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IDENTIDADES URBANAS

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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL RÁDIO, TV E INTERNET

PRODUTORA 4PLAY

SÃO PAULO - SP 2020


UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL RÁDIO, TV E INTERNET

ALUNOS PARTICIPANTES Daniel Ribeiro Brancallião (RGM 19511167) Filipe Gabriel de Jesus (RGM 22265261) Gabriel Silva e Costa (RGM 20437161) Guilherme de Souza Tobias (RGM 21273383) Igor dos Santos Fragas (RGM 21454086) Juliene da Silva Xavier (RGM 22551751) Larissa Souza Pinheiro da Silva (RGM 21255784) Leonardo de Araujo Rezende (RGM 22107681) Luane Aparecida da Silva Pereira (RGM 22178431) Lucas Sampaio Lucena (RGM 20695501) Sofia Beserra Pantaleão (RGM 21035164) Willians Delvin Garcia Estigarribia de Moraes (RGM 20676549) Yuri César Silva Vieira (RGM 22087524)

PROFESSORES ORIENTADORES Fotografia: Técnicas e Equipamentos // Prof. Me. Patricia Assuf Pesquisa em Comunicação // Prof. Dr. Bruno Tavares Roteiro para TV // Prof. Dra. Maria Aparecida Ruiz Teoria do Som, Captação e Edição de Áudio // Prof. Me. Alexandre Henrique Teorias Críticas da Comunicação // Prof. Dra. Maria Aparecida Ruiz

SÃO PAULO - SP 2020


SUMÁRIO

1. PRODUTORA...............................................................................................04 1.1 Logotipo.................................................................................................04 1.2 Identidade Organizacional...................................................................04 1.3 Carômetro..............................................................................................05 1.4 Organograma........................................................................................10 2. PROPOSTA..................................................................................................10 2.1 Sinopse..................................................................................................10 2.2 Objetivos................................................................................................10 2.3 Argumento.............................................................................................11 2.4 Veiculação.............................................................................................11 2.5 Público-alvo...........................................................................................12 2.6 Fundamentação Teórica do Gênero Revista Eletrônica....................12 2.7 Fundamentação Teórica do Tema.......................................................14 2.8 Podcast 'Se Liga Na Letra'...................................................................17 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................19 3.1 Responder ao Desafio..........................................................................19 3.2 Relatos Individuais...............................................................................20 4. BIBLIOGRAFIA............................................................................................24 5. APÊNDICES.................................................................................................25 Espelhos......................................................................................................25 Roteiros........................................................................................................27 Trilha Sonora...............................................................................................35 6. ANEXOS.......................................................................................................38 Autorização de Uso de Imagem.................................................................38


1. PRODUTORA A produtora 4Play foi formada no primeiro semestre de 2019 por alunos do curso de Rádio, TV e Internet da Universidade Cruzeiro do Sul e produz conteúdos audiovisuais para o meio universitário.

1.1 Logotipo ACREDITAMOS NO PODER DE SER DIFERENTE E NA INCLUSÃO Nossa produtora possui uma logo simples focada no desenho sofisticado e criativo que forma o nome e ao mesmo tempo o convencional símbolo de ‘ligar’. Refere-se a execução de mídias nas plataformas de comunicação e passa sensação de ação, colocar a ‘mão na massa’. A presença de cores faz referência a diversidade e inclusão presente nos elementos da identidade organizacional e igualmente a antiga tela de sintonização que aparecia em televisores de tubo.

1.2 Identidade Organizacional Missão Oferecer trabalhos acadêmicos, pesquisas e prática do aprendizado, com atitudes criativas, desafiadoras, conjuntas e que prezam pela qualidade, além de


satisfazer às necessidades dos que solicitam estes trabalhos, almejando a todo o momento ampliar os resultados para os integrantes e para a sociedade, assegurando o desenvolvimento sustentável da empresa. Visão Buscamos em nossos produtos evidenciar o diferente, produzindo conteúdos audiovisuais que prezam pela inclusão e representatividade que falta no mercado, e assim dar voz às diferenças e a sociedade como um todo. Valores • Entendemos que a assimilação constante do conhecimento e a mente aberta às novidades são fatores essenciais para o desenvolvimento em um mundo de sociedade líquida, em constante transformação. • Valorizamos a cooperação entre os colegas tanto internamente na produtora quanto os que solicitam a fim de unir todas as nossas forças e talentos na busca da liderança no meio atual. • Apoiamos a Cooperatividade e prezamos o respeito aos membros da equipe e para quem iremos produzir conteúdo. • Estimulamos a diversidade na produtora, de modo que ela se torna contribuinte de experiências, costumes e vivências diferentes e, assim buscamos melhor atender à todxs. • Buscamos produzir conteúdo que respeite, representa e apoia todo tipo de pessoa.

1.3 Carômetro

Lucas Sampaio Lucena 28 anos RGM: 2069550-1 Experiência Acadêmica: Roteirista, Redator, Diretor, Produtor Musical, Editor.


Willians Delvin Garcia 24 anos RGM: 2067654-9 Experiência Acadêmica: Locutor, Editor de áudio e vídeo, Motion Graphic.

Guilherme Tobias 19 anos RGM: 2127338-3 Experiência Acadêmica: Diretor, Operador de som, Edição de vídeo e áudio e Locutor.

Igor Fragas 20 anos RGM: 2145408-6 Experiência Acadêmica: Roteirista, Apresentador, Editor, Locutor e Diretor.


Larissa Souza 21 anos Rgm: 2125578-4 Experiência Acadêmica: Diretora, Produtora Executiva e Base, Assistente de Produção e Editora.

Sofia Pantaleão 19 anos RGM: 2103516-4 Experiência Acadêmica: Diretora de Imagem e de arte, Assistente de Produção, Diretora, Produtora.

Juliene da Silva Xavier 26 anos RGM: 2255175-1 Experiência Acadêmica: Apresentadora, Diretora, Editora de áudio e vídeo, Produtora, Operadora de áudio, Locutora.


Filipe Gabriel de Jesus 24 anos RGM: 2226526-1 Experiência Acadêmica: Locutora, Apresentador e Operador de áudio.

Roteirista,

Yuri César Silva Vieira 22 anos RGM: 2208752-4 Experiência Acadêmica: Operador de áudio, Editor de vídeo e áudio, Repórter.

Gabriel Silva Costa 21 anos RGM: 2043716-1 Experiência Acadêmica: Roteirista de TV, Operador de câmera, Operador de som.


Leonardo Rezende 34 anos RGM: 2210768-1 Experiência Acadêmica: Roteirista, Locutor, Operador de áudio.

Luane Aparecida 22 anos RGM: 2317843-1 Experiência Acadêmica: Operador de áudio, Roteirista, Locutora, Assistente de Produção.

Daniel Ribeiro Brancallião 22 anos RGM: 1951116-7 Experiência Acadêmica: Filmagens de making of, Assistência e Ideias para Desenvolvimento.


1.4 Organograma

2. PROPOSTA 2.1 Sinopse O programa Identidades Urbanas abre espaço para a arte independente e as histórias dos artistas por trás dela. Através de entrevista e reportagens, foca em vários tipos, como música, dança, desenho, pintura e etc. A revista tem duração em torno de 13 minutos de arte com dois blocos e será exibido semanalmente de forma contínua por três meses, totalizando 12 episódios. Além disso, há um podcast chamado ‘Se Liga Na Letra’ que complementa o tema, este focado em música independente.

2.2 Objetivos Geral A revista objetiva apresentar a realidade de artistas independentes na cidade de São Paulo, conhecendo sua história a partir de sua arte.

Específicos


- Apresentar história e trajetória de artistas independentes. - Divulgar o trabalho produzido pelos artistas. - Conhecer o cenário da arte independente em São Paulo.

2.3 Argumento A revista eletrônica Identidades Urbanas busca contar histórias de artistas independentes através de sua arte, procurando sempre pontos em comum entre eles, e proporcionando espaço para divulgação das suas obras. Mostrando a realidade desses artistas, a partir de entrevistas e reportagens de forma informativa e divertida. Nesse meio, apresentaremos artistas que vivem na cidade de São Paulo, abordando vários tipos de arte, como artesanato, pintura, música, teatro, dança, escrita, etc. Conta com quadros de entrevistas e também de indicação de alguém em ascensão. Como uma forma de divulgação, o quadro ‘In Dica’ é o primeiro do programa contendo a indicação do artista da semana, dando preferência aos que estão em ascensão. Em seguida, contaremos com um momento de reação, onde as pessoas abordadas nas ruas opinam em relação a uma personalidade inusitada no meio artístico e independente. Por fim, o segundo bloco tem o quadro ‘Rabisca e Fala’, uma entrevista descontraída com um artista independente de São Paulo sobre sua trajetória, e durante a conversa outra pessoa produz um desenho inspirado no entrevistado e na história contada durante. O programa conta com um apresentador e um repórter de perfil jovem, espontâneo e com uma linguagem informal. O apresentador conduz toda a revista fazendo a ligação entre a matéria e os quadros, já o repórter fica com a narração em off durante a matéria e a parte da entrevista com o convidado.

2.4 Veiculação A emissora escolhida para veiculação do programa foi a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) por ser um canal que possui um histórico sobre programas culturais, podendo ser exibido pela internet ou por outras plataformas da emissora. A FPA é uma das maiores fundações do Brasil que fornece conteúdo sobre educação, jornalismo, cultura e meio ambiente. Ela objetiva informar a sociedade, promover educação e cultural aos telespectadores e ouvintes. Também tem como âmbito dar apoio à produção independente, aos programas regionais e à exibição de obras cinematográficas brasileiras levando ao seu público o conhecimento e a diversidade cultural. O melhor dia e horário para exibição, segundo a produtora, seria às sextas


feiras na faixa das dezenove horas, pois neste horário é exibido normalmente o programa ‘Pé na Rua’, uma das referências da nossa revista, cujo o público se assemelha (TV Cultura, 2020).

2.5 Público-Alvo O programa se destina a jovens adultos entre 20 e 25 anos da classe B e C. O objetivo é fazer com que o público conheça novos artistas independentes que gerenciam sua carreira e que acabam de chegar em casa procurando um programa informativo e divertido. Esta faixa etária foi escolhida justamente por ser um programa mais jovem e descontraído e por se tratar de descobrimento de novos artistas, assim entendemos que a partir dos 20 anos os jovens têm mais curiosidade em descobrir novidades. Esse público será alcançado graças a atual cobertura da TV Cultura encontrada nas cinco regiões do Brasil. Cerca de cento e cinquenta milhões de pessoas têm acesso ao sinal em canal aberto por meio de parcerias firmadas com cento e trinta e cinco afiliadas e retransmissoras (Fundação Padre Anchieta, 2020).

2.6 Fundamentação Teórica do Gênero Para que se entenda a essência do gênero revista eletrônica na televisão, é preciso destrinchar seus elementos: jornalismo e entretenimento. Até então, separadamente, esses dois gêneros seguiam bem estabelecidos na TV, o jornalismo com seu profissionalismo, reportagens e matérias informativas e investigativas e, o entretenimento claramente caracterizado por divertir o público, produção de conteúdo com intenção de trazer leveza e humor. Em seguida surgiram os programas de variedades, esses sim já trazendo uma linguagem e estética mais dinâmica, aí sim deu-se a junção entre jornalismo e entretenimento. De certo, temos como maiores exemplos os ‘carimbados’ programas da manhã, voltados a trazer um leque de atrações diversas, intercalando culinária, utilidade pública, utilidades domésticas, musicais, cultura e jornalismo. Com o intuito de atrair maior audiência, uma maneira de, dentro da grade da emissora, prolongar a atenção do público. Logo, os mesmos programas da manhã também foram inseridos nas tardes, porém, ainda assim, a audiência era predominantemente feminina. Sem a preocupação de esconder que o foco é a audiência, a revista eletrônica, ou inicialmente dada por jornalismo de revista, veio para englobar todos os públicos e apresentar o jornalismo e entretenimento de maneira a sintetizar esses formatos já empregados em programas.

O jornalismo de revista é um discurso e um modo de conhecimento que: é segmentado por público e por interesse; é periódico; é durável e colecionável; tem características materiais e gráficas distintivas dos demais impressos; exige uma


marcante identidade visual; permite diferentes estilos de texto; recorre fortemente à sinestesia; estabelece uma relação direta com o leitor; trata de um leque amplo de temáticas e privilegia os temas de longa duração; está subordinado a interesses econômicos, institucionais e editoriais; institui uma ordem hermenêutica do mundo; estabelece o que julga ser contemporâneo e adequado; indica modos de vivenciar o presente; define parâmetros de normalidade e de desvio; contribui para formar a opinião e o gosto; trabalha com uma ontologia das emoções. Complexo, diversificado e especializado, o jornalismo de revista engendra olhares e percepções sobre o mundo, sobre si e sobre o outro, e é nessa articulação que reside seu amplo e fecundo poder. (BENETTI, 2013)

Vale ressaltar que o jornalismo de revista não se trata de exibir um resumo de informações ou conteúdo, mastigados ao público e criar um formato enlatado, mas de buscar novas visões, trazer a audiência para a discussão, ainda mais com o advento das redes sociais, facilitou essa interação. A generalização de conteúdo, pôde abordar tanto o jornalismo como o entretenimento, de maneira mais extensiva na programação de uma emissora de tv. É inevitável não ser mencionado o Fantástico da Rede Globo como referência do gênero televisivo, pois o sucesso de sua fórmula expressa como a produção estabeleceu ambos formatos. A atratividade por narrações expressivas, elenco recheado e profissionalismo, de que entende a audiência o torna como um referencial. (MAIO, 2009) O gênero é capaz de abordar uma variedade de pautas com o devido detalhamento, principalmente no âmbito jornalístico, com matérias e reportagens investigativas, propiciando ângulos diversos de um assunto. Bem como no entretenimento, é possível criar quadros de humor, como curtas esquetes para enfatizar alguma pauta. Pode ser segmentado, como por exemplo o Esporte Espetacular da própria Globo, ou o Pulso MTV e Acesso MTV, ambos extintos pela MTV Brasil, esses focados no universo musical e pop. Contudo, a revista eletrônica tem se tornado frequente entre as produções televisivas, pois permite ter um conteúdo que se possa criar quadros e matérias de acordo com a pauta, havendo uma liberdade de produção, podendo ser de linguagem descontraída ou formal, trabalhar com estéticas criativas, justamente para atrair a audiência, é o que diferencia cada programa nas respectivas emissoras, adquirindo assim, públicos específicos que irão compor a trajetória do programa. Diante dessa diversidade de produção, podemos fazer um paralelo com a visão trazida pelo filósofo Walter Benjamin, que trazia em seu estudo crítico a questão da reprodutibilidade técnica. Pois, do mesmo modo em que a revista eletrônica é um produto do meio – ponto que podemos remeter também a outra teoria crítica: indústria cultural – que cria um padrão de qualidade e as emissoras passam a usufruir desse formato para seu benefício, a autenticidade é característica das mesmas, já que a criação se dá na maneira em que os programas são executados.


Em contrapartida, Benjamin também reforça que a arte é reprodutível e, manter a ‘aura,’ que é essa proximidade com o público, acaba sendo uma tarefa laboriosa, já que a persuasão das massas, com um formato de vasta concorrência, é desafiadora. A massa, tomando a revista como objeto de distração, embora some sua composição conteúdo informativo, estabelece uma relação de recepção tátil e ótica, o uso e a percepção se atrelam na contemplação da “obra” respectivamente. Em suma, a estética e linguagem criada por cada programa é o que vai definir a construção de um público e consequentemente uma audiência tangível, trazendo assim credibilidade ao programa.

2.7 Fundamentação Teórica do Tema A arte é uma forma de expressão do ser humano, como demonstrar seus sentimentos e emoções sobre o mundo em que vivem. A arte, desde seus primórdios, é vista como uma forma de sustentação intelectual, material, espiritual. Sendo também uma grande aliada da história, como as pinturas em cavernas que eram retratos sobre o modo de vida no período da pré-história. Com relação a ser independente, define-se como alguém ou algo que atua de maneira autônoma, portanto age voluntariamente, não dependendo de associações. Um indivíduo é independente quando sua ação é conduzida por ele mesmo. É alguém que toma suas próprias decisões, pois tem a última palavra na hora de decidir. A origem do artista é independente, se analisarmos o movimento de suas manifestações com a projeção de ideias, imagens e pensamentos importantes para aqueles povos. A "dependência" surgiu com a necessidade de utilizar a arte como forma de educação populacional baseada na estética, privando o artista de suas ideias para anexar fundamentos que "autoridades" estabeleceram no conceito que, séculos depois, foi adaptado na base da comunicação e publicidade. Especificamente em São Paulo, considerada a metrópole das realizações artísticas no Brasil após a Semana de Arte Moderna em 1920, o aumento de produção artística e cultural foram os reflexos da modernização da cidade que, anos depois, desenvolveria a indústria cultural para atender a demanda de acesso à cultura, no caso, a do consumo. Na época, vários artistas queriam dar uma nova cara para a arte brasileira, e acabaram “chocando” a sociedade por não conter os padrões europeus. No Brasil, a origem da arte brasileira é indígena, sofrendo deturpações devido ao apagamento do indígena como cultura e sociedade, através dos invasores (ou colonizadores), que preestabeleciam sua cultura europeia. (BRITO, 1997) Hoje em dia, com a era da internet, terceiro setor e redução de impostos para empresas que realizam ações sociais; ser artista independente tornou-se mais acessível no viés trabalho sendo um gerador de renda para o artista e aqueles que desenvolve suas produções. Não necessariamente um artista independente é um artesão, pois partes do seu processo, nem sempre, são de formas


artesanais/manuais. Hoje, um artista independente pode contar com a colaboração de outros artistas para contribuição de seu trabalho. Por exemplo, um cantor gera trabalho e espaço artístico para: produtor, instrumentistas, audiovisual, produção cultural. Ou pode simplesmente produzir tudo sozinho. O artista independente é livre para expressar com ou sem o belo. Com o aumento do acesso à internet, as plataformas de divulgação desses artistas se tornaram mais democrática e livre, dando espaço a todos que tenham algo para expressar e dominar como arte, independentemente de seu formato. O artista independente é o profissional que produz sua própria arte sem nenhum suporte para suas produções artísticas e tem nenhum vínculo contratual com alguma empresa. Ele possui total liberdade de expressão, organiza sua própria carreira, a comercialização e distribuição do seu trabalho. E a arte independente não se limita apenas na parte musical existem diversas formas de se expressar, como por exemplo, a dança, grafite, poesia, cinema entre outros. Arte independente é toda aquela que, partindo de uma nova ordem de valores que contrariam visceralmente os valores comerciais do sistema, pretende transformar aqueles que se dispõe a transformar a sociedade de armazém de mercadorias em um ambiente humano, onde as relações entre as pessoas não sejam mais regidas pelos interesses impostos de cima para baixo, mas pelos desejos autênticos dos indivíduos: os que suscitam a arte e a produzem. (NAZARIO, 1982)

A internet se mostra importante para o desenvolvimento de artista independentes pois podem compartilhar suas produção e apresentações, tornando mais acessível ao seu público. Acontece também de existirem artistas que já tem uma carreira consolidada que preferem se manter independentes para poderem ter a total liberdade de criar e ter o controle da sua própria carreira. Como por exemplo, o rapper brasileiro Djonga que fazia parte de uma gravadora e acabou voltando ao independente nos seus últimos lançamentos. (Podcast Berimbolo Musical, 2019) Referência estética Em nossa revista eletrônica, buscamos utilizar uma linguagem visual com tons bem vivos de cores como o amarelo, rosa, azul, laranja e verde, passando uma sensação de vividez. O azul e o amarelo são cores primárias e passam uma combinação de sensações como otimismo e alegria e induz concentração. Já o verde transmite harmonia para o espectador, enquanto o rosa faz com que o público se sinta atraído e por fim o laranja remete à energia e estimula a criatividade. (ROCHA, 2019)


Para as referências de estética e estilo de edição, optamos por misturar elementos utilizados em programas de TV e alguns vídeos da internet, a aplicação de sobreposições de imagens e a técnica de organização visual para projetos chamada Visual Moodboard. O moodboard é um quadro feito a partir da colagem (real ou virtual) de referências de design que inspiram a produção de um vídeo ou projeto gráfico”. Na tradução do inglês, mood significa “humor”, ou seja, o tom pretendido para o material. A ferramenta funciona como um termômetro para guiar os conceitos aplicados na estética do trabalho. Também conhecido como “painel semântico” ou “painel de inspiração”, o moodboard é criado para demonstrar como diversas referências juntas criam um significado que será transmitido no vídeo final. (REGGIANI, 2019)

O uso de referências da internet na televisão tem sido cada vez mais comuns, muitas emissoras passaram a utilizar o poder das redes sociais como ferramenta em seus programas, sendo para maior comunicação com o público ou até mesmo para atrai-los. A televisão foi e continua sendo uma grande mídia da comunicação, porém ela não poderia negar que a internet também tem sido de extrema importância na vida das pessoas. Por isso podemos notar que alguns canais da televisão já têm adicionado em sua programação a participação de redes sociais ou criando matérias e quadros que façam a junção de conteúdos vistos na internet com a linguagem da televisão.

Referência de outras revistas

Metrópolis (TV Cultura) - Proposta do programa: É dedicado ao mundo da arte e da cultura, abordando música, cinema, teatro, artes plásticas, moda, games e comportamento. - Inspiração na nossa revista: As pautas e forma de abordagem na apresentação.


Acesso MTV (MTV Brasil) - Proposta do programa: Voltado para música e a vida dos artistas, exibia videoclipes, matérias independentes, shows através de formato informal e uma estética colorida, com elementos da cultura pop. - Inspiração na nossa revista: Estética e linguagem informal/jovem.

Pulso MTV (MTV Brasil) - Proposta do programa: Voltado a música com informações e humor, formato despojado na apresentação e na edição do programa. - Inspiração na nossa revista: Forma de apresentação e temática abordada.

Camarote.21 (TV Cultura) - Proposta do programa: Mostra toda a diversidade criativa da Europa, a cada semana mostra produções artísticas e culturais, clássicos e tendências contemporâneas. - Inspiração na nossa revista: Formato das matérias e quadros e continuidade do roteiro.

2.8 Podcast ‘Se Liga Na Letra’


O Podcast ‘Se Liga Na Letra’ promete, através da música, realizar um diálogo produtivo e reflexivo tendo como base timbres e letras interessantes de artistas independentes de São Paulo. Conduzido por três apresentadores, o programa se torna principalmente uma troca de ideias para os amantes de música, que buscam uma nova forma de olhar e de consumir as produções sonoras. A realização do programa surgiu do gosto em comum da maioria do grupo pelo som autoral produzido em São Paulo e a necessidade de divulgação e enaltecimento da música independente produzida. Cada episódio tem uma faixa especifica de um artista independente variando a cada programa o estilo musical e temática da letra. Os responsáveis pela discussão também variam conforme o tema debatido. Ao fim, sempre há uma indicação de artista iniciante no mesmo estilo do principal.

Episódio 1: Analisando “Ponta de Lança” (Artista Rincon Sapiência e Indicação de “Submundo” do Com6sons).

Episódio 2: Analisando “Oceano Franco” (Artista Giovani Cidreira e Indicação de “2023” do Daniel Golinelli).

O armazenamento do Podcast é provisoriamente no site SoundCloud e a distribuição a priori pela plataforma do Spotify. Sendo divulgado amplamente nas redes sociais da produtora (Instagram e Twitter). Organograma Episódio 1


Organograma Episódio 2

3. CONSIDERAÇÕES

3.1 Responder ao Desafio


A produtora iniciou o semestre com baixíssimo número de integrantes e necessitou de novos membros para um trabalho mais produtivo. Durante a execução das atividades houve dificuldade no entrosamento, o que foi agravado com o isolamento compulsório. A produção de um programa de televisão sempre é um desafio que requer a participação do grupo intensamente com muito entrosamento e dialogo. Apesar dos conflitos internos e da falta de comprometimento de alguns, tudo correu bem dentro o possível, principalmente pelo planejamento realizado. Em relativamente pouco tempo, foi possível escrever, gravar e editar a revista. Um grande limitante também foi a mudança na realidade mundial ocorrido neste semestre, a pandemia do COVID-19 e a necessidade de isolamento social. Isto acabou modificando os planos iniciais, necessitando de adaptações e muita criatividade.

3.2 Relatos Individuais Daniel Ribeiro Não forneceu seu relato individual. Filipe Gabriel Uma revista eletrônica tem como seu maior desafio, a definição de sua própria identidade, pois a partir dela que os possíveis quadros e matérias são construídos, posso afirmar que foi uma desafio bem complexo, onde a definição do tema nos trouxe um leque de assuntos relacionados para se trabalhar, mas nem todos casava com o proposta da revista, sendo assim, esse grau de dificuldade fez com que a produtora num todo aprimorasse ainda mais os métodos de pesquisa que para qualquer produção é de suma importância, não só para saber mais sobre o assunto, mas para obter mais conhecimento e fontes diferentes, trazendo assim visão diversificadas para o enriquecimento do trabalho. Gabriel Silva Não forneceu seu relato individual. Guilherme Tobias O trabalho interdisciplinar neste semestre foi um tanto quanto difícil por conta da situação que nos encontramos. Em condições normais, eu desempenharia o papel de operador de câmera, mas devido as condições, acabei assumindo a edição da Revista Eletrônica. O que foi muito bom porque pude aperfeiçoar minha edição e tive grande apoio do grupo em relação ao material a ser editado, sempre com clareza por parte da direção. Além disso, eu participei ativamente em relação a elaboração do tema e do programa como um todo. Já no podcast, fui apresentador e estive presente nos dois episódios entregues. Por ser um pouco mais introvertido, acabei estranhando


no início, mas consegui participar, durante esse tempo, escutei alguns podcasts como Nerdcast, Gugacast e Poucas para saber como me portar, isso me ajudou bastante. Igor Fragas Durante o percorrer do trabalho desempenhei a função de Diretor do podcast e editor, ambas funções me deram a oportunidade de expandir meu conhecimento e obter mais experiências para futuros trabalhos. Dessa forma, posso dizer que a experiência que adquirir com o percorrer do desenvolvimento do trabalho foi satisfatória, onde tive a oportunidade de trabalhar com pessoas que me apoiaram durante o percurso e conseguiram fazer suas tarefas com rapidez e qualidade. Julie Xavier O processo da criação do projeto Interdisciplinar, nos trouxe o desafio coletivo de lidar com a distância e imprevistos. Com o tema familiarizado, no podcast levantei a importância de levar em pauta a matriz africana que constrói a base do Brasil e, principalmente da música brasileira. Criei a vinheta do programa e da revista eletrônica inspirada no ritmo jovem, criando alguns samples de músicas dos anos 90 e 2000 com intuito de reciclar os ritmos trazendo para atualidade. Na revista eletrônica, participei como apresentadora (cabeça) e criei algumas trilhas sonoras. Como não tenho experiência com apresentar, e geralmente eu dirijo outras pessoas, foi desafiador a auto direção. Senti muita dificuldade no roteiro por ter uma escrita que não estava muito bacana na dicção. A nossa produtora conta com a diversidade de ideias e, isso constrói muito na elaboração de identidade de projetos e até mesmo da produtora. O trabalho, no todo, me apresentou a responsabilidade da representatividade como artista independente periférica. Meus agradecimentos a toda equipe 4Play! Larissa Souza Tivemos dificuldades desde o começo, pois estávamos com poucas pessoas e por conta disso recebemos integrantes de outra produtora, ainda no período de adaptação do novo grupo ocorreu o distanciamento social o que dificultou ainda mais a realização do trabalho, pois tivemos que mudar nossos planos e adaptar muitas partes do projeto. Além disso, o que me trouxe problemas foi a falta de participação e dedicação do grupo o que sobrecarregou alguns poucos integrantes tornando assim mais complicada a jornada, mas isso também me trouxe novos aprendizados e experiencias, pois, pude melhorar minha comunicação com os demais participantes, realizar outras funções que ainda não tinha tido a oportunidade dentro da produtora e me tornar mais comprometida e atenta com minhas funções. Leonardo Rezende Diante das circunstâncias para execução do trabalho, considero ter contribuído substancialmente para o mesmo. Na função de roteirista, foi possível exercer essa


atividade com naturalidade, pois, a convergência do grupo ajudou para que o texto criado fosse fluido e direcionado para o gênero televisivo: revista eletrônica. Pensando numa linguagem clássica e ao mesmo tempo despojada, tanto as falas quanto a estrutura, foram compostas para facilitar as disposições dos conteúdos e a performance da apresentadora, Julie Xavier. Com o complemento do diretor Lucas Lucena, acredito, acreditamos ser satisfatório a entrega do material, que vá transmitir a mesma visão para o público. Por ter o gosto pela escrita, maneira em que tenho facilidade para me expressar, sinto-me à vontade para a função de roteirista, embora tenha a certeza de que preciso agregar mais conhecimento e prática nas formatações técnicas, muito bem aplicadas pelo nosso diretor. A expectativa é boa e sinto confiança de ter desempenhado um bom papel, pelas manifestações dos colegas. Luane Aparecida Esse, definitivamente, não foi um semestre fácil. Para mim, pelo menos, surgiram muitas dificuldades que envolviam tanto a questão de acesso a internet e computador; como de tempo e disponibilidade. Não tive muito envolvimento na parte de produção do projeto, no começo do semestre, no entanto, participei das discussões que levaram a escolha do tema e a definição dos quadros da revista eletrônica. Minha experiência não foi muito grande e, a partir do momento em que passamos a nos comunicar por vídeo chamadas, opinei bem brevemente nas decisões. No final, o resultado foi extremamente satisfatório, acabei me tornando mais ouvinte e espectador, mas foi uma boa forma de ver como o público reagiria ao produto final. Lucas Lucena Como diretor geral do Identidades Urbanas, senti as dificuldades e as responsabilidades pertinente ao cargo. Ao desenrolar do trabalho, notei minha necessidade de aprender a ser mais agregador e energético por ser um pouco introvertido, mas, faz parte de um trabalho em grupo, o importante é o resultado. Pelas mudanças necessárias, devido ao isolamento social precisei ser mais ativo do que nunca e buscar as pessoas para que entregassem sua parte no todo, assim notei a falta de comprometimento de alguns na produtora. Muita coisa não saiu como esperado, e tivemos que resolver durante o processo. Eu nunca tinha sido diretor antes, então, foi uma experiência totalmente nova pra mim, estar no comando era algo que já esperava ansioso fazer. Este trabalho me ajudou muito a evoluir como um líder, ser mais decidido e ágil. Sofia Pantaleão Logo de início apareceram problemas, como a falta de integrantes na produtora o que causou receio em como iríamos dar conta do projeto com um número limitado. Porém, o maior problema que enfrentei foi lidar com a falta de comprometido e desinteresse de alguns. No entanto, com essa experiência pude perceber que sou


capaz de enfrentar maiores responsabilidades e que apesar das dificuldades ainda existem uma parceria e um bom desenvolvimento nas demais pessoas do grupo. Nesse semestre eu trabalhei como diretora de imagem o que foi muito gratificante, também fui produtora e apesar de ser uma função que gosto muito de desempenhar, encontrei dificuldades em me impor em algumas situações e senti que o meu esforço não estava sendo valorizado por alguns integrantes. E além dessas funções eu atuei como apresentadora no segundo episódio do podcast, o que foi um grande desafio, ainda assim acredito que a cada dia estou sendo capaz de lidar com certas inseguranças. Yuri Cesar Esse semestre foi realmente impressionante em meio a situação que estamos passando em relação a essa pandemia e se adaptar a fazer parte de uma nova produtora. E o desafio desse semestre foi a criação de uma revista eletrônica e um podcast. Mesmo com alguns problemas pessoais acabei tendo a sorte de entrar nesse grupo incrível de pessoas que não convivia antes porém comecei a ter uma grande admiração e conseguimos criar um trabalho realmente fantástico que estou muito feliz de ter participado , sendo sincero não foi da forma que eu planejava, gostaria de ter participado e ajudado bem mais. Porém aprende muita coisa em relação ao tema, criação de roteiro e a elaboração de um quadro, e aprende muito também em relação a nosso tema escolhido e sobre o trabalho em grupo. Em relação ao podcast estava nas reuniões sobre o tema e como sou cercado de pessoas que fazem rap acho que nosso podcast foi uma criação necessária para dar voz a criações reais e um melhor entendimento para as pessoas. E sobre a revista tive o prazer de trazer a ideia é a conexão com o artista Nelson Triunfo uma pessoa que sempre vi como presente em seu meio e que seria realmente interessante envolver ele nesse grande projeto que criamos. E foi um enorme prazer fazer parte de tudo isso e de ser motivado mesmo com atual circunstância a ser melhor nos próximos trabalhos. Willians Delvin Venho expressar minha gratidão por fazer parte de uma equipe tão unida e empenhada, passamos por inúmeras dificuldades e nada foi capaz de fazer a 4Play desistir, minha contribuição, relacionada ao design da produção, foi feita com muito amor, cada detalhe técnico ou aspecto criativo, foi realizado visando satisfazer toda a equipe e consequentemente nosso público alvo.


BIBLIOGRAFIA TV Cultura. Grade de Programação (sexta 01/05/2020). São Paulo. 2020. Site. Disponível em: <https://tvcultura.com.br/grade/01052020.html#atual>. Acesso em: 01 de maio de 2020. Fundação Padre Anchieta. TV Cultura: Cobertura / Emissoras Afiliadas. São Paulo. 2020. Site. Disponível em: <https://fpa.com.br/cobertura/>. Acesso em: 01 de maio de 2020. BENETTI, Marcia. Revista e jornalismo: conceitos e particularidades. Porto Alegre. 2013. MAIO, Márcio. Programas usam revista eletrônica para generalizar conteúdo. Rio de Janeiro. 2009. Site. Disponível em: <https://www.terra.com.br/diversao/tv/ programas-usam-revista-eletronica-para-generalizarconteudo,d28ba91b1dd8a310V gnCLD200000bbcceb0aRCRD.html>. Acesso em: 02 de maio de 2020. BRITO, Mário da Silva. História do modernismo brasileiro: antecedentes da Semana de Arte Moderna. 6. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997. NAZARIO, Lelo. A mistificação dos discos independentes. Folha de S. Paulo. São Paulo, 21 mar. 1982. Jornal. #005: O que é ser artista independente em 2019 (part. Guido). Locução: André Alps, Lucas BV e MV Calil. Goiânia. Élis Estúdios, 2019. Podcast Berimbolo Musical. Disponível em: <https://open.spotify.com/show/01rVnA1N7iC2vsSvwL2X8j?si=SP6h n40QR9aLCKMVqVpXQA>. Acesso em: 01 de maio de 2020. ROCHA, Letícia. Cores - significados, tipos, e influência das cores no cérebro humano. São Paulo. 2019. Site. Disponível em: <https://segredosdomundo.r7.com/ cores-significados-tipos-e-influencia-das-cores-no-cerebro-humano/>. Acesso em: 06 de maio de 2020. REGGIANI, Carolina. Moodboard: o que é e como fazer um no seu projeto de audiovisual. São Paulo. 2019. Site. Disponível em: <https://www.voxeldigital.com.br/ blog/moodboard-para-video/>. Acesso em: 06 de maio de 2020. Metropólis, São Paulo: TV Cultura. 2020. Programa de TV. Acesso MTV, São Paulo: TV Cultura. 2013. Programa de TV. Pulso MTV, São Paulo: MTV Brasil. 2003. Programa de TV. Camarote.21, São Paulo: TV Cultura. 2020. Programa de TV.


Espelho Identidades Urbanas

Logo Seq. Formato 1 VT 2 VT 3 Estúdio 4 VT 5 Estúdio 6 VT 7 Estúdio 8 VT 9 10 VT 11 Estúdio 12 VT 13 Estúdio 14 VT

Programa: Identidades Urbanas Apresentadora: Julie Xavier Tema: Arte Independente (EP - Artistas Visuais Marcantes) Convidado: Nelson Triunfo Conteúdo ESCALADA (APRESENTAÇÃO DA MATERIA E QUADROS) ABERTURA (COLAGENS – REF VIDEOS YOUTUBE, ABERTURA MALHAÇAO/TOTALMENTE DEMAIS) DEFINIÇÃO ARTISTA INDEPENDENTE + CHAMADA QUADRO IN DICA COM MC THA IN DICA COM MC THA COMENTA + CHAMADA MATERIA REAGINDO AO QUEBRADA QUEER MATERIA REAGINDO AO QUEBRADA QUEER COMENTA + CHAMA INTERVALO LOGO DO PROGRAMA (ESTAMOS APRESENTANDO) INTERVALO LOGO DO PROGRAMA (VOLTAMOS A APRESENTAR) RETORNO DO PROGRAMA + CHAMADA QUADRO RABISCA E FALA COM NELSON TRIUNFO QUADRO RABISCA E FALA COM NELSON TRIUNFO COMENTA + REDES SOCIAIS + DESPEDIDA ENCERRAMENTO + CREDITOS

Episódio: 01 Duração/Arte: 13'00'' Duração 00'30'' 00'30'' 00'45'' 02'00'' 00'30'' 01'45'' 00'15'' 00'10'' 00'10'' 00'25'' 04'45'' 00'45'' 00'30''


Espelho Se Liga Na Letra Programa: Se Liga Na Letra Apresentadores: Julie Xavier, Guilherme Tobias e Filipe Gabriel Logo Tema: Música Independente Título: Analisando "Ponta de Lança" Seq. Formato Conteúdo 1 TEC ABERTURA 'SE LIGA' 2 TEC ENTRA BG (ATÉ FINAL) 3 LOC ABERTURA + EXPLICAÇÃO FORMATO 4 LOC EXPLICAÇÃO INDEPENDENTE 5 LOC APRESENTA ARTISTA 6 TEC MÚSICA "PONTA DE LANÇA" 7 LOC APRESENTA MÚSICA 8 LOC DISCUSSÃO SOBRE A MÚSICA 9 LOC FINALIZA DISCUSSÃO + INDICAÇÃO 10 TEC MÚSICA "SUBMUNDO" 11 LOC DESPEDIDA 12 TEC ABERTURA 'SE LIGA' + CRÉDITOS

Programa: Se Liga Na Letra Apresentadores: Guilherme Tobias, Larissa Souza e Sofia Pantaleão Logo Tema: Música Independente Título: Analisando "Oceano Franco" Seq. Formato Conteúdo 1 TEC ABERTURA 'SE LIGA' 2 TEC ENTRA BG (ATÉ FINAL) 3 LOC ABERTURA + EXPLICAÇÃO FORMATO 4 TEC MÚSICA "OCEANO FRANCO" 5 LOC APRESENTA ARTISTA 6 LOC APRESENTA MÚSICA 7 LOC DISCUSSÃO SOBRE A MÚSICA 8 LOC FINALIZA DISCUSSÃO + INDICAÇÃO 9 TEC MÚSICA "2023" 10 LOC DESPEDIDA 11 TEC ABERTURA 'SE LIGA' + CRÉDITOS

Episódio: 01 Duração/Arte: 10'00'' Duração 00'30'' 00'40'' 00'20'' 00'15'' 00'15'' 01'00'' 05'45'' 00'45'' 00'15'' 00'20'' 00'30''

Episódio: 02 Duração/Arte: 10'00'' Duração 00'30'' 00'40'' 00'15'' 00'35'' 01'00'' 05'45'' 00'45'' 00'15'' 00'20'' 00'30''


Roteiro Identidades Urbanas ROTEIRO ROTEIRISTA LEONARDO REZENDE

IDENTIDADES URBANAS EPISODIO PILOTO

VÍDEO

DATA 25/04/2020

TEMPO 13’00’’

ÁUDIO

BLOCO 1 VT - ESCALADA (CENAS DE QUADROS E MATERIAS INTERCALADAS)

SOM DO VT (JULIE NARRAÇÃO OFF): HOJE NO PROGRAMA IDENTIDADES URBANAS VOCÊ VAI CURTIR: - O QUADRO IN DICA MOSTRANDO A TRAJETÓRIA DA CANTORA EM ASCENSÃO MC THA. - UM POUCO DA HISTÓRIA E REAÇÃO DA GALERA AO GRUPO DE RAP QUEBRADA QUEER. - E O QUADRO RABISCA E FALA COM NELSON TRIUNFO E UM DESENHO DA HORA GERADO NA ENTREVISTA. FIQUE LIGADO!

VT - ABERTURA

TRILHA GROOVE

FUNDO ESTAMPADO JULIE

ABERTURA LEGAL NÉ? ISSO É ARTE. SEJA NA MÚSICA, DRAMATURGIA, ARTESANATO, PINTURA. PASSANDO PELAS RUAS DE SÃO PAULO, VOCÊ VÊ ARTE EM TODO LUGAR. E AQUI VOCÊ VÊ CONTEÚDO SOBRE ARTE INDEPENDENTE. QUE TEM POR TRÁS PESSOAS QUE PRODUZEM COM A PRECIOSA LIBERDADE, ATUANDO POR AMOR À VOCAÇÃO E TENDO SEU GANHA PÃO DIANTE DAS ADVERSIDADES.

GC – JULIE XAVIER APRESENTADORA

EU SOU JULIE XAVIER E COMEÇA AGORA A SUA MAIS NOVA REVISTA ELETRÔNICA! IDENTIDADES URBANAS!


GC – FOTOS DOS ARTISTAS (MC THA, NELSON E QUEBRADA)

HOJE ABORDAREMOS ARTISTAS QUE NOS MOSTRAM UM VISUAL CHAMATIVO QUE MUITAS VEZES SE TORNA SUA MARCA REGISTRADA. A GENTE COMEÇA COM O IN DICA. NESSE QUADRO INDICAMOS PERSONALIDADES EM ASCENSÃO NO MEIO ARTÍSTICO E COM UMA VISIBILIDADE JÁ NOTÓRIA. RODA AÍ!

VT – IN DICA (‘MOODBOARD’ COM IMAGENS E VÍDEOS DA MC THA)

SOM DO VT (MÚSICAS DA MC THA + NARRAÇÃO OFF JULIE) THAIS DAYANE DA SILVA CONHECIDA ARTISTICAMENTE COMO MC THA NASCEU EM 7 DE MAIO DE 1993. CANTORA E COMPOSITORA, ELA INICIOU SUA JORNADA COMO MC AOS 15 ANOS CANTANDO EM BAILES FUNK NA SUA CIDADE NATAL TIRADENTES, EXTREMO LESTE DE SÃO PAULO. APAIXONADA POR MÚSICA BRASILEIRA, UNE EM SUAS CANÇÕES O BATIDÃO, REFERÊNCIAS DO TROPICALISMO E DA UMBANDA. EM JANEIRO DE 2019 LANÇOU SEU MAIS RECENTE ÁLBUM “RITO DE PASSÁ” QUE EM SUAS MÚSICAS UNE SUAS VIVÊNCIAS E SUA FÉ. ENTRE AS BATIDAS DO FUNK E DOS TAMBORES DA UMBANDA, É REPLETO DE SIGNIFICADOS, ESPIRITUALIDADE E AUTOCONHECIMENTO. ALÉM DISSO POSSUI UMA ESTÉTICA MUITO MARCANTE PRINCIPALMENTE PELO USO DO BRANCO E VERMELHO (CORES USADAS DURANTE TODO O ÁLBUM), AS REFERÊNCIAS DO TERREIRO DA UMBANDA E DO NORDESTE (LOCAL DE ONDE SUA FAMÍLIA SE


ORIGINA). TUDO ISSO PODE SER NOTADO COM MUITA FACILIDADE NA OBRA. SEGUNDO A CANTORA: “RITO DE PASSÁ” ENCERRA, COMEMORA E INICIA CICLOS. É RITUAL DIÁRIO E NOS ENSINA A VIVER O HOJE. AS DORES, AS ALEGRIAS, AS INSEGURANÇAS, A ESPERA. É UM LEVANTAR DE BANDEIRAS BRANCAS PARA A NOSSA PRÓPRIA GUERRA INTERNA. RITO DE PASSÁ É O GRITO DE LIBERDADE DOS EXCLUÍDOS SOCIALMENTE POR SUAS CRENÇAS. É AFIRMAÇÃO.” FUNDO ESTAMPADO JULIE

MUITO BOM! AS REFERÊNCIAS DELA, ATITUDE E QUEBRA DE PARADIGMAS SÃO FASCINANTES E NOS FAZEM QUERER SABER MAIS. ISSO TAMBÉM OBSERVAMOS NO PESSOAL DO QUEBRADA QUEER. JÁ OUVIU FALAR DOS CARAS? ESSE GRUPO FOGE DOS PADRÕES DO RAP TRADICIONAL E APRESENTA UM VISUAL QUE MISTURA VÁRIAS REFERÊNCIAS. VAMOS VER A REAÇÃO DA GALERA SOBRE ELES E APROVEITAR PARA CONHECER UM POUCO DO TRABALHO DO GRUPO.

VT – MATÉRIA QUEBRADA QUEER (INTRO SOBRE A BANDA + REAÇOES COM GC NOME DO PARTICIPANTE)

SOM DO VT (NARRAÇÃO OFF YURI + REAÇÕES) O COLETIVO QUEBRADA QUEER É FORMADO PELOS INTEGRANTES: MURILLO ZYESS, LUCAS BOOMBEAT, GUIGO, HARLLEY E TCHELO GOMEZ E A BEATMAKER APUKE NO BEAT. O GRUPO SE REUNIU ATRAVÉS DA MÚSICA PARA FALAR SOBRE SUAS VIVÊNCIAS COMO NEGROS E GAYS DA FAVELA. SEU PRIMEIRO EP, O


“SER – SOBRE EXISTIR E RESISTIR”, TRATA DE TEMAS QUE CIRCULAM POR SITUAÇÕES DO COTIDIANO DOS ARTISTAS, ALÉM DE MÚSICAS DE AMOR, ORGULHO NEGRO, LGBT E MUITO MAIS. O VISUAL DO GRUPO TRAZ ELEMENTOS CONSIDERADOS CONVENCIONALMENTE COMO FEMININOS MESCLADO COM REFERENCIAS DE HIP HOP. FUNDO ESTAMPADO JULIE

VT – ABERTURA (ESTAMOS APRESENTANDO)

OS CARAS REPRESENTAM MESMO E OLHA QUANTO DE OPINIÕES DIFERENTES. BOM, AGORA VAMOS PRO INTERVALO E NA VOLTA TEMOS UMA ENTREVISTA BEM DIVERTIDA COM UM CARA DE RESPONSA. FIQUE AI! TRILHA GROOVE

--- BREAK---

BLOCO 2 VT – ABERTURA (VOLTAMOS A APRESENTAR) FUNDO ESTAMPADO JULIE

TRILHA GROOVE

DE VOLTA AQUI COM O ‘IDENTIDADES URBANAS’ E CONTINUANDO TEMOS UMA DAS IDENTIDADES MAIS ICÔNICAS DO HIPHOP NACIONAL, ONDE É IMPOSSÍVEL NÃO O REVERENCIAR, É O NELSON TRIUNFO. ELE DEU UMA ENTREVISTA BEM BACANA NO NOSSO QUADRO ‘RABISCA E FALA’ QUE ALÉM DO PAPO GEROU UM DESENHO DA HORA PRODUZIDA PELO ARTISTA WILLIANS DELVIN. FALA AÍ, NELSÃO!

VT – QUADRO RABISCA E FALA


SOM DO VT (INTRO MUSICAL + ENTREVISTA) - COMO SURGIU A VOCAÇÃO PELA DANÇA? - COMO UM DOS PROPULSORES DO HIPHOP NO PAÍS, MUITAS PESSOAS SE INSPIRARAM EM VOCÊ. VOCÊ VÊ TODO ESSE PESSOAL AINDA ATIVO, E BEM, OU TEM ALGO QUE IMPEDE ESSA VISIBILIDADE NO CENÁRIO INDEPENDENTE? - DE QUE FORMA A ARTE INDEPENDENTE SERIA MAIS VALORIZADA? - VOCÊ POSSUI UM VISUAL MUITO CARACTERÍSTICO E CONHECIDO. ACHA QUE ESSE ESTILO O AJUDOU NO DESENVOLVIMENTO DO SEU TRABALHO? - QUAL DICA DARIA PARA UM ARTISTA QUE TÁ COMEÇANDO? FUNDO ESTAMPADO JULIE

GC - @PRODUTORA4PLAY (TWIITER E INSTAGRAM)

OLHA ESSE DESENHO! FICOU MUITO DA HORA! E QUE BOM QUE O NELSON GOSTOU TAMBÉM. VALEU PELO PAPO! E ESSE FOI O NOSSO PROGRAMA. NAS NOSSAS REDES SOCIAIS QUE APARECEM NA TELA VOCÊ CONFERE UM MATERIAL EXTRA BACANA E TAMBÉM ENCONTRA AS REDES DOS ARTISTAS QUE TROUXEMOS AQUI. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO! MUITO OBRIGADO PELA SUA COMPANHIA! AGUARDAMOS VOCÊ NO PRÓXIMO EPISÓDIO! BEIJO, VALEU!

VT – ENCERRAMENTO + CRÉDITOS

TRILHA GROOVE


Roteiros Se Liga Na Letra Se Liga Na Letra – Episódio 1 Produtora 4Play Disciplina: Produção de Áudio Para Mídias Digitais

TEC.: TEC.: JULIE:

Professora: Elisa Moura Marconi Bicudo Pereira

ABERTURA SE LIGA (PRODUZIDO PREVIAMENTE) ENTRA BG (ATÉ O FINAL) E aí galera?! Eu sou a Julie Xavier e começa agora nosso podcast “Se

Liga Na Letra” focado em música independente aqui em São Paulo em formato especial devido a pandemia do COVID-19. JULIE:

Vamos aproveitar pra trocar uma ideia analisando a letra de uma música

escolhida. E no final indicar um outro som na mesma vibe pra você. Junto comigo tá o Guilherme Tobias... GUI:

Fala Julie!

JULIE:

E o Filipe Gabriel...

FILIPE:

Salve Salve!

JULIE:

Então o que é ser independente? Um artista que opta por seguir livre de

amarras de produtoras, empresários e etc. Possuindo o controle total de sua produção. GUI:

É isso mesmo Julie e hoje iremos analisar a letra do Rincon Sapiência,

MC e produtor musical, vindo da zona leste de São Paulo pro mundo. FILIPE:

Já é, a música que iremos trazer hoje é “Ponta de Lança”. Se liga na

letra. TEC: FILIPE:

RINCON SAPIENCIA - PONTA DE LANÇA (Trecho 1) O som faz parte do álbum de mesmo nome de 2016... (Apresentação da música)

*conduzem a discussão (trecho + discussão)


JULIE: GUI:

Bom, o papo tá ótimo, mas nosso programa já está acabando. Antes da gente finalizar, temos a indicação de um artista independente

de estilo parecido com o Rincon. FILIPE:

(Apresenta o Com6sons e indica música “Submundo”)

TEC:

COM6SONS - SUBMUNDO

JULIE:

E é isso galera, até a próxima!

TEC:

ABERTURA SE LIGA

FILIPE:

Se Liga Na Letra. Uma produção 4Play.

GUI:

Direção: Igor Fragas. Roteiro: Lucas Lucena. Apresentação: Julie Xavier, Guilherme Tobias e Filipe Gabriel. Produção: Sofia Pantaleão e Larissa Souza. Edição: Carolina de Jesus. Curso de Rádio, TV e Internet. Um oferecimento Cruzeiro do Sul.

Se Liga Na Letra – Episódio 2 Produtora 4Play Disciplina: Produção de Áudio Para Mídias Digitais

TEC.: TEC.: GUI:

Professora: Elisa Moura Marconi Bicudo Pereira

ABERTURA SE LIGA (PRODUZIDO PREVIAMENTE) ENTRA BG (ATÉ O FINAL) Salve pessoal! Eu sou o Guilherme Tobias e começa agora mais um

episódio de “Se Liga Na Letra” focado em artistas independentes aqui em São Paulo em formato especial devido a pandemia do COVID-19. LARISSA:

Olá Gui! Hoje vamos viajar em uma ideia analisando a letra de uma

música do cantor Giovani Cidreira e também teremos uma indicação de outro som bem especial. SOFIA:

Beleza! A música escolhida para o programa hoje se chama “Oceano

Franco”. Se liga na letra.


TEC: SOFIA:

GIOVANI CIDREIRA – OCEANO FRANCO (Trecho 1) Antes de mais nada, vamos falar um pouco do Giovani. (Apresenta

artista – origem) LARISSA:

A faixa de hoje está presente no EP de 2019 Mix$take... (Apresenta a

música - contexto e origem) * conduzem a discussão (trechos + discussão) SOFIA:

Papo tá interessante. Mas já tá na hora de se despedir.

GUI:

Mas antes disso... (Apresenta o Daniel e indica música “2023”)

TEC:

DANIEL GOLINELLI - 2023

SOFIA:

Muito legal! Se quiser saber mais sobre ele só entrar nas nossas redes

sociais. E é isso pessoal. LARISSA: TEC: GUI:

Até a próxima! ABERTURA SE LIGA Direção: Igor Fragas. Roteiro: Lucas Lucena. Apresentação: Larissa Souza, Guilherme Tobias e Sofia Pantaleão. Produção: Sofia Pantaleão e Larissa Souza. Edição: Carolina de Jesus. Curso de Rádio, TV e Internet. Um oferecimento Cruzeiro do Sul.


Trilha Sonora Identidades Urbanas •

Abertura e encerramento

Música: UDURBANA - Groove IV Produtora: Julie Xavier •

Quadro In Dica

Música: Comigo Ninguém Pode Compositor/Intérprete: MC Tha Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=FF9W8GIyccc Música: Bonde da Pantera Compositores: MC Tha, Omulu, King Doudou Intérprete: MC Tha Link: https://www.youtube.com/watch?v=V1MtEHBTCQg Música: Rito de Passá Compositor/Intérprete: MC Tha Produção Musical: Tide DJ Coprodução Musical: Jaloo e Pedrowl Link: https://www.youtube.com/watch?v=PRAx8dgvPAo •

Matéria Quebrada Queer

Música: Pra Quem Duvidou Compositores/Intérpretes: Guigo, Harlley, Lucas Boombeat, Murillo Zyess e Tchelo Gomez Produção Musical: Apuke no Beat Master e Mix: Leo Grijó Link: https://www.youtube.com/watch?v=6vFScgrx0aY


•

Quadro Rabisca e Fala

Música: Get Outside! Compositor: Jason Farnham Link: https://www.youtube.com/watch?v=x1T6QFpd0J4 Música: Se Liga Meu Compositor/Intérprete: Nelson Triunfo Produção: Fábio Macari Link: https://www.youtube.com/watch?v=SqZn5HTcZ9M

Se Liga Na Letra - Episódio 1 •

Abertura e encerramento

Música: Vinheta Se Liga Na Letra Produção: Julie Xavier •

Background

Música: A To The O Produção: Diamond Ortiz Link: https://www.youtube.com/watch?v=HY0_tHe1MUo •

Análise

Música: Ponta de Lança (Verso Livre) Compositor/Intérprete: Rincon Sapiência Produção Musical: Rincon Sapiência Link: https://www.youtube.com/watch?v=vau8mq3KcRw •

Indicação

Música: Submundo


Compositor: Com6sons Intérpretes: Com6sons e Priska Nunes Produção Mix e Master: Resistência Rec Beat: BeatsLife | Tonny Link: https://www.youtube.com/watch?v=nR8b1YyQjGk

Se Liga Na Letra - Episódio 2 •

Abertura e encerramento

Música: UDURBANA - Groove IV Produtora: Julie Xavier •

Background

Música: Jane Fonda Produção: The Grand Affair Link: https://www.youtube.com/watch?v=wZTLiIwhapM •

Análise

Música: Oceano Franco Compositores: Giovani Cidreira e Caio Araújo Intérprete: Giovani Cidreira Produção Musical: Giovani Cidreira e Benke Ferraz Link: https://www.youtube.com/watch?v=JDMIlB-6oxk •

Indicação

Música: 2023 Compositor/Intérprete: Daniel Golinelli Link: https://soundcloud.com/daniel-golinelli-61570679/2023a


Autorização de Uso de Imagem O convidado do programa piloto Identidades Urbanas, Nelson Triunfo, autorizou o uso da sua imagem e voz através de vídeo armazenado no link a seguir: https://drive.google.com/file/d/1-0QaAEJFWMvDobrX1G2f6ZNL8c5tl55/view?usp=drivesdk


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