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R$ 11,00 - Ano 22 - nº 1.156 4 a 10 de março de 2015
contra a crise Como otimizar e gerenciar gastos com Viagens Corporativas em um ano em que o recado é apertar o cinto? Lacte 10 apresentou ideias, caminhos e ferramentas
Conhecimento tendências e tecnologia
02
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
Check-IN
LEIA NESTA EDIÇÃO
“
Viagens corporativas não são custo, e sim investimento
Páginas 04 e 05
Delta muda estrutura e se aproxima do trade
Vinicius Lages, ministro do Turismo, durante a abertura no Lacte 10, em São Paulo
“
”
Accor aposta nas conversões e quer nova marca
Franck Pruvoust, diretor da Accor na América do Sul para as marcas econômicas
”
Maksoud Plaza explica parceria comercial com Accor
Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, sobre os resultados positivos da aviação brasileira de janeiro
“
Página 12
GJP apresenta seu hotel no Santos Dumont (RJ)
Avianca confirma Star Alliance e oito A320
19 a 25/2
1 Delta muda equipe de gerentes e tem vagas abertas – em 24/2
2 Praia brasileira é a
No ano passado fomos muito ajuizados em relação à oferta, buscando rentabilidade
Páginas 10 e 11
Página 20
“
”
E d i t o r i a l > Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br
promover, os empresários captar mais eventos, os estabelecimentos capacitar seus funcionários... O setor espera uma nova crise para 2015, mas nada que se compare aos extremos citados acima. Uma crise em que o consumidor (seja ele PJ ou PF) vai pensar mais antes de comprar. A viagem já entrou na cesta de compras do brasileiro e a tendência é só aumentar. Mas em ano difícil há dois fatores: o viajante fica mais cauteloso e pode fazer downgrade (de gastos, de classe, de hospedagem); e o consumidor mais abastado, viajará mais e com assertividade. Do ponto de vista de quem vende, é preciso ir atrás de quem compra.
Star Alliance e compra 8 A320s – em 24/2
4 Ana Maria Berto é sócia e diretora geral na Orinter – em 23/2
” “
6 Startup comercializa diárias de hotéis não utilizadas – em 19/2
7 Com fim de GSAs Delta amplia equipe em 20 pessoas – em 24/2
”
Assista ao editorial comentado na versão digital do JP
8 EXCLUSIVO: Ana Maria Berto fala de planos na Orinter – em 23/2
9 Paulo Machado assume gerência comercial da Lusanova – em 20/2
10 Universal Studios comemora 50 anos com três atrações – em 19/2
11 Novos voos do
Contra a crise Não há muito segredo: otimizar processos, aumentar a produtividade, usar a criatividade, apostar nas parcerias sólidas, investir no que pode dar frutos a curto ou médio prazo, não descuidar da estratégia e não dar de graça o que custa tanto a ser produzido. A hotelaria é uma boa prova disso. Quem não se lembra, durante o boom dos condo-hotéis em São Paulo ou no auge da crise de imagem do Rio de Janeiro, como era barato (e muitas vezes ruim) se hospedar nessas cidades. Para aumentar a tarifa, os hotéis tiveram de melhorar seus produtos, os governos incentivar e
3 Avianca Brasil confirma
novos voos para Fort Lauderdale em maio – em 20/2
O turismo movimenta o comércio e depende dele para se desenvolver
Alexandre Sampaio, presidente da CNC, sobre qual será seu foco no Fórum Panrotas 2015, em março
melhor do mundo pelo segundo ano – em 19/2
5 Azul adiciona 3
Esse hotel é um marco para a GJP. Afinal é primeiro hotel com um aeroporto dentro
Guilherme Paulus, presidente da GJP Hotels & Resorts, sobre o Prodigy Santos Dumont, no Rio
DO PORTAL
PANROTAS
É mais rápido construir um Ibis do que preparar um gerente de hotel
Páginas 06 e 08
S
E U Q A DEST
Escolher os canais certos e não ficar esperando o pedido entrar por e-mail. Nesta edição, a hotelaria nos mostra, em três exemplos (Accor, GJP e Maksoud) que está se mexendo. A Delta Air Lines dá mais um passo em seu projeto para ficar mais forte na América Latina, o que também significa dizer estar mais bem preparada para os desafios. E no Lacte 10 a discussão girou em torno de soluções, tendências, ferramentas para melhorar processos e relações. Contra crise só não vale choro, soluço, gritinhos, mimimi, nhém-nhém-nhém... A crise passa por cima de tudo isso. E sobram os (às vezes poucos) e bons.
Brasil para Flórida impulsionam locações – em 19/2
12 Trade Tours realiza treinamento Disney para agentes de SP – em 25/2
13 Filmes do Oscar 2015 mostram locais turísticos no mundo – em 22/2
14 Veja mais flashes do Lacte 2015, em São Paulo – em 23/2
15 Rio Quente contrata mais quatro executivos – em 20/2
03
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
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Alguns eventos e ações do mercado ganham hotsite no Portal PANROTAS. Na semana passada foi a vez da BTL, a Feira Internacional de Turismo, que ocorreu em Lisboa e reuniu uma grande delegação brasileira. Cheque as novidades e fotos no endereço www.panrotas.com.br/noticia-turismo/btl-2015.
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04 Aviação
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
> Artur Luiz Andrade
Mais perto do trade
Quando chegou na Delta, há cerca de um ano, vindo da Tam, Luciano Macagno, hoje diretor geral da companhia americana no País, encontrou o projeto de inves-
timento na América Latina a pleno vapor, com a empresa alcançando o segundo lugar em oferta na região e com mais planos de crescer. “Também encontrei uma empresa bastante próxima do trade, com uma ótima imagem, produtos imbatíveis”, disse ele ao Jornal PANROTAS. “Nossa parceria com a Gol foi boa também nesse aspecto, pois é uma empresa brasileira que está no dia a dia do profissional de turismo e nossa sinergia tem ajudado nos projetos de crescimentos de ambas as companhias”. Dentro do processo de continuar e aumentar a proximidade com o trade, oferecendo processos rápidos e amigáveis e antecipar as necessidades do mercado, a Delta decidiu terminar, em dez países da América Latina, incluindo o Brasil, com os contratos com seus GSAs
(general sales agents). Eram empresas nomeadas pela Delta para cuidar do pré e pós-venda. Agora, a Delta fará esse papel e a equipe brasileira, por exemplo, está sendo aumentada entre 15 e 20 profissionais. “Estamos satisfeitos com os resultados dessa parceria com os GSAs, mas a mudança se deve ao momento do mercado brasileiro e da companhia no Brasil e na América Latina, que é outro. Por isso, resolvemos mudar em dez países da região, para estarmos mais próximos do trade”, disse Macagno. “Essa mudança é mais um passo em nossa estratégia dos últimos anos de investir pesadamente na região, com o objetivo de sermos a melhor companhia, a melhor opção para os passageiros latinos e brasileiros”, continua ele. A Delta hoje é a segunda aérea americana em quantidade de voos para o Brasil e a América Latina, tem produto premium com poltronas flat bed em todos os seis voos diários do Rio e São Paulo para os Estados Unidos, e acaba de sair na lista da
Macagno com Monica Afonso, Márcia Skaf e Luiz Teixeira
Luciano Macagno, diretor Brasil da companhia
revista Fortune como a 39ª empresa mais admirada do mundo, em todos os segmentos.
NOVA EQUIPE
Para cobrir o atendimento em todo o País depois do fim dos contratos com os GSAs brasileiros (Ancoradouro, Service Plus e Uniamerica), a Delta reestruturou sua equipe de gerentes, nomeou profissionais em seis cidades (Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Campinas e Recife) e estuda ampliar essa presença em outros mercados. Os novos executivos nessas cidades são Cesar Ciconeti, em Porto Alegre, Tania Naldony, em Curitiba, Rossana Crispi, em Belo Horizonte, Alexandre Prates, em Brasília, Jones Ferraz, em Recife, e Renata Mirandola, em Campinas. Os seis se reportam ao diretor de Vendas, Luiz Teixeira, mas terão um gerente diretamente ligado a eles, que ainda não foi escolhido. A estimativa de Luciano Macagno é que a equipe aumente em cerca de 20 profissionais. Algumas vagas ainda estão em aberto. Uma das novidades será a criação de um núcleo de apoio a vendas, que ficará na sede em São Paulo, com cerca de cinco pessoas, e que dará suporte aos vendedores do Rio e da capital paulista e aos profissionais pelo Brasil. Macagno aproveitou o momento e mudou a área de atuação de seus ge-
05 rentes de Vendas. Peter Walsh, que cuidava do corporativo e estava na empresa há 14 anos, deixou a Delta na semana passada. No seu lugar, como gerente corporativo, está Márcia Skaf. Danilo Barbizan é o gerente para os outros nichos (OTAs, operadoras, consolidadoras e o chamado middle market). Monica Afonso, baseada no Rio, é a gerente para o mercado fluminense e Brasília (em breve acumulará esses mercados com Goiânia, Cuiabá e Vitória). “Estamos em um momento especial no Brasil e na América Latina e preparados para os desafios de 2015. Vamos continuar crescendo próximos do trade e intensificando nossa parceria com a Gol, que é estratégica na região”, finaliza Luciano Macagno.
PAN N o t a s Melhor aeroporto
O Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília (DF), foi eleito o melhor durante a chamada Operação Carnaval (12 a 23 de fevereiro), segundo os passageiros. A pesquisa encomendada pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) contemplou sete aeroportos: Guarulhos e Congonhas, Galeão e Santos Dumont, Brasília, Salvador e Recife. Em uma escala de um a cinco, o terminal de Brasília alcançou 4,4 em relação ao indicador “satisfação geral do passageiro”, a maior entre os sete aeroportos.
Campanha
A New Age, em parceria com a Air France-KLM, lançou uma promoção que vai premiar agentes de viagens com entradas para o cinema com pipoca e refrigerante, brindes das companhias aéreas e uma passagem aérea. A campanha teve início no último dia 24 e vai até 30 de abril. Para mais informações, os agentes podem entrar em contato com a operadora pelo telefone 0800-170677.
Pará na Gol
As rotas iniciadas no ano passado pela Gol para Carajás e Altamira, no Pará, são diárias desde 1º de março. A Gol tem 418 operações semanais para o Pará.
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
D E LTA N O F Ó R U M P A N R O TA S O DIRETOR DA DELTA AIR LINES NO BRASIL, LUCIANO MACAGNO, CELEBROU, DURANTE O LACTE 2010, o acor-
do de patrocínio da companhia aérea no Fórum PANROTAS 2015, que ocorre dias 24 e 25 de março, no Golden Hall do WTC Events Center, em São Paulo. “Há eventos em que temos de estar e outros onde queremos estar. A Delta queria muito estar no Fórum PANROTAS por se tratar de um dos eventos com conteúdo mais relevante da indústria”, disse Macagno, que no ano passado estreou no evento como moderador do painel de distribuição. “Estamos felizes de estarmos no fórum e vamos continuar nele”.
As diretoras da PANROTAS, Heloisa Prass e Marianna Alcorta, estiveram no Lacte e celebraram a parceria com a Delta, na figura de Luciano Macagno e Luiz Teixeira
06 Hotelaria
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
> Artur Luiz Andrade
Pronta para a tormenta O CEO da rede Accor para as Américas, Roland de Bonadona, comemorou dois marcos importantes da rede em 2014: passou de 200 hotéis no Brasil (são 210 no País e 279 nas Américas) e de R$ 2 bilhões no volu-
me de atividades (R$ 2,2 bi exatamente), que inclui tudo o que é movimentado nos hotéis Accor, mesmo o faturamento das franquias. O Revpar cresceu modestos 2% no Brasil e 5,7% nos demais países. Ainda no ano passado, a empresa abriu 31 hotéis e assinou 63 novos contratos
Abel Castro (Novos Negócios), Roland de Bonadona (CEO) e Franck Prouvost (Marcas Econômicas)
na região, em um acréscimo de cinco mil quartos no portfólio. Bonadona sabe que 2015 e 2016 serão anos difíceis e desafiadores, mas, mesmo assim, projeta aumento do volume de atividades para R$ 2,5 bilhões. Isso porque, apesar de uma possível queda na demanda da indústria, ele aposta nos negócios gerados pelos hotéis abertos no segundo semestre de 2014, vai colocar no mercado 4,5 mil novos quartos este ano e vem investindo na venda em canais diretos (35% no Brasil vem via internet e 60% desse total é venda direta), para ter mais controle sobre margens e negociações. A Accor também aposta em diferenciais de produto e estrutura que permitem combater a queda de tarifa por causa de uma possível demanda menor e o início da pressão em diversos canais. A conversão de hotéis e as franquias são outra saída para continuar crescendo em aberturas e portfólio. Segundo o diretor de Desenvolvi-
mento de Novos Negócios Abel Castro, a Accor não entrava no negócio de conversões (a não ser quando comprou o portfólio Posadas na América do Sul), porque não queria participar de disputas por preço do fee como operador. “Temos estrutura maior, força de vendas, diferenciais, não vamos baixar o fee pois também garantimos entrega aos proprietários”, diz Castro. A Accor chegou a analisar a entrada na disputa pelo Sheraton Barra, mas não é o modelo que procura (veja box).
CONJUNTURA
O dólar a R$ 3, segundo Roland de Bonadona, é bom para o receptivo internacional e para estimular as viagens domésticas dos brasileiros, o que pode ajudar a compensar perdas com o fluxo corporativo. “Mas é ruim também, pois um sinal de que a economia vai mal, está desacelerando e isso significará menos desenvolvimento e investimentos no País e menos gastos em viagens”. Bonadona pede, ainda, que o Brasil não repita na Olimpíada do Rio, em 2016, os erros da Copa do Mundo, quando, segundo ele, o Ministério do Turismo não aproveitou para promover o País como deveria. Ele acha que a Copa foi muito boa por dois motivos: deu dinheiro para a hotelaria nas cidades-sede e não gerou incidentes que comprometessem a imagem do Brasil. Mas a questão da promoção foi bastante falha. “Um erro que não pode se repetir em 2016. Com o ministro Vinicius Lages no comando do Ministério do Turismo, me sinto mais confiante e confortável que a oportunidade não será perdida novamente”, continuou. Ele disse que acredita na equipe econômica atual, comandada por Joaquim Levy e nas medidas que estão sendo tomadas, o que, somado à presença de Lages no Turismo, dá a confiança necessária para que recomende investimentos e novos projetos no País. A Accor tem 210 hotéis no Brasil, em 89 cidades. Vai chegar a 151 cidades em 2018, com 373 hotéis. A ocupação em 2014 ficou em 70%. “Estamos chegando a destinos secundários e terciários, mas sem esquecer dos grandes centros urbanos”, analisa Bonadona. Segundo ele, o Brasil ainda vai crescer muito na hotelaria, daí a aposta a longo prazo da Accor, como ocorre desde sua chegada no País. “Nos países desenvolvidos há uma relação de dez quartos de hotel para cada mil habitantes. No Brasil ainda estamos em dois para dez”, finaliza.p > Continua na pág. 08
08
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
< Continuação da pág. 06
Pirâmide Natal será Mercure Depois de anunciar a parceria com a rede Pontes, de Pernambuco, que transformará os hotéis Mar Hotel, Atlante Plaza e Summerville em unidades Mercure (o primeiro) e Grand Mercure (os dois últimos), a Accor anunciou mais uma conversão no Nordeste. O Pirâmide
Hotel, de Natal, que já ostentou a marca Blue Tree, passa por um retrofit, com 80% dos quartos fechados, para se tornar um Mercure. Segundo Abel Castro, em uma etapa seguinte seriam feitas melhorias para que o resort virasse um Grand Mercure. Os hotéis de Pernambuco também já passam por retrofit, que deve durar três meses. A área de conversões passou a fazer parte do radar da Accor há pouco tempo, com a negociação diretamente com proprietários, que geralmente entendem do negócio e sabem avaliar o fee cobra-
do pela operadora. A Accor não se vê negociando uma conversão em reunião de condôminos com 300 votos diferentes. Há outros projetos de conversão em andamento na rede, ainda não divulgados.
ECONÔMICOS
No ano passado, a Accor assinou 63 contratos para novos hotéis nas Américas, área sob o comando de Roland de Bonadona, um recorde na história da rede. “São 9,5 mil quartos. Isso é do tamanho da terceira maior rede hoteleira do País”, conta Abel Castro. Ainda em 2014, a rede abriu 32 hotéis, sendo 27 no Brasil, outro recorde mundial, pois no ano passado nenhum outro país teve tantas inaugurações. Desse total de contratos assinados, 65% foram da família Ibis e 43% sob a modalidade de franquias. “Hoje já temos franquias Ibis, Mercure e até Pullman, essa fora do Brasil”. A quantidade de condo-hotéis ficou
Abel Castro: franquias crescem
em 14% dos contratos, o que é considerado baixo, mas já se ajusta às novas normas da CVM, que requerem um processo mais burocrático para o pedido de dispensa e operação de um empreendimento nesse modelo. “Houve um represamento de projetos
por causa das novas exigências, mas se tudo continuar assim, isso vai voltar em pouco tempo, já que a Accor já produzia os documentos e processos necessários e o ritmo será normalizado”, acredita Castro.p
Reforma noS Ibis e nova marca chegando Um dos maiores cases de sucesso da hotelaria no Brasil, a família de hotéis Ibis passa por transformações e renovações este ano. Segundo o diretor de Operações das marcas na América do Sul, Franck Prouvost, as três marcas (Ibis Budget, ex-Formule 1, Ibis e Ibis Style, lançada no ano passado) estão passando por amplas reformas. Os hoptéis Ibis Budget ganharão novos lobbies, com uma filosofia que une design e convivência. Em seguida será a vez dos quartos, com foco na cama, que promete ser “luxuosa, a preço supereconômico”, nas palavras de Prouvost. O Ibis Paraiso, na capital paulista, é o modelo para a rede nessas mudanças e já passou pela reforma do lobby. Nas unidades Ibis vermelho (ou Ibis padrão), já foram trocadas 25 mil camas em um ano e meio. A fase atual inclui reforma de quartos e lobbies e os restaurantes estão sendo transformados em Ibis Kitchen. “Estamos em pouco menos da metade do processo”, conta Prouvost. Os Ibis Kitchen prometem cardápios novos, opções diferentes e máquinas Nespresso. O Ibis Style, que deve chegar a dez unidades este ano, já tem mais de 20 contratos assinados. Pode ser construído do zero (como o da Barra Funda, em
Franck Prouvost comanda a família Ibis na América do Sul
São Paulo, com 300 apartamentos, previsto para este ano, em parceria com a Odebrecht) ou ser usado para conversão de hotéis já existentes. Oitenta por cento das reservas do Ibis Budget vêm da internet, índice bem maior que os 35% da rede Accor no País.
25 trainees estão sendo preparados para as próximas aberturas. O treinamento dura cerca de um ano e quase não acompanha o ritmo acelerado de inaugurações. Esses gerentes contratam e treinam localmente os demais funcionários.
DESAFIO DA MÃO DE OBRA
MAMA SHELTER
Um dos maiores desafios das marcas Ibis é a qualificação dos funcionários. “Preparar gerentes demora mais que construir um Ibis”, diz Franck Prouvost. Segundo ele, atualmente
E a inovadora marca Mama Shelter, nascida na França e criada por um dos fundadores do Club Med, pode chegar ao Brasil antes mesmo da MGallery (que hoje está na Argentina, renomeando o Caesar Park Buenos Aires). A Accor tem 35% da rede
Mama Shelter e já negocia sua chagada ao Rio e a São Paulo. São hotéis de categoria lifestyle, descolados e modernos, padrão midscale, e com design de Phillip Starck. Entre as amenidades há lojas vendendo artigos inusitados e até filmes eróticos grátis nos apartamentos. Há quatro unidades na França e uma na Turquia, além de outras cinco sendo implementadas no mundo, incluindo uma em Los Angeles, na área de West Hollywood. O grande destaque desses hotéis é a parte gastronômica. Em Paris, segundo Abel Castro, diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Accor, as reservas para o restaurante têm de ser feitas com uma semana de antecedência. “São hotéis com a cara da Vila Madalena ou Vila Olímpia, na capital paulista, e da zona sul ou da Lapa, no Rio”, explica. Só que o modelo que ele busca para o Brasil é o de conversão. “Pode ser um hotel já existente, um prédio de escritórios... Estamos com duas negociações, mas abertos a outras oportunidades”, afirma. Por fim, no Rio, segundo Castro, o Caesar Park Ipanema passa por um retrofit técnico, mas só deve virar So by Sofitel, depois da Rio 2016, mesmo caso do Sofitel Rio, em Copacabana, que já tem projeto de reforma pronto.
09
Voo suspenso O ÚLTIMO VOO ENTRE O BRASIL E CUBA OPERADO PELA CUBANA DE AVIACION DECOLOU DE SÃO PAULO em 12 de fevereiro. A partir de então, todos os voos estão suspensos por tempo indeterminado. Os passageiros estão sendo acomodados na
PAN N o t a s Panamá
A partir de 16 de novembro, a Lufthansa vai oferecer voos diretos para a Cidade do Panamá pela primeira vez. A solicitação ainda depende de aprovação governamental. Um Airbus A340-300 vai ligar cinco vezes por semana a Europa, a partir de Frankfurt, à Cidade do Panamá.
Copa
A Lufthansa está também expandindo a parceria com a companhia aérea panamenha Copa. Para os passageiros da Lufthansa no futuro vai ser mais fácil chegar aos 50 destinos nas Américas Central e Sul e no Caribe com a companhia aérea parceira. Os horários de voo da Lufthansa são coordenados para que as conexões com a Copa se tornem confortáveis no aeroporto de Tocumen.
Recife
A Flycard anunciou a contratação de Alexandre Ramos como executivo de Contas em Recife (PE). Ramos chegou à equipe de vendas no início de fevereiro e responde ao diretor comercial, João Paulo Stelczyk. Contatos: alexandre@flycard.com.br e pelo telefone (81) 8157-1366.
Pontual
A Tam foi a nona companhia aérea global com melhor performance em pontualidade em janeiro. Quem afirma é a Flight Stats, em pesquisa que elenca as 20 melhores aéreas do mundo na categoria.
Copa Airlines. Segundo informações da companhia, apuradas pelo Jornal PANROTAS, a razão para o cancelamento são “questões comerciais”. Não há previsão de retorno dos voos no momento. Mais informações por meio do tel.: (11) 3214-2756.
Divulgação
Aviação
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
10 Hotelaria
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
> Renê Castro e Artur Luiz Andrade
Ajuda sim, venda não DE UM LADO, O MAKSOUD PLAZA, NA CAPITAL PAULISTA, COM DIFICULDADES EM ATINGIR O MERCADO CORPORATIVO, ESPECIALMENTE O INTERNACIONAL. DO OUTRO, A ACCOR, QUE NÃO TEM EM SEU PORTFÓLIO UM HOTEL DE LUXO COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA NA CIDADE. É a par-
Henry Maksoud Neto
tir deste cenário que nasce uma relação que quebra paradigmas e abre portas. O acordo comercial entre as partes é inédito na hotelaria mundial, e possibilita o empreendimento paulista ser encontrado agora em todos os canais de venda da rede francesa, mesmo sem ser administrado pelo grupo. Ou seja, na prática, o Maksoud Plaza continua com sua administração familiar e operando
paralelamente as vendas de hospedagem por canais diretos. À Accor, fica a incumbência de gerar reservas ao icônico hotel de São Paulo por meio de 32 websites (disponíveis em 16 idiomas), central telefônica, aplicativos móveis e GDS. Segundo o presidente do hotel, Henry Maksoud Neto, trata-se de uma “parceria comercial estratégica, que aumenta nossa capilaridade e força de vendas. Estávamos muito limitados nesse contato com os grandes clientes corporativos, em especial. A chegada da Accor nos coloca em evidência e reduz nossos custos com comissão”, explica ele, revelando que o modelo de negócio nasceu a partir de conversas informais. O diretor de Operações das marcas Luxo, Upscale e Midscale da Accor na América do Sul, Patrick Mendes,
reforça o discurso, e disse que conheceu Henry por acaso. “Foi uma oportunidade que surgiu por várias frentes. Conheci o Henry, conversamos algumas vezes, visitei o hotel e chegamos a essa parceria. É a primeira vez que fazemos isso e espero que nos dê retorno”, considerou Mendes, que carrega a expectativa de colaborar com 20% da ocupação do hotel neste primeiro ano de acordo. O contrato entre as partes tem validade de 24 meses, com possibilidade de renovação. “Ganharemos por reserva feita nos nossos canais. Não faz parte da estratégia da Accor fazer isso, mas foi uma questão de oportunidade. Não temos a intenção, no momento, de pensar nesse modelo de negócio para outros empreendimentos”, encerrou o dirigente.
PAN N o t a s Representação
Carlos Augusto Nascimento e Carlos Eduardo Cordeiro criaram uma empresa de representação hoteleira, a Collection Hotels. Na sequência, os empresários criaram a divisão Collection Destinos, que representa eventos, aeroportos e convention and visitors bureaux. A novidade ganhou CNPJ próprio, e os diretores agruparam as duas empresas no Collection Group. “Foi uma necessidade pela ótima recepção que tivemos no mercado e por isso que transformamos a divisão em empresa de fato e agrupamos as duas empresas no guarda-chuva da Collection Group”, explica Carlão.
Mais um
Além do CVB de Búzios (RJ), a Collection Destinos vai anunciar em breve a representação de um novo CVB. “É também um super cliente e vamos contratar mais pessoas para atender essa conta”, finaliza Carlão. O Collection Group, que fica em São Paulo, atende pelo tel. (11) 3063-3650 e carlos@collectiongroup.com.br.
11 H OT E L R EN O VA D O Fundado em 1979, o Maksoud Plaza passou por altos e baixos em sua trajetória. Com 416 quartos e cerca de cinco mil metros quadrados para administrar, o empreendimento deixou de ter a preferência da indústria por alguns anos, quando muito se comentou sobre a manutenção deste ícone da hotelaria paulistana. A administração atual, porém, parece já ter superado este período nebuloso. O Jornal PANROTAS foi informado que foram investidos R$ 5 milhões nos últimos quatro anos na estrutura do hotel. Além dos apartamentos, a área para eventos foi remodelada e há espaço atualmente também para uma casa noturna, inaugurada recentemente. “Às vezes as pessoas têm a impressão que não é feito nada por aqui, mas posso garantir que trabalhamos noite e dia para melhorar o Maksoud. Convido a todos para conhecerem o hotel e o nível de serviço que estamos oferecendo aos clientes”, se defendeu Henry Maksoud Neto, revelando também que há um trabalho específico junto aos colaboradores para receber os executivos estrangeiros.
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
NOVA RELAÇÃO Roland de Bonadona
O HERDEIRO DO MAKSOUD PLAZA TRATOU DE DESCARTAR QUALQUER POSSIBILIDADE DE UMA VENDA FUTURA DO EMPREENDIMENTO, SEJA PARA A ACCOR OU QUALQUER OUTRO INTERESSADO. “Eu não vendo isso aqui por preço nenhum. Não há qualquer possibilidade, até porque, se eu vender este hotel, não encontro outro negócio parecido. Seguiremos como hotel independente, com administração familiar”, afirmou Henry Neto. Perguntado se a parceria com a Accorpode evoluir no futuro, o empresário preferiu não se estender. “Não sei... acredito que não.” Já o presidente da Accor para as Américas, Roland de Bonadona, foi mais incisivo nas respostas, afirmando que “nasceu uma relação”. “Foi assim com o Rio Palace e ela evoluiu para uma venda. No caso do Maksoud, não posso dizer como evoluirá, se teremos uma marca nossa no hotel. Hoje, o que pode-
mos dizer é que vamos ajudá-los a terem o share que merecem no segmento de eventos e no corporativo. É um hotel com ótima localização, excelentes espaços de eventos, e
precisa chegar aos canais certos”, explicou Bonadona. Atualmente, a Accor opera em 92 países em todos os segmentos de mercado, do luxo ao econômico.
12 Hotelaria
4 a 10 de março de 2015 JORNAL PANROTAS
> Suzana Liskauskas – Rio de Janeiro
Mais que um quatro estrelas O Rio de Janeiro ganha, em julho deste ano, a unidade Prodigy Hotel Santos Dumont Airport, do grupo GJP Hotels & Resorts. O empreendimento terá 300 apartamentos e uma conexão direta com a área interna do Aeroporto Santos Dumont. Trata-se do segundo investimento da rede hoteleira no Estado, depois do Linx Galeão. Com um aporte de R$ 65 milhões, o hotel será instalado em uma área que já foi ocupada por escritórios da Varig e da Vasp, vizinha ao aeroporto, e terá um total de sete pavimentos e quartos entre 21 e 26 metros quadrados. “Este hotel é um marco para a GJP. Afinal, é primeiro com um aeroporto dentro”, brinca o presidente da GJP Hotels & Resorts, Guilherme Paulus. Ele ressalta o comprometimento do governo com o setor de hotelaria no Brasil, já que houve esforço dos órgãos públicos na cessão das áreas vizinhas aos aeroportos, em regime de concessão. No caso do novo hotel, a validade é de 30 anos. “É preciso reconhecer o trabalho da Infraero em apoiar esse importante movimento para a hotelaria, que é es-
tar presente próximo aos aeroportos”, destaca Paulus. O grupo GJP Hotels & Resorts vem participando de licitações e está atento também aos rumos de novas rodadas em São Paulo, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Além de aguardar licitações em Salvador, Manaus e Recife.
PARA O CORPORATIVO De acordo com Paulus, o novo hotel foi estruturado para acomodar executivos, com infraestrutura e tecnologia de ponta, e será responsável pela revitalização de uma área pouco utilizada pelo carioca. “Desenvolvemos um projeto que une o clássico e o contemporâneo, totalmente integrado à paisagem, combinando lazer e negócios. Os quartos foram projetados para garantir conforto, principalmente ao público feminino, que representa uma boa parcela do turismo de negócios. Como os demais hotéis Prodigy, trata-se de um quatro estrelas, mas com um chame a mais”, explica.
Um dos quartos do Prodigy Santos Dumont
O presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Turisrio), Paulo Senise, diz que a inauguração do Prodigy Hotel Santos Dumont Airport atenderá uma demanda do ponto de vista mercadológico. Além de tornar o Rio de Janeiro mais competitivo para atrair eventos de negócios. “O Rio tem um perfil no segmento de turismo que demanda mais lazer e programas culturais, mas está crescendo a demanda do segmento corporativo. Um hotel como este é perfeito para receber esse hóspede, pois está a passos do aeroporto, muito próximo ao centro financeiro da cidade e inserido em uma paisagem deslumbrante”, comenta.
O Prodigy Hotel terá um centro de eventos com uma área total de mil metros quadrados, capaz de receber de 900 a 1,2 mil pessoas. Uma das estrelas do novo hotel será o terraço panorâmico, com um espaço de entretenimento, restaurantes e 360 graus de vista, incluindo os mais famosos cartões postais da Cidade Maravilhosa, o Pão de Açúcar e Cristo Redentor. Paulus conta que, só na área do hotel, haverá três restaurantes, sendo dois deles localizados no terraço. A meta do presidente da GJP Hotels & Resorts é negociar a área com expoentes da gastronomia, para atrair a visitação do público em geral.p
S U P E R EC O N Ô MI C O S Em março de 2016, o Grupo GJP Hotels & Resorts terá uma nova bandeira no seu portfólio, a Linx Express. Guilherme Paulus diz que o primeiro empreendimento sob a nova bandeira aberto ao público será instalado em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. A bandeira Linx Express terá três hotéis na região Sul, que farão parte da expansão programada pela GJP Hotels & Resorts até 2019. Hoje com 14 hotéis, sendo seis próprios, o grupo pretende alcançar a marca de 25 empreendimentos antes de 2020. Para essa expansão, a GJP Hotels & Resorts prevê investimentos próprios na ordem de R$ 150 milhões. Mas esses novos empreendimentos receberão
no total, entre investimentos da GJP e parceiros, aproximadamente R$ 500 milhões. Paulus comenta que está nos planos da empresa a construção de um resort em Aracaju (SE). Também no Nordeste, Fortaleza (CE) é uma das áreas de interesse do grupo. A bandeira Linx Express será caracterizada por hotéis mais econômicos, sem desprezar o conforto. Eles terão cerca de 120 quartos, com banheiro e acesso wi-fi à internet, representando um investimento de aproximadamente R$ 25 milhões por empreendimento. Os hotéis não terão restaurantes e áreas de lazer, como há no Linx Hotel International Airport Galeão. “Em um hotel, os hóspedes dão muita importância a uma cama confortável, um banheiro com boas instalações e
não abrem mão de uma conexão de internet de excelente qualidade. Esse é espírito do Linx Express, em que não haverá piscina e área de fitness, mas o conforto, assim como o café da manhã que está mantido”, conta Paulus. Além de Santa Maria, Joinville (SC) e Maringá (PR) também receberão empreendimentos Linx Express, assim como Minas Gerais. A inauguração da unidade mineira ocorre em dezembro deste ano, e será na área do Aeroporto Internacional de Confins - Tancredo Neves, nos arredores da capital. Em 2016, o grupo prevê a abertura de um empreendimento próximo ao Aeroporto de Vitória - Eurico de Aguiar Salles, no Espírito Santo.
Guilherme Paulus
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Novo navio A ROYAL CARIBBEAN ANUNCIOU O NOME HARMONY OF SEAS (HARMONIA DOS MARES, EM TRADUÇÃO LIVRE) COMO O NOVO NAVIO DA CLASSE OASIS DA EMPRESA. Inicialmente chamado de Oasis 3, o transatlântico, gêmeo do Oasis e do Allure maiores navios do mundo, está em construção no estaleiro STX, em Saint Nazaire (França),
PAN N o t a s Expo Milano
A MSC Cruzeiros será a operadora de cruzeiros oficial da Expo 2015, exposição universal que ocorre em Milão, na Itália. Com a parceria, a MSC Cruzeiros exibirá o logotipo da Expo Milano 2015 no casco do MSC Fantasia, que navegará no Mediterrâneo ao longo de 2015. A MSC Cruzeiros também será revendedora autorizada da feira. Os hóspedes poderão adquirir a bordo os ingressos para a Expo 2015 e participar do evento por meio das excursões especiais nos portos de Gênova e La Spezia.
29 anos
Março é o mês de aniversário da Visual Turismo e, como parte das comemorações, a empresa, que completa 29 anos, anunciou uma parceria com a Gol para dar aos agentes de viagens tarifas especiais no doméstico. A promoção vale para reservas efetuadas até 31 de março, para embarques em abril e maio. Há promoções para o Rio de Janeiro, a Costa do Sauípe (BA), Fortaleza e Cumbuco (ambos no CE), Foz do Iguaçu (PR), Salvador (BA) e a Serra Gaúcha (RS).
Europa
A MMTGapnet anunciou a primeira edição do Europa Day. O evento organizado pela operadora será realizado em Ribeirão Preto, no interior paulista, em 26 de março, e terá a presença dos escritórios de turismo da Alemanha, Espanha, Holanda e do Reino Unido, dos circuitos europeus Tumlare, Special Tours e Travelplan, além da companhia de cruzeiros marítimos Norwegian Cruise Line.
com previsão de lançamento para 2016. Imagens revelam que o Harmony of the Seas terá três toboáguas a bordo. Mais detalhes serão anunciados oficialmente pela companhia em breve, mas pode-se adiantar que o transatlântico medirá 360 metros de comprimento, deslocará 227 mil toneladas e terá capacidade para 6,4 mil passageiros.
A previsão de lançamento do Harmony of the Seas é abril de 2016
Divulgação
Cruzeiros marítimos
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Aviação
Doméstico em alta A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) forneceu dados da movimentação de Avianca, Azul, Gol e Tam em janeiro deste ano. No geral, a demanda por voos domésticos no Brasil cresceu 9,2%, em relação ao mesmo período do ano passado. A oferta de assentos também teve aumento, só que de 4,1%, na mesma base de comparação. Com isso, a taxa média de ocupação dos aviões ficou em 84,6%, quase quatro pontos percentuais a mais que o resultado identificado em 2014. Em janeiro passado, foram transportados 9,7 milhões de passageiros em voos nacionais, um acréscimo de 12,5% na comparação anual. O fluxo de passageiros em voos internacionais, operados pelas associadas à Abear aumentou 32,9% no primeiro mês de 2015 e a oferta de assentos cresceu 26,4%.
A
g rti
“No ano passado fomos muito ajuizados em relação à oferta, buscando rentabilidade. Creio que as atitudes que cada uma das empresas vão tomar neste ano levarão em conta a manutenção da qualidade da operação aérea”, destacou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.
DISPUTA ACIRRADA A luta pela liderança de mercado segue a todo vapor entre e Gol e Tam. A primeira foi a líder no mercado doméstico em janeiro, com participação de 38,43%, seguida de perto pela Tam, que obteve demanda de 37,02%. Azul e Avianca registraram 16,45% e 8,10%, respectivamente. Já no mercado internacional, a Tam segue isolada, com 69,61% de participação entre as empresas nacionais.
Quem aparece em segundo lugar é a Azul, com uma parcela de 15,87% do mercado. A seguir, a Gol registrou 14,47% de share. Já a Avianca obteve menos de 1% de participação. Nos números conjuntos, as quatro aéreas registraram acréscimo de 32,9%
ante o primeiro mês de 2014. A oferta internacional alcançou aumento de 26,4%, sendo o sétimo mês consecutivo de expansão. O total de passageiros transportados nos voos internacionais chegou a 703,6 mil, 28% a mais que em janeiro de 2014.p
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Alianças estratégicas entre companhias aéreas
A associação entre duas ou mais empresas que buscam com seus recursos e conhecimentos reduzir custos, aumentar produtividade, ter presença em outros mercados, implantar novas tecnologias, nada mais é que a opção estratégica para crescer e conquistar mercados. Isso não é novidade, muito pelo contrário. A alternativa, embora não seja nova, pode trazer oportunidades sustentáveis em um mercado ainda incipiente, que precisa se desenvolver. O objetivo da parceria continua sendo o aumento do poder de negociação, especialmente
Rebecca Meadows Gerente regional de Marketing da Turkish Airlines no Brasil
com fornecedores, sem abrir mão da qualidade do produto e do aumento da margem de lucro, naturalmente. Não cabe aqui explicar conceitos ou me estender e mostrar uma lista de fusões, mas cito apenas duas que movimentaram o mercado acionário e criaram outras gigantes, como a bem sucedida Ambev (1999), que uniu Brahma-Antarctica; e a da Perdigão-Sadia, que estabeleceu a BRF (2009). Já no campo das aéreas, empresas integrantes do segmento do turismo, as fusões vêm ocorrendo há muitos anos. Em 2010, Tam e Lan comunicaram sua intenção de se unir em uma única organização denominada “Latam Airlines Group”. Em 2013, American Airlines e US Airways; em 2009 a Ocean Air e Avianca se unem; em 2008 Gol e Varig, em 2003 Air France e KLM. Muito antes disso, em 1997, nascia a primeira aliança entre companhias aéreas, a Star Alliance, parceria estratégica que hoje reúne 27 membros e voa para mais de 1,3 mil destinos. Em 1999, surgiu a Oneworld, atualmente com 15 membros e presente em quase mil destinos. Um ano mais tarde, a Skyteam, composta por 20 membros, começa a operar para atingir mais de mil destinos. As companhias aéreas, por sua vez, optam pelas parcerias para acessar mercados onde ainda não atuam, otimizar o atendimento, aproveitar oportunidades para crescer frente à concorrência,
reduzir custos operacionais, principalmente os dos combustíveis. Nesse quesito, o Brasil é um dos países mais caros para se abastecer um avião no mundo. É o que mostra um levantamento da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), com base em preços do querosene de aviação cobrados das companhias aéreas em 68 aeroportos. Nenhum outro país tem tantos terminais na lista dos dez aeroportos com maiores custos para abastecimento. O fenômeno do aumento do poder aquisitivo dos brasileiros e da competição entre as empresas aéreas levou à demanda crescente da aviação civil. Milhares de brasileiros passam pela experiência de viajar pelos céus. Segundo a Anac, entre 2004 e 2013, em termos de passageiros-quilômetros pagos transportados (RPK - revenue per km - receita gerada por quilômetro), a demanda apresentou alta de 203%, o maior nível dos últimos dez anos, com índice médio de 13,1% ao ano. No mesmo período, o crescimento anual do transporte doméstico representou mais de 3,7 vezes o crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro e mais de 13 vezes o crescimento da população. Esse raciocínio ilustra — sem entrar no mérito dos dados financeiros — que as companhias aéreas (todas, sem exceção) vêm registrando uma alta demanda no volume de passageiros, que — além
de estarem muito mais exigentes, buscam tarifas menores, claro. Como atender a tamanho volume, rapidamente, sem integrar as alianças estratégicas? A aliança sozinha não é garantia de melhor atendimento ou de redução de custos — só para falar o básico. Em um ambiente competitivo, uma companhia isolada teria muita dificuldade em competir sem fazer parte de alguma aliança. As alianças estratégicas entre empresas aéreas são uma questão de sobrevivência. As aéreas devem estar preparadas — e juntas — para atender e se adaptar às novas exigências dos passageiros, oferecer menor preço, maior flexibilidade e disponibilidade de voos. O passageiro escolherá a oferta de uma determinada aliança, de acordo com os benefícios oferecidos, como sala vip, facilidades com bagagens, produtos tarifários com preços competitivos e flexibilidades de regras, principalmente para o segmento corporativo, possibilidade de uso da escolha do programa de passageiro frequente entre todas as companhias aéreas membro da aliança, entre outros. É importante também lembrar que a formação de alianças estratégicas também deve somar vantagens competitivas aos membros. Vantagens que sejam competitivas, permanentes e sustentáveis, pois uma aliança entre companhias aéreas disputa mercado com outras alianças concorrentes.p
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> Karina Cedeño
Novos voos Este ano começou cheio de novidades para a Copa Airlines. Em janeiro, a aérea anunciou o lançamento de voos diretos para a cidade de David, no Panamá, e este mês trouxe a público, em evento realizado na Cidade do Panamá, mais novidades que contemplam destinos no México e nos Estados Unidos. A partir de 24 de junho, a cidade de Nova Orleans, nos Estados Unidos, terá voos diretos da companhia e, em agosto, é a vez das mexicanas Villahermosa e Puebla. As escolhas não foram por acaso, de acordo com o vice-presidente sênior de Finanças da Copa Airlines, José Montero. “Realizamos diversos estudos para a escolha desses destinos, a fim de que eles tornem os mercados latinoamericanos ainda mais unidos e valorizem a economia dessas cidades. A Copa Airlines sempre se caracterizou por buscar novos mercados, procurando não apenas oferecer excelência em aviação, como também facilitar o intercâmbio cultural por meio da conexão entre continentes”, afirmou Montero. Dentre as novidades apresentadas, vale destacar a capital de Tabasco, Villahermosa, que oferece localização estratégica devido à concentração de importantes companhias petrolíferas subsidiárias da Petróleos Mexicanos (Pemex). Ainda não se sabe qual será a cidade, mas o gerente regional de Mercado para a América do Sul da Copa Air-
O diretor comercial da Copa Airlines, Adolfo Sen
lines, Emerson Sanglard, já pôde adiantar que haverá mais um destino escolhido no Brasil até o final deste ano. “Vem novidade por aí”, despistou o executivo.
PONTUALIDADE PREMIADA
No ano passado, a Copa Airlines transportou cerca de 11,6 milhões de passageiros e registrou 10% de aumento no número de assentos oferecidos. Atualmente a aérea cobre 73 destinos em 30 países, e o seu hub é o Aeroporto de Tocumen, na Cidade do Panamá. “Nosso hub está entre os maiores da América Latina, o que pode ser considerado um diferencial da companhia, além dos voos sem escalas. Estamos oferecendo 92 voos semanais diretos entre o Brasil e o Panamá, e saindo do Panamá para outras conexões. Somente para São Paulo, por exemplo, a frequência dos voos é de quatro vezes ao dia”, diz o diretor comercial da Copa Airlines, Adolfo Sen, que também ressaltou a pontualidade da companhia: em 2014 mais de 90% dos voos saíram no horário programado, o
que garantiu à Copa o prêmio Flight Stats como a aérea mais pontual da América Latina.
BRASILEIROS NO PANAMÁ
Os voos diretos da Copa Airlines têm favorecido a instalação de empresas brasileiras no Panamá, e já é possível, inclusive, encontrar muitos produtos tupiniquins circulando por ali. É o que afirma o diretor comercial da Copa Airlines, Adolfo Sen. “O Brasil está entre os mercados mais importantes para a Copa Airlines, e o início das operações em Campinas, no ano passado, aumentou consideravelmente o tráfego de visitantes ao Panamá. Devido à facilidade dos voos diretos oferecidos pela companhia, muitas empresas brasileiras se instalam no país, fazendo com que os funcionários também se mudem com suas famílias. Isso sem contar a grande quantidade de turistas brasileiros que vão ao Panamá atraídos pela gastronomia, cultura e possibilidade de compras”, complementa Sen.p
O vice-presidente sênior de Finanças da Copa Airlines, José Montero, o governador de Puebla, Rafael Moreno, o diretor do New Orleans Transportation and Aviation Committee, Jared Brossett, e o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Flight Stats, Jim Hetzel, durante evento realizado no Panamá para divulgar os novos destinos
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Copa Airlines
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F Ó R U M PA N R O TA S 2 0 1 5
Opinião de especialista O Fórum PANROTAS – Tendências do Turismo, chega à 13ª edição em 2015 como o principal palco de deba-
Algumas das principais atrações são Tony D’Astolfo, presidente da Phocuswright; Luiz Eduardo Falco, presidente da CVC; Fábio Gandour, cientista-chefe do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil; José Efromovich, presidente da Avianca Brasil; Paulo Sérgio Kakinoff, presidente executivo da Gol Linhas Aéreas Inteligentes; Roland de Bonadona, CEO da Accor Américas e Caribe; e Luis Paulo
tes do turismo brasileiro. O encontro será realizado em 24 e 25 de março, no Golden Hall do WTC Events Center, espaço de eventos do Complexo WTC São Paulo, na capital paulista e já tem programação definida.
Accor, Best Western International, Esferatur, Gapnet, GTA, Localiza, Reserve e Dallas-Fort Worth International Airport. O destino patrono é a Bahia. Assessoria de imprensa pela B4T, interpretação pela Vice Versa e transfers realizados pela Cep Transportes. Leia abaixo como alguns desses parceiros avaliam o evento. Inscreva-se: www.panrotas.com.br/ forump
Estávamos ‘namorando’ uma parceria com o fórum há um bom tempo, e neste ano ela se concretizou. Temos um objetivo em comum, que é buscar as melhores práticas no mercado. Estamos contentes em apoiar quem fomenta o desenvolvimento do setor
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Luppa, presidente do Grupo Trend. Empresas como Oracle e Microsoft participam pela primeira vez. Importante ressaltar também que o fórum tem o apoio institucional da CNC, do Sesc Senac, apoio do Ministério do Turismo, patrocínio do Sebrae, Chile, CVC, Delta Air Lines, Gol, Tourism Australia, GJP Hotels & Resorts, Pernambuco, R1 Soluções Áudio Visuais, Sabre, Tap,
Fernando Cavalheiro, diretor da Cep Transportes
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Luciano Macagno, diretor da Delta Air Lines no Brasil
Herbert Viana, diretor de Marketing da Localiza
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Considerado o maior palco de debates do turismo do Brasil, o Fórum PANROTAS é o primeiro grande evento do calendário turístico nacional
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Faz parte de nossa estratégia também estar cada vez mais perto do mercado e o Fórum PANROTAS une conteúdo e relacionamento da forma ideal. A Delta está em um momento especial na América Latina e no Brasil, a caminho da liderança. Queremos ser a melhor companhia aérea estrangeira no mercado brasileiro e já temos muitas histórias e cases para contar ao trade
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É nesta oportunidade que podemos debater, em alto nível, os desafios da indústria, as novas tendências e compartilhar experiências com os principais lideres do mercado brasileiro
Diogo Medrado, presidente da Bahiatursa
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Poder interagir com os agentes que efetivamente movimentam o setor também é um ponto importante da iniciativa. Ao oferecer uma programação conectada com o novo, o Fórum PANROTAS possibilita ao profissional, estudioso ou interessado na área, uma visão sistêmica e abrangente do que acontece no segmento. O evento insere-se no debate de diretrizes de governo, por exemplo, propondo às autoridades presentes sugestões e alternativas. Assim, tece um cenário do ano que se inicia e colabora para que o turismo avance em direção ao desenvolvimento seguro, responsável e inclusivo
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A indústria de viagens está constantemente evoluindo e mudando, e o Fórum PANROTAS nos dá a oportunidade de aprender e entender algumas dessas mudanças. Para nós é um prazer estar mais uma vez ao lado do fórum. Como em outros anos, tenho certeza que serão dois dias de enriquecimento
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Esta é a quarta edição do evento em que participamos como patrocinadores, pois enxergamos o fórum como o principal evento de debates sobre turismo no Brasil. Nele estão reunidos formadores de opinião e os profissionais mais representativos da área no País
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Alexandre Sampaio, presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
Raffaele Cecere, sócio-diretor da R1 Soluções Audiovisuais Matt Teixeira, diretor para a América Latina e Ásia da Best Western
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> Rodrigo Vieira
Star Alliance confirmada Aquisição de oito A320, substituição da frota de Fokker e crescimento de 15% em um ano desafiador. São esses os principais objetivos da Avianca Brasil para 2015, de acordo com o vice-presidente da companhia,
Tarcísio Gargioni, vice-presidente da Avianca Brasil
Tarcísio Gargioni. Para coroar tantas novidades, falta a cereja do bolo: o ingresso na aliança Star Alliance, fato que o executivo da aérea garante estar muito próximo de acontecer. As informações foram apresentadas no Lacte 10, promovido pela Alagev, no Grand Hyatt, em São Paulo, na semana passada. “São dois anos trabalhando nesse enorme desafio que é entrar para a Star Alliance, mas, em 2014, investimos na troca de nossa plataforma para o sistema Amadeus, e, muito
provavelmente, no final de julho, daremos um grande evento para comemorar essa conquista”, aposta Gargioni. Não só o fator tecnológico ajudará a levar a bandeira Star Alliance à companhia aérea. O presidente afirma que vai aumentar um quarto da frota da Avianca Brasil até setembro. “Traremos oito novos A320, o que pode parecer pouco, mas representa 25% do que temos na aérea”, afirma. “É um investimento muito significativo, tal como o da renovação de nossos Fokker. Isso tudo mostra que as mudanças serão extraordinariamente significativas a partir do momento que entrarmos de vez para a Star Alliance.” Por mais que a previsão de crescimento deste ano esteja abaixo dos 25% registrados em 2014, Gargioni vê a meta com bons olhos, principalmente devido ao atual cenário do turismo brasileiro. “Fomos a empresa aérea líder em crescimento no Brasil no ano passado, e 15% de aumento nesse ano será um ótimo resultado, visto que a tendência da economia do País é ficar abaixo de zero.” Ainda que com previsão de crescimento mais tímida, Gargioni afirma que o primeiro mês de 2015 deixou a Avianca Brasil mais otimista com o restante do ano. “Em janeiro, o mercado brasileiro cresceu mais de 9% em voos domésticos, em relação ao mesmo período do ano passado, o que mostra uma retomada no setor.” Gargioni ainda afirmou aos executivos presentes no Lacte 10 que o ato de viajar é algo cada vez mais cultural na família brasileira e, por isso, o mercado da aviação deve ser estudado em longo prazo, como a Avianca Brasil o faz. “A aviação vai continuar crescendo no País. Seja no corporativo ou no lazer, o turismo faz cada vez mais parte do orçamento do brasileiro. Antes, viajar era algo a se fazer quando sobrava dinheiro”, analisa. “Por isso temos de olhar para o setor no longo prazo. 2014 foi um ano ruim, e mesmo assim o mercado cresceu em mais de 5%.” De acordo com o que divulgou a Abear na semana passada, a empresa de Gargioni teve participação de 8,10% no doméstico em janeiro.p
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> Rodrigo Vieira
Parcerias afinadas
A VP da Braztoa, Magda Nassar, e a diretora executiva do Fohb, Flávia Matos, entre Lawrence Reinisch, da WTM Latin America, e Vincent Lhoste, da Reed Travel Exhibitions
A WTM Latin America confirmou, na semana passada, a estreia da Alagev e do Fohb como parceiros em sua terceira edição, que acontece de 22 a 24 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na 43ª edição, o Encontro Comercial Braztoa novamente acontecerá simultaneamente à feira. Assim, o evento já conta com espaços e a parceria de três das principais entidades do turismo brasileiro. Segundo o vice-presidente da WTM Latin America, Lawrence Reinisch, haverá um espaço dedicado às viagens corporativas na feira deste ano, daí a intenção da parceria com a Alagev. “A associação não só coordenará a área, como promoverá café para networking e sala de treinamento/seminário no espaço”, explica. “Como a presença de TMCs e do Mice aumentará, também contaremos com salas de reunião exclusivas para a Alagev e um estande institucional para promoção dessa associação.” Para o presidente da Alagev, Eduardo Murad Jr, a presença na feira será valiosa, pois promove itens característicos de sua associação. “Nosso objetivo é promover o conhecimento e a profissionalização, que faz parte de nossa natureza”, afirma. “Isso sem contar networking e a geração de negócios atra-
vés dos espaços e eventos que ocorrerão durante a feira.” A Alagev também será responsável pelo Fórum de Turismo Corporativo, marcado para o dia 24, no teatro principal da WTM Latin America, com sessão educacional apresentando tendências e novidades relevantes para o crescimento profissional do seu público-alvo.
FOHB
O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil é outra novidade para a terceira edição da feira da Reed Exhibitions. O Fohb não terá um espaço exclusivo, como Braztoa e Alagev, mas sua contribuição será em formato de workshop. “Ainda estamos definindo o melhor formato para nossa participação, mas seguiremos o modelo do Workshop Corporativo Fohb, no qual há palestras e rodadas de negócios entre os participantes”, revela Flávia Matos, diretora executiva da entidade. “Participar da WTM Latin America era um anseio de nossos associados, clientes e travel managers desde a conclusão da primeira edição da feira. É uma parceria muito frutífera e esperamos que seja duradoura.” O Workshop Corporativo Fohb teve apenas uma edição, no ano passado, no Rio de Janeiro. Na ocasião, houve espaço de negócios e conhecimento entre as redes hoteleiras associadas e principais gestores de viagens cor-
porativas, assistentes executivos e agentes de viagens do País. Entre os palestrantes estiveram, por exemplo, as sócias da Academia de Viagens, Viviânne Martins e Patrícia Thomaz. “O objetivo será levar a hotelaria de rede aos nossos clientes, que são os gestores de viagens”, complementou Matos.
BRAZTOA
Nesse início de mês, a Braztoa abre inscrições para as caravanas que promove para a terceira edição da WTM Latin America e o 43º Encontro Comercial. A entidade afirma que pretende levar até mil agentes de viagens ao evento, e ainda garante mais conteúdo destinado a esses profissionais este ano. “Ainda teremos Turismo Week, que será praticamente uma Turismo Month”, brinca uma das vice-presidentes da Braztoa, Magda Nassar. “Esse evento permanecerá até o começo de maio. Entre os diferenciais dessa edição, uma semana exclusiva para Cuba, outra para Flórida, com pacotes formatados para seus destinos, e duas outras semanas para o restante do mundo. Além disso, teremos roteiros de luxos com grandes diferenciais. Tudo exclusivo para o agente de viagens.” A Braztoa também divulgará seu anuário simultaneamente à realização do encontro comercial. “São números e pesquisas muito aprofunda-
dos sobre as operadoras de turismo no Brasil. É um conteúdo que aponta tendências no setor.”
EXPECTATIVA
A WTM Latin America bateu recorde ano passado no número de expositores, com 1.334. Devido ao cenário nebuloso que o setor ainda apresenta este ano, Reinisch se mostra cauteloso sobre este número para a terceira edição da feira, mas garante que todos podem esperar recorde em número de visitantes e no valor de transações. O executivo aposta em 10% de crescimento total da feira em relação à edição anterior. “Por enquanto estamos na mesma faixa em questão de expositores, com mais de 1,3 mil, mas com o evento estreando no Expo Center Norte, que tem localização privilegiada, podem aguardar recorde no número de visitantes”, aposta o VP da feira. “Manteremos nossa média de crescimento, de 10%, e os US$ 341 milhões movimentados em negócios no ano passado devem subir para cerca de US$ 400 milhões em 2015.” A WTM Latin America garante que trará 150 hosted buyers, dos quais 60% são de lazer e 40% corporativos. A terceira edição da feira também cresceu em tamanho: 27 mil metros quadrados contra os 24 mil em 2014. “Estamos chegando perto de nosso ideal, que é estimado em 30 mil metros quadrados.”p
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Quem é quem na
Egíp cia Tour s BASTA OLHAR AS PASSAGENS DO ALCORÃO NAS PAREDES DA EGÍPCIA TOURS, DE SÃO PAULO, PARA SABER QUE O PROPRIETÁRIO NÃO É BRASILEIRO. MOHAMMED DARWICH É EGÍPCIO E COMEÇOU SUA TRAJETÓRIA DO ZERO, CARREGANDO PLACAS EM UM AEROPORTO DO EGITO. Quando descobriu a língua portuguesa, vislumbrou a possibilidade de trabalho no Brasil. Foi então que, em 2008, resolveu fundar sua própria empresa, a Egípcia Tours, uma operadora conhecida no mercado por trabalhar destinos diferenciados.
ll Nome da empresa: Egípcia Tours ll Endereço: rua Califórnia, 1000, Brooklin – São Paulo ll Outros escritórios em São Paulo: rua Michigan, 901, Brooklin; avenida Ipiranga, 344, Centro; e av. das Nações Unidas, 10.290, Morumbi ll Proprietário: Mohammed Darwich ll Fundação: 2008 ll Número de funcionários: 40 (em todas as unidades e considerando os autônomos que prestam serviço para a operadora) ll Estrutura: Vendas, Operacional, Produtos, Marketing, Comercial e Financeiro ll Diferencial: bom poder de negociação, destinos diferenciados, muitos deles exóticos, e viagens diversificadas, como por exemplo, com temas esportivos. Neste caso, o cliente pode escolher jogar tênis na quadra do astro espanhol Rafael Nadal, por exemplo, ou adquirir um camarote vip na Liga dos Campeões. “Também vendemos pacotes para o Oriente, com aéreo e hospedagem inclusos, por um valor muito baixo, sem falar que temos saídas o ano todo para a Europa, Marrocos, Dubai e Cairo. Outro diferencial é o nosso atendimento, que funciona 24 horas por dia”, explica Darwich. ll Como lida com a concorrência: “cubro todos os orçamentos, não perco
negócio”, dispara o proprietário, completando que saber negociar faz toda a diferença. Vale informar que os pacotes da operadora podem ser parcelados em dez vezes sem juros.
ll Destinos mais vendidos: Dubai (Emirados Árabes), Cairo (Egito), Buenos Aires (Argentina), Lima e Cusco (ambos no Peru), Orlando (Estados Unidos), Roma (Itália), Lisboa (Portugal), Índia e Indochina, Turquia e Grécia. ll Novos produtos: Copenhague (Dinamarca), Mianmar, Austrália, Nova Zelândia e Marrocos. ll Desafios do setor: o segmento on-line, hoje um grande desafio, já que por
meio dele o cliente tem a liberdade de ver e comparar preços, mas, por outro lado, não consegue visualizar a qualidade do atendimento oferecido. Por isso é preciso cobrar uma taxa de atendimento e, principalmente, oferecer algum diferencial, seja no preço, no produto ou no serviço, senão a empresa será apenas mais uma no mercado. “Você tem que ficar atento a qualquer oportunidade, sem falar na manutenção do networking, que também é importante, além de fazer um bom serviço e fidelizar o cliente.” Mohammed Darwich
ll Uma conquista: “minha maior conquista é a minha empresa. Comecei a trabalhar no Egito, carregando placas no aeroporto para poder pagar minha faculdade de engenharia civil. Eu vivia de gorjetas dos clientes, então quis entender como funcionava esse ramo de viagens e turismo. Sabia português por causa dos clientes com quem conversava no aeroporto e isso fez com que o dono do receptivo onde eu trabalhava me desse uma oportunidade dentro da empresa. Lá eu comecei a ligar para operadoras do Brasil e trazer novos clientes. Em 2007 desembarquei no Brasil para trabalhar como representante do receptivo de lá, e eu batia nas portas das pessoas e recebia muitos ‘nãos’. Em 2008 abri a Egípcia, a empresa foi crescendo e hoje mandamos para o Exterior 40 mil passageiros por ano”, relembrou Mohammed Darwich. ll Eventos do trade que não perde: Aviesp, Avirrp, Abav, WTM e Festuris. Há
também os eventos regionais, como o Salão Paranaense de Turismo, a Feira das Cataratas, o Minastur e Festival de Turismo de João Pessoa.
Departamento comercial: Regiane Fraga e Stela Santiago (executivas de Contas)
ll Uma inspiração no turismo: “Elói de Oliveira, presidente da Flytour, que tem uma história de vida parecida com a minha, e Goiaci Guimarães, da Rextur, que me ajudou muito no início da minha carreira.”
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Departamento de Vendas: Regiane Guedes (supervisora), Jeferson Souza e Cleana Barbosa
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Departamento de Operações e Vendas: Nathali Nasso, Wesley Azzolini e Sandra Silva
Departamento de Marketing: Paulo Henrique Ribeiro, Tatiana Barros (diretora), Jonesson Oliveira e Lucas Ribeiro de Santana
Departamento financeiro: Vera Oliveira
ll Empresas que mais visitam a operadora: Representantes das operadoras locais, como All Trails Indochina, Rida International, KTI Marrocos, Nile Sun e Royal Air Maroc. “Gostaria que todas as empresas aéreas e as redes de hotéis nacionais também visitassem a operadora”, pede ele. ll Principais parceiros: Emirates, Air France-KLM, Royal
Air Maroc, Egypt Air, Turkish Airlines, entre as aéreas. Intra Turquia, All Tours USA, American Executive USA, Servir Argentina e Dcom Latin America são outras empresas que possuem boa relação com a Egípcia Tours.
ll Lado bom do turismo: “o mercado é muito dinâmico e tudo aquilo que você planta, acaba colhendo. Há também o relacionamento: você conhece todos os tipos de pessoas, desde as mais humildes até as mais poderosas, sem falar que você faz o que gosta, que é viajar.” ll Lado ruim do turismo: o dólar, a inflação e o custo de turismo são altos. Sem falar na concorrência desleal.
ll História curiosa: “em 2012, levamos a torcida do Corinthians para o Mundial de Clubes, no Japão. Era tanta gente que eu não sabia quem era quem. Só conseguia diferenciar os clientes por causa das mochilas que eles usavam.” ll Curiosidade: “eu faço um intervalo cinco vezes ao dia para rezar. Toda sexta, ao meio-dia, vou à mesquita e faço também o jejum do mês do Ramadan, que esse ano será em 20 de junho.
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SurFACE
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Três Estados Na Lusanova
Com 28 anos dedicados à promoção de Portugal no Brasil, via Icep, Paulo Machado (foto) agora é gerente comercial da operadora portuguesa Lusanova, que tem escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. O executivo começou no novo desafio há menos de um mês. “Quando você faz a promoção institucional de um país, você não consegue dimensionar as vendas. Ao passo que na área comercial isso é possível, ou seja, você tem a possibilidade de contabilizar o seu trabalho. Isso é o que me motiva.” O executivo diz que o momento é de fazer ajustes na equipe de Vendas da operadora e que já está com diversas ações programadas para o ano. Contatos: paulo.machado@ lusanova.com.br e (11) 97592-7725.
A CVC vai encerrar os contratos de master-franqueado (responsável por abrir franquias nos mercados e atender agências de viagens na maioria dos casos) nos Estados da Bahia, Pará e Maranhão. Segundo a empresa, há um prazo de seis meses para que eles continuem o trabalho, e depois serão substituídos. A CVC prometeu informar ao mercado quando houver a devida substituição, para que os agentes, lojas e os empreendedores saibam como ficará a estrutura. A CVC conta com 47 master-franqueados no País, e 915 lojas. A meta é abrir 100 lojas por ano.
Trade Tours incentiva
Na semana passada, durante treinamento sobre os produtos Disney, em São Paulo, a Trade Tours lançou uma nova campanha de incentivo para os agentes de viagens. O "Desafio do Donald" premiará os três agentes de viagens que mais venderem ao longo do mês de março. “O desafio consiste em uma venda de um pacote especial que vai sair com o selo Select Tour Operator. Os agentes que venderem mais receberão prêmios que vão de televisores até uma moto”, afirma Silvia Fagundes, diretora executiva. Para dar início ao projeto com o pé direito, Silvia fez uma surpresa aos agentes de viagens presentes. “Cada dólar vendido vale um ponto. Ingresso vale meio ponto. Nós vamos dar para vocês 500 pontos para começar essa brincadeira”, revelou. O treinamento Trade Tours ainda passará por Rio de Janeiro, Salvador (BA), Recife (PE), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Natal (RN), São José do Rio Preto (SP), Cuiabá (MT) e Brasília (DF), entre março e abril.
Sonia Carbone e Silvia Fagundes
Ponto a ponto Sucesso de público, o Lacte 10 atraiu até representantes das TMCs que debandaram da Alagev quando Eduardo Murad, da Alatur, assumiu a presidência da entidade.
O diretor de vendas, Wilson Silva (de óculos) e a equipe em São Paulo
Gapnet em Sampa
A consolidadora Gapnet anunciou na semana passada uma reformulação no atendimento da matriz, em São Paulo. Uma das mudanças é a ampliação do departamento de Aéreas Americanas e Latinas, sob o gerenciamento de Luciano Gouveia e supervisão de Emerson Castanho. A equipe de Europeias ganhou mais colaboradores e passou a ser chamada Euro-Ásia, sob a gerência de Luiz Fernando e supervisão de Odair Coutinho. O Canal Exclusivo, núcleo de atendimento prime, passou a contar com a supervisão operacional de Danilo Cais e com o atendimento comercial do executivo de Contas Giovane Oliveira. As companhias nacionais estão sob a gestão de Cheila Lima, enquanto o departamento de Grupos e Eventos foi ampliado, permanecendo a gestão de Clayton Marques. “Além dessas alterações, estamos implantando uma URA, de atendimento eletrônico, em nossa central telefônica, que facilitará o contato e o acesso direto a todos os departamentos da empresa”, afirma o diretor comercial da Gapnet, Wilson Silva. "Esta é apenas uma parte das mudanças, temos muitos projetos em fase final e esta semana adiantaremos mais duas grandes novidades que irão mexer com o mercado. Nosso DNA é 100% agentes de viagens.”
A Edelman cresce no Turismo. Depois de ganhar a concorridíssima disputa pela representação do Visit California (incluindo o trabalho junto ao trade), ganhou a conta de PR do Visit Orlando no Brasil. Além disso, continua atendendo Costa do Sauípe, Accor, Air France-KLM, Iberostar, entre outras grandes contas da indústria. Aproveitando a semi-abertura de Cuba para os turistas americanos, a Accor prepara duas inaugurações na terra de Fidel: um resort em Cayo Coco, com 500 quartos, e outros em Havana, um Sofitel So, com 300 apartamentos.
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Agente ganha casa O agente de viagens Hélio Abreu Lopes, da Vibra Viagens e Turismo, de São Paulo, foi o sorteado e ganhou o prêmio máximo da campanha da Pullmantur, Universo Premiado, que contabilizou vendas de 2,5 mil agentes de viagens cadastrados, de 1º de agosto de 2014 a 31 de janeiro deste ano. Ele ganhou uma casa (prêmio equivalente a R$ 100 mil em barras de ouro), em sorteio feito pela Loteria Federal. “O objetivo dessa campanha, já na segunda edição, foi fidelizar os agentes de viagens e criar uma proximidade com o vendedor. Nossas ações são diretamente com quem vende em cada agência”, explicou ao Jornal PANROTAS José Maruilson, gerente de Marketing da Pullmantur no Brasil. Na primeira etapa foi entregue uma moto a Luciana de Oliveira Pereira, da Praia Grande (SP); e na segunda um carro, que foi para Mirela Bernardes da Silva, da cidade de Olímpia (SP). A campanha também incentivou as vendas de Caribe e acertou em cheio. Em 2013, a Pullmantur levou mil brasileiros para cruzeiros no Monarch, com o apelo de não precisar de visto americano para se conhecer o Caribe. Em 2014, esse número saltou para dez mil embarcados e 14 mil vendidos. O objetivo é chegar a 25 mil este ano. Uma ajuda decisiva, e um diferencial para a empresa, chegará em 5 de dezembro: o Zenith fará cruzeiros saindo de Cartagena e Cidade do Panamá, com programação e roteiro exclusivos para brasileiros (as vendas já começaram).p
Mais um mega famtour A operadora paulistana Egípcia Tours iniciou uma campanha para incentivar os agentes de viagens a conhecerem um dos destinos mais vendidos pela operadora no Brasil: Marrocos. Para isso, está oferecendo famtour para o destino por US$ 599, em voo direto operado pela Royal Air Maroc e com direito a seis noites de hospedagem em Casablanca. A empresa já havia feito o mesmo para Dubai e o Egito. “Nosso objetivo maior é fazer com que os agentes de viagens conheçam o Oriente Médio e consigam realizar as vendas com mais consciência”, afirmou Mohammed Darwich, diretor.p
Economia
A Totvs revelou que conseguiu economia de aproximadamente R$ 2 milhões nos seus gastos com viagens corporativas, no primeiro ano de operação com o sistema Reserve Travel Manager. “Este resultado foi possível devido à alta aderência do sistema Reserve, com utilização plena por todos os nossos funcionários”, esclarece Evandro Nunes, gerente Financeiro da Totvs. “Temos viajado cada vez mais para fazer negócios, porém, a um custo mais reduzido e com otimização de processos gerada pela integração nativa do sistema Reserve com o ERP Totvs Protheus, desde a checagem orçamentária até a emissão do serviço de viagem” comemorou.p
Edi Guerreiro, Nathalie Freitas e Silvio Luiz, da Pullmantur, premiam o agente de viagens Hélio Abreu Lopes
Aviação
Dreamliner em Buenos Aires Em 7 de maio, a American Airlines coloca em operação os primeiros modelos B-787 Dreamliner na sua malha aérea. A primeira rota a receber a aeronave será Dallas/Ft. Worth-Chicago O’Hare. Em seguida, a partir de 2 de junho, acontece a estreia fora dos Estados Unidos, com uma ligação direta para Beijing, na China. E, para a alegria dos argentinos, o Dreamliner chega a Buenos Aires em 14 de junho, oriundo do hub Dallas/Ft.Worth. A aeronave estará configurada com duas cabines, com 28 assentos totalmente reclináveis na classe executiva no formato 1-2-1. Outros diferenciais do espaço são telas touchscreen de 15,4 polegadas, fones de ouvido Panasonic HD Bose Quiet Comfort, tomada universal e porta USB. No caso da clase econômica, são 198 lugares, 48 deles pertencentes à seção extra, com espaço maior entre as fileiras. Com a distribuição 3-3-3, cada assento terá um monitor touchscreen de nove polegadas, além de tomada universal e porta USB. Em geral, o B-787 oferece melhor experiência a bordo, com diminuição
de ruídos, janelas maiores e, no caso da American Airlines, bar com acesso livre para todos os passageiros da executiva. “A chegada do Dreamliner à rede nos dá a oportunidade de aumentar a eficiência no longo prazo e, potencialmente, abrir novos mercados. É uma grande vantagem para o passageiro e um dos exemplos mais claros de como American está buscando grandes saltos de qualidade”, disse o di-
retor de Marketing para a América da companhia, Andrew Nocella.
ENCOMENDA GARANTIDA A aérea encomendou 42 unidades do B-787, mas o acordo com a Boeing prevê possibilidade de aquisição de outras 58 aeronaves adicionais. Hoje, a American Airlines possui a frota mais jovem entre as concorren-
tes norte-americanas, com média de 12,3 anos. A chegada dos novos modelos para as rotas de longa distância faz a companhia ganhar em eficiencia operacional, tecnologia e serviço. O investimento em melhorias ultrapassa US$ 2 bilhões, incluindo assentos-cama nas classes executivas de todas as aeronaves de longo curso, wi-fi, melhorias em alimentos e bebidase e renovação da frota B-777/200 e alguns 767/300, 757/200 e A-319.p
tendências e tecnologia Edição 81 - 4 a 10 de março de 2015
Eventos
> Cláudio Schapochnik, Renê Castro e Rodrigo Vieira
A força do corporativo
Eduardo Murad em seu primeiro Lacte como presidente da Alagev
Poucos eventos do calendário da indústria investem tanto em conteúdo como o Latin American Corporate Travel Experience (Lacte). Voltado ao segmento corporativo, o encontro concretizou A décima edição nos últimos dias 23 e 24, em um Grand Hyatt tomado por centenas de gestores de viagens, fornecedores de vários setores, representantes de companhias aéreas e até políticos. A Associação Latino-Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev), em parceria com a Academia de Viagens, é a responsável por toda a organização e o conteúdo veiculado em debates, apresentações, discussões e palestras. ”Não é fácil conciliar a vida profissional e pessoal com a presidência de uma entidade como a Alagev. Eu e todos os voluntários da entidade fazemos isso por amor, pela vontade de melhorar o segmento. É o meu primeiro Lacte como presidente e estou
Viviânne Martins ergue a cartilha feita pelo Ministério do Turismo sobre o segmento de viagens corporativas
feliz em saber que estamos sendo responsáveis pela evolução do mercado”, comentou o presidente da entidade, Eduardo Murad Jr, da Alatur. Quem acompanhou a evolução do Lacte foi a hoje presidente do conselho da Alagev, Viviânne Martins, que, claro, relembrou como tudo começou. A dirigente não só ajudou a fundar a associação (que já se chamou Gev e Abgev), como também o Lacte, hoje uma referência no setor. “Tínhamos apenas dois anos quando resolvemos criar este encontro. Era tudo muito novo na época. Hoje fico emocionada ao ver este auditório repleto de amigos e profissionais do mais alto gabarito.” Mas Viviânne queria mostrar mais durante sua fala em formato de retrospectiva. Para isso exibiu uma cartilha do Ministério do Turismo voltada exclusivamente ao setor de viagens corporativas. O material mostra, de forma resumida, como funciona a indústria voltada a viagens de negócios e a importância
Ministro Vinicius Lages reconhece importância do setor
dela para o turismo brasileiro. “Aqui está o reconhecimento do nosso trabalho. O apoio do poder público chegou no tempo certo e o consideramos fundamental para o crescimento do segmento no Brasil”, declarou ela, erguendo um exemplar como se fosse um troféu.
APOIO DO PODER PÚBLICO A coroação da cerimônia ocorreu quando o ministro do Turismo, Vinicius Lages, subiu ao palco. A primeira vez de um mandatário da pasta no Lacte não passou despercebida, e recebeu uma salva de palmas empolgada. Lages tomou a palavra e se mostrou à vontade diante dos profissionais. Teve tempo até para brincar, exibindo um papel com rascunhos, evidenciando um discurso baseado na improvisação. Quando as risadas se dissiparam, o ministro foi direto. “Todos reconhecemos que 2015 é um
ano desafiador, mas tenho certeza que será um período que servirá de base para um crescimento sustentável do País. São invejáveis os números apresentados pelo Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas (IEVC – leia na página 2), por isso que digo, mais uma vez, que o turismo tem de chegar às páginas de economia também”, ressaltou ele. Na sequência, fez questão de mostrar que o poder público está disposto a apoiar o segmento de viagens corporativas. “É natural que o mercado esteja receoso este ano, mas é preciso rever o planejamento das viagens a negócios. Não estamos falando de um custo, e sim de um investimento. Essa é a hora de avançar em profissionalização e tecnologia”, sugeriu, completando que a cartilha criada pelo Ministério do Turismo “é apenas o começo”. “Seremos parceiros na expansão da indústria de viagens corporativas na economia brasileira”.p
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CRESCIMENTO COM RESSALVAS O entusiasmo nos discursos merece destaque, mas também a pesquisa realizada pela Alagev com o apoio da Abracorp, CNC e Senac. Os Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas (IEVC) de 2014 apontaram crescimento do setor, mas ligaram sinal de alerta, já que o período promete ser de recessão. Os dados compilados pela equipe de pesquisa de Hildemar Brazil, do Senac, revelaram crescimento de 9,20% nas receitas com viagens corporativas, na comparação com 2013. Ao todo foram R$ 40,17 bilhões em produtos e serviços utilizados pela indústria. Vale destacar que, em 2013, o crescimento foi maior: 13,86%. Para 2015, a projeção é de um crescimento de 8,17%, o que indicaria uma diminuição do ritmo das riquezas geradas pelas viagens corporativas, acompanhando as expectativas sobre a economia brasileira.
anos, constatamos um indicador recessivo no setor”, completou Murad. Hildemar Brazil (Senac), Irecê Piazentin (Senac), Viviânne Martins e Eduardo Murad (Alagev), Eraldo Alves da Cruz (CNC) e Edmar Bull (Abracorp)
“Será um ano difícil, sem dúvida. O que precisamos fazer é intermediar o diálogo entre clientes e fornecedores para que eles comprem e vendam melhor. Cortar custos não resolve, é preciso negociar melhor, de forma inteligente”, considerou o presidente da Alagev, Eduardo Murad Jr. Outro agravante é o resultado de
uma pesquisa realizada com as 1,1 mil maiores empresas com atuação no Brasil, mostrando que 61,5% das companhias entrevistadas prometem reduzir os gastos com viagens corporativas. Apenas 23% delas pretendem, ao menos, manter os mesmos valores do ano passado. “Pela primeira vez, desde que a pesquisa é feita, há nove
IDENTIFICANDO TENDÊNCIAS A décima edição do Lacte 10 revelou uma série de fatos e perspectivas, em especial em uma sessão voltada exclusivamente aos gestores de viagens. Na ocasião, os
participantes estiveram lado a lado com fornecedores e puderam debater sobre uma série de assuntos. As mesas de discussão tiveram também um facilitador, responsável por levantar questões e estimular a análise de determinados fatos sobre o tema da vez. Viviânne Martins foi a facilitadora de uma das principais mesas de discussão. Ela levantou questões sobre o que deve ser incluído na revisão de programas de viagens. “É muito comum revisarmos o perfil turístico de uma empresa a cada ano, mas houve quem trouxe casos de revisões semestrais ou até trimestrais de seus clientes, o que torna um fator a mais na captura de necessidades urgentes”, explicou. O papel do gestor e da TMC em 2020 foi discutido em duas mesas. Uma foi conduzida por Milena Pamplona, da GDF Suez, e a outra por Liliana Moreira, da LTN Brasil. Ambas afirmaram que o teor da discussão foi semelhante: a necessidade do profissional em se afastar apenas do operativo para entrar como consultor. “É preciso cada vez
mais pensar fora da caixa para não ser substituído. As empresas têm a necessidade de alguém que compreenda sua logística e organize a viagem de maneira personalizada, se moldando e atendendo seu quadro operacional”, avaliou Liliana. Alexandre Motta, da Tour House, e Carlene Vallandro, da Porto Brasil, facilitaram duas mesas distintas com o mesmo tema: melhor tarifa versus menor tarifa. Ambos falaram em redução de custos para esse ano por parte dos clientes, visto que em 2014 o crescimento do setor foi abaixo do esperado. “Ouvimos a tendência na redução de 10% no custo de algumas companhias em 2015, mas houve quem falasse em enxugar 46%. Chegou a assustar”, afirmou Motta.
SESSÕES EDUCACIONAIS A primeira delas levou o nome “Revenue Management — Como Funciona e Quais São os Benefícios Para o Cliente Corporativo”, e debateu formas de explicar para os viajantes e acionistas as muitas tarifas praticadas no mercado. Com moderação de Ligia Centurion, do Grupo HRS, Fabio Mader (Gol) e Marcel Frigeira (IBM), falaram também sobre como adaptar acordos comerciais e a política de viagens em ano repleto de desafios. Na sala ao lado, o diretor da Concur, Johnny Thorsen, comandou a palestra “Revolucionando o Gerenciamento de Dados. Como os Aplicativos, as Redes Sociais e Outros Sistemas Farão a Diferença”. O dirigente foi claro em afirmar que não há como controlar ou adiar este novo conceito no gerenciamento de dados. A única alternativa é se adaptar. Já Edmar Bull, da Abracorp, Roberto Rotter, da Fohb, e Rodrigo Cezar, da Alagev, se reuniram para falar sobre o poder de escolha do cliente, do viajante ou da TMC, além de abordar os benefícios e responsabilidades de cada um em uma negociação triangular.p
OUTROS NÚMEROS Segundo o estudo, as viagens corporativas foram responsáveis pela geração e ou manutenção de 752 mil empregos diretos e indiretos, representando 24,02% do total de postos de trabalho do setor de viagens e turismo no Brasil em 2014. Considerando o efeito multiplicador na economia, o volume de negócios gerados pelo setor chega a R$ 75,93 bilhões, levando em conta receitas com transporte aéreo, hospedagem, locação de automóveis, alimentação, agenciamento e tecnologia. No ranking das receitas geradas em 2014, o aéreo lidera com 52,81%, seguido por hospedagem (28,64%), locação de carros (5,87%), alimentação (5,26%), agenciamento (4,83%) e tecnologia (2,59%).
outras atrações
João Carlos Martins emocionou o público que prestigiou o encerramento da décima edição do evento. Além de tocar duas músicas, o maestro conversou com a plateia sobre superação e a história de sua própria vida, o que levou muita gente a chorar de emoção.
A médica e atleta Karina Oliani levou ao evento o tema “Qual é o seu Everest?”, que tinha como objetivo mostrar as experiências da profissional e mostrar aos participantes como conquistar o topo em um mundo dinâmico e competitivo. O momento foi patrocinado pelas parceiras Gol, Delta e Air France-KLM. O musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, promovido pela Avianca Brasil durante o café da manhã do segundo dia de evento, tirou um pouco da seriedade do público engravatado antes do início dos negócios. Emílio Dantas, que interpreta Cazuza, esbanjou carisma e afinação.
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Novidades corporativas Sabre
Yannis Karmis, VP de Soluções Corporativas
A Sabre Corporation anunciou o lançamento do Sabre Virtual Payments no Brasil. Trata-se de uma solução em software com possibilidade de customização e desenvolvida com alta tecnologia para pagamentos com cartões de crédito. A ferramenta entra em atividade no início de abril, e na primeira fase aperfeiçoará as reservas de hotéis corporativos. Segundo o Sabre, o Virtual Payments foi desenvolvido para efetuar a conciliação de reservas e pagamentos. Disponível para usuários Get There do Sabre, este software também processa transações em reais, evitando taxas de conversão.p
Tatiane Ferreira (Incortel) com Matt Teixeira e Viviane Amadei (Best Western International
Argo IT
Luigi Botto, CEO da Clic Holding, Robério Lima, COO da Clic Holding, e Alexandre Arruda, diretor internacional da Argo IT
A Argo IT levou ao Lacte 10 novas ferramentas tecnológicas destinadas aos gestores de viagens e eventos corporativos. As solucões visam à integração de sistemas como ERPs, back-offices e outros. A primeira foi a criação do Next Gen, uma interface remodelada, que busca a simplicidade e o conforto na navegação. Para auxiliar as empresas no acompanhamento métrico, foi lançada a Business Inteligence (BI). Outra novidade foi o TMS Mobile, aplicativo móvel que pretende assegurar o gerenciamento de informações de viagem. p
CEP Transportes
A Cep Transportes está atuando no modelo de franquias. A empresa de logística em transporte corporativo pretende ser líder no segmento com uma estrutura de negócios que garante ser inovadora no mercado. Há uma série de critérios a serem analisados antes da franquia ser aberta, segundo o diretor da empresa, Fernando Cavalheiro. Já foram inauguradas cinco unidades nos últimos meses: ABC, região de Campinas, Alto Tietê e Vale Paraíba, Ibiúna e Zona Leste da capital. A meta, de acordo com Cavalheiro, é chegar a 17 até o final deste ano, partindo do Estado para todo o Brasil. p
Best Western
A Best Western anunciou a abertura de uma unidade em Rio Branco (AC) durante o evento. O diretor de Vendas Mundiais da rede para América Latina e Ásia, Matt Teixeira, revelou que serão inaugurados mais três hotéis no Brasil ainda este ano. Um em Linhares (ES), em abril, e dois na cidade do Rio de Janeiro, ambos para o segundo semestre. “Para 2016, outros cinco serão abertos no Estado do Rio de Janeiro.”p
Luciana Fernandes (MTur), Alexandre Gonçalves (Sanofi) e Alexis Pagliarini (MPI Brasil)
Ministério do Turismo
O Ministério do Turismo vai utilizar a moda, o artesanato e a gastronomia brasileiras na promoção do País e incentivar que sejam utilizados também pelo setor de eventos corporativos. Quem assegura é a diretora de Marketing do MTur, Luciana Fernandes, que participou do painel “Eventos 2015 – Fazer mais por menos”. “Vamos trabalhar mais o lifestyle (estilo de vida, em português) do brasileiro, com a moda, a gastronomia e o artesanato”, afirmou Luciana para a sala lotada de profissionais. “Essa vai ser a nossa nova estratégia.” Luciana enfatizou que a sazonalidade pode ser vencida com a ajuda não apenas também da moda, da gastronomia e do artesanato, mas com o calendário de festas culturais, religiosas e agrícolas, entre outras. p
Fernando Cavalheiro, diretor da Cep Transportes
Leandro Cássio e Ana Luiza Masagão
Grupo Rio Quente
O Grupo Rio Quente participou pela primeira vez do Lacte e divulgou a reforma do Hotel Turismo, que tem um espaço de eventos para 750 pessoas. “Estamos construindo também um novo hotel, ainda sem nome, com 400 apartamentos, com um ballroom para 1,4 mil pessoas e pé-direito de nove metros”, afirmou a diretora de Experiência, Marketing e Vendas do grupo, Ana Luiza Masagão, interessada no segmento de incentivos, eventos e convenções. Ana conta que a empresa finaliza a criação de uma Central de Grupos e Eventos voltada para o Mice. p
R1 Soluções Audiovisuais
Segundo o diretor comercial da R1 Soluções Audiovisuais, Raffaele Cecere (foto), a empresa tem como meta estar presente “em pelo menos 50 hotéis” até o final de 2016. “Hoje estamos em 24 hotéis e resorts e estamos muito animados com esse ótimo relacionamento e essa presença na hotelaria”, diz Cecere. “Estamos em negociações e, muito em breve, deveremos anunciar novas parcerias”, emendou ele. p
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Flashes
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L a c te 1 0
A décima edição do Lacte 10 reuniu mais de mil profissionais no hotel Grand Hyatt, em São Paulo. Entre debates, palestras e sessões educacionais, os participantes tiveram a oportunidade de estreitar relacionamentos e conhecer novos produtos. A reportagem do Jornal PANROTAS acompanhou toda a movimentação e traz a seguir uma galeria de fotos.
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da Roche, Débora Carvalheira, da Atlantica Hotels, e Marcelo Roque, da Roche 8 Cimélio Pereira e Cibeli de Oliveira, da Tripservice 9 Sabrina Hinke, da Mondelez, Rogério Schaffer, da Get There, e Carla Chiasso, da BCD Travel 10 Mara Pessoa, do Monaco Tourist Bureau, e Patrícia Tancredi, da AGCO 11 Núbia Marozzi, da Aperam, Manuela Souza, da Algar, Geovany Soares, da Aperam, Luciana de Morais, da Algar, Lúcia Ribeiro, da Copasa, Alba Andrade, da Algar, e Carolina Melo, da Cemig, todas de MG
1 Orlando Neto, da Avianca Brasil,
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7 Weber Sgrignoli e Marcela Silva,
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e Cláudio Brandão, da Pro Sky do Brasil 2 Ronaldo Linares e Carla Zamora, da Accenture, e Cláudia Nicodemo e Pedro Masini, do Sheraton WTC 3 Eduardo Murad Jr homenageia o gerente da Alagev, Paulo Amorim, por todo o empenho na realização do Lacte 10 4 Os colombianos Adriana Caballero, da Satena, Pablo Caicedo, da Samsung, e Ana Raquel Beltrán, da Levapan 5 Camila Martins, da Petrobras, entre Bianca Schimpl e Denize Fortuna, da Tam 6 Roseane Franco, da Vivo, Adriana Chagas, da Lemontech, Daniela Dias, do Santander, Vânia Cardoso, da HRG Brasil, Alexsandra dos Santos, da Lemontech, e Luciana Bueno, da CSC Algar
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12 Ricardo Costa, da Honda, Verônica Silva, da Flytour, e Mônica Takahashi e Marina Mio Shimada, também da Honda 13 Ana Caroline Lazzaretti, da Gol, Marcelo Pereira, do Banco Votorantim, Kátia Maes, da Hering, e Annie Bueno, da Votorantim Cimentos 14 Marcela Silva, Ana Cláudia Miranda e Érica Carvalho, da Roche 15 Alexandre Motta, da Tour House, e José Noaldo Silva, da Ale Combustíveis 16 Luciana Bueno, Alba Andrade e Manuela Bernardes Souza, da CSC Algar, e Adriana Chagas, da Lemontech 17 Marúcia Cabral, do BNDES, Camila Martins, da Petrobras, Alessandro Giannotti, da Mastercard, e Victor Marçal, do BNDES 18 Carlos Gianini e Evelin Giglio Santos, da Riachuelo 19 Raoni Araújo da Silva, da Cep Transportes, Morgana Steil, da Toshiba, e Dayse Taiar e Wilson Lima, da Cep Transportes 20 Harumi Burstin, da A Minds Eventos, e Luis Eduardo Barros, da Caixa 21 Soely Oliveira, da BCD Travel, Marcos Balsamão, da Alatur JTB, e Elisabete Risco, do Hotel Gran Marquise 22 Carlos Roberto Martin, da Tour House, e Alexandre Arruda, da Argo IT 23 Paulo Lobão, Denis Ribeiro e o novo executivo de contas da Air France-KLM para São Paulo, Anderson Salvá 24 Ricardo Henrique Costa, da Honda, e Wender Fonseca, da Mercedes-Benz 25 Carlos Schwartzmann, da Costa Brava, e Cristina Alcan, da Pacific World
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