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Câmera1 - Wanadi

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ÍNDICE 1. PROPOSTA............................................................10 1.1.

STORYLINE..............................................................10

1.2.

SINOPSE DA SÉRIE.....................................................11

1.3.

UNIVERSO DA SÉRIE.................................................12

1.3.1. ESPAÇOS...............................................................12 APARTAMENTO DE MURILO.....................................12 EDITORA...................................................................12 1.3.2. NÚCLEOS..............................................................13 CIDADE DE WANADI.................................................13 1.4.

ARCO DO SÉRIE.........................................................13

1.5.

SINOPSE DOS EPISÓDIOS..........................................14 EPISÓDIO 1 - DESTINO SELADO................................14 EPISÓDIO 2 - O DESPERTAR DO MONSTRO..............15 EPISÓDIO 3 - DOLOROSA VERDADE..........................16 EPISÓDIO 4 – IRRESPONSABILIDADE........................17 EPISÓDIO 5 - O REVELAR DA AURORA......................18 EPISÓDIO 6 - O COMENSAL.......................................19 EPISÓDIO 7 – WANADI..............................................20 EPISÓDIO 8 - FLORES CRESCEM NO MEU TÚMULO...21

1.6.

ARGUMENTO DO PILOTO.........................................22

1.7.

REFERÊNCIAS DO ROTEIRO.....................................30

1.7.1. BELAS MALDIÇÕES...............................................30 1.7.2. TERROR EM SILENT HILL....................................30 1.7.3. TABULA RASA.......................................................31 1.7.4. A MALDIÇÃO DA RESIDENCIA HILL......................31 1.7.5. REQUIEM...............................................................32

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1.7.6. A VIAGEM DE CHIHIRO.........................................33 1.7.7. DE OLHOS BEM FECHADOS...................................33 1.8.

PERFIL DOS PERSONAGENS......................................34

1.8.1. PERSONAGENS PRINCIPAIS...................................34 MURILO FERNANDES........................................................34 CAROLINE FERNANDES.....................................................35 MAYA.................................................................................36 RODRIGO OLIVEIRA..........................................................36 REGINA SALLES.................................................................37 ELEONORA........................................................................37 1.8.2. PERSONAGENS ADICIONAIS..................................38 LEGIÃO DE WANADI..........................................................38 LÍDER E GRUPO DE APOIO.................................................38 FUNCIONÁRIOS DA EDITORA............................................38 1.9.

LOCAÇÕES................................................................39

1.9.1. ESTACIONAMENTO...............................................39 1.9.2. APARTAMENTO.....................................................39 1.9.3. UNICSUL - POLO ANÁLIA FRANCO......................40 1.9.4. VILA DE PARANAPIACABA....................................40 1.10. CASTING...................................................................41 1.10.1. MURILO................................................................41 1.10.2.

CAROLINE........................................................41

1.10.3. MAYA...................................................................42 1.10.4.

RODRIGO.........................................................42

1.10.5. REGINA.................................................................43 1.10.6.

ELEONORA.......................................................43

1.10.7.

LÍDER...............................................................44

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1.10.8.

FIGURAÇÃO......................................................44

LEGIÃO DE WANADI.........................................................44 GRUPO DE APOIO..............................................................44 FUNCIONÁRIOS DA EDITORA...........................................44 1.11. DIREÇÃO GERAL.......................................................45 1.12. ARTE........................................................................46 1.12.1. DIREÇÃO DE ARTE...............................................46 1.12.2.CENÁRIO E SUAS PALETAS DE COR......................47 ESTACIONAMENTO...........................................................47 APARTAMENTO.................................................................47 GRUPO DE APOIO..............................................................48 EDITORA DO JORNAL PAPIRO...........................................48 CIDADE DE WANADI.........................................................49 CEMITÉRIO.......................................................................49 1.12.3. FIGURINO E MAQUIAGEM.....................................50 MURILO.............................................................................50 RODRIGO...........................................................................50 CAROLINE ........................................................................50 MAYA.................................................................................51 REGINA..............................................................................51 LIDER DO GRUPO DE APOIO..............................................51 LEGIÃO DE WANADI..........................................................52 ELEONORA........................................................................52 1.12.4.

DESIGNS............................................................53

BRASÃO DA SEITA..............................................................53 CAPA DO DVD....................................................................53 ROSTO DO DISCO..............................................................54

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1.13. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E SUAS REFERENCIAS....55 1.13.1. Sherlock..................................................................55 1.13.2. Rocketman..............................................................56 1.13.3. Silent Hill................................................................57 1.14. DIREÇÃO DE SONORIZAÇÃO....................................58 1.15. PÚBLICO-ALVO, VEICULAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO......58 1.16. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA...................................59 1.17. JUSTIFICATIVA.........................................................60

2. CONSIDERAÇÕES.................................................61 2.1.

RELATÓRIO DO GRUPO DE DISCUSSÃO....................61

2.2.

RELATO INDIVIDUAL...............................................63

2.2.1. BIANCA SIQUEIRA RUFINO...................................63 2.2.2. DANIELLE REIS CAMPOS.......................................63 2.2.3. DENNYS CESAR DE FARIA BONIFÁCIO.................65 2.2.4. GABRIELA FERREIRA DA SILVA............................67 2.2.5. GABRIELA BENEDITA SILVA SATÍRO....................68 2.2.6. GIOVANNA REIS NUNES.......................................69 2.2.7. GIOVANI ROSA FUCCIA........................................70 2.2.8. ISABELA FARIA BASTOS........................................71 2.2.9. JHONATAN DOS SANTOS MEDEIROS...................72 2.2.10.

JORGE DE SOUZA FERREIRA FILHO.................73

2.2.11.LUCAS GREGORIO DA SILVA................................74 2.2.12.

MILENA NADIN GINACH...................................75

2.2.13.THAIS APARECIDA DA SILVA................................78 2.3.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................79

2.3.1. LIVROS.................................................................79 2.3.2. SITES....................................................................79 2.3.3. VÍDEOS.................................................................81

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3. APÊNDICES...........................................................82 3.1.

ROTEIRO DO EPISÓDIO PILOTO...............................82

3.2.

ORDEM DO DIA.....................................................128

3.2.1. ESTUDIO DE FOTOGRAFIA.................................128 3.2.2. APARTAMENTO.................................................128 3.2.3. UNICSUL POLO ANALIA FRANCO 1......................129 3.2.4. GRUPO DE APOIO...................................129 3.2.5. V I L A

DE

PARANAPIACABA.........130

3.2.6. UNICSUL POLO ANALIA FRANCO 2............131 3.2.7. A P A R T A M E N T O

2...............132

3.3.

SINCRONIZAÇÃO MUSICAL....................................133

3.4.

ORÇAMENTO PREVISTO..........................................134

3.5.

PRESTAÇÃO DE CONTAS...............................................

3.6.

CÂMERA 1................................................................127

3.7.

FICHA TÉCNICA....................................................128 BIANCA SIQUEIRA RUFINO.................................128 DANIELLE REIS CAMPOS....................................128 DENNYS CESAR DE FARIA BONIFÁCIO................128 GABRIELA FERREIRA DA SILVA..........................129 GABRIELA BENEDITA SILVA SATÍRO..................129 GIOVANNA REIS NUNES.....................................129 GIOVANI ROSA FUCCIA......................................130 ISABELA FARIA BASTOS.......................................130 JHONATAN DOS SANTOS MEDEIROS...................130 JORGE DE SOUZA FERREIRA FILHO....................131 LUCAS GREGORIO DA SILVA..............................131 MILENA NADIN GINACH.....................................132 THAIS APARECIDA DA SILVA..............................132

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4. ANEXOS..............................................................133 4.1.

TERMO DE COMPROMISSO PARA CASTING..............133

4.1.1. Adilson Eustáchio....................................................133 4.1.2. Dario Negritude......................................................134 4.1.3. Gabriela Ferreira......................................................135 4.1.4. Natalia Boccia.........................................................136 4.1.5. Tandary Freitas.......................................................137 4.1.6. Thays Silva............................................................138 4.2.

AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM E VOZ.............139

4.3.

AUTORIZAÇÃO DE FILMAGEM EM IMOVEL............164

4.4.

AUTORIZAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS/MUSICAI.168 Banda Terno Rei – Ela.........................................168

4.5.

MAKING-OFF...........................................................169

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1.

PROPOSTA

A intenção é misturar a ideias de multiplos universos, segundas chances, assuntos inacabados e o místico em uma história intrigante que conta sobre a investigação do jornalista Murilo em relação a misteriosa cidade de WANADI e um grupo religioso que é rodeado por mortes. Mesclando o gênero Drama, para uma abordagem emocional, com o gênero Thriller, abordando o mistério e suspense, a história de WANADI se decorre em uma série de oito (8) episódios de vinte e um (21) minutos de arte cada. 1.1.

Storyline.

Murilo é um jornalista angustiado e em luto que começa a investigar rumores de um grupo misterioso que o levam a uma cidade chamada WANADI, onde descobre que são responsáveis por diversos assassinatos e suicídios incluindo o de sua falecida esposa Caroline.

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1.2.

Sinopse da série.

Murilo acorda as sete horas da manhã como todos os dias e segue sua rotina. Com sua xícara de café na mão, olha o calendário para ver os compromissos do dia, e hoje era seu encontro com o grupo de apoio. Ele sai de seu apartamento rumo a seu destino. Ele caminha até as cadeiras vazias e se senta em uma delas. O líder inicia às conversas do dia, umas duas pessoas falam antes de um homem chamado Maya que relata sobre uma experiência que teve de encontro com sua falecida mãe. Chega então a vez de Murilo, ele se levanta da cadeira, se apresenta e faz seu breve relato. O líder do grupo dá seus concelhos e encerra a reunião convidando todos a se juntar para um lanche. Murilo até aceitaria, mas o alarme de seu celular toca e ele vê que se não se apressar vai chegar tarde no trabalho. No caminho até seu carro Maya corre até Murilo e revela que sua experiência aconteceu em WANADI e que algo dizia que ele deveria ir até lá para se encontrar com sua esposa. Maya dá um bilhete para Murilo com um endereço e seu telefone caso resolvesse ir. Murilo explica que está atrasado para o trabalho, pega o bilhete e entra em seu carro. Durante todo seu caminho ele é assombrado pela visão de sua falecida esposa. Na editora, ele vai até seu cubículo e se senta. Seu amigo Rodrigo lhe assusta para quebrar o gelo. Enquanto conversam, Regina, sua chefe, entra na conversa e pede para Rodrigo se retirar. Assim que o fez, a chefe alerta Murilo sobre seus deveres. Ele sugere uma mudança de núcleo de pesquisa para tornar-se mais produtivo, mas Regina nega. Murilo, envergonhado, se silencia e continua a fazer seus trabalhos inacabados. Após seu horário de trabalho acabar, Murilo volta para casa e liga a TV, mas acaba não assistindo por conta de estranhos acontecimentos em seu

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apartamento como, radio ligando sozinho, portas batendo, cartas e uma misteriosa caixa preta, todas com indicação que sua falecida esposa estaria envolvida em uma seita na cidade de WANADI. Ele então liga para Maya e pergunta um pouco mais sobre a cidade. No dia seguinte, Murilo segue com seu carro rumo a WANADI, encontrou uma mulher com vestes estranhas que o atacou violentamente a fim de imobilizá-lo e levá-lo para cumprir o seu destino, como dizia a tal mulher. Quando tem uma oportunidade ele foge em direção ao seu carro e deixa a cidade. Quando chega no seu carro seu celular toca e era seu colega de trabalho Rodrigo para informar que sua chefe Regina havia cometido suicídio. Ele parte então da cidade rumo ao velório de sua chefe, onde se encontra com Rodrigo que lhe explica o que aconteceu. Naquela mesma noite quando volta do velório de Regina, Murilo tem a ideia para a matéria perfeita. Como não tem mais sua chefe em seu caminho, ele decide investigar a seita na qual sua falecida esposa fazia parte antes de morrer e sobre a cidade de WANADI, pretendendo obter uma matéria boa o suficiente para que o próximo chefe libere sua mudança de núcleo.

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1.3.

Universo da Série.

A série WANADI é dividida em dois espaços e um núcleo central. São eles: 1.3.1. Espaços. Apartamento do Murilo: Apartamento onde ocorre as cenas de suspense e revelações de Caroline. Editora: Local de trabalho de Murilo, onde acontece os diálogos entre Murilo e Rodrigo. É também o local da morte de Regina. 1.3.2. Núcleo. WANADI: Cidade afastada do centro onde habitam os nativos e devotos de WANADI, mesmo local em que Murilo chega para desvendar os mistérios de Caroline.

1.4.

Arco do Série.

Murilo encara os desafios da vida comum de um jornalista em luto ao mesmo tempo que se vê envolvido em acontecimentos envolvendo uma seita, um homem desconhecido e sua falecida esposa Caroline todos estranhamente interligados a cidade chamada WANADI, um lugar cheio de segredos e mistérios. Na trama Murilo descobre que sua esposa ainda está viva e está na cidade de WANADI com o objetivo de atraí-lo até lá para que ele seja o novo corpo que o deus WANADI abitaria. Após sua demissão, ao voltar a tal cidade, Murilo é sequestrado e mantido em cativeiro pela seita. Onde lhe é revelado que o seu colega de trabalho, Rodrigo é um de seus sequestradores. E aqueles pertencentes a Legião de WANADI, eram liderados por um membro do grupo de apoio que Murilo frequenta, Maya, é na verdade a casca atual do deus WANADI. Ambos acabam entrando em luta corporal e Murilo acaba matando Maya e abandona a cidade.

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1.5.

Sinopse dos episódios. Episódio 1 - Destino Selado.

Murilo vai para o grupo de apoio na igreja de sua esposa com o objetivo de superar sua morte, ali conhece Maya, quem lhe conta sobre uma cidade misteriosa chamada WANADI em que ele pode se encontrar com sua esposa novamente. Ele agradece, mas ignora o convite e então segue para seu trabalho onde é perseguido pela sensação de estar vendo sua falecida esposa, mas ignora as sensações e tenta terminar sua matéria jornalística. De volta em casa, ele recebe um envelope anônimo com fotos de sua esposa na cidade citada por Maya. Ele decide ir até WANADI no dia seguinte. Procura muito, mas não encontra nada que possa o conectar com sua esposa. Então recebe uma ligação de Rodrigo alegando que Regina cometeu suicídio. Atordoado, resolve ir embora. E, no momento que ele cruza a ponte fronteira da cidade, sua mulher o chama e tenta alcançá-lo com a mão. Naquela noite, Murilo, após muitas pesquisas, começa a escrever seu furo jornalístico. O mistério da cidade de WANADI.

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Episódio 2 - O Despertar do Monstro. Na manhã seguinte Murilo chega à editora, todos parecem estar normais, como se a morte de Regina não tivesse significado nada a eles. Rodrigo conversa com Murilo sobre quem assumirá o cargo de gerente da editora, porém Murilo desconversa dizendo que um pouco mais de consideração por Regina seria bom. Em WANADI, Eleonora conversa com um ser misterioso sobre a fuga de Murilo da cidade e promete que trará Murilo de volta a WANADI para cumprir o seu propósito. De volta ao mundo real Murilo é surpreendido após o diretor do ornal, Augusto, o fundador do Jornal, anunciar que Rodrigo é o novo gerente, e que assumirá o posto de Regina no dia seguinte. Murilo se lembra de Regina dizendo que ele não estava em condições de pedir nada e fica triste o dia todo. Ao término do dia de trabalho Murilo vai para casa como sempre faz, ouvindo no rádio a música tema de seu relacionamento com Caroline.

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Episódio 3 - Dolorosa Verdade. No dia seguinte Murilo segue para a editora como todos os outros dias, leva para Rodrigo o proeto que iniciou sobre a cidade de WANADI, no entanto, Rodrigo não aprovou as suas matérias, Murilo fica chateado, volta para sua mesa onde encara o retrato com sua foto unto a Caroline dizendo que não está fácil sem ela, mesmo assim Murilo continua escrevendo a matéria em sua sala. Em um momento de bloqueio criativo, Murilo decide ir até o grupo de apoio conversar com Maya para conseguir inspirações para sua matéria, no entanto no grupo de apoio ele é informado que nunca existiu nenhum Maya naquelas reuniões. Em WANADI uma mulher misteriosa inicia um ritual para entrar em contato com alguém que desea. Exausto Murilo vai para casa onde adormece e sonha novamente com Caroline, que tenta chamá-lo para WANADI novamente. De volta a WANADI descobre-se que a mulher misteriosa é na verdade Caroline.

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Episódio 4 - Irresponsabilidade. Murilo desperta do sono após o sonho com Caroline, ele acorda determinado a encontrar a esposa e decide voltar até WANADI. Murilo se arruma para ir ao trabalho pedir um dia de folga para Rodrigo, ao chegar no trabalho, Murilo é chamado para a sala de Rodrigo, após alguns minutos de conversa Rodrigo demite Murilo, que fica sem saber o que fazer. Sem rumo Murilo pega suas coisas, sai do edifício e segue em direção ao seu carro onde larga as coisas no banco de trás e segue para WANADI. Em WANADI, Caroline conversa com Eleonora dizendo que o plano para atrair Murilo para a cidade deu certo e que ele está voltando. Eleonora comunica os outros membros da seita sobre a vinda de Murilo dizendo que dessa vez não pode haver erros.

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Episódio 5 - O Revelar da Aurora. Murilo chega até a entrada de WANADI, e após cruzar a entrada passa a gritar por Caroline. Murilo encontra com Eleonora, assustado ele pergunta onde pode encontrar Caroline, Eleonora diz que Caroline sempre esteve presente na vida dele, que muitas coisas o atraiam até WANADI, mas ele nunca percebeu. Eleonora diz que levará Murilo até Caroline. Na editora os funcionários precisam da aprovação de Rodrigo para suas matérias, porém ele não está lá. Em WANADI, Murilo e Eleonora chegam ao local onde Caroline estava. Murilo encara Caroline aterrorizado, e parte para abraçar a amada, ao tentar beiá -la, Caroline vira o rosto recusando o beio de Murilo que não entende o porquê de Caroline ter feito aquilo. Caroline olha friamente para Murilo e diz para ele não fugir dessa vez, pois aquilo não poderia de forma alguma terminar diferente do que deveria.

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Episódio 6 - O Comensal. Em WANADI, Murilo está de frente para Caroline e Eleonora, não entendendo nada o que estava acontecendo naquela cidade. Caroline explica para Murilo que WANADI precisa de um hospedeiro, alguém que possa dar o corpo por aquela cidade, a fim de trazer mais pessoas para a seita, caso contrário, deixariam de existir aos poucos, e que ele foi o escolhido pela cidade para ser o novo hospedeiro e que algumas pessoas audaram para que ele estivesse ali, da neblina atrás de Caroline e Eleonora surge Rodrigo, vestido de preto, Murilo se assusta ao ver Rodrigo dizendo que tudo o que fez foi para que Murilo aceitasse seu destino. Rodrigo revela para Murilo que ele assassinou Regina pois ela cogitou promovê-lo na editora e isso dificultaria o processo de trazê-lo a WANADI.

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Episódio 7 - WANADI. Murilo segue perplexo com todas aquelas informações que recebeu, de frente para Caroline, Eleonora e Rodrigo, Murilo diz que não sabe o que pensar a respeito, diz que quer audar, mas não quer abrir mão de sua vida, Rodrigo diz que ele não tem nada a perder á que nunca mais conseguiu viver bem após o suicídio de Caroline. Murilo pergunta a Caroline o porquê de ela ter feito aquilo. Caroline explica que para que Murilo se tornasse apto para ser o hospedeiro, aquilo que ele mais amava precisava morrer, por isso pulou do prédio. Murilo diz que precisa de tempo para pensar em todas aquelas revelações e como lidar com esse mundo paralelo. Eleonora diz a Murilo que ele precisa responder rápido, pois o hospedeiro atual não resistirá muito tempo, Murilo pergunta por onde anda o hospedeiro atual. Murilo ouve uma voz o chamando por trás, quando se vira dá de cara com Maya.

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Episódio 8 - Flores Crescem no Meu Túmulo. Murilo descobre que Maya é o atual hospedeiro, mas devido ao tempo extra que ficou como hospedeiro, seu corpo não está mais aguentando, e precisa de um novo para que possa então descansar, Murilo nota que Maya parecia bem mais cansado do que quando o encontrou no grupo de apoio. Caroline diz para Murilo que aceitando ser hospedeiro poderá viver normalmente no mundo real, mesmo que as pessoas não notem sua presença, e poderá ficar para sempre com ela. Murilo aceita ser o hospedeiro de WANADI. Eleonora diz que para isso Maya terá que matá-lo e WANADI cuidará de torná-lo hospedeiro. Murilo fica um pouco inseguro, mas aceita. Maya se aproxima de Murilo, pega em seu braço esquerdo e passa uma faca em seu pulso o cortando profundamente, Murilo grita de dor, e Maya grita unto como se estivesse sentindo a mesma dor, Murilo cai morto ao chão. A ferida no braço de Murilo vai cicatrizando aos poucos até que desaparece. Murilo respira fundo e desperta, enquanto Maya cai ao chão morto, Eleonora, Caroline e Rodrigo choram untos a perda de Maya, enquanto Murilo tenta acordá-lo, em vão.

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1.6.

Argumento do piloto.

O carro de MURILO chega no estacionamento do prédio e freia subitamente, no segundo subsolo. MURILO, desesperado, sai do veículo correndo. Ele pressiona o botão do elevador diversas vezes, mas devido à demora, abre a porta das escadas de incêndio e sobe, freneticamente, até o terraço do prédio. Céu semiaberto. No terraço encontra CAROLINE, semblante sério. MURILO pede que ela tenha calma e que saia da beirada. Sem esboçar reação alguma, ela pede perdão ao marido, explica que ele entenderá no futuro, e se joga do terraço. MURILO acorda ao escutar o despertador do celular tocando. Pega o celular para desligar o alarme. A foto dele e da falecida CAROLINE juntos é a sua tela de bloqueio. MURILO demostra cansaço por ter o mesmo pesadelo novamente. Ele se levanta da cama e caminha em direção ao banheiro dando início a mais um dia de sua rotina. Caminha até a cozinha, volta, pega um marcador e risca o dia de hoje, 01 de novembro, de seu calendário que está pendurado ao lado da cozinha, no qual a palavra “GRUPO DE APOIO” está escrita no dia que ele risca. Tal lembrete o recorda do encontro com seu grupo de apoio no qual frequenta após a morte da esposa. Pendura a bolsa no ombro e quase vai embora, porém retorna, para pegar a chaves do carro esquecidas no rack. MURILO então caminha até sair pela porta da frente de seu apartamento. Porta-retrato no rack da sala mostra foto de CAROLINE E MURILO abraçados e sorrindo.

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MURILO está sentado em um círculo de cadeiras onde se encontram mais 5 pessoas que formam o seu grupo de apoio. Uma delas é o mediador. Um dos participantes termina sua fala. Chega a vez de um membro chamado MAYA que relata sobre uma experiência que teve de encontro com sua falecida mãe e expõe para o grupo o que ele achava que aquilo poderia ser. No final de seu relato, MAYA subitamente exclama a frase “TUNGA GEKUNU”, o que perturba MURILO que exige que MAYA se repita, porém o ultimo apenas continua o seu relato como se nada houvesse ocorrido. É a vez de MURILO. Inicialmente tímido, ele diz seu nome e idade assim como fizeram todos os outros, então relata o mesmo das reuniões passadas, diz que está melhor que na última vez. O líder do grupo dá seus últimos apontamentos e conselhos e encerra a reunião. Todos aplaudem. No estacionamento, MURILO caminha até seu carro e MAYA corre um pouco atrás dele, até o alcançar. MAYA impede que MURILO feche a porta do carro. MAYA entrega a ele um pedaço de papel com um endereço, fala brevemente sobre a experiência que teve com a falecida mãe que aconteceu na cidade do interior conhecida como WANADI e que algo dizia que ele deveria ir até lá para se encontrar com sua esposa. MURILO agradece o convite, mas recusa, explicando que precisa se apressar para o trabalho, pois é jornalista e precisava entregar uma nova matéria até o fim daquele dia. Entretanto, MURILO deixa em aberto a ideia de um possível reencontro com MAYA. Ele então se despede de MAYA, liga o carro e dá partida. MAYA observa MURILO partir. Seu olhar insinua segundas intenções.

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FIM DO PRIMEIRO ATO.

Já dentro do prédio do local de trabalho, MURILO entra em um elevador e um tempo depois, sai no andar de seu escritório. MURILO entra na editora que trabalha. Outros funcionários já estão cada um em seu cubículo. MURILO se senta em seu próprio cubículo, semelhante ao dos outros funcionários e da bom dia para a foto CAROLINE com ele em sua mesa. MURILO, sem razão alguma, exclama a frase: “TUNGA GEKUNU”. Ele se estranha com isso. Distraído, não percebe que seu colega de trabalho RODRIGO se aproxima. MURILO se assusta com a presença inesperada. Bota a mão no peito, solta um suspiro que segurava pelo susto e então ri cumprimentando-o. RODRIGO puxa assunto sobre o trabalho, pergunta sobre como está difícil escrever boas matérias nos dias de hoje. MURILO comenta com RODRIGO que está cansado de escrever sobre política. REGINA sai de seu escritório e vai até a mesa de MURILO. Pede para conversar a sós com ele, RODRIGO se despede de MURILO, sorri para REGINA e se retira. REGINA explica em tom agressivo a MURILO que ele precisa entregar novos conteúdos urgentemente. Ele reforça a ideia de mudar o núcleo de pesquisa para a área investigativa ou criminal. REGINA promete pensar no assunto e termina dizendo que independentemente de qualquer coisa ele ainda precisa entregar novos conteúdos sobre política.

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REGINA se despede e vai até a mesa de RODRIGO, ambos começam a conversar. REGINA elogia a sua última matéria sobre esportes. RODRIGO agradece a chefe. MURILO escuta a conversa em silencio no seu lugar, porém incomodado. REGINA, retorna ao seu escritório. Ela começa a ajeitar os objetos em sua mesa, pega um porta-retrato e nele está uma fotografia dela com alguém que ama. Alguém bate na porta. É o RODRIGO. Ele a oferece um copo de café o qual ela aceita. Enquanto RODRIGO dá a REGINA a ideia de começar a escrever sobre futebol americano, ele coloca algo no café que irá servir a ela. REGINA bebe o café de RODRIGO e pouco tempo depois convida RODRIGO a se retirar de seu escritório, pois precisa de um tempo sozinha. RODRIGO vai embora.

TIME-LAPSE DO EDITORA (PASSAGEM DE TEMPO. PESSOAS SAINDO DO AMBIENTE).

MURILO vai embora por último, e observa REGINA ainda sozinha em seu escritório. MURILO chega em casa cansado após outro dia de trabalho, tranca a porta atrás de si e segue até a sala onde deixa as chaves do carro no rack da sala e sua bolsa ao seu lado no sofá. Se senta no sofá e toma um folego, pensando no que passou durante o dia. Decide então tomar uma cerveja então vai até a cozinha. Se senta no sofá, liga a TV e começa a zapear pelos canais enquanto abre a garrafa.

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Após escolher o programa que mais lhe agrada, toma um gole da garrafa e recosta a cabeça no sofá. Absorvendo seus pensamentos. E é quando começa a ouvir uma música. A música deles. Dele e de CAROLINE. Vindo do quarto, confuso ele segue a música. Ao entrar no quarto, realiza que a música está vindo de um antigo rádio de CAROLINE. Que fica de seu lado da cama, sob sua cabeça mais exatamente. Ele vai até ele, toca no botão para parar a música. Ela para, mas apenas por um segundo e logo volta a tocar novamente. MURILO aperta novamente o botão, o que faz então com que a música pare por completo. O deixando no silêncio total, pensando em sua esposa. O que lhe faz sorrir. Mas logo ele sacode a felicidade do rosto e dá lugar à dúvida. Na cama, uma caixa espera ser descoberta. MURILO não havia a visto assim que entrou no quarto por estar concentrado na música e em todas as memórias que isso lhe trazia. Ao sentar-se na cama a mesma cai, fazendo com que MURILO fique ciente que ela estava ali. Em sua tampa há um símbolo, que ele de primeira não reconhece. Então abre a caixa para descobrir o que ela esconde, dentro há um pequeno caderno e um colar com um pingente de sol. MURILO os analisa, mas os fios no chão do quarto lhe chamam atenção. Pensando então no ocorrido do rádio ele resolve seguir o fio para se certificar de que o rádio estava realmente ligado na tomada. Porém não estava, o que deixa MURILO confuso. Mas antes que ele possa assimilar o que aconteceu ele escuta a porta de entrada bater. Cuidadosamente ele vai até ela, se certificando que ninguém havia entrado em seu apartamento. A porta está entre aberta, então MURILO olha para o corredor do lado de fora, esperando ver quem quer que tenha

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entrado em seu apartamento. Porém não encontra ninguém, o corredor está vazio. Vazio, porém, um envelope lhe aguarda sobre o capacho com o mesmo símbolo da caixa que acabara de encontrar no quarto. MURILO pega o envelope e vai para dentro de seu apartamento. Tranca a porta atrás de si e se dirige para a sala. Se senta no sofá e abre o envelope. As fotos dentro do mesmo o deixam confuso, são de CAROLINE, sua falecida esposa, em algum tipo de seita. Atrás das fotos também estão presentes os símbolos antes vistos, porém também com uma escrita “WANADI, 2015” feita à mão. MURILO então decide fazer uma pesquisa em seu computador, o retira da bolsa e pesquisa pela palavra “WANADI”. Mas antes de começar a leitura seu celular o interrompe com um toque, MURILO o tira do bolso e vê que se trata de uma notificação do calendário. Ele sorri. O nome do lembrete é “Uma semana para cinco anos de casados”, feito por CAROLINE. Então algo em MURILO acende, talvez a curiosidade fique maior do que nunca. O que faz com que ele mude de ideia e decida ligar para MAYA para saber mais sobre WANADI. MURILO sai do carro em WANADI, uma placa sinaliza onde ele está. Com o papel entregue por MAYA ele procura pela rua, resolve pedir informação para duas pessoas que conversavam em um jardim. De bom grado a mulher lhe atende e diz que o levará para seu destino. Ambos se apresentam, a mulher se chama ELEONORA. No caminho até o endereço que MURILO deseja ELEONORA conta um pouco sobre a cidade. Ao chegar na casa, MURILO tenta abrir a porta e a janela. Mas nenhuma cede as suas tentativas, frustrado ele se senta na fachada dela. Indignado que sua viagem até esse lugar misterioso tenha sido inútil. Ao fundo, ELEONORA chega de mansinho por trás de MURILO.

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E então o enforca, mas MURILO consegue se soltar e a joga no chão. Grita com ela sem entender o que ela está falando e em choque pela tentativa contra sua vida. Ao fundo enquanto ELEONORA fala, MURILO vê pessoas esquisitas vindo em sua direção e temendo sua vida ele começa a ficar apavorado. ELEONORA faz um discurso, falando sobre como MURILO é o escolhido para algo que ele não entende. E antes que ela termine ele sai correndo, indagando que ela seria maluca. ELEONORA fecha a cena falando ‘Tunga Gekunu’. MURILO ofega, bate à porta do carro e tenta se recuperar na segurança de seu automóvel. Enquanto reganha o folego recebe uma ligação de RODRIGO lhe dando a notícia de que sua chefe, REGINA, havia morrido. Muitas coisas malucas aconteceram em pouco intervalo de tempo, o que deixa MURILO sobrecarregado e sem entender nada. Do outro lado da ligação, com RODRIGO, podemos ver MAYA o olhando com orgulho após seu discípulo ter dado a má notícia para MURILO. Em WANADI, MURILO vai embora, indo direto para o velório de REGINA. Já no cemitério, MURILO deixa uma rosa no túmulo de REGINA. Dando suas últimas considerações à sua chefe. RODRIGO está ao seu lado, lhe confortando nesse momento de tristeza. Ambos são os últimos no local, por isso podem ter uma conversa mais livre, sem que ninguém ouça o que tenham para dizer. Após conversarem sobre REGINA, eles caminham indo embora enquanto conversam sobre o trabalho e como será o futuro na empresa.

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Tentando quebrar o clima triste, ambos conversam naturalmente apesar do triste momento. Eles se despedem após o breve papo. MURILO se afasta, indo até seu carro. Mas RODRIGO o olha ir embora, pensando em como MURILO está em suas mãos e o plano está indo de acordo com o planejado. Na tela voltamos a ver o porta-retratos do começo, onde MURILO e CAROLINE aparecem felizes.

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1.7.

Referências do roteiro.

Durante o desenvolvimento do roteiro da série WANADI, foram usadas algumas referências de grande importância para construir toda a essência e alcançar o objetivo esperado. 1.7.1. A

Belas Maldições série

foi

usada

como

referência para a construção de uma cena específica, onde um homem

está

fazendo

uma

“pregação” no meio da rua. Na série WANADI existe uma cena com a mesma situação acontecendo em um semáforo.

1.7.2. O

Terror em Silent Hill filme

foi

usado

como

referência para a ambientação da série, passando a ideia de cidade mais

afastada,

moradores

ou

com

poucos

até

mesmo

abandonada. Tem como intuído despertar

a

curiosidade

do

personagem e trazer o efeito de mistério.

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1.7.3. Tabula Rasa Na

série

protagonista

as

cenas

da

analisando

os

desenhos feitos por sua filha enquanto está internada em um manicômio é bem presente, essa foi uma das referências principais usadas na série. Outra referência importante é a investigação que se desenvolve durante a história, presente também em WANADI.

1.7.4. A Maldição da Residência Hill Foi usado como referência para criar e manter o universo da série como o personagem mais importante da história.

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1.7.5.

Réquiem

Usada como referência dos efeitos sonoros em geral e trilha sonora, um dos elementos importantes é o mistério que acompanha toda a série e a busca incansável por um ente querido.

1.7.6.

A viagem de Chihiro

Inspiração tanto na hora de criar

a

ideia

quanto

para

desenvolvimento do roteiro. Usada para mostrar a dualidade de mundos e a distinção entre eles. No caso do filme é o mundo comum e dos espíritos, e na série WANADI são o mundo comum e a cidade de WANADI.

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1.7.7.

De olhos bem fechados

Referência principal na hora de criar a Legião de WANADI. Onde temos um líder e os seguidores seguindo algo maior. No caso da série WANADI, essas pessoas são Eleonora e a Legião.

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1.8.

Perfil dos personagens.

1.8.1. Personagens Principais.

MURILO FERNANDES, 35 ANOS. Seu nome significa ‘pequena muralha’, representando como Murilo é fechado e difícil de se quebrar. Vem de origem de classe alta, sempre residiu em bairros chiques de São Paulo. Atualmente mora no Jardins, sozinho. É um homem negro de origem brasileira, olhos escuros, alto e de massa corporal não muito acima do peso. Tem a mania de estalar a língua sempre que se acha desocupado ou pensante. Sofre de coprolalia (tendência incontrolável em falar palavras obscenas). É sociável, porém, sério. Perdeu a esposa há pouco tempo, a qual considera e sempre considerará sua alma gêmea e por isso se sente sozinho na maior parte do tempo. Os únicos amigos que possui são os que fez em seu trabalho. O maior trauma em sua vida foi ver a esposa cometer suicídio. Por isso, segue atormentado por este momento. E ainda possuí a curiosidade em saber o que fez Caroline pular do prédio sem se quer lhe dar uma explicação. Trabalha como redator em um jornal chamado ‘Papiro’, onde escreve sobre política. O que não lhe agrada muito, já que seu maior interesse são crimes e escrever sobre eles saciaria seu constante desejo por conhecimento, estímulos mentais e informação. Quando pesquisando sobre um assunto que lhe interessa ou fazendo algo que lhe agrade, acaba sendo muito hiperativo, na constante busca por mais. Porém, sempre receoso.

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CAROLINE FERNANDES, 29 ANOS. Seu nome significa mulher doce e forte. Representando como mesmo parecendo ser inofensiva, ela pode significar perigo e surpreender quem a subestime. É muitas vezes chamada por seu apelido, Carol. Filha de empresários, Caroline nunca teve de se preocupar com dinheiro. Por isso trancou sua faculdade de arquitetura para seguir seu sonho de abrir uma floricultura. De cabelos loiros, pele branca e estatura alta. Seus principais sonhos eram: casar-se com o amor de sua vida, Murilo; abrir uma floricultura no centro de São Paulo; e ser mãe. Dois de seus maiores desejos se tornaram realidade. Simpática e bemhumorada, Carol era amada pela clientela. Sempre de bom humor e feliz com a vida. Faz yoga, conversa com suas plantas e, acima de tudo, ama muito seu marido. Porém, não têm medo da morte e por isso se suicida. Caroline é, afinal de contas, uma mulher forte que faria — e fez — de tudo para mostrar sua lealdade.

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MAYA, 32 ANOS. Seu nome ‘mundano’ significa grande ilusão.

Mas

na

verdade

Maya

é

o

receptáculo de WANADI que já não é mais útil. Homem branco de cabelos longos e cacheados,

estatura

alta

Maya

esbanja

confiança e mistério. Sempre usa um colar com um pingente de Sol, fazendo com que saibamos a sua verdadeira face.

RODRIGO OLIVEIRA, 38 ANOS. É um dos poucos amigos de Murilo e assim como o significado de seu nome, Rodrigo é muito conhecido por sua glória. Sempre se dando bem na mesma editora que Murilo, porém seu foco é nos esportes. Por esse motivo, é um homem atlético e bem-humorado. Desde a morte de Caroline, ele vem tentando fazer com que Murilo se sinta bem. Se tornando assim um dos amigos mais próximos que Murilo tem nos dias de hoje. Homem negro, careca e alto. De boa forma e muito falante. Mas por secretamente fazer parte da mesma seita que Caroline ele pode ser manipulador, falso e prepotente.

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REGINA SALLES, 30 ANOS. Seu nome sumariza perfeitamente o que ela é no núcleo de Murilo. Senhora absoluta; rainha; a maior. Chefe de Murilo e Rodrigo. Mulher negra, estatura mediana e boa aparência. Regina comanda o ‘Papiro’ como a mulher forte, autoritária e confiante que é. Extremamente profissional em ambiente de trabalho, não atura atrasos e mentiras dos funcionários. Por ser uma pessoa que está impedindo que uma parte da profecia se cumpra, por esse motivo é morta por Rodrigo.

ELEONORA, 29 ANOS. Assim como o significado de seu nome “raio de sol; tocha”, Eleonora é natural da cidade WANADI, com pele pálida, tem olhos escuros e aparência de cansada, cabelos ruivos e estatura mediana. É uma mulher agressiva com um comportamento bipolar, é uma das seguidoras mais devotas de WANADI. Eleonora é uma das grandes amigas de Caroline em WANADI presente em todos os rituais inclusive o ritual de iniciação de Caroline. Sua missão é que o Murilo cumpra a profecia.

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1.8.2. Personagens adicionais Legião de WANADI Grupo da cidade de WANADI que pertencem a seita. São liderados por Eleonora e perseguem Murilo, tentando matá-lo durante a trama.

Líder e Grupo de Apoio. Pessoas que estão em luto e buscando ajuda em grupo de apoio junto a Murilo e Maya liderado pelo Líder,

que

busca

sempre

dar

mensagens motivadoras aos frequentadores. Funcionarios da editora. Jornalistas trabalho

que de

são

Murilo

colegas e

de

Rodrigo.

Sempre muito ativos e sociaveis entre si.

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1.9.

Locações

1.9.1. Estacionamento Esta locação se localiza em um estacionamento no bairro da Liberdade, São Paulo, onde gravamos a primeira cena da série WANADI. Nela, Murilo dirige em alta velocidade no estacionamento e salta para fora do carro para tentar salvar Caroline.

1.9.2. Apartamento Localizado no ABC Paulista, a locação do apartamento onde Murilo vive e é assombrado que foi escolhida com muito cuidado, onde adaptamos cenas para que conversassem com os cômodos.

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1.9.3. Universidade Cruzeiro do Sul – Polo Anália Franco. Nossa terceira locação foi a UNICSUL Polo Anália Franco, onde gravamos o suicídio de Caroline, o grupo de apoio de Murilo e a cena do cemitério.

1.9.4. Vila de Paranapiacaba A locação principal. A vila de Paranapiacaba, no bairro de Santo André, foi escolhida pensando num cenário que representasse o nosso imaginário quando se pensasse em WANADI. É lá onde Murilo é perseguido e quase morto por uma misteriosa seita.

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1.10. Casting 1.10.1. Murilo

1.10.2.

Caroline

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1.10.3. Maya

1.10.4.

Rodrigo

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1.10.5. Regina

1.10.6.

Eleonora

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1.10.7.

Líder

1.10.8.

Figuração

- Participantes do Grupo de Apoio

- Editora do Jornal Papiro

Ana Maria Albuquerque Yakata

Danielle Reis

Andréia Barreto de Brito

Gabriela Satiro

Diego Bravo Alves

Jorge de Souza

- Legião de WANADI Bianca Siqueira

Milena Nadin Naomi Sutton

Dennys Bonifácio Giovani Fuccia Giovanna Reis Ingrid Fuccia 44


WANADI 1.11. Direção Geral O universo de WANADI á baseado em mistérios, acontecimentos não explicados e segredos não revelados pelos seus personagens. Murilo, personagem de hábitos regulares e emocional abalado após a morte da esposa, é representado com roupas de cores neutras e temperamento quase sempre confuso e refém, as pessoas que estão a sua volta, vulnerável a ser manipulado pela trama que o faz explorar seu lado investigativo de jornalista, buscando respostas sobre o suicídio de sua esposa que nunca foi compreendido. Planos fechados com ênfase em rosto, reforçam através das suas expressões, suas frustrações com o trabalho e com a sua rotina, que é alterada por acontecimentos que são explicados ao longo dos episódios. Tomando referências de série como Requem, onde o protagonista é retirado da sua zona habitual para investigar mistérios de sua vida em outro espaço, a geografia de WANADI foi pensada como algo histórico que representasse gerações que ali viveram e mantiveram vivos os hábitos da cidade sem contato externo, casando com a arquitetura da cidade de Paranapiacaba, marco histórico da cidade de São Paulo que foi selecionado com por ter grande potencial em repassar o tom de ao mesmo tempo que novo (para a aventura do protagonista) também fosse antigo em termos de construções e ambientes, que retratasse o visual um tanto que "abandonado", reforçando o ar de misterioso que a série possui.

A inserção de personagens próximos que ao mesmo tempo manipulam o protagonista (como Rodrigo e Maya) como são vítimas de da situação retratada na série (Regina) foram formas de aproximar o público para o que se passa fora da visão de Murilo, montando em cenário de tensão nos momentos em que seus ele se aproxima destes personagens.

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Cores opacas e frias e trilhas dissonantes também foram adicionadas para repassar a suspense de cada cena, com ênfase nos momentos em que o personagem enfrenta momentos de perigo, ação, e fuga que cada situação o obriga a ultrapassar.

1.12. Arte 1.12.1. Direção de Arte O clima da série Wanadi é misterioso e monótono com a intenção de causar uma sensação de curiosidade para o telespectador. A cidade que construímos e que recebeu o título da série, é remota, peculiar e possui uma arquitetura antiga passando a estética de abandono. Sendo assim, optamos por utilizar a cidade de Paranapiacaba como locação já que possui arquitetura e clima desejado. Um dos elementos mais presente é o brasão da seita que acontece na cidade, inspirado no principal símbolo da tribo Iecuana onde o desenho de sol representa o deus Wanadi, a base a terra e no centro a água do mundo, já que na cosmologia deles a agua fica no centro do nosso lar e toda a terra permanece ao redor. As ocas representadas no brasão são aonde os índios vivem, cores escuras preenchem todo o símbolo é o Caju que seria o plano em que o deus vive e observa o mundo. O formato do brasão escolhido passa a entender que Wanadi estaria abraçando, cercando todo o universo.

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1.12.2.Cenรกrios Estacionamento

Apartamento

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Grupo de Apoio

Cidade de WANADI

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Cemitério

1.12.3. Figurino e Maquiagem Murilo O figurino de Murilo foi pensado e feito de acordo com sua personalidade. Suas roupas são quase sempre formais, o que transmite uma sensação de seriedade, buscamos usar tons que contrastassem com a pele do ator e ao mesmo tempo não fugisse da neutralidade da persona.

Rodrigo O figurino de Rodrigo foi baseado em sua profissão e local de atuação, logo, optamos por esporte fino, utilizando roupas em tons escuros, para poder transmitir o lado escondido de sua personalidade que na realidade é sombria e gananciosa.

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Caroline O figurino inicial de Caroline, o do suicídio, foi para mostrar sua neutralidade e o quanto estava em paz quando decidira se jogar do prédio. Já nas fotos da seita, Caroline usa uma capa preta, revelando todo seu lado ruim e sem luz, mostrando sua verdadeira face. Optou-se por dois tipos de maquiagem para a personagem: uma neutra, mostrando sua simplicidade e transmitindo a sensação que ela é uma boa moça; e na segunda maquiagem foi usado tons escuros, transmitindo seu lado sombrio durante as fotos da seita.

Maya O figurino de Maya foi criado baseando-se em sua personalidade mundana. Roupas despojadas, com vários óculos diferentes, onde podemos enxergar seu olhar malicioso, passando para o telespectador a sensação de que ele esconde algo. Usa sempre um colar com um pingente em formato de sol, o que revela sutilmente sua verdadeira face, a do deus WANADI.

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Regina Seu figurino e maquiagem teve como referência o filme "A proposta", onde a personagem

principal

(Sandra Bullock).

é

Margaret

Tate

Chefe de uma editora,

mulher de personalidade forte e objetiva, sempre utilizando roupas formais no ambiente de trabalho, porem são roupas que marcam suas silhuetas fazendo com que ela não passe despercebida.

Líder do Grupo de Apoio O figurino do líder foi pensado com base em sua função. Foram escolhidas roupas básicas, transmitindo sua simplicidade.

Legião de WANADI. Os

personagens

da

cidade de WANADI tiveram como

referência

o

filme

Harry Potter e a Ordem da Fênix,

onde

temos

a

apresentação dos seguidores do vilão da saga, os Comensais da Morte. Os personagens usam roupas pretas, representando ser o lado sombrio a trama.

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Eleonora A

personagem

Eleonora

teve

como referência principal a personagem Belatriz Lestrange, também da saga Harry Potter. Uma mulher com a aparência sombria e misteriosa, com cabelos esvoaçados e uma maquiagem escura e destoando dos personagens anteriores, o que a dá a sensação de anormalidade.

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1.12.4.

Designs Brasão da Seita Criado por Jorge de Souza Ferreira Filho, o brasão da seita de WANADI, representa de forma lúdica a história da lenda do deus WANADI. Nele mostra a proximidade do Sol com a Terra, o que segundo tal lenda, WANADI seria o Sol e no final dos tempos (também podendo ser dito como o Apocalipse),

aqueles

que

o

seguissem

estariam junto a ele no paraíso, onde viveriam como deuses entre os deuses por toda a eternidade.

Capa do DVD

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Rosto do Disco

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1.13. Direção de Fotografia e suas Referências. Ao pensar na criação da fotografia para WANADI, dividiu-se as pesquisem em duas áreas para referencias: as do brainstorm do grupo e as baseadas em cenas especificas do roteiro, porém ambas caminharam juntas. 1.13.1. Sherlock. (85-90 min) The Great Game (Temporada 2, episódio 3). Direção: Steven Moffat e Mark Gatiss. Produção: Sue Vertue e Elaine Cameron. Intérpretes: Benedict Cumberbatch; Martin Freeman e outros. Roteiro: Sir Arthur Conan Doyle. Música: David Arnold e Michael Price. Nacionalidade: Reino Unido. Hartswood Films, 2012. BBC One utos. No seriado Sherlock (2012), usamos como base a cena do suicídio do protagonista, para criarmos a mesma estética de fotografia proposta pela nossa série. Plano geral (PG) como estes:

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Planos mais fechados com detalhes no rosto do ator e em outras partes que pudessem criar uma atmosfera maior, fazendo com que o público tivesse uma imersão maior ao assistir;

1.13.2. Rockeman (121 min) Direção: Dexter Fletcher. Produção: Adam Bohling; David Furnish e outros. Intérpretes: Taron Egerton; Jamie Bell; Richard Madden e outros. Roteiro: Lee Hall. Música: Matthew Margeson. Nacionalidade: Reino Unido. Paramount Pictures, 2019. Na cena do grupo de apoio usamos como base um trecho do filme Rocketman (2019). No momento em que o personagem está falando sobre seus problemas pessoais, perceba que a câmera passeia pelo cenário fazendo um plano geral (PG), e sutilmente conforme a história que está sendo contada pelo personagem vai ficando mais comovente, a câmera se aproxima do ator, ela fecha no rosto dele

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1.13.3. Silent Hill. (127 min) Direção: Christophe Gans. Produção: Samuel Hadida e Don Carmody. Intérpretes: Radha Mitchell; Sean Bean; Jodelle Ferland e outros. Roteiro: Roger Avary e Christophe Gans. Música: Jeff Danna. Nacionalidade: França, Canadá. Sony Pictures, 2006. No filme Silent Hill (2006), o que mais chamou atenção foram os planos abertos com nevoas que conseguiram criam uma atmosfera de suspense bem densa;

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1.14. Direção de Sonorização No início do projeto pensamos em muitos efeitos e sons que pudesse acompanhar o espectador a emergir nas cenas, alguns efeitos sonoros tivemos que criar, tais como, passos do protagonista, som do armário, água e barulho do motor do carro. Pensamos em cada detalhe de cada cena para conseguir extrair o máximo de imersão possível dos ambientes que filmamos. O site Epidemic Sound, é muito conhecido pelos criadores de conteúdo, uma boa parte das trilhas que utilizamos saíram da biblioteca deles, utilizamos também sons da biblioteca Art-list.

1.15. Público-alvo, veiculação e distribuição A série WANADI tem como público-alvo mulheres e homens de 18 a 24 anos de idade. A série WANADI foi pensada e desenvolvida para a emissora de televisão comercial Rede Globo, sendo assim distribuída através da programadora Globosat para a plataforma online Globoplay. Tal

pensamento

veio

através

de

observações

relacionadas

ao

investimento em séries - principalmente do gênero suspense - que a emissora vem fazendo nos últimos tempos e como elas tem agradado o telespectador pelo enredo e qualidade de produção.

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1.16. Classificação Indicativa

CONTEÚDO VIOLENTO LINGUAGEM INAPROPRIADA SUICÍDIO

A série WANADI, não recomendada para menores de 16 anos, pois possui conteúdos: Violentos Onde Murilo sofre diversas tentativas de assassinatos e acabava tendo luta corporal com seu inimigo, o matando-o. Linguagem imprópria Murilo sofre de coprolalia, que é a tendência de proferir palavras obscenas em excesso, por isso acaba dizendo palavras de baixo escalão a qualquer momento, com ou sem contexto. Suicídio Onde a personagem Caroline salta de um prédio logo numa das primeiras cenas e a imagem é repedida durante todo o arco em momentos rápidos de lembranças de Murilo. Tortura Onde a Legião de WANADI sequestra Murilo e com a ajuda de Eleonora o torturam física e psicologicamente, com o simples objetivo de fazê-lo sofrer enquanto WANADI, no corpo de Maya, se aproxima.

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1.17. Justificativa Seguindo em linha com a identidade organizacional da produtora Câmera 1, a série de ficção WANADI além de entreter, usa certas questões sociais, relevantes a atualidade, como a posição dos indígenas e o tratamento da natureza selvagem no Brasil com pano de fundo para elementos de sua narrativa. A trama gira em torno de um jornalista cujo um trauma do passado acarreta com o seu envolvimento com uma enigmática e perigosa seita, adoradores do deus WANADI, relacionado, no mundo real, com a religião e cultura do povo indígena Iecuana. Enquanto a história não necessariamente se trata de um projeto de conscientização ou híper politizado, a inserção de temas remetentes a religião de um grupo pouco explorado na ficção é um importante ato de inclusão, assim como a presença de um elenco de atores majoritariamente não caucasianos, algo não frequente no audiovisual nacional. Devido à natureza exploratória do enredo em relação a obscura e epônima cidade de WANADI, o gênero escolhido para se abordar a história é no caso o suspense e também o drama, sendo elementos dramáticos melhores adequados para a aprofundar a dinâmica entre os personagens, o trauma do protagonista e criar a simpatia do espectador com o elenco. A essência fantasiosa e sombra da trama também permanece um diferencial de outras obras do audiovisual brasileiro, mais firmadas ou no realismo social ou em comédias irreverentes. Tal variedade de gênero busca servir como vantagem em se fisgar o público.

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2.

2.1.

CONSIDERAÇÕES Relatório do Grupo de Discussão.

Mediador: Giovanna Reis Nunes Número de participantes: 5. Todas do sexo feminino. Público-Alvo: Jovens entre 18 e 24 anos. Participantes: Beatriz, 19 anos; Kiara, 19 anos; Pamela, 19 anos; Vitória, 23 anos. O que assistem: Em relação a hábitos televisivos, as participantes não possuem o costume de assistir muita televisão, salvo a telejornais e, em alguns poucos casos, novelas. Somente plataformas de streaming. Pontos positivos da avaliação: As participantes responderam positivamente a primeira e a última cena exibidas no teste, a chegada do protagonista a cidade fictícia de WANADI e a do funeral estrelando o protagonista e um personagem coadjuvante, respectivamente. A última cena foi a mais bem avaliada. A atuação do ator Dário, que interpreta o personagem principal da trama foi classificada como ótima, e a atuação em geral como boa. O roteiro da história, assim como o cenário exibido, recebeu críticas positivas. Elas se demostraram curiosas com o desenvolvimento da trama e dos personagens. Pontos negativos da avaliação: Apesar das participantes em geral terem gostado do roteiro, algumas pouco entenderam o trecho da história exibida. Interessantemente, algumas

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elaboraram suas próprias interpretações do que ocorre na trama baseando-se no pouco que lhe foi mostrado, um exemplo seria que a cidade WANADI seria uma forma de limbo onde o protagonista acaba visitando. A falta de estabilidade da câmera foi má criticada e tratada como uma inconveniência, assim como o áudio que oscila como muito alto e muito baixo ao decorrer das cenas, além de estar fora de sincronia com o vídeo. Uma cena não teve som. O áudio foi constantemente referido como “dublagem”, não sendo este o caso. Na cena que se passa em WANADI, a voz de Eleonora, em particular, como anteriormente mencionado, é emitida de maneira muito mais alta. A atuação dos habitantes da cidade foi má avaliada. Os cortes das reações do protagonista, da chegada dos nativos e do ataque executado pela personagem Eleonora, foram considerados acelerados demais, como se tivessem “vindo do nada”. O diálogo de exposição, brevemente colocando o espectador a par em relação a história da cidade WANADI, assim como as cenas exibidas no momento, não foram bem recebidos. Existe a sensação de que o diálogo é direcionado demais a quem assiste o programa e não os personagens em si, e as cenas de inserção das casas locais também foram filmados sem estabilidade na câmera. A parte que o protagonista bate palmas após o diálogo de exposição, não foi bem encaixada segundo nossas participantes. O uso excessivo de palavras de baixo escalão também foi mal avaliado.

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2.2.

Relato individual.

2.2.1. “Gravar o piloto de uma série foi um baita de um desafio, o maior que já tivemos. Decidimos sair da nossa zona de conforto gravando em uma cidade diferente "Paranapiacaba". As gravações lá foram difíceis. Nós acordamos de madrugada, às 03h50 da manhã, para às 07h00 já estarmos em na vila de Paranapiacaba. O Sol estava extremamente quente e uma parte da equipe decidiu abdicar do horário de almoço pra poder gravar tudo o que tinha o mais rápido possível, mas chegou um momento que nem conseguimos mais raciocinar de tamanha exaustão. Tivemos alguns problemas no início do trabalho, pois iríamos fazer a adaptação de um livro. Não conseguíamos a autorização com o autor, mas isso foi a melhor coisa que poderia ter acontecido porque gosto muito mais da história original que criamos. Em relação ao casting, os atores que interpretaram o Maya e o Murilo, foram pessoas incríveis, ótimos atores e sempre muito dispostos, agora a atriz que interpretou a Caroline, tivemos alguns problemas como, por exemplo ela dizer que iria aparecer na gravação e no dia seguinte furar com a gente. E com o ator que interpretou o Rodrigo tivemos problemas em relação a assédio sexual. Mas, mesmo aparecendo milhares de problemas, conseguimos resolver todos e mesmo sendo o projeto mais estressante nesses 3 anos de curso, esse também foi o que eu mais gostei de fazer. Mesmo sendo um grupo com muitos integrantes novos, todo mundo se deu muito bem e todos ajudaram muito.” - Bianca Siqueira Rufino.

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2.2.2. “Criar WANADI foi sensacional, uma experiencia que vou levar para toda a vida. Qualquer tipo de função exigiu muito de todos nós, o roteiro foi um grande desafio para explorarmos nossas imaginações, e vimos que dá para colocarmos em prática tudo o que imaginamos. O universo do roteirista é totalmente diferente, criamos a história, os personagens, imaginamos o ambiente, e ver isso acontecendo é magico. Bom, durante o semestre sempre ouvimos: ‘quem fica com figurino e maquiagem é por que não fez nada!’. Esse semestre foi totalmente diferente. Montar figurino de acordo com o personagem é um pouco complicado, mas quando trabalhamos em equipe, tudo fica mais fácil. Claro que não poderia esquecer de agradecer os atores, que graças a eles também conseguiríamos complementar alguns figurinos. A mulher doce, nossa personagem Caroline, precisava transmitir seu lado sombrio, e foi assim que imaginamos e produzimos as maquiagens, assim conseguimos transparecer as duas faces da nossa personagem. Deixo aqui meus agradecimentos a todos do Câmera 1, por fazer esse projeto ser mais harmônico. Esse semestre nos mostrou o quão é importante o trabalho em equipe, e que sempre estávamos ali, um ajudando o outro independente da função de cada um.” - Danielle Reis Campos.

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2.2.3.

“Realizar o projeto da série foi, sem dúvida, um, se não o projeto mais desafiador até o momento, pude notar que todos os integrantes do grupo estavam completamente exaustos devido ter tanto trabalho a ser feito. Nesse semestre pela primeira vez fiquei como roteirista, e a experiência foi maravilhosa, poder criar histórias, criar características, dar “vida” a um ser inexistente, criar a imagem de um personagem, enfim, toda a parte de criação foi completamente maravilhosa, e mais ainda ao ver essas criações tomando forma nas gravações, em particular um carinho mais que especial pela personagem Eleonora, que a princípio pensei em chamá-la de Alice, uma personagem que não estava no roteiro original da série e precisou ser inclusa para dar sentido a cena, até então na cena de Eleonora a personagem Caroline estaria em seu lugar, mas como estávamos tendo problemas com a atriz responsável por interpretá-la foi decidida a criação de mais uma personagem para não ficar vago a ida do protagonista aquela cidade. O maior problema na produção de WANADI foi de fato a questão do elenco, por mais que o elenco seja perfeito em questão de atuação e presença em cena, tivemos problemas com compromissos de alguns atores, como por exemplo na personagem Regina, onde a atriz que a interpretaria nos deixou as vésperas das gravações, tendo de ser substituída pela, também atriz, Thays. Outro problema foi com a atriz que interpreta a personagem Caroline como mencionado logo acima, ela não compareceu em boa parte das filmagens, o que atrasou o processo de gravações, tornando o prazo ainda mais apertado. A lição tirada disso é que temos que estar preparados para todos imprevistos possíveis, lidar com pessoas não é nada fácil, cada uma tem seu tempo, seus afazeres, sua vida, e lidar com isso, de ter que contar com pessoas que até então eram desconhecidas tirar um tempo de sua agenda

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para nos ajudar no processo é um pouco complicado, até porque imprevistos existem na vida dessas pessoas também e nem sempre puderam estar disponíveis para nós, o que atrasou o processo, mas ainda sim seremos eternamente gratos a essas pessoas que mesmo com a correria do dia a dia puderam estar conosco e ajudar na criação dessa série. Em um contexto geral, produzir a série foi desafiador, cansativo, exaustivo, deixando muitos de nós da produtora sem dormir direito devido a rotina de gravações, mas ainda sim todos se sentiram completamente realizados de poder fazer parte disso, e todos desempenharam suas funções muito bem.” - Dennys Cesar de Faria Bonifacio.

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2.2.4.

“Nesse semestre tivemos como desafio a construção do piloto de uma série de TV, foi um dos projetos mais trabalhosos desde a construção inicial da ideia até a execução, onde tivemos que lidar com alguns imprevistos e em alguns momentos trabalhar com a improvisação. Aprendemos como a organização e o cumprimento das funções são de extrema importância para que tudo saia como planejado. Ao todo, foi um trabalho em que tive a oportunidade de executar novas funções e até mesmo participar do elenco da série, a cada semestre que passa tenho a certeza de que estamos no caminho certo e que não existe sensação mais prazerosa do que ver todo o projeto concluído e poder sentir orgulho de si mesmo e da equipe que te acompanha durante todo esse tempo!” - Gabriela Ferreira da Silva.

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2.2.5.

“Nesse projeto optei por fazer uma função diferente sai da minha zona de conforto pois por muitos semestres fiquei em apenas uma função mas com o decorrer da série não teve jeito fiquei como câmera algumas vezes e não nego foi bem diferente das outras vezes que fiz a função, pois aprendi muitas coisas que ainda não sabia mais todos do grupo acreditaram que eu poderia fazer, trabalhar junto com outra produtora foi incrível pois entramos em sintonia e acredito que isso fez com que na produção da série ficasse mais leve mesmo com toda a tensão e estresse nas gravações. Esse projeto foi uns dos que mais me identifiquei por mais que tivemos dificuldade para conciliar a nossa disponibilidade com a disponibilidade dos atores, mesmo assim demos um jeitinho para que desse certo, porém tivemos algumas complicações com um ator e foi ali que vi que muitas pessoas não são profissionais como diz, todos do meu grupo estava por mim e me deram muito apoio.” - Gabriela Benedita Silva Satíro.

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2.2.6. "O desafio desse semestre foi fazer uma série. Não foi fácil, porém

foi muito divertido, enfrentamos as dificuldades da produção de casting, de locação e escolha de gênero, no começo da discussão todo mundo adorou a ideia de fazer a série com os temas suspense e terror, tivemos como referências a Residência Hill, Silent Hill etc. Além de mostrarmos interesse pelo assunto, abordamos bastante a cultura brasileira, tendo em vista que a palavra WANADI possui origem indígena, além de que algumas de nossas locações foram em lugares bem interessantes, como Paranapiacaba, onde gravamos diversas cenas. Além disso experimentamos a fruta local chamada "Cambuci". Enfrentamos sol, chuva e bastante picadas de insetos, fui até parar no hospital. O projeto desse semestre valeu a pena, pois podemos ver que produção de casting, áudio, roteiro e demais funções não são fáceis, requer muita atenção, responsabilidade, comprometimento e tempo. Nesse projeto, foi possível perceber que todos estavam empenhados, não apenas visando ganhar nota e sim porque queríamos realmente mergulhar de cabeça na proposta. Algumas pessoas ficavam até mais tarde para poder gravar, outras dormiram na casa de outro membro para ter uma noite de discussão e outros nem chegaram a dormir direito, tivemos alguns problemas, entretanto nada que não pudéssemos solucionar. Uma coisa é certa, foi uma experiência incrível e me sinto absolutamente realizada por ser parte desse projeto e por tudo o que ele me proporcionou. Gostaria de agradecer principalmente ao escritor que no início do projeto nos negou a adaptação de sua obra, sem ele nunca teríamos chegado aonde chegamos.” - Giovanna Reis Nunes.

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2.2.7.

“Neste projeto interdisciplinar, produzir um piloto para uma série foi uma experiência muito gratificante. Participar de todas as etapas de criação, concepção da trama, do arco da série até o momento de pôr a mão na massa, ver aos poucos as sequências se construírem em um episódio é sensacional, mesmo sendo extremamente trabalhoso. De qualquer forma acredito que conseguimos entregar e atingir aos desafios propostos desde o início do semestre com este projeto. Neste semestre optei em pegar funções na área de produção, por isso, fiquei encarregado pela produção executiva e de locações para a série. Acredito que alguns imprevistos com atores, disponibilidade e conciliação de agenda acabaram nos comprometendo um pouco em relação com a organização de datas com o nosso trabalho. Muitas destas remarcações, regravações e perdas de diárias locadas acabaram deixando as coisas meio fora do controle em relação à nossa ansiedade de querer finalizar as gravações com partes importantes da série ainda faltando. Creio que o grupo como um todo se sentiu um pouco perdido nessas etapas finais do projeto devido a nossa desorganização em tanto curto prazo de tempo. Entretanto, tirando todos estes contratempos, a experiência de trabalhar pela primeira vez com esse pessoal foi muito enriquecedora. O comprometimento e a responsabilidade do grupo inteiro são os elogios que passam em minha mente quando vejo tudo o que passamos nesse semestre e com este resultado que obtivemos.” - Giovani Rosa Fuccia.

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2.2.8.

“Sem sombras de dúvidas esse foi o interdisciplinar mais complicado que já produzi. Nem o primeiro, onde eu nem sabia como usar uma câmera foi tão difícil e desafiador. Nesse semestre nós tivemos que pensar muito mais, planejar muito mais e produzir muito mais.

Também vimos que tudo depende de um

planejamento perfeito e que cada um siga sua função à risca. É claro que tivemos imprevistos e problemas, mas tudo que estava ao nosso alcance era resolvido. Infelizmente, algumas coisas estão nas mãos de outras pessoas, as quais não podemos controlar e fazer com que tudo saia conforme estava planejado. Nesse semestre, além de aprender como produzir uma série, também aprendi a ver todas com um olhar diferente. A dificuldade que o produtor de casting tem ao achar as pessoas perfeitas, o produtor de locação ao tentar transparecer perfeitamente o que o diretor pensou e assim em diante. Também aprendi, mais do que nunca, o que significa se entregar para um projeto, dar o seu melhor e mesmo assim achar que ainda consegue e deve ir mais longe. Um interdisciplinar que me fez aprender com os erros, entender com os acertos e, acima de tudo, ter orgulho de ter conseguido completar mais um semestre.” - Isabela Faria Bastos.

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2.2.9.

“Um trabalho complexo que demandou muito esforço por parte de cada um dos profissionais envolvidos. Tivemos alguns contratempos em relação aos ambientes externos de gravação, principalmente as externas que envolvia a cidade fictícia WANADI (Paranapiacaba), imaginávamos cenas com neblinas e um tom mais sombrio, porém, no dia da gravação fazia 33ºC em Paranapiacaba, o tempo ensolarado atrapalhou na construção das cenas que imaginávamos fazer. Em relação ao trabalho de direção de fotografia, minha função, faltou ter feito alguns ensaios com os atores nos cenários junto com o diretor para decidirmos os melhores planos e enquadramentos para serie, mesmo com as referências estéticas para série, na minha opinião, faltou mais ensaios.” Jhonatan dos Santos Medeiros.

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2.2.10.

“Produzir um episódio de uma série de TV é um processo longo, agitado e complexo. Ele exige bastante elaboração e talvez ainda mais improviso. Para mim a experiência foi positiva, sinto que realmente colaborei. Minhas partes favoritas foram a criação do roteiro e as gravações em si, apesar de tudo, essa etapa é sem via de dúvidas a mais exaustiva. Além disso, entrar em contato com pessoas que atuam na área é algo essencial no aprendizado de um estudante de RTVI e quanto mais cedo essa experiência ocorrer, melhor será para o desenvolvimento do mesmo como aluno e profissional. Criar uma série de ficção foi meu projeto favorito no ambiente acadêmico, após a revista eletrônica.” - Jorge de Souza Ferreira Filho.

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2.2.11.

“O semestre mais agitado até então. Produzir uma série de TV mostrou como e importante a função de cada pessoa e como todas fazem parte de um todo. Minha função como diretor era unir todos esses elementos em uma linguagem de suspense com base nos elementos que compõem o gênero. Aprendi qual a importância de cumprir prazos, lidar com improviso e imprevistos, coordenar equipe, dirigir atores, a importância dos detalhes que também fazem parte da série, enfim, um grande projeto, desafiador e que embora tantos empecilhos ao longo do caminho, foi um divisor para que eu tivesse certeza deque quero realmente fazer: construir uma carreira na área da comunicação. Parabéns ao time maravilhoso por mais uma etapa concluída. Parabéns pelo comprometimento e perseverança. Obrigado por serem profissionais, amigos e quase família nesses últimos meses.” -

Lucas

Gregorio da Silva.

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2.2.12.

“Finalmente um semestre no qual (quase) não me estressei. Confesso que estava um pouco nervosa com relação a entrar em uma nova produtora, pois baseando-me em minhas últimas experiências, sempre acontecia algum atrito com outro membro. Qual foi minha surpresa em relatar, agora, que isso não ocorreu com o pessoal da Câmera 1. Fui surpreendentemente muito bem recebida pelos membros. Do meu ponto de vista ‘o santo bateu’ com todos. Mesmo antes de nos passarem sobre o Projeto Interdisciplinar V, já estávamos trabalhando. Inicialmente escolhemos adaptar um conto de um roteirista de suspense, mas o mesmo ser que nos inspirou também nos enrolou com uma devolutiva ao pedido por semanas e no final, negou a possibilidade de uma adaptação gratuita. Foi então que da rocha fizemos uma flor brotar. Nossa primeira reunião de brainstorming foi rica, e a partir dela WANADI foi se moldando. Um fato curioso é: ninguém criou o a história sozinha. Todos os membros estavam incluídos na hora da criação, dando e debatendo ideias apresentadas para que ficasse 100% a cara de cada um. Com o enredo pronto, os roteiristas começaram a trabalhar, e é aí que eu me encontro. Tive o grande prazer de estar em uma função na qual sou apaixonada. Ser roteirista de WANADI foi uma experiência e tanto pois, por mais que já tenha escrito alguns roteiros, nunca peguei um de um projeto tão grande e em que todos estavam claramente animados em fazer. Decidi dar tudo de mim e comecei a criação do argumento junto com os outros dois roteirista, Danielle e Dennys e o diretor Lucas. Apesar de muito esforço, não conseguimos de primeira entregar um texto ideal, nenhum de nós esteve em contato com a produção de um argumento antes. Isso nos afetou bastante nas orientações que tivemos. Mas, depois de muito estudo e leitura tanto de livros como de bíblias

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e roteiros, conseguimos entregar um ótimo argumento. Uma vez com o argumento, passamos para o processo de transformar o conteúdo em um roteiro narrativo. O qual não foi ideal pois existiam furos na história que não percebíamos. Com a ajuda das orientações da professora Cida, por mais que muitas tenham nos desanimado um pouco, nosso projeto foi extremamente afetado de maneira positiva com seus apontamentos. Em meio de todo esse processo, minha redação melhorou muito graças às aulas complementares de redação publicitária aplicada, que é dada pela professora Cristina Munhão. Apliquei muito do que aprendi no processo de criação, roteirização e documentação da série: como dar sentido e conexão a tudo a que se cria por mais que aquilo passe despercebido para o público; a importância de pensar em cada palavra e como definhá-la, usando a rede semântica, quando se tem por acaso um bloqueio criativo; a importância de convencer o público através da ancoragem, que é basicamente o texto e imagem que conversam entre si; a graça de fazer textos circulares para fazer com que o expectador não tenha a sensação de estar abandonado quando a trama acaba. Com relação as gravações, foi tudo bem cansativo, mas prazeroso demais de fazer. A relação que tivemos com os atores foi maravilhosa. Houve uma troca de experiencias e pensamentos, o que facilitou a relação da produção-ator, deixando ambos lados confortáveis no set. Mas infelizmente nem tudo são rosas. Infelizmente estávamos com dificuldade de conciliar nossa agenda com a dos atores, e mesmo quando conseguíamos acabavam havendo imprevistos. A atriz que interpretou a personagem Caroline (Natalia), por exemplo, não foi nada profissional. Hoje ela ousa em nos chamar de amadores, mas, aparentemente não vê seus próprios erros. Ela faltou em uma das gravações, a única que ela realmente precisaria atuar, e nas outras se atrasou quase 2 horas do combinado, e digo com convicção que TODAS as gravações seguintes foram

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afetadas. Sem contar com o assédio que algumas meninas do grupo sofreram pelo ator que interpretou Rodrigo (Adilson). Em compensação, os atores que interpretaram Maya (Tandary) e Murilo (Dário) foram impecáveis. Desde o começo nos trataram com respeito e profissionalismo. Sei que não sou a única pessoa que só tem a agradecer a esses dois, em especial ao ator Dário, que esteve conosco em todas as gravações dando tudo de si até depois do horário estipulado. No final de tudo só tenho a agradecer por estar numa produtora onde todos tem seus objetivos e dificuldades, mas nem por isso deixam de fazer alguma coisa. A Câmera 1 foi, durante todos esses três anos de curso, uma das duas melhores produtoras que já tive prazer de trabalhar.” - Milena Nadin Ginach

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2.2.13.

“De início como todos os outros trabalhos pensávamos que seria fácil, e logo percebemos que não. Eu tive vontade de desistir não por mim, mas ações que presenciei. O que, sendo de proposito ou não, afetou o grupo todo. Mesmo assim, foi um trabalho maravilhoso de fazer, foi super cansativo e intenso, mas pra mim foi o melhor trabalho de todos, tanto em produção quanto em atuação. Em relação ao grupo não tenho nada para reclamar, pelo ao contrário quero muito elogiar porque desde o início sempre estivemos muito unidos e sempre estávamos ajudando ao outro em tudo que fosse preciso. Esse semestre eu optei por ficar em uma função totalmente diferente dos outros semestres, produtora de Casting, e foi uma função um tanto desafiadora, eu digo desafiadora por conta da paciência que eu tive que ter com os atores em si, não só eu, como o grupo também. Teve atores que cancelaram em cima da hora, teve atores que não dava tanta importância ao nosso trabalho, mas no fim conseguimos conciliar com todos eles inclusive os horários e foi aonde conseguimos gravar tudo tranquilo. Apesar dos ocorridos com os atores, deu tudo certo. A função me escolheu novamente e, por ironia do destino, eu acabei atuando também na série, e eu amei! Além de produtora de casting, fui operadora de áudio e de câmera. Pra mim, ficar na câmera foi um desafio e ao mesmo tempo amor por estar fazendo aquilo. Eu amei, e acho que vou adotar a função câmera na minha vida no próximo semestre. Minha visão em relação a tudo, é somente gratidão, principalmente ao meus AMIGOS do grupo, que são pessoas maravilhosas e de coração muito bom, e se não tiver desafio para enfrentarmos nunca terá graça. Com os desafios é que aprendemos as coisas boas da vida!” - Thaís Aparecida da Silva.

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2.3.

Referências Bibliográficas

2.3.1. Livros DOC. Comparato - Da criação ao roteiro: teoria e prática. >Consulta

em: agosto de 2019.

L. Junior Pereira - A vida com a TV: O poder da televisão no cotidiano. > Consulta em: agosto de 2019. McKee Robert - Story. >Consulta em: setembro de 2019. Syd Field - O manual do roteirista. >Consulta em: setembro de 2019. Aristóteles - Retórica. 2ª edição. Biblioteca de Autores Clássicos. PDF Online.

<https://sumateologica.files.wordpress.com/2009/07/aristoteles_-

_retorica2.pdf> Consulta em: Setembro de 2019.

2.3.2. Sites Significado do nome Eleonora <https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/eleonora/> Acesso em:

Setembro de 2019.

Principais deuses da mitologia indígena brasileira <

https://www.google.com/amp/s/super.abril.com.br/mundo-estranho/quaissao-os-principais-deuses-da-mitologia-indigena-brasileira/amp/> Acesso em: Setembro de 2019.

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Wattpad.com – Mitologia Brasileira- Criaturas Místicas e suas origens. <https://www.wattpad.com/amp/733275613 > Acesso em: Setembro de 2019.

Pib.Socioambiental.org – Ye´kawana <https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Ye'kwana> Acesso em: Setembro de 2019.

Conhecendo os deuses da mitologia indígena <https://labedu.org.br/conhecendo-os-deuses-da-mitologia-indigenabrasileira/> Acesso em: Setembro de 2019.

Sacrifícios humanos feitos por seita brasileira que queria trazer de volta

a

vida

o

Rei

Dom

Sebastião

<https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/sacrificios-

humanos-seita-brasileira-dom-sebastiao.phtml> Acesso em: Setembro de 2019. Significado

do

nome

Maya

<https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/busca.php?q=maya>

Acesso em: Setembro de 2019. Significado

de

nomes

masculinos

<https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/nomes-masculinos/2/>

Acesso em: Setembro de 2019. Significado

de

nomes

que

simbolizam

força

<https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/nomes-para-bebe-

simbolizam-forca/> Acesso em: Setembro de 2019. Significado

de

nomes

de

<https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/deuses/>

deuses Acesso

em:

Setembro de 2019.

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Divindades

Indígenas

II:

Divindades

de

outras

tribos

<https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cultura/6070353>Acesso em: Setembro de 2019. Deus

Wanadi

<https://twitter.com/cacocardassi/status/1095056666721177603>Acesso

em:

Setembro de 2019.

Wanadi, the Creator <https://pt.slideshare.net/kreeger/wanadi-the-

creator> Acesso em: Setembro de 2019.

2.3.3. Vídeos Hereditário

<https://www.youtube.com/watch?v=BjMlGjMw9xU>

Acesso em: setembro de 2019. Terror

em

Sillent

Hill

<

https://www.youtube.com/watch?v=M3gPh6S0t1g > Acesso em: Setembro de 2019.

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3.

3.1.

APÊNDICES

Roteiro do episódio piloto.

CENA 1 - INT. ESTACIONAMENTO. DIA MURILO dirige rapidamente para dentro do estacionamento. MURILO freia subitamente, desliga o motor e desce apressado do carro deixando a porta aberta.

MURILO (OFEGANTE) MERDA! ARGH! DROGA!

CENA 2 - INT. ESCADA DE EMERGENCIA. DIA MURILO

sobe

correndo

lances

de

escadas

respirando

desesperadamente. Entra pela porta de acesso no primeiro andar.

CENA 3 - INT. CORREDOR. DIA MURILO corre até o elevador e aperta o botão indicando que

vai para andar superior. Ele estala a língua, passa a mão no rosto enquanto bate o pé, impaciente.

MURILO (ANSIOSO) VAMO LÁ! VAMO LÁ! SOBE... SOBE... MERDA.

MURILO corre para as escadas onde sobe até o terraço do prédio. 82


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CENA 4 - EXT. TERRAÇO. DIA MURILO corre de um lado do terraço até o outro. CAROLINE de pé na beirada do prédio. Ela olha MURILO.

MURILO CAROL... NÃO FAZ ISSO CAROL...

CAROLINE (CALMA) VOCÊ NÃO DEVERIA ESTAR AQUI MURILO MURILO caminha calmamente na direção de CAROLINE.

MURILO POR QUE VOCE ESTÁ FAZENDO ISSO, CAROL?

CAROLINE POR FAVOR MURILO, NÃO SE APROXIME DE MIM, NÃO QUERO QUE ISSO TERMINE DIFERENTE DO QUE DEVERIA SER.

MURILO PENSE NO QUE ESTÁ FAZENDO! CALMA CAROL!

MURILO (GRITA) POR FAVOR CAROL, NÃO FAZ ISSO.

CAROLINE encara seriamente MURILO.

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CAROLINE (FRIAMENTE) ME PERDOE MURILO. UM DIA VOCÊ ENTENDERÁ O MOTIVO DISSO, AS VEZES TEM COISAS QUE PRECISAM SER FEITAS.

MURILO (GRITA) PORQUE TA FAZENDO ISSO?

CAROLINE UM DIA VOCÊ ENTENDERÁ.

CAROLINE se joga do terraço.

MURILO (GRITA) NÃO!

CENA 5 - INT. APARTAMENTO. DIA O despertador de MURILO toca. MURILO arregala os olhos. MURILO boceja enquanto desliga o despertador, são 06h30min da manhã. MURILO geme incomodado por acordar.

MURILO MERDA, ESSE SONHO MALDITO MAIS UMA VEZ...

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MURILO se levanta, caminha lentamente até o banheiro e lava o rosto. MURILO caminha até a cozinha. MURILO olha o calendário fixado na parede. Calendário mostra grupo de apoio. Sexta-feira. MURILO pega sua bolsa, pega sua chave na mesa de centro e caminha pela porta da frente e a fecha. Foto do casal.

CENA 6 - INT. SALÃO GRUPO. DIA MURILO sentado em uma roda de cabeça baixa.

PESSOA UM NÃO ESTÁ FÁCIL, MAS SEI QUE COM O TEMPO MELHORA.

Pessoas batem palma.

LÍDER TUDO BEM... QUEM SERÁ O PRÓXIMO?

MAYA PODE SER EU!

MAYA levanta a mão.

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MAYA OLÁ, EU SOU O MAYA.

MAYA faz uma pausa.

MAYA BEM, ESSA SEMANA ACONTECEU ALGO MUITO LEGAL. EU RESOLVI VIAJAR, DE CARRO MESMO. ATÉ QUE PAREI PRA COMER NUMA

CIDADEZINHA POR AI. QUANDO VI MINHA MÃE ME CHAMANDO PERTO DE UMA ARVORE.

LÍDER MAYA, VOCÊ SABE QUE...

MAYA EU SEI QUE ELA ESTÁ MORTA, MAS FOI TÃO REAL. NÓS CONVERSAMOS. EU A ABRACEI TÃO FORTE!

MAYA suspira.

MAYA FOI UMA EXPERIENCIA E TANTO. BEM QUE EU SENTI UMA ENERGIA

DIFERRENTE ALI. DE UMA CERTEZA EU TENHO, ERA MINHA FALECIDA MÃE. DEPOIS QUE SAI DALI ME SENTI MUITO FELIZ E MOTIVADO. TUDO PARECE ESTAR DANDO CERTO DESDE ENTÃO. EU ME SINTO TUNGA GEKUNU!

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MURILO levanta a cabeça com os olhos arregalados no momento que MAYA finaliza seu depoimento.

MURILO O QUE VOCÊ DISSE?

MAYA EU DISSE QUE TUDO PARECE ESTAR DANDO CERTO DESDE ENTÃO. EU ME SINTO ÓTIMO.

MAYA sorri.

LÍDER E POR ÚLTIMO TEMOS...

MURILO põe a cabeça no lugar após o susto com o depoimento de MAYA e se levanta para prestar seu depoimento.

MURILO SOU EU.

LÍDER E VOCÊ SE SENTE CONFORTÁVEL EM FALAR HOJE?

MURILO faz um “sim” com a cabeça.

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LÍDER sinalizou com as mãos mostrando que a roda está aberta para que MURILO falasse.

MURILO OLÁ, EU SOU O MURILO.

MURILO BEM... COMO POSSO COMEÇAR(?)

MURILO suspira.

MURILO A SEMANA FOI COMO AS OUTRAS, SINTO FALTA DELA, MAS AGORA

ELA ESTÁ MAIS LONGE. ME SINTO MELHOR QUE DA ÚLTIMA SEMANA. ACHO QUE ESTOU SUPERANDO SUA MORTE.

LÍDER OS PRIMEIROS MESES SÃO REALMENTE DIFICEIS, MURILO. MAS CREIO QUE TODOS NÓS FICAMOS FELIZES EM VOCÊ ESTAR MELHORANDO GRADATIVAMENTE.

MURILO É... EU TAMBÉM ESTOU.

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LÍDER DAR TEMPO AO TEMPO É ESSENCIAL. TODOS OS TIPOS DE FERIDAS SÃO CICATRIZADAS COM O TEMPO.

LÍDER se levanta.

LÍDER E DIGO CICATRIZ PORQUE NÃO VAMOS ESQUECER O QUE ACONTECEU. CADA CICATRIZ É UMA HISTÓRIA QUE LEVAREMOS CONOSCO. E ISSO É IMPORTANTE. ISSO É SER HUMANO. É AQUELA FAMOSA FRASE QUE SEMPRE FALAMOS. "VIVENDO E APRENDENDO".

LÍDER junta as mãos uma na outra e suspira.

LÍDER CREIO QUE POR HOJE É SÓ, MEUS AMIGOS.

TODOS dão uma sorriem. LÍDER OBRIGADO PELA PRESENÇA DE TODOS. A REUNIÃO ESTÁ FECHADA.

CENA 7 - EXT. ESTACIONAMENTO GRUPO. DIA MURILO vai em direção a seu carro, abre a porta quando MAYA aparece. MAYA EI. VOCÊ É O MURILO, NÉ?

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MURILO SIM, SOU EU.

MAYA TOMA AQUI.

MAYA lhe entrega uma folha de papel, nela havia um número de telefone e um endereço. MURILO pega a folha.

MURILO HM... E O QUE É ISSO?

MAYA ENTÃO...LEMBRA DA CIDADEZINHA QUE FALEI HOJE NO GRUPO? ENTÃO, ESSE É O ENDEREÇO DELA.

MURILO levanta uma sobrancelha, olha a folha rapidamente e a guarda no bolso.

MURILO A QUE VOCÊ ENCONTROU SUA MÃE?

MAYA ESSA MESMA! O NOME DELA É WANADI.

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MURILO WANADI? NUNCA OUVI FALAR.

MAYA WANADI É BEM PEQUENA. ACHO QUE VOCÊ DEVERIA IR PARA LÁ,

SABE...TENTAR ENCONTRAR COM SUA ESPOSA. CONVERSAR COM ELA E... PERGUNTAR O PORQUÊ. EU VOU VOLTAR HOJE LÁ. QUER VIR COMIGO?

MURILO OLHA, CARA. MUITO OBRIGADO, MAS TÔ ATRASADO PRO TRABALHO.

VOCÊ DEVE SABER, EU SOU JORNALISTA E MINHA CHEFE JÁ TA BEM PUTA COM UNS TRABALHOS QUE ATRASEI A ENTREGA.

MAYA TUDO BEM, MAS SE MUDAR DE IDEIA ME LIGUE, MEU TELEFONE ESTÁ NESSE PAPEL, NÃO DEIXE ESSA OPORTUNIDADE PASSAR MURILO, GERALMENTE UMA OPORTUNIDADE NÃO APARECE DUAS VEZES.

MURILO encara MAYA. MURILO responde MAYA com um tom de voz sarcástico.

MURILO SE CASO EU MUDAR DE IDEIA TE LIGO, MAS BOA SORTE AÍ COM ESSE LANCE DE FALAR COM SUA MÃE E TAL...TCHAU.

MURILO entra no carro e da partida.

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MAYA o observa sério. MURILO sai com o carro do estacionamento. FIM DO PRIMEIRO ATO

CENA 8 - INT. SAGUÃO EMPRESA. DIA MURILO chama o elevador apertando botão. O elevador chega, MURILO entra, aperta o botão do seu andar e aguarda sua parada.

CENA 9 - INT. ESCRITÓRIO. DIA MURILO desce do elevador e segue para o escritório. MURILO cumprimenta todos em tom baixo.

MURILO TUNGA GEKUNU...

MURILO chega em sua mesa onde encara a fotografia de CAROLINE em sua mesa e depois olha a janela. MURILO respira fundo. RODRIGO se aproxima silenciosamente e o assusta. MURILO estremece por inteiro e coloca a mão no peito.

MURILO FILHO DA PUTA!

RODRIGO gargalha. 92


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MURILO O QUE É ISSO RODRIGO? TÁ QUERENDO ME MATAR DE SUSTO?

RODRIGO FOI MAL AÍ MURILO, NÃO QUERIA TE ASSUSTAR.

MURILO dá risada junto com RODRIGO.

MURILO TÁ TUDO BEM, NÃO FOI CULPA SUA. TÔ MEIO DISTRAÍDO HOJE.

RODRIGO O QUE ACONTECEU? TA TUDO BEM?

MURILO LEMBRA DE CAROLINE SE JOGANDO DO PRÉDIO. MURILO olha pela janela.

MURILO TÁ SIM, SÓ O MESMO DE SEMPRE, MAS É BESTEIRA. NÃO SE PREOCUPE.

RODRIGO CONTINUA INDO ATÉ O GRUPO?

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MURILO SIM. TEM ATÉ QUE ME AJUDADO BASTANTE.

RODRIGO QUE BOM. E AQUI NO TRABALHO, TA CONSEGUINDO VOLTAR AO NORMAL?

MURILO É... TA TUDO INDO BEM NA MEDIDA DO POSSÍVEL.

MURILO se aproxima de RODRIGO e sussurra.

MURILO EU SÓ NÃO AGUENTO MAIS ESCREVER SOBRE POLÍTICA, CARA. É SEMPRE A MESMA, TUDO TÃO MONÓTONO!

RODRIGO PUTS, NESSA EU QUERIA PODER TE AJUDAR, MAS É TOTALMENTE FORA DO MEU PODER.

MURILO EU SEI. EU JÁ DISCUTI COM ELA SOBRE ISSO, MAS PARECE QUE TO FALANDO COM UMA PAREDE.

ROGRIDO olha para o lado e vê REGINA. REGINA se aproxima da mesa de MURILO.

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REGINA BOM DIA RAPAZES.

MURILO BOM DIA, REGINA.

RODRIGO BOM DIA, REGINA. COMO VAI?

REGINA MUITO BEM, OBRIGADO, RODRIGO. MAS SERÁ QUE POSSO CONVERSAR COM O MURILO A SÓS POR GENTILEZA?

RODRIGO CLARO QUE PODE!

RODRIGO dá um tapa nas costas de MURILO.

RODRIGO DEPOIS A GENTE CONVERSA. ATÉ MAIS TARDE.

RODRIGO se vira para regina.

RODRIGO COM LICENÇA.

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RODRIGO sai.

REGINA COMO VOCÊ ESTÁ HOJE MURILO? SEI QUE NÃO TEM SIDO FÁCIL PRA VOCÊ.

MURILO EU ESTOU BEM. O GRUPO DE APOIO QUE VOCÊ INDICOU TEM ME AJUDADO, UM DIA DE CADA VEZ NÃO É MESMO?

MURILO dá um leve sorriso. REGINA sorri.

REGINA OLHA MURILO, EU SEI O QUE ESTÁ PASSANDO NESSE MOMENTO, EU SEI QUE É DIFICIL.

REGINA respira fundo e o olha seriamente.

REGINA MAS VOCÊ TEM ATRASADO MUITO NAS DATAS PARA ENTREGAR SUAS

MATÉRIAS. E ISSO ESTÁ AFETANDO NÃO SÓ A EMPRESA, MAS COMO SEUS COLEGAS DE TRABALHO. VOCÊ ATRASANDO FAZ COM QUE ELAS

PRECISEM TRABALHAR AINDA MAIS PRA PREENCHER OS BURACOS QUE VOCÊ ABRE NO O NOSSO CONTEÚDO SEMANAL, ISSO NÃO PODE ACONTECER.

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MURILO abaixa a cabeça enquanto REGINA.

MURILO EU PEÇO DESCULPAS REGINA.

MURILO a olha nos olhos.

MURILO NÃO QUERO PREJUDICAR NINGUÉM. NÃO VAI ACONTECER NOVAMENTE, EU PROMETO.

REGINA TUDO BEM, VOU FICAR NO AGUARDO. MAS ME ENTREGUE AINDA HOJE OS QUE ESTÃO ATRASADOS.

REGINA se levanta.

REGINA AGORA, SE ME DÁ...

REGINA começa a andar e MURILO a chama.

MURILO REGINA! SOBRE A PROPOSTA DE ESCREVER JORNALISMO CRIMINAL, JÁ TEM ALGUMA RESPOSTA?

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REGINA se vira para MURILO com um olhar sério.

REGINA INDA TO PENSANDO SOBRE ISSO, MURILO. MAS CONVENHAMOS QUE VOCÊ NÃO ESTÁ NA POSIÇÃO DE PEDIR NADA, NÃO É MESMO? TERMINE SEU TRABALHO.

REGINA dá as costas e segue em direção a mesa de RODRIGO. De longe MURILO observa REGINA e RODRIGO conversarem.

REGINA OI RODRIGO, VIM TE PARABENIZAR PELO EXCELENTE ARTIGO

ESPORTIVO! FICO MUITO FELIZ EM VER SUA EVOLUÇÃO! OLHA... VOCÊ ESTÁ ME SURPREENDENDO!

REGINA e RODRIGO riem.

REGINA TODOS ADORARAM O SEU ARTIGO ESPORTIVO DA ÚLTIMA SEMANA, FICOU PERFEITO, MEUS PARABÉNS RODRIGO.

RODRIGO coça a nuca, sem graça com os elogios.

RODRIGO MUITO OBRIGADO REGINA, É MUITA GENTILEZA.

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REGINA NÃO, É APENAS RECONHECIMENTO PELO BOM TRABALHO.

RODRIGO OBRIGADO! FICO LISONJEADO COM ESSES ELOGIOS. MEU INTUITO É ESSE, MOSTRAR O MEU MELHOR!

REGINA ENTÃO NÃO PARE AGORA! PODE COMEÇAR SUA PROXIMA MATÉRIA.

RODRIGO SIM, SENHORA!

REGINA sorri segue para a sua sala. MURILO observa de longe, balança a cabeça e volta produzir seu artigo.

CENA 10 - INT. SALA REGINA. DIA REGINA entra em sua sala. Semblante desconfiado. REGINA fecha a porta.

REGINA senta-se e começa a arrumar a sua mesa. REGINA pega o porta-retrato em sua mesa. REGINA sorri. Alguém bate na porta e assusta REGINA.

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REGINA AAH... PODE... PODE ENTRAR.

RODRIGO entra na sala.

RODRIGO LICENÇA, REGINA, EU TIVE UMA IDEIA GENIAL PARA UM NOVO ARTIGO, TEM UM TEMPINHO?

REGINA, com uma expressão facial incomodada, encara RODRIGO por uns segundos.

REGINA AH, OI, RODRIGO! EU TÔ UM POUCO OCUPADA AGORA, PODE VOLTAR UM POUCO MAIS TARDE?

RODRIGO JURO QUE É RAPIDO, VAI TER O TEMPO DE VOCÊ TOMAR UM EXPRESSO COMIGO.

REGINA TUDO BEM, MAS SEJA BREVE.

Rodrigo se direciona até a cafeteira posicionada em um móvel da sala de Regina.

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WANADI

RODRIGO ENTÃO, OQUE VOCÊ ACHA DE COMEÇARMOS A FALAR UM POUCO DO FUTEBOL AMERICANO? É UM ESPORTE QUE ESTÁ EM ALTA NO MOMENTO.

REGINA FUTEBOL...AMERICANO? SIM, ACHO QUE É UMA IDEIA.

Enquanto o segundo copo de café expresso é preparado, RODRIGO olha para trás. REGINA está com os cotovelos apoiados na mesa e com as mãos na cabeça. RODRIGO coloca veneno no copo de Regina, e em seguida, o leva até a ela.

RODRIGO VOU ESCREVER UM RASCUNHO ENTÃO, PARA VER SE VOCÊ APROVA...PODE SER?

REGINA PODE RODRIGO, PODE. ESSA NÃO É A MELHOR HORA. PODE ME DEIXAR SOZINHA POR FAVOR?

101


WANADI

RODRIGO É CLARO, SEM PROBLEMAS. COM LICENÇA.

RODRIGO sai da sala de REGINA. REGINA encara a porta fechada.

REGINA bebe um ligeiro gole do café, respira fundo e volta para seus afazeres.

CENA 11 - INT. ESCRITÓRIO. NOITE MURILO se espreguiça. MURILO bloqueia o celular, o coloca no bolso. MURILO começa a arrumar suas coisas para ir embora. MURILO olhar ao seu redor, vê que Regina ainda está na editora. MURILO vai ao elevador. FIM DO SEGUNDO ATO

CENA 12 - INT. APARTAMENTO. NOITE MURILO chega em seu apartamento. Ambiente simples com coisas fora do lugar, certo descuido. MURILO larga sua bolsa e as chaves do carro no sofá da sala e vai até a cozinha. MURILO abre a geladeira, pega uma garrafa de cerveja e caminha de volta para a sala. MURILO se joga no sofá. Liga a televisão com o controle

remoto. Abre o colarinho da camisa, abre a garrafa com as

mãos utilizando a barra da camisa. Começa uma busca entre os canais, passando por diversos tipos de programas.

102


WANADI

MURILO escuta uma música ao fundo. Fecha os olhos para se concentrar. Arregala os olhos quando percebe que era a música de seu casamento. Coloca a TV no mudo e a música não para. MURILO olha em direção ao seu quarto e nota que o som vem de lá. MURILO se levanta do sofá, olhos arregalados, passos lentos. MURILO caminha sorrateiramente pelo estreito corredor de paredes cinzas com quadros de pinturas abstratas pendurados

até chegar ao quarto, o único cômodo bem organizado, com

móveis de cores frias e escuras com uma cama de casal no centro. Na prateleira está a origem da música: um rádio de cor cinza. MURILO caminha em direção ao eletrônico prestando atenção na letra da música e sorri. MURILO aperta o botão e desliga o aparelho. Fica de pé refletindo o acontecido.

MURILO MAS QUE INFERNO FOI ISSO?

MURILO senta-se em sua cama e escuta o barulho de algo caindo. MURILO olha embaixo da cama e vê uma caixa preta. MURILO se abaixa para pegar a caixa. Nela há um símbolo misterioso. MURILO olha para o lado onde fica a tomada e nota que o fio do rádio não está conectado. MURILO pega a caixa, coloca em cima da cama. MURILO segura o plug do fio do rádio e arregala os olhos.

103


WANADI

MURILO O... O QUE?

No mesmo momento de sua fala a porta de entrada do seu apartamento bate agressivamente contra a parede. MURILO se assusta, larga a tomada e corre até onde veio o som para verificar o que aconteceu. MURILO para entre a cozinha, o corredor e a sala. Observa com semblante assustado. A porta se fecha lentamente. MURILO segue até a porta e a abre

CENA 13 - INT. CORREDOR APARTAMENTOS. NOITE MURILO

sai

do

apartamento,

para

em

frente

sua

porta

e

procurando algo no corredor, ninguém. MURILO anda até a porta de entrada para fechá-la. Quando põe a mão direita na maçaneta MURILO vê um envelope no chão, perto do seu pé.

MURILO MAS O QUE É ISSO?

MURILO se abaixa e pega o envelope com as mãos e fecha a porta. Olha de um lado e do outro buscando detalhes no papel

indicando a remetente ou a sua origem, ao virar o envelope do lado oposto encontra estampado o mesmo símbolo da caixa. Tranca a porta sem tirar os olhos do envelope.

104


WANADI

MURILO se senta no sofá e abre o envelope que está grampeado nas duas extremidades. O rasga e olha dentro. MURILO despeja as fotos ao lado de onde está sentado. MURILO pega as fotos com as mãos e começa a observá-las uma a uma. MURILO nota o símbolo estampado atrás de todas as fotografias.

MURILO MAS O QUE É ISSO?

MURILO vira a foto e em caneta preta está escrito “WANADI. 2015” próximo do símbolo. MURILO enfia a mão no bolso e retira o papel entregue por MAYA na saída do grupo de apoio aquela manhã. WANADI também está escrito ali. MURILO ouve o toque de seu celular tocando em seu bolso. CELULAR ILUMINADO MOSTRA A IMAGEM DE SUA ESPOSA NO PLANO DE

FUNDO COM A NOTIFICAÇÃO DE SEU CALENDÁRIO SOBRE A IMAGEM. “UMA SEMANA PARA 5 ANOS DE CASADOS”.

MURILO suspira e sorri.

MURILO CAROL...

MURILO desbloqueia a tela, abre a notificação e vê um recado de nas notas do calendário.

105


WANADI

CELULAR – MENSAGEM: “EU TENHO CERTEZA QUE VOCÊ VAI ESQUECER, ENTÃO RESOLVI TE LEMBRAR MEU AMADO CRAVO. DE: SUA AMADA ROSA.

PS: POR FAVOR ME PERDOE POR PEGAR SEU CELULAR ESCONDIDO. ESPERO QUE TENHA UM TEMPO PARA ME VER. EU TE AMO E UMA SEMANA!!!”.

MURILO sorri.

MURILO EU JAMAIS ME ESQUECERIA.

MURILO se levanta com o celular em uma mão e o papel em outra. Começa a discar o número que também estava no papel enquanto se afasta do sofá. MURILO leva o celular a orelha e MAYA atende.

MURILO OPA, MAYA. TUDO BOM? DESCULPA LIGAR TÃO TARDE. VOCÊ FALOU SOBRE A CIDADE DE WANADI HOJE DE MANHÃ, EU ACHO QUE MUDEI DE IDEIA, QUERO CHEGAR ATÉ LÁ...

FOTOS DE CAROLINE AO LADO ESTÁ A CHAVE DO CARRO.

CENA 13 - EXT. CIDADE WANADI. DIA MURILO chega ao lugar. Lugar aparentemente deserto. MURILO percebe uma placa escrito “WANADI”.

106


WANADI

Estaciona o carro. MURILO caminha nas ruas, procurando algo. MURILO observa a cidade e sem perceber dá de cara com

ELEONORA, uma mulher de cabelos ruivos e pele clara, usava uma roupa um tanto quanto estranha.

MURILO OLÁ

ELEONORA OLÁ! VOCÊ ME PARECE PERDIDO MEU RAPAZ, QUER UMA AJUDA?

MURILO tira do bolso o papel que MAYA havia lhe entregue no grupo de apoio e mostra para ELEONORA.

MURILO EU PRECISO CHEGAR NESSE LUGAR, VOCÊ SABE ONDE É?

ELEONORA SEI, EU SEI

MURILO E COMO EU FAÇO PARA CHEGAR? AQUI É MUITO FÁCIL DE SE PERDER

ELEONORA NÃO SE PREOCUPE, EU TE LEVO ATÉ LÁ, ALIÁS EU SOU ELEONORA 107


WANADI

MURILO MUITO PRAZER, EU SOU O MURILO

A expressão facial de ELEONORA muda, parecia zangada.

MURILO e ELEONORA passam a caminhar juntos conversando até o local descrito no papel.

ELEONORA ALIÁS MURILO, O QUE VOCÊ PROCURA NESSE ENDEREÇO?

MURILO NA VERDADE, EU ESTOU ATRÁS DE RESPOSTAS, COISAS ESTRANHAS

TEM ACONTECIDO ULTIMAMENTE E QUERO SABER O PORQUÊ. SEI QUE PARECE UMA LOUCURA, MAS ACHO QUE AS RESPOSTAS ESTÃO NESSE LUGAR, SEJA ELE QUAL FOR

ELEONORA WANADI É UMA CIDADE MARAVILHOSA, EMBORA MISTERIOSA PARA MUITOS.

ELEONORA NO ANO DE 1.800 UM GRUPO DE HISTORIADORES CHEGOU AQUI,

CRENÇAS RELIGIOSAS NÃO ERAM COMUNS, AS PESSOAS ACREDITAVAM QUE TUDO ACONTECIA POR VONTADE DELAS. QUANDO ESSES

HISTORIADORES VIERAM, TROUXERAM COM ELES O DEUS WANADI, QUE

108


WANADI

SEGUNDO OS INDIGENAS IECUANAS, SURGIU QUANDO O SOL CRIOU

TRÊS SERES VIVOS PARA HABITAR O MUNDO, ONDE APENAS WANADI NASCEU PERFEITO, ENQUANTO OS OUTROS DOIS SERIAM

RESPONSÁVEIS PELO MAL DO PLANETA, QUANDO AS PESSOAS TIVERAM ALGO A MAIS PARA SE APEGAR ALÉM DELAS MESMAS TUDO FICOU MAIS FÁCIL, E DESDE ENTÃO ESSA É A ÚNICA RELIGIÃO DESSA CIDADE, QUE LOGO PASSOU A SE CHAMAR WANADI.

Após ELEONORA terminar a história MURILO aplaude para quebrar o gelo entre eles. ELEONORA dá um sorriso de canto de boca após a brincadeira de MURILO ELEONORA e MURILO chegam até o endereço descrito no papel de MAYA.

ELEONORA MUITO BEM, É ESSE O LUGAR.

MURILO observa a casa em que ELEONORA o levou. MURILO espia por uma janela para tentar ver algo dentro da casa misteriosa

MURILO O QUE SERÁ QUE VOU ENCONTRAR ALI DENTRO?

MURILO tenta abrir a asa lacrada, mas não consegue. Se sente derrotado, e então senta-se na frente da casa.

109


WANADI

ELEONORA caminha silenciosamente e tenta enforcar MURILO por trás. MURILO (GRITA) ME LARGA! POR QUE VOCÊ FEZ ISSO?

ELEONORA VOCÊ É O ESCOLHIDO MURILO, É VOCÊ

MURILO DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO?

ELEONORA CHEGOU A HORA DE VIVER O SEU DESTINO, DEMOROU MUITO, MAS AGORA É CHEGADA A HORA DE CUMPRIR O SEU DEVER

Sem entender nada MURILO encara ELEONORA enquanto segura o braço que ELEONORA fez um corte com a faca.

ELEONORA NÃO RESISTA MURILO, EU NÃO QUERO QUE ISSO TERMINE DIFERENTE DO QUE DEVERIA.

MURILO fica assustado devido CAROLINE ter dito a mesma frase no dia do suicídio Quando MURILO se dá conta um grupo de pessoas se aproxima dele.

110


WANADI

ELEONORA VOCÊ NÃO IMAGINA O QUANTO ESPERAMOS POR VOCÊ MURILO

MURILO

assustado

com

toda

aquela

situação

grita

desesperadamente com ELEONORA.

MURILO O QUE VOCÊS QUEREM DE MIM?

ELEONORA lança um sorriso demoníaco para MURILO.

ELEONORA TUNGA GEKUNU

Após ouvir de ELEONORA a palavra que CAROLINE havia dito no

dia do suicídio, MURILO sai correndo assustado tentando se livrar de ELEONORA e aquela multidão estranha que o cercava. MURILO corre em direção ao seu carro para sair daquela cidade. MURILO entra no carro e o tranca, ofegante, em seguida procura por algo para estancar a ferida que ELEONORA fez no seu braço. O celular de MURILO toca. NA TELA ELE LÊ O NOME DE RODRIGO E 6 CHAMADAS PERDIDAS. MURILO atende o celular pegando o que caiu.

111


WANADI

MURILO RODRIGO, NÃO É A MELHOR HORA, O QUE FOI?

RODRIGO DESCULPA CARA, MAS A REGINA FOI ENCONTRADA MORTA NO ESCRITÓRIO DELA NA EMPRESA...

MURILO O QUE?

CENA 14 - EXT. RUA DA EDITORA RODRIGO É ISSO MESMO, ACABEI DE RECEBER A LIGAÇÃO DA IRMÃ DELA.

PARECE QUE UM DOS SEGURANÇAS QUE FAZ A RONDA DO PRÉDIO NA MADRUGADA ENCONTROU O CORPO DELA. ONDE VOCÊ TÁ?

MURILO se levanta.

MURILO EU TIVE QUE RESOLVER UM ASSUNTO...

RODRIGO ENTÃO RESOLVA E VEM PRA CÁ, PARECE QUE O VELÓRIO JA TA MARCADO PARA O FINAL DA TARDE.

112


WANADI

MURILO BELEZA.

RODRIGO desliga o telefone. RODRIGO olha para lado, e Maya lhe retribui com um sorriso. FIM DO TERCEIRO ATO

CENA 20 - EXT. CEMITÉRIO. DIA MURILO e RODRIGO estão de pé na frente do tumulo de onde REGINA foi enterrada a pouco tempo. Um cemitério amplo, com lapides de quadrados simples ao chão. Pessoas se despedem e abandonam o local.

RODRIGO CARA, EU AINDA NÃO CONSIGO ACREDITAR QUE A REGINA FOI CAPAZ DISSO.

MURILO ELA ESTAVA PASSANDO POR UMA SITUAÇÃO COMPLICADA, MANO. CÊ

SABE QUE SER GERENTE NAQUELE LUGAR NA MAIORIA DAS VEZES NÃO É FÁCIL. LINDAR COM AS RESPONSABILIDADES E A PRESSÃO DO JORNAL E AINDA SOFRER UMAS BARRAS NA VIDA PESSOAL...A

PESSOA SURTA MESMO, O EMOCIONAL VAI PRO BURACO. VOCÊ MESMO COMENTOU COMIGO O TANTO QUE ELA MUDOU DE UNS TEMPOS PARA CÁ.

113


WANADI

RODRIGO EU SEI, EU SEI, MAS A REGINA QUE CONHECI SEMPRE FOI CASCA

GROSSA, DO TIPO QUE NÃO SE ABALA FÁCIL. PELO MENOS ERA ESSA A REFERÊNCIA QUE EU TINHA.

RODRIGO faz uma longa pausa.

RODRIGO SEI QUE PODE PARECER MEIO INSENSÍVEL DA MINHA PARTE, MAS ESTAVA PENSANDO EM QUEM PODE ASSUMIR A POSIÇÃO DELA NA EDITORA.

MURILO QUE ISSO MANO, O CORPO DELA NEM ESFRIOU E VOCÊ JÁ PREOCUPADO COM ISSO? TEM RAZÃO, FOI INSENSÍVEL.

MURILO e RODRIGO começam a caminhar.

RODRIGO FALANDO EM CORPO, EU QUE ACHEI QUE VOCÊ ESTIVESSE MORTO TAMBÉM. POXA, TE LIGUEI UMAS MIL VEZES E NADA DE VOCÊ ATENDER.

MURILO MENOS AMIGÃO, FORAM UMA CINCO. FUI RESOLVER UMAS COISAS. NA VERDADE, FUI DAR UMA OLHADA EM UM LUGAR QUE...BOM, DEIXA PRA LÁ.

114


WANADI

RODRIGO ACABOU DE FALAR DE MINHA INSENSIBILIDADE, MAS APOSTO QUE

FOI PROCURAR PAUTA PRA ESCREVER SEUS LANCES DE CRIMES NÉ. TU NÃO TEM MORAL NENHUMA.

MURILO ISSO FOI ANTES DE EU SABER QUE A REGINA MORREU, OTÁRIO. QUER SABER, EU VOU É PARA CASA. NÃO TENHO QUE DAR SATISFAÇÃO PARA VOCÊ, NÃO SOU TEU MARIDO.

MURILO (RINDO) ALÉM DO MAIS, A CHEFE MORREU, MAS O TRABALHO AINDA ESTÁ

VIVINHO DA SILVA, DOIDO PRA ME COBRAR COISA NOVA, E OUTRA, PRECISO DESCANSAR.

RODRIGO BELEZA SENHOR SENSÍVEL, ATÉ SEGUNDA.

MURILO e RODRIGO se cumprimentam com um aperto de mão e MURILO começa a ir embora. RODRIGO observando o amigo ir embora.

CENA 15 - INT. APARTAMENTO. NOITE Mostra retrato do casal na mesa.

FIM DO EPISÓDIO

115


WANADI

3.2.

Ordem do dia.

3.2.1. Estúdio de Fotografia – 03.09.19

116


WANADI

3.2.2. Apartamento â&#x20AC;&#x201C; 06.10.19

117


WANADI

3.2.3. UNICSUL Polo Anália Franco – 09.10.19

3.2.4. Estúdio de TV: Grupo de Apoio – 11.10.19

118


WANADI

3.2.5. Vila de Paranapiacaba – 13.10.19

, 3.2.6. UNICSUL Polo Anália Franco – 16.10.19

119


WANADI

Apartamento 2 â&#x20AC;&#x201C; 25.10.19

120


WANADI

3.3.

Sincronização musical. Foram utilizadas 9 faixas de áudio para fazer a sonorização de WANADI. A duas primeiras são somente as vozes das gravações, já nas demais faixas foram adicionados os efeitos sonoros, intervenções e música.

121


WANADI

3.4.

Orçamento previsto.

Produtora Câmera 1 Episódio Piloto – WANADI Valor Pré-Produção

Unidade

Quantidade

Unitário (R$)

Valor Total (R$)

Roteirista

Por Episódio

1

3500

3500

Operador de câmera

Diária

6

250

1500

Diária

6

150

900

Luz

Diária

6

210

1260

Transporte

Horas

35

14

490

Alimentação

Refeição

13

18

234

Prod. De Casting

Cache

4

300

1200

Operado de áudio com equipamento

Subtotal 1

9084

Equipamento Luz/Maquinário Luz

Diária

6

800

4800

Maquinário

Diária

6

700

4200

Dolly

Diária

3

500

1500

Drone

Diária

1

700

700

Acessórios

Verba

500

500

Subtotal 2

11700

Equipe Diretor

Diária

6

800

4800

Assist. Direção

Diária

6

260

1560

Coord. De Produção

Diária

6

220

1320

122


WANADI

Assist. Produção

Diária

6

250

1500

Produtor de objetos

Cache

6

240

1440

Produtor de figuração

Diária

6

200

1200

Figurinista

Diária

6

300

1800

Maquiador/Cabelereiro

Diária

6

200

1200

Diária

6

210

1260

Diária

6

350

2100

Operador de áudio c/ equipamento Operador de câmera Subtotal 3

18180

Elenco Ator Tandary Freitas

Cache

3

200

600

Ator Adilson Eustáchio

Cache

2

200

400

Ator Dário Negritude

Cache

6

200

1200

Atriz Natália Boccia

Cache

2

200

400

Atriz Thays Silva

Cache

1

200

200

Subtotal 4

2800

Equipa. Câmera/Material Sensível Câmera 50mm completa

Diária

1

350

350

Câmera 18-55mm completa

Diária

1

350

350

Câmera 18-55mm completa

Diária

1

350

350

Câmera 24-105m completa

Diária

1

350

350

GoPro

Diária

1

350

350

Cartão de Memória

Verba

5

70

350

Subtotal 5

2100

Transporte Van (Prod. Geral)

Diária

6

300

1800

123


WANADI

Carro (Equipamentos)

Horas

8,5

20

170

Van (Figuração)

Diária

3

300

900

Horas

1,5

40

60

Horas

1

30

30

Horas

1

30

30

Horas

2

45

90

Horas

1

30

30

Uber (Atores) Loc. Casa Murilo Uber (Atores) Loc. Escritório Uber (Atores) Loc. Terraço Uber (Atores) Loc. Paranapiacaba Uber (Atores) Loc. Parque Subtotal 6

3110

Alimentação Café

Refeição

6

50

300

Almoço/janta

Refeição

6

70

420

Subtotal 7

720

Despesas de Produção Locação Parque

Diária

1

600

600

Locação Casa Murilo

Diária

1

200

200

Locação Escritório

Diária

1

200

200

Locação Terraço

Diária

1

200

200

Locação Estacionamento

Diária

1

200

200

Locação Paranapiacaba

Diária

1

600

600

Locação Carro

Diária

3

350

1050

Caixa de produção

Verba

500

500

Figurinos

Verba

700

700

Objetos

Verba

400

400

Subtotal 8

4650

124


WANADI

Montagem/Finalização Diretor

Diária

5

805

4025

Montador

Filme

1

1500

1500

Editor de Vídeo

Diária

5

350

1750

Assist. Edição

Diária

5

160

800

Editor de áudio

Diária

3

180

540

Finalizador

Filme

1

400

400

Subtotal 9

9015

Resumo Pré-produção Equipamento Luz/Maquinário

9084 11700

Equipe

18180

Elenco

2800

Equipa. Câmera/Material Sensível

2100

Transporte

3110

Alimentação

720

Despesas de Produção

4650

Montagem/finalização

9015

Total (R$)

61359

125


WANADI

3.5.

Prestação de contas.

Produtora Câmera 1 Episódio Piloto – WANADI Valor unitário

Valor Total

(R$)

(R$)

54

54

5

4,5

22,5

Verba

1

8

8

Gráfica

Verba

1

15

15

Cartão de Memória

Verba

1

45

45

Gastos Produtora

Unidade

Objetos de Cena

Verba

Fotos Reveladas

Verba

Pilhas

Quantidade

Subtotal 1

144,5

Transporte Carro Gasolina

Litro

35

2,9

101,5

Transporte Atores

Verba

6

18

108

Subtotal 6

209,5

Alimentação Coffee Break Subtotal 7

Refeição

1

245,24

245,24 245,24

Resumo Gastos Produtora

144,5

Transporte

209,5

Alimentação

245,24

Total (R$)

599,24

126


WANADI

3.6.

Câmera 1 O Câmera 1 tem como seu maior objetivo fazer com que suas

produções impactem, ou mudem, a vida de quem assiste a qualquer um de nossos projetos. Seja quaisquer impactos: aprender, repassar informações e/ou recomendar nossas produções para terceiros. Passando assim o conhecimento que obtivemos durante a execução à diante, para que tal não morra sem ser absorvido por – pelo menos – uma pessoa. Pois acreditamos que informação é poder e direito de todos. Nós consideramos as plataformas de comunicação algo poderoso, que pode tanto criar boas imagens, como ruins. Algo que podemos usar para influenciar a vida de pessoas – no nosso caso, para o bem –, ensinando-as o que nos foi ensinado durante nossas vidas, porém, desta vez de uma forma audiovisual que tenha o mesmo impacto em todas as pessoas que venham a assistir nossas produções e, futuramente, compartilhar do mesmo pensamento. Procuramos

ter

representatividade

nas

plataformas

em

que

trabalharmos, nossa equipe é constituída, em sua maioria, por mulheres. Portanto, um passo para a representatividade de mais mulheres envolvidas em produtos audiovisuais. Queremos fazer com que toda a massa se sinta representada quando assistirem ao que produzimos, porém, não representadas de uma forma caricata, mas sim, o mais real e transparente possível. Somos uma produtora que procura sempre melhorar a visão crítica, situações, pessoas e, quem sabe, até o mundo. 3.7.

Ficha técnica.

127


WANADI

128


WANADI

129


WANADI

130


WANADI

131


WANADI

132


WANADI

4.

4.1.

ANEXOS

Termo de Compromisso para Casting. Adilson Samuel Eustรกchio

133


WANADI

4.1.1. Dรกrio Tomaz dos Santos

134


WANADI

Gabriela Ferreira da Silva

135


WANADI

Natรกlia Boccia

136


WANADI

Tandary Freitas Silva

137


WANADI

Thais Aparecida da Silva

138


WANADI

4.2.

Autorização de uso de imagem e voz. Adilson Samuel Eustáchio

139


WANADI

Alexandre Henrique

140


WANADI

Ana Maria Albuquerque Yakata

141


WANADI

Andreia Barreto de Brito

142


WANADI

Bianca Siqueira Rufino

143


WANADI

Daniel Kaleb Alves do Nascimento

144


WANADI

Danielle Reis

145


WANADI

Dรกrio Tomaz dos Santos

146


WANADI

Debora Pereira Benvinda

147


WANADI

Dennys Bonifacio

148


WANADI

Diego Bravo Alves

149


WANADI

Gabriel Silva

150


WANADI

Gabriela Benedita Silva Satiro

151


WANADI

Gabriela Ferreira da Silva

152


WANADI

Giovani da Rosa Fuccia

153


WANADI

Ingrid da Rosa Fuccia

154


WANADI

Jacson Oliveira dos Santos

155


WANADI

Jenyffer de Oliveira Souza

156


WANADI

Jorge de Souza Ferreira Filho

157


WANADI

Leandro Coelho de Araujo

158


WANADI

Milena Nadin Ginach

159


WANADI

Naomi Sutton

160


WANADI

Pedro Henrique de Jesus Macedo

161


WANADI

Tandary Freitas Silva

162


WANADI

Thais Aparecida da Silva

163


WANADI

4.3.

Autorização de filmagem em imóvel. Universidade Cruzeiro do Sul - Polo Anália Franco 1

164


WANADI

Universidade Cruzeiro do Sul - Polo Anรกlia Franco 2

165


WANADI

Apartamento Giovanna Reis Nunes

166


WANADI

Prefeitura Municipal de Santo AndrĂŠ - Vila de Paranapiacaba

167


WANADI

4.4.

Autorização de direitos autorais/musicais. Banda Terno Rei - Ela

168


WANADI

4.5.

Making-Off.

No começo até o papel era engraçado.

Começam as gravações, primeira parada: Terraço da UNICSUL do Anália.

169


WANADI

Que tipo de dolly é essa, ein Gabi?

Equipe se organizando antes da gravação de mais uma cena.

170


WANADI

E então a gravação do nosso primeiro grupo de apoio.

Ensaio de fotos da Legião de WANADI:

171


WANADI

Em WANADI o diretor também trabalha! A seita que dói menos!

Mais um dia de trabalho, desta vez é nosso momento de aparecer na telinha!

172


WANADI

Trabalhando pernas? Não! Aqui também atuamos como estabilizador!

Não é mole não! É cena atrás de cena!

173


WANADI

Viajar? Quem dera! Aqui é a produção de WANADI saindo as 4 da manhã a caminho de maus uma locação. Só os sonolentos!

Produção de WANADI vai pata Paranapiacaba esperando neblina e recebe sol de 30 graus as sete da manhã.

174


WANADI

E que comessem os trabalhos!

Mortos e não passando nada bem. Gratos pela experiencia e oportunidade e desorientados graças a ensolação.

175


WANADI

Você realmente achou que não voltaríamos para o terraço do Anália? Bem

O suicídio mais esperado do milênio!

176


WANADI

Guarda-chuvas, uma arma simples e poderosos.

“As arverezes samos nozes.” – Bonifacio, Dennys

177


WANADI

Louvando WANADI com aquela pose especial.

E finalmente a Ăşltima cena foi gravada!

178


WANADI

Editores, entrego em suas mรฃos!

Ei, jรก ouviu falar de WANADI?

Ei! Sem spoiler!

179


WANADI

180


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