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Banda musical de Monção

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Banda Musical de Monção

Trabalho elaborado por: Francisco Fernandes de Miguel.


Introdução Historia Galeria de fotos Executantes Maestros Noticia Contactos Conclusão Bibliografia O CD

Índice


Introdução Eu acho deste trabalho interessante porque falará da cultura de Monção e do alto Minho referindo – me a banda musical de Monção.

Actual presidente da direcção da banda musical de Monção AVELINO LIMA·


História O registo mais antigo que se conhece está inscrito numa acta da Santa Casa da Misericórdia de Monção, de 25 de Fevereiro de 1792, e nessa época, era conhecida por Banda de Musica da Vila presumindo-se, contudo, que a sua existência seja ainda anterior. Em 1792, Gonzallo José de Moiños, de nacionalidade Espanhola, foi o primeiro Maestro. Em 1830, já a Banda abrilhantava festividades sendo Maestro o abade D. Lourenço, também, de nacionalidade Espanhola e Capelão do Palácio da Brejoeira. A Filarmónica era constituída por 15 músicos. De Maestro em Maestro, quer formados em Monção, quer outros contratados, civis e militares, chegou-se ao ano de 1918. Em 1890, foi feita a primeira fotografia da Banda da qual já faziam parte 20 músicos. Em 1915, abrilhantou as festividades na Vila de Arbo, em Espanha. Em 1918, passou a chamar-se Banda dos Bombeiros Voluntários de Monção, por deliberação da Direcção. Em 1933, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Monção, deliberou em reunião do executivo, outorgar-lhe o título honorífico de Banda Municipal de Monção, pelos brilhantes serviços prestados à cultura. Em 1945, participou na inauguração do Estádio de Futebol do Riazor, Corunha Espanha. Em 1969, por força de lei foram elaborados os seus primeiros Estatutos, e inscreveram-se os primeiros 120 sócios


fundadores, passando a chamar-se Banda Musical de Monção, titulo que mantém. Em 1970, década 70/80, gravou diversos discos (Maestro Miguel de Oliveira). Em 1971, classificou-se em 3º lugar no Concurso de Bandas Civis de 1º Categoria (Palácio Cristal/ Porto). Em 1980, a Câmara Municipal de Monção, em sessão pública, outorgou-lhe a medalha de ouro do Município pelos seus mais de 150 anos ao serviço da Cultura. Em 1984, gravou a sua 1ª cassete (Maestro Viriato Araújo). Em 1985, pela primeira vez é incorporado na Banda um elemento feminino (Rute M. A. O. Cruz). Em 1986, substituição total do instrumental que era de Diapazon brilhante, por normal e sua apresentação no Cine Teatro João Verde, em Monção. Em 1989, participou em Espanha na Geminação dos Municípios de Monção (Portugal) e Redondela (Espanha). Em 1992, participou em França na Geminação dos Municípios de Monção (Portugal) e Tarrascon (França). Em 1994, acompanhou o Senhor Presidente da República, Dr. Mário Soares na Presidência Aberta e no Distrito de Viana do Castelo. Em 1995, inscreveu-se sob o nº 1496 na Federação Regional B. F. do Minho. Em 1996, classificou-se em 3º lugar na participação na RTP2, programa "À Volta do Coreto ". Em 1997, acompanhou o Senhor ministro António Guterres, no governo em diálogo e no Distrito de Viana do Castelo. Em 1998, pela declaração nº134/98 e nos termos do Decretolei nº460/77,foi declara pelo governo instituição de utilidade pública. Em 2005, gravação do 1º CD (Maestro Prof. José Vicente). De 1792 a 2005, conhecem-se 23 Maestros, destacando-se entre outros: Gonzallo José de Moiños (1792), abade D. Lourenço (1830), Miguel Maria Pereira (1880), Sargento Músico, Luis José Gonçalves (Mestre Luis - 1897 a 1928), Sargento Musico Sebastião José Passos (1928 a 1952), Oscar Ferreira, Luis Lourenço, Sargento Músico Manuel Ferreira


Pais, Miguel António Peixoto de Oliveira (1964 a 1983), Manuel Silva Lourenço (1983), Sargento Chefe, Viriato Carneiro Araújo (1983 a 1986), Sargento Chefe, Domingos José Campos Cardoso (1986 a 2003) e actualmente, Prof. Dr. José Vicente Simeó Mañez (2003 a 2005), este, de nacionalidade Espanhola. Pela Direcção da Banda passaram entre outras figuras carismáticas, que a mantiveram viva e com qualidade, Manuel Guedes, António Guedes, Manuel Lúcio de Páris, Avelino Rodrigues Soares, Cândido Gonçalves Cardoso e José Adriano Oliveira Cruz.

A Banda Musical de Monção, através dos tempos, participou em milhares de festividades e em todo o tipo de eventos culturais tais como: romarias, procissões, concertos, encontros de Bandas, concursos, geminações de Municípios, gravações, recepções oficiais, homenagens e actos solenes. Padroeira da Banda, Nossa Sr.ª da Saúde, festa religiosa que se realiza no 1º Domingo de Outubro.

Actual Presidente da Direcção da Banda MusiAvelino Gonçalves Lima


Galeria de fotos


Executantes Fliscornes António José Pereira Márcio Amoedo Trancoso

Sax. Soprano Avelino Gonçalves Lima Rafael salgado

Trompetes Dulcinea Andrea Figueiredo José Luís Fernandes Luís Manuel Nunes Renato Pereira Ricardo Jorge Pereira Ruben Simeó

Clarinetes Andreia Filipa Fernandes João Carlos Oterelo Mafalda Lourenço Castro Manuel Óscar Lourenço Melodie Afonso Palhares Patrícia Palhares

Flautas Ana Cláudia Nunes Andreia Filipa Félix Diogo Amoedo Trancoso Rute Mafalda Cruz Sara Gil Pereira Tubas Delfim Brito Português João Manuel Antunes Silva José Fernando Afonso

Percussão Adelino Barreiros Bruno Sanches Manuel António


Sandra Isabel Português Susana Teresa Lourenço David Pinheiro Jacinta Miguel Leila Fabiana Céline Afonso Palhares

Carla Filipa Fernan Trombones Cesário Manuel Português Mickael Campos Victor Manuel Figueiredo

Sax.alto Alberto Sotto Daniela Clara Amorim Ilda Luísa Delgado Joana Emanuela Fernandes Rui Torres

.................................................

Sax. TENORES Alberto Mendes Nunes Leandro José Gonçalves Paulo Cruz Rocha Alves Marina Branco

BOMBARDINOS Bruno Jorge dias José Miguel Fernandes ………………………

Trompas Francisco Miguel João Silva Maria Pilar Simeó Sara Tarela


Maestros

Maestro José Vicente Manéz Nasceu em Lliria (Valência), no ano de 1962, onde iniciou os seus estudos musicais com Pablo Sánchez Torrelha na União Musical de Lliria, em trompete. Ai finaliza os seus primeiros estudos, ampliando-os no Conservatório Superior de Musica de Valencia, onde atinge o grau médio com a classificação de excelente com D. Vicente Prats. Aos 15 anos ingressa na Banda Municipal de Castellón como Fliscorne Solista. No ano seguinte obtém o 1º prémio no "Concurso Nacional para


jovens Interpretes", celebrado em Valencia, e ingressa na Orquestra Sinfónica do Conservatório Superior de Musica de Valencia.Com 17 anos ingressa na Armada como Sub-Oficial Musico. Actua como concertista no programa da Rádio T.V.E. "El mundo de la música", acompanhado da Orquestra da R.T.V.E.Finaliza o curso de Professor Superior de Trompete em Madrid com D. José Ortí Soriano, com a classificação de Excelente.Aos 20 anos, por concurso, ingressa na Escola Superior de Musica de Vigo ocupando o lugar de Professor de Trompete, cargo que desempenha desde 1983.Foi solista convidado de varias Orquestras Sinfónicas, (Galicia, Valencia, Asturias, Bilbao). Como professor leccionou cursos de Vento-Metal nos Conservatórios da Coruña, Ourense, Lugo, Alcañiz, Murcia, entre outros. Realizou cursos de aperfeiçoamento com Jan Cober, Bernardo Adam, Rafael Sanz, Leopoldo Vidal, J. Vicente Egea, J. Ortí, P.Thibaud, H. Handerberger, E. Rioja, J. Littlerford, Luur Metalls, entre outros. Dirigiu diversas Filarmónicas, destacando-se: Banda Municipal de Ourense, Banda Municipal de Tui, Agrupacion Musical do Rosal (desde o ano de 1990), e actualmente a Banda Musical de Monção (desde do ano de 2003). Acumula o lugar de professor na EPMVC (Escola Profissional de Musica de Viana do Castelo) com o de Trompete no Conservatório Superior de Musica de Vigo.


António José Ferreira Pereira António José Ferreira Pereira nasceu a 03 de Março de 1961, no lugar de Pousa - Monção.Aos 10 anos de idade, iniciou os seus estudos musicais na Escola da Banda Musical de Monção, onde aprendeu a solfejar e a tocar Fliscorne.Com 12 anos, faz a sua estreia na Banda Musical de Monção e aos 15, ocupava o lugar de solista.Apesar de várias solicitações de Bandas Militares e Civis, o amor da Banda de Monção gritou sempre mais forte.Em 1999, é nomeado Contramestre da Banda de Monção. Em consonância com a Direcção, avança para a formação da Banda Juvenil de Monção, da qual é responsável artístico.


Festival de Aveiro (2006) São 15h15 e reiniciará o concurso com uma das prestações mais aguardadas, a da . Banda Musical de Monção

O auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro encontra-se agora muitíssimo bem composto (mais de meia casa) e o publico ovaciona a banda logo à entrada da mesma, sinal da presença de aficcionados e também da

expectativa que a sua actuação encerra.


A Banda apresenta como obra de colocação “La Virgen de la Macarena” e “O Caminho de Santiago”, de Juan Gonzalo Gómez Deval, como obra livre. 16h10 Sem nos adiantarmos excessivamente em comentários apreciativos, tarefa que deixaremos a cargo do nosso painel de comentadores (esta tarde desfalcado do maestro Afonso Alves) sempre vamos adiantando que o trompetista que interpreta “La Virgen de la Macarena”, Ruben, um jovem no início da adolescência está a dar um verdadeiro espectáculo! Isto promete! Terminou a actuação da Banda de Monção e o ambiente que se vive é de verdadeira apoteose. Temos, efectivamente, candidato ao trono! O público, que neste momento quase enche o auditório, confere ao momento um colorido e ambiente extraordinários. Colheremos de seguida a opinião do seu director artístico, José Vicente Simeó Máñez, bem assim como a opinião dos nossos convidados esta tarde, Délio Gonçalves e José Petit. O maestro destaca sobretudo a importância da participação neste evento, pela motivação que provoca nos músicos.


Entende que para uma banda que há apenas 2 anos tinha menos 30 músicos do que na actualidade, (estes entretanto criados na escola da Banda), a prestação foi muito boa. No que respeita ao formato do concurso, manifesta discordância, sobretudo porque entende que deveria haver níveis estratificados de selecção. Comentário do Maestro Délio Gonçalves Nota negativa para o aquecimento. Para além de desadequado na escolha, é revelador de uma grande falta de humildade e de total desrespeito pelo público e pelos concorrentes utilizar um jovem virtuoso e com um futuro brilhante à sua frente se o souber aproveitar e se fôr devidamente encaminhado. Espero que assim seja. Este jovem trompetista terá com certeza muito para dar, e para bem da música, assim o esperamos todos. Aguardemos então pelo futuro musical deste jovem talento. Espero é que os nossos maestros não tomem o exemplo pelo “show off” deixado até porque nem era necessário. A banda repleta de excelentes executantes com ensembles completos e equilibrados, mostra uma


maturidade muito grande, a começar pela obra livre, em que possibilita ao ouvinte disfrutar dos mais variados timbres e pormenores que uma banda pode oferecer. Um pouco desequilibrada nos tuttis entre metais e madeiras. Os metais sempre um pouco demasiado, sobrepondo-se por vezes de uma forma que causou alguns problemas rítmicos. Não conhecendo a partitura da obra obrigatória, até porque a estreia acontece hoje, nota-se algumas diferenças substanciais a nível interpretativo, resta saber se são da obra ou da autoria do regente, bem como algumas questões do foro rítmico e dos andamentos da obra. Obviamente estamos a falar de alguns executantes muito bons e o conjunto paga a factura de algum impeto por vezes exagerado que prejudica o resultado final em especial ao nível do equilibrio dos naipes, dinamicas e fraseado. No âmbito geral, muito bom. Comentário do maestro Petit A banda tem em geral um bom som e afinação aceitável, mas não devemos de deixar passar que a média de idade da banda é maior que as que até agora cá passaram. Há aspectos como o balanço que poderiam melhorar, concretamente a secção de trompas que é anulada em algumas ocasiões por trompetes e trombones.


Há desajustes nas entradas de diferentes naipes. A artigulação geral é boa, mas creio que se pode tirar muito mais fraseado da partitura. Tanto na obra livre como obrigatória, os metais anulam as madeiras, destacando o excesso de brilho nos trombones. A secção central da obra obrigatória não está claro o diálogo entre os solistas, não se distinguindo as diferentes linhas melódicas de cada instrumento. Não me parece correcto pôr uma jovem promessa à frente de uma banda para uma obra que tem como finalidade o aquecimento. Primeiro é a música!!!! Mesmo assim, parabéns.... Para a banda. 23h40

CLASSIFICAÇAO DO CONCURSO 1ª. Classificada -

Banda Musical de Monção

2ª. Classificada -

Associação Cultural do Couto Mineiro do Pejão

3ª. Classificada -

Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra

CONTACTOS


Jacinto Pires - Telm: 965660827 António José - Telm: 917461037 Maestro José Vicente -Espanha – Telm: 0034669487796


Conclusão Eu achei deste trabalho «Banda Musical de Monção» muito divertido e informativo, pois aprendi sobre a cultura de Monção em relação à Banda Musical de Monção. Também gosto muito desta banda, porque faço parte integrante da mesma e o meu nome FRANCISCO FERNANDES DE MIGUEL consta da lista de Executantes.


Bibliografia Site (www. Banda Musical de Monção. sapo. PT.)

Comentário do Francisco


Eu, Francisco Fernandes de Miguel, membro da banda Musical de Monção desde 2005 disponhome a falar de alguns assuntos importantes para a Banda: 1. Sinto - me realizado na banda , porque falamme muito bem dela já que as suas obras foram executadas em Aveiro e outros sítios com perfeição ; 2.Em Aveiro esta banda teve um grande sucesso e em outros mais festivais, como em 1996 «A Volta do Coreto» no antigo canal da RTP2 , como referido na História da Banda; 3. As suas festas agradam aos Monçanenses e aos galegos e outras regiões de Portugal e Espanha. Falando um pouco destes acontecimentos, nota-se que a banda passou da «banda da velhice» para «Banda da juventude» Para acabar o meu comentário, quero que todos saibam que a banda de Monção é uma das mais antigas de Portugal e uma das mais importantes do município. Com os meus cumprimentos e felicitações para a Banda Musical de Monção.


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