Skip to main content

In Sampa

Page 1

UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL RÁDIO, TV E INTERNET - 2°/3° SEMESTRE

TARANTINOS PRODUÇÕES

IN SAMPA

SÃO PAULO 2020


TARANTINOS PRODUÇÕES IN SAMPA Projeto interdisciplinar

INTEGRANTES E RGM

Alexandre Henrique Daniel Kalil Gabriely Viana Glória Barbosa Gustavo Benvindo Itallo Vieira Jenyffer Souza Jordânia Luara Kelly França Lívia Mello Pedro de Moura Thaís Manfredo Vinícius Coradi

21260290 20467257 22516387 20888872 22435239 21259305 21218595 20409915 21269793 20715366 21282269 21168644 22204237 CONTATOS:

tarantinosfiction@gmail.com https://tarantinosfiction.wixsite.com/ta rantinosproducoes

SÃO PAULO 2020


TARANTINOS PRODUÇÕES IN SAMPA Projeto interdisciplinar

Bíblia de produção, apresentada a Universidade Cruzeiro do Sul - Campus Liberdade, como exigência para a conclusão do 2°/3° semestre do curso de Rádio, TV e Internet.

ORIENTADORES Prof. Me. Alexandre Henrique Teoria do Som, Captação e Edição de Áudio

Prof. Dr. Bruno Tavares Pesquisa em Comunicação

Prof. Me. Elisa Marconi Produção de Áudio para Mídias Digitais

Prof. Dra. Maria Aparecida Ruiz Roteiro para TV Teorias Críticas em Comunicação

Prof. Me. Patrícia Assuf Fotografia: Técnicas e Equipamentos


Produtora A Tarantinos teve seu início no 1°semestre de 2019 dentro do curso de Rádio, TV e Internet na Universidade Cruzeiro do Sul. Atualmente a produtora é composta por 13 integrantes sendo eles: Alexandre Henrique, Daniel Kalil, Gabriely Viana, Glória Barbosa, Gustavo Benvindo, Itallo Vieira, Jenyffer Souza, Jordânia Luara, Kelly França, Lívia Mello, Pedro de Moura, Thaís Manfredo e Vinícius Coradi. O nome da produtora veio como homenagem ao diretor Quentin Tarantino que é conhecido pela sua capacidade de escrever diálogos despretensiosos, sempre trazendo naturalidade a trama que é balanceada com o exagero na violência que sempre vem de forma caricata. Tarantino descreve sua forma de trabalho como “uma retomada do que já funcionava em filmes anteriores”, já que ele pega gêneros diversos de filmes clássicos e traz sua própria referência e roupagem, e queríamos trazer esta aura a produtora de pegar alguma referência mais clássica e transformar em algo novo.

Logomarca

Conceito da logomarca: A nosso logomarca é uma claquete, com um “T” pintado de vermelho, e com algumas manchas de sangue, isso por causa do nome e da expressão “tarantinesca” que passou a ser usada a todas as coisas que detinham mortes exageradas, sangues em esguichos, isso por causa do diretor Quentin Tarantino que tem como algumas das características marcantes as referências do universo pop, trilha sonora não original.


Identidade Organizacional Missão Produzir e desenvolver conteúdos criativos de qualidade, focados na riqueza da imaginação e sonhos. Oferecendo informação e entretenimento para nosso público. Construindo pautas que se tornem relevantes para o meio audiovisual.

Visão Criar um universo paralelo da realidade, atuando em todas as mídias, com destaque pela diversidade de conteúdo, criatividade e competência técnica de modo que possamos nos desenvolver profissionalmente. Valores Qualidade de conteúdo; Criatividade: ousar, inovar e buscar soluções com determinação; Ética; Transparência: maneira aberta e clara de agir e se comunicar, mesmo a frente de problemas de difícil solução; Diversidade; Desenvolvimento contínuo.

Equipe Alexandre Henrique Idade: 18 anos Funções: Atuou como diretor de imagem do programa de TV “Desossando”, roteirista do programa de rádio “Literalmente”, diretor da radionovela “Bellum Memoria” e repórter/apresentador e editor de vinheta da revista eletrônica “In Sampa”.


Daniel Kalil Idade: 19 anos Funções: Atuou como operador de câmera no programa de TV "Queenlist", ator na radionovela "Por Acaso" e produziu a trilha sonora para o podcast "Tarancast" e para a revista eletrônica "In Sampa”.

Gabriely Viana Idade: 22 anos Funções: Atuou como assistente de produção na radionovela “Por Acaso” e diretora do making of e foi repórter/apresentadora da revista eletrônica "In Sampa".

Glória Barbosa Idade: 19 anos Funções: Atuou como apresentadora no programa de TV “Desossando”, produtora do programa de rádio “Literalmente”, atriz na radionovela “Bellum Memoria”, fez o design do site da produtora, e foi repórter/apresentadora da revista eletrônica "In Sampa".


Gustavo Benvindo Idade: 28 anos Funções: Atuou como narrador na radionovela “Bellum Memoria” e como editor do making of da revista eletrônica "In Sampa".

Itallo Vieira Idade: 20 anos Funções: Atuou como diretor do programa de rádio "Viagem na Madruga", apresentou e editou o programa de TV "Super Vision", editou a radionovela "Triunfo", editou o filme "Depois das Onze", dirigiu e editou a revista eletrônica "In Sampa".

Jenyffer Souza Idade: 28 anos Funções: Atuou como operadora de câmera e editora no programa de TV “Desossando”, roteirista e sonoplastia do spot e roteirista da revista eletrônica "In Sampa".


Jordânia Luara Idade: 20 anos Funções: Atuou como operadora de câmera no programa de TV “Desossando”, técnica de áudio no programa de rádio “Literalmente”, produtora e atriz na radionovela “Bellum Memoria” e roteirista do podcast “Tarancast” e da revista eletrônica "In Sampa".

Kelly França Idade: 23 anos Funções: Atuou como diretora, editora e produziu o storytelling no programa de TV "Desossando", roteirista do making of, produtora e atriz na radionovela "Bellum Memoria", diretora do podcast "Tarancast", produtora e repórter/apresentadora da revista eletrônica "In Sampa".

Lívia Mello Idade: 20 anos Funções: Atuou como locutora no programa de rádio “Literalmente”, roteirista da radionovela “Bellum Memoria”, continuísta no filme “Depois das Onze” e produtora de base e executiva da revista eletrônica "In Sampa”.


Pedro de Moura Idade: 19 anos Funções: Atuou como locutor no programa de rádio “Literalmente”, roteirista do programa de TV “Desossando”, assistente de áudio, sonoplasta e editor da radionovela “Bellum Memoria”, apresentador do podcast “Tarancast”, diretor de fotografia e pauteiro da revista eletrônica "In Sampa".

Thaís Manfredo Idade: 19 anos Funções: Atuou como técnica de som no programa de TV “Desossando”, na gravação e produção do making of da radionovela “Bellum Memoria” e como roteirista e pauteira da revista eletrônica "In Sampa".

Vinícius Coradi Idade: 19 anos Funções: Atuou como editor do spot e da radionovela “Bellum Memoria”, apresentador e editou o podcast “Tarancast” e assistente de produção da revista eletrônica "In Sampa".


Organograma


Proposta Sinopse O programa “In Sampa” é uma revista eletrônica produzido pela produtora Tarantinos Produções, dirigido por Itallo Vieira, com cada quadro sendo apresentado por um apresentador diferente sendo eles: Alexandre Henrique, Glória Barbosa e Kelly França. O objetivo principal do programa é trazer informações sobre algumas áreas da cultura urbana paulistana. Sendo assim a revista eletrônica é uma agenda cultural paulistana, com o intuito de levar ao telespectador múltiplas atrações, eventos e pontos turísticos da cidade de São Paulo, despertando o interesse para quem assiste de conhecer e saber mais sobre as possibilidades de aproveitar o que a cidade tem de oferecer.

Argumento/Descrição do Formato In Sampa é uma revista eletrônica, na categoria de entretenimento e apresenta alguns formatos sendo os principais: entrevista, game show, educativo-cultural e informativo. É dividido em 3 quadros e uma matéria. Justificamos o uso de uma linguagem informal no programa com base na pesquisa de Amorim (2018): “Os telejornais da Rede Globo passaram a investir em textos menos formais e mais “conversados” com o público, como uma maneira de simplificar o entendimento e facilitar a comunicação com todos os nichos de consumidores [...] O objetivo é “aproximar plataformas e atrair os jovens do ambiente online para a televisão e vice e versa” [...] Com roupas casuais, o visual dos apresentadores cria uma identificação com o público jovem, que se informa majoritariamente pela internet. Além disso, o produto tem um texto cheio de termos coloquiais e, por vezes, expressões popularizadas na internet”.

Onde diz que está informalidade e a convergência de mídias pode trazer um público maior, com roteiros de fácil entendimento e um diálogo simples quando se estiver com convidados, onde irá trazer durante a exibição um clima de descontração.


O programa inicia-se com a vinheta, indo para a Cabeça, seguindo para os quadros "Faça O Que Faço" e "Mapa SP" então indo para o break. Na volta do programa há a matéria informativa apresentada pela Cabeça e segue para o quadro "Responda se Souber", assim se encerrando o programa, e a Cabeça chama cada quadro.

Quadros: Faça o que Faço Este quadro se enquadra no formato entrevista, será realizada a cada edição com um artista independente, e o repórter/apresentador, Alexandre Henrique, irá fazer a entrevista tentando simular a profissão do entrevistado, nesta edição será entrevistado um cantor que está inserido no cenário de batalha de rimas. O formato de entrevista é uma conversa entre duas ou mais pessoas, onde as perguntas são feitas pelo entrevistador a modo de obter informações por parte do entrevistado.

Mapa SP O quadro se encontra no gênero educativo-cultural, onde a apresentadora, Glória Barbosa, irá visitar e apresentar a cada edição um ponto turístico de São Paulo, com o propósito de gastar apenas o valor da passagem do transporte de ida e volta. Nesta edição, por conta do isolamento social, será usado a temática e o local de turismo virtual, e como pode ser usado como uma alternativa de “viajar” neste momento.

Matéria Informativa É um momento do programa, onde quem faz a Cabeça, Gabriely Viana, informa algo relevante para a situação atual, com a presença de depoimentos e/ou testemunhos de terceiros sobre o tema, nesta edição será sobre dicas úteis para o público para o que se fazer em isolamento social. Trata-se de um gênero informativo, sendo trabalhado com uma reportagem. Com a presença dos formatos Testemunhal e Depoimento, onde ambos tem a presença de outras pessoas sendo a principal diferença que um a pessoa conta sobre sua experiência, e no outro, a pessoa fala sobre o que acha de determinado assunto e/ou tema.


Responda se Souber Este quadro se enquadra no formato de game show, contará com 2 convidados. A apresentadora, Kelly França, fará perguntas sobre determinado tema, nesta edição serão sobre o cinema nacional. Game show é um formato onde os convidados participam numa prova que pode incluir testes de inteligência e/ou provas físicas com o objetivo de ganhar pontos, é um jogo no meio do programa. Como irá consistir de um jogo de perguntas e respostas, com tempo cronometrado pode receber também a nomenclatura de quiz show.

Veiculação O canal escolhido para o programa é canal em TV aberta ​TV Cultura,​ escolhemos este canal por ser uma rede de transmissão de programas voltado à conteúdos jornalísticos, educacionais e de entretenimento. Fundada em 1960, traz como base um público engajado, formador de opinião, e presente nas redes sociais assim como discussões coletivas. O horário sugerido será o das 20 horas às quarta-feiras, a ideia foi que fosse no meio da semana, e que a grande maioria do nosso público alvo estivesse disponível para assistir a transmissão. A data e o horário são destinados para que as classes se sintam representadas e relacionadas atingindo um número maior de audiência. A produtora também irá veicular partes do programa no Instagram através do IGTV, e também a edição completa no Youtube, mídias acessíveis ao público de forma gratuita, utilizando a internet como um meio de acesso.

Público Alvo Pelo programa ser rico em conteúdo de movimentos culturais, buscamos um público de jovens adultos de 18 a 23 anos, com a classe social entre B e C, esta faixa etária foi escolhida pelo o programa ter uma temática mais jovem descontraída, isso por ser simpatizante com os termos e linguagem utilizados na revista eletrônica. Preferencialmente residentes da região sudeste do Brasil.


Fundamentação Teórica do Gênero Revista Eletrônica Revista Eletrônica é um gênero de programa televisivo, na categoria de entretenimento. Na televisão brasileira o entretenimento é a categoria mais presente, visto que possui elementos que prendem a audiência e trabalha. Proporciona divertimento, satisfação pessoal e boa disposição, em determinadas circunstâncias e contextos, o entretenimento tem como adjunto um propósito sério. Pela a revista eletrônica enquadra-se nessa categoria pode reunir “vários formatos: telejornalismo, quadros humorísticos, musicais, reportagens, enfim, assuntos diversos como os enfocados por revistas impressas” (ARONCHI DE SOUZA, 2015, p. 130). A notícia se torna uma espetáculo e faz parte de um show de informações, reportagens, prestação de serviços, entrevistas, artes, espetáculos e lazer. Entretanto é importante levar em consideração que independente de qual categoria ou formato, todo programa deve entreter conforme define Aronchi (2015 p.38): “O entretenimento é necessário para toda e qualquer ideia de produção, sem exceções. Todo programa deve entreter, senão não haverá audiência. Entreter não significa somente vamos sorrir e cantar. Pode ser interessar, surpreender, divertir, chocar, estimular ou desafiar a audiência, mas despertando sua vontade de assistir. Isso é entretenimento”.

O infotenimento une os conceitos de informação e de entretenimento, esta união entrou em evidência na mídia em geral no final do século XX, e a tendência é de um aprofundamento ao longo do século XXI.

Fundamentação Teórica do Tema O objetivo principal do programa In Sampa é trazer informações sobre algumas áreas da cultura urbana paulistana, o termo “cultura” é amplo, pode corresponder por conjunto de hábitos, conhecimentos e crenças, o recorte feito levou a ramificação do tema para: cultura urbana e agenda cultural. Urbano significa “o que é próprio da cidade”, por extensão cultura urbana consiste em mostrar hábitos, conhecimentos e crenças do que é próprio da cidade. Agenda cultural é uma reunião de todos os


eventos que estão acontecendo para que as pessoas possam dar uma olhada no que está ocorrendo pela cidade. No quadro “Mapa SP” iremos falar sobre turismo virtual, é importante entender primeiro sobre realidade virtual para então se avançar, é definido como um ambiente 3D gerado por um computador, onde podemos navegar e interagir, resultando numa simulação, e realidade aumentada, acaba por ser projeção de imagens reais virtuais no mundo real. As visitas virtuais permite aos turistas ver e explorar os locais, antes de irem fisicamente. O turismo virtual concede a pessoas de diversas classes sociais a oportunidade de ver e conhecer locais novos, isso sem a restrição de tempo ou dinheiro. É possível de se visitar locais como os museus do Vaticano, do Louvre, de Amsterdam (Rijksmuseum), locais como o Palácio de Versalhes, a Muralha da China, o parque Yosemite. Para mostrar essas possibilidades iremos usar a plataforma online “Google Arts & Culture”, onde o público pode ter acesso a imagens de alta resolução e vídeos de obras de artes, de organizações culturais através do mundo, a plataforma ainda mostra informações do contexto das obras, assim como outras ferramentas educacionais. No quadro “Faça o que Faço” será entrevistado uma pessoa pertencente ao cenário de batalha de rap, no Brasil, o rap apareceu no final da década de 1970, mas sua grande fase aconteceu entre 1990 e início dos anos 2000. Esse estilo musical ganhava força na periferia com suas letras que retratavam a realidade. Batalha de rap conforme define Torres (2018): “Pensamento rápido, agilidade nas palavras, conquistar o público e garantir aplausos. Esse são os principais componentes para uma boa batalha de rap. Diferentemente do que muitos pensam, palavrões, frases com preconceitos, palavras racistas e rimas decoradas não fazem parte dessa guerra. Longe do significado real, a batalha consiste em uma troca de rimas entre os participantes e quem ganha é aquele que fez a melhor rima de acordo com a opinião do público ou de alguns jurados, conseguindo agitar a platéia e fazer pensar”.

Tem dois tipos de batalhas a do conhecimento e a de sangue, ambas são duelos de improvisação em uma têm que se desenvolver rimas de um tema já pré estabelecido e na esconda os MCs devem se atacar verbalmente.


No quadro “Responda se Souber” um quiz show, onde as perguntas desenvolvidas serão sobre o cinema nacional. A história do cinema nacional começa em julho de 1896 quando se tem a primeira exibição e de início, tinham um caráter documental, tendo a primeira ficção apenas em 1908. Na década de 40 surgem os gêneros das “chanchadas” filmes cômicos de baixo orçamento. Em 1949 foi criado o estúdio Vera Cruz, baseado nos moldes do cinema norte-americanos onde os produtores buscavam produções mais sofisitcadas; nos anos 1960 se manteve essa sofisticação mas a temática se focou em um cunho social e político. No começo do século XXI, o cinema brasileiro adquire novamente reconhecimento no cenário mundial, tendo diversos filmes indicados para festivais no exterior. No quadro vamos tratar dos seguintes filmes: O Cangaceiro, Orfeu Negro, Dois Papas, Minha Mãe é Uma Peça 3, O Amor Está no Ar e Tropa de Elite. Que tiveram suas informações coletadas através de sites como o IMDb, vídeos de bastidores, vídeos presentes nos filmes e as fichas técnicas dos mesmo.


Podcast Tarancast É o podcast da produtora, o nome vem da junção de Tarantino, e transmissão em inglês “cast”, inspirado da própria peça de transmissão. Ira ser colocado pelo plugin Blubrry, para então ser colocado no Spotify. Conta com a direção de Kelly França, roteiro de Jordânia Luara, música de Daniel Kalil, edição de Vinícius Coradi e apresentação de Pedro Moura e Vinícius Coradi. No Tarancast os apresentadores batem um papo sobre determinado assunto, já tendo disponível a temática de “São Paulo A Hollywood Brasileira”, onde conversam sobre obras audiovisuais gravadas na cidade de São Paulo, e sobre “O Japão”, onde falam sobre a cultura japonesa presente na cidade, através do bairro da Liberdade.


Considerações Respondendo ao desafio O maior desafio claro foi o fato de termos de produzir e gravar uma revista eletrônica, um gênero que ainda não tínhamos trabalhado antes, tudo à distância, isso tudo por causa da quarentena. Já tínhamos decidido antes o que queríamos em cada quadro e na reportagem inicialmente e até já tínhamos entrado em contato com algumas locações, mas claro isso teve de ser alterado, então nosso maior desafio seria como pegar os quadros e atualizar para a situação, então além de gravar cada um dos apresentadores, a cabeça, e os convidados em cada isso precisava ser coordenado para ser na mesma semana e manter uma qualidade similar. Gravar e editar foram as experiências mais desafiadoras por causa disso, entretanto foram compensados com planejamento e engajamento em produzir o trabalho diretamente de casa.

Relato individual Alexandre Henrique Ao saber que teríamos que entrar de quarentena já começou os pensamentos de como seria nossas adaptações para estudar de casa, e principalmente o desenvolvimento do projeto interdisciplinar, que já estava quase toda ideia formada para gravarmos nas ruas. Porém, esse confinamento veio para nos mostrar que sempre temos que estar preparados para tudo, e saber lidar com falta de equipamentos profissionais e mesmo assim tentar manter uma boa qualidade de produção. Entretanto, sempre tem o lado bom de toda essa mudança, eu estou tendo mais tempo para a atingir minha meta e aprender edições mais profissionais, o projeto da Revista Eletrônica desse semestre me possibilitou a exercer a função de Editor de Vinhetas, onde aprendi muito ao construir e reconstruir as vinhetas dos nossos quadros. Acredito que nada é por acaso e isso vai me possibilitar muito em breve.


Daniel Kalil Diria que foi um trabalho um tanto desafiador devido à pandemia e pelo fato que nunca havia usado nenhum dos meus instrumentos para fazer uma trilha sonora, mas creio que valeu a pena essa experiência de criar as músicas de abertura e pesquisar BGs, de ter essa vivência de como é tanto fazer como pesquisar. E também pela atual situação que, infelizmente, não poderíamos nos encontrar para gravar pessoalmente significou bastante, pois tivemos que nos reinventar rápido o bastante para não perdermos o prazo da entrega e apresentação, porém tínhamos a tarefa de entregar algo que pudesse entreter, divertir e informar. Como havia dito acima, nunca tinha feito trilhas para nada e valeu a experiência tanto de escolher como compor as trilhas tanto para a revista eletrônica como para o podcast, saber escolher as trilhas às vezes não é muito fácil, pelo menos não nas primeiras vezes, porém conforme se adquirir a experiência pode tornar – se mais fácil. E a situação de não ter equipamentos profissionais para a gravação das composições é algo que talvez possa ter afetado um pouco da qualidade, pois, com equipamentos mais profissionais, a qualidade poderia ter saído um pouco melhor, mas com os equipamentos que tive em mãos, consegui extrair o que eu pude no momento.

Gabriely Viana Nesta revista eletrônica eu tive a oportunidade de gravar as cabeças e dirigir o Making Of. Falando sobre as gravações das cabeças, foi uma experiência sensacional, foi a primeira vez que eu fiz um trabalho como apresentadora e nesse papel nós acabamos criando um vínculo maior com o público, podemos nos sentir parte de uma história a ser contada, e de uma relação que é construída com o público a cada entrada e saída das apresentações. Foi também a primeira vez que estive na direção do making of, nós procuramos passar pra quem fosse assistir o making of as dificuldades que encontramos para a construção do trabalho, as etapas que passamos e também o carinho que tivemos pelo resultado, como foi inteiro feito por cada um de nós, neste trabalho contém nossa alma.


Foi gratificante concluir a revista eletrônica, nós pudemos ver como são grandes as barreiras para concluir um trabalho bem completo, mas maior ainda é a sensação de missão cumprida, e nós esperamos que todos tenham tido boas experiência com nosso programa.

Glória Barbosa O projeto Inter trouxe como proposta criar uma revista eletrônica e um podcast, e o tema que escolhemos foi cultura urbana de São Paulo que nos possibilitou criar e desenvolver um conteúdo diferente devido ao momento em que vivemos. Produzir uma revista eletrônica é uma tarefa complicada, pois exige muitas técnicas e conhecimentos para colocar em prática, agora produzir uma revista eletrônica em meio a uma pandemia se torna mais desafiador, porque este momento exige que fiquemos em casa, ou seja, produzir e criar conteúdo apenas com os recursos que temos. Na criação do roteiro e apresentação do quadro Mapa SP procurei trazer uma linguagem mais informal e extrovertida, para comunicar melhor o tema com nosso público alvo, o público jovem e também por causa turismo que não foi o tradicional já que não podemos sair de casa, então utilizamos o turismo virtual que é pouco conhecido e utilizado. Por fim o projeto possibilitou usar nossa criatividade com aquilo que temos, além de colocar em prática técnicas com equipamentos com poucos recursos, mas que com o aprendizado, conseguimos produzir um conteúdo de qualidade.

Gustavo Benvindo No projeto interdisciplinar desse semestre foi proposto a revista eletrônica, pois bem diferentemente do ano passado, nesse projeto decidi me arriscar mais nas funções técnicas, a princípio iria ser assistente de áudio, acontece que tudo mudou incluindo as funções já que não gravariamos externas, fiquei responsável então por editar o making of, o desafio ficou maior ainda em poder situar tudo o que estava acontecendo a nossa volta e conciliar a elaboração do projeto, muitas adaptações foram feita, e meu Deus a pior parte com certeza foram as reuniões pelo discord, mas ao fim tudo foi fluindo não como esperado lá no começo do ano mas ao ponto


onde nós olhamos para esse projeto e nos orgulhamos do que fizemos. Eu aprendi muito realizando o making of, peguei mais experiência em editar e mais confiança em buscar meu espaço dentro da produtora.

Itallo Vieira Acredito que toda dificuldade em qualquer área de nossa vida venha para derrubar ou fortalecer. Sem dúvidas alguma, esse projeto de revista eletrônica em meio a uma Pandemia veio para me fortalecer. Tenho propriedade para falar que não foi fácil produzir esse projeto em casa, mas foi gratificante, pois ele me levou a sair ainda mais da zona de conforto. Como diretor, tive que organizar cada parte do projeto individualmente com cada integrante para poder ter uma proximidade maior, já que as conversas só eram feitas pela internet. As reuniões onlines não foram uma surpresa, pois em outros projetos já era comum essa maneira de reunir e debater ideias. A maior dificuldade foi de conseguir acompanhar as gravações, pois não tinha recursos suficientes para poder acompanhar, as orientações eu tinha que fazer antes da gravação de algum integrante começar a gravar, organizei um dia de gravação para cada apresentador e dava as orientações pré-gravações e um feedback pós gravação. Como editor da revista, posso dizer que não foi fácil lidar com alguns ruídos e interferências que ocorria ao decorrer de cada vídeo já que gravar em casa isso é muito propício a acontecer, e isso sem contar com as oscilações da internet para baixar os vídeos, porém consegui assegurar a essência do programa na finalização da edição. Destarte, esse projeto não poderia ocorrer sem a união do grupo e a participação e colaboração de cada integrante membro da produtora universitária Tarantinos.

Jenyffer Souza Neste 3º semestre nos reunimos pelo Discord, uma plataforma que foi usada para encontros on-line para se discutir a temática da revista. A cada semestre os projetos


ficam mais complexos, e neste não se difere. Agradeço aos meus colegas por todo o trabalho, empenho e organização. Eu fiz o roteiro do quadro Mapa SP, junto com a apresentadora, Glória, e o diretor artístico, Itallo. O quadro se tratou de uma forma de visitar e acessar museus pela internet, através de um aplicativo de turismo. No podcast eu iniciei a edição do Tarancast, mas deleguei a finalização da edição para o apresentador, Vinícius. Acredito que o planejamento e empenho de todos contribuiu para o resultado final da revista eletrônica, fico feliz em saber que mesmo com os contratempos a produtora está presente com pessoas criativas com grande potencial profissional.

Jordânia Luara O projeto do Inter desse semestre começou de forma presencial no período anterior à quarentena, mas acabou sendo finalizado nas nossas casas. Por conta do isolamento social, muita coisa mudou, não só na maneira como realizamos e finalizamos a revista, mas isso refletiu também nas funções. Inicialmente foi definido que eu seria roteirista do podcast, mas eu também teria outra função mais técnica. Como não é possível gravar em estúdio ou na rua devido ao momento que estamos vivendo, essa função acabou sendo substituída por outra e novamente eu fiquei com o roteiro, agora das cabeças. Foi desafiador roteirizar dois podcast e as cabeças. Em relação ao podcast a dificuldade foi a dúvida - de não roteirizar tudo ou cada mínima palavra, perdendo assim a naturalidade; e por outro lado só elencar tópicos e não dar profundidade ao tema ou à algumas questões. Acabei tentando achar o equilíbrio entre o meio termo - e os meninos que apresentaram o nosso podcast deixaram tudo mais natural e deixaram tudo muito divertido acrescentando piadas e fazendo comparações bem geek e cômicas. Uma de nossas inspirações foi o NerdCast, isso é bem possível notar pelo nome do nosso podcast e também pela apresentação dos locutores. As cabeças diferentemente do podcast eu soube só depois que iria fazer, acabei pesquisando algumas referências para refrescar a memória, mas me recordava de alguns exemplos de revistas e outros programas que assisti. Roteirizar se mostrou desafiante pois foi a primeira vez que escrevi um roteiro no inter.


É quase impossível falar das dificuldades sem citar as nossas limitações por conta da pandemia. Quando idealizamos o projeto pensamos também na qualidade sonora e também da visual, entretanto tivemos que nos familiarizar utilizando o que temos em casa- que em sua maioria são equipamentos simples - para tentar compor uma revista eletrônica dentro de nossas possibilidades. Substituir o presencial pelo online foi difícil, desde as reuniões até os processos de pré, produção e pós foram totalmente diferentes do que estávamos acostumados, realmente tivemos que sair da nossa zona de conforto. Dessa forma as brincadeiras do quadro sobre cinema foram realizadas virtualmente, o turismo precisou ter formato virtual e a entrevista que geralmente era presencial com exceção de pessoas que moram em outros países - foi realizada virtualmente. Mas além de um semestre difícil, foi também de aprendizados. Além de aprendermos sobre revista eletrônica, tivemos que aprender a trabalhar com imprevistos, eu senti esse “se vira nos 30” e isso agrega, não só profissionalmente, mas na vida.

Kelly França Em todo semestre eu termino a conclusão dizendo que o projeto final foi um grande desafio, e que encontrei dificuldades pelo caminho, o que é uma grande verdade, mas nunca imaginei que os desafios e dificuldades fossem ainda se intensificar, pois não estava no radar de ninguém, dar de cara com uma pandemia de proporção global. Sendo assim, pessoas do mundo todo, foram obrigados e se adaptar e se reinventar, e eu também. Então os maiores desafios foram adaptar as nossas idéias pro universo digital, pois boa parte das filmagens seriam em externas. Fazer reuniões que conciliassem a rotina de cada um dos integrantes, ter uma preocupação com a conexão de cada um, para que todos pudessem participar das decisões, e finalmente a gravação, adaptar cenário, equipamentos enfim foi tudo um grande desafio de fato. Mas fiquei feliz pois temos integrantes que estão sempre dispostos a aprender mais, e todos são muito criativos que fez com que o projeto desse certo, e eu fiquei muito feliz com o resultado e com certeza faria tudo de novo.


Lívia Mello É redundante falar do desafio de produzir na quarentena, mas bem este foi o maior desafio. Inicialmente eu estava responsável pela produção de base, responsável por entrar em contato com os locais onde pensavamos em gravar a revista, e também outros locais para ser um plano reserva. Mas houve a pandemia mundial, e com isso este contato que estava fazendo teve de ser cancelado por motivos de saúde. Então com a produção a distância meu trabalho foi me manter em comunicação com o restante da produtora, para saber se o trabalho estava ocorrendo de forma harmoniosa, e organizando as partes escritas de documentação e autorização. O trabalho fluiu da melhor maneira possível considerando a situação geral e creio que de toda essa experiência eu irei passar a levar uma carta na manga de sempre ter um plano B e de me adaptar as coisas.

Pedro de Moura O processo de produção da Revista Eletrônica e podcast foi um desafio por ser toda produzida em meio de um período de quarentena, sem a utilização de estúdios, equipamentos próprios, ou externas. Como diretor de fotografia a maior dificuldade foi a mudança de planos e enquadramentos que eu tinha em mente, que seriam o uso de B-roll e takes de forma artística inspirada pela localização. Então os planos foram adaptados, e busquei guiar os apresentadores, repórteres e convidados para ser algo mais simples mas de boa qualidade, levando em conta o foco ser a pessoa e não o cenário,apesar de ambos serem importantes. A pauta foi fundamental para a adaptação do conteúdo. E no podcast, a produção me pareceu mais tranquila do que a da revista eletrônica, por não conter o aspecto visual, e por eu já possuir um microfone de lapela, o que não é tão indicado para podcast, porém colaborou para uma melhor qualidade de áudio. A gravação foi feita de forma descontraída, onde eu pude passar informações de forma divertida. Em geral a as três funções foram novas experiências, onde me proporcionaram enormes aprendizados.


Thaís Manfredo Neste interdisciplinar nós desenvolvemos uma revista eletrônica sobre a cidade de São Paulo . Tivemos o desafio de desenvolver a revista eletrônica, em casa com as ferramentas disponíveis online entender quais ferramentas eram

as melhores para o nosso

projeto, desenvolvendo novas técnicas. Foi desenvolvido conteúdos com qualidade mesmo trabalhando de casa e utilizando ferramentas online. Foi possível também fazer novas descobertas em relação ao tema abordado, cidade de São Paulo conhecendo melhor as opiniões culturais, a cidade é rica em cinemas urbanos, São Paulo é o cenário mais procurados para gravações de novelas, filmes nacionais e internacionais, na música desde os grandes shows de

artistas

renomados globalmente até produções independentes, levando ao público esta forma digital.

Vinícius Coradi Eu de início fiquei com a locução do podcast, pois é algo que eu consumo muito e sempre quis participar de um, gravei junto com o Pedro, Kelly como diretora e Jordânia como roteirista, foi uma experiência muito legal. Após a Jenyffer não conseguir editar os dois episódios do podcast ela pediu para mim editar então eu editei, foi consideravelmente fácil, pois já estou acostumado a editar áudios. Creio que a maior dificuldade nesses processos foi pensar em uma maneira de gravar os dois áudios, gravamos de duas maneiras diferentes, a primeira os dois áudios juntos e a segunda, os áudios separados e juntei eles depois na edição que foi totalmente feita pelo Audacity.


Bibliografia ABRANTES, Beatriz. ​O que é cultura: saiba tudo sobre o assunto!​ 2018. Disponível em: https://www.stoodi.com.br/blog/2018/06/01/o-que-e-cultura/. Acesso em: 04 abr. 2020.

AIDAR, Laura. ​História do Cinema Brasileiro​. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/historia-do-cinema-brasileiro/. Acesso em: 28 abr. 2020.

AMORIM, Paulo Henrique Cardoso. CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO SUDESTE, 2018, Belo Horizonte. ​G1 em 1 Minuto: Mudanças na linguagem do telejornalismo e suas aproximações com a internet. Belo Horizonte: Intercom, 2018. 15 p. Disponível em: http://portalintercom.org.br/anais/sudeste2018/resumos/R63-0151-1.pdf. Acesso em: 13 maio. 2020.

ARONCHI DE SOUZA, José Carlos Aronchi de. ​Gêneros e formatos na televisão brasileira​. 2. ed. São Paulo: Summus, 2015. 179 p.

Arts & Culture​. Disponível em: https://artsandculture.google.com/. Acesso em: 18 abr. 2020.

BARNWELL, Jane. ​Fundamentos de Produção Cinematográficas​. Porto Alegre: Bookman, 2013. 208 p.

COMO Criar um Podcast e Colocar ele no Spotify. Ds Tutoriais - Daniel Spacof, 2019. (38 min.), son., color. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QmESHF6bHG4&list=WL&index=54&t=0s. Acesso em: 6 abr. 2020.


COSTA, Maysa. ​O universo Tarantinesco​. 2018. Disponível em: https://medium.com/@maysacosta/o-universo-tarantinesco-d90322f88d4a. Acesso em: 26 abr. 2020.

História da TV Cultura​. Disponível em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/historia-da-tv-cultura. Acesso em: 7 maio 2020. MINHA Mãe é Uma Peça 3: O Filme. Direção de Susana Garcia. Produção de Iafa Britz, Katiuscha Mello. Roteiro: Paulo Gustavo, Fil Braz, Susana Garcia. .: Migdal Filmes, Globo Filmes, 2019. (111 min.), son., color.

O AMOR Está No Ar. Direção de Amylton de Almeida. Roteiro: Fabiano Gonçalves, Amylton de Almeida. .: ., 1994. (81 min.), son., color.

O CANGACEIRO. Direção de Lima Barreto. Produção de Cid Leite da Silva. Roteiro: Lima Barreto. .: Companhia Cinematográfica Vera Cruz, 1953. (105 min.), son., P&B.

ORFEU Negro. Direção de Marcel Camus. Produção de Sacha Gordine. Roteiro: Jacques Viot, Marcel Camus. .: Tupan Filmes, 1959. (100 min.), son., color.

PEROTTO, André. ​Turismo virtual: Viaje sem sair de casa em tempos de COVID-19​. 2020. Disponível em: https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/de-passagem/turismo-virtual-viaje-se m-sair-de-casa-em-tempos-de-covid-19/. Acesso em: 28 abr. 2020.

PORFÍRIO, Francisco. ​Cultura​. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/cultura. Acesso em: 04 abr. 2020.

PREFEITURA controla entrada e saída de pessoas em Ilha Bela (SP). 2020. (2 min.), son., color. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=pMosN9r8Gss&feature=youtu.be. Acesso em: 30 abr. 2020.

RESOLVENDO Problemas Sérios dos nossos Inscritos com Seriedade. Coisa Nossa, 2020. (13 min.), son., color. Disponível em:


https://www.youtube.com/watch?v=o_KahHWzf3s&feature=youtu.be. Acesso em: 31 mar. 2020.

SALLES, Ecio. Apresentação da série Cultura urbana e educação. In: MENDONÇA, Rosa Helena; SALLES, Ecio; BENTES, Ivana; BARBOSA, Jorge Luiz; FAUSTINI, Marcus. ​Salto para o futuro​: cultura urbana e educação. cultura urbana e educação. 5. ed. Brasília: Tv Escola, 2009. p. 4-10. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000012189.pdf. Acesso em: 04 abr. 2020.

SINCLAIR, Finn. ​The VR Museum of Fine Art​. 2016. Disponível em: https://store.steampowered.com/app/515020/The_VR_Museum_of_Fine_Art/. Acesso em: 31 mar. 2020.

SOUZA, Vitor Hugo. ​Batalha de rap: a intimidade com as palavras através das rimas​. 2014. Disponível em: https://casperlibero.edu.br/revista-arruaca/batalha-de-rap-intimidade-com-palavras-at raves-das-rimas/. Acesso em: 28 abr. 2020.

TAVARES, Bruno Rogério. ​Game Show: Os Formatos Interativos Para a TV Digital e Novas Mídias​. São Bernardo do Campo: Universidade Metodista de São Paulo, 2011.

TAVIRA, Vanessa Soares. ​Comunicar em turismo virtual​: estudo de caso: eat & travel e world of discoveries. 2014. 118 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Turismo e Comunicação, Escola Superior de Hotelaria e Turismo Estoril, Lisboa, 2014. Disponível em: https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/8775/1/2014.04.008_.pdf. Acesso em: 28 abr. 2020.

TERRITÓRIOS Culturais. Direção de Julio Piconi. Produção de Carla Antoniazzi, Cristina Rabello. Roteiro: André Leal, Fernanda Morais. 2018. (15 min.), son., color. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=tIt4OEBvenU. Acesso em: 31 mar. 2020.

THE Two Popes. Direção de Fernando Meirelles. Produção de Tracey Seaward, Dan Lin, Jonathan Eirich. Roteiro: Anthony Mccarten. .: Rideback, 2019. (125 min.), son., color. Legendado.


TORRES, Carla Simone Doyle. SEMINÁRIO INTERNACIONAL ANÁLISE DE TELEJORNALISMO: DESAFIO TEÓRICO-METODOLÓGICOS, 10., 2011, Salvador. INFOtenimento na televisão: ​a tênue fronteira entre informação e entretenimento no encontro do telejornal com a revista eletrônica. Salvador: Grupo de Pesquisa Análise de Telejornalismo, 2011. 15 p. Disponível em: https://analisedetelejornalismo.files.wordpress.com/2011/08/torres_carla.pdf. Acesso em: 26 abr. 2020.

TORRES, Raphaella. ​Cada vez mais comuns, batalhas de rap se tornam tradição no DF​: evento promove criatividade e a consciência política. Evento promove criatividade e a consciência política. 2018. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2018/03/05/interna _diversao_arte,663674/batalhas-de-rap-brasilia.shtml. Acesso em: 28 abr. 2020.

TROPA de Elite. Direção de José Padilha. Produção de José Padilha, Marcos Prado. Roteiro: Bráulio Mantovani, José Padilha, André Batista, Luiz Eduardo Soares, Rodrigo Pimentel. .: Universal Pictures do Brasil, The Weinstein Company, Zazen Produções, Estúdios Mega, Quanta Centro de Produções Cinematográficas, Costa Films, Posto 9, Feijão Filmes, 2007. (115 min.), son., color.


ApĂŞndices


Pauta Tema: ​A Arte na Quarentena Localização:​ São Paulo Apresentadora:​ Gabriely Viana. Repórteres:​ Alexandre Henrique; Glória Maria e Kelly França Público Alvo: ​Jovem Adulto de 18 a 23 anos

Cabeça Apresentadora:​ Gabriely Viana Tempo: ​1 minuto Ideia: ​Apresentar o programa e explicar a questão de estar sendo feito na quarentena e puxar para os quadros. Perguntas/respostas: Como será feita a revista durante essa quarentena?: R: A revista terá como tema a arte na quarentena, pois os quadros se mantêm com a diferença que eles são todos gravados cada um em sua residência. Como Funcionará? R: Os quadros de entrevista serão feitos por videochamada e toda produção será feita remotamente por meio da internet.

Quadro Entrevista: Faça o que Faço Entrevista feita cada edição com um profissional onde o apresentador irá fazer a entrevista praticando a profissão do entrevistado Apresentador:​ Alexandre Henrique Tempo: ​3 minutos Ideia: Alexandre entrevista o Fabrício MC via vídeo chamada sobre a cultura de Batalhas de Rimas. A entrevista será feita por rimas.


Perfil do entrevistado: Fabricio Mc é um artista independente da cidade de Ribeirão Pires no Grande ABC, ele tem 19 anos e produz letras de música desde pequeno , lançou seu primeiro som em 2018(Chico chave é)tem 5 trabalhos no YouTube e seu maior sonha e gravar uma música com Rashid . A batalha de Rap também conhecido como Batalha de Rima, são improvisos de palavras entre dois Mcs que se atacam , não pode ofender, é uma cultura Hip hop que vem crescendo a cada ano improviso de palavras ser para grandes pessoas como Anti Stress. Perguntas e Respostas: Quem é Fabrício MC? O que é uma Batalha de Rap? Qual a História do Fabrício como Artista? Quando começou se ver como profissional e qual seu primeiro momento como profissional?

Quadro de Turismo: Mapa SP Quadro onde cada edição é visitado um ponto turístico de São Paulo com intuito de utilizar o somente o valor da passagem do metrô. O que é turismo Virtual?;como funciona o app Google Arts & Culture?; que interação se tem com o Google Arts & Culture?; Em que meios pode ser acessado? Apresentadora: ​Glória Maria Tempo:​ cerca de 2 minutos e 30 segundos Ideia: ​Apresentação do aplicativo “google arts & culture” e como ele funciona como uma alternativa de viajar e apresentando assim o turismo virtual. Perguntas e Respostas: O que é turismo Virtual? R: É o turismo onde a visita ocorre de forma virtual normalmente pelo uso da internet.


Como funciona o app Google Arts & Culture? R: Google Arts&Culture é uma plataforma do google que permite que seja feita turismo virtual pelo mundo todo. Que interação se tem com o Google Arts & Culture? R: Além de visitas em 360 por museus e exposições do mundo tudo, a plataforma conta com interação com foto podendo dar o estilo de obras famosas para fotos, e comparação com quadros. Em que meios pode ser acessado? R:Ele possui um site, mas também pode ser encontrados para aplicativos de celular android e IOS.

Matéria Informativa: Matéria procura dar dicas úteis para o público, com depoimentos de pessoas foco do assunto da edição. Apresentadora:​ Gabriely Viana Tempo:​ 1 Minuto (10 segundos cada depoimento) Depoimento​: Elaise de Lima Vieira Santos e Tania Silveira Ideia dessa edição: ​Mostrar depoimentos de como pessoas estão convivendo em isolamento social. . - Tania Silveira falará sobre máscara caseira. - Elaise Vieira Santos irá falar sobre como sobrou mais tempo para mostrar suas receitas para as suas clientes da Doceira ki delicia. Perguntas e Respostas: Como se Ocupar na quarentena? R: É recomendável que o rotina continue a mais proxima possivel sem sair de casa, por isso desenvolver atividades para ser feitas dentro de casa é importante. Como está sendo o cotidiano das pessoas? R: As pessoas tiveram que adaptar sua rotina para que se mantenham seguras, para isso as pessoas que podem ficar em isolamento social desenvolveram atividades


para ocupar seus dias e às vezes ajudar o próximo como, fazer máscaras, ir ao mercado no lugar dos grupos de risco, fazer atividade física e até mesmo continuar sua profissão

Quadro de Cinema: Responda Se Souber Trata–se de uma game onde os participante terão que responder 2 perguntas, para cada participante e quem tiver acertado mais até o final ganha. Serão perguntas sobre o cinema nacional. Apresentadora: ​Kelly França Convidados: ​Marcos Pinheiro e Larissa Romão Tempo:​ 6 minutos Ideia da Edição: Trazer dois convidados: Marcos Pinheiro e Larissa Romão. Onde eles terão que participar de um jogo relacionado ao cinema nacional. Filmes a ser Tratado: ​O Cangaceiro, Dois Papas, Tropa de Elite.


1

ROTEIRO

ROTEIRISTA

VÍDEO

DATA

TEMPO

Jordânia

___/___/____

VÍDEO

ÁUDIO

#1 {{Vinheta abertura}}

{{Vinheta abertura}}

#2 Escalada

{{BG escalada. Até a palavra “olá”}} No programa de hoje teremos... A entrevista com um Mc que sempre marca presença nas batalhas de rima; Um jogo sobre produções audiovisuais nas plataformas streaming; Quarentena e como muitas pessoas estão lidando com ela. E uma opção segura para o turismo em meio ao isolamento social.

#3 Apresentadora {{GC: Gabriely Viana. Apresentadora}}

{{BG programa in sampa. Até iniciar a próxima vinheta}} Olá, começa agora mais um In Sampa. Como vocês podem ver, nosso cenário está um pouco diferente. Por conta da quarentena estamos assim como a maioria de vocês, fazendo home office.

#4 Apresentadora- chamada- entrevista

Atualmente os jovens brasileiros tem se interessado cada vez mais nas batalhas de rima. Tanto em eventos organizados presencialmente como por meio de vídeos de youtube. Milhares de pessoas querem prestigiar o trabalho dos MC’s e suas rimas improvisadas, tornando assim a cada dia esses encontros de hip hop mais conhecidos. Por conta disso, nossa equipe entrevistou Fabricio MC, que sempre marca presença nas batalhas de rima do abc.


2

ROTEIRO

ROTEIRISTA

VÍDEO

DATA

TEMPO

Jordânia

___/___/____

VÍDEO

ÁUDIO

#5 {{Vinheta Quadro Faça O Que Faço}}

{{Vinheta Quadro Faça O Que Faço}}

#6 {[VT Quadro Faça O Que Faço}}

{[VT Quadro Faça O Que Faço}}

#7 Apresentadora – chamada para o quadro Mapa SP

{{BG programa in sampa. Até iniciar a próxima vinheta}} Como não podemos sair para passear devido ao momento em que estamos vivendo, creio que muita gente está com saudades de passear pelas ruas e pontos turísticos de São Paulo. Se você é uma dessas pessoas que está com saudades de passear te convidamos para dar um passeio conosco, mas não se preocupe você não vai precisar nem sair de casa. Ficou curioso como isso é possível? Vamos mostrar agora.

#8 {{Vinheta Quadro Mapa SP}}

{{Vinheta Quadro Mapa SP}}

#9 {{VT Quadro Mapa SP}}

{{VT Quadro Mapa SP}}

#10 Apresentadora - Chamada pro break

Tá gostando do nosso programa? Eu espero que sim! Aproveita pra fazer um lanchinho enquanto vamos para o Break.

#11 {{Vinheta In Sampa}}

{{Vinheta In Sampa}} {{BG programa in sampa. Até iniciar o VT}}

#12 Apresentadora – Matéria informativa

Devido ao isolamento social, grande parte da população está em casa. Seja trabalhando, estudando ou até mesmo os dois, todos nós


3

ROTEIRO

ROTEIRISTA

VÍDEO

DATA

TEMPO

Jordânia

___/___/____

VÍDEO

ÁUDIO estamos nos adaptando e tentando manter nossos hábitos. Seja por preguiça, falta de motivação ou até mesmo falta de opções, muitos de nós estamos nos esquecendo de manter hábitos para uma vida saudável. E assim surge uma questão – Como manter a saúde durante a quarentena? Que atividades podem ser feitas para trabalhar o corpo e a mente? Para responder essas questões, perguntamos para um grupo de pessoas o que elas estão fazendo durante o isolamento social e elas nos mandaram alguns vídeos. . {{VT FicaEmCasa}}

#13 {{VT FicaEmCasa}} {{BG programa in sampa. Até iniciar a próxima vinheta}} #14 Apresentadora – chamada para o Quadro Responda se souber

Todo mundo adora uma produção audiovisual e como agora estamos mais em casa, muita gente está aproveitando para assistir vários filmes e maratonar várias séries. Os serviços de streaming estão mais em alta do que nunca, E a internet nunca travou tanto. Na brincadeira de hoje convidamos duas pessoas que ultimamente não saem das plataformas streaming e vamos testar os conhecimentos delas a respeito do cenário de produções audiovisuais nacionais e internacionais. Você que está aí em casa, veja se consegue acertar as perguntas também.

#15 {{Vinheta Quadro Responda se souber}}


4

ROTEIRO

ROTEIRISTA

VÍDEO

DATA

TEMPO

Jordânia

___/___/____

VÍDEO

ÁUDIO {{Vinheta Quadro Responda se souber}}

#16 {{VT Quadro Responda se souber}} {{VT Quadro Responda se souber}} #17 Apresentadora fecha programa {{Créditos finais}}

O nosso programa de hoje fica por aqui, até o próximo! Não se esqueçam de se cuidar! Ótima semana a todos


Roteirista

Vídeo

Data

Tempo

Alexandre

Batalha de Rima

30/04/20

02:57

Faça o que eu Faço - Batalha de Rima

{{Vinheta - Faça o que eu faço}}

{{Som (Música tema) Faça o que eu faço}}

Alexandre

E aí pessoal, beleza? Estamos aqui dessa vez para fazer entrevista aqui de casa.

{{GC: Alexandre Henrique. Apresentador}} Porque como vocês sabem estamos de quarentena, não podemos sair de casa para fazer o programa para vocês, mas não podemos deixar vocês sem conteúdo. E dessa vez estaremos aqui para gravar a entrevista com Fabrício Mc. Ele é cantor e compositor e eu vou trazer uma entrevista muito bacana para vocês, beleza? Eu vou passar agora a música “Chato D+” que foi o último “som” que ele lançou. Está sensacional! Só se liga! {{Clipe Fabrício “Chato D+” - 8 segundos de {{Música Fabrício Chato D+}} clipe}} Vamos chamar o Fabrício para fazer a Alexandre nossa entrevista, beleza? Alexandre

E aí Fabrício, beleza?

{{Divisão de tela com Fabrício}} {{GC: Fabrício MC. Cantor e compositor}}

Resposta Fabrício

(Introdução - Interação com o convidado) Alexandre

Vamos participar comigo?

de

uma

brincadeira

{{Divisão de tela com Fabrício}}

Resposta afirmativa do Fabrício

Alexandre

A brincadeira é eu te entrevistar rimando. Porque o quadro é “Faça o que eu Faço”.


Então se você rima eu vou ter que rimar. Vamos tentar, não é?

Alexandre

Resposta afirmativa Fabrício “Demorô.” Vamos começar! DJ solta o beat para nós! {{Beat }}

Alexandre

{{Divisão de tela com Fabrício}} Alexandre

Quanto tempo faz que o Fabrício está na profissão? (Improvisa rima) {{Fabrício “manda” sua resposta na rima}} Quando o cara é especialista, é mais fácil.

Alexandre

Qual a importância do hip hop na periferia? (Improvisa rima)

{{Divisão de tela com Fabrício}}

{{Fabrício responde e rima}} Alexandre: Corta Dj. {{Fim do Beat em 2:43}} Alexandre: Fabrício muito obrigado por participar com a gente. Resposta Fabrício

Alexandre

Alexandre: Então é isso, pessoal. Muito obrigado, espero que vocês tenham gostado e… fui!


Possíveis perguntas a serem feitas ao Fabrício - O que o Freestyle é para você? - Como iniciou sua paixão pelas batalhas de rima? - A quanto tempo você faz rimas? - Como você acha que a cultura do hip hop pode influenciar as crianças da periferia? - Qual a importância da divulgação do hip hop e das batalhas de rima? - Qual seu próximo trabalho?


1

ROTEIRO

ROTEIRISTA

VÍDEO

DATA

TEMPO

GLÓRIA MARIA E ITALLO

___/___/____

2 MIN E 50 SEG

VÍDEO

ÁUDIO

{{VINHETA DE ABERTURA}}

APRESENTADORA

Pois é, a gente sabe que com a chegada da pandemia nosso cotidiano mudou muito.

{{GC: Glória Maria. Apresentadora}}

Sem sair de casa pra trabalhar, estudar, sem festinhas, ou seja, ficar em casa é a nossa maior missão nesse momento.

APRESENTADORA

Mas se você é daquelas pessoas que adora conhecer lugares novos, não fica triste que eu tenho uma solução. O turismo virtual! E pra te mostrar como isso funciona eu vou usar um aplicativo chamado google arts & culture, nele o usuário pode fazer tours de 360° em diversos museus do mundo, e ainda ver e estudar diversas obras. Ele pode ser usado tanto pelo celular, computador ou notebook , você só precisa estar conectado a internet. Então vamos explorar um pouco dele . Como vocês podem ver a interface dele é bem simples o que facilita mais ao usuário.


2

ROTEIRO

ROTEIRISTA

VÍDEO

DATA

TEMPO

GLÓRIA MARIA E ITALLO

___/___/____

2 MIN E 50 SEG

VÍDEO

{{TELA DO CELULAR/ DIVISÃO COM APRESENTADORA E SEGUE}}

ÁUDIO Bom vamos procurar um museu de são paulo pra fazer um tour, a pinacoteca! (comentar tour) Uma das ferramentas mais divertidas dele é o de selfie, onde você tira a sua e o algoritmo procura por obras que mais se parecem com você. E eu estou curiosíssima pra saber com quais obras eu pareço, então vamos testar essa ferramenta. (comentar obras com quais parece)

APRESENTADORA

Viu como é possível visitar lugares incríveis sem sair de casa? É isso que o momento pede, respeite e fique em casa!


VIDEO

AUDIO

{{ RODA VT – VINHETA DE ABERTURA }}

{{ SOM DO VT }} {{BG – VENICE BEACH}}

APRESENTADOR

{{GC - KELLY FRANÇA APRESENTADORA}}

FALA GALERA, ESTÁ COMEÇANDO MAIS UM RESPONDE SE SOUBER.

MEU NOME É KELLY FRENÇA E SEJAM MUITO BEM VINDOS AO PROGRAMA.

{{CORTA PARA OS CONVIDADOS}}

E HOJE TEREMOS CONVIDADOS ILUSTRES QUE SÃO NADA MAIS NADA MENOS DO QUE EX INTEGRANTES DA PRODUTORA TARANTINOS.

{{GC- LARISSA ROMÃO – ROTEIRISTA MARCOS PINHEIRO – EDITOR E VIDEOMAKER}}

SEJAM MUITO BEM VINDOS LARISSA ROMÃO E MARCOS PINHEIRO {{CONVIDADOS DIZEM OI}}

APRESENTADORA

BOM, VOU EXPLICAR BREVEMENTE COMO SERÁ O JOGO. EU FAREI 2 PERGUNTAS PARA CADA CONVIDADO E QUEM RESPONDER MAIS PERGUNTAS CORRETAS GANHAM, BELEZA? VAMOS FAZER UM CARA E COROA PARA VER QUEM VAI COMEÇAR, O QUE VOCÊ QUEM ESCOLHE O QUE? {{ LARISSA E MARCOS ESCOLHEM CARA E COROA}}

{[ APRESENTADORA JOGA A MOEDA}}

APRESENTADORA.

DEU (RESULTADO DA MOEDA), (CONVIDADO) COMEÇA.

{{GC – PERGUNTA E ALTERNATIVAS NA TELA}}

EM 2019 SÃO PAULO FICOU NO RANKING DAS CAPITAIS DA AMÉRICA LATINA MAIS ESCOLHIDA PARA GRAVAÇÃO PRODUÇÕES INTERNACIONAIS. EM QUAL POSIÇÃO SÃO PAULO FICOU ?

A. PRIMEIRO LUGAR B. QUARTO LUGAR C. SEGUNDO LUGAR {{RESPOSTA DO CONVIDADO}} A RESPOSTA CORRETA É C, SEGUNDO LUGAR


{{GC – PERGUNTA E ALTERNATIVAS NA TELA}}

A PARTIR DA DÉCADA DE 1950 QUE O CINEMA NACIONAL COMEÇOU A FAZER BARULHO NO CIRCUITO MUNDIAL QUAL FILME BRASILEIRO QUE LEVOU O PRÊMIO DO FESTIVAL DE CANNES EM 1953. A. O Cangaceiro B. O Pagador de Promessas C. O Beijo da Mulher Aranha {{RESPOSTA DO CONVIDADO}} A RESPOSTA CORRETA É A, O CANGACEIRO

AGORA É A VEZ DO (CONVIDADO 2)

{{GC – PERGUNTA E ALTERNATIVAS NA TELA}}

EM 2020 FOI O ANO DE UM BRASILEIRO EM HOLLYWOOD, DOIS PAPAS FOI INDICADO AO GLOBO DE OURO E OSCAR QUEM E O DIRETOR RESPONSÁVEL POR ESSE FEITO A. FERNANDO MEIRELLES B. JOSÉ PADILHA C. WALTER SALLES {{RESPOSTA DO CONVIDADO}} A RESPOSTA CORRETA É A, FERNANDO MEIRELLES

VAMOS PARA A ULTIMA QUESTÃO, QUE PODE DEFINIR UM GANHADOR!

{{GC – PERGUNTA E ALTERNATIVAS NA TELA}}

TROPA DE ELITE FOI UM DOS GRANDE SUCESSO NO BRASIL E INTERNACIONAL, FOI INDICADO AO OSCAR E VENCEU COMO MELHOR FILME. ISSO É VERDADEIRO OU FALSO? {{RESPOSTA DO CONVIDADO}} A RESPOSTA É FALÇA.

APRESENTADORA.

{{BG- SOM DE PALMAS}} BOM, O VENCEDOR FOI (MARCOU OU LARISSA),E EU QUERO AGRADECER A VOCÊS PELA PRESENÇA, MUITO OBRIGADA MUITO OBRIGADO PELA AUDIÊNCIA E TCHAU!


Sincronização Musical Revista Eletrônica Arquivo de música: Metroid Urban (abertura) Composição: Daniel Kalil Duração: 0:14 Ano: 2020 Arquivo de música: música emocionante sem direitos autorais - Mely Canal: Viodio Plataforma: Youtube Duração: 01:57 Ano: 2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=DeWa6XOsd_Y Arquivo de música: Background Music 30min LOOP Canal: Rocket League Ball Brothers Plataforma: Youtube Duração: 30:17 Ano: 2018 Link: https://www.youtube.com/watch?v=5LIEIRRmsiU Arquivo de música: Venice Beach Canal: Audio Library — Music for content creators Plataforma: YouTube Duração: 02:57 Ano: 2016 Link: https://www.youtube.com/watch?v=fTrQA2bHuaU Arquivo de música: fail down Compositor: Jugraf Duração: 2 segundos Plataforma: FreeSound Ano: 2016 Link: https://freesound.org/people/jugraf/sounds/370209 Arquivo de música: Som de Popup #1 - Efeito Sonoro Grátis Canal: Home Music Maker Plataforma: Youtube Duração: 8 segundos Ano: 2017 Link: https://www.youtube.com/watch?v=oVuhVnwI8aM


Arquivo:Palmas e aplausos efeito sonoro no copyright sounds Sem direitos autorais Canal: Efeitos Sonoros sem direitos autorais Plataforma: Youtube Duração: 40 segundos Ano: 2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=Ramncu--T9w

Podcast Arquivo de música: Work of Dreams (abertura) Composição: Daniel Kalil Duração: 0:12 Ano: 2020


Música abertura Apresentação dos apresentadores e do tema Episódio de hoje - São Paulo como cenário para produções Audiovisuais.

Séries Nacionais: Onisciente​ - Série brasileira de ficção científica, com seis episódios. Sua estréia foi no dia 29 de janeiro de 2020 no serviço de streaming Netflix. Foi dirigida por Isabel Valiante e Júlia Pacheco Jordão. Filmada em São Paulo. Sinopse da Série​ - (No universo da série, a sociedade é vigiada por pequenos drones, as informações obtidas são passadas para um computador e ficam armazenadas lá, tendo assim uma ficha completa do indivíduo e de sua vida.) Curiosidade​ - A palavra onisciente significa que tem poder absoluto; que sabe tudo. O plot da série lembra a ideia abordada por George Orwell em seu livro distópico 1984. Mesma equipe por trás de 3% - Mesmo criador Pedro Aguilera. E por falar em 3% , já já falaremos sobre essa série. Irmandade ​– Estréia em 25 de outubro de 2019 pela Netflix Série estrelada por Naruna Costa e por Seu Jorge, famoso cantor,compositor e ator. Ambientação e Trama - São Paulo anos 90. Uma série com vários dilemas morais enfrentados pelas protagonista, com várias reflexões, como o que é certo e o que é errado, uma série que fala muito sobre escolhas. Surgimento de Facção nos Presídios e embora a série se passa no mesmo período que surgiu uma das mais famosas facções (PCC), os produtores dizem que a Irmandade não tem inspiração nela, sendo uma facção fictícia. A série tem uma abordagem maior a partir da Cristina (Naruna Costa), irmã de Edson e advogada. A trama não se foca totalmente na visão da polícia ou dos presidiários, mas dela, que se vê numa situação que nunca imaginou viver e se depara com dilemas morais e pessoais. Ela era uma advogada honesta e seu irmão é o líder de uma facção que está se alastrando cada vez mais pelo presídio, é aí que ela se é arrastada para uma situação complicada e é aí que ela começa a se deparar com dilemas morais A série teve 40 locações e foi gravada em 85 dias. O elenco gravou em um presídio ativo de Curitiba,a ala que eles gravaram estava desativada,mas o resto do presídio não. O elenco teve que seguir as regras da penitenciária.


Utilização da Copa do Mundo de 94 para fuga no presídio retratada na série de maneira magnífica.

3 %​ - Estréia em 25 de novembro de 2016; 3 temporadas. Gênero - Ficção Científica; Drama; Mistério. Se passa num ambiente futurista. Série nacional que ficou famosa aqui quando os gringos começaram a comentar e falar que era boa. Trama ​- Se passa em um futuro pós - apocalíptico, no qual o planeta está devastado. Na parte onde corresponde o Brasil, há uma divisão em duas partes - o Continente e o Maralto. O Continente é a parte pobre e miserável, a parte onde a maior parte da população vive e onde é marcada por escassez de água, comida, energia, e outros recursos necessários para vida, saúde, educação e sobrevivência. Do outro lado, entretanto há o Maralto, região rica, onde há muitos recursos e oportunidades de sobra, um ambiente utópico e obviamente todos querer chegar nele. Só que para chegar nesse lugar, todos os cidadão aos 20 anos pode passar por uma seleção. Esta Seleção é chamada de “Processo”, o problema é que esta seleção ultrapassa os limites físicos, psicológicos e até morais de cada participante. E somente 3% da população conseguem a tão desejada aprovação desta seleção. A ambientação dos dois locais reforça a ideia de pobreza e riqueza nos lugares escolhidos na trama. No Maralto, tudo é verde e bonito, enquanto no Continente, tudo é mais cinza, feio e sujo. Ambientação - A parte do Maralto, a parte rica se passa no Instituto Inhotim, em Minas Gerais. A parte pobre do continente se ambiente numa fábrica desativada no Brás. Outros locais de São Paulo que serviram de locação foram: Atibaia, Guarujá e Ilha Grande. Spectros - Série Brasileira da Netflix. Estreia: 20 de fevereiro de 2020. 1 temporada com 8 episódios. Gênero - Suspense, Terror, Thriller. Produção - Douglas Petrie. Diretor norte - americano que já dirigiu Buffy, A Caça- Vampiros e foi responsável pela criação da série Os Defensores. Ambientação​ - Bairro da Liberdade.


Trama - Lendas e artefatos orientais tem presença na história e na ambientação. Como a boneca que aparece logo no primeiro episódio. Os adolescentes que protagonizam a história se veem envolvidos em uma realidade “alternativa”, sobrenatural. Esta realidade se passa no mesmo local - o bairro asiático - só que no ano de 1858. Eles então começam a ser assombrados por espíritos e percebem que alguém está trazendo a morte de volta. E por conta dos erros do passado, os espíritos querem vingança. Voltando a falar do primeiro episódio, aparece um espírito na tela que tem a intenção de quebrar a quarta parede (assim como no filme e no jogo do Deadpool e no filme do Máscara), mas ao meu ver ficou mais trash do que deu realmente medo Sintonia - Estréia: 9 de Agosto de 2019. 1 temporada, já foi renovada para a segunda. Gênero - Drama. Série Criada por KondZilla, Guilherme Quintella e Felipe Braga. Ambientação - A série se passa em uma favela fictícia chamada Vila Áurea, que foi inspirada nas comunidades paulistanas. A maior parte das cenas foi filmada na favela do Jaguaré Zona Oeste de São Paulo. Trama - Os protagonistas da série são Nando, Rita e Doni, que moram e cresceram juntos na mesma favela em São Paulo. A medida que vão crescendo descobrem o mundo da religião, da música e das drogas. A partir de suas experiências, cada um acaba criando um caminho diferente. Posteriormente percebem que cada um precisa do outro. A série recebeu muitas críticas positivas por retratar bem as realidades nas favelas e também por retratar a periferia de São Paulo, afinal muitas outras produções optam por mostrar o Rio ou mesmo Salvador. ​Séries Internacionais Black Mirror - O episódio Striking Vipers da quinta temporada da série britânica tem locação em vários lugares de São Paulo. Vários Viadutos apareceram como o Dr. Plínio Queiroz situado na Bela Vista, a personagem passa por cima da praça 14 Bis; Viaduto Santa Ifigênia, que confundiram com o Viaduto Chá e Viaduto Diário Popular, que passa perto do museu Catavento. Alguns Edifícios, como o do Louvre,que fica na Avenida São Luís; Três Marias que fica na Avenida Paulista e Copan, que fica na República e foi desenhado pelo conhecidíssimo Oscar Niemeyer.


Nem o Metrô foi deixado de fora,a estação consolação, mais especificamente a saída da estação também foi utilizada como locação. O interior da sede do jornal folha de São Paulo; bar na avenida Nove de Julho - o Jericoacoara; Restaurante dentro do hotel Tivoli, que é o Seen e também a balada The Year que fica na Vila Leopoldina. As cenas de luta foram gravadas em um templo que também é um cemitério chamado Kinkaku-Ji em Itapecerica da Serra. Esse templo é a réplica fiel do templo japonês de mesmo nome. Lá há o primeiro cinerário do Brasil e também são depositadas as cinzas das pessoas que escolhem que seus corpos sejam cremados. Outra cena de luta foi gravada na Praia do Éden, situada no Guarujá. A Sede do Jornal Folha de São Paulo foi utilizado Conquest​ - ​A famigerada série estrelada por Keanu Reeves também teve locação em terras tupiniquins. A Paulista foi utilizada como cenário para a ambientação da narrativa distópica que envolve funcionários brasileiros e estrangeiros. Mas não foi só a Paulista que serviu de cenário, mas também o Viaduto do Chá, proximidades do Vale do Anhangabaú, praça Ramos de Azevedo, rua 24 de Maio, rua Barão de Itapetininga e muitos outros locais. O que se sabe até agora sobre o enredo é que neste futuro distópico, São Paulo servirá de abrigo para refugiados.

Finalização do Podcast, agradecimento e despedida. Música final


No episódio anterior citamos a série brasileira da Netflix Spectros que se passa em um bairro asiático de São Paulo - o bairro da Liberdade. Apresentação dos locutores. No episódio de hoje iremos citar lugares legais pra você que gosta de cultura asiática, ou mesmo de lugares mais assombrados São Paulo tem uma diversidade étnica e cultural bem significativa até em sua distribuição territorial , no bairro Bixiga ou Bela Vista há a presença italiana, no Bom Retiro há uma presença forte coreana, em São Miguel a Nordestina e na Liberdade a Asiática Oriental, esses são só alguns dos exemplos, mas vamos logo ao tema do nosso Podcast. O bairro da liberdade tem uma estética bem oriental, isso já é possível ver pelas lanternas no estilo japonês presentes no bairro inteiro, nos finais de semana ocorre uma feirinha com artigos para compra e também comida em várias tendas Jardim Oriental - Contemple o paisagismo do lugar, o lago com carpas e as lanternas. Bem aos fundos do lugar, ocorre uma feirinha gastronômica, mas só aos finais de semana, feriados e quando há algum tipo de festividade. Curiosidade sobre o local: Torii na entrada. O Torii é um símbolo xintoísta que simboliza a passagem por lugares sagrados. Para quem quer aprender ou até já sabe japonês ou mesmo mandarim, há livrarias com livros nesses idiomas. ​Livraria Sol - Livraria Japonesa, foi criada em 1949, nela é possível encontrar não só livros como revistas,mangás e até marcadores de gueixas feitos em origamis e muito mais. Outra livraria japonesa é a ​Fonomag que também oferece muitas opções de materiais em japonês. Livraria Chinesa - Esta livraria tem um grande acervo em mandarim, seja para aprender ou para aperfeiçoar o idioma. O acervo é vasto, com revistas, livros, dicionários, etc. Mesmo que você não esteja interessado no idioma, vale a pena as visitas. Estas livrarias são ótimas para quem está aprendendo línguas orientais como mandarim, japonês e até coreano. Inclusive na Livraria Sol há artigos de k-pop disponíveis para a venda. Eat Asia - Restaurante com comidas típicas japonesas, com um ambiente jovem, mas o mais legal está no segundo andar do restaurante: um espaço dedicado à Hello Kitty. Em todas as comidas e bebidas há a presença da gatinha, seja com a carinha dela ou com algum outro detalhe. Na frente do estabelecimento há uma estátua da gatinha e também uma placa decorativa em Néon. Hi Tea ​- Casa de chá e cafeteria asiática. Largo da Pólvora - ​Era utilizado como paiol - local que abrigava explosivos ou munições; este largo abrigava uma casa de pólvora. Nele há um monumento em homenagem a Shuhei Uetsuka, primeiro imigrante japonês a chegar no Brasil. No bairro, há a presença de várias igrejas cristãs, das mais diferentes vertentes e também de templos budistas de segmentações diferentes também. Aqui destacamos dois destinos:


Igreja - ​Praça João Mendes, ​Paróquia Pessoal Nipo Brasileira São ​- Gonçalo, importante para os imigrantes católicos japoneses, todos os domingos pela manhã as missas ainda são celebradas em japonês. Templo - Templo Lohan, a vertente do budismo desse tempo é o Chan, e também é voltada para o Kung Fu Shaolin. Na parte interna dá para passar por várias salas - biblioteca, sala de jogos, uma voltada à medicina chinesa e outra com um arsenal de armas chinesas numeroso. A entrada custa 10 reais e a visita guiada, é mais cara, custa 20. Não esqueçam também de visitar os Izakayas ou botecos japoneses, neles você normalmente consome pratos típicos como o Karê para degustar acompanhado por cerveja, saquê ou mesmo shochu. Para quem quer um mais tradicional tem o Izakaya Issa - não deixe de experimentar o famoso takoyaki - que é um famoso bolinho de polvo com katsuobushi. E para quem quer algo mais moderno tem o Izakayada, que tem inclusive uma decoração geek. E também não se esqueçam dos Karaokês, a liberdade tem vários deles. Para quem gosta de tour temos duas ótimas dicas: tem o Giro in Sampa que mescla cultura oriental e africana, que leva em média duas horas e o Bagagem de Memórias da Patrícia Takehana, ela é a idealizadora do evento Japão BR No site da Patrícia, é possível ver vários posts sobre o bairro da Liberdade, desde imigração, até passeios legais para se fazer. Se você se interessar:: contato@bagagemdememorias.com​. ​O tour completo leva três dias, pois há a visita em outros lugares fora da Liberdade. Outro passeio legal é um evento que ocorre todo o ano, no Parque do Carmo, a Festa das Cerejeiras que acontece somente no mês de agosto. Tem duração de três dias - sexta, sábado e domingo. Realizada e organizada pela Federação de Sakura e Ipê do Brasil Nestes dias mais de 4.000 árvores Sakura já desabrocharam. Todo ano a comunidade nipônica vai ao evento realizar o hanami, que seria contemplar as cerejeiras. A entrada é totalmente gratuita e há inclusive várias apresentações - e inclusive danças folclóricas. Curiosidades Quando falamos de cultura japonesa, é bem difícil não nos lembrarmos da cultura pop presente na terra do Sol Nascente. Em especial dos animes e mangás, embora o maior mercado dessas narrativas esteja situado no Japão - afinal foi lá que foi originado- o mercado brasileiro também está crescendo. Por isso listamos alguns animes que tem relação com o Brasil: No Game, No Life - Em partes japonês, em partes brasileiro. O light novel (ou mangá) foi escrito por um ilustrador e escritor brasileiro que atualmente vive no Japão. Mas a adaptação da narrativa foi feita por japoneses. O criador Yuu Kamiya ou Thiago Furakawa Lucas, que é seu nome verdadeiro, foi o primeiro mangaká brasileiro a ser reconhecido no Japão.


Sinopse - A trama acompanha a vida de dois irmão Shiro e Sora, que vivem mais reclusos dentro de casa, para eles a vida neste mundo é chata e eles descrevem a nossa realidade como um jogo mal feito que não há objetivos claros, e nem regras claras. Por conta disso, eles vivem diariamente em casa jogando, só saindo quando é algo de suma importância. Um dia eles são desafiados virtualmente para uma partida por um indivíduo misterioso, essa pessoa joga muito bem, mas eles acabam vencendo. Após a vitória, eles são questionados se gostam da realidade, eles afirmam que não, e são questionados mais uma vez - se houvesse um mundo no regrado e regido por jogos, eles gostariam de ir. Eles aceitam e são transportados para outra realidade. Esse outro mundo se chama Disboard, e o homem misterioso que os desafiou era um deus chamado Tet, nesse mundo tudo é resolvido por meio de jogos. Para iniciar um jogo o jogador deve jurar pelos dez mandamentos criados por Tet e falar a palavra Aschente. Nesta realidade, há 16 raças, incluindo a raça humana que é a mais fraca, os dois irmãos em determinado ponto passam a disputar jogos por esta raça, para assim se tornarem os reis da raça.

Magma ​- Projeto de anime totalmente brasileiro que ainda está em desenvolvimento. O projeto se iniciou em meados de 2000, se tornou mais famoso em 2015 e se estende até os dias de hoje. Inicialmente somente Robson Menezes, hoje conta com uma estrutura maior como dubladores de animes famosos como Yu Yu Hakusho, Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco. A música de abertura e encerramento são bem marcantes e lembrar de animes clássicos. No facebook do criador, é possível acompanhar o progresso do anime, que já tem clipe de abertura e encerramento e making of da primeira temporada. Robson atualmente trabalha em outras animações infantis - atualmente na Turma da Mônica, Cartoon Network. Já trabalhou na animação Peixonauta, Show da Luna e também em parte da produção da Princesa e o Sapo da Disney, entre outras animações. Já na abertura é possível ver influência de animes clássicos como DBZ e outros. E também que a trama se ambienta no bairro da Liberdade. Sinopse - ​A história gira em torno do protagonista Rasdael Tatsuya, um menino ner de 13 anos. Tudo muda na vida do menina quando ele se depara com uma menina que estava dentro de uma nave espacial. Ele acaba conhecendo a moça que se chama Lu Ha, e a partir desse contato com ela, ele conhece Magma, que é uma energia interior, como podemos ver, tem muita inspiração na franquia Dragon Ball, tanto na parte das naves e outras máquinas como também no conceito de energia que aqui é apresentada como Magma e em Dragon Ball como ki.


Holy Avenger - Adaptação de uma história em quadrinhos brasileira estilo mangá de mesmo nome. A história faz parte do universo tormenta. No Youtube, é possível ver abertura e dublagens prontas. Sinopse - Acompanhamos a protagonista Lisandra, uma druida que parte em uma jornada em busca dos Rubis da Verdade. Para isso ela parte para Valkária, maior cidade de Arton para cumprir a missão sagrada. O teaser já está disponível no YouTube, vale a pena dar uma conferida, no final dele é possível ver o que seria o início da luta entre o deus da guerra e um paladino. E além do Teaser, há um radioteatro baseada na HQ, inclusive a narração é feita por Márcio Seixas, dublador do Batman, que até no meio da narração solta a frase “Eu sou o Batman, não, quero dizer, o narrador”. Além disso, também contamos com a presença de Guilherme Briggs. Há também outra narração com pessoas menos conhecidas e com muitos outros pontos que se diferem da narração que citamos anteriormente. Se possível, escutem as duas, Canal Vida Animada - Canal criado por Michel,num estilo mais cartunizado, estilo mangá. Os vídeos são todos feitos por meio de animações. O canal começou quando a filha de Michel nasceu, ele queria fazer algo legal, e algo que quando a filha crescesse gostasse e pudesse mostrar com orgulho para os amiguinhos. Em sua maioria, os vídeos são sobre a vida pessoal dele, retratações de algum momento de sua vida, sua jornada como pai, entre outros temas. Inclusive, em seus vídeos mais recentes há um filminho, que na verdade é a compilação de alguns dos seus episódios. Michiko to Hatchin - A história se passa em um país fictício chamado Diamandra, entretanto tem semelhanças e inspiração em nosso país. A diretora e os produtores do anime antes de o criarem visitaram alguns locais do Brasil, por isso a grande semelhança. A trilha sonora também é bem brasileira, contando com ritmos como samba, axé, samba rock, entre outros. Vale ressaltar que é uma retratação do Brasil na década de 60 e 70. E até os cenários foram bem representados - passando pelo sertão - afinal os produtores visitaram Recife e Olinda - favelas - visitaram o Rio de Janeiro - e outros locais como cidades grandes, etc. Sinopse ​- A protagonista é Michiko Malandro (que nome,hein) é uma mulher um tanto problemática e complicada. Foi presa e permaneceu nessa prisão - que era de segurança máxima por - onze anos. Ela conseguiu fugir algumas vezes, mas a história se foca na sua última fuga. Ela acaba encontrando Hana, uma menina de nove anos que vive com os pais e irmãos adotivos,todo o seu círculo familiar - pais e irmãos - maltratam ela. Quando Michiko conhece a menina, ela fala que conheceu o pai de Hana, que na verdade era o ex - namorado dela. O nome dele é Hiroshi Moreno, ele foi dado como morto enquanto Michiko estava na prisão, mas agora que ela encontrou a filha dele, as duas partem numa missão para encontrálo ou ao menos saber algo dele.


Mas como nem tudo são flores, enquanto elas estão nessa jornada, um detetive fica sempre procurando a Malandro, tentando colocar ela de volta na cadeia. É visto que as duas - Michiko e Hatchin, tem uma espécie de conexão, já que ambas tem uma tatuagem no abdômen. Agora é para os corajosos e amantes de terror. Como falamos de Spectros anteriormente que é de terror, iremos falar agora dois destinos assombrados:

Capela da Santa Cruz dos Enterrados​, localizada na Praça da Liberdade, foi inaugurada no ano de 1887. Dizem que em 1821, o cabo Francisco José das Chagas iniciou uma revolta pedindo igualdade salarial e melhor tratamento aos soldados. A revolta acabou mal e ele foi punido com a morte, a maneira de execução escolhida foi enforcamento, porém a corda arrebentou duas vezes no dia da execução. Ele acabou falecendo e no local foi erguida uma cruz. E depois que a capela foi erguida começou relatos de que o espírito do cabo foi visto no local. E que as almas dos enforcados no local estão enraivecidas por terem sido esquecidas e perturbam aqueles que ficam sozinhos na igreja. O segundo local é fora da Liberdade, é o ​Edificio Martinelli​, inaugurado em 1929, e fica na Rua São Bento. O prédio ficou famoso na década de 30,por muito tempo ele foi o maior arranha-céu da América Latina por conta de seus 105 metros de altura e 30 andares. Nele, a vida cultural da cidade estava concentrada, com seu ambiente badalado, abrigando escolas de danças, confeitarias e boates frequentadas pela elite local, mas, ao longo do tempo, se tornou o palco decadente do tráfico de drogas, prostituição, suicídios e assassinatos brutais. Em 1947, O Martinelli foi o local do assassinato do menino judeu Davilson Gelisek de 13 anos, que chocou a sociedade da época. Mais tarde, outras pessoas encontrariam seu fim no prédio. Em julho de 1965, uma mulher de nome Neide foi jogada do 27º andar, e cinco anos depois, no ano 1970, a jovem Rosa dos Santos de 17 anos, que ficou conhecida como Loira, também foi vítima de um assassinato violento e misterioso. Muitos trabalhadores e frequentadores do Martinelli relatam barulhos, vozes e sussurros de origem desconhecida principalmente no 8º andar. E também a aparição de uma mulher morena, de cabelos compridos que morreu na década de 30, mas continua trabalhando a noite. Outra aparição relatada é a do menino Davilson. Vale ressaltar que o prédio, que seria demolido,foi revitalizado na década de 70 e atualmente segue funcionando como complexo comercial e tem um belo mirante aberto à visitação. E é nesse clima macabro que nos despedimos Despedida e música final.


Anexos Música Temos aqui as autorizações de músicas utilizadas na Revista Eletrônica In Sampa. As não especificadas, foram pegas em bibliotecas de músicas livres.


Imagem Temos aqui as autorizações de fotos utilizadas na Revista Eletrônica In Sampa. A foto de Sergio Souza, está como livre para qualquer forma de uso, a "autorização, foi pega no perfil do fotógrafo em sua página de perfil: unsplash.com/@serjosoza.


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
In Sampa by Rede Código - Issuu