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Revista Direcional Escolas Edição 46 – Março/2009

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EDITORIAL DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida EDITORA Luiza Oliva PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral TIRAGEM 20.000 exemplares JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br REPÓRTER Rosali Figueiredo CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais DIREÇÃO DE ARTE Thais Moro ASSISTENTE DE ARTE Bruno Moreira Débora Galvão Gabriela Maciel Hugo Leonardo Paulo Toledo CONTATOS PUBLICITÁRIOS Amilton Araujo Denise Ferreira Silvana Tesser ATENDIMENTO AO CLIENTE João Marconi Juliana Jordão IMPRESSÃO Prol Gráfica Conheça também a Direcional Condomínios www.direcionalcondominios.com.br Filiada à

Tiragem auditada por

Caro leitor, A preservação ambiental é tema que não pode estar de fora das escolas. Uma das atividades que pode ensinar aos alunos diversos conceitos importantes é reciclar papel. Em uma oficina de reciclagem de papel desenvolvemos conceitos como a importância da redução, da reutilização e da reciclagem de materiais que normalmentedestinamosparaolixo.Trabalhandocomascrianças,conseguimos um efeito dominó: o que eles aprendem, levam para casa e começam a mudar a cabeça de suas famílias. Os pais passam a destinar materiais para a coleta seletiva, diminuindo o volume de lixo que vai para os lixões das cidades. Bom para o meio ambiente, bom para as famílias. Promover a educação ambiental é ir além de simplesmente ensinar a reciclar materiais. Como diz o documento Carta da Terra, citado no artigo Educar para e pelacidadaniadesdeainfância,deÂngelaAntunes,JuliaTomchinskyeFrancisca Pini, publicado na revista Direcional Educador de fevereiro de 2009: “A Carta da Terra é uma declaração de princípios fundamentais para a construção de uma sociedadeglobalnoséculoXXI,quesejajusta,sustentávelepacífica.Odocumento procurainspiraremtodosospovosumnovosentidodeinterdependênciaglobal e de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da família humana e do mundo em geral. É uma expressão de esperança e um chamado a contribuir para a criação de uma sociedade global num contexto crítico na História. A visão ética inclusiva do documento reconhece que a proteção ambiental, os direitos humanos, o desenvolvimento humano eqüitativo e a paz são interdependentes e inseparáveis. Isto fornece uma nova base de pensamento sobre estes temas e a forma de abordá-los. O resultado é um conceito novo e mais amplo sobre o que constituiumacomunidadesustentáveleoprópriodesenvolvimentosustentável”. (Leia mais em www.cartadaterrabrasil.org) Que tal começar pela sua escola? Oriente seus alunos a economizarem água eenergiaelétrica,organizeumahorta,promovaacoletaseletiva,criebrinquedos com sucata. Certamente estaremos educando cidadãos mais responsáveis, conscientes de sua importância para a preservação do meio ambiente. A equipe de Direcional Escolas deseja a todos boa leitura e bom trabalho. Nos vemos na próxima edição! Um abraço,

Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Luiza Oliva Editora

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Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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SUMÁRIO

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DICAS

DICAS

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Arte e criatividade na formação cidadã

Robótica Pedagógica

Berçários-Treinamento

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FIQUE DE OLHO Brindes & Recordações

DICAS

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ÍNDICE

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Acessórios – 06, 07, 08, 09 Agenda – 14, 15 Alambrados – 2ª capa, 32 Alarmes –30, 31 Assessoria Contábil – 08 Artigos Esportivos - 17 Auditório – 10 Bebedouros – 07, 10 Brindes – 10, 11, 14 Brinquedos Educativos – 14, 15 Carteira Escolar - 6 Circo - 33 Circuito Fechado de TV – 30, 31 Coberturas – 32 Coleta Seletiva de Lixo – 06, 07, 08, 09 Comunicação Visual – 06, 32 Controle de Acesso – 30, 31 Crachá - 6 Feira – 3ª capa Filtro – 07, 10 Fotografia – 14 Gerador - 16 Gráfica – 14, 15 Grama Sintética –22, 24, 26, 27, 29 Impressos Escolares - 5 Informática – 16

Laboratório – 16, 21 Lavadoras de Alta Pressão – 06, 07, 08, 09 Lousa –19 Manutenção Predial - 14 Mapas – 20, 22 Material de Limpeza – 06, 07, 08, 09 Microscópios – 16, 21 Microcomputador – 16 Modelos Anatômicos – 16, 21 Móveis – 05, 20, 4ª capa Pisos – 1ª capa, 22, 28 Pinturas Especiais - 22 Playgrounds – 2ª capa, 23, 24, 26, 27, 29 Produtos e Equipamentos para Limpeza –06, 07, 08, 09 Quadras – 2ª capa, 32 Quadros – 19 Radiocomunicação - 30 Redes de Proteção – 2ª capa, 29, 32 Serralheria – 30 Sinalização - 27 Sistema de Gestão – 29 Sistemas de Segurança – 30, 31 Tapetes – 06, 07, 08, 09 Toldos – 32 Ventilador – 06


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ACESSร RIOS, CARTEIRA ESCOLAR

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ACESSÓRIOS, ASSESSORIA CONTÁBIL

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AUDITร RIO, BEBEDOURO, BRINDES

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FIQUE DE OLHO

Diversificação confere boas opções pedagógicas e promocionais às escolas.

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s kits promocionais que as escolas costumam oferecer aos alunos em épocas de matrícula ou eventos (como dia das mães,feirasculturaisetc.)podemtambémdesempenharuma função pedagógica junto aos alunos e familiares. Diante, por exemplo,deumacanecaproduzidaemhomenagemàsmães,é possíveltrabalharaautoestimaeacriatividadedosestudantes, pormeiodeexpressõesartísticaspróprias,impressasnoproduto. Tambémpodemseraplicadosconceitosligadosàpreservação ambiental,comoareciclagem,poisasempresasespecializadas na área estão cada vez mais diversificadas e voltadas a atender às necessidades das escolas. “Procuramosdesenvolverprodutosquetragamalgumtipo de criação artística do aluno, pois isso dá muito mais prazer a ele”, afirma Sylmara Pattos Luongo Reis, gerente de vendas e sóciaproprietáriadaEloBrindesLtda.“Eletemplenarealização de ver seu trabalho exposto”, prossegue Sylmara. A Elo Brindes trabalha com um amplo portifólio de itens promocionaiseescolares,eestánomercadodesde1995coma propostadiferenciadadeexporascriaçõesdosalunos.“Fomos precursores nisso, começamos produzindo camisetas dentro desta concepção”, relata. “Não há forma mais clara de expor umpensamentoeumsentimentoquepelodesenho”,completa. Antes de abrir a empresa, Sylmara foi professora do Ensino Fundamental I durante 12 anos. Comocrescimentodaempresa,aEloBrindestornou-seúnica no know-how de gravação das imagens em itens como porta CDs e calculadoras. “Temos exclusividade no uso de algumas ferramentasparagravaçãoeadaptaçãododesenho”,diz.Além da tradicional camiseta, a empresa oferece possibilidades de fixação de imagens em relógios de parede, canetas, canecas, chaveiros, bottons, aventais, squeezes, etc. As oportunidades de interação do aluno envolvem ainda outros tipos de produtos, como os protetores solares para automóveis.“Nestetipodepeça,aoladodalogomarcadaescola, deixamos um espaço em branco para o estudante desenhar”, observa. “O resultado para a instituição é muito bom, porque alémdafixaçãodaidéiaoudoeventoqueestápromovendo,ela ganha essa participação.” Em 2009, a Elo Brindes está lançando produtos ecológicos, principalmente aqueles derivados das embalagens plásticas PET. “A novidade é o material reciclado (PET, papel e raspas demadeira),queutilizaremosemcamisetas,sacolas,agendas, blocos de anotações, canetas e outros”, anuncia Sylmara. Know-how em confecção – No mercado de brindes e produtospromocionais,asempresasestabelecemdiferenciais bem nítidos, proporcionando muitas opções às escolas. No caso da Ori Oba, o foco adotado é o da confecção própria de uma série de itens, como sacolas, mochilas, bolsas esportivas, térmicas, pochetes, necessáire, bonés, estojos, lancheiras, etc. “O know-how é essencial em tudo”, defende Mário Alves de Oliveira, que criou a empresa em 1987 em parceria com a mãe. Sãomaisde20anosdeexperiênciacommodelagemecostura,

Stockxpert

BRINDES & RECORDAÇÕES em uma linha de produção que envolve toda a família e atende agrandesclientes,comouniversidadeseomundocorporativo. Entre as escolas, a empresa está atuando desde 2004 e apresenta como principal chamariz uma peça promocional a R$ 1 a unidade (um estojo). “Com este tipo de produto, a instituição atinge diretamente seu público”, observa, destacando que o brinde torna-se uma propaganda barata se comparada a outros tipos de mídia. “É uma comunicação direta, que chama mais a atenção.” Com tamanha experiência em confecção própria, especialmente de sacolas, mochilas e necessáire, a Ori Oba está ampliando sua penetração geográfica, expandindo os limites do mercado para além de SãoPaulo.“Esteéummercadoseguro,debaixorisco”,pondera Mário Alves, otimista com os novos passos da empresa, a qual carrega em seu nome a simbologia da liderança. Ori Oba, no idioma ioruba, falado na Nigéria, significa “cabeça de rei”. Itens exclusivamente ecológicos – Outra vertente muito valorizada pelas escolas é o tema da preservação. A Eco Side trabalha nesta linha desde sua criação, em 2005. A empresa desenvolveprodutosapenascommateriaisreciclados,afirmao diretor comercial Sérgio Luiz Gallo. “O nosso forte é a linha de papelaria,quefoicriadaparaproduzircadernos,blocos,agendas e pastas, sempre com material reciclado”, diz. Mas atento às opções de reaproveitamento de outros tipos de embalagens, a Eco Side acabou desenvolvendo produtos à base de fio PET (camisetas e sacolas), de caixas de leite longa vida e tubo de pasta de dente (canetas, réguas, capas de caderno e agenda, etc.), além de MDF, uma espécie de compensado de madeira feitocomserragemprensadaeresina(caixasdebaralho,portas CD, sacola, etc.). Atualmente, a linha de papel responde por até 60% de sua produção,seguidapelatêxtil(30%),afirmaodiretor.AEcoSide possuiequipeprópriaparacriaroconceitoeolayoutdoproduto. Juntoàsescolas,aempresaatuacomprodutospersonalizados, como no caso das agendas, fabricadas conforme cada etapa de desenvolvimento do ciclo escolar. Entretanto a sua grande novidade é o projeto educativo Salada de Papel. Em uma folha fabricada com a fibra da cana-de-açúcar, são adicionadas sementesdiversas(derúcula,cebolinhaeflores,porexemplo). O kit comercializado pela empresa inclui, além da folha de papel com as sementes, um vaso de plástico reciclado, uma porçãodeterravegetaleoutradeargilaexpandida,alémdeum blistercominstruções.Estaéumamaneira,segundoSérgioLuiz, deproporcionarocontatodascriançascomprodutosreciclados, deformanãoapenasacriarumaconsciênciaambiental,masde conseguirreverterissoematitudesconcretas.Odiretorcomercial observa que os estudantes têm hoje muita informação sobre a problemáticaambiental,“masnãolevaramainda,efetivamente, a ação de preservar para dentro de casa”. Dentro desta linha, a Eco Side está oferecendo ainda para asescolasumprogramadepalestrascomoenfoqueambiental. São três séries – “Reciclar é Preciso”, “Nascentes Vivas” e


FIQUE DE OLHO um possa visualizar no papel a imagem que será impressa na recordação. O carro-chefe da empresa está no Pacote Plus, composto por três kits de photocomposite, e que oferece desconto de 20% para compras feitas até 10 dias depois do recebimento das provas. Em2009,aempresaestáoferecendotrêsgrandesnovidades nestesegmento:aproduçãodefotos-livrosimpressosempapel off-setcomfotosdeformaturas; deum“yearbook”contendoo registrodosmelhoresmomentosvividospeloestudanteaolongo do ano que antecede a formatura; e de uma mídia digital (CDROM),tambémcomumaseleçãobemdiversificadadeimagens. SegundoÁlvaroEloy,ospaispoderãoselecionaressesregistros. Para a produção do “year book” e do CD, a School Memory terá umfotógrafoacompanhandoosprincipaiseventosescolares, conformeumaprogramaçãoestabelecidaemconjuntocoma instituição. Segundo Álvaro Eloy, esta é mais uma parceria que beneficia a escola, “pois a School Memory oferece brindes úteis e indispensáveis na rotina escolar, tendo como grande novidade, neste ano, a impressão do ‘year book’ (anuário) para a instituição”. “A empresa irá oferecer apoio técnico e logístico eumprodutofinaldeprimeiraqualidade,incluindocapadurae belíssimo acabamento interno.”

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Direcional Escolas, Março 09

“Do berço ao Berço” – as quais repassam por temas como coleta seletiva, lixo, consumo, mananciais, reflorestamento, corredores ecológicos e o efeito da ação humana sobre o meio ambiente. A empresa é portadora de um selo ambiental concedido em 2008 pela Câmara Municipal de Guarulhos, em reconhecimento pelo seu trabalho com brindes e produtos promocionais à base de materiais reciclados. Opções na área digital - A produção de foto-imagem, atualmente com tecnologia digital, representa outro ramo de produtos promocionais com bastante inserção entre as escolas. Na verdade, Keller Damaso, sócio-proprietário da Mago das Imagens, prefere dizer que o segmento trabalha comrecordações.“Afotografiatrazemoçãoeproporcionaum momento de afetividade entre os estudantes e os familiares”, observa. A empresa desenvolve uma grande diversidade de itens com a impressão de fotos ou desenhos produzidos pelos alunos. A Mago das Imagens foi criada há 9 anos como empresa exclusivadefoto-imagem. Depois,entrounosegmentoescolar no intuito de oferecer um atendimento personalizado ao seu público, “com profissionais preparados, que saibam lidar com as crianças”, destaca. Sobre uma carteira variada de produtos, feitos à base de plástico, tecido ou vidro, a empresa procura conceber produtos que atendam aos mais diferentes tipos de eventos escolares, como as datas comemorativas. Com muita criatividade, a empresa chega a oferecer almofadas,fronhasequebra-cabeçascomasfotosestampadas. “Mas as canecas de porcelana e as camisetas são os campeões devenda”,dizKeller,anunciandoquenesteanoestácomnovas opções.Oempresáriorefere-seàssacolasecológicas(eco-bags), aoschinelos,pantufasecristaisdecorativosqueserãooferecidos paraodiadasmãescomasimagenspersonalizadas.Nocasodas eco-bags,aMagodasImagenspegoucaronanaondaecológica e propõe que as mães as utilizem em substituição às sacolas plásticasdossupermercados.SegundoKeller,ospedidospodem ser feitos via internet, através do portal da empresa. Da cobertura fotográfica à recordação com tecnologia digital - TambémaSchoolMemoryapresentaforteatuaçãono ramoderecordaçãoescolar.Aempresafoipioneiranaprodução de peças fotográficas com imagens em destaque do aluno, acompanhadoporfotosmenoresdoscolegasdeclasse(produto conhecidocomophotocomposite).ÁlvaroEloyGonçalves,sócio proprietário e fotógrafo formado e especializado nos Estados Unidos, afirma que a empresa iniciou suas atividades por meio doregistrodeeventosescolares,principalmenteformaturas.No entanto,comaexpansãodomercadoeasinovaçõestecnológicas, a School Memory pôde desenvolver muitos outros itens, que envolvemdesdeseustrêsprincipaiskits(emphotocomposite) atécapasdecadernos,cartões,canecas,calendários,chaveiros, pratos, etc. A empresa nasceu no Interior do Paraná, em Cornélio Procópio, mas o pioneirismo e a expansão de seus serviços a levaram a abrir uma central em São Paulo. Recentemente, a School Memory lançou-se no e-commerce. Por meio de seu portal na internet, a empresa entra em linha direta com os pais dos alunos, permitindo a eles escolher e adquirir o produto de seuinteresse.Noentanto,esterelacionamentoéacompanhado peloenviodetrêspequenasprovasdasimagensparaquecada

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BRINQUEDOS EDUCATIVOS, FOTOGRAFIA, GRテ:ICA

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BRINQUEDOS EDUCATIVOS, GLOBO, GRテ:ICA

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GERADOR, INFORMÁTICA, LABORATÓRIO

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Arte e criatividade na formação cidadã

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eciclar uma simples folha de papel pode despertar na criança um novo olhar para a vida, tornando-a capaz de fazer diferentes leituras do que acontece ao seu redor e de transformar a sua realidade. De maneirageral,esteéumdosbenefícios que a educação pela arte traz sobre os alunos, afirma Ariane Hecht, professora de Educação Artística e pós-graduada em História da Arte. Mas quando ela vem acompanhada pela reciclagem ou pela reutilização de diversos tipos de materiais, as atividades artísticas podem gerar uma consciência ambiental e social entre as crianças. “Em uma atividade dereciclagemdepapel,porexemplo, a criança passa a associar o papel à celulose, esta à árvore, entendendo quereaproveitarsignificapreservara árvore”, observa a arte-educadora. As oficinas de reciclagem de papel ganham cada vez mais espaço nas escolas, como parte de um processo de conscientização pautado em três “erres”, explica Hecht: a redução (quando uma nova função é dada a um papel já utilizado, como, por exemplo, um bloco de anotações feito com o verso dos panfletos); a reutilização (caixas de medicamentos podem ser trabalhadas e transformadas em brinquedos); e a reciclagem. “Com essa consciência, o alu­ no percebe que reduzindo a quantidade de lixo e preservando matas e florestas, teremos um mundo melhor. E isso repercute em casa”, destaca Ariane Hecht. NaEscolaStanceDual,localizada na região central de São Paulo, as atividades desenvolvidas em sua reciclotecafazempartedeumprojeto

Por Rosali Figueiredo

maior,oAgenda21.SegundoDébora Regina Pires Moreira, coordenadora pedagógica da escola e do projeto, a proposta “é formar um cidadão que saiba atuar com a visão do que seja sustentável, com consciência social, cultural e ambiental”. O Agenda 21 está baseado nas resoluções da ECO 92, encontro ambiental realizado no Rio de Janeiro e que produziu um documento com 21 tipos de ações voltadas à preservação ambiental. A recicloteca de papel do Stance Dual é um dos diferentes programas que a escola desenvolve com esse enfoque. Ela atende aos alunos do EnsinoFundamentalIIcomoatividade extracurricular e recentemente pro­ duziu um cenário de papel reciclado para o teatro de fantoches da escola, além de blocos de anotações, que foramvendidosemumafeiracultural, comrendarevertidaparaumacreche do bairro. O processo da reciclagem é relativamente simples. A arteeducadora Ariane Hecht explica que o papel deve ser todo picado e ficar de molho na água de um dia para o outro. Depois, ele é processado (de preferência em um liquidificador industrial). Para cada medida de papel,sãointroduzidasduasmedidas deágua,explica.Oprocessamentodá origemaumamassa,quedevereceber cola líquida para dar liga. A massa é então distribuída sobre telas, que peneiramapolpadepapel,retirandoo excessodeágua.Opapelficaprensado nesta base e depois de secado sob o sol,podereceberoacabamentofinal, como pinturas e desenhos. Folhas secas também poderão ser utilizadas durante o processo de prensagem para a decoração do material.

Na próxima edição: Brinquedos Educativos

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Ilustração:

Débora Ga

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DICAS/PAPEL RECICLADO

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MAPAS, Mテ天EIS

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FIQUE DE OLHO

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PINTURA, PISO

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DICAS: ROBÓTICA PEDAGÓGICA

O gosto de “aprender fazendo”

Por Rosali Figueiredo

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magine uma aula de Física em que os alunos possam visualizar os movimentossimultâneosdoSol,daTerra e da Lua, tanto de translação quanto de rotação, por meio de um pequeno planetário construído e programado na própria escola. A impressão inicial é a de que esta seja uma situação do futuro, mas a educação tecnológica, e umdeseusprincipaisbraços,arobótica pedagógica, ganham cada vez mais espaço nas instituições de ensino. O conceito chave embutido neste novo tipo de atividade é o “aprender fazendo”, conforme destacam os pro­ fessoresdaárea.“Aeducaçãotecnológica não se restringe a computadores ou celulares,masestáligadaàpossibilidade de criação de produtos e estratégias com vistas a atender às necessidades do homem”, observa Valéria Sitta, psicopedagogaediretorapedagógica da Lego Educacional. A robótica pedagógica diz res­ peito, por sua vez, ao uso articulado da mecânica, da eletrônica e da in­ formática na produção de diferentes tiposdeinstrumentos,comoopróprio planetário,robôs,animais,entreoutros, observa o professor Carlos Henrique Matos dos Santos, do Colégio Global,

localizadonobairrodePerdizes,emSão Paulo.“Utilizamosmateriaisdeencaixe, microprocessadores,quesãoocérebro dorobô, softwaresepeçastecnológicas, como engrenagens, polias, rodas, eixos e alavancas”, completa. A ideia é trabalhar conceitos de outras áreas do conhecimento, como Matemática e Ciências, por exemplo, bem como dar oportunidadeparaoaluno“resolverseu próprioproblema”.“Narobótica,quando precisa de uma chave de fenda, ele constrói a ferramenta”, ressalta. Ainserçãodarobóticanoambiente escolar ocorre de diferentes formas. Em algumas escolas, entra na grade curricular e também em oficinas extracurriculares. Este é o caso do Colégio Global, que a introduziu em 2007, e do Marista Arquidiocesano, da Vila Mariana, também em São Paulo. O Arquidiocesano a desenvolve em atividades extracurriculares há 11 anos e em 2005 a colocou também no currículoobrigatório.Masolaboratório de robótica pode funcionar como apoio para as demais disciplinas, em projetos interdisciplinares associados ao conteúdo das aulas. Esta é outra prática adotada pelo Global e a linha principaldoInstitutoMadreMazzarello,


do bairro Santa Teresinha, zona norte paulistana, que trabalha com robótica desde 2003. Segundo o professor Sérgio Costa, o Instituto emprega robôs produzidos com materiais recicláveis. “Utilizamos interfaces eletrônicas conectadas ao computador e, por meio de um software, podemos controlar os projetos através da programação.” Há também escolas que desenvolvem o projeto de forma extracurricular,comofazdesde1997oColégioGuilhermeDumont Villares, no bairro paulistano do Morumbi, envolvendo as turmas de 5º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio. “No iníciodecadaprojeto, fazemos umaexplanação sobreosseus objetivos, a finalidade do material utilizado e possíveis soluções paraseudesenvolvimento”,relataRafaelGonzalez,coordenadore professor de Informática e Robótica Pedagógica do colégio. OprofessorCarlosHenrique,doGlobal,observaquearobótica propriamentedita(comseuscomponentesmecânico,eletrônico e da informática) costuma ser introduzida a partir do 6º ano do Ensino Fundamental II, e que nas séries iniciais são trabalhados processos de educação tecnológica, utilizando-se mais a parte mecânica e, eventualmente, motores e dispositivos elétricos (no 4º e 5º ano, por exemplo). Muitos colégios adotam uma proposta pedagógica baseada no trabalho em equipe, em que os alunos serevezamnasfunçõesdeorganizador,construtor,programador e líder para o desenvolvimento dos desafios propostos. “É uma forma de desenvolver a sociabilidade, a flexibilidade e o empreendedorismo”, observa Carlos Henrique. Marcus Vinícius de Souza, supervisor do Núcleo de Tecnologia do Colégio Marista Arquidiocesano, destaca o conceito do“aprender fazendo”como um dos pilares centrais da robótica pedagógica. “A metodologia utilizada promove o trabalho em equipe e

favorece a formação de um aluno que saiba pesquisar, criar e solucionar problemas por meio de atividades lúdicas”, afirma. SegundoapsicopedagogaValériaSitta,arobóticapedagógica permite ainda desenvolver o raciocínio lógico, a criatividade, a relação com tecnologias de controle (softwares, sensores e motores),alémdecompetênciasehabilidades.ALegoEducacional atua no Brasil desde 1998 e atinge hoje 1115 escolas públicas e 280 privadas, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, além da Educação de Jovens e Adultos. Outra empresa com boa inserção entre as escolas é a PETe (Planejamento em Educação Tecnológica), criada em 2004 em conjunto com a PNCA Robótica e Eletrônica, no município de São Carlos, interior de São Paulo, com produção inteiramente nacional. Enquanto a PNCA desenvolve a parte tecnológica, a PETe se encarrega do suporte pedagógico. Segundo Jaques Weltman,sócioadministradordasempresas,“apropostaéutilizar a robótica como suporte ao ensino das matérias curriculares, porém para conseguirmos realizar tal tipo de trabalho, iniciamos como curso extracurricular e ao longo do tempo introduzimos a ferramentanaescolainteira”.Segundoele,oskitscomercializados pelas empresas atingem mais de 20 instituições de ensino, além de universidades, grupos como o Positivo e a prefeitura de João Pessoa (Paraíba). Ocustodarobóticapedagógicaparaosalunosvariaconforme a escola. Quando oferecida na grade curricular, o preço está, em geral,inclusonastaxasdemateriais.Nasoficinasextracurriculares são cobradas taxas de inscrição e, em alguns casos, o curso anual costuma ser parcelado pela instituição.

Na próxima edição: Economia de Energia

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Ilustração: Débora Galvão

DICAS: ROBÓTICA PEDAGÓGICA

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PLAYGROUND

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PLAYGROUND, SINALIZAÇÃO

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Qualidade e segurança no cuidado com bebês Por Rosali Figueiredo

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atenção com a alimentação, a higieneeasaúdeéobrigatóriaquando o assunto é o trato com os bebês. Entretanto,cadamomentocomacriança, como a hora da frutinha ou a troca de fraldas,exigeumprofissionalpreparado nãoapenasparaocuidadobásicoemsi, masparaentendersuasparticularidades e trabalhar a estimulação. “O movi­ mento, a brincadeira, a linguagem e o pensamento deverão ser a base educacionaldequalquerplanejamento paraoberçário”,afirmaDivaniAparecida Albuquerque Nunes, pedagoga pósgraduada pela USP. DivanicoordenaatualmenteoGrupo de Apoio Pedagógico da Prefeitura de Taboão da Serra (SP) e irá ministrar no final de março uma oficina prática de berçários no SIEEESP (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado deSãoPaulo).Segundoela,osberçários devem “estabelecer uma rotina com o profissional onde o cuidar e o educar sejam objeto de estudos entre as educadoras”.TambémapsicólogaSilvana Mincovski Ussami, da Escola e Berçário Fazendo Arte, no Jardim da Saúde, defendequeoaspectoeducacionaledo desenvolvimento seja o pano de fundo deste trabalho, o que demanda um treinamentoconstantedosprofissionais. Na verdade, ressalta Silvana, este preparo começa no próprio processo de seleção, que precisa buscar o perfil apropriado para a função. “O educador nãopodeserrígido,deveterflexibilidade, porque a criança é instável, está em formação, portanto, há circunstâncias novas a cada dia.” Por isso, ele deve ser “uma pessoa bem-humorada, alegre, acolhedora,sociável,lúdicaebrincalhona”, diz. Mas, ao mesmo tempo, precisa ser calma e tranqüila. A enfermeira Mary Kazumi Ikeda Monomi, pós-graduada em nível de mestrado na área e gerente de EnfermagemnasUnidadesPediátricase ObstétricasdoHospitalSãoPaulo,lembra

queafaixaetáriaatendidapelosberçários (em geral dos 4 meses de vida a pouco maisdeumano)é“muitodelicada,porque de adaptação da criança”. Em termos de alimentação,porexemplo,éimportante daratençãoàposiçãodecostumedobebê, aosseushorárioshabituais,aogostoeao ritmoalimentaremtermosdedeglutição erespiração.“Éfundamentalainteração do profissional com o bebê, porque cada criança está acostumada com uma maneira de ser alimentada.” Quantoàhigiene,aenfermeiraafirma queocuidadordeveestarpreparadopara realizarmovimentossuavesenãobruscos, “explicandoàcriançaoquevaiacontecer, esperando que se ajeite numa posição confortável,realizandotudodemaneira pausadaeobservando-asempredefrente, atentoàsuacor,àatividade,àrespiração e às suas reações”, explica Mary. Para que a família esteja segura quanto à qualificação dos educadores, a pedagoga Divani Nunes sugere aos pais“solicitaroplanejamentoproposto no ano pelo berçário e observar o desenvolvimentodacriança,bemcomo se o profissional é uma pessoa calma, tranqüilaeatenciosa”. “Obebêtemque ser feliz”, destaca a pedagoga. O SIEEESP recomenda que os profissionaissejamprofessoresformados e com qualificação de berçarista, afirma Marlene Schneider, chefe do DepartamentoPedagógicodoSindicato. Segundo a Deliberação 53/2005 do ConselhoEstadualdeEducação,asescolas deEducaçãoInfantil,nasquaisseincluem os berçários, devem ter profissionais habilitados no Ensino Superior (curso Normal Superior ou Pedagogia), no Magistério ou Curso Normal de nível médio.JáaIndicação04/1999domesmo órgão aconselha às escolas manter um professor responsável para cada seis crianças no máximo, em grupos com faixa etária até um ano. Segundo esta indicação, as escolas podem recorrer a profissionais auxiliares.

Na próxima edição: Produtos Antialérgicos

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DICAS: BERÇÁRIOS - TREINAMENTO


Direcional Escolas, Marテァo 09

PLAYGROUND, QUADRAS, SISTEMA DE GESTテグ

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Direcional Escolas, Março 09

SERRALHERIA, RADIOCOMUNICAÇÃO, SISTEMA DE SEGURANÇA

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Direcional Escolas, Marรงo 09

QUADRAS, TOLDOS

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Revista Direcional Escolas Edição 46 – Março/2009 by Revista Direcional Escolas - Issuu