EDITORIAL
Caroleitor,
DIRETORES Sônia Inakake Almir C. Almeida PÚBLICO LEITOR DIRIGIDO diretores e compradores
Em seu quarto ano de atividade, Direcional Escolas tem se firmado como a publicação
PERIODICIDADE MENSAL exceto Junho / Julho Dezembro / Janeiro cuja periodicidade é bimestral
que leva prestação de serviços e informação qualificada ao gestor escolar. Mais do que nunca, esse profissional precisa estar bem preparado para enfrentar um mercado exigente. Uma mostra do quanto os gestores têm interesse em se atualizar foi a reunião
TIRAGEM 20.000 exemplares
de mantenedores ocorrida no dia 18 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes,
CIRCULAÇÃO Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais
SIEEESP (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo).
por ocasião da abertura do XII Congresso e Feira de Educação Saber, organizado pelo O auditório lotou com a participação de 600 mantenedores, que puderam discutir temas como as dificuldades para o preenchimento dos dados do censo da escola
JORNALISTA RESPONSÁVEL Luiza Oliva MTB 16.935 jornalista@condominio.inf.br
particular 2008; inadimplência; Convenção Coletiva de Trabalho 2009/2010; Ensino Fundamental de nove anos; audiência pública com o Ministro da Previdência; sugestões de cláusulas para o Contrato de Prestação de Serviços Educacionais 2009; inclusão
DIREÇÃO DE ARTE Thais Moro
de Filosofia e Sociologia; dedução de 100% dos gastos com Educação; projetos de lei
ASSISTENTE DE ARTE Bruno Moreira Débora Galvão Gabriela Maciel Hugo Leonardo Paulo Toledo
escola particular, iniciado este mês pelo INADE, instituto contratado pelo SIEEESP para
tramitando no Congresso Nacional; além da apresentação do plano de avaliação da fazer o trabalho. Além do gestor das escolas particulares, o diretor da escola pública também deve gerir com competência as verbas da sua escola, escolhendo os melhores fornecedores de produtos e serviços e procurando implantar melhorias tanto nas instalações como em
CONTATOS PUBLICITÁRIOS Amilton Araujo Silvana Tesser
aspectos educacionais de sua instituição. Direcional Escolas, com tiragem de 20 mil exemplares auditados pela Fundação Vanzolini, alcançando escolas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, sem
ATENDIMENTO AO CLIENTE Natália Pincetti João Marconi Juliana Jordão
dúvida pode ser o braço direito do diretor e do gestor escolar em seu trabalho diário. E para finalizar, responda a pesquisa da página 4 e concorra a ótimos prêmios.
IMPRESSÃO Prol Gráfica
Boa sorte! Os Diretores
Conheça também a Direcional Condomínios www.direcionalcondominios.com.br Filiada à
SUMÁRIO
Tiragem auditada por
Não é permitida a reprodução total ou parcial das matérias, sujeitando os infratores às penalidades legais. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião da revista Direcional Escolas. A revista Direcional Escolas não se responsabiliza por serviços e produtos oferecidos pelos anunciantes. Rua Vergueiro, 2.556 - 7ª andar cj. 73 CEP 04102-000 - São Paulo-SP Tel.: (11) 5573-8110 - Fax: (11) 5084-3807 faleconosco@direcionalescolas.com.br www.direcionalescolas.com.br
12 DICAS Gráfica
18
DICAS
Laboratório de Línguas
29
33
Terceirização de serviços
Artigos Esportivos
FIQUE DE OLHO
DICAS
Direcional Escolas, Outubro 08
Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundação Vanzolini, cujo atestado de tiragem está à disposição dos interessados.
3
ÍNDICE
Acessórios – 05, 07, 08, 09, 10 Agenda – 12, 13, 14 Alambrados – 26, 27, 28
Material de Limpeza – 05, 07, 08, 09, 10
Assessoria Contábil - 11
Microscópios – 15, 16
Auditório – 11
Microcomputador – 14, 17
Bebedouros – 09, 4ª capa
Modelos Anatômicos – 15, 16
Brindes – 11, 15
Móveis – 1ª capa, 19, 20
Brinquedos Educativos – 10
Pisos – 2ª capa, 21, 22, 23, 24
Circuito Fechado de TV – 28, 31
Pintura – 18, 27, 3ª capa
Coberturas – 32, 33
Persianas - 27
Coleta Seletiva de Lixo – 05, 08, 09, 10
Playgrounds – 24, 25, 26, 27
Comunicação Visual – 32
Produtos e Equipamentos para Limpeza – 05, 08, 09, 10
Controle de Acesso – 28, 31
Projetores - 27
Divisórias – 27
Quadras – 26, 27, 28
Duplicadores Digitais - 14
Quadros - 15
Embalagem – 08
Radio Comunicação – 27
Filtro – 09, 4ª capa
Redes de Proteção – 26, 27, 28
Forros – 29
Serralheria – 31
Gráfica – 12, 13, 14
Sistema de Gestão – 28
Grama – 24, 25, 26
Sistemas de Segurança – 28, 31
Hidráulica – 11
Tapetes – 05, 08, 09, 10
Impermeabilização - 15
Terceirização de Serviços – 28, 31
Lavadoras de Alta Pressão – 05, 07, 08, 09, 10 Direcional Escolas, Outubro 08
Mapas – 18, 27
Alarmes – 28, 31
Laboratório – 15, 16
6
Manutenção Predial – 15, 19, 3ª capa
Livraria - 26
Toldos – 32 TV Saber - 34 Uniformes - 06 Ventilador – 09
Lousa - 15
Na próxima edição Animação de Festas
Direcional Escolas, Outubro 08
ACESSÓRIOS
8
Direcional Escolas, Outubro 08
ACESSÓRIOS
9
Direcional Escolas, Outubro 08
ACESSÓRIOS, BRINQUEDOS EDUCATIVOS
10
Direcional Escolas, Outubro 08
ASSESSORIA CONTÁBIL, AUDITÓRIO, BRINDES, HIDRÁULICA
11
DICAS: GRÁFICA
Diversas opções em serviços gráficos Por Márcia Correia
Direcional Escolas, Outubro 08
O
12
s serviços gráficos são essenciais para as escolas. Anualmente a instituição deve renovar suas peças promocionais, alémdeimprimirmateriaisparaprofessores e secretaria. “Os materiais são os mais variados, como, por exemplo, diários de classe, agendas, calendários, marcadores de livros, blocos, folhas, além de material de propaganda como folhetos, folders, adesivos,camisetasebonés”,afirmaFábio Mortara,presidentedaAbigraf(Associação Brasileira da Indústria Gráfica). Ele explica queosmateriaisimpressosemumagráfica são importantes para a imagem da escola: “É um reforço de marca e fortalece o aspecto institucional.” Parapersonalizarosprodutos,asescolas têm duas opções: solicitar os produtos para uma gráfica ou ter um departamento naescolaresponsávelpelasimpressões.O Colégio Agostiniano São José, localizado na zona leste de São Paulo, terceiriza algunsserviçosgráficos.“Serviçosbásicos de impressão de provas e textos, fazemos na escola. Mas, se o produto exigir mais qualidade,comoumarevistatrimestralque editamosouimpressosdedatasespeciais, mandamos para a gráfica”, comenta o gerente administrativo da escola, Tarcísio de Oliveira Santos. Para ele, é necessário pesquisarenãodependersomentedeuma empresa:“Fazemosalgumascotaçõescom, no mínimo, três gráficas. Para baratear, é importantetercontatosdevárioslocais,até mesmoporqueexistemgráficasespecíficas para cada tipo de trabalho.” Jáalgumasescolas–emgeraldegrande porte – optam por ter a própria gráfica. É o caso do Colégio Dante Alighieri, na região
central de São Paulo, que há mais de 38 anoscontacomosserviçosgráficosdentro daescola.Paraatenderademandademais de 400 mil cópias em preto e branco e 80 mil coloridas por mês, a escola conta com seis máquinas – três PB e três coloridas – e uma equipe de 11 pessoas. A chefe do Departamento de Editoração e Gráfica, VanniaChiodo,acreditaqueavantagemde teraprópriagráficaéaindependênciasobre o material: “Como tudo é feito por nós, se acontece algum problema, já resolvemos no momento e, com isso, economizamos tempo.Tudocomeçaeterminanaescola.” Mas, segundo ela, o serviço tem um custo alto. Vannia explica que as impressoras não pertencem à escola. “Pagamos uma franquia. Se ultrapassar o número de cópias,háumcustoexcedente.Mas,temos à disposição um técnico, a manutenção e os reparos das máquinas”, completa. Há também escolas que optam por não utilizar gráficas. O Colégio Alfredo Castro, na zona oeste da capital paulista, preferecomprarosmateriaisjáfabricados. “Para uma escola de pequeno porte não compensapagarumagráfica.Compramos diário de classe, bloquinhos e outros materiais em lojas. Além disso, quando precisamos personalizar, utilizamos o papel timbrado com o logo da escola”, ressalta Márcia Latorre, coordenadora do Fundamental II do Colégio Alfredo Castro, complementando que o computador facilitou esse tipo de trabalho e ajudou na economia, já que a escola pode personalizar por conta própria utilizando uma impressora simples.
próximaedição edição: Controle de de Festas Pragas NaNapróxima Animação
Direcional Escolas, Outubro 08
GRテ:ICA
13
Direcional Escolas, Outubro 08
GRÁFICA, INFORMÁTICA
14
Direcional Escolas, Outubro 08
BRINDES, LOUSAS, IMPERMEABILIZAÇÃO
15
Mais um ambiente para o ensino de idiomas Por Márcia Correia
Direcional Escolas, Outubro 08
M
18
al aprendem a falar, muitos alunos já começam a ter aulas de idiomas na maioria das escolas. A prática segue até o Ensino Médio com aulas de inglês, espanhol, francês, entre outras, dependendo das raízes culturais seguidas pelo colégio. As aulas podem serrealizadas emsalasconvencionaisou em laboratórios de idiomas. No Colégio Oshiman, localizado na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, há quatro anos os alunos utilizam uma sala específica para se dedicar às atividades de língua estrangeira. “É um local que favorece a concentração e os alunos gostam da mudança de ambiente. Além disso, o professorconsegueouvirindividualmente e isso ajuda no aprendizado”, acredita Érica Shibata, professora de japonês do Oshiman. Nocolégio,asalasópodeserutilizada com a presença de um professor, que sempreagendaumhorárioparaaturma. A sala é equipada com 25 cabines para os alunos e uma central para o professor, cadaumacomumpainel,foneemicrofone acoplado. “Os alunos regulam o volume dos fones e podem gravar 30 segundos de voz. É interessante para o professor porque se o estudante está lendo um texto, nós temos acesso à cabine, sem ele saber. Com isso, podemos prestar mais atenção na dicção, no vocabulário. A comunicação estabelece-se entre estudante e professor”, conta Érica, lembrandoquesomenteosalunosacima de 10 anosutilizamo laboratório porque já sabem manusear o equipamento.
JáoColégioSaintExupèry,localizado no bairro paulistano do Morumbi, conta com laboratório de idiomas há seis anos. De acordo com a coordenadora pedagógicadaescola,LisabethdeAlemar, a sala de línguas – que, no momento, está emobras–éumitemquevalorizaoensino do colégio. “Os pais gostam muito. É um produto que agrega valor. Além disso, proporciona uma maior diversidade das atividadesdosalunos”,diz.Mas,naescola, segundo a coordenadora, o objetivo das aulas de inglês é diferenciado: “Aqui, priorizamos a leitura e a interpretação de textos. Por isso, também utilizamos a sala de aula convencional.” Lisabeth ainda explica que a partir da sexta série, os alunostambémtêmaulasdeespanhol, mas desde os quatro anos começam no inglês. “Eles assistem às aulas na sala de línguas até o nono ano. Depois, já no Ensino Médio, o foco do inglês é o vestibular”, ressalta. São poucos os problemas que podem ocorrer em um laboratório de idiomas. “Os fones podem quebrar ou estar com mau contato. Somente uma vez precisamos chamar o técnico para verificar o equipamento. Isso também porque sempre pedimos para que os alunos sejam cuidadosos”, ressalta Érica, do Oshiman. No Saint Exupèry não há uma empresa específica responsável pelo laboratório. “Temos uma assessoria que trabalha para toda a escola, a quem recorremos em casos de problemas na elétrica e eletrônica. Ela cuida da manutenção e de qualquer problema nos equipamentos”, conclui Lisabeth.
Na Napróxima próximaedição: ediçãoEconomia Animaçãode deEnergia Festas
StockXpert
DICAS: LABORATÓRIO DE LÍNGUAS
Direcional Escolas, Outubro 08
MANUTENÇÃO PREDIAL, MÓVEIS
19
Direcional Escolas, Outubro 08
MAPA, PISO, PLAYGROUND
24
Direcional Escolas, Outubro 08
PLAYGROUND
25
Direcional Escolas, Outubro 08
LIVRARIA, PLAYGROUND, QUADRAS
26
Direcional Escolas, Outubro 08
PROJETOR, QUADRAS, RADIOCOMUNICAÇÃO, REVESTIMENTO
27
Direcional Escolas, Outubro 08
SISTEMA DE GESTÃO, SISTEMA DE SEGURANÇA, TERCEIRIZAÇÃO
28
FIQUE DE OLHO
Terceirização de serviços impeza,segurança,recepção,portaria...Serviçoscomoesses, emmuitossetoresempresariais,sãoterceirizados.Deacordocom asempresasespecializadasnaárea,asescolastêmprocuradocada vez mais a terceirização como alternativa para lidar com serviços essenciaisnoambienteescolar.Avantagem,nestecaso,équenão háapreocupaçãocomcontrataçãodeprofissionais,treinamento demão-de-obra,aquisiçãoemanutençãodeequipamentos,etc. O Grupo Pro Security é tradicional neste setor. Desde 1986 nomercado,aempresaatendeasáreasdevigilânciapatrimonial, portaria, limpeza e equipamentos de segurança. De acordo com o diretor comercial da Pro Security, Alexandre Paranhos, para as escolaséimportantecontarcomserviçosterceirizados.“Orientamos o funcionário de forma prática e teórica”, afirma. Paranhos complementaqueotreinamentodelimpezalevatrêsdias.Jáode segurança é feito em uma academia específica e tem duração de 21 dias.“Temos um treinamento direcionado, que integra a parte humana e eletrônica”, completa. A terceirização de limpeza é um dosserviçosmaiscomunsemescolas.Nessaárea,amão-de-obra especializadafaztodaadiferença.“Acadaseismesesoferecemos uma espécie de‘reciclagem’, em que são abordados temas como segurança,higieneelimpeza.Onossoobjetivoéqueoprofissional esteja permanentemente treinado”, garante Paranhos. Já a Interbank, há cinco anos no segmento, além de terceirizarmão-de-obraparavigilância,portaria,limpeza,copeiras, recepcionistas, entre outras, também oferece equipamentos nas áreas de segurança. Para o diretor da Interbank, Fábio Caram, o diferencial está no atendimento e na aplicação de tecnologias. “Sempre quando iniciamos o trabalho no cliente, fazemos dois treinamentos, um na empresa e outro no local.Também mandamos uma supervisão junto com a equipe para esclarecer dúvidas e orientar para o manuseio dos produtos”, aponta. Caram destaca ainda que a qualidadedoserviçodependedeacompanhamentodo funcionário. Dessa forma, pode-se verificar aspectos como o uso de uniformes no local. Além disso, outro fator importante é a comunicação entre a equipe, que podeevitarmuitosproblemas,principalmente,relacionados àsegurança.AInterbankaindaofereceparaescolaspalestras sobre segurança e limpeza.
O diretor comercial da GB Serviços Profissionais, Geraldino LuizBorba,afirmaqueaterceirizaçãodemão-de-obraemcolégios tem muitas especificidades.“O funcionário passa a ser um agente escolar, ou seja, a pessoa que faz a limpeza deve ter um perfil voltado para esse público, como por exemplo, ser comunicativo e paciente com as crianças”, sustenta. E completa: “O porteiro vai orientar os estudantes, verificar indivíduos suspeitos na escola, acompanhar entrada e saída. É importante ter um foco na escola.” SegundoBorba,aempresanãorecruta,paraosserviçosemescolas, profissionais com idade abaixo de 35 anos:“O trabalho exige uma pessoa com experiência e que saiba como lidar com situações adversas no ambiente escolar.” Segurançaeprevençãocontraacidentestambémsãoaspectos que merecem atenção das empresas de serviços terceirizados. Procedimentossimplesevitamproblemaseaindareduzemcustos.O Grupo Staff Master, que atua há 11 anos nas áreas de segurança, terceirizaçãodeserviçosesistemaseletrônicosdesegurança,tem umapreocupaçãoespecialcomesseassunto.Odiretordaempresa, Renato Chapeta, ressalta que a segurança é fundamental para
Direcional Escolas, Outubro 08
L
29
FIQUE DE OLHO
Direcional Escolas, Outubro 08
desenvolverumtrabalhoadequado:“Todososnossosfuncionários, por exemplo, recebem os equipamentos de proteção individual. Fazemos um processo de acompanhamento para avaliar o trabalho dos profissionais, além de verificar as condições de uso dos equipamentos.” O diretor da Staff Master frisa que o bom desenvolvimento das atividades dos profissionais está ligado a cincofatoresprimordiais: recrutamento, treinamento, formação, acompanhamentoereciclagem.Eleaindaressaltaanecessidadedo clienteanalisaraidoneidadedaempresacontratada.“Aoterceirizar algumsetordaescolaéimportantepesquisarseaterceirizadaestá regularizada, visitar a sede da empresa e alguns de seus clientes, buscar referências comerciais, conhecer os critérios adotados na seleçãodosprofissionaiseanalisaraqualidadedosequipamentos utilizados.Comcuidadosbásicoscomoestes,alémdacontratação de uma terceirizada correta, que esteja dentro dos padrões das leis, a empresa contratante se sente mais segura em relação aos funcionários terceirizados”, completa. Realmente as escolas devem estar atentas na escolha das empresas de terceirização de mão-de-obra. Segundo Rodrigo Aguilera, gerente comercial da Kaer Serviços Terceirizados, há alguns critérios para essa avaliação. “Existem muitas empresas ilegais nesse setor. Por isso, é importante fazer um levantamento da idoneidade, verificar as certidões negativas, se a empresa paga corretamente o INSS, FGTS, entrar no site da Receita Federal, além de visitar os clientes e ainda perguntar aos funcionários se a empresa cumpre as obrigações salariais”, alerta. Aguilera acredita que essa é uma maneira de evitar problemas no futuro.“A escola é co-responsável junto com a empresa, emcaso,porexemplo,deaçõestrabalhistas.Seaterceirizada deixa de pagar o funcionário, a segunda responsável é a escola,quepodearcarcomessecusto.Então,arecomendaçãoé se certificar desses detalhes antes da contratação”, justifica.
30
SERVIÇO GB SERVIÇOS PROFISSIONAIS 11-2693 5290 www.gbservicos.com.br comercial@gbservicos.com.br
GRUPO KAER 11 – 2606-8735 www.grupokaer.com.br contato@grupokaer.com.br
GRUPO PRO SECURUTY 11 - 3512-8100 www.prosecurity.com.br comercial@prosecurity.com.br
INTERBANK 11 - 2295 0601 www.interbankservicos.com.br interbank@interbankservicos.com.br
GRUPO STAFF MASTER 11 - 2791-1048 www.staffmaster.com.br comercial@staffassessoria.com.br
Direcional Escolas, Outubro 08
SISTEMA DE SEGURANÇA, TERCEIRIZAÇÃO, SERRALHERIA
31
Direcional Escolas, Outubro 08
TOLDOS
32
DICAS: ARTIGOS ESPORTIVOS
Materiais adequados para a prática esportiva São Paulo, algumas recomendações são seguidas, conforme explica o professor Adalberto de Oliveira, responsável pela Escola de Esportes e Dança: “Na sala de ginástica olímpica, por exemplo, os colchões e aparelhos são limpos toda semana.Osoutrosartigostêmsuaprópria sala.”Oliveiradestacaque aescolaprocura conscientizarosalunossobreaimportância de todos os tipos de equipamentos. “Além disso, o setor de manutenção nos auxilia a deixar o material em dia”, diz Oliveira.NoMackenziesãofeitasvistorias periódicas.“Nos colchões, por exemplo, fazemos reformas. Uma vez por semana é feita uma reunião com os professores para avaliar os materiais que estão em falta ou os que necessitam de reparos”, conta Silveira. Mas, para que os artigos esportivos cheguem aos alunos com qualidade é importante que essa preocupação comece já na hora da compra. O Colégio Salesiano renova os estoques, geralmente, na época das férias – em janeiro e, se houver necessidade, em julho. O professor Oliveira lembra: “Compramos esses artigos em lojas especializadas, de acordo com um planejamento para as aulas de Educação Física.”NoMackenzie,algumaspesquisas são realizadas, tanto referente à qualidade do material, quanto para a economia no preço. “Levamos em conta o que for melhor. Nosso alunado também é bastante exigente. Às vezes, compramos pela marca. Mas, sempre pesquisamos em, pelo menos, três empresas“, finaliza Silveira.
Na próxima Na próxima edição edição: Animação Pára Raio de Festas
Direcional Escolas, Outubro 08
B
olas, redes, traves, colchonetes são artigos de fundamental importância para a boa prática esportiva. As escolas devem dar atenção especial a esses itens simples, que fazem toda a diferença. "Aspectos como a faixa etária, tamanho e conforto são alguns dos critérios para a escolha do material adequado aos alunos", afirma Marcelo Silveira, coordenador de Educação Física e Esportes da Educação Básica do Colégio Presbiteriano Mackenzie Tamboré, localizado em Barueri. A maior parte das atividades desenvolvidas pelo Mackenzie exige artigos esportivos, tais como basquete, vôlei, futebol, handebol, esgrima, natação, ginástica artística, judô, entre outras. Segundo Silveira, muitos materiais são“adaptados”para as turmas. "No basquete, por exemplo, utilizamos bolas de diversos tamanhos. As crianças não têm condições de jogar com uma bola oficial e, por isso, usamos a 'baby', que é menor. A altura da tabela também é alterada para o mirim. As crianças, a partir de sete anos, jogam com a altura da cesta a 2,75m do chão, enquanto a oficial fica a 3,05m”, explica. Ele ainda completa que os alunos percebem as mudanças nos materiais esportivos.“Se uma bola de futebol está oval interfere no drible. Já um produto adequado facilita o aprendizado”, ressalta o coordenador. Alguns dos itens utilizados nas aulas de Educação Física necessitam de cuidados para maior durabilidade. No Colégio Salesiano Santa Teresinha, localizado em Santana, zona norte de
Stockxpert
Por Márcia Correia
33
apresentam
CINE PALESTRA Cine Palestra é um grande programa de informação e capacitação que atinge os três elos da cadeia educacional, englobando o mantenedor, o educador e o aluno.
O CINEMA COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM São palestras educacionais, motivacionais e informativas que tratam de assuntos relacionados ao universo educacional, discutindo temas relacionados com filmes em cartaz, alterando comportamentos e auxiliando no desenvolvimento e aprimoramento do Educador. A temática das palestras são definidas de acordo com o filme escolhido para a sessão.
EVENTO DE ESTRÉIA
Sua escola não pode ficar fora dessa
Avant Première: A CASA VERDE
Reservas e Informações(11) 3467-0188
Exclusivo para Educadores
email: cinepalestra@sabertv.net
Palestra e Bate-papo com atores do filme Certificação do Sieeesp Apoio
www.sabertv.net