido, é importante destacar o consucuidar dos dentes - vide foto”. mo do açúcar de forma que a criança fique o menor tempo possível depois de consumi-lo Ela ainda explica que logo que o bebê para sem escovar os dentes. O Dr. Fabiano esclarede se alimentar apenas do leite materno, a face que o risco de adoecermos muitas vezes é mília, berçário ou escola devem acrescentar também uma questão social, a doença cárie a higiene bucal em sua rotina. Muitos comepode ser evitada por meio de melhores contem um grande erro ao achar que, pelo fato dições de habitação, de renda, de lazer, etc. de não terem dentes, os bebês não precisam Será proporcionado mais do que escovação desse cuidado. O ideal, ainda quando bem dos dentes, isto é, acesso à informação, acespequenos, é que se limpe a gengiva com uma so à saúde, acesso ao flúor, e de uma forma gaze úmida. Logo que os primeiros dentes mais ampla, promover a inclusão social e a aparecem, os pais precisam ficar atentos e formação de verdadeiros cidadãos. No que comprar a escova e pasta de dentes indicase refere ao aspecto puramente biológico, a dos para cada idade. A escola deve ser uma prevenção as cáries se dá por meio da escogrande parceira da família para reforçar comvação dos dentes com flúor, uma alimentação portamentos e ações de rotina como a escoadequada em relação ao consumo de açúcar vação dos dentes. Além de incorporá-la em e visitas regulares ao dentista. seu dia a dia, a escola pode também propor temas de discussões, preparar aulas práticas Dr. Fabiano aponta que a Escola tem assue apresentar aos alunos muitas histórias sobre mido grande responsabilidade na Educação a importância da higiene bucal. É um tema em Saúde dos indivíduos desenvolvendo fascinante e os alunos adoram. um trabalho sistematizado e contínuo, formando conceitos, procedimentos e atitudes relativas aos escolares que estão fortemente SAIBA MAIS associados a valores que o professor e toda a comunidade escolar transmitem inevitaAna Lucia Rodrigues velmente na vivência cotidiana. A Escola é analurodalmeida@uol.com.br uma grande aliada das ações de promoção em saúde bucal, uma vez que na Escola o Fabiano Vieira Vilhena indivíduo encontra um ambiente adequado atendimento@direcionalescolas.com.br para aprender em grupo e com o grupo. As experiências de fazer junto os procedimentos Lucila Cafaro passíveis de execução no ambiente escolar tem significado importante no processo ensino – aprendizagem, sendo que, uma vez conhecidas as realidades, pretende-se desenvolver planos de ação para transformá-las.

lucila.cafaro@colegiomaterdei.net Na proxima Edição: Livraria e Papelaria


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DICA: Gráfica Promocionais

Se Uma imagem vale mais que 1000 palavras, imagine um Catálogo cheio delas Por Leila Coronado

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ua escola oferece ótimo método de ensino, ambientes adequados, mas se não houver um investimento na divulgação, por certo não ocorrerá o retorno esperado. A divulgação é ação primordial para que seu produto ou serviço seja alvo de consumo. Quando falamos em publicidade, podemos agir com uma campanha elaborada ou providenciar uma ação de marketing a fim de solidificar sua marca e tornar sua escola conhecida e confiável. Expandir os negócios significa investir na divulgação além de manter qualidade e preço atrativo para o consumidor. Ao receber o material promocional, o público-alvo interage com sua marca, como numa vitrine, a pessoa pode obter informações, levá-las ao conhecimento de outras pessoas de seu círculo, fazendo com que o nome da sua empresa se torne mais familiar. A opinião de pais e

alunos é de grande peso, pois são eles que farão parte da construção da imagem da instituição de ensino. Por isso, é importante ser criterioso na escolha de informações e imagens que irão compor o material promocional, pois este material representará sua marca e formará opiniões que serão compartilhadas com outros pais. Carlos Suriani Gerente de Desenvolvimento em conceituada gráfica, conta que a gráfica tem experiência com material promocional corporativo, inclusive atende a demanda em escolas e cita a importância de se promover uma instituição de ensino “O material promocional tem a finalidade de contar uma história, a história do seu negócio. Imagine um pai ou mãe que visita uma escola e ainda não decidiu se matricula ou não seu filho. Ele ou ela volta para casa com


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Mas o que temos disponível dentro deste segmento? “Os catálogos e folders, ainda são os campeões de venda. Mesmo vivendo em um mundo digital, as empresas ainda reconhecem a vantagem de ter um lindo e diferenciado portfólio para apresentar seus produtos e soluções. Recentemente temos percebido uma demanda crescente por produtos como Guia do Aluno, Apostilas, Portfólio Escolar, Boletins com gráficos e também temos terceirizado as provas dos alunos, pois alguns colégios perceberam que imprimir internamente, tem saído muito caro. Hoje em dia, nossos clientes são Industriais, do setor de tecnologia e de serviços. Mas recentemente, temos percebido um aumento na procura por impressos por escolas e instituições de ensino, que cada vez mais buscam diferenciar-se e profissionalizar suas estruturas de marketing e comunicação” diz Carlos Suriani, que ainda comenta que a novidade é que com o avanço da tecnologia, imprimir ficou mais acessível. Não é mais necessário imprimir grandes volumes para conseguir um bom custo/benefício. A impressão Digital proporciona, além de uma ótima qualidade, um excelente custo, principalmente nas pequenas tiragens. Existem diversas estratégias para divulgação do seu negócio, desde um outdoor até campanhas publicitárias bem elaboradas. O importante é visar a qua-

lidade do material promocional, pois investir em algo de baixa qualidade pode acabar passando uma má impressão ao cliente, e o que era para ser atrativo ao consumidor acaba se tornando um gasto extra para o gestor e não proporcionando o retorno esperado. Como explana Carlos Suriani “Procure um designer bastante criterioso e um fotógrafo habilidoso, que conseguirão resumir e destacar os principais atributos e diferenciais de sua Escola, criando assim um ótimo layout que servirá como base para que a gráfica faça ótimos impressos que irão contar boas histórias para quem os receber“. Portanto, não basta apenas uma gráfica de qualidade, é necessário ter cautela na escolha do profissional que fará a arte deste material. O portfólio, por exemplo, é a apresentação de sua escola, carrega o perfil do negócio. É ali que seu público-alvo tomará conhecimento da trajetória da escola, como surgiu, de que modo se consolidou, poderá também tomar conhecimento do grau de popularidade dessa escola, qual o perfil dos alunos e qual a filosofia de ensino. Além de poder demonstrar os investimentos que a escola tem feito. As pessoas tendem a agir de modo coletivo, por isso é de extrema importância apontar o tipo de consumidor que aprecia sua marca, isso já faz com que o leitor ganhe apreço por seu trabalho, identificando-se com aquele público que já o segue. É possível elaborar material promovendo a empresa ou marca, ou trabalhar uma ação de marketing específica, assim como “Rematrículas 2015 – Confira as vantagens”. Para os profissionais da criatividade não faltam ideias, basta escolher um profissional que esteja atento às tendências de mercado, e ter em mente que é a replicação que trará força à sua marca.

SAIBA MAIS Carlos Suriani

atendimento@direcionalescolas.com.br

Na proxima Edição: Gráfica - Agenda

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inúmeras consideração sobre o que viu e ouviu durante a visita. Grande parte das vezes, este pai ou mãe vai sozinho à visita e no final do dia, compartilha com seus parceiros ou parentes sua experiência durante a visita. Nessa hora, um portfólio bem estruturado e bem impresso, faz toda a diferença para que o outro, que não teve oportunidade de conhecer a escola, tenha uma visão bastante completa e ilustrada do Colégio em questão” diz ele. Isso demonstra bem o que já sabemos, o ser humano assimila melhor as informações que contenham imagens e que proporcionam uma comunicação clara e direta para sanar suas curiosidades e dúvidas sobre a escola em que seus filhos estudarão.


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Alimentação, Bebedouros, Brinquedos Pedagógicos e Educativos, Informática (software)


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Equipamentos, Laborat贸rio, Lousas, M贸veis


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Pisos, PLAygrounDs,

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Playgrounds, Produtos para Crianças Especiais, Projeções Educativas em 3D


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ProDutos DE LiMPEzA, tErCEirizAção DE sErViços, toLDos E CoBErturAs, uniforMEs


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Revista Direcional Escolas Edição 98 – Maio/2014 by Revista Direcional Escolas - Issuu