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R$ 11,00 - Ano 23 - nº 1.175 15 a 21 de julho de 2015
o d s a s
a s Na Rafael Alonso, da Airbus, José Zaidan Maluf e Claudia Sender, da Tam, e Marisa Lucas Ugena, da Airbus
>
Pioneira na operação do modelo da Airbus nas Américas, a partir de janeiro, a brasileira Tam voará de São Paulo para Miami e Madri com seus dois primeiros aviões Páginas 04 e 05
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LEIA NESTA EDIÇÃO
Check-IN
Página 06
Hotel Urbano recebe aporte de US$ 60 milhões da Priceline
“
Há muitas companhias aéreas e milhares de pontos de venda, mas apenas três GDS que basicamente controlam tudo
Heike Birlenbach, vicepresidente de Vendas e Serviços na Europa da Lufthansa, justificando a criação da taxa DCC
Páginas 08 e 09
Setor de eventos soube aproveitar a Copa e a Olimpíada? Páginas 10 e 11
Empresários analisam primeiro semestre e projetam segundo
15 a 21 de julho de 2015 JORNAL PANROTAS
“
Vamos acreditar no conceito da Iata que o NDC nasceu para nos dar competitividade, ou vamos acreditar que se o NDC estivesse implantado os GDS e os agentes de viagens estariam sendo chutados com muito mais força?
”
Marcelo Dezem fala dos projetos como diretor da Tam Viagens
Cássio Oliveira, em seu blog Consolidando, no Portal PANROTAS, sobre o desenvolvimento do NDC pela Iata e a criação da taxa DCC pela Lufthansa
Páginas 22 a 23
Costa do Sauípe (BA) inicia plano estratégico de dez anos
”
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posam participantes Agentes
Páginas 26 a 27
Parque da Mônica é reaberto em São Paulo
sob a letra
V, de Visual
A
o: Realizaçã
PANROTAS 2 a 8/7
1 Tam Viagens: aéreo de graça para crianças na Disney – em 7/7
2 Grupo Priceline investe US$ 60 milhões no Hotel Urbano – em 6/7
3 Rextur Advance convida filhos de funcionários para festa – em 7/7
4 Azul Viagens assina contrato com Universal Orlando – em 2/7
5 4 de julho: Disney transmitirá queima
“quebrar” distribuição – em 3/7
ROTAS Jornal PAN Edição 1.175
l da Em pro ç ão a c apacit
>
DO PORTAL
6 Lufthansa assume: DCC chega para
“
2015 ESPECIAL ENCARTE ROTAS pela PAN Produzido
D
de fogos ao vivo – em 2/7
A Costa do Sauípe foi desde seu início um divisor de águas na hotelaria brasileira. Vamos voltar a mostrar Sauípe como um destino final
Guilherme Martini, CEO da Costa do Sauípe, que inicia uma nova fase, com contratações e mudanças estruturais
Páginas 14 e 15
”
S
UE Q A T ES
Com esta edição... Encarte especial do 5º Workshop Visual, que ocorreu no Club Med Itaparica, na Bahia, e reuniu 234 agentes de viagens e 130 fornecedores.
7 Emocionado, Maurício de Sousa reabre Parque da Mônica – em 4/7
8 Primeiros A350 da Tam voarão de SP para Miami e Madri – em 7/7
9 PanEmpregos: vagas abertas na CVC, Costa Brava e mais – em 7/7
10 Avianca Brasil recebe avião com as cores da Star Alliance – em 2/7
11 Tam Viagens e Lantours serão uma só marca – em 6/7
12 Schultz abre vagas no operacional em todo o Brasil – em 7/7
13 American celebra 25 anos de Brasil com festa no Rio; fotos – em 3/7
14 Efromovich contesta compra da Tap por Neeleman – em 3/7
15 Forma Turismo embarca 18 mil em julho e quebra recorde – em 4/7
Apoio:
Editorial >
Artur Luiz Andrade
>
artur@panrotas.com.br
Assista ao editorial comentado na versão digital do JP
Construindo, eles virão... Página 28
Braztoa empossa sua nova diretoria, com Magda Nassar e Monica Samia à frente PANROTAS Destinos
Conheça o mix de atrativos da Jamaica
A frase acima, em tradução livre, é repetida algumas vezes no filme O Campo dos Sonhos, com Kevin Costner, e virou um clássico da história do cinema. “If you build it, they will come”. O personagem constrói um campo de beisebol e, quando conclui a obra, jogadores lendários do passado, já mortos, aparecem para jogar. É o tal do campo dos sonhos. No turismo será assim também? Algo como “construa o produto que eles virão”? Desenvolva o destino que o público aparecerá? As companhias aéreas dizem que a demanda tem de vir primeiro... Quer dizer, as companhias aéreas diziam isso. Com os modelos revolucionários das low cost europeias e das empresas do Golfo, isso mudou. Destinos pagam pelos voos ou investem em cidades como verdadeiros hubs e a demanda aparece (ou é transportado
até eles). Assim, destinos secundários e rotas antes alternativas acabam virando grandes players. A necessidade fez a Azul transformar Campinas, por exemplo. E o cliente apareceu. Mas não vemos isso com destinos de lazer no Brasil. Timidamente, alguns começaram a diminuir impostos para atrair voos. Mas não há um boom, um volume assombroso que mude a vida de um destino. Para isso, é preciso construir... O tema serve também para a oferta de produtos. Se há opções, se há valor agregado, se há algo desejável... o cliente compra. Um dos grandes exemplos disso são os parques Disney. No começo, era um parque. Depois, mais parques. Em seguida, hotéis. Restaurantes. Lojas. Passeios. Cruzeiros marítimos. Sem nunca esquecer o encantamento e o “sentir-se especial”. Então,
quem se hospeda no hotel Disney tem uma lista de benefícios. O café da manhã ou o almoço são mais caros, mas têm a presença de personagens. Há um tour vip, mas custa US$ 600 a hora para o grupo. Quer uma pulseira magic band mais descolada? Itens à venda a partir de US$ 9,99... E um chapéu do Mickey que acende as orelhas? US$ 40. Um cruzeiro na Disney Cruise Line? Mais caro que a média, mas tem a magia Disney, personagens, ilha privativa... Ou seja, não é só comprar o ingresso e entrar. Gasta-se muito mais comprando recordações e momentos únicos, experiências (da gastronomia aos encontros exclusivos), itens em que se reconhece valor. Se esse menu de produtos e opções não existisse tudo seria mais rotineiro e bem menos rentável. E você? Vai construir o quê? Construa, pois eles aparecem.
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#FICADICA CONTRATA-SE
CONECTE-SE COM A PANROTAS portalpanrotas
Somente na semana passada, o Pan Empregos, serviço gratuito de anúncios de vagas e de profissionais no turismo do Portal PANROTAS, tinha quase 400 oportunidades de trabalho cadastradas. As ofertas de vagas variavam de grandes empresas, como a CVC, até agências independentes e TMCs. Há vagas em todo o País e um dos novos campos inseridos na ferramenta é a pretensão salarial dos que se oferecem para trabalhar.
Expediente PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta DIRETOR EXECUTIVO José Guilherme Alcorta DIRETORA INTERNACIONAL Marianna C. Alcorta DIRETORA DE MARKETING Heloísa Prass DIRETOR DE TI Ricardo Jun Iti Tsugawa
REDAÇÃO Editor-chefe: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) Editores: Alex Souza (alex@panrotas.com.br) e Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Editor Rio de Janeiro: Diego Verticchio (diego@ panrotas.com.br) Reportagens: Claudio Schapochnik, Danilo Alves, Rodrigo Vieira, Henrique Santiago e Karina Cedeño Fotógrafos: Emerson de Souza e Marluce Balbino MARKETING Assistente: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Coordenação: Alice I. Rezende (alice@panrotas.com.br) Gerente de Produção: Newton dos Santos (newton@panrotas.com.br) Diagramação e tratamento de imagens: Kátia Alessandra, Marilani Pistori e Pedro Guilherme Moreno Querim Projeto Gráfico: Graph-In Comunicações COMERCIAL Executivos: Angela Chamma (angela@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) Analista Adm. de Vendas Nathália Falcão (nathalia@panrotas.com.br) EXECUTIVO SÊNIOR DE RP Antonio Jorge Filho (jorge@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 | Fax:(11) 2276-1602 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) New Cast Publicidade Ltda SRTVS - QD 701 - BL. k - Sala 624 Ed. Embassy Tower - Cep: 70340-908 | Tel : (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (sblara@seasoneventos.tur.br) Season Turismo e Marketing e Esportes Ltda R. Gal. Severiano, 40/613 - Botafogo | Cep: 22290-040 - Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2529-2415 / 8873-2415 ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner O Jornal PANROTAS é vendido somente por assinatura. Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica e Editora Ltda. (Guarulhos/SP)
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04 Aviação
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> Danilo Alves
Bem vindo a bordo
Veja mais fotos na versão digital do JP Rafael Alonso, da Airbus, José Zaidan Maluf e Claudia Sender, da Tam, e Marisa Lucas Ugena, da Airbus
O PRIMEIRO A350 XWB DAS AMÉRICAS PERTENCE À TAM LINHAS AÉREAS E JÁ TEM A ROTA DE SUA OPERAÇÃO DEFINIDA ANTES MESMO DE CHEGAR AO BRASIL. Durante o A350 XWB World Tour,
o vice-presidente de Frota e Motores do Grupo Latam, José Zaidan Maluf, anunciou o destino do primeiro avião que será recebido pela aérea em dezembro. A aeronave fará entre janeiro e março a ligação São Paulo-Manaus.
A partir de março, voará de São Paulo para Miami. Segundo o executivo, o objetivo dos dois meses voando à capital amazonense é fazer com que as tripulações (técnica e comercial) e os colaboradores da companhia nos ae-
roportos envolvidos se acostumem à operação do A350. A segunda aeronave do modelo chega no primeiro semestre de 2016, ainda sem data definida, e fará o trecho São Paulo-Madrid. Outra novidade revelada por Maluf foi a configuração das aeronaves. Os três primeiros A350 virão com duas classes de assento: executiva, com 30 lugares, e econômica, com 318. Da quarta aeronave em diante, a companhia optou pela inclusão de uma terceira classe, a econômica plus. “Escolhemos Guarulhos–Manaus como a rota inaugural do A350 XWB para que as diferentes áreas da companhia, principalmente as operacionais, se familiarizem com o novo modelo, que pertence à última geração de aeronaves de longo alcance”, destacou Maluf. “A chegada do A350 demonstra o compromisso de renovar e manter a frota da empresa jovem e moderna, além de conquistar ganhos operacionais e ambientais”, completou. A nova família trará uma grande mudança na eficiência quando comparada com aeronaves existentes nesta categoria de tamanho, usando 25% menos combustível e oferecendo uma redução equivalente nas emissões de CO2. Para que os futuros pilotos do A350 XWB estejam totalmente familiarizados com o manuseio da aeronave, eles vão cumprir cerca de 60 dias de treinamento em solo e em voo. Eles hoje operam o modelo A330 e serão designados para comandar o A350 XWB devido à similaridade entre as linhas de produtos da Airbus. “Desde 2012, a Tam se prepara para a entrada dessa aeronave inovadora em nossa frota, inclusive com a forma-
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ção de uma equipe multidisciplinar dedicada exclusivamente ao projeto”, revela o VP. A aérea será a quarta do mundo a receber e operar o A350 XWB. A empresa já encomendou 27 aviões do modelo, cujas entregas estão previstas para ocorrer entre o fim de 2015 e 2019, e possui outras cinco opções de compra. Para a presidente da Tam Linhas Aéreas, Claudia Sender, a chegada dos A350 mostra a preocupação da companhia em proporcionar satisfação para o passageiro. “Além de reduzir os custos para a empresa, esse avião é moderno, confortável e silencioso.
S A IB A M A IS • A altura do A350 XWB é equivalente ao Obelisco Place de La Concorde, em Paris (17 metros) • É quase possível colocar um A330 dentro de um A350 XWB (o interior do A350 XWB tem 221 polegadas de diâmetro, enquanto o exterior de um A330 tem 222 polegadas) • O comprimento de um A350-900 está perto da largura de um campo de rúgbi (cerca de 67 metros) • A cobertura das asas do A350 XWB é a maior parte única produzida na aviação civil feita a partir da fibra de carbono • Inspirada por pássaros, as asas do A350 XWB foram projetados para se adaptar durante o voo, mudando o seu formato e reduzindo o consumo de combustível • A área total das asas cobre mais de dua quadra de tênis (443 m²) • O diâmetro do motor A350 XWB Rolls Royce Trent XWB é o mesmo da fuselagem de um Concorde • Os sistemas de iluminação totalmente em LED da cabine do A350 XWB oferecem 16,7 milhões de cores diferentes em um número infinito de combinações • Mais da metade da aeronave é feita de fibra de carbonop
Esse investimento vai ao encontro da nossa filosofia, de dar melhores experiências em todas as etapas da viagem do nosso cliente”, disse.
A AERONAVE
Construída com avançados materiais compostos, mais leves, eficientes e econômicos, a fuselagem mais ampla do A350 XWB possibilitará uma experiência de viagem ainda mais confortável, segundo a Tam. O avião é o mais recente membro da linha de produtos wideboby líder de mercado da fabricante francesa. A aeronave, que acomoda até 369 pas-
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sageiros em uma configuração de duas classes, pode operar rotas de até oito mil milhas náuticas. A aeronave possui design aerodinâmico de ponta, fuselagem e asas em fibra de carbono, além dos novos motores Trent XWB da Rolls-Royce. Juntas, essas tecnologias proporcionam níveis incomparáveis de eficiência operacional, com uma redução de 25% no consumo de combustível e nas emissões, além de custos de manutenção significativamente mais baixos. O equipamento também possui janelas panorâmicas mais largas, com-
partimentos de bagagem maiores e um novo sistema de ar condicionado sem correntes de ar, bem como sistemas de entretenimento e conectividade de bordo de última geração. Até o fechamento desta edição, o A350 XWB havia recebido 781 pedidos firmes de 40 clientes. Segundo o presidente da Airbus para América Latina e Caribe, Rafael Alonso, o A350 é um avião com aerodinâmica diferente dos seus concorrentes. “É um orgulho contar com a Tam, a sexta cliente mais importante para a Airbus no mundo, na operação do A350”.p
06 Mercado
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> Diego Verticchio
Remessa
do Exterior
José Eduardo Mendes, do Hotel Urbano, e Darren Huston, CEO da Priceline
Em 2014, a agência de viagens on-line Hotel Urbano, cria da pelos irmãos João Ricardo e José Eduardo Mendes há quatro anos e meio, atingiu a marca de uma diária vendida a cada oito segundos, ou 3,9 milhões de diárias no ano. Outro marco foram os de mais de 18 milhões usuários cadastrados. Em 2015, a estratégia é continuar crescendo e o compromisso dos fundadores com os sócios é entregar resultado. “Ainda que o ano tenha começado devagar, junho foi o melhor mês da nossa história, superando qualquer expectativa. Batemos todas as metas e vamos continuar crescendo”, afirmou à reportagem do Jornal PANROTAS o CEO José Eduardo Mendes. E se a ideia é continuar crescendo em vendas, o HU deu mais um passo para cumprir o objetivo. No último dia 6, a empresa assinou um acordo com a Priceline, maior grupo de viagens on-line do mundo, com faturamento de US$ 50 bilhões em 2014. Segundo a parceria, a gigante internacional que detém as empresas Booking.com, Kayak, Rentalcars.com, entre outras, investirá US$ 60 milhões na OTA brasileira. Como parte do acordo, o HU passa a ter acesso ao inventário de ho-
téis da Booking.com para Estados Unidos, Canadá e outras partes do mundo com exceção de Brasil e América Latina. Na prática, o inventário de hotéis do HU saltará dos atuais 165 mil para 640 mil propriedades no mundo. Segundo Mendes, o acordo não mudará em nada o trabalho que vem sendo feito no Hotel Urbano. Dessa forma, a agência continuará contratando diretamente e fazendo a gestão ativa dos hotéis no Brasil e, em um futuro breve, em hotéis de toda América Latina hoje, os hotéis da região são contratados com auxílio de brokers internacionais. “Nas vendas de pacotes internacionais (excluindo América Latina), com aéreo, teremos como prioridade operacionalizar nossos pacotes com hotéis do Booking.com. Isso é excelente, pois eles possuem grandes negociações”, afirmou Eduardo. Para o presidente e CEO do Grupo Priceline, Daren Huston, o Brasil é um mercado em rápido crescimento e essa parceria ajudará os viajantes conhecerem melhor os produtos da empresa.“Estamos entusiasmados em fechar essa parceria com o Hotel Urbano, bem como em poder ajudá-los a globalizar sua oferta e permitir que seus viajantes experimentem o melhor que nós dois temos a oferecer”.
EM CONJUNTO
Antes concorrentes e agora parceiros, Hotel Urbano e Booking.com passam a trabalhar em conjunto na venda de diárias hoteleiras. Na comercialização de pacotes, modalidade que o Hotel Urbano já vem fazendo há algum tempo, nada muda. Para Eduardo, a presença de um broker hoteleiro gigante, como o Booking, dará mais força ao HU nas negociações. “Esta é uma parceria que, para nós, só trará benefícios”, garantiu. O “namoro”, segundo ele, teve início em 2012, e desde então uma série de conversas foram realizadas, incluindo visitas dos diretores da Priceline à sede do HU no Rio e uma visita dos diretores do HU às sedes da Priceline, nos Estados Unidos, e do Booking, na Holanda. No entanto, há dois meses que o “relacionamento” se tornou mais sério e, nas palavras do próprio Eduardo, virou casamento. Ainda que o contrato tenha sido assinado em julho, não há uma data para a inclusão do inventário de hotéis do Booking no sistema do HU. Ainda neste mês terão inicio as reuniões entre os representantes de TI das empresas para que o sistema de uma possa ser inserido no da outra. A previsão é que ainda este ano o HU já possa utilizar-se da parceria.
EXPANSÃO
O fato de não incluir a América Latina no inventário que será usado pelo Hotel Urbano tem uma explicação: a empresa prepara sua expansão para países próximos do Brasil. O CEO José Eduardo Mendes afirmou que a OTA pensa em estar presente fisicamente em países estratégicos da América Latina e, que segundo uma previsão feita em 2014, esta expansão deveria acontecer em 2015, mas teve que ser adiada. Ele, no entanto, não explicou o motivo nem adiantou quando haverá uma filial do Hotel Urbano em outros países.p
bancodedados
HU EM NÚMEROS: Diárias vendidas ll 2011 – 500 mil (1 diária por minuto) ll 2012 - 1,6 milhão (3 diárias por minuto) ll 2013 - 2,8 milhões (5 diárias por minuto) ll 2014 - 3,9 milhões (7 diárias por minuto) Viajantes cadastrados ll 2011 – 2 milhões ll 2012 – 8 milhões ll 2013 – 14 milhões ll 2014 – 18 milhões Fonte: Hotel Urbano
p
07 Aviação
Dois anos
A Ethiopian airlines comemora este mês dois anos de operações no Brasil. Uma das principais conquistas no período, na avaliação da empresa, foi a eliminação das duas paradas que fazia entre Adis Abeba e São Paulo, tornando diretos os três voos semanais entre os destinos. Os planos agora são de acrescentar uma frequência em dezembro e, caso essa seja bem sucedida, aumentar para cinco voos semanais no meio de 2016. “Trabalhamos muito para tirar as paradas em Lomé (Togo) e Rio de Janeiro da rota entre nosso principal hub, em Adis Abeba (Etiópia), e São Paulo. Por isso, o consideramos uma grande conquista”, afirma Marcelo Kaiser, gerente geral da Aviareps, representante da companhia, também comemorando a superação de um segundo semestre difícil em 2014. “A alta do dólar e a instabilidade em Israel, um dos nossos principais destinos no mercado brasileiro, enfraqueceram as vendas, mas tivemos um bom primeiro semestre este ano, com quase o dobro de crescimento em relação ao primeiro semestre do ano passado”, completa. Outra conquista celebrada pela companhia foi o início das operações no Japão, que já chegou ocupando a lista de principais destinos junto ao mercado brasileiro. “Temos a maior colônia de japoneses fora do país asiático, então essa nova possibilidade caiu muito bem ao mercado brasileiro”, justifica Kaiser. Ao lado do Japão estão China, Tel Aviv, Tailândia, Cairo e outros destinos africanos. p
Marcelo Kaiser, da Aviareps, representante da Ethiopian no Brasil, com Seble Azene e Girum Abebe, novo country manager da companhia etíope
15 a 21 de julho de 2015 JORNAL PANROTAS
08 Eventos
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> Rodrigo Vieira
Vai ter legado? Essa semana marca o primeiro ano após a final da Copa do Mundo no Brasil. Foram 365 dias das impressões definitivas deixadas pelo tão aclamado torneio. Alguns falam em expectativas superadas, mas citam como principais argumentos positivos a hospitalidade do brasileiro e o alto nível do futebol dentro do campo. Por outro lado, alguns falam em infraestrutura falha e apontam outros fatores para dizer que o Mundial da Fifa não foi tão positivo assim ao País. Autoridades do setor de Mice ainda apontam um desperdício do Brasil na captação e realização de eventos internacionais em um momento que o mundo inteiro tinha os olhos voltados ao anfitrião. E os Jogos Olímpicos de 2016? Faltam pouco mais de 400 dias para o início de um dos maiores eventos esportivos do mundo. Para a secretária de Desenvolvimento e Turismo de Alagoas e ex-presidente da Embratur, Jeanine Pires, o Brasil continua sem ter uma visão de médio ou longo prazo para o setor de eventos e talvez não esteja aproveitando as pontuais melhorias de estrutura ocorridas por conta da Copa. “Mais do que isso, o que estamos fazendo para aproveitar a realização da Olimpíada do Rio?”, questiona. Para ela, agora é um pouco tarde para traçar grandes eventos paralelos à Rio 2016. “Eventos internacionais de grande influência são captados com anos de antecedência, ou seja, essa estratégia já era para ter sido traçada”, afirma. “Meu questionamento é para o período pós-Olimpíada. Em termos esportivos a mensagem pode até ser passada, mas e a respeito do turismo corporativo e dos eventos? O que pode ser feito para aproveitar as arenas e outros espaços olímpicos? O Brasil já atingiu seu máximo no ranking da Icca. E agora, para onde vai o setor de eventos de nosso País?” Uma das sugestões da dirigente é se espelhar no exemplos de Londres, última anfitriã do evento, e Canadá, que sediou os últimos Jogos Olímpicos de Inverno. “Após Londres 2012, o destino criou uma parceria público-privada para quantificar o setor, captar mais eventos esportivos a fim de usufruir das arenas esportivas. E aqui, o que está
Paulo Renato Fonseca Jr., da Eventpool: “Destinos precisam aproveitar Rio 2016 para focar no lazer”
sendo feito? Fazer propaganda da Olimpíada é um erro, pois é um evento que se vende sozinho”, avalia a secretária, também blogueira do Portal Panrotas, onde iniciou esse debate. “O ideal é abrir um diálogo com as entidades esportivas para atrair campeonatos e eventos de outras categorias para as quais a infraestrutura criada seja útil. Temos uma máquina nas mãos e precisamos botá-la para funcionar.”
PARA O LAZER
O presidente da Associação de Agências de Turismo Operadoras de Eventos (Eventpool), Paulo Renato Fonseca Jr., também diz que já passou o tempo da captação de eventos internacionais corporativos paralelos aos Jogos Olímpicos. Entretanto, ele aponta que o País pode realizar grandes eventos para o turista de lazer, o que além de divulgar os destinos nacionais pode trazer consequências positivas para o corporativo no futuro. “Realmente os eventos internacionais requerem maior antecedência, mas em termos de lazer e entretenimento há tempo hábil. Os patrocinadores oficiais da Copa e seus concorrentes fizeram várias festas bem sucedidas
Ana Cláudia Bitencourt, presidente da Abeoc: “Se Mice brasileiro fosse tão ruim, não receberíamos Copa nem Jogos Olímpicos”
durante o Mundial da Fifa e na Rio 2016 pode ser o mesmo. Outro ponto a ser explorado são as festas típicas de cada Estado, mesmo que fora de época. Sorte de quem souber aproveitar as oportunidades do calendário”, avalia. “A delegação da Inglaterra, por exemplo, ficará em Minas Gerais durante os jogos. Esse tipo de coisa pode causar identificação entre os destinos, o que tem tudo para deixar uma boa imagem do Brasil lá fora. Resta aproveitar esse legado e pensar na captação de eventos futuros”, completa. Fonseca Jr. também aconselha a Embratur a criar parcerias público-privadas e a dialogar com os últimos anfitriões dos Jogos Olímpicos. Para ele, o debate entre todos os players do Mice brasileiro melhorou nos últimos anos, principalmente a partir da criação de bancos de dados da Abeoc e fóruns de eventos. “Porém, ainda precisamos melhorar, planejar, fazer o setor de eventos desenvolver o próprio setor de eventos”, afirma. “Não podemos contar apenas com a hospitalidade do brasileiro para que mais empresas e congressos se interessem em usar o Brasil como anfitrião para eventos.”
INJUSTIÇA
Na opinião da presidente da Abeoc, Ana Cláudia Bitencourt, muitas das críticas feitas ao Mice brasileiro são injustas. De acordo com ela, só o fato de o País ter recebido dois eventos do porte de Copa do Mundo e Olimpíada já mostra muito da capacidade do setor. “São campeonatos organizados por duas entidades que exigem muito do anfitrião. Se nosso Mice não fosse bom o suficiente, essas entidades não teriam sequer anunciado a realização de Copa e Jogos Olímpicos”, afirma, comemorando a posição máxima que o Brasil pode atingir no ranking do Icca. “Estamos na nona colocação. Somos elogiados por grandes congressos que estão fazendo sua estreia no Brasil e alinhando retorno deles. O País está próximo de sua maturidade no Mice.” No que diz respeito à captação de eventos internacionais, Ana Cláudia também vê o atual momento com bons olhos. Para ela, a Rio 2016 é muito mais importante ao País em questão de imagem lá fora do que a própria realização de eventos paralelos. “Os Jogos Olímpicos têm tudo para aprimorar a imagem do Brasil e, com isso, fazer uma publicidade enorme para
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a captação de eventos e recursos. Isso sem contar que o câmbio está desfavorável para o brasileiro lá fora, mas muito favorável ao estrangeiro que pensa no Brasil”, defende. “Nossos hotéis estarão cheios, os principais destinos do Brasil movimentados. Não tem como ser ruim para o turismo brasileiro.” Ana Cláudia ainda aponta o melhor caminho, na visão da Abeoc, para que o Brasil aproveite o máximo do legado dos Jogos Olímpicos. “O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, esteve em reunião conosco e falou muito em parceria público-privada e acho que esse é o caminho”, acredita. “A captação de eventos internacionais favorece diversos players da indústria, mas parece que cada um só pensa no seu. É preciso haver união de hotéis, empresas de eventos, corporações multinacionais, centros de eventos e das associações para que o esforço seja conjunto.”
FOCO NO ESPORTE Uma das melhores maneiras de aproveitar a realização da Rio 2016 é ir além do futebol, vôlei e tênis e utilizar outros esportes olímpicos como ativações de marca, treinamentos e eventos corporativos, na opinião do presidente da Alagev, Eduardo Murad. Para o dirigente, ampliar a cultura de esporte ligado a Mice seria a melhor alternativa para desfrutar da realização de um evento de tão grande porte. “Esse fator é pouco explorado e muito associado aos esportes com os quais o brasileiro mais está habituado”, explica. “Fazem muito pouco uso dos equipamentos e estruturas disponíveis como as arenas pósCopa, entre outros. O rugby, por exemplo, é um esporte onde se pode exercitar o team working, tal como basquete, esportes náuticos e tantas outras opções. Em dias onde os clientes exigem versatilidade, inovação e criatividade, são muitos os legados que podem ser aproveitados.” Porém, o tom de Murad é pessimista quando toma a Copa como exemplo. “Vejo nos Jogos Olímpicos muito pouco legado para Mice se pensar em como foi ano passado, e infelizmente não vislumbro muitas atividades pós-evento”, avalia. “No Brasil, não vejo nem debates para o setor em um prazo curto, como cinco anos, quanto menos em longo prazo.”p
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Eduardo Murad, presidente da Alagev: “há muito pouco uso das estruturas disponíveis como as arenas pós-Copa no Mice”
Jeanine Pires, secretária de Turismo de Alagoas e ex-presidente da Embratur: “o que estamos fazendo para aproveitar Rio 2016?”
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> Alex Souza
Fazendo contas
O ano de 2014 terminou atribulado, de ressaca pela desgastante disputa política e, no caso do turismo, também pelos efeitos não tão positivos da Copa do Mundo para grande parte do mercado. Os prognósticos para 2015 beiraram o apocalipse, diante principalmente do aprofundamento das crises política e econômica, nunca antes vividas, aliás, pelos jovens da geração Y e pelos millennials, muitos deles em posição de destaque em empresas Brasil afora. O primeiro semestre veio e confirmou uma série de previsões negativas, com manchetes alertando para demissões, quebras, aumentos nos custos fixos... Mas, por outro lado, houve quem tenha conseguido tirar proveito do contexto para crescer. A agência de viagens corporativas Líder Corp, de São Paulo, tinha nove funcionários em 2013 e fechou os seis primeiros meses de 2015 com 18. O crescimento mensal esse ano, até maio, foi de 10%, resultado que a TMC credita ao movimento das empresas em buscarem novos negócios diante do cenário de crise. “Quando o contexto está ruim, as corporações têm
de correr atrás, fazer um pós-venda bem feito. Acabei de sair de um cliente que demitiu 200 funcionários, mas que aumentou o volume de viagens”, afirma Marcos Destro, diretor da agência. A receita para continuar crescendo mesmo em anos difíceis, como 2014 e 2015, segundo o executivo, foi “blindar” os atuais clientes e ir à rua na busca de novos. Na operadora Raidho, focada em destinos exóticos, janeiro e fevereiro foram de crescimento. Já março, nas palavras do diretor Roberto Nedelciu, foi “terrível”, com queda de quase 50% nas vendas. Em abril e maio a empresa começou a se recuperar e junho foi melhor do que o do ano passado. A somatória do semestre está sendo finalizada, mas a operadora imagina fechar com crescimento entre 1% e 2%. “Para quem esperava um ano pior, eu não posso me queixar”, destaca Nedelciu. Na avaliação do diretor da Raidho, alguns ajustes fizeram-se necessários para que a empresa não fosse tão impactada pela crise: ele e a equipe trataram de se debruçar sobre a planilha de custos para saber analisar as despesas e de que maneira elas poderiam
ser otimizadas. Uma das ações foi a troca da sede, que saiu da avenida 9 de Julho, na capital paulista, e foi para o bairro de Moema. “Estamos em um lugar melhor, maior e mais barato”, comemora o empresário.
EQUILÍBRIO
Especializada na consolidação de locadoras, com forte atuação no internacional, a Mobility fechou o budget no final de 2014 esperando um 2015 difícil. A empresa não abriu novas vagas para consultores a fim de investir na estruturação do departamento comercial, inclusive com a contratação de um novo supervisor. De acordo com o diretor Oskar Kedor, o primeiro quadrimestre foi complicado e abaixo da expectativa. A retomada teve início em maio, sendo que junho foi o primeiro mês do ano acima das perspectivas iniciais. “Ou seja, estamos um pouco acima do projetado, o que é ótimo considerando o clima econômico”, analisa Kedor, destacando como itens favoráveis à retomada a ativação de agências em outros Estados brasileiros, além de São Paulo, “nos estimulando a investir cada vez mais neles”, e o crescimento
no rendimento de uma das empresas representadas, a Savoya, marca de transporte executivo de alto padrão.
À RUA
Gerente comercial dos hotéis Armação e Kembali, em Porto de Galinhas (PE), Valéria Gordilho crê que a solução para enfrentar o 2015 que se desenhava difícil no final de 2014 foi simples: “sair para a rua” a fim de incentivar as vendas junto aos principais mercados. Segundo ela, o primeiro semestre não foi ruim pelo fato de o destino ter sido beneficiado pela baixa nos preços das passagens aéreas. Por outro lado, ainda na hotelaria, a grife de hotéis de luxo The Leading Hotels of The World experimentou resultados bem atípicos nos seis primeiros meses do ano no Brasil. No primeiro trimestre, o decréscimo nas vendas foi de 12%, índice “assustador” na visão do CEO do grupo no País, João Annibale. Os números do segundo trimestre são melhores mas ainda estão sendo fechados — a Leading acredita que o semestre deva fechar com queda de 5% de receita. “Eu nunca tinha sentido na Leading uma queda de re-
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venue”, sublinha Annibale, explicando que os clientes não deixaram de viajar — visto que o número de pernoites está bem parecido com o de igual período do ano passado — mas trocaram a categoria dos quartos.
ENQUANTO ISSO,
N A CVC . . .
AS VENDAS DA CVC NO PRIMEIRO SEMESTRE FECHARAM EM R$ 2,51 BILHÕES, AUMENTO DE 12,1% SOBRE O MESMO PERÍODO DO ANO PASSADO. A operadora
2º SEMESTRE
De uma maneira geral, as perspectivas para o segundo semestre são mais animadoras do que as geradas para o primeiro no ano passado. Até porque, historicamente, a segunda parte do ano costuma ser mais positiva para o turismo do que a primeira. Para a operadora Raidho, conta a favor o início da temporada de Ásia, com o final das monções em agosto. Um destino que vem apresentando boa demanda desde o início do ano e que continua prometendo é a Tailândia, pelo fato de a moeda local também ter se desvalorizado bastante na relação com o dólar. “Os preços ficaram estáveis ou até mais baixos”, comenta o diretor Roberto Nedelciu. Em outra operadora, a Flot, as expectativas também são boas, com a aposta em produtos mais específicos do que os usuais. “O cliente que já viajou à Europa quer explorar mais a fundo as regiões. Um exemplo são os roteiros para o norte da França, muito interessantes”, comenta o diretor Tiago Barbosa. “Temos também uma oferta especial para o Salar Uyuni, na Bolívia, destino autêntico com paisagens deslumbrantes. Apostamos ainda na retomada do movimento para a África pós ebola.” Na TMC Líder Corp, o foco para o segundo semestre são os eventos, atualmente com 40% no share de faturamento — e em crescimento, revela o diretor Marcos Destro. “É um setor que cresceu bastante, pois as empresas estão gastando menos em mídia e mais no cara a cara com o cliente final”. Para os hotéis do Grupo Armação, de Porto de Galinhas, as expectativas para o segundo semestre ainda são incertas. Em outros anos, o meses de junho e julho já apresentavam boa procura para setembro e outubro, o que não vem ocorrendo em 2015. A diretora Valéria Gordilho lembra, porém, que o brasileiro voltou a comprar de última hora. “Por conta disso fica difícil prever. A solução é ir à rua, aprimorar relacionamento, estar na boca do povo. Temos de matar um leão por dia!”p
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Luiz Eduardo Falco, presidente da CVC
transportou 17% a mais de passageiros e teve o tíquete médio 3% menor que nos seis primeiros meses de 2014. No primeiro trimestre, a queda na tarifa média havia sido de 7%, o que mostra uma diminuição das promoções. Outra mudança significativa foi no comportamento do consumidor. “O brasileiro não deixa de tirar férias, como deixaria de comprar um carro na crise. Mas muda o sonho pelo que é possível pagar”, explicou o presidente da CVC, Luiz Eduardo Falco, em entrevista ao
Jornal PANROTAS. E como a indústria de viagens tem muitas opções para essas substituições, o número de viagens acaba se mantendo. Em uma projeção para o terceiro trimestre, por exemplo, a CVC registrou, até 1º de julho, crescimento de mais de 17%, o que deixaria o acumulado de janeiro a setembro com crescimento de 15%
OUTRAS
Na Visual Turismo, de Afonso Louro, houve crescimento de mais de 22% nas vendas em junho. E a RCA, de Rodolpho Gerstner, acusou alta de 12% no semestre. (Artur Andrade). p
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Receptivo
Ainda NO ANO PASSADO, MAIS DE 6,4 MILHÕES DE TURISTAS INTERNACIONAIS VISITARAM O BRASIL, RECORDE HISTÓRICO, EMBORA AINDA ínfimo, no cenário mundial e crescimento de 10% em relação a 2013. A Argentina lidera o ranking de principais emissores, com 1,7 milhão de turistas, seguida pelos Estados Unidos (656,8 mil) e pelo Chile (336,9 mil), que ultrapassou o Paraguai e assumiu a terceira colocação. O Estado que mais recebe turistas continua sendo São Paulo, com mais de 2,2 milhões de visitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (1,5 milhão), que registrou o maior aumento absoluto na entrada de estrangeiros, com 389,3 mil pessoas a mais do que em 2013, o que representa um incremento de 32,2% para o período. Já o Rio Grande do Sul passou da quarta para terceira colocação no ranking de entradas, ultrapassando o Paraná, recebendo um total de 907,6 mil turistas internacionais. Um dos eventos responsáveis pelo significativo aumento de visitante no País foi a Copa do Mundo, já que no
ínfimo
O Rio de Janeiro é o segundo Estado brasileiro que mais recebe turistas internacionais
mês de junho do ano passado, quando os jogos tiveram início, a chegada de turistas internacionais triplicou, saltando de 350 mil em 2013 para mais de um milhão em 2014. “Os números mostram que a Copa do
P R IN CIPA I S EMIS S O R E S (EM Nº DE TURISTAS/2014)
1 – Argentina - 1.743.930 2 – Estados Unidos - 656.801 3 – Chile - 336.950 4 – Paraguai - 293.841 5 – França - 282.375 6 – Alemanha - 265.498 7 – Itália - 228.734 8 – Uruguai - 223.508 9 – Inglaterra - 217.003 10 – Portugal - 170.066 11 – Espanha - 166.759 12 – Colômbia - 158.886 13 – Peru - 117.230 14 – México - 109.637 15 – Venezuela - 108.170
Mundo foi um grande negócio para o turismo. Agora, o desafio é garantir condições para o setor crescer de forma continuada”, afirmou o ministro do Turismo, Henrique Alves. De acordo com o estudo do Ministério
E S TA D O S Q U E M A I S R EC EB E R A M E ST R A N GEIR O S 1 – São Paulo - 2,2 milhões 2 – Rio de Janeiro - 1,6 milhão 3 – Rio Grande do Sul - 907,7 mil 4 – Paraná - 837 mil 5 – Santa Catarina - 157 mil 6 – Bahia - 145,7 mil
do Turismo, 70,6% dos turistas internacionais usaram o avião como meio de transporte para chegar ao Brasil. Quatro em cada dez (27,3%) vieram pelas estradas. O restante usou a via marítima ou fluvial para se deslocar.p
T U R I S TA S E ST R A N GEIR O S N O B R A SIL 2006 – 5 milhões por ano 2007 – 5 milhões 2008 – 5 milhões 2009 – 4,8 milhões
7 – Distrito Federal - 100 mil
2010 – 5,2 milhões
8 – Ceará - 85 mil
2011 – 5,4 milhões
9 – Pernambuco - 78 mil 10 – Mato Grosso do Sul - 62 mil
2012 – 5,7 milhões
11 – Amazonas - 50 mil
2013 – 5,8 milhões
12 – Minas Gerais - 51 mil 13 – Rio Grande do Norte - 38 mil
2014 – 6,4 milhões
Fonte: Embratur
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Mercado
“Quebrando” a distribuição “Isso não é uma tática negocial”, garantiu a vice-presidente de Vendas e Serviços na Europa da Lufthansa, Heike Birlenbach, sobre o anúncio de introdução da Distribution Cost Charge (DCC), que gerou grande repercussão no mercado há algumas semanas. A executiva, aliás, foi além: assumiu que a introdução da taxa de emissão em GDS pelo grupo a partir de 1º de setembro é para “quebrar” o atual modelo da distribuição controlado por três sistemas. “Há muitas companhias aéreas e milhares de pontos de vendas, mas apenas três GDS que basicamente controlam tudo”, declarou ela. Heike fez questão também de salientar que a decisão da Lufthansa não é no sentido de “assumir as tarefas das agências”, às quais garantiu que o grupo quer até reforçar a cooperação. “A nossa parceria com vocês [agentes] é importante e queremos mantê-la. Gostaríamos de colaborar mais”, acrescentou, embora também tenha admitido que a solução que o grupo adotou trará mais trabalho para a companhia, além do fato dessa alternativa (reservas nos websites das aéreas do conglomerado) não trazer os mesmos resultados de um GDS. Para a Travel Weekly, a representante do conglomerado garantiu que o Grupo Lufthansa está determinado a seguir com a estratégia, mesmo sabendo que outras companhias aéreas não o seguirão neste momento, por conta dos contratos que possuem com os GDS. O grupo avançou para a criação da taxa por razões econômicas, segundo ela, e porque defende que é preciso romper com o atual modelo da distribuição. Heike Birlenbach também desafiou as agências de viagens a “repensarem o seu modelo de negócio, no que diz respeito ao retorno financeiro dos GDS”.p
14 Operadoras
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> Renê Castro
Sangue
novo
Ao deixar o cargo de diretor de Vendas Diretas da Tam Linhas Aéreas, Marcelo Dezem não imaginava que assumir a Tam Viagens significaria atuar em uma área altamente complexa. Os sete anos de companhia aérea, com passagens por setores como frota e desenvolvimento de malha aérea, de certa forma foram a base que o executivo precisava para entender que formular um pacote de viagens é tão ou mais complicado que sugerir uma nova rota. “É a minha primeira função junto ao trade, mas posso afirmar que meu histórico profissional foi construído em serviços, então tenho comigo todos os conceitos para exercer o cargo. Eu já conhecia a Tam Viagens e, inclusive, negociava com o Sylvio Ferraz algumas ações. Não estou em terreno desconhecido”, afirmou ele, em entrevista exclusiva ao Jornal PANROTAS. Com ar sereno e fala sincera, Dezem reconhece que ainda não atingiu o auge como gestor de uma operadora, mas alguns projetos o colocarão em prova. E eles não devem demorar para acontecer. “Em 2016 teremos a entrega da operação referente aos Jogos Olímpicos e possivelmente uma nova marca, fruto da sinergia com a Lantours. Este ano, portanto, estamos dedicados ao ajuste da nossa máquina de vendas.” A fusão a que o dirigente se refere deve resultar no nascimento de uma mega operadora na América do Sul. A explicação é simples: após a junção das aéreas Lan e Tam – e a criação do Grupo Latam -, ficou estabelecido que todas as marcas e submarcas das empresas terão identidade única. Ou seja, o mercado conhecerá em breve não só uma nova companhia aérea, como também uma série de outras empresas que hoje formam o Grupo Latam. “Nós vamos trabalhar em conjunto. Aliás, faz todo sentido que isso ocorra, até para que tenhamos maior poder de negociação com fornecedores”, citou ele. “No caso da Lantours,
Marcelo Dezem, da Tam Viagens
já estamos no mesmo sistema, então não será muito complicado juntar forças e trabalhar adaptando produtos e ampliando nosso portfólio.” A Lantours possui 91 lojas na América do Sul, sendo 38 no Chile, 13 na Colômbia, 18 na Argentina e 22 no Peru. O ajuste de estratégias também deve ocorrer entre Tam Linhas Aéreas e Tam Viagens. Para Marcelo Dezem, as duas empresas têm necessidades diferentes, mas, em boa parte dos casos, elas podem se conectar e representar ganho para o conglomerado. “Conhecer a fundo a malha aérea é um diferencial que tenho e que ajudará neste processo. Pensar em conjunto fará a diferença para os dois negócios”, considera.
Jogos Olímpicos No caso do Rio 2016, vale ressaltar que a Tam Viagens é vendedora exclusiva do produto em mercado nacional. Com 1% dos 7,5 milhões de ingressos disponibilizados pela or-
ganização do evento, a operadora se prepara para um salto natural, mas não se ilude com a conquista certa. Pelo contrário: trabalhará os Jogos Olímpicos de maneira isolada e dedicada, sem considerar os resultados obtidos para comparações futuras. “O fato é que precisaremos de mais ‘meia’ empresa para garantir a operação. Para isso, nos associamos à IMM (empresa do setor de esporte e entretenimento que atuará como agente exclusivo de vendas) e estamos contratando profissionais para trabalhar part time e full time. Ao todo serão cerca de 100 pessoas dedicadas a esse projeto. As franquias também entram nesse cálculo como força extra de vendas para o público final”, explicou Marcelo Dezem. Na prática, a operadora colocou no ar o hotsite www.tamviagens.com.br/ rio2016 para que pessoas jurídicas possam fazer registro de interesse nos pacotes básicos de hospitalidade e viagem. Em 3 de agosto inicia-se o processo de retorno às solicitações e montagem de pacotes e, a partir de
agosto, começa o processo de comercialização para pessoas físicas. “O corporativo terá um grau de personalização maior. Já o consumidor final terá de escolher uma opção entre as que vamos sugerir, sempre pensando em um pacote completo. De qualquer forma, teremos um catálogo variado, capaz de atender diversos estilos de clientes. Após a realização dos jogos, retomamos nossa operação normal, com a provável saída dessa equipe extra.”
Franquias
Em meio a uma série de projetos, Dezem também tem olhos atentos para a rede de franqueados, maior canal de vendas da empresa, com cerca de 80% de representatividade. Hoje são 168 franquias e duas lojas próprias, mas a ideia, claro, é que esse número cresça. “Uma das ações prioritárias é ajustar os produtos que vendemos ao redor do País. Todas as origens precisam contar com pacotes totalmente adaptáveis à realidade de cada Estado. Não é novidade que o Sudeste é o
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maior mercado, mas não podemos trabalhar com o deslocamento obrigatório para São Paulo e Rio, por exemplo. Hoje temos à disposição uma malha aérea consolidada, que nos dá muitas possibilidades de criação”, explicou ele, acreditando que essa adequação será um dos fatores que determinarão o crescimento da marca no Brasil. “Estamos debruçados sobre este tema este ano. Para 2016 podemos pensar em ganho de escala, mas é preciso resolver essa questão antes. A ideia de ter mais algumas lojas próprias também faz sentido e elas devem servir como laboratório para algumas estratégias. Unidades em shoppings também estão no radar”, cravou. Outro tema que deve gerar impactos para a Tam Viagens é a definição do hub da Tam no Nordeste. Quando a companhia tiver uma resposta, é natural que a operadora pense em se desenvolver na região.
Web
Com passagem marcante pela extinta America Online (Aol), Marcelo Dezem também tem afinidade com o ambiente web. Em um ano de depressão, porém, não se pode esperar grandes mudanças, mas, segundo ele, o ambiente virtual da Tam Viagens está passando por evoluções para chegar a um patamar de excelência no comércio eletrônico de viagens. “É um investimento natural. Trocamos de sistema recentemente e estamos evoluindo a cada dia. A nossa ferramenta de pesquisa também foi alterada e está mais abrangente e inteligente. Estamos agora melhorando o nosso CRM, que nos possibilitará ter melhor gestão de relacionamento com o nosso cliente. A ideia é exibir ao internauta o que ele quer comprar, e para isso precisamos ter um sistema robusto. Posso te dizer que já temos o chassi e o motor desse carro. Faltam agora detalhes finais para embelezá-lo antes de colocar para acelerar”, finalizou o diretor.
DISNEY
Em um ano de resultados imprevisíveis na economia brasileira e na indústria de viagens, uma das ações que prometem movimentar as vendas da Tam Viagens é uma promoção que oferece passagem aérea gratuita para crianças de até 11 anos em pacotes com dois adultos pagantes para a Walt Disney World, em Orlando. A ação é válida apenas para julho, mas com possibilidade de embarque até 31
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de outubro. Entre as condições está a necessidade de se hospedar em hotéis e resorts do complexo Disney por no mínimo sete noites. A promoção não é válida para passagens em classe executiva. A Tam Viagens é uma das operadoras selecionadas da Disney no Brasil, com acesso direto ao inventário de hotéis, ingressos e cruzeiros. Outras condições e mais informações no www.tamviagens.com.br.p
Pacotes com aéreo gratuito para crianças é uma das apostas da Tam Viagens para julho
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Destinos
Na nossa mente
Nathan e Sandra Deal com os participantes de um painel sobre o turismo na Geórgia
O Brasil envia cerca de 80 mil visitantes anualmente ao Estado norte-americano da Geórgia, o que coloca o País como o terceiro maior mercado emissor no mundo
ao destino. Atlanta, principal cidade do Estado, é sede da Delta Air Lines e maior hub da companhia, com voos diretos para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Para estimular os negócios entre o Brasil
e a Geórgia e apresentar oportunidades em diversas áreas, incluindo o turismo, o governador Nathan Deal passou uma semana no País, liderando uma numerosa delegação.
“O brasileiro é um turista precioso para nós, pois gasta mais dinheiro e fica mais tempo do que a média dos visitantes internacionais. Por isso queremos reforçar nossas relações com o País, para encorajar os turistas daqui a curtirem ainda mais a Geórgia”, afirmou Deal, em evento na capital paulista, oferecido pela Delta Air Lines. “Somos reconhecidos pelo ambiente favorável aos negócios, economia diversificada, mas também por ter uma atração turística dinâmica e qualidade de vida.”
AEROPORTO LÍDER Com meta de bater a marca 100 milhões de passageiros por ano em novembro de 2016, o Aeroporto Internacional de Atlanta é o mais movimentado do mundo em trânsito de pessoas. Hoje, os cerca de 260 mil passageiros diários do aeroporto resultam em 96 milhões anuais. A diretora internacional de Desenvolvimento Econômico da Geórgia, Tracy Vaughan, ressaltou a importância do terminal para o Estado e também apontou o quanto o segmento turístico é essencial para a economia. “Mais de 59 milhões de turistas pernoitam na Geórgia anualmente, dos quais 2,2 milhões são estrangeiros e um milhão de outros continentes, e o Brasil envia 80 mil desses visitantes, o que é muito expressivo”, avalia. “Esse é um mercado chave para nós, em termos de criação dos milhares de empregos e nos US$ 4 bilhões injetados em nossa economia.”p
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AT R A Ç Õ E S A Geórgia é o 13o Estado mais visitado por turistas estrangeiros nos Estados Unidos. Para os brasileiros,
as principais atividades estão em Atlanta: as compras em shoppings e outlets, o passeio na Montanha da Pedra, o museu World of CocaCola, o Georgia Aquarium, os esportes e as visitas aos estúdios da CNN. Uma nova área de compras foi aberta, a Buckehead Atlanta, com lojas de grife e de especialidades, que com certeza vão atrair muitos brasileiros. Mas a comitiva da Geórgia também faz questão de destacar o turismo em Savannah, na costa do Estado. “É um destino com museus encantadores de história, arte e cultura e capaz de agradar toda família, independentemente da estação do ano. Savannah é forte na pesca, em esportes aquáticos, no golfe e no turismo religioso. Os brasileiros também adorarão fazer umas comprinhas por lá”, brincou a primeiradama da Geórgia, Sandra Deal. Savannah está a poucas horas de carro de Orlando, na Flórida, e de Atlanta. Tracy Vaughan fez questão ainda de destacar atividades como rafting, visitas a vinícolas, ecoturismo, passeios em montanhas e roteiros que tornaram o Estado famoso nos cinemas e na TV, como E o Vento Levou, Walking Dead, Vampire Diaries e Forrest Gump. “Somos o terceiro maior pólo de cinema dos Estados Unidos”.
MICE
O setor de Mice também foi apresentado por Frank Poe, do Georgia World Congress Center, quarto maior centro de
convenções dos EUA. Ele também é responsável pelo centro de convenções de Savannah, o Georgia Dome (estádio que será substituído em 2017 por uma nova instalação — ambos já incluindo partidas de futebol) e pelo Centennial Olympic Park, um dos legados da Olimpíada de 1996. p A primeira dama Sandra Deal, o governador da Geórgia, Nathan Deal, e a representante de Turismo no Brasil, Lizandra Pajak
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> Cláudio Schapochnik – São Roque (SP)
Novo
momento Parte da nova equipe do Villa Rossa: o coordenador de Lazer, Claudio Woidella, o chef executivo Luiz Jacob, a supervisora de Hospedagem, Fernanda da Costa Moreira Santos, o gerente operacional, Ricardo Hernandez, e o maître Nilson Marinho
NOS ÚLTIMOS ANOS, O HOTEL VILLA ROSSA NATUREZA & GASTRONOMIA, EM SÃO PAULO (SP), VIU A CONCORRÊNCIA CRESCER – SOBRETUDO DE RESORTS SITUADOS EM ATIBAIA, CAMPINAS E MOGI DAS CRUZES, TAMBÉM NO INTERIOR DE SÃO PAULO. Ciente da situação, o proprietário investiu em uma nova equipe, que iniciou uma série de ações e estratégias para voltar à competição com mais força no mercado. “O Villa Rossa precisava se mostrar com mais ênfase ao mercado”, afirma o gerente operacional do hotel, Ricardo Hernandez, ele mesmo contratado no ano passado, profissional com passagens por redes como Eldorado, Transamérica e Blue Tree. “Cerca de 65% do movimento do estabelecimento é corporativo”, diz ele. “Temos um quadro dirigente novo há pouco tempo, com profissionais renomados em seus setores e com novas ideias, reforçamos a equipe comercial e agora mostramos nossa infraestrutura ao mercado de forma mais agressiva”, resume o gerente operacional. Na nova equipe, além de Hernandez, estão a gerente de Marketing e Vendas, Patrícia de Sá; o coordenador de Lazer, Claudio Woidella; o chef executivo Luiz Jacob, que estudou em Nova York e na Itália; a supervisora de Hospedagem, Fernanda da Costa Moreira Santos, que trabalhou sete anos nos navios da Princess Cruises; a gerente de Recursos Humanos, Vanessa Sanchez, que veio da rede de varejo de roupas e material esportivo Decathlon; e o maître Nilson Marinho, ex-Renaissance São Paulo Hotel.
CONCORRÊNCIA
“Hoje estamos mais flexíveis para negociações e mais competitivos junto ao mercado”, afirma a líder de Marketing do Villa Rossa, Juliana Motta Ramon, sobre o novo posicionamento do hotel na área de Eventos. No final de 2014, o hotel inaugurou o novo espaço Casa Vecchia, que
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A área de piscina coberta do hotel, que oferece muitas opções de lazer e esportes
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Vista da Casa Vecchia, inaugurada no final de 2014 e que comporta até 200 pessoas
comporta até 200 pessoas. “É um espaço envidraçado e com vista para o lago”, explica Juliana. Segundo ela, 90% dos eventos são feitos por empresas da cidade de São Paulo, sobretudo durante a semana. “Recebemos companhias das áreas de comunicação, farmacêutica, indústria e financeira, entre outras”, diz ela. Uma novidade na área de Eventos é o day use. “A empresa pode trazer seus colaboradores para utilizar nossa estrutura”, destaca a líder. “Temos heliponto e geradores.” Patrícia foca suas atenções em estreitar o relacionamento com as principais agências de viagens e de eventos, além de reestruturar a força de vendas. “O hotel conta com um calendário anual recheado de atividades culturais e de lazer, além de tarifas especiais para negociações antecipadas dos eventos”, exemplifica ela. Segundo o gerente operacional, o hotel possui atualmente três executivos de Contas na capital paulista. “Temos um que atende o interior do Estado, fato que antes não ocorria. E olha que Sorocaba, aqui perto, tem muitas novas empresas”, destaca Hernandez. “Já fizemos uma presstrip, faremos um famtur por mês com profissionais do corporativo e voltaremos às feiras: tudo isso para recuperar o tempo perdido”, finaliza o gerente operacional. Hernandez diz também que o hotel contratou uma empresa que avalia, de forma anônima, os serviços do hotel. “Já fizeram duas visitas, que nos trouxeram análises bem interessantes. Agora fará uma em um evento corporativo”, adianta ele. “Tudo isso para melhorar ainda mais nosso atendimento.” Com 23 anos recém-completados este mês, o Villa Rossa oferece 103 apartamentos, sendo 18 lofts, e heliponto, entre outras facilidades, em uma aréa de 350 mil m² de Mata Atlântica. Site: www.villarossa.com.br.p
--- O Jornal PANROTAS hospedou-se a convite do Hotel Villa Rossa Natureza & Gastronomia
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Aviação
Atenção aos detalhes
A Qatar Airways completou cinco anos de operações no Brasil e na Argentina e o vice-presidente para as Américas, Gunter Saurwein, esteve em São Paulo para um evento com clientes. O voo diário Buenos Aires-São Paulo-Doha é operado com um Boeing 777, com classes executiva e econômica, e segundo o VP, o sucesso da empresa está nos detalhes e no serviço, além de uma infraestrutura bilionária que inclui um dos melhores aeroportos do mundo. Aeroporto esse muito usado em conexões para a Ásia e o Oriente Médio. Em meio a polêmicas com as empresas aéreas americanas, a Qatar Airways afirma que continuará crescendo nas Américas e no mundo. Quem duvida? No Brasil a empresa é dirigida por Renato Hagopian e segundo Gunter Saurwein nada muda a curto prazo tanto em frequências como em equipamento. Há uma expectativa de operação em São Paulo com o A350, mas o executivo não confirmou, apesar de a ideia ter sido lançada pelo CEO do grupo no começo do ano. É esperar para ver quais as próximas surpresas da Qatar no Brasil e ao redor do globo.
JORNAL PANROTAS — Qual a importância das Américas, com destaque para os Estados Unidos e a América do Sul, para a Qatar Airways? GUNTER SAURWEIN — As Américas do Norte e do Sul são mercados cruciais para todas as companhias aéreas do Golfo e para a Qatar Airways não é diferente. Somente no ano passado, lançamos três novos portões de entrada nos Estados Unidos (Filadélfia, Miami e Dallas/ Fort Worth), assim como uma rota de carga para a Cidade do México. Vamos continuar expandindo nossa operação na região, com voos para Los Angeles, Boston e Atlanta. Em junho de 2016 teremos um total de 13 cidades atendidas nas Américas, além de dois voos diários de Nova York. Essas rotas oferecerão aos viajantes conectividade para mais de 140 destinos. A América Latina é também um mercado vibrante e verá crescimento por meio de nossa parceria com a Oneworld para conectar com mercados off-line a partir de nosso serviço diário para a Argentina e o Brasil. JP — Qual a previsão de novos voos para a América Latina e de utilização do A350 no Brasil? SAURWEIN — Até o momento, anunciamos a operação do A350
Renato Hagopian e Gunter Saurwein
nas Américas apenas para Boston, Filadélfia e Nova York. JP — Como os viajantes da América Latina têm utilizado o hub da Qatar na cidade de Doha? SAURWEIN — Destinos populares em nosso hub para os passageiros da América Latina incluem o Sudeste Asiático, China, Japão, Coreia do Sul e os países do Golfo Árabe. A Qatar Airways oferece conectividade com apenas uma parada no moderno e avançado Hamad International Airport, em Doha. O HIA foi desenhado com o viajante em mente e oferece inúmeras amenidades para que ele seja um destino em si. Entre elas, um spa completo, piscina, academia e um hotel. Há vários lounges incluindo a premiada sala vip Al Mourjan Business Class Lounge, para a classe executiva. Não é apenas um dos maiores lounges vips do mundo, é também um dos mais memoráveis, pois está mais próximo de um hotel cinco estrelas do que de uma sala vip convencional. Em seu ambiente único, em dois andares, conta com espelho d’água, sala de jogos, banheiros com chuveiros, múltiplas opções gastronômicas, áreas de repouso, berçário, business center e espaços para as famílias.
Para aqueles com pouco tempo em terra, a tecnologia e a eficiência do nosso aeroporto permitem conexões em menos de uma hora. JP — Com outras duas empresas do Golfo operando no Brasil, como a Qatar se diferencia? SAURWEIN — A Qatar Airways foi eleita há poucas semanas a Companhia Aérea do Ano na premiação da Skytrax. Votaram 18,9 milhões de passageiros em mais de 110 países, provando que a companhia mantém sua reputação de serviço cinco estrelas ao redor do mundo, tanto na classe econômica quanto na executiva. A Qatar Airways tem uma das frotas mais jovens da aviação mundial, com apenas três anos de idade média. Crescemos rapidamente nos últimos anos e continuaremos nessa direção. Temos uma configuração bastante espaçosa na econômica, com fileiras 3-3-3, o que dá conforto extra ao passageiro, e uma classe executiva muito premiada. Mas o que realmente diferencia a Qatar Airways é a atenção ao detalhe, a hospitalidade e o serviço. JP — Quais seus principais parceiros no Brasil? SAURWEIN — Gol e o Grupo Latam.p
21 Hotelaria
> Cláudio Schapochnik – Brasília (DF)
Nova Base em BSB A Base Hotéis não pretende ter apenas uma unidade no País. Braço hoteleiro da brasiliense Base Investimentos, a empresa vê possibilidades não apenas no Distrito federal, mas em outros Estados e mesmo no Exterior. O grupo é dono e opera o Base Concept Hotel (foto), ao lado do Aeroporto Internacional de Brasília. “Há interesse, sim, em construirmos e operarmos mais hotéis no Distrito Federal, no Brasil e até no Exterior”, diz o gerente geral do Base Concept Hotel e presidente do Brasília e Região Convention & Visitors Bureau, Henrique Severien. “Também temos interesse em administrar empreendimentos, mas não com ‘poolistas’ e sim com um único investidor ou com um número bem reduzido de investidores”, completa. Segundo ele, a Base Investimentos tem dois terrenos no Distrito Federal destinados a novos hotéis. “Mas os planos estão na ‘gaveta’: vamos aguardar o tempo e o conceito certos”, pondera ele. “Posso garantir que temos a tecnologia e a inovação no DNA do grupo.”
HOTEL DE AEROPORTO Hotel mais perto do Aeroporto Internacional de Brasília, o Base Concept Hotel recebe comissários das empresas Tam e Passaredo. “Em caso de overbooking, recebemos passageiros de todas as companhias”, enfatiza ele. “É um hotel de aeroporto, mas também nos especializamos no setor de Eventos, tanto que vamos ampliar a área até o final do ano”, finaliza Severien.p
--- O Jornal PANROTAS hospedou-se no Base Concept Hotel
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22 Hotelaria
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> Artur Luiz Andrade
Volta às
origens
CEO da Costa do Sauípe desde 2012, o executivo Guilherme Martini iniciou, no ano passado, a elaboração de um plano estratégico para o complexo, visando ao (re)posicionamento nos próximos dez anos. O plano começou a sair do papel com o lançamento do programa de férias compartilhadas (time-sharing), já com 200 sócios, e agora toma forma com novas contratações e metade retomar o DNA de seu lançamento, no ano 2000. “Desde o início a Costa do Sauípe foi um divisor de águas para a hotelaria nacional. Nos últimos anos, por diversas razões, passou a ser mais um produto na região. Queremos que o mercado volte a ver Sauípe como um destino, para isso estamos fazendo essas mudanças estruturais, investindo na qualidade e oferecendo mais opções aos hóspedes”, disse Martini ao Jornal PANROTAS. Entre as mudanças no organograma, alinhadas com o plano estratégico, estão as contratações de Gustavo Syllos, como chief marketing officer, e de Simony Andrade como diretora de RH. “Temos implantado diversas ferramentas de gestão da melhoria da qualidade para o que entregamos ao hóspede e da produtividade e rentabilidade do empreendimento. Agregar profissionais reconhecidos no mercado é fundamental nesse momento”, explica o CEO de Sauípe. Segundo ele, um headhunter ajudou no processo, “mas já conhecia o trabalho do Gustavo, inclusive pelo PANROTAS”. Um executivo da Previ, proprietária do complexo, também participou da seleção e Syllos foi contratado em julho
Sauípe hoje tem três produtos: Premium, Resorts e Pousadas
para assumir o cargo, que o próprio Martini ocupou de 2009, quando entrou na empresa, a 2011. “Em 2011 decidimos pela divisão da diretoria em duas, uma cuidando do suporte interno às vendas e outra dedicada aos canais. Foi uma experiência, mas agora estamos voltando com a função de CMO, cuidando do processo comercial completo: venda on e off-line, marketing, revenue management, pricing...”. Com a entrada de Syllos, o atual diretor de Vendas, JJ Garcia, deixa a empresa.
CANAIS
Voltada para as famílias com filhos e para o público de eventos, a Costa do Sauípe vai iniciar agora um trabalho de dinamização de canais de distribuição. Hoje 10% das vendas vêm das OTAs, outros 10% da venda direta no site (só hospedagem) e o restante das operadoras e dos organizadores de eventos. “Os operadores continuarão sendo um canal muito importante, mas precisamos olhar também para uma nova geração ou para quem quer fazer suas reservas de outra forma. Diria que vamos dina-
N o v o s e x ec u t i v o s Gustavo Syllos (foto) tem experiência de mais de duas décadas no turismo, já tendo passado por empresas como Sabre, Hertz, Transbrasil, Accor e Bematech, entre outras. Atuou
nos últimos anos como consultor em marketing, vendas e distribuição on-line por meio de sua empresa, a Forma e Conteúdo. Também assina o blog Relacionamento (blog.panrotas.com.br/relacionamento) no Portal PANROTAS. Assumiu em julho o cargo de CMO da Costa do Sauípe.
Simony Andrade, nova diretora de Recursos Humanos da Costa do Sauípe, veio do grupo Laureate, dono de instituições como a Anhembi Morumbi e a FMU, entre outras. Atuava em Pernambuco, onde o grupo controla a Faculdade Guararapes, e, segundo Guilherme Martini, já passou por empresas nas áreas de alimentação, bebidas e construção civil, o que lhe dá experiência com empreendimentos com grande quantidade de mão de obra e onde o atendimento é um diferencial.p
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mizar nossa política multicanal”, disse Gustavo Syllos, que ficará baseado no escritório de Sauípe em São Paulo e está estruturando sua equipe. “Queremos estar bem perto do mercado e do trade, olhar mais para o internacional e mostrar essa nova fase da Costa do Sauípe”. O complexo, que tem público majoritariamente nacional, já tem sentido uma presença mais relevante de turistas do Mercosul, e Martini atribui isso ao fortalecimento do dólar, que deixa os produtos brasileiros mais baratos para os estrangeiros. A área corporativa e de eventos, que responde por 25% a 30% do faturamento de Sauípe, ganhou impulso com a abertura, há dois anos, da Arena Sauípe. De lá para cá, o espaço, que pode abrigar 3,5 mil pessoas em auditório, recebeu mais de 20 grandes eventos e, segundo o CEO de Sauípe, tem servido como alternativa depois do fechamento do centro de convenções de Salvador. Segundo Guilherme Martini, 2015 tem sido desafiador para o turismo, mas a Costa do Sauípe não foi contaminada pela má fase da hotelaria de Salvador. “Nossa ocupação está dentro do que tivemos em 2014. Temos conseguido crescer em receita e diária média e não houve nenhum grande baque no primeiro semestre deste ano”.p
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3 P R O D U TO S DENTRO DO PLANO ESTRATÉGICO DE LONGO PRAZO DA COSTA DO SAUÍPE, A PREVISÃO É QUE NO PRAZO DE TRÊS A CINCO ANOS TODOS OS CINCO HOTÉIS PASSEM POR UM RETROFIT COMPLETO, ALÉM DE REFORMAS PONTUAIS. “Mas desde
2009, há investimentos nos equipamentos e estamos com uma estrutura que em nada deve a nossos concorrentes. Pelo contrário, nossa oferta de entretenimento é bem maior”, diz o CEO do complexo, Guilherme Martini. As maiores mudanças recentes se deram no hotel da categoria Premium. O serviço foi incrementado, do lazer à gastronomia, segundo Martini, e o sistema de pensão completa substituiu o all inclusive. “É o único hotel do complexo com concierge 24 horas e serviço especial do check-in ao check-out, visando atender ao perfil de hóspede mais exigente, que preza pela escolha”. Os outros quatro hotéis tiveram o serviço unificado e atendem à classifica-
Guilherme Martini, CEO de Sauípe
ção Sauípe Resorts, com serviço all inclusive. O público-alvo são as famílias que querem um controle maior dos gastos. Os quatro hotéis têm um mesmo padrão, o que facilita o fechamento de alas em épocas de menor demanda e uma maior rapidez e eficiência com a ocupação completa. O terceiro produto do complexo são as Sauípe Pousadas, com café da
manhã e jantar inclusos. Ficam na área da Vila Nova da Praia, onde há restaurantes, lojas e entretenimento. “Em qualquer um dos três produtos oferecemos a solução completa de férias, a baianidade que está em nosso DNA desde a abertura e todas as nossas opções de entretenimento e lazer”, finaliza Martini.p
24 A gê nc i as d e v i agen s
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> Henrique Santiago
Voo de 30 anos
Ver uma empresa começar do zero e acompanhar seu desenvolvimento ano após ano é, no mínimo, recompensador. Ainda mais quando ela completa 30 anos, atravessando uma série de momentos desafiadores, como o atual. É o caso da agência de viagens Wings Turismo, de Rio Claro (SP), liderada por William Périco, que celebra as três décadas de história neste mês. De Orlando, onde comemora a data, o executivo falou ao Jornal PANROTAS sobre vendas, crises e, claro, festa. “Somos uma agência pequena que faz de tudo”, resumiu. Com 14 funcionários, a empresa tem foco na venda de viagens em grupo. “Nós descobrimos um grande potencial nesse nicho por dois motivos: o idioma estrangeiro e o receio de viajar sozinho. O acompanhamento da agência nesse processo é muito significativo”, disse. A Wings Turismo tem operação própria no Brasil, na Flórida, em Las Vegas e em Nova York. Embora atue também com viagens corporativas, incentivo e cruzeiros, o carro-chefe são os grupos.
QUEM NÃO SE ATUALIZA
Em 1985 o acesso à internet não era realidade no Brasil. Em 2015, o cenário é completamente outro. Para Périco, o advento da web modificou completamente o mundo e o turismo. “O agente de viagens que não se atualiza é o seu maior concorrente”, pontuou o ex-presidente da Aviesp. “Se o cliente não recebe a informação necessária com rapidez, ele comprará com outro agente de viagens ou até mesmo com OTAs”, completou. A Wings mantém seu perfil no Facebook atualizado com frequência e se inseriu completamente na tecnologia ao atender a clientela via Whatsapp. Sem saudosismo algum, Périco atesta que a internet jamais poderá substituir o profissional. “O serviço é uma experiência que não é possível obter com a compra on-line. O agente oferece toda atenção, sugere roteiros personalizados, por exemplo. Nem sempre o mais barato é o melhor”, concluiu.
William Périco e a esposa, Marisa, diretores da Wings
1º SEMESTRE No primeiro semestre de 2015, as vendas não trouxeram muitos motivos para comemoração. De janeiro a junho, a Wings teve queda de 10% no faturamento na comparação com o mesmo período do ano passado. “Nossa projeção era crescer 5% na época”, lamentou Périco. Em contrapartida, a estimativa de incremento para o segundo semestre é de 12%. “Nós já temos viagens em grupo programadas e, acima de tudo, temos
presenciado um forte aumento no Brasil, em especial o Sul e o Nordeste. O nosso mercado tem muito potencial”, disse. À espera de resultados positivos, a Wings Turismo iniciou o segundo semestre em clima de comemoração. No último dia 8, a empresa ofereceu uma festa surpresa aos seus clientes no espaço Nascar Indoor Kart Racing, em Orlando. Sem dúvida, Périco e sua equipe abriram as asas da agência para voar mais alto neste semestre.p
25 Aviação
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> Cláudio Schapochnik – Brasília (DF)
O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, apresentou na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados os números do programa de aviação regional, atualmente em andamento, que tem como ponto principal o investimento de R$ 7,3 bilhões na melhoria da infraestrutura de 270 aeroportos regionais. Segundo ele, 257 estudos de viabilidade técnica já foram entregues. Desses, 64 aeródromos estão em fase de licenciamento ambiental – etapa que antecede o processo de licitação que será feito pelo Banco do Brasil pela modalidade de Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Para complementar, o governo irá subsidiar as empresas em até 50% dos assentos por voo ou até 60 lugares em todo o País, com exceção para a Amazônia Legal, que poderá ter subvenção maior que 50%. “O subsídio vai estimular novas rotas comerciais e, com isso, daremos estabilidade à aviação regional”, afirmou Padilha.
LEI DO AERONAUTA Na ocasião, o ministro defendeu a atualização da Lei do Aeronauta, vigente desde 1984, que vê como fundamental para os funcionários e para as empresas aéreas, uma vez que vai garantir mais eficiência e segurança aos passageiros. Entre as mudanças previstas no projeto estão a escala de serviço, que passaria a ser mensal e não semanal, jornada de trabalho flexível; limitação de voos na madrugada; maior número de folgas e remuneração por horas de voo.p
(Foto divulgação)
Aviação regional
Eliseu Padilha também defendeu atualização da Lei do Aeronauta
26 Pa rques te mát ico s
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> Danilo Alves
Reestreia animada
ihehe wonke bathanda izinto kanye namaphrofayela. Lokhu ngeke kube aphume le mpi, ngoba le makethe ungaphakathi ihehe wonke bathanda izinto kanye namaphrofayela. Lokhu ngeke kube aphume le mpi, ngoba le makethe ungaphakathi ihehe wonke bathanda izinto kanye namaphrofayela. Lokhu ngeke kube aphume le mpi, ngoba le makethe ungaphakathi
Marcelo Felipe Kheirallah, do Grupo São Joaquim, Mauro e Maurício de Sousa, com Alice Keiko e Marcelo Beraldo, do Parque da Mônica
Após uma espera de cinco anos, São Paulo abriga novamente um parque temático com os personagens da Turma da Mônica, de Maurício Sousa. De casa nova, a atração, que funcionou de 1993 a 2010 no Shopping Eldorado, agora está localizada no Shopping SP Market, na zona sul da capital paulis-
ta, próximo ao Autódromo de Interlagos. Com uma expansão de 50% em relação à estrutura anterior, o novo Parque da Mônica tem mais de 12 mil metros quadrados e capacidade para até três mil pessoas, tornando-se o maior parque coberto da América Latina. O estabelecimento foi desenvolvido pela Maurício de Sousa Produções, em parceria com o Grupo Empresarial
Um dos cartões postais do Parque, a Roda-Gigante da Turma oferece uma visão privilegiada do ambiente temático
São Joaquim, empresa proprietária do Shopping SP Market e do Parque da Mônica, que também acumulará a função de gestora do local. A novidade, que recebeu investimentos de R$ 38 milhões, está alinhada com a estratégia do Grupo São Joaquim, que é de transformar o shopping em um ambiente com varias opções de lazer e entretenimento. “Decidimos construir o Parque da Mônica no Shopping SP Market porque entendemos que um shopping não pode ser só um centro de compras, mas também deve oferecer opções de entretenimento para as famílias”, afirma o diretor presidente do grupo, Marcelo Felipe Kheirallah. Durante a reinauguração do Parque da Mônica, Maurício de Sousa se mostrou bastante emocionado. “Estou muito feliz, acho que não tenho palavras para expressar o tamanho da alegria que estou. Algumas pessoas que estão aqui iam ao antigo Parque da Mônica quando eram crianças. Agora, depois de alguns anos, elas estão retornando e trazendo os seus filhos”, disse o criador dos personagens das histó-
rias em quadrinhos, acompanhado dos filhos e da esposa, Alice Keiko. Para Mauro de Sousa, filho de Maurício e diretor da Maurício de Sousa Ao Vivo, a abertura do parque não poderia acontecer em um momento melhor. “Queremos resgatar o quintal perdido. As crianças de hoje ficam muito presas aos aparelhos tecnológicos. Sinto falta de vê-las brincando de maneira mais interativa, pulando, correndo e se divertindo com os pais. Além disso, estamos comemorando os 80 anos do meu pai e este é o melhor presente que ele poderia ganhar”, disse. A estrutura atual do novo Parque da Mônica conta com 20 brinquedos, sendo alguns deles releituras de atrações do antigo parque, e equipe treinada para auxiliar e orientar pessoas com mobilidade reduzida. Já a Praça de Alimentação conta com quiosques de frutas, sorvetes e bebidas e, para os amantes do fast food, uma unidade do McDonalds. “Trabalhamos muito e estamos todos muito felizes com os resultados. Estamos entregando uma opção de lazer para adultos e crianças com excelente infraestrutura, segurança e atrações que encantam visitantes e atendem a
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Vale dos Dinossauros: um caminho suspenso, com vista privilegiada para o mundo dos dinossauros
todas as famílias”, explicou o diretor-executivo do Parque da Mônica, Marcelo Beraldo. “O parque será vivo, com novos brinquedos e novidades em um curto espaço de tempo”, completou. A compra do passaporte poderá ser feita diretamente na bilheteria do empreendimento, em dias e horários de funcionamento, conforme calendário de abertura disponível no site (www.parquedamonica.com.br). O visitante terá a opção de comprar pacotes promocionais para duas a cinco pessoas, sendo duas pessoas R$ 178, três pessoas R$ 264, quatro pessoas R$ 348, ou cinco pessoas R$ 430, e o valor do passaporte individual será de R$ 129. Ou seja, a ideia é incentivar a visita de duas pessoas ou mais. “Temos a certeza que estamos entregando um produto de qualidade para São Paulo, do jeito que a cidade merece. Trabalhamos com uma equipe de criação fantástica, que fica nas ruas em busca de inovações para crianças e adultos. Parte de todo esse trabalho já está no novo Parque do Mônica”, afirmou Mauro, que concluiu prometendo novas atrações para o Parque da Mônica já para os próximos meses.
SERVIÇO Parque da Mônica Local: Shopping SP Market Endereço: Avenida das Nações Unidas, 22.540 Telefone: (11) 5541-2531 E-mail: sav@ parquedamonica.com.br Site: www. parquedamonica.com.br
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Os detalhes impecáveis do quarto da Mônica
28 Política
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> Alex Souza
Mais moderna
Já baseada em seu novo estatuto, a Braztoa realizou em maio a eleição para definir os cinco integrantes do primeiro Conselho de Administração da entidade. Em 2 de julho, a entidade promoveu a cerimônia de posse do grupo, formado pela presidente Magda Massar, pelo vice-presidente José Zuquim e pelos conselheiros Fred Levy, Ana Maria Berto e Roberto Nedelciu. Também foi oficializada a posse da nova diretoria, composta por Claudio Del Bianco, Roberto Silva, Danielle Roman, Elton Oliveira, Olga Arima, Aldo Leone Filho, Miguel Andrade, Marcos Almeida, Carlos Alberto Sá e Tamar Finkelstein. Há pouco mais de um mês no comando da associação, Magda avalia que sua diretoria e conselho trabalham pela modernização da Braztoa. Entre as ações de destaque ela evidencia a criação do Passaporte Braztoa, a Turismo Week Nordeste – a primeira focada no doméstico – e medidas institucionais, como o trabalho pela regulamentação do mercado e por questões de tributação, junto ao Ministério do Turismo. “Eu nunca tive um perfil muito político, e sim mais
Magda Massar e parte de sua diretoria
empresarial. Estar à frente da Braztoa é um grande desafio e, ao mesmo tempo, um grande prazer. Estou me adaptando”, disse Magda. Na ocasião, a dirigente também lançou a edição 2015 do Prêmio de Sustenta-
bilidade, que tem inscrições abertas até outubro.
CEO
Após 11 anos atuando como diretora executiva da Braztoa, Monica Samia
foi oficializada como CEO da associação. O cargo foi criado recentemente, à partir de mudança no estatuto que visa a modernização da entidade. Na prática, segundo Monica, suas funções permanecem as mesmas. “Mas terei mais autonomia. Até então havia uma preocupação em validar e aprovar cada ação, e a partir de hoje eu ganho mais liberdade”, explica. Nos próximos dias, a nova CEO e sua equipe desenvolverão um planejamento a ser apresentado ao conselho para posterior implementação. “A Monica responde à frente da entidade. Ela sempre respondeu para nós, no background, e agora tem o mesmo poder de resposta da presidente do Conselho. Nos próximos dois anos, nós duas vamos mostrar uma Braztoa mais forte, que vai trabalhar de forma comercial e institucional junto aos associados”, complementa Magda. p
José Zuquim, Monica Samia e Magda Massar
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Mercado
Queda nas vendas Levantamento do Instituto de Pesquisas, Estudos e Capacitação em Turismo (IPETURis) mostra que 82,1% das agências de viagens do Brasil registraram queda nas vendas este ano. Mais de 71% das empresas consultadas apontaram uma queda superior a 20% para vendas direcionadas a pessoas físicas, enquanto 45,1% apresentaram esta mesma porcentagem de queda no corporativo privado. No que se refere ao setor público, foi registrada uma menor redução nas vendas, com 59,4% das empresas consultadas indicando uma queda de até 10%. “As vendas do setor de agenciamento turístico para pessoas físicas foram as mais afetadas negativamente pelos efeitos da crise econômica brasileira, com variação média de -39,8%, enquanto para o segmento corporativo privado a queda teve variação média de -25,7%”, diz o presidente em exercício do Sindetur-SP, Ilya Michael Hirsch, que encomendou a pesquisa. Diante deste cenário, a expectativa de recuperação é lenta, mas positiva: mais da metade das empresas consultadas (67,7%) acredita que os patamares normais de venda serão recuperados dentro de um ano. Para uma parcela menor das empresas (9,5%), a queda nas vendas ainda deve continuar por mais um ou dois anos. E para (22,9%) delas, este período será superior a dois anos. As viagens para os destinos internacionais sofreram maior impacto, com queda média de 44,2% nas vendas, enquanto as viagens para os destinos nacionais apresentaram retração média de 27%. Entre os destinos nacionais mencionados pelos entrevistados, o ranking de vendas é liderado por Gramado (15,3%), Fortaleza (14,1%), Rio de Janeiro (7,6%), São Paulo (7,1%), Natal (6,5%) e Salvador (6,3%). Em âmbito internacional, o ranking para a temporada de inverno des-
te ano é encabeçado por Orlando (13,2%), Miami (11,6%), Nova York (9,3%), Paris (7,6%) e Buenos Aires (6,7%). Os dados foram coletados entre 17 e 22 de junho junto a 375 empresas do agenciamento turístico em todo o Brasil, abrangendo 74 cidades de 26 Estados e o Distrito Federal.p
0% -10% -20%
Nacionais
Internacionais
-27,0%
-30% -40% -50% Variação da queda média nas vendas por destino
-44,2%
SurFACE
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6 anos
De saída
Após seis anos atuando como diretor da Turkish Airlines no Brasil, Atagün Kutluyüksel está deixando a companhia e retornando à Turquia, seu país de origem. Ainda sem muitos detalhes, ele revelou ao Jornal PANROTAS que vai se dedicar a projetos pessoais. Ao longo do período em solo brasileiro, o executivo atuou intensamente na promoção do país europeu e teve como uma de suas principais conquistas o fato de o voo São Paulo-Istambul ter se tornado diário. Outro executivo de companhia aérea que está deixando a empresa é Renato Mello, que até o dia 7 trabalhava como gerente executivo comercial da Gol. O JP apurou que a equipe de Vendas da companhia, comandada pelo diretor Fábio Mader, passa por ajustes que culminaram também com as saídas de Oscar Tejada e Diego Hejeij. Os contatos de Melo são: (11) 98282-8564 e renatogmelo@hotmail.com. Ricardo Amaral, vice-presidente regional para América Latina e diretor geral Brasil da companhia Royal Caribbean
O escritório da Royal Caribbean no Brasil, que completa seis anos de operação neste mês, foi reconhecido recentemente com dois prêmios globais pelo desempenho da equipe em prol dos resultados obtidos em 2014. Sob a gestão de Ricardo Amaral, os títulos reconhecem a equipe por ter sido o escritório que mais ultrapassou as metas de vendas no ano passado em números absolutos. “A Royal Caribbean tem no Brasil um mercado considerado premium e que tem crescido a cada ano, de forma que hoje temos mais brasileiros viajando conosco no Exterior do que no Brasil e isso só acontece através do engajamento e comprometimento da equipe em buscar excelência em serviços", afirma Amaral.
Novo comando
O Ministério do Turismo tem um novo secretário nacional de Políticas de Turismo. O tocantinense Júnior Coimbra foi empossado na manhã de terça-feira, 7, em cerimônia que contou com a presença do ministro Henrique Alves e do presidente da Embratur, Vinicius Lummertz. “Em um ano de ajustes, entendo que o setor pode ser uma das saídas para superar os desafios atuais do País”, disse durante seu discurso de apresentação. Foto: divulgação
Renato Melo e Atagün Kutluyüksel
Bill Gates em Tampa Tudo indica que Bill Gates (foto) está com os olhos voltados para Tampa, nos Estados Unidos. O bilionário da Microsoft estaria construindo um mega complexo na cidade da Flórida, que seria o maior parque de entretenimento, residencial, comercial e corporativo do país. O projeto tem previsão de ser entregue em até oito anos. As informações são do responsável por Tampa e St. Petesburg e Clearwater no Brasil, Leslie Benveniste. "Não estamos falando de uma Disney, Universal ou parques como esses, e sim de algo complementar ao que já existe nessa região, em Orlando e Kissimmee", afirma Benveniste. "Serão diversas lojas, bares, restaurantes, discotecas, apartamentos e até escritórios, provavelmente com um toque diferenciado. É uma surpresa que Gates ainda não nos revelou, mas parece que ele quer ser uma espécie de Walt Disney de Tampa", brinca. Segundo o jornal local Tampa Bay Times, o magnata da Microsoft estaria investindo por meio de seu fundo de investimento, o Cascade Investment LLC, em parceria com Jeff Vinik, empresário local proprietário do time de hockey da cidade.
Coimbra e o ministro do Turismo, Henrique Alves
Ponto a ponto O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição da B2W Viagens, que opera a marca Submarino Viagens, pela CVC. A companhia aérea TACV, de Cabo Verde, começará a voar para Natal a partir de outubro. Depois de Brasília, a operadora WT Tours, de Ribeirão Preto (SP), abriu filial em Sorocaba, também no interior paulista.
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BSB-BUE
A Tam iniciou no dia 3 as operações da rota Brasília-Buenos Aires, a terceira internacional da companhia a partir da capital federal, depois de Miami e Orlando. O voo JJ8126 é operado aos domingos, quartas, sextas e sábados, partindo de Brasília às 21h15 e chegando ao aeroporto de Ezeiza/Buenos Aires à 1h da manhã (hora local). No sentido inverso, o voo JJ8127 será operado aos domingos, segundas, quintas e sábados, com saída de Buenos Aires às 5h15 e chegada a Brasília às 8h47 (hora local). A aeronave utilizada é um A320 com capacidade para 168 passageiros.p
GIG ou Rio?
A ABIH-RJ se reuniu com a deputada Clarissa Garotinho, presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara Federal, para falar do impacto dos transportes no desenvolvimento do turismo carioca — o encontro contou com a presença de representantes do Rio CVB, da Abav-RJ, Bito e Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento (Anttur). A mudança da sigla usada para identificar o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), de GIG para RIO, foi apresentada como uma maneira de reforçar a promoção do nome da cidade internacionalmente. A parlamentar informou que é bem provável que conquiste essa alteração e que se trata apenas de uma questão operacional, já que tem recebido apoio das companhias aéreas. Porém, é um processo que levará cercas de dois anos entre aprovação e implementação.p
Trabalhar na AA
Em 29 de junho, a American Airlines anunciou ao mercado que está contratando, para início imediato, profissionais para o departamento de Reservas na capital paulista. Ao todo eram 45 vagas disponíveis, mas a companhia informa que 18 já haviam sido preenchidas até 9/7, entre os mais 1,3 mil currículos já enviados (e que continuam chegando). O fato é que a empresa tem até 3 de agosto para preencher as 27 vagas restantes. Isso porque neste dia será realizado um treinamento para os novos colaboradores. Caso a turma de novatos não esteja completa, outro treinamento deve ocorrer em setembro, após a finalização do processo seletivo. Os requisitos para as vagas são: inglês fluente, experiência no trade e residir na cidade de São Paulo. Interessados devem enviar currículo para sao.leads@aa.com.p
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Edição 82 - 15 a 21 de julho de 2015
> Hugo Okada – Jamaica
Descobrindo a
JAMAICA PARA SE ENTENDER A JAMAICA, DEVE-SE ENXERGÁ-LA COM OS OLHOS DO CORAÇÃO. A CULTURA, A MÚSICA, AS PRAIAS, A CULINÁRIA, O ARTESANATO, O REGGAE E ATÉ MESMO O EPICENTRO DO PAÍS, NA CIDADE DE KINGSTON, CHEIA DE RUAS
que às vezes reproduzem o cenário das periferias do Brasil, têm o poder de conquistar os turistas que por ali passam todos os dias. Parte deste encanto deve-se à hospitalidade do povo, cujo sorriso combina com o sol que brilha o ano inteiro. Também ao ambiente, quase
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sempre embalado ao som de Robert Nesta Marley, ou Bob Marley, o homem que atraiu os olhares de todo o mundo para o destino. Ao desembarcar no Sangster International Airport, em Montego Bay, já se sente no ar o clima tropical. O país registra temperaturas que variam entre os 27ºC e 32ºC o ano todo. Para viajantes brasileiros não
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é exigido visto, mas pode-se perder mais tempo do que se espera na imigração, em função das limitações locais. O aeroporto não é pequeno e conta com lojas de grifes famosas, bons restaurantes e a Tuff Gong, loja de produtos oficiais do rei do reggae. São canecas, mochilas, camisetas, pulseiras, DVD`s, CD`s e outros ótimos suvenires para ami-
gos e familiares. Um dos destaques é o Bobsled Coffee, café temático do filme norte-americano Cool Runnings — no Brasil, Jamaica Abaixo de Zero (1993), dirigido por Jon Turtelbaub e estrelado pelo comediante John Candy. No espaço há fotos dos atores, mobiliário que remete à prática do esporte e telões onde o filme se repete incessantemente. > Continua na pág. 03
Praia de Doctors Cave
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< Continuação da pág. 02
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Dunns River Park
MONTEGO BAY – OCHO RIOS Em Montego Bay, capital turística da Jamaica, há diversas opções de entretenimento. Uma das praias que mais chamam a atenção devido à beleza, com areias claras sem pedras e águas cristalinas, é a Doctor`s Cave, situada próximo à Hit Strip, principal avenida da cidade, ladeada por lojas, bares e restaurantes. A Doctor`s Cave é uma praia urbana, com serviços e
infraestrutura para se aproveitar o sol durante todo o dia. A entrada custa US$ 6, e a vantagem de se visitar uma praia privativa reside no fato de que não há perigo ou amolação por parte de vendedores. Pode-se curtir com tranquilidade. Outro grande atrativo da Jamaica, muito conhecido pela população e turistas de todo o mundo, é o Dunns
River Falls, a 110 quilômetros do centro da cidade, em Ocho Rios. Trata-se de um parque natural, de preservação ambiental, cercado de verde e onde se encontra a maior cachoeira da região. Na entrada, os visitantes recebem orientação para calçar sapatilhas de borracha que são alugadas no próprio parque por US$ 7, a fim de escalar as rochas por
dentro da queda d`água. Também há opção de comprar os mesmos calçados por US$ 10. No parque há exposição de artesanato, lanchonete e área de espera para quem não deseja aventurar-se na escalada. O passeio vale a pena: o parque é demasiadamente bonito e agradável, com presença de turistas de todos os lugares do mundo.
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ST. ANN Saindo de Montego Bay, a 150 quilômetros de distância e a aproximadamente duas horas e meia de viagem, fica o município de St.Ann, área rural e simples, cercada de plantações, pastos e casas feitas de barro, e também onde nasceu Bob Marley, hoje praticamente um sinônimo da reggae music. A estrada que leva a St. Ann (que está situada a mil metros de altitude) é um atrativo à parte, com curvas que garantem a emoção do percurso (na Jamaica, a direção é do lado direito do veículo), além de bons sustos. Em St. Ann, a dica é a visita a Nine Mile, espécie de vilarejo onde Marley nasceu e passou parte da infância antes de partir com a mãe, Cedella, para Kingston. Em Nine Mile se pode visitar gratuitamente a pequena casa
onde o artista viveu, e no mesmo espaço, o mausoléu da família, onde estão sepultados Marley, a mãe e o meio-irmão, Anthony Booker. A visita é guiada por um legítimo rastafári que recebe os turistas entoando uma canção de Marley e faz muitas brincadeiras com os visitantes, afastando de vez qualquer tipo de indício de que será um programa triste. A visita passa primeiro pela pequena casa onde o artista viveu sua infância e começo da adolescência. Seu quarto e os outros ambientes da casa foram mantidos intactos, acrescidos por bandeiras, cartazes e fotos de Marley em diversos momentos da carreira. Sua música flui por todos
os ambientes, por onde circulam turistas de diversos países, que ouvem atentos às explicações do guia. Há ainda um bar, restaurante e loja de suvenires dentro do espaço. O preço do tour para Dunns River Falls e Bob Marley pela Amstar (amstardmc. com), única empresa a operá-lo, é de US$ 99 (adultos) e US$ 81 (crianças). Recomenda-se o uso de roupas leves e calçados confortáveis, além de levar consigo toalha e dinheiro para bebidas, snacks, presentes e gorjetas. Como o percurso de volta é longo, a sugestão é for-
rar o estômago antes de retornar ao hotel. O Scotchies é um restaurante em Ocho Rios especializado em carnes assadas no melhor estilo jerk jamaicano. O ambiente é rústico, porém agradável, o atendimento é excelente e a comida vem em porções generosas, direto da brasa, embaladas em pacotes de papel alumínio. São cortes de carne de porco, frango, boi e linguiças. A comida na Jamaica é apimentada e saborosa. No menu, há opções de acompanhamentos, como porções de arroz e pães que lembram a massa do famoso sonho de padaria, harmonizando bem com as carnes. Para beber, além da cerveja Red Stripe (rótulo mais popular da ilha), há opções como Guinness, Heineken e carta própria de drinques.
Loja de suvenir em Nine Mile
PATRIMÔNIO MUNDIAL As montanhas Azuis e John Crow, na Jamaica, foram nomeadas Patrimônio Mundial pelo Comitê de Patrimônio Mundial da Unesco. A decisão foi tomada na 39ª Assembleia do Comitê de Patrimônio Mundial, em Bonn, Alemanha. A nomeação marca o primeiro Patrimônio Mundial da Jamaica e também o primeiro local misto (cultural e natural) da sub-região Caribe. As montanhas se tornaram um dos 32 lugares mistos ao redor do mundo nomeados Patrimônio, incluindo lugares como o Taj Mahal na Índia, Grande Barreiras de Corais da Austrália e a Grande Muralha da China. “Estamos contentes em saber que as montanhas Azuis e John Crow são reconhecidas agora como Patrimônio
Mundial”, disse o diretor de Turismo da Jamaica, Paul Pennicook. “Isso vai aumentar o apelo para os visitantes de todo o mundo que viajam em busca de cultura e patrimônio”, acrescentou. “A Jamaica tem uma rica herança cultural e a nossa entrada na lista do Património Mundial vai ajudar a aumentar o nosso posicionamento como destino competitivo de acordo com o Índice de Competitividade de Viagens e Turismo do Fórum Econômico Mundial.” A inscrição resultou de uma parceria estratégica entre o Ministério do Turismo e Entretenimento e suas agências, e do Ministério da Juventude e Cultura, financiado pelo Fundo de Valorização do Turismo (TEF). > Continua na pág. 05
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15 a 21 de julho de 2015 PANROTAS DESTINOS
O local onde Marley está sepultado
Estátua de Bob Marley no Bob Marley Museum, em Kingston
KINGSTON Para quem parte de Montego Bay para Kingston, o trajeto é de quase três horas. O principal ponto de visitação fica por conta do Bob Marley Museum, que funciona na casa onde o ídolo viveu no período de auge de sua carreira, na Hope Street 56. A família de Marley manteve o casarão intacto. Por meio de uma visita guiada, é possível passar por todos os ambientes: no térreo, há sala de discos de ouro e platina, o estúdio de gravação e diversos contratos e tickets de shows emoldurados nas paredes.
No andar de cima, o quarto de Marley, a cozinha com todos os utensílios originais da época, roupas usadas em apresentações e capas de discos, uma loja de discos e memorabilia, cartazes originais dos shows mais importantes e o quadro que Marley mandou pintar do rei da Etiópia, Haile Selassie, personalidade que a religião rastafari considera “símbolo religioso do Deus encarnado”. Os adeptos também o chamam de Sua Majestade Imperial, Jah Rás Tafári e Jah Rastafari. A tela era utilizada como cenário nos shows de Marley. Por mo-
tivo de direitos autorais é proibido tirar fotos no interior do museu, só sendo permitido no jardim e áreas externas. A visita termina com a exibição de um breve documentário sobre a vida e obra de Bob Marley. Há também uma loja de suvenires e produtos licenciados no local. A Amstar promove passeios em grupo para o museu de domingo a domingo no valor de US$ 63 (adultos) e US$ 47 (crianças).
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da
AM Resorts e da Copa Airlines, com seguro Intermac Assistance
ACESSO A Copa Airlines conta com voos diários entre o Aeroporto Internacional de Tocumen (PTY), da Cidade do Panamá, e o Aeroporto Internacional Sangster, em Montego Bay, o maior da Jamaica. Do Brasil, a empresa panamenha voa em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Manaus, Brasília, Porto Alegre e Campinas (SP).
LUXO E SOFISTICAÇÃO
Gazebo para casamentos
A AM Resorts possui dois empreendimentos de luxo all-inclusive em Montego Bay, o Secrets St.James e o Secrets Wild Orchid, situados em um complexo hoteleiro que somam, juntos, 700 apartamentos. Ambos contam com serviço Preferred Club, edifícios anexos com 88 apartamentos cada e oferta de serviços diferenciada e acesso exclusivo à praia. Além dos dois hotéis, há sete tipos de restaurantes, bares, bufê de hambúrgueres durante a noite, piscinas, butiques, gazebos indicados para a realização de cerimônias de casamento, spa com diversos tipos de tratamentos estéticos, sauna seca e a vapor, room service 24 horas, serviço de praia e internet wi-fi
gratuita nos apartamentos e nas áreas comuns. O café da manhã, servido no World Café (um dos restaurantes do complexo) é um espetáculo à parte: o bufê é composto por diversos tipos de pães, bolos, doces e salgados. Há ainda café, sucos, iogurtes, geleias, frutas, panquecas, omeletes feitos na hora, ovos e bacon à vontade.
Vista geral do Secrets, em Montego Bay
ENCARTE ESPECIAL Produzido pela PANROTAS
Jornal PANROTAS Edição 1.175 | Julho 2015
Foco no agente e em prol da capacitação
Agentes participantes posam e formam a letra V, de Visual
A
quinta edição do Workshop Visual reuniu cerca de 500 participantes no Club Med Itaparica (BA), dos quais 234 agentes de viagens de diferentes regiões do País e 130 fornecedores. Foram quatro dias de evento — 27 a 30 de junho — sendo dois de capacitações, nos quais os profissionais puderam conhecer produtos de hoteleiros, destinos nacionais e internacionais, receptivos e cruzeiros. “O agente de viagens é o nosso pilar”, cravou o presidente da operadora, Afonso Louro. “Todas as nossas vendas são feitas por ele [agente]. Não temos lojas nem franquias”, complementou, salientando a importância do profissional para a existência dos 29 anos da Visual. Em um ano considerado difícil para o setor, Louro acredita que o Workshop Visual é de extrema relevância para o turismo. “Nós capacitamos os agentes para eles venderem produtos atualizados, com propriedade. Existe uma grati-
Realização:
Patrocínio:
dão nossa para com o trade”, comentou ele. Na noite de abertura do evento, o mestre de cerimônias, Alejandro Muniz, introduziu o palestrante Dado Schneider. Sob o tema “O Mundo Muda. A Palestra Muda”, o profissional apresentou de modo criativo e inusitado uma palestra conduzida em sua maioria apenas por gestos, músicas e textos corridos. Após o término da primeira parte, Schneider foi enfático com os agentes de viagens. Com a presença massiva da internet no dia a dia, os profissionais “devem estar capacitados e preparados para os desafios que vão surgir”. De acordo com ele, o agente de viagens, como lida diretamente com o público, deve se atualizar e usar a internet como aliada. “Você não precisa gostar do mundo digital, mas precisa entrar nele. Pegue as experiências do século 20 e utilize no século 21”, afirmou. “Se você acha que no passado era um tempo bom de se viver, devo dizer que você é velho. O bom é agora, viva o ‘hoje’ e trabalhe”.p
Apoio:
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5o Workshop Visual Encarte Especial 2015
Novo site Maria Helena Fraga, do Hotel Diogo, Ferando Sequeira, do Carmel Hotéis, Valdelice Oliveira, do Mareiro Hotel, e Osterne Feitosa, da Setur-CE
Daniel Jacarandá, da Associação de Hotéis de Porto de Galinghas, Diego Ribeiro, do Village Porto de Galinhas, Valéria Gordilho, do Hotel Armação, e Rafael Pontual, da Pontual Viagens
Gisleide Silva, Luciano Leal e josé Castilho, da Emsetur (Sergipe)
Marisa Guilger, Gisele Torrano,Yolanda Trujillo e Cristina Dias, da rede Meliá
Adriano Soares e Beatriz Santos, Arlindo Farto, da Special Tours do Turismo de Aruba
Logo no primeiro dia de Workshop Visual, Afonso Louro anunciou uma novidade aos agentes de viagens: a operadora prepara o lançamento de um novo site, voltado ao mercado internacional. Na plataforma, o agente poderá fazer consultas, orçamentos e venda de pacotes. Segundo ele, o site fica pronto ainda este mês, mas será aberto ao mercado apenas em agosto. “Com a novidade, a Visual, em seus 29 anos de história, fortalece o seu compromisso com o agente”, disse o empresário. Com a aposta, a Visual terá uma forma mais atualizada de vender internacional, uma vez que o produto era comercializado por meio de solicitações off-line. Segundo ele, Caribe, Estados Unidos e Europa são os principais destinos internacionais. Atualmente, o internacional é responsável por cerca de 25% a 28% das vendas; para setembro a meta é chegar entre 30% e 32%. O ideal, segundo a operadora, é que esse número
“Meu sonho é ter 40% do internacional”
alcance os 40%. “Muitos clientes em busca de viagens para o Exterior migraram para a Visual, então, acredito que seja possível alcançar a marca”, complementou o dirigente.p
Resort anfitrião
O Club Med Itaparica recebeu pela primeira vez o Workshop Visual, se tornando o terceiro resort baiano a sediar o evento. Com espaço e serviço destinados aos agentes de viagens, o evento ofereceu aos participantes salas de capacitação e áreas externas para shows e no Centro de Convenções. “A nossa parceria com a Visual dá ao agente a chance de conhecer o destino”, destacou o diretor comercial do Club Med, Marco Oliva. “Posso dizer que 90% deles não tinham conhecimento do nosso
resort”, complementou. Para Oliva, a parceria com o Cirque du Soleil, que levou ambas as marcas a construírem uma área dedicada à atividade circense em Punta Cana (República Dominicana), é uma ideia que poderá vir a Itaparica. “Primeiramente, nós temos que entender como funciona a marca para trazer ao País. Os próprios agentes de viagens aproveitaram o nosso trapézio — área de lazer a atividades — durante a tarde”, complementou. p
Tiago Ferreira, da Tam, divulgou a Nivaldo Egeia e Mônica Leone, nova malha aérea da companhia da Windsor Hotéis
José Francisco L Calleja, da Panavis
Rosana Tassinari e Elisa Gonzalez, da Wellington Palhano e Helioney Sena, Royal Caribbean, destacaram os difeDanielly Aguiar e Karoll Silva, da da Wheltour, receptivo no Rio Grande renciais e tecnologias dos navios da Ana Paula Azevedo e Larissa Borsato, Empetur, que juntas destacaram a infra- Emardo Villaroel e do Norte armadora da Setur de Alagoas estrutura turística de Recife e região da Ekatours
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5o Workshop Visual Encarte Especial 2015
Ofertas e diferenciais Renata de Paula e Silvana Lins, da Bahiatursa, com a baiana Lucicleide Daisy de Marco, que participou pela primeira vez do Workshop Visual
Com quase um ano de Visual Turismo, a diretora executiva da operadora, Daisy de Marco, participou pela primeira vez do Workshop e já trouxe inovações. Uma delas é o lançamento do Guia de Ofertas — agosto/dezembro 2015. Trata-se de um catálogo elaborado pelos executivos da empresa com produtos exclusivos da Visual Turismo. A publicação é dividida em “Brasil, de Norte a Sul”, “América do Sul, atrativos e facilidades”, “Caribe, para relaxar e divertir”, “Europa, os clássicos
Simone Rodrigues, Daisy de Marco e Renato Alves, da Visual
que se renovam” e “Cruzeiros, viagem dos sonhos”. Além do preço promocional, estão entre os diferenciais do guia um upgrade automático de categoria de apartamentos em um resort ou uma garrafa de vinho como cortesia em uma viagem para um país da América do Sul. “E a cada R$ 1 mil vendidos em produtos deste catálogo, o agente de viagens ganha em dobro de pontos na campanha Visual Ma+s. Ou seja, ao invés de 35 pontos, ele fatura 70”, explicou Daisy.p
Pedro Basto, Carla Cecchele e Reno de Paula, da rede Hard Rock Hotel
Marco Antonio Oliva, do Club Med, e Afonso Louro
Fernando Cardoso, da Aeromexico, entre Pedro e Lilian Zanon, da AT Travel
Rosmario Santa Cruz, da Rede Riu, Lopes, da 4go, e José que explorou a expansão da marca sión em NY, Berlim e Dubai
Cinthia Pasquali, do Turismo de Erodilso Martello, da ANV Travel Service, Canela Simone Santor, do Iguassu CVB
Yesenia Andrades, Christiane Pereira, da Luck Receptivo Cinthya Costa e Donizete Soares, na Paraíba, e Ruth Avelino, da PBTur do La Torre Resort (BA)
Cristiane Muller, da Setur-MA, e Dayanna Barbosa, da Taguatur
Fernando Alonso, da Quality Travel
Fábio Pereira e Paulo Silva, da Pullmantur, que destacou a oferta de Caribe da companhia de cruzeiros
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FESTAS Alta temporada
5o Workshop Visual Encarte Especial 2015
A Gol, parceira do Workshop Visual desde a primeira edição, divulgou o reforço de suas frequências para a alta temporada. Para o doméstico, por exemplo, saídas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Vitória, com destino a Aracaju, Fortaleza, Maceió, Natal, Recife, São Luís e Salvador. Para os destinos internacionais, a aérea ampliou voos para Punta Cana, na República Dominicana, e Santiago, no Chile. “Com a realização deste Workshop, a Visual mostra mais uma vez os investimentos que faz na capacitação do agente de viagens. Para a Gol, é uma excelente oportunidade de aliar a promoção dos nossos voos extras e de fazer network com o trade”, explicou o diretor comercial da Gol, Fábio Mader.p
Axé
Vina Calmon, vocalista da Banda Cheiro de Amor
A Empresa de Turismo da Bahia (Bahiatursa) levou a banda Cheiro de Amor para fazer o encerramento do 5º Workshop Visual. O grupo baiano liderado por Vina Calmon subiu ao palco do centro de convenções do Club Med Itaparica para apresentar aos agentes de viagens seus sucessos, como Vai Sacudir, Vai Abalar, Ficar com Você e Doce Obsessão, além de revisitar músicas conhecidas do público, de artistas como Ivete Sangalo, Cristiano Araújo, Tim Maia, entre outros. “Escolhemos o Cheiro por se tratar de uma banda conhecida no País inteiro e por ser um dos grupos mais antigos da Bahia, com mais de 30 anos de existência”, disse a diretora de Relações Nacionais da Bahiatursa, Silvana Lins.p
Show de covers marcou a segunda noite do evento
Parceria e capacitação
O diretor comercial da GTA, Gelson Popazoglo, junto com o representante Alexande Menezes, estiveram disponíveis em todos os momentos do evento para estreitar o relacionamento com os agentes de viagens participantes. Sem sala de capacitação, mas com um pequeno estande na área de coffeebreak, os executivos focaram na promo-
G.O.s
Alexandre Menezes e Gelson Popazoglo, da GTA
ção dos produtos Euro Max e dos que contam com coberturas para doenças pré-existentes. “Além de divulgar o que a GTA tem de melhor para o mercado, apoiar o Workshop Visual fortalece a nossa marca. Ambas as empresas se preocupam em capacitar o agente de viagens, que também é o nosso único canal de vendas”, destacou Gelson.p
#PartiuSelfie
Agentes de viagens registram selfie no painel do Ministério do Turismo
“O Ministério do Turismo apoiou o workshop, pois acredita que o trabalho de capacitação profissional dos agentes de viagem é essencial para atingir a excelência na prestação de serviços e promover o crescimento da cadeia do turismo no País”, afirmou o diretor de Marketing do Ministério do Turismo, Walter Vasconcelos Junior. p
Os Gentis Organizadores (GOs) do Club Med Itaparica realizaram um show inesquecível para os agentes de viagens. Da década de 1960 até o começo dos anos 2000, os profissionais vestiram a camisa, literalmente, e fizeram rápidas performances de artistas como Roberto Carlos, Village People, Queen e Xuxa, entre tantos outros. Até Marco Oliva, diretor do Club Med se vestiu como um integrante dos Beatles e subiu ao palco. Sem saudosismo, a apresentação foi uma imersão no passado marcada por risos, aplausos e danças.p
Bis Depois da apresentação memorável realizada na edição do ano passado, Juninho Bessa retornou ao evento a pedido dos agentes de viagens, que cobriram os executivos de Contas da operadora com elogios sobre o show do cantor. Com releituras de grandes sucessos do sertanejo universitário, o artista botou todo o trade para dançar na primeira noite do evento.p
Juninho Bessa interpretou os maiores hits do sertanejo universitário
Maiores vendedores OS TOP 10
Afonso Louro posa com os dez maiores vendedores da operadora
Pela terceira vez consecutiva, a Via BR, de São Paulo, foi a campeã do “Top 10” da Visual Turismo, que reconhece e premia as dez maiores vendedoras dos produtos da operadora. A proprietária da empresa, Claudine Branco, subiu ao palco para receber o prêmio principal: um automóvel Palio zero quilômetro. “A Via BR e a Visual Turismo têm um bom relacionamento há anos. A força de vendas da minha
empresa se junta à prestação de serviço da Visual e o resultado é o sucesso de ambas”, declarou Claudine. Na mesma noite, a Visual premiou na categoria Destaques as agências de viagens que passaram a trabalhar com os produtos da operadora e se destacaram no último ano. A vencedora, Belvitur (BH), representada por Juliana Araújo, subiu ao palco para receber um iPhone 6.
1 – Via BR Turismo (SP) - Claudine Souza 2 - Net Travel (BH) - Priscila Fernandes 3 - Contactur (RJ) 4 - La Nave (SP) - Lucascildo Freitas 5 - Conexão Turismo (RJ) - Mônica Saldanha 6 - ASPP Tur (PR) - Ubirajara Silva 7 - Ville Turismo (RJ) - Rildo Júnior 8 - Neilatur (RS) - Kelly Weber 9 - Top Brasil (SP) - Diná Mendes 10 - Nix Travel (SP) - Elquisson Souza
DESTAQUES
1 - Belvitur (BH) - Juliana Pinheiro 2 - Numatur (SP) - Andressa Andrade 3 - APMP (SP) - Ana Bruno 4 - Time Tour (MS) - Romis Ribeiro 5 - Apamagis (SP) 6 - Personal Travel (SP) - Paula Machadop
Afonso Louro entrega a chave do carro 0km para Claudine Souza, da Via BR Turismo