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ALÉM DA JANELA

Page 1

M E D O T A Q U I C A R D I A

P A V O R

D E S E S P E R O

ALÉM P Â N I C O

T E R R O R

DA

A N G U S T I A

M E L A N C O L I

A

I N C O N T R O L Á V E L

JANELA D O C. 2 1


Universidade Cruzeiro do Sul Rádio, TV e Internet – 4/5º Semestre

ALÉM DA JANELA PRODUTORA TOTH

Documentário

Bíblia de Produção do Projeto Interdisciplinar IV: Documentário produzido pela Produtora Toth 4/5° Semestre Noturno de Rádio, Tv e Internet da Universidade Cruzeiro do Sul – Campus Liberdade.

São Paulo 2021 2


Integrantes

Amanda Fagundes

RGM: 2081399-6

Ana Mello

RGM: 2046018-0

Beatriz de Oliveira Inocêncio

RGM: 2060911-6

Cassilia de Carvalho Alves

RGM: 2060844-6

Daniela Novais

RGM:2319104-0

Diogo Nascimento

RGM: 2558314-0

Gabriela Bandeira

RGM: 2212270-2

Glaucia Lozano

RGM:2324424-1

Ítallo Vieira

RGM: 2125930-5

Luciana A. da Silva

RGM: 2580093-1

Maria Carolina Melo

RGM: 2232096-2

Tainá Passoni Belarmino

RGM: 2117999-9

Victoria Amon

RGM: 2081085-7

Orientadores

Prof. Alexandre Henrique | Direção de Programas para Rádio Prof.ª . Krishna Gomes | Documentário Prof.ª. Dra. Patrícia Assuf | Ética, legislação e tecnologia.

3


Agradecimentos

Nós da Produtora TOTH primordialmente somos gratos pela confiança em nós depositada e por todo o incentivo e suporte que recebemos da Universidade Cruzeiro do Sul e do nosso corpo docente. Um agradecimento especial a nossa professora orientadora Krishna Tavares, por nos apresentar uma maneira autentica de se produzir um documentário mesmo diante de uma pandemia com inúmeras restrições, pelas críticas que agregaram muito em todo o processo e por todo o conhecimento á nos transferidos. Nós também gratificamos imensamente a participação da Julia Maize de Souza Gaido que só foi possível mediante a compreensão da mãe Maiza Ferreira de Souza e do Kaleo Terribelle Ramos por terem aceito colaborar de maneira exorbitante se expondo e colocando-se a disposição da nossa equipe, além de acreditarem na intenção da mudança que podemos causar com essa visibilidade. Agradecemos a todos que nos ajudaram de forma direta ou indiretamente. Aqueles que foram inspiração e sustentação, as pessoas que nos forneceram diversos conteúdos e muitas informações para nós desenvolvermos um trabalho ético e respeitoso E por fim, uma profunda gratidão a toda equipe da Produtora TOTH por todo o empenho, dedicação, múltiplas horas de estudos, pela tenacidade e comprometimento de todas as áreas desta produção.

4


Sumário

Missão Visão

8 9

Valores

9

Carômetro

10

Organograma

15

Introdução

17

Capítulo 1 – Projeto

19

Sinopse

19

Objetivos

20

Proposta do Documentário

21

Conceito

22

Sentimentos

22

Público-Alvo

23

Faixa Etária: Classe Social: Gênero:

23 23 23

Classificação Indicativa

23

Campos de Justificativa de Autoclassificação

25

Veiculação e Distribuição Justificativa Fundamentação teórica do tema Fundamentação teórica do formato

28 29 29 32

5


Capítulo 2 – Produção

34

Cronograma de Produção

35

Mecânica

36

Pré- Produção

36

Produção

37

Trilha Sonora

38

Atores Socias

39

Capitulo 3- Direção de Arte

40

Cenários móveis

42

Eleição e Descrição dos objetos

42

Capitulo 4- Edição

43

Áudios

44

Vídeos

44

Imagens Externas

44

Storyboard

46

Conclusão Geral

50

Conclusões Individuais

52

AMANDA FAGUNDES

52

ANA MELLO BEATRIZ INNOCENCIO CASSILIA DE CARVALHO DANIELA NOVAIS DIOGO NASCIMENTO GABRIELA BANDEIRA GLAUCIA LOZANO ITALLO VIEIRA LUCIANA ANTONNÍ MARIA CAROLINA MELLO TAINÁ PASSONI BELARMINO VICTORIA AMON

54 55 56 57 58 59 60 61 63 64 66 67 6


APÊNDICES Pré-roteiro

68 68

Roteiro de edição

69

Sincronização musical

81

Mapa de arquivo

82

Programa utilizado para a edição

82

REFERÊNCIAS

87

Web Gráficas

87

Referência Bibliográfica

90

Referência Musical

91

Referência Videográfica

91

ANEXOS

92

Autorização do uso de Imagem e Som

81

7


O nome TOTH é referência ao antigo deus de religião egípcia. Deus esse que representa a sabedoria, a mágica e o conhecimento. Adotamos como princípio o desejo de transmitir nosso conhecimento e sabedoria adiante. A Produtora TOTH tem como objetivo o comprometimento para com a verdade, respeito, representatividade e diversidade. Usamos a cultura e o pensamento crítico no mercado audiovisual, sempre mostrando nosso potencial. Juntos focamos na inovação, em abrir as mentes e transformar nossa realidade através dos meios de comunicação. De mãos dadas com a arte, informação e cultura, criamos projetos que atraem a reflexão, a emoção e a diversão, agregando nossas experiências à uma nova forma de desenvolver conteúdo.

Missão Ao observar o atual cenário artístico brasileiro e mundial, é notória a falta de oportunidade neste mercado. Existem privilegiados e desfavorecidos. Entre esses, os desfavorecidos não possuem a chance de mostrar seu potencial como possíveis talentos e futuros profissionais. A missão da TOTH dentro deste cenário é poder dar oportunidades a pessoas desfavorecidas, evidenciando sua arte e colocando-a nos holofotes para dar a chance de crescer no cenário artístico. Desta forma, pretendemos ser destaque em sua função de focar onde os olhares do senso comum costumam apenas ignorar e abrir a mente destes, transformando uma causa que é esquecida em uma causa abraçada por todos, focando na contribuição da 8


construção de uma sociedade com mais oportunidades e igualdade, não somente no meio artístico, da música ou cinema, mas também, no convívio de bem-estar social.

Visão A TOTH tem como objetivo destacar-se no mercado audiovisual, com o intuito de transparecer sua experiência nos conteúdos produzidos, impactando vidas de oferecendo um ponto de vista diferente diante de problemáticas sociais.

Valores - Comprometimento; - Criatividade; - Respeito; - Representatividade.

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Carômetro

Amanda Fagundes ● 21 anos; ● Cantora e Compositora, ● Já atuou como apresentadora e diretora de arte de projetos da Produtora Toth;

Ana Mello ● 23 anos; ● Já atou como diretora e operadora de TP de projetos da Produtora Toth;

Beatriz Inocêncio ● 20 anos; ● Já atuou com diretora de rádio e produtora de TV; 10


Cassília de Carvalho ● 24 anos; ● Já atuou como roteirista e editora de projetos da Produtora Toth;

Daniela Novais ● 23 anos; ● Já atuou como roteirista e operadora de câmera;

Diogo Nascimento ● 24 anos; ● Já atuou como diretor de arte e cenografia e produtor executivo;

11


Gabriela Bandeira ● 23 anos; ● Já atuou como locutora e roteirista de projetos da Produtora Toth;

Glaucia Lozano ● 23 anos; ● Já atuou como apresentadora e roteirista;

Ítallo Vieira ● 21 anos; ● Já atuou como Diretor geral e Editor;

12


Luciana Antonni ● 34 anos; ● Já foi diretora de imagem e operadora de câmera;

Maria Carolina Melo ● 22 anos; ● Já atuou como Apresentadora e Editora de projetos na Produtora Toth;

Taina Passoni ● 20 anos; ● Já atuou como produtora executiva e apresentadora de projetos na Produtora Toth

13


Victoria Amon ● 23 anos; ● Cantora ● Já atuou como diretora e produtora de elenco de projetos da Produtora Toth;

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Organograma

GABRIELA BANDEIRA DIRETORA

MARIA CAROLINA MELO

CASSILIA CARVALHO

DIRETORA DE IMAGEM

EDITORA CHEFE

TAINÁ PASSONI PRODUTORA EXECUTIVA

ÍTALLO VIEIRA

GLAUCIA LOZANO

ROTEIRISTA

AUXILIAR DE PRODUÇÃO E SONOPLASTIA

AUXILIAR DE EDIÇÃO

AMANDA FAGUNDES

DIOGO NASCIMENTO

AUXILIAR DE EDIÇÃO

PRODUÇÃO DE ARTE GRÁFICA

ANA MELLO

DANIELA NOVAIS

SONOPLASTIA

CASTING GERENTE DE PRODUÇÃO E PROJETOS

BEATRIZ INOCÊNCIO

LUCIANA ANTONNI

APOIO TÉCNICO

APOIO TÉCNICO

VICTORIA AMON COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E PROJETOS

15


“...Além dos vidros da janela, sempre haverá um reflexo que lhe colocará para fora, mesmo quando seu medo de sair se sobressai...” - Eriec Soulz (“Pensador. 2021)

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Introdução

A fobia foi classificada na psiquiatria por volta do século XIX. O primeiro registro da mesma foi há mais de 2.500 anos, pelo Grego Hipócrates. Contudo, o termo “fobia” passou a ser utilizado por um autor romano chamado Celso, 500 anos depois. Celso transportou tal denominação de um deus grego cujo nome é Phobos, conhecido também como a personificação do pânico. De acordo com o Doutor em psicologia Hélio Cardoso Miranda Júnior, no seu vídeo “Fobia-Psicanálise 25- Conceitos em Freud” a fobia se apresenta quando uma pessoa frente a um objeto específico, manifesta uma determinada reação, normalmente ligada a uma sensação ou ideia de angústia. Levando em consideração que o medo nos deu uma vantagem evolutiva, quando o ser humano se depara com um objeto ou circunstância em questão, a sensação de angústia se dilata a ponto de tentar-se, a qualquer custo evitar ou fugir de tais ambientes ou situações. Com isso, vamos abordar uma reflexão feito a partir da aparição de uma nova doença que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) foi considerada uma emergência de saúde pública. No ano de 2020, o vírus SARS-CoV-2, mais conhecido como Covid 19 ou Coronavírus, se instalou e disparou o número de casos e mortes no Brasil e no mundo. Essa explosão gerou a necessidade de um bloqueio imediato de lojas, escolas e serviços não essenciais, pela falta de informações sobre a transmissão, instalação e como comporta-se no organismo, o agravante era a falta de vacina que ocasionou no isolamento instantâneo de todos.

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Por intermédio de tal perspectiva, questionamos o desdobramento e agravamento de algumas fobias. Os transtornos mentais que decidimos abordar são dissemelhantes, porém, muito parecidos ao mesmo tempo. Agorafobia se trata do medo descomedido de lugares abertos com excesso de pessoas ou situações que possam lhe causar pânico. Entretanto, o outro transtorno conhecido como monofobia é o medo exorbitante da solidão. Ambos, obtiveram reações mediante a pandemia, um passou a ser excepcionalmente confortável para aqueles que possuíam determinado diagnóstico, devido a não obrigação de sair de seus lares (agorafobia). O outro tornou-se excessivamente amplificado, causando ainda mais pânico devido a demasia de notícias e informações de mortes causadas pela Covid 19, além da obrigatoriedade do isolamento social (monofobia). De acordo com a Biblioteca Virtual da Saúde (Ministério da Saúde), é presumível separar os desfechos da pandemia em quatro ondas, onde: “a quarta inclui o aumento de transtornos mentais e do trauma psicológico provocados diretamente pela infecção ou por seus desdobramentos secundários.” (Biblioteca Virtual da Saúde. 22/02/2021). Prezamos por encontrar pessoas que aceitassem mostrar suas realidades de maneira mais autêntica e fidedigna, revelando as dificuldades, crises e os obstáculos enfrentados em seus cotidianos. Mediante aos reflexos que vivemos em meio a uma pandemia, a Produtora TOTH se preocupa em apresentar a relevância de conhecer minimamente distúrbios psíquicos, assim como informar e trazer um olhar empático por intermédio do documentário “Além da Janela” e mostrar a importância de se atentar a saúde mental e procurar ajuda ao menor dos sinais. O desafio manifesta-se por ser um assunto íntimo e de pouco debate atualmente.

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Capítulo 1 – Projeto

Sinopse

“Além da Janela” é um documentário emocionante e reflexivo, que instiga o pensamento sobre especificamente duas fobias, que induzem as pessoas que as detêm a chegarem ao extremo de suas vidas de forma prejudicial. Além do reflexo causado pelo isolamento social. Os atores sociais são Julia e Kaleo, pessoas que desenvolveram ao longo de suas vidas agorafobia (medo de lugares e situações que possam causar pânico) e/ou monofobia (medo intenso da solidão). Histórias distintas, mas com muito em comum. Carregam o peso de suas fobias frente a pandemia da COVID-19. O que nos leva a questionar: Até onde o medo transforma-se em fobia? Como vivem de fato pessoas com tais transtornos? Advertimos que o documentário pode abordar conteúdo que provoque sensibilidade e/ou estímulos desconfortáveis para determinadas pessoas.

19


Objetivos

O documentário “Além da janela” tem por objetivo informar e provocar a reflexão acerca da existência de fobias, especificamente, agorafobia e monofobia e os impactos emocionais, por elas causados, antes e após a pandemia do covid-19.

Seguindo os protocolos estabelecidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nossos participantes registraram sua rotina, como convivem em seu meio social, como foi a descoberta de suas fobias, o que mudou após o diagnóstico e os impactos causados pelo isolamento na pandemia. Além disso, o documentário tem como objetivo mais específico, alertar para a necessidade de uma melhor estruturação do poder público a respeito do tratamento dessas fobias pelos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial). E por fim, enfatizar que as fobias são transtornos mentais tratáveis, que devem ser levados a sério, assim como as pessoas que convivem com eles.

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Proposta do Documentário Inicialmente, vamos pontuar que estamos seguindo todas as regras de restrição emitidas pelo governo do Estado de São Paulo, com isso, evitando colocar em risco a vida de qualquer colaborador ou participante deste projeto. No decorrer do planejamento, avistamos a necessidade que nós, alunos de comunicação temos de nos aprofundar do tema, através de estudos e entrevistas com profissionais da área. Além de nos aproximarmos dos indivíduos que aceitaram participar deste projeto. Com intuito de entendermos de forma respeitosa e profunda todas as questões que rodeiam essas patologias, como as limitações, as superações, o cotidiano e os enfrentamentos do dia a dia. A dinâmica inicial é apresentar de forma expositiva e poética o conhecimento sobre o tema fobia, através do modelo testemunho. Mostrar a rotina de forma íntima, no qual a própria pessoa irá evidenciar o que é feito ao longo do dia, como ultrapassar os dilemas, como o isolamento social afetou sua vida, seu tratamento e como intensificou a doença. Além de uma dedicação em transparecer as situações que vivem as pessoas com fobias, manifestam os ápices que desencadearam esse transtorno, até as mudanças que houveram de efetuar em suas vidas. Consideramos que a incógnita inicial é: Como vivem de fato as pessoas com fobias? Um dos pontos de maior valor, é conseguir exprimir os sentimentos dos personagens através do olhar, da fala, de alguns posicionamentos e da forma com que eles expõem suas vidas. Acreditamos que através desta abordagem, aliada a uma linha de raciocínio autocrítica e empática, conseguiremos esclarecer as indagações e desmistificar situações e pré-conceitos acerca do assunto.

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Conceito

“Além da janela” é um documentário expositivo poético sobre questões sociais. O enfoque é sobre distúrbios emocionais, as fobias: Agorafobia e Monofobia. Com a finalidade de trazer visibilidade e uma reflexão sobre as dificuldades que permeiam tais transtornos acerca do isolamento social.

Sentimentos

Os sentimentos que pretendemos provocar com o documentário “Além da Janela”, são os subsequentes:

● REFLEXÃO ● EMPATIA ● COMPAIXÃO ● VISIBILIDADE ● COMPREENSÃO

Todos com o intuito de trazer maior sensibilidade sobre o tema fobia, assim como, provocar uma profunda reflexão sobre aquilo que não temos conhecimento e costume de discutir.

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Público-Alvo

O público-alvo foi embasado na análise de gráficos de uma pesquisada criada pela Produtora TOTH, que alcançou o total de exatos quatrocentos participantes, nossa consideração baseou-se nos seguintes resultados:

Faixa Etária: ● Jovem – Adulto de 15 a 25 anos. Decorrência de 45,3% das afirmações.

Classe Social: ● Classe média. Decorrência de 64,8% das afirmações. ● Classe baixa. Decorrência de 25,3% das afirmações.

Gênero: ● Mulheres. Decorrência de 72% das afirmações. ● Homens. Decorrência de 27,5% das afirmações

Classificação Indicativa

Construímos a classificação indicativa considerando as análises de nosso público-alvo de jovens adultos de 15 à 25 anos e ao fator sensibilidade e complexibilidade do tema tratado neste documentário, por conter relatos de medos, temas delicados e consumo de drogas lícitas. Com isso pressupõe que o documentário “Além da Janela” tem a classificação indicativa de 10 anos, de acordo com a 3° edição do “Guia Prático de Classificação Indicativa”. Organizado e atualizado pela Secretaria Nacional de Justiça. 23


Ficha de Classificação MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA, CLASSIFICAÇÃO, TÍTULOS E QUALIFICAÇÃO

1. Natureza de Análise: marque apenas 1 opção: ANÁLISE COMUM

FICHA TÉCNICA DE

Marque esta opção caso seja a primeira classificação da obra. Versão editada de obra já classificada, seja com acréscimo ou supressão de cenas, também é considerada “nova obra”. Portanto, este campo deve ser marcado.

AUDIOVISUAL

RECLASSIFICAÇÃO Marque esta opção apenas caso a obra tenha classificação indicativa atribuída antes de julho de 2006 e agora é submetida a uma nova análise sob a luz dos novos critérios de classificação.

2. Segmento de Mercado: marque o segmento no qual a obra será exibida inicialmente. Uma vez que tenha recebido a classificação definitiva pelo Ministério da Justiça, desde que não tenha sofrido alterações, a obra audiovisual está apta para qualquer outro segmento de mercado, sem necessidade de novo pedido de classificação ou aviso prévio ao Ministério. CINEMA COMERCIAL HOME VIDEO (DVD, Blu-ray, streaming, etc)

MOSTRAS/FESTIVAIS DE CINEMA TELEVISÃO (veja texto abaixo)

2.1. Obras inéditas para televisão podem ser autoclassificadas pelo requerente OU classificadas por análise prévia pelo Ministério da Justiça. Contudo, você não tem esta escolha no caso obras editadas para televisão que já receberam classificação anterior igual ou superior a 12 anos: estas devem ser classificadas por análise prévia. Marque a forma de classificação desejada para televisão: ANÁLISE PRÉVIA

AUTOCLASSIFICAÇÃO

3. Categoria da obra: marque apenas 1 opção; Longa-metragem (70’’ ou mais) Episódio de série

Média-metragem (31’’ a 69’’)

Conjunto de episódios de série

Curta-metragem (até 30’’) Programa de TV

Show Musical

Trailer

Novela

Outra_____________

4- Identificação e conteúdo da obra 1. Título no Brasil:

ALÉM DA JANELA

2. Título original:

ALÉM DA JANELA

3. Título da série:

ALÉM DA JANELA

4. Ano da temporada: 7. País de origem:

2021

BRASIL

5. Ano de produção: 8. Distribuidor:

10. Diretor:

2021

6. Número do(s) episódio(s):

XXXXXXXXXXX

11. Elenco principal:

9. Produtor:

xxxxxxxxxxxxx

PRODUTORA TOTH

XXXXXXXXXXXX

GABRIELA BANDEIRA 12. Cor: Colorido

13. Tempo de duração: Preto e branco

15 MINUTOS

15. Mídia enviada para análise: DVD/Blu-ray

Arquivo digital

35 mm

Link de internet

Cinema digital

Outro ______

14. Classificação pretendida: Livre

10 anos

12 anos

14 anos

16 anos

18 anos

16. Gênero: Drama

Aventura

Terror

Romance

Documentário

Guerra

Comédia

Suspense

Cultura

Faroeste

Infantil

Policial

Ação

Musical

Animação

Ficção científica

Erótico

Outro_________

24


17. Data prevista de exibição:

18. Emissora (obras para TV):

XXXXXXXXXX

XXXXXXXXXXXXXXXX

19. Praça de Exibição (obras para TV): Rede Nacional

Regional:____________

20. Violência: marque todos os itens que aparecem na obra Armas

Dor ou Sofrimento

Morte / Assassinato

Temas Angustiantes

Ato Violento

Estupro

Mutilação

Tortura

Cenas que Assustam

Exposição de Cadáver

Sangue

Violência de Forte Impacto

Crueldade

Ferimentos

Suicídio

Violência Fantasiosa

21. Conteúdo Sexual: marque todos os itens que aparecem na obra Nudez Velada

Linguagem Chula

Insinuação Sexual

Relação Sexual Explícita

Nudez

Linguagem de Conteúdo Sexual

Relação Sexual

Prostituição

22. Drogas: marque todos os itens que aparecem na obra Consumo de Álcool ou Cigarro

Consumo de Drogas Ilícitas

Tráfico de Drogas

Consumo de Moderado de Álcool ou Cigarro

Consumo Medicinal de Drogas Ilícitas

Menção a Drogas

5. Interessado 1. Nome (pessoa ou empresa):

2. CPF/CNPJ (ou equivalente estrangeiro):

XXXXXXXXXXXXXXXX 5. Endereço:

6. Cidade:

7. Estado:

8. CEP:

XXXXXXXXXXXXXXXX

XXXXXXXXXXXXXXXX

XXXXX

XXXXXX

11. Local e data: XXXXXX

12. Assinatura: XXXXXXXX

9. Email: XXXXXXXX

10. Telefone/Fax: XXX

13. Observações: XXXXXXXXXXXXXXXX

Campos de Justificativa de Autoclassificação Preencha o restante apenas se você marcou autoclassificação para TV no item 2.1 da página anterior. Para os demais casos, não é necessário enviar ao Ministério esta página nem a próxima. 1. Sinopse: caso este espaço seja insuficiente, apresente a sinopse em documento à parte:

“Além da Janela” é um documentário emocionante e reflexivo, que instiga o pensamento sobre especificamente duas fobias, que induzem as pessoas que as detêm a chegarem ao extremo de suas vidas de forma prejudicial. Além do reflexo causado pelo isolamento social. Os atores sociais são Julia e Kaleo, pessoas que desenvolveram ao longo de suas vidas agorafobia (medo de lugares e situações que possam causar pânico) e/ou monofobia (medo intenso da solidão). Histórias distintas, mas com muito em comum. Carregam o peso de suas fobias frente a pandemia da COVID-19. O que nos leva a questionar: Até onde o medo transforma-se em fobia? Como vivem de fato pessoas com tais transtornos? Advertimos

que

o

documentário

pode

abordar

conteúdo

que

provoque

sensibilidade e/ou estímulos desconfortáveis para determinadas pessoas. 25


2. Finalidades específicas: preencher apenas nos casos em que a obra apresente a finalidade. Deixe em branco se não apresentar. 2.1. Educativas: 2.2. Artísticas: 2.3. Culturais: 2.4. Informativas: 2.5. Respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família:

CONTEÚDO Assinale todos os itens presentes no conteúdo da obra. Para mais informações e descrições específicas de cada item, consulte o Guia Prático de Classificação Indicativa, disponível em português e inglês no Portal Online da Classificação Indicativa. Violência

FAIXA

Sexo

Drogas

Violência Fantasiosa Presença de Armas sem Violência Mortes sem Violência

Nudez não Erótica

Consumo Moderado ou Insinuado de Drogas Lícitas

Ossadas e Esqueletos sem Violência Presença de Armas com Violência Medo/Tensão Angústia Ossadas e Esqueletos com Violência

Descrições Verbais do Consumo de Drogas Lícitas Conteúdos Educativos sobre Sexo

Discussão sobre Tráfico de Drogas Uso Medicinal de Drogas Ilícitas

Atos Criminosos sem Violência Linguagem Depreciativa Ato Violento Lesão Corporal Descrição de Violência Presença de Sangue Sofrimento da Vítima

Nudez Velada

Morte Natural ou Acidental Violenta

Insinuação Sexual

Ato Violento contra Animais

Carícias Sexuais

Consumo de Drogas Lícitas

Exposição ao Perigo

Masturbação

Indução ao Uso de Droga Lícitas

Exposição à Humilhação

Linguagem Chula

Consumo Irregular de Medicamento

Agressão Verbal

Linguagem de Conteúdo Sexual

Menção a Drogas Ilícitas

Obscenidade

Simulações de Sexo

Bullying

Apelo Sexual

Exposição de Cadáver Assédio Sexual Supervalorização da Beleza Física Supervalorização do Consumo

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Nudez

Insinuação do Consumo de Drogas Ilícitas

Erotização

Morte Intencional

Descrições Verbais do Consumo e Tráfico de Drogas Ilícitas

Vulgaridade

Estigma/Preconceito

Relação Sexual

Discussão sobre descriminalização de drogas ilícitas

Prostituição Violência

FAIXA

Sexo

Drogas

Estupro Exploração Sexual Produção ou Tráfico de Qualquer Droga Ilícita

Coação Sexual Tortura

Relação Sexual Intensa

Mutilação

Consumo de Drogas Ilícitas Indução ao Consumo de Drogas Ilícitas

Suicídio Violência Gratuita Aborto, Pena de Morte, Eutanásia Violência de Forte Impacto Elogio/Glamurização/Apologia à Violência Crueldade

Sexo Explícito Situação Sexual Complexa / de forte impacto

Crime de Ódio

Apologia ao Uso de Drogas Ilícitas

Pedofilia

ATENUANTES Composição de Cena Atenuante Baixa Relevância Pouca Frequência

Contexto Esportivo / Histórico / Artístico / Cultural ou Científico Contexto Irônico ou Cômico / Caricato Contexto Fantasioso

Insinuação / Simulação / Tentativa Motivação Justificada Contraponto Conteúdos Positivos

AGRAVANTES Composição de Cena Agravante

Interação com o Expectador

Alta Relevância

Valorização de Conteúdo Negativo

Alta Frequência

Motivação

Conteúdo Inadequado com Criança ou Adolescente Contexto de Impacto

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Veiculação e Distribuição

A veiculação do documentário “Além da Janela” foi pensada para o serviço de streaming Netflix, que deteve um aumento significativo no número de assinantes durante a pandemia, chegando a um crescimento recorde de 37 milhões de novos usuários em 2020, sendo 17,9 milhões de usuários ativos no Brasil, de acordo com a estimativa da empresa de redes virtuais Comparitech. Com base nos estudos feitos no catálogo da Netflix, notamos a presença de uma variedade de produtos brasileiros, principalmente, documentários, além de filmes com a temática abordada nesse documentário. Ademais consideramos a condição socioeconômica do público da nossa pesquisa interna e ponderamos a escolha por se tratar de um streaming completo com valores acessíveis a esse público. Já a distribuição será feita através das redes sociais da produtora Toth, com material visual de divulgação, nos stories e um vídeo prévia através da ferramenta Reels do Instagram, visando não só a divulgação, mas a interação com os seguidores. E por fim, escolhemos publicar um trailer do documentário no Youtube da produtora e posteriormente fazer pequenos anúncios de 30 segundos, visando alcançar nosso público direcionado pela pesquisa.

28


Justificativa

Fundamentação teórica do tema

De acordo com o dicionário, o medo é a característica afetuosa, ou seja, sentimentos instigados por meio da consciência frente ao perigo. Já a palavra fobia é exposta como emoções exageradas ocasionadas pelo medo ou aversão a algum objeto ou situação. Entretanto, a linha tênue entre ambos os conceitos é o que torna complexo o entendimento para as pessoas que não possuem um conhecimento prévio mais profundo da essência delas.

Segundo a primeira construção da teoria de Sigmund Freud, as fobias estariam ligadas a fenômenos presentes em todos os arquétipos de neuroses. Contudo, após o caso mais conhecido da psicanálise (Análise da Fobia de uma Criança de Cinco Anos). Para Freud, a fobia é a representação de uma angustia que efetivamente não é ligada de modo direto aquele objeto. Ou seja, a fobia é análoga a um objeto ou situação cuja representação ou conjunto de símbolos vem ocupar o lugar daquilo que é traumático.

Este primeiro estudo fez com que alguns vocábulos fossem precisamente analisados de forma intrínseca. Primordialmente, o medo que sempre se fez presente em nossas vidas desde a infância, foi passado através de aprendizados de nossos ancestrais sendo colocado como perigos que devemos evitar, como instinto para sobrevivência.

Em segundo, a angústia é a condição inquietante, a sensação de tormento e/ ou sofrimento. Com o aprofundamento dessas expressões, houveram inúmeros estudos que apontam as características do momento exato onde a condição do medo, se torna fobia.

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Conforme o Doutor Psiquiatra Caio Magno aponta: “O medo é considerado patológico quando é exagerado. O medo se torna uma fobia quando é desproporcional em relação ao estímulo e interfere na vida profissional, social e acadêmica, impedindo a pessoa de realizar suas atividades...” (Estar Saúde Mental. 06/02/2018).

Através destas considerações, examinamos notícias sobre o aumento de doenças e transtornos psicológicos no período da pandemia o que acabou nos chamando a atenção foi o apontamento do Ministério da Saúde: “A agenda de saúde frente à pandemia engloba uma gama enorme de áreas que devem ser cobertas, mas é preciso chamar a atenção da comunidade médica e, também, da população para o risco de uma epidemia paralela, que já dá indícios preocupantes: o aumento do sofrimento psicológico, dos sintomas psíquicos e dos transtornos mentais.” (Biblioteca Virtual da Saúde. 22/02/2021)

Ao analisarmos o contexto atual de nossas realidades, nos deparamos há mais de um ano e meio com o isolamento social, causado pelo vírus SARS-CoV-2. Desde o dia vinte e seis de fevereiro (primeiro registro de caso confirmado de covid19 no Brasil) nossas vidas tem sofrido mudanças chocantes no dia a dia.

Um estudo de 2017 da Organização Mundial da Saúde, mostra que distúrbios de problemas mentais têm um aumento significativo devido a pressão de uma vida com excesso de informações e mudanças constantes: “Aliás, o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas: 9,3% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). E não para por aí. Novos dados mostram que 30


86%

dos

brasileiros

sofrem

com

algum

transtorno

mental... “(VEJA. 31/07/ 2019)

Nós buscamos entender o que dificulta a compreensão das pessoas frente a distúrbios psicológicos. E a doutora Tatiane Paulo Souza salienta o quanto o padrão de sociedade em que vivemos é prejudicial. “Achar que a manifestação de um transtorno mental é “frescura” está relacionado a um ideal de felicidade que não é igual para todo mundo. A criação desse ideal traça um padrão de comportamento social uniformizante. Você DEVE ser feliz o tempo todo; você DEVE trabalhar todos os dias; você DEVE esconder as emoções que são consideradas negativas. A tentativa de se encaixar nesse modelo cria distância dos sentimentos reais, e quem os demonstra é rotulado, o que progressivamente

dificulta

a

interação

social” (UOL.

11/08/2020)

Em síntese, vemos que este projeto tem um grande potencial de impacto na vida das pessoas. De acordo com os registros obtidos através de uma pesquisa interna feita pela Produtora TOTH através da participação de 400 pessoas, notamos que 74,8% das pessoas consomem documentários para informações, mas 44,8% para entretenimento.

Ambas as classes de consumidores, através desta produção podem se beneficiar e obter conhecimento; quebrar tabus e compreender as dificuldades daqueles que carregam tais transtornos; trazer empatia e visibilidade, mostrando a realidade de pessoas com fobias.

E por fim, provocar uma reflexão sobre a importância de se atentar a questões psicológicas, buscar ajuda com antecedência e através da visibilidade trazer recursos para essa camada social.

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Fundamentação teórica do formato

O aspecto documental nasceu junto com o cinema, nos primeiros registros feitos com câmera de cenas do cotidiano, gravados pelos irmãos Lumiére e exibidos em 1895 no Café Paris. Todavia, a linguagem que enxergamos hoje como documental só surgiu em 1920, com os filmes de Robert Flaherty, Nanook, o esquimó e Nanook e Moana. Segundo o livro, Introdução ao documentário, “O vínculo entre o documentário e o mundo histórico é forte e profundo. O documentário acrescenta uma nova dimensão a memória popular e a história social. O documentário se engaja no mundo pela representação...” (Bill Nichols. Página 61).

A era de ouro dos documentários, teve início na década de 1980, inspirando diversas formas de definir esse tipo de cinema, como o conceito clássico de John Grierson, segundo ele, o filme e o documentarista têm como objetivo desenvolver o que ele chama de “tratamento criativo da realidade”, ainda que seja necessária a inclusão de uma reconstrução de determinado acontecimento.

Tem sido condição de produção, no documentário contemporâneo, esse tratamento criativo da realidade, principalmente para cineastas que vem da ficção e adotam uma linguagem ficcional abstrata em suas produções e recriam momentos para complementar a ideia que pretendem apresentar.

Os documentários foram o pontapé inicial do cinema de envolvimento social e visão pessoal, tanto que se propagaram para a internet e para sites como Youtube e até redes sociais como Facebook, adotando novas formatos de produção e novos temas. Diante das diversas variáveis de veiculação, os documentários adotaram diferentes modelos e modos de produção, que possuem características modificáveis de acordo com o que se deseja retratar, sendo alguns deles:

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“Modo expositivo – fala diretamente com o espectador em voz over; modo poético – enfatiza ritmos e padrões visuais e acústicos e a forma geral do filme; modelo defesa/ promoção de uma causa – enfatiza provas e exemplos convincentes e comoventes; instiga a adoção de um ponto de vista específico; modelo testemunho – reúne histórias orais ou testemunhas que recontem

experiências

pessoais;” (Introdução

ao

Documentário, Nichols. Bill; pág,159-160). O documentário “Além da Janela”, emprega o modo expositivo e poético na condução do seu enredo e o modelo testemunho, pois expõe a vida de seus atores sociais, de forma que eles conversam com o espectador diretamente, retratando suas experiências cotidianas e passadas.

A utilização desses modos e modelos se deu pela escolha de retratar ambas as histórias e o tema fobia de forma delicada, visando causar o entendimento do espectador a respeito dos transtornos mentais e a importância da abordagem desses temas frente a pandemia do Covid-19.

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Capítulo 2 – Produção

O tema do documentário foi discutindo entre muitos outros possíveis temas, mas foi o escolhido pela profundidade e pela situação atual da covid, que só permitia toda a produção a distância. Depois das funções divididas e prazos estabelecidos, a produção começou o processo de pesquisa, o que incluía encontrar convidados dispostos a participar da rotina de filmagens e a compartilhar suas vidas. Foi estabelecido contato com diversas pessoas, incluindo profissionais da saúde, porém a ideia se estabeleceu com os convidados Kaleo Terribelle e Júlia Maize. Com os convidados, as ideias foram se aprimorando e o tom foi sendo estabelecido. Começou assim o processo de filmagem, aonde os convidados foram instruídos pela equipe, principalmente roteiristas, diretores e diretores de arte, a como realizar as filmagens. O contato com os convidados eram constatares durante todo o período de gravação e todos os papéis da liberação de direito de imagens foram assinados. Os vídeos que mais se encaixavam na proposta do documentário foram selecionados, a montagem foi realizada, uma trilha sonora foi criada. O documentário passou por três cortes até a finalização.

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Cronograma de Produção

DIA MÊS PROCESSOS 9 Fevereiro Escolha do tema do projeto documentário; 22 Pesquisa do Projeto; 1 Março Pesquisa do projeto e distribuição de funções; 10 Pesquisa e Desenvolvimento do Projeto + Inicio da Bíblia; 17 Desenvolvimento do Projeto; 24 Desenvolvimento do Projeto + Criação do Carômetro; 1 Abril Desenvolvimento do projeto; 5 Desenvolvimento; 11 Reunião com as personas do documentário; 13 Reunião com as personas do documentário; 14 Reunião com as personas do documentário; 15 Início das gravações; 23 Desenvolvimento do projeto; 25 Finalização Carômetro; 26 Reunião com as personas do documentário; 27 Gravação da entrevista com persona (JULIA); 28 Gravação da entrevista com persona (KALEO); 3 Maio Início da edição do primeiro corte; 7 Finalização da edição do 1 corte; 11 Apresentação do primeiro corte; 12 Edição do corte final + finalização da bíblia; 14 Finalização corte final; 18 Entrega do projeto interdisciplinar; -Apresentação do projeto;

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Mecânica

Pré- Produção ● Pré-seleção dos participantes:

Os participantes foram selecionados por meio de grupos de apoio a pessoas com fobias no Facebook, Twitter e através de assistência de psicólogos. A procura foi especificamente para pessoas com agorafobia e/ou monofobia. ● Convite de profissionais da área de Psicologia:

Para orientação e aprofundamento do tema, além do suporte para compreendermos e espelharmos tal conhecimento para um documentário mais assertivo. ● Pré-entrevista dos participantes:

Conversa transparente e informativa referente aos ideais do documentário. Além do levantamento de referências e considerações. Assim como, conhecermos melhor as limitações e permissões de nossos atores socias. ● Entrevistas

Todas as entrevistas foram feitas separadamente, para não haver constrangimento ou qualquer incomodo que pudesse ser despertado.

Assim como, sempre nos preocupamos em perguntar se tal situação estava confortável e ao abordarmos determinados assuntos, averiguamos os gatilhos que poderiam ser despertados. Justamente para evitar qualquer aflição ou inquietação.

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Produção ● Comunicação entre a produção e os participantes:

Através do WhatsApp mantivemos contato constante com as pessoas que aceitaram participar do documentário “Além da Janela” ● Buscar referências de conteúdo para produzir as pautas nas entrevistas:

Por meio de pesquisas bibliográficas, web gráficas e conteúdos acadêmicos, obtivemos um retorno exorbitante de conhecimento, que possibilitou uma melhor condução do assunto. ● Formulação de questionários para as entrevistas:

Mediante ao compartilhamento de conteúdo, conseguimos formular um questionário eficiente. ● Produção de ATAS:

Redação detalhada das reuniões para análises posteriores e produção de conteúdo. ● Auxilio na condução das gravações. Assistência nas gravações de ambas as entrevistas. ● Criação de Formulário Elaboração de perguntas através do Google Forms que nos ajudaram na condução através de gráficos que nos forneceram informações valiosas para todos os processos teóricos.

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● Recolhimento de autorizações de imagem e som e autorização para menores ● Plataformas de comunicação Para a comunicação e direcionamento das gravações com os participantes usamos:

Trilha Sonora Para abertura escolhemos uma trilha branca, de uso livre, estilo clássica que também encerra o documentário. E para o fundo musical foi criada uma faixa, também de estilo clássica, para acompanhar a trilha de abertura e encerramento. Original da Produtora Toth, composta e produzida por Victoria Amon e editada por Cassília Carvalho, “Reborn” foi feita em um piano elétrico com som clássico e incita sons de clareza e sentimentalismo.

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Atores Socias

Júlia Maize de Souza Gaido ● Idade: 17 anos; ● Profissão: Estudante; ● Reside em: Taboão da Serra – SP; ● Fobia(s): Agorafobia e Monofobia;

Kaleo Terribelle Ramos ● Idade: 33 Anos; ● Profissão: Redator; ● Reside em: Pirassununga – SP; ● Fobia(s): Agorafobia;

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Capitulo 3- Direção de Arte

O tema proposto no documentário é um tanto deliciado, por tratar questões psicológicas que os afetam de maneira agressiva com frequência. Diante disso, tivemos que ter muito cuidado para que a gravação não os deixasse mais desconfortáveis ainda. Por questões pandêmicas, não tivemos a oportunidade de realizar a gravação pessoalmente. Com isso, chegamos à alternativa de como fazer. Pedimos aos personagens Kaleo e Julia que nos enviassem vídeos de onde gravariam o seu dia-adia. Conseguimos analisar o ambiente onde seria gravado e pensar na melhor forma de posicionamento de câmeras e enquadramentos. Conhecemos o local e definimos os cenários fixos: Após analisarmos o local e conversarmos com os participantes, definimos que o local ideal para as gravações fixas seriam o quarto. Pois, conforme relatado por eles mesmos é o local dentro de casa onde eles se sentem mais confortáveis. Optamos por um fundo neutro para o cenário fixo, para que houvesse mais harmonia entre os personagens, já que os dois gravaram de locais diferentes. Por isso, com o Kaleo optamos por um fundo liso, na cor do seu quarto: bege. E com a Julia por uma parede branca, para que ficasse melhor visualmente durante as transições de imagem. As cores claras, bege e branco são cores neutras, que passam a sensação de equilíbrio. Por isso também optamos por ela neste cenário, já que o assunto é desconfortável para os personagens, conseguimos criar um equilíbrio com as cores. Segundo a autora de “PSICODINÂMICA DAS CORES EM COMUNICAÇÃO” (1990), “[...] a cor tem uma função para cada ambiente, isto é, o branco cria uma atmosfera tranquila, contudo pode-se tornar monótono e hostil, podendo levar à dispersão. A melhor solução é uma composição com outras cores.” 40


Tivemos também que ter muito cuidado na direção de arte, pois por ser um documentário e por relatar a realidade das pessoas, não podemos fazer grandes mudanças para não alterar a veracidade da história. No quarto da personagem Julia conseguimos criar uma composição visual com o quadro branco de afazeres e com a janela, posicionando a personagem no meio das duas informações.

Já com o Kaleo, não foi possível fazer da mesma maneira, pois o quarto dele tinha um conceito minimalista, e para não alterarmos a realidade dele optamos por não adicionar nada nas paredes. Quanto ao enquadramento, optamos por manter a regra dos terços nos dois cenários fixos, para que a fotografia torne os personagens que estão nos terços, de uma forma equilibrada, destacados na medida certa. E também para que tivesse espaço para a edição colocar informações. Também optamos por manter o Kaleo sempre na direita do quadro, e a Julia na esquerda do quadro, para que fosse mais confortável visualmente e dinâmico. De acordo com Eduardo Viero: “A Regra dos Terços é um tipo de composição descentralizada onde elementos importantes de uma fotografia são colocados ao longo de uma grade de 3 x 3 (um jogo da velha), que divide igualmente a imagem em nove partes. Ou seja, o foco de interesse deve estar na interseção das linhas que dividem o quadro em terços, que são distribuídos de cima para baixo da esquerda para a direita” (Eduardo

& Monica. Eduardo Viero. 2019)

Optamos por o plano americano para o personagem Kaleo, e o plano médio para a personagem Julia, com a intenção de deixar mais intimista e para observamos mais as expressões físicas que são despertadas por ser um assunto que não seja confortável a eles.

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Cenários móveis: Os cenários moveis são os demais cômodos de casa, e os ambientes externos. Pois uma das propostas é que as gravações fossem realizadas como vlog. Vlog são vídeos curtos que relatam a rotina. Portanto, não há enquadramentos prédefinidos, apenas a orientação de que sejam gravados em horizontal para melhor conforto visual no conjunto da obra. Também não há cenário pré-definido, pois gravam a realidade da rotina.

Eleição e Descrição dos objetos

- Residência das duas personalidades retratadas no projeto. Casa do Kaleo Casa da Julia

-

Locais de exposição onde pode haver conflitos internos do indivíduo com a doença. Transporte público, privado, shoppings e avenidas movimentadas. -

Fotos/retratos de familiares dos personagens

-

Animais de estimação

-

Diários e arquivos pessoais

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Capitulo 4- Edição Tivemos como referência os profissionais Edwin Porter, que dá sentido às montagens através da organização de planos e Lawrence Griffith, que é o autor de planos muito conhecidos e utilizados para causar impacto, como: grande Plano geral (super plano geral); close up, insert, travelling. O método no processo de montagem escolhido foi o linear e a maioria dos planos presentes no documentário são PP (Primeiro Plano), PI (Plano inteiro) e PG (Plano Geral). Utilizamos a montagem métrica de Sergei Eisenstein (1898 – 1948), para a montagem do filme, encurtando o comprimento de cenas longas sem interferir na essência da história original. “Um filme é feito assim de centenas de fragmentos cuja continuidade lógica e cronológica nem sempre é suficiente para tornar o encadeamento compreensível para o espectador. Para constituir as articulações do enredo, o cinema é obrigado a recorrer a ligações ou transições, tanto visuais como sonoras e que pode ser comparada à pontuação na linguagem escrita. O objetivo das transições é assegurar a fluidez da narrativa e evitar os encadeamentos errôneos.” (Dulce Márcia Cruz 2009)

Os cortes tiveram como intenção passar emoção ao espectador, procurando estabelecer intimidade e proximidade com a história e personagens. Para isso, utilizamos uma das 6 regras de corte de Walter Murch, sendo ela o Corte Emocional. Murch argumenta que o critério da emoção é o mais importante na hora de decidir um corte. Para ele, o fio condutor de uma boa montagem deve ser alinhar o espectador à emoção da história.

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Áudios Os áudios foram gravados diretamente da câmera dos entrevistados, sincronizados, mixados e masterizados em estéreo. Tivemos o cuidado de tratar os áudios de todos os vídeos, equalizando e retirando ruídos externos que atrapalham a clareza e harmonia do filme.

Vídeos Para a composição de cena é utilizado uma câmera primária em ângulo frontal e outra câmera secundária no ângulo lateral, dando autonomia para que os respectivos participantes pudessem se sentir à vontade no espaço onde se sentissem confortáveis de gravar. Utilizou-se também da câmera em estilo selfie para gravar atividades do cotidiano, com intuito de trazer conforto aos participantes do documentário ao fazer suas auto gravações e mostrar ao espectador a proximidade do participante com a câmera, dando um aspecto de "vídeo caseiro".

Imagens Externas Para a gravação de espaços públicos como metrô e ruas, inseridas no início da montagem, usamos o celular para a captação dos vídeos, e com todo o cuidado possível, foi captado em momentos de rotina, na ida para compromissos pessoais e de trabalho.

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Áudio A1 e A2 - Áudio dos participantes e voz off da narração sincronizados nos takes dos participantes A3 - Trilha branca e trilha sonora de autoria própria da produtora Toth A4 - Efeito sonoro de batimento cardíaco

Vídeo V1 e V2 - Takes dos participantes Kaleo e Júlia, e transições V3 e V4 - Presets com takes de espaços públicos de São Paulo, PNG de efeito REC da câmera e abertura do documentário V5 - Logos da instituição,do curso e da produtora Toth V6 - Créditos e GCs V7 - Classificação indicativa obrigatória

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Storyboard

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Conclusão Geral

Neste projeto o desafio originou-se pela obrigatoriedade de a execução ser 100% de forma remota, pensamos na melhor possibilidade de conduzir todos os processos de uma maneira que fosse viável faze-lo com total qualidade e com completa segurança para todos os envolvidos, além de necessitar ser um tema relacionado a pandemia. O segundo ponto de extrema importância foi o processo que utilizamos para a escolha da temática, onde cada componente da Produtora TOTH apresentou os temas e mediante a análises e discussões decidimos qual seria o projeto com maior relevância e que trouxesse um impacto social. A escolha democrática se deu pelo tema: “Fobias”. Onde iniciamos uma demasiada pesquisa sobre os conceitos que permeiam tal assunto. Para afunilarmos o tema para algo mais específico, juntamos os estudos e cada um pontuou o que seria relevante abordar ou não. Com isso obtivemos alguns resultados que nortearam a produção. Tudo ocorreu de modo equilibrado, onde houve assistências de todos os membros da produtora. O projeto em si foi extremamente estimulante. Estudamos muito, aprendemos muito. Saímos de nossa zona de conforto. Houveram algumas preocupações pontuais como:

● Ser um assunto delicado, sensível. ● Ser um tema que precisávamos ter um conhecimento fora do nosso foco acadêmico, que é sobre questões psicológicas. ● Como abordar esses convidados? ● Prezar em não os deixar desconfortáveis ou gerar gatilhos emocionais. ● Como retratar as realidades destes atores sociais de maneira mais fidedigna e autentica. ● E como vincular este tema aos obstáculos causados pelo isolamento social. 50


Após uma nova vasta pesquisa, concordamos em abordar as fobias: monofobia e agorafobia. A produção conseguiu encontrar pessoas que aceitassem participar e cooperaram em todos os sentidos. A Produtora TOTH é extremamente grata pelo aprendizado profissional e pessoal adquiridos ao longo de todo o processo e todos os desafios foram concluídos com êxito. Conhecer essas pessoas nos trouxeram um valor emocional e sentimental, uma carga de aprendizado inimaginável, nos aprofundar em questões antes pouco notadas e discutidas nos fez melhores.

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Conclusões Individuais

AMANDA FAGUNDES – RGM: 2081399-6

O debate sobre o qual seria o tema do documentário foi uma de nossas primeiras pautas antes mesmo de as aulas começarem. Foram tantas boas ideias que foi difícil decidir qual melhor se encaixaria nos nossos recursos e possibilidades, academicamente falando.

Chegado a um acordo entre todos, FOBIAS foi o tema escolhido. Dentro desse tema existem mundos inteiros a serem estudados, observados, questionados. São tantas as possibilidades que para facilitar a produção decidimos focar em duas fobias em especifico, monofobia e agorafobia.

Fizemos reuniões semanais para sempre deixar todos a par de todo o andamento do projeto e ali também era um local para dar boas ideias e críticas construtivas. Eram sempre reuniões muito produtivas e o legal era que estávamos sempre em harmonia sobre as ideias, o que fazia com que o projeto se desenvolvesse não só mais facilmente, mas também de maneira mais dinâmica.

Quando se terminaram as gravações e todo o material estava disponível, foi a hora de nós (editores) colocarmos a mão na massa. Assistimos e reassistimos as entrevistas e vlogs de Julia e Kaleo mais de 3 vezes a procura dos takes perfeitos, ou momentos e comentários marcantes.

Acho que o MAIOR desafio foi fazer as seleções do material, do que entra e não entra no produto final. São DIVERSAS coisas relevantes pra se levar em consideração que 15” não dá conta. Isso com certeza foi o mais triste e difícil de se fazer ao longo do projeto, para mim.

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Por fim, EXPERIENCIA MARAVILHOSA! Amei cada segundo dos nosso 15”. Aguardei ansiosamente pela chance de produzir um documentário desde o primeiro semestre e infelizmente teve que ser nessas condições (Pandemia). Mas é o ditado, quem não tem cachorro caça com gato. Estou orgulhosa do trabalho da nossa equipe.

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ANA MELLO – RGM: 2046018-0

Nos foi dado a missão de criar um documentário, e nesse projeto fiquei como sonoplasta, selecionando trilhas de fundo, efeitos especiais, vendo o que encaixava e o que não encaixava no material que tínhamos em mãos, analisando cada detalhe da gravação. A parte mais difícil foi essa de encaixar com o tema, com o que foi gravado, mas foi feito, gostei de exercer, foi algo que eu ainda não tinha trabalhado, e achei bem legal, deu tudo certo.

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BEATRIZ DE OLIVEIRA INNOCENCIO – RGM: 2060911-6

Nesse projeto fui assistente de direção de arte, ajudei a Carol, que foi nossa diretora de arte a se comunicar com os convidados do documentário e a explicar como gravar. O mais difícil na minha opinião, foi explicar as posições em que o convidado deveria colocar as câmeras, pois como fizemos a distância eu não tinha como ver na hora, corrigimos o que tinha que ser corrigido após a gravação diária.

Foi um grande desafio, mas acredito que desafios nos fazem crescer e com esforço chegamos no final desejado.

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CASSILIA DE CARVALHO ALVES – RGM: 2060844-6

Inicialmente para a composição da ideia do documentário tivemos muitos temas a serem abordados, foram feitas muitas reuniões para idealizar e formalizar uma estrutura onde pudéssemos garantir que a ideia fosse executada, já que não foi possível ter acesso aos entrevistados.

O tema escolhido e abordado pela produtora é sobre fobias, por não ser um tema próximo do meu cotidiano precisei ler e pesquisar bastante a respeito, para estar inteirada e poder compartilhar minhas opiniões e meu ponto de vista com o grupo, na pré-produção tivemos o cuidado de tratar as pautas com cuidado e escolher as pessoas que iriam compor as gravações, a ideia foi fazer gravações do cotidiano de duas pessoas que passam por um certo tipo de fobia, no decorrer do processo, fizemos entrevistas para conhecer bem os entrevistas e assim ter o devido cuidado para tratar o assunto.

Tivemos bastante sucesso nas gravações, conseguimos um material muito bom, eu fiquei responsável pela finalização da edição do documentário, de início eu confesso que demorei um pouco para visualizar como seriam os cortes de tanto material gravado que tínhamos, assistir e montar tudo é um grande desafio, tudo influencia na composição, desde a montagem até a trilha sonora, então foi um grande desafio deixar de uma forma que as pessoas pudessem assistir e sentir a emoção que nós sentimos ao editar e assistir a finalização de tudo.

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DANIELA NOVAIS – RGM: 2319104-0

Este projeto para mim foi intenso e desafiador, começando pelo formato, no qual eu possuía pouco conhecimento, que me levava a pensar em algo monótono e comum, que não me estimulava a querer produzir; depois, o desafio de desenvolver todo projeto de forma remota, acertar detalhes e decidir os melhores meios para execução, a princípio pensei que seria quase impossível, mas deu certo.

A proposta de falar sobre fobias, me estimulou a participar do documentário, pois é um assunto pouco abordado, mas de extrema importância, principalmente, no nosso cenário de pandemia e isolamento social. O recorte foi crucial para o desenvolvimento do projeto, mas, essencialmente, para nos aprofundarmos no tema e buscarmos referências que pudessem nos ajudar a construir o filme e a escrita da bíblia.

E tudo isso só foi possível, porque apesar de ter chego há pouco tempo na Produtora TOTH, fui muito bem acolhida e me senti respeitada como pessoa e profissional, podendo desenvolver minha função da melhor forma possível.

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DIOGO NASCIMENTO – RGM: 2558314-0

O Desafio proposto nesse semestre foi a criação de um documentário, onde elaboramos e produzimos com a orientação dos Professores, em especial a Professora Krishna que nos mostrou grandes referência de documentário desde sua ideia a elaboração.

Como meu primeiro trabalho remotamente devido ao distancia social causado pelo agravamento da Pandemia da Covid 19 no Brasil, estou me reinventando, voltei ao curso após o período de 2 anos ausente, e estou me vendo nessa nova realizada. No documentário fiquei responsável pelo Produção de arte gráfica e elementos visuais, gosto muito da elaboração da estética através de uma imagem, na TOTH tive total liberdade para mostra minhas ideias e receber feedback sobre criações, elaboramos juntos de forma democrática, isso mostra a junção e desempenho do grupo na exceção do projeto.

Agradeço especial aos integrantes da produtora em ter me recebido de braços aberto, estou orgulhoso do nosso trabalho em equipe, e ansioso para o próximo semestre.

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GABRIELA BANDEIRA – RGM: 2212270-2

Durante esse semestre, pretendia trabalhar com a parte de edição, que não domino minimamente e precisava aprimorar. Porém, por questões técnicas, não pude ficar na edição.

O tema também foi se adaptando pela questão da pandemia, não era o meu tema favorito entre as opções, porém hoje, com o resultado final, fico feliz com o tema escolhido, aprendi muito sobre o tema e acredito que tenha me feito crescer como estudante e pessoa.

Fiquei com o posto de diretora, que admito foi um desafio, eu nunca tinha ficado na direção e estava confusa sobre como dirigir um documentário totalmente gravado a distância. Mas aprendi com a experiência e adorei a comunicação que tivemos com os convidados. Também fiquei muito feliz com o trabalho da produtora como equipe, sempre muito unidos e participativos.

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GLAUCIA LOZANO – RGM: 2324424-1

O projeto interdisciplinar deste semestre foi incrivelmente surpreendente e estimulante. A princípio houve o primeiro obstáculo de conhecer e se adequar a forma de trabalho de uma nova produtora. Porém, encaminhou-se de forma saudável e pacífica.

Um outro desafio foi através do gênero solicitado para produção do projeto, o documentário, devido a difícil compreensão de suas várias vertentes. Além disso, um dos requisitos desafiadores foi entrelaçar o tema escolhido ao episódio em que estamos vivendo atualmente, a pandemia. Sem ser algo monótono. Com isso, optamos abordar o tema “Fobia”, por ser um objeto pouco discutido, suas questões são de extrema importância e se faz necessário trazer visibilidade para pessoas que carregam tais dificuldades. Ainda mais com o aumento de casos de transtornos devido ao isolamento social.

Auxiliei em alguns quesitos como: sonoplastia, pré-produção e escrita da bíblia. Dentre eles, obtive maior dificuldade na escrita da bíblia devido a necessidade de aprofundamento do tema que é fora do nosso conhecimento acadêmico. Porém, foi nesse desafio que observei minha evolução profissional, assim como houve uma troca de conhecimentos e eu aprendi muito com toda equipe da Produtora TOTH.

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ITALLO VIEIRA– RGM: 2125930-5

Participar deste projeto de início me pareceu muito assustador, em não poder fazer gravações externa, fazer tudo remoto por conta da covid-19. Foram diversas reuniões para decidir sobre o que seria o tema, antes mesmo de iniciar o semestre já estávamos debatendo sobre possíveis ideias, no entanto quando surgiu o briefing do projeto, tivemos que reestruturar a ideia adaptar ao processo todo de forma virtual. Até que resgatamos uma ideia que tinha sido descartada em uma das reuniões anteriores, o tema de fobia.

A definição dos cargos foi de forma muito organizada e respeitando a vontade de cada um, todos do grupo apoiamos uns aos outros em todos os cargos, pois sabemos a dificuldade que seria de fazer um documentário sem interação física com os participantes. O nosso maior receio foi o fato de depender das auto gravações dos participantes do documentário, que não tínhamos nenhum vínculo com eles, foram pessoas encontradas pela internet através das especificações que procurávamos, explicamos todo o projeto fizemos uma seleção e escolhemos quem iria participar.

Por ser um assunto muito delicado, tivemos todo o cuidado para conversarmos com os dois participantes do documentário. Eu particularmente me toquei muito com a história de ambos, foi um assunto tão sensível, eu me apaixonei em ajudar na produção desse documentário, fiquei responsável pelo roteiro e pelo primeiro corte da edição, estive presente em todo processo para que no final pudesse sair um excelente trabalho, acompanhando cada dia de gravação.

Após os 7 dias de gravação, quando peguei os vídeos para analisar um a um e selecionar o que entraria para a edição, comecei a entrar em desespero em saber que nem tudo sairia como estava em minha cabeça pois as gravações não foram feitas pela produtora e sim pelos próprios participantes, tendo eles a liberdade de gravar o que se sentirem a vontade, quando parei para respirar, veio as ideias de corte em minha cabeça e comecei o processo de pós produção, fazendo montagem um a um dos materiais e tendo todo cuidado para não deixar alguma informação importante passar em branco,

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no entanto pelo tempo que temos de documentário, muita coisa teria que ser cortada como em qualquer projeto, e foi o mais difícil cortar tantas informações dos materiais.

Destarte, todo os receios neste trabalho, se transformaram em um enorme prazer em ter participado ativamente no documentário, foi um trabalho muito agregador para meu portfólio e minhas experiências tanto pessoais quanto profissionais.

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LUCIANA ANTONNÍ – RGM: 2580093-1

Realizar um apoio técnico em um documentário é um tanto que difícil, porque nesta função temos que estar atentos a todos os outros setores e equipamentos dando um suporte para todos sem deixar a desejar, checar câmeras, convidados, iluminação, cenário, e tudo que envolve o meio de gravação. O tempo é inimigo e muitas das vezes temos uma única chance de pegar a imagem perfeita, o tempo tem que estar agradável, figurino, tudo tem que estar de acordo para que nada de errado. Ser apoio tem que estar ligado a tudo que está acontecendo, ajudando em um todo e saber o que cada um precisa para que nada saia errado. Neste documentário “ALEM DA JANELA” realizei na elaboração da pesquisa, na classe indicativa e meio de veiculação. Apoiando no campo de pesquisa referente o que tem causado nas pessoas esse isolamento social devido ao Covid-19.

O que tem causado psicologicamente nas pessoas ficarem isoladas do mundo externo, como tem sido suas vidas em casa. Ser apoio Técnico é colaborar com a equipe em dar suporte para todos para que o trabalho saia com excelência. Minha dificuldade foi em atuar em alguns setores ao quais não tinha muita noção, mais com ajuda de alguns membros da equipe, tudo deu certo. E por fim conseguimos concluir o trabalho.

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MARIA CAROLINA MELLO – RGM: 2232096-2

O projeto do documentário para mim sempre foi uma proposta bem desafiadora de se realizar, pois eu não tinha tanto o costume de consumir esse tipo de produção. Sempre me chamou atenção algo dinâmico, que me prendesse a atenção, e documentário não me remetia a isso.

No entanto junto da produtora TOTH resolvemos encarar este desafio e produzir essa proposta da melhor forma. Passamos por alguns recortes de assuntos, dentre eles pensamos em documentar o dia-a-dia nas aldeias indígenas, também em documentar a realidade da maternidade não dita, e algumas reflexões sobre este período da pandemia. Dentre os temas sugeridos não seria tão viável a realização da forma que pensamos, então nos surgiu o tema: Fobia. Nele conseguiríamos abordar esta questão tão delicada e não muito discutida, porém extremamente essencial. Assim definimos o nosso tema, com o recorte: o que são as fobias Agorafobia e monofobia.

Eu fiquei em conjunto com os demais integrantes da produtora na etapa de préprodução, e também responsável pela direção de arte e fotografia, junto com a Beatriz Inocêncio. Nós conseguimos fazer um bom trabalho, mas certamente ainda não ficou como pensamos, pois direcionar posicionamentos de câmera, de objetos remotamente é bem difícil. Você depende da outra pessoa fazer tudo aquilo que está pensando, e nem sempre a pessoa do outro lado está entendendo exatamente o que você imaginou.

Decidimos trabalhar com dois cenários fixos, que é o quarto deles onde fazem o ‘’raio-x’’-momento onde relatam o que esperam no começo do dia e um outro relato pela noite dizendo como foi o dia. Decidimos pôr a gravação do ‘’raio-x’’ ser no quarto pois é o local onde se sentem mais à-vontade para falar sobre as suas vulnerabilidades, e também com gravações estilo vlogs, relatando a rotina deles. Também foi difícil depender da disponibilidade deles, eles se dispuseram a gravar a rotina durante uma semana, mas nem sempre conseguiam nos enviar esses vídeos no dia seguinte depois de gravado, 64


isso nos prejudicou um pouco quanto ao cronograma de gravação e edição, mas depois que conseguimos ter acesso ao conteúdo produzido tudo fluiu.

Contudo mesmo com essas intercorrências conseguimos atingir nosso objetivo, que era retratar de forma fiel a realidade de pessoas com os transtornos de agorafobia e monofobia.

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TAINÁ PASSONI BELARMINO – RGM: 2117999-9

Realizar o projeto desse semestre foi algo desafiador, produzir um documentário em meio a pandemia, fase vermelha, onde não se podia sair para nada, deixou o projeto mais desafiador do que o normal.

Nós da TOTH não queríamos manter o tema pandemia, queríamos retratar outras coisas, para sair desse assunto que já atormenta a vida diária. Então em uma reunião muitos temas foram propostos, mas o que mais atraiu foi o “fobias”. Então começamos a pesquisa, quais fobias seriam mais interessantes de se tratar em 15 minutos? Quem poderíamos chamar para participar? E depois de pesquisas escolhemos Agorafobia e Monofobia que seriam extremos um do outro.

Eu então, comecei a entrar em grupos do Facebook, Twitter, Instagram perguntando se alguém diagnosticado com alguma dessas fobias teria interesse de participar de um documentário, poucas pessoas me responderam, mas conseguimos ao menos duas o Kaleo com agorafobia e a Júlia com agorafobia e monofobia, depois de várias conversas com eles explicando tudo certinho, começamos uma semana de gravações, com os próprios se gravando em seu cotidiano. E pós essas gravações fizemos uma entrevista com ambos.

A função de cada integrante foi de modo natural, eu por já ir atrás dos participantes, fiquei como produtora, o que foi uma experiência nova, ter que correr atrás dos participantes, confirmar tudo, vê se estavam fazendo certo, se as gravações estavam saindo, pedi as autorizações entre outras coisas.

Contudo, sinto que esse projeto foi um dos mais difíceis, até por ser um algo que eu não assisto, não consumo, mas o mais alinhado que já fizemos, o que pela minha parte teve mais estudo para não sair só uma revista eletrônica com entrevistas do que um documentário. Seguimos um cronograma certo, houve uma ótima comunicação com o grupo, e o resultado final foi muito bom.

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VICTORIA AMON – RGM: 2081085-7

Desafiador. Assim descrevo este projeto interdisciplinar. Foi desafiador criar e produzir um documentário durante uma pandemia onde estivemos limitados por diversos fatores.

Para a escolha do tema, reunimos a produtora e compartilhamos algumas ideias. Dentre elas, a escolhida foi o tema FOBIA, onde tratamos especificamente, AGORAFOBIA (medo intenso de lugares e situações que possam causar pânico, impotência ou constrangimento) e MONOFOBIA (medo intenso da solidão e de estar em lugares sem familiaridade).

Com muita pesquisa, encontramos duas pessoas dispostas a participar e expor suas rotinas para servir de conteúdo do documentário. Assim começamos a produção e filmagens do ALEM DA JANELA, nome escolhido também em concordância do grupo.

Tive a oportunidade de estar na parte de criação, na edição e montagem da bíblia, onde adquiri algumas práticas novas.

A maior dificuldade foi não ter o controle sobre essas filmagens, não estar lá e mapear o melhor ângulo. Claro, que a produção junto com a direção de imagem conversou com os dois convidados, porém nem sempre tivemos o controle.

A união do grupo foi fundamental para a execução de cada parte do projeto, finalizado com muito êxito. Orgulho de fazer parte desta produtora.

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APÊNDICES

Pré-roteiro

Visão Original

O documentário abordará, de maneira ética e respeitosa, a rotina de dois indivíduos com dificuldades semelhantes entre si, e como eles lidam com situações comuns do habitual da maioria dos brasileiros, de forma restrita em seu dia a dia. A agorafobia é o medo mórbido de lugares ou situações que possam ocasionar impotência, constrangimento e pânico; e monofobia, o medo extremo da solidão. Buscaremos compreender, primariamente, a maneira como cada um lida com suas lutas e dificuldades diárias referente a suas respectivas fobias. Observaremos também a ampliação desses distúrbios frente a pandemia da covid 19, que resultou em um desgaste significativo na saúde mental dos brasileiros, levando até mesmo pessoas que não possuíam nenhum distúrbio, a desenvolverem problemas psicológicos. O fator relevante do documentário é trazer visibilidade, através de uma introdução ao tema, mostrar registros do cotidiano, expor as dificuldades e limitações das pessoas que convivem com tais distúrbios. Dar voz aqueles que aceitaram evidenciar suas vidas para trazer um impacto nas questões sociais que necessitam de maior atenção e compreensão por parte da sociedade.

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Roteiro VÍDEO

ÁUDIO

VHT INSITITUCIONAL

BG BATIDAS CORAÇÃO

20 SEG

VT PARTICIPANTE CONTANDO UM RELATO DE COMO SE SENTE COM A FOBIA.

KALEO – “É” EU JÁ CHEGUEI A FICAR MESES ASSIM, AQUI DENTRO DESTA CASA.

20 SEG KALEO- “TEM” EU ATÉ CHEGUEI A TIRAR A GRADE DA MINHA JANELA PARA NÃO SENTIR QUE EU ESTAVA EM UMA CADEIA, PORQUE EU ESTAVA SENTINDO COMO SE EU TIVESSE PRESO EM UMA CADEIA.

VHT DA ABERTURA DO DOCUMENTÁRIO

MUSICA DE ABERTURA (ATÉ VT DO KALEO COMEÇAR)

10SEG

VT DE PAISAGEM, AVENIDAS, PESSOAS COM MÁSCARA E SEPARADAS UMA DAS OUTRAS. 1 MIN

OFF NARRADOR: DIARIAMENTE PESSOAS SAEM DE SUAS CASAS PARA O TRABALHO, ESTUDO, MERCEARIAS OU SIMPLESMENTE PELO PRAZER DE CAMINHAR. O VÍRUS DA COVID-19 IMPEDIU QUE ESSA INTERAÇÃO COM O EXTERNO, SE TORNASSE FREQUENTE.

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O MUNDO INTEIRO TEVE QUE SE ADAPTAR RAPIDAMENTE A MEDIDAS EXTREMAS DE PROTEÇÃO, UMA GRANDE ANGÚSTIA TOMOU CONTA DE MUITOS BRASILEIROS, HOJE COM A VACINA ESSA REALIDADE JÁ ESTÁ MUDANDO. EXISTE OUTRA REALIDADE QUE NÃO É SIMPLES DE SER ALTERADA. PESSOAS QUE TEM UMA ENORME DIFICULDADE DE SAIR DE SUAS CASAS, DE FICAREM SOZINHAS, DE SAIR PARA UMA CAMINHADA NA RUA SEM A COMPANHIA DE OUTRA PESSOA.

ESSES INDIVÍDUOS POSSUEM UM DISTÚRBIO CONHECIDO, MAS QUE FACILMENTE SE PASSA DESPERCEBIDO NA VIDA DE QUEM NÃO O POSSUI. A FOBIA TEM SE TORNADO UMA DOENÇA CADA VEZ MAIS COMUM. ESSAS SÃO HISTÓRIAS DE ALGUMAS PESSOAS COM ESSE TRANSTORNO.

VT KALEO FAZENDO COMIDA

KALEO- EU QUE PREPARO AQUI A JANTA, ESTÁ FAZENDO AQUI. UM FRANGUINHO, QUE É O CARDÁPIO DE HOJE

TRILHA SONORA OFICIAL (ATÉ VT DA JULIA COMEÇAR) 70


VT KALEO RAIO X – NOME, IDADE, CIDADE, DESCREVE SUA FOBIA E CONTA UM POUCO DA VIDA.

KALEO- MEU NOME É KALEO TERRIBELLE RAMOS, O NOME INTEIRO É BEM COMPLICADO (ENSINA O PRONUNCIAMENTO DO SOBRENOME) TENHO TRINTA E TRÊS ANOS (33) MORO ATUALMENTE EM PIRASSUNUNGA INTERIOR DE SÃO PAULO, E DESDE SEMPRE EU TIVE QUE ENFRENTAR VARIAS QUESTÕES QUE HOJE EU SEI QUE ERAM QUESTÕES EMOCIONAIS LIGADAS ANSIEDADE, DEPRESSÃO, SINDROME DO PÂNICO E AGORAFOBIA.

KALEO- QUANDO EU ESTAVA CURSANDO A FACULDADE A MAIS OU MENOS TRÊS (3) ANOS ATRÁS, EU DESENVOLVI SINTOMAS MUITO FORTES DE ANSIEDADE E DE SINDROME DO PÂNICO ENQUANTO EU PEGAVA UM ONIBUS, ENQUANTO EU TAVA NA RUA, AS VEZES EU COMEÇAVA A PASSAR MUITO MAL, MUITA TONTURA, MUITA ANSIEDADE, OS PENSAMENTOS MUITO ACELERADOS, ENTÃO ISSO FOI ME DEBILITANDO AO PONTO DE EU FICAR

COM MEDO DE SAIR DE CASA, COM MEDO DE FICAR SOZINHO.

KALEO- ENTÃO FAZ TRÊS (3) ANOS QUE EU VIVO, QUE EU COMECEI A SER LIMITADO, QUE EU VIVO PRESO DENTRO DE CASA PRATICAMENTE.

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VT JULIA PASSEANDO COM O CACHORRO NO SHOPPING

BARULHO DE EXTERNA- VOZES (ATÉ VT DA JULIA SE APRESENTANDO)

JULIA- ELA PARA! (REFERE-SE AO CACHORRO). EU TO ME SENTINDO VIGIADA.

VT RAIO X JULIA – NOME, IDADE, CIDADE

TRILHA SONORA OFICIAL (ATÉ SOM DO DESPERTADOR)

MEU NOME É JULIA MAIZE DE SOUSA EU TENHO DEZESSETE (17) ANOS E EU TENHO TRANSTORNO BIPOLAR TIPO UM (1) AGORAFOBIA E MONOFOBIA. NESTE EXATO MOMENTO EU ACHO QUE ESTOU ENTRANDO, EU NÃO SEI SE EU TO EM DEPRESSÃO, TO EM MANIA, EU NÃO FAÇO IDEIA PORQUE “É ASSIM” EU NÃO TO DORMINDO MUITO, EU DORMO MUITO POUCO, EU ANDO BEM DESANIMADA, NÃO QUERO FALAR COM NINGUEM, NA VERDADE FOI UMA LUTA PARA EU GRAVAR ESSE VLOG PORQUE EU NÃO QUERIA FALAR COM NINGUEM E EU NÃO QUERIA ESTAR FALANDO AGORA MAS EU PRECISO, PRECISO

(SOM DO DESPERTADOR) VT KALEO ACORDANDO E ESCREVENDO

TRILHA SONORA ORIGINAL (ATÉ JULIA NO SHOPPING COMEÇAR)

KALEO- BOM DIA GENTE, ACABEI DE ACORDAR E EU TENHO O HABITO DE ANOTAR OS MEUS SONHOS, ALGUMAS 72


VT KALEO FALANDO (INTERCALADO COM IMAGENS DO KALEO ESCREVENDO)

IDEIAS QUE EU TENHO ENQUANTO DURMO, DE CERTA FORMA ACHO QUE

ISSO AJUDA UM POUCO O MEU DIA A DIA PORQUE EU SINTO QUE AS VEZES A GENTE TEM ALGUM SONHO QUE DEIXA A GENTE CHATEADO E A

GENTE PERMANECE O DIA INTEIRO CHATEADO SEM SABER DE ONDE VEM AQUELA CHATEAÇÃO E QUANDO VOCÊ ANOTA O SONHO LOGO ALI NO COMEÇO DO DIA, PARECE QUE VOCÊ COMEÇA A ENTENDER MELHOR O SEU DIA.

KALEO- NÃO SEI SE ISSO TEM ALGUM FUNDAMENTO EU LI ALGUMA COISA ASSIM NA PSICANALISE. MAS EU FAÇO ISSO, É UM HABITO E ENTÃO EU LEVANTO AS VEZES EU LEVANTO BEM, AS VEZES EU LEVANTO MUITO MAL. HOJE ACHO QUE FOI UM DIA QUE EU LEVANTEI BEM, VOU ATÉ FAZER UM POUCO DE EXERCICIO FISICO PRA DAR UMA ACORDADA, MAS TEM DIAS QUE EU LEVANTO MUITO, MUITO MAL MESMO, ASSIM CANSADO “SABE”, ISSO DEPENDE MUITO DA NOITE ANTERIOR, AS VEZES EU VOU DORMIR MUITO TARDE AS VEZES VOU DORMIR MUITO CEDO O QUE É MAIS DIFICIL DE ACONTECER É EU DORMIR CEDO. TEM ACONTECIDO DE EU DORMIR MUITO MAIS TARDE E LEVANTAR, E ISSO FAZ COM QUE EU ACABE FICANDO MUITO POUCO TEMPO DE SONO. 73


VT JULIA MOSTRANDO DIÁRIO

VT JULIA NO SHOPPING

VT KALEO FALANDO SOBRE DIFICULDADE DE IR AO MERCADO

JULIA- EU COSTUMAVA DEIXAR ALGUNS DESABAFOS. ERA ONDE EU DESABAFAVA, ERA MEU DIARIO MESMO QUANDO EU TAVA ZANGADA EU DESABAFAVA AQUI. FICA COMPLICADO AS OUTRAS PESSOAS ENTENDEREM COMO VOCÊ SE SENTE, O QUE ACONTECEU PARA VOCÊ SE SENTIR. E MUITAS DAS VEZES PARA MIM, POR CAUSA DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR, EU NÃO SEI PORQUE EU ESTOU ME SENTINDO DAQUELE JEITO.

JULIA- É, EU NÃO TO AGORA, “É”, EU TO UM POUQUINHO NERVOSA, PORQUE EU TO SOZINHA, MAS NO GERAL TA TUDO BEM PORQUE EU TO COM MEU CACHORRO ENTÃO TA TUDO SOBRE CONTROLE. MAS FICAR SOZINHA NO SHOPPING É RUIM, EU FICO ANSIOSA

BOM GENTE, EU QUERO FALAR PARA VOCÊS UM POUCO SOBRE UMA DAS MINHAS MAIORES DIFICULDADES, ATÉ PORQUE EU CHEGUEI A TER UMA CRISE DENTRO DESTE LOCAL, QUE É IR AO MERCADO, ESSA É UMA DAS MINHAS MAIORES DIFICULDADES ALEM DE SAIR NA RUA,

MAS O MERCADO EM SÍ PRA MIM É ALGO QUE REALMENTE ME TRAS UM GRANDE DESCONFORTO ATÉ PORQUE EU ACHO QUE UMA DAS MINHAS PRIMEIRAS CRISES, FOI NA RUA MAS 74


ACHO QUE A SEGUNDA OU TERCEIRA DENTRE DE UM MERCADO E EU TIVE UMA MUITO FORTE, DENTRO DO MERCADO QUE EU CHEGUEI A PONTO

A QUASE DE DESMAIAR DE PERDER A CONSCIENCIA PORQUE A GENTE FICA COM AQUELA ANSIEDADE, TUDO, A RESPIRAÇÃO NOSSA ELA MUDA, E AQUILO ALI PODE ACABAR FAZENDO COM QUE VOCÊ ACABE DESMAIANDO, TENDO UM DESCONFORTO MUITO GRANDE.

TRILHA SONORA OFICIAL (ATÉ CENA KALEO SAINDO COMEÇAR)

VT JULIA NO CARRO, DENTRO DO ESTACIONAMENTO

JULIA- EU SÓ QUERIA ESCLARECER UM POUQUINHO ALGUMAS COISAS. EU COMO UMA PESSOA QUE TENHO AGORAFOBIA, CONSIGO SAIR DE CASA, ISSO NÃO É UMA COISA INCOMUM PARA MIM. “É QUE TINHA GENTE PASSANDO”

JULIA- É CLARO QUE EU TENHO UNS PROBLEMAS, EU NÃO CONSIGO SAIR SOZINHA, TANTO PORQUE MEUS PAIS NÃO DEIXAM, COM TANTO FACILIDADE, E TANTO PORQUE EU NÃO CONSIGO MESMO, EU ENTRO EM PANICO. ENTAO É MEIO COMPLICADO PRA MIM SAIR SOZINHA ENTÃO EU NÃO SAIO, SOZINHA. MAS EU CONSIGO SAIR DE CASA EU CONSIGO FAZER ALGUMAS TAREFAS DO DIA A DIA, TIPO VIR AQUI NO MENSAGEIRO EU TAMBEM CONSEGUIRIA, É QUE NÃO TA REALMENTE FORA DE CASA. TA 75


DENTRO DO MEU CONDOMINIO, MAS PRA MIM É UMA COISA BEM GRANDE.

VT KALEO INDO JOGAR O LIXO FORA

KALEO: ENTÃO GENTE, UM DOS DESAFIOS QUE EU VOU FAZER... QUE PARA A MAIORIA DAS PESSOAS É BEM SIMPLES, MAS PARA MIM É BEM COMPLICADO, QUE É COLOCAR O LIXO NA RUA, MAS EU VOU MESMO ASSIM.

ENTÃO, SÓ DE EU SAIR ALI UM POUQUINHO, É UM ESPAÇO... SÃO SÓ ALGUNS PASSOS NA FRENTE DE CASO, MAS EU JÁ FICO UM POUCO ANSIOSO, COM TONTURA, O CORAÇÃO PARECE QUE DA UMA ACELERADA, FALTA UM POQUINHO DE AR.

ATÉ FICAR AQUI AGORA JÁ É UM POUCO MAIS DIFICIL PARA MIM, MAS AI CONFORME O TEMPO VAI PASSANDO VAI ABAIXANDO UM POUCO A ADRENALINA.

MAS SÓ O FATO DE SAIR ALI, JÁ CAUSA ESSE MAU PARA MIM. A ANSIEDADE É MUITO FORTE.

BG PIANO TRILHA BRANCA

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VT JÚLIA COM O PORQUINHO DA ÍNDIA.

ESSE AQUI É O DONATELLO!

ELE ESTÁ COM MUITO MEDO AGORA, PORQUE ELE NÃO GOSTA DE SER SEGURADO.

“É” EU JÁ TERMINEI DE LIMPAR A. GAIOLA, EU JÁ ESTOU COM O SACO AQUI, JÁ VARRI O CHÃO.

AGORA VOU ASPIRAR, VOU GUARDAR O GRANULADO, E EU VOU TIRAR O PELO DA MINHA CAMISETA. MINHA CAMISETA TÁ CHEIO DE PELO DE PORQUINHO DA ÍNDIA. MEU NARIZ TA COÇANDO MUITO.

MESMO COM A MÁSCARA EU CONTINUEI TENDO CRISE ALÉRGICA, MAS O QUE IMPORTA É QUE ESTÁ TODO MUNDO LIMPINHO AGORA.

JÁ LIMPEI TUDO, PASSEI PANO NAS COISAS.

VT KALÉO APRESENTANDO SUA GATA MEL.

INTERCALAR VIDEOS COM VOZ ON E OFF NOS TAKES DO KALÉO EM MOMENTOS COM A GATA

GENTE, QUERO APRESENTAR PARA VOCÊS A MEL. ESSA GATINHA AQUI.

DESDE QUE EU MUDEI AQUI PARA ESSA CASA, ELA SEMPRE VEM AQUI... ELA É DOS VIZINHOS, MAS ELA SEMPRE VEM AQUI E É UMA

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COMPANHEIRA NÉ. AJUDA NO DIA A DIA. É ENGRAÇADO PORQUE SEMPRE QUANDO EU TENHO CRISE, OU QUANDO EU TO MUITO ANSIOSO OU MUITO ESTRESSADO ELA APARECE, E ELA FICA ASSIM COMIGO.

FIM DO BG VT JÚLIA MOSTRANDO AS FOTOS DE FAMÍLIA

JÚLIA: TÁ BEM TARDE NÉ, EU DEVERIA TA DORMINDO AGORA, MAS NÃO ESTOU.

MINHAS OLHEIRAS, “ÓH” DE QUEM NÃO DORME TEM DIAS. NA VERDADE, EU NÃO DURMO DIREITO TEM DIAS. HOJE FOI UM DOS POUCOS DIAS QUE EU CONSEGUI DORMIR DIREITO E EU TIVE QUE ACORDAR MUITO CEDO.

É... MEUS PORQUINHOS JÁ ESTÃO QUIETINHOS, ELES JÁ COMERAM.

EU TINHA FALADO COM A PRODUÇÃO QUE IRIA MOSTRAR ISSO. ESSAS AQUI SÃO MINHAS FOTINHAS COM MEU IRMÃO DE QUANDO A GENTE ERA CRIANÇA. ESSA AQUI SOU EU E ESSE AQUI É MEU IRMÃO. AI, EU ADORO ESSA FOTO! EU TO TODA “COMBINANDINHA”, ROSINHA, DE TÊNIS. E MEU IRMÃO TA USANDO ESSA CAMISETA DE UM DESENHO ANIMADO QUE TINHA UMA MENINA 78


QUE TINHA UMA BLUSA VERDE E FICAVA A MANGUINHA ASSIM... É ANTIGO, ENTRE ASPAS, DOS ANOS DOIS MIL NÃO É TÃO ANTIGO ASSIM, MAS É MUITO BONITINHO.

TEM ESSA AQUI DE FESTA JUNINA, EU ACHO QUE AQUI EU JÁ ESTUDAVA, JÁ TINHA UNS QUATRO ANOS JÁ, UNS CINCO ANOS...

TRILHA SONORA OFICIAL (ATÉ IMAGEM DA JANELA APAGAR)

VT KALEO RELATO SOBRE PERDAS

KALÉO: EU QUERO FALAR PARA VOCÊS AS TRÊS É... COISAS QUE EU PERDI. QUE PRA MIM SÃO MUITO VALIOSAS.

E “É” REALMENTE É UMA FERIDA ABERTA AINDA.

ENTÃO, É... EU PERCO MINHA FACULDADE, SAIO DE MINAS, VOLTO PARA PIRASSUNUNGA, AINDA COM MINHA NAMORADA, NO CASO EX HOJE.

É... FICO AQUI, A GENTE FICA PRIVADO DE TUDO, PERCO ELA! AÍ MEU PAI VEM PARA CÁ PARA ME AJUDAR, MAS NO FUNDO ELE QUE PRECISA E... PERCO ELE TAMBÉM SABE?

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QUANDO EU ME VI, EU ESTAVA SOZINHO!

FORAM 3 PERDAS MUITO GRANDES, ASSIM, PARA MIM QUE HOJE AINDA NÃO SEI COMO SE EU SUPEREI, SE EU VOU SUPERAR. EU SIMPLESMENTE NÃO CONSIGO AINDA LIDAR COM ESSAS QUESTÕES, PORQUE SÃO COISAS QUE QUANDO EU OLHO...

VT KALÉO NA JANELA OLHANDO A RUA. 7 SEGUNDOS

OFF: EU CONSIGO OLHAR DE UMA FORMA RACIONAL PARA ISSO HOJE, EU TENTO SOBREVIVER!

FINAL DA TRILHA SONORA OFICIAL FRASE SOBRE FINALIZAÇÃO DA VIDA DE KALÉO E JÚLIA EM FUNDO PRETO.

FRASE DE ENIEC SOULZ EM FUNDO PRETO NO VÍDEO.

TRILHA DE ENCERRAMENTO (MESMA DA ABERTURA) ATÉ FIM DOS CRÉDITOS

CRÉDITOS DE FINALIZAÇÃO

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Sincronização musical

Música: O Come All Ye Faithful (PD) Piano Autor (a): Nell Cross. Versão: 30 Editor: Freeplay Music. Duração: 4’ 15” Gênero: Férias. Especial Humor: Emocional

Música: Reborn Autor (a): Victoria Amon Editor: Premiere Duração: 1’ 41” Gênero: Clássico Humor: Emocional.

Música: Ableton Piano Sampler Autor (a): Desconhecido Editor: Duração: 17” Gênero: Clássico Humor: Melancolia. 81


Mapa de arquivo

Programa utilizado para a edição

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Outros

Pesquisa de Público Alvo

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REFERÊNCIAS

Web Gráficas

(Autor não identificado. 2020). Qual foi a estranha 1° fobia registrada pela ciência. BBC NEWS – BRASIL. Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional50952901#:~:text=A%20primeira%20fobia%20registrada%20foi,o%20%22pai%20d a%20medicina%22. Acesso em: 13/03/2021. __________________________________________________________________ (Autor não identificado.2013) Regra dos Terços na Fotografia. CameraNeon. Disponível em: http://cameraneon.com/tecnicas/regra-dos-tercos-nafotografia/#:~:text=A%20Origem%20da%20Regra%20dos%20Ter%C3%A7os,No%20s%C3%A9culo%20V&text=Acredita%2Dse%20que%20at%C3%A9%20as,p ropriedades%20geom%C3%A9tricas%20do%20Ret%C3%A2ngulo%20%C3%81ur eo. Acesso em: 13/05/2021. __________________________________________________________________

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Aline Camargo Gurfinkel (2006). Fobia – Clinica Psicanálise. Google Acadêmico. Disponível em: https://books.google.com.br/books?hl=ptBR&lr=&id=5O07IPmNu1QC&oi=fnd&pg=PA5&dq=tudo+sobre+fobia&ots=Cnbp Uhdc_Q&sig=wEcpw5Aejb_p_njuhD8O4UV6zs#v=onepage&q=tudo%20sobre%20fobia&f=false. Acesso em: 20/03/2021. __________________________________________________________________ Caio Magno (2018). Quando o medo se torna uma doença. Estar Saúde Mental. Disponível em: https://www.estarsaudemental.com.br/fobia/ . Acesso em: 26/04/2021. __________________________________________________________________ Geovana C. Vargas; Isabel Cristina V. de Oliveira; Karla Carolina S. Ribeiro (2008). Freud e Hitchcock: comparação de quadros de fobia. Periódicos eletrônicos em Psicologia. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S167703582008000100006. Acesso em: 26/04/2021. __________________________________________________________________ Google Forms – Pesquisa de Público Alvo https://docs.google.com/forms/d/14INejedegJfURXG5MGYEoQdbERktFxrdMP8t0 uU6bT0/edit#responses __________________________________________________________________ Letícia Passos (2019). Pesquisa mostra que 86% dos brasileiros têm algum transtorno mental. Veja. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/pesquisa-indica-que-86-dosbrasileiros-tem-algum-transtorno-mental/. Acesso em: 03/05/2021. __________________________________________________________________

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Luana Viana (2017). Falta de informação ajuda a estigmatizar transtornos mentais. UOL. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/reportagens/falta-de-informacaoajuda-a-estigmatizar-transtornos-mentais/ . Acesso em: 07/05/2021. __________________________________________________________________ Naiara Bertão (2021). Assinatura de diferentes plataformas de streaming pode sair (bem) caro no final do mês. Valor Investe- Gastar Bem. Disponível em: https://valorinveste.globo.com/objetivo/gastarbem/noticia/2021/02/14/assinatura-de-diferentes-plataformas-de-streaming-podesair-bem-caro-no-final-do-mes.ghtml . Acesso em: 10/05/2021.

__________________________________________________________________ Rebecca Silva (2021). Um ano depois do início da pandemia, plataformas de streaming contabilizam ganhos. Forbes. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2021/03/um-ano-depois-doinicio-da-pandemia-plataformas-de-streaming-contabilizam-ganhos/ . Acesso em: 08/05/2021. __________________________________________________________________

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Referência Bibliográfica

Bill Nichols. Introdução ao Documentário. Editora Papirus. São Paulo. 6° Edição. 2016. __________________________________________________________________

Luiz Carlos Lucena. Como fazer documentários. Editora Summus editorial. São Paulo. 3° Edição. 2012. __________________________________________________________________

Modesto Farina, Clotilde Peres, Dorinho Bastos. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. Editora Edgar Blücher; São Paulo; 4ª Edição; 1990. Página: 33. __________________________________________________________________

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Referência Musical

Música: Ableton Piano Sampler Link: https://freesound.org/people/stixthule/sounds/379509/ __________________________________________________________________

Música: O Come All Ye Faithful (PD) Piano Link: https://freeplaymusic.com/#/music/205033 __________________________________________________________________

Referência Videográfica

Título: Lapso de tempo caótico do relógio digital Site: Videvo Link: https://www.videvo.net/video/digital-clock-chaotic-time-lapse/3020/

ID da foto:120279290 a fonte é do Istock Crédito:Photoboyko https://www.istockphoto.com/br/foto/mulher-cobre-rosto-nas-m%C3%A3osgm1202792903-345459317

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ANEXOS

Autorizações de uso de imagem e som

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Produtora TOTH 2021

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