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Paralisação dos ônibus na Capital mineira. No editorial com o jornalista Felipe de Jesus.

O jornalista e editor - Frederico Gazel, faz uma comparação do Xadrez com as relações da vida cotidiana.

O escritor e jornalista - Luiz Fernando Veríssimo, visitou Belo Horizonte este mês, para o lançamento do seu novo livro: Em algum lugar do Paraíso.

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Edição 2 - ANO 3 - Março de 2012 Publicação da Agência de Comunicação e Publicidade Correio Eletrônico (ACPCE) Todos os Direitos reservados

Revista

Foto: Jornalista - Geize Pires

CARNAVAL EM RAPOSOS Festa momesca atrai mais de 12 mil foliões em quatro dias de festa

Moradores e visitantes se divertiram na folia

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O futebol e a fotografia Quando o assunto é esporte, não há o que discutir que a fotografia valoriza muito a notícia e provoca reações diversas nos torcedores: raiva, emoção, alegria e críticas. Leia mais na coluna da jornalista Karine Alonso.

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Divulgação

E-commerce cresce 26% O jornalista Felipe de Jesus, traz em sua coluna de ‘Economia e Finanças’, uma entrevista com o administrador de empresas , Leronardo Bortoletto, da Web Consult. Veja as as dicas do especialista, para quem deseja expandir o seu negócio na Internet.

Leia a matéria na página

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Zoom Com unic ação

realizada pela Prefeitura Municipal de Raposos - MG. Leia a reportagem completa dos jornalistas: Felipe de Jesus e Geize Pires


Editorial

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Revista

Felipe de Jesus

Paralisação e a população No

Presidente: domingo dia 11 de março,

recebi uma ligação de um amigo me alertando a respeito de uma possível greve dos ônibus na RMBH. A notícia não me agradou muito, pois logo na segunda, eu teria alguns compromissos inadiáveis e por isso, o transporte seria essencial. Ao sair nas ruas, vi que a greve era verdadeira. De imediato, os motoristas e trocadores pediram 49% de aumento, apoiados pelo sindicato, mas o pedido foi negado. No dia seguinte, ao ler o jornal Hoje em Dia, vi que o acordo ficou na casa dos 20%, e logo foi determinado, o aumento de 9%. Contudo, o que me deixou chateado, não foi tanto a falta de interesse dos órgãos competentes para ajudar estes profissionais, pois eles merecem mais respeito, tem direito a aumentos. Mas, mais do que eles, o que me chateou de verdade, é que a população também precisa ser mais respeitada. Pois, a maioria dos trabalhadores que utilizam este transporte não ganham mais do que 1 salário mínimo, pais de família, estudantes que precisam do trabalho para pagar suas faculdades, alimentar os seus sonhos. Nestas negociações, esqueceram de lembrar do mais importante: a população não anda nos coletivos de graça, ao contrário, paga pelo transporte e ainda gera mais empregos neste ramo. Por isso, antes de iniciar qualquer greve, os órgãos competentes devem se lembrar que, sem o usuário, não há lucro nenhum para as empresas.

Felipe José de Jesus - Jornalista (DRTJP:15.263-MG - SJPMG - FENAJ)

Conselho Editorial RCE - Jornalistas (JP): Diretor: Frederico Gazel (DRTJP:15.423-MG - SJPMG - FENAJ) - Editor de Xadrez Vice-Diretora: Karine Alonso (MTB - DRT:16.315.MG ) - Editora do Imagem em Pauta Editora Adjunta e Agenciadora: Jornalista (JP) Geize Pires - Editora de Turismo em Minas

Diretor de Redação - Editor Economia e Finanças e Diagramação : Felipe de Jesus (JP) Redator Chefe e Revisão Textos: Frederico Gazel (JP) Comercial e Publicidade: Karine Alonso (JP) e Felipe de Jesus (JP) Marketing (MKT) e Captação de Eventos JCE: Fernando Roger Diretor de Distribuição: Felipe de Jesus (JP) Fotografia: Equipe RCE e Divulgação

Impressão: Gráfica IMAGE - Artes Gráficas - Belo Horizonte - Minas Gerais Uma publicação da Agência de Comunicação e Publicidade (ACP Correio Eletrônico)

CNPJ: 03.379.599/0001-04 Todos os Direitos Reservados - 2012


Fotos: Divulgação

Xadrez

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O xadrez e a vida Um paradoxo entre diferentes extremos Divulgação

da ficção e realidade

Humanos e o Xadrez

Human Chess

_________________________________ Frederico Gazel

Não há menção exata do surgimento do jogo de xadrez. Especula-se que o jogo foi inventado na índia, outros atribuem a origem ao povo pérsia. O mais provável foi que o jogo tenha sido inventado com base em relações da vida cotidiana. As peças simbolizam uma sociedade, mas que é orquestrada por um mestre, ou um governante. O lendário e recordista do xadrez, ex-campeão mundial, Garry Kasparov, definiu certa vez: “xadrez é a vida em miniatura”. Desde os primórdios, já se estabeleciam e delimitavam tarefas para cada indivíduo, a fim de realizar com harmonia as atividades e problemas que se encontravam ao longo do dia. No xadrez, a proporção passa-se a mesma. Ao passo que cada peça deve-se situar em seu devido lugar e devido tempo, cada uma delas detêm de força especifica, que, dependendo da proposta, poderá ser super-valorizada, ou avessamente. Quando nos deparamos diante de uma situação de risco em nossas vi-

das tomamos forças e coragem que vão muito aquém da força bruta. Na vida assim como no xadrez, temos fatores relevantes que fazem, e farão, parte de todo nossa ex: tempo, existência: tempo, espaço e avaliação/analise. Na vida, desde que desabrochamos, nossos “tempos” passam a correr desvairadamente, e cada um tem sua estratégia de vida. No tabuleiro, lidamos com o tempo a toda hora, para realmente fazermos uso daquele curto espaço, o tempo ideal para executarmos um plano. Assim como na vida, estamos pressionados com o tempo: no trabalho, na faculdade, no plano de carreira etc. Assim como no jogo de xadrez, temos que tomar decisões em nossas vidas, e muitas vezes num espaço curto, e com o pouco tempo que nos resta. O espaço no xadrez remete ao domínio do território inimigo, e com isso, adentrando cada vez mais no campo, almejando o extermínio de sua infantaria. Em nossas vidas, buscamos também o nosso espaço, mas de uma forma diferente: não passando pelo território alheio,

mas sim, conquistando nossos objetivos, nossas metas e nosso espaço ao sol. Na sociedade moderna, dada à correria e busca desenfreada por resultados imediatos, fazemos o uso da análise e avaliação. Como?. Em algum momento de nossas vidas, analisamos o que é prioridade: carreira, trabalho, família, sonho, satisfação pessoal. Quando estamos diante de um problema, tentamos resolver da melhor maneira possível, sem sacrifícios ou prejuízo (quando é possível). No xadrez não é diferente. Cada jogador busca a saída do incômodo com o melhor de suas peças, e claro, priorizando o que é importante para cada momento, e, se realmente necessita-se de um sacrifício em prol do rei. Quando aprendemos o jogo numa esfera mais ampla, tomamos conhecimento de que há processos no desenvolver da partida. Passa-se as fases da iniciação, abertura, estratégia, planos e finalizações no anseio da vitória. Durante a vida, buscamos também esta estratégia e sendo também, respeitada a ordem cronológica de cada momento. No jogo,


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FMX

perdemos peças importantes para nossa batalha, mas temos que atentar para o fim e continuarmos seguindo em frente com as demais para não perdermos a batalha. Paralelamente, perdemos “peças” em nossas vidas também, e muitas vezes, aquela mais valiosa. No entanto, seguimos os mesmos precedentes, continuar lutando com o que temos de melhor, e montarmos uma estratégia para militar ainda mais, pois sabemos que aquela “peça” não volta, mas a batalha ainda não acabou.

z! e r d a X a ç Fa zação a e memori ic g ló a su elhore iversão, que uma d o d is a m o itar a sua Muit ar vai exerc ito mais! n e il m o g mu este jo aciência, e p o ã ç a tr n conce lizado. o persona c ti á id d e Material d ícios impressos; Exerc coletivas, Dinâmicas a e raciocínio, s de lógic Atividade e desafio! Entre nest adrez, Pratique x ente! a d m ades. o esporte todas as id ra a p e is e ív Todos os n

M

Frederico Gazel é jornalista (JP) Graduado em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá - BH - MG - Assessor da Federação Mineira de Xadrez (FMX) - Professor de Xadrez no Colégio Santo Antônio em BH– MG.


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Economia e Finanças

Foto: Viver Brasil - BH-MG

Vendas no E-commerce brasileiro crescem 26% País ocupa 7ª colocação mundial em potencial de vendas segundo Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico

_________________________________ Felipe José de Jesus

C

omprar ou mesmo pesquisar preços pela internet há cerca de 10 anos atrás era motivo de preocupação para muitos consumidores, já que os casos de empresas fantasmas na web eram muito comuns. No entanto, com o passar do tempo, a internet ganhou força e credibilidade gerando o comércio eletrônico conhecido mundialmente como ECommerce. De acordo com dados da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (CBCE), de 2011 para 2012, o comércio eletrônico arrecadou R$18,7 bilhões: um crescimento de 26%. Além disto, o Brasil ocupa a 7º colocação mundial em potencial de vendas web, podendo chegar a 4ª em 2015, segundo pesquisa da T-Index, do Centro de Estudos Translated.

LEONARDO BORTOLETTO : “O aumento do poder econômico da Classe C e a facilidade de crédito, estão auxiliando no crescimento do E-commerce”

Em entrevista, Leonardo Bortoletto, administrador de empresas e diretor comercial da Web Consult,- empresa especializada em marketing/consultoria e produção de software em Belo Horizonte -, descreve que o crescimento nas vendas pode estar entrelaçado ao número de pessoas nas Redes Sociais ou mesmo por causa da massificação de plataformas móbile no país. “O Brasil está se tornando cada vez mais um país conectado. Já somamos 78,5 milhões de usuários, segundo IBOPE em 2011. Os fatores importantes que vem impulsionando este crescimento de vendas são: o crescente número de lan-houses, pontos de acesso gratuitos e a disseminação do acesso por meio de plataformas móbile como tablets e celulares. Fora isso, há também o aumento do poder econômico da Classe C e a facilidade ao acesso ao crédito, sem falar da acessibilidade de planos de banda larga ou 3G”, diz. Bortoletto ainda ressalta que a Classe C é a que mais vem impulsio-

nando este setor. “Além destes fatores que citei, quando falo da classe C, lembro que ela corresponde a 51% da população, é bem expressiva. O aumento do poder aquisitivo desta classe vem refletindo no acréscimo das vendas e isso começou há 3 anos. Exemplo: em 2009, dos 17 milhões de usuários que realizaram compras on-line, 42% pertenciam a

essa classe. Por isso afirmo, a tendência é que esse número cresça daqui para frente. Uma prova, é que segundo estimativas do e-bit para este ano e, ano que vem, é que o aumento do faturamento deste comércio fique na casa dos 30%”. Leonardo esclarece que o Ecommerce, auxilia também os empresários, não só na questão de vendas, mas


também como ferramenta de apoio na comparação e formação de preços. “Um ponto muito importante e interessante do E-commerce, é que ele, não é utilizado somente como meio de compra propriamente dito. Hoje é muito usado como comparador de preços e vantagens, tanto para consumidores, quanto para empresários. Nesse tocante, leva vantagem às plataformas de E-commerce de lojas que atuam também no meio físico. Com o efeito da comparação, o envolvimento da Classe C é notoriamente aumentado”, diz Bortoletto.

Aprovado por lojistas >> Para Jeferson dos Anjos, diretor de tecnologia da informação do portal de vendas de veículos novos e seminovos Nube Motors – BH, o uso do comércio eletrônico é vital. “Com a ferramenta, oferecemos aos clientes todo controle gerencial da empresa. Entre eles, administração financeira, controle da documentação dos veículos, integração direta com despachantes e integração com diversos classificados on-line, como: Nube Motors, ICarros, Olx. Para 2012, esperamos consolidar o Sistema de Gestão do Nube Motors como o principal software gerencial das revendas multimarcas do país. Por isso afirmo, o portal é um auxilio direto para as vendas”.

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Dicas essenciais para ter um comércio eletrônico >>

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Leonardo Bortoletto ainda deixa algumas dicas importantes, para quem deseja ser empreendedor usando a internet. “Primeiro: analisar a concorrência on-line e traçar a estratégia ideal para a solução. Segundo: escolher bem a tecnologia é de fundamental importância. Deve-se investir em soluções com tecnologia de ponta, porém acessíveis, que não gerem ao cliente o problema de dependência de profissionais muito específicos, de alto custo. Terceiro: antes do lançamento, traçar a estratégia on-line de divulgação, que no caso de conter mix de mídias, é trabalhado junto com a agência de comunicação do cliente. Quarto: depois do lançamento, é fundamental o acompanhamento diário, isso, diário, da evolução dos indicadores. Desta forma, a possibilidade de crescimento e de sucesso é certo”, conclui Bortoletto.

Felipe José de Jesus é jornalista (JP) Graduado em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá—BH Especializações: - Extensão Universitária em Contabilidade e Finanças - Extensão Universitária em Comunicação Empresarial - Pós- graduando em Administração e Marketing - Pós - graduando em Jornalismo Esportivo Professor de Português e Filosofia Licenciado pela Secretaria de Educação - MG


Fotojornalismo:

olho

Fotojornalismo esportivo esportivo: Profissão que une sentimentos e espetáculo Um click no lance e outro na torcida

O Rei: Pelé em um de suas partidas

_________________________________ Karine Alonso

E

ntre as diversas funções da fotografia, uma delas é chamar atenção, destacar algo que não é notado ou enfatizar aquilo que fascina é uma das missões de um fotógrafo. Quando o assunto é esporte não há o que discutir que a fotografia valoriza muito a notícia e provoca reações diversas nos torcedores: raiva, emoção, alegria e críticas. O futebol é um bom exemplo, ele é considerado como uma das principais manifestações culturais do país, pode se enquadrar como fenômeno de massa. Praticar esporte é sinal de desenvolvimento físico, psicológico e mental. Todo esporte acompanha uma linha de raciocínio lógico para chegar a um único resultado: a vitória, e todo esse conjunto de habilidades proporcionadas pelo esporte resultam em uma grande interação social. A fotografia é uma grande aliada da notícia esportiva, ela consegue dar informação sem antes mesmo do texto. O torcedor já tem uma “pré-leitura” dos acontecimentos da partida, como por exemplo um jogador de cabeça baixa com sinais de decepção, o torcedor já remete a imagem de um resultado ruim. Ou então uma comemoração de gol, jo-

gadores abraçados e sorridentes a idéia transmitida é de um resultado positivo. Já foi constatado em grandes jornais como o Lance! Que as maiores tiragens, índices de vendas e fotos mais produzidas são realizadas toda segunda feira que geralmente os jornais trazem matérias e resumos das rodadas do fim de semana. O fotojornalista esportivo tem que trabalhar com fatores muito importantes, como atenção, prática, velocidade e conhecimento da modalidade que está fotografando, é necessário entender do jogo para ser preciso nos lances de decisão. Preferências por time ou determinado jogador ou técnico também são deixados. Na área esportiva, sentimento de amor pode atrapalhar uma boa atuação profissional e na fotografia não é diferente, por amar demais um determinado clube, pode-se perder um grande material, então, todo cuidado é pouco. Em resumo, ser fotojornalista esportivo é colocar na mira da lente criatividade, adrenalina, dinamismo e muito amor. Karine Alonso é jornalista (JP) Graduada em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá - BH.MG. Sua tese de formatura em Jornalismo, foi sobre o Fotojornalismo Brasileiro.

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Divulgação

O terceiro

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Saúde e Bem Estar

CoconutOil.Istock.j

Óleo de coco

emagrece??? O

coco é bastante difundido

no Nordeste brasileiro e seu óleo, rico em TCM (triglicérides de cadeia média) é amplamente utilizado pela indústria alimentícia. A gordura bruta de coco foi bastante utilizada no passado sendo posteriormente substituída na culinária por óleos vegetais industrializados e margarinas. O óleo de coco é um derivado da massa do coco, rico em gorduras saturadas. Em relação à sua produção, o óleo de coco é extraído a frio, pois como todo óleo que passa por processo de hidrogenação, como no caso das margarinas, também o de coco, se industrializado e muito aquecido, torna-se rico em gorduras trans, que causam oxidação e prejudicam o equilíbrio do perfil lipídico do sangue. A vantagem das gorduras saturadas, como a de coco, é que são as mais resistentes à oxidação e mais estáveis ao calor. Portanto, podem representar uma opção interessante para uso culinário. Geralmente os óleos vegetais são compostos basicamente de ácidos graxos de cadeia longa e armazenados no organismo como gordura corporal, ao contrário do óleo de coco, que é utilizado como energia para o metabolismo. Isso porque, apesar de o óleo de coco ter em sua com-

posição uma elevada concentração de ácidos graxos saturados, estes, são de cadeia média, apresentando então, comportamento metabólico diferenciado em virtude de suas características estruturais. Os triglicerídeos de cadeia média (TCM) apresentam fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação, tanto no ambiente quanto no organismo. Sendo assim, não representam um fator de risco cardiovascular e, ao contrário, podem exercer um efeito protetor. Com as novas constatações científicas foi possível verificar que uma dieta rica em óleo de coco não aumenta o colesterol e nem o risco de se desenvolver doença coronariana, como se imaginava, mas opostamente, o óleo tem a propriedade de aumentar a fração HDL do colesterol. Além disso, a gordura do coco leva à normalização dos lipídeos (gorduras) corporais, protege o fígado dos efeitos do álcool e aumenta a resposta imunológica contra diversos microrganismos, sendo também benéfica no combate aos fatores de risco para doenças cardiovasculares. Artigo de autoria da Doutora Carolina Chuichaman Nutricionista - SP


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Turismo em Minas

Carnaval de Raposos atrai

Matéria ESPECIAL de capa Fotos: Geize Pires e Felipe de Jesus

mais de 12 mil foliões nos quatro dias de festa

Cerca de 3.100 pessoas passaram pela cidade de 17 a 22 de fevereiro

_________________________________ Felipe José de Jesus e Geize Pires

Ruas cheias e muita, mas muita alegria, gente bonita e descontração. Assim foi realizada a festa momesca, de uma das cidades mais antigas de Minas Gerais: Raposos, que completou no dia 12 de fevereiro deste ano, 322 anos de história. A animada e bem estruturada festa, foi uma realização da Prefeitura Municipal de Raposos – MG, com montagem da estrutura técnica da BMF Produções e Eventos e produção artística, da Companhia Boa Música (CBM). Nos quatro dias de evento, os visitantes e moradores foram contemplados com a apresentação dos blocos: Chapados, Vai Que Não Vai, Vai Quem Quer do Jeito Que Quer, São Domingos, e Safadim. Além dos blocos carnavalescos, grandes atrações musicais como: Copo Lagoinha, João Lucas e Diego, Levada Boa, Os Bakanas, Na Escuta, Banda Cor, Banda Herere, Banda Olosujos, Banda K+ e etc. Entre os dias 17 a 22 de fevereiro, cerca de 12.500 foliões passaram pelo local. (Média: 3.100 pessoas por dia). Em entrevista exclusiva a ‘Revista Correio Eletrônico’, que esteve presente na cidade, a chefe da Divisão de Cultura, da Prefeitura de Raposos, Maria Marta Fróes, falou sobre importância da festa para os

visitantes. Além disto, descreveu sobre a inesquecível comemoração dos 322 anos da cidade. “O nosso Carnaval sempre foi muito focado lá em baixo, próximo da antiga Estação. Contudo, este ano, a festa percorreu por uma parte da cidade e trouxe blocos carnavalescos tradicionais para o público: Art Dance, Chapados, Vai Que Não Vai, Vai Quem Quer do Jeito Que Quer, São Domingos, Safadim e o Olosujos. Pelo o que percebemos, os moradores gostaram dos blocos, pois, muita gente participou e brincou na festa. A respeito dos 322 anos de Raposos, foi maravilhoso o festejo, tivemos no sábado dia 11, a abertura das comemorações, dia 12 a Missa e dia 16, Hora Cívica. A seguir, tivemos o show da Banda Brasil 70, fora as outras atrações. Foi inesquecível e tudo muito bonito. A participação dos moradores foi essencial. Para nós, um incentivo para fazermos sempre o melhor para todos”, disse. Em relato, Geize Pires, Chefe de Gabinete e da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Raposos, disse que o Carnaval juntamente com comemoração dos 322 anos da cidade, foi uma oportunidade de mostrar também para os visitantes, como é animada e bem organizada, a festança momesca da cidade. “A população e os visitantes, gostaram muito dos shows pelo o que vimos, principalmente por causa das bandas.

Jovens, pais e crianças, se divertiram na festa


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Trouxemos grandes nomes da música como: Copo Lagoinha, Levada Boa, Fernando Augusto e Fabrício e etc, todas escolhidas com muito carinho para os moradores de Raposos. Poder fazer uma festa como esta, é ótimo e satisfatório, pois Raposos têm uma história muito bonita, principalmente pela vida de seus antepassados. Não podemos deixar de falar pelo Carnaval, que é considerado um dos melhores na RMBH, juntamente com as outras cidades históricas: Nova Lima, Rio Acima, Ouro Preto e etc. Sobre o Carnaval e as comemorações dos 322 anos, todos que participaram: organizadores, parceiros e acima de tudo, moradores, estão de parabéns pela presença e pela atenção”, concretizou Geize. Paixão declarada por Raposos >> Sobre a folia e o aniversário de Raposos, Geraldo, mais conhecido como Car Love, da BMF Produções e Eventos, afirmou que foi um privilégio imenso fazer a estrutura técnica do Carnaval. Além disto, declarou a RCE, seu amor e gratidão pela cidade.

e fazer a estrutura deste Carnaval. Trouxemos grades, banheiros químicos, geradores, iluminação, sonorização, já os shows, foi o Marcelo da CBM que trouxe. Poder alavancar a história da cidade é um prazer, onde estivermos vamos levar o nome da cidade em 1º lugar. As pessoas já estão percebendo que aqui tem um Carnaval de qualidade. Agradecemos a Deus pelas oportunidades. Raposos está em nossos corações”, afirmou Geraldo. Dudu do grupo de samba, Copo Lagoinha, contou, que foi muito bom tocar para o público presente de Raposos. “Para

“São 322 anos, é muita história para contar. Uma cidade, que está a 40 minutos da Capital mineira, do lado. Um município que passa algumas dificuldades, digo em questão de receita, com rendimentos de R$ 700 e poucos mil. Um local que tem suas delimitações, como uma família que vive com 1 salário mínimo, contudo, é uma cidade feliz. Apesar disso, esperamos que a administração futura, ou mesmo a atual traga de fato, soluções para os problemas enfrentados aqui. Raposos em minha opinião é a cidade mais apaixonada do Brasil, eu amo demais estar aqui. Para nós da BMF Produções e Eventos foi um privilégio participar

Os f oliõe anim s estav a a Carn dos no m av Rap al de osos

nós do Copo Lagoinha, é um prazer pode tocar aqui. Ficamos surpresos, pois a praça ficou linda, uma estrutura maravilhosa, tudo muito bem feito para nós e para os visitantes que vieram. Esta é 1ª vez que participamos do Carnaval em Raposos. Um público muito bonito e acima de tudo, muito agradável, educado. O nosso perfil musical é regrado por nomes conhecidos do samba, como: Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e etc. Tomara que o público tenha gostado do que proporcionamos, pois ficamos muitos felizes pela oportunidade de trazer o nosso show, nesta maravilhosa festa. Parabéns”, concluiu o integrante. Outras informações >> Para obter outras informações e mais fotos, acesse: www.raposos.mg.gov.br/. (031) 3543-1276. Confira a cobertura deste belo Carnaval mineiro.

Conheça os serviços:

Ligue: (031) 8632-5970

Banda Rock’ D La Rua Assessoria de Imprensa e contatos para shows: (031) 8561-5255 (031) 8714 8478 (031) 3374 5599


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Cultura e Entretenimento

Cobertura especial RCE

Foto: Divulgação

Luiz Veríssimo presenteia mineiros com novo livro _________________________________ Felipe José de Jesus

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o começo um pouco tímido, mas aos poucos, o renomado escritor de Porto Alegre, Luiz Fernando Veríssimo, de 75 anos, foi soltando a sua voz para as mais de 250 pessoas, que se apertaram no pequeno auditório para conhecer de perto, o seu novo lançamento, a obra: Em Algum Lugar do Paraíso. O evento foi realizado no dia 6 de março, na Academia Mineira de Letras, no Lourdes. Entre os presentes: estudantes universitários, profissionais da imprensa mineira e convidados. Além da apresentação do livro, Luiz conversou e tirou várias dúvidas do público presente. Em Algum Lugar do Paraíso, entra para a lista dos mais de 60 títulos publicados pelo autor. O livro foi lançado em novembro de 2011, e segundo Veríssimo, figura presente na imprensa, mas que não gosta muito de entrevistas, o livro reúne mais de 41 crônicas selecionadas. “Para este meu mais novo livro, pegamos diversas crônicas. Os textos foram escolhidos entre os mais de 350 publicados em minhas colunas nos jornais brasileiros, alguns escolhidos por mim e também pela editora. O interessante é que as pessoas poderão recordar um pouco do meu trabalho, algumas crônicas bem marcantes que fiz. Lembro, algumas destas que estão no livro, foram publicadas nos últimos três anos em al-

Veríssimo: “Os textos foram escolhidos entre os mais de 350 publicados em minhas colunas nos jornais brasileiros”

guns jornais que escrevo”, afirmou. Além de falar sobre o seu novo livro, em conversa com a imprensa e convidados, Veríssimo falou da forte influência seu pai, o escritor, Érico Veríssimo que faleceu em 1975, com 70 anos de idade. “Filho de peixe, peixinho é, isto é verdade. O que me lembro de minha infância, são os momentos em que me deliciava com o acervo literário de meu pai. Grande escritor, sempre preocupado

com as novidades, foi além de uma influência. Posso citar, ou ficar a noite toda falando de suas grandes obras como: A Volta do Gato Preto, O Tempo E O Vento, entre tantos outros. Um escritor que me ajudou muito no que eu seria no futuro. Ele marca e, faz parte dos meus passos na literatura até hoje”, concluiu. O livro, Em Algum Lugar do Paraíso, pode ser adquirido nas melhores livrarias de Minas Gerais. Conheça esta mais nova obra de Veríssimo.

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Divulgação

O jornalismo se modificou, as máquinas de escrever foram trocadas pela tecnologia. Os computadores e a Internet, hoje reinam no século 21. Porém, algo ainda continua o mesmo: jornalismo sério com profissionalismo e credibilidade, poucos conseguem oferecer para os leitores. Revista

Conheça também o site do jornal: www.jcorreioeletronico.webnode.com.pt

Revista Correio Eletrônico 2ª Edição  

Publicação de entretenimento: Cultura, Fotografia, Xadrez, Economia e Turismo

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