D’VINCI PRODUÇÕES PROJETO INTERDISCIPLINAR DOCUMENTÁRIO – CONFINADOS BÍBLIA DE PRODUÇÃO
SÃO PAULO 2020
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL CAMPUS LIBERDADE – NOTURNO RTVI – 4/5D
CAIQUE MIYAMOTO FERREIRA - RGM: 1882771-3 ERICK LUIZ DA SILVA SERRADOR - RGM: 1954242-9 FLAVIO PEREIRA MARTINS - RGM: 2337859-0 FERNANDA CRISTINA SANTOS ALMEIDA - RGM: 2128519-5 GABRIEL SOUZA BASILIO - RGM: 1916840-3 GUSTAVO DE SENA BALOG - RGM: 1866800-3 JOHNATAN ALVES PAZ - RGM: 2219974-8 KAMILA BARBOZA - RGM: 2005976-1 LEANDRO AQUINO - RGM: 2115493-7 MATEUS DALTIERE DE OLIVEIRA - RGM: 1875733-2 NAYARA GERONIMO DA SILVA - RGM: 11879076-3
PROFESSORES ORIENTADORES DO PROJETO INTERDISCIPLINAR
Coordenador do Curso de Rádio, TV e Internet Prof. Dr. Bruno Tavares
DOCUMENTÁRIO Profa. Me. Ivani Falcão - Ética e Legislação para Rádio, TV e Internet Profa. Me. Krishna Tavares - Documentário Prof. Me. Elisa Marconi - Tecnologia em Rádio, TV e Internet
PROGRAMA DE RÁDIO – AO VIVO Prof. Me. Alexandre Henrique- Direção de Programas para Rádio
PROJETO DO DOCUMENTÁRIO “CONFINADOS” 1.1.
SINOPSE Acompanhando os avanços do coronavírus ao redor do mundo, pessoas
com diferentes vulnerabilidades no Brasil necessitam se moldar para realizar seus trabalhos e suas atividades diretamente de suas residências, pelas redes sociais, com a ajuda da internet. Neste documentário, artistas de idades distintas, relatam como estão lidando com as mudanças de estar a todo momento dentro de suas casas, a batalha contra a ansiedade e a procrastinação, e a ausência das atividades diárias e dos encontros com pessoas importantes em suas vidas.
1.2.
OBJETIVOS A abordagem principal do nosso documentário, através da situação do
país com a propagação do coronavírus, é registrar o dia-a-dia dos personagens que tem a segurança de permanecer em suas residências, com foco na ansiedade causada pelo confinamento. Apresentamos um grupo de pessoas com faixa etárias distintas que se encontram sem saída para realizar suas atividades profissionais e rotineiras e, isso tudo, sem a aglomeração de um público como plateia. O documentário é sobre um momento de auto contemplação e como a vivência de uma pandemia pode moldar e transformar as pessoas.
1.3.
PROPOSTA DO DOCUMENTÁRIO
Estrutura Sendo a voz no documentário a maneira de expressar nosso argumento, a introdução tem uma poesia escrita por Fernanda Cristina, integrante do grupo, que através dos versos trata de pressão, ansiedade, hostilidade e a intensidade do isolamento. Se segue a narração com a voz da diretora, que contextualiza a mudança para o panorama atual, enquanto se exibe os vídeos das ruas vazias, gravadas por alguns integrantes da produtora, e imagens de como o mundo está lidando, médicos, equipes de limpeza, espaços domésticos ou públicos. A narração é mesclada com trechos de discursos do atual presidente da república
durante a pandemia, com o intuito de contrastar as diferenças, e expor a indiferença enquanto muitos são abalados, tanto pela vida, ou pela mente. A narração indaga o momento que vivemos ao trazer a atenção de como manter a saúde mental e a paciência, especialmente em pessoas vulneráveis mentalmente e socialmente, nessa situação delicada. Encerrada a narração, as entrevistas são inclusas. Cada uma delas apresenta a dificuldade, e como antes da pandemia, a vida já estava em apertos. Elas contam sobre suas individualidades, e como estão lidando para manterem suas mentes sãs nessa época. Sequência, com cronologia rígida, nenhuma se mesclando. O encerramento é através da coletânea de gravações de convidados a cantar a música “Minha Alma- O Rappa”. O intuito é, através da letra, representar a pressão do isolamento, mas o fato de ser um grande grupo de pessoas diferentes cantando deve causar um calor humano, e a imagens de comunidade e companheirismo, mesmo nesse momento adverso.
Personagens Quem preenche o conteúdo das entrevistas são 5 pessoas: Cleber Tolini (Ator), Hugo Lobo (estudante), Isabela Richner (professora de teatro), Mura (influenciador digital) e Natália Albuk (Atriz e Profª de teatro). No final, convidados compõem a música (seus nomes estão nos créditos).
Cleber Tollini: Ator de teatro com tem baixa visão. Fala de seu cotidiano com estudo, leitura, religião e principalmente a arte e cultura que traz uma sensação de conforto, inclusive para as pessoas pois é o que precisamos nesse momento. Ele acredita que muita coisa vai mudar após essa pandemia, mas vai mudar apenas para quem quer mudança.
Hugo Lobo: Estudante, está passando por um tratamento médico intensivo, o que leva ele e a família a se exporem com maior necessidade de ir em um hospital. Mantem-se ocupado nesse período de isolamento descobrindo novos hobbies e estudando.
Isabella Richner: Estudante e professora de teatro em uma instituição comunitária em Carapicuíba. No momento está paralisada por conta da pandemia, sem poder ir à instituição. Ela cria ideias para levar as atividades culturais até as crianças. Enxerga essa pandemia como um modo de as pessoas aprenderem e reverem muitas atitudes e modos de vida, acredita na mudança e no futuro e luta para que após esse momento as coisas mudem para melhor.
Mura – Estudante, teve as aulas adiadas por conta da pandemia, costuma fazer freelancer como artista independente e artista visual. Atualmente mora com seu parceiro, tem usado esse isolamento para cuidar mais de si, e sofre com a saudade dos amigos e da liberdade de poder sair à noite.
Natalia Albuk – Atriz há 10 anos e professora de teatro em uma escola judaica, acredita que a educação vai mudar devido aos novos métodos que adotamos de aula online. Diz que vamos aprender a dar mais valor a arte, imprensa e ciência, que são três coisas muito negligenciadas e que durante essa pandemia tornaram se mais consumidas. Tenta ocupar seu tempo descobrindo novas formas de se encontrar com a arte, como a criação de uma peça, sua principal mensagem é tentar criar coisas novas enquanto estamos em isolamento.
Linguagem A linguagem é variada: Poesia, narração, depoimentos pessoais, música cantada e instrumental. As trilhas brancas que compõem o fundo das imagens e narração são suaves e emotivas.
DESCRIÇÃO AUDIOVISUAL Gravações: Os movimentos de câmera ficaram restritos devido as condições óbvias. As entrevistas foram gravadas pelos próprios entrevistados, através de apenas uma câmera então o Primeiro Plano é o utilizado. De movimentação, Travelling quando se trata das gravações feitas em automóvel, onde recortes dessas cenas são usados para compor a contextualização. As imagens usadas na narração são de domínio público, declarações oficiais do governo sem qualquer alteração, apenas cortes.
Áudio: Não houve captação de som direto das entrevistas, apenas o tratamento dos vídeos recebidos. Captação da narração da poesia de Fernanda Cristina, a narração introdutória com a voz da diretora, de integrantes do grupo (música de encerramento). Em questão musical, a equipe de sonoplastia produziu uma versão instrumental da música “Minha Alma - O Rappa”. Foi utilizado para a gravação e edição de audio o programa Adobe Audition. Essa edição consistiu para que barulhos externos fossem reduzidos e a valorização das vozes dos personagens.
Montagem: Se mantem uma cronologia rígida, o começo do documentário é uma contextualização do que estamos vivendo, depois se abre o espaço para os depoimentos pessoais, e a finalização é pelo mosaico da música final. No começo, a troca de imagens e vídeos é rápida e subjetiva, pois a atenção é na narração.
Arquivo: Gravações, solicitadas e orientadas pela produção, próprias dos artistas através de celular ou webcam; gravações da diretora com câmera em automóvel pelas ruas de alguns bairros da Zona Leste; gravações próprias de integrantes da produtora, e convidados, para compor a música no final. Nosso modo de representação é expositivo e poético. Ele conta com uma narração estilo “voz over” e expõe a situação das pessoas durante esse tempo, seus dilemas, dificuldades. Edição: A edição foi realizada no programa Adobe Premiere Pro, na versão do ano de 2019, os recursos utilizados para a edição são as gravações que foram criadas pelos próprios convidados a serem nossos personagens no documentário. O material foi inteiramente produzido por eles mesmos em suas residências, sem utilização de microfones, no máximo áudios gravados no próprio gravador de voz do celular, ou com auxílios de fones de ouvido comuns, e de conectividade bluetooth. As trilhas sonoras utilizadas foram trilhas encontradas na internet, instrumentais sem copyright, e a música “Minha Alma” do grupo musical “O Rappa”, que foi desde o instrumental até o vocal pensada como cover, sendo
uma gravação do Violão de um dos integrantes, e o vocal gravado também nas mesmas condições dos depoimentos. Fizemos uso do site WeTransfer para compartilhamento dos vídeos, entre o técnico de áudio e edição, e para recebermos os vídeos dos nossos participantes. 1.4.
PÚBLICO ALVO O documentário tem por foco de público alvo a faixa etária entre 20 e 30
anos, jovens adultos, classes C e D, moradores de periferias, e consumidores de arte (musical, teatral, poética, audiovisual etc.) e cultura. A escolha foi feita visto que sempre houve uma escassez da valorização da cultura marginalizada, e de pessoas fora dos padrões estéticos e sociais. Concluindo, a classificação indicativa será livre, baseando – se no parâmetro estabelecido pela Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) e do Ministério da Justiça (MJ). 1.5.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
Classificação: Livre Seguindo a Secretaria Nacional de Justiça que emite e instruem os processos administrativos da COCIND, com a intenção maior de proteger crianças e adolescentes de conteúdos inadequados para o desenvolvimento saudável, físico e psíquico. Após uma minuciosa verificação dos arquivos de vídeo e áudio, concluímos que os assuntos abordados e as linguagens não são ofensivas. E não terá nenhum tipo de abordagem de assuntos que envolvam drogas ilícitas, violência fantasiosa, presença de armas, mortes sem violência, exploração sexual, estupro, coação sexual, preconceito, tortura, violência gratuita, assédio sexual, bullying, agressão verbal, obscenidades, ato violento contra animais ou sexo. As cenas exibidas não tiveram nenhum tipo de agravante e nenhum duplo sentido. Não expondo crianças a conteúdos potencialmente prejudiciais. Por fim, a indicação do documentário é Livre para todos os públicos, pode ser exibida em qualquer horário. O relatório completo sobre a classificação indicativa está em apêndices.
1.6.
VEICULAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Iremos disponibilizar o documentário na íntegra em nosso site, canal do
Youtube da produtora, no canal da Código Play no Youtube, e no site da NUCOM da Universidade Cruzeiro do Sul. Existe a possibilidade da exibição do documentário em festivais do gênero e universitários. Divulgação será através de trechos e artes, no Instagram, Twitter, e do site próprio. 1.7.
JUSTIFICATIVA A princípio tínhamos um tema e uma ideia diferente de como íamos
realizar esse projeto, mas após os acontecimentos recentes envolvendo o COVID-19, um vírus do qual necessitou isolamento social de todos, nos foi recomendado a troca de tema por inviabilidade de realizar o tema anterior. Com isso esse documentário tem como tema principal registrar como está sendo a vida desses artistas nesse momento de isolamento. Mantemos os convidados do tema anterior para a realização dos depoimentos. A escolha dos convidados não foi feita de forma premeditada com algum motivo específico, tínhamos o contato de algumas pessoas, fizemos o convite explicamos a ideia do documentário e eles aceitaram a fazer o depoimento e expressar como está sendo esse caso de pandemia. O objetivo do projeto é mostrar como está a vida desses artistas, como estão lidando com essa quarentena, quais são suas dificuldades, quais seus pontos positivos, o que se pode aprender com isso tudo e principalmente seu trabalho que depende muito de contato social, se estão trabalhando ou não e se tem ideia de como vai ser quando esse isolamento acabar. Em um momento de crise mundial onde nos vemos em isolamento social, sem poder sair de casa, somente em casos de extrema necessidade, onde uma megalópole que é São Paulo parou com suas atividades de cotidiano. No centro da cidade, que normalmente bate recordes de pessoas transitando por dia, nesse momento vemos apenas alguns carros nas ruas, muitas lojas fechadas e pessoas que normalmente eram para estar no seu trabalho, agora estão trabalhando em home office, incluindo muitos que perderam seus trabalhos. Um
país onde a economia começou a sucumbir devido à queda dos trabalhos diários e o governo se encontra em uma crise política, busca soluções econômicas, porém chegam à população de forma confusa ou ineficiente. Seguindo as recomendações do ministério da saúde, ficamos em casa, em isolamento (quarentena) tivemos a oportunidade de documentar como está sendo essa crise mundial que até o momento não temos certeza de quando vai acabar, mas que certamente vai ficar para a história. A princípio tínhamos um tema e uma ideia diferente de como íamos realizar esse projeto, mas após os acontecimentos envolvendo a COVID-19, um vírus do qual necessitou isolamento social de todos, nos foi recomendado a troca de tema por inviabilidade de realizar o tema anterior. A pressão psicológica de estar isolado em qualquer ambiente, sozinho ou com o mesmo grupo de pessoas pode se tornar angustiante, gerando apatia, nuances na noção de privacidade e tempo, procrastinação, ansiedade para com o futuro, entre outras consequências. Nesse momento, as artes, artistas, educadores e suas produções assumem um importante papel de recriar a sensação de liberdade. A questão é, quando a vida deles já é difícil, como se realocarem em um momento desse? Esse documentário tem como tema principal documentar como está sendo a vida dessas pessoas nesse momento de isolamento. Mantemos os mesmos convidados do tema anterior para a realização dos depoimentos, a escolha dos convidados não foi feita de forma premeditada com algum motivo específico, tínhamos o contato de algumas pessoas, fizemos o convite explicamos a ideia do documentário e eles aceitaram a fazer o depoimento e expressar como está sendo esse caso de pandemia. Sendo as funções de nossos convidados totalmente relacionadas ao retorno do público, um momento desse abala suas atividades. Por isso é interessante a abordagem de como está a vida, como estão lidando com essa quarentena, quais são suas dificuldades, quais seus pontos positivos, o que se pode aprender com isso tudo e principalmente seu trabalho que depende muito de contato social, se estão trabalhando ou não e se tem ideia de como o cenário vai ser quando o isolamento acabar.
1.8.
CRONOGRAMA DE EDIÇÃO
INTRODUÇÃO MATERIAL
IMAGENS
TEMPO
INÍCIO DO DOCUMENTÁRIO
RUAS DE SÃO PAULO
00:00
ÁUDIO POEMA FERNANDA
RUAS DE SÃO PAULO
00:00 – 01:00
NARRAÇÃO DE APRESENTAÇÃO
RUAS DE SÃO PAULO E NOTÍCIAS POLÍTICAS
01:00 – 03:35
DESENVOLVIMENTO MATERIAL
IMAGENS
TEMPO
DEPOIMENTO
CLEBER TOLINI
03:35 – 06:05
DEPOIMENTO
HUGO
06:05 – 07:06
DEPOIMENTO
ISABELLA
07:06 – 09:16
DEPOIMENTO
MURA
09:16 – 11:58
DEPOIMENTO
NATALIA
11:58 – 15:20
FINALIZAÇÃO MATERIAL
IMAGENS
MÚSICA MINHA ALMA-RAPPA PESSOAS CANTANDO A MÚSICA CRÉDITOS
TEMPO 15:20 – 16:53
1.9.
CRONOGRAMA DE PRODUÇÃO
CONSIDERAÇÕES 2.1.
DESAFIO
Como transformar um assunto relevante relacionado às causas ou consequência do isolamento social um documentário audiovisual autobiográfico? Esse documentário aborda uma das consequências do ainda vigente isolamento
social:
como
diferentes
pessoas
lidam,
fisicamente
e
emocionalmente com essa situação. A nossa ideia original, além do método de gravação, foi alterada, de realizar gravações e entrevistas em campo, para as personagens e equipe dentro de suas casas, se adaptando para montar o documentário. É uma novidade para todos construir um projeto desse sem ter que interagir pessoalmente, e totalmente a distância. Partindo dessa premissa e das orientações dos professores orientadores, todas as etapas desse projeto estão sendo essenciais. Reordenamos o tema, a produção montou seu cronograma de prazos e variedade de contatos disponíveis a se gravarem pelos instrumentos disponíveis (celular, webcam, etc). Se tratando das personagens, a produção acessou vários contatos, conversou previamente e apresentou nossas propostas e dando instruções de como se gravarem. As principais questões: “Como está a rotina?”; “O que mudou?”; “O que a quarentena pode transformar na sua vida quando terminar?”; “Como está se relacionando ao seu trabalho?”, essas respostas deram o conteúdo do nosso documentário. Uma ideia concreta, uma equipe sincronizada e ciente dos prazos e responsabilidades, e uma edição seguindo a linha para entregar a produção proposta. .
2.2.
RELATOS INDIVIDUAIS
CAIQUE MIYAMOTO FERREIRA - RGM: 1882771-3 Neste semestre tivemos o desafio de criar um documentário. Nosso tema atual era o amor próprio retratada de diversas formas diferentes que não são muito bem vistas pela sociedade, pois são “fora dos padrões” com uma duração de 15 minutos. Porém devido os acontecimentos atuais e a situação em que estamos a produtora D´Vinci teve que reformular esse desafio proposto pela instituição. Então nosso documentário foi a base de depoimentos de pessoas que precisão de uma interação com o público por conta do trabalho e pessoas que estão passando por um momento difícil por conta da pandemia do COVID-19. Por conta da intervenção que o vírus causou tivemos que realizar nossos trabalhos em domicílio, então fiquei na parte da edição de vídeo e ajudei na produção da classificação indicativa. Então o desafio foi averiguar a linguagem e imagens mostradas, tentei exercer da melhor forma possível com as pesquisas, pois são alguns detalhes que fazem a diferença na classificação. Espero ter entregado um trabalho digno, pois estou satisfeito com o resultado que a nossa produtora realizou.
ERICK LUIZ DA SILVA SERRADOR - RGM: 1954242-9 Na proposta inicial, trabalhamos com a possibilidade de abordar um tema conceitual, para podermos dialogar conceitualmente nas fotografias, a ideia proposta então foi falar sobre Amor Próprio, de uma forma direta e reta com histórias que superaram coisas e hoje em dia precisam contar como é se sentir assim, até este momento eu seria câmera e diretor de fotografia do documentário. Meses depois após a ideia avançar mais e começarmos a escalada por pessoas para o documentário. Tivemos que nos afastar perante recomendações em virtude do COVID-19, um vírus do qual necessitou isolamento social a todos nós. Após reuniões nos foi proposto trabalhar como base o isolamento social. A partir daí, começamos a discutir qual seria o viés mais adequado a se seguir dentro desse tema, amor próprio não seria mais o tema central do documentário. Após diversas conversas, chegamos a conclusão que pedir aos convidados para falarem sobre como estava sendo este isolamento social em suas perspectivas como artistas e pessoas que expõem suas imagens no geral. Todos toparam e eu atuei como produtor executivo junto ao Flávio e fui atrás desse material. Sondei algumas pessoas que eu já havia conversado, entre elas o Mura que topou de primeira as mudanças. Pra mim como estudante foi muito difícil se adaptar a todas as mudanças em meio a todo esse isolamento social. Atuar como produtor executivo - por mais difícil que pudesse ser - foi fácil no fim das contas - pois falar online com uma pessoa poderia ser interpretado de outra forma, a sensação de estar incomodando, de mudar todo um tema em curso e necessitar de material remotamente foi o maior desafio. Estar em isolamento social e produzir um documentário sobre o tema foi o maior desafio que ao aparecer assustou, mas no fim das contas valeu muito a pena pois descobrimos novos talentos e novas possibilidades de resolver problemas mesmo que remotamente.
FLAVIO PEREIRA MARTINS - RGM: 2337859-0 O Tema Proposto inicial para a criação do Projeto Indisciplinar Documentário foi Amor próprio, que de início sugeri que o Cleber Tollini, ator com baixa visão tivesse um espaço para compartilhar sua luta e conquistas através de seus depoimentos e amostra de trabalhos, como o espetáculo O Subnormal, peça criada para conscientização da baixa visão, e sua visão de mundo. Com o decorrer do aconteceu sobre a pandemia, a proposta se alterou, focando na situação atual, mas a essência da mensagem que queria transmitir com o Cleber se manteve, sermos fortes em momentos que nos fragilizam, enfrentarmos com as mãos dadas. Dentro da criação do produto Audiovisual "Covid-19 – Confinados”, minha colaboração veio com o contato do ator Cleber Tollini, que enfrenta o momento de quarentena em casa e vem se adaptando com a ideia de novos métodos de trabalho, criando vídeos e uma comunicação mais virtual. Dentro da proposta, sugeri que ele gravasse na horizontal em primeiro plano e que transmitisse a sua convicção sobre como passaríamos por esse momento e quais os "conselhos"/mensagem que ele deixaria como uma forma de incentivo. Também foi sugerido que os produtores fizessem a captação de voluntários para a montagem do trecho da música "Minha Alma" do Rappa. Entrei em contato com a musicista Bekie Hafez. Sobre as entregas de vídeos, o do Cleber Tollini recebi dia 12/04 e repassei para a diretora Nayara Silva no dia seguinte, 13/04. Já o da Luana, entrei em um prazo que considero limite. Dentro da criação, consegui perceber a importância da comunicação, e percebi que tenho que me alertar mais sobre prazos de entrega.
FERNANDA CRISTINA - RGM: 2128519-5 É incrível a capacidade de adaptação dos seres humanos e, a união de contribuirmos para fazermos a diferença. Eu sempre achei maravilhosa a arte de criar e produzir documentários, pensava que se um dia fosse participar de um, seria como roteirista, mas eu não imaginava de fato contribuir para elaborar um. Pois bem, eis que surgiu a oportunidade de participar da criação do roteiro de um documentário que fala exatamente como está sendo esse momento de quarentena por conta do COVID-19, foi muito bacana tratar de um assunto que está em pauta e presente na vida de todos nós. A dedicação de fazer com que as coisas acontecessem foi ganhando muito espaço em minha vida, falar sobre esse período de confinamento sem dúvidas foi mais do que especial para mim. Aprendi muito com cada um dos envolvidos, mesmo não tendo tanto contato com todos. E o mais importante é, eu pude contribuir para algo que possa fazer a diferença na vida das pessoas. Esse sem dúvidas se tornou um dos momentos mais essenciais para mim, pude falar o que amargurava o coração e me senti mais leve com o que pude expressar. Fiz algo que eu gosto que é escrever, para um trabalho lindo que talvez possa ficar para a história da universidade e das nossas vidas.
GABRIEL SOUZA BASILIO – RGM: 1916840-3 Desde o começo, trabalhei diretamente na decisão dos rumos do documentário. Sugeri a ideia de amor próprio, e se seguindo das aulas, vi como tinha um grande potencial por ser um tema aberto e possibilitar uma construção que permite diferentes visões. Minhas funções se mantiveram a mesma desde o começo: Roteirista e Assistente de Direção. Conforme se deu a escalada do coronavirus pelo mundo, e como estamos seguindo corretamente as ordens de isolamento social, o desafio se tornou bem maior. Agora, a proposta seria desenvolver os temas a partir do isolamento social, e como estou na equipe de roteiro, decidimos por abordar como artistas de áreas diferentes estão lidando com a quarentena, e os embates emocionais que o isolamento trás, tanto do ponto de vista profissional e humano. Sugeri usarmos a música “Minha Alma” do Rappa, por entender seu significado, e como ele está relacionado ao macro tema do isolamento. E pude contribuir para o arquivo de filmagens com uma volta dada em São Paulo, e vídeos meu, de minha mãe e irmã, para a composição da música. Com essas novas medidas, vi uma dificuldade, e assumi uma função: gerenciar as mídias sociais. Naturalmente, com a criação das produtoras, fomentamos com conteúdo das produções, mas como a situação é diferente, pensei como nosso foco de divulgação vai ser puramente digital. Montamos uma equipe para gerenciar Instagram, Twitter, Youtube e um site no Wix. Decidimos a identidade visual, logos, cronograma de postagens, qual o conteúdo e linguagem a ser usada. Fiz a criação do logo oficial, e edições das fotos do carômetro para o Instagram e tem sido bem enriquecedor. E como assistente de direção, estou atuando na bíblia de produção. Eu sempre achei fascinante e extremamente essencial ter uma boa fundamentação teórica para maior embasamento do documentário. Desenvolver isso nesse documentário foi sem dúvida, um grande desafio, mas com muito aprendizado. Atuei como roteirista, assistente de direção, gerenciador de mídias sociais e designer, mas antes de poder de fato assumir qualquer uma dessas funções, foi muito importante para nós, como equipe, e como pessoas passando por dificuldades, nos adaptarmos aos ambientes em que todos os integrantes estivessem confortáveis e aptos para se desenvolverem e produzirem um documentário de qualidade. Essa produtora se esforçou muito em um momento de grande adversidade, e em meu tempo de curso, foi umas das desenvolturas mais sincronizada que participe
GUSTAVO DE SENA BALOG - RGM: 1866800-3 A princípio eu fiquei muito preocupado com todos os projetos da faculdade no início do cenário da pandemia, o que seria de tudo que já estávamos planejando, como iriamos produzir. Isso tudo foi uma preocupação comum de toda a produtora, então aguardamos as orientações. Conseguimos mantar os contatos dos personagens já escolhidos para a produção anterior e encontramos outros, agora o tema do documentário passou a ser a realidade de artistas na quarentema. Começaram as surgir as ideias de imagens e tudo se encaixando, funções foram redefinidas para o novo documentário, eu mesmo por exemplo, devido a problemas no meu computador, deixei a edição e passei para a redação e revisão. O meu papel na produção foi estar presente junto com todos colhendo informações de membro da produtora e orientando nas produções textuais relacionados a cada função. Recolhi e revisei tudo e, ao mesmo tempo, construí o design e montei a bíblia de produção. Apesar de ter sido uma experiência diferente produzir em confinamento, acredito que foi muito bom para a união da produtora, apesar da distância, além de uma evolução geral na produção, atenção e pontualidade.
JOHNATAN ALVES PAZ - RGM: 2219974-8 Com o início do novo semestre e novas atividades, o Inter é a realização de um documentário com duração de 15 minutos, com a orientação da professora Krishna, produzimos um filme com o tema de amor próprio que seria uma dinâmica totalmente diferente do que se tornou como tema principal. Com a captação de artistas, pessoas conhecidas pela mídia ou até mesmo colegas para participar, e com o andamento da pandemia instalada em todo mundo foi necessário acontecer a mudança drástica do tema mesmo quando o anterior estava começando e encaminhando para as filmagens, o tema foi alterado para o isolamento social, focando na vida destes convidados e em seu dia-a-dia. Primeiramente, a função que eu desenvolveria seria a de câmera, como houve a impossibilidade de gravar com os participantes, essa função deixou de existir e passei a auxiliar no roteiro do filme. O aprofundamento da base de roteiro que eu tenho me auxiliou a desenvolver descrições pertinentes a disponibilização do filme para o público. Auxiliar os outros colegas que ficaram juntamente comigo com a função de roteiros e análise da dinâmica que foi instalada no filme. A produtora da D’Vinci se propôs e realizou um ótimo trabalho em equipe, todos se envolveram, houve a distribuição de tarefas para que ninguém ficasse sem o que fazer e todos desenvolveram uma base de conhecimento no referido trabalho.
KAMILA BARBOZA - RGM: 2005976-1 No começo tive um pouco de dificuldade para entender a proposta do tema, mas aos poucos e com ajuda eu consegui imaginar um documentário que seria sobre amor próprio. Tivemos bastantes visões diferentes do mesmo tema no grupo até chegar em um consenso, até que o inesperado acontece e nos vemos em uma situação difícil que nos obriga a nos privar temporariamente de contato com a sociedade o que seria essencial para a gravação do projeto. Com tudo nos adaptamos ao que tínhamos, tivemos que trocar de tema assim como outras produtoras e daí surgiu um novo desafio um novo tema e novas ideias, particularmente eu não achei ruim a mudança pois no momento é um tema mais fácil de se produzir algo. Quanto a minha função nesse projeto eu fui auxiliar da direção, tentei exercer minha função da melhor maneira possível, tirei muitas dúvidas, ajudei em outras situações. Considerando que fizemos um trabalho totalmente online e cheio de dificuldades acho que desenvolvemos bem, falar de uma pandemia no seu auge não é fácil e cada pessoa tem seu ponto de vista, suas experiências e vivência. Espero que com nosso documentário consigamos mostrar para outras pessoas como está sendo para algumas esse momento de confinamento. Estou satisfeita com o resultado, foi uma experiência única assim como cada trabalho.
LEANDRO AQUINO - RGM: 2115403-7 Realizar esse e outros trabalhos acadêmicos do Quinto Semestre foi algo totalmente satisfatório e único ao meu dizer, da minha parte. Realizamos diversos trabalhos e funções ao longo do semestre e, principalmente referentes ao Documentário. Acho que não só pra mim e sim todos do grupo D´Vinci, foi um trabalho que conseguimos explorar todos nossas capacidades de inovação, criação e criatividade. Tivemos diversos planejamentos referentes à execução do nosso documentário, porém no final das contas acabamos realizando um tema que ninguém esperava, porém foi de ótimo aprendizado para todos. Realizar um documentário durante uma Pandemia e Quarentena, é mais difícil do que se imagina. Mas nada como um trabalho em grupo, empenho, esforço e dedicação, não faça algo sair incrível e histórico. Esse trabalho acadêmico embora tenha sido o mais complicado de se fazer, devido ao que o país estava passando (Pandemia) foi o que mais pude aprender, desenvolver tais funções, ficar encarregado de outras coisas junto aos meus colegas da produtora e muito mais. Foi difícil, porém de um nível de aprendizado muito satisfatório da minha parte. Um grupo que todos se respeitaram, trabalho em equipe fluía naturalmente, e aos poucos íamos conseguindo fazer cada coisa no seu devido tempo. Com esse Documentário aprendi e tive mais percepção de como se elaborar um roteiro, fazer planejamento sobre funções e tarefas a fazer, edição, como trabalhar fora da zona de conforto (afinal por ser um documentário, não filmamos pessoalmente com ninguém) e muitas outras coisas. Se tivesse uma palavra ou frase para descrever esse trabalho acadêmico, eu falaria: “Empenho, fé e principalmente acreditar que nada é impossível a partir do momento que você quer que dê certo”.
MATEUS DALTIERE DE OLIVEIRA - RGM: 1875733-2 Nesse semestre tivemos como objetivo a criação e desenvolvimento de um documentário. Após alguns brainstorms da produtora D’Vinci, chegamos a um tema bem específico: o amor próprio retratado em diversos tipos de pessoas, focando principalmente nas que se encontram “fora dos padrões” impostos na sociedade, como por exemplo pessoas acima do peso, ou de etnias diferentes, entre outros. Porém devido à pandemia do COVID-19, tivemos que alterar nosso foco, tendo que retratar o confinamento da população, e esse foi um obstáculo grande que tivemos que enfrentar, pois a proposta anterior já estava com encaminhamento para as filmagens. Neste documentário quis me aprofundar na parte de roteirista, para que pudesse desenvolver melhor o estímulo de minha criatividade e colocá-las no papel, junto com demais integrantes da produtora. Também podendo contribuir com um depoimento de um amigo meu, Hugo Lobo e outras pessoas para ajudar no música final. Outra função que exerci foi de técnico de som e sonoplasta, onde fui responsável pelas trilhas sonoras, edição de áudio e a trilha instrumental do final do documentário. Foi um período de muita aprendizagem para todos da produtora D'Vinci, onde novos obstáculos inesperados se tornaram novos desafios, e esses desafios acabaram se tornando um dever cumprido, através profissionalismo e comprometimento. Gostei muito de participar desse projeto, acredito que consegui me desenvolver da maneira que almejava, tanto no próprio roteiro e também na edição de áudio.
NAYARA GERONIMO DA SILVA - RGM: 1879076-3 De início mantinha uma ideia totalmente diferente do que seria este documentário, pensando em cenários que identificassem os nossos convidados e personagens, afinal, eles seriam o nosso ponto principal e tudo seria sobre eles. Mas devido a pandemia do COVID-19 e o isolamento social que todos nós fomos submetidos, ocorreu esta mudança no meio do caminho, trazendo a mudança do tema principal. Pensei rapidamente como estávamos falando anteriormente sobre amor próprio, e como uma parte dos contatos que tínhamos eram de artistas, de diferentes nichos, artistas de teatros, professores de teatro, artistas que falam sobre si mesmos e sobre suas lutas diárias, pessoais e sociais em suas redes, e até mesmo um rapaz, jovem, que está passando pelo tratamento de um câncer e não pode interromper a quimioterapia durante esse período. Juntei todas essas pessoas maravilhosas que o grupo todo conseguiu, afinal, todo mundo se envolveu na produção do programa e captou pessoas pra diferentes momentos do documentário, pensei em seguir com o foco serem eles, mas se tratando de como eles estavam se sentindo nesse isolamento, o que havia mudado de fato, o que mais estavam te afetando, afinal, em sua maioria estávamos tratando de pessoas que tem suas vidas cercadas de pessoas o tempo inteiro, sejam elas nas redes, nos comentários de vídeos das suas apresentações, ou porque necessitam dessas pra manterem um tratamento, ou sua saúde. Foi com essa base de falar sobre isolamento que surgiu a ideia de fecharmos o documentário cantando juntos, mas separados, um movimento que cresceu muito nas redes sociais durante esse período de quarentena, e principalmente, uma música que trata “As grades do condomínio como uma prisão”, que retrata a ansiedade, e o sentimento de estar confinado. Este foi o primeiro trabalho na Universidade que eu assumi a direção, demorei 4 semestres pra decidir isso, e escolher um trabalho que fala muito sobre o que eu amo, cinema. Com todo o acompanhamento e assistência das aulas da Krishna, e consumindo diversos materiais documentais buscando referências, trilhas, cores. Com certeza com essa questão muitas funções foram diferentes, e acredito que a direção também, o fato de não estar filmando, ou acompanhando uma gravação, opinando sobre a temperatura, as cores, o direcionamento dos câmeras é totalmente diferente. Mas sigo satisfeita, assumi uma parte da edição também, o que me deixa mais satisfeita por ser o mais palpável do que eu imagino de produto final desse documentário.
RELATÓRIO COMPLETO DA CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Classificação: Livre Seguindo a Secretaria Nacional de Justiça que emite e instruem os processos administrativos da COCIND, com a intenção de maior de proteger crianças e adolescentes de conteúdos inadequados para o desenvolvimento saudável físico e psíquico. Depois de ter verificado nossas mídias do documentário, vimos que os assuntos abordados e linguagens não são ofensivas. E não terá nenhum tipo de abordagem de assuntos que envolvam drogas ilícitas, violência fantasiosa, presença de armas, mortes sem violência, exploração sexual, estupro, coação sexual, preconceito, tortura, violência gratuita, assédio sexual, bulling, agressão verbal, obscenidades, ato violento contra animais ou sexo. As cenas mostradas não tiveram nenhum tipo de agravante e nenhum duplo sentido. Não expondo crianças a conteúdos potencialmente prejudiciais. Por esse motivo nossa indicação é Livre para todos os públicos. Podendo ser exibida em qualquer horário. O material utilizado não foi registrado, não teve nenhum cadastro na ANCINE, mas tivemos todas as autorizações de imagem. No momento ela será veiculada, mas mídias digitais. Para o exame do tema, contudo, deve-se considerar que a Constituição Federal consagra, em seu art. 5º inciso IX, a liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença. O princípio é reafirmado no art. 220, que estabelece que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição salvo aquelas previstas no próprio texto constitucional. Código de Ética da Radiodifusão Brasileira seguimos os seguintes artigos: Art. 3o - Somente o regime da livre iniciativa e concorrência, sustentado pela publicidade comercial, pode fornecer as condições de liberdade e independência necessárias ao florescimento dos órgãos de opinião e, consequentemente, da radiodifusão. A radiodifusão estatal é aceita na medida em que seja exclusivamente cultural, educativa ou didática, sem publicidade comercial. Art. 7o - Os programas transmitidos não advogarão discriminação de raças, credos e religiões, assim como o de qualquer grupo humano sobre o outro. Art. 8o - Os programas transmitidos não terão cunho obsceno e não advogarão a promiscuidade ou qualquer forma de perversão sexual, admitindo-se as sugestões de relações sexuais dentro do quadro da normalidade e revestidas de sua dignidade específica, dentro das disposições deste Código.
Art. 9o - Os programas transmitidos não explorarão o curandeirismo e o charlatanismo, iludindo a boa-fé do público.