Mato Grosso do Sul
Programa
13/10 - Dourados • Teatro Municipal de Dourados 14/10 - Bonito • Salão Paroquial
Johann Ludwig KREBS (1713-1780)
José Maurício Nunes GARCIA (1767-1830). José Maurício Nunes GARCIA (1767-1830). José Maurício Nunes GARCIA (1767-1830). Giovanni PLATTI (1740-1816)
Michel BLAVET (1700-1768)
Joseph Bodin de BOISMORTIER (1682-1765)
Georg Philipp TELEMANN (1681 - 1767)
Trio em mi menor, para 2 flautas e baixo contínuo Tempo giusto Allegro Largo Allegro assai Fantasia nº 6, para cravo solo Lição nº 8, para flauta e baixo contínuo Lição nº 2, para flauta e baixo contínuo Sonata op. 3, nº 6, em sol maior, para flauta e baixo contínuo Adagio Allegro Non tanto adagio, mà cantabile Arietta con variazioni Suite em mi menor, para 2 flautas Air dans Castor et Pollux Gavotte legère Gavotte en Rondeau dans Zoroastre L’Entretien des Muses La Tourière Sonata nº 1, em ré maior, para flauta e cravo Sicilienne Gayment Gracieusement Gayment Trio-Sonata em ré maior, para 2 flautas e baixo contínuo Andante Allegro Grave-Largo Vivace
16/10 - Campo Grande • SESC Horto
Mato Grosso 18/10 - Cuiabá • Museu de Arte e de Cultura Popular 19/10 - Várzea Grande • Auditório do SENAI 20/10 - Chapada dos Guimarães • Igreja Nossa Senhora de Santana 21/10 - Campo Verde • Câmara de Vereadores 23/10 - Primavera do Leste • Cine Teatro Vila Rica
FUNARTE E PETROBRAS APRESENTAM:
CIRCULAÇÃO DE MÚSICA DE CONCERTO
24/10 - Rondonópolis • Anfiteatro Campus Universitário de Rondonópolis UFMT
Goiás 26/10 - Rio Verde • Palácio da Intendência, às 19h30 27/10 - Goiânia • Teatro da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG Campus II, às 09h15 28/10 - Anápolis • Auditório da UniEvangélica 30/10 - Cidade de Goyaz • Teatro São Joaquim 31/10 - Pirenópolis • Theatro de Pirenópolis
Distrito Federal 01/11 - Brasília • Sala Martins Pena do Teatro Nacional
Sempre às 20hs
UMA VIAGEM MUSICAL † PELO BRASIL
E
EUROPA ¢
∑
DO
S É C U L O XVIII
Os Músicos
A jornada que propomos ao público de “UMA VIAGEM MUSICAL PELO BRASIL E EUROPA DO SÉCULO XVIII” ultrapassa as barreiras de tempo, nacionalidade e estilos. Iniciamos o concerto com o trio em mi menor para duas flautas e baixo contínuo de Johann Ludwig Krebs, compositor do chamado período galante. Em seguida ouviremos uma Fantasia para cravo solo e duas Lições, do Padre José Maurício, o maior compositor do período colonial brasileiro. Logo após teremos a sonata em sol maior de Giovanni Platti, um representante honrado da Escola Veneziana. De Michel Blavet, flautista virtuose da corte de Luiz XV, ouviremos a suíte em mi menor para duas flautas. A penúltima peça a ser apresentada será a sonata em ré maior de Joseph Bodin de Boismortier, um compositor bem sucedido que conseguiu a proeza de enriquecer apenas com a venda de suas composições. A música germânica, já representada pela peça de Krebs, comparece novamente, através de um belo trio-sonata de Georg Philipp Telemann. A escrita deste compositor é de tal forma imponente e bela, que ninguém pode ser indiferente à sua força. Sua obra completa é maior em extensão do que as de Bach e Händel somadas.
Bruno Procópio
Alexandre Bittencourt
Bruno Procópio faz parte de uma nova geração de cravistas merecedores de especial atenção. Sua trajetória exemplar e sua formação junto aos professores Pierre Hantai e Christophe Rousset fazem dele um dos mais interessantes jovens talentos do mundo atual do cravo. Já na sua primeira experiência discográfica propôs uma versão inovadora das monumentais partitas de Bach. Esse disco obteve a classificação máxima da revista Diapason francesa e também foi escolhido como um dos cinco melhores discos de música barroca do ano de 2004 pela revista americana Fanfare. Além disso ele obteve o primeiro prêmio do conservatório superior de Paris em cravo e música de câmara.
Alexandre Bittencourt é Bacharel em Música pela UNIRIO. Além de larga experiência em música popular, atua na música erudita principalmente como camerista. Começou seus estudos de flauta barroca em 2001 com a professora Laura Rónai e com ela fundou o Conjunto de Música Antiga da UNIRIO. Desde 2002 participa dos cursos da professora Lívia Lanfranchi (Itália) e atualmente é membro dos grupos Antiqua Rio e Camerata Quantz (Conjunto de Música Antiga da UNIRIO). Realiza regularmente também concertos em duo com o cravista João Rival. Fora do Brasil se apresentou nos festivais de Droux (França), Saint Pierre D’Oriac (França), Vic Fez’n Sac (França), San Juan (Porto Rico), Amsterdã (Holanda) e La Paz (Bolívia). Em 2004 esteve em Paris, onde estudou com o flautista Alexis Kossenko.
Laura Rónai Formou-se em Licenciatura em Música pela UNIRIO e em Flauta pela State University of New York. Fez mestrado na City University of New York e doutorado na UNIRIO. Ministrou cur sos no Real Conservatório Superior de Madri e, nos EUA, nas universidades de Rutgers e Princeton. Visitou a Inglaterra, a convite do British Council, e tocou em recitais nos EUA e na Europa. Toca em duo com a pianista Ruth Serrão e com a cravista Sula Kossatz, com quem integra o grupo de câmara Sine Nomine. Dirige a Camerata Quantz, grupo de música antiga da UNIRIO, e escreve críticas para a revista americana Fanfare. Atualmente é chefe do Departamento de Canto e Instrumentos de Sopro na UNIRIO, e responsável pela cadeira de flauta transversa.
PRODUÇÃO EXECUTIVA PABLO CASTELLAR
G.L. PRODUÇÕES CULTURAIS
PROJETO GRÁFICO PABLO CASTELLAR ASSISTENTE DE PRODUÇÃO MARCELO FERNANDES ASSESSORIA DE IMPRENSA ROBSON DEL CASALE MOREIRA PATROCÍNIO FUNARTE E PETROBRAS
RELATÓRIO DE EXECUÇÃO CIRCULAÇÃO DE MÚSICA DE CONCERTO
UMA VIAGEM MUSICAL PELO BRASIL E EUROPA DO SÉCULO XVIII
ÍNDICE Introdução e Análise do projeto ...................................................................................... Pág. 03 e 04 Ficha técnica...........................................................................................................................Pág. 04 Os músicos ..............................................................................................................................Pág. 05 Detalhamento da proposta prevista e seus resultados I. Roteiro Musical ................................................................................................. Pág. 06 II. Circuito Realizado / locais, datas e horário,....................................................... Pág. 07 III. Público Atingido.............................................................................................. Pág. 08 Diário de Viagem Dourados ............................................................................................................ Pág. 09 Bonito ................................................................................................................. Pág. 10 Campo Grande.................................................................................................... Pág. 11 Cuiabá ................................................................................................................ Pág. 12 Várzea Grande.................................................................................................... .Pág. 13 Chapada dos Guimarães................................................................................... Pág. 14 Campo Verde....................................................................................................... Pág. 15 Primavera do Leste ............................................................................................. Pág. 16 Rondonópolis ...................................................................................................... Pág. 17 Rio Verde............................................................................................................. Pág. 18 Goiânia ............................................................................................................... Pág. 19 Anápolis .............................................................................................................. Pág. 20 Cidade de Goyaz ................................................................................................ Pág. 21 Pirenópolis........................................................................................................... Pág. 22 Brasília ................................................................................................................ Pág. 23 Relatório de divulgação............................................................................................................ Pág. 24 Cartas de Agradecimento........................................................................................................ Pág. 52 Registro Fotográfico e cópia deste Relatório...................................................................... CD ANEXO
INTRODUÇÃO E ANÁLISE DO PROJETO O projeto “UMA VIAGEM MUSICAL PELO BRASIL E EUROPA DO SÉCULO XVIII” focalizou a música composta por figuras centrais da história da música ocidental no período Barroco Europeu e colonial Brasileiro. O projeto atingiu aproximadamente quatro mil pessoas diretamente, e foi acompanhado por mais de mil pessoas através de um website especialmente montado para esta série de concertos. O projeto também foi amplamente divulgado na mídia impressa, eletrônica e televisiva, sendo coberto pelas pricipais emissoras tais como Rede Globo, SBT, Rede Record e TVE, entre outras. O projeto concretizou o seu objetivo principal de atingir zonas desfavorecidas da oportunidade de assistir música de concerto. Todos as apresentações primaram por favorecer a formação de platéia, tendo sempre um caráter didático. O público teve acesso a um panorama da música composta no século XVIII tanto do ponto de vista estilístico como da variedade sonora quando um dos timbres mais em voga eram o do cravo e o da flauta. A diversidade da platéia foi uma das características mais marcantes deste projeto. Crianças, jovens, adultos e idosos fizeram de cada concerto algo singular. A interação de universitários, jovens estudantes de música, leigos extremamente curiosos, músicos profissionais e indivíduos que pela primeira vez na vida assistiam a um concerto, foram apenas alguns dos diversos perfis que compuseram um público incrivelmente participativo. Praticamente em todos os concertos os músicos ficavam por mais um bom tempo no palco satisfazendo a curiosidade de um público desejoso de informação. O contato direto com cópias fiéis dos instrumentos utilizados no século XVIII estimulavam a vontade de jovens e crianças a se aventurarem nos mesmos. De Asa Branca à invenções de Bach, a música continuava sob a mão da platéia após os concertos. Diversas Master Classes foram oferecidas gratuitamente por nossos músicos ao longo da viagem. Universidades como a UEMS, UFMS, UFMT e UFG foram beneficiadas em nossa trajetória. Além disso, difundimos em nosso site (www.viagemmusical.com) informações adicionais sobre os compositores apresentados e permitimos ao nosso público acompanhar nosso itinerário através de um diário de nossa viagem, da divulgação da mídia impressa e eletrônica, de fotos da jornada e dos nossos concertos, vídeos de entrevistas, master classes e apresentações, além de um podcast online onde se pode acompanhar diariamente gravações dos ensaios, dos concertos e entrevistas nas rádios locais.
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Finalmente, este projeto ficará para sempre na memória dos músicos e da equipe envolvida em sua realização. Sua importância nos foi demonstrada a cada dia. Nosso cravista, Bruno Prócopio, que passou sua infância em Cuiabá e que hoje é um profissional de sucesso na França, lembrava da importância de seu primeiro contato com a música barroca quando ainda criança. Contato este que abriu as portas para um sonho que se tornou realidade. Pelas terras repletas de plantações de cana, milho, e soja nossos músicos puderam plantar muitas sementes que sem dúvida florescerão.
FICHA TÉCNICA PRODUÇÃO EXECUTIVA PABLO CASTELLAR G.L. PRODUÇÕES CULTURAIS
PROJETO GRÁFICO PABLO CASTELLAR ASSISTENTE DE PRODUÇÃO MARCELO FERNANDES ASSESSORIA DE IMPRENSA ROBSON DEL CASALE MOREIRA PATROCÍNIO FUNARTE E PETROBRAS
Pablo Castellar Produtor Compositor e Produtor, com bacharelado no Instituto Villa-Lobos (UNI-RIO), aperfeiçoamento em música para cinema na NYU (New York University), composição (Manhattam School of Music) e MBA em Gestão Cultural (UCAM).
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OS MÚSICOS LAURA RÓNAI Formou-se em Licenciatura em Música pela UNIRIO e em Flauta pela State University of New York. Fez mestrado na City University of New York e doutorado na UNIRIO. Ministrou cursos no Real Conservatório Superior de Madri e, nos EUA, nas universidades de Rutgers e Princeton. Visitou a Inglaterra, a convite do British Council, e tocou em recitais nos EUA e na Europa. Toca em duo com a pianista Ruth Serrão e com a cravista Sula Kossatz, com quem integra o grupo de câmara Sine Nomine. Dirige a Camerata Quantz, grupo de música antiga da UNIRIO, e escreve críticas para a revista americana Fanfare. Atualmente é chefe do Departamento de Canto e Instrumentos de Sopro na UNIRIO, e responsável pela cadeira de flauta transversa.
ALEXANDRE BITTENCOURT Alexandre Bittencourt é Bacharel em Música pela UNIRIO. Além de larga experiência em música popular, atua na música erudita principalmente como camerista. Começou seus estudos de flauta barroca em 2001 com a professora Laura Rónai e com ela fundou o Conjunto de Música Antiga da UNIRIO. Desde 2002 participa dos cursos da professora Lívia Lanfranchi (Itália) e atualmente é membro dos grupos Antiqua Rio e Camerata Quantz (Conjunto de Música Antiga da UNIRIO). Realiza regularmente também concertos em duo com o cravista João Rival. Fora do Brasil se apresentou nos festivais de Droux (França), Saint Pierre D’Oriac (França), Vic Fez’n Sac (França), San Juan (Porto Rico), Amsterdã (Holanda) e La Paz (Bolívia). Em 2004 esteve em Paris, onde estudou com o flautista Alexis Kossenko.
BRUNO PROCÓPIO Bruno Procópio faz parte de uma nova geração de cravistas merecedores de especial atenção. Sua trajetória exemplar e sua formação junto aos professores Pierre Hantai e Christophe Rousset fazem dele um dos mais interessantes jovens talentos do mundo atual do cravo. Já na sua primeira experiência discográfica propôs uma versão inovadora das monumentais partitas de Bach. Esse disco obteve a classificação máxima da revista Diapason francesa e também foi escolhido como um dos cinco melhores discos de música barroca do ano de 2004 pela revista americana Fanfare. Além disso ele obteve o primeiro prêmio do conservatório superior de Paris em cravo e música de câmara.
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ROTEIRO MUSICAL - PROGRAMA Johann Ludwig KREBS (1713-1780) Trio em mi menor, para 2 flautas e baixo contínuo Tempo giusto Allegro Largo Allegro assai José Maurício Nunes GARCIA (1767-1830) Fantasia nº 6, para cravo solo José Maurício Nunes GARCIA (1767-1830) Lição nº 8, para flauta e baixo contínuo José Maurício Nunes GARCIA (1767-1830) Lição nº 2, para flauta e baixo contínuo Giovanni PLATTI (1740-1816) Sonata op. 3, nº 6, em sol maior, para flauta e baixo contínuo Adagio Allegro Non tanto adagio, mà cantabile Arietta con variazioni Michel BLAVET (1700-1768) Suite em mi menor, para 2 flautas Air dans Castor et Pollux Gavotte legère Gavotte en Rondeau dans Zoroastre L’Entretien des Muses La Tourière Joseph Bodin de BOISMORTIER (1682-1765) Sonata nº 1, em ré maior, para flauta e cravo Sicilienne Gayment Gracieusement Gayment Georg Philipp TELEMANN (1681 - 1767) Trio-Sonata em ré maior, para 2 flautas e baixo contínuo Andante Allegro Grave-Largo Vivace
Nosso roteiro musical iniciou-se com o trio em mi menor para duas flautas e baixo contínuo de Johann Ludwig Krebs, compositor do chamado período galante. Em seguida, uma Fantasia para cravo solo e duas Lições, do Padre José Maurício, o maior compositor do período colonial brasileiro. Logo após, tivemos a sonata em sol maior de Giovanni Platti, um representante honrado da Escola Veneziana. De Michel Blavet, flautista virtuose da corte de Luiz XV, ouvimos a suíte em mi menor para duas flautas. A penúltima peça a ser apresentada foi a sonata em ré maior de Joseph Bodin de Boismortier, um compositor bem sucedido que conseguiu a proeza de enriquecer apenas com a venda de suas composições. A música germânica, já representada pela peça de Krebs, compareceu novamente, através de um belo trio-sonata de Georg Philipp Telemann. A escrita deste compositor é de tal forma imponente e bela, que ninguém pode ser indiferente à sua força. Sua obra completa é maior em extensão do que as de Bach e Händel somadas. 6
CIRCUITO REALIZADO Mato Grosso do Sul
2006
Funarte e Petrobras apresentam
13/10 - Dourados • Teatro Municipal de Dourados, às 20h 14/10 - Bonito • Salão Paroquial, às 20h Uma viagem Musical pelo Brasil e Europa do Século XVIII
16/10 - Campo Grande • SESC Horto, às 20h
Laura Rónai - flauta barroca Alexandre Bittencourt - flauta barroca Bruno Procópio - virginal
Mato Grosso
DOURADOS - MS / 13 de outubro às 20h Teatro Municipal Dourados BONITO - MS / 14 de outubro às 20h Salão Paroquial
18/10 - Cuiabá • Museu de Arte e de Cultura Popular, às 20h
CAMPO GRANDE / 16 de outubro às 20h SESC Horto de Campo Grande CUIABÁ / 18 de outubro às 20h Museu de Arte e de Cultura Popular - UFMT VÁRZEA GRANDE - MT / 19 de outubro às 20h Auditório do SENAI CHAPADA DOS GUIMARÃES - MT / 20 de outubro às 20h Igreja Nossa Senhora Santana
19/10 - Várzea Grande • Auditório do SENAI, às 20h
CAMPO VERDE - MT / 21 de outubro às 20h Câmara de Vereadores
20/10 - Chapada dos Guimarães • Igreja Nossa Senhora de Santana, às 20h 23/10 - Primavera do Leste • Cine Teatro Vila Rica, às 20h
RONDONÓPOLIS - MT / 24 de outubro às 20h Anfiteatro Campus Universitário de Rondonópolis UFMT Apoio
Patrocínio
Realização
Design gráfico FERNANDA LEMOS
21/10 - Campo Verde • Câmara de Vereadores, às 20h
PRIMAVERA DO LESTE - MT / 23 de outubro às 20h Cine Teatro Vila Rica
Apoios locais:
24/10 - Rondonópolis • Anfiteatro Campus Universitário de Rondonópolis UFMT, às 20h 2006
Funarte e Petrobras apresentam
Goiás 26/10 - Rio Verde • Palácio da Intendência, às 19h30 27/10 - Goiânia • Teatro da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG às 09h15 28/10 - Anápolis • Auditório da UniEvangélica, às 20h
Uma viagem Musical pelo Brasil e Europa do Século XVIII
30/10 - Cidade de Goyaz • Teatro São Joaquim, às 20h 31/10 - Pirenópolis • Theatro de Pirenópolis, às 20h
Laura Rónai - flauta barroca Alexandre Bittencourt - flauta barroca Bruno Procópio - virginal RIO VERDE - GO / 26 de outubro às 19h30 Palácio da Intendência GOIÂNIA / 27 de outubro às 9h15 Teatro da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG - Campus II
Distrito Federal
ANÁPOLIS - GO / 28 de outubro às 20h Auditório da UniEvangélica CIDADE DE GOYAZ - GO / 30 de outubro às 20h Teatro São Joaquim
01/11 - Brasília • Sala Martins Pena do Teatro Nacional, às 20h
PIRINÓPOLIS - GO / 31 de outubro às 20h Theatro de Pirenópolis BRASÍLIA - DF / 1 de novembro às 20h Sala Martins Pena do Teatro Nacional Patrocínio
Realização
Design gráfico FERNANDA LEMOS
Apoio
Apoios locais:
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PÚBLICO ATINGIDO O público foi formado por crianças, adolescentes, estudantes universitários, jovens e adultos, de todas as idades e pertencentes as classes A, B e C, com nível educacional e sócio-econômico muito variados residentes das cidades de Dourados, Bonito, Campo Grande, Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Primavera do Leste , Rondonópolis , Rio Verde, Goiiania , Anâpolis, Cidade de Goyas, Pirenópolis e Brasília. Além de músicos amadores e profissionais, amantes das artes em geral, freqüentadores de cinemas, e espaços culturais. Houve em algumas cidades muitos indivíduos que, pela primeira vez na vida, assistiam a um concerto. Este público, na sua maioria, se mostrou muito curioso por informação, não só sobre os instrumentos utilizados, como também sobre o repertório e suas caracteristicas estilísticas.
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Dourados O Primeiro Dia 13 de outubro de 2006
Logo de manhã, às 9:30, Laura Rónai e Alexandre Bittencourt deram uma palestra sobre música Barroca na casa de cultura da UEMS. Bruno Procópio e eu fomos para o Teatro Municipal de Dourados, levar o virginal e cuidar da iluminação do palco. Por volta das 15 horas a Rede Globo fez uma entrevista com os músicos. O ensaio terminou às 17:30. Fomos para o hotel e em seguida voltamos para o concerto que começou pontualmente às 20 horas. Tivemos a sorte de poder começar a tournée com o pé direito: o Teatro Municipal de Dourados é maravilhoso e tem uma acústica simplesmente impecável. Depois do recital o público não resistiu e subiu ao palco para ver de perto a espineta... Foi um sucesso! Claro que não podemos deixar de agradecer o apoio local da FUNCED (Fundação Cultural e de Esportes de Dourados) e de sua coordenadora cultural a sra. Lelian Chalub Paschoalick e da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e sua Coordenadora da Casa da Cultura a sra. Elizabeth Ribeiro.
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Bonito A Saga dos Besouros 14 de outubro de 2006 O segundo concerto de nossa série aconteceu na igreja vizinha ao salão paroquial de Bonito. Decidimos por fazer o concerto nesta igreja por que a acústica era bem superior e o ambiente muito mais propício para o concerto. Logo ao chegarmos ao local, no fim da tarde, fomos surpreendidos por besouros, muitos besouros. Uma quantidade nunca vista por nenhum de nós antes. Eram enormes. Os menores deveriam ter de três a quatro polegadas de comprimento. Em toda a cidade de Bonito chovia besouros. Para Bruno, o som deles ao cair no chão se parecia ao quebrar de cascas de ovos. Mesmo no concerto não escapamos deles. Durante o terceiro movimento do Krebs um desses besouros gigantes invadiu o palco, mas o Alexandre conseguiu, com maestria, discretamente chutá-lo para fora. Alívio para Bruno Procópio, que quase subiu no virginal. Depois do concerto, nossos apoiadores locais Caciano (a direita) da Fundação Cultural e de Esportes de Bonito e o Padre Humberto (a esquerda) tiraram uma foto junto conosco. Em seguida, fomos jantar e dormir cedo para aproveitar o próximo dia em Bonito.
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Campo Grande Cadeiras Extras 16 de outubro de 2006 Chegamos em Campo Grande exaustos, depois de um dia de aventuras. Felizmente o Hotel em CG, ao contrário do Gemila Palace de Bonito, era moderno e confortável. De manhã tivemos uma maratona de entrevistas: primeiro para a Rede Globo, depois para a TVE, e finalmente para a Rádio Record, no programa do radialista Cadu. Depois de um almoço rapidinho, Laura, Alexandre e Bruno foram dar uma master-class na Universidade do Mato Grosso. Lá, foram recebidos com simpatia e entusiasmo por alunos e professores, que cobriram o trio de perguntas. Já atrasados, corremos para o Teatro do SESC para testarmos o som e a iluminação. Graças a impecável divulgação do nosso assessor de imprensa, Robson del Casale, tivemos uma casa mais que cheia. O recital foi um sucesso incrível: os 300 lugares estavam todos ocupados, cadeiras extras foram colocadas na platéia e muita gente voltou para casa. Um público educadíssimo, e que aplaudiu com vontade. Em seguida, fomos convidados para um churrasco na casa de nosso assistente de produção local, Marcelo Fernandes. 11
Cuiabá Concerto Pantaneiro 18 de outubro de 2006 O concerto foi no Museu de Arte e Cultura Popular, no Centro Cultural da Universidade de Mato Grosso. Lá, diante de um painel naif cheio de animais selvagens, Telemann e Krebs devem ter se sentido num ambiente, no mínimo, exótico. Pouco antes do concerto fomos entrevistados pela simpática jornalista da Rede Record Raquel. No local, Sofia (na foto acima à direita), diretora do Museu de Arte e Cultura Popular, foi muito gentil, conseguindo um praticável para funcionar como palco.
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Várzea Grande Recital com Perguntas 19 de outubro de 2006 Logo pela manhã ficamos um pouco estressado,s pois fomos avisados de que uma das estradas que teremos que desbravar para continuar nossa viagem poderia ser invadida pelo MST, e por lá não poderíamos passar. E a outra estrada, alternativa, estava cheia de lama e intransitável devido às chuvas... Depois do almoço fomos ao SENAI de Várzea Grande, onde seria nossa próxima apresentação. A viagem para Várzea Grande foi tranqüila uma vez que a cidade é praticamente um subúrbio de Cuiabá de tão perto que é. Assim não precisamos enfrentar estradas nem aeroportos. A sala estava cheia, e desta vez nosso público era francamente jovem: crianças das escolas locais e suas professoras. Ficamos com medo de o programa não oferecer atrativos para uma turma tão pouco habituada a música. Mas não precisávamos nos ter preocupado. A garotada adorou a apresentação, bateu palmas com vontade e, o que é melhor, fez um monte de perguntas depois do recital.
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Chapada dos Guimarães Graça Particular 20 de outubro de 2006 Tocar numa igreja barroca é a situação ideal para qualquer grupo que se dedica à música do século XVIII. Estávamos, portanto, super contentes com a perspectiva de fazermos nossa apresentação na Igreja Nossa Senhora de Santana. E nossas previsões se confirmaram plenamente: a graça particular do local “contaminou” os músicos e o público, e criou um ambiente ótimo.
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Campo Verde Música de Camâra 21 de outubro de 2006 Campo Verde é uma cidade pequena, mas progressista. Tudo muito arrumado, limpo e organizado. O concerto ocorreu na Câmara dos Vereadores, onde fomos recebidos pelo presidente da Câmara, pela Secretária de Educação e pelas prestativas funcionárias, que logo conseguiram nos arranjar algo raro em Mato Grosso: um café sem açúcar. Minutos antes do concerto tivemos uma entrevista com o SBT na frente do público que nos esperava pacientemente. O ambiente, uma espécie de arena, favoreceu o caráter intimista do evento. Após a apresentação, fomos jantar no único restaurante aberto da cidade.
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Primavera do Leste Um concerto para juventude 23 de outubro de 2006 A estrada para Primavera do Leste nos brindou com belas paisagens de área rural, com muitas plantações de soja, e centenas de garbosas emas. Mortos de fome, fomos recebidos pelo Chicão, o coordenador de cultura da cidade. Ele nos levou para almoçar no Carreta Grill, uma típica churrascaria gaúcha. A cidade é jovem, tem algo em torno de 20 anos de existência. É formada basicamente por uma recente migração sulista na região. Porém encontramos também aldeias indígenas, não muito afastadas, e uma surpreendente colônia Russa de Católicos ortodoxos bem radicais que não se misturam com a população local e se vestem de maneira bem peculiar, mantendo suas tradições com unhas e dentes. Algumas moças dessa comunidade passaram por nós com seus vestidos longos e coloridos, compridas tranças louras até a cintura e uma tez muito alva. Apesar do calor reinante, nossa imaginação nos levou às estepes geladas da Rússia. O espaço onde tocamos, o cinema Vila Rica, tinha surpreendentemente uma boa acústica. Apesar das trovoadas e de uma chuva muito forte, tivemos um público significativo, na sua maioria formado por crianças na faixa dos doze anos, que conheciam ou estudavam música. Isso pôde ser visto ao final do concerto, através do grande interesse pelos instrumentos demonstrados pelos meninos. Um dos menores garotos conseguiu tirar sons bonitos da flauta da Laura, enquanto outro se empolgava tocando invenções no virginal do Bruno. Após o concerto, fomos experimentar o único vinho produzido no Mato Grosso, o de Primavera do Leste. Apesar de um odor que não despertava muito interesse, o sabor era bem agradável. Na manha seguinte, fomos recebidos na prefeitura da cidade, onde fomos presenteados com mais vinho.
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Rondonópolis Cadeiras Extras 24 de outubro de 2006 Última cidade do Mato Grosso em que iríamos tocar, Rondonópolis nos recebeu com muito calor e muita chuva. O concer to no Anfiteatro da nUniversidade do Mato Grosso. Antes do concerto, demos ainda uma entrevista para a radio local, capitaneada por J. Lima. Na hora do recital, o calor era tanto que ficamos com medo de perder nosso público por nocaute. Mas nos preocupamos à toa. A sala estava repleta, com gente de pé , animadamente conversando enquanto esperava o inicio do espetáculo. Em sua maior parte, universitários, ostentando a camisa do curso que freqüentam. E resistiram bravamente até o final, batendo palmas entusiásticas e fazendo muitas perguntas sobre os compositores e os instrumentos. Ainda pediram mais música, mesmo depois da longa conversa. Sucesso total! No dia seguinte, pela manhã, pegamos a estrada para Rio Verde, em Goiás. Passamos o dia inteiro na viagem, uma quase ininterrupta paisagem de cerrado, praticamente sem lugares para fazer aquela necessária ‘parada do cafezinho’. Num desses poucos pontos de parada, ocorreu um incidente desagradável: Laura foi atacada por dois vira-latas furibundos, um dos quais lhe pespegou uma mordida no pé. O problema nem foi a ferida (dolorosa, mas superficial), mas sim a possibilidade de pegar raiva ou tétano. Deixamos para cuidar do assunto na próxima parada, Rio Verde.
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Rio Verde O Palácio da Intendência 26 de outubro de 2006 Logo de manhã, demos uma entrevista à Rede Globo local. Em seguida, fomos almoçar e depois fomos todos ao posto de saúde, onde a pobre da Laura tomou duas vacinas, antitetânica e anti-rábica. O pior é que são apenas as primeiras de mais cinco. O concerto no Palácio da Intendência, uma construção do século XVIII que nos lembrou as cidades coloniais mineiras. A sala era pequena para a grande quantidade de gente que estava presente. O público parecia sofisticado e muito interessado. O sucesso foi grande o publico inteiro bateu palmas sincronizadas, pedindo bis. Logo após o concerto, botamos o pé na estrada para Goiânia, que parecia um queijo suíço de asfalto. Buracos, quebra-molas e péssima sinalização. Bruno assumiu por um tempo o volante para dar um pouco de descanso para nosso motorista Odair.
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Goiânia Difícil Chegada 27 de outubro de 2006 Logo de manhã, rumamos para Uuniversidade de Goiânia. Tivemos sorte de encontrar, graças ao acaso, uma amiga do Bruno, Marilia Vargas, que estava hospedada no mesmo hotel e iria logo de manhã para a universidade. Assim fomos salvos, pois de outra forma, teríamos nos perdido irremediavelmente, já que o Campus fica bem longe da “cidade” e o trajeto é um verdadeiro labirinto. Tocamos na programação do Festival de Música da UFG, que nos rendeu um público muito simpático de estudantes da escola de música. A acústica da sala foi a melhor que encontramos até agora, o que compensou o horário inusitado da apresentação: nove e meia da manhã. Após o concerto, os músicos ofereceram uma master classe para os alunos do festival. Os alunos de flauta tocaram principalmente sonatas de Bach. Uma das alunas tinha uma flauta de madeira pela qual Laura e Alexandre ficaram fissurados. Na classe, onde as perguntas foram mais acerca de estilo e menos sobre os instrumentos, foi curioso observar que, talvez por serem adultos, os alunos ficaram constrangidos em experimentar os instrumentos de nossos flautistas, ao contrário das crianças de Pr i m a v e r a d o L e s t e , q u e s e f a r t a r a m n a barroquitude. Já Br uno, apesar de ter aproximadamente 30 alunos em sua aula, trabalhou apenas com uma cravista chamada Beatriz Pavan que trabalhou uma Courante de François Couperin. Falou-se muito de ornamentação do século XVIII.
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Anápolis Com os Comprimentos do Prefeito 28 de outubro de 2006 Chegamos em Anápolis no início da tarde e fomos recepcionados por Beatriz Ferreira, diretora de cultura da cidade. Elas nos levou para comer na churrascaria Caiçara, e nos apresentou aos membros do júri e organizadores do XII Concurso Nacional de Piano Orestes Farinello. O nosso concerto foi incluído na programação deste concurso, logo antes da premiação dos finalistas. Com o auditório praticamente lotado, recebemos, pouco antes do nosso concerto, os cumprimentos do prefeito da cidade. A acústica do auditório era muito boa e o concerto transcorreu tranqüilamente.
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Cidade de Goyaz A Cidade Perfeita 30 de outubro de 2006 Já nos haviam dito que Cidade de Goyaz era uma lindeza, um enclave colonial em miniatura cravado no meio de nosso caminho. A cidade é de fato perfeita, pequena, jeitosa e muito bem cuidada. A pracinha central tem um coreto que, apesar de parecer peça cenográfica de novela de época da Globo, é de verdade. Tem dois andares e no primeiro fica uma sorveteria, que serve sabores exóticos, como cajá e mangaba. Outra característica do local é a quantidade de mangueiras, enormes e carregadas de frutas, espalhadas pela cidade inteira. Na pousada em que ficamos, a Pousada do Ipê, havia uma dessas bem na frente dos nossos quartos. Todo dia de manhã um funcionário recolhia as mangas caídas no chão com um carrinho de mão. Nas mangueiras habitam verdadeiras nações de maritacas e tucanos, que produzem uma algaravia ensurdecedora. Outra árvore que enfeita os quintais da cidade é o cajueiro. Esses cajus são vermelho sangue e tem um gosto bem diferente daquele ao qual estamos acostumados no sul do país. Goyaz velha é a cidade ideal para se ficar de papo para o ar. Tudo é pertinho, não se perde tempo com trânsito, e todos os elementos causadores de stress parecem ficar longe do local. A pousada era simples, sem Internet ou telefone, mas extremamente gostosa, com redes na varanda, colchas de retalho e uma piscina muito bem localizada. O Teatro S. Joaquim é o mais antigo do Estado e atraiu um público eclético, que, mesmo sem o hábito de freqüentar concertos, se deixou levar pela música e se entusiasmou pelo nosso programa. Laura ficou encantada com um menininho de 6 anos, o Caliel, que não queria largar a flauta e demonstrou possuir talento incomum para música.
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Pirenópolis Sucesso Apesar da Chuva 31 de outubro de 2006 Depois da estadia cheia de delicadeza na Cidade de Goyaz, imaginamos que seria impossível achar um lugar tão agradável até o final da tournée. Mas Pirenópolis é outra cidade histórica belíssima, repleta de casarões coloniais bem preservados. Aliás, foi um desses, a pousada O Casarão, que nos serviu de pit-stop, graças à fidalguia do proprietário, o Sr. Sergio Rady, que nos franqueou um quarto para podermos tomar banho e trocar de roupa. A pousada é linda, decorada com bom gosto e sofisticação. Uma chuva torrencial nos impediu de fotografar a cidade, que bem merecia figurar em lugar de destaque no nosso site... Uma tempestade que não parou, a tarde toda. Ainda assim, graças `a divulgação, o teatro estava quase lotado, com um público refinado e caloroso, que nos fez tocar dois bis. O teatro em que tocamos é de uma simplicidade e de uma beleza dignas de nota.
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Brasília Grand Finale 1 de novembro de 2006 Reta final: Brasília. Conseguimos chegar na capital apesar de um grande susto. Como saímos de Pirenópolis de madrugada, pegamos estradas mal sinalizadas e desertas. Numa dessas, um carro nos fechou e tentou fazer com que parássemos. Assalto na certa! O pior é que o Odair, nosso motorista extremamente ingênuo, já estava pronto para encostar, achando que era fiscalização (às três da manhã!). Ainda bem que o Bruno estava desperto (e esperto!) e gritou para que ele continuasse acelerando. Daí por diante, acordamos todos e viemos com o coração apertado. O susto não se repetiu, felizmente. Depois de tanta tensão, o Hotel Meliá pareceu-nos um verdadeiro oásis no meio do deserto: confortável, limpo, luxuoso e amplo. O nosso recital foi no Teatro Nacional, mas tivemos um pouco de azar. Choveu torrencialmente e o trânsito ficou muito engarrafado, o que certamente afastou uma parte do nosso público. Em compensação, este foi um recital em que tivemos uma platéia bem especializada, com um alaudista e dois flautistas barrocos presentes, o João Santos e o Paulo da Matta. Após um bis e muitas palmas, fomos todos celebrar nosso grand finale explorarando um canto charmoso de Brasília, em torno do Lago, com restaurantes cosmopolitas e uma culinária sofisticada.
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ANÁLISE DA MÍDIA
Todas as matérias publicadas e veiculadas na mídia sobre o Projeto de Circulação de Música de Concerto (Uma Viagem Musical pelo Brasil e Europa do Século XVIII), realizado em cidades dos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal receberam uma abordagem favorável. O evento esteve presente na mídia entre 13 de outubro e 01 de novembro. Neste período, verificouse 23 matérias ou notas na mídia impressa, 4 programas de rádio e 8 inserções na televisão sobre os eventos. O maior destaque é o Correio do Povo, que dedicou toda a capa do caderno cultural, alem de chamada na capa do Jornal. Os jornais A Folha, de Cuiabá, e Tribuna Popular, do Mato Grosso do Sul, também fizeram ampla cobertura do evento. Os músicos participaram de programas nas rádios Record (Programa do Cadu, 10’43”, em 16/10) de Campo Grande, Rádio Club Rondonópolis (12’02”, em 24/10), Rádio Cidade de Goiás (10’50”, em 30/10) e Rádio Clube Jornal Meia Ponte (8’20”, em 31/10). Além disso, os músicos foram entrevistados pelas redes de televisão Globo, em Dourados e Rio Verde, Record, em Dourados e Cuiabá, TVE, em Dourados, SBT, em Campo Verde, e a universitária TV UFMT, em Cuibá e Rondonópolis. Desta forma, o resultado mostrou-se excelente.
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