Número 163 | Março 2022
n MENSAGEM PRA VOCÊ
A gente se vê!
Olá, pessoal! É hora de dizer tchau e, admito, não será fácil. Nem pra mim, nem pra nenhum gestor que tenha – como eu – vivido 22 anos numa empresa fazendo o que realmente gosta e com muito prazer. Ao chegar à Coop em 2001, vindo de uma carreira de 19 anos na indústria, me encantei e me encontrei no varejo. Não apenas pelo dinamismo da operação, mas também pela forte conexão que se tem com pessoas, ainda mais numa empresa cooperativa, regida por valores humanos tão cativantes. Mas o avançar da idade vai pedindo menos desafios e mais leveza na rotina diária. Deixo a Coop no dia 31 com um sentimento misto de realização profissional, de crescimento pessoal e de agradecimento a todos. Aqui muito aprendi e daqui
levo momentos inesquecíveis vividos com as equipes e cooperados no ambiente das lojas. Decidi reduzir meu
volume de trabalho pensando em qualidade de vida. Afinal, são 44 anos de carreira profissional, e, nos últimos 22, tive o privilégio de estar numa empresa com um time guerreiro que nunca fez, nem por um instante, me arrepender de ter trocado de profissão. Não vou aposentar as chuteiras, não. Apenas colocar o pé no freio, deixando no meu lugar o Pedro Mattos acelerando a Coop. A gente se vê por aí! Marcio Valle, Presidente Executivo Foto: Maurício Taboni
ELOGIOS
Surpreender não requer atitudes miraoperadora Cleia Mara Souza de Brito bolantes. Dar atenção total ao cliente, Cardoso e o abastecedor Jhones das Necomo fez a atendente Gisele Midori Yasves Barbosa. “Nota mil pra eles”. Na hora suda, da drogaria ID, tem retorno dos de tirar alguma dúvida, Fernanda Souza mais positivos. “Ela foi sensacional”, agravai procurar a Maria da Glória Silva Alves dece a cooperada Elizamar Feitosa. A Mota, da PB. “Ela é solícita e simpática”. Já forma educada com que a Amanda Crisa Ludimila Aparecida Barbosa da Silva, da tina Silva de Melo, da padaria GP, atenUT, encantou o cooperado Douglas Olideu Vera Lúcia de Oliveira também fez a veira ao repor o produto que estava em Amanda Cristina,da GP. diferença. Pelo mesmo motivo, o coopefalta na prateleira. A Rosa Alice Melo Reis rado Leonardo Camara rasgou elogios ao preparador de Alves, da drogaria Visconde, ganhou a simpatia de Décarne Luis Felipe de Souza, da MB. Na Novo Horizonte, bora Parente ao informar que o medicamento tinha desJonas Régis Barbosa disse ter se surpreendido com a conto do laboratório.
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Nossa Coop REVISTA
Jornalista responsável: Camila Bolivar
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Textos: Ivanilde Sitta Edição de arte: Rubens Justo
Publicação destinada aos colaboradores da Coop.
n NOSSA ESSÊNCIA
Conquistas femininas São inúmeras, ainda assim há muita luta pela frente para a igualdade de gênero prevalecer. Ilustração: Shutterstock
Até 1934, a mulher brasileira não tinha direito de votar nas eleições, nem de entrar no mercado de trabalho sem o consentimento do marido. Foi só em 1962, com a criação do Estatuto da Mulher Casada, que elas garantiram a liberdade de decidir por trabalhar fora do lar sem pedir licença pra ninguém, como também asseguraram o direito à herança e o de pedir a guarda dos filhos em casos de separação. Por aí já dá pra perceber o avanço do sexo feminino, só que nada caiu do céu ou foi garantido de bandeja. Tais conquistas e outras mais foram fruto de movimentos feministas
ao longo da história pela igualdade entre homens e mulheres, condição ainda não alcançada por completo. É a isso que a gente vem dar luz em nosso circuito de diversidade, aproveitando o Dia da Mulher, festejado em 8 de março, para conscientizar sobre a necessidade de abolir atitudes preconceituosas dentro e fora da Cooperativa, ainda que sejam em tom de brincadeira.
ACIMA DE TUDO, RESPEITO
De tão arraigados que estão na cultura, vieses inconscientes dão as caras no ambiente corporativo com expressões que desvalorizam a com-
petência da mulher, como “deve estar saindo com o chefe”, em referência à ascensão profissional da colega de trabalho. Ou, então, “ela está de TPM”, como se homem também não acordasse de pé esquerdo vez ou outra e demonstrasse sua irritação. Até na forma de elogiá-las pelo bom desempenho num projeto, por exemplo, a discriminação costuma ser clara e direta com a convencional frase “ela foi muito macho”. Se você já deu voz a comentários assim, mesmo sem intenção de agressão, fique atento daqui pra frente. Até porque tudo começa pelo respeito.
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n NOSSAS PESSOAS
Da chegada à partida Marcio Valle encerra seu ciclo de 9 anos na presidência executiva deixando grandes marcos na história da Coop. Apesar de sua decisão ter pego a gente de surpresa, não é de agora que Valle vem se preparando para a troca de gestão. A chegada de Pedro Mattos em 2017 para ocupar a diretoria executiva de Administração, Finanças & CDO já previa uma futura transição sem data marcada para acontecer. Só que o momento chegou. No próximo dia 31, Marcio Francisco Blanco do Valle, que respira Coop há quase 22 anos, passa o comando de presidente executivo, posição exercida nos últimos 9 anos, para Pedro Luiz Ferreira de Mattos dar continuidade à visão estratégica da maior cooperativa de consumo da América Latina. Despedida? Valle prefere dizer “até logo”, já que continuará a exercer seu “mandato” de cooperado que não tem data de validade para terminar. “Deixo a Coop como gestor, mas minha fidelidade de consumidor ativo, que vem desde 1983, será mantida”, garante. Dessa forma, ainda que sem crachá no peito, continuará contribuindo (como
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Encontro com os sócios-fundadores:
todos os cooperados ativos) para que nossa marca ganhe cada vez mais relevância no mercado. Uma missão da qual ele participa ativamente desde que chegou aqui na virada do milênio para ser vice-presidente, embora já vestisse a camisa Coop desde 1996 como membro do conselho de administração. Na posição de presidente executivo, conduziu projetos estruturantes dos mais importantes para a evolução da Coop (veja matéria), entre eles, um movimento de expansão das drogarias jamais visto na história da Cooperativa.
“Nada fiz sozinho, sempre contei com um time guerreiro e cooperativo, que entrega seus corações e mentes na execução de qualquer desafio”, frisa, acrescentando: “se temos resultados positivos é sinal de que todos compraram a ideia e se sentem realizados, assim como estou”. Dizer adeus ou mesmo até logo às pessoas com quem conviveu por mais de um terço de sua vida de 63 anos não deve ser fácil. Só que para entrar na Coop, Marcio também precisou tomar uma deisão das mais desafiadoras de è sua vida profissional.
Marcio Valle e Pedro Mattos: transição tranquila.
Entrega do cheque a uma das entidades sociais beneficiadas pela Coop.
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n NOSSAS PESSOAS
TROCA DE PROFISSÃO Formado em Engenharia Química, ele já havia construído uma carreira sólida e bem-sucedida de 19 anos no grupo Rhodia quando, em 2000, foi convidado para atuar no varejo como vice-presidente da Coop. Entre aceitar ou não o convite, feito na época por Antonio José Monte, presidente do Conselho de Administração, foram seis meses para processar a ideia de trocar de profissão, até finalmente aceitar a proposta. “De lá para cá, em nenhum momento me arrependi da escolha pela Coop”, admite. Pelo contrário. Ao vivenciar o dia a dia da operação nas lojas, o engenheiro acabou se encantando com o dinamismo do varejo e com o modelo do negócio cooperativista e foi buscar especialização, descobrindo uma riqueza de técnicas, conceitos e tecnologias que movimentam o comércio varejista. Não só isso. Adentrou o universo cooperativista de corpo e alma, tanto que hoje é presidente da Cooperativa Central de Consumo - COOPBRASIL, presidente do Conselho de Administração do Sicoob Crediconsumo, cooperativa de crédito, além de conselheiro da Central das Cooperativas de Crédito do Estado de São Paulo. Atua também na co-
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Homenagem da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em 2018, às 20 maiores empresas do ramo supermercadista.
Com os sócios-fundadores e o prefeito Paulo Serra, de Santo André, na inauguração da Giovanni Pirelli.
ordenação do Conselho Nacional do Ramo Consumo da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e como diretor do ramo Consumo no Conselho Diretor da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (OCESP). Dessa experiência toda na Coop e no mundo cooperativista, uma certeza. “Acredito no poder da cooperação, que pode
mudar tudo ao nosso redor, inclusive o futuro. Mudou o meu, a partir do momento em que pisei na cooperativa”, destaca Valle, sem intenção de pendurar as chuteiras profissionalmente, já que pretende manter sua agenda de compromissos com as entidades cooperativistas e possíveis consultorias. “Tenho saúde, disposição e experiência para compartilhar”.
Dia D
Ao passar o bastão para o seu sucessor no dia 31, Marcio entrega também sua confiança e torcida no sucesso de Pedro Mattos no comando da presidência executiva, até porque ele ocupa a diretoria executiva há 5 anos, além de já ter atuado coFormatura de uma das turmas de farmacêuticos no curso de pós-graduação em Farmácia Clínica e Prescrição Farmacêutica. mo conselheiro da Coop desde 2001 em diferentes mandatos. “Deixo a Coop em boas mãos. Mattos é um economista experiente e dono de uma visão objetiva e estruturada e tomada de decisão pautada no equilíbrio e serenidade”, elogia. Marcio Valle a projeta um cenário futuro próximo bem otimista, com a Coop consolidada no ambiente digital, diversificada em vários formatos no neFesta dos aniversariantes do mês do Centro Administrativo. gócio Supermercado e com a drogaria mantendo seu ritmo veloz de crescimento. Além de dotada de outras inovações e modernizações alinhadas às tendências do mercado que devem surgir nos próximos anos. “Nessa evolução toda, tenho certeza de que a cooperativa manterá sua fidelidade aos valores e princípios cooperativos como tem sido até è Integrante do grupo Ocesp/Sescoop em viagem a Roma, em 2019 hoje”, pontua.
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Passos na jornada
Ao fechar seu ciclo na presidência, Marcio deixa vários projetos engatilhados, como o da plataforma de ecommerce, que está sendo criada e alinhada ao que se faz de melhor hoje no mercado. No balanço de seus 9 anos como gestor, deixa sua marca impressa no faturamento, que cresceu de R$ 1,9 bilhão, em 2013, para R$ 2,4 bilhões, em 2021, na conquista de 530 mil novos cooperados na última década e na expansão acelerada do negócio Drogaria ao apostar na abertura de drogarias externas. Além de multiplicar o número de unidades, entre internas e externas, Valle levou a marca Coop de 11 para 23 cidades do estado de São Paulo,
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algumas distantes, como Presidente Prudente e Ribeirão Preto. Sem contar a inauguração de 4 novas lojas de supermercados: em Tatuí, Santo André, São Bernardo e Ribeirão Pires. Expansão que exigiu o investimento em projetos de grande envergadura para sustentar o crescimento da Cooperativa, entre eles:
n Migração do Centro de Distribuição Utinga, em Santo André, para um condomínio logístico, em São Bernardo, com capacidade de armazenamento 48% superior em comparação ao endereço anterior. nImplantação do Sistema Integrado de Gestão SAP S/4 HANA, tecnolo-
gia das mais modernas que entrega maior velocidade e qualidade às operações digitais em todos os setores. n Aperfeiçoamento da cultura organizacional, projeto imprescindível para o sucesso do planejamento estratégico ao trazer o Nosso Jeito de Ser e de Fazer. n Atualização da plataforma de marca, com arquitetura adequada para atender aos dois negócios. n Implantação da tecnologia de Auto Caixa, que permite aos cooperados pagarem suas compras sem apoio dos operadores de caixa. n Modernização de todas as unidades de supermercado já instaladas.
n NOSSO DIA A DIA
De cara nova O Coop Fácil virou Cartão Coop, ganhou novo visual, mas continua conveniente como sempre. Nossa nova identidade visual, lançada em outubro de 2020, tem se materializado a cada dia na organização. A bola da vez é o nosso cartão de crédito, relançado com novo nome e cor, porém, preservando a anuidade grátis para colaboradores e todo seu leque de benefícios e atrativos. A partir de agora, chama-se Cartão Coop e vem estampado nas cores azul e vermelha, trazendo a modernidade da revitalização de marca da Cooperativa. Disponível nas bandeiras Elo Mais e Visa Gold, o Cartão Coop é fruto de uma parceria de 16 anos com o Banco Bradescard para fazer chegar até você uma série de vantagens. Entre elas, descontos exclusivos na rede Coop, que prometem ficar ainda mais atrativos, segundo adianta Daniel Spirandelli Medeiros, analista da área de Produtos Financeiros. Pode ser utilizado dentro e fora da Coop, como também no comercio eletrônico, e conta com app para consulta de saldo, emissão de segunda via de fatura e para consultar o melhor dia para fazer suas compras, entre outras facilidades. Além de até 40 dias para efetuar o pagamento da fatura, o Cartão Coop proporciona descontos em diversas lojas no site do Bradescard e
Para adquirir o Cartão Coop, os interessados podem fazer a solicitação de forma digital, acessando https://vendaonline.bradescard.com.br/ ou com os promotores nos supermercados Coop. ainda 50% de desconto no Cinemark. Sem contar o parcelamento em até 4 vezes sem juros nas aquisições de produtos em todas as lojas de supermercado, 6 vezes sem juros nas compras de medicamentos, 12 vezes sem juros nos setores de eletro, bazar, têxtil e dermocosméticos ou até 24
vezes fixas, com juros acrescidos, nas aquisições de eletro, bazar e têxtil. Spirandelli diz que o sucesso do Cartão Coop está nos benefícios oferecidos e também na sua essência de que o cooperado precisa ter o crédito necessário para suas compras e não para endividamento.
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n NOSSA ESSÊNCIA
Antecipar é economizar Os medicamentos vão ficar mais caros a partir de abril. Quem puder adquirir antes da alta, sai ganhando.
Todos os anos, no mês de abril, a indústria farmacêutica aplica o percentual de reajuste nos preços dos medicamentos definido pelo governo federal por meio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). O reajuste é um teto de cobrança permitido que eleva o preço cobrado pelos distribuidores e, por tabela, os praticados pelas farmácias ao consumidor final. Nem todo mundo sabe dessa prática anual de rea-
n NOSSAS PESSOAS
juste e, assim como a gente lança mão da transparência para que você não seja surpreendido em abril, Caetano Sampaio, coordenador de compras, orienta o pessoal de nossas drogarias a avisar os cooperados e clientes sobre o aumento de preço que vem por aí. Assim eles podem sair lucrando ao antecipar a compra dos medicamentos que fazem uso contínuo. Nesse caso, cooperar faz bem pro bolso.
Senso de urgência
É responder de forma ágil e assertiva aos desafios e também aos imprevistos no dia a dia da operação. Quem fez valer esse pilar do Nosso Jeito de Ser e de Fazer foi a equipe da Joana Angélica diante de um breve incidente ocorrido no dia 18 de fevereiro por conta de um curto-circuito numa das lâmpadas da área de atendimento. A agilidade na toma-
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da de decisão para garantir a segurança dos colaboradores, clientes e comunidade foi impecável e reconhecida com um café da manhã oferecido pelo diretor executivo do Negócio Supermercado, Eduardo Santos, como forma de agradecimento à conduta dos brigadistas e integrantes da CIPA.
NOSSA GENTE
O violinista
Nascido em Tatuí, cidade da música, João Vitor Santiago Lázaro arrasa com o instrumento de cordas.
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Foto: arquivo pessoal
le faz bonito também com a flauta doce, o primeiro instrumento que aprendeu a tocar na escola, aos 7 anos de idade. Mas, aos 10 anos, quando posicionou um violino em seu ombro esquerdo e começou a friccionar o arco nas cordas, aí, sim, o auxiliar de tesouraria da loja Onze de Agosto percebeu que esse seria seu parceiro musical. “Fiquei encantado pelo som do instrumento e decidi estudar para dominar a arte”, recorda. João Vitor garantiu uma vaga de aluno bolsista no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos, em Tatuí, onde estudou durante três anos e que lhe abriu caminho para apresentações em público como integrante da orquestra sinfônica infantojuvenil. Sua estreia nos palcos, em 2014, foi no Teatro Municipal Procópio Ferreira, para uma plateia de mais de 200 pessoas. “O reconhecimento vindo dos aplausos me motivou a avançar mais”, admite.
HORA DA ESCOLHA Fã do famoso violinista Jasha Heifetz pelo completo domínio das técnicas, João Vitor diz gostar de tocar o Concerto Número 5 para Violino, de Mozart, por causa da melodia marcante, clareza e contrastes. “Mas gosto também de tocar músicas atuais de bandas famosas de todos os gêneros”, explica, acrescentando que uma das apresentações que mais o marcaram até OLHA EU AQUI! Nossos colaboradores surpreendem, não é mesmo? Agora, a gente quer conhecer a sua história. Para tanto,
Foto: Maurício Taboni
agora foi a de 2019, quando tocou no Festival de Inverno de Campos do Jordão com a orquestra sinfônica do conservatório de Tatuí. “Era o meu grande sonho”, destaca. Hoje, João Vitor já não está presente nos palcos, pois centralizou seu foco para o profissional ao engatar o curso de Gestão de Negócios na Uninter. “Porém, realizei outro grande sonho, que é trabalhar na Coop, empresa onde todo tatuiano quer entrar”, revela. E o violino? “Continua presente na minha vida, como meu café da manhã de todo dia”, responde o colaborador, que está com a gente há um ano e oito meses e quer ficar por muito mais tempo. mande um e-mail para comunicacao@coopsp.coop.br ou envie uma mensagem para (11) 94105-5742. Sua história pode ser a próxima.
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