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PISCA_Natal_2007

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Pisca de Gente A NO

XV , NÚMERO

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D EZEMBRO 2007

Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Suplemento: O 5 de Outubro e o 1 de Dezembro

F ÉRIAS DO N ATAL À VISTA


P ISCA

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DE

G ENTE

Nesta edição: 15 anos de Pisca

2

A Nossa Escola

3

A inauguração da escola

4

Alice Vieira

5

C’est Noël

6

Uma Viagem pelo mundo

8

A Nossa Casa

9

Jaime Brasil

10

O Dia Mundial da Música

11

Poema de Natal

12

Mónica

13

Cantinho da Natureza

14

Projecto (In)dependências

16

No Dia da Alimentação

18

Profmat 2007 em Angra

19

Vencedores do concurso

20

António Dacosta

21

Feira do Livro

22

Os meninos do 1.º Ano

23

A equipa do Pisca de Gente

PISCA DE GENTE , HÁ

15 ANOS NA E SCOLA

No ano de 1992 surgia mostrar que era feito por o primeiro número do gente nova. Pisca de Gente. Começou por ser um Trinta e quatro pági- jornal do grupo de Línnas, em formato B4. Ou gua Portuguesa do 2.º seja, num tipo de papel Ciclo. O número 1 foi um pouco mais pequeno assim. Mas as pessoas do que a folha de A4. gostaram tanto, que os Textos manuscritos, alunos do 7.º ao 9.º ano desenhos e imagens eram também quiseram partirecortados, colados e cipar. Criaram-se, então, fotocopiados antes de se secções abertas a todas chegar à versão final. É as disciplinas e a aventuque naquele tempo os ra alargou-se. Chegavamcomputadores ainda não nos desenhos, textos, faziam parte da rotina ideias de alunos de todos os anos e de professores do dia a dia. de diferentes disciplinas: O nome, Pisca de Gen- Matemática, Educação te, veio de uma turma do Musical, Inglês, EVT, 5.º Ano. Foi escolhido Educação Física, etc. num concurso em que O Pisca de Gente cresparticiparam as turmas todas de 5.º e 6.º ano. ceu e tornou-se num Escolheu-se esse nome Clube de Jornalismo, porque era bonito e por que dava direito a cartão

(com fotografia e tudo). Havia vários alunos inscritos. Faziam-se reportagens, entrevistas, recolhia-se e seleccionava-se muito material escrito e visual. Porque o Pisca de Gente sempre gostou muito de imagens, de desenhos, da criatividade. 15 anos depois, um novo desafio, pois a nossa Escola cresceu muito. Assim, Pisca de Gente inclui, pela primeira vez, textos e desenhos de alunos da Pré e do 1.º Ciclo. Esperamos que gostem. E até ao próximo período. O Pisca

Amílcar Cabral Ana Rodrigues

S UPLEMENTO : O 5

Carlos Bessa Fernando Santos João Rodrigues Luísa Andrade Margarida Ribeiro Noélia Horta Paula Furtado Paula Pires Rui Espínola

U M JORNAL NOVO . U MA ESCOLA NOVA . M UITA GENTE . D O PRÉ - ESCOLAR AO 3.º CICLO . A LUNOS E PROFESSORES .

DE

O UTUBRO

E O

O dia 5 de Outubro é feriado porquê? E o dia 1 de Dezembro? No suplemento especial explicamoste tudo. Com imagens e com palavras. E lançamos-te um desafio: que outros feriados existem? Faz uma lista de

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DE

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feriados e procura descobrir por que são dias de descanso. Se quiseres escrevenos. No próximo número falaremos disso. Até lá.

Boas Festas.


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NOSSA ESCOLA sitamos de mais para nos ajudarem.

N ós,

este ano, estamos numa escola nova. É uma escola maior do que a do ano passado. Só é pena o recreio, porque, embora seja só para nós, não tem nada para brincarmos. Por outro lado, se nós cairmos não nos magoamos. As salas de aula são grandes, boni-

tas e com muitas janelas viradas para o nosso pátio. Também temos cacifos que nos dão muito jeito para aí guardar o nosso material. As instalações sanitárias, são novas e mais higiénicas que as da escola velha. Também temos nesta escola, uma cantina onde

podemos almoçar saudavelmente. Este ano ainda não necessitamos de ir para o Centro de Recursos para fazermos pesquisas, mas mais tarde vamos usá-lo para as nossas pesquisas. Em relação aos auxiliares de acção educativa, embora estes sejam muito simpáticos, neces-

Para a Educação Física temos um bom pavilhão e muito material, mas só podemos usá-lo uma vez por semana. Na outra aula se estiver bom tempo fazemos um jogo no recreio da escola. Nesta escola fizemos novos amigos e todos nós nos sentimos muito bem. Turma 2.º do 1.º Ano


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INAUGURAÇÃO DA ESCOLA

presidente Carlos César mencionou, entre outras coisas, o custo global da obra que rondou os 13 milhões de euros, tendo a escola, no actual momento, melhores condições e maior segurança. O edifício novo da Escola Básica

Acabados os discursos, foi feita uma

Integrada 1,2,3/JI Francisco Ornelas

visita à escola que terminou com um

da Câmara foi inaugurado no dia 27

lanche.

de Setembro de 2007, pelo presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César. Na inauguração, para além da comunidade escolar e de alguns convidados, também estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Roberto Monteiro, e a Presidente da Escola, Ana Vitória Rodrigues. No início, o Padre Jacinto Bento abençoou a escola e todos os que a frequentam. Depois, a Presidente da mesma usou da palavra, comparando as condições do antigo edifício com as actuais, tendo salientado que, apesar de nos encontrarmos melhor nas novas instalações, sempre se trabalhou bem no antigo edifício, dado o empenhamento de toda a comunidade escolar. De seguida, o

Texto colectivo do 9.º 3.ª


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A LICE

VIEIRA COM OS ALUNOS DA ESCOLA

A escritora Alice Vieira esteve na nossa escola, no dia 2 de Novembro . Tudo se passou no auditório, que estava tão bonito, graças ao trabalho dos professores de EVT. Alice Vieira conversou com os alunos e encantou-os. O Pisca ouviu alunos que queriam ter ido ver e ouvir a escritora, mas dado o pouco tempo disponível, só lá puderam estar os alunos do 6ºano. Mesmo assim, foi muita gente. Imagi-

Alice Vieira nasceu em 1943 em Lisboa. Licenciada em Germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, dedicou-se ao jornalismo profissional a partir de 1969. Publica desde 1979, tendo mais de 40 livros publicados. Recebeu, em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa e, em 1983, com Este Rei que Eu Escolhi, o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil. 1994 trouxe-lhe o

nem, seis palestras num só dia. Estávamos com medo que Alice Vieira ficasse sem voz. Cá nada. Sempre simpática e divertida. Falou da sua experiência e da sua obra, contando alguns episódios interessantes que enriqueceram quantos tiveram a oportunidade de a ouvir. Alguns alunos, que já tinham lido várias obras da autora, colocaram-lhe perguntas e via-se na cara deles que estavam felizes. Momentos destes são sempre empolgantes e mostram como a literatura é feita de magia. Esperamos, por isso, poder contar com a presença de outros escritores na nossa escola. O Pisca

Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Actualmente é uma das mais importantes escritoras portuguesas para jovens, tendo ganho grande projecção nacional. Várias das suas obras foram editadas no estrangeiro. Alguns dos seus livros: 1979 - Rosa, Minha Irmã Rosa; - Paulina ao Piano 1980 - Lote 12 - 2º Frente 1982 - Chocolate à Chuva 1981 - A Espada do Rei Afonso 1983 - Este Rei que eu Escolhi 1984 - Graças e Desgraças na Corte de El Rei Tadinho 1985 - Águas de Verão

1986 - Flor de Mel 1987 - Viagem à Roda do meu Nome 1988 - Às Dez a Porta Fecha 1990 - Úrsula, a Maior 1990 - Os Olhos de Ana Marta 1991 - Promontório da Lua 1995 - Caderno de Agosto 1997 - Se perguntarem por mim, digam que voei 1998 – O Gigante e as Três Irmãs 1999 - Vinte Cinco a Sete Vozes - Um Fio de Fumo nos Confins do Mar 2001 - Trisavó de Pistola à Cinta e outras histórias 2002 - 2 Histórias de Natal 2003 - Manhas e Patranhas, Ovos e Castanhas - As Moedas de Ouro de Pinto Pintão 2005 - O Casamento da Minha Mãe 2006 - A Machadinha e a Menina Tonta e o Cordão Dourado

http://alicevieira.net/bibliografia/bibliografia.htm


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DE GENTE

C’EST NOËL No‌ël‌est‌la‌plus‌belle‌fête‌de‌l’année. Tu te souviens du Père Noël, des cadeaux‌qu’il‌porte,‌du‌sapin‌de‌Noël,‌ des repas délicieux avec toute la famille, du bonheur spécial de cette époque, de la chaleur? Vis, profite et célèbre cette merveilleuse et unique fête avec ceux que tu aimes. Les profs de Français

La famille Bonhomme vous souhaite un Joyeux Noël et une Heureuse Année.


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A origem da "Bûche de Noël" A tradição mandava que, na véspera de Natal, se fosse buscar um enorme tronco de madeira, denominado “bûche de Noël” e que o trouxessem para casa com grande cerimónia. Na noite de Natal, o dono da casa colocava-o na lareira e procedia à libação, derramando azeite, sal e vinho sobre ele, declamando de seguida poesias. Nalgumas famílias eram as raparigas da casa que acendiam o tronco de madeira com os pedaços de madeira ardida do ano anterior, que tinham sido cuidadosamente guardados para o efeito. Noutras famílias, esse privilégio cabia à mãe. As cinzas deste tronco tinham, dizia-se, a faculdade de proteger a casa das trovoadas e dos poderes maléficos do diabo. Este costume, que data do século XII, tinha lugar na grande maioria dos países europeus, nomeadamente em França e na Itália, onde o tronco de Natal era chamado cepo. Em França, esta tradição manteve-se até meados do século XIX. O desaparecimento desta tradição coincide com a das grandes lareiras, que foram progressivamente substituídos pelos fogões em ferro fundido. O grande tronco foi então substituído por pequenos troncos de madeira, por vezes ornados por pequenas velas e verdura, que se colocavam no centro da mesa como decoração natalícia. Hoje em dia, o tronco de Natal é um bolo tradicional feito com creme de café ou de chocolate e decorado com folhas de azevinho.

Recette

Tempo: 1 hora de preparação + 30 minutos no forno

Cobertura: Aqueça o leite condensado em banho-maria. Adicione o Chocolate raspado, mexendo até que derreta. Deixe arrefecer e coloque no frigorífico cerca de 30 minutos. Decore a “Bûche de Noël” espalhando a cobertura sobre o bolo com uma espátula, alisando bem. Em seguida faça alguns sulcos com uma faca de ponta, para imitar a textura do tronco. Faça dois montinhos de cobertura, um de cada lado da Bûche, e coloque no frigorífico cerca de 20 minutos. A seguir, com uma faca molhada, amasse os montinhos sugerindo cortes no tronco. Enfeite com as amêndoas. Massa: Numa tigela grande misture a farinha e o sal; junte as amêndoas moídas. Bata as claras em castelo e vá adicionando as gemas, batendo bem a cada adição. Junte o açúcar aos poucos, batendo sempre. Acrescente então, a mistura de farinha aos poucos, mexendo delicadamente. Despeje a massa numa forma rectangular (28 x 35cm) untada e forrada com papel vegetal. Aqueça o forno a 200ºC e deixe cozer a massa cerca de 30 minutos. Desenforme-a ainda quente sobre um pano polvilhado com açúcar. Recheio: Coloque em lume brando o leite condensado e a manteiga, mexendo sempre até se soltar do fundo do tacho. Retire do lume, acrescente as amêndoas moídas e misture bem. Adicione a seguir as aparas do bolo esfareladas e torne a misturar. Espalhe esse recheio sobre a massa, deixando uma moldura de 3cm. Salpique as amêndoas em lascas e enrole a massa como um tronco.

Les Profs de Français

Massa 5 ovos 1 pitada de sal 4 colheres (sopa) de amêndoa sem pele ligeiramente torradas e moídas 5 colheres (sopa) de açúcar 5 colheres (sopa) de farinha de trigo. Recheio 1 colher (sopa) de manteiga 1 lata de leite condensado ½ chávena (chá) de amêndoa sem pele torrada e moída ½ chávena (chá) de amêndoa sem pele cortada em lascas e torrada. Cobertura ½ chávena (chá) de lasca de amêndoa sem pele e torradas para decorar 1 tablete de chocolate meio amargo picado 1 pacote de natas.


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DE GENTE

J AIME B RASIL , UM ESCRITOR AÇORIANO

Jaime Brasil, jornalista e escritor natural de Angra

“A MIGO DE V ITORINO N EMÉSIO , J AIME B RASIL AJUDOU - O A ESTREAR - SE NO JORNALISMO PROFISSIONAL .”

Jaime Brasil, nasceu em Angra do Heroísmo, no dia 28 de Janeiro de 1896 e foi baptizado com o nome Artur Jaime Brasil Luquet Neto. Depois de concluir o liceu, enveredou pela carreira militar, entrando para o exército como alferes. Participou na I Grande Guerra (19141918) e aderiu aos ideais anarco-sindicalistas na década de 1920. Começou então a dedicar-se à escrita com regularidade, tornandose escritor e jornalista. Foi preso por razões políticas, em 1937, já durante o Estado Novo, e acabou por se exilar em Paris. Todos os que o conheceram são unânimes na apreciação das suas qualidades de jor-

nalista, considerando-o brilhante . Para além da colaboração n´A Batalha, foi redactor de O Século (donde viria a ser afastado por razões políticas), colaborou na República, no Diabo e dirigiu a revista semanal O Globo, nos anos 30. Regressado do exílio, vai viver para o Porto, trabalhando no jornal O Primeiro de Janeiro, até 1959, ano em que se mudou para Lisboa. Empenhado no jornalismo cultural, criou páginas literárias no República e em O Primeiro de Janeiro. Foi fundador do Sindicato dos Profissionais da Imprensa de Lisboa.

Como escritor, distinguiu-se com a publicação de biografias de autores estrangeiros e nacionais, bem como de estudos relacionados com a vida e obra de vários artistas e escritores. Amigo de Vitorino Nemésio, ajudou-o a estrear-se no jornalismo profissional. Nemésio dedicou-lhe o livro de poemas La Voyelle Promise e incluiu-o entre as figuras do seu romance Varanda de Pilatos. Há ruas com o nome de Jaime Brasil nas cidades de Lisboa e do Porto. Morreu em Lisboa no dia 19 de Maio de 1966. O jornal O Primeiro de Janeiro dedicou-lhe o seu

P RINCIPAIS OBRAS DE J AIME BRASIL O Problema Sexual, 1931; A Questão Sexual, 1932; Os Padres e a Questão Sexual, 1932; Os Órgãos Sexuais, 1933; A União dos Sexos, 1933; O Japão Actual, 1936; Diderot e a Sua Época,

1943;

Vida e Obras de Zola

O Caso de «A Infanta Capelista» de Camilo Cas-

1941;

(assinado A. Luquet),

Rodin, 1944; Os Novos Escritores e o Movimento Chamado «Neo-Realismo», 1945; Vítor Hugo, 1940; Chalom…Chalom!... Uma Reportagem na Palestina, 1948;

telo Branco ou Como se Arrancam as Penas a Um Empavonado «Camelianista», 1958; Leonardo Da Vinci e o Seu Tempo, 1959; Velásquez, 1961; Ferreira de Castro. A obra e o Homem, 1961; Zola – O Escritor e a Sua Época, 1966

Das Artes, Das Letras

O Pisca


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G ENTE

O Dia Mundial da Música na nossa escola É na nova escola Que eu vou aprender Tantos livros bonitos Eu vou poder ler São os novos amigos P’ra poder jogar e brincar É na nova escola Que eu aprendo a estudar É tão bom entender O que estão a dizer Tão bom poder Dizer: eu quero aprender São números, letras, desenhos, cometas São novos amigos, a vida os planetas Escrever e somar, aprender a contar É tão bom saber escrever, ler e jogar Os livros na mala Não me posso esquecer A borracha e o lápis P’ra poder escrever Visitas de estudo Passear e brincar É na nova escola Que eu aprendo a sonhar António Neves, David Amaral, Jorge Domingues, 100% Músic@

F oi assim, cantando em tom efusivo e contagiante, que a nossa escola comemorou o Dia Mundial da Música, assinalado a 1 de Outubro, um pouco por todo o mundo. Alunos e professores, juntos na escadaria e átrio da escola, sob a batuta dos professores de música, apelaram à alegria do dia, através de sons e gestos que contagiaram a Escola e não deixaram indiferentes quantos por lá passaram. Esta actividade, inserida no Plano Anual de Actividades do grupo de Educação Musical do 2º Ciclo, permitiu que todos os alunos comemorassem, neste novo ano lectivo, o regresso à escola (à nova escola, recém inaugurada), onde todos podem “aprender a sonhar”. Recorde-se que o Dia Mundial da Música instituído pela UNESCO em 1975, nasceu sob proposta do Lord Yehudi Menuhin, aprovada por resolução deliberada na 15ª Assembleia Geral, em Lausanne, em 1973. Com o intuito de encorajar a promoção da arte musical entre todas as classes sociais; aplicar os ideais de paz e amizade da UNESCO entre todos os povos, a evolução das suas culturas, a troca de experiências e a apreciação mútua dos seus valores estéticos. Actualmente, a promoção do Dia Mundial da Música é da competência de organizações internacionais e comités nacionais.

O Pisca


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DE GENTE

POEMA DE NATAL Ai que bom! O Natal está a chegar.

Montes de presentes ao pé da árvore.

Bolas brilhantes vou pendurar.

Natal é tempo de festa e harmonia.

Comer bolo-rei.

Oh! Que cheirinho!

Depois do jantar, abrir os presentes.

Peru na mesa!

Estamos no Natal!

Que, lá fora, uma estrela brilha!

Festejar o Natal, é bom!

Rapazes e raparigas cantam de alegria.

Gosto desta época. Poema colectivo 6.º 8.ª Há neve branca a cair... Iluminaram-se as casas. Já são horas de abrir as prendas. Lança-se o Pai Natal pela chaminé.

Sinos tocam e replicam. Todos para a missa do galo. Um menino deitado nas palhinhas. Vamos todos visitar. Xaile dourado ao menino vou ofertar. Zoam cantigas para Jesus louvar.


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G ENTE

M ÓNICA Hi! Good afternoon! My name is Mónica Valadão and I am ten years old. My birthday is on 20th June. I am from the Azores in Portugal. I am a Portuguese student in Escola Básica 2,3 Francisco Ornelas da Câmara. My address is 4, Travessa da Bica, in Vila Nova. I live there with my parents . My father’s name is Délio Valadão and my mother’s Evangelina Va-

ladão. I haven’t got any brothers or sisters. I have got two collections. I have got about 13 posters and about 20 books. My favourite day of the week is Thursday and my favourite month is June. My favourite sport is swimming and my favourite colours are pink and blue. I have got many friends at school, but my best friends are Marta Correia,

Ana Oliveira and Fabiana Vitorino. My favourite singer is FF and my favourite band is Da Weasel. I haven’t got any pets. My ideal pet is the cat. My favourite school subject is Music, because I like playing the flute, dancing and singing. My Music teacher is Paula Moniz and I like her very much. I have got this subject on Wednesdays and Fridays. It’s very funny! Bye, bye! See you! Mónica Valadão, 6.º 10.ª

Help Santa find his way to the Christmas tree


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MINHA ROTINA DIÁRIA A NA F ERREIRA

Uma Viagem pelo Mundo MariaBeatrizVieira

Rany, um rapaz que vivia em África, tinha um sonho. O seu sonho era dar a volta ao mundo e conhecer todos aqueles continentes, oceanos, tudo o que estava a aprender em História e Geografia de Portugal. Era um sonho muito difícil de realizar. Mas um dia apareceu-lhe uma grande oportunidade de viajar num balão e conhecer o mundo todo. Os pais ficaram muito preocupados, mas ele quis seguir o seu sonho e seguiu viagem. Passou pela Europa, Ásia, América, Oceânia e por toda a África. Começou a ver como era interessante ver as coisas, sabendo o que são, porque estudando sabia tudo. E era bom aluno, porque se aplicava. O livro de que gostava mais era o seu Atlas, pois adorava estudar cada parte do mundo. Também tinha um globo onde ia ver os países e os oceanos quando tinha dúvidas a esclarecer.

E

u começo sempre por acordar com o despertador maroto e barulhento. Depois, vou tomar banho quentinho para ver se meto as ideias todas em ordem. A seguir, oiço as torradas a saírem todas coradas da torradeira e a manteiga a raspar nelas e o leite a entrar e a sair do microondas. Depois, vou ao guarda-fatos e tem tantas roupas que quase cai o guarda-fatos em cima de mim. A seguir, ponho a pasta que cheira bem e ponho-a na escova de dentes. Depois, meto a mala às minhas costas e digo à minha mãe que já estou pronta. Finalmente, vou-me embora com a minha mãe ou com o meu pai a entrar no carro, as portas batem e fazem barulho.

Textos da 2.ª Turma do 5.º Ano


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G ENTE

A nossa casa A nossa casa pegou fogo e o nosso cão chamou os bombeiros. Um dos bombeiros chamava-se Humberto. Os bombeiros iam apagar o fogo mas não tinham água. Então o nosso cão, como é muito esperto, cuspiu para dentro da mangueira e a água começou a disparar. A nossa casa caiu. E uma pombinha foi chamar os construtores e os construtores trouxeram tudo. Só

que, em vez de trazerem madeira, trouxeram chocolate e açúcar. E nós fomos passar férias para Santarém e vimos um pombal gigantesco, cheio de pombas. Os construtores fizeram a nossa casa. Toda a gente que passava por ela gostava muito e gostavam tanto que queriam lá morar, mas a nossa casa não estava à venda. Ficaram com muita pena. Passou por lá um avião

cheio de formigas gigantescas. O avião parou em cima da nossa casa e os passageiros, que eram formigas, atacaram-na. Quando chegámos a Setembro, a nossa casa estava toda comida. Então voltámos para Santarém e levámos o nosso cão. E ficámos lá para sempre, pois tínhamos uma casa feita de tijolos. Beatriz Silva e Patrícia Maciel, 5.º 12

A nossa casa pegou fogo e o nosso cão chamou os bombeiros.

D ESENHO DE J OSÉ P EDRO HORTA SANTOS , 1.º ANO

DOS

E. B. 1 / J.I. de Areeiro, Fontinhas

A Nossa Escola A nossa escola fica na freguesia da Fonte Bastardo, chama-se EBI/J.I. da Fonte do Bastardo e tem dois edifícios: O da Pré, em frente à Igreja, e o do 1º Ciclo, acima do Império. O Edifício do 1º Ciclo tem quatro salas principais, mas apenas três salas têm turma. Existem três turmas que são: 1º/4º anos, outra 2º/3º/4º anos e outra ainda com o 4º ano. Na

escola também existem casas de banho, a cozinha e a cantina. Há dois quartinhos: um é a biblioteca e o outro é de brincar. A nossa escola é pintada com várias cores alegres, corde-rosa, branco e azul. Nós temos pouco espaço para brincar na rua e também para fazer Educação Física. Para guardar os materiais de

Turma da Prof.ª Odília

Educação Física usamos uma arrecadação. Na nossa escola temos muitos meninos e meninas que todos juntos vivem felizes, aprendem e brincam. Podem sempre vir à nossa escola, vão encontrar crianças alegres, professores e auxiliares prontos a ajudarte! Esperamos pela vossa visita!

E. B. 1 / J.I. da Fonte do Bastardo


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DE GENTE

Cantinho da Natureza Feto, Pteridium aquilinum (L.) Kuhn de São Jorge, então, para O Pteridium aquilinum, feto, é uma planta muito comum em todos os Continentes, sendo também muito abundante nos Açores.

Guerra,

pessoas apanhavam os fetos, retiravam-lhes as raízes e os rizomas, que depois de lavados e secos no forno, eram moídos para fazer farinha da

No decorrer da Segunda Grande

superar essa necessidade, as

qual se preparava o “bolo da

faltaram

soca do feto”. Consta que o

alguns mantimentos na ilha

bolo tinha um sabor amargo.

Jarro, Zantedeschia aethiopica (L.) Spreng.

Zantedeschia aethiopica, o jarro, é uma planta que em São Jorge tinha utilizações específicas. Com a sua soca (rizoma), depois de seca, faziam farinha para bolos e para papas.

Bananeira, Musa sapientum L. vada humidade relativa Uma aplicação pouco

da ilha. As caçadeiras, os

comum, das folhas da

canos dessa arma de

bananeira, resultava da

fogo, eram embrulhadas

sua utilização para pro-

em folhas verdes e guar-

teger os metais da oxida-

dadas no forno da casa.

ção, produzida pela ele-


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DE GENTE

S ABUGUEIRO , S AMBUCUS NIGRA L.

“pressão de ar”, veja-se a figura. Com pedacinhos do caule enfiados num fio faziam-se colares, que serviam de ornamentos às meninas. O facto do sabugueiro, Sambucus

nigra, possuir um caule do tipo colmo, permitiu a elaboração artesanal de alguns brinquedos, na ilha, numa

O mundo fantástico da vegetação açoriana

época em que estes não abundavam, quer pela falta de matéria-prima apropriada, quer pela falta de mãode-obra especializada. Construíam-se em São Jorge, com os ramos do

O sabugueiro, Sambucus nigra, quando utilizado com pedacinhos do caule enfiados num fio, originando colares, servia para afastar o “mau olhado”.

sabugueiro flautas e dispositivos de

Castanheiro, Castanea sativa Do castanheiro, Castanea sativa, era utilizada a casca fervida com pedra ume e água. Coava-se e voltava-se a ferver com os tecidos mais duas horas e deixava-se arrefecer, e por fim, eram passados por várias águas e obtinha-se uma cor castanha. Na ilha também pintavam redes para que fossem menos visíveis na água. As folhas e a casca, depois de fervidas, também eram utilizadas para pintar o cabelo.

Prof. Ana Vilela


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DE GENTE

PROJECTO (IN)DEPENDÊNCIAS MINI GLOSSÁRIO Alcatrão - Produto da destilação de certas árvores resinosas e da hulha; mistura resinosa composta de pez, breu, resina e óleo ou sebo. Acroleína - Produto irritante das vias respiratórias. Bronquites crónicas - O fumo do tabaco favorece o aparecimento de bronquites. Cigarro - Pequena porção

de tabaco picado enrolado em papel para se fumar. Cancro - Doença provocada por uma reprodução descontrolada de células malignas, que são independentes de qualquer tipo de controlo pelo organismo, acabando por invadir tecidos e órgãos e provocar alterações orgânicas. Droga - Nome genérico das diferentes matérias

que entram em preparados farmacêuticos ou na indústria; qualquer substância medicamentosa. Fenol - Substância extraída dos óleos fornecidos pela hulha e pelos alcatrões; Monóxido de carbono Oxido monovalente Nicotina - Alcalóide líquido e incolor extraído do tabaco. Pulmões - Cada um dos

dois órgãos principais do aparelho respiratório, envolvidos pela pleura e contidos no tórax, sobre o diafragma. Tabaco - planta solanácea, cujas folhas, a princípio, eram utilizadas como remédio, sob o nome de erva-santa, e hoje, depois de preparadas, servem para fumar, cheirar ou mastigar.

Tabagismo - abuso do tabaco; acidentes mórbidos resultantes desse abuso. Recolhido e adaptado por Raquel Costa do 5º 8ª

C ONHEÇA

ALGUNS COMPONENTES DO CIGARRO

NICOTINA que causa a dependência; ALCATRÃO material articulado composto por substâncias como arsénico, níquel, benzopireno, capazes de provocar cancro; MONÓXIDO DE CARBONO o mesmo que sai do cano de descarga do carro; SUBSTÂNCIAS RADIOATIVAS polónio 210 e carbono 14;

METAIS PESADOS como o cádmio e o cromo, encontrados em baterias de carro; AGROTÓXICOS usados no cultivo das folhas de tabaco, como DDT; OUTROS substâncias irritantes dos olhos, nariz e garganta que diminuem a mobilidade dos cílios pulmonares, etc. (Fonte:

INCA/MS)

1 - Contém ACETONA removedor de esmalte 2 - Contém TIREBINTINA que dilui tinta a óleo 3 - Contém FORMOL conservante de cadáver 4 - Contém AMÓNIA desinfectante para pisos, azulejos e privadas 5 - Contém NAFTALINA eficiente mata-baratas 6 - Contém FÓSFORO P4/P6 usado em venenos para ratos

Retirado por Alexander Arruda do 5º 8ª de http://www.saude.rio.rj.gov.br/cgi/public/cgilua.exe/web/templates/htm/v2/ view_TAB_saibamais.htm?editionsectionid=215&user=reader&infoid=78


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DE GENTE

Frases inscritas nos maços de tabaco Fumar pode provocar morte lenta e dolorosa. Se está grávida, fumar prejudica a saúde do seu filho.

Fumar prejudica gravemente a sua saúde e a dos que o rodeiam. Fumar provoca envelhecimento da pele.

Fumar provoca o cancro pulmonar mortal. Deixar de fumar reduz os riscos de doenças cardiovasculares e pulmonares mortais.

Fumar bloqueia as artérias e provoca ataques cardíacos e enfartes. Frases recolhidas por Daniela Barros, Daniela Valadão, Diogo Costa e Emília Pinto do 5º 14

QUERO SER FORTE

Tabaco

O tabaco é um vício Porque gosto da minha saúde

Que provoca o cancro do pulmão.

Sou um não fumador

Faz mal ao aparelho respiratório

Quero que o meu coração bata

E também ao coração.

Como um despertador. Tabaco

Meus dentes branquinhos estão;

O tabaco é um vício

Por isso digo ao fumo que não!

Que nunca queiras ter

Meus pulmões tão limpos são,

Evita os fumos

Não os sujo com o carvão.

Para poderes viver.

Longos anos quero viver,

Droga

fumador não quero ser;

O tabaco é uma desgraça

Quem fuma pede a morte.

O tabaco é um perigo

Mas eu não! Quero ser forte!

Faz mal à saúde Quem te avisa é teu amigo.

Recolhido por Jéssica Azevedo 5º 14 Recolhido e adaptado por Jéssica Reis do 5º 8ª


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P ISCA

NO

DE GENTE

DIA DA ALIMENTAÇÃO

Eu gostei...

… do leitinho. Jorge (4 anos)

… de fazer ginástica e derrubar as garra-

… de comer a sopa ralada.

fas com a bola.

Simão Leal (5 anos) … de colocar um dedo em cima do iogurte

Luciano (4 anos) … da sopa. Daniela (4 anos)

e do prato.

Simão Ferreira (5 anos)

de comer “carninha”. …

o

esparguete

com

… de comer o esparguete. Mariana (5 anos)

a

… dos jogos aos montes! Miguel (3 anos)

… de fazer os jogos com a professora

Mónica.

Manuel (5 anos) … de fazer o jogo dos frutos: uma coisa

que e saudável e outra que não é!

Sérgio (5 anos) … de tudo! Pedro (4 anos)

Eu não gostei...

… Hum… do segundo jogo, que era de tapar os olhos.

… de fazer o jogo de tapar os olhos. Um menino tocou no leite que estava no chão e espalhou. Simão Leal (5 anos) Eu gostei de tudo! Simão Ferreira (5 anos) … da sopa. Miguel (3 anos) Eu gostei de tudo! Manuel (5 anos) … de correr. Sérgio (5 anos)

Pedro (4 anos) … do esparguete. Jorge (4 anos) Eu gostei de todos os jogos. Luciano (4 anos) … dos jogos. Daniela (4 anos) … muito da salada. Mariana (5 anos) …daquelas coisinhas que estavam na terra e entravam para os olhos (areia). Valéria (5 anos)

Jardim de Infância do Areeiro - Fontinhas


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DE GENTE

O PROFMAT DESTE ANO FOI EM ANGRA A Escola está, uma vez mais, de parabéns. Porque os nossos professores de Matemática estiveram na organização do PROFMAT 2007, que decorreu em Angra do Heroísmo, nos dias 7, 8 e 9 de Novembro de 2007.

Era um grupo composto por profs. das Escolas Básicas e Integradas de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, das Escolas Secundárias Jerónimo Emiliano de Andrade e Vitorino Nemésio. E tudo correu bem. Muito bem mesmo.

Durante mais de um ano, um grupo de professores de Matemática trabalhou para o sucesso desse Congresso.

Por causa do PROFMAT estiveram na ilha cerca de 500 pessoas que gostam de →

Matemática: professores dos ensinos básico e secundário, do préescolar e até do ensino superior. Gente que veio de todas as partes do País.

Conferências, sessões práticas, comunicações, apresentações de projectos e muito mais coisas, para agrado de meio milhar de participantes.

A Escola Jerónimo Emiliano de Andrade foi o local escolhido para o XXIII Encontro Nacional de Professores de Matemática. A Matemática foi a estrela. E brilhou.

Dois dias antes, a 5 e 6 de Novembro, a Escola Básica e Integrada de Angra foi palco dos oito Cursos de Formação, promovidos pelo Centro de Formação da APM,

Aspecto geral do encontro no Centro Cultural e de Congressos

onde participaram 173 professores. Cursos que abrangeram todos os níveis de ensino e, uma vez mais, foram espaço de reflexão e desenvolvimento das práticas pedagógicas dos docentes dessa disciplina. Ao mesmo tempo, decorria na Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, o XVIII SIEM (Seminário de Investi-

gação em Educação Matemática). Com um programa onde constavam quatro conferências plenárias, um painel, uma entrevista e vinte e duas comunicações. Graças à estrutura do programa foi possível haver momentos de divulgação e de reflexão bem como de partilha e de discussão.

Cerca de 500 participantes. Conferências, cursos de formação, sessões práticas e muito mais.

O PROFMAT realiza-se há 23 anos, sempre pela mão da Associação de Professores de Matemática (APM). Que quis que o encontro deste ano acontecesse nos Açores, na ilha Terceira. No próximo ano, o PROFMAT será na bonita cidade alentejana de Elvas. Prof. Luísa Pacheco


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DE GENTE

V ENCEDORES DO CONCURSO “ À DESCOBERTA DA BIBLIOTECA ” João Coelho

Beatriz Vieira

Oriana Sousa

Beatriz Barbosa

Catarina Ávila

5.º 1.ª

5.º 2.ª

5.º 3.ª

5.º 4.ª

5.º 5.ª

Daniela Brasil

Susana Andrade

João Silva

Natacha Marques

Rodolfo Reis

5.º 6.ª

5.º 7.ª

5.º 8.ª

5.º 9.ª

5.º 10.ª

Renato Feliciano

Diogo Lima

Patrícia Silva

José Adelino

Alexandra Freitas

5.º 10.ª

5.º 11.ª

5.º 12.ª

5.º 13.ª

5.º 14.ª

Spinossaurus

Desenho de Simão Bessa ~ Turma 3 do 4.º Ano


P ISCA

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DE GENTE

ANTÓNIO DACOSTA, UM PINTOR EUROPEU Abandonou a pintura em 1949, dedicando-se à literatura, sobretudo à crítica de

No dia 5 de Junho de 1995 é inaugurado em Angra o "Altar

Arte.

Nave em louvor de", e no dia 14 de Outubro de 2003 é criado o miradouro do Cantagalo, com uma área de lazer arborizada e com bancos de descanso. O Altar

António Dacosta é um

Nave em louvor de

Pintor português. Nasceu em Santa Luzia, Angra do Heroísmo, no dia 3 de Novembro de 1914 e mor-

é constituído por

reu em Paris, no dia 2 de

um

altar

Dezembro de 1990. António Dacosta “pintor europeu das ilhas”, na feliz asserção de Vitorino Nemé-

Em 1967, com 53 anos, casa -se. Quatro anos depois abandona Paris, para se instalar no campo.

em pedra, dois mastros metálicos e por

sio, deixou a ilha natal em 1935, indo para Lisboa, a fim de estudar na Escola Superior de Belas-Artes de

Em 1975, retoma a pintura. Em 1988, a Fundação Calouste Gulbenkian orga-

colunas laterais com datas e feitos históricos.

Lisboa. Em 1938, conhece António Pedro e, em 1940, participam ambos na exposição surrealista de Lisboa.

niza, em Lisboa, a 1ª exposição retrospectiva da sua obra pictórica. Em 1990, escreve uma

1944 é um ano mau, pois

série de poemas que serão

um incêndio destrói-lhe parte da obra. Três anos depois vai viver para Paris.

publicados sob o título de A Cal dos Muros, em 1994 pela Assírio & Alvim. Na mesma

editora

sai,

em

1999, o volume que reúne os seus textos de crítica, com o título Dacosta em

Paris.

Bráulio Antunes 9.º 2.ª

O Pisca


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P ISCA

DE GENTE

V ISITA À FEIRA DO LIVRO

Fomos à Feira do “Outono Vivo” entre os dias 26 de Outubro e 4 de Novembro. Os alunos deslocaram-se ao espaço da feira acompanhados pelos professores de Foi com grande alegria e entusiasmo que os alunos do 5.º ano da nossa escola visitaram a Feira do Livro.

A feira, integrada no evento cultural “Outono Vivo”, realizou-se na cidade da Praia da Vitória,

Língua Portuguesa e de outras disciplinas. Ali puderam contactar com a imensa variedade de livros, folheá-los e adquirir alguns, de acordo com os seus gostos e interesses. Desfrutaram ainda das actividades disponíveis e receberam os brindes oferecidos pela organização do evento.

. Uma a Feira livros. a r a p de ola Da Esc res, de gente, muitas o m c o e c d , o ress festa is o reg ra recordar. o p e d E s pa história

Integrada no Plano Anual de Actividades de Língua Portuguesa – 2º Ciclo, esta actividade teve como objectivos essenciais promover o contacto com os livros e cultivar o gosto pela leitura lúdica. O “Pisca de Gente” esteve presente e observou que na maior parte dos casos a realidade superou as expectativas individuais. O Pisca


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DE

G ENTE

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Os meninos do 1º ano Os meninos do 1º ano estão divididos por três salas: a sala dos Animais da Terra; a sala dos Animais do Ar; e a sala dos Animais do Mar. A cada menino foi

a contar e a somar.

escolares contam a História da Carochinha e falam de todos os animais que quiseram casar com ela.

Adoramos as aulas de Educação Física no ginásio, as pinturas de palavrinhas que fazemos na sala e os jogos de contagens. Por vezes não gostamos dos ditados e daqueles exercícios de partir os números (decomposição). Desejamos um Bom Natal

atribuído um animal, onde está inscrita a sua identificação. As professoras escolheram o tema dos animais, porque os nossos manuais

a todos os nossos colegas.

Os primeiros dias, de escola, foram um bocadinho maus pois queríamos brincar, como na nossa sala de pré… Mas agora, já estamos muito contentes, pois já aprendemos a ler, a escrever,

“ O S PRIMEIROS DIAS , DE ESCOLA , FORAM UM BOCADINHO MAUS POIS QUERÍAMOS BRINCAR ...”

O S PRIMEIROS DIAS DE AULAS NA ESCOLA NOVA O mundo novo que é uma escola grande como a nossa

“… No meu primeiro dia de aulas a sério o professor começou por explicar as regras de sala de aula, porque temos direitos e

deveres. A escola é mesmo grande em relação à outra. Os professores são muito exigentes mas ainda bem.” “ No meu primeiro dia de aulas foi difícil encontrar as salas, mas foi muito engraçado. Era uma coisa nova, ter de ir para as diferentes salas e conhecer os vários

professores.” “ Esta escola é melhor do que as outras que tive, porque temos muito espaço para brincar e há mais amigos com quem posso brincar ou falar. É bom também porque posso aprender mais para ter um bom futuro.”

Alunos do 5.º 2.ª


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P ISCA

DE

G ENTE

Escola Básica Integrada da Praia da Vitória

Rua Nossa Senhora da Saúde 9760-423 Praia da Vitória Terceira - Açores Tel. 295 545 470

piscadegente@gmail.com

Esta escola é divertida VISITA-NOS

EM:

HTTP: // SREC. AZORES. GOV. PT/DRE/ SD/115132020 20 1/

Este é o prim eiro númer o de uma nova série do Jornal d a Escola Bá sica Integrad a da Praia da Vitória. O Pisca de Gente sai pa ra a rua com uma cara nova , satisfeito por poder dar a palavra a ta nta gente. No próximo número, pa ra além de outras novi dades, gost aríamos d e incluir pala vras de pais , de avós, d e auxiliares… Porque qu eremos qu e este jornal reflicta a co munidade na escola. Aqui fica o desafio. Até lá, desej amos a tod os Boas Festas.

A equipa d o Pisca

H Á 15

NO

ANOS ERA ASSIM :

ANO EM QUE O

P ISCA

NASCEU AS CAPAS ERAM COMO SE VÊ .

F OI

EM

1992.


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