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Revista Direcional Escolas Edição 41 – Setembro/2008

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EDITORIAL DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores

Caroleitor,

PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral TIRAGEM 20.000 exemplares CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br

Quem trabalha com educação sabe que sem empenho, dedicação e comprometimento não alcançamos bons resultados. Uma cena vista nas últimas Olimpíadas certamente chocou os brasileiros: no pódio, ao receber a medalha de bronze pela seleção brasileira de futebol, Ronaldinho Gaúcho falava no telefone celular. Certamente, para ele aquela medalha pouca ou nada significava e a ligação deveria ser muito mais importante do que o fato de estar do outro lado do planeta representando todos os brasileiros na mais importante competição mundial

DIREÇÃO DE ARTE Thais Moro

esportiva. A seleção masculina de futebol sem dúvida foi uma decepção para os torcedores.

ASSISTENTE DE ARTE Bruno Moreira Débora Galvão Gabriela Maciel Hugo Leonardo Paulo Toledo

Felizmente, pudemos torcer pela seleção feminina de futebol, atletas cheias de garra. Saíram com a prata, porém à custa de muita luta. E o que recebem em troca? Bem menos do que os tão comentados craques milionários. Ronaldinho continua nas manchetes: em sua estréia pelo Milan, no final de agosto, foi aclamado pelos

CONTATOS PUBLICITÁRIOS Amilton Araujo Silvana Tesser

colegas como “extraordinário”, “esplêndido”, “fantástico”. Enquanto isso, as meninas do futebol continuam batalhando por seu espaço. Das Olimpíadas da China, podemos tirar ainda outras lições de determinação,

ATENDIMENTO AO CLIENTE Natália Pincetti João Marconi Juliana Jordão

como a da equipe feminina de vôlei, da atleta Maurren Maggi e do nadador Cesar Cielo, todos medalhistas de ouro representando o Brasil. Gente que se orgulha do que faz, e que não se cansou de esperar pelo resultado. Sempre treinando, dedicados,

IMPRESSÃO Prol Gráfica

enfrentaram suas dificuldades, seja a distância da família ou a mancha de um doping, e chegaram lá! O que dizer a nossos alunos? Qual é a melhor lição: a do craque Ronaldinho, falando no celular, ou dos nossos outros medalhistas e até mesmo de

Conheça também a Direcional Condomínios www.direcionalcondominios.com.br Filiada à

Tiragem auditada por

outros atletas brasileiros, que saíram da China sem medalha mas que se dedicaram ao que se propuseram? Sem dúvida, que nossos alunos se espelhem no exemplo de quem respeita sua nação. De quem estuda, treina, luta. E não se esqueça: temos encontro marcado com nossos leitores na Feira de Educação Saber 2008, que acontece de 18 a 20 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se res­ponsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anun­ciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br

Boa leitura e até lá! Os Diretores Direcional Escolas, Setembro 08

Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.

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SUMÁRIO

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DICAS

DICAS

FIQUE DE OLHO

DICAS

Coleta Seletiva

Sala de Informática

Manutenção Predial

Feira do livro

Direcional Escolas, Setembro 08

ÍNDICE

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Acampamento – 09 Acessórios – 1ª capa, 05, 07, 09, 10, 11, 3ª capa Agenda – 14, 15 Alambrados – 28, 29 Alarmes – 31, 32 Auditório – 11 Bebedouros – 4ª capa Brindes – 11, 12 Brinquedos Educativos – 08, 12 Brinquedos Infláveis - 15 Cantina - 15 Circuito Fechado de TV – 31, 32 Coberturas – 32, 33, 34 Coleta Seletiva de Lixo – 1ª capa, 09, 10 Computador - 13 Comunicação Visual – 34 Controle de Acesso – 31, 32 Data Show - 32 Divisórias – 29 Embalagem – 10 Excursões – 11 Filtro – 4ª capa Forros – 29 Gráfica – 14, 15 Grama – 27, 28, 29 Hidráulica - 19 Informática - 13 Impermeabilização - 19, 25 Laboratório – 16, 19 Lavadoras de Alta Pressão – 1ª capa, 07, 10, 3ª capa Lousa - 21 Manutenção Predial – 19, 23, 25

Mapas – 22, 23 Material de Limpeza – 1ª capa, 05, 08, 10 Medalha - 19 Microscópios – 16, 19 Microcomputador - 13 Modelos Anatômicos – 16, 19 Móveis – 20, 21 Ônibus ( locação ) - 11 Pisos – 2ª capa, 23, 24, 25, 26 Pintura – 23 Persianas - 29 Playgrounds – 27, 28 Produtos e Equipamentos para Limpeza – 1ª capa, 05, 07, 10, 11, 3ª capa Projetores - 32 Quadras – 28, 29 Quadros - 21 Radio Comunicação – 31 Recursos Audiovisuais - 32 Redes de Proteção – 28, 29 Revestimento - 29 Serralheria – 32 Sistema de Gestão – 30 Sistemas de Segurança – 31, 32 Tapetes – 1ª capa, 10 Terceirização de Serviços - 24, 32 Transporte – 11 Troféus - 19 Toldos – 32, 33, 34 Turismo Educacional – 11 Ventilador – 11


DICAS: COLETA SELETIVA

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Coleta seletiva na prática Por Márcia Correia

Direcional Escolas, Setembro 08

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ma folha de papel leva de três a seis meses para se decompor. Para uma latinha de alumínio esse processo pode durar 200 anos e, no caso de uma garrafa de vidro, até milhares de anos. Informações como essas são lembradas comfreqüênciapelosprofessoresemsala de aula. Mas, somente falar pode não trazer tantos resultados quanto colocar a lição em prática. Que tal praticar a coleta seletivadelixo?Aescolapodeseroespaço para dar o pontapé inicial em ações que incentivem o aluno a mudar hábitos e, acima de tudo, levar a mensagem para outros lugares. Na escola Stance Dual, localizada na região central de São Paulo, foi implantado, em 2000, o projeto Agenda 21, no qual uma das campa­nhas per­ manenteséacoletaseletiva.Aidéiatrouxe bonsresultados,conformedestacaDébora ReginaColonezi,coordenadoradoprojeto: “Com a separação do material reciclável, os alunos se mobilizaram na redução e reciclagem do lixo. Hoje, a coleta seletiva ultrapassouosmurosdaescola.Atingimos nãosóosestudantes,masasfamíliasdeles eacomunidade.”DeacordocomDébora, todos os estudantes participam, mas a campanhaficasobresponsabilidadedeum grupodealunosdoEnsinoFundamental, que faz reuniões quinzenais, vai às salas falar com outras crianças e chega até a dar palestras em empresas. Já no Colégio Adventista, unidade Alvorada, na zona sul da capital paulista, os alunos começam desde a pré-escola a seintegrarnosprojetosdecoletaseletivae reciclagem.AprofessoradeCiências,Gediany Rodrigues,comentaqueofatodeosalunos

participaremdoprocessoéfundamental paraoaprendizado:“Primeiro,alertamos em sala de aula sobre os problemas que o ambienteestápassandoporcausadolixo. E aliamos isso à prática para o assunto se fixar com mais facilidade na vida diária.” A Stance Dual deixa os contêineres no pátio, separados por cores e tipo de material. Duas vezes por semana, um caminhãodacooperativadereciclagem AssociaçãoViraLatarecolheosresíduos. No Colégio Adventista, a Organização Não-Governamental Amigos do Meio Ambiente é responsável pela coleta do material.SegundoFabrícioFrança,diretor de operações do Instituto Triângulo, ONGvoltadaaquestõesambientais,essa é a maneira mais fácil de descartar o material. “Não adianta somente separar o lixo, tem de reciclar depois. As ONGs são as melhores alternativas para isso. Além de ajudar pessoas carentes com a geração de renda, essas cooperativas colaboram com o meio ambiente”, explica França. Em São Paulo, as escolas também têm a alternativa de solicitar o serviço à Prefeitura. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Serviços, o colégio deve verificar se a rua já é atendida pelo Programa de Coleta Seletiva. Se não for, a solicitação decontêinerpodeserfeitapelotelefone 156. A coleta será realizada pelas concessionárias,comfreqüênciadeuma a duas vezes por semana, nos períodos diurnos ou noturnos. Mais informações nositewww.limpurb.sp.gov.br.Verifique na Prefeitura de sua cidade se existe coleta seletiva implantada.

Napróxima próximaedição edição:Animação Artigos Esportivos Na de Festas


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ACESSÓRIOS

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ACESSÓRIOS, ACAMPAMENTO, AUDITÓRIO, BRINDES

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BRINDES, BRINQUEDOS EDUCATIVOS

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DICAS: SALA DE INFORMÁTICA

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Entre a lousa e a tela do computador P

esquisar, fazer trabalhos es­ colares, se divertir ou se comunicar. Em frente a um computador pode-se fazer tudo isso e mais um pouco. Por isso, os laboratórios de informática são tão utilizados para complementar o trabalho em sala de aula. O Colégio Montessori SantaTerezinha, localizado no bairro do Jabaquara, em São Paulo, possui cerca de 100 computadores, divididos entre as salas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. A coordenadora de informática do Montessori, Ales­ sandra Molina, explica que as aulas com os computadores são utilizadas por todas as disciplinas. “Trabalhamos sempre com foco em projetos inter e transdisciplinares. O uso da informática é de grande importância para desenvolver a criatividade e habilidades específicas, como nas aulas de robótica”, afirma. Já no Colégio Pueri Domus, o uso dos­ ­com­putadores não se restringe somente à sala de informática. De acordo com Zilda Kessel, consultora do Pueri Domus Escolas Associadas, algumas salas de aulas convencionais já têm computadores instalados.“É importante utilizar a tecnologia articulada ao projeto pedagógico. Isso possibilita aos alunos compreenderastecnologiasnocontexto de sua aprendizagem”, ressalta. Para ela, é fundamental que o educador saiba como lidar com essa nova realidade. “A formação dos professores deve incluir o uso da tecnologia, porque praticamente todososalunosdominamasferramentas. A escola tem o papel de orientar para um bom uso desses meios”, orienta. Não há limitações para uso dos labo­ ratórios. De acordo com o professor faci­litador em Informática Aplicada à

Educação, Josué Geraldo Botura do Carmo, as atividades são diversas: “Podem ser utilizados para jogos educativos, pesquisas na Internet, elaboração de cartazes, edição de textos, slides, planilhas, gráficos, desenhos, filmes, música e muitas outras atividades.” Além disso, ele destaca a melhor forma de organizar a sala: “Recomendo que os laboratórios sejam projetados com os computadores acompanhando as paredes por toda a sala, com as telas voltadas para o interior do local. Dessa forma, há um espaço livre para circular e o professor tem uma visão geral de todos os computadores e pode orientar melhor os usuários.” Uma das opções mais modernas para instalação das salas de informática é a tecnologia “multi-usuário”, em que apenas um computador permite o uso simultâneo de quatro ou sete usuários. O gerente comercial de uma empresa fabricante de tecnologias voltada à área educacional, André Cunha, avalia que o sistema traz muitas vantagens.“Por um baixo custo de investimento, as escolas reduzem os gastos com manutenção e energiaelétrica,porqueéutilizadaapenas umaCPUparacomputadoresdiferentes. Essa plataforma funciona em todos os sistemas operacionais, como Linux, XP, Windows 2003 e dispensa atualizações de hardware e software”, diz. Para fazer a manutenção dos micros, geralmente as escolas contratam uma empresa especializada. O Pueri Domus conta com uma empresa responsável pela infra-estrutura e pela assistência técnica na área de tecnologia. Já o Colégio Montessori SantaTerezinha tem uma equipe de técnicos na escola.

NaNapróxima próximaedição: ediçãoLaboratório Animação de deFestas linguas

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Por Márcia Correia

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GRテ:ICA

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BRINQUEDOS INFLÁVEIS, CANTINA, GRÁFICA

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FIQUE DE OLHO

Manutenção predial: S

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erviços como elétrica, hidráulica e pintura são essenciais emqua­lquerescola.Amanutençãopreventivamereceaindamais atenção,poispodeevitarinúmerosacidentes.Umadasempresasque faz esse tipo de trabalho é a Métodos Daltec. Há quase 10 anos nomercado, aempresacontacommão-de-obraespecializadaem serviçoscomohidráulica,elétrica,manutençãopreventivaecorretiva. Deacordocomogestordeserviços,AlexAlessandrodosSantos,as escolas devem estar atentas a todas essas áreas.“A recomendação é que se faça a manutenção preventiva, pelo menos de seis em seis

meses,poisocustoficabemabaixodacorretivaepodeevitarmuitos problemas.Terumaempresaquetrabalhecomtodosessesserviços é fundamental para ajudar as escolas a evitar acidentes”, afirma. Segundo ele, um problema recorrente nas instituições é a falta de infra-estrutura para ampliação dos prédios:“As escolas planejam aumentar o número de salas de aula e laboratórios, mas não verificamseasinstalaçõeselétricaehidráulicaestãocompatíveis. Porisso,énecessáriosemprefazerumestudodolocalparaanalisar essas questões, que podem fazer toda a diferença.” Muitasvezes,asedificaçõespodemapresentarinfiltrações evazamentosemlajes,coberturas,reservatóriosepiscinas.A ImpersulImpermeabilizaçõestrabalhanesseramodesde 1994,alémderealizarpinturasemfachadasereformas.O proprietáriodaImpersul,LuizCarlosCurvelloMalheiros, explica que a maioria das escolas solicita esse tipo de serviçodepoisqueovazamentocomeça.“Oidealseria quetodasasescolasfizessemaimpermeabilização paraprevenirinfiltrações.Osserviçosmaiscomuns em escolas são impermeabilizações de quadras, lajes de cobertura e piscinas. Para esses casos, utilizamosmantasasfálticas.Geralmente,osserviços sãorealizadosnoperíododeférias”,esclarece.Malheiros aindacomentaquealgunscuidadosdevemsertomados depois da impermeabilização. “Não se pode perfurar a manta,parainstalar,porexemplo,antenasnolocal.Seaescola pretendefazeralgumareformadeveinformaraempresaque fezaimpermeabilizaçãoparaavaliarsedeterminadaáreapode ser perfurada”, acrescenta. OproprietáriodaHidráulicaOceano,AntônioSérgioSilvados Anjos,alertaqueasescolastambémcorremoriscodeterincidentes comentupimentos.“Éimportantefazeramanutençãonasválvulas dasdescargas,desentupirraloseprestaratençãonastorneiraspara evitar vazamentos e desperdício de água”, recomenda. De acordo comAnjos,outropontoimportantedamanutençãopredialsãoos reservatóriosdeágua.“Asescolasdevemfazeraimpermeabilização paraevitarvazamentos,geralmente,acadacincoanos.Alémdisso, oscolégiosnãopodemesquecerde fazeralavagemobrigatóriada caixad´água,deseisemseismeses”,afirmaAnjos,completandoque aempresafaz essesserviçoseaindatrabalhacomprojetosdereuso da água de chuva. Apinturatambémfazpartedositensdemanutençãopredial.A

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elétrica, hidráulica, impermeabilização e pintura

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FIQUE DE OLHO

PLANEJAMENTO E MANUTENÇÃO

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Todo início de ano o Colégio Pio XII faz um planejamento dos serviços de manutenção predial. Com uma área de 176 mil m2, a escola conta com quase 50 pessoas para realizar os serviços internos, que são divididos em equipes de elétrica, hidráulica, pintura, jardinagem e limpeza. O vice-diretor administrativo do colégio, Daniel Brito, explica que as férias escolares, nos meses de janeiro e julho, são os períodos para a construção das obras maiores. “São as serviços que demandam uma grande mobilização, como a impermeabilização e a reforma de telhado. Mas, tudo transcorre sem problemas porque fazemos planejamento e temos uma política de prevenção, para economizar no futuro. Mesmo assim, todo ano temos uma verba específica para isso no orçamento do colégio”, afirma. O consultor de operação e manutenção predial, Alexandre Marcelo Fontes Lara, aponta que nos últimos 10 anos tem aumentado a procura por serviços de manutenção predial. Mesmo assim, a maior parte dos serviços ainda é feita sem planejamento, na opinião de Alexandre. “Para uma manutenção correta, é preciso fazer um mapeamento da infra-estrutura da escola, na áreas civil, elétrica e hidráulica. Em uma escola, por exemplo, é importante identificar os pontos críticos para elaborar um plano de trabalho baseado nesses aspectos”, assegura. De acordo com o consultor, a escola que não fizer uma boa manutenção sempre vai sair perdendo em economia. “A escola que faz somente a manutenção corretiva gasta 30% a mais do que as que fazem a preventiva”, analisa. Lara ainda destaca que as empresas prestadoras de serviço contratadas pelas escolas devem seguir as Normas Regulamentadoras, ter engenheiros responsáveis, registros no CREA (Conselho Regional de Engenharia) e ferramentas adequadas, além de oferecer equipamentos de segurança para os funcionários.

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Ideal Pinturas é uma empresa especializada em pinturas, há dez anos no mercado e trabalhafocada,principalmente,emescolasdetodososníveis–daEducaçãoInfantil àUniversidades.OresponsávelpelodepartamentocomercialdaIdealPinturas,César AugustoPortenza,aconselhaas escolasatomaremalgunscuidadosparaeconomizar comamanutenção.“Seainstituiçãosemprefazamanutençãoelimpezadasfachadas deformacorreta,quandoumaempresarealizarapinturaseránecessárioapenaslixar epassarumtipodematerial.Mas,seaáreaestivermuitodeteriorada,deve-seremover todaasuperfícieeaplicardoisoutrêstiposdemateriais.Comisso,aescolagastamais dinheiro”,compara.Eleafirmaqueentreasescolasmaisantigas,oserviçomaiscomum é o de repintura de fachadas, o que dá maior destaque para a instituição.“Fazemos tambémpinturasinternasnasparedes,superfícies,teto,portas,janelasetambémpara esconder as tubulações, sempre de acordo com o pedido do cliente. O tipo de tinta depende do local. Em uma escola infantil, por exemplo, utilizamos um material sem cheiro para não incomodar as crianças”, lembra. Mas,aspinturastambémpodemserdecorativas.Nessecaso,oambienteescolar é transformado a partir de desenhos feitos nas paredes e fachadas das escolas. Há 10 anosnomercado,aJHPinturasEspeciaistrabalhaespecificamentenessaárea.Umdos proprietários,JacksonEliomardoCarmo,contaqueaspinturassãofeitasemberçários, fachadasdeescolas,playground,brinquedoteca,etc.“Podemosusarmodelosprontos oucriadospelaempresa.Umdesenhomuitosolicitadopelasescolasédo‘ursinhoPooh’, mastambémcriamosalgunspersonagens”,destaca.Paraele,éimportanteconversar antes com a escola para saber mais sobre o estilo da instituição e o que oferece aos alunos.“Depoisdisso,fazemosumesboçododesenhoe,seaprovado,começamoso trabalho.Mas,éimportantetomaralgunscuidados.Emescolasinfantis,éimportante que o esmalte seja à base de água, sem cheiro e anti-alérgico.”

Serviço Métodos Daltec (11) 4363-4300 www.metodosdaltec.com.br metodos@metodosdaltec.com.br Impersul Impermeabilizações (11) 3237-1448 www.impersul.com.br impersul@impersul.com.br Hidráulica Oceano (11) 6910-0181 www.hidraulicaoceano.com.br hidraulicaoceano@uol.com.br Ideal Center Pinturas (11) 3501 6871 (11) 7833-6910 (11) 8182-5592 cepasaude@terra.com.br JH Pinturas Especiais (11) 4185-3213 www.jhpinturasespeciais.v10.com.br jhpinturasespeciais@gmail.com


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HIDRÁULICA, LABORATÓRIO, MANUTENÇÃO PREDIAL, MEDALHA

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LOUSAS, Mテ天EIS

A poderosa

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MAPAS, PINTURAS, PISOS

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PLAYGROUND

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PLAYGROUND, QUADRAS

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QUADRAS, REVESTIMENTO

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SISTEMA DE GESTテグ

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PROJETORES, RADIOCOMUNICAÇÃO, SERRALHERIA, SISTEMA DE SEGURANÇA, TERCEIRIZAÇÃO

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Feira de livros: um encontro com a leitura

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DICAS: FEIRA DO LIVRO

M

arina Macruz de Oliveira Rugna tem oito anos, está na 3ª série e gosta de ler.DesdeoMaternalelaparticipadasfeiras de livros onde estuda, no Colégio Sion, na regiãocentraldeSãoPaulo.Nesseseventos, ameninaeoscoleguinhassemprepreparam algumtrabalhorelacionadoaoslivrospara mostrar aos visitantes – principalmente, paraospais.“Fazemosalgumasatividades e brincadeiras para a exposição. Este ano, fizemosumcartãocomotemadeumlivro. Com a história de outro, montamos uma boneca com palitinhos nas mesas. É tudo muito legal. Compro alguns livros, mas gosto mais das atividades”, diz Marina. “Asfeirasdelivrosestimulamaformação de mais leitores, porque o contato visual é muitoimportante.Eaindaquandoacriança manuseiaolivro,sentemaisvontadedeler”, contaRosaFilomenaIgnarro,orientadorado Colégio Sion. Este ano foi a sexta edição do evento, que tem duração de uma semana, sendo que a livraria é montada por dois dias. Os alunos participam de atividades comopalestras,diversasoficinas,comopor exemplo, o “pronto-socorro do livro”, em que exemplares usados - descolados, sem capa ou rasgados – são trazidos de casa, reformuladosedoadosparaabibliotecada escola.Alémdisso,elesaindapodemmostrar criatividadenaexposiçãodassalasdeaula. “Cada turma escolhe um tema e expõe o trabalhoduranteafeira.Elesgostammuito e chamam os pais para conferir o que fizeram”, explica Rosa. Para trazer oficinas e escritores, o Sion contrataalivrariaCasadeLivros.Aempresa éresponsávelpelamontagemevendadas publicaçõesnaescola.DeacordocomMaria AngelaAranha,umadasfundadorasdaCasa

de Livros, é nas feiras, por exemplo, que o conteúdo aprendido em sala faz sentido para o aluno.“Ao fazer um evento desses, primeiro é importante saber o projeto pedagógicodesenvolvidopelaescola,para queaqueleeventosejamaisummomento decontinuidadedotrabalho”,afirmaMaria Angela. E completa: “Também levamos livros para professores e para os adultos que visitam a feira.” Mas, as escolas também podem organizar as próprias feiras. O Colégio Miguel de Cervantes, localizado na zona suldacapital,temumadasmaioresemais tradicionais feiras da cidade, realizada há 25 anos com organização própria. O evento dura três dias, com entrada gratuita, é aberto ao público e leva, pelo menos, seis meses para ser organizado. “De início, fazemos uma triagem, separamos os livros, fazemos a leitura. Então, passamos para os coordenadores das áreas. Depois da seleção, fazemos os contatos com os autores e realizamos algumas parcerias com editoras”, lembra a bibliotecária Glória Jauhar. Este ano, a feira do Cervantes contou com a participação de 31 editoras e com a presença de mais de 30 autores, entre escritores e ilustradores, além de oficinas como contação de histórias, baseadas nos livros adotados pelos professores. “O principal é a presença do autor. Por isso, temos a atenção voltada também para autoresespanhóisehispano-americanos, porque a escola é bilíngüe. Eles fazem palestras e sessões de autógrafos. Além disso,atéantecipamosalgunslançamentos. A intenção é estimular a leitura desde o EnsinoInfantilatéoMédio”,concluiGlória.

Na próxima edição: Gráfica

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Por Márcia Correia

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TOLDOS

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