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orquestra em cartaz 2012

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segunda metade do séc. XVIII

até 4.000 a.C.

Período Clássico

Pré-História

A filosofia, as ciências e a matemática avançam neste período, que marca grandes transformações do conhecimento humano. A música instrumental que servia à Corte e à Igreja ganhou destaque. Os compositores austríacos Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart desenvolveram formas musicais como a sonata para um só instrumento, duos, trio, quartetos de cordas, a sinfonia e a ópera, ampliando também a formação da orquestra. Em 1800, Ludwig van Beethoven compõe a primeira de suas nove sinfonias. O compositor tinha problemas de audição e ficou totalmente surdo com o passar do tempo, mas, mesmo assim, criou uma obra que mudou a forma de se pensar a música.

Este é o período anterior à invenção da escrita, quando os sons eram usados para que as tribos que ficavam distantes pudessem se comunicar, e também durante a caça e nos momentos de diversão. O homem imitava os sons da natureza com a voz e instrumentos musicais rudimentares, como apitos e tambores feitos de ossos, bambus e troncos ocos.

de 4.000 a.C. até 476 d.C.

séc. XIX

Antiguidade

A música estava presente no cotidiano das primeiras civilizações da nossa história: em festas religiosas, no trabalho, nos rituais alegres e tristes. Os povos antigos cantavam e tocavam na tentativa de controlar os fenômenos da natureza (como a chuva, o sol e as tempestades) e até para curar os doentes. As grandes civilizações aprimoraram os instrumentos musicais. Na Mesopotâmia e no Egito, por exemplo, surgiram os primeiros tipos de flautas, harpas e uma variedade de tambores. Na Grécia, a música era parte da educação integral das pessoas. O sábio Pitágoras pesquisou a relação da matemática com a música, elaborando o que chamamos hoje de escala musical.

Este é um pequeno trecho da Nona Sinfonia, que Ludwig van Beethoven terminou de compor em 1824. Na partitura do maestro, cada conjunto de cinco linhas horizontais forma um pentagrama, onde fica indicado o que cada instrumento ou família de instrumentos deve tocar. A lista começa com as madeiras, depois os metais, a percussão, o coral e as cordas e, dentro de cada pentagrama, a ordem vai sempre do mais agudo para o mais grave. A palavra italiana Presto, no canto superior esquerdo, significa rápido e determina o tempo em que a música será tocada.

XV

XVI

XVII

Período Romântico

Nesta época, a expressão individual do artista foi muito valorizada. A música romântica, como as outras artes deste período, revela senti­­mentos intensos. A orquestra cresceu na quantidade de músicos e na diversidade de instrumentos, principal­mente de sopros e percussão. Schubert, Brahms, Tchaikovsky, Verdi e Wagner são alguns dos maiores compositores deste período. No Brasil, o Romantismo marcou a época do Império e teve Carlos Gomes como um de seus mais conhecidos representantes.

XVIII

XIX

séc. XVII

XX

XXI

séc. XX até os dias de hoje

Período Barroco

Pequenos grupos orquestrais, principalmente de cordas, acompanhavam cantores e instrumentistas. A ópera, teatro musicado, teve seu marco inicial com a obra “Orfeo”, escrita pelo italiano Claudio Monteverdi em 1607. Grandes compositores como Antonio Vivaldi, Georg Friedrich Haendel e Johann Sebastian Bach marcaram este período.

séc. XV e séc. XVI

Idade Média e Renascença

Época dos castelos, reis e rainhas, quando os trovadores e menestréis divertiam o povo com suas canções. O Papa Gregório Magno desenvolveu o Canto Gregoriano ou Cantochão, com melodias cantadas em uníssono (todos os cantores cantavam a mesma melodia). O monge italiano Guido D’Arezzo deu nome às notas musicais que usamos até hoje. São deste período as primeiras partituras impressas.

Períodos Moderno e Contemporâneo A música pode

ser comparada à paleta de cores de um pintor. Diferentes combinações de sons, técnicas de composição e interpretação levam o compositor a explorar novos universos musicais. Elementos do folclore, das danças camponesas, da música militar e de outros estilos como o jazz podem ser encontrados na obra de compositores como Mahler, Ravel, Stravinsky, entre outros. Em 1940, é criada a Orquestra Sinfônica Brasileira pelo Maestro José Siqueira. Em 2012, a Orquestra Sinfônica Brasileira completa 72 anos de história, ampliando suas atividades musicais e educacionais.

partitura do maestro

Mantenedores

Apoio financeiro

patrocinador master

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PATROCINADOR DAS AÇÕES NA BARRA DA TIJUCA

patrocinadores

2012

Realização

Apoio cultural

Apoio

Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira Av. Rio Branco, 135 salas 915 a 920 Centro Rio de Janeiro RJ cep 20040 006 tel. +5521 2142 5800 www.osb.com.br

Gerência Educacional Anahi Ravagnani ILUSTRAÇÕES Andrea Ebert

Apoio institucional

DESIGN GRáFICO Boldº_a design company Billy Bacon Direção de Criação Realização

Saiba mais sobre a música sinfônica e conheça a Temporada 2012 completa no site www.osb.com.br

Orquestra em Cartaz

Gabriella Turbiani Direção de Arte e Design


A orquestra e suas famílias

A orquestra sinfônica é formada por quatro grupos de instrumentos que têm histórias e características em comum. Por isso, além de serem conhecidos como naipes, também podemos chamar esses grupos de famílias. Saiba mais sobre elas!

percussão

tímpanos, bombo, pratos, triângulo, pandeiro, caixa clara, guizos e outros tuba triângulo

bombo

caixa clara

trombone pandeiro trompete

pratos

Os músicos percussionistas tocam com as mãos, com baquetas, raspando ou agitando os instrumentos... esse jeito de fazer música é tão antigo quanto a própria história do homem! Os instrumentos de percussão se dividem em dois tipos principais: os que produzem uma sonoridade que podemos reconhecer como mais grave ou aguda (marimba, vibrafone, xilofone, celesta, glockenspiel, carrilhão e tímpanos, tambores que podem ser afinados) e aqueles que emitem um som que não podemos determinar dessa maneira, como triângulo, caixas, pratos, bombo, claves, guizos, matraca, castanholas, pandeiro e outros muito usados na música brasileira, como a cuíca, o ganzá e o reco-reco.

guizos

percussão

metais

trompa

metais

trompete, trompa, trombone, tuba e outros

tímpanos

Feitos de ligas metálicas, os instrumentos desta família emitem som a partir da vibração dos lábios do músico contra o bocal. São muito comuns nas bandas sinfônicas, como aquelas formadas nas escolas. Esses instrumentos também podem ser tocados com a surdina, uma peça que modifica a saída do ar e torna o som mais abafado.

violino

madeiras

flauta, oboé, clarineta, fagote e outros

viola

arco violoncelo

cordas

Os instrumentos de madeira têm forma de tubo. Quando o músico sopra, é criada uma coluna de ar no interior deste tubo, que vibra e produz som. Antigamente, as flautas eram feitas de madeira e é por isso que, hoje, mesmo sendo feitas de metal, continuam a pertencer a esta família. O oboé, a clarineta e o fagote possuem palhetas, lâminas feitas de cana que vibram quando sopradas pelo músico.

madeiras clarineta

fagote

cordas

contrabaixo

harpa

piano

oboé

flauta

violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, harpa e outros Estes instrumentos formam a base da orquestra e produzem som quando suas cordas são friccionadas pelo arco ou beliscadas (técnica chamada de pizzicato). A caixa de madeira que dá forma a eles amplifica o som que emitem. O violão, o cravo e a harpa também são desta família, mas suas cordas são dedilhadas ou pinçadas. No piano, as cordas são percutidas (batidas) pelos martelos que estão dentro do instrumento. Quanto menor o instrumento e mais finas as cordas, o som será mais agudo; já quando o instrumento aumenta de tamanho e as cordas ficam espessas, o som vai se tornando mais grave.


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orquestra em cartaz 2012 by Pablo Castellar - Issuu