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Jornal PANROTAS 1245

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R$ 11,00 - Ano 24 - nº 1.245

www.panrotas.com.br

23 a 29 de novembro de 2016

www.pancorp.com.br

O BRASIL

Para cada R$ 1 que a aviação gera como produção econômica direta, são gerados cerca de R$ 5 em produção no Turismo viabilizado pelo transporte aéreo. Esse é um dos dados presentes no estudo inédito e pioneiro da Abear sobre os benefícios que a indústria aérea leva para os Estados brasileiros e o Distrito Federal

VISTO DO ALTO

> Páginas 12 a 15

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LEIA NESTA EDIÇÃO

23 a 29 de novembro de 2016 JORNAL PANROTAS

Páginas 04 a 05

Check-IN

As previsões das operadoras para o réveillon e 2017

PERFIL DOS PASSAGEIROS AÉREOS NO BRASIL EM 2016

Páginas 06 a 09 Patrick Yvars apresenta a diversidade de Orlando em megafam

ADOÇÃO DE TECNOLOGIA POR PASSAGEIROS NO BRASIL EM 2016

DEMANDA DO PASSAGEIRO POR NOVOS SERVIÇOS MÓVEIS NO FUTURO

Páginas 18 e 19 No Arizona com a Best Western Hotels & Resorts

Fonte: Sita

Páginas 20 e 21 Braztoa investe em experiências para os agentes de viagens

Páginas 24 a 29 Caderno Especial Visit Florida

Editorial

> Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br

Lado A, lado B

A Etihad Airways, uma das companhias mais inovadoras do globo, deixará de voar para o Brasil em março de 2017. Jogou a toalha. Os resultados, em três anos, não foram os esperados. Por outro lado, a empresa pode estar “apenas” tentando fortalecer a Alitalia, companhia que controla, administra e reestrutura. Há quem diga que a empresa sentirá a perda do fluxo de latino-americanos para a Ásia. Emirates, Turkish, Qatar, Air France, KLM, Lufthansa, Qantas, SAA... e até a Alitalia agradecem a decisão que chocou o mercado na semana passada. Decisão que segue a da Singapore Airlines e Korean Air. Retrocedemos, mas isso pode significar uma oportunidade boa também para a Latam, que tem parceria (inclusive financeira) com a Qatar, negocia alianças com o IAG e a American Airlines e tem na Oneworld um de seus pilares de crescimento mundial. Ou seja, ruim para alguns, melhor para outros. Efeito

imediato: tarifas mais altas para a Ásia. Na mesma semana, tivemos anúncios que contradizem a decisão da Etihad: a Copa Airlines vai colocar seu quinto voo diário a partir de São Paulo e retornar suas operações também diárias para Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre (no auge da crise, a frequência desses destinos foi diminuída). Já o novo gerente da Disney para o Brasil, Luiz Araujo Junior, disse ao Portal PANROTAS que já há uma melhora no mercado brasileiro e que 2017 será um bom ano. Enquanto os turistas estão de certa forma apreensivos com a eleição de Donald Trump (será que ele vai apertar ainda mais a entrada nos Estados Unidos para os visitantes?), o país vizinho, o Canadá, anunciou que brasileiros poderão entrar por via aérea sem visto válido (desde que já tenham tirado um nos últimos dez anos ou possuam um visto americano). Uma novidade que deve aumentar a visitação ao Canadá,

mas que também pode beneficiar os Estados Unidos, em uma combinação de roteiro bastante atraente. Por aqui, mais políticos vão sendo presos por corrupção (e pensar que o Estado do Rio enquanto isso não tem dinheiro para pagar salários, melhorar hospitais, abrir escolas...), mais partidos vão sendo incluídos na Lava Jato e mais perto chegaremos de vermos nossos impostos serem revertidos para o País e não para contas escusas em paraísos fiscais. O estudo da Abear que mostra o impacto da aviação na economia de cada Estado brasileiro e no Distrito Federal e que destacamos nesta edição é apenas uma parte, a ponta do iceberg que é a contribuição da indústria de Viagens e Turismo para esse país que queremos melhorar. Repetindo: melhorar o País e não a vida de luxo e descaso (com a população) de nossos políticos na Lava Jato e os que ainda se juntarão a eles. De que lado você está?

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PANROTAS — Versão digital das publicações da editora

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PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta CHIEF EXECUTIVE OFFICER (CEO) José Guilherme Condomí Alcorta (guilherme@panrotas.com.br) CHIEF INTERNATIONAL OFFICER (CINO) Marianna C. Alcorta CHIEF EVENTS OFFICER (CEVO) Heloisa Prass CHIEF TECHNOLOGY OFFICER (CTO) Ricardo Jun Iti Tsugawa REDAÇÃO

CHIEF COMMUNICATION OFFICER (CCO) E EDITOR-CHEFE: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) EDITOR: Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Editor Rio de Janeiro: Diego Verticchio (diego@panrotas.com.br) Coordenadores: Rafael Faustino e Rodrigo Vieira Reportagens: Brunna Castro, Felippe Constancio,

23 a 29 de novembro de 2016 JORNAL PANROTAS

S

E U Q A DEST

DO PORTAL

>

PANROTAS

10 a 16/11

1 Etihad deixa de voar para o Brasil em março; entenda – em 14/11

2 Paulus critica governo baiano: “acabou com o Turismo” – em 10/11

3 11 destinos internacionais que não custam uma fortuna – em 11/11

4 Copa anuncia 5o voo diário entre São Paulo e Panamá – em 11/11

5 Confira as novidades dos parques de Orlando para 2017 – em 10/11

6 Delta acerta compra de 49% da Aeromexico; entenda – em 10/11

7 Brasil perde liderança em viagens na América Latina; - veja – em 16/11

8 Hospede-se em réplica do Yellow Submarine dos Beatles – em 11/11

9 Azul voará de Cuiabá a Santa Cruz de la Sierra, Bolívia – em 11/11

10 Em novo show Disney, Zé Carioca interage em português – em 15/11

11 Conheça as dez plataformas de observação mais fascinantes – em 11/11

12 United lança tarifa em modelo low cost no ano que vem – em 16/11

13 Conheça as seis melhores praias do mundo para relaxar – em 11/11

14 App-passaporte: tendência na segurança imigratória? – em 11/11

15 Conheça as dez cidades mais inspiradoras do mundo – em 16/11

Henrique Santiago, Karina Cedeño, Renato Machado e Roberta Queiroz Estagiários: Fernanda Cordeiro, Janize Viana e Vitor Ventura Fotógrafos: Emerson de Souza, Jhonatan Soares e Marluce Balbino (RJ) MARKETING Analista: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Gerente de Produção: Newton dos Santos (newton@panrotas.com.br) Diagramação e tratamento de imagens: Katia Alessandra, Pedro Moreno e Thalya Brito Projeto Gráfico: Graph-In Comunicações COMERCIAL Executivos: Flávio Sica (sica@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Rene Amorim (rene@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) Executivo sênior São Paulo: Antonio Jorge Filho (jorge@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1.761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) Tel : (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (sblara@seasoneventos.tur.br) Tel: (21) 2529-2415/8873-2415 ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica e Editora Ltda. (Guarulhos/SP)

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04 Mercado

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>> Rodrigo Vieira

Próspero ano novo

POUCOS TERMÔMETROS SÃO TÃO FIÉIS À MOVIMENTAÇÃO DO MERCADO DO TURISMO DO BRASIL DO que o final de ano. Natal, réveillon e férias de verão representam, para muitas empresas do segmento de lazer, o principal período para "fazer caixa" e encarar o ano novo. Mais do que isso: novembro e dezembro sinalizam como o mercado deve se comportar nos meses seguintes. Momento econômico, confiança do consumidor e a própria época em si contribuem para esse “reflexo”. Viajar virou praticamente uma necessidade básica para o brasileiro, segundo a

presidente da Braztoa, Magda Nassar, e a atmosfera instaurada pelas festas de fim de ano e férias escolares são o maior incentivo para o brasileiro tirar uns dias longe de casa. Contudo, quem não tem dinheiro não viaja, e quem não tem confiança no momento do País prefere esperar para planejar quando as coisas estiverem mais estáveis. E o final do ano passado, com dólar em disparada, crise política e econômica e insegurança do consumidor, foi refletido com alarde pelo setor. Outubro, novembro e dezembro de 2015 já mostravam que as coisas seriam complicadas este ano, como de fato foram,

Magda Nassar, presidente da Braztoa e VP de Marketing e Produtos da Agaxtur

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principalmente no primeiro semestre. A queda foi tão grande que o valor médio das tarifas aéreas despencou, em um ato de “desespero” das transportadoras para preencherem seus assentos. E mesmo com a pechincha das passagens, operadoras e agências sentiram o impacto. Muitas arrumaram a casa, enxugaram os custos e se prepararam para um 2016 nebuloso. Entretanto, as coisas estão mudando. A procura pelas viagens de fim de ano está bem maior para as operadoras associadas à Braztoa, como relata Magda Nassar. O termômetro de fim de ano agora mostra que 2017 não terá a bonança vivida no começo desta década, mas que com certeza será melhor do que o complicado 2016. “No início de outubro o mercado já começou a reaquecer. As tarifas aéreas estão voltando a subir, o que é um claro sinal de que a demanda está aumentando. O consumidor tem dado vestígios de que está mais confiante, como por exemplo a compra de viagens antecipadas, o que não é muito perfil do brasileiro, mas está acontecendo. É sinal de que estão todos dando um jeito de viajar, por mais difícil que esteja”, afirma Magda, que crê no fator “necessidade de viajar” do brasileiro. “O Turismo virou artigo de cesta básica para muitos consumidores. As pessoas sabem que é um investimento necessário, em vez de ser um bem supérfluo.” O fim deste ano, para a dirigente, é praticamente equivalente ao fim de

2014 no quesito procura e vendas. Considerando as árduas condições pelas quais o mercado acabou de passar, isso é sinônimo de muito otimismo. “Se compararmos com dois anos atrás, o movimento está igual. Em comparação com os últimos meses de 2015, porém, o momento é muito positivo. Estamos saindo de uma crise profunda e o consumidor está sentindo isso e devolvendo com otimismo.” A maior operadora do Brasil sentiu que as coisas estariam melhores nesse último trimestre e aproveitou o gancho de celebrações e férias para turbinar as viagens de fim de ano. A CVC trabalha muito forte há dois meses para vender Natal, réveillon e férias de verão, segundo seu diretor de Produtos Internacionais, Fabio Mader. O recorde de vendas de mais de R$ 500 milhões em outubro comprova a eficiência nesse trabalho. “Em setembro e outubro, deixamos de comunicar qualquer outro produto internacional para focar apenas em Natal, réveillon e férias de verão. Trabalhamos muito forte para mostrar a viabilidade dos destinos internacionais via CVC. Dólar congelado, condições facilitadas de pagamento, os preços atrativos para Europa, por ser baixa temporada, e uma posição de marketing muito forte para os tradicionais Caribe, Estados Unidos e Buenos Aires trouxeram resultados muito satisfatórios”, aponta Mader. Para o diretor, o recorde da CVC em ou-

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tubro demonstra que o Turismo em geral está vivendo uma retomada no Brasil, mas outros fatores também reforçam as razões para ser otimista. “A compra planejada e antecipada demonstra a volta da confiança para o consumidor brasileiro. Há clientes que não estão comprando para o fim de ano, mas para março, abril, maio e até férias de julho. Por isso, a CVC, apesar de estar no pico das vendas de dezembro e janeiro, já se prepara para viver a transição de um 2017 que será bem melhor.” A Europa foi um dos principais motores para esse bom momento da CVC, segundo Mader. A operadora renegociou com seus fornecedores no continente, disponibilizou descontos para o segundo passageiro e intensificou ações para mostrar ao cliente que esse é o momento de viver seus destinos. “Claro que continuamos apostando nos Estados Unidos, e Nova York, por exemplo, voltou a reaquecer surpreendentemente. Orlando e Caribe mantiveram suas forças, mas Europa era o que precisávamos para sermos de fato expressivos nessa temporada de final de ano. E deu muito certo.” Já a New Age, que tradicionalmente costuma ser forte em Europa, ficou estável em relação às vendas para o continente neste final de ano, na comparação com o mesmo período de 2015. Entretanto, o otimismo também paira sobre a operadora com destinos alternativos, como conta a diretora de Marketing e Vendas, Ingrid Davidovich. “Claro que em comparação com o difícil final de 2015, tudo tem apresentado crescimento, mas Europa em específico está estável, o que acaba sendo negativo para uma operadora forte em vendas para esse continente. Porém, sabemos que em 2017 vai melhorar, até porque o

Fabio Mader, diretor de Produtos Internacionais da CVC

forte na Europa inicia a partir de março”, aponta. “Entretanto, as vendas de destinos mais próximos estão indo em um ritmo muito favorável. Peru, Chile, Colômbia e principalmente Caribe estão com vendas muito altas, tal como a procura antecipada para destinos exóticos, como Israel e Egito. Em janeiro de 2017 embarcaremos 20% mais passageiros para fora do Brasil do que no mesmo mês deste ano.” No faturamento geral, a New Age prevê crescimento de 15% em 2017, em comparação com 2016. “Havia uma demanda represada de muita gente que estava incerta e adiou a viagem, e agora esse público nos procura, embalado pela recuperação da economia e melhores notícias na política. O fim de ano da New Age está sendo impulsionado pela retomada da venda casada de aéreo e terrestre, o que nos dá melhores negociações e resulta em valores mais competitivos”, conta Ingrid. “Sem dúvida estamos vivendo uma retomada.” A Agaxtur é mais uma que espera um 2017 simbolizando a volta da força do setor. A operadora aposta em um novo sistema de vendas a ser lançado no primeiro bimestre para aproveitar a onda positiva. “A nova plataforma virá com muitas novidades, a começar pela gama de produtos que vem sendo preparada em diferentes linhas, do popular ao luxo”, afirma a vice-presidente de Marketing e Produtos, Magda Nassar. “Negociamos com diversos fornecedores e faremos um grande lançamento do novo sistema. Aproveitaremos, portanto, que há um senso de retomada no mercado e na Agaxtur. Aqui está havendo uma procura muito grande por Caribe, Europa e América do Sul. O doméstico também teve aumento de vendas muito significativo.”

LUXO Ingrid Davidovich, diretora de Marketing e Vendas da New Age

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O setor de luxo, um dos menos afetados durante a crise vivida pelo Brasil, segue traçando um caminho paralelo

Thiago Cuencas, chairman da Viagens & Cia.

ao das viagens em geral. Pelo menos é o quadro que demonstra a Viagens & Cia. De acordo com o chairman da operadora, Thiago Cuencas, não houve incremento muito grande em vendas neste final de ano, na comparação com o mesmo período em 2015, entretanto, os consumidores que tentarem buscar algo nesse momento sofrerão dificuldades para encontrar hotéis disponíveis, muito por conta do fortalecimento do dólar. “Isso porque os consumidores norte-americanos, chineses e europeus estão mais confiante e com melhor poder aquisitivo, e eles estão esgotando as opções de hospedagem de alto padrão nos destinos mais procurados pelo luxo. Isso comprometeu muito, pois o luxo é de fato mais remoto do que destinos de massa.” O viajante brasileiro ligado ao luxo, que viajaria no pico festivo de Natal e réveillon, portanto, tem procurado por janeiro e fevereiro. “Nós brasileiros nos conduzimos de maneira muito conservadora em 2016, sem correr muitos riscos, sem ser muito arrojados. Mas penso que em 2017 o consumidor está mais confiante, e o de luxo deve seguir essa tendência”, completa Cuencas. “O fim de ano na nossa operadora foi satisfatório e creio que uma série de fatores marcarão 2017 como o ano da retomada pro setor.” As grandes estrelas do período, de acordo com o fundador da Viagens & Cia., são as ilhas do Pacífico e do Índico, além de Sudeste Asiático e leste e sul da África. Também com perfil de luxo, a Queensberry comemora a altíssima procura pelos seus pacotes GBM (Grupo de Brasileiros pelo Mundo), que quase não têm mais lugar para destinos da África, um dos campeões em vendas na operadora. Este fim de ano concretizou o que a diretora de Marketing Eby Piaskowy vinha sentindo desde julho: a curva do gráfico do Turismo voltou a apontar para cima. “O segundo semestre de 2015 e o pri-

meiro de 2016 foram muito complicados, mas desde o início do segundo semestre deste ano estamos sentindo um aumento substancial nas vendas, e sem dúvida 2017 reforçará essa curva ascendente”, prevê a executiva. Para Eby, a confiança desperta no consumidor uma demanda que vinha sendo reprimida por conta da crise econômica. “O brasileiro já está deixando de lado a preocupação de poupar, e isso significa boas notícias para o ano que vem. Não creio que a euforia encontrada no início da década voltará de uma hora para outra, mas 2017 será a transição positiva para um 2018 de retomada total”, completa a representante da Queensberry. África, Ásia, Nova Zelândia e Austrália puxam a fila da operadora para retomada nesse final de ano. Ainda tímida por conta do inverno, a Europa deve voltar forte em 2017, na previsão de Eby Piaskowy.p

Eby Piaskowy, diretora de Marketing da Queensberry

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06 Destinos

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>> Henrique Santiago — Orlando (Estados Unidos)

Número 1 SE NOVA YORK É A CIDADE QUE NUNCA DORME, ORLANDO É A QUE NÃO PARA DE CRESCER EM NÚMEROS DE VISITANTES, INCLUSIVE DO BRASIL. SOMENTE em 2015, o destino preferido do brasileiro alcançou a marca de 66,1 milhões de visitantes, um recorde que o coloca como o mais visitado dos Estados Unidos. Trinta e três milhões de pernoites, 117 mil quartos de hotéis e a entrada de 38 milhões de passageiros via Aeroporto Internacional de Orlando são apenas alguns dos triunfos da região mundialmente conhecida pelos parques temáticos, mas que vai muito além disso. Embora tenha mais que dobrado o número de turistas nos últimos 20 anos, a cidade de Orlando vive um cenário de incerteza após o ataque na boate LGBT Pulse, que causou a morte de cerca de 50 pessoas. Em busca de superar qualquer ponto negativo, o órgão oficial de Turismo da região, o Visit Orlando, convidou aproximadamente 40 agentes de viagens e operadores do Brasil para o super fam anual a fim de atualizar os profissionais sobre o que há de novo antes do início da alta temporada e, como diz o jargão norte-americano, dar um boost na chegada de brasileiros. Para fazer de Orlando o grande destino por mais um ano entre os nossos turistas, a entidade contratou um reforço mais do que especial. Com o Turismo presente na sua vida desde a infância, Patrick Yvars assumiu a função de diretor de Vendas para a América Latina do Visit Orlando. Em pou-

Patrick Yvars durante apresentação no super fam em Orlando

co mais de seis meses, o executivo, nascido nas Ilhas Canárias (Espanha), dá a sua percepção sobre o mercado brasileiro em mais um difícil ano de recuo do setor. “Pelo que as operadoras e as companhias aéreas têm dito, o primeiro trimestre foi difícil, principalmente por causa do imposto [o IRRF sobre remessas ao Exterior]. A partir de abril, se iniciou uma recuperação. Os parques e hotéis têm lançado promoções e as tarifas aéreas têm nos ajudado bastante”, declarou ele, ressaltando a importância de este ainda ser o mercado emissor número um da região. Com desafios atuais, porém, Yvars

Patrick Yvars se reúne com o grupo de profissionais na entrada do Discovery Cove

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olha pelo retrovisor e recorda que, nos anos 1990, a relevância do País para com os norte-americanos era inexpressiva comparada aos dias de hoje. “Pensava-se no Brasil apenas como um emissor de temporada de janeiro a julho. Agora, se viaja o ano inteiro. Se antes passavam sete dias, hoje é necessário, no mínimo, 14 dias para se ter uma ideia do que é Orlando”, continuou o diretor, que morou parte de sua infância e começo de adolescência no Rio de Janeiro. Ao refletir sobre o assunto, ele atesta que viajar em grupo não é mais uma necessidade vital. O diretor acredita que a tecnologia, como o uso de GPS,

facilitou o processo de independência do viajante e uma certa “desentimidação” das barreiras com o idioma. Em uma programação que incluiu visitas aos parques das principais companhias de Orlando – Disney, Universal e Sea World –, não poderia faltar a ida a outlets e a shoppings centers. No ano passado, os 2,2 milhões de turistas do Brasil gastaram US$ 13,6 bilhões (+1%) em todos os Estados Unidos. Desta forma, a oscilação do câmbio teve pouca interferência nas compras. Com a decolagem da moeda americana após a eleição de Donald Trump, Yvars aposta que os centros de Orlando são mais atrativos em relação a preço do que os brasileiros. A eleição do magnata, aliás, tem colocado a indústria de viagens norte-americana de orelha em pé. Seus discursos explosivos sobre a expulsão de imigrantes ilegais e o levantamento de um muro na fronteira com o México preocupam os estrangeiros. Mas não a Flórida, já que o republicano se sagrou vitorioso em um Estado com mais de 12,8 milhões de eleitores. Se as conversas entre Brasil e Estados Unidos para isenção de visto (Visa Waiver Program) engatinhava, a partir de 2017 devem evaporar. Yvars afirma que hoje em dia não existe mais a dificuldade antiga e a burocracia da papelada de documentos para entrar no país. Mesmo assim, o diretor do Visit Orlando prefere não repetir o discurso de receio do trade. “O que vemos ainda é prematuro. Turismo e política vêm juntos. Vamos ver o que acontece no futuro, mas não > Continua na pág. 08

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daqui a seis meses, em quatro anos para ver o que foi feito. A nossa intenção é promover a cidade. E quando ele [Trump] começar, apoiaremos para que Orlando continue sendo top of mind ”, disse ele. Um fator importante, que deve ser continuado, é a possibilidade de se fazer imigração nos aeroportos do Rio e de São Paulo. Os dois aeroportos já iniciaram o processo para serem aprovado pelas autoridades americanas. Sem revelar números deste ano, a cidade de Orlando espera quebrar mais uma marca histórica em 2016. Inaugurações não faltaram: a área de Star Wars no Disney’s Hollywood Studios, o show de Frozen no Epcot, as montanhas-russas Mako e Cobra’s Curse,

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no Sea World e Busch Gardens, respectivamente, e a abertura de Skull Island: Reign of Kong, de King Kong, no Islands of Adventure, são apenas alguns dos investimentos bilionários para somar um número expressivo de turistas. Para fazer com que o Brasil entre de volta no ritmo global, a área latino-americana do Visit Orlando investirá em mais treinamentos no País. Para 2017, revela Yvars, a ideia é levar mais conteúdo on-line para agentes de viagens e também colocar esforços no presencial. As capitais de São Paulo e Rio de Janeiro têm presença garantida, mas a entidade deve anunciar lugares novos em seu roadshow, sobretudo no Nordeste e em cidades menores.

O MUST DO DIFERENTE VENDER OU VISITAR ORLANDO TRAZ POUCAS SURPRESAS AO TURISTA DE PRIMEIRA VIAGEM. Os parques temáticos são o carro-chefe. Quanto mais se visita, mais se quer conhecer lugares e atrações novas. Conheça abaixo alternativas além dos parques temáticos:

BLUE MAN GROUP Com teatro próprio no complexo da Universal, o Blue Man Group ainda tem o mesmo encanto e frescor em suas apresentações de cinco, seis anos atrás, época em que se tornou popular no Brasil. A interação com a plateia é um dos pontos altos.

CIRQUE DU SOLEIL

Espetáculo à parte, o show do Cirque du Soleil se desdobra em acrobacias, humor e trilha sonora ao vivo para trazer uma experiência diferente ao espectador. E consegue facilmente. Com teatro localizado na Disney Springs, a antiga Downtown Disney, a área ainda rende uma boa caminhada por bares e lojas. E para quem viu o show há alguns anos, a boa notícia é que há novos números.

ORLANDO MAGIC

As partidas comandadas pelo time de basquete da cidade no Amway Center são um show à parte, como de costume na liga norte-americana do esporte, a NBA. Além de emoção de jogo, o entretenimento é garantido nos intervalos e nas pausas com dança, câmeras e efeitos especiais, além de sorteios de brindes.

WINTER PARK

A cerca de 30 minutos do centro de Orlando, a pequena cidade da Flórida tem a calmaria não encontrada nos disputados parques temáticos. No maior estilo “floridiano”, tem ruas de paralelepípedo, shoppings com lojas de butique e um surpreendente passeio de barco pelas águas da região no Scenic Boat. O Morse Museum, que reúne itens do fundador da joalheria Tiffany, é indicado aos amantes de cultura. 

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Flashes Super fam Visit Orlando

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1 Equipe Disney e os agentes de viagens e operadores do super fam 2 Um dos grupos de agentes e operadores que percorreu todo o Busch Gardens, em Tampa Bay 3 Grupo se reúne ao icônico globo da Universal 4 Sandra Modesto, da A zul Viagens, faz uma selfie com a girafa do Busch Garden 5 Andreia Matiusso, da Anjos Viagens, Alexandre Antonialli, da Visual turismo, Ricardo da Silva, da A zul Viagens, Luiz Cesar Turlão, da Ancoradouro, José Sebrian Neto, da Flytour Gapnet, e Priscila Rodrigues, da A zul Viagens, em frente ao Castelo da Cinderela, no Magic Kingdom 6 Lúcia Couto, da LHC Viagens, com Mickey e Minnie após manhã de treinamento sobre Disney 7 Foto de grupo com o golfinho no Discover y Cove 8 Pedro Davoli Neto, da Universal Orlando, entre Mar y Beth Pierre e Wanda Velazquez, do Visit Orlando

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10 Operadoras

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>> Diego Verticchio — Portugal

Aposta em Portugal Bernardo Cardoso, do Turismo de Portugal no Brasil, e Aroldo Schultz

O GRUPO SCHULTZ APOSTA PARA 2017 EM NOVOS PRODUTOS, COMO O SMALL GROUPS, circuitos em vans de luxo (geralmente Mercedes-Benz) por Portugal. Lançado oficialmente no ano passado, o Small Group ganhou força este ano (cerca de 700 passageiros fizeram os circuitos) e promete ser a grande cartada do Grupo Schultz para o próximo ano. Para apresentar melhor seus produtos, o presidente do Grupo Schultz, Aroldo Schultz, que desde 2013 mantém em Lisboa a Schultz Portugal, levou para o país europeu 69 integrantes para a segunda edição do Megafam Schultz. Promovido em parceria com a Tap e com apoio do Turismo de Portugal e do Turismo da Espanha, o megafam, realizado de 13 a 20 de novembro, passou por cidades das regiões do Porto e Norte (Portugal) e Galícia (Espanha). “Escolhemos como produto o circuito Portugal Inesquecível, que apesar do nome tem boa parte feita na Galícia, a mais portuguesa das regiões espanholas. Este circuito é um dos mais novos dentro do nosso portfólio e fizemos questão de apresenta-los”, afirmou Schultz. Atualmente há 19 circuitos sendo operado pelos Small Groups, circuitos rodoviários em vans de luxo para até sete pessoas. O principal objetivo é alcançar lugares em que os grandes grupos não conseguem por falta de tempo e espaço. Todos são realizados exclusivamente em Portugal com exceção do Portugal Inesquecível. Para 2017, a aposta segue sendo no “Velho Continente”. Schultz promete lançar já em janeiro circuitos com saída de Lisboa com passagens pela Andaluzia, região espanhola que conta com importantes destinos turísticos, como Sevilha e Córdoba. O objetivo do empresário é lançar ainda no final do ano circuitos exclusivos pela Espanha com saídas de Madri e outras importantes cidades espanholas. Em

CONHEÇA O

Porto, em Portugal, uma das apostas da Schultz para 2017

um futuro não muito distante, segundo ele, haverá circuitos pela França, Alemanha, Inglaterra e Grécia. A partir de 2017 os Small Groups começam a também ser vendidos para os portugueses. Atualmente, o produto é comercializado pela Schultz Operadora, TZ Viagens e Europamundo.

MERCADO

A retomada nas vendas em outubro e novembro fazem Schultz olhar para

que trabalha. A Schultz Visto deve, segundo o próprio Aroldo, passar por momentos desafiadores com o fim do visto para o Canadá, hoje o segundo produto mais comercializado (atrás apenas do norte-americano). Já a TZ Viagens e Vital Card, as duas empresas que estão apresentando melhores resultados em 2016, deverão continuar o bom desempenho no próximo ano.p --- O Jornal PANROTAS viajou a convite do Grupo Schultz

SM A LL GROUPS

CIRCUITOS POR PORTUGAL EM VANS DE LUXO PARA ATÉ SETE PESSOAS E QUE LEVAM OS PASSAGEIROS DE “FORMA CONFORTÁVEL E

ágil a todos os tipos de lugares, inclusive aqueles onde grandes ônibus não têm acesso". Este é o propósito do Small Groups, criado pela Schultz Portugal e hoje vendido no mundo inteiro pelo Grupo Schultz e pela Europamundo. O slogan do produto “pequenos grupos, grandes viagens” dá a exata noção do que se trata o Small Groups. Hoje, a Schultz Portugal trabalha com vans da marca Mercedes-Bens, com uma padronização: os veículos devem oferecer água, banco de couro, rádio, entrada USB e conexão de internet (wi-fi). Os condu-

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2017 com otimismo. Ele tem como meta crescer em 2017 entre 15% a 20%, comparado a 2015. “Não posso comparar com 2016 que foi um ano atípico. Nossa meta será superar 2015”, aposta. Para o próximo ano, Aroldo Schultz garante que o grupo continuará trabalhando seus produtos. A Schultz Operadora seguirá apostando nos circuitos da Europamundo e nos Small Groups, além de toda gama de produtos com

tores foram batizados de GOs (gestor operacional). “São mais do que motoristas, eles são responsáveis pelo check-in nos hotéis, assentos nos restaurantes, carregar as malas e por tirar as dúvidas sobre destinos e lugares. Não posso chamá-los de guias por não terem cursos, mas muitos dos GOs sabem mais de Portugal do que os guias”, garante Aroldo. Hoje, a Schultz Portugal tem diversas empresas fornecendo veículos e GOs e, segundo Aroldo Schultz, há condutores falando inclusive em Mandarim. “Vendemos o Small Groups com GOs em português, espanhol e inglês, mas temos condutores falando outras línguas”, garante ele.p

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12 Aviação

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>> Artur Luiz Andrade, Brasília

O valor de

um voo Divulgação: Abear

Eduardo Sanovicz, presidente da Abear

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS AÉREAS (ABEAR), QUE REÚNE AS COMPANHIAS AVIANCA, AZUL, GOL E LATAM, FOI CRIADA PARA DEFENDER O SETOR AÉREO nacional, e isso significa mostrar sua relevância, fazer lobby político, mostrar suas atribuições (direitos e deveres) a consumidores e autoridades, reivindicar melhorias de infraestrutura, melhorar a imagem de suas associadas e da indústria, trazer a sociedade para seu lado, provando que ajuda de forma decisiva no desenvolvimento do País. Com os trabalhos iniciados em 2012, a Abear já conseguiu avanços na área política e com formadores de opinião, nas estatísticas mensais do setor e na abertura de discussões importantes, como a revisão do Código

(2015)

Brasileiro de Aeronáutica e das condições gerais do transporte aéreo. Esta última visa adequar as leis brasileiras que regem o contrato de compra de um bilhete aéreo com o modelo americano. Há duas semanas, a Abear deu mais um passo na busca não apenas de reconhecimento e prestígio para a indústria que representa, mas também na sua missão de mapear o impacto que a aviação comercial leva para cada unidade da federação. Encomendado à GO Associados, o estudo "Voar por mais Brasil - os benefícios da aviação nos Estados" mostra que a indústria do transporte aéreo no País impacta as economias dos Estados e do Distrito Federal em R$ 312 bilhões, ou 3,1% do PIB brasileiro (no mundo o percentual sobe para 3,5% do PIB mundial,

(2015)

mostrando que o Brasil está apenas um pouco abaixo da média). A Abear estima que o número global poderia atingir 8% do PIB levando-se em conta "empregos e atividades viabilizados pelo transporte aéreo, o valor intrínseco da agilidade e conectividade da aviação e os efeitos no comércio e no Turismo doméstico dos países". Na conta feita pela GO Associados, com métricas da Oxford Economics, estão os efeitos diretos da aviação na economia (o que as empresas aérea faturam e mesmo os negócios dos aeroportos, envolvendo toda a operação aérea) e também os chamados de indiretos (os fornecedores para essa indústria), induzidos (os gastos dos funcionários das aéreas e dos fornecedores que atendem a indústria), catalisadores (o consumo dos viajantes do transporte aéreo com hotelaria, mobilidade e outros serviços nos destinos) e os efeitos em outras indústrias (viabilizadas ou facilitadas pela aviação, como logística, comércio eletrônico e exportações).

IMPOSTOS E EMPREGOS

Fonte: Abear

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Prestes a completar 90 anos em 2017, a aviação brasileira transportou 570 milhões de passageiros de 1927 a 2001 e 920 milhões de 2002, quando iniciou-se a liberdade tarifária, a 2015. Note-se que não são CPFs únicos, e sim trechos voados, que são considerados um passageiro contabilizado. A aviação no Brasil gera, ainda, R$ 25,5 bilhões em impostos, 6,5 milhões de empregos e R$ 59,2 bilhões em salários. "A adesão do Brasil ao regime de liberdade tarifária, em 2002, permitiu ampliar a contribuição do transporte aéreo para o desenvol-

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vimento nacional. Nos dez anos seguintes, o uso do avião tornou-se corriqueiro para muitas pessoas: o número de passageiros transportados a cada ano no Brasil passou de 30 milhões para 100 milhões e o valor médio dos bilhetes domésticos caiu pela metade", disse o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz. Segundo ele, para cada R$ 1 que a aviação gera como produção econômica direta, são gerados cerca de R$ 5 em produção no Turismo viabilizado pelo modal. “Se olharmos para as ocupações, para cada profissional contratado pela aviação, mais de oito postos de trabalho são amparados no Turismo catalisado. Essa análise deixa evidente o potencial de multiplicação de benefícios do transporte aéreo quando considerados seus impactos diretos e indiretos na sociedade.” "As informações do estudo são inéditas e podem ajudar gestores públicos e privados a entender melhor o negócio da aviação e seu brutal impacto em outros negócios. Para nós, esta é uma importante escala em nossa jornada. Nosso objetivo é mostrar à sociedade e a seus representantes que, quando a aviação brasileira tem seus fundamentos aproximados do ambiente internacional, quem ganha é o País, pois quem se beneficia são os consumidores brasileiros", continua Sanovicz, que já presidiu a Embratur e a Anhembi Turismo (hoje SP Turis).

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TERCEIRO DOMÉSTICO

Hoje, o Brasil tem 110 milhões de passageiros nacionais e internacionais, sendo que 103 milhões transportados por companhias nacionais. O País tem 2,7 mil decolagens diárias, em 126 aeroportos, ou 3% do tráfego mundial. O mercado doméstico brasileiro é o terceiro maior do mundo, só perdendo para Estados Unidos e China e com números similares ao do Japão. É a força desse mercado que segura o setor em épocas de crise do dólar, mas mesmo assim as companhias amargaram R$ 5,9 bilhões em prejuízos em 2015, graças, segundo a Abear, aos itens que estão sendo debatidos na agenda de competitividade, como o custo do querosene de aviação, as condições do transporte aéreo no país e a alta tributação. Em viagens por habitante estamos em décimo lugar, com 0,47 viagem por pessoa, perdendo para Austrália (2,41), Estados Unidos (2,08), Canadá (1,27), Malásia (1,13), Reino Unido (0,91), Japão (0,74), Espanha (0,63), Turquia (0,56) e Itália (0,48). A média mundial é de 0,28 viagem por habitante, mostrando não apenas nosso potencial, como a realidade dessa indústria atualmente.p --- O Jornal PANROTAS viajou a convite da

Fonte: Abear

Abear e do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada

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Fonte: Abear

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BENEFÍCIOS QUE A AVIAÇÃO TRAZ PARA CADA ESTADO BRASILEIRO

Fonte: Abear

ACRE

CEARÁ

ALAGOAS

DISTRITO FEDERAL

O transporte aéreo gera 7,8 mil empregos e R$ 412 milhões para o Estado da região Norte. O índice de embarques anuais per capita é de 0,28 e o Estado totaliza 221,8 mil passageiros e 365 toneladas de carga por via aérea.

O número de empregos gerados pelo transporte aéreo chega a 42,7 mil, com R$ 2,2 bilhões de impacto na economia. A penetração do modal aéreo (viagens per capita) é de 0,29, com 961 mil passageiros e 457 toneladas de carga.

AMAPÁ

O aéreo gera 12,7 mil empregos e R$ 577 milhões em produção no Estado. São 324,7 mil passageiros e uma penetração de 0,42. A carga por via aérea chega a quase 400 toneladas.

AMAZONAS

O gigante do Norte totaliza 1,8 milhão de passageiros aéreos, que geram 75,3 mil empregos e R$ 4,6 bilhões em movimentação. A penetração também é alta, com 0,43 e o total de carga chega a 43,3 mil toneladas, mostrando a força da indústria no Estado, especialmente na Zona Franca.

BAHIA

O transporte aéreo geral R$ 14,1 bilhões em produção e 286,7 mil empregos. A penetração do aéreo é mais baixa que no Norte (3,7), com 5,8 milhões de passageiros e 16 mil toneladas de carga. São os maiores números do Nordeste brasileiro (em produção e geração de empregos).

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O Estado recebe da aviação 217 mil empregos e R$ 10,2 bilhões em movimentação econômica. São 3,3 milhões de passageiros por ano, com penetração de 0,36 e 24 mil toneladas de carga.

Aqui o transporte aéreo tem uma de suas maiores forças, com 736,9 mil empregos e R$ 30,8 bilhões em produção. O número anual de passageiros aéreos é de quase dez milhões (9,7 milhões), com penetração de 3,19 e volume de cargas de 36,3 mil toneladas.

ESPÍRITO SANTO

Os números são os menores do Sudeste, com R$ 3,6 bilhões em produção e 76,8 mil empregos gerados e apoiados. O número de passageiros chega a 1,7 milhão e a penetração é de 0,43, um pouco abaixo da média nacional (0,47).

GOIÁS

O volume de negócios é similar ao do Espírito Santo, com R$ 3,6 bilhões e 81,2 mil empregos gerados. A penetração do modal aéreo (embarques anuais per capita) é baixa (0,25) e o número de passageiros chega a 1,7 milhão. O volume de cargas é de 3,5 mil toneladas.

MARANHÃO

O transporte aéreo gera R$ 2,6 bilhões para o Estado e 52 mil empregos. A penetração é uma das mais baixas do País, 0,14, mostrando o pouco uso da aviação pelos habitantes, e a pouca relevância do Turismo no Estado. O número de passageiros não chega a um milhão (996 mil) e volume de cargas é de 2,8 mil toneladas.

MATO GROSSO

R$ 3,4 milhões em produção e 61,6 mil empregos gerados. São 1,8 milhão de passageiros por ano e penetração alta, de 0,55, maior que a média nacional. O volume de cargas é de 5,4 mil toneladas.

MATO GROSSO DO SUL

PARANÁ

O transporte aéreo gera 234 mil empregos e R$ 11,2 bilhões no Estado que é a quinta economia brasileira. A produção per capita é maior que a média nacional, 0,49, e o Estado responde por 6,6% do emissivo do Brasil. São 5,6 milhões de passageiros e 11,9 mil toneladas de cargas.

O Estado perde para seu concorrente direto, com 48,8 mil empregos gerados pelo transporte aéreo, que movimenta a economia do Estado com R$ 2,1 bilhões. A penetração é de 0,34 e o número de passageiros baixo: 890 mil. Cargas aéreas movimentam 1,6 mil toneladas.

PERNAMBUCO

MINAS GERAIS

PIAUÍ

Um dos maiores Estados brasileiros, esperava-se mais dos mineiros, que somam 329,3 mil empregos gerados pela aviação e R$ 15,3 bilhões em riquezas, com penetração abaixo da média, 0,31. O total de passageiros é de 6,6 milhões e o de cargas 11 mil toneladas.

PARÁ

97 mil empregos gerados pelo transporte aéreo e R$ 5,3 bilhões, com penetração baixa de 0,31. São 2,6 milhões de passageiros e 15,4 mil toneladas de carga por ano.

PARAÍBA

Apenas 41,7 mil empregos gerados, com R$ 2 bilhões em produção. A penetração do transporte aéreo é de apenas 0,19, o que prejudica o Turismo no Estado. São 768 mil passageiros e 857 toneladas de carga.

216 mil empregos e R$ 10,6 bilhões em produção gerada pelo transporte aéreo. A penetração está abaixo da média nacional, 0,39 embarques anuais per capita), com 3,8 milhões de passageiros e 24 mil toneladas de carga.

25 mil empregos e R$ 1,3 bilhão em produção. A penetração do transporte aéreo é de apenas 0,18, uma das menores do País. São 586 mil passageiros e 798 toneladas de carga.

RIO DE JANEIRO

O Estado recebe quase um milhão de empregos da aviação (989 mil) e R$ 45,8 bilhões em produção. A penetração é alta: 0,67, com 13 milhões de passageiros e 50 mil toneladas de carga. O Estado responde por 10,1% do fluxo aéreo interestadual emissivo e 9,5% do receptivo. O receptivo internacional responde por 31% do total do Brasil.

RIO GRANDE DO NORTE

O transporte aéreo gera 67,8 mil empregos e R$ 3,4 bilhões em produção no Estado. A penetração é de 0,36, com 1,3 milhão de passageiros por

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15 ano e 6,9 mil toneladas de carga.

RIO GRANDE DO SUL

91,5 mil pessoas são empregadas pela aviação, com R$ 9,6 bilhões de passageiros. São 4,2 milhões de passageiros e 12,7 mil toneladas de carga, com penetração de 0,36.

RONDÔNIA

Penetração de 0,30 no transporte aéreo, que gera 20,9 mil empregos e R$ 1,1 bilhão em negócios. São 535 mil passageiros e 1,8 mil toneladas de carga.

BANCODEDADOS

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Aviação nacional

ll Embarques anuais per capita: 0,47 ll Média mundial: 0,28 ll Total de passageiros:

106,7 milhões ll Domésticos: 96,2 milhões (terceiro maior mercado do mundo) ll Internacionais: 10,5 milhões ll Em empresas aéreas estrangeiras: 7 milhões ll Carga total: 635 mil toneladas

ll Aeroportos com voos comerciais: 126 ll Destinos conectados diretamente

no mundo: 70 ll Empregos gerados: 6,4 milhões ll Riquezas geradas: R$ 312 bilhões ll Participação no tráfego mundial de passageiros: 3% ll Decolagens diárias: 2,7 mil Acesse o estudo completo em: www.abear.com.br

RORAIMA

Penetração um pouco maior que Rondônia, com 0,33, mas números bem menores em geral. O transporte aéreo gera 3,6 mil empregos e R$ 219 milhões em produção. O número de passageiros aéreos é de 167 mil e 121 toneladas de carga são transportada por via aérea anualmente.

SANTA CATARINA

Gera 140,8 mil empregos e R$ 6,4 bilhões em produção no Estado do Sul, que tem uma penetração alta, mas ainda abaixo da média nacional, 0,43. São três milhões de passageiros e 4,3 mil toneladas de carga transportada.

SÃO PAULO

Como esperado, são números que assustam, com 2,4 milhões de empregos gerados e R$ 120 bilhões em produção. A penetração é de 0,62 (menor que a do Rio) e o número de passageiros é de 34,4 milhões (quase três vezes o total do Rio e 32% do total nacional). O volume de cargas é de impressionantes 351 mil toneladas.

SERGIPE

24,5 mil empregos e R$ 1,3 bilhão de impacto do transporte aéreo. A penetração é de 0,28 e o Estado tem 617 mil passageiros anuais e 517 toneladas de carga.

TOCANTINS

O transporte aéreo gera 13,9 mil empregos e R$ 647 milhões em produção. A penetração é de 0,23, com 355 mil passageiros e 832 toneladas de carga.

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16 Destinos

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Janize Colaço

Campeões de um paraíso resiliente COM UM FORTE TRABALHO DE DIVULGAÇÃO E PRESENÇA CONSTANTE EM EVENTOS E VISITAS AO TRADE, ALGUNS DESTINOS INTERNACIONAIS conseguiram superar a retração econômica e a crise política pelas quais o Brasil passou em 2016, e conseguiram aumento no número de visitantes do País. Esse é o caso de Curaçao, que na semana passada agradeceu seus principais parceiros por meio de uma premiação, em São Paulo. Segundo um dos sócios da Twist and Shout, representante de mídia de Curaçao no Brasil, José Roberto Maluf, 77% mais turistas brasileiros visitaram a ilha caribenha esse ano, em relação ao ano passado. Somente em agosto, a alta foi de 68%. “Não é de causar surpresa que o ano não tenha começado bem para quase ninguém, porém os brasileiros encontraram em Curaçao um de seus principais destinos em 2016. Nossa meta é continuar crescendo na preferência dos turistas do Brasil, que são muito importantes para nossa indústria”, destacou o diretor de Marketing na América do Sul de Curaçao, Muryad de Bruin. “A ilha caribenha tem registrado um crescimento notável nos últimos quatro anos do público brasileiro, porém 2016 foi um ano especial”, acrescentou. Além de comemorar a contramão que o destino entrou em 2016 em relação ao cenário internacional no Brasil, Curaçao reconheceu que não faria nada sem os

CATEGORIA

Operadoras

As representantes de Curaçao no Brasil, Gisele Makinde e Janaína Araújo, ladeiam Muryad de Bruin, diretor de Marketing do destino, e José Roberto Maluf, da empresa de comunicação do destino, Twist and Shout

parceiros no País, e resolveu premiar aqueles que mais contribuíram para o bom desempenho de público em 2016.

Companhias aéreas

PREMIADOS CVC Flytour Viagens New Age Orinter Sanchat Avianca Copa Airlines Insel Air

Dividida em categorias, a premiação prestigiou a atuação de operadoras, companhias aéreas, veículos de comunicação e artistas que, de maneira direta ou indireta, não apenas promoveram a ilha caribenha como também trouxeram um pouco do destino ao País. “O sucesso de um destino é sempre fruto de um investimento contínuo, e é justamente pelos bons resultados que continuaremos a promover Curaçao”, afirmou o gerente sênior de Produtos Internacionais da CVC, Rodrigo Vaz. Premiada na categoria Operadoras, a empresa, que neste ano fechou uma parceria com o Ministério do Turismo de Curaçao, teve um aumento de 77% nas vendas do destino, em comparação com 2015. Coincidência ou não, esse representa o mesmo índice de crescimento que Curaçao teve no mercado brasileiro. E mesmo sem uma parceria firmada com entidades do governo, a Orinter também foi premiada na categoria Operadoras. “Apesar da retração por que passamos em 2016, conseguimos fazer uma boa campanha. Para o ano que vem, queremos estar mais próximos do governo de Curaçao e aumentar ainda mais a presença de brasileiros na ilha”, destacou o gerente de Produtos da empresa, Daniel Gozalo. Na categoria Veículos de Comunicação, a PANROTAS Editora foi premiada por contribuir na divulgação de qualidade da ilha como um destino, com matérias exclusivas e atuais. A empresa foi representada pela executiva de Contas Tais Ballestero.

CVC cresceu 77% na venda de Curaçao este ano, e a equipe da operadora compareceu em peso à premiação: Renata Barra, Paula Rorato, Rodrigo Vaz e Thalita Carrião

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17 Nichos de mercado

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>> Rafael Faustino

Casando

com estilo

JÁ FAZ ALGUM TEMPO QUE O SONHO DE CASAMENTO, PARA MUITOS, DEIXOU DE SER AQUELA combinação básica de igreja e bufê. A elevação do poder aquisitivo do brasileiro neste século fez crescer aqui uma tendência que já era vista lá fora: as viagens para realizar casamentos no Exterior. O nicho de destination wedding hoje já conta com várias agências especializadas e destinos e empresas que oferecem de tudo: cerimônia, festa, lua de mel e atrativos para os convidados. “As viagens para casamentos têm crescido em ritmo acelerado”, confirma a wedding planer da Welcome Trips, uma das agências especializadas em viagens para casamentos, Diana Parigot. Segundo ela, o encarecimento das cerimônias no Brasil, somado ao alto investimento de companhias e destinos estrangeiros na divulgação de seus pacotes de casamentos, tem tornado mais acessível aos brasileiros passar esse dia histórico de suas vidas no Exterior. Mesmo em períodos de dificuldades econômicas como o atual. “A crise afeta, sim, o viajante, porém o setor de casamentos vem se desenvolvendo mesmo dessa forma. Os casais estão buscando alternativas, tanto financeiras quanto de experiência”, explica a especialista. Diana conta que o maior apelo atual para casamentos fora do País encontra-se no Caribe, que combina locais paradisíacos, resorts com pacotes sob medida e preços mais acessíveis aos brasileiros, em comparação com Europa, Estados Unidos e outros locais. “Brasileiros buscam hotéis que atendam muito bem seus amigos e familiares, e que ofereçam opções de festa. A facilidade dos ótimos resorts all inclusive, a condição climática favorável e as praias paradisíacas são a o cenário perfeito para este momento único com amigos e familiares”, destaca a wedding planner.

TUDO INCLUSO

Um bom exemplo desse tipo de casamento é o oferecido pelos hotéis Hard Rock All Inclusive. A rede com quatro hotéis no México e República Dominicana tem amplos espaços abertos e fechados para a realização de cerimônias, inclusive praias privadas com gazebos sobre o mar. Além de toda a estrutura de um resort all inclusive cheio de piscinas, bares e restaurantes, o casal tem direito a um valor de até US$ 1,8 mil para gastar nos serviços pagos do resort (dependendo

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ACIMA: Resorts all inclusive no Caribe, como os Hard Rock Hotels, são os locais mais procurados pelos brasileiros para casar no Exterior AO LADO: Uma das habitações disponibilizadas pela MSC para casais que queiram eternizar sua relação em alto mar

do número de noites reservadas), como spa e salão de beleza, e duas noites de hospedagem para voltar ao local em um prazo de dois anos após o casamento, e comemorar o aniversário da ocasião em grande estilo. Mais benefícios são concedidos para casal e convidados conforme o tamanho do grupo e o número de diárias. E, para celebrar a festa em um ambiente único, há várias coleções de decoração assinadas pelo designer mundialmente conhecido Collin Cowie. O programa de wedding on water — casamento sobre a água, em tradução livre — dos hotéis Hard Rock tanto é considerado um atrativo específico da rede que motiva capacitações constantes com agentes de viagens que comercializam os pacotes, frequentemente com profissionais brasileiros. E não é à toa: o Brasil é o país latino-americano que mais envia hóspedes para casamentos nos hotéis Hard Rock, e, mesmo em um ano de crise econômica, foi uma agência brasileira a que mais comercializou casamentos nos resorts em 2016: a Cays Turismo foi premiada durante a Fam Fest realizada no Hard Rock Hotel & Casino em Punta Cana.

MAIS OPÇÕES

Além dos resorts all inclusive, parques como a Disney e destinos como Las Vegas também são conhecidos realizadores de sonhos de casais. E há novas opções que vêm surgindo e aumentando esse leque. A empresa de cruzeiros MSC vai disponibilizar, na temporada 2016/2017, dois navios para os casais apaixonados interessados realizarem suas cerimônias a bordo. A armadora montou três tipos de pacotes que incluem consultoria no planejamento do casamento, espaço privativo com arranjos florais, seleção de músicas e mais. Dependendo do pacote escolhido, há também fotógrafo e maiores opções de bebidas e bolos para a festa. Tudo isso nas embarcações – MSC Preziosa e MSC Musica –que comportam entre 3,2 mil e 4,3 mil cruzeiristas em roteiros que vão de três a oito noites. “Nos casamentos a bordo, os noivos e convidados podem desfrutar de excelentes cabeleireiros e maquiadores, massagens, tratamentos corporais e faciais, cromoterapia e outros serviços que prometem eliminar a ansiedade para tornar o momento do ‘sim’

ainda mais especial. E os diferenciais vão além da festa, pois o antes, o durante e o depois agradarão a todos”, promete a companhia.

VENDENDO

Seja qual for o destino ou empresa que ofereça o serviço, o agente de viagens é fundamental na viabilização da venda, já que, diferentemente das viagens “comuns”, nesse caso é muito mais trabalhoso para o viajante cuidar de tudo sozinho. É a chance, então, do profissional fazer valer seu conhecimento sobre os mercados e atrativos que possam agradar ao casal. “No momento de cada atendimento é possível transmitir tudo que sabemos ao cliente, fazendo com que ele tenha total confiança no que está adquirindo”, lembra Diana Parigot. Segundo a wedding planner, o valor gasto por pessoa nessas ocasiões gira em torno de R$ 5 mil. Afinal, o casamento de um amigo ou parente querido é uma ocasião especial, em que as economias podem ser deixadas de lado. “Os convidados gostam de participar de um casamento diferente do tradicional e aproveitam para realizar uma viagem com a família e amigos”, destaca.p

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18 Hotelaria

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Renato Machado

Arizona sob o olhar da Best Western

A cerca de 200 quilômetros de Phoenix, Sedona é parada obrigatória para quem visita o Arizona

O ARIZONA NÃO É ORIGINALMENTE O ESTADO DE NASCENÇA DA BEST WESTERN, QUE FOI criada em 1946, na cidade de Long Beach, na Califórnia. No entanto, em 1966, seu fundador, M. K. Guertin, escolheu Phoenix como sua cidade-sede. Lá se vão 50 anos e a capital do Arizona segue como a casa de uma das mais importantes redes da hotelaria mundial, que cresceu, deixou de lado o estigma de hotel de beira de estrada, chegou a mais de 100 países e possui agora sete marcas que se adequam aos mais diversos perfis de hóspedes, do corporativo às famílias, dos millennials aos mais tradicionais. Estado-base dessa empresa global fica na região sudoeste dos Estados Unidos, faz fronteira com outros quatro Estados (Novo México, Utah, Nevada e Califórnia), além do México, ao sul. Sua área relativamente grande (aproximadamente 300 mil metros quadrados, tamanho pouco maior que o do Rio Grande do Sul) não condiz com a população, que no censo de 2015 era de sete milhões de habitantes (apenas o 14º Estado mais populoso dos Estados Unidos). Clima e paisagem desérticas talvez expliquem esses números, apesar desta última ser uma das razões que levem visitantes do mundo todo ao Arizona: a beleza criada pela mescla de formações rochosas únicas em ambientes que parecem ainda não te-

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A cidade de Sedona ficou mundialmente famosa ao ser cenário de diversos filmes de faroeste na década de 1960

Os indígenas chamam o Grand Canyon de Kaibab – que significa montanha de ponta cabeça

rem sido tocados por seres humanos. Lá, a Best Western possui 48 hotéis. A convite da rede, o Jornal PANROTAS esteve em três destes empreendimentos, que marcam presença nos locais de maior importância turística do Estado. Seja aos pés das rochas intensamente vermelhas da cidade de Sedona

(aquelas imortalizadas nos filmes de faroeste das décadas de 1950 e 1960), ou a três quilômetros da entrada sul do Parque Nacional do Grand Canyon, uma das sete maravilhas do mundo moderno, a Best Western promete ao seu hóspede o conforto e tradição que são marcas da empresa.

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BEST WESTERN Best Western Plus Inn of Sedona tem três andares e em todos há suítes

P LU S INN O F SED O N A FUNDAÇÃO: 1995 PREÇOS: a partir de US$ 160/

noite (duas camas queen) Formações rochosas de Sedona fazem parte da vista de praticamente todos os quartos Inn of Sedona

Piscina aquecida para crianças e adultos é opção de relaxamento para hóspede do hotel

TRIPADVISOR: 4,5 AMENIDADES: wi-fi, piscina,

estacionamento, café da manhã, academia, shuttle Com vistas espetaculares para as formações rochosas de Sedona, o hotel se caracteriza por estar em uma área remota da cidade – para aqueles que buscam mais movimento, shuttles ligando o empreendimento a regiões distantes cinco quilômetros do local são ofertados durante boa parte do dia aos hóspedes. Deques com lareiras e poltronas são o maior destaque do hotel, proporcionando ambientes agradáveis mesmo que nas frias noites de Sedona. p

BEST WESTERN

P R EMIER GR A ND C A N YO N S Q UIR E INN FUNDAÇÃO: 1964 PREÇOS: a partir de US$ 89/noite

(uma cama de casal) TRIPADVISOR: 4 AMENIDADES: wi-fi, estacionamento,

café da manhã (não incluído na diária), piscinas, pub, sala de jogos Restaurantes, bar com coquetéis, piscinas, diversas opções de entretenimento, 318 quartos. O Squire Inn é um hotel completo. Se não bastasse ter todas essas facilidades, o empreendimento ainda divide espaço com boas opções de alimentação (do fast food ao grill). Soma-se à praticidade de ser uma das últimas paradas dos viajantes antes de chegar ao portão sul do Parque Nacional do Grannd Canyon.p

BEST WESTERN Maior prédio da cidade, o Arroyo Roble Hotel tem cinco andares

O Arroyo Roble tem vista livre para as montanhas de Sedona

Suíte do Best Western Plus Arroyo Roble Hotel & Creekside Villas

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P LU S A R R OYO R OB LE H OT E L & CR EEK S ID E V ILL A S FUNDAÇÃO: 1982 PREÇOS: a partir de US$ 179/noite (uma

cama king ou duas queen) TRIPADVISOR: 4,5 AMENIDADES: wi-fi, estacionamento, café da manhã, Club House (piscinas, jogos, academia Uma das maiores construções do centro de Sedona, o Arroyo Roble está ligado a outros empreendimentos do mesmo proprietário. Por isso, hóspedes podem usufruir do clube que leva o mesmo nome do hotel. Além disso, uma grande vantagem do hotel é a proximidade com lojas e restaurantes da região (é possível chegar em alguns locais caminhando — dependendo do calor que faz no dia). p

Com 318 quartos no total, o Best Western Premier Grand Canyon Squire Inn promete expansões nos próximos anos com a construção de mais um prédio

Decoração interna do hotel abusa da temática local, com cowboys e indígenas

Entretenimento do Grand Canyon Squire Inn é complementado por um salão de jogos com boliche e, para adultos, um pub

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Best Western Hotels & Resorts, com proteção GTA

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20 Eventos

23 a 29 de novembro de 2016 JORNAL PANROTAS

>> Brunna Castro

Novas experiências e muitos prêmios

CONHECIMENTO É UMA FERRAMENTA FUNDAMENTAL PARA O AGENTE DE VIAGENS NO MER-

O evento teve como grande diferencial apresentações sensoriais

cado. Esse foi o principal recado que a Braztoa passou aos profissionais durante o encerramento do projeto Experiência Braztoa 2016, que passou por Florianópolis, Brasília e teve sua última etapa em São Paulo, no último dia 16. O evento, que aconteceu no hotel Tivoli Mofarrej, também contou com a principal premiação da campanha Passaporte Braztoa 2016. A agente de viagens Christina Chao, da Martha Rio, ganhou uma viagem de volta ao mundo em 30 dias por conta de seu desempenho em vendas durante a ação da Braztoa, que aconteceu entre abril e setembro. De acordo com a presidente da associação, Magda Nassar, a campanha rendeu um total de R$ 51 milhões em vendas ao longo dos seis meses de duração. Foram 3.034 agentes de viagens participando ativamente do Passaporte Braztoa, que alcançaram mais de R$ 10 mil vendas.

VALORIZAÇÃO

Durante o evento em São Paulo, Magda destacou a importância do trabalho dos agentes de viagens, ressaltando que é preciso que esses profissionais busquem sempre ampliar sua bagagem para aperfeiçoar sua atuação. "Nada vai substituir o bom agente. Mas é preciso ter conhecimento, ter mais bagagem para ser mais competitivo", afirmou a presidente da Braztoa na ocasião. Os agentes, portanto, não devem se contentar em serem “mais do mesmo”.p

Monica Samia e Magda Nassar

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VENCEDORES DE ALÉM DA VIAGEM DE VOLTA AO MUNDO COMO PRÊMIO FINAL, O PASSAPORTE BRAZtoa também premiou agentes nas três etapas do Experiência Braztoa. Confira a seguir a lista de todos os vencedores.

SUDESTE

Cinthia Souza Gomes — CJ Turismo, de Sorocaba (SP) Prêmio: uma viagem para a Colômbia (aéreo + hospedagem) Beatriz Lima de Oliveira — Pervoy Turismo, de São Bernardo do Campo (SP) Prêmio: um bilhete aéreo ida e volta para Dubai, com a Emirates Samira Beze — High Season Viagens, do Rio de Janeiro Prêmio: um bilhete aéreo ida e volta para Dubai, com a Emirates Simone Aparecida da Silva Prado — Atlantis Viagens, de São Paulo Prêmio: um bilhete aéreo para o Canadá, com a Air Canada Maria Antonia Soares Simões — Asap Viagens, de São Paulo Prêmio: um bilhete aéreo para o Canadá, com a Air Canada

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TO D O O B R A S I L NORDESTE

Geni de Farias — La Fuente Turismo, de Fortaleza (CE) Prêmio: uma viagem para a Colômbia (aéreo + hospedagem) Yolanda Tinel — Axe Turismo, de Salvador (BA) Prêmio: um bilhete aéreo ida e volta para Dubai, com a Emirates Jucélio Sampaio Souza — Cely Turismo e Eventos, de Santo Antônio de Jesus (BA) Prêmio: um bilhete aéreo para o Canadá, com a Air Canada

SUL

Alexandre Ferreira — Reserve Já Turismo, de Santo Antonio da Platina (PR) Prêmio: uma viagem para a Colômbia (aéreo + hospedagem) Naise Roglio — Conceito Viagens, de Florianópolis (SC) Prêmio: um bilhete aéreo ida e volta para Dubai, com a Emirates Flavia Bertussi — Ilha Viagens, de Passo Fundo (RS) Prêmio: um bilhete aéreo para o Canadá, com a Air Canadap

Christina Chao, da Martha Rio, vencedora do Passaporte Braztoa 2016

CENTROOESTE Talita de Almeida — Voe Viagens e Câmbio, de Campo Grande (MS) Prêmio: uma viagem para a Colômbia (aéreo + hospedagem) Thais Nantes de Melo — Voe Viagens e Câmbio, de Campo Grande (MS) Prêmio: um bilhete aéreo ida e volta para Dubai, com a Emirates Wilza Carvalhaes — Wilza Tour, de Goiânia (GO) Prêmio: um bilhete aéreo para o Canadá, com a Air Canada

NORTE

Vera Seidel Pires — Star Tour, de Belém (PA) Prêmio: uma viagem para a Colômbia (aéreo + hospedagem) Raimundo Tinoco — Veneza Turismo, de Manaua (AM) Prêmio: um bilhete aéreo ida e volta para Dubai, com a Emirates Josean Pereira Conceição — Skyline Turismo, de Itaituba (PA) Prêmio: um bilhete aéreo para o Canadá, com a Air Canada

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corporativo

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Mercado

>> Felippe Constancio

O evento de quem faz eventos EM UM RECORDE DE PARTICIPANTES, O ABROAD MICE QUE ACONTECEU EM SÃO PAULO, NA SEGUNDA SEMANA DE NOVEMBRO, REUNIU CERCA DE 200 PROFISSIONAIS — QUE

Viviânne Martins e José Marques, da Academia de Viagens Corporativas

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faziam parte de empresas que investem ou organizam eventos, agências de viagens corporativas, fornecedores, e, claro, destinos para encontros de negócios, como Las Vegas, Dubai e França. Em uma programação que mesclou teoria e prática, a Academia de Viagens Corporativas promoveu uma palestra em um modelo bate-papo com os participantes seguida por uma dinâmica de perguntas e respostas em grupo e uma ação de gamification com premiações ao final do encontro. Patricia Thomas e Viviânne Martins, fundadoras da Academia, e o professor José Marques "investigaram" junto com os profissionais diversas das melhores práticas para eventos corporativos. "Fazer gestão estratégica de Mice é diferente de organizar eventos. Estratégia é profunda, com começo, meio e fim. É mais do que juntar fornecedores e fazer eventos. É uma área que agora está mudando, ficando cada vez mais profissional, com um planejamento correto voltado ao participante", ressaltou Viviânne. Sobre planejamento, o grupo discutiu fundamentos como ITM (Integrated Travel Management) – fator que estima a integração de uma compra -, práticas de engajamento do participante e tendências do segmento de Mice, como meeting design e transmissão ao vivo via redes sociais, que teve atenção especial na conversa. Uma das principais tendências nos eventos, a transmissão ao vivo de palestras, seminários e mesas de debate via internet é a chance de expandir o nome da marca pelo ciberespaço. Contudo, há alguns riscos envolvidos nessa operação, como lembrou Marques. "Um palestrante vai gostar de ver suas explicações em seminário livre na internet? Depende. Mas lembrar quem é o dono do conteúdo é fundamental na hora decidir se vamos para o live streaming ou não. A propriedade autoral do evento é do palestrante. Sem o consentimento legal dele, há grandes chances de problemas." Além do conteúdo, a transmissão de eventos via internet deve considerar o uso da imagem. "É preciso deixar claro qual sua política. Eventos abertos, por exemplo, trazem um aviso logo na entrada, esclarecendo aos participantes que ao entrarem estarão permitindo o uso de sua imagem em materiais de divulgação." Segundo Marques, há um roteiro de atividades que permite diminuir riscos como do exemplo de direitos autorais e aproveitar o melhor desse recurso. "Eliminar riscos é impossível, mas é preciso fazer a gestão deles a partir de quatro pontos básicos: identificação dos riscos, avaliação desses riscos, tomada de decisões em relação a eles e trabalhos de minimização das chances, seja em segurança (rastreamento), bem-estar ou sociabilidade." p

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corporativo

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Hotelaria

>> Felippe Constancio

Mais qualidade,

mesmo preço UM 2016 COMPLICADO PARA A INDÚSTRIA HOTELEIRA NO BRASIL E NO EXTERIOR, COM DIREITO A ATRITO COM OTAS E CRISE DIFIcultando o gerenciamento de áreas nevrálgicas do funcionamento de um hotel até as condições de negociação do cliente, geralmente decidindo sobre cotações a partir de um orçamento mais limitado. Dado o andamento

do mercado, o que esperar de 2017 nas negociações de preço das tarifas negociadas? Com a barganha nas mãos do comprador no atual mercado, a expectativa é de alta moderada nas tarifas corporativas. E mais: os clientes das TMCs do segmento buscarão hotéis de padrão mais elevado em relação aos reservados em 2016. Como e por quê? Diretor de Soluções

para Hotéis da HRS, Phelipe Farah, avaliou o cenário da indústria hoteleira em 2015 e 2017 e respondeu às perguntas que rondam no ano novo em apresentação durante a terceira Conferência Anual HSMai Brasil. Para isso, ele descomplicou a "queda dupla" sentida pelos hoteleiros no Brasil e no mundo nos últimos meses (nos preços e na categoria comprada pelos clientes).

"O cliente corporativo negocia tarifa com os hotéis. Teoricamente, o hotel recebe a reserva naquela tarifa. O que começamos a ver foi que o cliente corporativo está, desde 2015, migrando do que ele efetivamente compra para categorias mais baixas de hotéis. Isso porque ele tem uma pressão de custo, e a tarifa que ele negociou com o hotel não condiz com o momento do mercado em 2016. Os

hotéis que negociaram tarifas em 2015 negociaram um patamar, porém, o gasto dos clientes em 2016 está se mostrando menor, numa média de 25% abaixo daquilo que ele comprou em 2015. Então, isso pode significar duas coisas: ou que os hotéis reduziram tarifa ou o cliente está comprando outro tipo de hotel, de categoria inferior." De acordo com a base de dados da HRS, os resultados mostram que o consumo de hotéis decaiu em efei-

to dominó. Os clientes corporativos, contrariando algumas ações que os hotéis buscam ou colocam em prática, não necessariamente estão buscando mais atributos, amenidades, e sim uma pressão de custo que os tem levado a consumir um hotel de categoria inferior." Enquanto todas as categorias tiveram redução de preço, os hotéis econômicos sofreram menos, aproveitando um volume melhor. "Todas categorias

tiveram redução de preço, mas essa redução é maior em luxury, upper midscale e midscale. Em média perderam entre 20% e 23% de tarifa. E ainda há uma diferença entre preços nessas categorias — o que quer dizer que o cliente reconhece que hotéis diferentes têm preços diferentes. Ele está buscando esse preço abaixo." Uma vez que os hotéis de padrão mais elevado diminuem seus preços, é gerada uma pressão cadeia abaixo.

PÚBLICA E NEGOCIADA

CENÁRIO

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PARA 2017, NO BRASIL, O CENÁRIO ESPERADO É DOS HOTÉIS BUSCANDO RECUPERAR PREÇOS NA MAIORIA DAS CAPITAIS. O sucesso vai depender dos segmentos de mercado e do grau das cidades como destino corporativo. No caso dos hotéis mais econômicos, onde a queda de preço foi mais branda em relação às demais categorias, a negociação de tarifas no período de RFPs (request for proposal) deve dar espaço para reduções, facilitando a diferenciação entre econômico e supereconômico a partir das tarifas, explica Farah.

Com a queda geral dos preços das reservas, o cliente corporativo está olhando para a tarifa negociada no ano passado e preferindo a tarifa pública praticada este ano. "O cliente está comprando abaixo na tarifa pública e escolhendo hotéis inferiores. Essa é a queda dupla — uma queda por tendência de preço e outra de consumo."p

"O que a gente vê é que essa recuperação, nesse momento das negociações, é pequena. Mas de maneira geral, se os preços da primeira rodada de negociação estão subindo pouco, a expectativa é de arroxo com a segunda, no momento de um novo bid. Já olhando para a tendência de consumo, esses clientes estão pedindo hotéis de padrão mais elevado. Isso mostra que o cliente corporativo que teve gasto em 2016 vai tentar apertar os hotéis para reduzir o preço em uma categoria superior: ele vai tentar segurar o preço e ganhar qualidade."p

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Jornal PANROTAS — Edição 1.245

Sea World .......................................................... 25 Visit Florida ...................................................... 26 The Palm Beaches ......................................... 28

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Pa rques t emát ico s

Experiências

digitais A LISTA DE ATRAÇÕES, SHOWS E EVENTOS DO SEA WORLD PARKS & Entertainment está repleta de novidades para o próximo ano. Os visitantes já podem se preparar para encontrar uma experiência de realidade virtual em Orlando, apresentações inéditas de orcas em San Diego, além das clássicas montanhas-russas. Com uma injeção de US$ 174 milhões na estrutura dos 12 parques, entre eles o Busch Gardens, 2017 será marcado como um dos períodos de maior investimento da companhia em 50 anos de história. Entusiasmado, o presidente e CEO do Sea World Entertainment falou sobre as expectativas da empresa. “Nós queremos que nossos visitantes compartilhem experiências que realmente façam a diferença em suas vidas, e nossas novidades para 2017 reforçam, verdadeiramente, essa missão”, disse. O calendário de inaugurações deve iniciar em maio. A lendária montanha-russa Kraken, situada no Sea World Orlando, se transformará no primeiro acelerador de realidade virtual da Flórida. Aqueles que se aventurarem no brinquedo irão encarar uma missão no fundo do mar ao lado de animais mitológicos. Juntos, sobreposição digital e fones de ouvido de alta definição, serão capazes de garantir doses de adrenalina ao longo do percurso. A unidade de Orlando também ganhará uma área de observação de golfinhos bebês e suas mães no espaço Dolphin Nursery. A temporada de verão do Sea World Orlando e San Diego dará adeus aos visitantes com um novo show. Batizado de Eletric Ocean, o espetáculo irá iluminar o oceano e garantir a música para imergir os visitantes no universo marítimo. Enquanto isso, o Busch Gardens Tampa Bay brindará o público com uma versão ao vivo das histórias do programa semanal The Wildlife Docs, indicado ao Emmy.p

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A chegada da experiência virtual à Kraken irá mergulhar os visitantes em um universo repleto de mitologia

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Destinos

Um Estado, várias línguas

ENGANA-SE QUEM ACREDITA QUE O INGLÊS É O ÚNICO IDIOMA QUE PODE SER OUVIDO NOS

CRIOULO HAITIANO

Estados Unidos. A intensa imigração alterou características sociais e estéticas das regiões norte-americanas, entre elas, as da Flórida. Quem viaja para o Estado cosmopolita pode entrar em contato com diversas culturas. Para se ter uma ideia, o último censo realizado no país revelou que mais de um em cada quatro moradores da Flórida falam em casa outra língua além da inglesa. Saiba a seguir onde é possível escutar e até mesmo exercitar outros idiomas.

O bairro Little Haiti, no norte de Miami, é uma ótima pedida para praticar inglês, francês e crioulo haitiano. O Little Haiti Cultural Center, situado no coração da comunidade haitiano-americana, possui um mercado caribenho e uma galeria com exposições de arte rotativas. Toda terceira sexta-feira do mês, há música ao vivo gratuita das 18h às 22h, com dança e comidas no evento Big Night in Little Haiti.

ESPANHOL

Atualmente, o espanhol é o segundo idioma mais ouvido nas ruas dos Estados Unidos, inclusive nas da Flórida. Em Tampa, o centro simbólico da comunidade latina, o bairro Ybor City oferece passeios pedestres bilíngues a partir de empresas como Ybor City Tours e Ybor Walking Tours.

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MIKASUKI

O Mikasuki é uma das duas línguas maternas das tribos Seminole Tribe of Florida e Miccosukee Tribe of Indians of Florida. Se hospedar por uma noite em um chickees, ocas construídas sobre estacas de madeira, é a melhor opção para quem deseja conhecer o dialeto. As cabanas abrigam 14 pessoas, não têm eletricidade ou água corrente. Os pacotes de hospedagem costumam incluir excursões ambientais, um show

de cobras e jacarés, narrativas em torno da fogueira do acampamento e um passeio de embarcação.

VIETNAMITA

Refugiados da guerra do Vietnã em 1970 povoaram o bairro Mills 50 District, no norte de Orlando. Dezenas de restaurantes, lojas e mercados asiáticos ladeiam uma extensão de dez quarteirões da Colonial Drive, próximo à Mills Avenue, onde há cartazes escritos em vietnamita, chinês, tailandês e até em coreano.

IÍDICHE

O iídiche nasceu entre as comunidades judaicas da Europa central e oriental. Em 1950, os residentes judeus se reuniam no Lummus Park, ao longo da Ocean Drive, em South Beach, para curtir karaokê, interpretar baladas iídiches, fazer brincadeiras judaicas e ler poesias ao ar livre. Hoje, em South Beach, a excursão Jewish Miami Beach Tour explora o impacto da população judaica sobre a cidade nos últimos 100 anos. O pon-

to de partida do itinerário é em frente ao Jewish Museum of Florida (301 Washington Ave) e acontece todo segundo domingo do mês, às 11 horas.

ITALIANO

Centenas de milhares de ítalo-americanos vivem na Flórida, mas é na cidade de Júpiter que a anual Feast of Little Italy é celebrada com culinária, seminários, artes e brinquedos típicos. O festival italiano, que já foi mencionado no Guinnes Book graças ao maior cannoli de todos os tempos, é realizado no Abacoa Town Center.

ALEMÃO

Provar a gastronomia da Alemanha é uma tarefa fácil quando se está em Naples. O restaurante Peppers Deli & Butcher oferece um cardápio com peixe defumado, salada de batatas, sobremesas germânicas e até stollen, o clássico bolo de Natal da Alemanha. O mestre certificado na arte de cortar carnes, Georg Hörndler, e o proprietário da casa do lado de sua esposa Heike.

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Destinos

Luxo e diversão

O Inlet Lighthouse, na praia de Jupiter, oferece vista panorâmica sobre o horizonte de Palm Beaches

DE UM LADO, 75 QUILÔMETROS DE PRAIAS ENSOLARADAS, SEM MULTIDÕES E PERFEITAS PARA O RELAXAMENTO, ALÉM DE UM MAR COM UMA ÁGUA transparente que poucos lugares apresentam. De outro, atrações culturais, alguns dos spas mais premiados do mundo e uma movimentada cena de entretenimento e de compras. Seja na direção do mar ou se afastando dele, Palm Beaches, no centro da costa da Flórida, possui atrações para diversos perfis de viajantes, destacando-se pela qualidade dos serviços e estabelecimentos. Nesse destino, as férias podem se tornar ainda mais luxuosas para quem procura o alto nível no Turismo. Uma das especialidades são os campos de golfe, que, não à toa, tornaram Palm Beaches conhecida como a capital do esporte na Flórida. Lá está, inclusive o PGA Resort, hospedagem oficial da associa-

ção de golfistas profissionais dos Estado Unidos. Outra marca registrada do destino ligada ao luxo são os seus spas. São vários, como o Eau Palm Beach Resort & Spa, um dos 47 em todo o mundo premiados com o selo cinco estrelas do Forbes Travel Guide. Nos 75 quilômetros de costa, não faltam opções para encontrar aquele cantinho perfeito para relaxar com os melhores tratamentos do tipo da Flórida.

COMPRAS

Mas há quem prefira outro tipo de “terapia”: a das compras. E essa é outra possibilidade em Palm Beaches, que conta com as principais marcas do mundo e shoppings tanto voltados para outlets como para butiques mais requintadas. A “Meca das compras” encontra-se na Palm Beach’s Worth Avenue, um verdadeiro corredor da moda. E, se a intenção é obter grandes descontos, a parada obrigatória é o Palm Beach Outlets, em West Palm Beach. São mais de 100 lojas oferecendo preços mais que especiais a todos os turistas, com marcas como Nike, Guess, Levi’s, Tommy Hilfiger e Under Armour. E, no Food Pavillion, há ainda tantas outras opções gastronômicas: Red Robin Gourmet Burgers e B.J.’s Restaurant & Brewhouse são algumas delas, além dos chocolates deliciosos da Lindt.

NATUREZA

Não faltam opções para comer, beber e se divertir no destino

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Também é fácil e prazeroso entrar em contato com a fauna e a flora nesse destino floridiano. Mergulhadores do mundo inteiro aproveitam a tranquilidade do mar local para desvendar seus recifes luminosos e coloridos, aproximando-se de tartarugas marinhas, enguias, cardumes com mais de 400 espécies e até pequenos tu-

barões. No Loggerhead Marinelife Center, em Juno, é possível conhecer ainda mais sobre a vida marinha e os projetos de conservação dos animais em curso na Flórida. Já na praia de Jupiter, o farol Inlet Lighthouse oferece uma das vistas mais incríveis da região, enquanto, em West Palm Beach, o Lion Country Safari permite um contato mais próximo com animais e até alimentar as girafas com as próprias mãos. Já para trilhas, passeios de barcos em água doce e encontros com crocodilos, o Everglades Holiday Park é uma opção única. Votado como uma das três melhores atrações da Flórida pelos leitores do jornal USA Today, o parque tem programas educacionais e de entretenimento com os rapazes do Gator Boys, atração do Animal Planet que mostra o dia a dia da preservação dos jacarés nos pântanos locais.

BRASIL

Com tantas opções para se divertir, descansar, passear e comprar, não impressiona que Palm Beaches venha caindo no gosto dos brasileiros. Nos últimos quatro anos, o número anual de visitantes do País no local subiu de cinco mil para 20 mil. Um destino que, antes, poucos sabiam onde ficava, agora ganha destaque: a apenas uma hora ao norte de Miami e a duas ao sul de Orlando, as praias de Palm Beaches estão acessíveis dos aeroportos de ambas as cidades, além de Fort Lauderdale. Se a Flórida é o destino preferido dos brasileiros nos Estados Unidos, Palm Beaches pode ser a próxima grande surpresa que eles encontrarão no Estado. Para saber mais, visite o endereço www.olapalmbeach.com e conheça todos os detalhes e as ofertas do destino.p

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Copa cinco vezes em São Paulo A ocupação dos quatro voos diários da Copa Airlines ligando a capital paulista à Cidade do Panamá está em 85%, segundo o vice-presidente global de Vendas da empresa, Christophe Didier. O anúncio de um quinto voo era questão de tempo e ele será iniciado já em dezembro, mostrando não apenas o comprometimento da Copa com o mercado brasileiro, como mais um indício de retomada da economia. A Copa também anunciou para dezembro a volta dos voos diários para Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília, que haviam tido suas frequências diminuídas devido à crise. A companhia aérea panamenha terá 76 voos semanais entre sete cidades brasileiras (há ainda Manaus, Rio de Janeiro e Recife) e o Hub das Américas, como é conhecido o aeroporto da Cidade do Panamá e de onde a Copa distribui voos para os Estados Unidos, Caribe, América Central e América do Sul. Outras mudanças serão avaliadas pontualmente e passo a passo no decorrer de 2017, de acordo com Christophe, que ainda está se familiarizando com a empresa. Ele ainda não decidiu, por exemplo, sobre a contratação do novo country manager no Brasil e o cargo está interinamente ocupado por Jacqueline Ledo, de Belo Horizonte. Aeromexico, a Delta tem participação na Gol e Virgin Atlantic.

Novo presidente

A Atlantica Hotels contratou Eduardo Giestas como novo presidente e CEO da rede. O executivo assumirá o cargo efetivamente em janeiro de 2017. Atualmente, Giestas é presidente da Universidade Anhembi Morumbi e FMU na Laureate Brasil. O executivo trabalha desde janeiro de 2012 na Laureate Brasil - primeiro como CEO da Universidade Anhembi Morumbi e depois como presidente da unidade de São Paulo, incluindo Anhembi Morumbi, FMU/FIAM FAAM e BSP, que fazem parte da Laureate International Universities. Giestas já atuou como CEO da Sauipe S.A., complexo de hotéis e resorts da América do Sul, no qual liderou uma etapa de reestruturação. No plano de sucessão da Atlantica, o fundador e um dos principais investidores da rede, Paul J. Sistare, irá se tornar chairman da companhia. O atual presidente da Atlantica, Juan Carlos Duque, permanecerá auxiliando o executivo Waldemar Szlezak, do Soros Fund Management, que administra o Quantum Strategic Partners Ltd., fundo de investimentos privado e principal investidor da Atlantica, no suporte a Giestas em sua função de liderança na Atlantica.

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Etihad diz adeus ao Brasil

Depois de Korean e Singapore Airlines, a Etihad Airways também anunciou sua saída do Brasil, devido a resultados aquém do esperado. A empresa está no País há apenas três anos, mas jogou a toalha e anunciou que só fica até março de 2017. Uma das estratégias da companhia pode ser fortalecer a operação da Alitalia no Brasil. A Etihad tem controle administrativo e 49% das ações da companhia italiana e reforçou a malha da empresa a partir de Roma, que passará a ser sua nova opção para os brasileiros chegarem a Abu Dhabi. A concorrência com as árabes Emirates e Qatar, com a turca Turkish Airlines, e com as europeias Air France e Lufthansa, que têm grande tradição no tráfego para a Ásia, promete ser grande. A maioria dos passageiros das aéreas árabes no Brasil tem destinos asiáticos como parada final. A reestruturação da Alitalia, porém, é um dos trunfos e apostas da Etihad para os próximos anos. A companhia já anunciou até que sairá da joint-venture existente com Air France-KLM e Delta. O diretor da Etihad no Brasil, Carlos Antunes, que sucedeu Christophe Didier, foi pego de surpresa com a decisão, pois acabou de se mudar de volta ao País, vindo da Air Seychelles, mas poderá ser utilizado na própria Alitalia, que está sem country manager por aqui. Ou em outra base da Etihad nas Américas. A Etihad informou que os passageiros que já fizerem reservas em voos após 25 de março de 2017 receberão o reembolso total dos bilhetes ou opções alternativas de viagem em cooperação com a companhia aérea parceira Alitalia, via Roma.

Glicério Lemos, presidente da ABIH-BA, e Guilherme Paulus

Tiro de canhão

O fundador e presidente do Conselho da CVC, Guilherme Paulus, também presidente da GJP Hotels & Resorts, que tem um hotel na capital baiana, esteve em Salvador para receber uma homenagem da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira da Bahia (ABIH-BA). E não poupou críticas à forma com que o governo do Estado da Bahia tem conduzido o Turismo local. “A Bahia é o único Estado brasileiro que tem dez destinos fortes, mas o governo acabou com o Turismo. A prefeitura vem trabalhando, mas o governo do Estado, não. Temos que ter coragem para falar a verdade”, disse. “Pagamos impostos e este dinheiro tem que retornar em melhorias para o setor. Caso contrário, vamos morrer como está morrendo vagarosamente o destino. E Salvador sofre ainda mais com tudo isto”, opinou. Dizendo que “governo não quebra, mas empresário sim”, Paulus pediu que empreendedores se movimentem e mostrem indignação. “[Os empresários devem] protestar na porta do governo. Se outros fazem isso, por que nós não?”.

Ponto a ponto ● Já estão abertas as inscrições para o Lacte 12, que ocorre de 22 a 24 de março, no Grand Hyatt São Paulo. O evento é promovido pela Alagev. ● O Kennedy Space Center, na Flórida, abriu sua nova atração, o Heroes & Legends, que explora o conceito do heroísmo e apresenta por meio de atividades e painéis interativos os primeiros anos do programa espacial da Nasa e os astronautas da geração. ● A agência de viagens Stella Barros anunciou a contratação de um novo diretor esportivo, Archimedes de Moura Jr.

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Schultz no Mice

A Schultz Portugal será o receptivo oficial da reunião da Abracorp, que acontece de 1º a 4 de dezembro em Lisboa, Portugal, no hotel Dom Pedro. Com a bagagem de quem cuida do receptivo de lazer e small group, esta será a primeira vez que a Schultz Portugal cuida do incoming para um evento de incentivo. “Será nossa estreia e porta de entrada para este segmento. Com isso pretendemos realizar mais receptivos de mice”, garante o presidente do Grupo Schultz, Aroldo Schultz. A Schultz Portugal será responsável pelo traslado (aeroporto / hotel / aeroporto) dos 60 participantes, além dos passeios de city tour por Lisboa.p Aroldo Schultz, presidente do Grupo Schultz

Cadê minha bagagem?

Para seu sistema de identificação de bagagem, a Delta está lançando um aplicativo que notifica o dono das malas sobre a localização dos pertences em "pontos críticos" ao longo da viagem. Agora, as etiquetas de identificação de bagagem estão também no bolso do viajante, uma vez que todos os voos da linha aérea contam com a tecnologia de radiofrequência (RFID). Por mensagem, o viajante pode conferir no Fly Delta, em tempo real, se suas bagagens estão na aeronave ou qual carrossel chegará para a retirada. Única companhia aérea a ter tal solução, a Delta ressalta através de um estudo da Associação Internacional de Transporte Aéreo que o rastreamento de malas em escala global poderia reduzir o número de malas extraviadas em até 25% até 2022. Além das notificações, o app Fly Delta inclui atualizações do cartão de embarque eletrônico, como informações relacionadas a assento, portões e voos, e ainda a possibilidade de compra de passagens mais rápida, uma vez que a necessidade de reverificação de cada trecho foi eliminada. A novidade está disponível para Android e IOS.p

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