Gastronomia Doce Sensação
LUS OD ORIEZURC EDADISREVINU
Projeto: Primeiro cliente
Trabalho apresentado pelo curso de graduação de Publicidade e Propaganda 6°A da universidade Cruzeiro do Sul. São Paulo 2019
Quem nós somos? Inspirada no movimento acelerado e no estilo de vida da capital, nosso princípio é agilidade, diversidade, experiência e inovação. Entendemos que a cidade não para e por esse motivo nos adaptamos, criamos e recriamos. Isso tudo para trazer solução a quem cansou do ritmo lento, está estagnado nos resultados e quer chegar o quanto antes ao destino desejado. Somos a oportunidade para sua marca. Atinja metas e objetivos. Alcance novos rumos. Torne-se o centro. Transforme-se em referência. Flow, um fluxo intenso de ideias e criações.
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Conheça nosso time REDATORA
Maiara Ferreira RGM 17810043
CRIAÇÃO
Laís Lourenço RGM 17524377
ATENDIMENTO
Thais Pereira RGM 17423368
ATENDIMENTO
Kemely Dourado RGM 17846790
MÍDIA
Helen Cristinne RGM 17424470
PLANEJAMENTO
Karina Duarte RGM 17542995
MÍDIA
Thamires Lino RGM 17218985
Sumário Introdução Apresentação de terceiro setor Briefing Público-alvo Microambiente A Marca Macroambiente Análise SWOT Planejamento de campanha Mídia e custos Criação e produção gráfica Criação e produção audiovisual Referências Apêndices
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Introdução Somos a Agência Flow, formada por sete integrantes do curso de Publicidade e Propaganda da universidade Cruzeiro do Sul. Neste projeto apresentaremos a Empresa Gastronomia Doce Sensação, reformulando e reposicionando a marca de maneira a atingir os objetivos determinados no desenvolvimento deste trabalho. Temos como desafio neste projeto, potencializar e aumentar a demanda pelos serviços da empresa, estabelecendo uma identidade própria para a marca. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, enriquecida com as análises que seguem o propósito da grade acadêmica deste semestre.
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Apresentação de terceiro setor FUNDAÇÃO TIDE SETUBAL Criada em 2006, a Fundação Tide Setubal é uma organização não governamental, de origem familiar, que atua com a missão de fomentar iniciativas que promovam a justiça social e o desenvolvimento sustentável de periferias urbanas e contribuam para o enfrentamento das desigualdades socioespaciais das grandes cidades, em articulação com diversos agentes da sociedade civil, de instituições de pesquisa, do Estado e do mercado.
A Fundação iniciou suas atividades no território de São Miguel Paulista, zona leste da cidade de São Paulo. Durante dez anos, atuou com: Atendimento direto (nas áreas de esportes, cultura, juventude, comunicação, família); Fortalecimento das organizações locais com formações e recursos;mobilização e articulação de agentes locais para refletir suas demandas, participar e dialogar com o poder público; Sistematização de suas experiências, transformando-as em metodologias para serem multiplicadas; Influência em políticas públicas, com atuação em parceria com o poder público para implementação no território. A partir de 2017, a circulação por outras periferias da cidade é um dos direcionamentos com a perspectiva de ampliar a compreensão sobre os desafios da equidade em outras regiões, compartilhando experiências vividas e ampliando a possibilidade de transformações das periferias urbanas. São Miguel Paulista continuará sendo a nossa base, mas o desejo da Fundação é ampliar o olhar, por meio de uma atuação focada na construção colaborativa e nas redes, com organizações, moradores e poder público, estabelecendo novas conexões e intercâmbios. Hoje, a Fundação conta com algumas parcerias, descritas na imagem abaixo.
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Briefing Cliente Gastronomia Doce Sensação
Empresa do setor alimentício, idealizada pela microempreendedora individual Joseilda do Nascimento Silva. A empresa oferece serviços como coffee break corporativo, almoço, jantar e coquetel. Localizada na região da Zona Leste de São Paulo - Guarulhos. Atende pessoas físicas e jurídicas. A Doce Sensação tem a marca registrada no MEI. Conta como material de apoio o cardápio que é enviado aos clientes quando solicitado o orçamento via WhatsApp e impresso, tem como meio de comunicação as páginas do Facebook e Instagram porém não são movimentadas, pois o gerenciamento dos meios de comunicação são feitos por ela mesma. As cores predominantes da marca são marrom e laranja, o seu logo é caracterizado por uma figura de chefe de cozinha, com o logotipo “Gastronomia Doce Sensação”. A empresa conta com colaboradores part time de acordo com a demanda de serviço, as entregas são realizadas através de um carro particular de seu cônjuge. Tem como ponto forte o sabor dos seus produtos que sempre são feitos com matéria prima de 1° linha. E tem como diferencial a linha de produtos e serviços saudáveis, vegetarianos e veganos, são receitas próprias que se destacam diante do mercado. A empresa trabalha com materiais biodegradáveis, o que chama muito atenção do público que prefere essas ações sustentáveis. Além disso, a empresa trabalha com três faixas de preço que variam entre R$28,00, R$30,00 e R$35,00 para atender a necessidade de seus clientes, com opções tanto de quantidades de produtos quanto na decisão por material utilizado, seja biodegradável ou de plástico, essa opções podem elevar ou diminuir o valor do plano. Atende o público das regiões da Zona Leste, Zona Sul e Zona Norte, exemplo Itaim Bibi, Vila olímpia e Jardins. Mesmo tendo em sua grande maioria o atendimento a empresas, a Gastronomia Doce Sensação atende também clientes por encomenda de serviços pontuais. Tem como divulgação de seu trabalho a indicação de seus próprios clientes. Realiza a apresentação de seu cardápio e valores por WhatsApp ou pessoalmente. O perfil de público que gostaria de atingir são empresas para realização de eventos corporativos. Uma grande dificuldade é o fato de ter que esperar pela procura do cliente, isso ocorre pela falta de divulgação e estratégias de comunicação e captação de clientes novos.
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Seus grandes concorrentes são padarias que oferecem o serviço de coffee break, pois por se tratarem de empresas maiores a estrutura permite que o faturamento para pagamento seja para mais dias do que ela pode oferecer, isso faz com que as empresas optem por esse prestador. Um outro ponto que afeta a decisão do cliente em ter esse serviço são os valores, por trabalhar com matéria prima de 1° linha e materiais biodegradáveis o seu preço é mais elevado do que o do mercado. O objetivo é atender semanalmente 3 empresas com o serviço de coffe break. Para isso a empresa julga necessário divulgar o seu trabalho de forma mais efetiva e trazer ao conhecimento do seu público os produtos e serviços da linha saudável, vegetariana e vegana. Contato: Joseilda do Nascimento Silva Email: gastronomiadocesensacao@gmail.com Facebook: Doce Sensação Tel: (11) 4804-6920 / (11) 95969-0290
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Público-alvo Atualmente, a Empresa Gastronomia Doce Sensação tem como público-alvo de seus serviços corporações de médio e grande porte situados na região da Zona Leste, Norte e Sul da cidade de São Paulo. Geralmente os clientes variam entre homens e mulheres, em média entre 35 e 50 anos, residentes em São Paulo, incluídos entre as classes A e B, tratando-se de clientes jurídicos. Já analisando os clientes físicos, a empresa possui clientes que se diferenciam pela idade que passa a variar entre 20 e 35 anos. A empresa não possui nenhum meio de divulgação concreto que podemos citar, desde que foi criada, ela tem adquirido clientes através de uma divulgação informal.
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Microambiente A empresa
A empresa Gastronomia Doce Sensação foi criada e pertence até os dias de hoje à empreendedora Joseilda do Nascimento Silva. Hoje a empresa atua no segmento gastronômico, com foco em vendas de serviços. A empresa hoje possui um leque de serviços oferecidos focados em atender ambientes corporativos, como coffe break corporativo, almoço, jantar e coquetel. Joseilda possui vasto conhecimento adquirido através da oportunidade cedida pela Fundação Tide Setubal, com curso na área de gastronomia, além disso ela realizou curso na área de panificação, que possibilitaram a abertura de uma nova ideia de produtos para a empresa: os pães veganos/vegetarianos. Hoje a empresa oferece como sendo o seu maior diferencial os alimentos veganos/vegetarianos, que chamam a atenção de empresas que buscam opções diferentes, saborosas e saudáveis. Mas a empresa também disponibiliza alimentos mais comuns como salgados assados e/ou fritos. Todo o preparo alimentício é realizado na cozinha industrial da empresa que é estruturada em cima da residência da empreendedora, na região da cidade de Guarulhos, em São Paulo. Embora resida em Guarulhos, Joseilda atende com sua empresa atualmente, além da zona leste, na zona norte e zona sul. Preocupação com a natureza
Além de investir em alimentos vegetarianos/veganos como opção de cardápio, que são opções mais saudáveis, todos os materiais usados nas embalagens são biodegradáveis. A empresa possui uma preocupação em atender a seus clientes de forma que não agrida a natureza. Clientes
Atendendo empresas de médio e grande porte na região da zona leste, norte e sul de São Paulo. A organização interna se desenvolve através da procura dos clientes, e a partir daí é feita a contratação dos serviços, sendo previamente estabelecido critérios como preços e prazos de entregas. A empresa já atendeu organizações como a Vivo, Nestlé, Itaú e outras corporações de médio e grande porte.
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A marca A empresa
De acordo com o órgão INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial, 2019), toda marca devidamente criada deve ser registrada através do cadastro no sistema e-INPI, após isso deve ser feito a emissão e pagamento da Guia de Recolhimento da União (GRU), preenchimento e envio de formulários e acompanhamento dos processos. A empresa Gastronomia Doce Sensação se enquadra como microempreendedor individual (Mei), porém não possui sua marca "Gastronomia Doce Sensação" registrada no INPI, fato que a impede de ser identificada como uma marca com identidade única e também impede a permissão do uso exclusivo da marca no país durante um período de 10 anos. Segundo a Lei da Propriedade Industrial, não existe nenhum tipo de impedimento com base legal que impeça o registro desta marca no INPI, podendo então ser feito o registro e todos os processos que o sucedem. Através da busca prévia no site, percebe-se que não existe nenhum tipo de marca igual ou similar a empresa Gastronomia Doce Sensação registrada no órgão do INPI, e através da análise do LPI (Lei da Propriedade Industrial), o nome que ela possui está de acordo com os padrões estabelecidos na Legislação. Sugerimos a proposta de um novo nome para a marca, alterando para Doce Sensação Coffee Break, e de acordo com a análise do LPI (Lei da Propriedade Industrial), Título 3 e Art. 124., seu acesso ao registro no INPI também está liberado sem nenhum tipo de impedimento com base legal que o impeça de ser registrado nesse órgão.
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Macroambiente AMBIENTE ECONÔMICO
Microempreendedores Individuais Segundo dados do Portal do Empreendedor do Governo federal, o número de microempreendedores individuais (MEIs) no país ultrapassou neste ano a marca de 8 milhões, fechando março com 8.154.678 cadastros. Nos últimos 5 anos, desde o período pré-recessão, o número de MEIs no país já cresceu mais de 120%. Somente nos 3 primeiros meses do ano, o Brasil ganhou 379 mil novos microempreendedores individuais. O programa, que em 2019 completa 10 anos, foi lançado para incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos como vendedores, doceiros, manicures, cabeleireiros e eletricistas, entre outros, a um baixo custo. Mas, com a crise do mercado de trabalho e aumento do trabalho por conta própria, tem se transformado também em opção de ocupação temporária, de "bico" ou do chamado "empreendedorismo por necessidade". Segundo os números do IBGE, o desemprego atinge atualmente mais de 13 milhões de brasileiros, o que tem contribuído para o aumento do número recorde de trabalhadores por conta própria, categoria que inclui os MEIs. No trimestre encerrado em fevereiro, eram 23,8 milhões de trabalhadores nessa situação. Na classificação por forma jurídica, o Microempreendedor Individual (MEI) continuou com papel de destaque crescendo 19,1% no ano de 2017, enquanto as Microempresas (Mes) tiveram expansão de 6,8%. Já os demais tipos de companhias registraram queda de 12,8% na mesma base de comparação.Em termos de composição, o MEI representou 75,5%, as microempresas participaram com 16,8% e as demais categorias corresponderam a 7,8% do total. O levantamento foi realizado pela Boa Vista SCPC a partir das novas empresas registradas na Receita Federal, considerando todo o território nacional. Em outra pesquisa realizada pela Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), obtivemos a informação de que o número de empresas registradas cresceu 5% em SP no ano de 2012 com o registro da criação de 464 mil empreendimentos no mesmo ano. Vestuário, beleza e alimentação lideram ranking de atividades. E esse cenário até o ano atual só marca registros de crescimento. Segundo levantamento da Serasa Experian, do total de 2,5 milhões de novas empresas abertas em 2018 no Brasil, 81,4% foram MEIs. O número de microempreendedores cadastrados só não cresceu ainda mais no último ano porque no início do ano passado houve o cancelamento de 1,3 milhão de registros por inadimplência e não cumprimento das regras do programa.
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A tendência, segundo ele, é que o número de MEIs continue a crescer a um ritmo de 1 milhão de novos cadastros por ano. "A economia informal ainda é muito grande. Dentro do universo de trabalhadores por conta própria, muitos ainda não possuem CNPJ. Então a quantidade de MEIs deve continuar nesse ritmo forte de crescimento nos próximos anos", destaca.De acordo com a Jucesp, o aumento no total de registros deve-se justamente aos microempreendedores individuais (MEI), que responderam por 275 mil empreendimentos, cerca de 60% do total.
As estatísticas mostram que a maior concentração de MEIs está na faixa dos 31 aos 40 anos, que reúne mais de 2,5 milhões de pessoas, ou 31% do total. Mas o registro formal de microempreendedor tem sido visto também como uma opção de trabalho entre jovens. Atualmente, mais de 1,7 milhão de MEIs, ou cerca de 22% do total, possuem entre até 30 anos.Segundo levantamento da Serasa Experian, do total de 2,5 milhões de novas empresas abertas em 2018 no Brasil, 81,4% foram MEIs. O número de microempreendedores cadastrados só não cresceu ainda mais no último ano porque no início do ano passado houve o cancelamento de 1,3 milhão de registros por inadimplência e não cumprimento das regras do programa.
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Em matérias de categorias com maior acréscimo de registros de MEIs nos últimos 15 meses, a categoria Fornecimento de alimentos marcou mais de 11.249 registros segundo levantamento do Sebrae. Vegetarianos: Oportunidade de negócio no ramo alimentício Segundo pesquisa feita pela empresa Ginger Strategic Research, a estimativa é de que o mercado de produtos alimentícios vegetarianos cresça num ritmo médio de 40% ao ano. “O nosso objetivo é seguir gostos e necessidades dos consumidores”, diz João Branco, diretor de marketing do McDonald’s no Brasil. Na Finlândia e na Suécia, a rede já lançou o seu McVegan, com carne de soja. O sanduíche teve venda acima das expectativas e garantiu espaço permanente no cardápio.As vendas de comidas veganas cresceram 10 vezes mais do que o mercado total de alimentos em doze meses (até junho de 2018), em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os EUA já possuem o maior mercado de substitutos da carne animal, que movimenta US$ 700 milhões ao ano.
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AMBIENTE DEMOGRÁFICO
A pesquisa realizada por meio do Observatório do Trabalho de São Paulo, em parceria entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e Dieese - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, mostrou que os serviços que envolvem a gastronomia simbolizam 6,1% dos ocupados residentes em São Paulo, o que representa 372,8 mil pessoas. De acordo com esse levantamento, vemos que o número de empregos formais do setor registrou um crescimento, considerando que os estabelecimentos formais dos serviços de alimentação cresceu 68% nos últimos 10 anos na cidade de São Paulo, o que equivale a 23.092 estabelecimentos, 7,7% do total de comércios da cidade, proporcionando um faturamento anual médio de R$ 31,9 bilhões por ano, entretanto a informalidade ainda é uma das maiores na cidade, estimada em 44,5%, o que representa 165,8 mil pessoas. O levantamento também mostrou os bairros com a maior quantidade de trabalhadores que atuam na gastronomia. Sendo eles: Itaim Bibi (18.792), Pinheiros (12.924), Moema (11.073) e Jardim Paulista (10.851). Segundo a Prefeitura de São Paulo, o avanço do setor da gastronomia vem tornando-se marcante em alguns locais da cidade. Como em Cachoeirinha, onde o número de estabelecimentos cresceu 122% (de 70 para 156) entre 2015 e 2016. Ocorrendo no mesmo período a evolução de Parelheiros em 62,3% (de 61 para 99) e Raposo Tavares 60,7% (de 61 para 98). Parque do Carmo (59,1%) e Itaquera (46,5%) também tiveram evolução considerável. “O desenvolvimento das regiões periféricas da cidade é umas das prioridades da Prefeitura de São Paulo. Os empreendedores desses bairros contam com o apoio da Ade Sampa – Agência de Desenvolvimento de São Paulo e da Fundação Paulistana, tanto na área de empreendedorismo quanto em qualificação em gastronomia”, afirma a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso. Conforme dito pela Prefeitura Municipal de São Paulo, a cidade é uma das principais do mundo no setor de alimentação e gastronomia. A capital paulista conta com cerca de 6% da população trabalhando com serviços de alimentação, mais de 23 mil restaurantes com culinária de diversos países do mundo, comida de rua, 13 cursos de universidades voltados à gastronomia, além de 30% da área voltada à agricultura familiar. A gastronomia paulistana é reconhecida mundialmente tanto pelo seus números, quanto pela sua qualidade. Recendo em 2018, o título de Capital da Gastronomia pelo Sirha (Salon International de la Restauration, de l’hôtellerie et de l'Alimentation), conquistando o título de Capital Ibero-Americana da Cultura Gastronômica 2018, concedida pela Academia IberoAmericana de Gastronomia.Diante dos dados coletados, pode-se dizer que a gastronomia, além de um Patrimônio Histórico e Cultural, é um pilar do desenvolvimento econômico e social para a cidade de São Paulo.
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AMBIENTE POLÍTICO-LEGAL
Legislação Vigilância Sanitária De acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal, todas as atividades que prestam serviços ou produzem e comercializam na área de alimentos devem possuir o licenciamento sanitário junto à Vigilância Sanitária Estadual e/ou Municipal. O MEI poderá iniciar suas atividades de baixo risco, conhecendo e cumprindo as exigências legais para funcionamento. Agora para atividades de Alto Risco, o MEI é obrigado a cumprir as normas previstas, sendo responsável pelos produtos e serviços que causarem possíveis danos à saúde pública. A Vigilância Sanitária poderá realizar, a qualquer tempo, a fiscalização, sempre devendo observar a fiscalização orientadora, quando a atividade ou situação, por sua natureza, comportar grau de risco compatível com esse procedimento. O MEI tem estabelecido pela ANVISA e Vigilâncias Sanitárias resolução específica, a RDC nº 49/2013, que trata exclusivamente sobre a regularização para o exercício das atividades de interesse sanitário. Os principais pontos de destaque da Resolução são:-Tratamento Favorecido e Diferenciado ao MEI;-Racionalização, Simplificação e Padronização dos procedimentos;-Fiscalização orientadora, considerando o risco sanitário;-Inclusão social, produtiva e de boas práticas;Isenção de taxas. Licenciamento definitivo e Alvará de funcionamento De acordo com o site do Portal do Empreendedor-MEI, antes de se formalizar, o MEI deve verificar junto à Prefeitura se no endereço residencial poderá ser instalado seu negócio, conforme Legislação Municipal que prevê o artigo nº 46 da Resolução nº48/2018 do CGSIM - Comitê, para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios, o Município poderá conceder Alvará de Funcionamento Provisório para o Microempreendedor Individual que exerça atividades de baixo risco, quando: Em residência do Microempreendedor Individual, na hipótese em que a atividade não gere grande circulação de pessoas.
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AMBIENTE TECNOLÓGICO
Mediante o avanço tecnológico e as consequências do mesmo, é possível comprovar os impactos da tecnologia no setor gastronômico, ampliando e otimizando o tempo de produção e de atendimento. As técnicas foram apuradas não só em razão do novo maquinário, mas influenciada pelos estudos do cientista Hervé This, que desvendou as transformações que ocorriam com as texturas, cores e sabores dos alimentos, e que levou cozinheiros a desconstruir, reconstruir e criarem novos pratos. Apesar disso ter acontecido há cerca de três décadas atrás ainda reflete na cozinha atual. A nova tecnologia desenvolvida veio apoiada nos pilares da sustentabilidade: conseguir bons resultados com o mínimo ou nenhum desperdício, além do adequado manejo dos resíduos. Esse processo acelerado e mais sofisticado tem auxiliado no empreendedorismo gastronômico, revolucionando negócios de pequeno a grande porte. Segundo Graco Terceiro Neto, presidente do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de João Pessoa, alguns aspectos tecnológicos já estão presentes no mundo modificando as relações comerciais nos restaurantes e estabelecimentos de food service. Segundo ele, US$ 11 trilhões foram investidos em tecnologia no mundo em 2017. “Não precisamos mais esperar a novidade tecnológica vir de fora do País. Elas já estão disponíveis, e cabe a nós a responsabilidade sobre como adaptá-las à realidade das nossas organizações”, afirmou Graco, que completou dizendo que é preciso investir na experiência do cliente. Ele mostrou alguns tipos de inovação já disponíveis, como totens interativos para pedidos de refeição, mesas com projeção e touch screen, delivery realizado por drones, aplicativos e food print (impressão de comida em 3D), além de robôs autômatos que efetuam preparos na cozinha. “Não trouxe essa discussão para imaginar que as máquinas vão tomar os nossos trabalhos. Mas a reflexão que fica é sobre como se reinventar para conviver com elas no futuro. Como utilizá-las a nosso favor”, complementou Graco.A inovação e o avanço tecnológicos implicam não só no preparo, mas em todo contexto que esse empreendedor oferece, desde a captação e fixação com novos clientes e fornecedores, até o efetuação do pedido, preparo, e apresentação do produto.
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AMBIENTE NATURAL
De acordo com pesquisas realizadas pelo IBOPE Inteligência, nos últimos anos o veganismo tem crescido bastante em todo o mundo, e aqui no Brasil a história não é diferente. Uma grande quantidade de pessoas têm abolido a utilização de produtos de origem animal e se tornado veganas. O que é um vegano? De uma forma bem direta: o vegano é uma pessoa que pratica o veganismo em todas as suas ações, seja na alimentação ou não. Ele é vegetariano estrito em sua dieta e também não utiliza produtos de origem animal. O vegetarianismo é um estilo de alimentação de base vegetal, que exclui carne e peixe e que pode ou não incluir derivados de origem animal ( leite, ovos, etc.). A alimentação vegetariana é baseada numa grande variedade de alimentos deliciosos e é uma porta aberta para a experiência de novas texturas e sabores. Inúmeros pratos étnicos são vegetarianos, e muitos pratos tradicionais podem ser adaptados ao vegetarianismo Segundo especialistas ambientais do Banco Mundial, criar animais para consumo – ação que produz 65% do óxido nitroso do mundo – foi responsável por 51% da mudança climática causada pelo homem.Do consumo de água do mundo, 30% é em função da “fábrica de animais”. Além disso, a indústria animal ocupa até 45% das terras do planeta, é responsável por 91% de destruição da Amazônia brasileira, é uma das principais causas de zonas mortas no oceano e de destruição de habitat e de espécies. A dieta vegana economiza diariamente mais de 4 mil litros de água, 20 quilos de grãos, 3 m² de áreas florestais, o equivalente a 4,5 quilos de CO2 e a vida de um animal, conforme dados coletados do documentário Cowspiracy. Caso a humanidade adotasse uma dieta livre de qualquer produto de origem animal, mais de 8 milhões de vidas seriam poupadas e a emissão de gases poluentes se reduziria em dois terços até 2050, de acordo com a projeção feita por pesquisadores da Universidade de Oxford. “Eu sou um cara pragmático. Me interesso pelos resultados. As pessoas comem menos carne não por uma ideia abstrata, mas pelo impacto significativo sobre a saúde do planeta” - Brian Kateman, o responsável por cunhar o neologismo, ao portal The Guardian. Embalagens dos produtos De acordo com o IBDN (Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza), o mundo sustentável vem sendo cada vez mais valorizado no mercado e boa parte dos consumidores têm entendido essa preocupação como uma característica valiosa das empresas que admiram. Sendo assim, o negócio que se mostra dedicado a ter uma melhor relação com a natureza, ganha pontos com a maioria das pessoas. É fundamental que a empresa pense em investir em embalagens sustentáveis, mas também tenha consciência com outros tipos de poluição.
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Segundo dados do Manual de Educação - Consumo Sustentável - MMA e IDEC, no Brasil, aproximadamente um quinto do lixo é composto por embalagens. São 25 mil toneladas de embalagens que vão parar, todos os dias, nos depósitos de lixo. Ou seja, as embalagens, quando consumidas de maneira exagerada e descartadas de maneira regular ou irregular em lugar de serem encaminhadas para reciclagem - contribuem e muito para o esgotamento de aterros e lixões, dificultam a degradação de outros resíduos, são ingeridos por animais causando sua morte, poluem a paisagem, causam problemas na rede elétrica (sacolas que se prendem em fios de alta tensão), e muitos outros tipos de impactos ambientais menos visíveis ao consumidor final (o aumento do consumo aumenta a demanda pela produção de embalagens, o que consome mais recursos naturais e gera mais resíduos). “O desenvolvimento sustentável significa responder às necessidades das gerações presentes sem pôr em perigo a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades — ou seja, uma melhor qualidade de vida para todos, agora e para as gerações vindouras”. (Revisão da Estratégia de Desenvolvimento Sustentável da UE, 2009)O cuidado com questões ambientais por parte das indústrias passou a ser considerado um dever, como política e filosofia de negócios adotadas pelos empreendedores. Essa mudança de perspectiva se deve ao comportamento consciente que o consumidor brasileiro tem empregado no momento de adquirir um produto ou serviço, interessando-se e obtendo maior conhecimento sobre Responsabilidade Social Empresarial e sustentabilidade. Com isso, pesquisas apontam que uma sociedade sustentável vem se consolidando a partir de uma crescente adesão de consumidores que optam por adquirirem produtos ou serviços de empresas que são socioambientalmente responsáveis. Muito tem se debatido sobre as embalagens. E não é para menos, atualmente elas são as principais responsáveis na superlotação de aterros e lixões. E isso representa um problema gigante para a sociedade e economia governamental. Podemos afirmar que mais do que simplesmente proteger os produtos de um negócio a embalagem pode ser a cara da marca, podendo revelar o impacto que é gerado no planeta.
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AMBIENTE CULTURAL
Cultura de eventos Segundo o site Moblee, os eventos corporativos estão cada vez mais tomando espaços nas empresas, essa é uma forma de criar relacionamentos entre os participantes e tem como objetivo mostrar para o público as características da cultura local, fazer a exposição dos parceiros, gerar conhecimento sobre determinada área, realizar o encontro de profissionais para debater um tema específico e unir os times das várias unidades da empresa para uma convenção de vendas. Em geral é um evento que traz conhecimento, promove interação entre os participantes e engajamentos. Cultura Vegetariana Segundo Carlos Eduardo Valim para o Terra em janeiro/2019 até bem pouco tempo, o vegetariano era visto como “gente estranha com hábitos esquisitos”. Nos EUA, inventaram até a expressão tree hugger (“abraçadores de árvores”) para se referir ao grupo, que também incluía ambientalistas. Dentre esses consumidores, havia um nicho ainda mais restrito: o dos veganos. Diferentemente dos vegetarianos, que evitam apenas a carne, eles preferem ficar longe de qualquer produto de origem animal, como couro, ovos, lã e seda. Mas, nos últimos anos, vegetarianos e veganos se tornaram mais numerosos, com tendência de crescimento acelerado. E isso pode ser percebido claramente em dois países que são campeões em consumo de proteína animal: o Brasil e os EUA. “Os mais jovens, mais dos que os baby boomers, puxam uma tendência de conhecer melhor o que consomem e demandam mais transparência das empresas”, diz Alison Angus, chefe de pesquisa de lifestyle na Euromonitor International, uma empresa de estudos de consumo. “E isso só deve aumentar porque a geração millenial está tendo filhos e os criando com hábitos mais saudáveis e menos prejudiciais ao meio ambiente.”Segundo o Ibope Inteligência, 55% das pessoas consumiriam mais produtos veganos se os ingredientes estivessem indicados na embalagem. E 60% escolheriam um item vegano se ele tivesse o mesmo preço que o produto que costumam consumir.
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Cultura vegetariana para empresas Ainda segundo Carlos Eduardo Valim para o Terra em janeiro/2019 os sinais da revolução estão por todo o mundo. Na Itália, a população vegana e vegetariana dobrou de tamanho em cinco anos. Os chineses, que enriqueceram produtores de proteína animal desde o início dos anos 2000, têm outro desafio: aumentar a oferta de proteína sem causar um colapso da produção global. Dessa forma, o país já é o maior mercado global de leites alternativos, o que causou uma queda de 60% no preço desses produtos dentro do país. Na Holanda, foi fundada uma das empresas mais avançadas em carnes alternativas: a Vivera, que esgotou os seus estoques de filés a base de plantas na rede de supermercados britânica Tesco, ao vender 40 mil unidades em uma semana. O Reino Unido possui 22 milhões de pessoas que são enquadradas como “flexitarianas”, aquelas que gostam de comer carne, mas desejam reduzir o consumo. Já a Austrália é considerada o mercado mais atraente para snacks à base de plantas.
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Entre os ingredientes substitutos estão a quinoa, semente de maconha, grão de bico, algas e até insetos. É esperado que essas tendências apontam com mais força no Brasil nos próximos anos. Uma rede de Açougue Vegano, fundada no Rio de Janeiro, já abriu unidades em São Paulo. Isso pode ser interessante até para empresas que atuam no mercado animal, como a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão. “A média de consumo de carne no Brasil é muito alta. “Praticamente todas as pessoas têm acesso e comem uma quantidade grande de proteína animal. Então, o espaço para aumento de vendas nesse mercado acontece com a troca de uma proteína de menor custo por outra de maior valor. Até mesmo a maior empresa de carne bovina do mundo, a também brasileira JBS, já tem produtos vegetarianos STARTUPS DE ALIMENTOS As startups de alimentos está melhorando a qualidade dos produtos que substituem artigos animais. Diversas startups criaram inovações importantes e atraíram a atenção de empresas interessadas em não perder o bonde da revolução.
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Análise SWOT
FORÇA: Baseado no crescimento do mercado e ramo alimentício, apontamos como força a prioridade dada para a segmentação de Coffee Break, sendo considerada uma potência para a empresa investir nos produtos da linha saudável. As empresas estão realizando coffee breaks com mais frequência solicitando esse formato de alimentação, tornando-se uma tendência da geração. Mesmo tratando-se de uma empresa de pequeno porte possui todos os equipamentos de uma cozinha industrial, gerindo de forma diferenciada, pois tem visão administrativa quanto aos seus stakeholder e utensílios biodegradáveis usados durante a prestação do serviços, ressaltando novamente o seu diferencial quanto a utilização do veganismo.
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FRAQUEZAS: Considerando a abrangência do marketing digital, trata-se de uma fraqueza o não uso adequado dos meios, pois é possível notar que há pontos não explorados com a devida importância, como o uso das redes sociais, com o conteúdo esporádico e mal detalhado quanto ao desenvolvimento das publicações. Refere-se aos materiais impressos para a divulgação, cartão de visita, cardápio. Vê-se que o mesmo é feito com elementos que não geram fácil entendimento quanto às informações distribuídas, não atribuindo a confiança necessária ao representar seus produtos e serviços, contradizendo com a qualidade do serviço que é oferecido pela empresa, Gastronomia Doce Sensação. Quanto a captação de novos clientes e a fidelização dos já estabelecidos, torna-se instável devido a dependência na divulgação boca a boca, a qual não é ruim em um todo, porém não há possibilidade de disseminação e controle para ser positiva ou negativa. OPORTUNIDADES: O forte desenvolvimento e procura para o mercado vegano tem sido notório atualmente, porém as empresas direcionadas a esse público quando trata-se de coffee break é diminuto, gerando maior procura para esse nicho de mercado, proporcionando chances de auto retorno quanto ao investimento feito. AMEAÇAS: Com a crise instaurada no País, houve o impacto direto no micro empreendimento da cliente, desde a contratação de mão de obra até a aquisição da matéria prima, segundo relatório dado pela empreendedora. As padarias são vistas como ameaças por terem maiores condições de atendimento por demandas contínua, oferecendo preços mais acessíveis por não trabalharem com a linha vegana e materiais biodegradáveis.
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Planejamento de campanha PROBLEMA DE COMUNICAÇÃO Falta da utilização das redes sociais e plataforma online (site) como meio de divulgação do trabalho, dependendo somente das indicações verbais de conhecidos e familiares. O nome da empresa não comunica o real serviço prestado, doce sensação remete a doces. OBJETIVO DE MARKETING Atender semanalmente 3 empresas com o serviço de coffee break, e também tornar os produtos da linha vegana mais conhecidos. OBJETIVO DE COMUNICAÇÃO Inserir a empresa nas redes sociais, divulgando o serviço e a marca em plataformas online. OBJETIVO DE CAMPANHA Divulgar a marca e o serviço prestado, atingindo novos clientes e tornando a empresa conhecida através dos produtos da linha vegana. ESTRATÉGIA DE CAMPANHA Estratégia de Informação, tornando conhecida a marca e o serviço da empresa, suas vantagens e diferenciais. CONCEITO DE CAMPANHA Adaptação às novas tendências de mercado e experimentar novas sensações. TEMA DE CAMPANHA Desperte sensações de um mundo melhor. SLOGAN Experimente novas sensações e desfrute de novos sabores.
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MĂdia e custos
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Criação e produção gráfica MANUAL DE MARCA
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CARTÃO DE VISITAS Antes
Depois
FLYER
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CARDÁPIO
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DESCANSO DE COPO PERSONALIZADO
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INSTAGRAM E FACEBOOK
SITE
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GUARDANAPO
PAPEL TIMBRADO
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Criação e produção audiovisual VÍDEO INSTITUCIONAL DA AGÊNCIA
CLIQUE AQUI E ACESSE.
https://www.youtube.com/watch?v=AvyCHXYbNlg&feature=youtu.be
SPOT CLIQUE AQUI PARA REPRODUZIR. https://drive.google.com/open?id=1tNbp6pe1gKp8jSfbXix4EArwFv1IX1fQ
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VÍDEO PROPOSTA DE COMERCIAL
CLIQUE AQUI E ACESSE.
https://www.youtube.com/watch?v=el0nROLDwFo&feature=youtu.be
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Referências
ADMINISTRAÇÃO <https://www.administracaoegestao.com.br/marketing-internacional/modulo-ii-a-decisaode-se-tornar-global/analise-do-ambiente-politico-e-legal-global/>. Acesso em: 07/09/2019 Horário: 16:46 ALIMENTAÇÃO <https://blog.beleaf.com.br/alimentacao-sustentavelvegetarianismo/https://blog.eureciclo.com.br/2019/01/embalagens-biodegradaveis/ Acesso em: 07/09/2019Horário: 17:15 <http://www.capital.sp.gov.br/noticia/pesquisa-traca-o-panorama-do-setor-gastronomico-na-cidade-de-saopaulo Acesso em: 08/09/2019Horário: 17:15 <https://censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php? uf=35&dados=26#topo_piramidehttp://codigo.inf.br/aun/cidade/caminhos-de-sao-miguel-paulista-culturadiversidade-e-historia-em-movimento/ Acesso em: 08/09/2019Horário: 15:20 <https://epocanegocios.globo.com/Vida/noticia/2018/08/veganismo-e-o-habito-alimentar-menossustentavel-diz-estudo.html Acesso em: 08/09/2019Horário: 22:20 <http://www.espacogourmetmundodagastronomia.com/2015/09/a-tecnologia-e-tecnicas-na-gastronomiaatual-tendencias-da-gastronomia-no-brasil-9a-parte/ Acesso em: 10/09/2019Horário:19:18 <http://fenacon.org.br/noticias/saiba-como-regularizar-cnpj-de-microempreendedor-individual-cancelado3003/ Acesso em: 15/09/2019Horário: 14:17 <https://fundacaotidesetubal.org.br/noticias/noticia/3907/um-plano-de-acao-nos-territorios-para-enfrentaras-desigualdades-socioespaciais Acesso em: 18/09/2019Horário: 19:14 <https://fundacaotidesetubal.org.br/midia/publicacao_251.pdf Acesso em: 25/09/2019Horário: 13:14 <https://fundacaotidesetubal.org.br/midia/publicacao_285.pdf Acesso em: 03/10/2019Horário: 18:20 <http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2013/03/numero-de-empresas-registradas-cresce-5-em-spem-2012.html Acesso em: 05/016/2019Horário: 18:48 https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/04/03/pais-ja-tem-81-milhoes-de-microempreendedoresformais-veja-atividades-em-alta-entre-meis.ghtml Acesso em: 08/09/2019Horário: 15:20 https://granza.com.br/investir-em-embalagens-sustentaveis/ Acesso em: 18/09/2019Horário: 19:20 https://www.ibdn.org.br/2017/07/12/consumidores-dao-preferencia-para-empresas-sustentaveis/Acesso em: 02/09/2019Horário: 16:46 <http://www.impactounesp.com.br/2016/06/veganismo-por-um-mundo-mais-verde.html>Acesso em: 02/09/2019Horário: 16:46 <http://www.inpi.gov.br>Acesso em: 16/10/2019Horário: 16:50 <https://www.investe.sp.gov.br/noticia/numero-de-novas-empresas-cresce-13-6-em-2017/>Acesso em: 07/09/2019Horário: 23:04
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ApĂŞndices
Roteiro vĂdeo institucional
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Lauda - SPOT
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Planilha de inserção
Clique aqui para acessar arquivo das planilhas.
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