VINCI AUDIOVISUAL PROJETO INTERDISCIPLINAR PROGRAMA DE TV – O ATELIÊ BÍBLIA DE PRODUÇÃO
SÃO PAULO 2019
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL CAMPUS LIBERDADE – NOTURNO RTVI – 3/4D CARINE GIOVANA SANTOS - RGM: 1875422-8 CAIQUE MIYAMOTO FERREIRA - RGM: 1882771-3 GABRIEL SOUZA BASILIO - RGM: 1916840-3 GUSTAVO DE SENA BALOG - RGM: 1866800-3 JULIANA BASTOS DA CRUZ - RGM: 1876496-7 LEANDRO AQUINO - RGM: 2115403-7 LUCAS RODRIGUES RIBEIRO - 1912656-5 LUCAS VIANA DE AQUINO – 1638738-4 MATEUS DALTIERE DE OLIVEIRA - RGM: 1875733-2 MARIAN CARVALHO - RGM: 1874543-1 NATHAN GALVÃO DE SOUSA - RGM: 1889070-9 NAYARA GERONIMO DA SILVA - RGM: 11879076-3 PAULA RAPHAELA - RGM: 1864731-6 PAULO RODRIGUES SALES - RGM: 11964606-2 THAMIRES BRITO - RGM: 1917455-1 TATYANE ISA - RGM: 1934394-9 VICTOR HUGO - RGM: 1877571-3
SÃO PAULO 2019
Professores orientadores do projeto interdisciplinar.
Criação e Programação para RTVI / Prof. Dr. Bruno Tavares Direção de Fotografia e Iluminação para TV/ Prof. Dr. Bruno Tavares Direção de Arte e Cenografia / Profa. Ma. Rita Jimenez Edição e Pós-produção de Vídeo / Profa. Ma. Patricia Assuf Produção e Direção para TV / Prof. Me. Alexandre Henrique
SUMÁRIO MISSÃO, VISÃO E VALORES .......................................................................... 3 MINICURRICULO .............................................................................................. 4 A PRODUTORA ................................................................................................. 9 ORGANOGRAMA ............................................................................................ 10 O ATELIÊ ......................................................................................................... 11 O PROGRAMA ................................................................................................. 12 SINOPE ............................................................................................................ 12 o ESTRUTURA ........................................................................................ 12 o DESAFIOS DO PROGRAMA PILOTO ................................................. 13
OBJETIVO ...................................................................................................... 14 TELEFORMATO ............................................................................................. 15 PROPOSTA DA DIREÇÃO DE ARTE ............................................................ 16 o DESCRITIVO ........................................................................................ 16 o CONCEITO VISUAL ............................................................................. 16 o JUSTIFICATIVA .................................................................................... 17 o COMPOSIÇÃO DE CENA .......................................................................... 17 o FIGURINO ....................................................................................................18 o PALETAS DE CORES ................................................................................ 19 o LOGO.............................................................................................................19 o ESBOÇOS DO CENÁRIO ........................................................................... 20 o CENÁRIO PRONTO ..................................................................................... 20 o PLANTA BAIXA ............................................................................................ 22 VEICULAÇÃO ................................................................................................. 23 o PÚBLICO ALVO............................................................................................ 23 o PERSONA ....................................................................................................23 JUSTIFICATIVA ............................................................................................... 24 DESAFIO.......................................................................................................... 25 RELATO INDIVIDUAL ...................................................................................... 26 ESPELHO ........................................................................................................ 39 ORÇAMENTOS ................................................................................................ 40 ANEXOS .......................................................................................................... 43
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O PROGRAMA “O Ateliê” é um programa televisivo no formato de talent show de artes visuais, com o total de 4 episódios por temporada, sendo o último episódio a grande final entre os três vencedores dos episódios anteriores, que determinará qual deles será o “Mestre do Ateliê”. 1. SINOPSE A cada episódio, 3 novos talentos das artes visuais passarão por desafios e colocarão suas técnicas em jogo para serem avaliados por jurados especialistas que determinarão o vencedor. Os vencedores dos três episódios da temporada retornarão para a “Grande final” em que apenas 1(um) ganhará o título de “Mestre do Ateliê”. 1.2 ESTRUTURA O programa terá 1 apresentador e dois jurados especialistas. Serão três competidores a cada episódio, e três desafios propostos. O ganhador do primeiro desafio terá uma vantagem de um tempo a mais, determinado pela produção, para a realização do segundo desafio que será de eliminação, tendo assim uma vantagem exclusiva de terminar seu projeto com a possibilidade de se livrar da eliminação. Essa vantagem poderá ser diferente à cada episódio. O segundo desafio será eliminatório e a avaliação dos jurados em conjunto determinará qual competidor não seguirá na disputa. O terceiro desafio do episódio é o desafio final, os jurados avaliarão dentro dos critérios exigidos e escolherão o vencedor do episódio que levará um prêmio em materiais artísticos e um troféu do “O Ateliê”, além de uma vaga garantida para o episódio de retorno dos vencedores da temporada que disputaram o título de “Mestre do Ateliê”. Episódio final “O mestre do Ateliê”. No quarto e último episódio do talent show “O Ateliê”, trará o retorno dos vencedores dos episódios anteriores para uma disputa final pelo prêmio de 10 mil reais e o título de “Mestre do Ateliê”. Tendo
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a mesma estrutura dos programas anteriores, o episódio final trará desafios ainda mais complexos, com maiores níveis de dificuldade e com os olhares ainda mais críticos de nossos jurados, que determinarão o vencedor da temporada. 1.3 DESAFIOS DO PROGRAMA PILOTO Desafio 1 “Autoconhecimento” Os jurados apresentam o movimento do renascimento e o objetivo do desafio aos competidores: Desenhar a própria mão utilizando a técnica do realismo. Irão vão avaliar dentro dos critérios de melhor utilização da técnica. Os participantes terão 5 minutos para completar o desafio utilizando apenas dois materiais: caneta nanquim e folha canson A4. O ganhador levará a vantagem de 1 minuto a mais para completar o próximo desafio. Desafio 2 “Eliminação” Neste desafio nossos participantes tem o objetivo de fazer uma reprodução de um rosto, escolhido por eles, utilizando técnica do pontilhismo. Será avaliado o uso da técnica, o preenchimento da tela e a paleta de cores escolhida, dentro do tempo de 15 minutos, utilizando canetinhas coloridas e uma tela pequena em branco. O competidor que tiver o pior desempenho, julgado por nossas juradas, será eliminado. Desafio 3 “Desafio Final” No desafio que garante a vaga para o episódio da Grande final, os finalistas colocarão
sua
criatividade
e
seu
conhecimento
em
movimentos
contemporâneos em jogo. Em uma tela 50x70 e tendo diversos materiais à disposição, eles terão de conquistar nossas juradas com o tema livre. Serão avaliadas as técnicas, matérias e criatividade sob pressão. O melhor do desafio ganha a vaga para a Grande final onde disputará o título de “Metre do Ateliê”
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2. OBJETIVOS Ser o primeiro Talent show brasileiro com a temática de artes visuais, atendendo um público pouco explorado no Brasil. Mostrar as habilidades e técnicas dos participantes que estão ingressando nesta área, e ser assim um programa que abre espaço para que os talentos da arte brasileira independente e a história da arte mundial estejam em destaque.
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3. TELEFORMATO
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4. PROPOSTA DA DIREÇÃO DE ARTE DE CENOGRAFIA 4.1 DESCRITIVO Os elementos usados têm a finalidade de caracterizar um ateliê rústico, tendo na parede de fundo um tecido com textura de parede de tijolos, remetendo ao tom de um loft artístico, de estúdios caseiros e adaptados (como ateliês em fábricas ou indústrias) usados por artistas plásticos. O tecido com textura de tijolos cobre inteiramente tanto a parede central quanto a parede direita. O lado direito do cenário é composto por 3 colunas de 2 pallets cada, de madeira crua, sendo posicionadas em diagonal em relação as câmeras, sendo este espaço dedicado aos jurados e apresentador. Os pallets estão decorados com rajadas e respingos de tintas de cores variadas. A escolha dos pallets se deu para remeter algo, concentrado, focado, concreto, com os respingos de tinta sendo a única abstração. A escolha foi feita para a ideia dos jurados, que embora sejam do próprio meio artístico, está ali para avaliar e representar a experiência. O apresentador se situa também nesse lado do cenário, pois está mediando os jurados e participantes. A parede esquerda, mantida na cor branca, traz elementos do abstrato. Nesse espaço, estarão os competidores, com o intuito de remeter a “tela em branco” junto de luzes coloridas, referenciando um espaço de desenvolvimento criativo e abstrato. Através das gelatinas coloridas disponíveis, manteremos uma tonalidade de azul, vermelho e amarelo, referenciando as cores primárias, essenciais nas artes plásticas. Essa parede, latas de tinta pintadas de três cores, vermelho, amarelo e azul para darem profundidade e contraste com a parede branca e as luzes coloridas, para quebrar a visão chapada e plana. 4.2 CONCEITO VISUAL O programa denominado "O Ateliê" faz com que a ideia do cenário seja desenvolvida para simular e sitiar um ateliê de pintura, tanto do ambiente geral, quanto os detalhes e componentes. Um ateliê é um espaço onde artistas desenvolvem processos criativos e trabalhos como: escultura, pintura em tela, desenhos e demais tipos de ideias artísticas. O conceito principal é tornar o ambiente próprio para vários tipos de artistas como pintores, grafiteiros e entre
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outros. O espaço tem poucos elementos para valorizar a produção artística realizada durante os desafios desenvolvidos em casa bloco.
4.3 JUSTIFICATIVA O formato talent show tem como tema principal a produção artística, onde ressalta as qualidades de criatividade e técnica dos participantes, sendo eles o objeto e foco principal do cenário criado. Optamos por simular um ateliê, pois ele nos dá o espaço necessário tanto para exposição das obras, para a produção artística imediata, e mais espaço para a interação entre apresentador, jurado e participantes.
4.4 COMPOSIÇÃO DE CENA No centro da parede do meio, levemente deslocado para esquerda, o logo do programa em uma placa pendurada. Optamos pela medida de 60 cm x 60 cm, considerando a harmonização geral. É um tamanho adequado, que representa o nome do programa, mas também não atrai totalmente a atenção quando se trata dos enquadramentos. As mesas dos três participantes estão localizadas do lado esquerdo. Elas são pretas, de design simples e limpo. Para cada mesa, um pufe branco, na forma de cubo. Conforme os desafios vão progredindo, os itens e acomodações dos participantes se alteram. Os materiais se adequam conforme o desafio. No primeiro desafio, se mantem o uso das três mesas e pufes. O desafio é um desenho sobre a própria mão, disponíveis em cada mesa estão lápis, carvão, giz de cera, uma folha de papel sulfite. No segundo desafio, novamente, se mantem o uso das três mesas e pufes. Sobre as mesas, telas de tamanho 15 cm x 10 cm, junto de uma caixa de canetinhas em cada mesa. No terceiro e último desafio, restam apenas dois participantes. As mesas são removidas, se mantendo apenas uma que estará no meio dos participantes com os materiais da prova. Dispostos estarão dois cavaletes de pintura. Os
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participantes estarão de pé, e de costas para as câmeras. Estarão posicionados na diagonal do cenário centro-esquerda. 4.5 FIGURINO A escolha de figurino dos participantes e jurados seria livre e abstrata. Para os participantes, foi confeccionado de aventais na cor preta, bordado com a palavra “O Ateliê” na fonte Bauhaus no centro dele. O figurino do apresentador foi concebido com um look “alternativo”, traços antigos junto de modernos. A camisa social e suspensória clássicos, em contraponto as cores pretas, cabelo longo preso, mangas dobradas, pulseiras e anéis. O adorno do colar faz referencia a ilustração “Homem Vitruviano”, de Leonardo Da Vinci.
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4.6 PALETAS DE CORES Baseado em tons de madeira, folhas de desenho, telas, optamos por escolheres as cores referentes a tal. Relacionando a finalidade do cenário, um ateliê, essas cores harmonizam visualmente com nosso ambiente e proposta.
C29730
1A1924
F3F1EF
4.7 LOGO O logo usa das cores escolhidas da paleta. O nosso objetivo foi associar uma tipografia feita à mão, com um pincel ou caneta de tinta, e o circulo em volta para associar a marca de uma lata de tinta ou borrões de pincel.
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4.8 ESBOÇOS DO CENÁRIO
4.9 CENÁRIO PRONTO
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4.10 PLANTA BAIXA
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5 VEICULAÇÃO O canal escolhido para o programa é o canal em tv fechada Arte1 do grupo Bandeirantes, no horário sugerido das 21h às quintas-feiras durante a exibição da temporada. Por ser um dos únicos, e poucos, canais brasileiros que abrem espaço na programação para as produções artísticas independentes, abrangendo temas como cultura, artes visuais, literatura, cinema, moda, música, design, arquitetura, dança e fotografia, voltado para o público que gosta de arte, como o próprio canal diz: “Só para arte maníacos”.
5.1 PÚBLICO-ALVO Pelo programa ser rico em conteúdo de movimentos artísticos históricos, ajuda também a desenvolver um senso crítico para compreender as etapas e julgamentos de cada prova. Sendo assim, buscamos um público adulto misto, nos grupos de 25-29 e 3034, com a classe social entre A e B, que tenham gosto para artes visuais, e bagagem cultural, preferencialmente graduados em curso superior e residentes da região sudeste do Brasil. Tendo essencialmente TV por assinatura em casa.
5.2 PERSONA Mulher; 27 anos; Formada em comunicação visual; Residente do Estado Capital de São Paulo; Gerente de Marketing; Comunicativa, alegre e vive a vida com leveza; Hábitos de ler livros e ir às exposições verem filmes independentes;
Valoriza
a
igualdade
e
diversidade;
Envolvida
com
manifestações e expressões culturais; Pretende ter uma família, mas depois de alcançar suas metas profissionais; Compra roupas em brechós e tem gosto para antiguidades; Se alimenta de forma saudável e evita fast-food Base para análise: Público alvo de TV por assinatura da Mídia fatos e Pesquisa sobre Público de Cultura do SESC.
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6. JUSTIFICATIVA Ao observar a ausência de um programa com foco nas artes plásticas, notouse a possibilidade de criar um Talent Show com foco na estima artística para interessados em arte. Ainda hoje, no Brasil, as discussões a respeito das artes plásticas continuam rasas. Por esse motivo, visamos em cada episódio disseminar vertentes, estilos e técnicas artísticas variadas de toda a rica história da arte. ”O Ateliê”, portanto, tem o objetivo de atrair atenção ao tema, para que com isso, consigamos aumentar a relevância de novos artistas brasileiros. Nesse contexto, nosso projeto é pioneiro na realização de um Talent Show brasileiro com tema em artes plásticas, mostra como a reflexão sobre o assunto alimenta discussões socioculturais e acrescentam de modo positivo à classe de artistas e até mesmo amantes da arte e, por fim, alimenta uma área de programas de entretenimento até hoje, pouco explorada.
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DESAFIO Como foi criar, roteirizar, produzir, gravar e editar um programa de TV voltado para uma emissora existente? Criar um programa de TV analisando a grade de programação de uma emissora e qual público alvo é voltado, foi um grande desafio, pois além da análise de Público e personas que consomem o conteúdo do programa de Tv escolhido, sendo este "O Ateliê" um programa de arte, também foi preciso analisar a dinâmica, a forma de montar o programa para atrair este público de forma que com clareza e com os critérios escolhidos fizessem de bom agrado para quem o assistisse, pois o gênero sendo entretenimento e o formato talent show visamos criar essa atmosfera de competitividade, porém enaltecendo a personalidade de cada artista participante.
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RELATO INDIVIDUAL
CARINE GIOVANA SANTOS - RGM: 1875422-8 O projeto deste semestre de início criou uma grande expectativa, dentro de um ponto de vista pessoal, no decorrer do planejamento e execução do mesmo, não foi possível manter essa expectativa, pois gostaria de ter me aprofundado em uma função que é meu foco profissional, que é o de roteiro, mas ainda assim desejando um bom aprendizado e o que pudesse adquirir dentro do âmbito da função escolhida, sendo a função Cenotécnico. Na pré-produção, participei com sugestões para fundamentar os desafios que dariam sentido para o programa, como pesquisa em história da arte e também com conhecimento prévio sobre o uso de materiais de artes que se deve ter e poderiam ser usados para um programa de TV, não tendo êxito em algumas sugestões, foquei-me em outros aspectos de cenografia, pois o de pesquisa e fundamentação envolvia Roteiro e participação do diretor. Trabalhei dentro da produção ajudando na pesquisa de preços e confecção dos materiais que fizessem parte do cenário, além de também fazer a pesquisa de preços e a adquirir os materiais de artes que seriam usados pelos participantes. O interdisciplinar foi um desafio, pois as etapas envolviam processos colaborativos e em conjunto, algo que por vezes se torna difícil e que requer paciência. Por fim, acredito ter executado com primor minha função e ajudado no que pude em outros aspectos, como no dia da gravação, arrumando, organizando os espaços e prestando ajuda no que precisasse ou o que fosse sugerido. CAIQUE MIYAMOTO FERREIRA - RGM: 1882771-3 Desde o inicio das aulas, o projeto de programa de TV foi um dos mais aguardados por mim, onde eu pude exercer uma das funções que eu gostaria de trabalhar, futuramente. Sendo o Diretor de Cenográfico pude expor minhas ideias, porem nem todas foram aceitos, porque tive de conversar com o diretor e a diretora de arte para que o programa saísse conforme desejado.
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Houve uma série de pesquisas para a realização do cenário e diversas modificações no esboço do cenário, deleguei as funções para os auxiliares de produção, porém nem tudo saiu como o planejado atrasando o andamento do projeto. Realizei a tabela de orçamento e fui com a produção comprar os materiais que mais se adequava com o programa. Apesar da correria e dos empecilhos, consegui aprender e acrescentar essa experiência para minha vida pessoal e profissional, respeitando sempre meus colegas de trabalho foi fácil delegar as funções no dia da montagem. No final, foi gratificante ver um projeto meu saindo do papel, espero poder mostrar mais de mim nos próximos trabalhos e com organização, agilizar o progresso do projeto.
GABRIEL SOUZA BASILIO - RGM: 1916840-3 Direção de Cenografia- Inicialmente, minha primeira designação seria assistente de cenografia, então, ao caminhar das primeiras decisões do projeto, assumi como segundo diretor de cenografia. Trabalhei diretamente na criação da ideia e o desenvolvimento, na proposta, conceito visual, justificativa e composição de cena. Considerando a importância que tem um cenário, especialmente onde a produção é voltada a um programa de artes visuais, foi interessante ver a maleabilidade das mudanças necessárias para atender tanto as necessidades da proposta do programa e ao mesmo tempo manter uma estética harmoniosa e orgânica. Sendo um programa de arte, havia o risco de termos um cenário excessivamente carregado de informações, relevando isso, junto das orientações nas aulas de cenografia, trabalhei para não caminharmos para esse lado, e acredito que nesse desafio tivemos êxito. Participei nos dias de compra dos materiais e composição do cenário, e também das montagens das placas de pallets na casa do diretor de cenografia principal, e nos dias de estúdio também. Também fui um dos responsáveis pela organização principal dos argumentos de cenografia na bíblia de produção. Achei enriquecedor entender as justificativas, argumentos, e conceitos, pois eles dão muito mais sentido e
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vida ao programa, do que algo desconexo, e apenas para ficar visualmente agradável. Roteiro- Nosso roteiro foi desenvolvido principalmente pelo diretor geral, que deu "a coluna vertebral" para desenvolvermos o roteiro. Com o tempo, a atenção da equipe de roteiro foi voltada a equilibrar informações históricas de arte (onde trabalhei mais), as propostas dos desafios, e a fala do apresentador e jurados. Muitas falas foram cortadas para deixar o programa mais dinâmico e fluindo. Nossa equipe em um todo falhou em se atualizar do que cada subgrupo produzia. Sendo o roteiro um dos pontos principais de toda produção audiovisual, não havia sincronia na equipe em compreender totalmente o roteiro, isso manchou nossa organização, e prejudicou o dia de gravação. Apresentação do Programa- Pessoalmente, a parte mais desafiadora. Nas outras etapas, havia mais pessoas da produtora para trabalhar junto, mas nesse desafio, pela função, ocorreu mais individualmente. A pesquisa, procurar referencias, construir o estilo, gestos, movimentos, expressões, linguagem, reações, dialética e incorporar essa atuação no personagem de fato foram desafiadores. No programa em si, muitas vezes fiquei perdido, e um tanto frustrado com minha atuação, sendo essa minha primeira vez, nessa modalidade de programa, mas achei interessante a experiência, e irei desenvolver essas habilidades, pois é um campo que tenho interesse. Esse trabalho, sem dúvida, foi qual eu mais me desenvolvi até então. E estando em fronte de diferentes aspectos da produção, puder ganhar uma visão mais ampla da gestão da produção. Uma lição valiosa que aprendi foi que mesmo nossa produtora estando em subgrupos, como deve ser naturalmente, a sincronia, respeito e responsabilidade deve prevalecer antes de tudo, sem isso, não tem organização, e por sua vez, causa consequências desagradáveis.
Aprendi
muito
na
questão
de
organização
pessoal,
concentração e disciplina própria, e fiz parte de áreas onde nunca havia estado (um papel de direção, e apresentação do programa). No âmbito acadêmico, profissional, e até pessoal, aprendi muito, e sem dúvida, quero continuar aprendendo nesse caminho.
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GUSTAVO DE SENA BALOG - RGM: 1866800-3 Eu fiquei encarregado de cuidar da captação de áudio do programa. Antes das gravações pesquisei programas de referência para ouvir o ritmo de gravação e como são captados para aplicar no nosso projeto. Nos dias de produção ajudei na construção do cenário e ainda na recepção de participantes. No dia organizei algumas pessoas para auxiliar, tanto pra por, quanto pra retirar os microfones dos jurados e participantes e assim modulei as vozes de cada um. O maior desafio no projeto desse semestre foi encontrar uma forma de que programa, com tema tão especifico, possa agradar ao público alvo para alcançar boa audiência e aceitação desse nicho. Além de encontrar uma forma para que o cenário não ficasse poluído de informações distraindo o telespectador do principal foco que são as obras de arte dos participantes. Houve falta organização e atenção no momento da gravação do programa devido à falta de um roteiro físico em mãos para acompanhamento preciso dos desafios e decupagem dos takes. Afetando no meu trabalho enquanto sonoplasta, pois precisei sempre de uma ordem diretor para saber qual o próximo microfone deveria liberar. Estes são erros específicos a se melhorar e não repetir novamente. JULIANA BASTOS DA CRUZ - RGM: 1876496-7 Quando lançada a ideia de fazer um programa de TV em estúdio com a duração de 24 minutos, tivemos de lidar com o fato de termos várias ideias e pouco tempo para fechar uma única, já que éramos o primeiro grupo. Uma das dificuldades foi à falta de profissionalismo e praticidade para resolver as coisas sem levar para o lado pessoal, isso nos afastou como grupo e refletiu no nosso projeto final, inclusive na divisão das equipes para cada setor. Eu fiquei no setor técnico e no de montagem da bíblia, em que realizei a pesquisa de público alvo e objetivo do nosso programa. Na parte técnica fiquei como operadora de câmera, que foi a parte mais gostosa e divertida que fiz com muita satisfação e tive oportunidade de usar a câmera livre na mão. Não fico satisfeita com o projeto final, sei que poderia ter sido muito melhor e tinha
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potencial pra isso, mas o resultado acabou sendo o que eu esperava na visão que tinha dentro do grupo. LEANDRO AQUINO - RGM: 2115403-7 Primeiramente foi muito prazeroso e gratificante realizar e participar de um projeto universitário desse porte. Se falar que foi fácil estaria mentindo, mas tudo que se faz com dedicação e esforço vêm com grandes resultados. A primeira coisa que realizamos na produtora, foi separar as funções para cada integrante do grupo, para ficar melhor de nos organizarmos e realizar um bom projeto interdisciplinar. O mais difícil é claro, foi selecionar o tema, organizar as ideias, e do que seria o programa. Com muitas reuniões, desavenças positivas e construtivas, conseguimos chegar à ideia de realizarmos um projeto de Tv, chamado o Ateliê. Cada um teve sua função e obrigação na produtora, mas claro um ajudando o outro, e claro sempre trabalhos e realizações coletivas. Devido à produtora ser muito grande, nos dividimos em núcleos de funções, para facilitar os desenvolvimentos de cada projeto, e claro que pra facilitar, cada núcleo teve o seu planejamento. Fiquei no grupo do cenário. Mais com a função de cabo man. Em cada ensaio de equipamentos, procura por materiais, montagem e desmontagem dos equipamentos, aproveitei ao máximo cada um dos momentos, e desfrutei desse projeto das melhores formas e momentos. As reuniões serviram para vermos que sempre um ideia, nem sempre é o suficiente ou a melhor ideia, e que 1 planejamento nem sempre é o suficiente. E ter um plano B sempre é bom. Foi um prazer fazer parte dessa produtora e ter participado da realização desse trabalho.
LUCAS RODRIGUES RIBEIRO - 1912656-5 Eu fui responsável por organizar algumas partes para as gravações como auxiliar na conversa com os participantes, cuidar da organização na hora de gravar o programa, porém também trabalhei com a parte de cenário ajudando na montagem do mesmo, e indo comprar os materiais para produzir o cenário.
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A maior dificuldade para mim foi organizar as gravações e garantir que algumas coisas saíssem da maneira correta, sinto que acabou ocorrendo uma falta de planejamento, mas como somos uma produtora universitária estamos aqui para errar e acertar no que produzimos trabalhar com diferentes pessoas e que tem ideias bem distintas é bem complicado, porém no final deu tudo certo e fico feliz com o resultado obtido. Este interdisciplinar foi importante para termos noção de como é a dificuldade de se fazer um cenário e como dá trabalho produzir um programa de estúdio. MATEUS DALTIERE DE OLIVEIRA - RGM: 1875733-2 Nesse semestre iniciei minhas participações como responsável por gravação e edição de nosso Making Of, e também como editor final do programa, junto com Nayara Gerônimo. Ao decorrer do semestre utilizei meu celular para as gravações do Making Of, registrando diversos momentos de nossa produtora, sendo esses momentos os mais destacáveis; desde reuniões, planejamentos e discussões até a parte pratica de estruturar cenário e montagem do mesmo. Durante a montagem de cenário tive a colaboração de Gustavo Balog para gravações de cenas. Durante o desenvolvimento do trabalho, adquiri também a função de roteirista, com Gabriel Basilio. Juntos complementamos um roteiro que estava ainda em fase inicial e assim finalizamos o mesmo. Foi uma experiência nova para mim, pois nunca tinha atuado nessa área de pré-produção, mas achei muito importante para o meu desenvolvimento. Durante a montagem do cenário ajudei na estrutura de pallets e colocação do tecido de tijolos. E durante a gravação continuei gravando o Making Of e em alguns momentos auxiliei com a produção do programa, como por exemplo, checagem de bateria nos microfones lapela, organização de cenário. Após a gravação do programa, fui responsável pela decupagem, organização do conteúdo, eliminar os conteúdos extras no quais não seriam utilizados. Essa parte foi bem trabalhosa e me exigiu muita concentração e organização, devido à falta de organização durante a gravação do programa “o Ateliê” e da falta de
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utilização de um roteiro físico anotado pelo diretor para separação dos takes nos quais seriam ou não utilizado. Neste trabalho consegui vivenciar experiências nas quais ainda não havia vivenciado, aprimorei mais ainda uma área na qual já tinha um conhecimento, no qual foi a pós-produção. Aprendi muito com meus erros e com os erros proporcionados pela produtora, fazendo com que possamos fazer um trabalho cada vez mais organizado.
MARIAN CARVALHO - RGM: 1874543-1 A proposta desse semestre foi criar e produzir um programa de TV. Novamente a dificuldade foi escolher um tema, acredito que perdemos muito tempo focado em duas ideias (anos 80 e programa infantil) e no final mudamos tudo e produzimos um talento show de artes visuais, perdemos um bom tempo que poderíamos ter melhorado muito nosso programa. Mais uma dificuldade se instalou esse semestre, trabalhar com um grupo maior, era 17 pessoas para concordar, aprovar ideias, escutar e ouvir. Nunca foi um problema trabalhar com muitas pessoas, mas nesse semestre se tornou devido à falta de organização e de compromisso do grupo afetou muito no desenvolvimento do programa. Acredito que não só eu, mas como o grupo inteiro precisa amadurecer e saber trabalhar em grupo. Nesse projeto assumi duas funções, sendo elas Operador de Câmera e Controlador de operações. Conciliar as duas foi tranquilo até o dia da montagem do cenário, mas no dia da gravação confesso que foi um pouco complicado já que eu precisava resolver algumas coisas da função de controlador de operações e depois correr para ensaios junto com os outros oper.câmeras e a diretora de imagens para deixarmos as câmeras em seus devidos lugares com as mesmas configurações para não perdemos tempo quando começássemos a gravar. Também auxiliei na produção de elenco, montagem do cenário e fiquei responsável pela montagem da bíblia de produção junto com outros dois integrantes.
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Eu poderia ter me organizado melhor para evitar correria da minha parte em relação à função de controlador de operações, pois ela apareceu mais esse semestre e tinha coisas que não tinha noção que era essa função que era responsável. É uma grande responsabilidade cuidar do dinheiro de uma produtora inteira, solicitar os equipamentos que iriamos utilizar no dia da gravação, conferindo mais de cinco vezes para não esquecer nada, além de solicitar orçamentos com as empresas de aluguel de equipamentos e pesquisar os salários de todas as funções que foram utilizadas para produzir o programa. Mas foi muito gratificante a confiança que a produtora depositou em mim para cuidar de diversas coisas que exigiam uma enorme atenção e dedicação.
NATHAN GALVÃO DE SOUSA - RGM: 1889070-9 Fui responsável pela criação da identidade visual da produtora e do programa o Ateliê. Confeccionei a logo e qual seria os estilos que iríamos seguir na criação das artes, tanto da produtora quanto do programa. No dia da gravação, fiquei responsável por auxiliar a operadora de câmera na movimentação. A montagem do cenário foi um diferencial nesse semestre, e aprendemos como deve ser feita a decoração para ajudar na narrativa do programa. Olhando toda a produção do trabalho, vejo que, de modo geral, devemos ser mais organizados nos próximos trabalhos. Acredito que o segredo para um bom programa seja a organização e reconheço que esse ponto não estava tão presente na nossa produtora neste semestre. Observo também alguns erros pontuais que serão corrigidos nos seguintes semestre, como não trazer um roteiro impresso no ato da gravação, dificultando a produção do programa. Apesar dessas dificuldades, fico feliz com o resultado obtido. Devemos reconhecer os nossos erros para poder corrigi-los nos trabalho subsequentes.
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NAYARA GERONIMO DA SILVA - RGM: 11879076-3 Bom, inicialmente participar da produção e pós-produção de um programa piloto foi uma tarefa difícil devido à própria dificuldade no processo criativo e problemas de desenvolvimento da ideia. No desenrolar da trama a maior dificuldade foi com certeza a organização do grupo, que em alguns pontos pode ser justificada pelo curto período para produção, mas em outros foi só a falta de presença e comprometimento com o trabalho. Mas por fim, foi uma experiência boa, consegui individualmente desenvolver mais conhecimento técnico e de certa forma experiência daquilo que muitas vezes pensamos ser fácil e de produção rápida, finalmente entendi que na televisão se não existe organização não existe trabalho pronto.
PAULA RAPHAELA - RGM: 1864731-6 A minha experiência durante o desenvolvimento do interdisciplinar foi desafiadora, escolhi a função de cenotécnico para desenvolver habilidades nesta
função,
justamente
por
não
ter
vivenciado
essa
experiência
anteriormente, entretanto não pude desenvolver parte da minha função, como por exemplo, a construção do cenário e aprender como gostaria na função que estava estabelecida, por razões de falta de planejamento e principalmente pelo desvio de funções porque as decisões ficaram centralizadas e impedidas de serem opinadas. A minha contribuição para o desenvolvimento do trabalho foi realizar as pesquisas de preços dos produtos que iriam compor o cenário que havia sido decidido anteriormente, até a finalização das compras; Realizei a montagem, transições de cenários até a desmontagem do mesmo após a gravação no estúdio; Levantamento de dados orçamentários dos equipamentos do estúdio; Levantamento do piso salarial dos profissionais envolvidos; E auxiliei em outras demandas que não eram da minha função como, por exemplo, auxiliar na microfonagem dos participantes devido a essa demanda terem sido necessária no dia da gravação.
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Ainda que com os contratempos durante o processo, gostei de realizar o projeto interdisciplinar, embora não concorde a maneira como o projeto foi desenvolvido porque acredito que se houvesse planejamento e trocas de informações para enriquecer o mesmo, o programa de Talent Show seria capaz de não apenas entreter o público, mas sim transmitir um conteúdo. Como em outros interdisciplinares e em outras atividades, chego à mesma conclusão, planejamento, responsabilidade, proatividade e disciplina são as chaves para quem deseja trabalhar no audiovisual, sem essas características o desenvolvimento se torna mais difícil, a cada projeto proposto eu cresço profissionalmente e tenho um desenvolvimento pessoal com os desafios que são propostos.
PAULO RODRIGUES SALES - RGM: 11964606-2 A partir do momento em que assumi a direção do projeto, senti o peso da responsabilidade, isso fez com que eu mergulhasse fortemente no tema escolhido, principalmente no estudo das artes. Essa vontade de saber mais, especificamente sobre história da arte, fez com que eu auxiliasse melhor todos os setores criativos, principalmente no roteiro. Uma experiência marcante foi de passar dias e horas com a Diretora de fotografia, estudando referencias de programas, planejando como seria a gravação, hoje vejo que deveria ter feito isso também com o restante do grupo, para deixar tudo mais afinado e sujeito a menos erros. Sobre o que fiz, auxiliei na produção do roteiro, no desenvolvimento da ideia principal do cenário, desenvolvi em conjunto com a diretora de fotografia espelho do programa, criei os desafios e convidei também uma das juradas. Além de dirigir o programa no dia da gravação. No geral, foi uma experiência com muitos aprendizados pessoais e profissionais, as coisas que errei nesse projeto dificilmente acontecerão novamente, e estou pronto pra errar coisas novas nos próximos.
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THAMIRES BRITO - RGM: 1917455-1 Esse semestre o desafio foi fazer um programa de televisão toda dentro de estúdio, nossa produtora criou um Talent Show de artistas visuais chamado “O Ateliê”. A minha função inicialmente era ser assistente de cenografia, mas por questão de algumas funções não terem pessoas disposta a fazer, acabei mudando de função de coordenadora de elenco. Para mim foi desafiador cuidar dessa função, pois, as pessoas são imprevisíveis e tudo pode acontecer. Como aconteceu. Tivemos a desistência de dois participantes de última hora e com muita ajuda de outros colegas da produtora conseguimos achar pessoas novas para participar. Nesse quesito realmente foi um trabalho em equipe. Eu só respirei de verdade quando estavam todos no local para gravar. Foi muito estressante, mas eu gostei de ter essa experiência e aprender mais uma coisa nova. Como um todo eu acredito que existiu uma falta de comunicação em alguns momentos, como também a falta de ouvir a sugestão do outro, que poderia ser de grande ajuda para melhorar o programa em alguns aspectos como, por exemplo, o roteiro e provas. E assim enriquecer o conteúdo do programa. O que eu irei levar para vida com essa experiência que tivemos nesse semestre com certeza é a atenção e dedicação que é necessário ter com os participantes, tanto na pré-produção, no dia da gravação como na pósprodução. É necessária muita paciência. Mesmo com todas as divergências eu gostei bastante do projeto do interdisciplinar desse semestre.
TATYANE ISA - RGM: 1934394-9 A proposta desse semestre foi produzir um programa tv e como todos os projetos anteriores a parte mais difícil é o tema. Acredito que para o sucesso de um projeto, a primeira "estratégia" é pensar fora da caixa, sair da zona do conforto, fugir do tal conhecido clichê. Por isso, escolhermos trabalhar com o gênero talent show, com artistas visuais. Como diretora de imagem e iluminação, tive uma preocupação enorme, onde busquei referências e inspirações para criar toda estrutura do programa junto
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com o diretor. Foi à parte mais difícil e ao mesmo tempo satisfatória, se reunir com o mesmo e discutir todas as ideias e possibilidades. Sabíamos o quão seria difícil tirar do papel e tornar o projeto real, apesar de termos estruturando e feito toda a logística do programa. Erramos e faltou organização, itens esses que temos cometidos em todos os semestres. Mas ressalto o quão a produtora foi ousada em produzir um conteúdo como esse, onde tínhamos movimentações dos operadores de câmeras fora dos seus tripés, trabalhando em planos diferentes a todo o momento, com 6 elementos em cena (apresentador, juradas e participantes) e toda características de um programa desse gênero em tão pouco tempo e sem experiência. Deixo os meus agradecimentos a todos integrantes da produtora que se empenharam de verdade e que realmente quiseram que o programa desse certo. E aqueles que de alguma forma acrescentaram ao programa e ao meu trabalho. Ao diretor que apesar de tudo, foi incrível. Aos operadores de câmera, vocês foram sensacionais, obrigada por acreditarem no meu trabalho e mais que isso, acreditaram no projeto e tiveram paciência e profissionalismo para trabalharem a todo momento, eu fico orgulhosa do trabalho de vocês. Por fim, preciso agradecer, que pra mim as duas peças fundamentais de todo o projeto: Marian Carvalho e Gabriel Basílio. Talentosos, pacientes e dedicados, me faltam palavras para descrever a importância de ambos em todo trabalho, sem vocês não teríamos um programa. Agradeço a todos os professores que de alguma forma contribuíram para o projeto. Professor Grego, obrigado por ter sido tão maravilhoso, você foi essencial para o projeto.
VICTOR HUGO - RGM: 1877571-3 Devido à proposta ter sido criar um programa pensando em transmitir em uma emissora, as ideias foram muitas e o grupo não soube como lidar com tudo isso. O fato de ter bastante gente houve bastante conversa e discussões para chegar a um tema, pois foram muitos como, por exemplo, um programa infantil e até passou por anos 80, pois teve grande chance de ter sido esse o tema.
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Acredito que a maior dificuldade de achar um tema tenha sido por conta de ser um “tema livre” e não algo já proposto pelos professores, isso causou mais dificuldade e abrangendo muitas coisas que poderia ter sido um programa de tv. Achamos o caminho quando decidimos ir por público, quem iria ver, assistir esse programa gosto e etc. Foi quando surgiu a ideia dentro do grupo de fazer um talent show com referências a programas passado em sala de aula pelo coordenador do curso tudo foi ficando cada vez mais montado já que tínhamos uma ideia inicial. Particularmente gostei bastante da ideia do interdisciplinar, faltou um pouco mais de tempo para que tudo seja feito, mas dentro do possível tudo saiu de acordo claro que houve os contratempos como localizar os participantes, jurados. Acabei vendo que realmente é um planejamento muito importante e precisamos sempre de um plano B e que tudo pode ser imprevisível no mundo da televisão isso sem falar no custo financeiro que foi bem alto, cenários, praticantes, jurados, transportes e refeição entre outros. Levei tudo isso como um grande aprendizado e que mesmo com tantos problemas acabou sendo muito gratificante.
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ORÇAMENTO DE EQUIPAMENTOS
ORÇAMENTO DE ESTUDIOS DE TV
ORÇAMENTO DE CENÁRIO E MATERIAIS
VALOR TOTAL PARA PRODUZIR O PROGRAMA “O ATELIÊ” R$63.343,34
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