INFOBRITAS Publicação da Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul - Agabritas e Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do Estado do Rio Grande do Sul - Sindibritas Praça Osvaldo Cruz, 15/1314 - CEP 90030-160 - Porto Alegre/RS
ANO XI - Janeiro, Favereiro e Março de 2018
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Fórum Mineração de Agregados
Oportunidades que serão geradas com as obras do Cais Mauá
Sindibritas apoia padronização da tonelada como unidade de medida
Uso de energia alternativa pode ajudar a reduzir impacto na conta de luz
Marcelo Matusiak
Pelo fortalecimento da mineração tunidade para mostrar sua marca, produto ou serviço para o setor. Todos os empresários que falamos enxergam nesse evento uma grande oportunidade de fortalecimento da marca e de prospecção de negócios.
Expediente Presidente Pedro Antônio Reginato Vice-Presidente Nilto Scapin Secretário Raimundo Toniolo Tesoureiro Valdir Turra Carpenedo
O Sindibritas e Agabritas continuam trabalhando fortemente em pautas de interesse da mineração e o debate será uma grande oportunidade de mosCom muita satisfação, anuncia- trarmos os avanços e as batamos a realização de mais uma lhas que temos pela frente. Se edição do Fórum Mineração de por um lado, há uma sensação Agregados, uma oportunidade de otimismo pela possível retoúnica de geração de negócios mada econômica do país que e relacionamento entre empre- repercute em mais obras e mais sas, fornecedores e prestado- demanda de matéria-prima, sares de serviços do segmento. bemos que há um longo camiUm dos diferenciais é a pre- nho a ser percorrido. sença em grande número de um público extremamente qua- Discussões legais e tributárias lificado e interessado no setor. são necessárias para que o emQueremos, desde já, agradecer preendedor enfrente um camio empenho de empresários, nho menos doloroso e menos parceiros e patrocinadores que injusto. Seja no âmbito estadual buscam através da união forta- ou federal, sofremos uma carga lecer cada vez mais nossa atu- tributária absurda que nos imação. A programação contem- pede de crescermos ainda mais plará o debate de mudanças na gerando mais emprego e renda legislação mineral e que são, para toda a sociedade. ainda, motivo de muitas dúvidas Não bastasse isso, somos um por parte dos gestores. Quere- dos setores mais afetados pelos mos, ainda, através de cases gargalos logísticos que demande sucesso, mostrar experiên- dam providências imediatas por cias bem sucedidas ao redor do parte dos órgãos públicos. país. Esperamos todos no Centro de Trabalhamos em um segmen- Eventos da Fiergs e desejamos to que exige conhecimento e bons negócios! qualificação técnica e a oportunidade de ter contato com prestadores de serviços e empresas do ramo é, sem dúvida, uma grande chance de aprendizado. Pedro Antônio Reginato Para os expositores, estamos falando de uma excelente opor-
Presidente Sindibritas / Agabritas
Diretores Jorge Felippe Grewehr lsmael Cecconello, Sandro Alex Almeida e Clóvis de Alencar Neto Coordenadores Regionais Mauro Della Pasqua, José Marcelo Mônaco, Ivam Luis Zanette, Everton Andreetta, Paulo Fernando de Oliveira, Flávio Liz, Valdir Turra Carpenedo, Jaime Silveira, Henrique Eduardo Goulart Feijó Conselho Fiscal Titulares: Israel Zandoná, José Luiz Machado e Maria de Lurdes Rigon Suplentes: José Marcelo Mônaco, André Luiz Rauber e Mauro Della Pasqua Representantes Junto à Associação Nacional de Entidades de Produtores de Agregados para Construção Civil (ANEPAC) Titulares: Pedro Antônio Reginato e Sandro Alex Almeida Suplentes: José Luiz Machado e Nilto Scapin
Agabritas: contato@agabritas.com.br (51) 3221.3344 Sindibritas: contato@sindibritas.com.br (51) 3225.1726 Praça Osvaldo Cruz, 15/1314 - Centro Cep: 90030-160 | Porto Alegre / RS
Jornalista Responsável Marcelo Matusiak MTB 10063
Colaboradores Mariana da Rosa Francine Malessa
www.playpress.com.br playpress@playpress.com.br Contato: (51) 3361.6016
Fórum Mineração de Agregados Evento ocorre nos dias 17 e 18 de abril no Centro de Eventos da FIERGS Marcelo Matusiak
Mineração é fundamental para o desenvolvimento econômico e social Em 2016, o Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas) abriram caminho para os debates mais importantes sobre o segmento da mineração no estado com a primeira edição do evento. Nos dias 17 e 18 de abril, o 2o Fórum Mineração de Agregados deverá ser ainda maior, com mais espaços de convivência, empresas expositoras e palestras voltadas às rotinas de quem trabalha no setor. Neste ano, o objetivo do evento é discutir as recentes mudanças na legislação do setor mineral brasileiro e avaliar 4 [ Infobritas ]
seus impactos diretos e indiretos sobre a mineração de agregados no Rio Grande do Sul. O Sindibritas e a Agabritas querem, com o Fórum, propiciar a interação entre fornecedores e empresas de mineração de agregados, para gerar novas parcerias e conhecimento de produtos, tecnologias e serviços.
Mais de quinhentas pessoas são esperadas para o encontro, que tem como público-alvo empresários, administradores públicos, consumidores, técnicos de órgãos licenciadores, técnicos de empresas, representantes de instituições de pesquisa, ensino e centros tecnológicos, estudantes e sociedade em geral. - Escolhemos o tema por ser uma discussão muito atual e presente na vida das empresas. Acreditamos que o conhecimento será o grande diferencial e será uma das ferramentas que a entidade oferece para que todos possam interagir e expor suas ideias diante dessa nova realidade - afirma o presidente do Sindibritas e Agabritas, Pedro Antônio Reginato
Além das entidades gaúchas, o Fórum Mineração de Agregados conta com a parceria da Associação Nacional das Entidades de Produtos de Agregados para Construção Civil ( Anepac) na organização e promoção.
para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul - disse.
Sob o comando da atual diretoria, desde 2014, a gestão alcançou avanços e maior representatividade da entidade junto A primeira edição do evento, ao Governo do Rio Grande do em 2016, falou sobre como a Sul. Entre as conquistas, estão mineração de agregados serve a criação da Frente Parlamentar como vetor de crescimento da de Mineração e a realização do economia no estado, e contou Fórum Estadual da Mineração com a presença de aproximada- de Agregados. mente quatrocentas pessoas.O secretário de Minas e Energia do RS, Artur Lemos, lembrou a importância da manutenção dos trabalhos da FEPAM, com a grande credibilidade que possui junto a sociedade. - A recriação da secretaria de minas e energia foi a primeira movimentação que demonstrou que o Governo do Estado está focado nessa atividade e por isso seremos sempre parceiros
Palestras Técnicas No primeiro dia do Fórum Mineração de Agregados, um dos destaques será a palestra técnica sobre produção de areia de britagem. Além disso, ocorrem a cerimônia de abertura, com as presenças de autoridades, a exibição de filme institucional do evento, e visita aos estandes da feira, com interação entre os empreendedores e os empresários gaúchos participantes do fórum. No segundo dia, a programação de palestras será intensificada. O primeiro encontro traz a visão do setor produtivo sobre as implicações das mudanças na legislação mineral e sobre a experiência institucional no estabelecimento de critérios técnicos de operação para lavra de agregados no Estado de São Paulo. Outro destaque é a palestra técnica sobre tributação sobre agregados no Rio Grande do Sul, com expectativas para os próximos anos. Ao final, serão realizados debates sobre os impactos das mudanças na legislação.
Expositores Novidades nesta edição do Fórum Mineração de Agregados, uma área de circulação será montada na entrada do evento. Serão cerca de 20 expositores em um espaço com mais de 1 mil m². Os expositores são parceiros das empresas de mineração do estado e devem mostrar lançamentos e inovações que podem auxiliar o trabalho no setor. [ Infobritas ] 5
Mineração gaúcha destaca as oportunidades que serão geradas com as obras do Cais Mauá Segmento deve fornecer agregados de brita, areia e saibro durante a construção Marcelo Matusiak
Representante do Sindibritas e do Agabritas
- A iniciativa de participar representando os nossos associados foi pela dimensão do projeto e as oportunidades que teremos de fornecimento de agregados (brita, areia e saibro), sejam eles a granel ou aplicados em concreto, argamassa e no asfalto. Nós valorizamos e buscamos sempre que possível incentivar as iniciativas de empreendimento no setor público ou privado, com a intenção de 6 [ Infobritas ]
fortalecer o desenvolvimento do nosso setor – afirmou o coordenador regional da Agabritas, Paulo Fernando de Oliveira, que prestigiou o evento representando a entidade e o sindicato. Durante a solenidade, o prefeito Nelson Marchezan Junior, agradeceu o empenho de todos os envolvidos no projeto vislumbrando um grande benefício para população a partir da futura entrega da obra.
A cerimônia de entrega da licença de instalação do empreendimento, no pórtico central do cais, contou com a participação do governador José Ivo Sartori. - Esse é um marco histórico para todos os gaúchos — declarou o governador. A primeira fase de obras prevê o restauro de 11 armazéns e a construção de 10 praças, em dois anos, a um custo de R$ 80 milhões. As etapas seguintes preveem prédios comerciais e um centro comercial. O prazo total é de seis anos, e cerca de R$ 500 milhões deverão ser aplicados.
Marcelo Matusiak
O evento marcou o início de boas perspectivas para o segmento da mineração, pois será um importante mercado para fornecimento de agregados para a construção, com brita, areia e saibro. O Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas) estiveram presentes no ato de concessão da licença de instalação para a Empresa Cais Mauá do Brasil S.A., que permite o início das obras de revitalização do local.
- Agradecemos aos investidores privados que estão aqui ao nosso lado. É essa linha que nosso governo segue, pois estamos junto a pessoas que, realmente, querem fazer a mudança na vida das pessoas – afirmou.
Ato de concessão da licença do Cais Mauá, em Porto Alegre
Mineradoras gaúchas avaliam impactos de leis no setor Além da instituição da Agência Nacional da Mineração, matérias reduzem alíquotas e extinguem taxas O final de 2017 trouxe mudanças para o setor de mineração do Brasil. Entre as três Medidas Provisórias (MP) que estavam em pauta no Congresso Nacional, duas foram apreciadas e aprovadas pelos parlamentares. O destaque foi a transformação do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) em Agência Nacional de Mineração (ANM). A sanção foi publicada na quarta-feira (27) no Diário Oficial da União. Além disso, há mudanças econômicas como a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). A partir da constituição da Agência Nacional de Mineração, ela passará a ter poder ilimitado. A ANM terá foro em Brasília e uma unidade administrativa em cada unidade da Federação. - Estas mudanças trazem um alívio para o setor, pois a co-
brança do tributo era exageradamente alta e desproporcional. As pequenas empresas não poderiam arcar com os valores elevados ou descartar áreas cujo investimento foi feito dentro das expectativas da legislação anteriormente vigente – comenta o presidente do Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas), Pedro Antônio Reginato.
na fiscalização e oferece segurança jurídica sobre os prazos decadencial e prescricional.
Outra MP, transformada na Lei Ordinária 13.540/2017, trata das responsabilidades dos empreendedores sobre os custos relativos ao transporte e seguros. A alíquota da CFEM passa a ter 1% para rochas, areias, cascalhos, saibro e substâncias minerais destinadas ao uso imediato na construção civil. O texto também prevê maior rigor
Já a MP 790/2017 não foi apreciada em tempo hábil pelo Congresso Nacional, perdendo a eficácia com risco de retrocesso, principalmente com relação ao Regime de Licenciamento exclusivo da ANM. Ela representava um avanço pois terminava com a vulnerabilidade política do regime de licenciamento estabelecida pela Lei 6.567.
- É bom que os empreendedores saibam que a partir de agora, nas vendas, eles também terão responsabilidade sobre o custo de transporte. Para usufruir da alíquota reduzida para 1%, eles devem consultar o Cadastro Mineiro e verificar se consta o tipo de uso “construção civil”, caso não esteja, deve acionar formalmente a ANM para correção – explica Reginato.
MPs prevêem mudanças para a mineração brasileira [ Infobritas ] 7
Mineradoras comemoram nova manutenção de alíquota reduzida de ICMS O Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas) comemoram a decisão e acreditam que signifique uma grande vitória para as empresas do setor no estado, deixando o aumento de 50% do valor do imposto (de 12% para 18%) para o ano de 2019. Até lá, os empresários buscam a inclusão da areia e da brita na lista essencial da cesta básica, diminuindo a alíquota para 7%. - O decreto do Governo do Estado nos trouxe uma enorme alegria, pois estamos batalhando por esta manutenção há bastante tempo. Para ter uma ideia, se aumentasse de 12% para 18% a alíquota, estaríamos pagando 50% a mais desde novembro. Agora, estamos com o objetivo de incluir a areia e a brita na cesta básica, caindo para 7%. Nós trabalhamos com um material mineral de extrema necessidade para a construção civil do estado – salienta o presidente do Sindibritas e da Agabritas, Pedro Antônio Reginato. Os empresários alertam que a manutenção da alíquota do ICMS também beneficia a construção civil do estado, pois evita que os preços dos minerais subam ao consumidor final. O percentual cobrado segue o mesmo até 2019, gerando economia e desenvolvimento para o setor.
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Alerta para as contribuições nas convenções coletivas Após Reforma Trabalhista, associados não têm mais a obrigação de contribuir e acordos em vigor precisam de autorização dos colaboradores A contribuição sindical opcional e a prevalência do negociado sobre o legislado estão entre as principais mudanças da reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro de 2017. No entanto, é preciso considerar que ainda existem convenções coletivas em vigor, cuja data base vencem ainda em 2019, o que exige atenção maior tanto por parte das entidades quanto dos associados.
tores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas), Pedro Antônio Reginato.
O líder do setor da mineração estadual destaca, ainda, que a Reforma Trabalhista deve ser vista como uma modernização das relações de trabalho e que cabe às entidades que representa, a sua melhor aplicação, visando o equilíbrio social entre o capital e o trabalho.
- Anteriormente, as contribuições assistenciais para associados previstas nas convenções coletivas eram pagas de forma compulsória. Diante destas alterações, aconselhamos que todas as contribuições contidas nas convenções ou acordos coletivos sejam autorizadas por escrito pelos colaboradores – explica o presidente do Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e a Associação Gaúcha dos Produ-
Ao total, 54 artigos dos 922 que compõem a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foram alterados na nova lei. Outros 43 foram inseridos e nove revogados. A matéria que trata sobre a terceirização também teve dois artigos modificados e recebeu três novos dispositivos. A legislação esparsa ainda sofreu ajustes pontuais, o que resultou em 114 artigos entre inseridos e alterados.
Como era
Como ficou
A contribuição sindical era obrigatória. O pagamento era feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador. As contribuições Assistenciais contidas nas Convenções ou Acordos coletivos somente eram obrigatórias aos associados das entidades sindicais. Os não associados não eram obrigados a pagar.
A contribuição sindical será opcional, condicionada à autorização prévia e expressa do trabalhador. Nas Convenções Coletivas em vigor cuja data base vencem ainda neste ano, o conselho é que sejam autorizadas por escrito. Não será possível se estabelecer normas dissidiais que contenham qualquer forma de contribuição que seja obrigatória ao empregado.
Modernização da relação trabalhista entre empresa e funcionário De acordo com os dados do próprio Tribunal Superior do Trabalho (TST), em 2016 foram ajuizados 3.957 milhões de ações trabalhistas no Brasil, um crescimento de 4,35% ante ao ano anterior. Apenas nas varas do trabalho, houve acréscimo de cerca de 100 mil ações no último ano – em 2015 foram, distribuídas 2.659 milhões, enquanto no ano passado foram 2.756 milhões. Estes números equivalem a um novo processo a cada onze segundos. No Brasil, tramitam cem milhões de processos, sendo que cerca de nove milhões é da Justiça do Trabalho, algo tinha que ser feito diante deste estarrecedor quadro. Ora, as relações do trabalho são reconhecidamente diferenciadas para o crescimento, a produtividade e o desenvolvimento de qualquer país. O desafio de fazer com que as relações de trabalho privilegiem o diálogo e confiram segurança jurídica para os envolvidos é também o desafio de garantir sustentabilidade para as empresas, competitividade no mercado nacional e internacional e de estimular a geração de mais e melhores empregos. Há bastante tempo o Brasil já precisava ter enfrentado esse desafio, pois o principal instrumento legal trabalhista brasileiro, a CLT criada na década de 1940, apesar de sua motivação e importância na época para consolidar direitos e proteger os trabalhadores, há muito não atendia às demandas das novas formas de trabalhar e produzir surgidas nestes mais de 70 anos.
Diante dos números surpreendentes e excessivos supramencionados alguma atitude devia ter sido tomada pelos seus atores, e de fato, algo foi proposto. A Lei nº 13.467/2017 que passou a vigorar no último dia 11 de novembro tem, portanto, extrema relevância e representa um avanço para a modernização das relações de trabalho no Brasil, ainda que esteja sujeita a aperfeiçoamentos. Dos 922 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foram alterados 54, inseridos 43 novos e revogados 9 – um total de 106 dispositivos. Além disso, na Lei nº 6.019/1974, no que se refere a regulamentação da terceirização, foram alterados 2 artigos e inseridos 3 novos.
Consultor Jurídico Agabritas e Sindibritas Paulo Roberto Tramontini
Ainda foram realizados alguns ajustes pontuais na legislação esparsa. E tudo resultou, em fim, em 114 artigos entre inseri- a desnecessidade de homologação das rescisões dos condos e alterados. tratos de trabalho que vigorem Trabalhei intensamente e ati- por mais de um ano no sindicato vamente com pareceres e su- dos trabalhadores ou quaisquer gestões para estas mudanças, outros órgãos e a homologaatravés dos Comitês Jurídicos ção de acordos extrajudiciais, possibilidade de quitação anual os quais participo. entre outros inúmeros itens os Dentre as principais novida- quais elaboramos uma cartilha des trazidas pela lei estão a pre- que não cabe neste artigo dado valência do negociado sobre e a complexidade do tema e o legislado, o fim da ultratividade pouco espaço. dos instrumentos coletivos (vanAcreditamos que a reforma tagens concedidas em Acordos deve ser entendida com uma ou Convenções Coletivas vamodernização das relações tralem até o seu término, após os balhista e nos resta viabilizar a direitos e obrigações ali concemelhor aplicação possível sem didas não aderem ao contrato ideologias a fim de pacificar os individual do trabalho), a excluconflitos entre o capital versus são do cômputo das horas ¨in trabalho, visando o maior e o itinere¨ na jornada de trabalho, melhor equilíbrio social extraído a regulamentação do teletrabalho e do trabalho intermitente, a da norma, a partir de uma interprevisão de que a contribuição pretação jurídica humanizada. sindical passa a ser facultativa,
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Sindibritas apóia padronização da tonelada como unidade de medida Tema foi alvo de Consulta Publica do DNPM sobre futura Portaria tornando a tonelada como unidade de medida única em documentos fiscais referente venda de agregados Marcelo Matusiak
Reutilização da pedreira pode gerar mais rentabilidade
Padronização de medida será boa para empresas e consumidores Para o Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas), a tonelada como unidade única e obrigatória em todos os documentos fiscais de comercialização de agregados (brita e areia), para todas as empresas de mineração independente do porte, traz enormes vantagens. A mudança está em debate pelo Governo Federal e pode representar ganhos em todas as partes envolvidas no processo de mineração. - Para o consumidor, a medida se traduz em confiabilidade na 10 [ Infobritas ]
quantidade adquirida e redução da espoliação. Para os órgãos governamentais traz redução da sonegação, unificação das informações, maior facilidade de gestão e fiscalização. Para o empreendedor representa redução nas perdas, confiabilidade no mercado, com redução da concorrência desleal e estabelecimento de um mercado justo e isonômico – afirma o presidente das entidades, Pedro Antônio Reginato. A comercialização desses produtos minerais é feita de forma heterogênea nas diversas regiões do país. O problema é que em determinados momentos é usado o peso como unidade de medida e em outros
momentos o volume, comprometendo a qualidade das informações que são fornecidas ao Órgão Gestor da Mineração. A partir da aprovação da Portaria, a unidade de medida padrão para lançamento das informações sobre bens minerais destinados ao emprego imediato na construção civil ou como corretivo de solo referidos na Lei n° 6.567, de 24 de setembro de 1978, em todos os documentos técnicos apresentados ao DNPM, nas notas fiscais, nos recibos e outros documentos de registro da primeira alienação do produto mineral passará a ser a tonelada.
Consumo alternativo de energia pode ajudar a reduzir impacto na conta de luz Indústria foi a mais impactada com os reajustes tarifários dos últimos anos A adoção de formas alternativas de energia elétrica é uma das opções apontadas pelo presidente do Sindibritas e da Agabritas, Pedro Antônio Reginato, para que a sociedade drible a elevação de custos da matéria prima. A sugestão é uma resposta ao anúncio de um aumento de 30,62% nas contas de luz de uma concessionária gaúcha, autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no final de 2017. - Contamos com uma das
os gestores comprarem energia no chamado mercado aberto, sem a obrigação de adquirir das fornecedoras de eletricidade. A escolha do modelo de energia deve contemplar as demandas de cada organização – explica Reginato. maiores jazidas de carvão do Brasil, também estamos em uma localização privilegiada para a produção de energia eólica e fotovoltaica. Estas opções têm custo mais acessível e abrem a possibilidade para
Conforme os dados da Aneel, entre 2011 e 2015, o consumidor industrial brasileiro foi o mais impactado com os reajustes tarifários, com um aumento médio de R$ 44,50/MWh.
SOMAR recebe prêmio da 11ª edição do Quality Institute, na Cidade do Panamá Durante a celebração do Mês Mundial da Qualidade, em novembro, a diretora executiva da SOMAR – Sociedade Mineradora, associada da Agabritas, Veronica Della Mea, embarcou para o Panamá para receber o concorrido prêmio LATIN AMERICAN QUALITY AWARD 2017 conferido pela Latin American Quality Institute (LAQI). O reconhecimento foi entregue diante de uma plateia formada por mais de 500 líderes empresariais de diferentes países da América Latina, que proporcionou programas de conferências, mesas de discussão, oficinas e exposições em torno do tema “Reputação Corporativa, Qualidade Total e Geração de Valor nas Empresas”.
Rock Megapolis, na Cidade do Panamá, no Panamá, o vice-presidente da LAQI, Alejandro Motta, salientou a relevância do desenvolvimento da Qualidade nas organizações. - Sinto-me orgulhoso do que estamos conquistando e que- A ausência de investimentos ro parabenizar as empresas em obras públicas e a queda de membros da LAQI por renovar demanda na área da construção seu compromisso a cada ano civil estão refletindo em nossos em busca de seu desenvolvinegócios. Mas mesmo assim, a mento sustentável e da qualiSOMAR segue desenvolvendo dade total – destacou Motta. uma série de estudos técnicos Pesou na escolha critérios e capacitação para o desenvolde valorização das equipes vimento de suas atividades no setor da areia, que já somam e compromissos com a qualimais de 30 anos no Rio Grande dade total, responsabilidade social e sustentabilidade nos do Sul - comentou Veronica. âmbitos econômico, social e No momento de entrega da ambiental, dentro dos propóláurea para a SOMAR, no Hard sitos apresentados pela LAQI. [ Infobritas ] 11