o popular
Ano XIII nº 632 - Vale do Paraíba/SP, 05 de novembro de 2011
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Serviço precário e descumprimento de contrato é a marca do transporte público em Lorena Incapaz e conivente com a situação, Secretário de Trânsito foi desautorizado publicamente após prometer rever preço de passagem
Estréia do Estrangulador de bonecas é sucesso
O produtor José Nicodemus, o diretor Jorge Nicoli e o elenco. “Um misto de suspense/ drama com pitadas de humor neNesta sexta-feira (04) o gro. A trilha sonora é muito boa. filme “O Estrangulador de Bone- A ambiguidade do Ser humano é cas” estreou, na Casa da Cultura o destaque da história resultante de Lorena. Na sala de projeção da feliz parceria de Nicodemos e todos os quarenta lugares esta- Nicoli no filme “O Estrangulador vam ocupados o que obrigou a re- de Bonecas”. Vale conhecer, o filme proalização de uma segunda sessão. porciona bons questionamentos O colunista do POP, Joel e boas discussões. Confira e tire B. Ramos esteve presente a passa suas conclusões. Parabéns aos aqui em primeira mão suas imrealizadores”. pressões sobre o filme. Luciano Meira Lorena
Palhaço Picolé distribui alegria e encanta crianças lorenenses
O homem por detrás do nariz vermelho compartilha sua história página 7
O palhaço Picolé
Padaria São José comemora 50 anos
Na segunda-feira (31/10) a tradicional Padaria São José, localizada na Rua Barão da Bocaina, 257, Centro, comemorou 50 anos. página 8
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Clube Comercial agora é estabelecimento credenciado Metodologia Gustavo Borges página 8
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Então tá! por Regina Paula da Rocha Faria De boas intenções o inferno está cheio Bernardo de Clairvaux Pelo menos nos últimos 30 anos, as esperanças de ver o desenvolvimento de Lorena deslanchar têm sido frustradas. A cidade parou no tempo e as poucas mudanças que ocorreram, em sua maioria, não foram decorrentes da ação do governo municipal, são fruto da iniciativa particular, dos cidadãos que ainda não desistiram de investir na cidade em que vivem. E ficar parado no tempo é retroceder. Os anos de desgoverno do ex prefeito cassado, queiramos ou não, ainda serão lembrados por pelo menos umas duas décadas, não pelos benefícios que promoveu, mas pela ineficiência, omissão e incompetência. Após 7 anos em que esteve à frente da Prefeitura, o ex prefeito deixou o saldo de sua desorganização e falta de talento para administrar. No início do seu primeiro mandato houve um ensaio de boas iniciativas, havia o respaldo de sua expressiva votação e nos dois mandatos sempre teve a seu favor a maioria na Câmara. Este período se caracterizou pela alta rotatividade dos ocupantes dos cargos do 1º escalão, com um verdadeiro troca-troca, devido principalmente a escolhas inadequadas, falta de liderança, de planejamento e de metas. Sem dizer das fofocas e das intrigas que jogavam uns contra os outros, deixando um clima péssimo e que mais parecia um ninho de cobras. O setor da Saúde, que se esperava fosse ‘a menina dos olhos’ do ex prefeito, afundou com fechamento de postos, falta de médicos, falta de remédios e péssimo atendimento. No setor da Educação, o prêmio recebido e tão propalado, soube-se depois que foi comprado. As escolas ficaram sem qualquer manutenção, os alunos sem uniforme, sem merenda decente, sem material escolar e os professores sem receber a verba do FUNDEB e sem as garantias da CLT e do FGTS, pois passaram a ser estatutários. É preciso pensar no futuro, mas os efeitos dessa péssima administração estão presentes e ainda serão sentidos por muito tempo. Os danos ao patrimônio municipal são incalculáveis. O abandono de bens públicos como a Água do Barão, o Mercadão, o Cemitério, as praças e todo o equipamento público que não foi conservado e que está deteriorando, tudo isso soma um prejuízo muito grande, tanto material, como social, pois a população ficou privada de usufruir de locais com instalações dignas e adequadas. Já se sabe que verbas foram desviadas, como da Feira de Turismo; ou desapareceram, como a que se destinava à reforma do Mercadão e à pavimentação do Parque das Rodovias. Mas, infelizmente, não é só isso. A falta de seriedade, de compromisso, a irresponsabilidade e o despreparo para gerir o bem público acarretarão prejuízos que serão sentidos ainda por muitos anos. São prazos que foram perdidos, documentos que não foram enviados, verbas que foram perdidas, contratos que não foram renovados. Com o tempo estaremos conhecendo o tamanho do estrago que nos legou o ex prefeito cassado, que no seu segundo mandato dava vários sinais de que havia se cansado do cargo, como criança que enjoa do brinquedo. Só boas intenções não são suficientes e podem levar a fracassos tremendos. E se não aprendemos com o passado, corremos o risco de repetir os mesmos erros no futuro. Mesmo que em política, a escolha seja sempre pelo mal menor, a responsabilidade do eleitor é enorme. E somos todos nós que sofremos as consequências de uma má escolha. Por isso, é preciso começar a analisar desde já os pré-candidatos. Quem você escolheria para administrar os seus bens e a sua casa? A quem você confiaria essa tarefa? A cidade nos pertence e para administrá-la precisamos eleger quem tem capacidade de gerir, tem projetos de crescimento, tem caráter e respeito pelo dinheiro público. Está difícil? Pelo menos podemos não eleger de novo aquele que decepcionar. Mesmo por que “os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão”. (Eça de Queiroz)
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EXPEDIENTE
Gazeta do Vale Diretor e Jornalista Responsável Luciano Augusto de Meira Leite - MTB/SP:34.952 Registrado no CRCPJCL CNPJ: 04.319.396/0001-95 Inscrição Municipal 21072 Rua Dom Bosco, 124, apto. 3 Lorena - SP - CEP 12600-100 contato@popdovale.com.br www.popdovale.com.br
cidades
Tá na fita por Plínio Figueira Zé Bobinho uai Pagar R$ 2,50 para andar em õnibus velho, sujos e pior com os funcionários reclamlando de direitos trabalhistas. Acorda Pazzini, já basta o Palmeiras que está abaixo do sofrível. UPA A Professora Miriam está de parabéns pelo trabalho a frente da UPA. Uma vez por mês, de manhã, domingo de pizza lá no Rotary Clube. Está indo muito bem, pois a campanha é muito simpática e honesta. Continue trabalhando cuidando dos cachorrinhos. Choppiano e Engenho Guerreiro e esposa, em noites de lazer recebendo uma comitiva de colegas da Aeronáutica, entre eles a Sub Oficial do Cassino dos Oficiais, com muita elegância e simpatia Os visitantes gostaram muito do ambiente lá no Choppiano e do repertório da Banda Musical Art. No sábado, lá no Engenho o Robertinho Cabral e esposa, ele ex-mascote da Fanfarra do Colégio São Joaquim, hoje empresário bem sucedido, era só alegria. Doutor Wilson e esposa, estamos sentindo a falta do casal na pista de dança. Mafuzetes O vereador Mafú com suas três mafuzetes, muito animado ao som da Banda Musical Art na noite de sexta no Choppiano. No final animação total com o ritmo de escola de samba. O outro lado... Foi muito feliz o Vereador Mafú que apresentou solicitação da instalação dos setores de hemodialise e oncologia na Santa Casa. Isto é muito positivo para a cidade. Agora falta trabalhar junto ao governador, quem sabe marcar uma audiência em conjunto, vereadores e prefeito. Parabéns vereador, aí teremos atendimento até para os funcionários da USP. Pereirona Trabalhando muito bem, encarando o seu papel numa boa, só falta a produção colocar tinta, graxa, massa de cimento, etc. no seu macacão, pois ela faz de tudo e não suja o uniforme. Palavra de um eletricista para este colunista. Presidenta continue firme Na Europa a coisa desmoronou novamente e, aqui no Brasil continuamos firmes, pois temos comando. Lula o maior líder político do Brasil, estamos torcendo por você e, com certeza Deus não lhe faltará nesta hora. Você é mais forte do que imagina. Parabéns a Presidenta Dilma que já foi visitar seu padrinho político. Nossos votos de pronto restabelecimento. Doença eterna As experiências anteriores não recomendam continuar terceirizando o Pronto Socorro e Postos de Saúde dos bairros, entretanto já esqueceram do prejuízo que a Sollus deu para a Prefeitura. Dizem que o rombo aconteceu, porém até agora não sabemos para onde foi o dinheiro. A firma atual tem experiência anterior nesse tipo de serviço? Se tem, aonde adquiriu, em que cidades? Seus sócios tem experiência no ramo? Só falta a Prefeitura errar e assinar novamente as carteiras de trabalho junto com o representante da firma, ou seja igual o que aconteceu com a Sollus. Confraria Sem Nome A turma do chopp que fica logo no sábado de manhã e depois continuam até altas horas, terminando sempre no Choppiano .Waldir é o confrade líder. Trabalhador Nosso atleta Ratinho do Flamenguinho está também como free lance da D’Gusta Lanches e Espetinhos, lá na Oswaldo Aranha. Nova direção tendo grnde variedade de boa qualidade. Tem o sanduichão que o Ratinho entrega em domicilio. Aí amigão você é cara do bem e sua esposa Tatiana também.
Vox populi por Pe. Rivelino Nogueira
“Tempo do Advento: Tempo de recomeçar” No início do tempo do advento é preciso que recomecemos nossas vidas. É preciso repensar o que fizemos durante o ano, é preciso analisar nossas vidas. Muitos fatos marcaram nossas vidas durante este ano e por isto devemos com muita franqueza no coração olharmos para a Sagrada Família e pedir para que José e Maria intercedam por nós e nossas famílias para que possamos abrir nossa casa para a chegada do menino Jesus. O tempo do advento, que significa chegada, começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha, tinha caráter ascético com jejum, abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos. Só mais tarde é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica. Surgido na Igreja Católica, este tempo passou também para as igrejas reformadas, em particular à Anglicana, à Luterana, e à Metodista, dentre várias outras. A igreja Ortodoxa tem um período de quarenta dias de jejum em preparação ao Natal. O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15). O Advento recorda também o Deus da Revelação. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no “dia do Senhor”, no final dos tempos.
Até quando? Em destaque na mídia, e cada vez com maior evidência, os absurdos no trânsito, vem tirando a vida de muitos inocentes. Na maioria das vezes, bêbados sem nenhuma responsabilidade, são os causadores de grandes tragédias para muitas famílias. Programas para a redução de acidentes tanto do governo como também de organizações, mostram a preocupação quanto ao aumento dos índices de acidentes de trânsito. Nos revoltamos com alguns dos absurdos de nossas leis, que protegem nossos bêbados condutores, que não são obrigados a fazer o exame do bafômetro. Mas parece que isto deve mudar, a partir de um entendimento de decisão da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, que define dirigir com concentração de álcool por litro, será considerado crime agora. E a pena para quem for pego embriagado dirigindo, varia de 6 meses a três anos de detenção, multa e suspensão da habilitação para dirigir. Uma coleta de assinaturas na Internet para mudar a lei que pune motoristas bêbados causadores de acidente, criada por Rafael Baltresca, que perdeu a irmã e a mãe em um acidente, onde um motorista em alta velocidade e bêbado, atropelou as duas na calçada em São Paulo, vem rapidamente ganhando o apoio de nossa população. Com cerca
Fernando Romeiro
de 118 mil assinaturas, Rafael em seu site: www.naofoiacidente.com.br necessita atingir 1,3 milhão. Para ajudar nesta coleta, acesse o site acima para que suas propostas sejam realmente levadas a sério. No entendimento dessa mudança, os motoristas não devem ser julgados por homicídio culposo (sem intenção de matar), e com isso ir para cadeia. Esta e muitas outras leis precisam ser alteradas e tratadas com mais rigidez. Pois atitudes insanas de muitos que brincam com a vida de pessoas inocentes, devem ser combatidas. Vamos dar um basta nesses assassinos de quatro rodas. Luiz Fernando Romeiro Reis é apresentador do Programa Fernando Romeiro Até Você, que vai ao ar todos os sábados das onze ao meio dia pela Rádio Cultura de Lorena, AM 1460 ou pela Internet no endereço www. radiocultura1460.com.br
política
Contraponto
por Luciano Meira
Ajeitando a carga Com a desistência da pré-candidata Marietta Bartelega, os demais pré-candidatos começam a fazer suas contas, e medem o tamanho das carrocerias de suas campanhas para ajeitar o PMDB. Rei morto, rei posto Tucanos da região estarão reunidos no Clube Comercial de Lorena a convite do deputado estadual Hélio Nishimoto (PSDB). A idéia é desde já fechar apoios cruzados entre os candidatos da região e o deputado, na base do eu te ajudo agora e você me ajuda depois. Só esqueceram de convidar o Samuel Moreira, que até pouco tempo atrás era o queridinho do ninho lorenense. Efeito colateral A mudança de preferência tucana pode ser creditada a saída do vereador Marcelo Alvarenga que partiu do PSDB para o PSD, que sempre cultivou boas relações com Samuel Moreira. Efeito colateral II Sem Marietta Bartelega, o ex-prefeito Aloísio Vieira e suas viúvas procuram desesperadamente uma candidatura para encostar. Pela culatra Aquele vereador que havia filiado a esposa no PMDB, para ser usada como plano “B”, agora sem a cabeça de chapa irá manter-se na base ou parte para carreira solo? Grande festa Para comemorar o aniversário do Dé da Funerária, o Marquinhos da Colchoaria Ramos convida todos para um nababesco churrasco em local ainda a ser definido. Virado para lua Até pouco tempo antes do fechamento da janela partidária, o empresário JC era o preferido para ocupar a vaga de vice na chapa de Marietta Bartelega (PMDB). Homem de sorte, JC manteve-se filiado ao PPS e livrou-se do susto. Mais rápido que tatu de kichute Sales Chicão está andando mais que notícia ruim, e já desponta na corrida entre os pintinhos do Galão (PTB). Colhendo dividendos Após a ideia de jerico de transformar a Av. Sete de Setembro em mão única, Gigi (PT), que posicionou-se contrariamente a idéia, vem sendo reconhecida como a alternativa mais inteligente para o bairro da Cruz. No lucro Sylvinho Ballerini (PP), deverá ser o maior beneficiado com a saída de Marietta Bartelega da disputa. Segundo seus correligionários falta agora ele sair do isolamento e, partir para uma política de alianças mais agressiva. Fazendo as contas Com nove partidos em sua base de apoio, o vereador Élcio Vieira Junior (PV) deverá partir agora para o “olhos nos olhos” com João Bosco Romeiro e o PMDB, com a finalidade de arredondar o número para dez. O pensador Depois de haver sido confirmado no cargo de cabo eleitoral do Tão (PR), o ex-vereador Zé Barata anda sumido do circuito político da cidade. Dizem os mais próximos que até agora ele anda pensando na frase, “para burro só falta penas, como burro não tem penas...”
Serviço precário e descumprimento de contrato é a marca do transporte público em Lorena Incapaz e conivente com a situação, Secretário de Trânsito foi desautorizado publicamente após prometer rever preço de passagem Luciano Meira Lorena
A precariedade do transporte público em Lorena mais uma vez foi o assunto dos vereadores na última sessão da Câmara Municipal. Mudança de itinerários, diminuição de horários, ônibus velhos e mal conservados, são as reclamações mais comuns entre os usuários do serviço. Aparentemente sem fiscalização do Poder Público, que inclusive recentemente permitiu o aumento das passagens de R$ 2,00 para R$ 2,60, quando após muita reclamação dos usuários o Secretario Municipal de Trânsito Marcelo Pazzini foi ao rádio e, ao vivo disse que o preço da
passagem seria R$ 2,40, mas como toda promessa feita pelo secretário, como as feitas na época do emplacamento de bicicletas, esta também não foi cumprida e a passagem ficou em R$ 2,50. A empresa Teixeira, permissíonária do serviço, desde há muito tempo presta um serviço medíocre e de má qualidade, o que mostra a incapacidade da Prefeitura e de seu secretário de Trânsito em gerir o sistema. Por força de contrato a empresa deveria manter os itinerários e horários pré-definidos em contrato o que não acontece há meses, quando as primeiras notícias sobre o assunto foram veiculadas pela imprensa local, depois dos enormes transtornos
causados aos usuários do serviço. Entre os diversos problemas que a empresa Teixeira causa em Lorena, um dos graves, senão o mais, é quando a empresa descumpre o contrato firmado com a municipalidade e não emplaca seus ônibus em Lorena, deixando de arrecadar para os cofres municipais a parte do IPVA correspondente ao município, que tem um alto custo de manutenção das vias públicas danificadas pelo trânsito de veículos pesados. Até o fechamento desta edição, a empresa mantinha em Lorena seis veículos e apenas um deles licenciado na cidade, todos os demais são licenciados no estado de Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte e Ouro
Branco. Após realizarmos a pesquisa pelas placas dos veículos no DETRAN/MG, constatamos que a clausula contratual que obriga a empresa utilizar veículos com idade máxima de oito anos também não está sendo cumprida, há o caso do ônibus KPE 4531, fabricado em 1995, portanto com 16 anos, exatamente o dobro da idade máxima permitida pelo contrato. Procurado por nossa reportagem, o gerente da empresa foi informado de nossa pesquisa, mas disse que não iria se pronunciar sobre o assunto e, que na segunda-feira alguém de Belo Horizonte estaria aqui na cidade para falar sobre o caso.
Vereador quer incluir empreendedorismo na Rede Municipal de Ensino O vereador Marcelo Alvarenga (PSD), apresentou projeto que dispõe sobre a inclusão de noções de empreendedorismo no programa curricular da Rede Municipal de Ensino. “Empreendedorismo é o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto (técnico, científico, empresarial). Tem origem no termo empreender que significa realizar, fazer ou executar. O empreendedor é aquele que apre-
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senta determinadas habilidades e competência para criar, abrir e gerir um negócio, gerando resultados positivos, tendo como características criatividade, capacidade de organização e planejamento, responsabilidade, liderança, habilidade para trabalhar em equipe, gosto pela área em que atua, visão de futuro e coragem para assumir riscos, interesse em buscar novas informações, soluções e inovações, para o seu negócio, persistência (não desistir nas primeiras dificuldades encontradas), saber
ouvir as pessoas, facilidade de comunicação e expressão. O empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento econômico e melhorando as condições de vida da população. É também um fator importantíssimo na geração de empregos e renda. Com a implantação deste projeto, poderemos assim estimular características empreendedoras em nossas crianças, o futuro da nossa cidade, do estado, e, do nosso país.”, explicou o vereador.
Marcelo Alvarenga (PSD)
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política/cidades
Por um Estado sem discriminação e respeito a cidadania!
Avanços nas questões da cidadania e repúdio à homofobia marcaram a II Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
“Quando eu estava no exército, me deram uma medalha por matar dois homens e me dispensaram por amar um” Leonard P. Matlovich Por Valdemir Vieira Vereador Mafu (PV) Imagine você e a sua família fazendo a viagem dos sonhos numa bela cidade européia e serem atacados pelo simples motivo de serem estrangeiros! Esse tipo de intolerância é chamado de xenofobia, comum em alguns países europeus, principalmente na Alemanha, onde existem grupos de neo nazistas que compartilham dos ideais de eugenia, objetivando o delírio da raça pura e superior que justificou o assassinato de tantos judeus, no holocausto criado por Hitler. A cada dia no Brasil, uma pessoa é violentada e assassinada por ter outra orientação sexual, é a homofobia que, também aqui em Lorena, fez e ainda continua fazendo muitas vítimas, algumas fatais, deixando familiares e amigos inconsoláveis pelo resto da vida. As mobilizações, hoje com a sigla LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), iniciou no Brasil em 1978 com o grupo SOMOS, mas teve uma interrupção devido ao advento da Aids, onde diversos militantes e organizações migraram para o combate a doença, na busca por políticas públicas no estado. Em 1990 o movimento volta a se organizar, ganhando o apoio de políticos e políticas públicas, manifestações como as paradas gay e com a II Conferência Estadual e Nacional que ocorrerá em dezembro, as questões LGBT saem da pauta das discussões para a pauta ética e técnica, fundamentadas em políticas públicas. A grande mídia vem colocando intensamente, as discussões, através de debates, entrevistas e teledramaturgia;
hoje é muito comum as novelas terem um núcleo gay, mostrando todas as questões, principalmente a homofobia, como foi demonstrado no assassinato de um personagem gay na novela Insensato Coração da Rede Globo, o beijo das lésbicas na produção Amor e Revolução que elevou o ibope do SBT, até as figuras esteriotipadas nas comédias como a transexual Valéria do zorra total. Polêmicas a parte com relação a união civil e direitos dos casais homoafetivos, bem como adoção de filhos, o fato é que a sociedade não pode mais ficar de olhos vendados e tem de discutir a questão. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou na terça-feira, 25 de outubro, o casamento civil entre duas mulheres gaúchas que vivem juntas há cinco anos, em união homoafetiva. Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu legalmente a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Com esta decisão, os mesmos direitos da união estável entre casais heterossexuais passaram a ser aplicados aos casais homossexuais. A decisão do STJ, no entanto, vai além e, abre precedente na Justiça para que casais do mesmo sexo registrem a união civil e retirem a certidão de casamento no cartório. É cada vez mais comum eventos para o público LGBT, pois o capitalismo já percebeu que trata-se de um público, na grande maioria, bem formado, com profissionais valorizados no mercado de trabalho, nas mais diferentes profissões e empresários de sucesso e sem grandes despesas como colégios e faculdades dos filhos etc, porém, ainda é grande
Mafú (PV) a pobreza e a exclusão. Quando a sociedade e o poder público não reconhecem a população LGBT como sujeitos de direito, acabam gerando situações de fragilidade para o acesso da população ao trabalho, assistência social, lazer, educação e saúde, ou seja, aos princípios básicos garantidos pela lei. Devido a isto, e apoiados pelas secretarias estaduais de Justiça e Saúde e, com a criação do departamento da diversidade sexual intersetorial para fazer o diálogo das diversas secretarias de estados pautando a diversidade sexual, o Governo do Estado de São Paulo se destaca abrindo espaços para as políticas públicas LGBT, como da II Conferência que aconteceu nos dias 28, 29 e 30 de outubro. O que a princípio era rosa se tornou vermelho sangue quando começaram os debates da violência homofóbica, pobreza, exclusão social e preconceito, colocados por diversos grupos. Certamente que as políticas públicas, a garantia de direitos são grandes avanços, porém, uma sociedade só realmente tem uma mudança efetiva quando entende, apreende, tolera e aceita as diferenças. Novamente voltamos a uma questão de educação e cultura e, quanto a isto, nosso país anda a passos lentos.
Lorenenses escolhem Élcio Vieira Junior como vereador mais atuante na cidade
Presidente da Câmara Municipal de Lorena recebe medalha Dom Pedro II em São Paulo por política levada a sério. O vereador Élcio Vieira Junior (PV), presidente da Câmara Municipal de Lorena, esteve em São Paulo acompanhado de sua esposa para participar do “45º Simpósio Brasileiro de Prefeitos, Vereadores, Secretários e Assessores Municipais” promovido pelo Instituto Tiradentes. O evento contou com a participação de importantes palestrantes, que explanaram acerca de diversos assuntos, como o papel do Executivo e do Legislativo na gestão do SUS; a infraestrutura para uma gestão pública eficiente; e o crescimento urbano planejado. Na ocasião, o vereador lorenense recebeu uma homenagem por ter obtido a melhor avaliação em pesquisa realizada com os munícipes de Lorena, sendo avaliado como o vereador mais atuante da cidade. De acordo com a entidade, o vereador Élcio Vieira Junior alcançou a 1ª posição seguido pelos vereadores Luis Martinho Gomes (PSB) e Marcelo Alvarenga (PSD). A pesquisa de opinião pública tem base em metodologia cientifica. A pesquisa, realizada em Lorena, levou em consideração a aprovação dos vereadores, sua reputação ético-moral e os trabalhos significativos prestados por eles à comunidade. A homenagem é conferida apenas mediante criteriosa seleção de políticos com aprovação na referida pesquisa, e que possuam ilibada reputação ético-moral e, significantes trabalhos prestados à comunidade. “Foi excelente a participação nesse Simpósio de alto nível promovido pelo Instituto Tiradentes, me sinto honrado em ter recebido o prêmio, é um
Élcio Junior e a esposa Ana Paula reconhecimento pelo trabalho uma entidade que tem como misrealizado nesses anos de dedica- são contribuir para a valorização ção a população lorenense, quem da cidadania, para o aperfeiçoaentregou a Medalha Dom Pedro mento da gestão pública segundo II foi o Instituto Tiradentes, mas os princípios da inovação, da étiquem me homenageou de fato foi ca e da probidade administrativa, a população lorenense, votando estimulando e apoiando iniciatina enquete proposta pelo Insti- vas de ação comunitária, além tuto”, destacou o vereador Élcio de difundir o ideário de Joaquim Vieira Junior. José da Silva Xavier (Tiradentes) O Instituto Tiradentes é para as novas gerações.
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cidades
“Projeto Imagine” beneficia crianças carentes em Lorena
Projeto incentiva a leitura e doações de cestas básicas para famílias lorenenses Vanessa Freitas Lorena Freelancer para o POP
“Fazer o bem sem olhar a quem”. Esta é a ideologia seguida à risca pelo grupo de jovens que, juntos, decidiram trabalhar em prol da comunidade carente de Lorena. Captando recursos humanos e, assim, beneficiando crianças de até 12 anos, o “Projeto Imagine” surgiu e, desde sua criação em 2010, realiza um trabalho sócio-educativo. O apoio aos envolvidos se faz por meio da prática da leitura, realização de sonhos e a distribuição de cestas básicas para as famílias dos participantes. A ideia surgiu quando os cinco amigos, Ivan Baria, Najlla Abdul, Leonardo Aquino, Samantha Rodrigues e Vanessa Malerba, decidiram se reunir e arrecadar brinquedos no comércio da cidade. Após a entrega, eles se deram conta do quanto às crianças ainda necessitavam de ajuda e do quanto eles gostariam de poder colaborar de alguma forma. Sabendo que de forma anônima seria difícil levantar recursos para a realização das ações, decidiram criar um projeto que pudesse atender de forma mais abrangente os que precisavam entregando mais que um presente, mas sim oferecendo novas oportunidades de mudança de vida. Entre as atividades desenvolvidas está o ‘Volta ao mundo em 30 dias’. Nele, a leitura funciona como um remédio ou como uma válvula de escape para os problemas que as crianças venham a ter. “A leitura é um hábito adquirido e a melhor maneira de cultivar essa cultura é dentro das escolas. Por isso criamos esta ação, realizada mensalmente, que hoje atende mais de 200 crianças na escola Jânio Quadros de Lorena”, disse Leonardo Aquino. Aquino explica que o funcionamento do projeto é simples. Cada
Rafael que participou do projeto Realiza um Sonho envolvido pode levar um livro para um desenho sobre ele e escreva as casa e na devolução deve contar a partes que mais gostou. Feito isso, estória resumidamente. No final do sua família recebe uma cesta básimês, as três crianças que mais leram ca e ela um presente e dois gibis. recebem uma premiação. “A leitura tem o poder de tirar as O primeiro colocado leva pessoas de onde elas estão. Essa para casa uma cesta básica, um pre- afirmação se torna ainda mais relesente (bola ou Barbie) e um livro. O vante quando tratamos de crianças segundo lugar recebe um presente que vivem em uma realidade tão e um livro. E o terceiro um livro. difícil e muitas vezes sem perspecOutra ação é o ‘Realize um tiva alguma de futuro”, ressaltou. sonho’. “Significa muito mais do No dia da entrega da cesta e que satisfazer um desejo. É na ver- do presente, uma criança que não dade uma forma de ajustar o foco tem as mesmas dificuldades das de uma visão que estava embaçada, que são beneficiadas pelo projeto no sentido de não enxergar boas é levada para acompanhar a ação. oportunidades a sua frente. Partindo Até o momento, a iniciativa desse princípio, propomos que a já doou 22 livros, 22 presentes, criança escreva qual o seu maior realizou 14 sonhos e entregou 8 sonho e, também, que faça um dese- cestas básicas. nho sobre ele. Procuramos realizar Algumas instituições são três sonhos por mês”, elucidou. parceiras da iniciativa, como: A redação é categorizada e Agência Shadow, Irmãs Paiva Cesincluída no “Livro dos Sonhos”, tas Básicas, Magno Som e Berçário onde qualquer usuário tem a chance Primeiros Passos. de transformá-lo em realidade. Os que também desejarem Também o ‘Leitura básica’, colaborar podem estar doando realizado em média duas vezes ao cestas básicas, livros, gibis ou mês, é parte do contexto e consiste brinquedos. Outras informações em deixar um livro na casa de uma podem ser obtidas pelo site www. criança, pedindo para que ela faça projetoimagine.net.br
Lorena recebe 33º FECONEZU Festival Comunitário Negro Zumbi reaviva memória da região Vale Paraibana Vanessa Freitas Lorena Freelancer para o POP
Para os que não conhecem o ‘Feconezu’ (Festival Comunitário Negro Zumbi), trata-se de uma organização político-cultural que, anualmente, é realizado no interior do estado de São Paulo desde meados da década de 70. Em Lorena, o encontro acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de novembro, na E.E. Gabriel Prestes, sob a temática ‘A sobrevivência secular dos negros no Vale do Paraíba’, por meio de uma parceria com Associação da Comunidade Negra de Lorena - Quilombo Imperial. “O festival é norteado por um tema central, aprovado coletivamente. Este ano está diretamente ligado à região do Vale o que explica sua realização nesta cidade”, explicou um dos organizadores do evento, Ângelo Borges. Entre as principais características do festival está sua autonomia, sua coletividade, seu respeito à diversidade ideológica. “Nesse sentido, sua resistência de quase quatro décadas está nas entidades e pessoas que participam de sua construção e permanência. Também é fortalecido por uma Associação de Amigos legalmente constituída para preservar sua história, memória e princípios de autonomia e coletividade”, afirmou.
Segundo Borges, o Feconezu já esteve, também, nas cidades de Americana, Araras, Araraquara, Barra Bonita, Botucatu, Campinas, Dois Córregos, Franca, Guaratinguetá, Jaú, Jacareí, Jundiaí, Itapetininga, Limeira, São Carlos, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Rio Claro, Pedreira, Piracicaba, Tatuí, Taubaté e Ubatuba. “Sempre o realizamos no mês de novembro, onde comunidades, grupos e pessoas que fazem parte da cultura popular trocam experiências e discutem caminhos alternativos de resistência”, disse. De 2009 a 2012 o Feconezu se realiza no Vale do Paraíba e o objetivo de estar em Lorena é de contribuir com o fortalecimento das comunidades da cidade e região. A programação é de no primeiro dia, às 19h30, haver a abertura oficial do Festival no Auditório São Joaquim, onde estarão presentes autoridades de São Paulo e Brasília engajadas na luta pela igualdade racial. Nos demais dias, 12 e 13 de novembro, às 15 cidades que participarão do Festival em que se estima 500 pessoas, estarão alojadas na Escola Gabriel Prestes, para ali realizarem os trabalhos de discussão que serão abordados: Identidade do Negro no Século XXI, Educação, Saúde,
Mulher, Políticas Públicas para Comunidade Negra e Segurança. Haverá também Oficinas Culturais e Educacionais, assim como apresentações de Grupos de Culturas Populares como Jongo, Moçambique, Congada, Umbigada e outros. Para participar do festival FECONEZU, basta fazer sua inscrição gratuitamente no local, ele é aberto ao público no geral.
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A importância do Limite na Educação Infantil Por Márcia Pereira Freire Quais são os limites saudáveis para se educar uma criança? O que a psicologia pode contribuir no auxílio a pais e mães na educação de seus filhos? Educar uma criança é tarefa que gera insegurança, também pelo fato de não haver uma única forma de fazê-lo. Reavaliar-se e alterar, quando necessário, as formas anteriormente adotadas de cuidar, é um processo saudável. Falhas serão cometidas e utilizá-las como um meio de revisão e correção, é o que tornará eficiente a educação de ambos: educando e educador. A criança expressa seus sentimentos e emoções através do brincar; assim como, cria os próprios meios para expressar o desconforto, o faz também quando sua necessidade é de limite. Ela pede para ser contida, e respeitá-la, é educar-se para compreendê-la sem desqualificar sua mensagem que nem sempre é clara, podendo se manifestar mesmo sem ser falada, através do que chamamos de comunicação não verbal. A compreensão requer uma observação contínua, na qual é preciso estar atento a esta criança, e identificar que tipo de comportamento motiva outro. Por exemplo, ouve-se muitos pais e responsáveis descreverem situações do tipo: “ele (a) começou a chorar sem motivo algum”, esta pode ser uma afirmativa errônea, pois ainda que seja para obter algo impróprio a ela através deste comportamento, o choro tem uma motivação. Nesta circunstância é fundamental ser cauteloso com a atitude adotada diante da situação, pois se a criança é beneficiada com algo prazeroso para acabar com o comportamento, este, será reforçado e utilizado em outros momentos em que a criança se sentir contrariada. O limite é algo presente na própria criança, a necessidade de proteção limita o impulso por ser livre, assim, o limite não é algo colocado na criança e sim algo percebido e respeitado nela. Por exemplo, a estrutura física de uma criança limita a quantidade de peso que carrega; a necessidade de ser aceita entre os coleguinhas limita o comportamento egoísta e agressivo. O que quero dizer, é que o limite comunica-se através de suas necessidades. Assim, se há necessidade em socializar-se, há necessidade de respeito ao espaço do outro; se há a necessidade de boa alimentação, há necessidade de restringir a escolha desta criança a alimentos mais saudáveis. Para que o limite seja assimilado pela criança, é preciso que este não seja imposto através de uma barreira física, por exemplo, se o responsável torna um objeto inacessível à criança retirando-o do acesso a mesma ou segurando-
A psicóloga Márcia Pereira -a para que não possa alcançá-lo, A tentativa de impedir a o limite se apresenta através de frustração infantil quase sempre um impedimento físico, um obs- é fracassada, pois toda criança táculo ao acesso; ela não pegará terá sua expectativa frustrada o objeto pela impossibilidade de em alguma circunstância. Além alcançá-lo, e não por compreen- disso, estarão mais aptos para o der a proibição. Dessa forma, na enfrentamento da decepção os primeira oportunidade em que o que receberem no lar a estrutura objeto estiver ao alcance da crian- adequada para superá-la. Esta ça, a regra será quebrada, pois estrutura se constrói a partir de quando o objeto foi afastado de momentos em que a criança é si, o impedimento foi percebido a contrariada e percebe a necessipartir da barreira física e não pela dade de identificar outros meios voz e negativa do responsável. de se obter o que almeja (como A criança deve refletir so- por exemplo, quando chora para bre os limites, para que chegue obter algo e é negado e quando a compreensão do motivo do pede algo e lhe é fornecido). A impedimento. Em minhas ses- negativa ajuda à criança a ter sões, uma das regras iniciais flexibilidade para adotar novos estabelecida com a criança é a modelos de comportamento, e ao organização da sala ao final da contrário, quando se tem sempre sessão. Geralmente a criança um único comportamento reforrecusa-se a cooperar no início, çado, ela não saberá reagir a partir e uma das estratégias que utilizo de outros meios quando algo lhe para que isso não ocorra é o con- for negado. trato verbal antes de ter acesso Não há uma regra única aos brinquedos. Em alguns casos para a educação infantil, a sensia criança recusa-se mesmo após bilidade, segurança e intimidade o contrato inicial, e aceitar sua dos responsáveis para com a recusa é estimulá-la a manter criança, tende a facilitar a adapo comportamento em outras tação dela às situações em que situações. Uma das medidas tenha que cumprir novas regras que adoto é finalizar a sessão e exigência de novas autoridades. descrevendo à criança o motivo O psicólogo trabalhará para que do término precoce. Obtive bons esta relação se estabeleça de maretornos com esta medida, pois neira saudável, para que criança e a finalização após ausência de responsável possam ouvir, percecooperação da criança favorece ber, aceitar e respeitar os limites a associação do término com o um do outro. A terapia é sempre mau comportamento. um processo de autoconheciO NÃO deve ser decisivo, mento, e é a partir da intimidade e estar acompanhado de uma e respeito que a criança estabeexpressão facial e entonação de lece consigo mesma que poderá voz firme. É preciso facilitar a passar a se organizar melhor nas compreensão infantil através de relações sociais. estímulos auditivos e visuais. Criar para o mundo é eduO NÃO acompanhado de um car para situações em que a tosorriso e voz serena é entendido lerância e compreensão familiar pela criança como permissão ao não estarão presentes, é promover ato impedido. o respeito para adquiri-lo com Só é possível proteger uma espontaneidade. É ajudá-lo a criança sem limitar o desenvol- entender que nem sempre suas vimento de sua socialização, vontades pessoais irão se sobrequando o comportamento exigido por a do outro, que nem sempre pelos responsáveis está de acordo seu desejo será atendido na velocom os exigidos nas relações cidade que deseja e que NUNCA sociais. Dessa forma, reforçar um a agressividade, gritos e choro comportamento egoísta em casa substituirão uma forma afetiva favorecerá a inadequação desta de expressão. criança em outros contextos em que for exigido dela a capacidade de aguardar ou dividir. A identificação e aceitação dos limites é um treino que deve iniciar-se no desde a infância, em que a criança começa a perceber que uma determinada ação não provoca a desejada (um exemplo clássico é o choro excessivo para obter algo de forma imediata), quando a criança não obtém a reação desejada, a freqüência do comportamento diminui. O objeto deve ser fornecido quando esta criança parar de chorar, dessa forma, o fornecimento não estará vinculado aos gritos e choro excessivo.
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página 6 - Ediçao 632 - 05 de novembro de 2011
Lançado site de relacionamento para pessoas com deficiência
Novidade para os solteiros com deficiência física
Por Stela Gonçalves As investidas em inclusão social têm ido além do desenvolvimento de próteses mais modernas, novas leis e acessibilidade em ambientes públicos, chegando agora, ao mundo virtual. O crescimento na procura por sites de relacionamentos segmentados, inspirou a criação do www.namorodeficiente.com, primeiro portal destinado as pessoas com deficiência. Essa nova ferramenta, visa incentivar uma transformação na cultura nacional, tornando acessível o que está em alta: a rede social. Segundo pesquisas, nas redes sociais abertas a todas as pessoas, geralmente esse público era ignorado sempre que revelava alguma deficiência, o novo portal chega para concretizar o direito de encontrar um companheiro através da internet e de forma segura. O portal possui diversos benefícios para as pessoas com
deficiência. Permite que os usuários compartilhem experiências, opiniões, se relacionem afetivamente e principalmente, façam amizades. A socialização inclui a troca de fotos, vídeos, músicas e ainda um blog, em que podem expressar as ideias. O site está no ar há menos de um mês, e teve um aumento de 34% nos cadastros diários, atraindo também, pessoas de Portugal, Angola e Moçambique. Nos perfis se destacam pessoas com idades entre 23 e 53
anos, e há também a presença de usuários sem deficiência que dispensam possíveis preconceitos e se cadastram por ter interesse em se relacionar com esse público. Quinto país com maior número de acesso à internet no mundo, o Brasil explora o acesso à informação para difundir os direitos perante a lei. Especialistas afirmam que com a conscientização das pessoas, a sociedade passa por um processo de amadurecimento.
www.popdovale.com.br
Cinema em Casa
por Joel B. Ramos
Parabéns Cinema Brasileiro!
Para muitos é sinônimo de baixaria demais: cenas de sexo surgidas do nada, muita nudez e palavrões; gente feia; pobreza; histórias que não interessam; e claro, com som péssimo: o Cinema Brasileiro! Será tão ruim assim e tão cheio de defeitos? Não existem qualidades ou méritos nas produções nacionais? Quem “odeia” os filmes “made in Brazil” terá mais um item para engrossar a lista das razões para fugir do cinema brasileiro: ele tem “duas datas de aniversário”. Pois é! A confusão é tamanha que nem existe uma data única para celebrar o dia do cinema em “terras brasilis”. Na verdade, uma terceira data aparece, opa! Este é o Brasil, bem brasileiro. A confusão fica por conta das datas em que foi feita a primeira filmagem e a outra, da primeira exibição de um filme. Para o amante do cinema brasileiro duas datas para celebrar e comemorar! A data “correta”, reconhecida pelo Ministério da Cultura, é 19 de junho. Neste dia, no ano de 1898, Afonso Segreto retornava da Itália a bordo do navio Brési trazendo novos equipamentos para registrar o que então se chamava “vistas”, filmes de pequenas panorâmicas sobre paisagens ou acontecimentos, que vieram com os irmãos Segreto para o Rio de Janeiro um ano antes. Quando o navio de Afonso Segreto adentrava a Baía de Guanabara, o cinegrafista registrou o percurso, e este filme é considerado a primeira produção cinematográfica feita em território nacional. Alguns pesquisadores afirmam que tal filme nunca foi exibido! Daí então o Dia do Cinema Brasileiro ser 19 de junho. A outra data atribuída ao nosso “dia do cinema” é 5 de novembro. Fala-se que este foi o dia da primeira exibição pública de cinema no Brasil. Mas a primeira exibição,
de fato, ocorreu em 8 de julho de 1896, e não em novembro. Seja como for, 5 de novembro, sabe-se lá por quê, também é lembrado como dia do cinema nacional. A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, por iniciativa do exibidor itinerante belga Henri Paillie. Naquela noite, numa sala alugada do Jornal do Commercio, na Rua do Ouvidor, foram projetados oito filmetes de cerca de um minuto cada, com interrupções entre eles e retratando apenas cenas pitorescas do cotidiano de cidades da Europa. Só a elite carioca participou deste fato histórico para o Brasil, pois os ingressos não eram baratos. Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o “Salão de Novidades Paris”, de Paschoal Segreto. O cinema brasileiro existe como exibição e entretenimento desde julho de 1896, e como realização e expressão desde 1898. De fato, nunca existiu uma indústria cinematográfica brasileira e nos mais de 114 anos de História, ele viveu de momentos e de grandes filmes. Algumas produções brasileiras fizeram muito sucesso aqui e no exterior: como na época do Cinema Novo (os filmes do genial Glauber Rocha); ótimas bilheterias no período da Embrafilme (“Xica da Silva, por exemplo). A tenta-
tiva de cinema, como indústria, foi com os estúdios paulistas da Cia. Vera Cruz (1949-1954). Um período de “lotação esgotada” aconteceu com as chanchadas da Cia. Atlântida, empresa carioca (1941-1962: o mestre da comédia era Oscarito em feliz parceria com Grande Othelo); outro grande fenômeno: os filmes do comediante Mazzaropi e o seu tipo de Jeca, homem típico do Vale do Paraíba. Os filmes dos “Trapalhões” e da “Xuxa”. E finalmente, o tal cinema da retomada (1993 em diante). Não importa sobre qual data comemorar: 19 de junho, 8 de julho ou 5 de novembro, qualquer dia é um bom dia para ver um bom filme brasileiro. Aqui fica a dica de títulos nacionais imperdíveis: Tropa de Elite 1 e 2; Carandiru; O Homem que Copiava; Sai da Frente (com Mazzaropi); Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos (documentário); O Ébrio; Macunaíma; Bye, Bye Brasil; Pixote, a Lei do Mais Fraco; Central do Brasil; O Pagador de Promessas; Cidade de Deus; Bicho de Sete Cabeças; Se Eu Fosse Você 1 e 2; Olga; Dona Flor e Seus Dois Maridos. Parabéns Cinema brasileiro! Que venham mais e melhores filmes, o público espera e agradece com muitos aplausos. Vida longa ao Cinema brasileiro!
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Ediçao 632- 05 de novembro de 2011 - página 7
Palhaço Picolé distribui alegria e encanta crianças lorenenses O homem por detrás do nariz vermelho compartilha sua história Vanessa Freitas Lorena Freelancer para o POP
Figura de respeito e admirada por boa parte do público infantil, o palhaço conquistou seu espaço no mercado artístico e de lá não mais saiu. Muitos são os que dedicam suas vidas a arte de se maquiar, vestir uma roupa colorida, encaixar um nariz vermelho no rosto e despertar sorrisos inocentes. Mauricio Moraes, promotor de eventos e animador, é uma destas personalidades. O lorenense, que iniciou sua carreira em outubro de 1987, adquiriu a humilde e árdua tarefa de levar alegria por onde passa. Aos 43 anos, o ‘Palhaço Picolé’, como é artisticamente conhecido, percorre as ruas, estabelecimentos e casas de Lorena desenvolvendo seu singelo e indispensável trabalho. Tendo por cenário a Praça Arnolfo de Azevedo, no coração da cidade, este profissional compartilhou com o POP os obstáculos e felicidades de sua caminhada pelo mundo das artes. O que o levou a se tornar um palhaço? Primeiramente, na década de 80, a TV exibia muitos programas infantis como ‘Bambalalão’, ‘Balão Mágico’ e a programação do canal Cultura também era muito rica neste setor. Depois disso, tinha os circos. Hoje eles estão acabando, mas na época costumavam vir, constantemente, em Lorena. Inclusive, pensei algumas vezes em partir com eles. Sempre que ia assistir a um espetáculo, aguardava a entrada do palhaço. Para mim ele era o rei do circo. Como foi seu inicio de carreira? Aos 17 anos, fiz teatro na Casa da Cultura. Na ocasião, o professor Nelson Pesciotta era o secretário. Ele criou o GMT (Grupo Municipal de Teatro) e começamos a participar de festivais. Passamos por Caraguatatuba, Piquete, São José dos Campos. É interessante ressaltar que sempre trabalhei em peças infantis, o que me aproximou ainda mais desse público. O grupo acabou e em 1988 criei o grupo ‘Alegria do Circo’, que teve seu fim em 1993. Daí por diante continuei só. Quais foram suas fontes inspiradoras? Sou muito fã dos ‘Trapalhões’. Assistia aos filmes no cinema, depois ficava com as cenas na cabeça. Também gosto muito do Carequinha. Todos eles me incentivaram muito a começar. E também assistia ao programa da Bandeirante ‘Atchim & Espirro - Circo da alegria’, entre outros. Quais foram as apresentações mais marcantes? Para a Prefeitura me apresentei duas vezes. Uma nos 200 anos de Emancipação de Lorena, em 1989, com o grupo ‘Alegria do circo’. Foi a melhor apresentação da minha vida. Também estive na ‘Lorenvale’, em 1991. Encenei algumas peças como, ‘Era uma vez um sonho’, ‘O que fazer pela flor’, de Marcos Antônio Carvalho, que é uma peça com tema ecológico. Gostei muito de trabalhar nela. O diretor Carlos Amaral também nos apoiou muito. Ele dirigia o
Vanessa Freitas
Maurício Moraes, o palhaço Picolé GMT e o grupo TECA (Teatro Cultural Artístico). Em quais locais você se apresenta? Costumo dizer que sou um artista lorenense, pois realizo a maioria das apresentações na cidade. Frequento portas de lojas, aniversários, festas e afins. Mas já estive em Itanhandu, Capivari, São Sebastião do Rio Verde, Aparecida, Guaratinguetá, Pindamonhangaba, entre outras. Qual seu envolvimento com Lorena? Nasci em 15 de agosto de 1968 e moro na cidade desde então. A data de meu nascimento marca o dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Piedade de quem sou muito devoto. Sou católico e minha família também. Ela me abençoa muito em minha profissão. Nunca sai de Lorena e nem pretendo. Sua família apoia seu trabalho? Hoje tenho minha mãe, minha esposa e meu filho de quase quatro anos. Minha família em Lorena é pequena, o restante está em Virginia, Minas Gerais. Em alguns trabalhos meu filho me acompanha. Eles torcem para que eu faça sucesso e que seja feliz com o meu trabalho. Infelizmente Lorena não é rica em cultura. A cidade deveria investir mais na saúde, na cultura e na educação. Porque isso tudo anda junto. Sem evolução nestes três setores dificilmente se consegue crescer profissionalmente e artisticamente. Eu vivo da arte, não é fácil, mas é o que me
motiva. Já desenvolveu outras atividades? Comecei a trabalhar com 11 anos. Fui ajudante em empresas de gás, fui transportador de mudança, trabalhei em pastelaria, como pipoqueiro e engraxate. Já fui um pouco de cada coisa. Hoje, além de ser palhaço, outra coisa que gosto é do rádio. Tenho cinco anos como radialista e passei por três emissoras. A primeira foi a Monumental, onde trabalhei por duas vezes. Depois teve a Rádio Cultura de Lorena, onde apresentava um programa sertanejo e por último estive na Piratininga, onde fiquei por quase três anos sendo o palhaço’ Picolé’, fazendo brincadeiras no ar, visitando casas de ouvintes. Sai em 2007, mas tenho vontade de voltar a estar em uma rádio. Qual seu maior sonho? Gostaria de crescer como palhaço, adquirindo mais apoio. Até hoje não consegui o sapato de palhaço. Eu mesmo construí o que uso. Meu sonho é fazer um programa infantil de TV. Criei um projeto onde o programa se chamaria ‘Reino Encantado’. Teria um cenário de circo, apresentado por um palhaço, com arquibancadas em volta, e escolas de Lorena participariam. Seria parecido com o ‘Domingo no Parque’, apresentado pelo Silvio Santos. Para contratar e conhecer mais sobre o trabalho do Palhaço Picolé: Orkut: picolé.moraes@ yahoo.com.br e tel: 3157-3295 / 9787-4385.
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Equipe capacitada é o diferencial da TIM Cell Store
cidades/esportes
Loja conta com engenheiro em telecomunicações
Fachada da loja na Rua Comendador Custódio Vieira, 31 - Centro - Lorena até nos serviços de pós-venda nense com cinco filiais, sendo quando na maioria dos casos, duas em Guaratinguetá, PindaQuando se fala em telefone o consumidor deixa de ter para monhangaba, Taubaté e São José celular, a primeira coisa que vem a empresa a mesma importân- dos Campos. Na loja matriz em Lorena, a cabeça do consumidor é a série cia que tinha no momento da localizada na Rua Comendador de problemas que algum dia ele compra. “Claro que estamos inte- Custódio Vieira, 31, Centro, teve com o serviço, seja o preço das ligações ou a falta do atendi- ressados na venda, mas buscamos os clientes podem perceber o mento presencial das operadoras. manter uma relação de confiança atendimento diferenciado que Em Lorena tudo isso mu- e respeito com nossos clientes, a empresa oferece, seja pela dou desde a inauguração da TIM sempre que possível e necessário, assessoria prestada pelo proprieCell Store em junho de 2003. prestamos uma série de serviços, tário, engenheiro em telecomuA empresa de propriedade do como a emissão de segunda via nicações, aconselhando sobre engenheiro em telecomunica- de conta, mudança de planos e as alternativas mais viáveis para ções Luiz Fernando de Almeida outras questões junto à Operado- as necessidades de cada cliente, ou pelo atendimento da equipe Ribeiro, tem como política de ra”, disse Luiz Fernando. A TIM Cell Store que tem de colaboradores treinados e atendimento a satisfação total do cliente, desde o primeiro contato seis lojas, é uma empresa lore- capacitados.
Luciano Meira Lorena
Restaurante Escola encontra-se em fase de implantação em Lorena Vanessa Freitas Lorena Freelancer para o POP
Mais uma vez o desejo de ajudar ao próximo se converte em ação. Visando beneficiar a comunidade, o Centro Social ADBPAR - Lorena, entidade sem fins lucrativos, pretende implantar em Lorena o Restaurante Escola. “O caráter essencial desta ação revela-se no fato de ser um caminho que favorece a obtenção de alimentos seguros, saudáveis e que contemplam ou preservam seus hábitos. Para os produtores de alimentos, a capacidade de responder a estes quesitos constitui-se numa alternativa de trabalho e renda, que lhes permita uma produção econômica em condições dignas”, explicou o Pastor Ricardo Solano. O projeto também incluirá a implementação de ações voltadas para a educação informal, especialmente para grupos fora da escola e/ou analfabetos, além de formação profissional no setor de alimentação. Inicialmente serão fornecidas 500 refeições diárias, seguras e com preços populares (máximo de R$ 3,00), no entorno do Restaurante Escola. Além disso, também serão proporcionadas atividades educativas como:
jornadas, fóruns, oficinas, seminários, palestras, cursos em segurança alimentar e nutrição. O projeto é voltado para trabalhadores, pequenos empresários, lideranças comunitárias já formalizadas, pessoas residentes nas comunidades com potencial de liderança, grupos organizados que atuam nas comunidades, dentre outros. O prédio do Restaurante Escola encontra-se em fase de construção, os cursos serão estruturados em aulas teóricas e práticas no próprio Restaurante Escola, onde os alunos se revezam em todos os setores, desenvolvendo habilidades que os capacitam para executarem atividades profissionais em restaurante nas funções de cozinheiro, baristas, auxiliares de cozinha, cumins, garçons e garçonetes. Outros projetos a serem executados em conjunto com o Restaurante Escola são o “3 moedinhas almoço bem”, que designa o fornecimento de até 500 refeições dia (almoço) à R$ 3,00, o “Sopão Comunitário”, de 300 à 500 pratos de sopa, programa ADBPAR noturno de alimentação para população de rua e famílias carentes e o “Restaurante Universitário”. Este último acontecerá em parceira com o DCE UNISAL XII DE
Pastor Ricardo Solano OUTUBRO Padre Antonio da Silva Ferreira, e se trata de uma reivindicação antiga dos universitários da FATEA, UNISAL e USP e agora também como proposta feita na II Conferência Municipal da Juventude. A partir da próxima semana, os interessados poderão procurar o Centro, que fica na Av. Dr. Eugenio Borges, nº 799, Vila Cida, Lorena, para fazerem o cadastro e poderem desfrutar do “Sopão Comunitário”, gratuitamente. Para tal, basta levar consigo o documento de identidade.
Clube Comercial agora é estabelecimento credenciado Metodologia Gustavo Borges
No dia 31 de outubro o Clube Comercial recebeu a visita do nadador Gustavo Borges, campeão mundial e medalhista olímpico, que esteve em Lorena para assinar o contrato de aplicação do Método Gustavo Borges (MGB) de Natação no CCL. O método proporciona o trabalho com parâmetros bem definidos e ferramentas práticas, treinamento e capacitação pro-
fissional, materiais gráficos de qualidade, oferecendo assim a oportunidade para que os profissionais CCL estejam sempre atualizados com as técnicas e novas tendências do ensino aquático. O MGB possibilita que o aluno entenda e acompanhe sua evolução através de fichas coloridas e certificados que documentam o desenvolvimento do aluno.
Nos dias 26 e 27 de novembro será realizada uma capacitação exclusiva para os profissionais do clube. Durante esses dias os professores do CCL receberão as instruções teóricas e aulas práticas de como trabalhar o método. O CCL está sempre buscando oferecer uma prática esportiva de qualidade e certificação para os seus associados.
Padaria São José comemora 50 anos
Padres Cordeiro e Rivelino celebrando missa em frente a Padaria São José Luciano Meira Lorena
Na segunda-feira (31/10) a tradicional Padaria São José, localizada na Rua Barão da Bocaina, 257, Centro, comemorou 50 anos. Com a presença de amigos e clientes, foi realizada uma missa celebrada pelos padres Rivelino e Cordeiro, que também contou com a participação do coral Grupo Divino Pai Eterno.
A padaria foi fundada em 1961 por José Euzébio e Hilda de Souza, que vieram da cidade mineira de Pouso
Alegre, juntamente com os filhos os filhos Cidinha, Ivani, Ivone, Ivanise (in memoriam), Ivan, Waldir e Evanil.