EdItOrIaL Diretores
Alex Santos & Paula De Pierro Editora
Leila Coronado Público
Diretores e Compradores Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral
Caro diretor
tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável
Leila Coronado - MTB 0070177/SP leila@agenciacoronado.com.br Circulação
Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais Projeto Gráfico
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Direção de Arte
Jonas Coronado Assistente de Arte
André Akira e Sergio Willian Departamento Comercial Alex Santos - alexdirecional@gmail.com Paula De Pierro - paula.pierro@gmail.com Atendimento ao Cliente
Claudiney Fernandes impressão
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tiragem auditada
Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Disribuição gratuita - Venda Proibida Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se responsabiliza por serviços, produtos e imagens publicados pelos anunciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 3º andar - cj.31 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tels.: (11) 3881-3260 / 3881-3375 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br
A revista direcional escolas está completan- tudo isso aconteceu simultaneamente com a mudança de diretoria da revista direcional do uma década de existência. escolas. A equipe está renovada e pronta Nesse tempo que passou aprendemos mui- para efetivar a entrega completa tornando to. A troca de experiências com nossos co- a revista direcional escolas referência em laboradores e leitores, tem sido muito gra- publicação educacional. tificante. E para comemorarmos esses 10 anos, idealizamos um presente para nossos uma década: A revista amadureceu e é moleitores: A revista está de cara nova, apre- mento de expandir. Nosso combustível é a sentando um design novo e proporcionan- apreciação dos leitores e parceiros que nos acompanham ao longo de nossa trajetória. do uma leitura agradável. e vamos começar o ano com gás total! Ao longo desses anos, a revista veio aperfeiçoando-se ao desenvolvimento Nesta edição, em Conversa com o Gestor, que a área de ensino tem conquistado, entrevistamos gestores que falaram sobre os buscando abordar questões importantes impactos da Copa no ano letivo. do cotidiano escolar. e tem mais, não só a versão impressa ga- temos mais novidades! As Colunas ganhou um upgrade, como também o nosso nharam reforços, e nesta edição contaremos com Metódo Gustavo Borges, Márcia site, facebook e twitter. Claro, e Christian rocha Coelho, que denNo www.direcionalescolas.com.br, tro de suas especialidades, trazem assunvocê notará um acesso mais rápido, atuali- tos interessantes e sempre bem desenvolzado, dinâmico, visual clean e com novas in- vidos. em dicas: Playgrounds, Passeios e terações (pequisa, newsletter, comentários, Bebedouros além do guia comercial onde entre outras novidades) e ainda poderá en- constam anunciantes diversos de diversos contrar a versão online da revista, artigos, segmentos no campo da educação. tendências e informações de interesse educacional e eventos que acontecem na área. boa leitura e um 2014 produtivo.
Leila Coronado
Editora
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Nesta Edição: 08. Coluna Christian Coelho
18. Dica - Playgrounds
10. Coluna Gustavo Borges
20. Dica - Passeios
12.
24. Dica - Bebedouros
Síndrome da porta aberta
Natação para crianças de 2 a 4 anos
Coluna Márcia Claro Como liderar uma escola nos dias atuais
14. Conversa com o Gestor
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Os impactos da Copa sobre o ano letivo
Com o “brincar” não se brinca
Fugindo da rotina
Água e seus benefícios
26. Fique de Olho Brindes
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w w w.direcionalescolas .com . br No site da Direcional Escolas, você encontra grande acervo de informações e serviços que o auxiliam na gestão administrativa, pedagógica e da sua equipe de colaboradores.
Aspectos neurobiológicos
Cipriano Carlos Luckesi
Muitas vezes, a criança demonstra dificuldades no aprendizado ou na realização de tarefas, e esse fato pode não se tratar de mera preguiça ou má vontade. É necessário analisar a situação e entender os reais motivos que estão ge-
Investir com amorosidade no educando, inclusive no que tem dificuldades de aprendizagem, é essencial, afirma o educador, especialista no tema da avaliação. Luckesi defende uma avaliação inclusiva, para todos.
rando este quadro.
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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Síndrome da porta aberta
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as minhas visitas a clientes escuto muitas vezes os diretores e coordenadores dizerem com orgulho que um dos grandes diferenciais da escola é a relação de portas abertas com as famílias e a possibilidade de atendê-las imediatamente, independentemente do horário ou afazeres dos colaboradores. Apesar de parecer, em um primeiro momento, um atendimento personalizado, este comportamento, a médio e longo prazo, impede qualquer tentativa de organização, pois cria uma cultura de atividades circunstanciais na qual os colaboradores não têm controle sobre seus afazeres, além de passar a sensação de falta de profissionalismo e de que o papel prioritário do educador é atender aos pais e não educar os filhos.
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A recepcionista/telefonista ou qualquer outra pessoa que exerça o papel de primeiro contato da escola, seja por telefone ou pessoalmente, te m um papel chave na mudança da cultura organizacional da instituição. Para isso, é necessário seguir alguns protocolos: 1 - Direcionamento - Conduzir o contato telefônico ou pessoal para o responsável ou departamento que irá realmente resolver a dúvida ou problema e não passar tudo para a coordenação. Um resumo do organograma da escola auxiliará no direcionamento dos contatos.
Por Christian Rocha Coelho
2 - Listagem de horários – Entrada, almoço e saída dos líderes ajudam o 1º contato a ganhar tempo e impedem que o cliente descubra que, depois de esperar na linha, não será atendido porque a coordenadora está na hora de seu almoço. 3 - Entendimento e diferenciação - É imprescindível que a equipe de atendimento seja instruída a saber distinguir se as questões são realmente emergenciais ou se podem ser postergadas. A mudança de conduta de não parar tudo para atender aos pais será mais facilmente compreendida se a atendente explicar que a pessoa requisitada está ocupada atuando diretamente em uma ação que beneficiará o seu filho, como acompanhando o professor em sala de aula com o objetivo de melhorar a qualidade pedagógica.
agradam. Sempre que agendar uma reunião, peça para a recepcionista avisar o horário do seu início e término. Os coordenadores que apenas fazem reuniões individuais correm mais riscos de serem traídos pelas suas emoções. O mais eficaz é conduzir a equipe através de reuniões de monitoramento em grupo, checklist e feedback com constância e periodicidade, e usar os encontros individuais para as pessoas com reais dificuldades ou com comportamentos negativos.
6 - Os pais como aliados na gestão da Escola - Após implantar a cultura organizacional na escola, é hora de educar os pais. Para que a mudança ocorra com o mínimo de intempéries, proponho uma abordagem andragógica*, enfatizando os benefícios que o filho irá obter com 4 - Retorno - É importante salientar a mudança de atitude da escola em que a coordenadora deverá, assim relação à gestão de horários. que estiver livre, ligar para a família. Para não ocorrer esquecimentos, Segundo um dos preceitos da andrasugiro a aplicação de um protocolo gogia, o adulto sente-se estimulado simples de ligação com checklist de quando recebe um benefício para si verificação pela atendente. ou, no caso, para seu filho. 5 - Reuniões de equipe com limites de tempo - Líderes, como diretores, coordenadores e orientadores, não podem deixar que suas emoções administrem seu tempo. De forma inconsciente, dedicamos mais tempo às pessoas que gostamos e menos àquelas que não nos
Através de uma circular, deixe claro que a mudança de atitude irá gerar uma melhora na gestão pedagógica e, por consequência, na qualidade do ensino. *Educação de Adultos
O Colunista Christian Rocha Coelho é especialista em andragogia e diretor de planejamento da maior empresa de gestão, pesquisa e comunicação pedagógica do Brasil, a Rabbit Partnership. Mais informações: (11) 3862.2905 www.rabbitmkt.com.br rabbit@rabbitmkt.com.br
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COLUNa / GUStaVO bOrGES
NataÇãO para CrIaNÇaS dE 2 a 4 aNOS Por Almir Marchetti
“t
odo homem culto deve saber ler, escrever e nadar”, com esta frase Platão, filósofo e matemático, fundador da primeira instituição de educação superior do Mundo Ocidental, a “Academia em Atenas” já defendia a importância do aprendizado da natação na construção e formação do indivíduo.
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Quando saímos de férias, em finais de semana, nos passeios no clube, na praia, e principalmente nos dias mais quentes de verão, aonde vamos nós? Para a “beira d”água”, usufruir todos os benefícios que ela nos proporciona. dá para imaginar nossas vidas sem este “precioso” líquido? Pensar que muitas crianças por falta de oportunidade de aprendizado e habilidade aquática, deixam de provar de todos os benefícios do contato com a água, para a estimulação de todo seu acervo motor e na formação de suas emoções e caráter. Com certeza não! devemos sim, colocar nossas crianças nas aulas de natação o mais cedo possível, para que estas aulas auxiliem no seu desenvolvimento motor, mental e social, e não só para aprender a nadar os nados competitivos. em contato com muitas academias e escolas de natação e em conversa com amigos que procuram informações sobre natação infantil, identifico como a maior necessidade dos
pais a aquisição da sobrevivência, porém, retardam este processo de aprendizado acreditando que a criança não irá aprender a nadar aos 2 anos de idade.
Criança contente, alegre e motivada, aprende com mais facilidade e prazer, passa a gostar da natação, pois aqueles tornam-se momentos de lazer e muita brincadeira na piscina.
O desenvolvimento do aprendizado aquático para crianças de 2 a 4 anos começa com o domínio social dela com a situação de aula. Nesta etapa é importante que ela conheça os amiguinhos, a piscina e o professor. este deve passar confiança para que a criança sinta-se segura naquele ambiente e situação. Nesta etapa devemos lidar com a ansiedade dos pais que querem que os filhos entrem na água logo na primeira aula e frustam-se quando isto não acontece, porém isto é normal, cada criança tem seu tempo de adaptação e aquisição de segurança na aula, devemos respeitar este tempo e proporcionar vivências positivas neste início de caminhada.
O objetivo mais importante nesta etapa do aprendizado é a sobrevivência, cair na água e deslocar-se até um local de apoio. Adquirir autonomia para os deslocamentos é fundamental para a segurança aquática da criança.
Os pais estão percebendo a importância do desenvolvimento das habilidades aquáticas na formação dos filhos, auxiliando na socialização, acalmando as crianças hiperativas e estimulando seu desenvolvimento motor. Nossos profissionais aquáticos estão buscando mais qualificação no que se refere a evolução do desenvolvimento infantil, estratégias motivacionais e técnicas de nado, buscando cada vez mais alinhar as necessidades e objePara motivar e conquistar as crian- tivos dos alunos aos planos de aulas. ças, as aulas devem ser prazerosas e voltadas para aquilo que a criança mais gosta de fazer, brincar. As estraO Colunista tégias lúdico-educativas devem estar A Metodologia Gustavo Borges conta com presente nas aulas , é importante que uma equipe de profissionais especializados o professor estimule as brincadeiras em natação. Liderada pelo ex alteta olímpico durante as aulas, porém elas devem Gustavo Borges, desenvolve uma proposta de ensino incluindo soluções para operação estar voltadas para o aprendizado aquática de escolas,clubes e academias. do movimento. A criança brincando, www.gustavoborges.com.br aprende e desenvolve sua imaginação e coordenação motora.
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Coluna / Márcia Claro Como liderar uma escola nos dias atuais
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A afetividade com o aluno está ligada ao coração, mas é o conhecimento de técnicas que acrescenta ao gestor o saber de liderar uma escola
cedimento é saber o que o outro pensa, e somente o diálogo, perguntas e investigações possibilitarão o que fazer. Isto aumentará a eficácia do resultado e a credibilidade do papel do gestor na equipe.
Conceito e Liderança
Se o gestor compartilha com os membros da sua equipe, não fará que os participantes sejam seguidores sem vontade própria. A resolução dos problemas em grupo permite a formação do raciocínio das pessoas, sem que ela assuma a situação para si. A receptividade do líder em ouvir é essencial, compreender melhor o outro e ter a convicção que o aprendizado de todos deve ser crescente. Portanto, não há “o dono da verdade” e a posição isolada diante da equipe, torna-se preju- O sonho coletivo precisa partir do que a dicial para o trabalho coletivo. equipe deseja que a escola seja no futuro. Três iniciativas precisam ser tomadas: O foco do trabalho do gestor é primordial, investir o seu tempo em coisas 1. Visão:- Ao projetar o seu futuro, importantes aumentará o seu reconhe- a escola dará um passo significativo cimento por parte da equipe e quais para mudar a sua cultura – conjunto de serão suas atitudes diante de algumas crenças, valores e comportamentos que circunstâncias. A previsibilidade facilita norteiam as ações de seus membros. para que as coisas aconteçam, como a implantação de algo novo pela equipe, 2. Missão:- Os objetivos e metas prenão desanimar os integrantes sem an- cisam ser expressos de forma sintética tes ter colocado em prática. para que sejam comunicados direta e rapidamente a todos os interessados. A habilidade de liderar um grupo é ter a direção definida e expressar os objetivos 3. Mote:- Ao divulgar o propósito da claramente do que se quer atingir, ou seja missão da escola junto à comunidade, às , a meta. O domínio é aliado a participa- famílias e aos alunos, através de um “sloção em todos os aspectos, juntamente com gan”, concretizará a essência da escola. os conhecimentos básicos e as qualidades pessoais. As habilidades podem ser adquiA Colunista ridas, através de leituras, grupos de estudos, análise de situações vividas na escola, Pedagoga, especialista em Educação e onde os integrantes passarão a refletir e atua como palestrante na área de gestão desenvolverão o senso crítico, logicamen- educacional. te com opiniões diferenciadas. A cultura MBA em Gestão Escolar e Especialização profissional e a comunicação requerem em Ética, Valores e Cidadania pela USP. disciplina e aceitação que o outro pode www.marciaclaro.com.br contribuir para o seu desenvolvimento.
Liderar uma equipe é promover novas maneiras de pensar e agir. Esta prática desenvolvida pelos gestores não deve ser imposta ao corpo docente. Primeiramente, é necessário que ele analise a situação, compartilhe com os seus colaboradores para que esses se preparem para dialogar com os professores, porque assim efetivamente acontecerá a mudança, quando atingir o aluno. A transformação só ocorrerá após alguns princípios básicos: 1. Pessoas : Conscientização da necessidade de mudar 2. Tempo : Muitas etapas deverão ser desenvolvidas 3. Espaço: A cultura organizacional da escola
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Por Márcia Regina do Carmo Claro Oliveira
O gerenciamento de uma escola se dá através das inteligências múltiplas, de acordo com Gardner, quando usamos a cabeça (verbal, lingüística e lógico-matemática) e essencialmente, quando usamos o coração (intrapessoal – o autoconhecimento e interpessoal- se colocar no lugar do outro). Partindo desses conceitos, o líder será a referência pelo que faz e como faz. Ele necessita de muita clareza e entendimento para transmitir as diretrizes e tomadas de decisões diante da sua equipe. Se existe a insegurança , entre o que se sabe ou o que pensa que se sabe, o pro-
Regras de Ouro Escolas são organismos vivos, onde cada uma das partes é essencial para o bom desempenho do conjunto. Existem escolas em que os funcionários não têm clareza a respeito da finalidade do seu trabalho, nem estão conscientes das diferentes formas de atuação: transformar em cidadãos e seres humanos melhores cada uma das crianças e jovens sob seus cuidados. Escolas que não tem um sonho, um ideal de excelência a atingir, acabam estagnadas, e a equipe gestora tem um papel essencial, que é a construção do sonho coletivo.
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CONVERSA COM O GESTOR Os impactos da Copa sobre o ano letivo Por Leila Coronado
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de que isso vá ocorrer. Como aqui se trata de escola particular não teremos nenhum benefício vinculado à organização da copa” esclarece Carlos César Marconi, diretor pedagógico do Colégio Mary Ward. Há uma vasta discussão que gira desde 2007, ocasião em que a FIFA definiu a sede da Copa do Mundo em 2014. Os impactos da copa no Brasil é assunto polêmico e amplamente discutido. Pode-se constatar este fato ao realizar uma busca em sites de pesquisas na internet. Se por um lado, o evento esportivo fomentará o fluxo de turistas apresentando os resultados socioeconômicos positivos, por outro, ainda não é possível afirmar se a inpaís do futebol está em fraestrutura comportará tal movimenfesta! tação turística. No setor da educação Chegou o ano tão espe- a Lei Geral da Copa define que o carado pelos amantes do esporte. As lendário oficial deve conter 200 dias opiniões se dividem, há aqueles que acreditam ser uma conquista para o país, já que a última vez que o Brasil sediou a Copa do Mundo foi em 1950. É fato que o evento movimentará a economia do país. Especialistas apontam que o evento esportivo poderá gerar 142 bi adicionais para o Brasil. “Seria ótimo se algum percentual viesse para a infraestrutura das escolas públicas. Mas não tenho conhecimento de indicativo
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letivos, porém segundo especialistas em legislação educacional, as escolas devem seguir normas de seu sindicato a fim de resguardar-se de eventuais problemas jurídicos. Podemos notar que a Copa não será assim tão impactante para o ano letivo. Carlos César Marconi, diretor pedagógico do Colégio Mary Ward confirma “Não houve alteração do calendário de 2014. Seguimos as orientações do Sinpro (Sindicato dos Professores) e Sieeesp (Sindicato das Escolas Particulares) que orientaram sobre o calendário. Apenas nos dias de jogos do Brasil no mês de junho a escola fará feriado escolar”.
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Cada escola montou sua programação, em alguns casos a festa folclórica não ocorrerá, e algumas escolas aproveitarão o tema Copa para a festança do arraial como nos conta Erica Mantovani, Coordenadora do Colégio Mater Dei (São Paulo) “Nossa festa junina é sempre no começo de junho, então acontecerá antes do começo da copa, mas faremos uma festa junina verde e amarela.” E quando questionada sobre uma possível evasão de alunos em tempos de jogos, ela diz “Como os jogos são no fim da tarde, dificilmente teremos evasão, porém, aos alunos que estudam nesse período teremos telões para que possam assistir juntos. Incentivaremos a “torcida Weducation” - assistir e torcer juntos”. O fato da escola vivenciar este momento com os alunos faz com que seja evitada uma temida evasão dos alunos em dias de jogos como elucida Carlos César Marconi “Acredito que
estão envolvidas: artes, música, inglês, educação física e todas as disciplinas. Além disso, o tema do livro anual produzido pelos alunos do Ensino Médio, editado e lançado pela Editora Andross, tem como tema “Mascotes”. Esse livro faz parte de um projeto desenvolvido desde o maternal até o Ensino Médio”. Como reforça Carlos César Marconi “Creio que se a estrutura da organização for bem elaborada e motivacional para nossos alunos os resultados serão automáticos. Isto é, o aluno motivado para o evento e nossos professores, assim como equipe gestora integrados podemos ter os objetivos das atividades atingidos de modo satisfatório, o que torna o evento mais um elemento em seu conteúdo para concretizarmos nossa proposta pedagógica”. Ficou claro que as escolas trabalham para que nada afete a frequência de alunos nem a qualidade das aulas. Mesmo que haja uma preocupação por parte dos pais, e se possa cogitar que as rematrículas estariam comprometidas, Erica Mantovani pondera “Eventos assim não afetam a rematrícula. Não há motivo, a não ser que a escola não ministre aulas em todos os dias dos jogos e não reponha essas faltas. Em nossas escolas, além de não termos alterado nosso calendário, utilizamos o tema para desenvolver projetos anuais, sem fugir dos nossos objetivos pedagógicos”.
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Mas e a festa junina, tão tradicional nas escolas, como será?
não haverá evasão durante o período da copa. Os jogos do Brasil que serão em São Paulo e coincidirão com aulas são 2, e elas estarão suspensas nesses dias. O terceiro jogo já pega o período de férias dos alunos e professores. A proposta pedagógica levará em conta algumas atividades vinculadas aos países que estão participando da copa do mundo. Uma análise dos aspectos culturais, físicos, políticos entre outros já estão sendo desenvolvidos desde o ano passado para que nossos alunos tenham noção da grandiosidade do evento”. É fato que o planejamento pedagógico é de extrema importância para uma instituição de ensino, e é necessário considerar os eventos sazonais e eventos de grande porte como a Copa, como nos aponta Erica Mantovani “Desde o inicio do ano faremos com os alunos a partir do fundamental I, um campeonato interno nas aulas de educação física que reproduzirá exatamente o que acontece na Copa: teremos treinos preliminares, convocação de equipe e a Copa propriamente dita, saindo um campeão. Os times serão escolhidos e estudados na aula de Inglês, fazendo uma interdisciplinaridade e ampliação de vocabulário. Também produziremos materiais e textos nas aulas de artes e língua portuguesa. A idéia é além de trabalhar o evento esportivo e sua importância, ampliar o repertório cultural das crianças trabalhando os aspectos gerais do conteúdo em diferentes áreas. Estudando cada país, suas características, costumes e tradições conseguimos abranger vários aspectos do nosso conteúdo, a interdisciplinariedade fica clara quando todas as áreas
16 Perfil da Escola: Colégio Mary Ward
Fundação: Colégio Mary Ward - 1936 sores, apoio pedagógico como biblioteca e laboratórios, apoio adMantenedora: Congregação de Jesus ministrativo, manutenção etc.): Aproximadamente 100 pessoas entre Equipe gestora, professores e Número de Instituições e unidades: Ciclos escolares: Educação Infantil colaboradores. ao Ensino Médio Colégio Mary Ward – Tatuapé Escola Santa Maria – Pari Mensalidades em 2014: Instituto Beatíssima Virgem Maria – N o de alunos: 800 Educação Infantil – R$ 855,00 Brooklin Fundamental I – R$ 671,00 Equipe de colaboradores (Diretores, Fundamental II – R$ 980,00 As três escolas pertencem à coordenadores, assistentes, profes- Médio – R$ 1250,00 Congregação de Jesus Localização (Unidade sede): Colégio Mary Ward Rua Gonçalo Nunes, 366, Tatuapé
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Perfil da Escola: Colégio Mater Dei
Localização (Unidade sede do Grupo): compreende uma Entidade Mantenedora, Rua Marechal Bitencourt, 62 – São Paulo uma diretoria pedagógica e uma diretoria administrativo-financeira. Subordinadas a Número de Instituições e unidades: elas coordenações, departamentos peO Colégio Mater Dei foi fundado dagógico, administrativo e de tecnologia em 1962,em São Paulo e desde atuam para que a missão e as metas edu1984 instalou uma unidade em São cacionais sejam cumpridas com sucesso no cotidiano da prática escolar. José dos Campos.
Regime de aula: Educação integral para todos os alunos, diferenciandose pelo comprometimento com a formação pedagógica, moral, social, ambiental e financeira, e contribuir para a qualidade de vida dos alunos e de suas famílias.
Mantenedora: A estrutura administrati- Ciclos escolares: da Educação Infantil Mensalidades em 2014: De R$900,00 a R$2.340,00 va e pedagógica do Colégio Mater Dei ao Ensino Médio
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INVESTIMENTOS PARA COPA DO MUNDO 2014 SETOR Mídia Estádio Parque hoteleiro Reurbanização Segurança Rodovias Aeroportos Tecnologia da informação Energia Fan Parks IMCs e IBC
INVESTIMENTO (R$) 8,5 Bilhões 4,6 Bilhões 3,2 Bilhões 2,8 Bilhões 1,7 Bilhões 1,4 Bilhões 1,2 Bilhões 309 Bilhões 280,5 Bilhões 203,8 Bilhões 184,5 Bilhões
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Fonte: Ernst & Young e FGV
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DICA: PLAYGROUND Normas e Especificações
Com o “brincar” não se brinca
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abemos que toda criança adora brincar, e isso não é apenas diversão pois brincar também é parte integrante da evolução infantil. É brincando que a criança pode conhecer, explorar, aguçar os sentidos, desenvolver sua capacidade social, trabalhar em grupo, conviver com acertos e erros, entre outros benefícios. É natural do ser humano, crianças já nascem com o instinto lúdico. Crianças que não brincam podem desenvolver problemas de convívio social, baixa autoestima, depressão, e isolamento. Podemos encontrar importantes autores com literatura específica que tratam do assunto, e afirmam que o Brincar é de suma importância na vida infantil. Portanto, deve-se proporcionar-lhes um ambiente seguro e efetivo para que os pequenos possam absorver boas experiências no momento da brincadeira. E para que essa prática seja garantida é necessário que os espaços destinados à isso, sejam bem planejados e sigam as Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Renata Verdadeiro, Auxiliar de coordenação Colégio Mary Ward afirma “Brincar ao ar livre é muito saudável para as crianças. Brincadeiras criativas e ar puro ajudam no desenvolvimento. Ao planejar um playground, o colégio tem por obrigação aliar criatividade e segurança no mesmo espaço físico”.
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Mas como fazer um bom planejamento para o Playground e o que observar? Susy Rodrigues, especialista na area diz “Os requisitos de segurança são muitos, vai desde o material utilizado até o projeto construtivo em si, no qual para mim é o requisito mais importante. Para cada parte do equipamento existe um requisito importante: segurança - saliências de parafusos, pontos de estrangulamento, aprisionamentos de cabeça e pescoço, pés e pernas, roupas, dedos etc. deve haver uma grande sintonia entre os projetistas e engenheiros com a equipe de instalação, para que o projeto saia exatamente como foi elaborado, a fim de eliminar todos os riscos. O maior índice de acidentes em playground é derivado de quedas, para usuários menores que 36 meses uma barreira deverá ser instalada quando a altura de queda passar os 60 centímetros com relação a superfície de acesso. Estas barreiras podem ser grades, fechamentos lúdicos, jogos interativos etc.” Renata Verdadeiro explica “É muito importante ter um piso de segurança com absorção de impacto em toda a extensão do playground. Os brinquedos precisam ser bem fixos ao solo, não devem conter pontas sobressalentes e área de circulação dos balaços deverá ser de 1,80m, para que as crianças não corram esbarrando nelas mesmas ou nos equipamentos”.
19 Normas ABNT Recentemente as Normas de Segurança de brinquedos e playgrounds, foi revisada por uma comissão de especialistas na área. Essas normas, com determinações mais rigorosas, visam evitar que as crianças corram riscos ao utilizar os brinquedos. Porém, ainda há playgrounds irregulares e fabricantes que ignoram as normas de segurança como comenta Susy Rodrigues “Nos dedicamos quase quatro anos para a conclusão da NBR 16071-2012, e infelizmente pode se contar em uma mão os fabricantes que fizeram parte deste projeto. Em algumas regiões do país já existem consumidores antenados e preocupados na segurança de suas crianças, acho que com a divulgação da mídia a tendência é com que estes consumidores procurem produtos com qualidade e empresas certificadas”. E deixa a dica “Para as escolas que já possuem um playground, sugiro que entre em contato com o fabricante afim de solicitar uma manutenção e inspeção para analisar se aquele equipamento atende os requisitos exigidos pela NBR 160712012. Caso a escola queira adquirir um novo playground, indico que selecione bem o fabricante, exija um produto certificado, para que as crianças possam brincar com segurança”.
ser produzidos em polietileno rotomoldado, o aquecimento deste material é inferior a 40°, o que não causa lesões derivadas de queimaduras ao contato com a pele”. E pra finalizar, ela diz “Os riscos são inúmeros, pode se fazer valer os requisitos de segurança citados acima, por isso esperamos que a normativa se transforme em lei”.
Destaques da NBR 16071-2012 O playground deve ser dividido em áreas, conforme faixa etária das crianças; A área de circulação ao redor do parquinho deve ter, no mínimo, 1,5 metros; Parafusos e roscas salientes devem ter acabamentos de proteção; Os cantos dos brinquedos têm de ser arredondados; Parquinhos de madeira devem ter acabamento liso, livre de lascas ou farpas; É necessário instalar barreiras de segurança em torno dos brinquedos, para desencorajar as crianças a correr dentro da área do trajeto dos balanços.
Não tem como falar em segurança sem citar que o material utilizado na fabricação dos brinquedos é de extrema importância para certificar sua qualidade e atoxidade, além do fator segurança, como nos aponta Suzy Rodrigues “Os materiais sofrem muito com ações climáticas e do uso em si. A toxicidade de metais, tintas e outros produtos podem ser nocivos para os usuários, o playground deve ser construído afim de não acumular água, sujeira, etc. As madeiras devem ser de origem certificada, tratada com produtos que não causam danos aos usuários e ao meio ambiente. O clima em nosso país exige que a preocupação com o aquecimento dos materiais seja maior, por exemplo: os escorregadores devem
SAIBA MAIS Susy Rodrigues atendimento@direcionalescolas.com.br Renata Verdadeiro Colégio Mary Ward
Na proxima edição: Playground tipos e modelos
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Material utilizado
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DICA: passeios
Fugindo da rotina
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estresse já é um velho conhecido dos adultos. A correria cotidiana, prazos, pressão de todos os lados, trânsito, mil afazeres. Mas você sabia que as crianças também podem ser acometidas por este mal que se torna cada vez mais comum na humanidade? A mudança de rotina, adaptação em novo ambiente, bullying, excesso de atividades, são algumas causas para o estresse infantil. E sabemos, que a melhor maneira de evitar o estresse é fugindo da rotina, realizar atividades prazerosas, longe das cobranças diárias. Por isso, preparamos essas dicas de passeios. Para que adultos e crianças possam curtir e relaxar. Anteriormente, tratamos de estudos do meio e as vantagens de se aprender brincando, como comenta Monica Bernardino Mazzo, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura e Diretora Pedagógico de conceituado Colégio em São Paulo “Essa junção proporciona um aprendizado mais prazeroso. A criança incorpora os conceitos com mais facilidade porque aprende brincando. Estimula o raciocínio, a resolução de problemas, a exploração e a investigação. É a teoria caminhando com a prática”. Com certeza, passear aprendendo é um ótimo meio de explorar a capacidade da criança de modo que esta
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não se sinta pressionada e tenha prazer ao aprender. Mas é importante salientar que o papel dos pais é primordial, sempre. E passear é preciso! Monica Bernardino Mazzo, cita algumas considerações para que os pais possam planejar o passeio, e o execute de modo tranquilo e cita exemplos que podem agradar a família toda.
Onde ir
Teatro infantil, passeio a lugares históricos, visita a fazendinhas com animais e plantações – ampliam a visão de mundo e a bagagem de conhecimento da criança.
O que considerar
Local apropriado à faixa etária; Atendimento às necessidades básicas da criança; Acompanhamento e orientações;
E vamos à diversão! PESM – Núcleo Itutinga-Pilões:
um refúgio da natureza entre a serra e o mar Situado entre a cidade de São Paulo e a Baixada Santista, o Núcleo Itutinga-Pilões do Parque Estadual Serra do Mar é um reduto de preservação em meio a duas regiões metropolitanas. Para quem viaja da capital ao litoral paulista, nesta unidade de conservação ainda é pos-
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22 sível encontrar um remanescente do bioma Mata Atlântica, com fauna e flora endêmicas e muita água pura. São diversas as opções de lazer e educação ambiental, voltadas para a comunidade do entorno e turistas. As trilhas oficiais contemplam o contato com a natureza e as riquezas histórico-culturais da região, representadas por monumentos e ruínas que remontam o período da colonização do Brasil. Para realizar as trilhas com conforto e segurança, a dica é agendar o passeio previamente e contar com o acompanhamento de um monitor ambiental ou guia credenciado. Agende sua visita e divirta-se! pesm.itutingapiloes@fflorestal.sp.gov.br ou pelos telefones (13) 3377-9154 / 33618250, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O endereço da sede é Estrada Elias Zarzur, Km 8 s/nº - Cubatão -SP.
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SESC SANTO ANDRÉ - Programa
rios ambientes distribuídos por uma área de dois mil metros quadrados com forte apelo visual, os visitantes aprendem a importância dos livros e abordam temas transversais: saúde, meio ambiente, pluralidade cultural, ética e cidadania. Projeto Kids - Faixa etária de 3 a 8 anos Uma Viagem inesquecível! Em uma livraria infantil, as crianças embarcam para uma cidade cenográfica por meio de uma coleção de livros gigantes, com personagens que interagem e ensinam a importância do livro e ajudam a formar, desde cedo o hábito da leitura. Projeto Teens - Crianças entre 9 e 12 anos Mistério e conhecimento! O passeio é marcado pelo clima de mistério, aventura e descoberta. com a ajuda do Detetive Xerox Holmes, os alunos iniciam uma investigação em uma editora abandonada. A cada novo mistério desvendado, o grupo aprende sobre o universo do livro e da leitura, explora o trabalho em equipe, a percepção e seus conhecimentos gerais, trabalhando medos, ansiedades e limites.
de Turismo Social do Sesc São Paulo Pioneiro na modalidade, o Programa de Turismo Social do Sesc São Paulo é opção para quem deseja o enriquecimento das experiências simbólicas e de vida, adquirindo conhecimentos, www.cidadedolivro.com.br ao mesmo tempo em que realiza sua Mais informações: (11) 5627-6500 própria leitura do mundo. O Programa de Turismo Social do Sesc São Paulo - idealizado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) na década de 50 - tem o objetivo principal de ir além dos pontos turísticos, oferecendo produtos com conteúdo e qualidade operacional, capazes de atuar como instrumentos de educação informal, valorizando o indivíduo ao estimular a autonomia pessoal, a interação e o contato com expressões e modos diversos de pensar e agir. Mais informações sobre programação completa acesse: www.sescsp.org.br Unidade Santo André: Rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar | tel: 4469-1200
A Cidade do Livro é um espaço cenográfico tematizado, no qual milhares de crianças se divertem todos os anos. O grande diferencial é que este projeto é altamente educativo e ajuda a formar desde cedo o hábito da leitura. Nos vá-
SAIBA MAIS Monica Bernardino Mazzo rmmazzo@absabin.com.br
Na proxima edição: Alimentação Fornecedores
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DICA: BEBEDOURO
Água e seus benefícios
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h o verão! Quantas pessoas não reclamaram do frio, aguardando ansiosamente pelo tão esperado verão. Sim, ele foi tão aclamado que veio com força total. O calor impera no cotidiano de cidadãos sedentos por sombra e água fresca. Aquele trânsito, o sol escaldante, e ver uma garrafinha de água gelada é um verdadeiro oásis no deserto, é de encher a boca d’agua. O ser humano depende do líquido para sobreviver, sem água não há vida. Plantas, animais, o planeta necessita de água. Cerca de 70% do corpo humano é composto de água, que elimina parte do líquido naturalmente através do suor, urina e respiração. A água é responsável pela condução de nutrientes para as células, hidrata controlando a temperatura corporal e auxiliando na digestão, faz bem para a beleza de pele e cabelos. São inúmeros os benefícios, e por este motivo os médicos sempre nos alertam para bebermos ao menos 2 litros de água por dia. Se a água é essencial, a qualidade é primordial. Maíra Eloá, Diretora de projetos de empresa do ramo de Bebedouros e Designer de Produtos pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, diz “Sabemos da importância da água no organismo, porém ainda assim, muitas vezes deixamos de consumi-la na frequência e quantidade ideal. Para que tenhamos hábitos saudáveis, é necessário que a ingestão de água com frequência torne-se um hábito”.
Por Leila Coronado
Na era do fast-food a criançada opta pelo refrigerante, por ser docinho, saboroso, refrescante até. Quem não deseja uma bebida gelada e saborosa a todo momento, não é? Mas, parando para analisar, se uma criança toma 3 ou 4 copos de 300 ml cada, por dia, ao final de uma semana ela terá ingerido cerca de 9 litros do líquido gaseificado e com aditivos químicos. O que, além de contribuir para a obesidade infantil, também pode acarretar diversos outros problemas, como o sobrecarregamento de toxinas no organismo. Maíra Eloá nos dá a dica “A importância do consumo da água deve ser passada pelos pais e educadores, porém a indústria de bebedouros pode contribuir neste processo criando produtos com design atrativo e seguro para o uso infantil. Existem empresas no mercado que produzem bebedouros ergonômicos, coloridos, e da altura das crianças, possibilitando ao usuário uma identificação com o produto, despertando a criança para o hábito de beber água, uma vez que este é divertido e feito para ela”.
10 motivos para beber ÁGUA
- Melhora a absorção de nutrientes; - Elimina toxinas; - Deixa pele e cabelos mais bonitos; - Hidrata, diminuindo o inchaço; - Auxilia na digestão e no funcionamento intestinal; - Ajuda no controle de peso, pois diminui a retenção de líquidos; Crianças x Água - Reduz a chance de infecções, já que Mas, se nós adultos, já temos que vi- facilita o transporte de nutrientes; giar para que tomemos no mínimo os - Melhor a atividade física; 2 litros recomendados. Como cultivar - Combate a celulite; esse hábito nas crianças? - Mata a sede.
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A qualidade da água é primordial para usufruir dos benefícios que ela proporciona. Antigamente, as pessoas tinham poço em casa para seu consumo de água ou bebiam água da torneira. Hoje, já não basta a água pré-tratada fornecida pelas Estações de Tratamento, pois a mesma pode sofrer contaminações devido à má conservação de torneiras e encanamentos. O mais seguro é optar por um tipo de filtro ou bebedouro. Existem diversos modelos disponíveis no mercado, mas geralmente se enquadram em 3 tipos: Bebedouros de pressão (normalmente em inox, são instalados na parede, e dependem de um ponto de entrada e saída de água), bebedouros de galão (oferecem grande risco de contaminação, não são práticos no reabastecimento e geram despesas com a compra de água e manutenção com a higienização periódica) e bebedouros escolares (desenvolvidos especificamente para atender este mercado, coloridos seguros e práticos). Maíra Eloá explica mais “Bebedouros escolares, possibilitam o acesso de duas a cinco pessoas ao mesmo tempo, possuem cantos arredondados, material sustentável, instalações elétricas e hidráulicas embutidas, fornecem água natural e gelada no mesmo equipamento e ainda possibilita a personalização quanto as cores, torneiras e refrigeração do equipamento. É imprescindível observar se o equipamento possui certificação junto ao Inmetro”. E no quesito manutenção ela diz “Para equipamentos ligados a rede hidráulica, a manutenção exigida, é a troca dos elementos filtrantes que deve ser efetuada a cada 6 meses. Para bebedouros de galão além da troca do filtro recomenda-se a fazer a higienização na mesma periodicidade”.
Portaria Inmetro nº 93/07
Torna compulsória a certificação dos aparelhos para melhoria da água para consumo humano e delega a fiscalização aos órgãos conveniados, para sua execução.
Portaria Inmetro 112/10
Determina novos prazos para a fabricação, importação e comercialização dos aparelhos para melhoria da água para consumo humano.
Norma ABNT NBR 14908
Norma brasileira para Aparelhos para melhoria da água para uso doméstico Aparelho por pressão.
Norma ABNT NBR 15176
Norma brasileira para Aparelho para melhoria da qualidade da água para uso doméstico – Aparelho por gravidade.
Portaria nº 2.914/2011, que
dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Maíra Eloá, ainda observa “É importante observar se o mesmo possui fios elétricos e sistema hidráulico embutido, se permite acesso à pessoas em cadeiras de rodas e se o mesmo está de acordo com Norma ABNT 9050/2004, se atende a deficientes visuais através da comunicação Braille. No geral deve-se analisar, a segurança do equipamento, a certificação junto ao Inmetro e o acesso universal de acordo com as diferentes capacidades das pessoas. A escolha do equipamento inadequado pode limitar o acesso à água, segregando diferentes tipos de públicos e tornando o ambiente escolar um local inacessível fisicamente e psicologicamente”.
A água e a Lei E pra que você possa decidir por uma boa fonte de água, segue algumas normas importantes que devem ser observadas:
Portaria Inmetro nº 191/03
Torna compulsória a certificação de bebedouros e delega a fiscalização aos órgãos conveniados, para sua execução.
SAIBA MAIS Maíra eloa
atendimento@direcionalescolas.com.br
Na proxima edição: Eventos e Formaturas
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O que o mercado oferece?
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Fique de Olho: Brindes
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Mimos, quem não gosta? Por Leila Coronado
eja em uma data especial, evento, parabenização de uma conquista, até mesmo ao efetuar uma compra, é sempre gostoso receber um agrado extra.
“As pessoas se sentem muito valorizadas quando recebem algum brinde. Na verdade adoram receber um “brinde” mesmo que seja um simples chaveiro ou caneta. Essa lembrança marca, e a presença do logo da sua escola nessa lembrança pode perpetuar por muitos anos, se esse brinde envolver uma foto da criança” diz Elaine Bertoni Clemente, Diretora Marketing / Design e Criação da empresa Facioli. Devido a Copa do Mundo este ano, já há uma tendência nesse segmento. “Para a Copa 2014, a Facioli já desenvolveu uma linha de produtos com layout e criações exclusivas para encantar os pais e alunos. Dentro dos materiais, temos camisetas, bonés, mochilas, agendas, blocos de anotações, calendários, canecas, chaveiros, almofadas, ímãs de geladeira. Nosso produto principal para a Copa é o paspatur exclusivo com moldura, para encaixar uma foto do aluno. A arte está completa, com a tabela da copa, estádios, mapa do Brasil com os locais dos jogos. Uma lembrança que será guardada com muito carinho. E por que não ter o logo da sua escola impresso nesta recordação?” Fale com a Facioli (11) 2957-5111 www.facioli.com.br
O brinde corporativo é um investimento visto com atenção e interesse positivo por todos pois faz com que a sua marca fique mais presente a cada dia. Investimos na pesquisa das tendências no mercado promocional, e trabalhamos para levar aos nossos clientes produtos que tenham qualidade e utilidade. A tendência do brinde em geral é poder ser usado socialmente de forma útil e durável, como por exemplo: guardachuvas, kits de escritório, cozinha e lazer.
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Acessรณrios, Bebedouros, Controle de Acesso, Copiadoras, Cortiรงa e Quadros, Informรกtica
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Laboratórios, Lousas, Pinturas Especiais, Produtos para Crianças Especiais, Projeções Educativas em 3D
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30 M贸veis, Pisos
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plAygrounDs, tElHADo E mAnutEnテァテバ
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Playgrounds, Produtos de Limpeza, Toldos e Coberturas, Uniformes
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