PUBLICAÇÃO DA FEDERAÇÃO DAS CÂMARAS DE DIRIGENTES LOJISTAS DO RIO GRANDE DO SUL | FEVEREIRO 2015
Alcides Debus
Ousadia e dedicação nos negócios Fundador da Rabusch conta sobre o início da empresa, capacitações e planos para o futuro da marca
VAREJO
STJ define questão sobre o SPC em Santa Rosa
NEGÓCIOS
Fraudes causam prejuízos financeiros e morais a empresa
Índice Capa
Entrevista exclusiva com o diretor-presidente e fundador da Rabusch, Alcides Debus
Varejo
Capacitação de CDLs no sistema SPC
Negócios
Fraudes causam prejuízos financeiros e morais a empresa
Depois de duas décadas a inflação está voltando a figurar dentre as principais preocupações do dia-a-dia dos empresários. Não se trata apenas do IPCA de 1,24% - a maior inflação mensal desde 2003, mas o fato de a alta dos preços estar se acelerando desde outubro último. É muito preocupante que alguns dos principais itens que vem impulsionando o IPCA impactam nos custos das empresas de forma não tão percebível, indiretamente, uma vez que estão fora do escopo direto do produto a ser vendido. Por exemplo, a energia elétrica subiu 8,27% em janeiro e os transportes 1,83%. Já para fevereiro, o salário mínimo regional do Rio Grande do Sul passa a vigorar com alta de 16% e os combustíveis devem registrar aumento de pelo menos 7%. Esse é o efeito da política de elevação de juros e impostos sobre um contexto econômico brasileiro de dificuldades para o setor privado manter sua atividade. A questão não é politizar, porém, seria irresponsável de nossa parte orientar os colegas lojistas a buscar aumentos de produtividade no curtíssimo prazo para compensar o crescimento dos custos pela inflação.
O fato é que o eventual descuido de tais variáveis pode significar prejuízo operacional, o que é perigosamente danoso para as empresas, especialmente diante dos juros mais altos do mundo. Não há alternativa responsável nos dias de hoje a não ser prestar atenção na estrutura de custos empresariais e repassar ao menos parte dos impactos para o preço. Tal contexto gera o que os economistas chamam de estagflação, ou seja, estagnação econômica com alta da inflação, o que é o pior dos mundos para as atividades produtivas de um país. No entanto, as alternativas práticas para o setor privado se esgotaram.
Vitor Augusto Koch, presidente da FCDL-RS
O combate à atual situação só pode partir de políticas públicas de gestão e contenção de gastos, além da reversão dos recentes equívocos de elevação de impostos, juros e preços públicos. Isto, é uma exigência de quem paga impostos, produz, gera empregos, renda e sustentabilidade econômica ao Brasil. Nossa sugestão é para aqueles que tem o poder da caneta, ajam ou apeiem!
DIRETORIA EXECUTIVA
CONSELHO FISCAL
CONSELHO DE ÉTICA
Presidente Vitor Augusto Koch
Presidente Daltro Viega da Rocha
Presidente Airton Vitalico Giordani
1° Vice-Presidente Fernando Luis Palaoro
Titular André Passini
Titular Milton Gossler
Edição Vitrine Lojista PlayPress Assessoria de Imprensa
Vice-Presidente Jorge Claudimir Prestes Lopes
Titular Vandenir Antonio Miotti
Titular Osmar Anildo Kerschner
Jornalista Responsável Marcelo Matusiak MTB: 10063
Vice-Presidente Davenir Darci Dreher
Suplente Walter Roberto Nickhorn
Suplente Glodomar Guitel
Rua Dr. Flores, 240 Cj 21 CEP 90020-120 | Porto Alegre-RS (51) 3213-1777 www.fcdl-rs.com.br fcdl@fcdl-rs.com.br
Impressão Ideograf Tiragem 2 mil exemplares
Vice-Presidente Cladimir Coppini 1° Diretor Secretário Marcos Rogério Carbone 2º Diretor Secretário Pedro Jacó Schneider 1º Diretor Financeiro Moacir Paulo Lodi 2º Diretor Financeiro Affonso Flávio Angst
Suplente Renato Spultaro Corso
VAREJO
PERFIL CDL Q COMÉRCIO PELO RS GERAL
Pelo RS FCDL-RS premia CDLs por mérito de desempenho de gestão
Geral
Feriados de 2015 podem comprometer o desempenho do comércio do ano
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CDL Alpestre
Perfil
CDL de Alpestre busca sempre a qualificação dos associados através de cursos, procurando orientar o lojista e manter os associados bem atualizados. A CDL oferece a troca de conhecimento entre associados e também serviços do SPC
Gestão 2014/2015
Presidente: Luiz Carlos Kunz Vice presidente: Gean Fairo Ribeiro Primeiro tesoureiro: Gilmar Noronha Primeira secretaria: Fernanda Luiza dos Santos Segundo Secretario: Cristiano Joao de Costas Diretor do SPC: Ariosto Meotti
A CDL
Economia
A cidade de Alpestre possui uma área de 324Km² com a população de 7.752 habitantes sendo que 40% são da cidade e 60% do interior. A base da economia é a agricultura e conta também com a hidrelétrica Foz do Chapecó que é uma das maiores do Sul do Brasil.
A CDL de Alpestre foi fundada em 13 de dezembro de 1996 com 15 sócios e hoje conta com 42. Tínhamos várias dificuldades, mas ao passar dos anos amadurecemos a entidade. O varejo hoje representa 75% do valor adicionado do município.
Turismo
Alpestre conta com o Lago Foz do Chapecó, onde são feitos passeios culturais. A cidade tem a Igreja Santa Lucia que está localizada no Ponto Estremo Norte do Rio Grande do Sul.
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Q Comércio Gaúcho e Prenda Pelotas Segmento de atuação: Comercio de artigos típicos regionais Endereço: Rua General Osório, 872 / 32. Shopping Pelotasa No Q Comércio desde: 2012 Certificada no selo: Ouro
Por que aderiram ao Q Comércio? O que nos chamou atenção foi a oportunidade de receber assessorias e acompanhamento que possibilitasse esclarecer dúvidas e melhorar efetivamente nossa forma de gestão, principalmente planejamento financeiro.
Por que dar ênfase à Qualidade?
O que tem mudado após a adesão ao Q Comércio? Através do Scopi passamos a monitorar e planejar as ações e colocar em prática. Observamos os resultados para monitorar e assim corrigimos e mudamos recursos para melhorar a gestão, isto auxilia a tomada de decisão. Passamos a ter mais segurança nas ações ao nos planejarmos. Toda empresa precisa ter objetivos e planejamento para alcançá-los.
Acreditamos que sem qualidade nos produtos, gestão e atendimento, a empresa não se diferencia no mercado. Queremos ser uma Responsável pelo Programa empresa diferenciada no mercado que atu- Q Comércio na empresa: amos. Carlos Eduardo de Césaro
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Pelo RS CDL de Rolante e Riozinho empossa nova diretoria A CDL de Rolante e Riozinho empossou a nova diretoria no dia 22 de janeiro. O novo presidente da entidade, Paulo Roberto Garcia, estará à frente dos lojistas da cidade até o ano de 2016. O representante da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS na cerimônia de posse foi o Diretor Distrital Mauro Rogério da Silva. Nova diretoria da CDL Rolante e Riozinho Presidente: Paulo Roberto Garcia Vice-presidente: Carla Daiana Lindol Schoenardie Diretores Financeiro: Marcos Aurélio Schmidt e Edson Eder Reichert
Secretários: Cesar Rodrigo Petry e Cleria Teresinha de Fraga Diretor para assuntos de sociais, culturais e eventos: Vanderlei Barbieri Diretor do SPC e outros serviços: Luiz Henrique da Silva Conselho Fiscal: Michael Fernando dos Reis, Eduardo Timmenn e Breno Isidoro Wolke Suplentes Conselho Fiscal: Fernando Alves Ferreira, Ana Betina Schierhold Franck e Flavio Cesar Becker
Varejo de São Sebastião do Caí empossa nova diretoria A CDL de São Sebastião do Caí empossou a nova diretoria no dia 27 de janeiro. A nova presidente da entidade é Renata Schaffer, que estará à frente dos lojistas da cidade até 2016. O representante da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS na cerimônia de posse foi o superintendente Leonardo Neira. A cerimônia de posse ocorreu no Salão de Eventos Kauffmann, localizado na Rua Andrade Neves, n° 444, e contou com a presença de aproximadamente 100 pessoas. A cerimônia contou com a presença do prefeito de São Sebastião do Caí, Darci José Lauermann e da diretoria da CDL Novo Hamburgo.
Diretoria da CDL de São Sebastião do Caí Presidente – Renata Schaffer 1º Vice presidente – Cassius Schiavini 2º Vice presidente – Rosano Adam Goulart Diretora Secretaria – Suzeli Steffen Diretora Financeira – Imara Calsing Diretor Financeiro – Valmor Flach Diretor de Comunicações e Desenvolvimento – Renato Klein Conselho Fiscal – Olavo Steffen, Iara Capuá e Raquel van Grol Suplentes – Astor Dries e Noemia Kranz
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Pelo RS Leandro Rheinheimer assume a presidência da CDL Carazinho O novo presidente da CDL Carazinho, Leandro Rheinheimer, assumiu o cargo no dia 02 de janeiro. A posse ocorreu em evento realizado do Salão de eventos da entidade, que também contou com a entrega das premiações aos sorteados da campanha Natal Alegria 2014. Leandro destaca que a CDL permanecerá defendendo as demandas dos lojistas. “A diretoria permanece em grande parte. Além da posse, nós também temos a entrega de prêmios, o que é uma felicidade para nós. Os objetivos da nossa gestão são manter as tradicionais campanhas e incrementá-las, além de defender os interesses da classe lojista. Eu destaco que o associativismo,
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ou seja, a busca em conjunto por soluções encurta caminhos”, afirma. O presidente também aponta que a CDL manterá sua contribuição em demandas da comunidade juntamente com as demais entidades. Na oportunidade, Helena Mombelli, Natalício Varera, Nerci Dias de Oliveira e Ani Ulrich receberam as premiações do Natal Alegria 2014. - Coloquei 15 cupons para concorrer nessa campanha, não esperava ser premiada, nunca ganhei nada em sorteios. É uma felicidade - comemora Ani, que foi a ganhadora do carro ônix, zero km.
Pelo RS Lojistas comemoram decisão do STJ sobre o SPC em Santa Rosa Os lojistas de Santa Rosa e de todo o Estado estão alegres e mais tranquilos com a possibilidade de retorno das atividades do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) no município de Santa Rosa. Por decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), o convênio firmado em 2011 entre a FCDL-RS e a CDL Santa Rosa, que permitia a operação do SPC através da CDL no município de Santa Rosa, foi validado. Por conta disso, a CDL será notificada para que, em 15 dias, restabeleça as atividades do SPC na cidade. Desde 2011, a CDL Santa Rosa questionava na Justiça a validade do convênio assinado pelo presidente da entidade e a FCDL-RS, razão
pela qual decidiu, de forma unilateral, retirar-se do sistema SPC, desfiliando-se da FCDL-RS e passando a ser distribuidor de outro serviço, não enquadrado no sistema federativo do movimento lojista gaúcho. Isto trouxe inúmeros problemas aos lojistas locais que foram obrigados a ter suas informações processadas em outra empresa totalmente desconhecida e sem referência no mercado. Com a decisão passada em julgado, a CDL Santa Rosa será notificada para retornar com suas operações ao SPC, incluindo as informações dos lojistas para o serviço, no modelo associativo e cooperativo consagrado no sistema CDL. Sob a pena em caso de descumprimento do contrato (já validado pelo Judiciário), sujeitar-se as sanções previstas no mesmo.
FCDL-RS premia CDLs por mérito de desempenho de gestão A campanha SuperAção CDL visa reconhecer e recompensar as entidades pelos resultados obtidos nos objetivos de expansão definidos pelo Conselho Nacional, Conselho Estadual do Serviço de Proteção ao Crédito e FCDL-RS. As 30 melhores entidades no ranking de desempenho do SuperAção recebem os prêmios de acordo com sua classificação.
– O objetivo é recompensar o esforço e a dedicação das entidades afiliadas a FCDL-RS e usuárias do SPC, pelos seus desempenhos alcançados durante o ano. Queremos aproximar ainda mais as CDLs da FCDL-RS e valorizar as conquistas de cada afiliada – ressalta o superintendente da FCDL-RS, Leonardo Neira. As entidades participantes recebem, mensal-
mente, seu desempenho calculado sobre os objetivos mensais alcançados e o resultado acumulado junto do ranking com todas as entidades. Os critérios de desempenho definidos pelo Conselho Nacional e Estadual do SPC e pela FCDL-RS são captação de associados, consultas ao SPC, registros, certificação digital e número lojistas aderentes ao programa Q Comércio. Os pontos serão computados de janeiro a novembro de 2015. O resultado final será anunciado em dezembro. Ao final da campanha de incentivo, serão entregues motos, televisores, e tablets para as entidades e seus executivos que obtiverem a melhor performance. A participação no SuperAção é automática e não necessita de inscrição.
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Geral Feriados podem comprometer vendas do comércio em 2015 Marcelo Matusiak
Depois de um ano com poucos feriados caindo nos dias úteis da semana, o calendário de 2015 mostra 11 feriados nacionais. Os comerciantes já começam a pensar nos dias em que ficarão fechados. De acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, os dias parados podem comprometer as vendas, fazendo com que o crescimento esperado seja 1,5% inferior. - Em 2015, o Brasil terá 11 feriados nacionais. Dez deles cairão em dias úteis e vários deles deverão ser anexados ao final de semana. Apesar de beneficiar o turismo, tal incidência de feriados acaba comprometendo negativamente o varejo - afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.
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Inserindo neste contexto os feriados estaduais e municipais, os brasileiros terão pelo menos 13 dias úteis sem trabalho, o que significa cerca de 50% de um mês, descontando-se os domingos. A FCDL-RS ressalta que os feriados vão reduzir 4,2% do tempo aberto das lojas no decorrer do ano. Apesar do cenário de preocupação, o varejo deve ainda ter resultados positivos, segundo a FCDL-RS em 2015. Um dos fatores que ajudam o comércio é a manutenção de índices de emprego. A entidade projeta o crescimento do PIB entre 0,8% e 2% e um crescimento do consumo entre 1,5% e 2,8% das vendas no varejo. Caso não houvesse os feriados, o crescimento poderia ser superior a 3%.
Pesquisa da FCDL-RS mostra que os feriados podem baixar as vendas no varejo
LOJA ONLINE
300 LOJAS
LOJA MOBILE
TELENTREGA
Geral Capacitação mostra benefícios do SPC Brasil para lojistas
o regulamento de SPC, o Sistema SPC Brasil e informações de Faturamento. Gestor executivo da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Novo Hamburgo, Jôni Franck, participou do Ciclo de Treinamentos. Ele ressalta a qualidade do conteúdo abordado.
Com o objetivo de capacitar e atualizar as CDLs do estado, a FCDL-RS realizou no dia 14 de janeiro, Ciclo de Treinamento do SPC Brasil. A qualificação foi coordenada pela equipe de suporte do SPC no Rio Grande do Sul e ministrada por Yuri Witczak e Carla Andreia Kerber, da FCDL-RS. - O treinamento ocorreu em duas etapas. Na primeira, falamos sobre os produtos do SPC Brasil. A segunda parte do treinamento falou sobre os serviços que o SPC Brasil dispõe para as entidades varejistas. Foi um dia com capacitação intensa e satisfatória para os colaboradores e executivos que participaram - destaca Yuri Witczak. O programa conta com orientações sobre Marcelo Matusiak
Ciclo de treinamentos promovido pela FCDL-RS contou com a presença de executivos e colaboradores de diversas CDLs
- Algumas pessoas enxergam o SPC Brasil como um fato negativo e uma ferramenta ruim. O treinamento mostrou que existem muitas vantagens na ferramenta e explicou os principais usos para os lojistas - afirma Jôni Franck. A próxima edição da capacitação será em março, ainda sem data definida. Outras informações podem ser obtidas através do telefone (51) 3213.1777.
Capa
Rabusch: exemplo de trabalho, dedicação e capacitação constantes Redação e fotos: Mariana da Rosa
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iretor-presidente e fundador da Rabusch, Alcides Debus, fala sobre o início da empresa, dos planos de expansão e da necessidade de estudar e manter a cabeça aberta para as novidades.
Capa Aos 59 anos de idade, Alcides Debus é uma prova de que apenas trabalho e dedicação não são suficientes para alcançar o sucesso pleno. O diretor-presidente e fundador da marca Rabusch destaca que, nos últimos 29 anos, sua vida tem sido aprender, reaprender e estudar. O segredo para crescer de maneira consistente e constante é manter a empresa aberta às novidades e à qualificação. De maneira simples, a Rabusch começou a acontecer para um casal de bancários em 1986. Concursados da Caixa Econômica Federal e do Banrisul, respectivamente, Alcides Debus e Loiva Regina Debus compraram uma pequena loja de um amigo na Rua Coronel Genuíno, n° 270, em Porto Alegre. A esposa saiu do banco e trabalhava em tempo integral no novo empreendimento. Enquanto isto, o marido seguia como concursado e sustentando a família. - A Loiva trabalhava na loja e eu continuei no banco. Fizemos um acordo: não mexeríamos no dinheiro da loja por dois anos. Assim, sustentei nossa família com meu salário do banco. Após este período, saí da Caixa e entrei de vez para a Rabusch, para não sair mais – explica Alcides Debus. O objetivo da loja, no início, era apenas complementar a renda do casal. O Brasil, conta Alcides, vivia com uma inflação fora de controle. O casal tinha medo de não conseguir sustentar a família com os salários de bancários. Porém, a construção da empresa serviu para satisfazer o anseio de empreendedor do marido. - Sempre tive o desejo de ter um negócio próprio. Eu era picareta, comprava gado no Rio Grande do Sul e vendia em São Paulo, entre outras atividades para complementar a renda – salienta.
Fizemos um acordo: não mexeríamos no dinheiro da loja por dois anos
Para crescer e desenvolver a marca, Alcides Debus sempre apostou em qualificação e capacitação. - É um trabalho contínuo. Nós nunca dei-
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xamos de aprender alguma coisa. A empresa cresce assim: com trabalho, dedicação e estudo. O segredo é esse. Eu continuo sendo um aprendiz e busco novas alternativas e novas tecnologias que sejam úteis para a Rabusch – garante. Em 2003, com 17 anos de loja consolidada em diversos segmentos, Alcides Debus, formado em Administração de Empresas há alguns anos, decidiu voltar à escola. Fez um MBA na ESPM-Sul até 2005. Os dois anos de estudos são considerados um marco na história da empresa, que se transformou no que é hoje: uma marca forte e reconhecida.
- O MBA me abriu muitos horizontes. Aprendi a ler o microambiente da Rabusch. Depois desta capacitação, percebi que a loja poderia ser muito maior. Ela ganhou um direcionamento correto e um reposicionamento de mercado. Hoje, somos uma marca forte graças ao MBA aplicado no dia a dia da empresa – lembra Alcides.
Alcides e Loiva trocaram a vida de bancários pela vida de empreendedores
Antes da mudança radical que a loja sofreu, a Rabusch vendia moda feminina, mas sem definição de público. Também não existia comunicação corporativa. As mudanças começaram pela logomarca da empresa. A família Debus contratou uma consultoria interna de Nova York. Criaram a marca e escolheram deixar as lojas com espaços maiores. Algumas pesquisas foram realizadas antes de definir o posicionamento. - Abrimos mão de uma faixa de clientes que estava fiel ao nosso nome, mas a mudança foi muito positiva. Começamos a apostar em jovens executivas, mulheres que trabalham fora e querem estar sempre bem vestidas, mas com praticidade e sem perder a essência jovem de ser. Depois disto, a empresa quadruplicou – ressalta Alcides Debus. O amadurecimento da empresa e dos proprietários ocorreu aos poucos. Uma das ações realizadas foi a iniciação como palestrante. Alcides começou a dar pequenas palestras em escolas para compartilhar seu conhecimento e pegar experiência em conversa e argumentação, tornando-se um líder articulado e cada vez mais carismático. - Um conselho que eu sempre dou para quem quer alcançar sucesso é buscar ler muito, participar de eventos, acompanhar seminários. Sempre buscar novas experiências e novos desafios todos os dias – afirma. Para construir o posicionamento da Rabusch, Alcides Debus salienta que foi preciso encontrar um perfil na nova mulher brasileira. O poder das esposas, mães e namoradas está cada vez mais indiscutível, segundo o empresário. O homem precisa das mulheres para tomar quase todas as decisões dentro de casa, no trabalho, na escola e em todas as redes de relacionamento. - Nossa campanha atual da Rabusch diz que elas estão no comando. As mulheres estão cada vez mais ativas e o poder delas é indiscutível, a mulher está decidindo tudo, em casa, no trabalho, na escola. Nas faculdades e graduações brasileira, já são mais alunos no sexo feminino – revela. Para finalizar cada coleção de roupas, a Rabusch constrói um mundo da mulher que eles
querem retratar. Entre as questões que precisam ser respondidas estão: onde esta mulher mora? Quais são as aspirações dela? O que ela gosta de fazer? - Construímos o universo que esta mulher vive e sonha. Aí, passamos a desenvolver os produtos para ela. Temos que ter uma leitura do mundo dela, para que ela faça a conexão dos nossos produtos com a rotina diária – revela. A jovem executiva brasileira quer estar na moda, mas também quer uma moda versátil, que passe a credibilidade necessária de um cargo importante, mas mesclando roupas e acessórios modernos. O nome da empresa tem um significado especial e foi construído cuidan-
Rabusch é uma das marcas líderes no varejo de moda no Rio Grande do Sul
pedem cartazes, banners, adesivos que mostrem que eles estão vendendo produtos Rabusch. Daqui a pouco, vamos começar a vender, também, nosso mobiliário padrão para os lojistas – revela. Este canal já vende a marca Rabusch em aproximadamente 40 lojas em todo Rio Grande do Sul, mas regiões da Serra, Planalto, Missões e na Campanha. A perspectiva de faturamento deste canal de vendas em 2015 é de R$ 6 milhões. O terceiro canal da Rabusch é o e-commerce. O site de vendas ainda está fora do ar, mas a volta já tem data marcada: junho de 2015. Rá, deus sol do Antigo Egito inspirou o nome da marca
do de detalhes da família. O nome é a junção de “Ra”, Deus Sol do antigo Egito, o “bus” aparece por causa do sobrenome da família Debus. Já o “ch” é um sufixo da língua alemã. Uma das líderes em moda no Rio Grande do Sul, a Rabusch só está atrás de marcas antigas como Zara e C&A no estado, que vendem roupas para homens e mulheres. Entre as lojas que trabalham apenas no segmento de roupas femininas, é a principal marca das gaúchas. Aproveitando a veia empreendedora de Alcides e o potencial imensurável da rede de lojas, a empresa está consolidando, aos poucos, quatro canais bem definidos para atrair ainda mais clientes. Uma das ações para desenvolver o nome Rabusch em todo país é a abertura da marca para franquias, o que ocorreu em 2012. Hoje, existem 24 lojas próprias e 20 franquias em diversos estados brasileiros, como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Norte. - Estamos crescendo mais e fazendo gestão de marca e de produto. A rede de franquias faz com que mais pessoas conheçam nosso nome – destaca. Outro canal de trabalho é a própria marca Rabusch de produtos, chamado de canal multimarcas. A empresa começou a revender suas linhas exclusivas em outras lojas. Segundo Alcides, os lojistas do interior aceitaram a marca muito bem. - Fomos muito bem recebidos pelos lojistas, que querem nossos produtos em suas lojas. Eles
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- Estamos trocando de softwares para o site de vendas da Rabusch. A partir de junho, todas as lojas terão sistema integrado. Com isto, vamos vender no site o que tivermos de estoque garantido nas lojas e no centro de distribuição. Isto fará nossas vendas aumentarem – afirma Alcides Debus.
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O primeiro e mais importante canal de vendas da Rabusch é a loja física. As 24 filiais são
Estamos trocando de softwares para o site de vendas da Rabusch. A partir de junho, todas as lojas terão sistema integrado.
cuidadas de forma ainda mais carinhosa pelos proprietários. Alcides ressalta que a preocupação é atender bem e com agilidade e educação aos clientes.
franquias passam por treinamentos e são monitoradas. Hoje, a Rabusch conta com aproximadamente 300 funcionários próprios, além das franquias e das empresas que fazem as roupas.
- Nunca podemos deixar a vaidade ser maior que o negócio. A procura pela marca Rabusch é grande, mas temos que caminhar com calma, sem pressa, para crescer de maneira consistente. Queremos expandir ainda mais, mas sem pressa – salienta.
- Somos uma das empresas que mais investe em funcionários. Temos o setor de Recursos Humanos bem desenvolvido. Nossa estrutura é bem montada e oferecemos muitos cursos e qualificações – afirma.
Sobre os planos de expansão da empresa, o momento da economia brasileira faz as perspectivas ficarem cautelosas. - Eu não vejo que a economia esteja tão mal, mas a pressão da imprensa acaba freando e puxando o consumidor para o lado mais racional, que gaste menos. A moda precisa de impulso. A gente não tem no roupeiro só o que a gente precisa – garante. Em 2015, serão abertas dez novas lojas franqueadas. Com o planejamento estratégico sendo montado, Debus ainda não sabe avaliar quanto vai faturar ao longo do ano em todos os canais de venda. Porém, revela que o ano de 2014 apresentou aumento de 18,7% no faturamento, em comparação com 2013. Para manter o padrão das lojas filiadas, as
Alcides Debus explica que os produtos da empresa têm três origens. Uma parte, cerca de um terço, das roupas são desenvolvidas no prédio de administração da Rabusch. Ali, são realizados desenhos e cortes das peças. A costura das roupas é terceirizada em atelier credenciado. Outra parte dos produtos são roupas importadas. Uma outra parte de produtos são nacionais. Depois de muitos anos dividindo as tarefas de liderança com a esposa, Debus incluiu as filhas no processo de administração da Rabusch. A Kátia é gerente de franquias, enquanto a Karem é gerente do Marketing. Já a Karolina trabalha no setor financeiro. Para entrar no mundo das jovens executivas da Rabusch, basta entrar em uma das 44 lojas em todo Brasil. Também é possível conhecer mais da história de Alcides e Loiva Regina Debus no site www.rabusch.com.br.
Família Debus trabalha unida em diferentes setores da Rabusch
NEGÓCIOS GESTÃO JURÍDICO SAÚDE MODA AGENDA
GESTÃO Fraudes causam prejuízos financeiros e morais a empresas
SAÚDE Telemedicina chega a Torres e agiliza a prestação de assistência
Gestão Fraudes causam prejuízos financeiros e morais a empresas dados passados por ela são realmente verídicos.
Fraudes nas empresas são mais comuns do que muitos imaginam. As formas de golpes são variadas, podendo ocorrer tanto internamente na empresa como também em suas relações comerciais com fornecedores e clientes. Desafiando o senso comum, as fraudes podem acontecer em qualquer tipo empresa, independentemente do tamanho da organização, sendo até mais corriqueiras nas de pequeno porte, já que nestas, o nível de proximidade entre funcionários e gerência é bem elevado, o que potencializa as chances de ocorrência. Internamente, a vulnerabilidade de controles internos aliado à falta de processos bem alinhados são cenários propícios para que funcionários mal intencionados encontrem oportunidades para cometer fraudes, dentre as mais comuns estão cheques forjados, relatórios de despesas adulterados, notas fiscais frias de fornecedores, entre outros golpes. Ter controles internos mais rigorosos e processos bem alinhados ajudam a minimizar a possibilidade de fraudes, mas existem outras práticas simples que as empresas podem adotar com o intuito de diminuir essa exposição. Um tipo de fraude comum no mundo empresarial e que causa sérios transtornos para as empresas, são aquelas ocasionadas por clientes ou fornecedores que forjam ou adulteram documentação para fazer compras e solicitar créditos com o intuito de não efetuar o pagamento ou entregar o que foi negociado. Nesses casos não basta apenas obter informações sobre a empresa, mas é fundamental ter a certeza de que os
- Confirmar se o CNPJ informado está mesmo relacionado com o endereço ou o telefone de contato, fazer consultas de ocorrência de protestos, cheques sem fundos ou registros em bureaux de créditos, como o SPC Brasil, por exemplo, dá mais segurança ao contratante e minimiza a possibilidade de fechar o negócio com uma empresa fraudulenta - argumenta Silvia Cravo, Gerente de Produtos e Inteligência de Mercado do SPC Brasil. Outro ponto que muitas vezes não é considerado por quem está fechando o contrato é obter informações sobre o proprietário da empresa, como porcentual de participação no quadro societário ou se possuem participações em outras companhias.
Solução simples e prática Para facilitar esse trabalho de análise, o SPC Brasil disponibiliza aos seus Associados o produto Top Jurídico, que através da inserção do CNPJ oferece informações como consultas realizadas por empresas, registros no SPC de dívidas vencidas e não pagas, protestos e ações em nome da empresa, quadro de sócios de administradores, além de outros dados que auxiliam e facilitam o trabalho da empresa contratante na análise do seu futuro fornecedor ou cliente, dando mais segurança no fechamento do negócio. Os especialistas do SPC Brasil explicam que esse tipo de consulta é fundamental, porque além de dar mais segurança para o fechamento da negociação, minimizando a possibilidade de fraudes, ele gera economia no processo de concessão de crédito e fechamento com fornecedores, pois o serviço é simples, fácil de consultar e constantemente atualizado. Para saber mais ou adquirir esse e outros produtos e serviços, o empresário interessado deve se associar ao SPC Brasil por meio de alguma Entidade, em uma Câmara de Dirigentes Lojistas ou na FCDL-RS.
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Saúde Torres conta com programa de telemedicina através do Sistema de Saúde Mãe de Deus Divulgação SSMD
Torres, uma das praias mais movimentadas do Litoral gaúcho, acaba de ter um upgrade na assistência à saúde com a instalação de uma estação de telemedicina no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, integrante do Sistema de Saúde Mãe de Deus (SSMD). O novo sistema facilita e agiliza o atendimento de casos mais complexos ao permitir consultorias remotas em tempo real entre médicos de diferentes especialidades, interligando a rede de assistência e evitando deslocamentos de pacientes. A implantação do Programa Telemedicina no SSMD iniciou-se em novembro com treinamento e cadastro de equipes médicas e de enfermagem para utilização dos consoles, num total de cerca de 35 profissionais. Atualmente há três estações instaladas, uma na emergência do
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Hospital Mãe de Deus, outra na sala de estabilização do Mãe de Deus Center e uma terceira na emergência do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes (HNSN), em Torres, o hospital da rede mais distante da central. “Podemos levar consultoria especializada para áreas de baixa e média complexidade”, afirma o coordenador do Programa Telemedicina SSMD, dr Luciano Eifler. Nos três locais estão os “robôs”, consoles com equipamentos móveis dotados de telas de computador, câmeras de alta resolução, eletrocardiograma e oximetria bluetooth permitindo, por exemplo, que o médico envie os sinais vitais de um ponto a outro e receba dados em tempo real (telemetria), agilizando diagnósticos e tomada de decisões. As estações, que podem ser facilmente deslocadas, também dispõem de este-
Uma das três estações já está no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes para compartilhar informações e imagens à distância em tempo real
Com essas facilidades tecnológicas, a discussão de casos clínicos mais complexos pode ser feita remotamente 24h/dia entre profissionais de diferentes especialidades e onde eles estiverem. Em relação a Torres, o diretor técnico do HNSN, dr Marcelo Fagundes, considera que “é um avanço que irá permitir a discussão de casos mais complexos sem necessidade de transferência de pacientes”, citando a neurologia como uma das áreas beneficiadas.
Mobilidade O serviço de telemedicina comporta também aplicativos para conexão com diferentes plataformas como aparelhos de celular, com ganhos de mobilidade e permitindo que o médico mesmo distante das estações possa remotamente fazer acompanhamento de um caso. As soluções adotadas são fornecidas pela norte-americana Medweb, uma das maiores empresas mundiais do setor há 23 anos no mercado e que tem entre seus clientes de telemedicina as Forças Armadas dos EUA e as universidades de Miami e da Califórnia. O tema telemedicina ganhou destaque no SSMD ainda na fase de preparativos para Copa do Mundo, quando o Hospital Mãe de Deus foi um dos escolhidos como referência para atendimento durante os jogos em Porto Alegre. A experiência foi bem-sucedida com a implantação de uma central de telemedicina com médicos treinados para apoio a toda a rede de Emergência do Hospital. Houve três atendimentos durante os jogos no Beira-Rio e 30 atendimentos na sala de triagem.
Vantagens da estação - Integração da rede assistencial - Agilidade no diagnóstico e tratamento - Diminuição de custos operacionais - Compartilhamento de informações entre profissionais de saúde em tempo real - Melhor gerenciamento de pacientes crônicos - Redução do tempo e de custo em deslocamentos entre hospitais e clínicas
Giovana Jockyman
toscópio e dermatoscópio e têm um sistema de conexão wi-fi com autonomia de quatro horas.
Projeto iniciou no hospital Mãe de Deus em preparação para a Copa do Mundo
Jurídico Responsabilidade civil do administrador da sociedade limitada A sociedade limitada foi incluída no Direito Brasileiro pelo Decreto n. 3.708/19 e, eivado de imperfeições, seus artigos renderam inúmeras discussões. A atenção especial às sociedades limitadas veio com o Novo Código Civil/2002, cuja modalidade tem grande aceitação no meio empresarial por trazer garantia aos sócios contra os efeitos patrimoniais e pela forma simples de constituição (art. 1.052 e seguintes, com aplicação complementar da Lei das Sociedades Anônimas). Como se sabe, a sociedade limitada tem o capital social dividido em cotas pertencentes a cada sócio, os quais tem a sua responsabilidade limitada ao valor das mesmas, mas todos respondem pela integralização do capital social solidariamente. E as atividades são desempenhadas por um administrador, que pode ser sócio ou não sócio, a fim de que a sociedade atinja os objetivos a que se propõe (art. 1.060, do Código Civil). Via de regra, o administrador não tem responsabilidade pessoal pelas dívidas que contrair em nome da sociedade e em razão dos atos de gestão empresarial. A exceção à regra é em casos de atuação do administrador com dolo ou culpa, mesmo que dentro de suas funções, com violação à lei ou ao contrato social. Basta descumprir o dever legal e existir ligação entre a sua conduta ilícita e o resultado.
Eis exemplos de responsabilização do administrador por seus atos de gestão: uso indevido da razão social, conflito de interesses, desvio de finalidade, confusão patrimonial. Os Tribunais de Justiça e o Superior Tribunal de Justiça têm tomado o cuidado em verificar qual o ato praticado pelo administrador e se este o foi em razão da sua clássica atuação de gestão da sociedade, ou se o foi desviando da sua função (com dolo ou culpa), ou ainda utilizando da personalidade jurídica da empresa para burlar credores/fraudar obrigações, caso em que deve ser aplicado o instituto da desconsideração da personalidade jurídica (art. 50, do Código Civil). Presente o abuso da personalidade jurídica, deve o julgador desconsiderar a pessoa jurídica, atingindo o patrimônio pessoal do administrador, que deve responder pessoalmente pelos prejuízos que causou com seu ato ilegal/irregular. Assim é que revela-se de grande importância a análise de cada ato do administrador, sob pena de incorretamente atribuir-se a ele uma responsabilidade que deve ser aplicada à sociedade limitada, por atos próprios de gestão. Mariana Galvan Denardi advogada especialista em Direito Empresarial da Lamachia Advogados Associados
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Agenda Posse festiva diretoria CDL Carazinho 20 de março Carazinho
7ª Convenção Regional de Vacaria 22 de março Vacaria
46ª Convenção Estadual Lojista
Mérito Lojista da FCDL-RS
13 e 14 de agosto
3 de dezembro
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Porto Alegre
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