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Boletim Informativo da Escola Indígena Baniwa e Coripaco Pamáali – Médio Içana/Am

Edição Especial – Formatura 2012

MAIS UMA CONQUISTA: Escola Pamáali, pela primeira vez em 12 anos, apresentou ao público 35 formandos: 25 de ensino fundamental e 10 de ensino médio. O evento aconteceu no dia 15 de dezembro de 2012.


Editorial

Pitsiro Pamáali

A escola Pamáali, em 15 de dezembro de 2012, apresentou ao público 35 jovens formandos, a quinta turma em doze anos de funcionamento. Motivo especial de comemoração não faltou. Pais, lideranças, ACIS, professores e representantes de instituições parceiras como ISA, FOIRN (Depto de Educação), OIBI e outros participaram desta comemoração, que fechou o ano letivo. Pela primeira vez, em doze anos a EIBC-Pamáali apresentou duas turmas de jovens, uma de ensino médio e outro de ensino fundamental (lembrando que o ensino médio na Pamáali continua funcionando como sala de extensão da Escola Nossa Senhora de Assunção do Içana, baixo Içana). E o boletim desta edição, é especial. Por vários motivos, e principalmente por atualizar as informações e dar aquele gostinho da formatura que aconteceu na escola, para aqueles que não puderam estar presentes nesse acontecimento, digno de comemoração. Por isso, nada melhor que compartilhar a nossa felicidade com você leitor, que é importante parceiro nessa luta incansável pela educação escolar própria, diferenciada e intercultural. Boa Leitura!

Chamanos de Pitsiro em Baniwa o pássaro pequeno que anda na beira dos rios e igarapés. Segundo a nossa mitologia, muito tempo atrás esse pássaro era gente, uma pessoa como nós. Ele fazia o trabalho de buscar e levar informações para o Ñapirikoli, o herói que tinha muitos inimigos. Com o passar do tempo, se transformou em pássaro. Hoje em dia continua sendo mensageiro para as pessoas. Quando ele canta alegre é sinal que algo bom vai acontecer para a pessoa que ouve, como receber notícias de familiares ou conhecidos . E quando canta triste é por que as notícias não serão boas. Por isso, na oficina de comunicação realizado na Pamáali em 2007 que resultou esse boletim, foi escolhido o nome Pitsiro Pamáali. `Por isso esse boletim é o nosso mensageiro. Para cantar alegre e algumas vezes triste. É esse, nosso objetivo, manter você informado, atualizado dos principais acontecimentos e realizações da Escola Pamáali.


Pitsiro Pamáali – Edição Especial

Escola Pamáali: Fruto de uma luta dos povos Baniwa e Coripaco. Em doze anos de funcionamento, resignificou o sentido da histórica instituição de dominação e destruição de culturas, para um espaço de valorização e revitalização. Um instrumento de reafirmação no tempo e no espaço. O Kalidzamai A visão é fantástica. Crianças, jovens, adultos de olhos atentos nos passos e movimentos dos 30 jovens que formam um círculo no centro da quadrapraça da Escola Pamáali, médio Içana. São seis horas e vinte minutos do dia 15 de Dezembro de 2012. Estão nas arquibancadas mais de trezentas pessoas acompanhando atentamente o Kalidzamai da V Formatura da Escola Indígena Baniwa e Coripaco. A cerimônia é a primeira atividade da programação do dia, que irá até a noite. É pela quinta vez que acontece um evento como esse em doze anos de funcionamento. Hoje, é o ultimo dia do evento que começou na quarta-feira, 12. Que começou com a Assembleia da Associação do Conselho da Escola Pamáali- ACEP que durou dois dias, onde foram discutidos assuntos de relevância para escola e para o povo. Voltando à cerimônia. No centro do círculo de jovens, está a bacia coberto de folhas, que tem no seu fundo um ponte de pimenta. Daquelas vermelhas, dzakoithe.

A bacia carrega em si um significado especial. Quase próximo, ficam os dois conselheiros, professores, memórias vivas, relíquias do povo: Mario Braga e João da Silva ambos Waliperidakenai, coordenando o momento mais importante do dia. Os jovens vão passando um por um para receber a pimenta na boca e depois duas surras de adabí. E conselhos dos mestres. Que servirão para a vida toda. E voltam para as suas posições. Primeiros os meninos e depois as meninas. O mais interessante acontece depois, os mestres abrem o privilégio para os interessados. Pais e algumas lideranças correm para o centro do círculo. Que recebem a pimenta e levam dois “adabís”. E “devolvem” também dois ao mestre. Aos poucos, os jovens desfazem o círculo e formam uma fila e voltam para Ttolee, a casa uma espécie de barraca montada exclusivamente para os formandos do ano. Agora começa o festival de danças tradicionais.

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PITSIRO PAMÁALI – Edição Especial/Formatura 2012 Pitsiro Pamáali – Edição Especial

O espetáculo: As danças tradicionais Alunos de ensino fundamental começam apresentando Piitti, a dança das formigas da noite. Segundo o mito, as formigas saem para procurar comida. Apenas dois saem e quando encontram, voltam para chamar seus companheiros. Enquanto isso as damas esperam os cavalheiros (as formigas) em formato de uma fila. Na dança os meninos representam as formigas (cavalheiros) e a comida é representado pelas meninas (damas). A dança demora uns dez minutos. Depois os formandos de ensino médio comandam o palco com danças de japurutu. São apresentadas duas musicas (doome e dzawira, com dois pares de jovens e duas damas). Cada uma das musicas é diferente da outra, apenas os conhecedores sabem distinguir as diferenças. Enquanto isso, os mestres contam os significados de cada musica para os participantes do evento. Momento raro. Dá pra perceber no olhar dos mais velhos, as recordações que o momento trás. Passa um filme na cabeça. No médio Içana, cenas como essas só voltaram a acontecer depois da primeira formatura da Pamáali em 2004. Ou melhor, depois que essa escola foi implantada.

Voltando no tempo: o momento recordações de tempos difíceis.

traz

No inicio foi difícil. As sequelas deixadas pelos três séculos de contato não foram poucos. As diversas formas de exploração e aculturação quase acabaram com os processos de reprodução física e cultural. A conversão à nova religião e a introdução da educação escolar foram as duas investidas mais ousadas, que foram absorvidas e resignificadas ao longo desses últimos, principalmente a última. A Pamáali é um bom exemplo disso. Só para se ter ideia, quando aconteceu a conversão à nova religião, todas as flautas foram jogadas ou queimadas, e as ultimas cerimônias foram deixadas de lado desde lá (mas, não esquecidas). E com a implantação da Escola Pamáali no ano de 2000, foi decisivo para o inicio da retomada de alguns aspectos da cultura deixadas, como as danças. E abriu o novo momento para os Baniwa-Coripaco, o tempo de revalorização e revitalização da cultura através da escola. Enquanto um filme passa na cabeça dos mais velhos, os mais novos observam e comentam o que veem. Alguns preferem ficar apenas observando o imponente.

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Pitsiro Pamáali – Edição Especial

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Pitsiro Pamáali – Edição Especial

A cerimônia de Kalidzamai durou uma hora e meia, juntando todas as danças apresentadas. Ao terminar a primeira parte da formatura, tiveram que descer até ao igarapé Pamáali, para dar um pulo no para renovar o corpo e alma. “O culto dos formandos” Dez horas da manhã. Mais uma atividade do dia: o culto dos formandos. O momento solene lembra uma formatura “tradicional” de qualquer uma escola. Desde as atividades às vestimentas usadas. Dois professores coordenam o momento, já vão receber os certificados? Ainda não. Calma. O momento confunde até os visitantes, que já participaram vários eventos como ou parecido esse. Dessa vez foi pensando um pouco diferente das que antecederam este. A programação começa com cantos. E depois os alunos escolhidos por cada turma realiza a “oração” e o “juramento” das turmas concludentes do ano. E terminam o momento com cantos. Hora do almoço. Todo mundo corre pra perto da cozinha da escola, onde todos receberão o almoço, os convidados especiais ficam na mesa do palanque.

Apresentação das monografias O descanso após o almoço dura pouco. Hoje é só correria. Não se assuste, que isso só acontece uma vez por ano. Por isso, pular no igarapé Pamáali ou nas águas do Içana, é mais do que recomendável. Renova o espírito e recarrega as energias necessárias para o quem pela frente. Uma e meia da tarde. O capitãozinho toca o sino. Agora, começa o momento de apresentação dos resultados de pesquisa, sobre um tema de interesse próprio, mas, de importância para a escola e para o povo. São as monografias. Foram feitas observações, anotações, desenhos, gráficos, entrevistas e analise dos resultados para se chagar ao resultado. Que exigiu muita dedicação. Agora, encadernados e prontos para serem apresentados ao público, no momento que começa. É uma espécie de “defesa” dos trabalhos. Mas, por falta de tempo não acontece debate ou coisa parecida. As pesquisas foram acompanhadas e orientadas pelos professores da escola que estiveram perto em cada etapa de elaboração. Os temas são variados. A Beatriz Alvares, 21, analisou as mudanças de vida do povo Baniwa causadas pelo contato desde a chegada da nova religião no Içana. “A pesquisa mostrou que muitas “coisas” vêm mudando na vida dos povos Baniwa-Coripaco, como por exemplo, nos hábitos alimentares e acesso aos bens materiais, o aumento do “poder aquisitivo”, ainda que seja pouco. Mas, o acesso a esses bens também trás problemas, como por exemplo a poluição do Içana e as comunidades” disse a ela na apresentação do trabalho.

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Pitsiro Pamáali – Edição Especial

Formandos 2012 Ensino Médio

Esq.à direita. Alunos apresentam as monografias e André Baniwa fazendo as considerações.

O Elton, concludente de ensino médio, estudou a escassez de peixes e motivos que causam isso na região do Içana. Segundo ele, a diminuição de peixes na região é causada por vários fatores, como o aumento da população, introdução de novos instrumentos e técnicas de pesca como a malhadeira (rede de pesca) e muitos outros. O que deve ser feito para reverter a situação? “Devemos conscientizar as pessoas que realmente os peixes estão diminuindo, e que precisamos discutir formas de manejo, que na verdade já foram discutidas nas assembleias da OIBI (Organização Indígena da Bacia do Içana), quando foi apresentado o resultado da pesquisa Kophe Koyanaale, mas, que devem ser implementadas” – disse. Enquanto as preocupações em torno de problemas ambientais e escassez de recursos é o assunto mais trabalhado. A aluna Celina, 20, concludente de ensino fundamental, estudou o processamento do caxirí, bebida tradicional dos Baniwa-Coripaco, como também de muitos outros povos do Rio Negro. “Os cuidados para a bebida não ficar “forte” são vários e precisam ser levadas em consideração durante do processo”afirma. Para conhecer os mínimos detalhes, deste os mitos de origem, que começou com o Kaali personagem mítico ligado a origem da roça (para os Baniwa-Coripaco) até o processamento, trabalho prático que desenvolveu, a jovem contou com a colaboração dos pais: “seu”João e dona Carolina. Resultado? Um camuti (pote de cerâmica ) para a formatura. Histórias e apresentações como essa, foram 35 ao todo. Começando pelos alunos do ensino médio e depois de ensino fundamental. E para fechar o momento cansativo, mas, precioso, nada melhor do que ouvir as considerações do André Baniwa. “As pesquisas que acabam de ser apresentadas fazem parte do processo de aprendizagem destes jovens e são muito importantes para a nossa escola e para o nosso povo. A partir delas (pesquisas), podemos conhecer melhor a nossa realidade, os problemas e caminhos que esses trabalhos apontam para superá-las. Como também esses trabalhos registram, resgatam, valorizam e compartilham nossas histórias de origem”- finaliza André.

Edson Farias (São José) Elton José (Castelo Branco) Valdecir Miguel (São José) Valdir Farias (São José) Ronildo Miguel (São José) Josivaldo Paiva (Juivitera) Lourenço Gomes (Jesrusalém) Geovani Paiva (Juivitera) Fabio Martinez (Açai/Colômbia) Miler Alex (Camanaus)

Ensino Fundamental Alícia Juliana (Tucumã) Biatriz Alvares (Bela Vista) Marcelo Oliveira (Bela Vista) Joseto Miguel (São José) Valney Brazão (Tucumã) Flávia Oliveira (Bela Vista) Guilherme Oliveira (Bela Vista) Ismael Braga (Bela Vista) Fernando Brazão (Jandú C.) Maria Verônica (Juivitera) Paulo Roberto (Juivitera) Juscelino Carlos (São José) Rodriguês Brazão (Jandú C.) Genivaldo Pereira (Loiro Poço) Luiz Miguel (Maúa C.) Valdney Plácido (São José) Rosimere Lourenço (São José) Celina Macêdo (Urumutum Lago) Rogério Oliveira (Bela Vista) Edmilson Rodriguês (Aracú C.) Mauro Lopes (Tarumã) Daniel da Silva (Tarumã) Gelvani Braga (Bela Vista).

E eu apenas com relógio na mão, tentando controlar o tempo. E depois do André, faço também minha consideração final. São quinze pra quatro. Hora de brincar e jogar bola.

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Pitsiro Pamáali – Edição Especial

Elton José e Josivaldo Paiva

Paulo e dona Porcinda Garicia

A festa dos formandos e da Escola Pamáali: Mais uma conquista. O sino das sete e quinze da noite começa tocar. Todos se reúnem mais uma vez na quadra-praça, o local de realização do evento. A última etapa da programação cheia do dia está pra começar. Professores da escola (Juvêncio Cardoso, Tiago Pacheco e eu) comandam a primeira parte da programação da noite: a colação de grau. A entrega dos certificados. Os formandos saem mais uma vez do Ttolee em fila e sobem ao palanque. O público aplaude. Os convidados especiais já estão no centro da quadra, são eles: Wizer Oliveira/ISA, André Baniwa/Prefeitura Municipal, Mario Farias/OIBI, Juscelino Azevedo/Dept. de Educação da FOIRN, Trinho Paiva/Vereador (eleito), Thiago Oliveira/UFRJ- Museu Nacional. Os formandos começam a ser chamados de dois em dois e chegam ao encontro no centro da praça dos convidados que irão entregar o papel enrolado e amarrado com uma fita. Um simples papel, mas, com significado muito especial. A primeira conquista de muitas que virão pela frente. Recebem conselhos e incentivos de cada convidado que lhes entregam o símbolo da conquista. Começando pelos primeiros dois até os últimos dois. Todos eles saem e voltam aos seus lugares com aplausos dos participantes da cerimônia.

Bacia de cará cozido

Alguns preferem “comprar” beiju e farinha. Outros partem direto para a barraca que tem panela de quinhapira, frito de peixe, moqueado. E uma fila no canto da quadra-praça começa a se formar do nada. É caxirí. Só não pode entrar na fila os menores. Depois do jantar começa a última programação da formatura. Essa não tem hora pra parar. Por isso, repasso a responsabilidade para os pais dos formandos. Todo é democrático. Em pouco tempo os “coordenadores” são escolhidos. Três pessoas que apresentam um “perfil” que corresponde a essa atividade: Ari (Arnaldo/São José), Fide (Fidelis/Loiro Poço) e Santy (Santiago/Maúa Cachoeira). É a Assembleia que decide o horário pra a festa parar. E eu, vou pra minha casa descansar, que ninguém é de ferro. Domingo, 16 de dezembro. Resta-me apenas mais um compromisso antes de deixar a escola. Uma conversa com os meninos que vão ficar durante a entre-etapa. Eu e Dzoodzo fazemos isso junto (Coordenador da escola do ano junto com o Presidente da ACEP).

Quase todos já foram. A escola está vazia. Só nós. Umas 10 pessoas ao todo. Os três que vão ficar terão E nós revezamos depois de cada três duplas que desce. E logo que aprender a gostar da solidão e do esquecimento. atrás de nós estão às barracas montadas pelos pais e dentro delas, Despedimo-nos dos que ficam. E o bongo começa a os mais variados tipos de comidas. Apenas esperando a hora descer levando tapas das águas pretas do Içana. chegar. Que chega, quando termina a entrega de certificados. Estamos voltando para nossas comunidades, matar a Agora a programação fica com os formandos. É hora do jantar da formatura! Correr para as barracas? N��o. Calma. Pra comer alguma “coisa” você precisa ter dinheiro. O que?! Calma. Não se preocupe. Não é Real. É pamhe. Uma moeda diferente e única no mundo. E só vale para comprar nas barracas da V Formatura da EIBC. Cada participante tem direito a um pamhe. Que vale três refeições. Bom né? Isso mesmo.

saudade da família. Em poucos minutos ficam para trás os meninos acenando como três silhuetas. Para mim e para muitos jovens que deixam a escola nesse ano, a Escola Pamáali é apenas uma boa lembrança. Recordação para a vida toda. Nela chegamos pequenos e saímos grandes. .

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Pitsiro Pamáali – Edição Especial

ACEP elegeu a nova Diretoria para próximos 4 anos (20132016). A V Assembleia Geral da Associação do Conselho da Escola Pamáali que antecedeu a V Formatura, que durou três dias, encerrou com a eleição da nova diretoria. Para os próximos quatro anos, a ACEP terá como diretores: Juvêncio da Silva Cardoso – Presidente; João Claudio – Tesoureiro e Erivaldo Macêdo Paiva – Secretário. O Conselho Fiscal será formado por: Roberto Paiva (comunidade Juivitera), Santiago Souza (comunidade Maúa Cachoeira), Roberto Miguel (Comunidade São José) e André Fernando (liderança Baniwa). Organização Indígena da Bacia do Içana elege André Fernando para presidente. Em uma ocasião da Assembleia da ACEP a Organização Indígena da Bacia do Içana – OIBI realizou uma Assembleia Extraordinária para a eleição da nova diretoria para os próximos anos. Antes da eleição, a diretoria da gestão 20092012 apresentou as principais dificuldades encontradas pela organização nos últimos anos. Diante dos discursos ouvidos as comunidades presentes (da abrangência da OIBI), deram suas palavras de contribuição, nas quais asseguraram da necessidade urgente da organização buscar meios para fortalecer. Pois, segundo eles, o mesmo se enfraqueceu muito na gestão que está encerrando. E ao mesmo tempo, apresentaram os nomes de possíveis candidatos para a eleição da nova diretoria. Todas as comunidades indicaram o André Fernando de forma unanime para “voltar” a dirigir a OIBI. Portanto, a diretoria da organização para os próximos quatro anos serão: André Fernando – Presidente; Mario Farias - Vice-Presidente; Edson Farias – Secretário. Para o cargo de Tesoureiro não foi “encontrado”, mas, o presidente eleito, pediu a Assembleia que ele mesmo conversasse com algumas pessoas para assumir a função. Após a eleição aplaudida pelo público presente, os novos diretores se comprometeram a todos que farão o melhor para fortalecer a organização e “retomar” as atividades que segundo eles ficaram paralisadas nos últimos anos. Os desafios para a gestão 20132016 não serão poucos. Mas, com a competência que a nova diretoria (que não é nova) carrega, é possível assegurar que ações e mudanças serão concretizadas nesses próximos anos.

PITSIRO PAMÁALI- EDIÇÃO ESPECIAL 2012 Edição e Texto: Raimundo M. Benjamim (rbaniwa@gmail.com/www.rbaniwa.wordpress.com) Fotos: Raimundo B. Benjamim|Juvêncio Cardoso |Clarinda Paiva Contatos: escolapamaali@gmail.com /WWW.pamaali.wordpress.com O boletim pode ser usado para fins educativos ou divulgação desde que a fonte seja citada.


Pitsiro Pamáali