PUBLICAÇÃO DA FEDERAÇÃO DAS CÂMARAS DE DIRIGENTES LOJISTAS DO RIO GRANDE DO SUL | OUTUBRO 2015
VAREJO
Aumento da inadimplência preocupa FCDL-RS
NEGÓCIOS Precificação é estratégia para a hora da venda
Qualidade para espantar crises Saiba como as empresas gaúchas estão buscando capacitação para fugir da instabilidade econômica
ÍNDICE
Capa
Qualidade para melhorar resultados e conquistar clientes
Varejo
Santa Cruz do Sul recebe a Convenção Estadual Lojista em 2016
Negócios
Dicas de precificação para serem usadas como estratégia de venda
EDITORIAL Todas as notícias sobre a crise política e supostamente econômica provocaram temores exagerados nos consumidores. A queda das vendas no varejo nos primeiros oito meses do ano foi claramente influenciada por este aspecto. No entanto, a partir de outubro já é possível perceber uma mudança no comportamento da maioria dos consumidores brasileiros. Nas vendas do Dia das Crianças, por exemplo, o volume comercializado foi praticamente o mesmo registrado em 2014. A mudança ocorreu na redução do valor médio investido em presentes. E esta realidade tende a perdurar nos próximos meses, incluindo o Natal. Portanto, recomendamos aos lojistas que procurem adequar seus custos e maximizar eficiência e qualidade no atendimento. O remédio para superar os percalços de 2015 é não esmorecer diante do atual festival de notícias ruins. Já enfrentamos quedas de consumo bem mais graves e conseguimos sobreviver. Não será mais essa série de acontecimentos contrários aos interesses dos brasileiros que nos fará esmorecer. As relações econômicas do setor privado no Brasil continuam acontecendo sem problemas dramáticos. A queda de consumo está muito concentrada nos ramos
do varejo vinculados ao crédito de médio e longo prazo, como automóveis novos e eletrodomésticos. Isto ocorre pelas altas taxas de juros. Mas não é uma regra geral, já que os produtos que realmente mexem com o desejo do consumidor continuam sendo vendidos a todo o vapor. No âmbito do varejo de menor ticket médio, os artigos de uso pessoal, cosméticos e produtos farmacêuticos estão praticamente imunes à queda das vendas identificada no mercado brasileiro. Isso é um fenômeno importante sob o ponto de vista estrutural.
Vitor Augusto Koch, presidente da FCDL-RS
O fato é que o modelo da família brasileira está mudando rapidamente. Na atualidade, ambos os membros do casal exercem atividades remuneradas e têm menos filhos do que nas décadas passadas. Isto gera um excedente financeiro maior que normalmente é alocado na realização de desejos pessoais. Quem percebe este conceito e o aplica no seu negócio não padece de queda de vendas. O momento é de arregaçar as mangas e trabalhar muito para afugentar crises e notícias ruins. Nós temos força e temos sabedoria para vencer. E venceremos, com a ajuda de Deus e a união de todos! Um Forte Abraço!
DIRETORIA EXECUTIVA
CONSELHO FISCAL
CONSELHO DE ÉTICA
Presidente Vitor Augusto Koch
Presidente Daltro Viega da Rocha
Presidente Airton Vitalico Giordani
1° Vice-Presidente Fernando Luis Palaoro
Titular André Passini
Titular Milton Gossler
Edição Vitrine Lojista PlayPress Assessoria de Imprensa
Vice-Presidente Jorge Claudimir Prestes Lopes
Titular Vandenir Antonio Miotti
Titular Osmar Anildo Kerschner
Jornalista Responsável Marcelo Matusiak MTB: 10063
Vice-Presidente Davenir Darci Dreher
Suplente Walter Roberto Nickhorn
Suplente Glodomar Guitel
Rua Dr. Flores, 240 Cj 21 CEP 90020-120 | Porto Alegre-RS (51) 3213-1777 www.fcdl-rs.com.br fcdl@fcdl-rs.com.br
Impressão Ideograf Tiragem 3 mil exemplares
Vice-Presidente Cladimir Coppini 1° Diretor Secretário Marcos Rogério Carbone 2º Diretor Secretário Pedro Jacó Schneider 1º Diretor Financeiro Moacir Paulo Lodi 2º Diretor Financeiro Affonso Flávio Angst
Suplente Renato Spultaro Corso
VAREJO
PERFIL CDL Q COMÉRCIO PELO RS GERAL
Pelo RS Santa Cruz do Sul recebe Convenção Estadual Lojsita de 2016
Geral
Venda de produtos eletrônicos deve reduzir em 2016 devido ao aumeto de tributos
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PERFIL
CDL Novo Hamburgo A CDL de Novo Hamburgo está trabalhando em várias campanhas para incentivar os lojistas, como o Marcas que Marcam e a Explosão de Prêmios. Entendemos que o momento econômico é muito delicado para o comércio, mas queremos que as pessoas que fazem compras em Novo Hamburgo continuem comprando aqui, e que mais pessoas de fora venham comprar conosco. Além das campanhas também estamos promovendo palestras para incentivar os comerciantes. A campanha Explosão de Prêmios foi pensada para o natal, tudo pensando em alcançar uma boa meta de vendas no final do ano Valcir Aloísio Klein, presidente da CDL Novo Hamburgo
Gestão 2015/2016
Presidente: Valcir Aloísio Klein Vice-presidente: Emerson dos Santos Tesoureiro: Gilberto Luís Kasper Secretário: Leonardo Lessa Diretor de Marketing e Eventos: Luís Paulo Kayser Diretor Comercial de Serviços ao Associado: Rubens Gilberto Tomm Diretor de Patrimônio: Evandir Urbano Lorenzon
A CDL
Luiza Assis
Turismo
Caracterizada pela intensa produção calçadista, Novo Hamburgo destaca-se também por alguns pontos turísticos, como a Praça 20 de Setembro. Traços da colonização alemã, construções históricas, uma bela área rural e, ainda, construções religiosas atraem muitos visitantes à cidade
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Em 09 de julho de 1962 um grupo de lojistas movidos pela vontade de imprimir uma nova dinâmica ao modesto e disperso comércio de Novo Hamburgo reunia-se na sede esportiva da Sociedade Aliança de Hamburgo Velho e ali fundava o Clube de Diretores Lojistas da cidade. Sempre com o intuito de promover o bom entendimento entre homens do comércio e clientes, de modo a que o setor tivesse um desenvolvimento racional e harmonioso, a fim de melhor acompanhar o rápido processo evolutivo.
Economia A economia da cidade nasceu e desenvolveuse voltada para a indústria do calçado. Foi uma fase persistente e organizada, sendo reconhecida como a Capital Nacional do Calçado. Por este motivo surgiu o chamado setor coureirocalçadista formado por curtumes, indústrias químicas, componentes para calçados, indústria metalúrgica e componentes eletrônicos. Hoje há uma grande diversidade industrial, como indústria de farmácia, vestuário, cosméticos, móveis, eletrodomésticos, gráficas, química, carrocerias, entre outros.
Q COMÉRCIO Nadine Dubal Ijuí Segmento de atuação: Calçados, bolsas e acessórios femininos Endereço: Rua Álvaro Chaves, 55
No Q Comércio desde: Desde 2014 Certificada no selo: Bronze
Por que aderiram ao Q Comércio?
Após a adesão ao programa houve a melhora organizacional como um todo. EstabeleceuAderimos por ser um modelo de gestão de se metas e prioridades. Foi possível acomqualidade. Uma importante ferramenta de panhar e melhorar o desempenho da emprecapacitação de colaboradores que oportu- sa através do sistema. niza o planejamento estratégico da empresa Como utiliza o SCOPI? e busca a melhoria na gestão da qualidade.
Por que dar ênfase à qualidade?
Utilizamos o sistema inserindo dados e acompanhando os indicadores, bem como os praDar ênfase a qualidade dá distinção à em- zos dos processos e projetos para que sejam executados conforme planejado. presa e promove a competitividade.
Quais as modificações aconteceram Responsável Q Comércio na empresa Nadine Dubal após a adesão ao Q Comércio?
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ESPAÇO EMPREENDEDOR
Madalena Distribuidora & Representações A Madalena Distribuidora & Representações surgiu como uma representação comercial em 1998. Hoje, a empresa é representante e distribuidora de materiais elétricos e, há 17 anos, trabalha com as melhores marcas do ramo. Localizada na saída de Porto Alegre, junto ao aeroporto Salgado Filho, a Madalena conta com uma equipe de colaboradores constantemente treinados para atendimento ágil, rápido e eficaz, além de tecnologia de ponta, onde seus produtos são rastreados do recebimento a expedição. Trabalhando diretamente no dia a dia da representação, o diretor-geral, Eduardo Manfron Madalena, teve oportunidade de viver todos os momentos da empresa. Ele destaca que um dos grandes diferenciais da Madalena está no bom relacionamento e no contato direto com os clientes. O diretor-geral da Madalena também se
mostra otimista para o futuro da empresa e do mercado de iluminação. Ele aponta que a crise de energia somada ao fim da vida das lâmpadas incandescentes, a chegada das lâmpadas e luminárias em LED e o constante avanço tecnológico e de design das luminárias, está transformando o setor. – Para se ter uma ideia, o mercado de LED no Brasil deve crescer 30% em 2015, mesmo com a crise. Para 2016 os números são ainda mais animadores. Se por um lado a crise atingiu em cheio a construção civil, por outro a crise energética favorece o mercado de iluminação pela necessidade de baixar custos na indústria, no comercio e nas residências, mantendo o setor em crescimento nos próximos anos – finaliza Eduardo M. Madalena. Outras informações podem ser obtidas no site da empresa: www.madalena.net.br. Divulgação Madalena
PELO RS Coaching é tema de palestra na CDL Estância Velha O instrutor Rafael Siqueira apresenta a palestra “Coaching de Vendas” na Sala de Treinamento da sede da CDL em Estância Velha nos dias 19, 20 e 21 de outubro. O treinamento objetiva ensinar a utilizar ferramentas e técnicas de Coaching para o desenvolvimento e performance no processo de vendas, aprender a usar as perguntas dentro de um formato específico para criar um ambiente propício para o aumento de resultado no fechamento da venda, desenvolver a comunicação de forma assertiva, para melhorar e facilitar a relação vendedor/cliente aumentado o resul-
tado em vendas, conhecer e trabalhar técnicas de vendas utilizadas pelas maiores empresas da atualidade para descobrir a real necessidade de cada cliente, utilizar as perguntas de forma positiva para gerar interesse no cliente para desejar a compra, mostrar valor ao invés de preço, aumentar o índice de fechamento utilizando técnicas e ferramentas Coaching e ser capaz de formular perguntas poderosas de acordo com cada situação e cada cliente.Para trabalhar estes temas, Siqueira utilizará um conteúdo dividido em sete passos desde comunicação até crenças e paradigmas na hora da venda. As inscrições podem ser feitas pelo site www. cdleviv.com.br, telefones (51) 3561.1111 ou (51) 3563.1500 ou e-mail cdleventos@terra.com.br.
Pernada Esportiva da CDL de Igrejinha e Três Coroas arrecada mais de R$ 19 mil Na sexta-feira, dia 16, a CDL de Igrejinha e Três Coroas realizou a entrega dos recursos arrecadados com a realização da segunda edição de sua Pernada Esportiva. Ao todo, foram 1.920 cartelas vendidas que somaram um lucro de R$ 19.200,00. O valor foi dividido entre as duas corporações de Bombeiros Voluntários de Igrejinha e Três Coroas, os três apostadores que obtiveram 18 acertos dos resultados, e também para cobrir as despesas com a promoção do evento. Dessa forma, os Bombeiros Voluntários de Igrejinha receberam R$ 4.800,00, mesma quantia entregue para a Associação dos Bombeiros Voluntários e Municipais de Três Coroas. Entre os apostadores, o Laboratório Bom Pastor e a Sultekal Comércio de Produtos para Calçados foram os vencedores na modalidade pessoa jurídica, enquanto o empresário Paulo Roberto Volkart, de 52 anos, foi o premiado como pessoa física. Todos eles acertaram o resultado de 18 das 29 corridas disputadas no dia 4 de outubro e receberam R$ 1.600,00, cada. Conforme o comandante dos bombeiros de
Igrejinha, Joni Rodrigo Feltes, além de ser uma importante fonte de recursos para auxiliar a corporação, a Pernada Esportiva proporciona um bom relacionamento entre os bombeiros, a comunidade e a CDL. - Este é um valor muito significativo para a melhoria do atendimento à comunidade, pois podemos comprar novos equipamentos que, com o tempo, vão sofrendo depreciação, reparação e necessitam de atualização - declara. Por sua vez, o comandante da corporação de Três Coroas, Luiz Maximino Pedrotti comenta que todo o recurso vem em boa hora. - A Pernada Esportiva é uma prática muito saudável, é uma forma de cooperar e de se integrar com a comunidade - avalia. Para o presidente da CDL, Libório Werlang, poder fazer o bem e ajudar os bombeiros e a comunidade é muito gratificante e agradece a todos que colaboraram para o evento.
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PELO RS Comércio caxiense cresce 8,15%, porém sofre impacto da instabilidade econômica
O comércio obteve um crescimento positivo em agosto em relação ao mês de julho de 8,15%, no entanto, em relação ao mesmo período do ano passado, não repetiu este crescimento, ao contrário, registrou uma queda de 22,53%. O ramo duro registrou crescimento positivo em relação a julho (6,25%) e negativo em relação a agosto de 2014 (-30,82%). Apenas o segmento de materiais de construção registrou crescimento em relação a agosto/14 (6,43%), mas teve queda em relação a julho/15 (-12,08%). Situação diferente registrou o ramo mole. Observa-se crescimento em relação a julho/15 (12,77%) e a agosto/14 (6,72%). Ressalta-se que todos os segmentos do ramo mole tiveram crescimento em relação a julho/15, mas apenas o segmento de produtos químicos conseguiu registrar crescimento positivo em relação a agosto/14 (34,76%). Apenas dois segmentos registram crescimento positivo no acumulado de doze meses e no acumulado do ano. São eles: materiais de construção (23,91%) e produtos químicos (7,32%). O segmento de farmácias (0,13%) registra crescimento positivo no acumulado do ano, mas no acumulado de doze meses o registro é de crescimento negativo (-1,93%). No acumulado do ano, registra-se um crescimento negativo no comércio em geral de 23,62%.
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Maria Carolina Gullo, assessora de Economia e Estatística da CDL de Caxias do Sul, explica que apesar do bom desempenho na comparação com o mês anterior, o comércio não teve fôlego para repetir o desempenho em relação ao mesmo período do ano passado. - A explicação é simples: menos emprego, menos massa salarial, mais inadimplência. Uma equação que gera resultados desastrosos para a economia caxiense. Some-se a isso o fato das incertezas políticas que levam a um ambiente inseguro para novos investimentos e que fazem o setor industrial praticamente parar e o que temos são apenas expectativas de que haja luz no fim do túnel - diz ela. Em relação aos empregos, no mês de agosto somente um setor não apresentou saldo negativo de vagas em agosto, o de Serviços de Ind. Pública. No comércio, o saldo negativo foi de 321 vagas. No ano, a indústria e o comércio lideram o saldo negativo de vagas. São 6479 vagas na indústria e 915 no comércio. Em doze meses, estes números são ainda piores, são 10.329 na indústria e 928 no comércio. Neste indicador também aparece o setor de serviços logo em seguida com 580 vagas fechadas. Portanto, no ano, o acumulado de saldo negativo total é de 7.211 e, em doze meses, de 11.767.
Comércio teve saldo negativo de 321 vagas em agosto
PELO RS
Santa Cruz do Sul recebe Convenção Lojista em 2016 A Convenção Estadual Lojista em 2016 deverá ser no ritmo alemão. A cidade de Santa Cruz do Sul (RS) se prepara para realização do evento que se tornou referência no comércio do Rio Grande do Sul. Em sua última edição, realizada em Caxias do Sul, a Convenção Estadual Lojista reuniu aproximadamente duas mil pessoas em palestras, capacitações e eventos comemorativos. - Julgamos importante identificar e trocar ideias de tudo que pode ser melhorado no evento a cada ano. A Convenção Estadual Lojista é um encontro que se tornou referência para o movimento lojista e cumpre um papel fundamental na qualificação de gestores de líderes de CDLs. Além disso, a troca de experiências entre os comerciantes é muito boa - afirmou o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.
Luiz Fernando Bertuol
A origem da cidade tem raízes na cidade vizinha de Rio Pardo. Elevada à condição de cidade, o desejo era estabelecer uma comunicação
para os chamados “Campos de Cima da Serra”, na região de Cruz Alta, por meio de uma estrada ou picada, para encurtar o caminho e atrair o comércio daquela região. Hoje o município é pujante em sua economia e na capacidade de receber bem o turista, segundo o secretário municipal de desenvolvimento econômico, turismo, ciência e tecnologia, César Cechinato.
Casa do Turista e bonecos Fritz e Frida no trevo de acesso da RS287 são pontos turísticos da cidade
- Há muitos anos que aguardávamos por essa oportunidade e estaremos de braços abertos para recebermos a Convenção Estadual Lojista. Santa Cruz do Sul tem a qualidade de bem receber os visitantes, contamos com uma rede hoteleira diferenciada e restaurantes de classe internacional. Temos a pretensão de, logo, nos tornarmos o 4º maior destino turístico do Rio Grande do Sul - afirmou. A presença do movimento lojista na cidade também tem um significado especial já que o município está em crescimento nesse setor e aguarda, entre outras novidades, o lançamento
GERAL Luiz Fernando Bertuol
de um grande shopping center para o município em breve. Apesar da base da economia estar na indústria, o comércio e prestação de serviços já representam aproximadamente 40% da geração de riqueza. - Será motivo de orgulho recebermos a comunidade lojista. O comércio é um setor importantíssimo para a cidade. Santa Cruz está se tornando referência como centro de compras, de serviços, ensino e saúde e vemos muitas possibilidades de crescimento - completou Cechinato. Segundo o representante do executivo, com exceção de janeiro e fevereiro a cidade conta com pelo menos um grande evento por mês. Entre os destaques estão a Oktoberfest; o Enart, um dos maiores festivais de arte amadora da América Latina; a Festa das Cucas; o Festival Gaúcho da Cerveja; a Multifeira e grandes eventos esportivos como Stock Car e Fórmula Truck. Na área cultural, a cidade conta com a Casa das Artes Regina Simonis, Casa de Retiro Loyola e Gruta Nossa Senhor de Lourdes. O Santuário de Schoenstatt está localizado na BR 471. A outra atração para fotos são os bonecos Fritz e Frida na rótula de acesso da RS 287. Não pode ser deixado de fora uma passagem pela Catedral São João Batista, uma das mais belas do estado. As tradições alemãs carregam intenso con-
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teúdo cultural, mas a inspiração não vem só do chopp, da música e da gastronomia. O desenvolvimento, a tecnologia e a capacidade do país europeu em realizar grandes eventos servem de exemplo para os gaúchos. Será um marco histórico para a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Santa Cruz do Sul, segundo o presidente da entidade, Lauro Mainardi Jr. - Estaremos comemorando 50 anos da entidade e acreditamos que, esse grande evento, irá coroar o trabalho do movimento lojista na cidade. Além disso, as atenções todas estarão voltadas para cidade e isso é muito bom. A CDL é muito reconhecida pela comunidade pelos serviços que prestamos e esse grande evento dará um novo ânimo e renovação para mais 50 anos - afirmou. A última Convenção Estadual Lojista foi realizada há 30 anos no município. - Faremos o máximo para receber bem os visitantes e fazer com que todos saiam daqui não só com uma imagem positiva da nossa cidade que é muito bela, mas com amplo conhecimento adquirido no evento - completou. A CDL Santa Cruz do Sul conta com aproximadamente 400 lojistas associados. O comércio é conhecido na região central, especialmente pela beleza da rua central, batizada de Túnel Verde.
Fonte da Praça Getúlio Vargas com a Catedral São João Batista ao fundo
GERAL
Crescimento da inadimplência dos consumidores gaúchos preocupa a FCDL-RS O número de inadimplentes do Rio Grande do Sul cresceu 6,84% em setembro de 2015, em comparação ao mesmo mês de 2014. O dado de levantamento mensal realizado pelo SPC Brasil mostra que o Estado ficou acima da média nacional, que foi 5,45%. Já o número de dívidas em atraso dos gaúchos cresceu, no mesmo período, 8,11%, ficando, também, acima da média brasileira, que chegou a 6,63%. O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, ressalta a preocupação da entidade com esses indicadores, que, para ele, mostram o quadro recessivo que assola o estado atualmente. - Os dados da inadimplência dos gaúchos estão sendo extremamente influenciados pela perda de dinamismo da economia brasileira e pela deterioração das condições do mercado de trabalho. Hoje, vemos que a soma de inflação elevada, custo elevado das taxas de juros e o aumento do desemprego cria condições de orçamento arrochado e grandes dificuldades para quitação de débitos - enfatiza Koch. Para o dirigente, a preocupação é redobrada pelo fato do aperto no crédito promover a queda da demanda por compras a prazo no varejo gaúcho. É possível observar que a maioria dos inadimplentes acaba por atrasar o pagamento de serviços básicos como água e luz, índice que cresceu, em todo o Brasil 12,55% na comparação entre setembro deste ano e o mesmo mês de 2014. - É possível observarmos que a elevação da taxa de juros, especialmente no âmbito do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, pressionou o aumento do número de dívidas em atraso. E os consumidores que perderam seu emprego ou que enfrentam dificuldades em conseguir um trabalho acabam concentrando esse endividamento - fala Vitor Augusto Koch.
Para auxiliar os lojistas gaúchos a enfrentar esse momento de instabilidade econômica que traz o aumento da inadimplência, a FCDL-RS reforça o alerta para que o comércio varejista continue utilizando os instrumentos de verificação de crédito, como o SPC Brasil, na hora de concretizar a venda. É um passo essencial para encontrar devedores antigos negativados pela base de dados de proteção ao crédito e evitar problemas na hora de receber os pagamentos. O levantamento realizado pelo SPC Brasil mostra que a região Sul, que engloba Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, apresentou o segundo maior índice de crescimento do número de inadimplentes no país, com 6,84% na comparação entre setembro de 2015 e o mesmo mês em 2014, ficando atrás apenas do Nordeste, que teve aumento de 7,85%. No ranking de inadimplentes, a região Sul ocupa o terceiro lugar, com 8,18 milhões de pessoas com contras atrasadas.
Crescimento da inadimplência no mês de setembro de 2015 em comparação à 2014
6,84% 5,45%
RS
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GERAL
Tributos deve reduzir vendas de produtos eletrônicos em 2016
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A proposta de elevação de tributos para smartphones, tablets, PCs e roteadores que o Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional por meio da Medida Provisória (MP) 690/15 não é vista como uma medida positiva pela FCDL-RS. De acordo com a entidade o fim da isenção do PIS/Pasep e da Confins concedida a esses produtos eletrônicos pela chamada Lei do Bem (Lei 11.196/05) poderá resultar na queda das vendas desses artigos. O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, entende que a iniciativa do governo em ampliar a arrecadação por meio da elevação de mais um tributo pode não obter o resultado esperado. - Smartphones, tablets, PCs e roteadores são produtos que não estão entre os mais baratos do comércio varejista nacional. Se o benefício fiscal concedido ao setor for retirado, os preços deverão se elevar muito e a expectativa que temos é que haverá queda nas vendas, com consequente diminuição da arrecadação e possíveis demissões de empregados - aponta Koch.
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FCDL-RS aponta que o fim dos benefícios da chamada “Lei do Bem” trará prejuízos para o comércio de smartphones, tablets, PCs e roteadores
Pela proposta encaminhada ao Congresso Nacional o Governo Federal espera obter uma receita em torno de R$ 6,7 bilhões apenas com o final da Lei do Bem. Mas para a FCDL-RS essa perspectiva poderá ser frustrada e acabar impulsionando o atual processo recessivo que o país vive em termos de consumo. - A eliminação dos efeitos do Programa de Inclusão Digital contido na Lei do Bem trará prejuízos consideráveis para as vendas do varejo, pois é certo que o pagamento do PIS/Confis deverá ser agregado ao preço dos produtos, afastando os consumidores. Nos parece ser uma medida que irá estimular a informalidade nesse segmento, gerando diminuição de empregos formais e da arrecadação de outros impostos da cadeia de eletrônicos e informática - ressalta o presidente da FCDL-RS. Iniciada em 2005, a Lei do Bem possibilita o fomento da produção nacional de equipamentos de informática.
GERAL
Fim de ano com empregos temporários no varejo gaúcho O ano de 2015 chega ao seu último trimestre trazendo perspectivas um pouco mais animadoras para o varejo gaúcho. Apesar do cenário negativo, as festas de Natal e Ano Novo devem implicar na ampliação de oportunidades no comércio para quem procura emprego. Para a FCDL-RS, é possível prever que as contratações sazonais gerem até 15 mil vagas temporárias no setor, elevando os indicadores de empregabilidade do estado. Para o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch, o momento é de buscar a recuperação dos índices de emprego e de vendas do comércio varejista gaúcho. Segundo ele, o emprego temporário, se bem desempenhado pelo trabalhador, pode representar uma porta de entrada para a obtenção de uma vaga fixa.
A entidade avalia que em Porto Alegre deverão ser criados cerca de 2.300 novos empregos temporários. O litoral, com a proximidade do início do veraneio, e cidades do interior do estado que apostam fortemente nas festividades natalinas e de ano novo, como Gramado, Canela, por exemplo, também deverão gerar número expressivo de vagas neste período. - Mesmo que as últimas notícias em relação a economia gaúcha e brasileira não sejam as que gostaríamos de ver e ouvir, o final de ano traz um alento para a população, que deverá regressar as lojas para fazer suas compras, embora com moderação. Pesquisas que a FCDL-RS realizou junto aos consumidores, mostram que isso deverá ocorrer - salienta Vitor Augusto Koch.
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- Neste período, os lojistas se dispõem a treinar e avaliar os novos talentos. Então, é a chance dos temporários darem o máximo de si para mostrar que podem ser efetivados ao quadro funcional da empresa. Além disso, a FCDL-RS aponta que um terço dos funcionários contratados temporariamente acabam por ser efetivado ao final do período - aponta Koch.
Entre 2010 e 2014, os lojistas gaúchos geraram, em média, 17.872 postos de trabalho temporários no último trimestre do ano. A melhor marca foi obtida em 2010, com saldo positivo de 25.719 contratações. O patamar mais modesto foi registrado em 2014, com alta de 13.116 empregos.
FCDL-RS projeta uma expansão das contratações sazonais em torno de 14,5 mil vagas
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GERAL
Registro da marca garante segurança e tranquilidade
FCDL-RS estimula que lojistas tomem esta iniciativa que preserva o patrimônio da empresa
Em meio ao momento de crise econômica que o Brasil vive, uma boa notícia para o setor varejista gaúcho. O segmento possui a maior participação (20%) entre os empreendimentos gaúchos que solicitam registro de marcas e patentes no Brasil. Aliás, o estado é o segundo no ranking desta iniciativa, atrás apenas de São Paulo. A FCDL-RS aponta como fundamental a ação de registrar a marca ou patente da empresa, tendo em vista que são os itens mais valiosos que o negócio possui. Para o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch, o registro de marcas e patentes é muito importante para a saúde financeira das empresas. O dirigente ressalta que é uma iniciativa que beneficia empreendimentos de todos os portes, desmitificando a ideia de que micro e pequenos negócios não realizam este procedimento. - Para os empresários que gerenciam uma micro ou pequena empresa, registrar a marca é uma ação que vai trazer segurança e tranquilidade, uma vez que não poderão ser privados do uso de suas marcas ou ter de realizar modificações profundas que reflitam negativamente na vida econômica do seu negócio. Para quem atua no comércio, é uma forma de proteção de grande valia - aponta Koch.
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Para a obtenção do registro de uma marca, é necessário apresentar o pedido ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que o examinará com base nas normas legais estabelecidas pela Lei de Propriedade Industrial Por meio de parceria com a Marpa - Marcas, Patentes e Inovações, a FCDL-RS garante aos seus associados, assessoria jurídica e administrativa no que se refere aos registros de marcas, patentes, direitos autorais e domínios na internet. - Essa parceria é importante para ampliar o escopo das empresas gaúchas que possuem o registro de suas marcas. É um mercado com alto potencial de crescimento e rentabilidade para o empresário que souber aproveitar seus benefícios - diz o presidente da FCDL-RS. Levantamento realizado pelo INPI mostra que no Rio Grande do Sul o maior percentual de empreendimentos que registram marcas é composto por microempreendedores individuais (MEIs), com 51% das solicitações. É neste aspecto que o segmento do comércio varejista se sobressai. Além do varejo, também os segmentos de construção de prédios, atacados, e produtos alimentícios buscaram registros de marcas.
GERAL
Projeto oferecerá qualificação para comércio próximo à Arena Uma parceria inédita vai oferecer qualificação para o comércio e serviços dos bairros no entorno da Arena do Grêmio. Os detalhes do projeto foram definidos em reunião realizada no dia 05 de outubro na Arena do Grêmio com a participação do consultor em economia da FCDL-RS, Eduardo Starosta.
gaúcho que, apenas esse ano, ganhou o ingresso de 205 novos participantes. O programa já beneficiou 954 empresas oferecendo 700 horas de treinamento e 800 horas de consultoria. Foram entregues 912 prêmios nas categorias Ouro, Prata e Bronze para 562 empresas ao longo dos 4 ciclos.
- Trabalharemos no desenvolvimento e capacitação dos empreendedores da região através da parceria com o SEBRAE/RS. Estamos na fase do planejamento estratégico de tudo que será feito - afirmou Starosta.
O Grêmio vai disponibilizar espaço físico para as capacitações que serão oferecidas para os empreendedores da região.
O objetivo é trabalhar as diretrizes do programa Q Comércio, consolidado no mercado
No segundo semestre a FCDL-RS trabalhará em uma pesquisa de campo que fará uma radiografia social e econômica dos estabelecimentos nos bairros Humaitá e Vila Farrapos.
Parceria inédita da FCDL-RS com o Grêmio vai oferecer diretrizes do programa Q Comércio para impulsionar negócios nos bairros do estádio tricolor
Marcelo Matusiak
GERAL
Dia das Crianças registra vendas abaixo do esperado pelo varejo
O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, aponta como fator determinante para essa queda das vendas os efeitos que a economia gera em todo o país, o que acaba determinando que a população pratique gastos mais modestos ao longo de 2015, seja pela necessidade de se ajustar a um orçamento mais apertado, seja por estar temerosa de que a crise ainda se estenda por mais tempo. - Nós sabíamos que os consumidores pretendiam gastar menos com a compra de presentes para as crianças neste ano. Mas é claro que o atual estágio da economia brasileira acaba por aumentar a redução de consumo, tendo em vista que o avanço da inflação e a piora nos indicadores de emprego, levam os gaúchos a se deparar com menos renda disponível. Somado a tudo isso, tivemos também dias de chuva intensa, o que freou o ímpeto do consumidor em ir até uma loja buscar a sua lembrança - aponta Koch. As principais causas apontadas pelos consumidores para buscar comprar presentes mais baratos, são o crescimento do endividamento familiar, a necessidade de economizar, a inflação e a instabilidade e econômica. - Hoje, observamos com preocupação a piora das condições da economia brasileira, com grande parte da população tendo sua renda familiar diminuída em função de aumento de impostos e dos aumentos dos produtos e serviços com a inflação. E é isso que os governantes devem ter em mente quando buscam resolver
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seus problemas de caixa elevando tributos - diz o presidente da FCDL-RS. Mesmo que as vendas deste ano não tenham sido superiores às de 2014, as crianças gaúchas não ficaram sem presentes. Em média, foram adquiridas duas lembranças por cliente, com gastos em torno de R$ 160,00, valor que representou uma queda de 43% de gastos com os presentes, quando comparado a 2014. Os presentes preferidos pelos consumidores que presentearam no Dia das Crianças foram brinquedos e roupas, a maioria comprados nas lojas de shopping centers. As lembranças foram pagas por quase 50% dos compradores em dinheiro, ficando o parcelamento com cartão de crédito como opção para 22% dos consumidores. - A opção de pagamento em dinheiro, neste momento, se mostra a mais adequada. Evitar o abuso de parcelamentos e realizar os pagamentos à vista, se possível, é a melhor saída para combater a atual conjuntura econômica - afirma Vitor Augusto Koch. O levantamento da FCDL-RS mostrou, também, que promoções e descontos foram os principais motivadores das compras para 66%,8 dos consumidores, que buscaram analisar e comparar preços antes de adquirir o presente do Dia das Crianças. Marcelo Matusiak
Seguindo uma tendência que apontou índices menores de vendas nas datas comemorativas em 2015 (Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia dos Pais), o Dia das Crianças também registrou indicadores de compras de presentes mais reduzidas por parte dos consumidores gaúchos. De acordo com levantamento realizado pela FCDL-RS, é possível avaliar uma queda entre 3 e 6% das vendas na comparação com a mesma data em 2014, além de um tíquete médio de gasto até 43% menor.
Para a FCDL-RS, o momento de instabilidade econômica está causando prejuízos significativos para o comércio, trazendo redução de consumo em todas as datas comemorativas de 2015
CAPA
Quem planta capacitação, colhe Qualidade
V Redação: Mariana da Rosa
ocê já deve ter ouvido falar que “as oportunidades aparecem nos momentos de dificuldade”. Em meio à instabilidade econômica em que o Brasil vive atualmente, esta frase faz ainda mais sentido. A necessidade de buscar alternativas constrói as estruturas vencedoras no comércio. Se você ainda não enxerga uma maneira de espantar a crise da sua empresa, está na hora de buscar auxílio. Pensando em melhorar e revolucionar o comércio gaúcho, a FCDL-RS busca, constantemente, capacitação para seus associados.
CAPA A conquista da Qualidade é uma das melhores maneiras de prever e reverter situações adversas. Uma das iniciativas mais destacadas que a FCDL-RS coloca em prática é o programa Q Comércio, apoiado pelo Sebrae/RS, que visa implantar um modelo de gestão focado na Qualidade através de aulas práticas, software de gestão, diagnóstico e consultoria. Os principais objetivos do programa são o aumento do conhecimento do empresário e colaboradores nas técnicas de gestão, a melhora na lucratividade do negócio, a melhora do nível da qualidade dos serviços prestados e o aumento da participação no mercado e nível de competitividade.
gestão, além da melhora na lucratividade do negócio, a melhora do nível da qualidade dos serviços prestados e o aumento da participação no mercado e nível de competitividade. A Qualidade é um importante aliado em tempos de instabilidade econômica - aponta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.
Entre os diferenciais oferecidos pelo programa, estão a capacitação presencial de quatro semanas; software online de planejamento estratégico (Scopi) e gerenciamento de projetos, processos e indicadores; consultoria presencial de 6 meses e diagnóstico e avaliação presencial de gestão.
- O número de empresas e entidades que estão participando cresce a cada semestre e temos uma grande expectativa que possamos implantar cada vez mais dentro das organizações a filosofia de pensar e investir na Qualidade, que é característica fundamental para o sucesso em qualquer nível, seja uma pequena, média ou grande empresa – salienta Koch.
- O Q Comércio, é sem dúvida, uma das iniciativas mais destacadas que a FCDL-RS coloca em prática. As aulas práticas, o uso do software de gestão, o diagnóstico e as consultorias permitem que o empresário e seus colaboradores ampliem seus conhecimentos nas técnicas de
As empresas preocupadas com a Qualificação e inscritas no Q Comércio passam por treinamento, capacitação e implantação de ferramentas práticas. O software de gestão do programa, o Scopi, permitem o acompanhamento de projetos e processos.
A suposta “falta de tempo” para promover adaptações nos negócios tem sido o maior desafio dos empresários na busca pela Qualidade. A equipe de consultores do Q Comércio percebe que os líderes que investem mais tempo no pro-
João Alves
jeto são os que conseguem os maiores índices nas avaliações. Essa dedicação mostra a vontade do empresário em absorver toda a experiência e qualidade técnica que é passada durante o programa. De acordo com o especialista em Gestão Marcos Kayser, o aproveitamento da ferramenta Scopi também é fundamental para alcançar os objetivos do Q Comércio. O software permite a informatização e o planejamento estratégico da empresa, mas muitos participantes do programa não procuram tempo para trabalhar com a ferramenta. Assim, o empreendedor trabalha os processos internos da empresa de forma mais organizada e com dados específicos para cada demanda. - Com o uso de softwares de gestão, o empresário realiza suas atividades de maneira prática e organizada. Assim, a tendência é que não precise repetir ou refazer alguma coisa. Fazendo o trabalho do dia a dia com Qualidade,
reduz trabalho, reduz o desperdício de tempo e de material, consequentemente – afirma Marcos Kayser. Quando consegue atingir o patamar do atendimento ao cliente de Qualidade, a expectativa é que as vendas aumentem, mesmo em momentos de dificuldade da economia.
Vitor Augusto Koch na premiação do Q Comércio em 2014. A edição de 2015 ocorre em 8 de dezembro
- Se a loja atende com Qualidade, o cliente normalmente retorna. A chance de compra nesses casos é maior. São muitos os benefícios da Qualidade no comércio. Tanto na promoção da venda, pois os clientes se importam com o atendimento. Hoje em dia, os produtos são parecidos entre um estabelecimento e outro. O que diferencia é atendimento de Qualidade – reforça Kayser. Investir na qualificação dos colaboradores ajuda a reter talentos e garante a competitividade dos negócios. A fórmula, que é conhecida por todo empreendedor e parece simples na
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CAPA teoria, demanda planejamento para ser colocada em prática. Se direcionado corretamente, o investimento em qualificação é ferramenta estratégica: permite contornar as dificuldades do cenário econômico por meio da diferenciação. O município de Palmeira das Missões, localizado no Norte do estado, foi o destaque em número de novos participantes no programa Q Comércio. A cidade agregou 11 novas empresas que participam do programa destinado a qualificar a gestão e a intenção para o ano que vem é repetir esse número. Uma das fórmulas adotadas pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) foi trabalhar na conscientização dos associados para importância de qualificar a gestão. - Procuramos conscientizar os empresários da importância do micro e pequeno empresário estar preparado para enfrentar o cenário econômico atual e para isso é fundamental que se tenham boas ferramentas. O Q Comércio proporciona isso aos lojistas. Fizemos visitas às empresas e pudemos perceber a importância desse trabalho - afirmou o presidente da CDL Palmeira das Missões, Walter Roberto Nickhorn. Empresária de Caxias do Sul, Cristiane Marcante
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Bento Gonçalves também acredita na qualificação como meio de transformar o varejo gaúcho e realiza inúmeras atividades de treinamento e qual-
ificação para associados e seus colaboradores. - Investir no aprimoramento da equipe é, ainda, uma forma eficaz de suprir uma necessidade iminente para muitas empresas que é a falta de mão de obra qualificada. O programa Q Comércio oferece a possibilidade de a empresa buscar uma melhoria contínua, através de estratégias e medição de resultados. Essa é a principal missão da CDL-BG, garantir alternativas para que o comércio alcance a excelência de seus serviços, conquistando consumidores e parceiros - comenta o presidente da CDL Bento Gonçalves, Marcos Carbone. Com o troféu Prata do Q Comércio 2014, a empresa Cristiane Marcante Decoração, de Caxias do Sul, também carrega o troféu prateado do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios do mesmo ano. Participando do Q Comércio 2015, a proprietária Cristiane busca, além do troféu Ouro, qualificar sua equipe ainda mais. - Em 2015 nós buscamos a melhoria contínua do negócio, e através da melhoria em todos os processos e serviços conseguimos a diferenciação e vantagens competitivas perante um mercado tão acirrado e de instabilidade econômica – relata Cristiane Marcante. A empresária não nega que a instabilidade Ana Cris Paulus
CAPA econômica afeta qualquer empresa. Porém, destaca a importância da qualificação para a estruturação da loja. - Apesar do momento de instabilidade, aqui na loja estamos num momento ímpar, este está sendo nosso melhor ano, desde sua abertura, há oito anos atrás. Esse sucesso ocorre pois nunca paramos de buscar conhecimento e transformá-lo em recurso estratégico, isso se deve a ter orientação cultural voltada para inovação e mudança. Este ano, em especial, estamos transformando todo conhecimento tácito existente para explícito, para novas estratégias e um novo momento de Cristiane Marcante Decoração. O capital intelectual é nosso maior recurso, é com ele que estamos driblando as instabilidades – ressalta Cristiane Marcante. A busca pelo aperfeiçoamento também é uma constante na filosofia de atuação da Vízia Óptica, de Bento Gonçalves, por exemplo. A empresa exerce treinamento periódico de seus colaboradores em diversas áreas, desde estratégias de venda até layout de vitrines. A premissa de que investir na formação dos colaboradores é uma forma de atingir maior produtividade, eficiência e lucratividade é confirmada pelo grupo. - Conseguimos bons resultados com essas ações, um retorno positivo de vendas e de presença no mercado. Realizamos também pesquisas de satisfação e pesquisa interna para dimensionar os resultados - explica a gerente de recursos humanos da Vízia, Daiane Zeni.
A Elétrica Delfin, de Charqueadas, conquistou o troféu Ouro em 2014. Porém, segundo a funcionária do setor administrativo da empresa, Rafaela Mira Palheta, as qualificações não pararam. - Nós estamos em constante processo de qualificação. Já pensávamos nisso antes de participar do Q Comércio e conseguimos adquirir muito conhecimento no programa. Para não perder espaço no mercado, mesmo em momentos de instabilidade, procuramos coisas novas, queremos sempre inovar, através de promoções, cartões fidelidade, produtos novos. Nossa estimativa de queda de vendas para 2015 fica em torno de 12%. Temos convicção que esse número seria bem maior se não fosse a qualificação – reforça Rafaela Mira Palheta. Em quatro anos de atividades, o Q Comércio já beneficiou 954 empresas, oferecendo 700 horas de treinamento e 800 horas de consultoria. Foram entregues 912 prêmios nas categorias Ouro, Prata e Bronze para 562 empresas. Os municípios onde estão ocorrendo as capacitações do Programa Q Comércio 2015 são os seguintes: Porto Alegre, Uruguaiana, Jacutinga, Caxias do Sul, São Leopoldo, Santa Cruz do Sul, Ijuí, Santa Rosa, Novo Hamburgo, Rio Grande, Lajeado, Pelotas, Passo Fundo, Palmeira das Missões, Alegrete, Santo Antônio da Patrulha, Ibirubá, Santa Maria, Carazinho e Agudo.
- O Scopi é uma ferramenta que ajuda a administrar. Aqui na loja, percebemos avanços e algumas tomadas de decisões foram realizadas com ajuda do sistema. Ainda mais em um período de crise, o sistema ajuda muito e nos deixa mais tranquilos para a tomada de decisões. É um aumento do controle da empresa - diz Elton dos Santos.
Divulgação Óptica Vízia
Em Pelotas, a empresa Eletro percebe os conhecimentos adquiridos no Q Comércio sendo utilizados na prática. De acordo com o proprietário, Elton dos Santos, a queda nas vendas gira em torno de 30% em 2015, em comparação com o ano passado. Entretanto, as mudanças na empresa fortaleceram o comércio, que está encarando a crise de frente. Eles conquistaram o troféu Prata no ano passado.
Empresa de Bento Gonçalves, Vízia Óptica exerce diversos treinamentos com seus funcionários
NEGÓCIOS GESTÃO MODA SAÚDE TECNOLOGIA AGENDA
SAÚDE Outubro Rosa conscientiza sociedade pelo cuidado contra o câncer de mama
GESTÃO Precificação como diferencial na estratégia de venda
TECNOLOGIA
E-commerce não assusta as lojas físicas Durante o primeiro semestre de 2015, enquanto as vendas do varejo gaúcho registraram queda de receita de 3,2%, o comércio pela internet cresceu 16%. Apesar de aparentar ter a preferência dos consumidores, o varejo é intrinsecamente democrático, com espaço para todos que primam pela qualidade do comércio. Apesar de acreditar na disputa entre lojas físicas e lojas virtuais, não há antagonismo e, muitas vezes, são modalidades de varejo complementares. No caso do pequeno lojista gaúcho, o comércio tradicional com lojas físicas é promovido. Desta maneira, deve-se saber quais estratégias aproveitar para garantir o cliente nas lojas. 1) Bom atendimento é fundamental – O vendedor deve conhecer o produto e saber transmitir esse conhecimento ao cliente de forma personalizada. Na internet, o cliente tem de estudar a mercadoria que pretende adquirir. 2) Tocar e sentir o produto – A loja da rua é quem oferece a verdadeira experiência sensorial em relação ao produto desejado. Sapato apertado e calça frouxa são decepções que o cliente tem pouquíssima chance de ter em lojas físicas. 3) Produto que funciona – Muitas compras pela internet chegam ao destino sem funcionar, amassados ou com outro dano. Na loja física, todos os produtos são testados e só recebidos pelo cliente se estiverem funcionando. 4) Pronta entrega – Os entraves logísticos. doBrasil prejudicam a velocidade de entrega dos produtos adquiridos via internet. O consumidor pode esperar semanas pelo produto, ou ir na loja da cidade e adquirir com entrega imediata. 5) Garantia - Em lojas físicas, a substituição
de um produto é mais rápida e simples de resolver. Caso não tenha ocorrido mau uso, a loja troca diretamente a mercadoria defeituosa (desde que ela esteja dentro do prazo de troca em balcão). Na internet, a substituição tende a ser mais demorada e difícil. 6) Preço – Não adianta vender mais barato do que a internet se o custo de aquisição e exposição da loja real é maior. Mas há maneiras consistentes de diminuir ou até eliminar essa diferença. Um meio é se unir a outros lojistas que trabalham com a mesma linha de produtos e montar volumes maiores de encomendas juntos aos fornecedores. 7) Divulgação – Propagandas em sites, emails em massa para todo o Brasil e links patrocinados em sites de buscas são algumas das estratégias que os grandes varejistas usam para atrair o cliente. Para o pequeno lojista este é um custo desnecessário, afinal, o mercado consumidor é a cidade ou mesmo o bairro. A dica é utilizar as principais redes sociais para ofertar os serviços/produtos para públicos selecionados. 8) Catálogo – O pequeno lojista costuma ter uma vitrine de alguns metros quadrados para expor suas mercadorias em destaque. A loja virtual mostra aos clientes com layout de qualidade centenas. Reduza essa vantagem fazendo seu próprio site. É barato e fácil de usar. Fotografe as peças à venda, mande e-mail para os seus clientes e convide-os para visitar a loja. O pequeno lojista não pode encarar a internet como inimiga. A web veio para ficar e não é saudável brigar contra fatos. O melhor é aproveitar o instrumento a seu favor. Pesquise serviços de compras coletivas e outras maneiras de atrair o público para a sua loja. O importante é não se esquecer que a principal diferença que pode fazer o pequeno lojista ter vantagem sobre os grandes portais da internet é simplesmente a excelência no atendimento.
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SAÚDE
Consciência contra o câncer de mama Surgida em 1990 durante a Corrida pela Cura, realizada em Nova York, a campanha Outubro Rosa conscientiza e alerta a população sobre a importância da prevenção do câncer de mama. Hoje, a doença é o segundo tipo de câncer mais comum entre mulheres do mundo atrás apenas do câncer de pele não melanoma. A doença acomete, principalmente mulheres acima dos 50 anos, mas a partir dos 35 anos a incidência cresce progressivamente. Apesar de raro, o câncer de mama pode surgir em homens, mas apenas 1% dos casos da totalidade de conhecidos são atribuídos a eles. O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença, tais como idade, fatores endócrinos/história reprodutiva, fatores comportamentais/ambientais e fatores genéticos/hereditários. É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama
Fatores endócrinos ou relativos à história reprodutiva Referem-se ao estímulo do hormônio estrogênio produzido pelo próprio organismo ou consumido por meio do uso continuado de substâncias com esse hormônio. Esses fatores incluem: história de menarca precoce (idade da primeira menstruação menor que 12 anos); menopausa tardia (após os 55 anos); primeira gravidez após os 30 anos; nuliparidade (não ter tido filhos); e uso de contraceptivos orais e de terapia de reposição hormonal pós-menopausa, especialmente se por tempo prolongado.O uso de contraceptivos orais também é considerado um fator de risco pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc) da Organização Mundial da Saúde (OMS), embora muitos estudos sobre o tema tenham resultados controversos
Marcelo Matusiak
Fatores relacionados a comportamentos ou ao ambiente Incluem ingestão de bebida alcoólica, sobrepeso e obesidade após a menopausa e exposição à radiação ionizante (tipo de radiação presente na radioterapia e em exames de imagem como raios X, mamografia e tomografia
computadorizada). O tabagismo é um fator que vem sendo estudado ao longo dos anos, com resultados contraditórios quanto ao aumento do risco de câncer de mama. Atualmente há alguma evidência de que ele aumenta também o risco desse tipo de câncer. O risco devido à radiação ionizante é proporcional à dose e à frequência. Doses altas ou moderadas de radiação ionizante (como as que ocorrem nas mulheres expostas a tratamento de radioterapia no tórax em idade jovem) ou mesmo doses baixas e frequentes (como as que ocorrem em mulheres expostas a dezenas de exames de mamografia) aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de mama. Fatores genéticos/hereditários Estão relacionados à presença de mutações em determinados genes transmitidos na família, especialmente BRCA1 e BRCA2. Mulheres com histórico de casos de câncer de mama em familiares consanguíneos, sobretudo em idade jovem; de câncer de ovário ou de câncer de mama em homem, podem ter predisposição genética e são consideradas de risco elevado para a doença. A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente dos consi-derados modificáveis. O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio de alguns sinais e sintomas. A principal manifestação da doença é o nódulo, fixo e geralmente indolor. O nódulo está presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher. Outros sinais e sintomas são: pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; e saída de líquido anormal das mamas. Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama. É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. Quando a mulher conhece bem suas mamas e se familiariza com o que é normal para ela, pode estar
atenta a essas alterações e buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica. A orientação atual é que a mulher faça a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem necessidade de uma técnica específica de autoexame, como preconizado nos anos 80. Essa mudança surgiu do fato de que, na prática, muitas mulheres com câncer de mama descobriram a doença a partir da observação casual de alterações mamárias e não por meio de uma prática sistemática de se autoexaminar, com método e periodicidade definidas.
O câncer de mama não tem uma causa única e diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença
A detecção precoce do câncer de mama pode também ser feita pela mamografia, quando realizada em mulheres sem sinais e sintomas da doença, numa faixa etária em que haja um balanço favorável entre benefícios e riscos dessa prática (mamografia de rastreamento). A recomendação no Brasil, atualizada em 2015, é que mulheres entre 50 e 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos. Essa é também a rotina adotada na maior parte dos países que implantaram o rastreamento do câncer de mama e tiveram impacto na redução da mortalidade por essa doença. Conforme pesquisa de 2013 do INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), da população de 5.527.945 mulheres de todas as idades do Rio Grande do Sul, foram feitas 147.877 mamografias de rastreamento ou diagnóstico. Entre as 672.335 mulheres de 50 a 59 anos, foram realizados 50.974 exames no mesmo período. O dado mostra a pouca prevenção através de exames considerando que toda mulher acima de 50 anos deve fazer um exame por ano para rastreamento de possíveis nódulos.
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GESTÃO
Precificação como estratégia
Simplesmente colocar um porcentual em cima do quanto se gastou na compra ou fabricação do produto deixou de ser a estratégia de preços mais eficaz. Calcular gastos, perceber a concorrência e considerar o valor percebido do produto são diferenciais para o pequeno comerciante em momento de crise. 1. Avalie os custos Custos fixos existentes como salários dos funcionários ou aluguel. Custos variáveis como como impostos sobre vendas, comissões de vendas, embalagens. 2. Análise de concorrência É importante saber quem são os seus principais concorrentes, os preços praticados e suas estratégias. Atenção à concorrência faz com que não se pratique preços muito acima do valor de mercado sem uma proposta de valor clara para o cliente. 3. Considere o valor percebido O valor percebido pelo cliente inclui fatores intangíveis como imagem da empresa, números de players atuantes, exclusividade do serviço e qualidade do produto. Esses fatores não são facilmente reconhecidos e o empresário pode ter dificuldades para vender seu produto, pois ele pode estar com valor muito acima do mercado. A análise de concorrência auxilia também a determinar estes fatores intangíveis de sua marca. 4. Lucro pretendido Após todas as análises, o empresário deve estabelecer um percentual de retorno sobre seus custos. Após o processo de precificação, a análise do
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arte por Mauro Plastina
Os pequenos e médios lojistas devem ficar atentos a quanto cobrar pelo produto que vende. Diferente de grandes redes, que têm métricas estruturadas e relações estreitas com fornecedores, o pequeno varejista - que forma a grande massa do varejo – necessita estruturar o preço de forma diferente para atrair o cliente.
preço final é essencial e pode definir a margem de lucro e rotatividade dentro da loja. Caso o custo calculado estiver abaixo do valor de mercado, isto permitirá ao empresário se o venderá no valor calculado ou se aumentará segundo o valor de mercado, podendo obter boas margens de lucro. Se o preço estiver acima do valor de mercado, vale a análise para redução dos gastos – ou mesmo da margem de lucro pretendida – com intuito de chegar a um preço competitivo para o produto. Em alguns casos, pode-se ainda optar pelo número acima do mercado, sabendose que precisará desenvolver outros diferenciais, como atendimento, marca ou entrega para fidelizar o cliente – estes são os fatores intangíveis do item 3 da precificação. A estratégia da empresa ainda pode definir produtos que funcionem como “iscas” para clientes. Após o processo de precificação pode-se deixar um produto com lucro zero ou prejuízo e torna-lo um “chamariz” para os clientes frequentarem a loja e acabar tornando o produto somente mais um no “mix” adquirido pelo cliente. Desta maneira, o empresário pode utilizar estratégias para giro do estoque deste e outros produtos e ainda aumentar a frequência de pessoas na loja. De forma consciente, a precificação pode auxiliar não somente a venda de um produto, mas de toda uma composição.
Valor dos produtos pode ser usado como estrategia de venda pelo lojista
MODA
Com gravata ou sem gravata? Desde o início do século passado, os brasileiros importaram da Europa um hábito profissional típico de terras geladas: a gravata. Algumas grandes empresas nacionais, ou mesmo multinacionais instaladas no Brasil já aboliram esta peça do vestuário. Mas, em muitas ocasiões, a gravata ainda é peça de destaque e status, marcando a importância e imponência do momento. Afinal: até que ponto as gravatas estão com os dias contados em meio aos dias atuais em que vivemos e convivemos com o aquecimento global? Frio, calor, sol, chuva. Não importa. Todos os dias ela está lá, no colarinho de milhares de executivos, na intenção de demonstrar elegância e de impor formalidade à ocasião. Mas, em algumas empresas, principalmente aquelas que buscam um ambiente mais descontraído para seus negócios, seu uso já não é mais obrigatório. Para alguns consultores de imagem, a gravata ainda conota elegância e poder no ambiente de trabalho. Mais do que isso, ainda confere bom posicionamento a quem a usa em situações muito formais. E se algumas empresas estão dispensando seu uso, o fazem com o objetivo de ter um ambiente mais informal e leve, que estimule os relacionamentos por meio de uma quebra na formalidade. Apesar de se falar em ambientes descontraí-
dos, sérios ou elegantes. Quais, realmente, são as situações em que se deve utilizar a gravata? Uso indicado 1. Em interações com pessoas / empresas que adotam trajes formais, reuniões formais; 2. Na liderança de eventos importantes, pois muitas vezes o tema abordado pede maior formalidade, e a gravata se torna importante. 3. Em conferências nas quais sua visibilidade for necessariamente alta. 4. Em entrevista para cargos do nível de gerência em empresas que sabidamente valorize a formalidade Uso desnecessário 1. Em interações com clientes/empresas que adotam códigos mais informais; 2. Treinamentos e reuniões informais. 3. Ambientes despojados. Nesse caso, dependo do ambiente, valem usar aquelas que conferem um ar descontraído, como as desenhadas com personagens, por exemplo. 4. Em entrevistas para emprego que não seja para um cargo de alto executivo em empresa muito formal, ou seja, em praticamente 95% dos casos. Caso seja necessário, solicite ao RH da empresa indicar informações sobre códigos de vestuário da empresa para os funcionários e até mesmo para eventos externos e reuniões.
Gravata está presente no colarinho da maior parte dos executivos em eventos e reuniões
Michael Cooper
AGENDA 50 anos CDL Caxias do Sul 10 de novembro Caxias do Sul
1º Painel CDL Nova Prata 17 de novembro Nova Prata
Encontro de Líderes de CDL 18 de novembro
Jantar de Fim de Ano da CDL Antonio Prado
Porto Alegre
28 de novembro Antonio Prado
Mérito Empresarial e Profissional CDL Caçapava do Sul 28 de novembro Caçapava do Sul
Mérito Lojista FCDL-RS 15 de dezembro Porto Alegre
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Evento Premiação Q Comércio 8 de dezembro Porto Alegre
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