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Revista Direcional Escolas Edição 47 – Abril/2009

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EDITORIAL DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida EDITORA Luiza Oliva

PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral TIRAGEM 20.000 exemplares JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br REPÓRTER Rosali Figueiredo CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais DIREÇÃO DE ARTE Thais Moro ASSISTENTE DE ARTE Bruno Moreira Débora Galvão Gabriela Maciel Hugo Leonardo Paulo Toledo CONTATOS PUBLICITÁRIOS Amilton Araujo Denise Ferreira Patricia Freitas Silvana Tesser ATENDIMENTO AO CLIENTE João Marconi Juliana Jordão IMPRESSÃO Prol Gráfica Conheça também a Direcional Condomínios www.direcionalcondominios.com.br Filiada à

Tiragem auditada por

Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados. Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Caro leitor, Diretores e gestores escolares precisam enxergar a escola como um ser vivo. Tanto sua parte física quanto as questões pedagógicas devem ser analisadas como estruturas que evoluem constantemente. A presença da tecnologia nas escolas é a prova mais visível de como as instituições de ensino não podem – nem devem – ficar paradas no tempo. Na Interdidática, misto de feira, fórum e seminários que aconteceu em São Paulo no início de abril, educadores puderam conhecer novidades tecnológicas de encher os olhos. No ESPATEC - Espaço de Tecnologia Educacional, destinado à apresentação de tecnologias de última geração para uso em sala de aula, o destaque foi a carteira digital. O equipamento é do mesmo tamanho de uma carteira convencional, com teclado e mouse individuais. Cada uma tem seu tablet, superfície de vidro coberta por um filme condutor de eletricidade, que permite ao aluno desenhar, escrever, acionar comandos e menus com uma caneta interativa. O monitor de LCD tem 15 polegadas e pode ficar na vertical, horizontal ou posições intermediárias. Mas, o evento também mostrou produtos mais “pé no chão”, próximos da realidade de muitas escolas brasileiras. É o caso dos softwares educativos, para as mais diversas faixas etárias, e das lousas digitais. A tecnologia já faz parte do dia a dia de nossos alunos e, portanto, deve também estar dentro da escola, indo muito além da tradicional sala de informática. Além da introdução da tecnologia, um exemplo de evolução necessária nas escolas é a economia de energia elétrica. Rever instalações, utilizar lâmpadas econômicas e instalar equipamentos como os sensores de presença permitem economizar energia e mostra preocupação ambiental da gestão da escola. As iniciativaspodeminclusivefazerpartedeprojetospedagógicostrabalhadoscom os alunos. Não deixe de ler, portanto, a matéria da página 15 desta edição, que tratadotema.Tambémnestaediçãosaibamaiscomoprevenirasalergiasinfantis, justamentenoperíododooutono/inverno,conheçaosbenefíciosdosbrinquedos educativos no desenvolvimento infantil e veja as novidades que as empresas especializadas em playground reservam para esses espaços das escolas. Anote na agenda e não deixe de aproveitar mais um evento para se atualizar. Direcional Escolas tem encontro marcado com seus leitores na Educar – 16ª Feira InternacionaldeEducação,paralelaaoEducador–16ºCongressoInternacionalde Educação, que acontece de 13 a 16 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. O futuro é agora, portanto, bom evento, mãos à obra e ótimo trabalho a todos! Um abraço, Luiza Oliva Editora

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PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores

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SUMÁRIO

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DICAS

Brinquedoseducativos

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DICAS

DICAS

DICAS

FIQUE DE OLHO

Economia de energia

Formaturas

Produtosantialérgicos

Playground Brinquedos e pisos

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ÍNDICE

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Acessórios – 2ª capa, 06, 07, 08 Agenda – 16, 17 Alambrados – 31 Alarmes –32 Assessoria Contábil – 09 Auditório – 09 Bebedouros – 1ª capa, 06 Brindes – 12, 13, 17 Brinquedos Educativos – 10, 12 Carteira Escolar – 12 Canudos - 14 Circo - 05 Circuito Fechado de TV – 32 Coberturas – 33 Coleta Seletiva de Lixo – 2ª capa, 6, 7, 8 Comunicação Visual – 33 Controle de Acesso – 32 Construtora – 11 Convites para Formatura – 14 Divisórias - 18 Elétrica - 16 Estudo do Meio – 14, 20, 34 Feira – 3ª capa Filtro – 06 Gerador – 14,15 Globo - 16 Gráfica – 16, 17

Grama Sintética –23, 30, 31 Informática – 17 Laboratório – 17, 19 Lavadoras de Alta Pressão – 06, 07, 08 Lousa –18 Manutenção Predial - 18 Mapas – 20 Material de Limpeza – 2ª capa, 06, 07, 08 Microscópios – 17, 19 Microcomputador – 17 Modelos Anatômicos – 17, 19 Móveis – 20, 4ª capa Pisos – 21, 22, 24 Playgrounds – 23, 29, 30, 31 ProdutoseEquipamentosparaLimpeza–2ªcapa,06,07,08 Quadras – 21, 31 Quadros – 18 Radiocomunicação - 32 Redes de Proteção – 31 Revestimento - 18 Serralheria – 32 Sistema de Gestão – 13,14,32 Sistemas de Segurança – 32 Tapetes – 06, 07, 08 Telas – 32 Toldos – 33 Ventilador – 06


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ACESSÓRIOS

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ACESSÓRIOS

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ASSESSORIA CONTÁBIL, AUDITÓRIO

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DICAS: BRINQUEDOS EDUCATIVOS

Experiência sensorial mais rica para as crianças Por Rosali Figueiredo

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rinquedos, jogos e livros costu­mam suscitar nas crianças inú­ me­ras possibilidades de recriar as experiências do dia a dia de forma lúdica, simbólica e imaginária, por meiodasquaiselas“olhameentendem o mundo”, ensina a pedagoga Maria doCarmoMonteiroKobayashi,mestre e doutora em Educação pela UNESP. O importante, ressalta, é que elas tenham “autonomia e livre arbítrio paraescolherobrinquedocomojogo, pois o sentido do lúdico é brincar com o que se gosta e o que dá prazer”. “Brincar é importante não apenas para desenvolver o raciocínio, a atençãoeamemória,masexerceuma funçãoterapêutica”,observa,porsua vez, a psicopedagoga Lídia Lacava, especialistatambémemarteeducação e orientadora em cursos promovidos pelo SIEEESP (Sindicato dos Estabe­ lecimentos de Ensino no Estado de São Paulo). Lídia destaca que os brinquedoseducativos,produzidosem geral com materiais como a madeira, o tecido e o arame, proporcionam uma experiência sensorial mais rica para a criança, pelo tipo de textura, temperatura ou maleabilidade (caso dos tecidos) que apresentam. Seguindo a linha de desenvol­ vimento de Jean Piaget, Lídia explica que as crianças, de zero aos dois anos de idade, têm no aspecto sensorial “suaprimeiraportadeaprendizagem”. “Daí a importância de entrarem em contato com materiais que despertemossentidos(tato,paladar, audição e visão) e os coloquem numa posição ativa durante o ato de brincar, estimulando a criatividade, a fantasia e o jogo simbólico.” A psicóloga Roberta Ferrari Rodovalho,coordenadoraassistente da Educação Infantil e 1os. anos do ColégioOswalddeAndrade,unidade da Vila Madalena, zona Oeste de São Paulo, tem observado, no dia a dia da escola, que “brinquedos mais artesanaisproporcionamummanuseio

diferenciado” junto das crianças. “É diferente pegar um carrinho de plástico e outro de madeira, uma boneca de plástico e outra de pano. Umbrinquedoartesanal,atéchegarà criança, já passou pelas mãos de um artesão,quetambémestabeleceuuma relação com esse brinquedo, em um outrotrajeto,secomparadoaodeum brinquedo industrializado, feito por máquinas, em série.” Roberta Ferrari acrescenta ainda queoschamadosbrinquedoseduca­ tivos, especialmente os de formato artesanal, são “mais resistentes” e apresentam“maisdetalhes”.“Eudiria que são mais aconchegantes. Além disso,pornãocontarcomtantoaparato tecnológico,estimulamacriatividade, a curiosidade e o raciocínio, portan­ to, educam”, complementa. Roberta comparaumabonecadepanoàquela industrializada, dotada de fala por meio de aparato eletrônico. “Diante desta a criança não precisa criar nada, já com uma boneca de pano, ela cria a fala, a voz e a personalidade daquele ser imaginário.” SegundoacoordenadoradoOswald deAndrade,osbrin­quedoseduca­­tivos e, entre estes, os artesanais, dão um contrapontoimportanteaopredomínio atual da tecnologia. “Essa possibili­ dade mais artesanal é fundamental para o desenvolvimento humano.” Especialmenteentreascrianças,uma vez que “brincar é primordial para a formação da sua personalidade e caráter,dainteligênciaesensibilidade”. Deoutromodo,apsicólogaressalvaque nãoexisteidadeparaqueseestabeleça uma relação de brincadeira com um objeto.Nessesentido,apsicopedagoga LídiaLacavadestacaaimportânciada brincadeira em todas as fases da vida, incluindoaterceiraidade.“Naverdade, o corpo é o nosso grande canal de aprendizagem, que começa pelo aspectosensorialnosprimeirosanosde vida, mas brincar não é uma vivência exclusiva da criança”, finaliza Lídia.

Na próxima edição: Economia de Água


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BRINDES, BRINQUEDOS EDUCATIVOS, CARTEIRA ESCOLAR

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CONVITES PARA FORMATURA, ESTUDO DO MEIO, GERADOR, GESTテグ ESCOLAR

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DICAS: ECONOMIA DE ENERGIA

Esta bandeira deve unir área administrativa e pedagógica

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Brasil aderiu pela primeira vez neste ano à “Hora do Planeta”, movimento idealizado pela WWF Austrália em 2007 e que consiste em convocar as empresas e os cidadãos a apagaremasluzespeloperíododeuma hora, em defesa do meio ambiente. Na noite do último sábado de março, dia 28, entre 20h30 e 21h30, centenas de milhõesdepessoasaderiram aoevento no mundo todo, incluindo alunos da professoradeCiênciasIrenedeLacerda Ramos,doINSA(InstitutoNossaSenhora Auxiliadora), localizado no bairro do Belenzinho, zona Leste de São Paulo. Segundo Irene, a repercussão foi muito grande entre os estudantes do 6º ao 9º ano, que ao longo do ano são estimulados a lidar com temas ambientais,comoaágua,energia,solo, lixo, biodiversidade, ar e alimentos, em atividades promovidas pelo Núcleo de Educação Ambiental da escola. Por outrolado,aprópriaáreaadministrativa do INSA já havia aderido à bandeira, especialmenteemrelaçãoaoconsumode energiaelétrica.“Em2004fizemosuma reforma,buscandogarantirasegurança e trocar alguns equipamentos que resultassem em economia de energia”, afirma a irmã Rosana Maria de Castro RodriguesCavalcante,responsávelpela tesouraria do Instituto. ParaoengenheiroeletricistaEdson Martinho, é importante que as escolas mantenham as instalações elétricas revisadas e atualizadas conforme as normastécnicasbrasileiras.“Issogarante segurança e conforto aos usuários e também redução de perdas nas instalaçõesmalconstruídas,como,por exemplo,fugasdecorrenteemcircuitos elétricos.” Edson Martinho, diretor executivo da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade(Abracopel),lembraaindaque oredimensionamentodoscondutores

(fios e cabos) é imprescindível para a economia. O especialista aconselha o usodeequipamentosqueproporcionam ummesmorendimentoedesempenho com um gasto menor. De acordo com Martinho, as escolas devem realizar estudos de redução do consumo e melhoria do desempenhodasinstalações,obtendo uma economia mínima entre 5% a 10% após a readequação. Mas o engenheiro alerta para a necessidade desefazerotrabalhocomprofissionais habilitados e credenciados junto ao CREA, que recolham ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e se responsabilizem pelo projeto. Além das medidas adotadas pela parteadministrativa,aáreapedagógica pode abraçar esta bandeira por meio deatividadescomalunoseprofessores. “Procuramosconscientizá-losaapagar sempre a lâmpada e a desligar o ventilador”, afirma a professora do INSA,IrenedeLacerda,coordenadorado Núcleo Ambiental da escola. Em 2008, o Núcleo trabalhou a ques­tão energética sob os enfoques da conser­ vação, transformação e conscientização, propondo um novo comportamentodealunos,professores e familiares no uso dos equipamentos eletroeletrônicos. “Observa­mos um envolvimento maior dos estudantes, como na ‘Hora do Planeta,’ e uma diferença de postura em sala de aula e também com a família”, diz. Neste ano, osprojetosdoNúcleoforamabraçados por toda a escola, entre os quais um treinamento realizado no âmbito da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) junto aos funcionários da limpeza e manutenção e focado na economia da água e energia e reciclagem do lixo. Em outubro, os projetosserãoexpostosemumgrande evento, a Missão Ambiental do INSA.

Na próxima edição: Economia de Energia

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ELÉTRICA, GLOBOS, GRÁFICA

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GESTÃO ESCOLAR, GRÁFICA, INFORMÁTICA, LABORATÓRIO

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LOUSAS, PINTURA, REVESTIMENTO

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MAPAS, Mテ天EIS, PASSEIOS

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Pais e alunos assumem eventos mais festivos

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DICAS: FORMATURAS

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fim dos ciclos escolares é marcado por celebrações, colação de grau, apresentações artísticas, bailes de formatura, baladas e viagens e mobiliza, durantetodoano,umaparceriasaudável entreasescolas,osalunoseseusfamiliares. Cada instituição tem a sua maneira de trabalhar, mas a tendência é que os eventos mais festivos fiquem por conta dos pais e estudantes. “O importante é queasescolasnosdeemaoportunidade de manifestarmos a nossa vontade”, afirmaFernandaAton,mãedetrêsalunos da Escola Internacional de Alphaville. Fernanda integra as comissões de formaturade2009doKids5(equivalente à pré-escola) e do Teens (9º ano). “Há três anos fiz parte da comissão de formatura de um outro filho, do High (3º ano do Ensino Médio). A escola somente promoveria a colação de grau, masqueríamosumafesta.Organizamos o baile num formato que contemplou as expectativas dos pais e alunos, com espaçospararestaurante,teatroeboate com DJ”, relata Fernanda. Neste ano, as comissõesdoTeensedoHighoptarampor um coquetel e viagens. A Escola Internacional de Alphaville ajudou a formar a primeira comissão, há trêsanos,masagora“elasestãoassumindo tudo, a programação, o levantamento de custos e o rateio”, diz Fernanda. “Este é um momento muito importante na vidadascriançasedosadolescentes,eles estão subindo mais um degrau e se não fordojeitoqueasfamíliassonham,sobra frustração”, complementa. Para evitar atropelos, Fernanda sugere às escolas chama­remospaisjánofinaldoanoante­ rioraodaformatura.Depois,identificadas asexpectativasedefinidaaprogramação, ospaiscorrematrásdaexecução,muitas vezescontratandoempresasparagarantir a infraestrutura do evento (som, áudio, decoração, buffet, etc.). NoColégioHumboldt,localizadoem Interlagos, zona Sul de São Paulo, pais e alunos também participam de parte

da organização dos eventos. “São ritos que marcam a passagem de um ciclo para outro”, observa a coordenadora do Ensino Médio, Dorotéia Bratz. As atividadesacontecemnopróprioteatro da instituição, tanto para o 9º ano quantoparaoEnsinoMédio.Noprimeiro caso, a programação é um pouco mais solta, mas no Ensino Médio há uma cerimônia formal, com entrega de certificado,procedidaporumcoquetel, este sim, organizado e contratado por paisealunos.Estesassumemtambéma realizaçãodoseventosextra-escolares, como bailes e viagens. A diferença, observaDorotéia,équenoEnsinoMédio os alunos têm mais autonomia para definir a programação. “Mas é sempre importante que os pais acompanhem tudo para evitar contratempos”, recomenda. Como, por exemplo, os produtoseserviçoscontratadosjuntoàs empresas,bemcomoasuanecessidade e o tamanho da conta final. Já no Colégio Franciscano Nossa Senhora Aparecida (Consa), localizado em Moema, o fim dos ciclos é precedido por uma série de eventos programadosaolongodoano,emdatas comemorativas, como a Páscoa e o Dia dos Pais, ou nos sábados culturais da escola,explicaRosemarySpassatempo, orientadora educacional da escola. Ao finaldoano,ocolégiopromovemissase aapresentaçãodecoreografias,edeixa paraospaisealunosaresponsabilidade pelasfestaseviagens.Ainstituiçãoatua apenascomointermediárianocontato entre estes e as empresas. Para que os formandos e familiares evitemsurpresasdesagradáveisàsvésperas das festividades, Alexandre da Silva, prestadordeserviçosnaárea,recomenda atençãoaoscontratos.“Todaasegurança doserviçoestánocontratoassinado”,diz, lembrandoqueaidoneidadedasempresas e trabalhos anteriormente realizados devem ser obrigatoriamente conferidos pelos estudantes e familiares.

Na próxima edição: Primeiros Socorros

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PISOS

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Prepare-se para a chegada do inverno

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DICAS: PRODUTOS ANTIALÉRGICOS

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proximidade do período seco colocaospaiseasescolasemalertadian­ tedamaiorincidênciademanifestações alérgicas entre as crianças. Os quadros alérgicos respiratórios, como rinite e asma, são os mais frequentes, afirma a médica Márcia Carvalho Mallozi, professora doutora da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e coordenadora do Ambulatório de Alergia da Pediatria da instituição. A causa principal é a presença de ácaros na poeira, diz, recomendando que se mantenha a limpeza adequada do ambientecomoprincipalmedidapara prevenir ou minimizar o problema. “Énecessáriopassarpanoúmidono piso e móveis diariamente em todos os ambientes”, observa. A dica vale tanto para as escolas quanto para as casas dos estudantes, com a diferença que nas primeiras existe um “fator irritante a mais”,opódegiz.Adiretorapedagógica CamilaRocha,doColégioElviraBrandão, localizado na Chácara Santo Antônio, zona Sul de São Paulo, afirma que as escolas devem providenciar a limpeza diária das carteiras, assentos e pisos das salas de aula para evitar o acúmulo de poeiraedosdemaisagentescausadores das alergias. Na Educação Infantil, os brinquedos são lavados diariamente, diz. O colégio orienta ainda os pais a adquiriremapenasprodutosatóxicosnas listasdemateriaisentreguesaosalunos. No Colégio Santa Maria, localizado no Jardim Marajoara, também zona Sul de São Paulo, as salas de aula estão equipadas de forma a evitar o acúmulo de pó ou a criação de fungos, afirma a assistenteadministrativaDulcedosSantos Pereira,responsávelpelosetordelimpeza. Ospisossãoemborrachadosouvinílicose ascarteirasdemadeiraforamsubstituídas peloplástico.“Alémdisso,fazemoslimpeza diáriaduasvezes,utilizandoosistemaMop póouúmido.”Osistemadispensaousode vassouras, panos e rodos. “O Mop seco é eletrostático,apoeiraeopapeladeremao

equipamento e não se soltam no ar”, diz. Dulceponderaaindaqueaestruturafísica do colégio, todo térreo, com salas bem arejadasporjanelasgrandes,ecommuita vegetação, ajuda a dissipar a poeira. Diante das alergias respiratórias, o Ministério da Saúde sugere eliminar produtos que acumulem poeira, princi­ palmente tapetes, cortinas, estofados e brinquedos em tecidos. “É importante ainda que o ambiente seja arejado e ensolarado,deformaaevitarnãoapenas a alergia mas quadros virais”, acrescenta a médica Márcia Mallozi, da UNIFESP. Locaisúmidos,porexemplo,predispõem ao crescimento de fungos, afetando as crianças mais sensíveis a eles, observa. MárciaMallozi afirmaqueaincidên­ ciaderiniteeasmaatéseisanosdeidade ébastantefrequente,masqueaprimeira tendeaaumentarnaadolescência.Outros tipos de alergias comuns nessas duas fases da vida são a dermatite atópica e a urticária, mas de frequência bem menor.SegundoaAssociaçãoBrasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), a asmaearinitepodemserprovocadaspor alérgenostransportadospeloar(polens emofos),porpelosdeanimais,alémdos própriosácarosdapoeira.Mastambém por substâncias não alergênicas, como fumaça,produtosquímicos,ozônio,odo­ res fortes e pulverizadores (perfumes e produtos de limpeza). Nesse sentido, a diretora da ASBAI, Ana Paula Castro, médica alergista e imunologista,doutorandapelaFaculdade de Medicina da USP, propõe às escolas evitarprodutosfortesdelimpezaesubsti­ tuirlousasdegizpelosquadrosbrancose cortinasdetecidosporpersianas,limpan­ do-asconstantemente.Mascasoocorram situações de crises alérgicas, a médica da UNIFESP, Márcia Mallozi, diz que seria importantequeasinstituiçõesestivessem preparadas para fazer inalações. Quanto às medicações, devem ser ministrados somenteositensliberadospelospaisnas fichas médicas dos alunos.

Na próxima edição: Sala de Artes

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FIQUE DE OLHO

BRINQUEDOS E PISOS “C

riança que não brinca não é feliz”, costumam sentenciar educadores,psicólogos,familiaresemuitasdaspessoasquemantêm um convívio intenso com a infância e a adolescência. As escolas conhecembemosignificadodabrincadeiraparaascriançasebuscam proporcionarambientesatraentes,segurosesaudáveisparaahora darecreação,comoosindispensáveisplaygroundseoskidplays(os chamados “brinquedões”). O mercado acompanha atento a essas necessidadeseestáaguardandopelasnovidadesdaFeiraNacional deBrinquedosparaincrementarosnegócioscomasinstituiçõesde ensino.OeventoacontecenestemêsdeabrilnoExpoCenterNorte, emSãoPaulo.TambémaExpoParqueseFestas,queocuparáomesmo local no início de maio, apresentará novos produtos ao segmento. “Pretendemos aumentar em 2009 nossa linha de playground, masestamosesperandopeloslançamentosdosfabricantes”,afirma FabianVargasAguileraNeto,proprietáriodaFabianaBrinquedos. Segundooempresário,osacabamentoscomplásticopredominam nomercadoeabrangemumalinhaquevaidesdebrinquedosavulsos (bancos,escorregadores,gangorras,etc.)atégrandespeçascompostas. A própria Fabiana Brinquedos oferece uma grande variedade de brinquedos, “da peça de R$ 0,50 a um playground de R$ 32 mil”, ressaltaFabian.Aempresaestáfocadanestemomentocomalinhade minibrinquedos,muitoprocuradaparaasfestasjuninas,mascomo olhovoltadotambémparaasnovidadesemplayground.Implantada em 1985, a Fabiana começou a atuar no setor de playground há cercadeoitoanos.Ositenscomercializadospelaempresahojesão fabricadoscomumplásticomaisresistente,provenientedoprocesso derotomoldagem.Ograndechamarizdaempresaresidenaspeças avulsas,comoescorregadoresegangorras,masFabiansugereque os produtos compostos apresentam uma melhor relação custobenefício.“Elesapresentamdiferentesacessóriosouatrativosparaas crianças.”AFabianaBrinquedosvendenoatacadoenovarejoetem no atendimento o seu grande diferencial, destaca o empresário.

Na Ligue & Brink também predomina a linha de plástico (PVC/polipropilenoePUE/poliuretano),desdebrinquedosavulsose playgroundscompletosalixeiras,móveisecasinhas.“Atuamoscom quatrograndesfabricantesnacionais,masaLigue&Brinktambém oferece um trabalho diferenciado, com a fabricação própria de camaselásticasepiscinasdebolinhas”,destacaoempresárioEdson CardosodaSilva.“Trabalhamoscomfornecedoresnacionais,defácil acessoereposiçãoecomgarantianaqualidadedeseusprodutos”, pondera. Além de comercializar os brinquedos, a Ligue & Brink realizaainstalaçãoeamanutençãodeplaygroundsepeçasavulsas, assegurando“todaaassistênciapós-venda”.Aempresacomercializa, inclusive,gramasintéticaparaaforraçãodospisos.Edsoncomenta que o grande diferencial da empresa reside “no atendimento e na entregarápida”enafacilidadedepagamentoscomtodososcartões de crédito, incluindo o do BNDES. Para conhecer o diversificado catálogodeprodutosdaempresa,osclientespodemacessarasua página eletrônica na internet. Também a Toy Play exibe em seu endereço eletrônico uma grande variedade de produtos na área do lazer e recreação. A empresaexistehácercadeumano,masherdoutodooknow-how adquirido por sua proprietária, Aparecida Donizeti da Silva, em 25 anos de trabalho no mercado. A Toy Play é a segunda empresa de Aparecida;comaprimeira,elaatuavanoatacadohavianoveanos, além de trabalhar no gerenciamento de negócios de terceiros. “Criamos a Toy Play para atingir o consumidor final. Além dos brinquedos, trabalhamos muito com livro infantil e pedagógico”, diz.Entreositensdalinhaplaygroundedemaisbrinquedosvoltados à recreação em área externa, a empresária destaca o túnel lúdico emformatodevaquinha.“Éumprodutodiferenciado,emplástico, comcercade1,60 metrodecomprimentoequepoucasempresas oferecem”,garante.SegundoAparecida,aempresaprocuraestreitar o seu relacionamento com o cliente realizando entregas rápidas,

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Diversidade dos produtos garante a recreação

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FIQUE DE OLHO

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assistênciatécnicaenegociandodiferentesformasdepagamento. A Fantasy Play oferece às escolas uma linha ampla de brinquedos, do playground a peças avulsas, como gangorras, casinhas,escorregadores,giragira,piscinasdebolinhas,tanquede areia, túneis, etc. A empresa fornece ainda grama sintética, pisos emborrachados e brinquedos infláveis, como o tobogã e o balão pula pula. Criada há cinco anos, a empresa lançou-se há dois na importaçãodeprodutosnorte-americanos,comoaCasinhaCidade LittleTikes.Oprodutoagrega,emcadaumadesuasquatroparedes, equipamentostípicosdeescolinha(mesaeportaabreefecha),corpo de bombeiros (sinos), esportes (cesta de basquete, bola, gol, etc.), postodegasolina,mercadoecaixaeletrônico.“Esteéonossogrande diferencialhoje”,observaoempresárioRicardoAlvite,destacandoque osimportadosapresentamumavariedadedetemasepossibilidades de interação para as crianças sem similares no mercado nacional. Para os próximos meses, a empresa aguarda a chegada da Casinha Piquenique, do mesmo fabricante. A Traquinagem, dirigida pelos sócios Alexandre Vargas e Jair Peixoto, é outra empresa do segmento que oferece brinquedos em plástico nacionais e importados. “Trabalhamos com as marcas importadas Step 2 e Little Tikes, inclusive dispondo de reposição depeças”,afirmaAlexandre.Alémdasegurançaparaascrianças,o sóciodaTraquinagemacreditaqueobrinquedodeplásticooferece maiorespossibilidadesparaaescolagradativamenteincrementarseu playground.“Geralmenteaescolaacabadepagarumbrinquedoejá começaaampliarseuplaygroundcomoutrasopções”,diz.Alexandre afirma que um playground básico pode começar com a aquisição de um playground (o que mais vende na Traquinagem é o modelo Big Mundi, mas tudo depende, esclarece, do espaço disponível na escola), uma casinha e um balanço (com estrutura de ferro com pintura antiferrugem e cadeirinhas de plástico). A Traquinagem dispõedeumshow-roomnobairrodaSaúde,emSãoPaulo,ondea escolapodevisualizarváriaspeças.“Naexposição,odiretordaescola podetermelhornoçãodotamanhodobrinquedo”,diz.Aempresa comercializatambémmesasdepingue-pongueepebolim,entrega em todo o Brasil e tem como diferencial na forma de pagamento a opção de boleto bancário em três vezes sem juros. ParaDanilaOliveira,sóciadaDedoBrinquedo,hácincoanosno setor,umdospontospositivosdosbrinquedosdeplásticoéoferecer múltiplasatividadesemumsóproduto.“Osbrinquedospodemser usados por crianças de várias idades. A partir de dois anos e meio o alunojápodeusufruirdoplayground.Alémdisso,todososbrinquedos de plástico que revendemos têm a certificação do Inmetro, são seguros, não possuem quinas nem parafusos aparentes”, explica. “VendemosparatodooBrasil,osbrinquedosvãoacompanhadosde manual e a escola mesmo pode montá-los”, diz, completando que aDedoBrinquedodámanutenção,trabalhandocomreposiçãode peças.Aempresatambémfabricapiscinasdebolinhas,inclusiveno tamanhobaby,emódulosdeespuma,produzidoscomestruturade madeira,forradosdeespumadealtadensidadeerevestidosdebagun. “Osmódulosestimulamvisualmenteospequenosedesenvolvem a motricidade”, define. Danila comenta que também faz projetos personalizados para escolas, inclusive forrando as paredes da sala comespumaebagun,tornandooespaçoespecíficoparaosbebês.

Hánoveanosnomercadodequadrasesportivas,aJ&VEsportes atuaagoratambémnosegmentodeplaygrounds.ParaVilmarBarbosa deOliveira,diretordaempresa,osclientestêmpreferidosubstituiros brinquedosdeferroedemadeirapelosdeplástico.“Oclienteprocura o que há de mais seguro para a criança. Como já dispúnhamos da parte esportiva, agora oferecemos também brinquedos para playground em plástico”, diz. A J&V também trabalha com grama sintética em diversas espessuras e com piso emborrachado.

Entre os fabricantes, linhas exclusivas O mercado de playground para as escolas é a grande aposta da Paladini Brinquedos para 2009. Com três anos de existência, a empresa foi criada por Levi Paladini, que atua já há oito em vendas na área. “Nosso foco é o brinquedão (kid play), mas neste ano queremosentrarfortenalinhadeplayground”,afirma,destacando queaPaladiniacabadeinstalarumdeseusmodelosemumaescola de primeira linha na região dos Jardins, em São Paulo. A empresa apresentaráseusprodutosnaExpoParqueseFeiras,entreosdias5 e 8 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Os playgrounds são fabricados em diferentes tamanhos e modelos, com estrutura de madeira ou ferro e acabamento em plástico. Segundo ele, as peças estão “aptas para o uso de deficientes físicos”, pois a rampa de acesso é mais larga e está dotada de alças. Já o kid play, que também atende às necessidades de recreação da área externa das escolas,podeserdimensionadoconformeaáreadisponível.“Éum brinquedo que interage muito com a criança”, diz Levi. A Paladini fabricaecomercializaaindaprodutosmecânicoseeletrônicospara buffets infantis e realiza a manutenção ou reforma dos kid plays. Já a Speed Kids é fabricante de playgrounds que atendem crianças de 2 a 12 anos. A empresa disponibiliza três linhas de brinquedos, a Superplay, a Popplay e a Ecoplay, todas com atividades que desenvolvem o lado lúdico e motor da criança, alémdasocialização.ConformeMárioEduardoAbissamra,diretor comercial,aSpeedKidsprojetaplaygroundsexclusivosparaaárea eoorçamentodecadacliente,jáqueosbrinquedossãototalmente modulares.Elecomplementaqueosbrinquedossãoprópriospara áreas externas. “Nosso polietileno já vem com protetores anti-UV, o que permite a exposição ao sol e chuva sem perder a cor e a qualidade”,garante.Aspeçasmetálicassãopreparadascomfundo primer epóxi e tinta esmalte super-resistente. Já a linha Ecoplay é deeucaliptoreflorestado,comtratamentoantifungosrevestidocom tintaespecialantiUV.“Todososbrinquedossãoprojetadosdentro denormasinternacionaisdesegurança,dandotranqüilidadetanto aospaiscomoaosestabelecimentosquepossuemnossoproduto”, diz.Aempresaétotalmentenacionaleofereceàsescolascondições especias de pagamento, inclusive através do cartão BNDES. Emparceriacomnovosfornecedores,aKatatauestáfabricando playgrounds de ferro, madeira e tronco sob medida. “Procuramos atenderarealnecessidadedosnossosclientes.Qualquerquesejao formatoeoespaçonósrealizamosoprojeto”,atestaDavidFerreira Afonso,sóciodaempresa.Umdosmodelosdisponíveiséachamada brinquedolândia, um grande playground em madeira garapeira aparelhada que reúne 14 atividades num só brinquedo. O menor


modelo necessita de um espaço de quatro por cinco metros para sua instalação, informa David. “A madeira é tratada contra cupim e umidade, as correntes são galvanizadas, o brinquedo recebe pintura com esmalte atóxico de alta qualidade e os assoalhos dos escorregadores são envernizados”, informa. A Katatau também revendebrinquedosdeplástico,detriciclosagrandesplaygrounds, alémdepisoemEVAparaáreasinternas,areiacolorida(vendidaem sacos de 20 quilos e tratada contra raios UV) e grama sintética. A empresa está disponibilizando ainda um novo formato de piso de borracharecicladocommaiorabsorçãodeimpacto.SegundoDavid, o materialpodeserinstaladoemáreainternaeexterna.“Opisoéde borrachagranulada,amorteceimpactocausadopelasquedasenão levanta as pontas por ser chanfrado e auto-travante. A borracha é maciaeatóxica,opisoédeextremadurabilidadeeacorindepende do preço”, completa. Outrofabricantequeatuadiretamentenomercadodeescolas éaFibrasmil,que apresentapeçasavulsasbastantediferenciadas, com estrutura e acabamento em fibra de vidro. “Entramos como novidade neste mercado, oferecendo brinquedos que os outros não têm”, afirma Carolina Freitas Silva Roberto, sócia da empresa. A Fibrasmil deriva de outra indústria de produtos em fibra de vidro, idealizada por Vando Balduino Silva, pai de Carolina, há cerca de 18 anos. Em 2006, a família resolveu apostar também nosegmentodebrinquedosparaparques,buffets,condomíniose escolas,entreoutros.Carolinadestacaqueafibradevidroconfere boadurabilidadeaessetipodeproduto,“porquenãodanificacom batidas e é resistente à chuva e ao sol”. Para as escolas, a empresa disponibiliza seis modelos de peças de girar, com formatos em trator, carro-moto, xícara e nave, além de escorregadores e tobogãs. “Eles têm acabamento em pintura automotiva e verniz”, observa. A principal novidade é o basketoy, desenvolvidoepatenteadopelaprópriaempresa.“Obrinquedoé educativo,ascriançastêmqueassociarnúmerosecoresparamover uma bolinha”, relata. Fabricado com fibra, madeira e cúpula de acrílico,obasketoychegouaomercadoem2008emdoismodelos, um deles permitindo a brincadeira por até quatro crianças.

Variedade também em pisos No setor de pisos para playground, o mercado apresenta produtos bastante diferenciados, entre eles a grama sintética, os emborrachados,acrílicoseumalinhaecológicaproduzidaapartirda reciclagemdaborracha,principalmentedospneus.AJRTecnologia em Superfícies comercializa, por exemplo, revestimentos emborrachados, em poliuretano e sintético (acrílico). De maneira geral,aempresatrabalha“compisosesportivos,recreativos,sociais e linhas de produtos e serviços de impermeabilização”, afirma o empresárioMarcosMündel. Paraas escolas,aJR oferecemateriais própriosàsáreasinternaseexternas,“osquaissediferenciampela texturaetipodeacabamento”.“Tambémtemospisosrecreativos comamortecimentodeimpactoeemborrachados.”,complementa. Segundo o engenheiro da empresa, Arion Nady Scheer, o piso emborrachado pode ser aplicado em área externa, desde que o

contrapisorecebaumprocessodeimpermeabilização.Hátambém ospisossintéticos(acrílicos),antiderrapantes,maisindicadospara áreasmaiores,queapresentemumidadeporpressãonegativa.Diante dasdiferentespossibilidadesapresentadasàsescolas,aJRprocura dar um atendimento personalizado, “buscar a melhor solução para o cliente, considerando um custo e benefício compatível”, diz o empresário Marcos Mündel. “Deparamo-nos com muitos erros e falhas no mercado por mero desconhecimento dos profissionais que atuam nas especificações.” Nesse sentido, a JR acredita que boas soluções possam ser encontradas quando se estabelece um diálogo entre os projetistas, os educadores e as empresas. Para 2009, a empresa diz que está atenta às novidades, atuando e estabelecendo parcerias com grandes fabricantes, “o que ampliará e complementará nossa linha de produtos”, ressalta Mündel. E por falar em novidades, a Aubicon trouxe ao Brasil em 2006 umamodalidadediferenteemmantasacústicase,posteriormente, em2008,empisoscomelevadograudeamortecimento,produzidos pormeiodareciclagemdaborracha.“Começamosimportandoeste produto da Europa e diante de sua aceitação muito positiva na Feicondoanopassado,resolvemoscomprarumafábricaemontála no Brasil”, diz Alberto Safra, administrador de empresas e um dos sócios da Aubicon. A fábrica entrou em operação no final de 2008ejánaFeicon(FeiraInternacionaldaIndústriadeConstrução) de 2009, realizada no mês passado no Anhembi, em São Paulo, a empresa mostrou os produtos desenvolvidos no país. “Produzimos um piso amortecedor de impacto, que segue toda a normativa de segurança dos países europeus. Além disso, é um material antiderrapante, de aplicação muito fácil, pois dispensa mão-de-obra especializada, permeável e de fácil manutenção”, descreve o empresário. Denominado piso ecológico Impactsoft, o produto é fabricado em forma de placas (em três tamanhos), que são assentadas sem a necessidade do uso de rejuntes, argamassas ou colas. Elas podem ainda ser removidas sem sofrerem danos e aplicadas no revestimento de outro local. Há três tipos de espessuras, uma delas apropriada para a área de playground. “A placa tem 40 milímetros de altura e possui gomos que permitem a passagem de água e conferem maior amortecimento”, observa Alberto. Segundo o empresário, no caso dos playgrounds, o principal diferencial do piso é a segurança que propicia às crianças, bem como seu perfil ecológico, pois aproveita a borracha dos pneus. O Impactsoft pode ser empregado ainda no revestimento de academias de ginástica e áreas de circulação e recreação. Ele é oferecido em quatro cores (dois tons de verde, terracota e preto), com garantia de dois anos para a coloração. Entre os diversos tipos de pisos para playgrounds, a grama sintética tem público garantido. Denise Branchini, gerente comercial do Grupo Placar, há 10 anos no mercado, afirma que o produto tem grande aceitação entre escolas, devido à altíssima qualidadeedurabilidade.“Umadenossasmaiorespreocupações é a segurança e a comodidade para as crianças e nesse sentido a grama sintética é o piso mais indicado”, garante. Uma novidade da empresa é a grama de 22mm bicolor, muito utilizada em

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quadrinhasinfantis,playground,paisagismoouquadrasesportivas. Há gramas com outras espessuras – 8mm, 12mm e até 63mm -, todas com proteção antibactericida, proteção contra raios UVA e UVB. Além disso, não empoçam água e não desbotam. “A grama é produzida em polietileno e muito simples de ser limpa. Pode ser varrida, aspirada ou simplesmente passar um pano úmido ou lavar”,contaagerente.Agramaécoladacomcoladecontato.Mas, conforme Denise, há clientes que preferem deixá-la solta, apenas presa com fita dupla face. “Nesses casos, é possível retirar a grama ebate-lacomoumtapete,paraalimpeza”, informa,completando que o Grupo Placar dá garantia de três anos nos seus produtos, prestando total assessoria ao cliente e oferecendo ótimas formas de pagamento. Também a Greenland Play aposta na grama sintética como uma boa opção para os playgrounds. “Ela ainda é a preferida entre ospisosdeproteçãoparaplaygrounds”, afirmaJeffersonOliveira, diretor comercial da empresa. Além da grama verde, a Greenland

Playdisponibilizaopisoemoutrascores,comoamarela,vermelha, preta, azul e branca. Jefferson, porém, adverte as escolas para que tenham cuidado ao comprar grama sintética. “Quem já não ouviu falar de crianças, e até mesmo adultos, que se queimam e arranham em quedas na grama sintética? O problema é que muitos produtos existentes no mercado hoje são fabricados em polipropileno,materialmaisbaratoemuitoinferioraopolietileno. É exatamente o fio em polipropileno que causa desconfortos aos usuários, além de desgastar em um período muito curto de uso”, justifica. Segundo o diretor da empresa, a grama da Greenland é produzida com a mais alta tecnologia, com fio 100% polietileno virgem.“Buscamosquenossosclientestenhamumagramamuito mais confortável, durável e bonita”, diz. A empresa também oferece pisos de borracha da linha Green Rubber, material com 20 anosdegarantiacontradefeitosdefabricação.Opisoéproduzido em borracha reciclada, no formato de 50 por 50 cm nas cores terracota, preto e verde.

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SERVIÇO

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AUBICON 11-3825-0998/3662-0289 www.aubicon.com.br aubicon@aubicon.com.br

GREENLAND PLAY 11-2093-7075/2093-9505 www.greenlandplay.com.br propostas@greenlandplay.com.br

LIGUE & BRINK 11-2743-2589 www.ligueebrink.com.br contato@ligueebrink.com.br

DEDO BRINQUEDO 11-2784-0848/2784-4384 www.dedobrinquedo.com.br vendas@dedobrinquedo.com.br

GRUPO PLACAR 11-4033-9999 www.grupoplacar.com.br grupoplacar@grupoplacar.com.br

PALADINI BRINQUEDOS 11-5073-3841 www.paladinibrinquedos.com.br paladinibrinquedos@gmail.com

FABIANA BRINQUEDOS JR TECNOLOGIA EM SUPERFÍCIES 11-3311-0540 11-5093-0030 www.fabianabrinquedos.com.br www.jrcor.com.br fabianabrinquedos@fabianabrinquedos.com.br jr.revest@jrcor.com.br

SPEED KIDS 0800-709-9888 www.speedkids.com.br comercial@speedkids.com.br

FANTASY PLAY 11-2601-7525/2601-9902 www.fantasyplay.com.br contato@fantasyplay.com.br

J&V ESPORTES 11-2946-5686/2946-5553 www.jvesportes.com.br jvesportes@jvesportes.com.br

TOY PLAY 11-2051-7966/2057-1365 www.toyplay.com.br atendimento@toyplay.com.br

FIBRASMIL 11-4704-1800 www.fibrasmil.com.br fibrasmil@uol.com.br

KATATAU 11-2296-0037 www.katatau.com.br vendas@katatau.com.br

TRAQUINAGEM 11-3807-7000/5072-6546 www.traquinagembrinquedos.com.br traquinagem@traquinagembrinquedos.com.br


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PLAYGROUND

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PLAYGROUND

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QUADRAS, RADIO COMUNICAÇÃO, SISTEMA DE GESTÃO, SISTEMA DE SEGURANÇA, SERRALHERIA, TELA

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TOLDOS

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