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Agência Alcateia

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Trabalho apresentado como parte da avaliação do Projeto Simulado de Campanha, Interdisciplinar do 5º/6º Semestre do Curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Cruzeiro do sul.

COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAMPUS ANÁLIA FRANCO SÃO PAULO, 2017


AndrÊ Gabriel Souza 1503292-2 Caroline Barbosa Pereira 1549867-1 Francisco Lucas Alves De Aquino1562973-2 Milene Medeiros 1571907-3 Rodrigo Ferreira Dal Col 1561731-9 Rosângela Caja Silva 1566097-4 Samara Beatriz dos Santos 1505223-1


Projeto Simulado de Campanha 2017 “Cordas que Restaram” OSEEC BRASIL

Orientadores: Prof. Christian David Rizzoto Petrini Profa. Lidiane Campos Britto Profa. Ivani Falcão Profa. Kátia Pellici Cembrone Prof. Ricardo Fortunato


Dedicamos à todos os moradores do Extremo da Zona Leste de São Paulo, e a todos os voluntários da OSEEC Brasil, que mesmo em meio as adversidades se envolvem com os projetos da ONG.


AGRADECIMENTOS Agradecemos a Deus, que nos guiou e iluminou em todo o projeto. As nossas famílias e amigos, que nos deram forças para chegarmos até aqui, e aos professores que nos orientaram desde o ínicio para que conseguissemos realizar esse projeto com perfeição.


RESUMO O projeto tem a finalidade de criação de uma campanha com um período de 6 meses para o Projeto “Cordas que Restaram”, desenvolvido pela OSEEC Brasil (Organização Social de Estímulo a Educação e Cultura no Brasil), organização sem fins lucrativos, localizada no Extremo da Zona Leste de São Paulo. O trabalho apresenta todas as análises ambientais , metodologias de pesquisa, planejamento estratégico, táticas e estratégias de mídia e as criações desenvolvidas para a campanha.


SUMÁRIO A Agência ........................................................................................... 8 Introdução ......................................................................................... 11 O Cliente ............................................................................................ 13 Briefing .............................................................................................. 16 Macroambiente ................................................................................ 19 Microambiente ................................................................................. 29 Pesquisa ............................................................................................. 33 SWOT .................................................................................................. 41 Planejamento .................................................................................... 43 Tema, conceito e slogan .................................................................. 51 Mídia ................................................................................................... 53 Criação ................................................................................................ 63 Anexos ................................................................................................ 84 Conclusão .......................................................................................... 88 Bibliografia ........................................................................................ 90


A AgĂŞncia


Introdução


INTRODUÇÃO

O Projeto Simulado de Campanha 2017, desenvolvido pelos alunos do curso de Publicidade e Propaganda do 5º/6º semestre, tem por objetivo o desenvolvimento de uma campanha com duração de 6 meses para o “Projeto Cordas que Restaram”, implementado pela OSSEC Brasil, uma organização sem fins lucrativos que atua no extremo da zona leste de São Paulo. A partir do briefing apresentado pelo cliente foram desenvolvidas pesquisas para tomar conhecimento sobre a OSEEC e saber quais as dificuldades encontradas pela organização em relação as outras instituições do terceiro setor. O trabalho realizado pela agência apresenta as análises macro-ambiental e micro-ambiental, as pesquisas e suas metodologias, as mídias a serem trabalhadas e o planejamento estratégico desenvolvido para a campanha. Com todas as pesquisas e análises, conseguimos ter um campo de visão mais amplo acerca do cliente e assim desenvolver uma campanha que atenda suas necessidades.

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O Cliente


OSEEC Brasil A Oseec Brasil (Organização Social de Estímulo a Educação e Cultura no Brasil) nasceu com a responsabilidade de recuperar moradores de rua e dependentes químicos e no campo da prevenção atua com a EDUCAÇÃO e CULTURA para que as más oportunidades não cheguem primeiro na vida das crianças e adolescentes de bairros periféricos. Fundada em 2013 a Oseec Brasil entendeu que a “EDUCAÇÃO E A CULTURA SÃO A PORTA DE ENTRADA PARA MUDANÇA, PARA TRANSFORMAÇÃO” e por esta razão criou os projetos: Oseec Brasil pela Musica, Oseec Contracena, Cine Oseec Cultural, Reserva Cultural e Ciclo Cultural de Palestras, e o Projeto “Cordas que Restaram”. Ainda na LUTA contra o Câncer de MAMA criou o projeto +MULHER onde pretende atingir o maior numero de mulheres que realizam o exame periódico de mamografia. Desde a fundação percebemos que a filosofia africana “Sou quem Sou Porque Somos Todos Nós” é uma corrente que leva a um forte aperto de mãos que faz com que ajudemos o próximo porque afinal: GENTE PRECISA DE GENTE PARA SER GENTE !!! A Oseec Brasil é mais que uma entidade social é uma entidade cultural que busca colocar dentro das periferias OPORTUNIDADES para que nosso futuro não seja o reflexo de um país desesperançoso.

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Briefing


Cliente OSEEC Brasil

Verba 20% dos valores dos instrumentos= R$ 9.174,00 20% do valor do salário dos professores= R$ 20.239,3 TOTAL = R$ 29,413,30

Produto/Serviço Projeto “Cordas que Restaram”

Período Janeiro á Junho de 2018

O Projeto “Cordas que Restaram” da Oseec busca entrar nas escolas públicas com uma breve palestra seguida de uma apresentação orquestral, de modo, a proporcionar aos adolescentes da periferia uma oportunidade de ampliar seus conhecimentos culturais e resgatar sonhos destruídos por uma realidade pobre. O objetivo é mudar a estatística da ONU que diz que o jovem nascido na periferia viverá até seus 24 anos de idade, afinal, sabemos que assim como a educação a cultura é a porta de entrada para mudança, para transformação.

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Pedidos do cliente - Criar um plano que atraia investidores para o patrocínio do projeto “CORDAS QUE RESTARAM”: doação de instrumentos e custeio dos professores, além de outras necessidades que a escola de música a ser montada dentro da periferia necessite, lembrando que as aulas serão gratuitas (90 instrumentos - Violino, Violoncelo, Viola e Contrabaixo.) (R$ 101.196,00 para custeio de professores em um período de 3 anos e 1 professor por turma.) - Criar um plano de marketing digital que alcance o maior número de pessoas para conhecerem a Oseec Brasil e seus trabalhos e assim passem a curtir as páginas da Instituição nas mídias sociais: Facebook e Youtube. - Criar um plano que atraia o maior número de jovens das comunidades pobres e desperte a vontade de se tornarem musicistas: instrumentos de cordas e metais, buscando a Instituição para se tornarem alunos.

Praça São Paulo e Interior de São Paulo

Público-Alvo - Sociedade civil - Todos que tem interesse de fazer doações - Iniciativa privada- Empresas que possam doar ou se tornar patrocinadores - Crianças e jovens a partir dos 7 anos de idade.

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Macroambiente


AMBIENTE DEMOGRÁFICO Dados demógraficos do Estado de São Paulo Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE de julho de 2016 , o estado de São Paulo possui uma população estimada de 44.749.699 habitantes. Esse número representa cerca de 21,7% de toda a população do Brasil que tem 206.081.432 habitantes. - Crescimento populacional O ritmo do crescimento da população vem desacelerando ano a ano. Em 2016, a taxa geométrica de crescimento anual da população foi de 0,85% - em 1991, essa taxa era de 2,12%, segundo dados do Perfil Estadual da Fundação SEADE . Abaixo, a evolução da população do estado evoluiu de 1980 a 2016 (dados da Fundação SEADE): 1980: 24.953.238 habitantes 1985: 27.715.306 habitantes 1990: 30.783.108 habitantes 1995: 33.848.251 habitantes 2000: 36.974.378 habitantes 2005: 39.201.179 habitantes 2010: 41.223.683 habitantes 2014: 42.673.386 habitantes 2016: 43.359.005 habitantes (44.749.699, segundo o IBGE)

De acordo com a projeção populacional de 2016 da Fundação SEADE , com base no número estimado de 43.359.005 habitantes, a população paulista é composta por 21.100.483 homens e 22.258.422 mulheres. Isso significa que há 94,8 homens para cada 100 mulheres vivendo em São Paulo. - Educação De acordo com os dados de 2015 da Fundação SEADE , as estatísticas relativas à educação no estado de São Paulo apresentam os seguintes números: Matrículas na Creche: 974.665 Matrículas na Pré-Escola: 1.086.871 Matrículas na Educação Infantil: 2.061.536 Matrículas no Ensino Fundamental: 5.330.730 Matrículas no Ensino Médio: 1.850.513 Matrículas na Educação Especial: 40.771 Matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Ensino Fundamental: 211.800 Matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Ensino Médio: 242.205 - População economicamente ativa No Estado de São Paulo, no período 2000-2010, em torno de 55% da população de dez anos e mais foi considerada economicamente ativa. Entre os homens, essa proporção tem se mantido praticamente constante em 70%; já entre as mulheres, registra-se um significativo incremento, chegando a 52%

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em 2010. Paralelamente, observam-se mudanças significativas na dinâmica demográfica paulista, em especial uma diminuição acentuada no ritmo de crescimento populacional, como resultado da queda da fecundidade – em 2010, a taxa atingiu 1,7 filho por mulher – da longevidade crescente, chegando a 71,5 anos para os homens e 78,6 para as mulheres, e da participação reduzida da migração, com uma taxa de somente 1,2 migrante ao ano por mil habitantes. Os níveis de participação masculina nas atividades econômicas são sistematicamente mais elevados do que os das mulheres, para todas as idades ativas, em 2000 e 2010. Entretanto, enquanto nesse período a participação masculina apresentou redução de mais de 3%, a feminina registrou aumento superior a 9%. A maior participação masculina ocorre entre as idades de 30 a 39 anos (acima de 90%) e a de mulheres encontra-se na faixa de 25 a 34 anos. Em ausência de mortalidade, em média um trabalhador do sexo masculino ficaria em atividade por praticamente 45 anos, em um potencial máximo possível de 70 anos, se todas as pessoas fossem economicamente ativas dos 10 aos 80 anos. Entre as mulheres, esse número aumentou de 28 para 31 anos, entre 2000 e 2010. Entretanto, mesmo com esse incremento da participação feminina, o número de anos brutos de atividade masculina é 40% maior que o de atividade feminina, fato que ilustra as enormes dificuldades da mulher para incorporar-se ao mercado produtivo. Chama atenção o fato de que, no caso dos homens e, em menor medida, entre as mulheres, em 2010, o número estimado de anos na atividade econômica fique acima do número mínimo de anos de contribuição à previdência para a

aposentadoria integral, estabelecido pela Previdência Social em 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres. Esses resultados podem estar sugerindo que parte considerável da população encontra-se à margem desses benefícios e/ou que uma parcela significativa desse segmento tenha retornado à atividade econômica depois da aposentadoria. Por idade, a situação é bastante diferencial com relação ao gênero. Se considerada, por exemplo, a situação da faixa etária de 30 a 39 anos, na qual as taxas de participação masculina e feminina são mais elevadas, verifica-se que, em média, um trabalhador do sexo masculino ficará 9,1 anos em atividade, dos dez anos possíveis, enquanto uma trabalhadora ficará somente 7,4 anos. É interessante ressaltar que, entre os homens com idade inferior a 50 anos, o número de anos na atividade econômica diminuiu entre 2000 e 2010, enquanto acima dessa idade aumentou. Já entre as mulheres ocorreu aumento a partir dos 20 anos de idade. Pelo estudo, examinada inicialmente a situação para os homens, é possível notar que o efeito mortalidade reduz significativamente o tempo de permanência na vida ativa: 17,2% em 2000 e 11,9% em 2010. Já entre as mulheres, a redução no número de anos na vida ativa por causa da mortalidade é bem menor: chega a 6,5% em 2000 e é nula em 2010. Os dados mostram que, em 2010, na faixa etária de 10 a 69 anos, entre as causas de morte que formam esse grupo, aquelas relacionadas a doenças isquêmicas do coração e doenças cerebrovasculares representaram mais de 40% dos óbitos entre os homens e 36% entre as mulheres em São Paulo. O diabetes mellitus, nos homens, e os neoplasmas de mama, nas mulheres, responderam por mais de 6% das mortes desse grupo.

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População na Região do Alto Tietê A população do Alto Tietê cresceu 1,08% de 2015 para 2016 com base na estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números referentes a 2016 foram publicados no Diário Oficial da União nesta terça-feira (30). Na região nenhum município teve redução na população, ao contrário da estimativa de 24,8% dos municípios brasileiros. Arujá é a cidade com maior crescimento no número de moradores, segundo a estimativa do IBGE. O número passou de 83.939 em 2015 para 85.199 em 2016 - uma elevação de 1,5%. Já Salesópolis teve o menor crescimento populacional, de acordo com o IBGE. A população passou de 16.688 para 16.797. Mogi das Cruzes segue sendo a cidade mais populosa do Alto Tietê. A cidade tem 429.321 moradores. Em 2015 eram 424.633. O crescimento foi de 1,1%. Juntas, as 10 cidades do Alto Tietê registram 1.593.244 habitantes. Na estimativa divulgada em 2015, a população era de 1.576.252. O levantamento realizado em todas as cidades do país pode ser conferido no site do IBGE.

- Arujá 2016: 85.199 | 2015: 83.939 - crescimento de 1,5% - Biritiba-Mirim 2016: 31.479 | 2015: 31.158 - crescimento de 1,03% - Ferraz de Vasconcelos 2016: 186.808 | 2015: 184.700 - crescimento de 1,14% - Guararemax 2016: 28.664 | 2015: 28.344 - crescimento de 1,13% - Itaquaquecetuba 2016: 356.774 | 2015: 352.801 - crescimento de 1,13% - Mogi das Cruzes 2016: 429.321 | 2015: 424.633 - crescimento de 1,1% - Poá 2016:114.650 | 2015: 113.793 - crescimento de 0,75% - Salesópolis 2016: 16.797 | 2015: 16.688 - crescimento de 0,65% - Santa Isabel 2016: 55.476 | 2015: 54.926 - crescimento de 1% - Suzano 2016: 288.056 | 2015: 285.280 - crescimento de 0,75%

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- Educação Em nove das dez cidades do Alto Tietê a educação básica nas escolas públicas (estaduais e municipais) continua abaixo da expectativa nos ciclos finais do ensino fundamental (8º e 9º ano), segundo dados do Ministério da Educação. É o que mostra o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015 divulgado nesta quinta-feira (8). No Alto Tietê, apenas Poá conseguiu atingir a meta estipulada para o ano nos ciclos finais do fundamental com índice de 4.9. Na cidade, a escola que obteve melhor avaliação no ciclo final do ensino fundamental foi a Emeb Estância Hidromineral de Poá, com índice de 6.2. Nas demais cidades, as escolas públicas não atingiram a meta em 2015 e se mantêm no mesmo patamar - abaixo da expectativa - desde 2011, ou ainda, como no caso de Biritiba-Mirim e Salesópolis, que bateram a meta em 2011, tiveram queda nos índices dos anos seguintes (2013 e 2015). A situação é diferente na avaliação dos anos iniciais do ensino fundamental (4º e 5º ano). Em 2015, todas as cidades, com exceção de Arujá, bateram a meta estipulada. No Fundamental II (8º e 9º ano), a meta de 2015 estipulada para as escolas públicas de Poá era de 4.8. Na avaliação do governo federal, a cidade alcançou 4.9, tornando-se a única do Alto Tietê a conseguir superar a meta. As demais cidades, ficaram abaixo da meta estipulada. Já nos ciclos iniciais do ensino fundamental (4º e 5º ano), nove, das dez cidades atingiram ou ultrapassaram a meta de índice de desenvolvimento da educação nas escolas públicas. Guararema conseguiu o maior índice: 6.6. A meta para as escolas do município em 2015 era de 6.3. Em seguida está

Salesópolis (6.4), Mogi das Cruzes (6.3), Poá (6.2), Santa Isabel e Suzano (6.0), Ferraz (5.9), Biritiba-Mirim (5.7) e Itaquaquecetuba (5.4). Arujá ficou 0.1 ponto abaixo da meta, que era de 6.1. - População economicamente ativa A taxa de desemprego aumentou nas dez cidades do Alto Tietê, incluindo Guarulhos. O comparativo mostra elevação de 18,6% para 21,3%. Os dados correspondem a agosto de 2016 e 2017, respectivamente. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (27) e fazem parte da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). O contingente de desempregados foi estimado em 1.988 mil pessoas, 63 mil a menos que em julho deste ano. Esse resultado deveu-se à redução da População Economicamente Ativa (102 mil pessoas saíram da força de trabalho, ou -0,9%), que ocorreu de forma mais intensa do que o decréscimo entre os ocupados (menos 39 mil postos de trabalho, ou -0,4%). Entre junho e julho de 2017, o rendimento médio real dos ocupados cresceu 2,0% e o dos assalariados, 1,7%, passando a equivaler a R$ 2.076 e R$ 2.137, respectivamente. O nível de ocupação diminuiu ligeiramente (-0,4%), estimando-se o contingente de ocupados em 9.120 mil pessoas. Segundo posição na ocupação, o número de assalariados reduziu-se (-0,7%), devido ao comportamento do setor público (-4,3%) e, em menor intensidade, do privado (-0,3%). Nesse último, o número de trabalhadores com carteira assinada ficou praticamente estável (-0,1%) e ocorreu decréscimo entre os

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os sem carteira (-1,6%). O contingente de autônomos diminuiu (-2,0%), enquanto o de empregados domésticos elevou-se (2,8%). Entre junho e julho de 2017, o rendimento médio real dos ocupados cresceu 2,0% e o dos assalariados, 1,7%, passando a equivaler a R$ 2.076 e R$ 2.137, respectivamente. Entre os assalariados do setor privado, esse comportamento foi devido ao aumento dos rendimentos pagos na Indústria de Transformação (4,4%),Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (2,0%) e Serviços (0,9%), bem como ao daqueles com carteira de trabalho assinada (2,3%) e sem carteira (1,4%). Entre os trabalhadores autônomos, observou-se redução de seus rendimentos médios (-0,8%).

AMBIENTE ECONÔMICO A crise econômica que o país vive está afetando e terceiro setor. Muitas das grandes entidades assistenciais foram afetadas pela crise. As doações passaram a sofrer quedas, tanto de pessoas físicas, quanto jurídicas. Em São Paulo, por exemplo, a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), registrou uma queda de 30% no ano de 2015. As consequências dessas quedas são muitas vezes o fechamento dessas organizações. Com 1,39 milhão de atendimentos em todo o país cerca de 60% em São Paulo, a AACD teve queda de 30% nas doações deste ano que representam 30% das receitas anuais da entidade. Embora registrado no ano de 2015, esse cenário não mudou muito, as organizações ainda continuam com dificuldades para conseguir doações. As saídas que eles encontram

muitas vezes é a divulgação e arrecadação online pelo fato de ser algo que atinge um maior público. Em contrapartida, ongs que não vivem exclusivamente de doações, não sentem tanto os impactos da crise. Essas organizações dependem do dividendo do setor financeiro ou agro, que não foram tão afetados quanto outros. Podemos usar como exemplo a Fundação Bunge, que é uma entidade social da Bunge Brasil, gigante do agronegócio brasileiro. Parte das receitas da Bunge, são oriundas do mercado de imóveis comerciais. Mesmo não passando por grandes dificuldades, essas organizações também registram quedas. No ano de 2016, por exemplo, a Bunge registrou uma queda de 12% nas receitas, o que significa um valor bem menor se compararmos a queda da AACD, que foi de 30%. “Como o mercado imobiliário não está aquecido, o budget deste ano está menor em função da devolução de alguns destes imóveis”, explica Cláudia Calais, diretora-executiva da Fundação. No entanto, o valor repassado da Bunge para a fundação não sofreu alterações. “Isso resultou em uma redução de 12% nas nossas receitas”, completa Claudia.” Diante do cenário descrito, podemos ver o quanto a economia afeta o terceiro setor. E é por isso que muitas Organizações recorrem à eventos sociais para angariar recursos, como os bazares beneficentes. Outra das vertentes da crise, foi em relação aos voluntários, que por muitas vezes deixaram as organizações para ajudar as famílias na crise. O fato se deu porque maior parte do voluntariado de ongs são pessoas da terceira idade, e com a crise, os familiares dessas pessoas tinham que demitir os seus funcionários e essas pessoas iam ajudar a família. Foi o caso da ong Tradef, localizada em Mogi das Cruzes (SP).

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Logo, a perda das ongs, não se deu apenas em relação a condições financeiras, mas no voluntariado também. “Tínhamos muita gente que se aposentava e vinha trabalhar voluntariamente conosco. Mas o filho ou o marido tem empresa e precisaram mandar embora funcionários. Então, essas pessoas foram ajudar a família. Então perdemos também”, destaca Ieda.”

AMBIENTE NATURAL Cerca de 200 espécies de árvores são usadas na produção de instrumentos musicais no planeta; 70 delas são ameaçadas de extinção. O uso recorrente dessas madeiras, inclusive por indústrias de outros segmentos, como o de móveis, explica a ameaça e a raridade de algumas espécies. No Brasil, por exemplo, é crítica a situação do jacarandá-da-bahia, utilizado em instrumentos de corda, e do pau-brasil Caesalpinea echinata, utilizado para fabricar arcos de violino. Ambas são protegidas por Lei e têm a derrubada proibida. A madeira de pau-brasil é muito procurada no exterior, sendo considerada mundialmente a única que reúne características ideais de ressonância, densidade, durabilidade, beleza, além da extensão da curvatura, do peso, da espessura e de preciosas qualidades tonais, para a confecção dos melhores arcos de instrumentos de corda. O cerne do pau-brasil é alaranjado, bastante evidente na árvore recém-cortada, decorrente da presença de brasilina, que oxida com a exposição ao ar, assumindo uma coloração vermelha-coral, muito apreciada. O Brasil, embora possua uma riquíssima biodiversidade e uma das mais vastas florestas tropicais do mundo, importa instrumentos musicais acabados ou madeiras para a fabricação

desses instrumentos. Essas madeiras, de utilização nobre devido a sua escassez, possuem alto valor econômico e o elevado preço dessa matéria-prima pode desestimular a produção nacional de violinos, violas, violoncelos, clarinetas, oboés, pianos e outros. A raridade dos troncos encarece o preço final dos instrumentos musicais. Esse cenário levou as fábricas brasileiras, como Hering, Gianini, Di Giorgio, além de luthiers, a reservarem parte da produção habitual para instrumentos feitos com madeiras nacionais alternativas.

AMBIENTE TECNOLÓGICO As ferramentas tecnológicas têm sido, cada vez mais, aliadas aos processos de ampliação da cultura de doação no país. Principalmente quando a proposta é conquistar doadores individuais. Nos últimos anos, ampliou-se o número de plataformas de crowdfunding, por exemplo, na qual, seja por meio do computador ou do próprio celular, qualquer pessoa pode apoiar projetos de impacto que buscam a transformação social e fazer a diferença com apenas alguns cliques. A Juntos.com.vc – uma plataforma de financiamento coletivo -, por exemplo, só em 2015, conseguiu mais de 11 mil doações para 115 projetos de impacto social coletivo, captando R$2.5 milhões. A meta, para este ano, é de R$3 milhões. Desde o seu lançamento, já foram mais de 300 campanhas apoiadas pela plataforma e R$5 milhões captados. A experiência, inclusive, foi sistematizada num manual, lançado este ano sobre o tema. Segundo Lucas Harada, coordenador de Comunicação da Juntos.com.vc, o crowdfunding tem se mostrado um mecanismo interessante para as organizações que querem iniciar um projeto ou que precisam

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de um apoio para expandir alguma ação. O próximo passo agora é para dar conta de um desafio constante para as organizações da sociedade civil no Brasil: conquistar doadores recorrentes, que apoiem a entidade constantemente e não especialmente para um projeto ou programa, garantindo a sua sustentabilidade. “Hoje, as ferramentas de captação via crowdfunding são ótimas, por serem menos burocráticas e conseguirem engajamento de um número grande de pessoas. Mas, muitas vezes não resolvem a questão de sobrevivência da organização. O ideal é que as entidades conseguissem ter uma renda mensal via essas ferramentas para se planejar e executar a sua proposta e não para um projeto específico”, comenta.

AMBIENTE POLÍTICO/LEGAL Terceiro Setor corresponde às instituições sem fins lucrativos, que geram bens e serviços em prol da sociedade. As entidades do terceiro setor são regidas pelo código civil de 2002 (lei 10.406. /2002) e juridicamente constituída em regras para associações e fundações, normalmente chamadas de ONGs. Mas para as regras e leis se aplicarem de forma corretas têm que ser classificadas e intituladas conforme as suas utilidades e atividades exercidas.

- Qualificação como organização social (OS) São entidades constituídas por pessoas físicas de direito privado, sem fins lucrativos. Essa qualificação não é um direto e nem opção, mas a entidade é classificada de acordo com determinado critério do poder público regulamentada pela lei 9637/98. São organizações que trabalham com, saúde, cultura, pesquisa, ensino e proteção do meio ambiente, entre outras atividades desenvolvida pelo poder público. - Título de utilidade Pública Federal (TUFA) São entidades que têm um importante valor social e de utilidade pública. Para obter esse título a entidade tem que cumprir todos requisitos e principalmente promover atividades de pesquisa científica, educação, arte, cultural e filantrópica. Seguindo as regras poderá receber descontos no imposto de renda, auxílio e doações e realizar sorteio pelo ministério da justiça. Está regulamentada pela lei 91/35 e os decretos 50.517161 e 3415/00. - Certificado de entidade beneficente de assistência social (CEAS) Este certificado é regido pelo art. 203 da constituição federal, pela lei 8742/93 decretos 2536/98 e resolução CNAS nº 177/00. Esse título é dado pelo conselho de assistência social (CNAS) órgão ligado ao ministério do desenvolvimento social e combate à fome. Toda entidade que possuir esse certificado terá benefícios de inserção da cota patronal do INSS, mas para isso tem que seguir o regulamento, cumprindo todo os requisitos propostos da legislação.

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- Certificado de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou OSCIP é um título fornecido pelo Ministério da Justiça do Brasil, cuja finalidade é facilitar o aparecimento de parcerias e convênios com todos os níveis de governo e órgãos públicos (federal, estadual e municipal) e permite que doações realizadas por empresas possam ser descontadas no imposto de renda. OSCIPs são ONGs criadas por iniciativa privada, que obtêm um certificado emitido pelo poder público federal ao comprovar o cumprimento de certos requisitos, especialmente aqueles derivados de normas de transparência administrativas. Em contrapartida, podem celebrar com o poder público os chamados termos de parceria, que são uma alternativa interessante aos convênios para ter maior agilidade e razoabilidade em prestar contas. Uma ONG (Organização Não-Governamental), essencialmente é uma OSCIP, no sentido representativo da sociedade, mas OSCIP trata de uma qualificação dada pelo Ministério da Justiça no Brasil. A lei que regula as OSCIPs é a nº 9.790, de 23 março de 1999. Esta lei traz a possibilidade das pessoas jurídicas (grupos de pessoas ou profissionais) de direito privado sem fins lucrativos serem qualificadas, pelo Poder Público, como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIPs e poderem com ele relacionar-se por meio de parceria, desde que os seus objetivos sociais e as normas estatutárias atendam os requisitos da lei. Um grupo recebe a qualificação de OSCIP depois que o estatuto da instituição que se pretende formar tenha sido analisado e aprovado pelo Ministério da Justiça. Para tanto

é necessário que o estatuto atenda a certos pré-requisitos que estão descritos nos artigos 1º, 2º, 3º e 4º da Lei nº 9.790/1999. Pode-se dizer que as OSCIPs são o reconhecimento oficial e legal mais próximo do que modernamente se entende por ONG, especialmente porque são marcadas por uma extrema transparência administrativa. Contudo ser uma OSCIP é uma opção institucional, não uma obrigação. Em geral, o poder público sente-se muito à vontade para se relacionar com esse tipo de instituição, porque divide com a sociedade civil o encargo de fiscalizar o fluxo de recursos públicos em parcerias. A OSCIP é uma organização da sociedade civil que, em parceria com o poder público, utilizará também recursos públicos para suas finalidades, dividindo dessa forma o encargo administrativo e de prestação de contas.

AMBIENTE CULTURAL Ao longo do ano passado, 77% dos brasileiros fizeram algum tipo de doação, sendo que 62% doaram bens, 52% doaram dinheiro e 34% doaram seu tempo para algum trabalho voluntário. Se considerarmos apenas os que doaram dinheiro para organizações sociais, são 46%. No ano de 2015, as doações individuais dos brasileiros totalizaram R$ 13,7 bilhões, valor que corresponde a 0,23% do PIB do Brasil. Esses resultados integram o mais completo estudo já feito no país sobre o perfil do doador brasileiro. A ideia é que a Pesquisa Doação Brasil se repita com uma frequência entre três e cinco anos para que seja possível acompanhar a evolução da cultura de doação no país. O levantamento, ncomendado ao Instituto Gallup, entrevistou 2.230 pessoas em todo país,mais

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residentes em áreas urbanas e com renda familiar mensal a partir de um salário mínimo. “A Pesquisa Doação Brasil revela um retrato jamais visto, que servirá de base para uma grande campanha pela cultura de doação no país”, relata Paula Fabiani, diretora-presidente do IDIS – Instituto pelo Desenvolvimento do Investimento Social, que liderou a realização da pesquisa. Levando em conta as regiões do Brasil, em números absolutos, o Sudeste aparece em primeiro lugar, concentrando 43,5% dos doadores. O Nordeste vem na sequência com 31%. Depois aparecem o Sul, com 13%, Norte com 6,5% e Centro Oeste com 6%. Mais de um terço dos doadores, 36%, fizeram uma doação por mês ao longo do ano passado. Essas doações ficam na faixa de R$20 a R$40 mensais, ou seja, de R$240 a R$480 por ano. As mulheres doam para organizações com mais frequência que os homens, 49% contra 42%. De acordo com o estudo, o perfil do típico doador brasileiro é mulher com instrução superior, praticante de alguma religião, moradora das regiões Nordeste ou Sudeste, com renda individual e familiar acima de 4 salários mínimos. Três grandes temas sensibilizam o doador em dinheiro: em primeiro lugar é a saúde, com 40% das respostas, crianças ocupam a segunda colocação, com 36%, seguidas por combate à fome e à pobreza, com 29%. Oitenta por cento dos entrevistados disseram não se deixar levar pela emoção na hora de doar, sendo que apenas 20% admitiram praticar este ato por impulso. “Esse resultado é muito positivo para nós, afinal prova que o brasileiro tem grande consciência na hora de doar”, destaca Paula Fabiani. A principal razão para uma pessoa doar dinheiro é a solidariedade com os mais necessitados, indicando que existe uma

forte ligação entre o ato de doar e a gratificação emocional. A religião também exerce grande influência no hábito de doar dos brasileiros. Entre os que se declaram católicos na pesquisa, 51% praticam a doação em dinheiro. Entre os espiritas, esse porcentual chega a 58%. Entre os evangélicos entrevistados, 45% disseram fazer doação em dinheiro. Não são considerados aqui os pagamentos de dízimos ou mensalidades para associações. A Pesquisa Doação Brasil mostra não existir uma relação direta entre o tamanho da cidade e a prática de doação em dinheiro, ou seja, mesmo fora das grandes cidades, o brasileiro também doa. Porém, existe uma forte relação entre idade e a prática da doação em dinheiro. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência deste tipo de doação. O mesmo acontece em relação ao grau de instrução. Pessoas com nível superior, praticam mais doação em dinheiro.

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Microambiente


A OSEEC A Oseec Brasil (Organização Social de Estímulo à Educação e Cultura no Brasil) nasceu com a responsabilidade de recuperar moradores de rua e dependentes químicos e no campo da prevenção atua com a EDUCAÇÃO e CULTURA para que as más oportunidades não cheguem primeiro na vida das crianças e adolescentes de bairros periféricos. Fundada em 2013, por David Júnior, a Oseec Brasil entendeu que a “EDUCAÇÃO E A CULTURA SÃO A PORTA DE ENTRADA PARA MUDANÇA, PARA TRANSFORMAÇÃO” A Oseec Brasil é mais que uma entidade social é uma entidade cultural que busca colocar dentro das periferias OPORTUNIDADES para que nosso futuro não seja o reflexo de um país desesperançoso.

DADOS DA ORGANIZAÇÃO - Razão Social: Oseec Brasil (Organização Social de Estímulo à Educação e Cultura no Brasil) - Categoria: Organização Não Governamental - CNPJ: 19.362.558/0001-45 - Endereço: Rua Vicente Guida, 152, Vila Açoreana, Poá/SP (Filial Administrativa)

- E-mail: contato@oseec.org.br - Facebook: facebook.com/oseecbrasil

PROJETOS DA OSEEC - Reserva Cultural

O projeto “Reserva Cultural” da Oseec tem o propósito de proporcionar as pessoas de todas as idades das comunidades pobres o acesso à cultura. Sabendo que há grande carência pelas artes criaram os projetos: CINE OSEEC CULTURAL e CINE OSEEC KIDS, OSEEC CONTRACENA e os MUSICAIS: “Cordas que Restaram”, “Cantatas” e “Musical Beira-Mar”. A proposta é levar para dentro das periferias a arte em suas diversas modalidades sempre com o objetivo de incutir nestas pessoas a esperança de tornarem-se grandes artistas ou ao menos admiradores das artes.

- + Mulher

A Oseec criou o programa +MULHER que consiste não apenas na conscientização da prevenção do câncer de Mama, mas também na realização de ações preventivas, como a realização do exame de mamografia, numa luta para diminuir os dados dos anos anteriores, em especial, para atender as mulheres moradoras das periferias que não possuem à sua disposição este exame.

- Telefone: (11) 4639-8863

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- Ciclo Cultural de Palestras A OSEEC BRASIL criou o projeto CICLO CULTURAL DE PALESTRAS nas Universidades com temas relacionados, por exemplo, ao Empreendedorismo Social. Um dos objetivos é conscientizar o jovem universitário da importância que ele tem, enquanto, profissional de sua área, na sociedade, demonstrando que através de sua capacidade profissional e habilidades ele pode contribuir para uma sociedade mais justa, através de serviços comunitários e humanitários, à parte de sua lucratividade, haja vista que em uma sociedade defasada como a nossa há muitas famílias em extrema pobreza necessitando de sua ajuda social, cultural e pedagógica. Deste modo, a Oseec Brasil, através de seu Fundador e Presidente David Junior, leva até os universitários toda experiência adquirida em anos de trabalhos social, cultural e pedagógico e como atos voluntários podem salvar vidas. Acompanhado de sua equipe a PALESTRA se torna mais que um ato discursivo, mas sim um ato demonstrativo!

- Secundário: Arrecadação de fundos e voluntariado Empresas de todo o país, principalmente de são paulo que queiram realizar doações monetárias ou até mesmo prestação de serviços como um transporte, auxílio limpeza, entre outras. Voluntários que residam próximo a ONG ou que estejam dispostos a se locomover até o local.

PARCEIROS:

PÚBLICO-ALVO: - Primário: Para o projeto “Cordas que restaram” Crianças de acima de 7, que estejam matriculadas e frequentando a escola regularmente, que residam na Cidade Kemel e adjacentes e queiram ou estejam dispostas a aprender a tocar instrumentos musicais e realizar outras atividades dentro da ong.

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CONCORRENTES: Por se tratar de uma ong, a Oseec não possui “concorrência direta”, porém instituições como ABRINQ, AACD, Criança Esperança entre outras podem se tornar um viés na arrecadação de fundos da Ossec, pois as vezes as pessoas/empresas podem já ter doado para algumas destas instituições e não pretenda doar para outra por já doar valor já estabelecido ou tenha algum vínculo sentimental impossibilitando a ajuda de outras ongs. Isso ocorre principalmente com as ongs que possuem projetos semelhantes e utilizam da música como fator de mudança social e trabalham com jovens localizados na cidade de São Paulo e adjacências das regiões de Poá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Itaim Paulista onde a Oseec atua atualmente. As ações dos “concorrentes” normalmente são veiculadas pela TV e Internet, com campanhas em determinados períodos do ano ou em momentos específicos, tudo depende de como instituição deseja se posicionar e trabalhar a sua imagem.

INTERMEDIÁRIOS E FORNECEDORES: Por se tratar de uma ONG os fornecedores e intermediários são: Fundadores, Voluntários, Professores e Patrocinadores (UNICID, UNIP, UNICSUL, FÁBRICAS DE CULTURA, OAB e GOVERNO DE SÃO PAULO). Que de alguma forma podem levar novos alunos, instrumentos e patrocinadores para a ONG.

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Pesquisa


SUMÁRIO EXECUTIVO

Optamos pela elaboração de gráficos através de pesquisas realizadas com o público, assim possibilitando resultados concretos e atuais para criação de uma Campanha para ONG.

SEXO

PROBLEMA DA PESQUISA

Qual o perfil do público doador em São Paulo

OBJETIVOS - Traçar o Perfil do público doador e voluntário.

- Levantar dados demográficos, sociais, psicográficos e comportamentais desse público. - Saber se as pessoas ajudam em Projetos Sociais. - Descobrir qual tipo de Projeto Social é mais apoiado. - Descobrir se o público conhece a Oseec. - Descobrir de que forma o público ajudaria um Projeto de música Clássica, optando por doar, se voluntariar ou se não ajudaria.

De acordo com a Pesquisa Online, notamos que o público feminino é maioria. Sendo 52,9% mulheres e 47,1% são homens

ESTADO CIVIL

TÉCNICA DE COLETA DE DADOS:

Levantamento de dados quantitativos por meio de Pesquisa Online.

AMOSTRA: 68 pessoas

Dos entrevistados, podemos notar que a maioria é solteiro, sendo 77,9% e com um número bem menor de 16,2% são casados e por último sendo 5,9% são divorciados.

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ESCOLARIDADE

Dos entrevistados, podemos notar que a maioria está cursando ou não terminou o Ensino Superior, sendo 39,7%. Com um número um pouco abaixo, temos 27,9% dos entrevistados que completaram o Ensino Superior e em seguida 23,5% com o Ensino Médio completo. Bem abaixo temos 4,4% que completaram apenas até o Ensino Fundamental e 4,4% que não completaram o Ensino Fundamental e por último, 2,9% com o Ensino Médio Incompleto.

RENDA SALARIAL

Podemos notar que metade dos entrevistados recebe entre 1 e 2 Salários mínimos, sendo 50%. Em seguida 26,5% recebem entre 2 e 4 Salários mínimos. Em terceiro lugar entre 4 e 6 Salários mínimos, que são 14,7%. Com 5,9% temos os que recebem entre 6 e 10 e em último lugar Acima de 10 Salários Mínimos, sendo 2,9%.

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ZONA RESIDENCIAL

FAIXA ETÁRIA

Dos entrevistados, podemos notar que a maioria reside na Zona Leste, pois a pesquisa foi aplicada na mesma, com 72% dos entrevistados, bem abaixo temos 11% que residem na Zona Norte. Em seguida 10% que residem na Zona Sul e por último com 7% na Zona Oeste. Dos entrevistados, podemos notar que a maioria tem entre 17 e 24 anos, sendo 41%, e em seguida aqueles com a idade entre 25 e 31 anos, sendo 31%, com um número um pouco menor, temos 18% dos entrevistados acima de 40 anos e por último os entrevistados com a idade entre 32 e 39 anos, temos 10%.

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PARTICAPAÇÃO EM PROJETOS SOCIAIS

SABEM O QUE É UMA ONG E/OU COMO FUNCIONA

De acordo com a pesquisa, podemos notar que 68% nunca participou de qualquer tipo de Projeto Social e 32% já participaram, sendo somente Igreja, Projetos com crianças e Projeto Cultural.

Podemos notar que a maioria dos entrevistados conhece ou sabe como funciona uma ONG, sendo 79,4% e bem abaixo com 20,6% aqueles que não sabem o que é uma ONG.

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PROJETOS SOCIAIS QUE DOARIA

De acordo com a pesquisa, podemos notar que o tipo de Projeto mais “apoiado” é o de Pessoas Carentes, sendo 36,6% dos entrevistados, logo em seguido com um número não tão menos, temos 35,3% que ajudariam em algum Projeto de Proteção Animal, com menos da metade, sendo 14,7% temos os que ajudariam algum Projeto Educacional. Com 8,8% os que ajudariam Projeto Cultural e por último, sendo 5% os que ajudariam outros tipos de Projeto.

SABEM O QUE É UMA ONG E QUAL ONG CONHECE

De acordo com a pesquisa, temos a visão de que 60% conhecem algum tipo de ONG, para sabermos quais, deixamos um espaço em aberto para que eles pudessem menciona-las, a ONG mais citada foi AACD e as seguintes conforme estão ao lado do Gráfico. E temos 40% dos entrevistados que não conhecem nenhum tipo de ONG.

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CONHECEM A OSSEC BRASIL

AJUDARIAM UM PROJETO DE MÚSICA CLÁSSICA E DE QUAL FORMA

Como sabemos, a Oseec é uma ONG sem muito conhecimento do Público, de acordo com a Pesquisa, podemos notar que apenas 9% dos entrevistados, conhecem a Organização e os outros 91% não conhecem e nunca ouviram falar. De acordo com a pesquisa, podemos notar que a maioria dos entrevistados ajudaria um Projeto focado em Música Clássica. Perguntando também, de que forma essas pessoas ajudariam e 48,5% deles, seria voluntário, 27,9% ajudaria com doações financeiras, 20,6% não ajudaria de nenhuma maneira e com um número bem abaixo 2,9% ajudaria com Doações de Instrumentos

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CONCLUSÃO

Em meio as pesquisas realizadas, notamos que a maioria tem entra 17 e 24 anos e são do sexo feminino, sendo 77% solteiro e com o Ensino Superior Incompleto. A Pesquisa foi aplicada na Zona Leste, portanto a maioria das respostas são da Região Leste. A maioria conhece e sabe como funciona uma ONG, porem somente 32% deles, já participaram de algum Projeto Social e os Projetos mais apoiados são Instituições de apoio a Pessoas Carentes e Proteção Animal. Mas de acordo com as respostas, podemos notar que 48,5% seriam voluntários de um Projeto de Música Clássica e 27,9% fariam doações financeiras. Com esses resultados, a Agencia criou a Campanha de Envolvimento. Mostrando que o Apoio que um Projeto Musical pode trazer para a vida de uma criança, pode ser essencial para o seu futuro.

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SWOT


FORÇAS

FRAQUEZAS

OPORTUNIDADES

AMEAÇAS

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Planejamento


Problema de comunicação

Pouco investimento em marketing. Site desatualizado e com falta de conteúdo. ONG desconhecida. Falta de posicionamento da marca.

Objetivos de Marketing

Aumentar de 6 parceiros para 9. Arrecadar 90 instrumentos de corda. Aumentar para 10 voluntários. Aumentar para 6 Turmas de alunos. Aumentar 6 Professores. Arrecadar R$101.196,00 para o pagamento dos Professores por 3 anos. Conquistar mais 90 alunos.

Objetivos de Comunicação

Atualizar o Site e Redes Sociais. Criar Identidade Visual. Conscientizar o público de que a Música pode mudar vidas. Incentivar doações. Tornar a ONG mais conhecida. Apresentar a ONG para o público alvo. Reposicionamento da marca.

ESTRATÉGIAS

•Utilizar Redes Sociais e Canais Digitais •Conquistar Parceiros •Marketing Direto

TÁTICAS

Utilizar Redes Sociais e Canais Digitais •Modificar e atualizar todo o conteúdo do Site, Facebook e Criar uma página no Instagram. •Interagir com os usuários nas páginas, entregando uma resposta em tempo estimado de até 5 minutos. •Publicações de Comunicação Visual e Audiovisual com diversos tipos de Histórias reais de como a Música pode mudar uma vida. •Utilizar as redes sociais para mostrar a importância de uma doação e da cultura. •Criar um Instagram para uma comunicação melhor. •Campanha na Internet e Rádio. Conquistar Parceiros Realizando eventos que chamem a atenção. •Atuando nas Redes Sociais de forma forte e frequente. •Entrando em contato com possíveis empresas que possam apoiar o Projeto.

Marketing Direto

•Enviar e-mail Marketing para usuários que acessarem o Site da Oseec, desde que aceitem o envio. •Oferecer um Mascote para os doadores.

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Fases de Campanha

A Campanha será dividida em duas Fases

Fase 1 – Janeiro/ 2018 a Março/ 2018

O Objetivo dessa Fase, é fazer com que o público conheça a Oseec, criar uma identidade Visual nova e atuar nas Redes Sociais.

Fase 2 – Abril/ 2018 a Junho/ 2018

O Objetivo dessa Fase, é atrair parceiros, doadores, voluntários e alunos, após a Oseec já ser conhecida por um certo número de pessoas. A fase finalizará com um Evento.

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AÇÕES AÇÃO 1: OSEEC SUMMER FEST Para que o Público conheça a ONG e para a arrecadação de dinheiro para o Projeto Cordas que Restaram, será realizado um festival com a parceria de cantores e bandas conhecidas por todas as gerações. A orquestra da Oseec realizará a abertura dos shows e haverá uma breve explicação do Projeto. Assim alcançando o objetivo de trazer conhecimentos da ONG para as pessoas. O valor cobrado pelo ingresso será de R$35,00. No evento haverá barracas de comida e um espaço para inscrições (alunos e voluntários) e doações. Haverá também a distribuição de folders institucionais da ONG Cantores convidados: Luan Santana, Melanina Carioca, Banda ANALICE e Péricles. Data: 23 de Junho Custo: 0,00 Responsáveis: Rosângela Cajá

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AÇÃO 2: “SEJA O APOIO” Com o objetivo de tornar a Oseec e o Projeto Cordas que Restaram mais conhecidos será lançado dois spots com o tema da campanha, que é “Envolvimento”. Spots que chamarão a atenção dos públicos, no intuito que esse público se envolva com o projeto e a ONG. Os spots circularão nas Rádios: Nova Brasil FM e Rádio Lookal FM Ferraz de Vasconcelos, durante 6 Meses. Período: Janeiro a Junho Custo: R$ 0,00 Responsáveis: Francisco Lucas

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AÇÃO 3: “APOIE O URSINHO LINO” Para arrecadarmos doações, criamos a campanha “APOIE O URSINHO LINO” Doando a partir de R$30,00, o doador ganha um Mascotinho do Projeto Cordas que Restaram. Assim incentivando a doação. É só preencher o cadastro, realizar a doação e enviaremos diretamente para a residência dos doadores. Período: O tempo que o Projeto estiver em andamento Custo: R$ 0,00 Responsáveis: Samara Beatriz

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AÇÃO 4: “MEU PORTO SEGURO” Para que a Oseec se torne conhecida por outras Regiões e consiga atrair mais patrocinadores, faremos um “Tour” com os alunos e Professores do Projeto, para isso, contaremos com o Patrocínio da Porto Seguro, que apoia Projetos Culturais e que em 2018 focará em Peças Teatrais e Projetos Musicais. Essa Ação ocorrerá em 2 Meses. Começando pelo Centro de São Paulo, onde ocorrerá a abertura da “Tour”. Trazendo incentivo para os alunos e mostrando que a Música pode mudar Vidas. Período: Março e Abril Custo: R$ 0,00 Responsáveis: Milene Medeiros

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AÇÃO 5: “COMPRE 1 APOIE MUITOS” Na compra de um instrumento Musical nas lojas Made in Brazil, durante 6 meses, a partir de 1 de Janeiro, será acrescentado o valor de R$3,00 em cada instrumento, que será direcionado para a Oseec. O intuito dessa campanha é alertar os músicos que uma doação pequena, pode mudar o futuro de uma criança. Período: Janeiro à Junho Custo: R$ 0,00 Responsáveis: Milene Medeiros

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Tema, conceito e slogan


TEMA: ENVOLVIMENTO

O Tema de Campanha escolhido foi baseado com dados da pesquisam e também no ato das pessoas se envolverem com os projetos da OSEEC, mesmo em meio as dificuldades encontradas. Todos estão envolvidos de algumas forma, sejam os voluntários, os fundadores e até as pessoas atendidas pela Ong.

CONCEITO: DESENVOLVIMENTO

É o envolvimento que traz desenvolvimento, por isso o conceito de campanha é esse. Quandp nos envolvemos com um projeto como o Cordas que Restaram, ou qualquer outro ao decorrer de nossas vidas, nos desenvolvemos como pessoas e muitas vezes ajudamos no desenvolvimento do outro.

SLOGAN: “ENVOLVER PARA DESENVOLVER” Juntando tema e conceito definimos o slogan da campanha: “Envolver para desenvover”

O objetivo do tema e conceito é atrair Crianças e Jovens das comunidades pobres, para o desenvolvimento do seu futuro e não somente esse público, mas também atingir os futuros doadores e voluntários para o Projeto. Mostrando que com o Envolvimento de cada um, podemos gerar o desenvolvimento de uma comunidade. Em cada campanha, mostrando que o apoio é essencial, e que o Projeto Cordas que Restaram, traz a esperança de um futuro melhor.

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Mídia


Objetivo de Mídia

Público-Alvo:

- Alcance A agência optou pelo Médio Alcance, pois o objetivo é tornar a organização Oseec mais conhecida e aumentar o número de doadores, voluntários e alunos. O fator determinante para o médio alcance foi devido a instituição não ser conhecida pelo público. O alcance será de 51%.

- Sociedade civil - Todos que tem interesse de fazer doações - Iniciativa privada- Empresas que possam doar ou se tornar patrocinadores - Crianças e jovens a partir dos 7 anos de idade.

Frequência: Apoiado em dados de pesquisa aplicada, constatamos que das pessoas que já se envolveram de alguma forma com projetos sociais, grande parte delas não são habituadas a realizar doações em projetos culturais. Por isso optamos pela Frequência Média Média. A frequência definida foi de 6. Continuidade: A continuidade trabalhada será pulsada. Porque, o público não é habituado a realizar com frequência as doações e optam por instituições mais conhecidas, dessa forma o público é infiel, caracterizando continuidade linear. Mas também a campanha precisa ser dinâmica e rápida, pois o projeto divulgado é musical e não é um dos segmentos que recebem mais doações, segundo a pesquisas já realizadas, se tornando um incomum ao público, um perfil para a continuidade Onda. Dessa forma a continuidade mais indicada para essa campanha será pulsada, pois mistura as características de ambas.

Praças de Veiculação São Paulo/SP (SP1) e Interior de São Paulo (SP2).

Verba R$ 7.507,00.

Estratégia de Mídia Os meios selecionados pela agência foram: - Jornal impresso; - Rádio; - Out Off Home (OOH); - Internet.

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Jornal impresso

Internet

Segundo Secretaria de comunicação da presidência ao Ibope, a pesquisa Brasileira de Mídia aponta que jornal impresso é líder no quesito credibilidade das informações para os brasileiros comparados aos outros meios de comunicação. De acordo com o jornal Estadão, o porcentual dos entrevistados que disseram que confiam sempre ou muitas vezes nas notícias publicadas em jornais é de 59%. Rádio e televisão têm 57% e 54%, respectivamente.

É um meio consumido pelas mais variadas faixas etárias. É o terceiro meio de comunicação mais usado no Brasil. A taxa de penetração nesse meio é de 58%. (Fonte: EBC Brasil).

Rádio

Veículo 1: Rádio Lookal FM Ferraz De Vasconcelos A Emissora de rádio local, produz conteúdos gerados em Ferraz atingindo o público da comunidade. Podendo assim atrair novos alunos e voluntários para fazer parte da ONG.

É um meio que requer o imaginário do público, possui imediatismo e instantaneidade, além de ser um meio presente nos mais diversos dispositivos. A taxa de penetração nesse meio é de aproximadamente 61%. (Fonte: Mídia Dados 2016).

Out Off Home (OOH) É um meio que coloca o público “de cara com o anúncio”, possibilitando uma maior depreensão do anúncio. É um meio que atinge diversos públicos, mas sobretudo, o público jovem. Pois está ao redor das universidades, no metrô, etc. A taxa de penetração nesse meio é de aproximadamente 64%. (Fonte: Mídia Dados 2016).

TÁTICAS - Meio: Rádio

Veículo 2: Antena 1 Devido ser uma emissora voltada a classe AB, a agência tem intenção de atingir esse público como possíveis doadores e/ou investidores. Com base em pesquisas identificamos que cerca de 48% dos ouvintes da rádio, estão localizados no estado de São Paulo. Portanto a emissora é ideal para realizarmos as inserções e atingir o máximo de pessoas possíveis e tornar a Oseec mais conhecida. (Fonte: Mídia Kit: Rádio Antena 1).

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- Meio: OOH Veículo: Metrô O Metrô é um espaço onde podemos encontrar os mais diversos públicos. Pessoas vão e vem o tempo todo. A chance de uma pessoa ser impactada mais de uma vez é enorme, pois muitos usam o meio para se locomover para o trabalho ou escola. Tendo assim muitas vezes um itinerário de ida e volta. A agência decidiu escolher pela compra de 10 unidades de painéis de trem no período de 30 DIAS na Linha Vermelha do metrô, que é considerada linha Premium. Nela estão as estações: Anhangabaú, Artur Alvim, Brás, Corinthians Itaquera, Palmeiras Barra Funda, Republica, Sé e Tatuapé nas linhas 1,2,3,5 e 15. Além disso escolhemos a compra de 3 painéis de escada (um lado completo) em 3 estações, sendo elas: Anhangabaú, Tatuapé e Sé.

- Meio: Internet Veículo 1: You Tube: Por ser uma das primeiras plataformas de vídeos do mundo, o You Tube recebe milhares de acessos por dia e possui formatos de exibição de alta qualidade.

Veículo 3: Facebook Esse projeto tem intenção de tornar a Oseec mais conhecida, portanto o facebook é uma excelente plataforma devido à grande interação do público com os anúncios. Veículo 4: Instagram É uma das redes sociais mais usadas atualmente pelas jovens, como o intuíto da campanha é buscar voluntários, alunos, parceiros e doadores para o projeto, será um dos meios que ajudaram nessas divulgações por meio de anúncios e campanhas instrucionais do projeto.

- Meio: Jornal Impresso Veículo 1: Jornal Folha de São Paulo: É um jornal de grande credibilidade no estado de São Paulo. Com base em pesquisas identificamos que, 50% dos leitores pertence a classe B, ou seja, é o público alvo que buscamos como possíveis doadores/investidores. (Fonte: Target Group Index – Kantar IBOPE - 2015). Veículo 2: Jornal Alto Tietê: Por ser um jornal mais segmentado na região, podemos atingir com mais facilidade o público da comunidade.

Veículo 2: TV Cenário: É um canal de TV pela internet que reúne conteúdos gerados em Ferraz de Vasconcelos e em todo o Alto tiete.

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PLANILHAS

METRÔ

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JORNAL

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RÁDIO

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INTERNET

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Criação


NOVA IDENTIDADE VISUAL DA OSEEC E DO PROJETO CORDAS QUE RESTARAM

O simbolo mais conhecido de infinito (∞) é um 8 deitado, esse conceito foi utilizado na criação das letras, todas as letras tem como fundação, circulos iguais proximos um dos outros, criados com base em quadrados para criar uma circuncerência perfeita.

Para a criação do logo da Oseec, utilizamos como conceito os proprios conceitos da ONG, principalmente a frase “EDUCAÇÃO E A CULTURA SÃO A PORTA DE ENTRADA PARA MUDANÇA, PARA TRANSFORMAÇÃO”, focando principalmente em educação. A educação é troca de conhecimentos, seja na escola, nos nossos lares ou na sociedade. E conhecimento é infinito.

As letras da fonte são criadas respeitando a circunferência desses circulos e e ângulos precisos

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Para finalizar, o simbolo que percorre toda a extensão das letras é feita com base na ideia de um livro deitado, os livros são simbolos universais de educação e conhecimento A cor preta foi utilizada por serem cores que se adaptam a maioria das situações, podendo ter as cores invertidas facilmente sem perder as características. e passar uma impressão de ser uma ONG séria em suas ações.

O logo do projeto foi desenvolvido levando em consideração todo o conceito do nome do projeto, a história de Itzack Perlman e a apresentação no qual ele realizou sem uma das cordasdo violino. Representando isso está o simbolo do violino, faltando uma das cordas, e as linhas onde o texto se encontra remetendo ao espelho do violino, mas somente três linhas. A linha faltando é propositalmente a quarta corda (ou no caso das linhas, a do topo), por ser a corda mais fina e com mais possibilidade de romper com a tensão aplicada quando de afina o violino. A fonte utilizada é a Brush Script MT Italic, uma fonte manuscrita que remete delicadeza, prezando por deixar a leitura mais efetiva, a letra Q foi alterada para a fonte Monotype Corsiva, que combinou completamente com o conceito. A cor preta e cinza foi utilizada por serem cores que se adaptam a maioria das situações, podendo ter as cores invertidas facilmente sem perder as características. e passar uma impressão séria.

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NOVO SITE DA OSEEC BRASIL

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PEÇAS DA CAMPANHA

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FOLDER

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PEÇAS DAS AÇÕES

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URSINHO “LINO” MASCOTE DO PROJETO CORDAS QUE RESTARAM

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Anexos


SPOT

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VALORES DE VERBA

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PATROCÍNIO PORTO SEGURO

A ação desenvolvida usando a Porto Seguro como patrocinadora foi referência de uma consulta ao site da empresa. https://www. portoseguro.com.br/a-porto-seguro/iniciativas-porto-seguro/incentivo-a-cultura/politica-de-patrocinio-e-apoio-cultural

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ConclusĂŁo


Notamos que nosso cliente, ong Oseec possui muitos déficits em sua comunicação, como por exemplo não ser conhecida pelo público, por se tratar de uma entidade de terceiro setor é muito importante trabalhar a imagem e dar maior visibilidade para que novos parceiros, doadores e alunos possam fazer parte desta corrente do bem. Sendo assim buscamos entender melhor as suas necessidades para obtermos excelência no que nos foi proposto no briefing. Por se tratar de uma ong, a Oseec trabalha com outras segmentações como recuperação e desenvolvimento humano, mas nossa missão foi trabalhar com o projeto “cordas que restaram” que é um projeto destinado a crianças com mais de 7 anos, que estejam matriculadas e frequentando a escola regularmente, residam na Cidade Kemel e adjacências e queiram ou estejam dispostas a aprender a tocar instrumentos musicais. O posicionamento da Oseec é “Educação e a Cultura são a porta de entrada para mudança e transformação”, já que a mesma é mais que uma entidade social é uma entidade cultural que busca colocar dentro das periferias oportunidades para que o futuro não seja o reflexo de um país desesperançoso e através disso levar conhecimento musical, disciplina e uma nova perspectiva de vida para estes jovens. Pensando nisso o tema escolhido foi Envolvimento e o conceito da campanha Envolver para Desenvolver, pois a base educacional da ong é exatamente esta aos olhos de nossa agência. O grande desafio foi trabalhar os problemas de comunicação; baixo investimento em marketing, site desatualizado e sem conteúdo, identidade visual não linear, ong desconhecida pelo grande público e falta de posicionamento da marca. Além da captação de recursos tanto de instrumentos quanto prestação de serviços e financeiras, professores, voluntários e

alunos. Tendo em vista os problemas propusemos solucioná-los através da atualização do site e redes sociais da ong, criação de uma identidade visual, conscientização do público de que através da música e a educação podemos mudar vidas, o incentivo de doações inclusive online, tornar a ong mais conhecida e apresenta-la ao público alvo e o reposicionamento da marca e dessa forma sucessivamente atrair investidores, doação de instrumentos, custeio financeiro dos professores entre outras necessidades. A criação do plano de marketing digital também foi implantada para que haja um maior alcance de pessoas no Oseec Brasil e seus trabalhos e através disso passem a curtir as páginas da instituição nas mídias sociais: facebook, youtube, twitter e instagram, além do site. E por fim a criação de um plano que atraía um maior número de jovens das comunidades e possa despertar a vontade de se tornarem musicistas de instrumentos de cordas e metais, buscando a Instituição para se tornarem alunos. Dessa forma desejamos suprir as necessidades atuais da ong e ir de acordo com o que foi proposto no briefing de forma eficaz e satisfatória possibilitando maior visibilidade a ong e ao projeto “cordas que restaram”.

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Bibliografia


Macro ambiente e Micro ambiente

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0270-Madeiras-floresta-Amazonica-utilizadas-na-fabricacao-

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