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O Concessionarista

R e p r o d u ç ã o

Sindicato dos Empregados em Concessionárias e Distribuidoras de Veículos Automotores no Estado do RJ Edição 07 – JULHO de 2013

Editorial

Venda de veículos cresce 7,3% em julho, diz Fenabrave

Palavra do Presidente

Reivindicar ou "badernar"?!

No período, foram emplacadas 342,2 mil unidades. No acumulado, alta é de 12,7%, com 2,14 milhões. Páginas 03 e 04

Dalmo Malheiros Ramos Diretor – Presidente SINDCON-RJ

Página 02

Cidade do Rio terá 500 agentes para multar quem jogar lixo nas ruas Estão previstas multas de R$ 157 até R$ 3 mil para quem "emporcalhar" a capital Página 05

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Editorial Palavra do Presidente

Reivindicar ou "badernar"?!

Dalmo Malheiros Ramos Diretor – Presidente SINDCON-RJ

O movimento começou bem... Paramos várias capitais do país... Inclusive o Sindcon-RJ apoiou a Força Sindical reivindicando pela categoria... Não sou contra irmos à rua, a falarmos, a gritarmos, a expressarmos nossa opinião... Só acho que precisamos respeitar o espaço do outro. Até onde vai o nosso direito? Reivindicar sim. Desordenar não! Perdemos a razão quando saímos do campo da ordem e da decência, quando colocamos em risco a vida de nosso semelhante. Quando atacamos estabelecimentos comerciais, sejam eles privados ou públicos. Pense bem: quem paga pela manutenção da cidade? Dos órgãos públicos? Quem é afetado com tantas destruições? Com tanta baderna? Nós acabamos dando um tiro no próprio pé. Os movimentos ganharam muita força. A população se deu conta que unida pode sim parar até grandes metrópoles como o Rio de Janeiro, São Paulo e tantas outras. Só acho lamentável que movimentos tão fortes e que poderiam ter resultados tão positivos acabem de forma tão triste, com tantos feridos, com tantas depredações colocando em risco a vida de todos nós. O segredo do sucesso é focar aonde se quer chegar, traçar a estratégia, planejar e não perder o controle frente às dificuldades.

Vamos refletir, vamos reivindicar, mas, badernar não. Definitivamente não! Você foi representado!

Da esquerda para direita: Dalmo Malheiros – Presidente do Sindcon-RJ; Wilson Jordão – VicePresidente e Regina Lúcia Cordeiro – Diretora.


Venda de veículos cresce 7,3% em julho, diz Fenabrave No período, foram emplacadas 342,2 mil unidades. No acumulado, alta é de 12,7%, com 2,14 milhões. Priscila Dal Poggetto - Do G1, em São Paulo As vendas de veículos novos em julho tiveram alta de 7,3% em relação a junho. De acordo com balanço da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) divulgado nesta sexta-feira (2), foram emplacados no mês 342.280 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, contra 318.611 no mês anterior. É o melhor mês do ano em volume de emplacamentos. Porém, em julho de 2012, o volume de vendas foi de 364.174 unidades, assim, nesta comparação há queda de 6%. Ao destacar apenas automóveis e comerciais leves, no mês foram comercializados 323.916 unidades, aumento de 6,94% em relação a junho (302.896 unidades), porém, queda de 7,8% sobre julho do ano passado, com 351.381 unidades. "Junho, julho e agosto do ano passado foram muito influenciados pelo IPI reduzido. Esse impacto que ele provoca hoje no consumidor é menor", afirma o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. De acordo com o especialista, mesmo assim o cenário da indústria automobilística é "muito bom". Já o segmento de caminhões registrou alta de 16,38% sobre junho, com 15.224 unidades emplacadas contra 13.081 no mês anterior. A venda de ônibus também subiu, com 3.140 emplacamentos, volume 19,21% superior do que as 2.634 unidades em junho. Sobre julho do ano passado, a alta é de 41,9% e 52,13% respectivamente. "O crescimento da frota de caminhões foi alavancado pela forte safra, o que demostra que parte da economia está reagindo muito bem", diz Meneghetti. De acordo com a Fenabrave, os estoques de autos e comerciais leves na rede estão entre 45 e 48 dias, volume considerado alto. "O ideal é ficar entre 25 e 33 dias", diz Meneghetti. Motocicletas Contado à parte, o segmento de motos registrou alta de 7,35% em relação a junho. Foram vendidas 134.202 unidades contra 125.008 no mês anterior. Na comparação com julho do ano passado (138.473 unidades), há redução de 3,08%. "O problema é crédito e renda. Os números na inadimplência tende a cair, mas ainda é alto", explica Meneghetti. "O segmento de motos está hoje em estagnado no volume que foi há uma década", destaca. De acordo com a Fenabrave, a situação das vendas de motos só não é pior, porque o nicho de motos de alta cilindrada está em expansão. Acumulado O acumulado de janeiro a julho soma 2.141.246 veículos vendidos, alta de 12,73% contra as 2.080.883 unidades emplacadas no mesmo período do ano passado. Somente de automóveis e comerciais leves são 2.031.716 unidades, aumento de 2,42%. O segmento de caminhões teve aumento de 11,6% com 89.588 unidades emplacadas no acumulado. Já o de ônibus soma 19.942, alta de 18,12%. Passando por um ano ruim, o segmento de motos soma 882.453 unidades emplacadas de janeiro a julho, queda de 10,6% contra o mesmo período do ano passado (987.080). Ranking de marcas No ranking de marcas no acumulado de janeiro a julho, a Fiat lidera com 22,02% de participação de mercado, com 447.283 unidades. A VW está em segundo lugar com 18,94% (384.773 unidades), seguida da GM, com 18,07% (367.065) e da Ford, com 9,24% (187.666). A Renault está em quinto (6,18%) e, na sequência, aparecem Hyundai (5,81%), Toyota (4,82%), Honda (3,81%), Nissan (2,19%) e Citroën (1,85%). Projeções foram revistas As projeções da Fenabrave foram revistas para baixo, agora com o resultado dos 7 meses. Segundo a nova previsão da entidade, o ano vai encerrar com 3,859 milhões de veículos emplacados, sendo 3,67 milhões automóveis e comerciais leves e 188.078 caminhões e ônibus. A previsão anterior era de 3,729 milhões.


"Hoje se fala em crescimento de 2%. Nossa estimativa é ligada ao crescimento do PIB. O ano passado foi atípico em função do acordo que envolveu governo, indústria e Banco Central. Foi um ponto fora da curva", afirma o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. No caso do segmento de motos, a projeção é para 1,496 milhão de unidades - a estimativa anterior era de 1,6 milhões. "A previsão era de alta de 3,58% e caiu para alta de 1,53%, mas ainda é forte. O ano que vem é que é preocupante, especialmente por causa do aumento do dólar", acrescenta Meneghetti.

Fonte: G1.Globo.com/carros URL: http://g1.globo.com/carros/noticia/2013/08/venda-de-veiculos-cresce-73-em-julho-diz-fenabrave.html


Fique por dentro! Cidade do Rio terá 500 agentes para multar quem jogar lixo nas ruas Estão previstas multas de R$ 157 até R$ 3 mil para quem "emporcalhar" a capital Por: Cirilo Junior

O Rio de Janeiro projeta espalhar cerca de 500 agentes para fiscalizar os cidadãos que jogarem lixo nas ruas. A partir de julho, estão previstas multas de R$ 157 até R$ 3 mil para quem "emporcalhar" a cidade. Inicialmente, os agentes circularão pelas ruas do centro para coibir o despejo de lixo pelo local. Somente naquela região, são recolhidos, mensalmente, em torno de 20 toneladas de lixo. Em seguida, está prevista a colocação de fiscais no bairro de Copacabana, na zona sul da cidade. A ideia é que, futuramente, eles possam ser espalhados por regiões de grande circulação. As multas só começarão a ser aplicadas em julho. Os agentes, entre guardas municipais, funcionários da Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) e PMs, terão um computador de mão, no qual será anotada a punição, mediante anotação do CPF de quem for pego. O equipamento terá uma impressora, que vai fornecer uma espécie de comprovante da punição. Quem se recusar a dar informações para não ser multado poderá ser encaminhado para uma delegacia. Quem jogar uma latinha na rua, por exemplo, poderá ter que pagar R$ 157. Dependendo do tamanho do que for despejado, a multa poderá chegar a R$ 380 ou R$ 500. Quem for flagrado jogando entulho poderá ser multado em até R$ 3 mil. Nas ruas da cidade, a medida anunciada pela prefeitura causou controvérsia, pelo menos entre aqueles que foram ouvidos na manhã desta quarta-feira pelo Terra. Enquanto alguns apoiam a aplicação da multa como último recurso para tentar melhorar a limpeza das ruas da cidade, outros apontam que a decisão tem o objetivo de simplesmente aumentar a arrecadação do município. Para o vigilante Eduardo Eusébio Silveira, 34 anos, o morador do Rio, de forma geral, é mal educado, e precisa de medidas punitivas para não cometer infrações. Ele diz que há muitas lixeiras espalhadas pela cidade, mas as pessoas insistem em jogar lixo nas ruas. “Aqui no centro não falta lixeira. Mas olhe só para o chão. Vive sujo. É uma vergonha. Acho que tem que radicalizar mesmo”, afirmou. Mais campanhas O advogado Heleno da Costa, 42 anos, já vê a medida com certas ressalvas. Ele afirma que as autoridades públicas deveriam fazer campanhas mais incisivas de conscientização da população, antes de anunciar a aplicação de multas a quem jogar lixo pelas ruas. “Não vejo campanhas para que as pessoas deixem de sujar as ruas. Temos um problema de educação do povo, que deve começar a ser sanado dando o que falta às pessoas, que é educação. Mas não é uma medida ruim. Só acho que deveria vir acompanhada de campanhas para esclarecer a todos”, observa. Já a secretária Mirian Gonçalves, 36 anos, avalia que o anúncio da prefeitura tem como objetivo arrecadar mais recursos para os cofres do município. Ela sustenta que agentes poderiam fiscalizar e instruir a população a não jogar lixo nas ruas, sem que haja aplicação de multas. “Isso vai criar mais uma forma de se corromper o cidadão. Você acha que os fiscais não vão querer levar aquele cafezinho para casa, ao invés de dar a multa?”, questionou. Fonte: noticias.terra.com.br URL: http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/cidade-do-rio-tera-500-agentes-para-multar-quem-jogar-lixonas-ruas,e68215c57a4fd310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html


Jornal do Sindcon / Julho 2013