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NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO

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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL GRADUAÇÃO EM JORNALISMO

NOMOFOBIA: Os transtornos dessa prática entre os jovens de 18 à 30 anos no Estado de São Paulo

SÃO PAULO 2020


UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL GRADUAÇÃO EM JORNALISMO

NOMOFOBIA: Os transtornos dessa prática entre os jovens de 18 à 30 anos no Estado de São Paulo

GABRIELE TENORIO SILVA

Relatório de Fundamentação Teórica e Metodológica apresentada ao Curso de Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul, como requisito para obtenção do título de bacharel em Jornalismo. Orientador: Profº. Me. Antonio Lucio Rodrigues de Assiz

SÃO PAULO 2020


FICHA TÉCNICA

Título: No-mobile phobia Característica Técnica do Produto: •

Produto: Reportagem extensa para TV

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Formato: HD Full 1.810x 1.980

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Duração: 15:38 min

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Recursos de edição: Celular e InShot

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Sinopse: Devido ao avanço da tecnologia, o consumo de aparelhos celulares têm crescido cada vez mais, o presente projeto teve por objetivo fazer um estudo de possíveis casos de nomofobia e os transtornos dessa prática entre os jovens de 18 à 30 no Estado de São Paulo.

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Cor: Azul e branco

Edição de texto: Gabriele Tenorio Reportagem: Gabriele Tenorio Roteiro: Gabriele Tenorio Direção: Gabriele Tenorio Orientador: Prof°. Me. Antonio Lucio Rodrigues de Assiz Coordenador do curso: Prof°. Me. Antonio Lucio Rodrigues de Assiz

Entrevistados: Anna Lucia Spear King – Psicóloga Camila Almeida dos Santos – Estudante Silvio Marcos Junior – Estudante Anônimo


AGRADECIMENTOS

Primeiramente à Deus e Nossa Senhora Aparecida que me concederam a maravilhosa oportunidade de poder realizar o curso que tanto sonhei, além de me fornecerem forças, nesta caminhada acadêmica de muita aprendizagem e experiência. À minha família, que sempre esteve presente me apoiando com todo o suporte necessário, amor e paciência. No qual sempre acreditaram em mim, além de vibrarem comigo a cada semestre encerrado com aprovação. Gostaria também, de agradecer à minha cachorrinha July e minha gatinha Milena, que apelidei de “Mimi", ambas faleceram no decorrer do curso. Sou muito grata por toda felicidade e carinho que me proporcionaram durante todos os anos que pude partilhar da incrível companhia das duas. E agora, à minha gatinha Yasmin, que nos concede muito amor e alegria. Aos meus amigos Felipe Hiroshi e Pamella Eloynne, que além de me ajudarem nesta jornada de aprendizagem, se tornaram pessoas muito especiais que pretendo levar para a vida inteira. Ao meu orientador Prof. Me. Antonio Assiz e ás Profa. Dra. Mirian Meliani e Profa. Dra. Rosângela Paulino, que além de serem grandes profissionais, foram fundamentais para a minha formação acadêmica, que em meio à tantas adversidades em momento de pandemia, não desampararam seus alunos, sempre auxiliaram com muita dedicação na construção deste projeto.


RESUMO Este trabalho teve como objetivo, a realização de um estudo de possíveis casos de nomofobia no Estado de São Paulo e quais foram os transtornos sofridos pelos joves de 18 à 30 anos, sejam esses males: estresse, nervosismo, ansiedade, angústia, raiva, depressão, entre outros malefícios para a vida dos indivíduos ao fazerem um uso inconsciente dos telefones celulares. O trabalho buscou trazer a tona um tema que não é de conhecimento geral, pois para muitos, as tecnologias são inofensivas, porém, ao fazer um estudo mais aprofundado da temática, podese perceber, como esses meios podem prejudicar de forma séria a vida dos seres humanos. Também foi levantado a questão das redes sociais serem um dos agentes fundamentais para prender cada vez mais as pessoas em seus aparelhos celulares, no qual acarreta de forma expressiva no isolamento social.

Palavras-Chave: Nomofobia; Transtornos; Dependência; Celulares; Tecnologia;

ABSTRACT This work aimed to carry out a study of possible cases of nomophobia in the State of São Paulo and what are the disorders suffered by young people aged 18 to 30 years, whether these evils: stress, nervousness, anxiety, anguish, anger, depression , among other harms to the lives of individuals when making an unconscious use of cell phones. The work sought to bring up a theme that is not generally known, because for many, technologies are harmless, however, when doing a more in-depth study of the theme, it can be seen how these media can seriously harm life of human beings. It was also raised the question of social networks being one of the fundamental agents to arrest people more and more on their cell phones, which significantly affects social isolation..

Keywords: Nomophobia; Disorders; Dependency; Cell phones; Technology;


SUMÁRIO 1. Introdução...............................................................................................................................08 2. Justificativa.............................................................................................................................09 3. Objetivos................................................................................................................................10 3.1 Objetivos gerais.................................................................................................................10 3.2 Objetivos específicos.........................................................................................................10 4. Problematização e Hipótese...................................................................................................10 4.1 Problematização................................................................................................................10 4.2 Hipótese............................................................................................................................10 5. Aspectos Teóricos..................................................................................................................11 6. Aspectos Metodológicos........................................................................................................14 7. Referências.............................................................................................................................15 8. Cronograma............................................................................................................................17 9. Apêndices..............................................................................................................................18 9.1 Anexo I- Roteiro...............................................................................................................18 9.2 Anexo II- Folha de Decupagem........................................................................................24 9.3 Anexo III- Folha de Decupagem.......................................................................................25 9.4 Anexo IV- Folha de Decupagem.......................................................................................26 9.5 Anexo V- Folha de Decupagem........................................................................................27 9.6 Anexo VI- Pesquisa Nomofobia.......................................................................................28 9.7 Anexo VII- Pesquisa Nomofobia......................................................................................30 9.8 Anexo VIII- Pesquisa Nomofobia.....................................................................................31 9.9 Anexo IX- Pesquisa Nomofobia......................................................................................32 9.10 Anexo X- Pesquisa Nomofobia.......................................................................................33 9.11 Anexo XI- Pauta e Fonte Oficial.....................................................................................34 9.12 Anexo XII- Pauta e Fontes oficiais.................................................................................35 9.13 Anexo XIII- Gerenciador de Caracteres (GC)................................................................36 9.14 Anexo XIV- Termo de Uso de Imagem e Voz...............................................................37 9.15 Anexo XV- Termo de Uso de Imagem e Voz.................................................................38 9.16 Anexo XVI- Termo de Uso de Imagem e voz................................................................39 9.17 Anexo XVII- Termo de Uso de voz................................................................................40


10. Diário de Campo..................................................................................................................41 11. Projeto Experimental...........................................................................................................44 11.1 Título..............................................................................................................................44 11.2 Área e Formato...............................................................................................................44 11.3 Sinopse...........................................................................................................................44 11.4 Plano Estratégico............................................................................................................44 11.5 Descrição do Projeto.......................................................................................................45 11.6 Características do Produto..............................................................................................64 12. Cronograma Geral...............................................................................................................64 13. Investimento........................................................................................................................65 14. Finalidades..........................................................................................................................66 Anexos......................................................................................................................................67 1. Anexo I............................................................................................................................,....67 2. Anexo II................................................................................................................................68 3. Anexo III...............................................................................................................................69 4. Anexo IV...............................................................................................................................70 5. Anexo V................................................................................................................................71 6. Anexo VI...............................................................................................................................72 7. Anexo VII.............................................................................................................................72 8. Anexo VIII............................................................................................................................73 9. Anexo VIX............................................................................................................................74 10. Anexo X..............................................................................................................................75 11. Anexo XI.............................................................................................................................76 12. Anexo XII............................................................................................................................77 13. Anexo XIII...........................................................................................................................78 14. Anexo XIV...........................................................................................................................79 15. AnexoXV.............................................................................................................................79 16. Anexo XVI...........................................................................................................................80 17. Anexo XVII..........................................................................................................................80 18. Anexo XVIII........................................................................................................................80


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1. INTRODUÇÃO Devido ao avanço tecnológico, é cada vez mais perceptível o uso de celulares, esses simples aparelhos oferecem vários recursos que possibilitam o ser humano a realizar suas tarefas e se comunicar de uma forma mais rápida e prática. Mas, apesar de todas essas facilidades, de melhor amigo, o dispositivo pode vir a se tornar um grande inimigo, se não for realizado um uso de forma saudável do smartphone. Mudanças psicológicas, comportamentais e sociais são visivelmente notadas em pessoas que sofrem da dependência dos aparelhos. O fascínio pelo mundo digital, acarreta de uma forma expressiva no isolamento do mundo real, onde leva o ser humano a gerar a doença nomeada de “Nomofobia". O termo foi originado na Inglaterra e inspirado na expressão “no-mobile" que significa “sem celular” e “phobia", de origem grega que significa “fobia” ou “medo”. Pessoas com essa doença, sentem a necessidade em estarem com o celular, caso contrário, logo o sentimento de angústia toma conta do indivíduo, onde pode levar o ser humano a adquirir consequentes adversidades para a própria vida, como por exemplo, depressão, crises de ansiedade, isolamento social, estresse, falta de concentração, síndrome do pânico e em casos mais extremos, o suicídio. Com a finalidade de contribuir como forma de alerta, inicialmente, foi realizada uma análise de como o ser humano se torna dependente do celular, através de fundamentações teoricas de McLuhan (1969), Levý (1999) e Jenkins (2015). Após resultados da presente pesquisa, foi produzido uma reportagem extensa para TV, de forma presencial e remota devido à pandemia do Novo Coronavírus, assim, sendo colhidos relatos de jovens de 18 à 30 anos que possivelmente possam estar sofrendo de nomofobia e a visão de uma Psicóloga sobre a doença.


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2. JUSTIFICATIVA A justificativa deste projeto, fundamenta-se devido as pessoas estarem cada vez mais conectadas em seus celulares e esquecendo-se de viverem a vida fora do mundo digital. Segundo uma pesquisa realizada em 2019 pela empresa Bank My Cell, pessoas entre 18 à 29 anos são as que mais fazem uso dos dispositivos. Ainda de acordo com a pesquisa, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking, como o país que mais se faz uso de smartphones, o brasileiro gasta em média 5 horas por dia no aparelho. A temática tem relevância social devido a intenção de contribuir para alertar as pessoas de que a vida não é apenas estar conectado em um aparelho, de que o uso do celular é necessário, mas, com moderação para que ele não se torne uma “armadilha” no futuro. Além também, da importância para o debate científico, pois, a nomofobia é um transtorno da nova geração e pouco tem se falado sobre isso e é necessário discutir assuntos relacionados para que a sociedade tenha um senso comum e esteja ciente desse mal e possa de alguma forma, identificar os sintomas dessa doença. As pessoas estão cada vez mais ligadas nos aparelhos eletrônicos e se esquecendo de quem está à sua volta, se isolando cada vez mais e sem perceberem ficando reféns de um aparelho eletrônico. Consequentemente, o projeto de pesquisa e o produto final visou deixar claro as adversidades que a má administração do uso de celulares pode trazer para a vida das pessoas, em especial os jovens que são os principais consumidores. A tecnologia é algo constante em nossas vidas e por ser um tema utilizado na psicologia, foi abordado com um olhar jornalístico, dando voz aos jovens que possivelmente possam estar sofrendo desse transtorno, entendendo o porque dessa necessidade excessiva em estar com o celular, o que eles sentem, os acidentes sofridos devido a estar usando o aparelho, além de contar com a ajuda de uma especialista no assunto para saber como funciona o tratamento necessário para esse mal.


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3. OBJETIVOS 3.1 Objetivos Gerais Contribuir em forma de alerta aos jovens dos transtornos que possam vir a adquirir com o uso abusivo do aparelho. 3.2. Objetivos Específicos Entender por que as pessoas sentem a necessidade em estar com o celular, a partir de que ponto essa dependência se torna nomofobia e se as mídias sociais são uma influência para que os jovens fiquem cada vez mais conectados. Contudo, foi produzido uma reportagem extensa para a tv, onde foram recolhidos depoimentos de pessoas que possam estar sofrendo de nomofobia e também a visão de uma profissional da área sobre a doença e como funciona o tratamento.

4. PROBLEMATIZAÇÃO E HIPÓTESE 4.1 Problematização: Podemos afirmar que é indispensável o uso da tecnologia em pleno século XXI. Os celulares se tornaram instrumentos de trabalho e comunicação, além de facilitarem muito a vida das pessoas. Mas, a partir de que ponto o uso desses aparelhos se tornam nomofobia? As mídias sociais são um dos agentes fundamentais para que os jovem se prendam cada vez mais nos celulares? 4.2 Hipótese: Com todos os recursos, técnicas, praticidades e facilidades que os aparelhos celulares oferecem, as pessoas ficam cada vez mais fascinadas, com isso, acabam se tornando reféns do smartphone pelo fato de acreditarem que tudo o que se precisa, está alí no dispositivo, assim, se isolam cada vez mais do mundo real e passam a “viver” no mundo digital.


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5. ASPECTOS TEÓRICOS O presente projeto teve como objetivo realizar um estudo de possíveis casos de nomofobia, e os transtornos adquiridos pelos indivíduos devido ao uso excessivo dos celulares entre os jovens de 18 à 30 anos no Estado de São Paulo. A Nomofobia é um termo originado na Inglaterra, é inspirada na expressão “nomobile" que significa “sem celular” e a palavra “fobos" de origem grega que se refere a “fobia” ou “medo". Os indivíduos que sofrem dessa doença, se sentem totalmente incapazes de estarem sem seus celulares, necessitam de ter uma rede de conexão por perto. De acordo com o teórico da comunicação Marshall McLuhan (1969), “Os homens logo se tornam fascinados por qualquer extensão de sí mesmos em qualquer material que não seja o deles próprios”. Ou seja, tudo o que o ser humano é capaz de criar, são apenas extensões do próprio corpo, assim, pode-se considerar que os smartphones se tornaram uma extensão das mãos e memória, pois, através da digitação, pelo touch (teclado do celular), ocorre a comunicação entre as pessoas e extensão da memória

por que na maioria das vezes, as informações mais privadas estão

armazenadas nos aparelhos celulares, como senhas de redes sociais, emails e compromissos marcados no qual na maioria das vezes o ser humano esquece, mas seus dispositivos estão alí para lembrá-lo. O uso abusivo desses celulares, acarretam em vários tipos de transtornos para a vida do usuário, como por exemplo, depressão, ansiedade, isolamento social, estresse, toque, falta de atenção, acidentes fatais ou em casos mais extremos, o suicídio. Pensar em estar longe do celular, é algo totalmente fora de cogitação para uma pessoa com nomofobia, com isso, o indivíduo acaba se tornando refém do próprio dispositivo. Price (2018) explica que a mesma tecnologia que nos dá liberdade, também funciona como uma prisão, porque o usuário está cada vez mais aprofundado no mundo digital e se esquecendo do mundo real, fazendo com que acabe perdendo o controle da própria vida. O fascínio por ter tudo em mãos acaba levando o jovem á um mundo totalmente fora de sua realidade. Devido a praticidade que esse eletrônico fornece, como por exemplo, encurtar espaço e tempo, passar horas e horas nos celulares já têm se tornado algo comum, a comunicação com quem está a distância, não é mais problema, a interação ficou mais


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rápida, pois através de aplicativos pode-se mandar mensagens ou ser feito vídeochamadas, inclusive por meio das redes sociais, local onde há um encontro de pessoas normalmente com interesses em comum. O ciberespaço (que também chamarei de “rede") é o novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores. O termo especifica não apenas a infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de informações que ela abriga, assim, como os seres humanos

que

navegam

e

alimentam

esse

universo.

(LEVÝ,1999)

O fato é que, com o ciberespaço, nasce uma forma de socialização de um modo não-presencial e que impacta na maneira de produção de valores, nos conceitos éticos, morais e nas relações humanas. Segundo Jenkins (2015), viver a era digital é ser surpreendido por grandes transformações, é compreender que as coisas acontecem em uma velocidade acima do normal e que a convergência de informações é constante. Partindo dessa afirmação, as redes sociais é o local onde ocorre o “bombardeio” de ideias e informações a cada minuto. Por convergência, refiro-me ao fluxo de conteúdos através de múltiplas plataformas de mídia, à cooperação entre múltiplos mercados midiáticos e ao comportamento migratório dos públicos dos meios de comunicação, que vão a quase qualquer parte em busca das experiências de entretenimento que desejam. Convergência é uma palavra que consegue definir transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais, dependendo de quem está falando e do que imaginam estar falando. (JENKINS, 2015)

Os hábitos cotidianos mudaram após a virtualização do mundo que é uma característica-base da vida contemporânea, viver o século XXI é respirar tecnologia, é viver imerso a ela. O deslumbre por todas essas oportunidades que o ciberespaço oferece, em muitos casos de nomofobia, ocorre o isolamento social do indivíduo, pois, o sociólogo Zygmunt Bauman em entrevista para o jornal El País (2016), relata que as redes sociais,


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por mais que tenham o seu lado postivo, acaba se tornando uma armadilha para a vida do usuário. Com isso, o autor se refere que mesmo conectado, o usuário ainda permanece sozinho. “O único som que escutam é o eco de suas próprias vozes, onde o único que veem são os reflexos de suas próprias caras. As redes são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha.” (Bauman, 2016) De acordo com a pesquisa realizada em 2019 pela empresa Bank My Cell, o usuário médio de smartphone verifica seu dispositivo 47 vezes ao dia (17.155 por ano). Ainda segundo o levantamento, 22% de pessoas entre 18 à 29 anos, verificam a cada poucos minutos os aparelhos e 51% em algumas horas por dia. O Brasil ocupa o 1° lugar na pesquisa como o país que mais consome celulares, o usuário médio gastam cinco horas por dia nos dispositivos 1. O consumo em excesso dos aparelhos, faz com que as indústrias lucrem, pois quanto mais se usa o aparelho, cada vez mais ele vai se desgastando, assim, fazendo com que o consumidor faça a compra de um novo. De acordo com Price (2018), as empresas estão cientes dos efeitos neurológicos que seus produtos fornecem e que neles, são incluídos recursos justamente para provocar os efeitos que mantém as pessoas por mais tempo conectadas nos smartphones, o “efeito viciante" dentro das empresas chama-se “envolvimento de usuário”. O termo refere-se ao modo de ganhar dinheiro, através das vendas de seus produtos. É de extrema importância que o indivíduo, em especial os jovens, que são os que mais fazem uso dos celulares, identifiquem quando estão fazendo o consumo de forma abusiva desses dispositivos e entendam que a nomofobia é uma doença séria. Dar um tempo no celular e buscar um tempo para sí, é uma questão de saúde, além de também, ter controle da própria vida, pois dessa forma o ser humano não se torna refém do celular.

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Conteúdo disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/30/cultura/1451504427_675885.html . Acesso: 9 jun. 2020. Conteúdo disponível em: https://www.bankmycell.com/blog/smartphone-addiction . Acesso: 10 jun.2020


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6. ASPECTOS METODOLÓGICOS O processo foi iniciado a partir do levantamento bibliográfico e documental. As pesquisas foram realizadas em portais e servidores de conteúdos de artigos, dissertações e teses. Foi realizada também, a leitura de matérias jornalísticas que tenham em comum com o tema de pesquisa. A partir dessa execução, foi inciado a procura por livros em bibliotecas online. Definidos os principais teóricos: McLuhan, Jenkins e Levý. A autora Price foi utilizada como bibliografia especifica sobre o tema e Bauman que aborda sobre mídias sociais, onde foi possível uma leitura incial, para conhecimento geral e assim fundamentar o projeto. O objeto é uma reportagem extensa para tv, com enfoque no estudo de possíveis casos de nomofobia e os transtornos dessa prática, entre os jovens de 18 a 30 anos no Estado de São Paulo, por meio de uma pesquisa qualitativa e estruturada onde foi feito entrevista de campo e também utilizado o método quantitativo que também contou com um formulário do Google para se obter mais informações e precisão no projeto.


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7. REFERÊNCIAS ANA, Marques. Nomofobia:Principais sintomas e tratamentos para o vício em celular: Brasileiros gastam em média, cinco horas por dia usando smartphone. Terra, Rio de Janeiro, p. S.n, 9 jan. 2020. Disponível em: https://www.selecoes.com.br/saude/nomofobia-principais-sintomas-e-tratamentosparao-vicio-em-celular/. Acesso: 11 jun. 2020. BAUMAN, Zygmunt. Zygmunt Bauman: “As redes sociais são uma armadilha”. S.l. 2016. Entrevista concedida a Ricardo de Querol em 08 janeiro 2016. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/30/cultura/1451504427_675885.html. Acesso em: 10 jun. 2020. CRIPPA, José. Nomofobia: a dependência do telefone celular. Este éo seu caso?: Cada vez mais as pessoas não conseguem desgrudar do smartphone e esse hábito pode trazer consequências físicas e psicológicas. Veja. S.l, p. S.n, 4 abr. 2017. Disponível em: https://veja-abril-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/veja.abril.com.br/blog/letrademedico/nomofobia-a-dependencia-do-telefone-celular-este-e-o-seucaso/amp/?amp_js_v=a3&amp_gsa=1&usqp=mq331AQFKAGwASA%3D#aoh=15919 185976300&referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp_tf=Fonte%3A%20%2 51%24s&ampshare=https%3A%2F%2Fveja.abril.com.br%2Fblog%2Fletrademedico%2Fnomofobia-a-dependencia-do-telefone-celular-este-e-o-seu-caso%2F. Acesso: 10 jun. 2020. JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. S.n. São Paulo: Aleph, 2015. Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=3xsFCwAAQBAJ&printsec=frontcover&hl=ptB R#v=onepage&q&f=false. Acesso: 11 jun. 2020. LEVÝ, Pierre. Cibercultura. 1 ed. São Paulo: Editora 34, 1999. Disponível em: https://books.google.com.br/books/about/Cibercultura.html?id=7L29Np0d2YcC&prints ec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y. Acesso: 10 jun.2020. MCLUHAN, Marshall. Os Meios de Comunicação Como Extensões do Homem. 1 ed. São Paulo: Cultrix, 1969/ Disponível em:


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https://books.google.com.br/books/about/Os_meios_de_comunica%C3%A7%C3%A3o _como_extens%C3%B5e.html?id=wFvBeU1jVwIC&printsec=frontcover&source=kp_r ead_button&redir_esc=y. Acesso: 8 jun. 2020. OLIVEIRA, Thyciane. Dependência do smartphone: Um estudo da nomofobia na formação de futuros gestores. 2018. 108 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Programa de Pós-Graduação em Administração – PPGA. Universidade Potiguar – UnP, Natal, RN, 2018. Disponível em: https://www.unp.br/wpcontent/uploads/2015/08/Disserta%C3%A7%C3%A3o_Thycian eSantosOliveira-.pdf. Acesso: 10 jun. 2020 PRICE, Catherine. Celular: Como dar um tempo: Plano de 30 dias para acabar com a sua ansiedade. S.n. São Paulo: Editora Schwarcz S.A, 2018. Disponível em: https://books.google.com.br/books/about/Celular_como_dar_um_tempo.html?id=PR1W DwAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y. Acesso: 9 jun. 2020. SENADOR, André. Nomofobia: o excesso de informação e os relacionamentos digitais, Brasil. 2016. 81 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social) – Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social. Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, SP, 2016. Disponível em: http://tede.metodista.br/jspui/bitstream/tede/1963/2/Andre%20Senador2.pdf. Acesso: 8 jun. 2020. SMARTHPHONES ADDCTION FATS & PHONE USAGE STATISTICS. Bank My Cell, 2019. Disponível em: https://www.bankmycell.com/blog/smartphone-addiction/. Acesso em: 11 jun. 2020. VIDAL, Priscila. Dependência Mobile: a relação da nova geração com os gadgets móveis digitais. 2014. 73 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Publicidade e Propaganda). Curso de Comunicação Social. Universidade de Brasília – UnB, Brasília, DF, 2014. Disponível em: https://bdm.unb.br/bitstream/10483/9386/1/2014_PriscilaValimCarneiroVidal.pdf. Acesso: 5 jun. 2020.


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8. CRONOGRAMA Tabela 1 – Cronograma Etapa 1 (1° Semestre

Atividade

JAN

Escolha do tema +

FEV

2020)

MAR

ABR

MAI

JUN

X

Pesquisa Delimitação do tema.

X

X

Objetivos + Problemas + Hipóteses.

X

Introdução; Justificativa; Aspectos Teóricos e Metodológicos.

X

Pesquisa de fontes Entrega da Etapa I do TCC Fonte: Elaborado pelo autor

X

X

X X


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9. APÊNDICES 9.1 ANEXO I- ROTEIRO CURSO DE JORNALISMO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL REPORTAGEM EXTENSA TV: No-mobile phobia ALUNO (A): Gabriele Tenorio

DATA: 15/10/2020

SINOPSE: Devido ao avanço da tecnologia, o consumo de aparelhos celulares têm crescido cada vez mais, o presente projeto teve por objetivo fazer um estudo de possíveis casos de nomofobia e os transtornos advindos dessa prática entre os jovens de 18 à 30 no Estado de São Paulo.

ROTEIRO TEMPO

TIPO

ÁUDIO / TEXTO

VÍDEO / IMAGEM

00:00 Até 00:05

Claquete

Claquete

00:06 Até 00:09

Tela em Black

Tela em black

00:09 Até 00:24

OFF/BG/ Viver no século vinte e um é estar rodeado de GC tecnologias. Para onde você olhar, logo se encontra alguém mexendo em algum aparelho eletrônico.

Mãos digitando no teclado/ homem e criança no celular/ mãos mexendo no celular

00:24 Até 00:47

PAS/BG/ O celular é um dos objetos essenciais na vida do ser Repórter falando pela tela do celular humano, devido as suas praticidades ele facilita muito GC na correria do dia-a-dia. Quase tudo dá para se resolver pelo celular, como por exemplo: encurtar distâncias, pagar uma conta, trabalhar, enviar projetos, enfim, são inúmeros benefícios em apenas um aparelho.

00:47 Até 01:10

PAS/BG/ Mas vale ressaltar, quando a pessoa começa a fazer a Passagem da repórter fora da tela do celular má administração do aparelho e não quer largá-lo GC mais de jeito nenhum, possivelmente ela pode estar se tornando refém dessa tecnologia e ainda sim, pode ser que ela esteja sofrendo de um transtorno. Vem cá, você já ouviu falar do termo nomofobia?.


19 01:10 Até 01:17

OFF/BG/ Esse transtorno é a dependência patológica das GC tecnologias

Off rolando tela do celular

01:17 Até 01:28

OFF/BG/ O termo surgiu na Inglaterra em dois mil e oito, a Bandeira da Inglaterra/frase “No-mobile phobia”/ GC partir da expressão “No-mobile phobia” que significa menina em desespero/”celular a fobia de ficar sem o telefone celular

01:28 Até 01:37

OFF/BG/ Como explica, Anna Lucia Spear King, fundadora do Psicóloga/Logo Laboratório Delete GC Laboratório Delete Detox Digital e Uso Consciente de Tecnologias.

01:37 Até 02:04

SON

O mundo moderno viu a necessidade de criar uma Psicóloga explicando o que é nomofobia nomenclatura específica que pudesse representar sentimentos e sensações que estavam sendo observados em indivíduos relacionados à dependência de tecnologias. Inicialmente a palavra nomofobia foi criada para representar os sintomas relativos à fobia de ficar sem o telefone celular, depois esse significado se estendeu também para o computador, internet e redes sociais.

2:04 min OFF/ Até BG/GC 02:11 min

E quais são os principais sintomas da nomofobia?

02:11 Até 02:26

OFF/GC

Angústia, ansiedade, nervosismo, quando o Mulher gesticulando dependente patológico das tecnologias se vê impossibilitado de usar a mesma, por falta de bateria, falta de Wi-Fi, ou porque a sua tecnologia quebrou ou ele esqueceu de levar.

02:26 Até 02:36

OFF/BG Raiva e estresse são um dos sentimentos de Silvio, para ele, ficar sem conexão com a internet, é algo totalmente terrível

02:36 Até 03:04

SON

03:04 Até 03:18

03:18 Até 03:30

Mãos mexendo no celular

Silvio em off

Ficar sem conexão com a internet, independente do Sílvio falando sobre não ter conexão com a internet que você for fazer, com o uso, enfim, dessa conexão, você não ter conexão com a internet é terrível, você não ter, sabe? Então, raiva e estresse são o que eu sinto se você me perguntar assim de primeira. OFF/BG/ De acordo com a pesquisa realizada pela empresa Logo Bank My Cell/ Pesquisa/ Bandeira China e GC Bank My Cell, o Brasil ocupa o primeiro lugar no Estados Unidos ranking de países que mais fazem o uso de smartphones, seguido da China e também dos Estados Unidos. OFF/BG/ Camila faz parte desses brasileiros que amam ficar no Camila mexendo no celular GC celular, ela relata que esse ato vem prejudicando muito a sua vida pois se tornou um vício.


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03:30 Até 03:46

03:46 Até 03:54

As vezes ninguém está me mandando mensagem, não Camila falando sobre o celular estar prejudicando sua vida tem nada de importante no Facebook e WhatsApp, mas eu sinto uma enorme necessidade de ficar mexendo né, isso prejudica muito, anda prejudicando muito a minha vida. OFF/BG/ A jovem admite que para tudo o que está fazendo Camila mexendo no computador e celular para ir olhar o celular. GC SON

Camila falando sobre sua dispersão quando está com o Posso estar fazendo qualquer coisa, por exemplo celular varrendo a casa, eu paro, sento no sofá e pego o celular e fico mexendo, é a mesma coisa quando estou comendo, to comendo e mexendo ao mesmo tempo, é uma mão no celular e outra no garfo. Por falar em dispersão, o risco de acidentes por estar Regina/foto do acidente distraído com o celular, são muitos. A atriz Regina Duarte, postou em suas redes sociais que se acidentou e acabou quebrando 3 dentes devido a distração com o aparelho. Vinha eu digitando uma mensagem que considerava Leitura da postagem de Regina Duarte “urgente" e não me dei conta de uma depressão que existia logo alí à minha frente. Resultado: pisei em falso nela, aterrissei de boca no chão, queixo, nariz e dente. Não tive tempo de amortecer a queda, fui de boca no chão, resultado: quebrei três dentes. Ainda na sua postagem, a atriz deixou um alerta. Leitura da postagem de Regina/Foto do acidente “ É imprescindível ficarmos alertas para os perigos do uso equivocado dos celulares. Esses aparelhinhos tiram de nós a capacidade de concentração, nos mantém atrelados à eles atrasando os reflexos e podendo pôr em risco a nossa vida. De agora em diante, só uso o celular com responsabilidade, me protegendo dos perigos que possam me causar. Tela de notícias Tela de notícias

03:54 Até 04:12

SON

04:12 Até 04:28

OFF/BG/ GC

04:29 Até 04:52

OFF/BG

04:52 Até 05:21

OFF/BG

05:21 Até 05:29

OFF/BG

05:29 Até 05:54

OFF/BG/ Uma vez, eu estava fazendo o meu cabelo com a Camila falando do acidente com a chapinha GC chapinha, coloquei a chapinha na cama porque eu vi que o celular estava tocando ai fui mexer no celular, ai eu mexi no celular, ai fiquei acho que um minuto ou dois e a chapinha acho que estava muito quente e fui e sentei na chapinha que estava na cama e machucou a minha perna OFF/BG/ E teve até quem já se acidentou andando de bicicleta Homem andando de bicicleta GC

05:54 Até 06:02

06:02 Até 06:08

SON

Esse jovem que não quis se identificar, relatou como ocorreu o acidente

Anônimo off


21 06:08 Até 06:25

OFF/BG/ Era uma ligação da minha namorada, ela me ligou e Anônimo relatando acidente GC eu fui tirar o celular do bolso, quando fui tirar eu tava segurando o guidão com uma mão só, ai o guidão virou e eu não tive o controle para voltar o guidão, então eu fui lá e cai, eu cai, com o rosto no chão e tomei quatro pontos. O celular, eu tive que trocar de celular, até porque ele quebrou todinho.

06:25 Até 06:40

OFF/BG

Podemos observar que a queda foi muito feia, mas que isso sirva de alerta, se está andando de bicicleta, não atenda o celular.

06:40 Até 07:04

SON

Repórter: E a sua vida antes de ter esse aparelho aqui Sonora presencial: anônimo falando sobre a vida antes (segura o aparelho) como que era? do celular Anônimo: Antes de ter o celular, eu tinha uma vida mais real, eu saia para brincar com os meus amigos né, saia bastante para ficar na rua, mas depois desse aparelho eu me isolei mais, fiquei mais na minha casa, assistindo filme, vendo séries, mexendo no Facebook e trocando mensagens com as pessoas.

07:05 Até 07:12

OFF/BG E por falar em troca de mensagens, não poderíamos deixar de comentar sobre as redes sociais.

07:12 Até 07:34

SON

07:34 Ate 07:54

07:55 Até 08:01

08:01 Até 08:29

08:29 Até 08:49

Marcas do acidente

Pessoa digitando no celular

Foi realizada uma pesquisa (Google forms) e setenta Pesquisa por cento responderam sim sobre as redes sociais serem um dos agentes fundamentais para prender cada vez mais as pessoas nos celulares. Trinta por cento, responderam talvez e zero por cento responderam não Facebook, Snaptchat, Twitter, Instagram e YouTube Cena do documentário O Dilema das Redes OFF/BG/ empresas assim, o modelo de negócio delas é manter as pessoas na tela. Nos temos que descobrir como GC prender o máximo da atenção dessa pessoa, quanto tempo podemos fazer você gastar? Quanto da sua vida você consegue nos dar? OFF/BG/ Há quem consiga ficar conectado em todas as redes Iogo de redes sociais GC sociais ao mesmo tempo

OFF/BG/ O celular, as vezes tipo, posso não estar olhando para Silvio falando sobre estar conectado em várias redes GC ele, mas eu vou estar alí conectada no notebook, ai sociais ao mesmo tempo muitas vezes o celular fica para eu acessar o que, Instagram, ai eu vou estar no Instagram, no celular, no Twitter, no computador, o WhatsApp no computador, e tudo junto ao mesmo tempo. OFF/BG Ainda segundo a pesquisa realizada, oitenta e sete Mulher rolando a tela do celular/pesquisa vírgula sete por cento, dos entrevistados, responderam sim sobre se sentirem ansiosos quando não estão com o seu celular por perto ou ficam sem qualquer tipo de conexão à internet, treze vírgula três por cento responderam que não se sentem ansiosos


22 08:49 Até 09:03

09:03 Até 09:12

Eu sem o meu celular não sou nada, fico muito inquieta sem ele por perto, sinto que preciso ficar mexendo em algo para poder distrair quando não estou com o meu celular. É uma sensação de estresse total. OFF/BG/ Além da ansiedade, sinto uma agonia, um estresse. GC Sei lá, é uma sensação de sempre querer o celular alí perto.

09:12 Até 09:18

OFF/BG/ Também sinto irritabilidade e impaciência durante o Relato de Amanda (participante da pesquisa Google GC período que estou sem o celular. Relato de Forms) Amanda, participante da pesquisa Google Forms

09:19 Até 09:38

OFF/BG/ Quando eu não estou com o meu celular por perto, eu Sonora presencial anônimo sobre não estar com o sinto muita ansiedade, uma agonia sabe, é um GC celular por perto sentimento muito ruim que eu até não consigo expressar, ate porque eu sinto que o celular faz parte de mim. Repórter: Já fez parte do seu corpo. Anônimo: Isso, isso mesmo. Repórter: Então você acha que não conseguiria ficar um dia inteiro sem celular? Anônimo: Um dia inteiro sem celular, não, não conseguiria. OFF/BG/ Eu nunca pensei nisso, no meu pensamento agora, eu Camila falando sobre ficar sem celular GC acho que eu não conseguiria, porque é um vício e eu não sei se eu posso me acostumar, não sei se eu teria essa possibilidade.

09:39 Até 09:55

09:55 Até 10:30

10:31 Até 10:56

10:56 Até 11:10

11:10 Até 11:19

SON

SON

Relato de Débora(participante da pesquisa realizada pelo Google Forms)

Relato de Caio( participante da pesquisa realizada pelo Google Forms)

Estamos treinando e condicionando toda uma geração Cena Documentário O Dilema das Redes de pessoas, para quando se sentirem incomodados, desconfortáveis ou em dúvida ou com medo, tenham uma chupeta digital particular, isso ta atrofiando a nossa própria capacidade de lidar com isso. Repórter: Como é a sua relação, família e celular? SON Sonora presencial anônimo falando sobre família x Você deixa de dar atenção para eles para ficar no celular celular ou não? Anônimo: Sim, muitas, muitas, muitas vezes eu estou no celular na hora do almoço ou então quando a gente se reúne, eu sempre estou no meu celular, e tenho muito pouca falta de atenção com eles e eles vem reclamando, na hora do almoço nós não quer o celular na mesa e tal mas eu sempre estou com o celular. OFF/BG/ Eu deixo de ir para lugares para ficar com os meus Camila falando sobre estar no celular e deixar de fazer GC amigos para ficar mexendo no celular ou as vezes as coisas mesmo eu tô com o meu namorado e o tempo todo eu tô lá mexendo, e também acontece com uns amigos meus e é desse jeito, sempre acontece isso. Repórter: Então você sempre está com o seu celular Sonora presencial, anônimo falando sobre estar com o SON na mão? celular na mão Anônimo: Sim, vinte e quatro horas Repórter: Dá para perceber, porque a gente está aqui conversando e você está com o seu celular na mão Anônimo: Pois é (risos)


23 11:19 Até 11:28

SON

11:28 Até 12:43

SON

12:43 Até 13:04

13:05 Até 13:15

13:16 Até 13:44

13:44 Até 13:50

13:51 14:08

Como é o tratamento de nomofobia e quando devemos procurar ajuda?

Pessoa colocando o celular para carregar

Primeiro nós fazemos uma entrevista, colhemos já as Psicóloga explicando o tratamento informações da história de vida do paciente, aplicamos escalas e questionários, o psiquiatra faz uma investigação do diagnóstico para ver qual o transtorno primário que está associado essa queixa de dependência digital, ai o psiquiatra vai ver a necessidade de indicar uma medicação ou não. E ao mesmo tempo o psicólogo traça uma estratégia de terapia cognitivo comportamental para atender esse indivíduo que vem com todo esse quadro, com o transtorno associado e também com a queixa do uso excessivo das tecnologias no dia-a-dia. E aí ele faz um tratamento também direcionado a esse transtorno original que pode ser: ansiedade, depressão, Compulsão, uma fobia, um transtorno do pânico, e então vai se associando ao tratamento psiquiátrico e psicológico e ainda temos grupos de uso consciente das tecnologias que é um grupo onde as pessoas aprendem a usar as tecnologias de uma forma consciente no dia-a-dia. OFF/BG/ Repórter: Você acha que você precisa de um Anônimo sobre precisar de tratamento tratamento, para curar esse vício, essa necessidade CG que você tem de ficar com o celular? Anônimo: Então, eu nunca fui procurar saber sobre isso, mas provavelmente no futuro sim, porque eu me sinto muito dependente do celular e acabo não vivendo a vida real, então eu acho que sim, era bom procurar um tratamento. SON Mas vale ressaltar, nem todo mundo que gosta de Homem sorrindo com o celular na mão celular, tem o transtorno da nomofobia

SON

As pessoas que trabalham muito no computador com Psicóloga explicando a diferença entre ter e não ter internet, telefone celular por muitas horas e nomofobia diariamente, elas se acham viciadas em tecnologia, mas elas usam o termo erradamente essas pessoas são mau educadas ao usar as tecnologias e não viciadas patológicas, elas não tem a nomofobia, elas não tem o transtornos, não tem a dependência patológica de tecnologia, elas simplesmente fazem o uso inadequado no seu dia-a-dia. OFF/BG/ Então o que é a dependência patológica? Mulher no celular CG

SON

É relacionada à um transtorno mental primário e Psicóloga explicando sobre dependência patológica assume um significado de algo nocivo ou prejudicial quando compromete a vida pessoal, social, acadêmica, familiar, começa a apresentar sintomas nessas áreas, aí é que requer e necessita o tratamento


24 14:08 Até 14:52

14:52 Até 15:45

OFF/BG/ Mas que fique claro, o intuito dessa reportagem não é Pessoas conversando/celular rodando fazer com que você pare de usar o seu celular, até CG porque hoje em dia, precisamos muito dele, mas sim, que você o administre de uma forma consciente. Saiba tirar um tempo para você, se desconectar faz bem, se desconecte do celular e se conecte na vida. E lembrando, preste a atenção nos seus sintomas, se você achar que sim, tem nomofobia, não sinta vergonha, busque um tratamento com os profissionais responsáveis. Não deixe que a tecnologia vire a sua pior inimiga, se cuide. SON Créditos Créditos

Tempo Total: 15:45 (Menos 7sg)= 15:38

9.2 ANEXO II- FOLHA DE DECUPAGEM (ANNA LUCIA SPEAR KING)

Folha de Decupagem Editoria

Tema Nomofobia

Data 06/10/ 2020

Anna Lucia Spear King

Tempo in / out

Conteúdo

01:37

O mundo moderno viu a necessidade de criar uma nomenclatura específica que pudesse representar sentimentos e sensações que estavam sendo observados em indivíduos relacionados à dependência de tecnologias. Inicialmente a palavra nomofobia foi criada para representar os sintomas relativos à fobia de ficar sem o telefone celular, depois esse significado se estendeu também para o computador, internet e redes sociais.

Até 02:04

02:11 Até 02:26

Angústia, ansiedade, nervosismo, quando o dependente patológico das tecnologias se vê impossibilitado de usar a mesma, por falta de bateria, falta de Wi-Fi, ou porque a sua tecnologia quebrou ou ele esqueceu de levar.


25 11:28 Até 12:43

13:16 Até 13:44

Primeiro nós fazemos uma entrevista, colhemos já as informações da história de vida do paciente, aplicamos escalas e questionários, o psiquiatra faz uma investigação do diagnóstico para ver qual o transtorno primário que está associado essa queixa de dependência digital, ai o psiquiatra vai ver a necessidade de indicar uma medicação ou não. E ao mesmo tempo o psicólogo traça uma estratégia de terapia cognitivo comportamental para atender esse indivíduo que vem com todo esse quadro, com o transtorno associado e também com a queixa do uso excessivo das tecnologias no diaadia. E aí ele faz um tratamento também direcionado a esse transtorno original que pode ser: ansiedade, depressão, Compulsão, uma fobia, um transtorno do pânico, e então vai se associando ao tratamento psiquiátrico e psicológico e ainda temos grupos de uso consciente das tecnologias que é um grupo onde as pessoas aprendem a usar as tecnologias de uma forma consciente no dia-adia. As pessoas que trabalham muito no computador com internet, telefone celular por muitas horas e diariamente, elas se acham viciadas em tecnologia, mas elas usam o termo erradamente essas pessoas são mau educadas ao usar as tecnologias e não viciadas patológicas, elas não tem a nomofobia, elas não tem o transtornos, não tem a dependência patológica de tecnologia, elas simplesmente fazem o uso inadequado no seu dia-a-dia.

13:51

É relacionada à um transtorno mental primário e assume um significado de algo nocivo ou prejudicial quando compromete a vida pessoal, social, 14:08 acadêmica, familiar, começa a apresentar sintomas nessas áreas, aí é que requer e necessita o tratamento. Repórter: Gabriele Tenorio

9.3 ANEXO III- FOLHA DE DECUPAGEM (SILVIO MARCOS)

Folha de Decupagem Editoria

Tema Nomofobia

Data 06/10/ 2020

Silvio Marcos

Tempo in / out

Conteúdo

2:36 Até 3:04

Ficar sem conexão com a internet, independente do que você for fazer, com o uso, enfim, dessa conexão, você não ter conexão com a internet é terrível, você não ter, sabe? Então, raiva e estresse são o que eu sinto se você me perguntar assim de primeira.


26

08:01 Até 08:29

O celular, as vezes tipo, posso não estar olhando para ele, mas eu vou estar alí conectada no notebook, ai muitas vezes o celular fica para eu acessar o que, Instagram, ai eu vou estar no Instagram, no celular, no Twitter, no computador, o WhatsApp no computador, e tudo junto ao mesmo tempo.

Repórter: Gabriele Tenorio

9.4 ANEXO IV- FOLHA DE DECUPAGEM (CAMILA SANTOS)

Folha de Decupagem Editoria

Tema Nomofobia

Data 06/10/ 2020

Camila Santos

Tempo in / out

Conteúdo

3:30 Até 3:46

As vezes ninguém está me mandando mensagem, não tem nada de importante no Facebook e WhatsApp, mas eu sinto uma enorme necessidade de ficar mexendo né, isso prejudica muito, anda prejudicando muito a minha vida.

3:54 Até 4:12

Posso estar fazendo qualquer coisa, por exemplo varrendo a casa, eu paro, sento no sofá e pego o celular e fico mexendo, é a mesma coisa quando estou comendo, to comendo e mexendo ao mesmo tempo, é uma mão no celular e outra no garfo.

05:29

Uma vez, eu estava fazendo o meu cabelo com a chapinha, coloquei a chapinha na cama porque eu vi que o celular estava tocando ai fui mexer no celular, ai eu mexi no celular, ai fiquei acho que um minuto ou dois e a chapinha acho que estava muito quente e fui e sentei na chapinha que estava na cama e machucou a minha perna Eu nunca pensei nisso, no meu pensamento agora, eu acho que eu não conseguiria, porque é um vício e eu não sei se eu posso me acostumar, não sei se eu teria essa possibilidade.

Até 05:54

09:39 Até 09:55 10:56 Até 11:10

Eu deixo de ir para lugares para ficar com os meus amigos para ficar mexendo no celular ou as vezes mesmo eu tô com o meu namorado e o tempo todo eu tô lá mexendo, e também acontece com uns amigos meus e é desse jeito, sempre acontece isso.


27

Repórter: Gabriele Tenorio

9.5 ANEXO V- FOLHA DE DECUPAGEM (ANÔNIMO)

Folha de Decupagem Editoria

Tema Nomofobia

Data 06/10/ 2020

Anônimo

Tempo in / out

Conteúdo

06:08

Era uma ligação da minha namorada, ela me ligou e eu fui tirar o celular do bolso, quando fui tirar eu tava segurando o guidão com uma mão só, ai o guidão virou e eu não tive o controle para voltar o guidão, então eu fui lá e cai, eu cai, com o rosto no chão e tomei quatro pontos. O celular, eu tive que trocar de celular, até porque ele quebrou todinho.

Até 06:25 06:40 Até 07:04 09:19 Até

Antes de ter o celular, eu tinha uma vida mais real, eu saia para brincar com os meus amigos né, saia bastante para ficar na rua, mas depois desse aparelho eu me isolei mais, fiquei mais na minha casa, assistindo filme, vendo séries, mexendo no Facebook e trocando mensagens com as pessoas. Quando eu não estou com o meu celular por perto, eu sinto muita ansiedade, uma agonia sabe, é um sentimento muito ruim que eu até não consigo expressar, ate porque eu sinto que o celular faz parte de mim.

09:38 09:19

Um dia inteiro sem celular, não, não conseguiria

Até 09:38 10:31 Até 10:56

Sim, muitas, muitas, muitas vezes eu estou no celular na hora do almoço ou então quando a gente se reúne, eu sempre estou no meu celular, e tenho muito pouca falta de atenção com eles e eles vem reclamando, na hora do almoço


28

nós não quer o celular na mesa e tal mas eu sempre estou com o celular.

Sim, vinte e quatro horas 11:10 Até 11:19 12:43 Até

Pois é (risos)

Então, eu nunca fui procurar saber sobre isso, mas provavelmente no futuro sim, porque eu me sinto muito dependente do celular e acabo não vivendo a vida real, então eu acho que sim, era bom procurar um tratamento.

13:04

Repórter: Gabriele Tenorio

9.6 ANEXO VI- PESQUISA NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS ADVINDOS DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO


29


30

9.7 ANEXO VII- PESQUISA NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS ADVINDO DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO


31

9.8 ANEXO VIII- PESQUISA NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS ADVINDO DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO


32

9.9 ANEXO IX-PESQUISA NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS ADVINDO DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO


33

9.10 ANEXO X- PESQUISA NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS ADVINDO DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO


34

9.11 ANEXO XI- PAUTA E FONTE OFICIAL Gabriele Tenorio

PAUTA

No-mobile phobia

PRODUTO:

Reportagem extensa

TEMA/ASSUNTO:

Nomofobia/transtornos

DATA DA ENTREVISTA: 01/09/2020

para tv

HISTÓRICO De acordo com a pesquisa realizada em 2019 pela empresa Bank My Cell, jovens de 18 à 29 anos são os principais consumidores dos dispositivos. Ainda segundo a pesquisa, o Brasil está ocupando o primeiro lugar no consumo de celulares, gastando em média 5 horas por dia de uso.

ENFOQUE/ANGULAÇÃO Estudo de possíveis casos de nomofobia e os transtornos que os jovens de 18 á 30 anos acabam adquirindo ao fazer o uso abusivo dos celulares PERGUNTAS 1- Explique o que é nomofobia? 2- Quais são os sintomas? 3- Como funciona o tratamento?

FONTES Anna Lucia Spear King (Psicóloga) EQUIPAMENTOS

REPÓRTER

Celular e aplicativo de edição InShot

Gabriele Tenorio


35

9.12 ANEXO XII- PAUTA E FONTES OFICIAIS Gabriele Tenorio

PAUTA

No-mobile phobia

PRODUTO:

Reportagem extensa

TEMA/ASSUNTO:

Nomofobia/transtornos

DATA DA ENTREVISTA: 28/08/2020| 28/08/2020| 14/09/2020

para tv

HISTÓRICO De acordo com a pesquisa realizada em 2019 pela empresa Bank My Cell, jovens de 18 à 29 anos são os principais consumidores dos dispositivos. Ainda segundo a pesquisa, o Brasil está ocupando o primeiro lugar no consumo de celulares, gastando em média 5 horas por dia de uso.

ENFOQUE/ANGULAÇÃO Estudo de possíveis casos de nomofobia e os transtornos que os jovens de 18 á 30 anos acabam adquirindo ao fazer o uso abusivo dos celulares PERGUNTAS 1- O que você sente quando não está com o celular por perto ou fica sem conexão de internet? 2- Você conseguiria ficar um dia inteiro sem celular? 3- Você já sofreu algum acidente por estar concentrado no celular? 4- Você já interrompeu algo que estava fazendo para ir mexer no celular? 5- Mesmo sabendo que não há notificações, você costuma ficar verificando o celular? 7- Você fica mais tempo no celular do que com as pessoas ao seu redor? 9- Como era a sua vida antes de ter celular?


36

FONTES Camila Santos (estudante), Silvio Marcos (estudante) e um jovem que não quis se identificar EQUIPAMENTOS

REPÓRTER

Celular e aplicativo de edição InShot

Gabriele Tenorio

9.13 ANEXO XIII- GERENCIADOR DE CARACTERES (GC)


41

10. DIÁRIO DE CAMPO O presente projeto, foi um desafio a ser realizado, pois todo o processo do relatório teórico e reportagem, foram produzidos através do celular, do roteiro até a edição do projeto final. Não foi possível a realização das entrevistas pela plataforma Zoom pois não é possível iniciar uma reunião via celular, apenas por computador, notebook, etc. Durante cada etapa, o orientador Prof°. Me. Antonio Assiz esteve presente auxiliando para que o trabalho fosse construído da melhor forma. Fevereiro Desde o início, sempre pensei em realizar um TCC abordando algo relacionado a tecnologia, pois, é um tema que gosto bastante, porém, não sabia exatamente como delimitar o tema. Mas ao longo do mês de fevereiro, fui fazendo pesquisas e finalmente foi decidido levantar a temática “Nomofobia” e os transtornos que esse ato pode acarretar na vida das pessoas. Março/abril/maio/junho Com o tema decidido, em março iniciou-se as orientações com as professoras Dra. Mirian Meliani e Dra. Rosângela Paulino de forma remota para a realização da parte teórica do TCC, ao longo do semestre foram realizados seminários individuais e um em grupo para ajudar na fundamentação do projeto. Agosto Terminadas as etapas propostas pelas professoras, em agosto deu-se início ao projeto experimental, sob orientações do Prof. Me. Antonio Assiz, que de forma remota foi auxiliando seus alunos. Em 20 de agosto, foi iniciado à procura por fontes para participarem da reportagem, a busca iniciou-se via instagram e e-mail, foram enviadas dez mensagens para psicólogos e psiquiátras mas apenas duas pessoas responderam, sendo uma delas a Dra. Anna Lucia Spear King que aceitou participar do projeto e um outro psicólogo. Também, foram feito buscas via Facebook em grupos que abordavam sobre nomofobia e por meio de hashtags, mas, sem sucesso. No dia 26 de agosto, foi marcado duas entrevistas, sendo as fontes Camila Santos e Silvio Marcos. As presentes sonoras foram conseguidas devido à amigos em comum que souberam que estava sendo produzido um trabalho acadêmico e indicaram as fontes.


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Marcadas as entrevistas e enviadas as perguntas, no dia 28 de agosto, foi recebido duas entrevistas (Camila Santos e Silvio Marcos). O psicólogo que aceitou participar do projeto no dia 20 de agosto, teve um imprevisto e não conseguiu contribuir na reportagem. Setembro Em 1° de setembro, a Dra. Anna Lucia Spear King, enviou a sua entrevista. Foram feitas novas buscas por fontes em redes sociais, mas sem sucesso, mas, no dia 11 de setembro, também por meio de amigos, um jovem aceitou participar da reportagem, mas não quis a sua identidade revelada. No dia 14 de setembro, ocorreu a entrevista de forma presencial com o jovem que não quis se identificar, onde foi contado com a ajuda de um operador de câmera, Marluce Tenorio. Todas as medidas de proteção devido a Covid-19 foram tomadas. Com as quatro entrevistas prontas, no dia 16 de setembro, iniciou-se as buscas por imagens para serem usadas como off e o Background (BG). Entre essas buscas, foi encontrado o site Pixabay, no qual oferece conteúdo de imagens para uso gratuito e na biblioteca do YouTube que também oferece conteúdos gratuitos, foi encontrado o BG da reportagem, a melodia se chama “Selfie Stick” de Quincas Moreira, a música foi adicionada ao trabalho por ter um som descontraído, como a reportagem no-mobile fobia. No dia 20 de setembro, foi inciado a decupagem e roteiro, todo o processo foi anotado incialmente no caderno, e depois digitalizado para word. Ao longo da construção dos dois elementos, foram feitas pesquisas em sites noticiosos para acrescentar no trabalho. Outubro Do dia 6 a 10 de outubro, foram terminadas as decupagens e roteiro, que logo foram enviadas para o orientador Prof. Me. Antonio Assiz, que logo deu suas considerações e partindo daí, dando início à edição da reportagem. No dia 15 de outubro, foi enviado através do e-mail o roteiro atualizado com uma reportagem produzida através do aplicativo de celular “Inshot” em forma de rascunho para que fosse observado como possivelmente pudesse vir a ficar o produto final. Novembro


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No dia 4 de novembro foi produzida uma pesquisa através da ferramenta Google Forms no qual foram colhidos dados e relatos que foram acrescentados para enriquecer a reportagem e fundamentar os objetivos do projeto. Do dia 4 á 17 de novembro, ocorreram as orientações finais para a edição e finalização da reportagem e logo em seguida foi inciado o Relatório de Fundamentação Teórica e Metodológica. Durante todo esse processo de construção da reportagem e relatório, pude adquirir muito conhecimento em normas ABNT e em questão de edição, que era uma das coisas em que eu tinha uma certa dificuldade de domínio. Além de também, ter que me adequar com as entrevistas de forma remota devido ao momento atual em que vivemos de pandemia do Novo Coronavírus e como foi diferente a entrevista presencial, pois foi preciso o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento, o que não seria preciso se não existisse o vírus. Mas, foi um grande aprendizado que será levado para a minha formação. Com todo o processo realizado, pude perceber que o celular foi um dos agentes fundamentais na construção de todo o trabalho.


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11.PROJETO EXPERIMENTAL 11.1 Título No-mobile phobia 11.2. Área e Formato Área: Televisiva Formato: Reportagem Extensa 11.3 Sinopse Devido ao avanço da tecnologia, o consumo de aparelhos celulares têm crescido cada vez mais, o presente projeto teve por objetivo fazer um estudo de possíveis casos de nomofobia e os transtornos advindos dessa prática entre os jovens de 18 à 30 no Estado de São Paulo. 11.4 Plano Estratégico O mês de agosto foi utilizado para marcar todas as entrevistas. Uma das fontes enviou o vídeo da entrevista. Em setembro foi concluídas todas as três entrevistas que restavam, sendo duas por meio de envio de vídeos e uma presencial. E também foi inciado a decupagem e roteiro. No mês de outubro foi concluída a decupagem e roteiro e inciado a edição da reportagem extensa para TV. Novembro foi o mês que deu início e fim a pesquisa realizada pelo Google Forms e também ao término da edição da reportagem.


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11.5 Descrição Do Projeto A reportagem para tv, tem 15 minutos e 38 segundos de duração, com layout azul para remeter á tecnologia. A imagem foi retirada do site Pixabay, a escolha da imagem se deu pelo fato do conteúdo conter vários símbolos tecnológicos.

O produto contou com imagens do site Pixabay que oferece conteúdo gratuito, as cenas foram escolhidas como forma de offs para início, meio e fim da reportagem , pois, cada cena trata sobre tecnologia.


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Inicialmente a repórter faz a sua primeira passagem na tela de um celular e logo em seguida, dá continuidade já fora do aparelho, como no método tradicional a fim de trazer a alusão de sair do mundo digital para o mundo real.


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O produto foi dividido em seções temáticas, no qual são abordados o que é nomofobia, quais são os sintomas, como funciona o tratamento, no qual foi possível contar com a ajuda da Psicóloga Anna Lucia Spear King, fundadora do Laboratório Delete Detox Digital e Uso Consciente de Tecnologias para explicar todos esses tópicos.


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O produto contou com relatos de três pessoas que são fascinadas por celular, sendo elas: Silvio Marcos, Camila Santos e um jovem que não quis se identificar.


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Foi utilizada a pesquisa da empresa Bank My Cell no qual aborda sobre o Brasil se encontrar em primeiro lugar no ranking de países que mais fazem uso de celulares. Um Emoji foi utilizado para indicar o país na pesquisa.


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Foram coletadas imagens do arquivo pessoal da atriz Regina Duarte, para abordar uma das temáticas da reportagem que fala sobre acidentes devido o uso de celular.


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O projeto utilizou matérias de sites noticiosos para conceder mais fundamento no trabalho quando se aborda o tema “acidentes”.


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Através do Google Forms, foi realizado uma pesquisa onde foi possível fazer um levantamento de dados sobre o tema no qual ajudou na fundamentação da reportagem extensa para TV.


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Durante a pesquisa realizada pelo Google Forms, alguns dos entrevistados enviaram um email explicando mais a fundo o sentimento de não estarem com o celular por perto, com isso, a foto do GC foi ampliada e os relatos foram digitalizados.


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O documentário “O Dilema das Redes” (2020-Netflix) foi inserido na reportagem pois aborda sobre as redes sociais, sendo um dos assuntos comentados na reportagem que conta como esse meio consegue nos manter on-line por mais tempo e como a pessoa fica angustiada quando não estão com o celular


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Para os créditos finais, foi utilizado o GC de forma ampliada e de fundo um celular girando.


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63

O GC da reportagem em formato de celular, remete ao tema abordado, foi feito um download da imagem do celular no site Pixabay e após baixar a imagem, com os editores de texto do celular foi feito a caligrafia em tons azuis e brancos.

O Background (BG) da reportagem é da biblioteca do Youtube, que oferece conteúdo gratuito para uso, se chama “Selfie Stick" de Quincas Moreira. O som foi escolhido pois contém uma melodia animada e descontraída, como a reportagem.

Linguagem: A reportagem possui uma linguagem simples, de fácil entendimento entre os espectadores, como pede o jornalismo. Linha editorial: A reportagem extensa “No-mobile phobia”, parte da idéia

de temas

segmentados a todos os públicos mas em especial os jovens que fazem o uso constante de aparelhos tecnológicos. Um jornalismo analítico porém de forma despojada é a marca desse projeto que foi realizado ao longo do 2° semestre de 2020.


64

Missão: Informar como o uso indiscriminado dos celulares podem fazer mal para os jovens. Visão: Fazer com que as pessoas se conscientizem e façam um uso responsável dos aparelhos. Valores: Dar voz as pessoas que possivelmente sofrem de nomofobia, levantar um tema que não é de conhecimento geral. Público alvo: Jovens de 18 à 30 anos, pois segundo a pesquisa da empresa Bank My Cell, é o público que mais utilizam os smartphones. 11.6 Características Do Produto Produto de linguagem simples e moderna de rápido entendimento, com gravações remotas e externa, locução em off e artes para ilustrar dados.

12. CRONOGRAMA GERAL Tabela 2- Cronograma Etapa II (2° Semestre) Atividade JAN FEV Escolha do tema + Pesquisa

X

Delimitação do tema.

X

MAR

ABR

MAI

JUN

X

Objetivos + Problemas + Hipóteses.

X

Introdução;

X

X

Justificativa; Aspectos Teóricos e Metodológicos. Pesquisa de fontes

X

Entrega da Etapa I do

X

TCC Atividade

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ


65

Gravação de entrevistas com fontes oficiais e oficiosas.

X

Decupagem

X

X

Edição das sonoras

X

Início da edição da reportagem extensa

X

Finalização da edição

X

Finalização da capa, sumário e acabamentos.

X

Entrega do Trabalho de Conclusão de Curso.

X

13. INVESTIMENTOS Tabela 3 – Custos ORÇAMENTO GERAL Item

Quantidade

Valor Unitário

Valor total

(em média) Capa e Bolacha Dvd

01

R$ 15,00

R$ 15,00

Cd/dvd

01

R$ 12,00

R$ 12,00

Encadernação

01

R$ 120,00

R$ 120,00

Total:

R$ 147,00


66

14. FINALIDADES Este trabalho me proporcionou conhecer a fundo o que é a nomofobia, cujo termo já havia escutado, mas nunca mergulhei de cabeça no assunto para entender do que exatamente se tratava, pois não achava que seria algo sério, como um celular poderia fazer mal para uma pessoa? Ao fazer um conhecimento mais aprofundado do termo, percebi o quão importante e necessário é a abordagem dessa temática, pois vivemos imersos às tecnologias e os celulares se tornaram um instrumento de tamanha influência na vida do ser humano. Hoje ao obter conhecimento da doença, me vejo no dever de contribuir em forma de alerta para as pessoas de quão mal o uso indiscriminado desses smartphones podem vir a causar na vida das pessoas, pois, é uma doença que não é de conhecimento geral, muitas pessoas podem apresentar vários sintomas da doença mas não sabem que estão com o problema. A pesquisa fez com que eu ganhasse conhecimentos de normas ABNT, Word e também de fazer pesquisas aprofundadas em portais específicos de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses, além de aprender a buscar dados em portais no qual eu não tinha conhecimento. Ao final do projeto, pude adquirir conhecimentos na área de reportagem televisiva no qual eu desejo trabalhar ao me formar. Esse trabalho poderá ser vinculado nas mais diversas mídias televisivas afim de conceder visibilidade ao tema que tão pouco é comentado.


67

ANEXOS 1 ANEXO I- FICHA DE INSCRIÇÃO DO TCC


68

2 ANEXO II- LOGO DA EMPRESA BANK MY CELL


69

3. ANEXO III- PESQUISA: 10 PRINCIPAIS PAÍSES COM USO DE SMARTPHONE


70

4. ANEXO IV- MATÉRIA: USO DE CELULAR AO VOLANTE EM 400% RISCO DE ACIDENTES


71

5 ANEXO V- MATÉRIA: ACIDENTES POR PESSOAS USANDO O CELULAR CRESCEM VERTIGINOSAMENTE


72

6. ANEXO VI- MATÉRIA : ACIDENTES RELACIONADOS A CELULAR AUMENTAM E JOVENS SÃO OS MAIS AFETADOS

7. ANEXO VII- LOGO: DELETE USO CONSCIENTE DE TECNOLOGIÁS


73

8. ANEXO VIII- POSTAGEM DE REGINA DUARTE EM REDE SOCIAL


74

9. ANEXO IX- IMAGEM DE ACIDENTE DE REGINA DUARTE


75

10. ANEXO X- VÍDEO DE REGINA DUARTE EM REDE SOCIAL


76

11. ANEXO XI- IMAGENS DO SITE PIXABAY


77

12. ANEXO XII- IMAGENS DO SITE PIXABAY


78

13. ANEXO XIII- IMAGENS DO SITE PIXABAY


79

14. ANEXO XIV- IMAGEM DO SITE PIXABAY

15. ANEXO XV- DOCUMENTÁRIO: O DILEMA DAS REDES (2020-NETFLIX)


80

16. ANEXO XVI- DOCUMENTÁRIO: O DILEMA DAS REDES (2020NETFLIX)

17. ANEXO XVII- MÚSICA: SELFIE STICK-QUINCAS MOREIRA

18. ANEXO XVIII- IMAGEM DO SITE PIXABAY


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NOMOFOBIA: OS TRANSTORNOS DESSA PRÁTICA ENTRE OS JOVENS DE 18 À 30 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO by Rede Código - Issuu