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Fernando de Noronha

Thalia Moura Karem Larissa


A História da Ilha de Fernando de Noronha A ilha, ao ter sido descoberta pelo reino de Portugal, foi designada de Ilha de São João da Quaresma, provavelmente por Gaspar de Lemos, em 1500, ou por uma expedição da qual Duarte Leite erroneamente terá atribuído o comando a Fernão de Noronha, realizada em 1501–1502. Porém o primeiro a descrevê-la foi Américo Vespúcio, que tomou parte na expedição de Gonçalo Coelho.


O fato de já ser chamada Ilha de Fernão de Noronha por Frei Vicente do Salvador[2], tal como hoje é conhecida, está justificado por provir do nome do primeiro proprietário da capitania hereditária, Fernão de Noronha ou Fernão de Loronha, após doação de D. Manuel I em 16 de fevereiro de 1504. O arquipélago foi invadido algumas vezes, nomeadamente em 1534 por ingleses, de 1556 até 1612 por franceses, em 1628 e 1635 pelos holandeses, voltando ao controle português em 1700, para ser novamente conquistada pelos franceses em 1736 e definitivamente ocupada pelos portugueses em 1737.


Espécies Marinhas de Fernando de Noronha A beleza cênica do arquipélago é incrementada com lendas

e estranhas histórias. Um lugar mágico que um dia serviu como um presídio. Do passado restam construções históricas e alguns mistérios. Mas o tempo parece correr em outro ritmo. Ora na calma das águas claras que revelam um mundo marinho incrível, ora na agitação do mar de ondas fortes e no vôo rasante das aves. Isolado no Oceano Atlântico, mais do que fora do tempo, Noronha é um lugar fora do comum. Criado em 1988, com 11.270 hectares, o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha guarda uma riqueza submarina que faz do arquipélago um dos melhores pontos de mergulho do Brasil. Além da beleza natural, construções históricas contam um pouco de seu interessante passado, marcado pela cobiça de invasores franceses. Golfinhos e tartarugas marinhas, e águas que chegam a 50m de visibilidade são um convite para um deslumbrante paraíso ecológico.


Especies de Corais Um recife de coral, sob o ponto de vista geomorfológico, é uma estrutura rochosa, rígida, resistente à ação das ondas e correntes marinhas, e construída por organismos marinhos portadores de esqueleto calcário (Leão, 1994). Em geral, os recifes de coral ocorrem em águas rasas, quentes e claras (Thurman, 1997). Portanto, são encontrados em mais de 100 países e territórios através dos trópicos. Sua beleza é lendária e sua importância, indiscutível, por se tratar do ecossistema mais diverso dos mares e por concentrar, globalmente, a maior densidade de biodiversidade de todos ambientes marinhos (Hogdson, 1996; Adey, 2000). Estimativas indicam que, em nível mundial, os recifes de coral contribuem com quase 375 bilhões em bens e serviços, por meio de atividades como pesca, turismo e proteção costeira (Wilkinson, 2002).


Fauna de Fernando de Noronha A maior diversidade de Noronha está nas mais de 230 espécies de peixes e 15 de corais que vivem em seu mar. Outras espécies comuns são os tubarões, as tartarugas marinhas e os golfinhos rotadores, que são o objeto de estudo e de preservação de um projeto de preservação do Ibama. Aves migratórias também são constantes nas ilhas, como fragatas, viuvinhas e o rabo-de-junco.


Flora de Fernando de Noronha Há grande quantidade de arbustos espinhosos e cactáceas, devido ao relevo pedregoso e longos períodos de estiagem. No passado, havia diversas formações de Mata Atlântica, que foi devastada na época em que as ilhas eram um presídio.


UTEC Largo Dom Luís

Telemática e Cidadania

Sob orientação da Professora Fernanda Antunes

Curso 130 - Turma 760

Fernando de Noronha  

Livro criado pelas alunas Thalia Moura e Karem Larissa durante o curso de Telamática e Cidadania na UTEC Largo Dom Luís. [Outubro/2011]

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