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O Beco do Batman: Um Bat Documentário - Sétima Arte

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7ª


Universidade Cruzeiro do Sul Rádio, Tv e Internet - 4º/5º Semestre

O BECO DO BATMAN UM BAT-DOCUMENTÁRIO

Produtora 7ªArte

Documentário

Bíblia de Produção do Projeto Interdisciplinar IV: Documentário, apresentado pela Produtora 7ªArte, 4º/5º Semestre Noturno de Rádio, Tv e Internet, da Universidade Cruzeiro do Sul - Campus Liberdade.

São Paulo 2022


Integrantes Beatriz Dispinzieri Silva I RGM: 2283497-4 Carina Ohara dos Santos I RGM: 2347505-6 Diego Alves Monteiro Rocha I RGM: 2772842-1 Gustavo Pereira Benvindo I RGM: 2584054-1 Klaus de Oliveira da Silva Siemon I RGM: 2309255-6 Mike Gonçalves dos Anjos I RGM: 2342381-1 Pedro Henrique de Souza Santos I RGM: 2297233-1 Stefany Piccoli Santana da Silva I RGM: 63000036-0

Professores Orientadores Prof. Me. Luís Carlos Soares I Documentário Profa. Dra. Patricia Assuf I Ética, Legislação e Tecnologia


Folha de Aprovação

O projeto aprovado em ____/_____/_______ para avaliação do primeiro semestre de 2022 do curso de Rádio, Tv e Internet.

O BECO DO BATMAN

7ª Arte Produções

BANCA EXAMINADORA DO PROJETO


Agradecimento

Agradecemos aos nossos professores orientadores, Prof. Me. Luís Carlos e Profa. Dra. Patrícia Assuf, que nos orientaram durante todo o projeto. Somos gratos aos nossos entrevistados ´´Soninha`` e Hilton; e a todos que de alguma forma colaboraram com o nosso projeto. Gostaríamos de agradecer aos nossos familiares e amigos, por todo apoio e carinho nesses tempos difíceis, que tem nos ajudado de todas as maneiras a seguir os nossos sonhos, e tornar este documentário possível. Também gostaríamos de agradecer ao Núcleo de Comunicação - NUCOM e a Universidade Cruzeiro do Sul por todo apoio e toda colaboração. Do fundo de nossos corações, de cada membro da 7° Arte Produções, Obrigado!


Sumário Produtora 7ªArte 1. Produtora......................................................................................................................09 1.1 Identidade Organizacional....................................................................................10 1.2 Identidade Visual.......................................................................................................11 2.Carômetro.......................................................................................................................12 3. Mini-Currículo..............................................................................................................14 4. Organograma...............................................................................................................19 5. Introdução.....................................................................................................................21 6. O projeto.......................................................................................................................23 6.1 Fundamentação Teórica de Gênero................................................................24 6.2 Fundamentação Teórica de Tema....................................................................30 6.3 Sinopse........................................................................................................................32 6.4 Objetivo.......................................................................................................................32 6.5 Proposta do Documentário.................................................................................33 6.6 Público - Alvo............................................................................................................34 6.7 Classificação Indicativa.........................................................................................35 6.8 Veiculação..................................................................................................................37 7.Edição..............................................................................................................................38 7.1 Tipo de Edição...........................................................................................................38 7.2 Planejamento de Edição.......................................................................................38 7.3 Método de Montagem............................................................................................39 7.4 Utilização de Planos..............................................................................................40 7.5 Processo de Edição.................................................................................................44 7.6 Sincronização...........................................................................................................45 7.7 Mapa de Arquivo de Áudio para Sincronização com Vídeo...................45


Sumário 8.Cronograma..................................................................................................................46 9. Ordem do Dia..............................................................................................................47 10. Orçamento.................................................................................................................50 11. Resposta do Desafio e Considerações...............................................................51 12. Bibliografia..................................................................................................................61 13. Apêndices ..................................................................................................................64 14. Anexos..........................................................................................................................73


1. PRODUTORA


Produtora A 7ªArte Produções foi criada no primeiro semestre do ano de 2020, composta por 8 integrantes estudantes de Rádio, Tv e Internet. Acreditamos que a arte é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária, que o conhecimento é a chave para um futuro melhor. Temos como objetivo principal levar para todos informação, entretenimento e cultura para todos.

1.1 - Identidade Organizacional Missão A missão da 7ªArte Produções é produzir conteúdo audiovisual de qualidade e distribuir com mais acessibilidade.

Visão Ser uma das principais produtoras cinematográficas universitárias tornando as produções cada vez mais acessíveis.

Valores ·Ética; ·Honestidade e integridade; ·Criatividade e inovação; ·Respeito a diversidade; ·Valorizar a ideia de artistas independentes.

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1.2 - Identidade Visual Na nova Identidade Visual, buscamos trazer a elegância e com novas cores (azul, amarelo e rosa) trazer uma ideia de harmonia, alegria e foco. Colocamos três triângulos do lado direito da logo para representar o ´´PLAY`` e também três pilares que temos, que são: escrever, produzir e concretizar.

Logomarca

7ª Arte Produções Figura - 01

Cores

#7CE6D7

#E684C3

#F7DC69

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#222222


2. CARÔMETRO


Carômetro

Beatriz Dispinzieri

Carina Ohara

Diego Alves

Klaus Siemon

Mike Anjos

Pedro H. de Souza

Stefany Piccoli

Gustavo Benvindo

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3. MINI-CURRÍCULO


Mini-Currículo

Beatriz Dispinzieri 20 anos, cursando Rádio, TV e Internet na Universidade Cruzeiro do Sul. Já atuou como roteirista, produtora, diretora e apresentadora e locutora em projetos universitários. Atualmente trabalha como Estagiária de Produção no programa Casos de Família – SBT.

Carina Ohara 20 anos, cursando Rádio, Tv e Internet na Universidade Cruzeiro do Sul. Já atuou como diretora, roteirista, locutora, assistente de direção de artes e editora.

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Diego Alves 20 anos, fez computação gráfica pela Saga, graduando em Rádio, Tv e Internet pela Universidade Cruzeiro do Sul, algumas funções que pode atuar são: Editor, Roteirista, Diretor de Fotografia, Tratamento de imagem e criação de conteúdo independente.

Klaus Siemon 20 anos, cursando Rádio, Tv e Internet pela Universidade Cruzeiro do Sul. Participou de outros projetos universitários como diretor, editor, locutor, diretor de fotografia e cortes e operador de câmera.

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Mike Anjos 29 anos, Cursando Rádio e TV na Universidade Cruzeiro do Sul. Possui experiência como Roteirista, Locutor e Cinegrafista em projetos acadêmicos.

Pedro Henrique 30 anos, Técnico em Automação Industrial pela Escola Senai Fundação Zerrenner. Estudante de Rádio, TV e Internet pela Universidade Cruzeiro do Sul.

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Sthefany Piccoli 20 anos, cursando o 5º semestre de Rádio, TV e Internet. Já fez cursos técnicos de informática básica e intermediária, inglês, edição de vídeo em Adobe Premiere e After Effects. Roteirizou, dirigiu e produziu trabalhos audiovisuais universitários.

Gustavo Benvindo 30 anos - Fotografo/Creator. Iniciou o curso de Rádio e Tv em 2019, para se especializar no meio Audiovisual, atualmente trabalha como fotógrafo de forma secundária, streamer de FPS nas horas vagas, pretende abrir a própria produtora para acessibilizar a criação de conteúdo na periferia de São Paulo.

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4. ORGANOGRAMA


Organograma

Produção

Beatriz Dispinzieri

Direção

Carina Ohara

Diego Alves

Prod. Executiva Klaus Siemon

Ass. de Direção

Sthefany Piccoli Pedro Henrique

Op. de Câmera

Diego Alves

Roteiro

Pedro Hennique

Klaus Siemon

Ass. de Câmera

Entrevistadora

Beatriz Dispinzieri

Beatriz Dispinzieri

Téc. de Som Mike Anjos

Edição Klaus Siemon

Microfonagem

Mike Anjos

Ass. de Edição

Gustavo Benvindo

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5. INTRODUÇÃO


Introdução Este trabalho tem como objetivo apresentar o projeto realizado pela produtora acadêmica Sétima Arte. Neste documento está descrito todo o processo de produção do documentário intitulado como ´´O Beco do Batman: Um Bat-Documentário``, bem como os temas, elenco, todo planejamento de produção e gênero. No documentário "O Beco do Batman: Um Bat-Documentário" pretende contar um pouco da história do famoso Beco do Batman e sua criação, além de contar com alguns depoimentos de pessoas que frequentam o Beco semanalmente.

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6. O PROJETO


6.1 - Fundamentos Teóricos do Gênero Para definir o gênero documentário vamos voltar no sentido bruto do conceito, Segundo Grierson, 1932 em ´´First Principles Of Documentory`` Acreditamos que a capacidade do cinema de circular, observar e selecionar a partir da própria vida pode ser explorado em uma nova e vital forma de arte. O documentário deve fotografar a cena viva e a historia viva. Esse conceito foi expandido ao longo do tempo e vai continuar sendo alterado e mudado, alguns anos na frente tivemos a ´´World Union Of Documentary``, que definiu o documentário como:

"Todo método de registro em Celulóide de qualquer aspecto da realidade interpretado tanto por filmagem factual quanto por reconstituição sincera e justificável, de modo a apelar seja para a razão ou emoção" (Word Union Of Documentary, 1948)

Esse conceito de Documentário vai crescendo ao longo do anos, mesmo que em passos devagar no início, o significado do que é documentário foi recebendo atualizações e modificações, podemos comparar a história da descoberta do átomo, que teve o modelo Bola de Bilhar num conceito mais retrógrado, é que se passou ao modelo que conhecemos nos dias atuais. De acordo com estudos, percebesse que existe uma base que foi construída sobre o que é um documentário, mas cada escritor e cineasta coloca sua particularidade no tema, assim tornando o tema robusto e sem uma definição específica, permitindo que seja feito a sua “cara” tornando cada documentário único. A ideia principal da base a ser seguida vem sendo acrescentada ao longo dos anos, a base que nosso grupo acredita ser a definição de documentário é filmagens que trazem a tona uma realidade com um guia para contar a história segundo nosso olhar, pois a realidade muda aos olhos de cada pessoa.

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Fundamentos Teóricos do Gênero O gênero documentário é marcado por sua ''linguagem audiovisual'', porém sua parte escrita possui um papel muito importante como parte do seu processo de criação, pré-produção, produção e divulgação do projeto. Por isso que em todo documentário é extremamente necessário a criação de um roteiro, que irá auxiliar durante todo o processo de préprodução e claro, o processo de produção da obra. O roteiro irá servir como um guia nos dias de gravação, auxiliando toda a equipe e criando uma organização no set de filmagem. Claro que, para as entrevistas (isso quando sabemos quem serão os entrevistados) existe apenas um roteiro prévio, afinal não conseguimos e nunca devemos prever as respostas dos entrevistados, nem como será o ritmo da entrevista, isso vai depender muito do assunto, do entrevistado e do entrevistador. Diferente do jornalismo, a estrutura narrativa de um documentário exige uma lógica de início, meio e fim, sem a interlocução de um apresentador. Por fim, o documentário se utiliza dessa linguagem audiovisual para representar a realidade. A análise da linguagem audiovisual em documentários permite a avaliação da coerência entre o discurso audiovisual e a realidade representada.

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Fundamentos Teóricos do Gênero Para explicar melhor sobre o assunto, nos baseamos na lista criada pelo cineasta e crítico de cinema com especialização no estudo e teoria de documentários, Bill Nichols. A lista foi publicada em seu livro ''Introdução ao Documentário''. Segundo Nichols, existem 6 tipos de documentários, são eles: 1 - Gênero Poético Nichols diz: ''o modo poético enfatiza associações visuais, qualidades tonais ou rítmicas, passagens descritivas e organização formal''. Neste gênero de documentário, as obras são tão autorais quanto um filme de arte. Trata-se de uma colagem de fragmentos da realidade e trechos da vida real, montados e organizados sem uma lógica narrativa muito definida. Esse gênero tem por objetivo transmitir sensações ao invés de transmitir uma mensagem clara e objetiva. Um exemplo desse tipo seria o longa: ''Koyaanisqatsi: Life Out of Balance (1982)'', onde a subjetividade predomina no filme por meio das imagens misturado a uma trilha sonora marcante, com o objetivo de quebrar as narrativas tradicionais, oferecendo uma experiência diferente ao espectador. 2 - Gênero Expositivo Sobre o gênero expositivo, Nichols diz: ''enfatiza o comentário verbal e uma linguagem argumentativa. Esse tipo de documentário é um dos mais comumente encontrados no mercado audiovisual. Trata-se de qualquer documentário que retrate algum acontecimento, enfatizando fatos e argumentos para aquilo que o filme está narrando.'' Ao contrário do Poético, o gênero de documentário expositivo privilegia a narrativa. Este seria o tipo de documentário mais comum e o mais objetivo também, considerado como o ‘’típico documentário clássico´’. Uma mensagem clara está sendo transmitida, com uma retórica bem construída e argumentos bem elaborados, geralmente expressos por uma voz over – quando o locutor não é visto em cena, apenas ouvimos sua voz. As imagens estão à serviço da narrativa, reforçando ou contrapondo o que está sendo dito pela locução.

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Fundamentos Teóricos do Gênero Esse tipo de documentário costuma utilizar como personagens pessoas que são especialistas no assunto, organizando de modo lógico os fragmentos do mundo real retratados pelo documentarista. A série documental ‘’Cosmos: Uma Odisseia no espaço’’ (2014), é um bom exemplo desse gênero. 3 – Gênero Observativo Para Nichols, o gênero observativo: ''enfatiza o engajamento direto no cotidiano das coisas ou pessoas que representam o tema do cineasta, conforme são observadas por uma câmera discreta''. Nesse sentido, documentários sobre a vida animal são os mais comuns, uma vez que o tema está ali, em frente a uma câmera, que somente observa o assunto a ser gravado sem que essa câmera cause qualquer interação nesse meio, onde os documentaristas tentam passar despercebidos para captar cenas incríveis da natureza. O vencedor do Oscar ''A Marcha dos Pinguins (2005)'', é um ótimo exemplo, onde mesmo havendo uma locução, a câmera cumpre esse papel observativo sem interação com o meio. 4- Gênero Participativo Já no gênero participativo, ainda para Nichols: ''Enfatiza a interação do cineasta e o tema. A filmagem acontece em entrevistas ou outra forma de envolvimento mais direto. Frequentemente, une-se as imagens de arquivo para examinar questões históricas''. Nesse tipo de documentário o cineasta se relaciona diretamente com a sua obra. Como por exemplo, em um dos mais famosos documentários de todos, o “Super Size Me: A dieta do palhaço (2004)’’ onde o documentarista Morgan Spurlock passa um mês inteiro fazendo todas suas refeições no McDonald’s. A obra analisa as consequências dessa dieta, com base na experiência do próprio diretor.

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Fundamentos Teóricos do Gênero 5- Gênero Reflexivo O gênero reflexivo, para Nichols, é aquele que: “a representação da realidade é contestada com a realidade da representação”. Como o próprio nome diz, o gênero reflexivo traz a audiência para junto da reflexão, fazendo com que temas até então considerados familiares provoquem uma reflexão para quem assiste. O objetivo maior do modo reflexivo é acabar com a crença cega do espectador na verdade da imagem, fazer com que ele duvide daquilo que vê. ''Eram os deuses astronautas?'' (1969) é um dos melhores exemplos desse tipo de documentário, ao apresentar seus fatos e argumentos para levantar o questionamento sobre a relação da mitologia antiga de povos à presença de astronautas em um tempo passado do planeta Terra. 6- Gênero Performático Para Nichols, o gênero Performático: ''enfatiza o aspecto subjetivo ou expressivo do engajamento do próprio cineasta com seu tema, e a receptividade do público a esse engajamento. Rejeita a ideia de objetividade em favor de evocações e afetos. Todos os filmes desse modo compartilham características com filmes experimentais, pessoais e de vanguarda, parecido com o Poético, mas com uma ênfase vigorosa no impacto emocional e social para o público''. Neste gênero é comum o documentarista utilizar a dramatização ou a performance, para compor a narrativa da obra. As cenas dramatizadas, ou as performances realizadas, tem por objetivo reforçar e ampliar o significado da realidade que está sendo narrada. O discurso em primeira pessoa, a ironia, o humor e a encenação são as características mais presentes nesse tipo de documentário. A série documental da Netflix ‘’Abstract: The Art of Design’’, é o exemplo que se encaixa melhor nesta categoria, onde nela se utilizam muito bem das performances para construir uma narrativa repleta de subjetividade.

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Fundamentos Teóricos do Gênero Depois de todos esses exemplos, o gênero de documentário que se encaixa melhor para descrever o nosso projeto: “O Beco do Batman: Um Bat - documentário’’ seria o Gênero Expositivo. Afinal nossa ideia é representada por uma narrativa clara e objetiva, uma vez que existe uma narração presente no projeto que serve para apresentar e reforçar aquilo que está sendo mostrado durante o documentário. Fora as entrevistas que conseguimos com personalidades que fazem parte da história do Beco, que se tornaram personagens do nosso documentário.

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6.2 - Fundamentos Teóricos do Tema Localizado no bairro mais boêmio da cidade de São Paulo, a Vila Madalena, mais precisamente entre as ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque e a Rua Harmonia, encontra-se o grande personagem do documentário: o Beco do Batman. O Beco do Batman é um dos principais pontos turísticos de São Paulo, é uma grande galeria a céu aberto, onde o grafite é a grande estrela do Beco, onde sim, os visitantes também podem conferir alguns grafites do próprio Batman. Para se entender melhor o que seria o grafite, segundo o estudioso O que tornou o Beco do Batman tão conhecido nacionalmente e internacionalmente foram os seus inúmeros grafites que são sempre renovados. Para se entender melhor o que seria o grafite, segundo o estudioso Gitahy (1999): [...] a palavra aqui usada e a grafia adotada – grafito – vem do italiano, inscrição ou desenhos de épocas antigas, toscamente riscados a ponta ou a carvão, em rochas, paredes, etc. Graffiti é o plural de Graffito. No singular, é usada para significar a técnica (pedaço de pintura no muro em claro e escuro). No plural, refere-se aos desenhos (os graffiti do Palácio de Pisa).” (GITAHY, 1999, p. 19) Sobre o início da arte de grafite no Brasil, Gitahy (1999) tem a dizer que: "Essa manifestação que começa a surgir no Brasil já nos anos 1950, com a introdução do spray, segue pelos 1960, passa pelos 1970 e se consagra como linguagem artística nos anos 1980, conquistando seu espaço na mídia, chegando a Bienal, as manchetes de jornais e até as novelas de tv, seguindo pelos anos 1990 rumo a virada do milênio." (GITAHY, 1999, p. 15) Batman - o homem morcego, considerado o super herói mais famoso de todos os tempos, é um personagem fictício da DC Comics, criado em 1939, por Bob Kane e Bill Finger. A história do beco ao que tudo indica, se inicia em 1980, quando foi encontrado nas paredes um desenho do Batman, o super herói dos quadrinhos.

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Fundamentos Teóricos do Tema O acontecimento atraiu estudantes de artes plásticas, que começaram a criar suas artes – desenhos de influência cubista e psicodélica nas paredes do Beco, formando uma galeria a céu aberto. Atualmente, os desenhos são renovados constantemente por grafiteiros, e os moradores da região ajudam a conservar as paredes que são disputadíssimas pelos artistas. O Beco tornou-se um ponto turístico obrigatório para os amantes das artes urbanas e de lugares altamente fotogênicos. A cada visita, uma nova pintura é encontrada no local, o que faz com que o visitante retorne mais vezes para apreciar as obras. Artistas brasileiros reconhecidos internacionalmente como Speto, Milo Tchais e os Gêmeos já tiveram suas artes expostas por lá. Por falar em internacional, é muito comum encontrar turistas de vários estados e até mesmo de outros países por lá. Além do Beco, o documentário aborda personagens da vida real que fazem parte da história do local, como a empresária e moradora da região "Soninha" Perez e o comerciante Hilton. A ideia do projeto é mostrar para quem assiste, o Beco como um todo, mostrando sua arte, sua história, e sua cultura, divertindo, entretendo e informando. E por fim, enaltecer a importância do lugar para a arte, para a cultura e o turismo da cidade de São Paulo.

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6.3 - Sinopse “O Beco do Batman: Um Bat-Documentário`` é um documentário curtametragem com 12 minutos de duração. O projeto tem como objetivo primário contar um pouco da história do Beco do Batman, ponto turístico da cidade de São Paulo que fica localizado no bairro da Vila Madalena. Além de contar a história do local, o documentário também contém entrevistas com figuras que frequentam o beco regularmente, assim como as suas relações pessoais com o lugar.

6. 4 - Objetivo Geral: Recolher depoimentos de pessoas que estão trabalham, frequentam e moram na região do Beco do Batman e compõe de alguma forma o Beco. Específico: Contar a história do Beco do Batman, de quando ele surgiu e até os dias atuais sendo um dos pontos turísticos em São Paulo. Recolher também, depoimentos de duas personagens sendo elas: Sônia, também conhecida como ´´Soninha``, chamada carinhosamente assim pelos comerciantes do Beco. E Hilton que é comerciante de discos, que tem um projeto cultural chamado ´´Cultura na Calçada`` que escolheu o Beco como o seu lugar de trabalho.

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6.5 - Proposta do Documentário O projeto tem como intenção apresentar o “Beco do Batman”, um ponto turístico da cidade de São Paulo, localizado no bairro da Vila Madalena. O local tem ganhado maior repercussão nos últimos anos devido as redes sociais. O documentário visa contar a história do Beco do Batman, como por exemplo o motivo pelo qual o mesmo possui esse nome. Outro aspecto retratado são as características que tornaram o “Beco do Batman” um ponto conhecido da cidade de São Paulo. O projeto também aborda pessoas que frequentam regularmente o “Beco do Batman” e suas relações pessoais com o mesmo. Duas pessoas foram entrevistadas no processo, sendo uma delas uma moradora das proximidades do Beco e o outro um comerciante que o frequenta regularmente

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6.6 - Público - Alvo O público alvo do documentário "O Beco do Batman: Um Bat-Documentário" são pessoas entre 18 a 25 anos. Esse público foi pensado pelo fato de serem pessoas jovens que buscam sobre pontos turísticos em São Paulo e que se interessam por grafite e Arte Urbana. A arte de rua tem o poder de comunicar lutas, denúncias e protestos relacionados a questões sociais e políticas ou manifestações poéticas, o que faz parte do perfil de jovens na faixa etária estabelecida. Além de ser um lugar "instagramável", ou seja, atraente para as pessoas que gostam de tirar fotos para o Instagram por ser um lugar com grafites coloridos e que chamam a atenção, o Beco do Batman também atrai as pessoas dessa faixa etária que gostam de super-heróis, quadrinhos, mais especificamente do Batman, por terem alguns grafites relacionados a ele, além do nome do local remeter ao personagem.

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6.7 - Classificação Indicativa O Ministério da Justiça é o órgão responsável por regular a classificação indicativa de obras audiovisuais tendo como dever proteger crianças e adolescentes e garantir a liberdade de expressão. A classificação indicativa feita pelo Ministério da Justiça apenas sugere para que faixa etária a obra é recomendada, portanto, o órgão não possui um papel de proibição ou censura. Cabe a família e responsáveis autorizar e supervisionar o que crianças e adolescentes consomem. Todas as obras audiovisuais brasileiras devem passar pelo processo de classificação pelo órgão para que seja aprovada a sua exibição e distribuição. Para se realizar a classificação indicativa de uma obra, é preciso considerar como os temas sexo e nudez, violência e drogas são abordados dentro da obra.

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De acordo com Guia Prático de Classificação Indicativa - 4º Edição, 2021, o documentário “O Beco do Batman: Um Bat-Documentário” tem como Classificação Indicativa “Livre para todos os públicos”, podendo ser exibido em qualquer horário e para qualquer público independente de faixa etária. O documentário “Beco do Batman: Um Bat-Documentário” não apresenta cenas com violência ou violentas, não contem cenas de sexo ou nudez e não existe exibição ou menção de drogas lícitas ou ilícitas.

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6.8 - Veiculação Plataformas Online: As plataformas de exibição do documentário seriam primariamente online. Sites como o Youtube que permitem que o conteúdo seja compartilhado e visto gratuitamente. Outra opção seriam Plataformas de Streaming como o MUBI. O serviço de Streaming MUBI produz e distribui em sua plataforma curtas e longas metragens, proporcionando espaço também para artistas emergentes, além de artistas consagrados e premiados internacionalmente. Devido ao maior espaço para curta metragens documentais e ficcionais em comparação a outros serviços semelhantes, o MUBI seria uma plataforma adequada para exibição do documentário via streaming.

Canal Brasil: O Canal Brasil é uma emissora do grupo Globosat e possui conteúdo voltado para produções audiovisuais nacionais. Entre os programas de sua grade está o “Curta na Tela”, programa que exibe curta metragens de ficção e documentários. O programa “Curta na Tela” é exibido diariamente as 13:00h. O fato de o Canal Brasil possuir em sua grade um programa diário dedicado a exibição de curta metragens ficcionais e documentais, especificamente nacionais, tornam a emissora uma opção mais adequada e viável de exibição em televisão do documentário.

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7. Edição A edição foi desde os inserts, movimentação de câmeras e grandes planos gerais de Griffith até a edição russa com as imagens de pessoas e locais reais por ser um documentário.

7.1 - Tipo de Edição A edição do documentário pode ser durante ou após a produção em si. O tipo de edição escolhida pelas produtoras foi a não linear, onde na pós-produção selecionamos os arquivos de áudio e vídeo, que foram montados através do software Premiere CS6.

7.2 - Planejamento de Edição O Planejamento de edição foi filtrar todos os arquivos de áudio e vídeo; e renomeados com base em seu conteúdo.

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7.3 - Método de Montagem A montagem escolhida foi a montagem rítmica, usando várias imagens de diferentes pontos, para mostrar a história contada pelos entrevistados dando dinamismo para que as cenas não fiquem monótonas.

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7.4 - Utilização dos Planos Entrada do Beco do Batman No início do documentário, foi usado o Plano Geral para mostrar os desenhos e grafites das paredes e um pouco mais das ruas. Para mostrar a placa que mostra o nome do beco, usamos o Plano Detalhe, contraplongée.

Plano Geral

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Plano Detalhe

Para acompanhar uma das entrevistadas, Sôninha, usamos o Plano Médio, a enquadrando no centro e conseguindo mostrar um pouco de tudo ao redor. Nas entrevistas, usamos o Plano Médio e o Plano Médio Aberto, enquadrando os entrevistados sempre à direita.

Plano Médio

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Plano Médio

Plano Médio Aberto

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Nos inserts foram usados ângulos Panorâmica Horizontal, Panorâmica Vertical (ou Tilt), Plongée e Contra-Plongée, “Travelling Frontal" (ou Dolly). O ângulo Panorâmico Horizontal é quando a câmera vai da direita para a esquerda ou vice-versa. Foi usado para mostrar os desenhos das paredes. Panorâmica Vertical (Tilt), é quando a câmera se movimenta de baixo para cima. Foi usado esse ângulo para mostrar a placa com o nome do Beco. Plongée é quando o enquadramento é de cima para baixo, como se a câmera estivesse mergulhando. Foi usado o Plongée junto com o Plano Geral para dar uma visão melhor do Beco do Batman. O Contra-Plongée é o oposto. Nesse enquadramento é possível ver a cena de baixo para cima, como se a câmera estivesse deitado. Esse ângulo foi usado junto com o Plano Detalhe e o Tilt para mostrar a placa. Travelling Frontal é quando a câmera sai do seu eixo e acompanha a pessoa que está sendo gravada, a câmera avança ou recua. Esse ângulo foi usado para gravar a entrevistada Soninha, enquanto ela caminhava pelo Beco.

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7.5 - Processo de Edição A equipe de pós-produção se responsabiliza perante os telespectadores pelas escolhas do editor. Não foram violados os diálogos a fim de distorcer ou criar um significado diferente a partir dos depoimentos de dos convidados. Os efeitos e cortes de montagem somente foram utilizados para a otimização e impulsionar o ritmo da montagem para compor o total do programa a ser transmitido. Pensando assim, foram preservadas as características éticas dos profissionais envolvidos na produção e respeitando os princípios de boa conduta da edição.

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7.6- Folha de Sincronização Músicas usadas no documentário.

7.7 - Mapa de arquivo de áudio para sincronização com vídeo Foram usadas as seguintes abreviações para nomear os áudios para a edição: ENT – Áudio da entrevista TES – Áudio de teste H - Hilton S - Soninha T – Tito M – Mike B - Beatriz

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8. Cronograma

O cronograma foi feito com base nas etapas de pré-produção, produção e pós-produção. Os quadrados que estão ´´ pintados `` representam os meses em que as atividades e etapas foram realizadas, como por exemplo: reuniões entre os integrantes da produtora, as gravações na externa e assim por diante.

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9. Ordem do Dia

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9. Ordem do Dia

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9. Ordem do Dia

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10. Orçamento

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11. REPOSTA DO DESAFIO E CONSIDERAÇÕES


11. Resposta do Desafio Fazer um documentário, já é algo muito desafiador. Imagine então quando as ideias iniciais eram completamente diferentes desta, não deram certo. Ficamos um tanto perdidos, mas prontamente conseguimos ter um plano C, afinal os outros dois não deram certo. Já com o prazo curtíssimo para o início das gravações, decidimos então pelo Beco do Batman afinal se trata de um lugar público, jovial, muito conhecido, um lugar que traz grafite, arte, cultura, e claro, um dos pontos turísticos da cidade de São Paulo. E um tema onde seria o ideal para o tempo de duração do documentário e onde também conseguimos perceber, na qual não se tem quase nada na área do audiovisual. Aliás, por se tratar de um ponto turístico, existem pouquíssimas informações sobre o lugar, percebemos isso durante nosso processo de pesquisa. Outro desafio que encontramos foi durante o processo de gravação justamente por se tratar de um lugar público, por ser uma viela, ruas muito estreitas, muita gente passando ao mesmo tempo, entrando no meio das filmagens, os sons ambientes, enfim. Mas isso tudo já era esperado. Por fim, podemos dizer que apesar de tudo, acreditamos que conseguimos entregar um bom trabalho, um projeto na qual cada um deu seu melhor, se reinventou, a equipe estava muito unida, muito focada e ansiosos para entregar um bom documentário.

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11. Considerações Finais Relato Individual Beatriz Dispinzieri O projeto do documentário foi pensado em grupo e vários temas foram comentados, e a partir disso desenvolvemos a ideia. Antes de o foco ser o Beco do Batman, o grupo teve outras duas ideias que chegaram a ser desenvolvidas, porém não conseguiram se tornar realidade. Poucos integrantes do grupo conheciam ou já tinham visitado o Beco do Batman, por conta disso, houve uma imensa curiosidade de todos em conhecer mais sobre o lugar e retratar em um documentário. Foram feitas visitações e pesquisas sobre o local conhecido como Beco do Batman e a partir disso, fomos atrás dos personagens e locais interessantes e que tinham muitas histórias para serem contadas. Conseguimos entrevistar uma moradora e comerciante da região e um vendedor de discos faz seu ponto principal de vendas no Beco. Esteve envolvida na produção do documentário trabalhando com a direção e todas as outras partes do projeto. Fui a responsável por organizar e montar as ordens do dia de gravação e o cronograma do projeto. Durante as gravações, atuei como assistente de câmera auxiliando os operadores de câmera e a direção com tudo que fosse necessário. Além disso, fui a responsável por fazer as entrevistas com os personagens do documentário, buscando tirar as mais relevantes informações. Como o nosso projeto passou por diferentes problemas e troca de temas, acabamos não realizando o que tínhamos em mente em um primeiro momento. Tivemos que ser rápidos e nos adaptar as adversidades e achar soluções viáveis o mais rápido possível. Considerando tudo o que passamos, não poderíamos estar mais orgulhosos do nosso projeto final.

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Carina Ohara Fazer esse documentário foi muito desafiador pra mim e acredito que para todo o grupo, pois enfrentamos algumas complicações no meio do caminho. A nossa ideia inicial, o nosso planejamento e o tema era todo diferente desse projeto. Por falta de comprometimento de algumas pessoas (convidados), que nos avisaram um dia antes da gravação que não iriam conseguir gravar e depois de muita discussão em grupo, tivemos que optar por um plano C, que é a ideia atual. Acredito que todo projeto interdisciplinar é um desafio, ainda mais quando você decide exercer uma função que não tinha tanta confiança como outras. Nesse projeto eu fiquei como Diretora e tive que me reinventar para garantir que o documentário saísse do jeito que foi idealizado por todos. Como diretora, trabalhei e me envolvi em todas as etapas do projeto e desempenhei um papel muito importante e que rendeu bons frutos.

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Diego Alves

Criar um documentário foi uma experiência nova para mim, acredito que saí da minha zona de conforto e consegui aprender muito. Achei muito divertido. Sobre as nossas qualidades como grupo, acredito que conseguimos ter ideias muito boas e uma adaptação muito grande, mas nosso principal problema foi organização, demoramos muito para começar executar nosso projeto, então cada problema que veio a surgir não tínhamos o tempo necessário para reverter essa adversidade, mas tínhamos ideias muito boas como opições reserva, mas outra vez o mesmo problema bateu a porta, uma facilidade de se adaptar é o que tiro de principal do trabalho, além da união do grupo que estava forte e muito empenhado, com todos seguindo os mesmos objetivos, aprendi que a organização e principalmente com datas de entrega, são de extrema importância. O que levo das funções exercidas é a dificuldade de gravar na rua, são muitos fatores que dificultam e a falta de tempo que tive em resolver problemas, minha primeira vez como produtor e descobrir que é uma responsabilidade grande e que cobra muito tempo, uma coisa que eu não tive tanto nesse semestre, busco melhorar nos próximos trabalhos, nesse levo muito aprendizado e principalmente, muita diversão, adorei fazer essa produção, errando e acertando.

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Klaus Siemon

Resumidamente, foi um projeto complicado, várias de nossas ideias não deram certo, mas conseguimos. Nesse semestre escolhi trocar a direção por operador de câmera, e eu adorei, porém mais uma vez fiquei em uma das minhas zonas de conforto que é a edição, fiquei satisfeito com o projeto final, sinto que superei os obstáculos, mas tenho muito mais para evoluir ainda. Comparando com os projetos anteriores, melhorei em aspectos como a organização e a coragem de mudar de função. Gravar na rua foi muito difícil, na hora sempre estava bom, mas quando eu peguei as gravações eu vi tudo tremido, mas deu pra arrumar na edição. Para os próximos projetos eu penso em migrar para outras funções como o som e mais um pouco na câmera. O projeto documentário foi muito aguardado por mim e eu já esperava algumas dificuldades, mas consegui sempre seguir por conta das orientações dos professores.

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Mike Anjos No início tivemos uma ideia, infelizmente não deu certo. Depois tivemos uma outra, de última hora cancelaram a gravação com a gente, tivemos que cancelar essa ideia também. Então sugeri para o grupo a ideia sobre o Beco do Batman, pois já fui, é um lugar legal, um local público - então não precisaríamos de autorização para gravar lá, um ponto turístico de São Paulo, um lugar jovem que é ligado a arte, ao grafite, a fotografia, a cultura - e porque até então, acredito que nenhum grupo da faculdade já tenha feito um documentário sobre esse tema. E há pouco conteúdo sobre o Beco do Batman na internet também. Neste projeto fiquei no som, fui técnico de som. Eu que captei os áudios e fiz a microfonagem dos entrevistados - nunca tinha ficado nessa função, foi minha primeira vez, gostei bastante e acredito que consegui fazer um bom trabalho. Além disso, também fui o narrador do documentário, já tinha feito algumas locuções para trabalhos anteriores, como o da revista eletrônica por exemplo. Também gostei, e o áudio foi gravado no estúdio de rádio da faculdade. Sobre a equipe, acredito que fomos muito bem, todos estavam na mesma sintonia, não houve brigas, nem discussões, cada um deu o seu melhor, cada um fez o que se sentia a vontade pra fazer, estávamos organizados, focados e ansiosos para fazer esse documentário e entregar um bom projeto. Enfim, mesmo com pouco tempo para iniciarmos as gravações (afinal perdemos um bom tempo com as outras ideias que não deram certo) no final deu tudo certo, foi uma experiência agradável, se divertimos fazendo, fomos muito bem recebidos, logo que chegamos lá já conseguimos as entrevistas, o que contribuiu bastante para o conteúdo deste documentário, e acredito que sim, conseguimos entregar um trabalho muito bom, um bom projeto, e estou muito orgulhoso do resultado.

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Pedro Henrique Souza

Neste semestre eu realizei a função de roteirista do projeto interdisciplinar, que eu não tive a oportunidade de realizar em projetos anteriores. Por conta disso, eu pude aprender mais sobre a parte criativa de uma produção audiovisual e pretendo me aprofundar mais, seja por conta própria, seja em projetos interdisciplinares futuros. O fato de esse ser o primeiro projeto interdisciplinar pós-pandemia e com aulas em regime presencial, tornou o processo de produção do projeto um pouco diferente em comparação aos semestres passados. Também neste semestre, eu ingressei em uma nova produtora, A Sétima Arte, e por conta disso tive contato com novos colegas, que apesar de fazerem parte da mesma turma, eu possivelmente não teria maior proximidade em outras circunstancias. Houveram imprevistos durante o processo de pré-produção que exigiram mudanças rápidas por parte de todo os integrantes do grupo.

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Sthefany Piccoli Esse semestre era necessário o desenvolvimento de um documentário que pensamos muito o corremos atrás desde o início. Tivemos diferentes ideias e histórias para contar, mas que apenas uma foi possível ser desenvolvida. Com o passar do tempo nossa produtora percebeu a dificuldade de realizar um documentário, como exemplo de alguns dos nossos entrevistados não retornarem o contato ou terem que nos dispensar em cima da hora. Com certeza podemos entender que quando se trata de documentário, é essencial sempre ter outras ideias em mente. No geral não tivemos tanta dificuldade, cada um teve o empenho necessário para a realização do nosso trabalho. O trabalho em equipe foi muito importante, pois cada um se ajudou em tudo que era necessário, nos fazendo evoluir ainda mais profissionalmente.

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Gustavo Benvindo

O desafio desse ano foi precisar mudar de turma quase no final do semestre, infelizmente não pegando muita coisa, a produtora já tinha feito as gravações e estavam no pós produção e finalizando a Bíblia, acabei contribuindo com uma pequena parte de edição que definitivamente é o que eu curto fazer. No mais foi tentar me enturmar com a produtora e pegar todo o processo de criação do documentário, histórias e pontos importantes para entender como foi a realização do projeto no geral.

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12. BIBLIOGRAFIA


12. Bibliografia DE LÍNGUA PORTUGUESA, Olimpíada. A escrita do/no documentário. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/caderno/docume ntario/oficinas/etapa-1sinopse/#:~:text=O%20filme%20document%C3%A1rio%20%C3%A9%20c onstitu%C3%ADdo,e%20o%20campo%20da%20imagem. Acesso em: 3 abr. 2022. LEITE, João. Quais são os tipos de documentário?. Avmakers, 2020. Disponível em: https://www.avmakers.com.br/blog/quais-sao-os-tipos-de-documentario. Acesso em: 3 abr. 2022. UFMS. Linguagem Audiovisual e Documentário. Disponível em: https://ppgcom.ufms.br/en/linguagem-audiovisual-e-documentario/. Acesso em: 3 abr. 2022. CABRITA, Débora. Linguagem audiovisual do documentário: o trabalho das comitivas pantaneiras a partir da experiência de uma peoa. http://ojs.labcom-ifp.ubi.pt/index.php/doc/article/view/619. Acesso em: 3 abr. 2022. COLEN, Matheus. Gêneros de Documentário: quais são os tipos?. Disponível em: https://originaconteudo.com.br/2019/12/05/generos-de-documentarioquais-sao-os-tipos/. Acesso em: 5 abr. 2022. DE LÍNGUA PORTUGUESA, Olimpíada. Documentário expositivo. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/caderno/docume ntario/oficinas/etapa-1-documentario-expositivo/. Acesso em: 5 abr. 2022.

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12. Bibliografia DE LÍNGUA PORTUGUESA, Olimpíada. Documentário reflexivo. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/caderno/docume ntario/oficinas/etapa-4-documentario-reflexivo/. Acesso em: 5 abr. 2022. DE LÍNGUA PORTUGUESA, Olimpíada. Documentário performativo. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/caderno/docume ntario/oficinas/etapa-5-documentarioperformativo/#:~:text=Os%20document%C3%A1rios%20performativos% 20caracterizam%2Dse,narrador%20e%20protagonista%20da%20hist%C 3%B3ria. Acesso em: 5 abr. 2022. DANTAS, Antônio Carlos R. et al. Classificação Indicativa: Guia Prático de Audiovisual. 4ª Edição. Brasília: Ministério da Justiça e Segurança Pública, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/seus-direitos/classificacao1/paginas-classificacaoindicativa/CLASSINDAUDIOVISUAL_Guia_27042022versaofinal.pdf. Acesso em 5 de abr. 2022. GITAHY, Celso. O que é grafite. 1ª Edição. São Paulo: Brasiliense, 1999.

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13. APÊNDICES


13. Apêndices Roteiro

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13. Apêndices Roteiro

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13. Apêndices Roteiro

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13. Apêndices Roteiro

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13. Apêndices Roteiro

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13. Apêndices Ficha de Classificação Indicativa

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13. Apêndices Ficha de Classificação Indicativa

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13. Apêndices Ficha de Classificação Indicativa

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14. ANEXOS


14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Hilton Carlos Mendes

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14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Sônia Regina Perez

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14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Mike Gonçalves

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14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Klaus de Oliveira

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14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Pedro Henrique de Souza

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14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Pedro Henrique de Souza

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14. Anexos Autorização de uso de imagem, som e divulgação. Stefany Piccoli

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