Universidade Cruzeiro Do Sul Rádio, TV e Internet – 4º/5º semestre Todo Piso é Palco - Documentário
Beatriz Lins Firmino Coelho Cristhina Emiliana da Cunha Benedito Evelyn Winne Dutra Simão Filipe de Souza Veridiano dos Santos Luna Filgueira Silva Mathias Nascimento Santos
São Paulo – SP, 2021
Universidade Cruzeiro Do Sul Rádio, TV e Internet – 4º/5º semestre
Beatriz Lins Firmino Coelho Cristhina Emiliana da Cunha Benedito Evelyn Winne Dutra Simão Filipe de Souza Veridiano dos Santos Luna Filgueira Silva Mathias Nascimento Santos
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RGM: 2284784-7 RGM: 2374994-6 RGM: 2339113-8 RGM: 2377029-5 RGM: 2443827-8 RGM: 2324179-9
Orientadores Profº Me. Alexandre Henrique Prof.º Me. Luís Carlos Soares Prof.ª Dra. Patricia Assuf Nechar
Coordenador Prof.º Dr. Bruno Rogerio Tavares
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Agradecimentos Em primeiro lugar, gostaríamos de agradecer a Deus por ter caminhado conosco durante todo o trabalho, nos permitindo ter saúde e nos dando forças para concluir nossos projetos deste semestre. Somos muito gratos aos nossos pais, amigos e familiares por nos ajudar e apoiar durante este período desafiador. Além deles, gostaríamos de agradecer aos nossos colegas de classe que nos ajudaram em várias etapas relacionadas a questões acadêmicas, organizacionais e criativas. Além de toda equipe presente dentro do projeto agradecemos especialmente nossa convidada Isadora Melo por disponibilizar seu tempo e seu talento para a produção deste projeto. Também agradecemos a Cintia Emiliana, Carlos Alexandre e Jeferson de Sousa pela ajuda no dia da gravação. Somos gratos á Universidade Cruzeiro do Sul e todos seus funcionários, o atendimento e a disponibilidade de equipamentos foram indispensáveis para a realização do projeto. Aos funcionários do Núcleo de Comunicação do Campus Liberdade o nosso muito obrigado por toda ajuda durante todo semestre, sempre nos recebendo com gentileza e disposição. Um agradecimento especial aos professores orientadores deste projeto; ao nosso Coord. Professor Dr. Bruno Rogerio Tavares, à Professora Dra. Patrícia Assuf, ao Professor Me. Luis Carlos e ao Professor Me. Alexandre Henrique, por todas orientações e diálogos precisos e ensinamentos que nos auxiliaram, nos guiando durante nosso desenvolvimento de projeto.
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Sumário
1. Sobre a produtora 1.1 Logomarca ..................................................................... 1.2 Identidade Organizacional ........................................... 1.3 Equipe ............................................................................. 1.4 Organograma ................................................................
Pág 08 Pág 08 Pág 09 Pág 13
2. Proposta – Todo Piso é Palco 2.1 Sinopse ............................................................................ 2.2 Objetivos ......................................................................... 2.3 Proposta do Documentário .......................................... 2.3.1 Sugestão de Estrutura ............................................... 2.3.2 Personagem ..................................................................... 2.3.3 Linguagem ....................................................................... 2.3.4 Material de Arquivo ........................................................ 2.3.3 Edição ...............................................................................
2.4 Público Alvo .................................................................... 2.5 Veiculação ....................................................................... 2.6 Justificativa ...................................................................... 2.6.1 Fundamentação Teórica do formato/ linguagem do documentário .................................................... 2.6.2 Fundamentação Teórica do Tema .................................
Pág 15 Pág 15 Pág 16 Pág 16 Pág 17 Pág 18 Pág 19 Pág 21 Pág 22 Pág 23 Pág 24 Pág 25
3. Considerações 3.1 Responder ao desafio .................................................... 3.2 Relato individual .............................................................
Pág 29 Pág 30
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4. Bibliografia 4.1 Referências utilizadas ................................................ 4.1.1 Bibliografia................................................................ 4.1.2 Webgrafia ................................................................. 4.1.3 Documentários de referência ................................
Pág 38 Pág 38 Pág 38 Pág 41
5. Apêndices 5.1 Cronograma de produção ...................................... 5.2 Roteiro ....................................................................... 5.3 Roteiro de Fotografia ............................................... 5.4 Roteiro de Edição ...................................................... 5.5 Mapa de Fitas ............................................................ 5.6 Ordem do Dia ............................................................ 5.7 Classificação Indicativa ............................................. 5.8 Orçamento Previsto .................................................. 5.9 Prestação de Contas .................................................
Pág 43 Pág 44 Pág 49 Pág 54 Pág 57 Pág 58 Pág 59 Pág 63 Pág 66
6. Anexos 6.1 Autorização de Imagem e Som ............................. 6.2 Autorização de Música ........................................... 6.3 Autorização de voz .................................................
Pág 68 Pág 69 Pág 70
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1. Sobre a Produtora 1.1 Logomarca Em cores
Marca d'água
A logomarca da Arcana Studios busca capturar o conceito por trás do nome e das propostas da produtora. A escolha de utilizar cartas foi feita pelo intuito de representar o lado místico do nome “Arcana”, que vem das cartas do tarô. Para as cores foram usados tons vibrantes e que chamassem atenção, mas que também mantivesse a elegância própria da identidade visual da produtora.
1.2 Identidade Organizacional
Visão Ser uma produtora de alta qualidade, independente, sendo referência no mercado nacional e internacional, atingindo culturalmente e socialmente os mais diversos públicos com nossas produções audiovisuais.
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Missão Ser uma produtora criativa e inovadora, usando as novas tecnologias, sempre produzindo conteúdos de qualidade e contribuindo de forma útil na vida das pessoas com imparcialidade, competência e respeito à diversidade, proporcionando mais cultura e entretenimento.
Valores Ser uma produtora criativa e inovadora, usando as novas tecnologias, sempre produzindo conteúdos de qualidade e contribuindo de forma útil na vida das pessoas com imparcialidade, competência e respeito à diversidade, proporcionando mais cultura e entretenimento.
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1.3 Equipe Beatriz Coelho (19 anos) Formada em técnico de Computação Gráfica. Dentro da produtora atuou nos projetos "Incorpóreo" (audiodrama), a revista eletrônica "Guia das Galáxias", e o projeto de programa de televisão "Acampamento Terra-Sol"(feito em parceria com a Produtora Lumiere). Atualmente está no projeto de documentário "Todo Piso é Palco", com as funções de "Assistente de Produção Executiva", "Produtora Geral" e "Produção de Bíblia".
Cristhina Emiliana (20 anos) Formada em Técnico de Informática para Internet, Cristhina atuou nos projetos "Incorpóreo" (audiodrama), no "Guia das Galáxias" (revista eletrônica), e o projeto de programa de televisão "Acampamento Terra-Sol" (feito em parceria com a Produtora Lumiere). Atualmente está no projeto de documentário "Todo Piso é Palco", com as funções de "Captação de Imagem", "Assistente de Produção Executiva" e "Produção de Bíblia".
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Evelyn Winne (21 anos) Formada em técnica de Multimídia e atualmente trabalha como estagiária da programação do "Comedy Central" e da "Paramount Channel" da empresa "Paramount". Fez parte dos projetos: "Incorpóreo" (audiodrama), da revista eletrônica "Guia das Galáxias", e o programa de tv "Acampamento Terra-Sol" (feito em parceria com a Produtora Lumiere). Atualmente está no projeto de documentário "Todo Piso é Palco", executando as funções "Produtora Executiva", "Assistência de Roteiro" e "Produção da Biblía"
Filipe de Souza (23 anos) Formado em Produção Audiovisual. Filipe participou dos projetos como o audiodrama "Incorpóreo", a revista eletrônica "Guia das Galáxias" e o programa de televisão "Acampamento Terra-Sol" (feito em parceria com a Produtora Lumiere). Atualmente está presente como "Captura de Som" e "Editor de áudio".
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Luna Filgueira (19 anos) Formada em técnica de fotografia, é a nova integrante da Arcana Studios. Atuou nos projetos junto com a Produtora Lumiere (atualmente Aurora Studios) "Até a Última Morte" (audiodrama), e "Sala B" (revista eletrônica) e também participou do projeto "Acampamento Terra-Sol", ainda participando com a Produtora Lumiere. Atualmente, na Arcana Studios, está presente no projeto de documentário "Todo Piso é Palco" exercendo as funções: "Roteirista" e "Edição de Imagem e Vídeo"
Mathias Nascimento (25 anos) Formado em Administração de Sistemas de Informação, Produção e Operações. Matias esteve presente nos projetos "Incorpóreo"(audiodrama), "Guia das Galáxias" (revista eletrônica) e o "Acampamento Terra-Sol" (programa de tv, feito com a produtora Lumiere). Atualmente está presente no projeto de documentário "Todo Piso é Palco" onde exerce as funções de "Captura de Som" e "Direção".
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1.4 Organograma
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2. Proposta - Todo Piso é Palco 2.1 Sinopse O documentário “Todo Piso é Palco” conta a história de Isadora Mello como artista de rua, aborda sobre suas dificuldades e sua paixão pela a arte na Avenida Paulista, em São Paulo. Venha acompanhar um dia com a Isa e abordar algumas questões sobre como é trabalhar com a arte na rua e sua relação com o público.
2.2 Objetivos Objetivos gerais Roteirizar e produzir um documentário que apresenta a história e a vivência de um artista de rua, através de relatos do mesmo e do registro de sua apresentação na rua.
Objetivos específicos ·Promover a arte de rua; ·Demonstrar as dificuldades e a rotina de um artista de rua; ·Mostrar os impactos positivos que esse tipo de arte tem para com os centros urbanos; ·Expor os pensamentos e opiniões de um artista de rua (sua relação com o público, o motivo de ter escolhido se apresentar na rua, etc).
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2.3 Proposta do Documentário O documentário “Todo Piso é Palco” tem como proposta principal incentivar a arte sobre as ruas, com foco na música. Trazendo um ambiente sem preconceitos, expressando sentimentos, deixando a cidade mais viva e alegre. Mostrando, também, ser um ambiente confortável, cultural e que contém acesso a todos.
2.3.1 Sugestão de estrutura Assim que a produtora decidiu o tema do projeto, organizamos para que cada integrante realizasse entre duas à três funções no projeto de documentário, mantendo organização e dinamismo durante o período de projeto dividindo em : Pré-Produção, Produção e PósProdução. Na pré-produção o foco foi confecção de documentos : como cronograma de produção, ordem do dia e autorizações de imagem e som, as integrantes responsáveis por fazer essas funções foram Beatriz Coelho, Cristhina Emiliana e Evelyn Winne. Além disso, se programando com antecedência em relação à reserva de equipamentos, que a integrante Cristhina Emiliana ficou responsável, e a pesquisa de campo. Os integrantes da produtora foram até o local escolhido para ser gravado o documentário, sendo ele a Avenida Paulista, em São Paulo. A Produtora, Beatriz Coelho, com o auxilio da integrante Evelyn Winne, ficaram responsáveis por entrar em contato com possíveis personagens. Assim que entraram em contato com a artista, Isadora Melo, foi marcada uma reunião com o grupo para que fosse melhor explicado o intuito do projeto e possíveis dias para gravação.
17 No dia da gravação do documentário os integrantes já haviam decidido, com antecedência, gravar primeiramente os depoimentos da artista Isadora Melo, logo em seguida gravar uma tarde de apresentações da artista. Em relação a pós produção os responsáveis foram os integrantes Filipe de Souza e Luna Filgueira, focando na edição de imagem e vídeo, e edição de som, organizando de maneira como planejado nas primeiras reuniões.
2.3.2 Personagem O documentário Todo Piso É Palco tem o intuito de apresentar a vida e rotina de um artista de rua, mostrando os desafios e a rotina dessa categoria artística. E para isso, o projeto conta com os depoimentos da cantora de rua, Isadora Melo, de vinte e um anos. Isadora Melo; Artista de rua Imagem disponibilizada pela Isadora Melo de sua rede social : @isameloofc
Desde criança Isadora já gostava de cantar, tendo o sonho de ser cantora de ópera, porém as pessoas ao seu redor não demostravam tanta atenção para sua vocação. Na adolescência, ela ainda nutria a paixão pelo canto, mas, por insegurança, escondeu sua voz, até que um amigo a convidou para um karaokê e lá ele descobriu o talento de Isadora. Esse mesmo amigo a levou para cantar na rua e assim ela começou a se apresentar pelas ruas de São Paulo. Após a pandemia, Isadora voltou a cantar na Avenida Paulista, mas sozinha. Ela sempre se apresenta na rua aos finais de semana, mesmo com sol ou chuva. Além de se apresentar nas ruas, Isadora também cantou em eventos online durante o período de quarentena.
18 No ano de 2021, Isadora participou do Prêmio Jovem Brasileiro, na categoria de “Descoberta PJB”. Para ela “Tocar na rua é diferente. Na rua o sentimento é mais real”.
2.3.3 Linguagem A produtora escolheu trabalhar com o modo expositivo dentro do documentário, abordando a opinião da artista de rua Isadora Melo, de como era sua visão dentro do seu trabalho. O documentário expositivo, é um subgênero onde se utiliza argumentos e fatos do personagem para o tema onde o personagem conversa diretamente com o público. Segundo Bill Nichols o modo expositivo enfatiza a linguagem argumentativa.
2.3.4 Material de Arquivo
Vídeo disponibilizada pela Isadora Melo de sua rede social : @isameloofc
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Música disponibilizada pelo artista Daniel Golineli Nome: Saudação Tardia de Daniel Golinelli
2.3.5 Edição Para uma melhor edição, optou-se por gravar o documentário de forma não linear. Trechos dos depoimentos e apresentações foram trocados, gravando primeiro os depoimentos da Isadora Melo e depois focando em uma tarde de apresentações. Já na pósprodução, que foi feita pelos integrantes Luna Filgueira e Filipe de Souza, foi utilizada a maneira linear seguindo o roteiro escrito, colocando em ordem conforme o que foi escrito no documento, na edição foi utilizado o software Adobe Premiere CC 2020. A edição foi planejada pela integrante Luna Filgueira com base no roteiro, para que tudo fosse organizado de maneira linear. No dia da gravação foi focado na imagem e som, o diretor Matias Nascimento e os outros integrantes decidiram destacar a personagem, Isadora Melo, através das suas apresentações na rua, o mesmo aconteceu na pós produção, já que o documentário é focado nos depoimentos e apresentações da artista. A montagem utilizada na pós-produção foi a montagem rítmica, sendo assim utilizando variados planos em cena. Os planos utilizados para a produção do projeto de documentário foram : planos médios, primeiro plano, meio primeiro plano, plano americano e conjunto.
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Print de tela - Adobe Premier CC
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2.4 Público Alvo Considerando o tipo de documentário que será apresentado, foi decidido que o documentário “Todo piso é palco” terá como público alvo os jovens de 16 a 25 anos de idade de todos os gêneros. A escolha do público alvo fora decidido dando uma ênfase maior nos seguintes tópicos: onde se passa, quem vive a situação e quem consome os meios por onde o documentário será transmitido. A avenida Paulista, símbolo da cidade de São Paulo que, além da vocação para negócios e da famosa ciclovia, apresenta-se como um de seus principais expoentes culturais. Servindo como palco, a avenida recebe diversos artistas em seu dia a dia que se apresentam ao público que por ali passa. O ponto turístico recebe muitos transeuntes em seu dia a dia, e de acordo com o instituto data popular, por dia seriam em torno de 1,5 milhão de pessoas, dessas 43,5% são jovens que possuem entre 18 e 25 anos de idade. Outro ponto de extrema importância que fora avaliado é o consumo dos serviços de streaming. Com a Netflix liderando a preferência o Brasil é colocado como o segundo pais que mais consome streaming no mundo. De acordo com pesquisas realizadas pela divisão de mídia da Nielsen Brasil em parceria com a Toluna apontam que o consumo dos serviços de streaming durante a pandemia aumentara entre os jovens de 16 a 23 anos, com um percentual de 76,8%. Embora exista um público alvo pré-definido para o documentário “Todo piso é palco” sua classificação continua sendo livre, ou seja, pessoas de todas as idades poderão o assistir.
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2.5 Veiculação Após uma análise de possíveis meios de distribuição, a decisão tomada para veiculação do documentário, Todo Piso É Palco foi o serviço de streaming, Netflix. Essa opção foi considerada ideal levando em consideração o público-alvo do projeto e as tendências de distribuição de documentário no cenário audiovisual atual. A Netflix é uma plataforma de streamings que conta, em seu acervo, com filmes, séries, documentários e outros. Foi fundada em 1997 por Reed Hastings e, inicialmente, funcionava como uma locadora online de filmes; atualmente, a Netflix cerca de 222 milhões de assinantes ao redor do mundo, sendo que no Brasil esse número é de aproximadamente 19 milhões de clientes. Segundo uma matéria da Folha de São Paulo, de agosto de 2018, 49% dos assinantes da Netflix possuem até 29 anos, o que dialoga com o público-alvo de Todo Piso É Palco. O crescimento de documentário em serviços de streaming é notável nos últimos anos; em abril de 2017, a Netflix já contava com mais de 50 documentários em seu catálogo, dos mais diversos gêneros. Os documentários, dentro da Netflix também se mostram um sucesso entre os assinantes, de acordo com um artigo publicado em 2017 pelo The New York Times, 73% dos assinantes da Netflix assistiram a, pelo menos, um documentário em 2016; o que representa mais de 68 milhões de pessoas. No que se diz à respeito de documentários sobre arte, a Netflix possuí uma variedade de produtos em seu catálogo, que abordam diversos recortes sobre o mundo artístico; como o documentário de 2017, Laerte-se, que apresenta a vida da renomada cartunista brasileira, Laerte Coutinho, e o documentário Tales by Light, que acompanha a rotina de fotógrafos que viajam o mundo capturando imagens de lugares e culturas distantes. Com isso, a adição de Todo Piso É Palco ao catálogo da Netflix, tem o intuito de apresentar uma temática ainda não explorada pelo serviço de streaming, os artistas de rua.
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2.6 Justificativa Por serem gratuitas as apresentações em espaços públicos, elas acabam possibilitando uma dinâmica com os mais diversos públicos,mostrando um lado mais sensível da arte, e encantando as pessoas pela cidade. Ainda que a produção do artista de rua não seja reconhecida é necessário destacar a importância desse trabalho para a sociedade. Vale lembrar que muitos problemas são enfrentados pelos artistas de rua, tal qual a proibição de manifestações artísticas em locais públicos. O que contraria o artigo 5 º da Constituição do nosso país, que diz que todo cidadão é livre para se manifestar artisticamente: “Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindose aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;” Além de uma forma de expressão, sem esperar as ações de grandes centros de arte, a arte de rua é excelente como uma forma de manter a cidade mais viva e disponibilizando cultura aqueles que são mais carentes por ela.
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2.6.1 Fundamentação Teórica do formato/ linguagem do documentário Documentário é um gênero de cinema, não ficcional, que possui muitas semelhanças com o jornalismo, o maior exemplo disso é o foco nos fatos e nas pessoas reais, contudo o documentário se caracteriza principalmente pelo compromisso da exploração da realidade. Os documentários costumam abordar questões sobre as quais existam interesses sociais ou debates. No gênero em debate tudo aquilo que na ficção é cenário passa a ser um espaço real, um espaço do mundo, sobre o qual a câmera não exerce domínio total. O livro “introdução ao documentário” de Bill Nichols é uma boa forma de se aprofundar no gênero e entende-lo melhor. Nichols enfatiza em seu livro que existem seis tipos ou modos de documentário, sendo eles: expositivo, participativo, reflexivo, poético, observativo e performático. O modo expositivo foi o modo escolhido para ser abordado no documentário “Todo piso é palco”. Neste modo enfatizamos o comentário verbal e um argumento bem embasado.
O documentário expositivo facilita a generalização e a argumentação abrangente. As imagens sustentam as informações básicas de um argumento geral em vez de construir uma ideia nítida das particularidades de um determinado canto do mundo. Esse modo também propicia uma economia de análise, já que as argumentações podem ser feitas, de maneira sucinta e precisa, em palavras. (BILL NICHOLS) O documentário “Todo piso é palco” utilizará do modo expositivo para mostrar e argumentar sobre a vivência e as dificuldades que cercam o dia-a-dia dos artistas de rua.
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2.6.2 Fundamentação Teórica do Tema
ARTISTAS DE RUA Entende-se como artistas de rua, atualmente, grafiteiros, malabares, atores performáticos, músicos e outros tipos de artistas, que utilizam dos espaços públicos das cidades para a realização de suas performances. A arte de rua está presente na sociedade desde o nascimento das grandes metrópoles, em feiras, saltimbancos e nas trilhas dos menestréis; o quadro Costumes de São Paulo, do pintor Johann Moritz Rugendas, retratou o costume da arte de rua em São Paulo no século XIX:
“Costumes de São Paulo”, de Johann Moritz Rugendas, 1835.
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Artistas de rua, para além de suas individualidades como profissionais, estão inseridos em movimentos que tornam a rua em um espaço social e político, onde o acesso à arte (direito garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Artigo XXVII) torna-se gratuito à qualquer cidadão. Para a Doutora em Arquitetura, Catherine Aventin, as práticas artísticas na rua têm o intuito de atingir um público que geralmente não costuma frequentar “lugares de arte”; com isso, podemos interpretar as performances artísticas nas ruas não apenas como uma ferramenta de democratização da arte, mas, também, como uma crítica à sociedade contemporânea e à divisão de classes. Em sua tese, A cidade como palco: Artistas de rua e a retomada do espaço público nas cidades midiáticas, a mestra em Comunicação e Cultura, Jhessica Reia ressalta a importância entre a arte de rua, os espaços públicos e a audiência; as performances dos artistas de rua não pretendem apagar a vida cotidiana e os problemas que a cercam, as atividades artísticas na rua firmam uma dinâmica entre a rua e os espectadores, buscando criar um lugar familiar, onde os limites para o que pode ser feito nas vias públicas são testados e a participação do público é incentivada. A atuação de artistas de rua na cidade de São Paulo cresceu após a sanção da lei municipal 15.776 de 2013, que legitimiza as apresentações de artistas de ruas públicos do município de São Paulo, além de definir outras regulamentações acerca das doações espontâneas dos espectadores durante as atividades artísticas, venda de produtos autorais, entre outras regras. Ademais, em 2015, a prefeitura de São Paulo lançou a cartilha, Arte na Rua – Um Guia Ilustrado sobre a Legislação da Cidade de São Paulo para Artistas de Rua, que contém informações sobre os deveres e direitos dos artistas de rua, normas de uso de espaço e som, além de conter a lei 15.776.
27 Na cidade do Rio de Janeiro, também foi sancionada uma lei que diz respeito às apresentações de artistas de rua; a lei municipal 5.429, de 5 de junho de 2012. Contando apenas com três artigos, a lei regulariza as atividades artísticas nos logradouros públicos sem autorização prévia, desde que sejam seguidos requisitos como, gratuitidade, livre fluência do trânsito e pedestres, encerrar as atividades às 10 horas da noite e não possuir patrocínio privado. Apesar dos benefícios da arte de rua e do incentivo de grandes municípios, as apresentações de rua ainda são vistas com preconceito. A pesquisa, Artistas de rua: trabalhadores ou pedintes?, dos alunos, Bruno Buscariolli, Adele de Toledo Carneiro e Eliana Santos, da Fundação Getúlio Vargas,Escola de Administração de Empresas de São Paulo, Departamento de Administração de Empresas, observou apresentações de artistas de rua das cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Embu das Artes; nas observações um fator que se destacou foi a reação do público em relação às apresentações na rua, enquanto o público mais jovem pareceu ser mais receptivo, os mais idosos demonstraram rejeição ao trabalho dos artistas, às vezes até em forma de ofensas. Outro ponto que merece atenção na pesquisa foi em relação à classe social do público que acompanhava as performances nas ruas; a audiência que parecia advir de uma classe social mais elevada, além de reprovarem as apresentações em espaço público e em horário comercial, não contribuíram financeiramente. Por outro lado, pessoas que pareciam ter uma menor renda, era o público que mais demonstrava aprovação às apresentações e que mais doava financeiramente. Destacou-se, também, a grande participação ativa de moradores de rua, que desfrutavam das performances artísticas, uma vez que esse tipo de atividade é um dos poucos (se não, o único) entretenimentos culturais que pessoas em situação de rua têm acesso. Por fim, podemos concluir que a importância dos artistas e da arte de rua não se limita apenas a manter a cidade mais ativa e bela, mas também serve como uma forma legítima de trabalho e de expressão cultural, que visa levar arte para todos os cidadãos através da ressignificação dos espaços públicos.
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CON
S E SIDERAÇÕ
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3. Considerações 3.1 Resposta ao Desafio Desde o anúncio do projeto interdisciplinar, o grupo se mostrou bem focado e organizado; foram realizadas reuniões para discutir o assunto que seria abordado no documentário e pesquisas a cerca do tema. Para garantir uma ambientação que conversasse com a temática de artistas de rua, a produtora decidiu realizar as gravações na Avenida Paulista, portanto, também foi feita uma visita no local para não só estudar se seria possível gravar lá, mas também para conhecer de perto as apresentações dos artistas de rua. O primeiro grande obstáculo do projeto foi conseguir um entrevistado, a demorada da reposta de um convidado causou um pequeno atraso na produção do documentário, porém com esforço conjunto, a produtora conseguiu se manter de acordo com o cronograma. Outro desafio foi a própria gravação do documentário, por ser a primeira vez que o grupo realizou uma gravação externa e pela falta de familiaridade com os equipamentos (devido ao período de quarentena), a produtora teve algumas dificuldades com a parte técnica, o que não resultou em algumas falhas de áudio e imagem. Essas dificuldades foram levadas como pontos a serem melhorados nos próximos projetos por toda a equipe. No fim, a experiência de realizar este projeto foi de grande aprendizado para todos os integrantes da produtora Arcana, fomos capazes de aplicar os conhecimentos adquiridos no semestre passado e crescer como futuros profissionais da área audiovisual. O documentário “Todo Piso É Palco” foi desenvolvido com muito esforço conjunto e responsabilidade para que o produto final apresentasse a maior qualidade possível.
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3.2 Considerações Finais
Beatriz Coelho De início estava empolgada com o projeto, já que era a primeira vez que a produtora sai para gravar externa. Assim como os projetos anteriores com antecedência iniciamos as reuniões para ser decidido o que cada um iria executar dentro do projeto, e assim que escolhemos as funções fomos correndo atrás das coisas que precisaríamos. Este semestre fiquei com as funções de: Produtora, Assistente de produção executiva e Produção da bíblia de projeto. Como produtora fui atrás com os outros integrantes de entrevistados para darem seus depoimentos, confesso que não foi uma função fácil já que nos complicamos em encontrar convidados para participar do projeto, mas felizmente encontramos a Isadora Melo a pessoa quem entrevistamos para o projeto, também fiquei responsável de executar alguns documentos como o cronograma. Já na assistência de produção executiva fiquei responsável por atualizar as autorizações de imagem e som, e música utilizada para fazer o projeto. Na produção executiva, também estive ao lado das integrantes Evelyn Winne e Cristhina Emiliana, com quem já trabalhei nos semestres anteriores e não tenho o que reclamar já que acho que trabalhamos bem juntas e não foi diferente com a produção da bíblia, que também fiz ao lado das duas integrantes.
31 Gosto muito de ficar com a produção de bíblia por que me sinto ainda mais por dentro do trabalho e sinto que aprendo muito mais executando tal documento lendo matérias e livros e aprendendo mais e mais coisas. Acho que em questão de organização, comparado ao semestre anterior, conseguimos consertar este problema e fico feliz com isso, porém ainda tem alguns problemas com a falta de comunicação em grupo, acredito que teremos que conversar sobre isso. Sobre a parte técnica, neste semestre tive a oportunidade de mexer em alguns equipamentos disponíveis na faculdade. Confesso que estava morrendo de medo, acho que além de ter ficamos dois anos em período de pandemia (por conta da COVID-19) e não saber muito bem como mexer, estava com medo de fazer tudo errado, mas foi uma experiência divertida e espero que os próximos semestres eu tenha a oportunidade de ficar em alguma função técnica para poder melhorar ainda mais. Para finalizar, a experiência de fazer um documentário foi nova e ao mesmo tempo muito diferente, estou ansiosa para o próximo semestre !
Cristhina Emiliana Sendo o primeiro semestre que temos aulas totalmente presenciais então creio que a ansiedade estava presente em todos. De início creio que minha maior preocupação era a gravação externa, pois seria a primeira vez que iríamos gravar fora então precisamos nos preparar muito bem antes. Nesse projeto executei a função de assistente de produção executiva ao lado das integrantes Beatriz Coelho e Evelyn Winne, ficando responsável pela retirada, checagem e entrega dos equipamentos. Mesmo não sendo minha primeira vez na parte da produção executiva foi a primeira vez que realmente precisei retirar os equipamentos na universidade o que me causou uma leve ansiedade e preocupação.
32 Para o projeto do “Todo piso é palco” tentei novamente sair um pouco da minha zona de conforto e peguei duas funções que antes não havia pegado, que são direção de fotografia e operadora de câmera. Na área da direção de fotografia estudei ângulos e enquadramentos que se encaixariam no documentário para poder executá-los no dia, já na operação de câmera foi algo realmente novo, principalmente pelo fato de eu não ter tanta proximidade com a câmera e por ter sido meu primeiro contato com ela. Embora eu tenha tentado dar o meu máximo sei que poderia ter saído melhor caso eu tivesse mais experiência. Para finalizar no quesito função, esse semestre novamente junto as integrantes Beatriz Coelho e Evelyn Winne fiquei na produção da bíblia. Além de ser uma das minhas funções favoritas creio que a bíblia é uma das melhores funções a se executar, pois tenho a chance de pesquisar bem mais a fundo sobre os temas, gêneros, etc. A comunicação entre os integrantes do grupo em minha opinião ainda é falha e creio que tem muito a melhorar , porém no quesito organização em relação ao último semestre demos um passo a frente. Mesmo após dois anos de pandemia e com quase nada de experiência técnica creio que todos os integrantes da Arcana Studios se esforçaram para a realização e entrega de um projeto com qualidade.
Evelyn Winne Desde o começo do semestre, eu confesso que estava muito ansiosa e receosa com este projeto interdisciplinar, pois essa seria a primeira vez que nosso grupo gravaria em externa e, também, seria a primeira vez que teríamos que lidar com um convidado para a realização do projeto. Por isso, eu fiz o possível para me manter focada e organizadas nas funções que exerci no documentário; produção executiva, assistente de roteiro e produção da bíblia de produção.
33 Desde que o projeto interdisciplinar foi anunciado, a Arcana se preocupou em escolher um tema que fosse relevante e que conversasse com todos os membros da produtora; realizamos reuniões para debater possíveis temáticas que gostaríamos de abordar e o tema artistas de rua agradou a todos. Com o tema decidido passamos a estudar os possíveis entrevistados, o que, para mim, foi a etapa mais estressante de todo o projeto; de início, nossa intenção era convidar uma banda que costumava a se apresentar na Avenida Paulista, porém como a banda não se apresentava mais nas ruas, decidimos seguir por outro caminho. Fomos à Avenida Paulista para conhecer melhor as apresentações dos artistas de rua e explicar a proposta de nosso projeto a eles; mas, nenhum dos artistas que entramos em contato respondiam às nossas mensagens, e nesse momento eu já estava extremamente ansiosa, com medo de não conseguir entregar o projeto por não termos um entrevistado. Mas, depois de alguns dias, a cantora Isadora Melo, a quem sou muito grata por ter disponibilizado seu tempo e história, aceitou participar de nosso documentário. Como assistente de roteiro, eu pesquisei sobre a vida da Isadora e conduzi uma entrevista que realizamos antes das gravações de da construção do roteiro, com o intuito de explicar com mais detalhes nosso projeto para a Isadora e conhecer melhor toda sua história como cantora de rua. Além disso, eu também fiquei encarregada de revisar o roteiro escrito pela integrante Luna Filgueira e desenvolver a pauta de perguntas que seriam usadas no documentário; infelizmente muitas perguntas que eu considerei interessantes acabaram não sendo utilizadas. Já na produção executiva, eu fiquei responsável por fazer todo o controle de gastos que tivemos com a realização do projeto e documentá-los através das tabelas de orçamento previsto e prestação de contas. Juntamente com as integrantes Beatriz Coelho e Cristhina Emiliana, eu também realizei a bíblia de produção; essa é uma função que amo fazer e já exerço desde o terceiro semestre, pesquisar sobre os temas de nossos projetos é muito gratificante, sinto que aprendo muito ao ler artigos acadêmicos.
34 E não foi diferente neste projeto, aprendi sobre as leis que regem as apresentações de rua e sobre as dificuldades que artistas de rua passam diariamente. Infelizmente, por conta de uma grave urgência familiar, eu não pude estar presente no dia da gravação da entrevista, o que me chateou demais, porque além de dificultar a produção do grupo, eu também perdi a oportunidade de ter essa experiência. Porém, tentei compensar essa falta realizando gravações externas para as imagens de apoio, com a assistência do membro Mathias Nascimento. Por fim, acredito que neste semestre melhoramos muito em relação ao semestre passado no que se diz respeito à organização, desde o inicio tínhamos uma ideia clara do que queríamos fazer e seguimos com as etapas de produção para alcançar essa ideia da melhor forma possível. Um aspecto que ainda acho que pecamos é a falta de comunicação entre todos os integrantes, por muitas vezes parecia que não estávamos entendendo o andamento do projeto e que não era um trabalho em grupo; já em relação à parte técnica, creio que a falta de familiaridade com os equipamentos, por conta dos dois anos de pandemia, acabou se tornando um obstáculo, porém creio que fizemos o nosso melhor para entregar um produto de qualidade. A experiência de produzir esse documentário foi muito enriquecedora para mim de maneira pessoal, sinto que amadureci muito. Espero que no próximo semestre eu tenha a oportunidade de testar mais das funções técnicas.
Filipe de Souza Neste semestre voltamos a ter aula presencial, o que é muito bom, pois o curso de rádio, tv e internet precisa ter prática, embora a gente tenha ido algumas vezes nos semestres anteriores para a universidade, agora é diferente.
35 Sinceramente eu não fiquei apavorado quando ouvi sobre o projeto de documentário, sabia que não seria fácil, mas tinha certeza que conseguiríamos realizar o trabalho. No decorrer desse projeto algumas coisas aconteceram, uma delas foi a saída de algumas pessoas da minha produtora, isso porque, a minha produtora tinha um número de integrantes acima do recomendado, então algumas pessoas saíram da produtora. Isso não nos atrapalhou. Junto com o projeto de documentário, também tivemos os programas de rádio ao vivo que na minha opinião foi uma experiência muito enriquecedora, onde aprendemos na prática, e a cada exibição de programa eu percebi uma evolução minha e do outro grupo que fiz parte. Assim como toda realização de projeto, nesse a minha produtora se organizou para decidir o tema, e depois que tinha sido decidido o tema de artista de rua, então, fomos procurar artistas de rua que aceitassem participar do documentário. Após a aceitação da artista, marcamos um dia para a gravação e depois da gravação começamos a edição, nessa parte do processo a produção da bíblia já tinha começado. No projeto de documentário fiquei responsável pela captação do som junto com Mathias no dia da gravação e depois fiz a edição do áudio. Durante a edição de áudio e vídeo (feito pela Luna) percebemos alguns erros de gravação, aí eu tive vontade de gravar tudo de novo, mas percebi que isso não seria possível. Entendi que isso faz parte, eu aprendi com os erros, e tenho certeza que esses erros não se repetirão em projetos futuros. Portanto eu entendo que essa experiência do projeto de documentário e também dos programas de rádio ao vivo, trouxeram a “experiência prática de campo” que eu precisava e acredito que meus colegas de grupo também. Tenho certeza que não podemos nos contentar apenas com essa experiência e que nos projetos futuros também aprenderemos mais.
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Luna Filgueira Durante o trabalho do semestre aprendemos como grupo diversas coisas que serviram para os próximos trabalhos, como por exemplo planejamento. Pessoalmente pude aprender a lidar com meu novo grupo, durante a execução do trabalho tivemos alguns problemas técnicos,de imagem que dificultaram a edição, mas ainda sim conseguimos superar a dificuldade. Também aprendi a melhorar na edição/roteiro e como organizar melhor meu tempo, e ter mais vivência na parte técnica que foi muito importante, visto que semestre passado estávamos com aulas remotas. Considero a experiência positiva levando para os próximos semestres todos os acertos desse e corrigindo os erros.
Mathias Nascimento Eu gostei de fazer documentário, na verdade eu estava um pouco nervoso, tanto de ficar na posição de diretor, na qual é a primeira vez que eu dirijo alguma produção.Ter que fazer gravações externas, pelo fato de não ter controle do ambiente onde está gravando,e principalmente a responsabilidade com os equipamentos da faculdade, mais no final felizmente deu tudo certo, independente das dificuldades na pós produção. Foi uma ótima experiência e também algo que eu queira fazer a algum tempo, mais nunca fiz por falta de temas que para mim fossem importantes, falta de estrutura ou criatividade em si.
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BIBL
A I F IOGRA
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4. Bibliografia 4.1 Referências Utilizadas 4.1.1 Bibliografia NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5° edição. Campinas, São Paulo: Papirus editora. 2001. GUSMÃO, Michelle; FERREIRA, Edmilson. Documentário e suas especificidades. Pirenópolis, Goiás: Congresso de ensino, pesquisa e extensão da UFG. 2016 4.1.2 Webgrafia QUAIS SÃO OS TIPOS DE DOCUMENTÁRIO? https://www.avmakers.com.br/blog/quais-sao-os-tipos-dedocumentario#:~:text=Modo%20Expositivo&text=enfatiza%20o%20co ment%C3%A1rio%20verbal%20e,que%20o%20filme%20est%C3%A1% 20narrando. - Acesso em 05/05/2022 COMO FAZER UM DOCUMENTÁRIO: CONHECA AS PRINCIPAIS ETAPAS. https://www.aicinema.com.br/como-fazer-um-documentario/ - Acesso em 05/05/2022 CONCEITO DE DOCUMENTÁRIO https://conceito.de/documentario - Acesso em 05/05/2022 Consumo de streaming é hábito diário para 43% dos brasileiros durante a pandemia https://mercadoeconsumo.com.br/2020/09/25/consumo-destreaming-e-habito-diario-para43-dos-brasileiros-durante-a-pandemia/amp/ - Acesso em: 28/04/2022
39 O Brasil é 2º país que mais consome streaming no mundo https://www.google.com/amp/s/canaltech.com.br/amp/entreteniment o/brasil-e-2opais-que-mais-consome-streaming-no-mundo-192718/ - Acesso em: 30/04/2022 Quem frequenta a Avenida Paulista - https://exame.com/brasil/quemfrequenta-aavenida-paulista/ - Acesso em: 25/04/2022 Arte de rua, criatividade e expressão na cidade https://www.google.com/amp/s/arteref.com/movimentos/arte-derua/amp/ - Acesso em: 25/04/2022 Streaming: 87% dos brasileiros veem vídeos e filmes em plataformas semanalmente https://www.google.com/amp/s/www.cnnbrasil.com.br/business/strea ming-87-dosbrasileiros-veem-videos-e-filmes-em-plataformassemanalmente/%3famp - Acesso em: 25/04/200 Consumidor da Netflix é mais jovem, mas mais pobre que assinante de TV paga. 01de agosto de 2018. Tele Padi, Folha de São Paulo. Disponível em: https://telepadi.folha.uol.com.br/espectador-danetflix-e-mais-jovem-mas-mais-pobre-que-assinante-de-tv-pagaaponta-estudo/. - Acesso em 30 de abril de 2022. KENNY, Glenn. Netflix Casts a Wider Net for Original Documentaries. 09 de Março de 2021. The New York Times. Disponível em: https://www.nytimes.com/2017/03/09/movies/netflix-casts-a-widernet-for-original-documentaries.html - Acesso em 30 de abril de 2022. MCALONE, Nathan. Over 68 million people watched documentaries on Netflix in 2016— and it's helping them have a big impact. 10 de Março de 2017. Business Insider. Disponível em: https://www.businessinsider.com/netflix-is-a-documentarypowerhouse-heres-why-2017-3?amp. - Acesso em 30 de abril de 2022
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-
Acesso
dia
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4.1.3 Documentários de Referência Se Essa Rua Fosse Minha
Link para o documentário de Júlia Von Zeidler https://www.youtube.com/watch?v=WrD-DgoQrTw
Um documentário que fala sobre a arte circense sobre as ruas, mostrando o trabalho e depoimentos de diversos artistas. A Arcana Studios buscou, da mesma forma, abordar o quanto a arte sobre as ruas é importante em relação a cultura de nosso país.
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APÊNDICES
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5. Apêndices 5.1 Cronograma
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5.2 Roteiro
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5.3 Roteiro de Fotografia
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5.4 Roteiro de Edição
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5.5 Mapa de Fitas
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5.6 Ordem do dia
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5.7 Classificação Indicativa O documentário "Todo piso é palco" possui um assunto que normalmente não é consumido por crianças, contudo a obra não apresenta cenas de cunho sexual, violências seja ela fantasiosa ou não, maus-tratos contra animais ou cenas onde drogas ilícitas apareçam. Sendo assim, após análise dos arquivos de áudio e vídeo presentes na produção do documentário "Todo piso é palco" foi determinado que sua classificação seja livre, ou seja, recomendado para todos os públicos.
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5.8 Orçamento Previsto
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5.9 Prestação de Contas
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ANEXOS
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