RAUL LEAL
exposições
Somos todos Clarice Museu da República – Rio de Janeiro – RJ - 2017
Viagem a Petrópolis – aquarelas e desenhos em livro de artista - 2017
Ilhas Centro Cultural da Justiça Federal – Rio de Janeiro – RJ - 2015
Por ser um pintor da solidão e da incomunicabilidade que nos assola, talvez não seja um acaso Leal se interessar tanto por silhuetas. Apesar de sua aparência monolítica, elas são uma imagem que contém seu negativo, apontam para um estado de ausência, para algo que lhes foi suprimido. De mãos dadas com Mrs. Dalloway e com Virginia Woolf – a escritora também foi como um pássaro de olhos furados, que cantou alto, mas não suportou sua gaiola - , o artista expõe a dor das faltas e nosso estado de naufrágio. Das Ilhas, manda mensagens na garrafa, sem saber ao certo em que cais e em que tempo elas vão ser lidas. Daniela Name
Acrílica sobre tela – 125x150cm - 2015
Acrílica sobre tela – 200x134cm - 2015
Acrílica sobre tela – 200x134cm - 2015
Acrílica sobre tela – 150x205cm - 2015
Acrílica sobre tela – 160x105cm - 2015
Nada acabará nada ainda começou Museu da República – Rio de Janeiro – RJ - 2015
Levantar questões, abrir caminhos para se pensar estranhamentos e exclusões ao longo dos séculos são propostas desse artista cujas obras remetem ao mundo da música e suas expressões. Catulo da Paixão Cearense e Chiquinha Gonzaga nos salões do Palácio do Catete, nos primeiros anos do século passado: “expressão chula da nossa cultura”! Ernesto Nazareth numa apresentação para estudantes da rede pública, século XXI: “Inadequado”! Show “Tecnomacumba” em evento gospel, século XXI: “proibido”! O que torna cada uma dessas situações um momento de reflexão? Que paralelos existem entre elas e como podemos criar um novo começo a partir desses entendimentos? Isabel Samson Portella
Acrílica sobre tela – 70x70cm - 2015
Arte Londrina 4 Dap – Universidade Estadual de Londrina - PR - 2016
Como se não houvesse espera Centro Cultural da Justiça Federal – Rio de Janeiro – RJ - 2014
Em Cartas, Raul Leal apropria-se de imagens de ambientes vazios capturadas por webcams em sites de encontros, em geral após situações de exibicionismo ou mesmo sexo virtual. Essas cenas são elaboradas em desenhos delicados, sintéticos que explicitam apenas parcialmente o ambiente original. Enquanto alguns desenhos reduzem-se ao traço, outros assumem a configuração literal de cartas ao receberem trechos retirados da obra Ligações Perigosas de Chordelos de Laclos, além de dobras e vestígios de pingos de parafina, o que identifica tanto o processo de selar cartas, quanto uma prática sadomasoquista, ambas ações de natureza fetichista. O conjunto instalativo de Raul Leal concentra os desejos mais íntimos, construindo uma paisagem interior complexa e muitas vezes recalcada pelas normas sociais.
Ivair Reinaldim
Camp arte e diferença Galeria Cândido Portinari - UERJ – Rio de Janeiro – RJ - 2013
Na observação sobre ambientes destinados ao consumo, ao encontro, Raul Leal propõe-nos pinturas onde o alto contraste das imagens amalgama detalhes da arquitetura, plantas decorativas, paisagens e transeuntes. No Shopping Center, nos parques públicos, nas praças e jardins, vemos o ir e vir de personagens que substituem a castração pelo fetiche. Nas cores e tratamento da pintura, Raul deixa potente um caráter ornamental. A pintura explicita-se como um flash, um clarão. Em alguns momentos, nos vemos diante de uma única mancha, como um arranjo decorativo, em outros, percebemos o olhar através do ângulo fotográfico, do voyeurismo. Em tudo, a ilusão dos disfarces, das vitrines, do design. Marcelo Campos
Acrílica sobre tela – 150x145cm - 2013
Acrílica sobre tela – 150x145cm - 2013
O peso do branco Centro de exposições professor José Ismael - Guarulhos – SP – 2011
Tendo sido convidado para desenvolver o projeto curatorial desta mostra, decidi seguir um caminho que não é o do curador no sentido mais tradicional do termo. A minha postura sempre foi a de um mediador e, numa certa medida, um conselheiro. Buscamos então estabelecer uma relação de diálogo no qual a troca de experiências se fez fundamental para a realização do projeto. Foi então, a partir desse convívio de ideias, que surgiu o titulo "O peso do branco", bem como a escolha das obras apresentadas. Percebemos que havia, nos trabalhos, um certo vínculo que os ligava, apesar de transitarem em diversos meios de linguagem, como pintura, fotografia, desenho e escultura. Questões como vazio, silêncio, construção e demolição são recorrentes nas poéticas destes artistas. O espaço expositivo é ativado, e tudo, ressignificado. O binômio ausência/presença é fundamental na criação de camadas de sentidos e possibilidades O vazio aqui é pleno de significados. Efrain Almeida
Circubstâncias -Impressão digital sobre papel – 30x42cm cada - 2009
Um lugar provisóriamente habitado Amarelonegro arte contemporânea – Rio de Janeiro – RJ - 2011
Instalação com câmeras fotográficas, projeção de vídeo e pintura – dimensões variáveis - 2011
Novas aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand MAM – Rio de Janeiro – RJ - 2010
Acrílica e óleo sobre tela – 180x145 - 2010
Acrílica e óleo sobre tela - 160x125cm - 2010
Contraimagem Galeria de arte do IBEU – Rio de Janeiro – RJ - 2009
Acrílica sobre tela – 150x145cm - 2009
acrílica sobre tela – 200x150cm - 2009
Acrílica sobre tela – 200 x150cm - 2009
Acrílica sobre tela – 150x142cm - 2009
Contraluz Amarelonegro arte contemporânea – Rio de Janeiro – RJ - 2009
Óleo e acrílica sobre tela – 145x150cm - 2009
Acrílica sobre tela – 175x145 - 2009
Acrílica e óleo sobre tela – 145x150cm - 2009
Acrílica sobre tela – 158x130 - 2009
Acrílica sobre tela – 158x130 - 2009
Novíssimos Galeria de arte do IBEU – Rio de Janeiro – RJ - 2008
óleo sobre tela – 150x147 - 2008
Acrílica sobre tela – 150x110cm - 2008
Processos Escola de artes visuais do parque Lage – Rio de Janeiro – RJ - 2008
Óleo sobre tela – 150xx145cm - 2008
Acrílica sobre tela – 175x140cm - 2008