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Revista Efeitos

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APRESENTAÇÃO DO PROJETO EDITORIAL A Revista Efeitos é um projeto da disciplina eletiva de aprofundamento Comunicação Criativa e Mídias. Busca-se com essa prática compartilhar as produções artísticas, as literárias, as científicas, como também as notícias, os destaques, as memórias do ano de 2021. Vivemos. Experimentamos. Desafiamos. Escrevemos. Revisamos. Revistamos. Muitas ações para o ano de 2021. Sentimos o caos, as escritas confusas. Mergulhamos em ideias. Produzimos críticas. Mostramos nossos sentimentos. Caminhamos por olhares nos espaços escolares. Esta revista é um registro dos processos diferentes vividos nas comunicações criativas e midiáticas. A organização dos textos foi elaborada pela professora Graciele Gonzaga. A capa da revista foi criada pela aluna Ana Beatriz N.

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CARTOGRAFIA DO DIA São fotografias das áreas verdes do Colégio. Um momento de pensar, de refletir, de aproveitar o dia. Um olhar para a simplicidade, para a natureza com o pensamento árcade. Andamos por caminhos do Colégio Santa Maria MinasUnidade Betim e da PUC. Momento de registrar nossos olhares. Momento para nossa saúde mental. Momento de interação com os colegas. Momento de descontração. Momentos de conversa.

CARTOGRAFIAS DO DIA Fotografias dos alunos da 1ªsérie do EM de 2021

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Publicidade Compartilhamos algumas produções publicitárias ou escolhas de publicidades mais chamativas. Com oficinas de processos criativos, os alunos foram convidados a criar publicidades com restos de panfletos, jornais e papéis. Momento mão na massa. Momento de criar, de produzir em grupo, de escolher temas de seus interesses. Momento de processos criativos.

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A R T I G O S C I E N T I F I C O S

Pensamos aliar as disciplinas eletivas e obrigatórias com o desenvolvimento do pensamento, do repertório sociocultural e do processo criativo para aprofundar o tema do mundo do trabalho. Foram apresentados subtemas para que os alunos pensassem e discutissem a contemporaneidade e suas transformações no campo do empreendedorismo, dos estudos científicos e das atuações no mundo do trabalho em diferentes campos do conhecimento.

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A DESCONSTRUÇÃO DA ROMANTIZAÇÃO DO MUNDO DO TRABALHO DAS MULHERES EMPREENDEDORAS Ana Beatriz Maciel Luz Rebelo Ana Carolina Rocha Guimarães Carolina Alcantara Silva Maria Vitória Manhanes Rocha Falcão Orientador: Graciele Gonzaga Resumo Esta pesquisa tem como objetivo conhecer mais histórias de mulheres empreendedoras e divulgar os resultados da pesquisa, buscando auxiliar na valorização e desromantização das narrativas das mulheres no mundo do empreendedorismo. Isso parte da ideia de que é essencial averiguar as imagens criadas das empreendedoras femininas no Instagram para mostrar o outro lado que ainda reflete as mazelas sociais, sobretudo, a desigualdade de gênero. Para isso, foi utilizada a pesquisa bibliográfica em sites de artigos científicos, tendo como objeto de estudo a romantização do empreendedorismo feminino. Nesse sentido, a pesquisa será realizada de modo qualitativo por meio de entrevistas e questionários com um grupo de mulheres empreendedoras do aplicativo Instagram, pelo meio virtual. Em suma, espera-se que as entrevistadas tenham um maior reconhecimento em seus trabalhos autônomos, em virtude da divulgação de suas histórias, rompendo ainda com o processo de romantização de marketing digital feminino. Palavras-chave: Visibilidade, empreendedorismo, feminismo, romantização, narrativas. Introdução Esta pesquisa visa estudar como as mulheres empreendedoras em Betim e região ocupam seu lugar no mundo de trabalho, além de compartilhar suas lutas e narrativas em um site e na rede social Instagram. Esse projeto se originou com base em reflexões sobre o empreendedorismo feminino, desse modo, nota-se o surgimento de um problema que assola grande parte da população: a romantização do trabalho da mulher em seus diversos âmbitos. O ato de romantizar é caracterizado por idealizar uma situação exaustiva, maçante. Paralelamente, há uma questão histórica e social, compreende-se que a mulher sempre fora desvalorizada e sempre tivera um maior número de adversidades nesse campo, em comparação aos homens. Esses obstáculos relacionados a desvalorização do trabalho feminino e a dupla jornada ocorrem em razão das profundas raízes do machismo e do patriarcado em nossa sociedade. O machismo concede mais oportunidades aos homens, uma vez que muitos veem as mulheres como seres inferiores e, por isso, são reprimidas e subjugadas. Acreditar que os flagelos machistas afligem somente as mulheres é um ideal completamente errôneo: na sociedade machista, ensina-se aos homens a não demonstrarem, a desprezarem seus sentimentos. Logo, esses sujeitos, em excessivas situações, desprezam seus sentimentos. Portanto, surtos de raiva e de agressão são frequentes e, o mais preocupante, são apontados como normais. Em consequência disso, observa-se que, a taxa de suicídios é maior para os casos dos homens em relação aos das mulheres, como notase no gráfico abaixo:

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Figura 1: Agência Brasil. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-09/cerca-de-11-mil-pessoas-tirampropria-vida-todos-os-anos-no-brasil>. Acesso em 13 de agosto de 2021. Já o patriarcado diz às figuras femininas que o mundo do empreendedorismo autônomo não lhes pertence, já que, essa visão errônea profere que as mulheres devem apenas cuidar de seus afazeres domésticos e de seus filhos. Portanto, para além dos estigmas relacionados ao mundo do empreendedorismo, as mulheres enfrentam, também, flagelos machistas, patriarcais e a questão da romantização. Desse modo, é evidente que todas as empreendedoras possuem várias barreiras para enfrentar, rompendo, assim, com a imagem de supermulheres atuando em páginas virtuais. Partindo dessa ideia, a pesquisa desdobra em objetivos específicos que são: conhecer mais histórias de mulheres empreendedoras e refletir sobre o mundo do trabalho feminino dessas mulheres em Betim e região por intermédio de análises dos desafios enfrentados por elas em busca de visibilidade do trabalho nas redes sociais, bem como demonstrar que a desromantização do empreendedorismo feminino favorece, também, a valorização da mulher. Iremos divulgar os resultados da pesquisa por meio de um site que valorize o universo feminino, buscando mentorias e compartilhamento das histórias das mulheres que serão pesquisadas, além da divulgação no Instagram. Em nossa página da rede social, temos como o objetivo explicitar um maior número de efeitos do machismo e do patriarcado na sociedade contemporânea, bem como trazer um maior número de curiosidades sobre o universo feminino em geral. Metodologia Para alcançar os objetivos desejados, criou-se um questionário (Anexo 1) com o intuito de estabelecer um contato com as narrativas das empreendedoras que serão, em seguida, entrevistadas. Tendo como princípio a diversidade, o primeiro passo foi contactar mulheres de diversas raças e origens. Em primeira instância, a empreendedora questionada deve assinar um termo de validação. Caso ela não se sentir segura ao responder as perguntas desse termo, basta selecionar a opção “não”. Entretanto, na hipótese de a resposta ser “sim”, a entrevistada poderá escolher entre as seguintes alternativas: agendar uma entrevista ao vivo com nossa equipe, visando à disponibilidade de ambos os lados, ou responder o formulário e deixar o e-mail para contato e o esclarecimento de dúvidas, caso haja alguma.

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Após essa etapa, criou-se o blog “DEF: Desromantizando o Empreendedorismo Feminino” (figura 2) a fim de apresentar o conteúdo que foi adquirido de forma mais detalhada e desenvolvida, intencionando uma maior visibilidade para as mulheres empreendedoras apresentadas. Além disso, foi elaborada uma página no aplicativo “Instagram”, denominada “projeto_def” (figura 3), onde publicou-se postagens que esclarecem objetivamente as histórias obtidas por meio das pesquisas, sempre com o consentimento das empreendedoras.

Figura 2 – Site do DEF criando para divulgar a investigação científica e as narrativas empreendedoras.

Figura 4 – Página no Instagram para divulgação da investigação científica Resultados ou resultados esperados Os dados coletados por meio do formulário são resultados parciais, já que, ao longo do desenvolvimento do projeto mais questionamentos e esclarecimentos serão revelados. No entanto, a partir das respostas já recebidas por intermédio do formulário, foi possível observar que demasiadas mulheres têm dificuldade em alcançar seu devido lugar no mundo de trabalho do empreendedorismo, uma vez que em excessivas vezes, essas têm sua narrativa de luta ocultada pelo não reconhecimento, que, como já mencionado, tem suas origens em problemáticas como o machismo, o patriarcado e a romantização.

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Apesar de tentarmos entrar em contato com o maior e o mais variado número de mulheres possível, o grupo teve excessiva dificuldade em receber respostas: de 67 mulheres contactadas, obtivemos apenas 28 respostas, equivalente a, aproximadamente 42%.

Figura 5 – Mulheres que participaram da pesquisa Outra adversidade fora a dificuldade em encontrar mulheres trans empreendedoras. No local que foi determinado com o intuito de pesquisarmos mais sobre aquelas que empreendem, não fomos capazes de encontrar nenhuma. Após as repostas terem sido coletadas, obtivemos os seguintes resultados a partir do primeiro grupo de entrevistadas: em um primeiro momento, ao serem perguntadas sobre suas classes sociais das mulheres que optaram responder pelo formulário (22 pessoas; 88%): duas mulheres (9%), responderam que pertencem à classe baixa; cinco (23%) responderam ser de classe média-baixa; 13, (59%) pertencem a classe média; 2 (9%) são da classe média-alta. Nenhuma mulher pertence a classe alta. É importante ressaltar que, as perguntas do formulário acabam se tornando únicas para aquelas que a respondem, além de serem amplas, podendo abranger mais de uma situação em um só questionamento. Sendo assim, é impossível transformar determinados dados sociais em dados quantitativos. Todas as entrevistadas pelo formulário utilizam redes sociais- como Instagram e Facebook, bem como o WhatsApp a fim de divulgarem seus respectivos trabalhos, enfatizando a importância desses meios para as mulheres empreendedoras autônomas. Quanto às maiores dificuldades ao empreender, há uma diversa variação entre as respostas. As que foram possíveis observar em excesso estão atreladas à falta de engajamento, à falta de investimento e às inseguranças pessoais.

“A timidez e a insegurança foram meus primeiros fatores de dificuldade [...]” “O engajamento no Instagram é difícil de ser alcançado. Alguns posts dão certo e outros não e percebo a imprevisibilidade disso. Acredito que superarei isso mantendo constância e aceitando as falhas.” “A maior dificuldade no meu caso, foi ter o dinheiro inicial para investir.” (Respostas anônimas das mulheres pesquisadas) Com relação a dupla jornada, tópico relatado anteriormente, é perceptível que 87% das mulheres entrevistadas se identificam com o cenário apresentado.

“Olha, não dá muito pra fazer os dois, acabo abandonando um pouco esse cuidar de casa, porque trabalho muito e não sobra muito tempo. Como tenho meu trabalho sempre como prioridade, quando sobra um tempinho que me dedico as outras questões. [...]”

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“Infelizmente a realidade ainda é essa. Mulheres casadas e mães têm dupla jornada porque os homens ainda não se sentem ativamente responsáveis pelas tarefas da casa. Eu tento conciliar, mas as vezes a casa fica um caos. [...]” (Respostas anônimas das mulheres pesquisadas) Ao serem indagadas sobre a diferença entre os mercados do empreendedorismo feminino em comparação ao masculino, 91% acreditam e argumentam sobre a desigualdade presente em uma sociedade machista e patriarcal.

“Há muita! A liderança feminina sob funcionários de sexo masculino é muito subestimada e desrespeitada.” “Provavelmente, o empreendimento feminino encontra mais barreiras nas avaliações, na consolidação, na legitimação, na consagração. Na literatura, sabemos, por pesquisas, que o campo ainda é masculino, branco, hétero. Isso vai mudando lentamente.” (Respostas anônimas das mulheres pesquisadas) Por fim, as mulheres empreendedoras foram indagas quanto às situações claras de preconceito em seus espaços de trabalho. Infelizmente, é possível perceber que os relatos variam desde a questão da descrença, sofrer críticas por parte de familiares, até mesmo quanto ao fato de apenas terem suas opiniões credibilizadas quando estavam na presença de um companheiro.

“Quando o salão estava em reforma, os pedreiros envolvidos não me davam credibilidade para as coisas que eu pedia para ser feito, e quando o meu parceiro pedia a eles, era feito na mesma hora. [...]” “Já fui muito desacreditada, por vezes até desencorajada, a seguir uma carreira tão inconstante em um país que não valoriza seus artistas. [...]” (Respostas anônimas das mulheres pesquisadas) Considerações finais De acordo com as autoras, Eva G. Jonathan e Taissa M. R. da Silva, do artigo “Empreendedorismo feminino: tecendo a trama de demandas conflitantes” “[...] são escassas as pesquisas mais aprofundadas sobre o empreendedorismo feminino no Brasil.” A partir dessa conjuntura, surge a necessidade urgente da abordagem dessa temática, bem como as seguintes questões: como as mulheres lidam com a dupla jornada? Como o ato de empreender torna-se um ato de resistência? Quais obstáculos essas mulheres precisaram enfrentar para alcançarem o patamar que têm atualmente? Como elas acreditam que os flagelos machistas e patriarcais afligiram-nas? Em quais medidas as pequenas ações podem auxiliar na desconstrução da romantização? Esses questionamentos nos levam a aprofundar mais o tema, sendo mais tempo e espaço para materializar a investigação. A ideia é continuidade do projeto, haja vista que o tema é relevante para sociedade, pois trata da mulher no espaço do trabalho. Por conseguinte, por intermédio das pesquisas realizadas, os resultados enfatizam as dificuldades que as mulheres enfrentam no mundo do empreendedorismo autônomo. Portanto, é de caráter essencial que se coloque os preceitos da sororidade em nosso cotidiano: divulgando e incentivando essas mulheres sempre que conseguirmos. Com esse projeto, conseguimos observar que as drásticas consequências do machismo e do patriarcado vão além da questão estrutural familiar, podendo atingir diferentes âmbitos em nossa sociedade. Por fim, é possível concluir que o “A desconstrução da romantização do mundo do trabalho das mulheres empreendedoras de Betim”, terá importante contribuição para a luta das mulheres na conquista de um espaço de destaque no mundo do empreendedorismo autônomo. Além de conhecermos mais narrativas de mulheres empreendedoras e que buscam seu espaço de direito no mundo do trabalho de real, sem processos de romantização.

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REFERÊNCIAS BALBINOTTI, IZABELE. A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER COMO EXPRESSÃO DO PATR IARCADO E DO MACHISMO. REVISTA DA ESMESC, 2018. DISPONÍVEL EM: HTTPS://WWW.REVISTA.ESMESC.ORG.BR/RE/ARTICLE/VIEW/191. ACESSO EM: 29 DE ABR. 2021. JONATHAN, EVA G.; SILVA, TAISSA M. R. DA. EMPREENDEDORISMO FEMININO: TECENDO A TRAMA DE DEMANDAS CONFLITANTES. SCIELO, 2007. DISPONÍVEL EM: HTTPS://WWW.SCIELO.BR/SCIELO.PHP?PID=S0102 71822007000100011&SCRIPT=SCI_ARTTEXT&TLNG=PT . ACESSO EM: 29 DE ABR. 2021. OLIVEIRA, Rayssa Medeiros de. O patriarcado, o machismo e a violência psicológica contra a mulher. UniCEUB, 2021. Disponível em: https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/14844. Acesso em: 29 de abr. 2021. ANEXOS Anexo 1 - Link do formulário de pesquisa: https://forms.office.com/r/AzRMd0Vs6b Anexo 2 - https://sites.google.com/view/def-com-br/p%C3%A1gina-inicial

OS PEQUENOS EMPREENDEDORES MINEIROS: O MUNDO DO TRABALHO E SUAS NARRATIVAS Bruna Silva Vicentini Gabriela Dias De Sales Neves Cindy Clara Rocha Da Silva Pereira Resumo Este projeto de pesquisa, “Os pequenos empreendedores mineiros: o mundo do trabalho e suas narrativas”, tem como objetivo analisar o mercado (os pontos positivos e negativos), as narrativas de empreendedores mineiros presentes na sociedade. Nesse sentido, entendese que o estudo pode trazer alguns problemas como o desemprego, orientação e formação profissional, falta de oportunidades, preconceitos (ético, racial e por gênero), dificuldades políticas. Busca-se contribuir para a sociedade com as experiências de outras pessoas, as dificuldades e conquistas que outros já conseguiram ter exposto nas narrativas. Para isso foi utilizado a metodologia de história de trabalhadores como inspiração e superação. Desse modo, compreende-se que o empreendedor social é aquele que é movido pela paixão, ousado, inconformado, que deve ser resiliente e persistente para atuar no que acredita; que tem de renunciar a uma vida estável e a interesses pessoais para trabalhar pelo outro, pela sociedade, para “mudar o mundo”.

Introdução Este trabalho tem como intuito auxiliar novos empreendedores em suas narrativas no mercado de trabalho, principalmente, no âmbito social e econômico por meio de uma investigação científica. Compreende-se que, geralmente, não nos é ensinado a como devemos nos inserir e lidar com o mercado de trabalho. Isso pode impedir que ideias inovadoras e revolucionárias prossigam e se transformem em uma ação útil para o mercado. Por isso, pensamos em criar uma plataforma, uma página no Instagram e um blog,

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que possa solucionar as, antes ignoradas/incompreendidas, dúvidas de jovens pequenos empreendedores. Nossa investigação é importante, haja vista que podemos debater sobre o assunto no espaço escolar e pensar o mundo do trabalho, entendendo as dificuldades e as possibilidades de desenvolver um negócio. As histórias de empreendedores por meio de respostas de um formulário podem ser determinantes para aprender e saber mais sobre os obstáculos vividos por todos que vivem nesse campo do trabalho. Além disso, esta pesquisa tem como objetivos específicos: descobrir e determinar atalhos e dicas de como se manter no mercado de trabalho de modo positivo, sem que haja erros graves que possam afundar o empreendedor e sua carreira. E, em foco, de como lidar melhor com as questões sociais do mercado, sejam elas relações de trabalho, divulgação do produto, como publicidade, negociações, dentre outros. Metodologia No primeiro momento, pesquisamos em sites de artigos. Entraremos em contato, por meio de mídias sociais, com pequenos empreendedores mineiros. Inicialmente pensamos em pesquisar somente na região metropolitana, mas muitos não responderam, por isso mudanças para empreendimentos do estado de Minas Gerais. A ideia era entrevistá-los e descobrir como foram suas narrativas ao se inserirem no mercado, qual foram seus desafios e se houveram desafios, e como solucionaram e superaram todos eles. No entanto, vimos que seria muito difícil devido ao distanciamento social e pela questão do tempo. Desse modo, criamos uma pesquisa no formulário no Google Forms1. Por meio desse questionário, pensou-se em perguntas voltadas para os impactos nos empreendimentos mineiros e para perceber como isso afetou o mundo trabalho e com os registros das respostas poderíamos montar uma narrativa do trabalho, assim como um varal do empreendimento no Instagram. Por intermédio da pesquisa, encontramos várias páginas com dicas e orientações, como do Sebrae e da UFMG Colmeia, que são espaços de divulgação de empreendimentos e de orientações para os negócios no âmbito virtual e físico. A partir disso, a ideia é selecionar páginas que trabalham com as orientações e replicar nas redes sociais, pois podemos ajudar nossa comunidade e até alunos que interessam ser empreendedores. Criamos uma página no Instagram para divulgar a pesquisa (figura 1), posteriormente, os resultados e os endereços eletrônicos encontrados sobre empreendedorismo digital e físico.

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Link do formulário (Anexo 1)

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Figura 1– Página do Instagram criada para projeto Resultados Após a aplicação do questionário, percebemos que a maioria das empresas foram impactadas com a pandemia, já como era esperado, como apresentado na figura 1. Alguns aproveitam a oportunidade para inovar e empreender mais.

Figura 2 – Sobre o impacto da pandemia nos empreendimentos mineiros Na segunda figura, podemos visualizar como respostas que são expressivas para análise dos dados. Muitos responderam mencionando sobre equipamentos que garantisse os protocolos para evitar a disseminação do Coronavírus e outros buscaram formações para ajudar na conservação do empreendimento.

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Figura 3 – Respostas sobre inovação no campo do trabalho empreendedor

Figura 4 – Conselhos para empreendedores. Observa-se que a maioria aponta a necessidade de planejamento, organização e capital reservada para eventuais mudanças no mercado, como ocorreu com a pandemia. É interessante notar alguns indicarem sorte para abertura de um negócio. No geral, percebe-se a importância de saber empreender e como empreender, logo, informações e orientações são primordiais. Isso demonstra que uma investigação sobre o tema é fundamental.

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Considerações finais Percebemos que muitas das pessoas que responderam nosso formulário, veem o mundo de trabalho de uma mesma forma, muitos aconselham que se você tem vontade de abrir um negócio você deve abrir, mas deve ter prioridade em alguns pontos como o cliente, a qualidade, a organização e devem ter um planejamento social. Além disso, percebemos a necessidade de um espaço de compartilhamento de páginas que já tratam de dicas, assim como de mostrar os resultados na escola, visto que muitos pretendem entrar no mundo do trabalho com empreendimento próprios. Portanto, observa-se nas respostas possíveis trajetórias de lutas e de persistências de empreendedores que acreditam no seu trabalho, no sonho de ter o próprio negócio. Assim, vemos como é importante saber as dificuldades de empreendedores que têm suas narrativas sonhos, lutas, resistências e amor ao que fazem. Referências Bibliográficas DALMONTE, Edson Fernando. Narrativa Jornalística e Narrativas Sociais: Questões acerca da Representação da Realidade e Regimes de Visibilidade. Disponível em trajetoriasinvestigativas.pdf (ufba.br). Acesso em 15 de abr. de 2021 ALVES Lorrayne Luis ALMEIDA Felipe; RODRIGUES Daniel. As principais características das relações de emprego e relações de trabalho. Disponível em Art.04_Rev_Ag_Acad _Vol.03.pdf (fenord.edu.br). Acesso em 15 de abr. de 2021

ANEXOS Anexo 1 - Link do formulário de pesquisa: https://forms.gle/ojzz42w1VR6Pmq5G7

AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UMA TRANSIÇÃO DE EMPRESAS PARA UM MUNDO DIGITAL Lucas Sá Marco Bastos Rafael Durval Resumo Esse projeto tem como objetivo traçar, analisar e ajudar por meio de pesquisas como algumas empresas fazem parte de um mundo digital, definindo os caminhos mais promissores e analisando o nicho e a concorrência de quem se adapta aos recursos oferecidos pela internet. Para isso foram criados um formulário na plataforma Microsoft Forms que tem como intenção coletar dados para entender o cenário tecnológico pensando em fatores que interferem na produtividade, assim como o domínio de recursos virtuais para o negócio.

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Logo, a investigação científica é voltada para uma reflexão sobre o mundo do trabalho e seus impactos em relação à adoção de recursos midiáticos e tecnológicos no desenvolvimento do empreendimento. Palavras-chave: tecnologia; trabalho; dificuldades. Introdução Essa pesquisa pretende apresentar um estudo sobre as principais dificuldades de uma transição de empresas para o mundo digital. Tendo como objetivo analisar e ajudar por meio de pesquisas como uma empresa da região metropolitana de Belo Horizonte pode fazer parte de um mundo digital após a pandemia, definindo os caminhos mais promissores e analisando o nicho e a concorrência de quem se adapta aos recursos oferecidos pela internet. Segundo um estudo feito, em 2014, sobre a utilização das redes sociais digitais nas empresas brasileiras cerca de 57% dos entrevistados possuíam áreas de TI atrelados a seus negócios. Mediante a pandemia a tecnologia é um recurso a ser muito utilizado. Entende-se que as empresas e os empreendedores podem usar esse acesso à tecnologia a seu favor, podendo ampliar seu negócio. Kohn e de Moraes (2007) afirmam que no cenário contemporâneo a sociedade valoriza o conhecimento, a riqueza e a tecnologia, buscando a capacidade de desenvolver em qualquer área. Por isso, apreende-se que a tecnologia seria um fator determinante para o processo dos empreendimentos e contribuam para sua ampliação, possibilitando, ainda, um compartilhamento do produto em todo o território nacional e internacional. Além disso, a fim de alcançar o objetivo proposto, foram utilizados para a elaboração deste trabalho os tipos de pesquisa aplicada, descritiva, bibliográfica e quantitativa, utilizando o questionário como instrumento de coleta de dados. A seguir serão definidas cada uma das pesquisas mencionadas para uma melhor compreensão da metodologia utilizada. Quanto à natureza, a pesquisa é aplicada, uma vez que visa gerar conhecimento sobre o assunto. De abordagem quantitativa, pois tem a finalidade de traduzir os números obtidos em informações a serem analisadas. Quanto ao objetivo, utiliza-se a pesquisa descritiva, pois o trabalho em questão descreverá a situação atual das pequenas e médias empresas em uma transição para um mundo digital. Em relação aos procedimentos, empregou-se a pesquisa bibliográfica, pois o conteúdo do trabalho está embasado em conceitos teóricos e pesquisas já realizadas, disponíveis em livros, artigos, teses, sites, entre outros. Esse tipo de pesquisa adotado tem por objetivo dar credibilidade e confiança ao estudo apresentado. Para a coleta de dados serão utilizados questionários padronizados compostos por questões fechadas e abertas. Para a elaboração dos questionários se utilizará a ferramenta Google Forms. Todos os questionários serão aplicados através da Internet, por meio de mala direta, direcionando o link com o questionário em páginas empresariais no Facebook, Instagram, Telegram, WhatsApp, encaminhando-o via e-mail quando solicitado e pedindo para que outros usuários compartilhem esse link, a fim de atingir um maior número de empresas. Depois de aplicado o questionário, realizou-se a pesquisa dos dados para verificar as hipóteses pensadas para o problema inicial. Entende-se, desse modo, a necessidade de criação de uma proposta de intervenção para solucionar a questão norteadora da investigação científica.

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Resultados esperados Depois de compartilhar o link do formulário, analisamos os dados e percebemos que quem respondeu o questionário são empresas de pequeno e de médio porte, como é mostrado na figura 1.

Figura 1- Sobre as empresas Ademais, perguntamos sobre o tempo de permanência no mercado de trabalho e a maioria apresenta um tempo considerado que seria dez anos, como apresentado na figura 2. Sabe-se que isso indica já um período considerável no campo dos negócios. Podese pensar também que falta para pequenas empresas um planejamento financeiro e consolidação da marca, visto que muitos negócios fecham antes até de um ano após a abertura.

Figura 2- Tempo de mercado de trabalho Outro fator fundamental analisado foi a interferência das redes sociais na manutenção e ampliação do negócio, como apresentando na figura 3. É nítido que empresas que usam redes sociais para divulgação alcançam diferentes públicos. Atualmente o algoritmo contribuem expressivamente para divulgação, como também para cercar o consumidor, induzindo ao consumo. Forte aliado para as empresas que usam recursos midiáticos para divulgação do produto.

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Figura 3- Sobre redes sociais No gráfico da figura 4, tem-se a comprovação do uso de redes sociais e o Instagram como a rede que mais é usada para divulgar. Percebe-se que o Instagram se tornou um espaço publicitária em que muitos empreendedores tem usado a página para ampliar a imagem de sua marca. Atualmente, observa-se um fenômeno no uso de stories que são vídeos momentos e rápidos para interação e divulgação dos produtos. Além disso, há recursos para páginas profissionais com gráficos e indicadores de acesso o espaço virtual do Instagram. Sendo um fator indicador de mudanças na forma como consumidores e empresas interagem por meio da tecnologia.

Figura 4- Tipos de redes sociais

Considerações finais Após as análises dos dados coletados na pesquisa, percebemos que depois de tempos de pandemia, estar presente na internet é importante e necessário. Observamos que o Instagram é a rede social mais utilizada e entendemos que a página constantemente de passado por mudanças e está realmente voltada para marketing digital tanto pessoal quanto profissional, impactando, assim, no mundo do trabalho de empresas de pequeno porte. Pretendemos criar uma proposta de intervenção como um guia prático com dicas para aumentar os lucros de empreendimentos utilizando como base nossas pesquisas e divulgá-lo na rede social para ajudar pessoas

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empreendedoras, indicando mudanças nas páginas sociais, como também mostrando a necessidade de formações constantes para as empresas de pequeno e de médio porte para adequarem o produto ou buscarem inovador no seu setor. O fato é que, microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno e médio porte ainda têm uma grande dificuldade em se inserir ou se adaptar ao mundo digital. Dependendo do ramo de atuação dessas empresas, esse desafio é ainda maior, por isso um guia prático seria boa alternativa. Isso também será compartilhado na escola para ajudar a comunidade que pode ter empreendedores ou mesmo os alunos. Além disso, no decorrer da pesquisa, enfrentamos diversos problemas, como escolher o tema, formatar os documentos e até conseguir aplicar o questionário, visto que muitos empreendimentos não responderem. Logo, compreendemos que o processo de pesquisa traz mais indagações e dificuldades em seu processo, demonstrando ainda a necessidade de uma constante reflexão sobre o mundo do trabalho no espaço virtual. O uso de tecnologia é um aliado para o desenvolvimento do negócio, sendo as mudanças e as adaptações nesse espaço constantes. REFERÊNCIAS Rama Krishna; Reddy Kummitha. Smart technologies forfighting pandemics: The techno- and human- drivenapproaches in controlling the virus transmission. Newcastle Business School, Northumbria University, Newcastle, UK 20 April 2020. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0740624X20301003

Acesso em 31 de mar. de 2021 KOHN Karen; DE MORAES Cláudia Herte. O impacto das novas tecnologias na sociedade: conceitos e características da Sociedade da Informação e da Sociedade Digital. Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/Cesnors), XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Santos – 29 de agosto a 2 de setembro de 2007. Disponível em:https://rb.gy/xkpyoh. Acesso em 4 de abr. De 2021 OLIVEIRA CARVALHO Vanessa; GUILHERME RONZELLI MURBACK Fábio. Estudo da utilização das redes sociais digitais nas empresas brasileiras. PUC Minas – campus Poços de Caldas 15 de dezembro de 2014 a 29 de dezembro de 2014 Disponível em: https://www.pucpcaldas.br/graduacao/administracao/revista/artigos/v2014/Artigo41_2014.pdf. Acesso em 12 de abr. De 2021

ANEXOS ANEXO 1 – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA ELABORAÇÃO DO QUESTIONÁRIO https://docs.google.com/document/d/1fsYAPYcB9I9yP8RxwsiOxo8fMQjbl_iMurutEdCxfms/edit?usp=sharing ANEXO 2 – QUESTIONÁRIO https://docs.google.com/forms/d/1gs36TPQ1e4hDrBoLVNf93evkTFTDfPb-kFXzBXYTYHI/edit?usp=sharing

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CULTURA CRUNCH, EFEITO DESESTRESSANTE, DESENVOLVEDORES DE JOGOS, BENEFÍCIOS DO VIDEOGAME Luna Gabriela De Castro Assunção Paulo Vítor Garcia Moura Coelho Theo Duarte Lara Orientadores: Rubens Da Silva e Alexandre Alex Barbosa Xavier Resumo Em nosso trabalho, procuramos expor o estresse causado por um ambiente de trabalho nocivo na área de desenvolvimentos de jogos, principalmente aqueles derivados da ‘Cultura Crunch’. Nossa hipótese na remediação nesse problema seria o desenvolvimento de um jogo, procurando tanto usar a própria tecnologia dos jogos para formar uma experiência desestressante quanto provar que é possível cumprir a expectativa popular sem o excesso de trabalho. Para isso, foi criado um formulário para verificar se havia necessidade da criação de um jogo, assim como entender mais sobre o problema estudado. Logo, entendemos a importância de refletir o mundo do trabalho voltado para esse problema da cultura crunch, pensando em proposta de intervenção que é a construção de um jogo. Palavras-chave: Cultura Crunch, Efeito Desestressante, Desenvolvedores de Jogos, Benefícios do Videogame. Introdução No panorama atual, podemos observar que o mercado de jogos eletrônicos cresce de maneira intensificada, por ser uma forma de lazer atual, buscando entreter todos os públicos possíveis. Adicionalmente, essa diversão gera diversas fontes de renda, como o surgimento de jogadores profissionais, criando um enorme repertório de times qualificados, contratando competidores para jogarem em torneios nacionais e mundiais. Como também, a programação de um jogo ser um tipo de trabalho, movimentando a economia por gerar empregos para a sociedade, pelo fato da criação de um “game” ter diversas etapas, como a arte, a trilha sonora e a jogabilidade. Sendo assim, podemos concluir que este mercado é importantíssimo para a economia mundial, situando variedades e inovações. Entretanto, a busca pela programação de um jogo perfeito que busque agradar todos os indivíduos, pode ser uma tarefa estressante e cansativa, gerando a cultura crunch, sendo ela um fenômeno que ocorre durante o longo processo de desenvolvimento de um jogo, por motivos externos (como a antecipação dos fãs ou uma publicadora rígida) o “game” precisa ser lançado rapidamente, e para isso eles fazem o crunch, que seria as horas extras obrigatórias, extrapolando o trabalho do desenvolvedor para acelerar a produção, acumulando o cansaço e stress do trabalhador a um ponto não ético. Consequentemente, a própria qualidade do jogo pode ser impactada por causa da exaustão dos programadores. Ressignificando esta hipótese, de acordo com o Art. 67 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), “será assegurado a todo empregado um descanso semanal de 24 (vinte e quatro) horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço, deverá coincidir com o domingo, no todo ou em parte.” Percebe-se, então, que o trabalhador tem direito de possuir um dia de descanso e intervalo, para relaxar e fazer o que gosta. Tendo esse fato em vista, percebemos que esse assunto não é muito discutido, mesmo sendo atual, já que a maioria dos grupos populacionais devem usufruir de videogames. Portanto, é importante

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a preocupação com essa pauta, pois a cultura crunch afeta inúmeros programadores, que se esforçam para oferecer à população jogos de alta qualidade. Logo, o grupo de pesquisa sobre “A cultura crunch e seus impactos no mercado de trabalho” busca combater a cultura crunch com a criação de um jogo, pelo fato de os jogos possuírem diversos benefícios como: a melhora da coordenação motora; o auxílio do raciocínio lógico; a ajuda a eliminar o estresse e na agilidade e progresso no trabalho em equipe. Tendo, ainda, o objetivo de auxiliar na diminuição de estresse de trabalhadores, sendo utilizado nos intervalos de expediente, procurando amenizar esta cultura maléfica. Nosso projeto também tem como objetivos específicos: descobrir, por meio da pesquisa de conceitos no desenvolvimento do jogo, quais tipos mecânicos que podem ser introduzidas para criar uma experiência casual e desestressante; incentivar jovens aspirantes a desenvolvedores que tenham sido desmoralizados pela predominância da cultura crunch no mercado de trabalho. Metodologia Em nosso trabalho, primeiramente realizamos uma pesquisa com um número indeterminado de entrevistados (de preferência na faixa etária de jovens e jovens-adultos), na qual, possuirá o objetivo de discernir mecânicas de jogo através das experiências do grupo de amostra. Adicionalmente, os voluntários desse primeiro questionário poderão expressar suas expectativas em relação ao que seria uma experiência relaxante, realizando críticas construtivas para uma melhor jogatina desestressante. Com isso, a pesquisa ocorrerá por meio do serviço de questionário criado na plataforma da Microsoft Forms, com o link do compartilhamento pela internet para quaisquer indivíduos que tenham a faixa etária indicada e que queiram participar. Em seguida, aqueles que escolheram responder, terão disponibilizados a eles a demonstração do jogo (Que será desenvolvido no programa Unity) posteriormente ao fim da investigação. Finalmente, poderemos consultar nossos jogadores, por meio de uma segunda enquete que ocorrerá novamente na Microsoft Forms, concluindo se houve um efeito desestressante ao experimentar a jogatina. A partir isso tais dados serão analisados por intermédio das ferramentas como o Power BI ou o Excel. Assim, o nosso estudo para comprovar nossa hipótese do possível efeito desestressante do jogo estará concluído ou próximo de uma possível solução para o problema.

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Resultados esperados Ao analisar os dados parciais adquiridos pela primeira enquete realizada por meio do (Anexo I), pela Microsoft Forms, podemos ter a noção de como seriam arquitetadas as mecânicas do jogo com o intuito do efeito desestressante. Sendo realizada por meio da opinião popular, descobrimos padrões de cores, músicas, estilos de jogos e outras preferências que se repetiram quando a questão era uma jogatina desestressante. Dessa forma, alguns elementos notáveis de acordo com os gráficos e respostas que obtivemos foram: o uso da cor azul e tonalidades menos saturadas (Figura 1); as músicas lentas e instrumentais, (Ex: Lo-fi, Jazz, Blues) (Figura 2); jogos de mundo aberto, casuais e sem limites de tempo (Figura 3).

Figura 1- Gráfico sobre cores que trazem tranquilidade.

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Figura 2 – Tipos de música relacionada ao desestresse.

Figura 3- Gráfico sobre tipos de jogos.

Considerações Finais Levando em conta o progresso atual na pesquisa e na coleta de dados quantitativos (por mais que sejam parciais), é possível tirar algumas conclusões deles. Nesta primeira enquete, podemos já observar que a hipótese dos jogos como uma ferramenta de desestresse do ambiente de trabalho é verídica, com grande parte dos entrevistados afirmando que utilizam os videogames para esta finalidade como apresentado na Figura 4. Com os resultados atuais, ainda, não é possível afirmar concretamente que o jogo desenvolvido por nosso grupo diminuirá o estresse causado pelo trabalho (mais especificamente por ambientes com a metodologia ‘Crunch’

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internalizada), porém a opinião popular esclareceu características fundamentais para o nosso objetivo que era pensar uma forma desestressante para essa cultura crunch, uma decorrência satisfatória em nossas perspectivas. Além disso, vivemos alguns entraves como o tempo para o desenvolvimento da pesquisa, realmente a investigação requer mais momentos para aplicação do formulário. Tem-se também a questão da construção da proposta de intervenção que necessita de um tempo, assim como parceria para a criação do jogo. Sabemos que nossa investigação tem uma relevância para o mundo do trabalho, visto que reflete uma questão não tão discutida no ensino médio. REFERÊNCIAS BRASIL. Decreto-Lei N°. 5.452, de 01 de Maio de 1943. Consolidação das Leis Trabalhistas. Brasília, DF, maio 1943. R. A. LOPES, A. CARDOSO, E. A. L. JÚNIOR, E. J. LOPES. Uma Proposta para o Enfrentamento do Estresse no Trabalho utilizando Jogos Sérios. Internet ,Outubro 2013, Disponível em < http://www.sbgames.org/sbgames2013/proceedings/workshop/WorkshopVAR-8_Full.pdf >, Acesso em: 28/05/2021 Faculdade Metodista Granbery. Um Estudo sobre a Influência dos Jogos Eletrônicos sobre os Usuários. Internet, Janeiro/Junho/2008. Disponível em < http://re.granbery.edu.br/artigos/MTM4.pdf > Acesso em: 28/05/2021 GALINA, Luiz Mello. O uso de videogames na clínica psicoterápica: revisão de literatura Internet November 2012 Disponível em: < https://www.researchgate.net/profile/LuizGallina/publication/313638200_O_uso_de_videogames_na_clinica_psicoterapica_revisao_de_literatura/links/58a0e4c245851598bab8 6926/O-uso-de-videogames-na-clinica-psicoterapica-revisao-de-literatura.pdf >. Acesso em: 28/05/2021

NATURABILIDADE: A IMPORTÂNCIA DO CONSUMO SUSTENTÁVEL Ana Beatriz Nunes de Oliveira Isabel Gomes Rosa Orientador: Camila Simões Machado

Resumo A sustentabilidade e o mercado de trabalho possuem conceitos entrelaçados, já que é necessário suprir as necessidades do presente sem afetar as gerações futuras para que o mercado de trabalho continue existindo. Desse modo, a pesquisa, que tem como tema a análise de marcas ecológicas, apresenta como objetivo propor sobre a troca de produtos comuns por produtos sustentáveis, tanto em sua composição quanto em sua produção. Pensando no meio ambiente, o estudo é direcionado para a criação de soluções que diminuam o impacto do consumo de cosméticos na natureza e difundir empreendedores brasileiros que se preocupam com as consequências dos seus processos de fabricação. Para isso foi utilizada a pesquisa bibliográfica em sites de artigos científicos, tendo como objeto de estudo cosméticos sustentáveis, como xampu, sabonetes e desodorante que possam substituir produtos comumente usados no dia a dia e explorar o mercado sustentável, que atualmente tem pouca visibilidade no Brasil. Nesse sentido, a pesquisa foi realizada de modo qualitativo em forma de questionário, no qual conteve indagações que vão direcionar a criação do site como produto. Em síntese, os

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resultados esperados são o aumento do consumo dos produtos sustentáveis com a divulgação das marcas no site da pesquisa, que tem o intuito de informar e guiar as pessoas que querem exercer um consumo sustentável. Palavras – chave: sustentabilidade; reflexão; consumo consciente. Introdução O desenvolvimento de uma sociedade sustentável e consciente dos impactos que o consumo causa é um assunto que ganha, cada vez mais, espaço nas discussões atuais. Diante do contexto contemporâneo e das proporções catastróficas que a pandemia teve, tanto dentro da economia quanto no meio ambiente, é notável a importância de discutir e incentivar um consumo mais responsável por parte da população. Fica claro então, a necessidade de a humanidade diminuir sua relação cada vez mais predatória com a natureza com visão capitalista e de produção, pois assim a própria humanidade pode se aproximar de um cenário de desastre ambiental provocada por ela mesma (ARRUDA, 2008).

A situação de isolamento social e de um vírus letal foi assustadora para inúmeros empreendedores, que se viram na necessidade de se reinventarem para conseguir sobreviver, e para muitos a manufatura de cosméticos naturais foi a solução. Por outro lado, é inegável que a condição instaurada pelo Corona vírus em nível mundial, foi apenas um reflexo, e talvez só um começo, das ações humanas no meio ambiente. Portanto, é urgente repensar nos produtos que são consumidos em grande massa dentro do Brasil. Nessa perspectiva, foi pensado na criação do projeto "Naturabilidade: a importância do consumo sustentável", a fim de abordar a preservação do meio ambiente por meio do consumo e na criação de produtos ecológicos. Além disso, o estudo discorre sobre a sustentabilidade dentro de empreendedorismos brasileiros que fabricam cosméticos sustentáveis e ajudam a cumprir os objetivos da ONU/Agenda 2030, como o 11 e o 12, que tratem sobre sustentabilidade. Esses princípios garantem e tornam as cidades e os assentamentos humanos inclusivos seguros, resilientes e assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis, respectivamente. Com isso, foi estabelecido que o problema de pesquisa seria as dificuldades de difundir marcas ecologicamente responsáveis, com o objetivo de analisar e divulgar marcas “ecofriendly”, para promover um consumo mais consciente e a preservação de recursos naturais usados na produção de alguns artigos do dia a dia, por exemplo, xampu e absorvente. Nesse quadro, o trabalho, que possui uma pertinência socioambiental, pretende entender o desenvolvimento sustentável dentro do consumo de cosméticos. Para tanto, utilizouse a pesquisa em diferentes fontes como livros e artigos, para a construção dos conceitos. A pesquisa desdobra em objetivos específicos que são: pesquisar e analisar produtos sustentáveis brasileiros; de que maneira podem ser inseridos no dia a dia; apresentar a importância de optar pelo consumo de produtos sustentáveis; conhecer e conversar com empreendedores e investidores que apoiam o mercado verde e fornecem serviços em prol do meio ambiente; divulgar informações para incentivar o consumo no mercado sustentável no Brasil. Metodologia O planejamento de uma pesquisa de análise sustentável passa por oito etapas importantes, adicionais à etapa do processo de decisão do tema de pesquisa: a elaboração de um problema de estudo, a escolha de referências bibliográficas, produção de um pré-

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projeto, revisão do pré-projeto a fim de torná-lo o oficial, coleta de dados, análise dos resultados, construção do produto e apresentação do projeto. Esse estudo, perante o obstáculo imposto de refletir sobre problemas relativos à sustentabilidade e ao mundo de trabalho, decidiu explorar, primeiramente, o tema por meio de investigações em artigos científicos, livros, aplicativos e sites. Assim foi decidido pesquisar sobre cosméticos sustentáveis e analisar marcas ecologicamente corretas, sobretudo no estado de Minas Gerais. Em segundo momento, foi escrito o pré-projeto especificando as áreas de estudo para nortear o processo de pesquisa, desse modo, foi discutido e selecionada a pesquisa qualitativa por meio de questionário de modo virtual, já que o distanciamento social gera a impossibilidade de encontros presenciais, interrogando pessoas de diferentes faixas etárias, gêneros e classes sociais, com o objetivo de conduzir o grupo ao caminho das respostas da questão norteadora: o que é ser sustentável e por que ser um consumidor politicamente correto na cidade de Betim. Desse modo, foi formulado um questionário2 a fim de obter dados reais sobre a difusão de produtos sustentáveis no mercado de consumo, que foi enviado pelas redes sociais Instagram e Whatsapp, e as respostas foram exploradas pela equipe investigativa. Logo, depois das etapas de obtenção e análise de dados, os resultados obtidos foram modelados para o desenvolvimento de uma proposta de intervenção, que no caso será um protótipo de site planejado pelo grupo, com a finalidade de difundir, cada vez mais, as marcas ecológicas. Essa proposta contempla a possibilidade de encerrar o trabalho e alcançar o propósito final: dar uma visibilidade maior para produtos sustentáveis, por intermédio da apresentação dos frutos da pesquisa em mostras científicas internas e externas. Resultados esperados Em toda pesquisa científica haverá levantamento de dados de variadas fontes, independente dos métodos ou técnicas empregados na realização. O levantamento desses dados constitui a essência da busca dos resultados propostos no problema e nos objetivos. Os dados levantados devem ser legítimos, autênticos e jamais direcionados ou manipulados para favorecer resultados de interesse. Os diversos resultados devem ser agrupados, ordenados e discutidos, confrontando-os com as ideias de autores constantes da revisão de literatura já realizada. Pode ser composta de tabelas, gráficos, fotos, imagens de satélites, figuras com valores estatísticos, desenhos, entre outros. Por isso, ao analisar os dados dos gráficos obtidos, observa-se o uso de marcas que não são tão voltadas para sustentabilidade.

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Link do formulário de pesquisa: https://forms.office.com/r/dbGEn8UCLC

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Figura 1 – Gráfico sobre as marcas usadas. Nesse sentido, entendeu-se a importância de consultar as pessoas sobre os produtos sustentáveis, sobretudo em Betim, já foi percebido poucas opções de lojas físicas e a falta de conhecimento de empresas com produtos sustentáveis.

Figura 2 – Gráfico de resultados da pesquisa Além disso, compreendeu-se a necessidade ter um espaço de discussão do tema de sustentabilidade no mundo do trabalho, assim como a divulgação dos resultados em uma página da internet para ultrapassar o limite da escola. Logo, os resultados esperados podem impulsionar a investigação sobre produtos sustentáveis ampliar a divulgação desses produtos, como também aumentar o uso de forma consciente.

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Figura 3 – Gráfico sobre a preocupação com produtos sustentáveis Após as análises dos gráficos, percebe-se que as pessoas têm vontade de adquirir, mas, provavelmente, por desconhecimento, acreditam que produtos sustentáveis são mais caros e também são mais difíceis de adquirir. Considerações finais Por meio das pesquisas feitas e do questionário aplicado, foi possível desenvolver o projeto com maior conhecimento sobre o mercado ecológico e o alcance que ele tem na sociedade. O resultado do questionário nos confirmou que os empreendedores sustentáveis têm pouca visibilidade e que esse é um assunto a ser explorado, nos dando mais certeza de que a criação do site é uma boa proposta quando se trata de aumentar o consumo consciente e sustentável. Tem sido gratificante a obtenção de resultados, os objetivos criados foram alcançados e contribuíram muito para o projeto. Desse modo, a pesquisa sobre produtos sustentáveis são fundamentais para ampliar o acesso e mostrar que há produtos acessíveis e com preços bons e que se preocupem com o meio ambiente. Logo, a ideia de divulgar e incentivar o consumo de produtos sustentáveis tanto no âmbito escolar quanto fora. Sabe-se que é primordial o estímulo como o compartilhamento de informações para possibilitar a visibilidade de produtos ecológicos. REFERÊNCIA BARROS, Antônio de; Transformando verde em energia. 6ª Ed. São Paulo; p. 23-35. 2008. BRASIL. Lei nº 9.394, Constituição Federal. Atividades agropecuárias, art. 187, § 1º. Brasília, 1988. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro: IBGE. 1990. Mapa físico do Brasil. Escala 1:50.000.

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LIMA, Y. K.; FRONZA, M.; ALENCAR, P. T. Verificação da presença de amido em hortaliças produzidas em sistema hidropônico. Ciência e Tecnologia, vol. 88, n. 3. Campinas, SP, 2000. NEVES, Antônio et al. Técnicas de produção da horticultura no Brasil. Revista Culturas, São Paulo: V.1, n.3, p. 16-21. Jan-fev 2008. O CULTIVO DE HORTALIÇAS NO BRASIL. Horta Viva. Disponível em: www.hortaviva/ocultivodehortalicas/2002/horticultura. Acesso em 03 jul. 2009. PROGRAMA GLOBO RURAL. Plantio de hortaliças transgênicas. Rede Globo de Televisão. Exibido em 08 de maio de 2010. SALLES, João. Produção Orgânica. O Correio do Leste, Boa Vista (AM): n. 5711. Terça-feira, 20/08/2005. P. 8. SCOTTINI, Alfredo. Minidicionário escolar da Língua Portuguesa. 2ª Ed. Blumenau (SC). Todo Livro, 2007.352 pp. SOUZA. Jorge. O cultivo de melancia. Disponível em: www.epargi/departamentodehorticultura/8975/cctr/melanci. Disponível em 14 abr. 2009.

OBSTÁCULOS DO EMPREENDEDORISMO DIGITAL EM BETIM E REGIÃO Beatriz Sabino Giovanna Martins Mariana Goios Orientador: Izabel Cristina Marques Saraiva e Valdete Aparecida Mendes Fortunato

Resumo Esta pesquisa tem o intuito de estudar os desafios e estratégias do empreendedorismo nas redes sociais, sobretudo na cidade de Betim e cidades vizinhas, analisando os principais erros cometidos por quem vai começar a empreender, utilizando como ferramenta as redes sociais. O interesse por esse assunto se desencadeia a partir da noção de que esse é um tema importante a ser estudado, tendo em vista que se trata de um assunto da contemporaneidade, que pode ser observado no cotidiano, uma vez que alunos empreendedores buscam formas de inserção no mundo do trabalho. Para isso foi usada a pesquisa bibliográfica em sites de artigos científicos, tendo como objeto de estudo as principais falhas cometidas por quem começa a empreender utilizando como meio de divulgação as redes sociais, além de descobrir quais são os aspectos essenciais para que esse negócio dê certo. Tendo em vista esse cenário, optou-se por estudo de casos, que teve início com levantamento de dados por meio de um formulário virtual da Microsoft Forms. A partir dessas perguntas foram buscadas soluções para o problema apontado primordialmente, que foram respondidas por empreendedores de Betim e região. Após essa fase, os dados foram analisados, visando criar uma mentoria com um guia prático contendo dicas para obter sucesso em um negócio nas redes sociais, que será divulgado em escolas de Ensino Médio e em páginas da Internet. Por fim, os resultados serão apresentados em uma Mostra Científica interna, assim como em eventos externos. Introdução Com a inovação do empreendedorismo e com o uso constante da tecnologia no mercado de trabalho, há a necessidade de pesquisar estratégias e os principais desafios enfrentados pelos empreendedores que utilizam as redes sociais para divulgarem seus

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empreendimentos e serviços. Este trabalho é destinado às pessoas que desejam expandir seus negócios por meio das plataformas digitais, corrigindo os erros que são cometidos por vários motivos, dentre eles a falta de conhecimento e precariedade no que se refere ao domínio da tecnologia. Além disso, tem-se a necessidade de divulgar os dados na pesquisa para mostrar as informações obtidas, assim como permitir no ambiente escolar reflete sobre o mundo do trabalho. Desse modo, esta pesquisa tem o objetivo de estudar os desafios e estratégias do empreendedorismo nas redes sociais, sobretudo na cidade de Betim, analisando os principais erros cometidos por quem começará a empreender, utilizando como ferramenta as redes sociais. Metodologia Diante do desafio de pensar no empreendedorismo nas redes sociais, inicialmente, buscou-se uma exploração do tema com pesquisas em sites de artigos científicos e em livros. Após a leitura e debates, elaborou- se o seguinte questionamento: “Quais os principais erros cometidos por quem vai começar a empreender, utilizando como ferramenta as redes sociais e quais são os aspectos essenciais para o sucesso desse negócio?”. Tendo em vista esse cenário, optou-se por estudo de casos, de forma qualitativa, tendo início com levantamento de dados por meio de um formulário virtual da Microsoft Forms3 Foram elaboradas perguntas de modo a buscar soluções para o problema apontado primordialmente, que foram respondidas por alguns empreendedores de Betim. É importante ressaltar que se sabe da importância da elaboração do termo de validação e do cuidado com os dados das pessoas que participaram da pesquisa. Após essa fase, os dados foram analisados, visando criar uma mentoria com um guia prático contendo dicas para obter sucesso em um negócio nas redes sociais, que será divulgado em escolas de ensino médio, como o Colégio Santa Maria Minas e em páginas da internet, principalmente no Instagram. Os dados obtidos na pesquisa poderão permitir uma discussão na escola e refletir sobre o mundo do trabalho no ensino médio por meio de roda de debates. Por fim, os resultados serão apresentados em uma Mostra Científica interna, assim como em eventos externos, como a FEBIC e a UFMG Jovem. Desse modo, tem-se a intenção de apresentar a investigação sobre o empreendedorismo, partindo de um desafio de pensar sobre o mundo do trabalho no campo do empreendedorismo. Resultados esperados Com esta pesquisa científica, analisamos os principais obstáculos vivenciados pelo empreendedorismo nas redes sociais e as melhores estratégias para obter o sucesso da empresa. De acordo com os dados coletados, nota-se que os empreendedores, em sua maioria, utilizam o Instagram como principal ferramenta de divulgação, porém não dominam as estratégias de marketing. Grande parte adquiriu conhecimento através de experiências vivenciadas ao longo de suas trajetórias, dispensando cursos ou empresas de marketing. Os principais desafios enfrentados pelos empreendedores foram a disciplina diária, além da dedicação e persistência para atrair novos clientes. Em geral, as empresas foram criadas há mais de um ano e estão até hoje no mercado. 3

Formulário em anexo.

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Considerações Finais Após as análises dos dados da pesquisa, observamos que muitos empreendedores ainda não dominam totalmente os recursos digitais, visto que a maioria age por conta própria em termos de divulgação de seus serviços. Inicialmente criou-se algumas hipóteses, no entanto ao examinar as respostas dos pesquisados, percebeu-se a necessidade de criar uma mentoria por meio de um guia prático, levando em consideração que isso irá contribuir para o desenvolvimento de empreendimentos online, e consequentemente, a obtenção do sucesso. Além disso, foram enfrentados alguns problemas como nem todos as empresas, que o link foi compartilhado, responderam o questionário. Percebeu-se também a necessidade de uma constante discussão sobre o mundo do trabalho pelos alunos do ensino médio. Nesse sentido, pensar sobre o campo do trabalho, ainda, mais no empreendedorismo pode ser uma possibilidade de contribuir para sociedade, assim como para os estudantes aprenderem estratégias por intermédio de investigação científica. REFERÊNCIAS KOTLER Philip, (autor) SETIAWAN Iwan (autor), KARTAJAYA Hermawan (autor), KORYTOWSKI Ivo (tradutor) . Marketing 4.0. 1ª edição (português). Editora Sextante, 2017. TESSMANN Ramon. Arrase nas redes sociais. 1ª edição. Editora Dracaena,2013. FERREIRA, Marcos Junio MACHADO, Hilka Vier. A importância das redes sociais ou networks para o empreendedorismo. Revista Eletrônica de Administração, v.8, n . 1. 2009. ANEXOS 1 Questionário de pesquisa https://forms.office.com/Pages/DesignPage.aspx#FormId=KLi7eijzSk2bhgmkFS7YcL35RVY3ZjRLhNSO2S4zefZUQjBLQ0NWRUhDV08ySFd SUk5KTERIQk1SRi4u&Token=39ab8c10fc51490daf77cc134a75859d

LIBRAS: APOIO AOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS NO ATENDIMENTO E INCLUSÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS Felipe Damasceno Izabela Amaral Júlia Pinto Estela Magalhães Clever Filho

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Tiago Baptista

Orientadora: Gabriela Galvão e Graciele Gonzaga

Resumo Essa pesquisa baseia-se no uso de libras como ferramenta de apoio para inclusão de deficientes auditivos no atendimento de setores públicos, pautando-se no cenário do CRAS Anna Martins de Siqueira, localizado no centro da cidade de Sarzedo/MG. Foi aplicado um questionário aos funcionários do equipamento, visando obter respostas para as questões levantadas ao longo da análise, tais como: quantidade de usuários que possuem deficiência auditiva atendidos no setor, empecilhos para o atendimento e o que pode ser melhorado. No decorrer do estudo, torna-se evidente a ausência de aptidão desses funcionários para construir uma comunicação prática e eficiente com os usuários deficientes auditivos. Portanto, é nítida a importância do ensino da linguagem brasileira de sinais (LIBRAS), como forma de incluí-los no atendimento público e, consequentemente, na sociedade, implicando no sentimento de independência dessa parcela da população.

Introdução Essa pesquisa se desdobra na análise de dados iniciais, leituras e discussões virtuais em grupo, acerca da sociedade contemporânea, que comprova que a acessibilidade, mesmo sendo garantida por lei, não tende a inclusão dos deficientes auditivos. A partir dessa observação, pôde-se perceber o descaso dos órgãos públicos em relação a esses indivíduos. Para defender essa problemática, foi realizado um estudo de caso com os funcionários do CRAS Anna Martins de Siqueira, localizado no centro da cidade de Sarzedo/MG, aplicando um questionário, no qual as respostas obtidas evidenciam a ausência de aptidão desses funcionários para construir uma comunicação prática e eficaz com os usuários deficientes auditivos. Portanto, é nítida a importância do ensino da linguagem brasileira de sinais (LIBRAS), como forma de incluir esses deficientes auditivos no mundo do trabalho. Quanto mais pessoas abordarem o assunto e entenderem a necessidade desse ensino para reduzir a dificuldade e o preconceito que esses indivíduos enfrentam, o problema tem maiores chances de ser solucionado, implicando na independência dessa parcela da população, bem como no seu sentimento de pertencimento à sociedade. Essa pesquisa tem a intenção de averiguar a ausência de acessibilidade nos espaços de atendimento popular para os deficientes auditivos e se desdobra em objetivos específicos que são: refletir sobre o despreparo do serviço público para incluir os deficientes auditivos e/ou surdos; analisar os desafios enfrentados por eles em busca de se sentirem parte da sociedade e alcançarem sua independência; estabelecer qual o papel das LIBRAS nessa inclusão e divulgar os resultados, buscando um meio de levá-los ao conhecimento de todos e propor melhorias para a vivência desses indivíduos. Metodologia Diante das evidências encontradas na pesquisa de sobre a não inclusão dos deficientes auditivos e/ou surdos no mundo do trabalho, buscou-se uma exploração do tema em sites e artigos científicos. Após algumas leituras e debates, optou-se por uma pesquisa

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qualitativa, na área de Ciências Sociais, por meio de um estudo de caso no CRAS Anna Martins de Siqueira, localizado no Centro da cidade de Sarzedo – MG, para comprovar a seguinte questão problematizadora: “Os funcionários do serviço público não estão preparados para receber e lidar com os deficientes auditivos”. Entende-se que, devido ao processo de distanciamento social, a pesquisa aconteceu por meios digitais. Além disso, sabe-se da importância da elaboração do termo de validação e do cuidado com os dados das pessoas que participarão da pesquisa. Foram construídas perguntas, tais como as seguintes: •

Cargo exercido na instituição:

•

Quantas pessoas aproximadamente com deficiência auditiva e/ou surdas procuraram atendimento nos últimos 3 meses?

•

Como foi o atendimento dessas pessoas? Houve algum empecilho? Se sim, qual?

•

O que poderia melhorar o atendimento e inclusão dos deficientes auditivos?

•

Tem algum profissional capacitado (falante de LIBRAS) para dialogar e acolher as pessoas com deficiência? De acordo com os objetivos da pesquisa, depois de aplicadas as anteriores, os seus resultados foram analisados, levando em

consideração o momento pandêmico ao qual a sociedade está inserida no momento, porte da cidade estudada, nível de contato com o público que varia de acordo com o cargo ocupado no equipamento, dentre outras questões. Posteriormente, ocorrerá a criação de uma parceria entre estagiários do curso de Letras de algumas universidades próximas para a capacitação desses funcionários, o que consequentemente, atende à demanda desses indivíduos. Por fim, os resultados serão apresentados na III Mostra Científica do Colégio Santa Maria Minas -Unidade Betim, assim como em eventos externos, como FEBIC (Feira Brasileira de Iniciação Científica).

Resultados

O estudo de caso ocorreu durante três dias, por meio de um formulário contendo sete questões, incluindo o termo de consentimento dos participantes, que correspondem aos doze funcionários do CRAS Anna Martins de Siqueira. Primeiramente, os funcionários responderam o cargo que ocupam no equipamento.

Cargo exercido na instituição: 1

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Psicóloga

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Assistente Social

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Assistente Social

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Entrevistadora do Cadastro Único

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Coordenação

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Orientador Social

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anonymous

Psicóloga

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Recepção

Figura 1 – Cargo das pessoas que responderam a pesquisa

Essa pergunta foi relevante para analisar, por exemplo, quais são os cargos que possuem contato direto com as pessoas com deficiência auditiva. Dessa forma, foi possível fazer um levantamento do nível do impacto que a falta de capacitação de determinado cargo pode afetar o atendimento ao deficiente auditivo. Em segundo lugar, houve o questionamento da quantidade de pessoas com deficiência auditiva que procuraram esse atendimento nos últimos três meses; Quantas pessoas, aproximadamente, com deficiência auditiva procuraram atendimento nos últimos 3 meses? 1

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Nenhuma

2

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Nenhuma

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Zero

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Três

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+-10

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4

7

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0

8

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1

Figura 2- Quantitativo de respostas sobre atendimentos para deficientes auditivos

Sendo Sarzedo uma cidade de pequeno porte, a quantidade de pessoas com deficiência auditiva atendidas é reduzida, bem como pelo período pandêmico. Vale ressaltar que a discrepância entre o número de atendimentos pode ser pela variação do cargo ocupado na instituição, pois cada um, lida com o público de maneira diferente. Por subsequente, foi informado o decorrer dos atendimentos, sendo evidenciados possíveis empecilhos.

Como foi o atendimento dessas pessoas? Houve algum empecilho? Se sim, qual? 1

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Não houve atendimento

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No meu horário de atendimento não houve Se algum deficiente auditivo buscasse o serviço, o atendimento adequado seria impossível.

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Não há no local profissional qualificado para isso.

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Foi dificultoso, devido ao uso máscara e por não eu não ter o curso de libras; tive que usar a escrita para realizar a entrevista e retirar a máscara para que eles pudessem fazer a 4

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leitura labial

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Nao

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Não, apenas necessidade de repetição e auxílio de escrita para a comunicação.

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Não houve atendimento

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A usuária foi acompanhada pelo pai que ajudou na comunicação

Figura 3 – Empecilhos em relação ao atendimento de deficientes auditivos.

Em alguns casos não houve atendimento no cargo ou horário mencionados, mas as pessoas que lidaram com o público deficiente mencionaram os obstáculos no serviço, tais como: repetição demasiada, necessidade de utilizar uma entrevista escrita ou presença de um acompanhante para auxiliar o processo. Fica, portanto, explícito a utilização de meios não práticos e/ou eficazes para atingir os objetivos do serviço social. Além disso, nas recentes circunstâncias, a leitura labial, que antes auxiliava no atendimento, ficou prejudicada devido ao uso da máscara de proteção contra a Covid-19, como relatado pela Entrevistadora do Cadastro Único, foi necessária sua retirada para conduzir o processo, colocando em risco sua saúde e do usuário. Posteriormente, foi questionado o que poderia melhorar o atendimento dos usuários com deficiência auditiva; O que poderia melhorar no atendimento de deficientes auditivos? 1

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Capacitação aos funcionários

2

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Uma intérprete de libras ou capacitação dos funcionários Qualificação para os profissionais que realizam o atendimento ao público usuário da política

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pública

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Qualificar os profissional para esse tipo de atendimento A comunicação com eles,pessoa com qualificação para está comunicação ,um falante de

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Libras.

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Uma capacitação para LIBRAS.

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Ter profissional qualificado para a inclusão do atendimento a pessoas com deficiência.

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Ter um profissional capacitado para atende los

Figura 4 – Sugestões de melhoria no atendimento

É de suma importância obter tais informações de quem realmente presencia situações de não inclusão e falta de acessibilidade para os deficientes auditivos. De acordo com as respostas, foi quase unânime que a capacitação em LIBRAS dos funcionários seria de extrema valia para o decorrer do atendimento com eficiência.

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Ao fim, houve a indagação sobre a presença de algum profissional capacitado em LIBRAS para acolher e dialogar com os deficientes no setor e se os funcionários gostariam de receber algum treinamento ou curso na Linguagem Brasileira de Sinais, como forma de apoio ao atendimento do usuário com deficiência auditiva.

Figura 5 -Gráfico sobre profissionais capacitados e cursos para atendimento aos deficientes auditivos. Considerações finais

Tendo em vista os questionamentos iniciais desse projeto, as respostas que obtivemos por meio do formulário atendem à demanda. Após uma análise criteriosa do retorno da pesquisa de campo, estabeleceu-se uma discussão, na qual foi possível concluir que o setor público realmente não está apto para atender e incluir os deficientes auditivos, reforçando o que já havia sido ressaltado na hipótese primária em relação ao problema de comunicação entre servidores da Assistência Social, oferecida na cidade de Sarzedo, e a população de deficientes auditivos, apontando como uma das causas: a inaptidão e o despreparo dos funcionários do CRAS para lidar com essas pessoas, o preconceito da sociedade com esses indivíduos e a escassa adaptação dos locais de trabalho para atendêlos. Por isso, é de extrema valia a criação e aplicação da proposta de intervenção: investir numa parceria entre estagiários do curso de Letras de algumas universidades próximas para a capacitação desses funcionários, constituindo assim, profissionais e até mesmo uma população mais preparada para lidar com os deficientes auditivos. Quanto mais pessoas se empenharem em entender os desafios enfrentados nos processos que, na maioria das vezes, são considerados simples, o problema tem maiores chances de ser solucionado, implicando no sentimento de pertencimento à sociedade desses indivíduos, bem como no alcance de sua independência.

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REFERÊNCIAS

CORREL, Robyn. Challenges That Still Exist for the Deaf Community. Disponível https://www.verywellhealth.com/what-challenges-still-exist-for-the-deaf-community-4153447. Acesso em: 04 ago. 2021.

em:

HELTON, Thiago. Direitos da Pessoa com Deficiência. Disponível em: https://www.youtube.com/channel/UCvdRmldnppfeLMx9zcS0eA. Acesso em: 05 maio 2021. OLIVEIRA, Efigênia Cristina Pereira de; ANDRADE, Erci Gaspar da Silva. COMUNICAÇÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM COM O DEFICIENTE AUDITIVO. Disponível em: http://revistafacesa.senaaires.com.br/index.php/revisa/article/view/253. Acesso em: 04 ago. 2021. PEREIRA, Vilalba do Nascimento Andrade. Inclusão do Surdo no mercado de Trabalho. 2014. 41 f. TCC (Graduação) - Curso de Licenciatura em Pedagogia, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2014. RAIMUNDO, Ronney Jorge de Souza. A IMPORTÂNCIA DO APRENDIZADO DA COMUNICAÇÃO EM LIBRAS NO ATENDIMENTO AO DEFICIENTE AUDITIVO EM SERVIÇO DE SAÚDE. Disponível em: http://www.fara.edu.br/sipe/index.php/REVISTAUNIARAGUAIA/article/view/126/112. Acesso em: 04 ago. 2021. RODRIGUES, Leandro. O que é Deficiência Auditiva e Surdez? Disponível em: https://institutoitard.com.br/o-que-e-deficienciaauditiva-e-surdez/. Acesso em: 04 ago. 2021.

O FEMINISMO NO MUNDO DO TRABALHO: PRECONCEITOS OU AVANÇOS? Ana Laura Souza Silva Ana Luiza Resende Rodrigues Mariella Letícia Fonseca Gonçalves Verônica Braga Souza Orientador: Graciele Batista Gonzaga Resumo O nosso projeto retrata assuntos que envolvem mulheres, suas conquistas e desafios, nos possibilitando refletir mais afundo o universo feminismo e sua importância no mundo do trabalho. Nos territórios do trabalho, as mulheres passam por dificuldades e preconceitos, são tratadas com inferioridade por causa de seu gênero, isso nos impulsiona a perceber o quanto essa união é importante para a visibilidade das mulheres e seu reconhecimento profissional. Podemos comprovar esses fatores por intermédio do formulário feito por nós. No qual muitas mulheres relataram suas experiências no trabalho, que em sua maior parte, infelizmente, não foram muito boas. Isso nos impulsiona a refletir que ainda há muito para se discutir sobre a figura feminina no mundo do trabalho. Uma solução eficiente seria a união de todos para os estudos da causa, assim, poderíamos ter uma porcentagem maior em relação a atual, assim como o compartilhamento dessas histórias para mostrar que todas já passaram por situações problemáticas no trabalho. Ademais, a visibilidade e a sonoridade feminina devem estar em todos os lugares e a escola tem um papel fundamental desse debate.

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Palavras-chave: Feminismo; trabalho; conquistas

Introdução

O tema do nosso projeto é a mulher no mundo do trabalho, se o feminismo traz mais avanços ou preconceitos. Esta pesquisa pretende refletir como as mulheres sofreram e ainda sofrem no trabalho, por ser um local constituído, na maioria das vezes, majoritariamente por homens em cargos de chefia. Sabe-se que as mulheres já conquistaram e ocupam seu espaço em várias ocupações existentes no mundo trabalho, no entanto, existe uma carga negativa quando a mulher assume uma posição feminista. Apesar da ocupação da mulher em diferentes lugares, tem-se, ainda, uma constante luta por seus direitos. Também se tem a intenção de tratar sobre como o feminismo contribuiu bastante, mas também faz com que as pessoas tenham um certo receio de contratarem mulheres que participam ativamente desse movimento, por serem mulheres consideradas com forte engajamento de luta por igualdade de direitos. Desse modo, busca-se mostrar que essa postura é bastante cultural e ainda persistência em nossa sociedade. Nesse contexto, observa-se a importância do estudo, já que iremos tratar sobre como sempre foi difícil para as mulheres se inserirem no campo de trabalho, que vem de aspectos culturais, no início da nossa história e não de hoje. Portanto, pretendemos mostrar como movimentos feministas nos ajudaram a conquistar o nosso atual lugar na sociedade diante de um todo, principalmente em relação ao nosso mercado de produção, que sempre foi composto majoritariamente por homens. Pretendemos mostrar também como mulheres com estereótipos feministas são tratadas de maneira cruel em seu trabalho. O objetivo geral do projeto, que tem como tema mulheres no mercado de trabalho e movimento feminista, em Belo Horizonte e região metropolitana, é conscientizar e dar a voz necessária para um tema pouco falado e discutido na sociedade. É muito importante abordar sobre abertura de espaço na escola, para refletir e romper com a ideia do estereótipo feminino ligada ao movimento feminista, tratar nosso direito de ocupação de lugares de prestígio sem rotulações e desenvolver o tema e informar de forma correta e coerente sobre o feminismo e suas conquistas, assim propiciando um conhecimento necessário do assunto discutido. A pesquisa desdobra em objetivos específicos que são: averiguar se há mesmo preconceito com mulheres ligadas à militância do movimento feminista; romper com o estereótipo de feminista no espaço escolar; refletir sobre a necessidade de valorização da figura feminina; analisar os desafios enfrentados por mulheres em busca de visibilidade no trabalho, sobretudo em cargos mais altos e divulgar os resultados da pesquisa buscando mentorias e compartilhamento das histórias das mulheres que serão pesquisadas criando um divulgações digitais em um blog e uma página no Instagram. Ademais será apresentado os resultados em uma III Mostra Científica do Colégio Santa Maria Minas-Unidade Betim e na FEBIC (Feira Brasileira de Iniciação Científica).

Metodologia Ao pensarmos sobre os problemas relacionados ao mundo do trabalho, inicialmente, buscou-se uma exploração do tema com pesquisas em sites de artigos científicos e em livros. Após a leitura e conversas entre as integrantes do grupo, foi elaborada a

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seguinte questão: “O feminismo no mundo do trabalho trouxe preconceitos ou avanços?” optamos responder essa pergunta com uma pesquisa qualitativa por meio de um questionário (anexo 1), de modo virtual. Sabemos que, devido ao processo de distanciamento social, como também pelo impedimento de aproximação física, a pesquisa aconteceu por meios digitais. Além disso, sabe-se da importância da elaboração do termo de validação e do cuidado com os dados das pessoas que participarão da pesquisa. Foram construídas perguntas de acordo com os objetivos da pesquisa e aplicadas durante um período para um grupo de mulheres que foram selecionadas para participação do nosso processo investigativo. Após isso, analisamos os dados obtidos, criando uma proposta de intervenção que provavelmente irá envolverá a criação de um blog e página do Instagram, haja vista que permite a possibilidade maior de divulgação dos dados da pesquisa. Será proposta também uma palestra para apresentar os dados obtidos e divulgar histórias que sirvam de inspiração e de alerta para luta sobre desvinculação do feminismo com um movimento de superioridade feminina. Por fim, os resultados serão apresentados na III Mostra Científica interna do Colégio, assim como eventos externos, como a FEBIC (Feira Brasileira de Iniciação Científica).

Resultados esperados

Ao elaborar o formulário para a pesquisa entre as mulheres que estiveram ou se encontram no Mundo do Trabalho, tínhamos em mente que as respostas finais nos ajudariam a entender melhor como funciona o trabalho e suas desigualdades por parte da visão feminina. Criamos perguntas que nos auxiliaria no decorrer do projeto, com base em fatos e notícias que conhecemos. Todas que queríamos e precisávamos foram respondidas, porém, uma pergunta surgiu em nossas cabeças, "As mulheres são felizes no Mundo do Trabalho que se encontram?". Partindo dessa ideia, elaboramos perguntas sobre aspectos de renda salarial, assédio sexual, inclusão de minorias ou de grávidas e flexibilidade no trabalho. Um fator importante é a relação do trabalho e de outros afazeres domésticos, sabe-se que as mulheres acabam tendo jornadas duplas e triplas de serviços. Para investigação do problema estudado, criamos perguntas sobre o perfil das mulheres pesquisadas. Isso foi fundamental, pois podemos entender melhor o grupo que aceitou participar da investigação. A seguir os gráficos de idade, de condição socioeconômica e gênero.

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Figura 1- Perfil social das mulheres pesquisadas. A maioria que respondeu considera-se cisgênero, está na faixa etária de 36 a 45 anos e pertencem a classe média. Compreendese que provavelmente são mulheres que trabalham e tem uma condição de vida razoável. Além disso, ao analisar os dados, percebemos que muitas mulheres enfrentam sérios problemas ou já vivenciaram histórias tristes. Uma pergunta refere-se aos maus tratos no ambiente de trabalho.

Figura 2- Desrespeito com mulheres no espaço do trabalho

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Outro problema vivido foi o assédio moral ou sexual no espaço profissional. A maioria já sofreu com esse problema, como é mostrado na figura 3, demonstrando ainda que a figura feminina é impactada com ações desagradáveis e que ferem seu direito de respeito.

Figura 3- Sobre assédio moral ou sexual no ambiente de trabalho Ademais, o que mais foi impressionante na investigação foram as narrativas compartilhadas sobre momentos desagradáveis, mostrando que as mulheres ainda sofrem com sérios problemas de assédio sexual e muitas das vezes são vinculadas com a construção de mulher relacionada ao corpo, aproximando da questão da objetificação do ser feminino. Uma situação muito séria e triste, por isso criar espaços de compartilhamento de histórias, dando sonoridade para mulher são fundamentais como redes sociais. Além disso, podese pensar no espaço escolar que é de formação sociocultural que deve permitir constantes debates e propiciar as alunas um espaço de visibilidade e de discussão como foi essa investigação científica.

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Figura 4- Narrativas de mulheres que sofreram uma situação desagradável

Considerações Finais

Analisando os resultados obtidos, podemos perceber que o ambiente de trabalho é um local muito machista e desigual. Segundo os dados 41% das mulheres que participaram da pesquisa recebem um salário menor em relação aos homens. 52% das entrevistadas já sofreram assédio moral ou sexual no ambiente de trabalho, infelizmente, ainda há muitas coisas a serem discutidas e enfrentadas, para que assim haja um mundo mais igual. Nesse víeis, a criação do formulário nos auxilia a observar mais a fundo como é a vida das mulheres em locais não desconstruídos, fazendo-nos notar que as causas feministas não podem parar e que há muito para se discutir ainda. E se todos se voluntariassem para estudar esse assunto, com certeza teríamos uma porcentagem maior em relação à atual de mulheres buscando seus direitos.

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Portanto, sonoridade e visibilidade não devem ser vinculadas a imagens de grupos de luta, mas, sim, uma necessidade feminina em buscar de seu lugar. É fundamental romper com o estereótipo de que feminista busca superioridade em relação aos homens. Elas buscam quebrar com imagens do imaginário popular de mulheres frágeis ou de que devem realizar determinados serviços, tendo o direito de escolha e de respeito da sociedade. Referências Bibliográficas

MARTINS, Barby de Bittencourt. MUNDO DO TRABALHO, GÊNERO E POLÍTICAS PÚBLICAS: o papel do feminismo estatal nessa relação. Disponível em http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/10582. Acesso em 20 de abr. de 2021 LARA, Bruna de et al. #Meu Amigo Secreto – Feminismo além das redes / [Não me Kahlo]. 1.ed. Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2016 (re) corte e costura. Disponível em https://podcasts.apple.com/br/podcast/re-corte-e-costura/id1534981745. Acesso em 20 de abr. de 2021

ANEXOS Link do formulário de pesquisa: https://forms.office.com/r/a91kYjUrAT

DILEMA JUVENIL: OS RUMOS PELA LIBERDADE FINANCEIRA. Melissa Furlan Natalia Januzzi Rafaela Sales Orientador: Daniel Moraes

Resumo O trabalho que tem como tema “O Jovem no Mundo do Trabalho” apresenta como objetivo refletir sobre o dilema dos jovens nesse ambiente, propondo soluções para auxiliar os mesmos na sua inserção no mercado, obtendo resultados por meio de pesquisas feitas em formulários enviados para adolescentes iniciantes no meio, a fim de obter dados para demonstrar essa afirmação. A partir das respostas dos formulários, foi possível compreender que, realmente muitos adolescentes têm interesse no mercado de trabalho e nos programas de jovem aprendiz, porém, não sabem como entrar nesse meio. A solução que encontramos foi a criação de um site/blog que oferece

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um apoio, com explicações sobre esse mundo e o esclarecimento de dúvidas rotineiras, sobretudo para alunos da escola particular e pública de Betim. Palavras-chaves: Mundo do trabalho, inserção, apoio, esclarecimento de dúvidas. Introdução Diante de um mundo de incertezas, o jovem, em Betim, tem dificuldade de inserção no mundo do trabalho, pois, muitas das vezes, não tem conhecimento sobre o assunto. Desse modo, busca-se entender como o dilema de liberdade financeira e a instabilidade social são entraves para os jovens. Uma pesquisa realizada pela Trendsity, a pedido do McDonald´s, aponta que 80% dos jovens esperam conseguir o primeiro emprego, como também conciliar os estudos. Ao mesmo tempo, praticamente o mesmo número de ingressantes no mercado de trabalho sentem que há muitos fatores que dificultam a inserção nesse meio, dentre os principais, a falta de experiência é a principal barreira para dar os primeiros passos na carreira. O trabalho molda o caráter, cria o respeito ao próximo e às normas sociais. Ensina também, para a vida, o relacionamento e o crescimento social. Nesse caso, vale ressaltar que criar um espaço de auxílio e de mentoria para os jovens, como um site, por exemplo, é de extrema relevância nos dias de hoje, podendo ser também de espaço de sanar dúvidas e sugerir postagens sobre o mundo do trabalho. Considerando, assim, uma averiguação da necessidade de pensar o mundo no trabalho no universo juvenil de forma a contribuir com os estudantes do colégio particular, como também de escolas públicas. Por esse motivo, o projeto “Dilema juvenil: os rumos pela liberdade financeira” têm como objetivo refletir sobre o dilema dos jovens no mundo de trabalho em relação a sua inserção e a liberdade financeira e propor uma solução para auxiliar a inserção do jovem no mundo do trabalho. Essa pesquisa tem a intenção, ainda, de refletir sobre o dilema dos jovens no mundo do trabalho, propondo soluções para auxiliar a inserção do jovem no mercado de trabalho. A pesquisa desdobra em objetivos específicos que são: colaborar com os jovens a ter experiências no mercado de trabalho; auxiliar nas suas possibilidades; administrando os primeiros salários e preparando para a vida adulta; verificar programas de inserção no mundo do trabalho e sua divulgação.

Metodologia A metodologia exploratória será usada com o objetivo de procurar padrões, ideias e hipóteses diante da problemática. Além de pesquisas bibliográficas, foi feito um formulário no programa Google Docs, para jovens que possuem interesse no mundo do trabalho, a fim de reunir dados para a análise das experiências pessoais de diferentes jovens entre 15 e 18 anos, mostrando os mesmos em gráficos ou tabelas. As perguntas foram direcionadas aos entrevistados sobre o entendimento deles em relação ao que eles sabem e entendem desse mundo, dando no final a oportunidade de darem uma sugestão em que se pode melhorar. A partir da análise das respostas dos entrevistados, será criado um site/app direcionado para os jovens em busca de trabalho, com o objetivo de ajudá-los nessa nova fase da independência financeira, buscando novas formas de encontrar empresas e pequenos negócios onde sejam aceitos.

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Resultados esperados Com os formulários enviados, foi obtido 21 respostas sendo todos os participantes estudantes de escola particular. Não houve retornos de respostas de alunos de escolas públicas, espera-se em outro momento realizar mais uma tentativa para obter informações que possam contribuir para o atendimento aos alunos desse setor. •

81% com 15 anos

•

9,5% com 16 anos

•

4,8% com 17 anos

•

4,8% com 18 anos

Além disso, 76,2% têm um interesse em trabalhar atualmente, tendo como maior objetivo a junção de dinheiro, seguido pela busca da independência financeira. A área de interesse de trabalho foi bem dívida, porém “empresas com programas de jovem aprendiz” foi mais votado. Apesar disso, apenas 30% acreditam que tenha experiência para entrar no mercado. O mundo de trabalho, nas redes sociais, só cresce e isso é provado pelos 80% de votos afirmando que conhecem alguém nesse meio e pelos 65% de pessoas que demostram interesse de trabalho na área. Um pouco mais da metade não conhece empresas que apresentam o jovem aprendiz, porém 81% têm interesse no programa e os 19% que não tem, se justificam pela grande tomada de tempo.

Considerações Finais

Entende-se, então, que o mercado de trabalho quase não possui a participação em massa de jovens entre 15 a 18 anos, desse modo, o grupo “Jovem no mundo do trabalho” enxergou uma problematização nessa área. A partir disso, resultados obtidos pelas pesquisas feita com alguns jovens, deixou claro que realmente as pessoas dessa faixa etária necessitam de um auxílio para entrar no mercado de trabalho. Pode-se afirmar também que muitos demonstram interesse nesse meio de jovem aprendiz e posteriormente um trabalho a longo prazo, porém não sabem como, de fato, fazer parte dele. Com isso, o site, que será criado, ajudará a guiar esses adolescentes nesse mundo novo, oferecendo diversos materiais de apoio. Sendo assim um espaço de divulgação e de compartilhamento de informações que serão uteis para os estudantes de várias escolas, visto que será divulgado esse espaço para todos. REFERÊNCIAS

PASTORE, José. As dificuldades dos jovens no mercado de trabalho. In: As dificuldades dos jovens no mercado de trabalho. Brasil: FECOMERCIOSP, 3 jan. 2020. Disponível em: https://www.fecomercio.com.br/noticia/as-dificuldades-dos-jovensno-mercado-de-trabalho-por-jose-pastore .Acesso em: 19 mar. 2021.

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WESCHENFELDER, Greicy. A INSERÇÃO DO JOVEM NO MERCADO DE TRABALHO: Veja qual é a importância da inserção do jovem no mercado de trabalho.. Brasil: Brasil Escola, 11 jul. 2013. Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-insercaojovem-no-mercado-trabalho.htm . Acesso em: 19 mar. 2021.

QUAIS são as principais dificuldades dos jovens no mercado de trabalho: 4 principais dificuldades dos jovens no mercado de trabalho. Brasil: VAGAS profissões, 2020. Disponível em: https://www.vagas.com.br/profissoes/quais-sao-principais-dificuldades-dos-jovens-nomercado-detrabalho/#:~:text=4%20principais%20dificuldades%20dos%20jovens%20no%20mercado%20de%20trabalho&text=Apresentar%20suas%20 compet%C3%AAncias%20comportamentais%20(mesmo,as%20respostas%20s%C3%A3o%20imediatas)%3B .Acesso em: 21 mar. 2021.

UNICESUMAR EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Profissionais do futuro: 5 dicas para o jovem no mercado de trabalho. Brasil: UniCesumar, 3 mar. 2020. Disponível em: https://www.unicesumar.edu.br/blog/jovem-no-mercado-de-trabalho/. Acesso em: 21 mar. 2021.

PASTORE, José. As dificuldades dos jovens no mercado de trabalho. Brasil: CORREIO BRASILIENSE, 3 jan. 2020. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/opiniao/2020/01/03/internas_opiniao,818003/artigo-as-dificuldades-dosjovens-no-mercado-de-trabalho.shtml Acesso em: 6 maio 2021.

O IMPACTO DA PANDEMIA NA SAÚDE MENTAL DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO. Fernanda Teixeira Lima Mariely Lisboa Gomes Yasmin Ribeiro Duarte Machado. Orientador: Fabiana Fernandes Lima; Carolina Pereira Vaz Mesquita.

Resumo: Esta pesquisa parte da ideia de que a saúde mental dos jovens é pouco valorizada, o que gera preocupação, devido ao fato de que eles irão compor a nova geração de trabalhadores de um novo mundo do trabalho e todo o processo de preparação é de uma relevância extrema. Visando o problema citado, o projeto tem o objetivo de refletir como a pandemia impactou na saúde mental dos estudantes do ensino médio e como isso interfere na preparação para ingressar no mundo do trabalho. Planejamos uma pesquisa qualitativa por meio de formulário realizada de modo virtual para analisar as opiniões dos estudantes, que são os principais afetados pela questão principal. Introdução O Ensino Médio é um período de muitas mudanças e preparações na vida do adolescente, principalmente, na terceira série do ensino médio. A preparação para o vestibular e o mundo do trabalho são intensa e gera inseguranças, incertezas e uma enorme pressão na vida do jovem, o que aumentou significativamente graças à pandemia.

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A COVID-19 trouxe mudanças drásticas na vida estudantil, como o novo ensino remoto, que dificultou para muitos estudantes a concentração e o entendimento da matéria. Além disso, os jovens perderam grande parte de sua juventude, graças às amizades que foram distanciadas e o impedimento da realização de atividades de lazer em lugares públicos. Todos esses fatores contribuíram para problemas em relação à saúde mental. Uma pesquisa realizada pelo Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) mostra que 6 a cada 10 jovens relataram ter sentido ansiedade, e outros disseram que sentiram exaustão, insônia ou distúrbios de peso. A saúde mental, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), se refere a um bem-estar onde o indivíduo consegue desenvolver suas habilidades e lidar com o estresse e mudanças cotidianas. É importante discutir sobre essa questão, pois é pouco valorizada e até mesmo negligenciada por determinadas pessoas, que não entendem a relevância que uma mente estável exerce no cenário juvenil. Por meio dessa pesquisa, apresentaremos a importância do cuidado com a saúde mental dos jovens, pois eles farão parte do novo mundo do trabalho. Ademais, refletir sobre como a pandemia impactou na vida dos estudantes e afetou suas futuras escolhas de carreira e preparação para o mundo do trabalho. Além disso, essa pesquisa tem a intenção de refletir como a pandemia impactou na saúde mental dos estudantes do ensino médio e como isso interfere na preparação para ingressar no mundo do trabalho. Ademais, propor uma intervenção que permite, mesmo pelo regime remoto, uma discussão ampla sobre o tema e ajude os jovens em relação à saúde mental. O projeto também desdobra objetivos específicos, tais como: pesquisar por meio de formulários sobre os anseios dos alunos sobre a inserção do mundo trabalho; investigar por formulário sobre o estado da saúde mental dos estudantes; apontar a realidade dos estudantes durante a pandemia; comparar como era a situação antes e agora, em tempos de pandemia; averiguar ações pedagógicas e dos responsáveis em relação à saúde mental e propor soluções para o problema e divulgar os resultados da pesquisa através de eventos internos do colégio, como em espaço de discussão na instituição de ensino.

Metodologia Após pesquisas em sites bibliográficos, livros e artigos científicos sobre a saúde mental e o mundo do trabalho, foi elaborada a questão sobre o impacto da pandemia na saúde mental dos estudantes do ensino médio, optando-se por fazer uma pesquisa qualitativa por meio de questionário de modo virtual, visando o objetivo de estudar as opiniões de indivíduos que são diretamente afetados pela questão principal citada. Compreendeu-se a necessidade que, devido ao processo de distanciamento social, como também pelo impedimento de aproximação física, a pesquisa ocorreu por um formulário digital. Além disso, entende-se a importância da elaboração do termo de validação e do cuidado com os dados dos estudantes que participarão da pesquisa. Foram construídas dez perguntas conforme o tema principal da pesquisa e aplicadas durante um período para o grupo de 26 estudantes da 3.ª série do ensino médio que foi escolhido para a participação do projeto. Posteriormente, foi realizada a análise dos dados do formulário. As respostas obtidas foram organizadas em gráficos fornecidos pela plataforma em que o questionário virtual

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foi realizado, possibilitando comparações e correlações. Com a conclusão da análise, os resultados da pesquisa foram alcançados e foi criada a proposta de intervenção. Essa proposta consiste em um momento de acolhimento emocional com os estudantes, em que será possível se acalmar e se “desligar” de todas as responsabilidades desgastantes por um momento. Será proposto uma roda de conversa com os estudantes, e todos poderão compartilhar seus problemas e preocupações de forma anônima e ajudar a solucionar ou amenizar. Isso será feito por meio de recursos virtuais para garantir a participação de todos sem expor ninguém. Resultados

Dos 26 estudantes que participaram, 17 (65%) eram do gênero feminino e 9 (34%) do gênero masculino. Quando foram perguntados “De 0 a 10, como está a sua saúde mental em comparação com antes da pandemia?”, metade dos jovens (50%) respondeu entre 6 e 7, indicando que está acima da média. Outros responderam números mais baixos e apenas 3 alunos (11%) indicaram que sua saúde mental está 8.

Figura 1: Gráfico da pesquisa. Quando questionados se acreditam que a pandemia vai influenciar na sua escolha profissional, 50% dos pesquisados responderam que sim, e mais de 60% revelam terem se sentido mais pressionados para passar no vestibular e escolher uma profissão.

Figura 2: Gráfico da pesquisa sobre o efeito da pandemia na saúde mental. O novo mundo do trabalho sem sido uma das principais preocupações dos estudantes, sobretudo, após o fim da pandemia. 54% se dizem preparados, enquanto 38% não, isso é dado preocupante, pois um número significativo não se sente preparado para o campo de trabalho. Além disso, mais da metade dos jovens sentem expectativas positivas e medos em relação à nova fase da vida que irão entrar.

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Figura 3: Gráfico da pesquisa sobre medos e expectativas. Especialmente na terceira série do ensino médio, o apoio e o cuidado familiar, o escolar e o terapêutico são importantes para manter uma estabilidade emocional. Mais de 50% dos estudantes se sentem bem cuidados pelos seus responsáveis. Porém, quase 70% dizem não consultar nenhum profissional na área da saúde mental, e, em uma escala de 0 a 10, 27% dos alunos classificam a escola como ‘5’ em relação ao cuidado com a saúde mental dos alunos. Logo necessitamos de possível solução, visto que isso é um apontamento para buscar meios de ajudá-los em relação à saúde mental.

Figura 4: Gráfico da pesquisa sobre a saúde mental na escola. Pensando na elaboração da proposta de intervenção, foi perguntado o que achariam interessante ter em um momento de acolhimento emocional realizado na escola, e 73% dos estudantes acham que uma roda de conversa seria ideal. Buscou-se deixar uma questão com a opção de que os jovens se manifestassem sobre qual seria a melhor forma de melhorar a saúde mental durante o período do vestibular e 34% responderam “dormir”, 23% meditação e 15% exercícios físicos. Outros alunos apresentaram respostas distintas e, de certa forma, pessoais.

Figura 5: Gráfico da pesquisa sobre possíveis propostas de intervenção.

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Considerações Finais Após as análises dos dados da pesquisa, observamos que os estudantes da 3.ª série do Ensino Médio vivem com grande pressão e ansiedade em relação ao vestibular, mas a saúde mental da maioria melhorou consideravelmente em relação ao início do período pandêmico. Ademais, foi notada a preocupação sobre as mudanças que a pandemia causa e pode impactar no mundo do trabalho. Inicialmente, criou-se algumas hipóteses, como jovens estudantes perdendo parte de sua juventude por culpa da pandemia, relações sociais e de lazer impedidas e uma grande quantidade de atividades das aulas on-line. No entanto, ao examinar as respostas dos pesquisados, percebe-se que muitos recebem um bom apoio familiar, mas acreditam que a escola ainda precisa melhorar nos cuidados da saúde mental dos estudantes. É notável a necessidade de criar uma proposta de intervenção, pois os jovens irão compor a próxima geração de trabalhadores e todo o processo de preparação até o momento é extremamente relevante. Sendo assim, a saúde mental deve ser bem cuidada e trabalhada desde a educação infantil. Portanto, é importante nos conscientizarmos sobre o quão valioso é ter uma mente estável, especialmente, na adolescência, uma fase marcada pelo início do processo de amadurecimento e frequentemente ligada à instabilidade emocional.

REFERÊNCIAS GOES, Luana. Saúde Mental dos Alunos em tempos de Pandemia. Proesc, 2020. CARVALHO, Priscila Diniz de et al, Prevalência e fatores associados a indicadores negativos de saúde mental em adolescentes estudantes do ensino médio em Pernambuco, Brasil, Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 11, n. 3, p. 227–232, 2011. DE MESTRADO, Dissertação; GIARDIN, Aline, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXATAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE A CONCEPÇÃO DE ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO A RESPEITO DE TEMAS EM SAÚDE MENTAL, [s.l.]: , 2011. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. 1ª edição. Editora Objetiva, 2012. HOSPITAL SANTA MÔNICA, Como a pressão escolar afeta a saúde mental dos alunos? - Hospital Santa Mônica, Hospital Santa Mônica, 2020.

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PAULA, Ana; FELIZZOLA, Beatriz; CAMPIONE, Juliana; et al. SAÚDE MENTAL DE ADOLESCENTES E JOVENS QUE SE PREPARAM PARA CURSOS DE MEDICINA: UM ESTUDO DE CASO EM SÃO PAULO, BRASIL. Humanidades & Inovação, v. 7, n. 5, p. 310–315, 2020.

PARADOXO DA TECNOLOGIA NO MUNDO DO TRABALHO AUTOMOBILÍSTICO: PERDAS OU GANHOS? Bruna Quintão Mourão Lívia Soares Mansur Luana Elena Almeida Espindula do Amaral Rafael Araújo Barreto Gavião Saymon Vitale Ferreira. Orientador: Alexandre Alex Barbosa Xavier.

Resumo Por meio do tema “As tecnologias no campo de trabalho”, a pesquisa desdobra em objetivos específicos que são: analisar a substituição de pessoas por máquinas na empresa FIAT – Betim; os impactos positivos e negativos dessa substituição; como a empresa está lidando com as evoluções tecnológicas e procurar soluções para diminuir os impactos negativos, com base na sua produção e influência da Inteligência Artificial. Devido ao processo de distanciamento social, a pesquisa ocorreu por meios digitais. Foram construídas perguntas de acordo com os objetivos da pesquisa e aplicadas durante um período para dois grupos que foram escolhidos para participação do processo investigativo. Após isso, os dados obtidos foram analisados, e assim, criarmos uma proposta de intervenção para concluir o trabalho, constituída em um documento analisando e comparando os resultados obtidos por meio dos formulários. Por fim, essa consideração final será apresentada em eventos externos e internos, na III Mostra Científica do Colégio. Apesar dos desafios encontrados durante o processo, conseguimos desenvolver o trabalho com êxito. Introdução O trabalho surgiu devido a um projeto multidisciplinar proposto pelo Colégio Santa Maria Minas – Unidade Betim, e nosso grupo ficou responsável pelo tema “As tecnologias no campo de trabalho”, apontando como problematização a substituição de pessoas por máquinas na empresa FIAT – Betim, juntamente com seus pontos positivos e negativos e como a empresa está lidando com as tecnologias atualmente. Com isso, analisamos os impactos das inovações tecnológicas e de certa forma nos proporcionou uma visão de como poderá estar o mercado de trabalho futuramente. Nossa pesquisa teve como público-alvo os trabalhadores da empresa FIAT – Betim, mas também coletamos informações sobre os pontos de vista de alunos do ensino médio e, em seguida, apresentaremos para outras pessoas. Analisar a substituição de pessoas por máquinas na empresa FIAT – Betim; os impactos positivos e negativos dessa

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substituição; como a empresa está lidando com as evoluções tecnológicas e procurar soluções para diminuir os impactos negativos; comparar as respostas com a percepção dos alunos do ensino médio e apresentar os dados coletados.

Metodologia Diante do desafio de pensar em problemas relacionados ao mundo do trabalho, da área de engenharia e suas aplicações, inicialmente, buscou-se uma exploração do tema com pesquisas em sites de artigos científicos. Após a leitura e debates, elaborou uma questão: quais são os principais impactos dessa substituição? (pontos positivos e negativos). Sobre os pontos negativos, como podemos diminuir o efeito deles? E como está a situação da empresa FIAT-Betim em relação as tecnologias? Optando-se por uma pesquisa qualitativa por meio de entrevistas, de modo virtual. Entende-se que, devido ao processo de distanciamento social, a pesquisa ocorreria por meios digitais. Além disso, sabe-se da importância da elaboração do termo de validação e do cuidado com os dados das pessoas que participaram da pesquisa. Foram construídas perguntas (Anexo I) de acordo com os objetivos da pesquisa e aplicadas durante um período para trabalhadores da empresa FIAT – Betim (11 trabalhadores) na participação do processo investigativo. Também, foi criado um formulário (Anexo 2) para coletarmos informações sobre o ponto de vista dos alunos do Ensino Médio (25 estudantes), de acordo com suas expectativas em relação ao mundo do trabalho e as tecnologias no futuro, quais profissões irão sofrer mais impacto pela tecnologia, se já sabem qual emprego querem seguir e se ele compensa financeiramente para as horas trabalhadas. Com isso, criaremos uma proposta de intervenção para a conclusão do trabalho, no qual iremos montar um documento comparando a visão dos profissionais com a dos alunos, além de outras informações, apresentado em eventos externos, como a FEBIC (Feira Brasileira de Iniciação Científica). Por fim, faremos uma apresentação para mostrar os resultados em uma Mostra Científica interna, III Mostra Científica do Colégio Santa Maria Minas-Unidade Betim. Resultados esperados Em relação aos resultados encontrados no formulário aos trabalhadores da FIAT – Betim, houve uma variação de cargos entre analista, gerente, mecânico, eletricista, programador, preparador de máquinas, montador e estudante, todos homens, em média, com ensino superior e graduado ou pós-graduado. De acordo com eles, o rendimento das máquinas está indo bem, com boa produção e grande crescimento, apesar da crise de disponibilidade de alguns componentes. Acreditam que no futuro da empresa, terá menos intervenção humana, haverá redução de acidentes trabalhistas, o processo será mais rápido e de qualidade, porém com grau financeiro elevado. Muitos conhecem pessoas que já foram prejudicadas por essa substituição, mas que há cargos que, provavelmente, não devem sofrer esse impacto negativo, como gerente e programador de robô, já que é uma tarefa mais complexa para máquinas, sendo assim, melhor ser feita por humanos. Os trabalhadores afirmaram que a tecnologia reduziu postos de trabalhos, devido aos robôs serem mais eficientes e que quem não se atualizar com as novas tecnologias, correm grandes riscos de serem substituídos, mas também foi mencionado a ideia de novos trabalhos no setor tecnológico. Para diminuir os impactos negativos da tecnologia na empresa, no geral, sugeriram que os trabalhadores

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procurassem se atualizar em relação às tecnologias e ao mercado, a melhorarem o grau de conhecimento para acompanharem a indústria e havendo incentivos a novos saberes por parte da empresa. Apontaram que, em relação à tecnologia e ao mercado de trabalho, daqui alguns anos, haverá uma redução da jornada de trabalho, com menos postos regulares e mais participação da tecnologia, diminuindo drasticamente a quantidade de pessoas capacitadas para o trabalho. Por isso, indicam aos futuros trabalhadores a estarem atualizados, acompanhando o nível de desenvolvimento do mercado, estudar e se especializar em mais de uma área que se identifique. Sobre o formulário para o Ensino Médio, primeiramente, disseram que a Inteligência Artificial se baseia em uma tecnologia que reproduz a mente humana, softwares que realizam tarefas cotidianas, que distribuem e usam muitas informações. Acreditam que no futuro haverá alta produção e mais desemprego, novas áreas de trabalho, que carreiras tecnológicas estarão em alta, tendo um bom rendimento, com preferência de pessoas atualizadas e que as tecnologias estarão bem avançadas. Em relação a profissão que querem seguir, houve variações entre policial, cinema, área da saúde, direito, arquitetura, militar, jornalismo e profissional de TI. Muitas dessas carreiras utilizam recursos tecnológicos e outras nem tanto, podendo causar um certo receio dependendo da profissão escolhida, já que as máquinas poderão realizar diversas tarefas humanas, dificultando a entrada de pessoas no mercado de trabalho por falta de oportunidade e/ou falta de conhecimento. Porém, há um lado de que tudo é questão de adaptação e aprimoração, por parte da empresa ou dos trabalhadores. A seguir, os gráficos abaixo apresentam os resultados dos entrevistados, se estavam de acordo ou não com o “Termo de consentimento livre e esclarecido". O primeiro gráfico é referente aos trabalhadores da FIAT – Betim, já o segundo, aos alunos do Ensino Médio. Logo, praticamente todos responderam a pesquisa e ajudaram para a construção da análise dos resultados.

Figura 1- Gráficos sobre o quantitativo de respostas dos formulários aplicados.

Considerações Finais Perante nossos objetivos, justificativa, pesquisas feitas e pelos formulários propostos, percebemos vários pontos de vista sobre a substituição de pessoas por máquinas. Além disso, por meio dos trabalhadores da FIAT - Betim, conseguimos perceber como anda o desempenho das máquinas e da empresa, mostrando também como estão lidando com as tecnologias. Em relação a nossa satisfação,

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no geral, ficamos muitos satisfeitos, apesar de esperarmos um número maior de respostas dos formulários, especificamente dos trabalhadores, já que tivemos maiores dificuldades na divulgação. Apesar dos desafios encontrados, conseguimos concluir o projeto com êxito e montaremos um documento com os gráficos das respostas e as conclusões obtidas.

Referências Bibliográficas: MATTOSO, Jorge. (2000). Tecnologia e emprego: uma relação conflituosa. São Paulo em Perspectiva, 14 (3), 115-123. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-88392000000300017 Acesso em: 04 ago. 2021. PINO, Martín. (2017). Inteligência Artificial e Desemprego. Revista Eletrônica Direito & TI, 1(7), 6. Disponível em: https://direitoeti.emnuvens.com.br/direitoeti/article/view/82. Acesso em: 04 ago. 2021. VASCONCELOS, Bruno. (2020). Efeitos da robótica sobre o nível de emprego da indústria automobilística brasileira. 202 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Economia e Mercados) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2020. Disponível em: http://tede.mackenzie.br/jspui/handle/tede/4368 Acesso em: 04 ago. 2021.

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D E S T A Q U E S

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Autorias Espaço de divulgação de textos e arte dos nossos alunos. É muito importante dar visibilidade para criações autorais produzidas além do espaço escolar.

Criado pelo aluno Paulo Garcia

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Ilustrações de Angelina

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Colagem idealizada pela professora Graciele Gonzaga

Bra.sil : [substantivo próprio] ¹ país de contrastes. ² local onde o rico em dinheiro e pobre em caráter é incapaz de conceder conhecimento a meninas e mulheres pobres em dinheiro acerca do período menstrual. ³ local onde gasta-se 11 milhões em leite condensado, mas não pode - se gastar esse mesmo valor em absorventes para as mulheres ou homens trans que menstruam. ⁴ país misógino onde a mulher tem que comprar sua dignidade de menstruar, pois, aqueles que são ricos em dinheiro e pobres em caráter não tornam as mulheres pobres em dinheiro, dignas de menstruar - ou seja, não as concedem conhecimento, muito menos absorventes a fim de lidarem com um ciclo natural. Ana Carolina G.

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Com a palavra, as alunas de Comunicação Criativa e Mídias

A matéria CCM me propôs muitas experiências. Desde o início do ano passado, torcia pela matéria nesse ano - 2021 - já que ela foi muito importante para o passe livre da criatividade dentro da escola. CCM é uma das únicas matérias nas quais você pode se expressar livremente, sem barreiras para o ato de ser criativo, através das atividades propostas a professora - Graciele Gonzaga – que alterna, de forma equilibrada, conteúdo - redação do Enem, propostas de textos da PUC - e atividades "artísticas": colagens, criação de poemas e fotografias. Além disso, foi importante também as aulas disponibilizadas a fim de aprofundarmos em determinados estilos de texto - como o artigo científico - a fim de produzirmos melhores obras para os nossos projetos investigativos. Portanto, CCM é uma matéria que deve continuar no currículo do Santa Maria e não perder essa característica marcante de ser um passe para a criatividade dentro da escola. Ana Carolina G.

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Comunicação Criativa e Mídias (CCM), para além de uma simples aula de redação conteudista, se trata de possibilidades de entender os diferentes meios de transmissão, desenvolvendo o senso crítico em uma sociedade tomada pelo sensacionalismo radical. Pode-se expressar sentimentos através das letras, linhas, rabiscos e colagens, que é essencial para uma formação clara e necessária para construir indivíduos mais empáticos. Graciele Gonzaga faz dessa disciplina o escape dos dias cinzas e sem vida e a potência dos dias ensolarados cheios de cor e existência. Júlia K.

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