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Jornal PANROTAS 1155

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www.panrotas.com.br

R$ 11,00 - Ano 22 - nº 1.155 25 de fevereiro a 3 de março de 2015

Carnaval e Sócia e diretora geral da Orinter Tour & Travel, Ana Maria Berto, conta seus planos em primeira mão ao Jornal PANROTAS.

> Páginas 04 a 06 Confira os destaques da folia em Pernambuco, São Paulo, na Bahia e no Rio de Janeiro

> Páginas 09 a 15 Juliana Alves e integrantes da Unidos da Tijuca, na Feijoada do Windsor Barra, no Rio

Ana Maria Berto


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25 de fevereiro a 3 de março de 2015 JORNAL PANROTAS

Check-IN

LEIA NESTA EDIÇÃO Páginas 07 e 08

Reserve mostra números de 2014

S

E U Q A DEST

Páginas 17 a 24

1 Flytour busca 23 “novos

Tudo o que ocorreu na Convenção da Forma Turismo

talentos” para empresas do grupo – em 12/2

2 CVC abre as portas e revela detalhes da operação – em 18/2

3 Expedia Inc. anuncia compra da Orbitz e quer Decolar– em 12/2

4 Tap vende 45 destinos europeus por US$ 599 – em 12/2

Páginas 26 e 27

Portas Abertas: quem é quem na T4W/Cangooroo PANROTAS Destinos

Conhece o Azerbaijão? Então vem com a gente

Anuário Corporativo 2015 Circula esta semana juntamente com o Jornal PANROTAS a edição 2015 do Anuário de Viagens Corporativas, que inclui o Guia de Espaços para Eventos. O anuário traz listas dos principais players do segmento de viagens corporativas: gestores de viagens, TMCs, empresas de incentivo e associações nacionais e internacionais. Também junta as principais estatísticas desse segmento. O anuário, além do JP, também é distribuído aos participantes da décima edição do Lacte, do qual a PANROTAS é media partner.

5 Rodrigo Ferreira (exCVC) é o novo diretor do Kuoni Group – em 12/2

6 Compra direta nas aéreas é liberada para órgãos públicos – em 12/2

7 Saiba que destino internacional mais cresceu na CVC – em 12/2

8 Disney Cruise Line terá Star Wars em cruzeiro temático– em 12/2

E d i t o r i a l > Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br

DO PORTAL

PANROTAS 12 a 18/2

9 Delta paga US$ 1 bi a funcionários por resultados de 2014 – em 13/2

10 E-book gratuito do Reserve auxilia na gestão de despesas – em 12/2

11 Europlus contrata 12 novos funcionários; saiba quem são – em 13/2

12 Sucesso de Medina faz agência se especializar em surfe – em 12/2

13 Representação do Visit California fica com a Edelman – em 12/2

14 Infinity Blue Resort (SC) anuncia novo gerente geral – em 12/2

15 EUA definem ações para melhorar chegada nos aeroportos – em 13/2

Assista ao editorial comentado na versão digital do JP

Culpa e turismo A vitória da escola de samba Beija-Flor no carnaval carioca levanta questões interessantes. Vale comemorar um campeonato patrocinado por uma ditadura, já que a agremiação homenageou Guiné Equatorial? Mas não teria o próprio carnaval um pé na contravenção, com as lendárias figuras de bicheiros à frente das escolas? A questão pode ir mais longe. Fazer turismo significa compactuar com o regime do país visitado? Você iria para a Coreia do Norte? E para Cuba? Você visitaria um destino que depreda o meio ambiente? Não é o Brasil campeão em desmatamento, especialmente na Amazônia? A Indonésia sofrerá represálias no turismo depois da execução do traficante brasileiro? A Austrália ameaça boicotar os destinos do país caso um australiano preso seja executado. Mas por esse raciocínio, quem é contra a pena de morte terá vários destinos a serem boicotados, incluindo nos Estados Unidos. O turismo deve se engajar a esse ponto ou fechar os olhos para certas questões? No Japão, há a caça às baleias. Mas na África também se caçam animais. No Brasil, animais

silvestres são traficados. O turismo, obviamente, não pode compactuar com práticas criminosas, tendo, inclusive, de denunciá-las. Isso vale para crimes que vão do turismo sexual à exploração comercial dos turistas (como nos táxis ilegais ou falsos guias). Mas daí a boicotar um destino porque neles há crimes... melhor não sair de casa. Mas, claro, uma ditadura ou uma ação mais polêmica de um país pode sim gerar protestos e até boicotes. Durante anos, a África do Sul pagou o preço de patrocinar, promover e colocar em prática um dos regimes mais nocivos do planeta, o Apartheid. Notícias como a da execução do brasileiro também assustam. Não que todo turista seja traficante, mas o viajante se coloca no lugar do preso: e se me prenderem por engano? E se colocam a droga em uma bagagem minha? Até explicar, em outra língua, que foi um mal-entendido... O turista tem de ser consciente de onde está indo. Se um tipo de regime o agride, ou a forma como as mulheres ou crianças são tratadas, por exemplo, deve sim pensar duas vezes antes de ir. Há quem não vá aos Estados Unidos por questões

ideológicas? Possivelmente, mas a burocracia do visto deve ser um fator mais relevante. Há quem não vá a países como a Índia ou alguns da África pelas diferenças culturais e os baixos índices de IDH? Com certeza. Mas quando a massa começa a agir da mesma forma, quer dizer que o país repele o turismo de forma generalizada. Afinal, vale celebrar um campeonato patrocinado por uma ditadura? E assistir a um jogo de vôlei depois dos escândalos na CBV? E abastecer em um posto Petrobras? Você atravessaria a calçada se em sua direção viesse um dos mensaleiros? A Venezuela deve bilhões às empresas aéreas que lá operam. Isso te afeta enquanto viajante para aquele país? Com certeza, casais gays riscaram a Rússia de sua lista de destinos a serem visitados. Mas outros turistas também? O turismo é a indústria da paz, da alegria, dos sonhos. Mas não pode e nem deve fechar os olhos para os absurdos ao redor do planeta. Também não vai consertar o mundo. Há um equilíbrio possível? E nem vamos falar (aqui) da crise hídrica, em que o turismo tem papel fundamental... Fica para a próxima.


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#FICADICA PORTAL PANROTAS

> Expediente PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta DIRETORA EXECUTIVA Marianna C. Alcorta DIRETORA DE MARKETING Heloísa Prass DIRETOR FINANCEIRO ADMINISTRATIVO José Guilherme Alcorta DIRETOR DE TI Ricardo Jun Iti Tsugawa

REDAÇÃO Editor-chefe: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) Editores: Alex Souza (alex@panrotas.com.br) e Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Editor Rio de Janeiro: Diego Verticchio (diego@ panrotas.com.br) Reportagens: Claudio Schapochnik, Danilo Alves, Rodrigo Vieira, Henrique Santiago, Karina Cedeño, e Raphael Silva (estagiário) Fotógrafos: Emerson de Souza e Marluce Balbino MARKETING Assistente: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Coordenação: Alice I. Rezende (alice@panrotas.com.br) Gerente de Produção: Newton dos Santos (newton@panrotas.com.br) Diagramação e tratamento de imagens: Adriana Antico, Kátia Alessandra, Marilani Pistori e Rodrigo Mota Projeto Gráfico: Graph-In Comunicações COMERCIAL Executivos: Angela Chamma (angela@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) Analista Adm. de Vendas Nathália Falcão (nathalia@panrotas.com.br) EXECUTIVO SÊNIOR DE RP Antonio Jorge Filho (jorge@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 | Fax:(11) 2276-1602 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) New Cast Publicidade Ltda SRTVS - QD 701 - BL. k - Sala 624 Ed. Embassy Tower - Cep: 70340-908 | Tel : (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (sblara@seasoneventos.tur.br) Season Turismo e Marketing e Esportes Ltda R. Gal. Severiano, 40/613 - Botafogo | Cep: 22290-040 - Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2529-2415 / 8873-2415 ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner O Jornal PANROTAS é vendido somente por assinatura. Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica e Editora Ltda. (Guarulhos/SP)

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04 Operadoras

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> Artur Luiz Andrade

A opção

Orinter

Elza Breia, Beto Santos e Ana Maria Berto

AS OPERADORAS TÊM VIVIDO MOMENTOS DIFÍCEIS, OU NO MÍNIMO DESAFIADORES NOS ÚLTIMOS ANOS. POR CONTA DISSO, MUITAS FORAM SEDUZIDAS PELO PROJETO BRASIL TRAVEL, que não decolou, algumas fecharam as portas, por diversas razões, e outras ainda aguardam definições de mercado para divulgarem seus planos de ações. Há as que optaram por voar solo, e outras que investiram em nichos bem específicos. As maiores apostam na venda multicanal e a venda via agências de viagens, de certa forma, se fortaleceu: tanto as maiores querem aumentar seu share nesse canal, como as que vendem 100% pelos agentes captam mais vendas devido a essa estratégia. Em um cenário tão complexo, que ainda inclui a disputa com OTAs, por que abrir uma nova operadora? Quem se atenta mais aos fatos negativos, não deve ter percebido que os novos projetos chegam mais fortes que o fechamento de operadoras, que, a bem da verdade, já vinham agonizando há algum tempo. A força dessas novas operadoras, além de terem grupos poderosos por trás (casos da Flytour Viagens, do Grupo Flytour, e da Nova Operadora, do Grupo Forma), está na valorização dos profissionais que têm experiência, know how, clientela fiel e que não têm medo de arriscar. Dito isso, a chegada da Orinter Tour & Travel, que nasceu da fusão da Orinter, de Blumenau (SC), com a Mix Operadora, de Campinas (SP), causa estardalhaço e

fortalece o mercado ao anunciar nomes de peso em seu time, encabeçado pela diretora geral Ana Maria Berto. O investimento dos sócios no projeto ajuda a levantar o moral de um trade que começou o ano um tanto pessimista. “Muitas empresas acabam buscando mais o público final nesses momentos, deixando os agentes de viagens no fim da fila”, diz Ana Maria Berto, em entrevista exclusiva ao Jornal PANROTAS. “Não é o caso da Orinter Tour & Travel. Chegamos para priorizar e fortalecer o agente de viagens, como fiz em toda minha trajetória profissional”, continua ela, que deixou a MMTGapnet em dezembro passado, depois de 12 anos na empresa. O desejo de ser sócia de uma operadora pesou na decisão da executiva, apesar de ela não confirmar ter sido esse o principal motivo da nova virada em sua vida. Para Beto Santos, presidente da T-LAC, que inclui a Esferatur e a Orinter, o projeto começa vencedor. “A Ana Maria estava disponível no momento certo. Uma grande profissional, que faz a diferença em qualquer empresa, entra como sócia na operadora que nasceu da junção de duas outras que são muito fortes regionalmente. A Orinter, no Sul, e a Mix, no Interior de São Paulo. Para chegar à capital paulista, mais uma vez achamos os sócios certos, como na consolidadora”, analisa Beto, lembrando da chegada da Esferatur em São Paulo em parceria com Carlos Vazquez. “Começa-

mos pequenos, em 1990, nos consolidamos no Sul e só chegamos a São Paulo com bases fortes e encontrando os parceiros certos. O mesmo ocorreu em Campinas e é uma felicidade unirmos também a Mix Operadora com a Orinter”, diz Beto Santos. Para Elza Breia, da Esferatur Campinas, a fusão das duas operadoras era um passo natural esperado. “Era um passo futuro que esperávamos dar e esse futuro chegou. E com uma bela surpresa, com a Ana Maria Berto, que é uma força de vendas incrível e com quem sempre tive uma afinidade e amizade sólida”, afirma a empresária. A nova operadora tem como sócios a Esferatur (Beto Santos, Carlos Vazquez e demais sócios), Ana Maria Berto, Roberto Sanches (convidado a assumir a área comercial depois da consultoria que fez na fusão Mix/Orinter), Claudia Tchordach, diretora administrativa financeira, e esposa de Beto Sanches, que fica em Blumenau, e Mariana Camargo, de RH, baseada em Campinas. A Orinter está montando sua equipe para São Paulo (que concentrará cerca de 70 profissionais) e usará os quatro escritórios já existentes em Campinas, Porto Alegre, Curitiba e Blumenau. Para conhecer os planos da operadora, o Jornal PANROTAS conversou com Ana Maria Berto e Roberto Sanches, na sede da empresa, no oitavo andar do mesmo prédio onde funciona a Esferatur, no centro de São Paulo.p


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“Apostamos nos agentes” Jornal PANROTAS — Por que abrir uma “nova” operadora neste momento? Há mercado para mais uma? Aliás, como a Orinter fará para não ser “mais uma”? ANA MARIA BERTO — Estamos conscientes que a líder de mercado tem a preocupação de atingir o público final por meio de sua rede de lojas e do marketing direto, não tendo como foco os agentes de viagens. A Orinter Tour & Travel, nova operadora, que nasceu da fusão de duas empresas, a Orinter, do Sul, e a Mix, de Campinas, estreia em São Paulo apostando na força do agente de viagens. Se há mercado para mais uma? Sem dúvida. Aliás, o que mais o mercado precisa é de uma fornecedora que entenda as necessidades do profissional que hoje compete com seu próprio cliente através da internet. Podemos verificar o espaço que existe no mercado para atender os agentes simplesmente olhando para as altas demandas e ocupação dos hotéis e companhias aéreas no setor nacional e internacional. Os voos estão lotados, queremos que esses passageiros comprem com a Orinter, via as agências de viagens, nosso único canal de vendas. JP — E que diferenciais a Orinter traz? ANA MARIA — Os diferenciais da empresa serão a escolha dos fornecedores, mantendo um relacionamento próximo e direto para facilitar as necessidades especiais que a cada dia são mais requisitadas; a equipe de profissionais, que terão como principal objetivo "entender para melhor atender"; a desburocratização de processos (como diversos meios de pagamento); bases com autonomia para melhor entendimento das peculiaridades de cada mercado e a principal será a acessibilidade a todos os níveis hierárquicos, ou seja, aqui o agente de viagens pode e falará com o dono. JP — Como as forças do Sul e de Campinas se somam na estratégia da nova operadora? Com a internet, ela já começa nacional, mas há planos de escritórios onde há Esferatur, por exemplo? ROBERTO SANCHES — A Orinter operadora, que nasceu

em Blumenau há mais de 20 anos, tomou um novo gás em 2008, quando assumiu a Claudia Tchordach, transformando o que era um departamento do Grupo Orinter em uma empresa com filiais em Porto Alegre e Curitiba. A empresa se tornou referência no Sul do País. Já em Campinas, com a Mixtur Operadora, a história se repetiu nas mãos de Elza Breia (a Elzinha) e Mariana Camargo, consolidando todo o interior paulista. Com a fusão e a chegada da operadora em São Paulo, a estratégia é se manter como referência em seus mercados e expandir por meio da rede de escritórios da Esferatur, com equipes de profissionais dedicados e especializados em operação. A expansão nacional para as 17 bases da Esferatur será um dos principais objetivos da Orinter Tour & Travel. Entendemos que o poder do mercado nacional não pode

Roberto Sanches e Ana Maria Berto > Continua na pág. 06


< Continuação da pág. 05

ser desprezado por uma empresa que tem como objetivo ser referência para o agente de viagens. Estaremos onde estiverem os agentes de viagens. Lado a lado. JP — O que o agente de viagens espera de uma operadora hoje e o que pode esperar da Orinter? ANA MARIA — Precisamos reformular a questão, hoje o agente de viagens encontra muito pouco em uma operadora e o que ele pode esperar da Orinter é que encontre um fornecedor parceiro que entenda as necessidades de seus passageiros e transforme suas solicitações em possíveis pacotes. Lazer, grupos, eventos, incentivos e todas as demais necessidades. A Orinter vai buscar junto aos fornecedores opções de hospedagem, destinos e serviços que hoje não são considerados pela maioria das operadoras. JP — Um dos desafios das empresas atualmente é a qualificação de mão de obra. Como a Orinter lidou com essa questão? SANCHES — A nova operadora nasce com 75 colaboradores, todos com excelente nível de conhecimento técnico de operações e atendimento. Recebemos, via Portal PANROTAS, mais de 500 propostas de profissionais que buscam oportunidades de crescimento e especialização. É muito fácil trabalhar em nossa equipe, é só gostar de trabalhar e ser profissional no que faz. As vagas estão quase todas preenchidas, pois havia um ótimo nível de pessoas interessadas em nosso projeto, mas sempre haverá espaço para bons profissionais. Podem me procurar. JP — A Orinter começa com foco em quais produtos?

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ANA MARIA — Considerando que a operadora conta com tarifas especiais para lazer e construção de pacotes para os diversos destinos do mundo, vale ressaltar que a American Airlines, Tam, Air France, Alitalia, Copa, Tap, Qatar, Air Europa, Avianca, KLM, Lufthasa, Swiss, United, South African AIrways, Air Canada, entre outras, já fazem parte do portfólio da Orinter Tour & Travel. Hotelaria e destinos diferenciados também serão foco da operadora para atender a demanda que se inicia e cada vez mais se consolida. Não só produtos, como nichos específicos também estarão na mira da Orinter, como por exemplo grupos de interesses especiais, incentivos, jovens, intercâmbio e esportes. JP — Qual a estrutura para atender os agentes de viagens? SANCHES — Todas as nossas bases contam com atendimento especializado em operação, com profissionais aptos a dar suporte com agilidade e eficácia aos agentes de viagens. Entendemos que a rapidez em um orçamento pode fazer a diferença. Além disso, iremos disponibilizar aos agentes de viagens ferramentas com confirmação on-line de hotéis, pacotes, bloqueios em datas especiais e serviços para também apoiá-los em uma rápida resposta aos seus clientes. p

informações Tel.: (47) 3037-0111, em Blumenau; (19) 3515-0080, em Campinas; (41) 3310-1640, em Curitiba; (51) 3025-2010, em Porto Alegre; e (11) 3514-4444, em São Paulo. E-mail: sanches@orinter.com.br, operadora.sao@orinter.com.br ou trabalheconosco@orinter.com.br Site: www.orintertouroperator.com.br

BOAS-VINDAS “Nestes meus 40 anos de mercado aprendi a respeitar algumas pessoas pelo empreendedorismo, visão de mercado e reconhecimento pelo trabalho. Para a Ana Maria somente faltava empreender algo também dela e agora poderá se firmar como uma profissional completa. Vai empregar seu estilo na Orinter, que nasce da união de duas empresas já consolidadas em suas regiões, admiradas por fornecedores e clientes. A Esferatur ganhará muito com a chegada da Orinter Tour & Travel e da Ana Maria a São Paulo. A Ana Maria com certeza marca um novo ciclo do segmento de operadoras no Brasil. Podem apostar que a explosão será a mesma feita pela Esferatur nos últimos três anos. Bem-vinda, Ana e toda sua equipe” Carlos Vazquez, vice-presidente da Esferatur “Ana Maria e eu sempre tivemos uma grande afinidade, que é o mais sutil dos sentimentos e o mais instantâneo também. Nossa amizade resiste ao tempo, não importa a distância ou as impossibilidades. Sempre foi assim desde nosso primeiro encontro profissional e hoje, trabalhando juntas, vejo este encontro com expectativa muito positiva, imensa oportunidade de realizar grandes projetos e continuar desenvolvendo o trabalho com excelência. Era um encontro muito desejado. Bem-vinda, Ana” Elza Breia, vice-presidente da Esferatur “Tenho certeza que é um projeto que já nasce vencedor e a Ana Maria é a pessoa certa para alavancar comercialmente a Orinter Tour & Travel. Vamos estar entre as cinco maiores em dois anos. A Ana sabe que crise é oportunidade. Os voos estão cheios, queremos que esses clientes viagem com a Orinter, comprando nos agentes de viagens. Estamos muito felizes com essa soma de forças e esforços do Sul, Campinas e agora São Paulo com a Ana Maria, que está montando uma equipe incrível. É mais que bem-vinda, é a pessoa certa no momento certo” Beto Santos, presidente do Grupo Esferatur “Ter o privilégio de trabalhar com a Ana Maria não tem preço, temos praticamente 12 anos de história juntos. Digo a todos que ela é uma escola, sorte daqueles que tiveram e têm a oportunidade de serem contagiados por essa energia. O aprendizado é diário e a “vibe” é singular. Se fosse para definir essa mulher em uma palavra, ou melhor, uma sentença, não haveria outra a não ser “um exemplo a ser seguido” Roberto Sanches, diretor comercial da Orinter


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Te c n o l o g i a

Balanço geral No ano em que completou uma década, o Reserve cresceu 25% em faturamento. O número foi gerado após a combinação de resultados envolvendo a unidade de negócios Travel (+20%) e o aumento nos negócios gerados no sistema Expense (150%). Com 8,4 milhões de transações processadas em 2014, contra sete milhões no ano anterior, o Travel continua sendo o carro-chefe do Reserve, mas vale o destaque para a performance da ferramenta Expense, que fechou o período com 50 mil planos de despesas contratados, um salto em relação aos 20 mil registrados no ano anterior. “Nossas projeções indicam que a unidade de negócios Expense deverá superar a Travel entre 2016 e 2017”, calculou o vice-presidente executivo do Reserve, Luís Vabo. “Nossa visão sobre gestão de despesas, como novo escopo das agências de viagens corporativas, começa a tomar forma e tornarse realidade”, completou ele.

OUTROS RESULTADOS

O tíquete médio aéreo nacional transacionado pelo Reserve reduziu 4%, de R$ 642,25 (2013) para R$

617,42 (2014), enquanto o tíquete médio aéreo internacional aumentou 19,6%, de R$ 2.245,80 (2013) para R$ 2.687,26 (2014). Apesar do aumento das reservas aéreas via GDSs no Reserve, as reservas por meio de conexão direta com as companhias aéreas ainda prevalecem no aéreo, com participação de 81,2% em 2014 e liderança de market-share da Gol, com 34,5%, seguida da Azul, com 31,3%, Tam (20%) e Avianca (12,7%). Outras aéreas (Passaredo, Sete, Piquiatuba e Map) obtiveram, juntas, 1,4%. Entre as reservas hoteleiras, a Trend se destacou ao abocanhar 39,9% de share, ultrapassando a CMNet (25,6%) e o Sabre (17,6%), enquanto Hoteldo, Travelpool, Cangooroo e Besdsonline representaram, juntas, 1,9%. A nova integração Reserve B2B Reservas, exclusiva para associados Abracorp, representou somente 0,2% do market share da hotelaria online no Reserve, por ter iniciado produção comercial no último trimestre de 2014. “Nossas projeções indicam que este canal crescerá muito em 2015”, afirmou Luís Vabo. Confira abaixo esses e outros resultados nos gráficos a seguir.p

Luís Vabo, do Reserve

> Continua na pág. 08


08

< Continuação da pág. 07

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Dez anos à frente

83,7

Market share Por tipo de serviço 2014

11,6

Aéreo

Hotel

3,7 Carro

0,6 Ônibus

0,4 Seguro

Market share reserva aérea por sistema 2014

Market share 92,9 GDS 2014

82,7

16,0 1,3 Tripulada

GDS

Conexão direta com cias. aéreas

7,1 Amadeus

Sabre

39,9

Market share reserva de hotel por sistema 2014 25,6

Solange Vabo, presidente do Reserve

17,6 10,3 1,9 Travel pool

3,4 Hoteldo

1,9 Trend CMNET

Sabre Indireta Outros: Cangooroo, Bedsonline, B2B

JORNAL PANROTAS — As empresas parecem estar despertando para a tecnologia de gestão de despesas e viagens. Qual foi o fator motivador deste interesse? Solange Vabo — Aos poucos, as empresas estão descobrindo os benefícios da tecnologia integrada de gestão de despesas e viagens corporativas, mas não há como negar que a perspectiva de recrudescimento econômico em 2015 e 2016 vem atraindo o interesse das empresas em controlar e reduzir seus gastos. JP — Então a crise anunciada é boa para os sistemas de gestão? Solange — A rigor, sistemas de gestão são necessários, com crise ou sem crise econômica, para empresas de todos os portes que desejam controlar e agilizar processos, com cumprimento de suas políticas corporativas. Por acreditar nisso, somos parceiro tecnológico e comercial da Totvs, líder brasileiro em softwares de gestão, com quem temos feito importante intercâmbio de tecnologias e de práticas comerciais. JP — O Reserve ficou conhecido como sistema de gestão de viagens, mas hoje oferece outros produtos. Qual sistema Reserve está se destacando no mercado? Solange — Nosso propósito é desenvolver sistemas que as pessoas amem usar e, nessa linha, pensamos em um único Reserve. Oferecemos uma ou mais soluções para cada segmento de negócios (agências de gestão de viagens - AGV, pequenas e médias empresas – PME e grandes e mega empresas - GME), incluindo os sistemas desenvolvidos e operados em parceria com a Esferatur, com a 99Táxis e com a própria Totvs. Temos obtido bons resultados em todos os segmentos, também graças à sinergia com nossos parceiros de distribuição, os Reserve Business Partners. JP — O que o mercado pode esperar do Reserve para 2015? Solange — Em termos estratégicos, pensamos sempre dez anos à frente e, em termos de produtos, prospectamos no mínimo os próximos cinco anos. Posso assegurar que, hoje, já planejamos o sistema que será nossa nova aposta em 2020, quando o Reserve Expense & Travel estiver consolidado no mercado. Por questão estratégica, ainda é cedo para divulgarmos esta nossa visão, mas seguramente ela será lançada nos veículos da Panrotas.


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Divulgação

Carnaval 2015

Na terra do axé A SECRETARIA DE TURISMO DA BAHIA ESTIMA QUE 700 MIL TURISTAS (+30%) TENHAM VISITADO O ESTADO NO CARNAVAL, gastando cerca de R$ 1 bilhão, dos quais R$ 750 milhões somente em Salvador. Ao longo do período festivo, a ocupação nos três circuitos de festa (Dodô, Osmar e Batatinha) chegou a 95% fora dele foi de 80%. No litoral norte, a ocupação esteve em 95% e, em Porto Seguro e Sul da Bahia, em 90%. “É uma festa que atende aos legítimos desejos de alegria e felicidade, o que não vai morrer nunca, mas pode ter aperfeiçoado o planejamento e a organização, de maneira que a economia do Turismo, o show business e a visibilidade positiva da Bahia sejam ainda mais fortalecidos”, comenta o secretário de Turismo, Nelson Pelegrino. De acordo com o dirigente, o governo baiano investiu R$ 75 milhões este ano em planejamento, segurança e desfile de trios sem cordas. “As ações do governo incluem ampla oferta de serviços públicos para o êxito da folia”, analisa. Mais de 113 mil turistas foram atendidos pelo receptivo montado pela Setur-BA ao longo do carnaval. Entre as principais ações esteve o Programa Guias e Monitores, que abrangeu Salvador, Porto Seguro e Praia do Forte e atendeu cerca de 110 mil visitantes, 57% de alta em relação ao ano passado. Os guias e monitores ficaram distribuídos nos principais pontos carnavalescos de Salvador, como hotéis, aeroporto, rodoviária e porto. O atendimento foi realizado em 12 idiomas. Nos circuitos da folia, os visitantes tiveram serviço em 11 Postos de Informação Turística (PITs), com estrutura fechada e ar-condicionado. Alguns foram instalados nas proximidades do Farol da Barra, Ondina, Campo Grande e Terreiro de Jesus.p

Como de costume, uma multidão tomou as ruas de Salvador


10 Carnaval 2015

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> Karina Cedeño — Recife (PE)

Os Papangus esbanjam cor e criatividade em suas fantasias

Folia Multicultural Dois milhões de pessoas lotaram as ruas no bloco Galo da Madrugada

QUEM VAI A PERNAMBUCO NO CARNAVAL PARA ‘PEGAR UMA COR’ NAS PRAIAS, NÃO IMAGINA O LEQUE DE CORES QUE SE ENCONTRA NAS FANTASIAS DOS FOLIÕES DURANTE OS FESTEJOS. De uma criatividade ímpar, a preparação se alia aos mais variados ritmos oferecidos pelo Estado, que vão do frevo ao maracatu, sem contar a receptividade do povo, que está em festa 24 horas por dia. Somente em Recife foram mais de duas mil atrações, divididas em 63 polos. O destaque ficou por conta do bloco do Galo da Madrugada, que já havia entrado para o Guiness Book, em 1995, com 1 milhão de foliões arrastados. Neste ano, o número duplicou, e o bloco lotou as ruas com pessoas fantasiadas que não se intimidaram com o calor de 40 graus da região. Outra grande atração, também por conta da altura, foram os famosos bonecos de Olinda. Mais de 100 deles desfilaram em meio à multidão, representando personagens da cultura local e personalidades como Lampião, Ariano Suassuna e John Travolta, entre outros.

MÁSCARAS E RITMOS

Para quem quer ir além dos tradicionais festejos em Recife e Olinda, há ainda duas opções que prometem agradar aos olhos e ouvidos dos visitantes. Uma delas é o bloco dos Papangus, que acontece na cidade de Bezerros e traz personagens mascarados que descem as ladeiras usando fantasias coloridas e carregadas de enfeites. Há concursos para prestigiar as mais criativas e, só neste ano, o evento reuniu 300 mil pessoas. Outra boa pedida é a cidade de Nazaré da Mata, onde acontece o encontro de maracatus, com um enorme cortejo de reis, rainhas, baianas e caboclos de lança, ao som de tambores, taróis e chocalhos. Considerado uma tradição milenar passada de pais para filhos, o evento contou com uma média de 40 grupos se apresentando diariamente, cada um trazendo de 50 a 200 integrantes.


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25 de fevereiro a 3 de março de 2015 JORNAL PANROTAS

O secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, e o ministro do Turismo, Vinicius Lages, também estavam presentes na folia Elba Ramalho levou o público ao delírio

MARCO ZERO, PÚBLICO MIL O Marco Zero de Recife sem dúvida foi um dos polos mais requisitados durante o carnaval pernambucano. Shows de artistas como Elba Ramalho, Fafá de Belém, Gaby Amarantos, Otto, Nação Zumbi e Titãs levaram o público ao delírio, além da presença de autoridades, como o ministro do Turismo, Vinicius Lages, e o secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, que considera o carnaval do Estado o mais democrático do Brasil. “Além de ser um evento aberto ao público, traz uma diversidade de ritmos como o samba, o frevo e o maracatu, que valorizam muito a nossa cultura. Pesquisas feitas pela Secretaria de Turismo revelam que 90% das pessoas que vêm a Pernambuco no carnaval querem voltar”, diz Carreras. Alguém duvida?

BALANÇO

De acordo com dados divulgados pela Setur-PE, o carnaval em Recife contou com 890 mil turistas, 10% a mais em relação ao ano passado. Para garantir a execução da festa, a Prefeitura do Recife investiu cerca de R$ 35 milhões, contando também com o apoio de patrocinadores. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), a ocupação hoteleira no período ficou em torno de 90%, percentual ainda mais expressivo quando se leva em conta que, do ano passado para cá, a quantidade de leitos oferecidos na cidade cresceu 27%.p

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Empetur


12 Carnaval 2015

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> Artur Luiz Andrade e Diego Verticchio

Jogando para os jurados Divulgação Riotur/Tata Barreto

Comissão de frente da Beija-Flor foi uma das melhores deste ano

ENTRE POLÊMICAS E PATROCÍNIO MILIONÁRIO, O CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO COROOU A BEIJA-FLOR, DE NILÓPOLIS, QUE LEVOU PARA A SAPUCAÍ O ENREDO SOBRE GUINÉ EQUATORIAL, há 35 anos governada pelo ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que, segundo a Anistia Internacional, é acusado de violações de direitos humanos, tortura e prisões arbitrárias. Embora o samba não tenha empolgado a avenida, foi cantado pelos integrantes e ainda teve o trunfo do puxador Neguinho da Beija-Flor. A escola realizou mais uma vez um desfile correto e acabou levando seu 13º título. Algumas alegorias e esculturas estavam, inclusive, viradas para o alto. Ou seja, priorizando os jurados e quem estivesse em lugares mais altos. Quem estava em frisas ou camarotes baixos perdeu o efeito desejado. A Beija-Flor foi a terceira escola a desfilar na segunda-feira de carnaval, dia em que não choveu no Sambódromo carioca, ao contrário da noite anterior. Embora não tenha empolgado como Portela ou Salgueiro, saiu com gritos de campeã. Durante apuração, no entanto, a disputa ficou entre Beija-Flor e Salgueiro, que acabou perdendo por quatro décimos. Como nos anos anteriores, a Marques da Sapucaí esteve lotada nos dois dias de desfile. Segundo a Abav-RJ, dez mil turistas estiveram no Setor 9 da Sapucaí, a grande maioria formada por cruzeiristas — ao todo, oito transatlânticos atracaram no Rio de Janeiro durante a folia, movimentando cerca de 25 mil pessoas, de acordo com o Píer Mauá. A Riotur, que até o fechamento desta edição não havia divulgado o balanço final do carnaval, previa que 977 mil turistas viessem à cidade para os dias de folia, movimentando R$ 2 bilhões. Os visitantes se juntariam a cerca de quatro milhões de foliões do Rio e Grande Rio, totalizando cinco milhões de pessoas. Na rua, foram 455 blocos por toda a cidade.

OCUPAÇÃO

A hotelaria do Rio teve uma ocupação bem acima do esperado. Segundo a ABIH-RJ, a média deste carnaval foi de 92%, quatro pontos percentuais acima do registrado no ano passado. A última pesquisa antes do carnaval previa ocupação de 78%. “Os dados mostram uma tendência que já havíamos apontado na hotelaria do Rio, que é deixar as reservas para última hora”, explicou o presidente da entidade, Alfredo Lopes. Um dos destaques do carnaval carioca este ano foram as opções para quem não queria pular: do Rio Open de Tênis, no Jockey, a blocos de música eletrônica, de bailes sem samba a uma programação variada em cinemas e casas de show, o Rio mostrou que tem estrutura para receber todo tipo de turista.


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BANCODEDADOS

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Veja mais fotos na versão digital do JP

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Resultado final Grupo Especial

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(A Viradouro desce para o Grupo A, e a Estácio de Sá sobe para o Especial em 2016)

 PONTOS ALTOS

ll A diversidade do Rio, que

pôde ser vista em blocos, no Sambódromo e em bailes, além das atividades para quem não queria carnaval, como o Rio Open de Tênis ll As escolas de samba do Grupo Especial ll As feijoadas nos hotéis, como o Sofitel Rio e o Windsor Barra ll O Baile do Copa, que teve Marina Ruy Barbosa como madrinha e mantém a tradição de fantasias luxuosas e elegantes ll A área de turistas coordenada pela Abav-RJ no Sambódromo ll Os jurados dos desfiles que, ao contrário de São Paulo, sabem diferenciar as escolas, dando notas variadas e não apenas 10 ll As alas de comunidades, mostrando samba no pé e empolgando quem assistia ll Os paraquedistas da Portela ll O casamento de turismo e samba no Salgueiro (Minas Gerais) e Unidos da Tijuca (Suíça) ll A ousadia de Paulo Barros na Mocidade

PONTOS BAIXOS

ll A chuva, que agravou os

problemas de transporte (metrôs lotados e falta de táxis) ll A homenagem à ditadura de Guiné Equatorial, que teria dado R$ 10 milhões à Beija-Flor ll A sujeira nas ruas e no mar ll A falta de coordenação no trânsito ll Os jurados, que se deixaram levar pela técnica da Beija-Flor, e exageraram em notas 10 à escola

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Divulgação Copacabana Palace/Vera Donato

ll 1º - Beija-Flor ll 2º - Salgueiro ll 3º - Grande Rio ll 4º - Unidos da Tijuca ll 5º - Portela ll 6º - Imperatriz ll 7º - Mocidade ll 8º - São Clemente ll 9º - União da Ilha ll 10º - Mangueira ll 11º - Vila Isabel ll 12º - Viradouro

1 Juliana Alves e a bateria da Unidos da Tijuca na Feijoada do Windsor Barra 2 Time da Abav-RJ, que coordenou o setor turístico no Sambódromo carioca 3 A diretora do Copacabana Palace, Andrea Natal, com Marina Ruy Barbosa, no Baile do Copa 4 Michael Nagy, do Rio CVB, e Nagi Naoufal, da rede Sofitel, na Feijoada do Sofitel Rio


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Paulo Pinto — Liga SP

Carnaval 2015

De virada

A cantora Maria Rita participou da homenagem da Vai-Vai

O TRIBUTO À CANTORA ELIS REGINA, QUE COMPLETARIA 70 ANOS EM 2015, LEVOU A VAI-VAI AO TÍTULO DO CARNAVAL PAULISTANO, O 15º DA SUA HISTÓRIA. Com o apoio da comunidade do Bixiga e a presença dos filhos da “Pimentinha”, Maria Rita, Pedro Mariano e João Marcelo Bôscoli, a escola de samba apresentou-se de forma impecável no Anhembi, conquistando 269,9 pontos, apenas um décimo abaixo da pontuação máxima. O último título da escola de samba foi em 2011, com o enredo em homenagem ao maestro e ex-pianista João Carlos Martins. Nem mesmo o impedimento de torcidas durante apuração dos pontos tirou a emoção da disputa entre as agremiações. A Gaviões da Fiel saiu na frente, conquistando uma série de dez, mas despencou no quesito fantasia, perdendo a chance de voltar ao topo do pódio após 12 anos (2005 e 2007 foi campeã do grupo de acesso). Foi então que a Mocidade Alegre tomou a dianteira até a abertura dos quatro envelopes finais, quando perdeu décimos preciosos no quesito evolução, o último da lista. A virada da Vai-Vai levou os torcedores à loucura, que acompanharam a revelação das notas da quadra da escola. Após muita festa no sambódromo, os dirigentes da Vai-Vai levaram o troféu para a comunidade. Nem é preciso dizer que a festa rompeu a madrugada.


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Oswaldo Corneti — Liga SP

O casal de mestre-sala e porta-bandeira da Vai-Vai deu show na avenida

REBAIXADAS

Na parte de baixo da tabela, Mancha Verde, com 267,9 pontos, e Tom Maior, com 267,7, foram rebaixadas. A Mancha Verde celebrou o centenário do Palmeiras, enquanto a Tom Maior defendeu o enredo “Adrenalina”. Quem escapou da degola foi a Acadêmicos do Tatuapé, punida com 1,1 ponto por ter completado o desfile em uma hora e seis minutos, um minuto a mais que o tempo regulamentar. No grupo de acesso, Unidos do Peruche levou o título. A escola sobe para o grupo especial acompanhada da Pérola Negra, vice-campeã. A escola de samba Tricolor Independente foi rebaixada.p

Resultado final Grupo Especial

ll 1º - Vai-Vai ll 2º - Mocidade Alegre ll 3º - Rosas de Ouro ll 4º - Águia de Ouro ll 5º - Dragões da Real ll 6º - Tucuruvi ll 7º - Nenê de Vila Matilde ll 8º - Casa Verde ll 9º - Gaviões da Fiel ll 10º - Vila Maria ll 11º - X-9 Paulistana ll 12º - Acadêmicos do Tatuapé

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13º - Mancha Verde 14º - Tom Maior

(A Mancha Verde e Tom Maior descem para o Grupo de Acesso, e a Unidos do Peruche e Pérola Negra sobem para o Grupo Especial em 2016)

Wilson Poit, presidente da SP Turis, com o prefeito Fernando Haddad e a esposa, Ana Estela Haddad


16 Hotelaria

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> Artur Luiz Andrade

Entre a Macy’s e o Empire State

LOCALIZAÇÃO NA HOTELARIA É DETERMINANTE PARA A ESCOLHA DE ONDE SE HOSPEDAR. AINDA MAIS EM UMA CIDADE COMO NOVA YORK, EM QUE O TURISTA QUER ESTAR “PERTO DE TUDO”. E tudo sig-

nifica Midtown, a área dos teatros, de Times Square, das grandes lojas, do Central Park e das grandes atrações, como o Empire State e o Rockefeller Center. O Best Western Premier Herald Square tem a localização dos sonhos. Como o

nome indica, está a uma quadra e meia da Macy’s (Harold Square é a praça em frente da maior loja do destino), ao lado do metrô, que também tem o nome da praça, a poucos passos do Empire State, a dez minutos de caminhada (e caminhar em Nova York é o programa ideal) para Times Square, Top of the Rock (no Rockefeller Center) e outras atrações. O endereço é rua 36 Oeste, entre a quinta e a sexta avenidas. Mas localização não é tudo e para conquistar brasileiros e hóspedes do mundo inteiro, o BW Premier Herald Square sabe que precisa de mais. Inaugurado há menos de dois anos, em maio de 2013, o hotel tem em sua equipe um dos grandes diferenciais.

Colaboradores atenciosos são citados nas resenhas dos hóspedes

Veja mais fotos na versão digital do JP O empreendimento é vizinho de um dos principais cartões postais de Nova York

Sempre citados nas resenhas dos hóspedes nos mais diversos sites, os funcionários estão sempre oferecendo ajuda, perguntando sobre as necessidades dos hóspedes e prontos para atender os mais diversos pedidos. Sempre com simpatia, educação e a dose certa de informalidade. O gerente Mustafah Syed conta que o investimento nos funcionários é constante e que o retorno dos hóspedes é excelente em relação a eles.

BUTIQUE

O terceiro diferencial do BW Premier Herald Square é seu tamanho. Trata-se de um hotel-butique com apenas 94 quartos (cinco deles com facilidades para pessoas com deficiência), o que facilita a relação com os funcionários do hotel e evita aqueles tumultuados lobbies dos grandes hotéis da cidade. A classificação “Premier” indica que está no topo das marcas da Best Western e que tem amenidades garantidas, como café da manhã incluso (com itens quentes e bastante variedade), academia, wi-fi gratuito nas áreas públicas e nos quartos, jornal como cortesia, ferro de passar, cofre e cafeteira nos apartamentos, e ainda um bar com terraço, que fica bastante animado no happy hour.

Alguns apartamentos, nos últimos andares do edifício (que tem 17 no total) oferecem um luxo a mais: vista para o Empire State. E sem custo adicional por isso. O terraço do hotel também permite vista para o famoso prédio, mas o acesso a ele é limitado. “Já há um bom fluxo de brasileiros no hotel e isso está crescendo”, diz o gerente. A principal atividade de interesse, claro, são as compras. E para isso o BW Premier Herald Square é perfeito, inclusive oferecendo tours para centros de compra, como Woodbury e o Gardens Mall. 

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Delta Air Lines e do Best Western Premier Herald Square, com proteção GTA

Vista parcial de um dos quartos do BW Premier Herald Square: requinte na decoração e eficiência nos serviços

INFORMAÇÕES 050 W 36th Street New York, New York, 10018 Tel.: 212/776-1024 Site: bestwestern.com No Brasil: Viviane.Amadei@bestwestern.com ou Karen.Schmidt@bestwestern.com


17 Workshop Fo rma

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> Diego Verticchio - Mangaratiba (RJ)

Modelo de sucesso

A Forma Turismo é uma das poucas empresas (talvez a única) que devem ter no currículo 17 anos seguidos de crescimento nas vendas. A revelação foi feita durante o workshop da empresa, que deixou a capital paulista pela primeira vez para prestigiar a cidade de Mangaratiba, no Rio de Janeiro, onde fica o Club Med Rio das Pedras. Entre 8 e 10 de fevereiro, 200 profis-

sionais, entre diretores, gerentes, executivos e representantes da Forma Turismo conheceram mais informações sobre o grupo, que recentemente anunciou a criação da Steel Consolidadora e da Nova Operadora. O balanço de 2014, as metas e novidades para 2015 e, claro, momentos de relaxamento foram a tônica de um encontro que já entrou para o calendário do turismo nacional. > Continua na pág. 18


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EM BUSCA DE 50 MIL PAXS Existe um consenso no trade que 2014 foi um ano atípico, por conta da Copa do Mundo, das eleições e da oscilação do dólar. Para a Forma Turismo não foi diferente, mas, mesmo na adversidade, a empresa cresceu 15% em vendas, em relação a 2013. A meta era chegar aos 20%, mas a operadora não ignorou o desempenho, informando que se deu por satisfeita com o resultado em um ano repleto de barreiras. “Crescer 20% era uma meta ousada, mas a Forma sempre foi uma empresa ousada. Sabíamos das dificuldades e, mesmo assim, apostamos no crescimento e o resultado, embora não tenha atingido a meta, foi muito bom”, garante um dos diretores do Grupo Forma, Fabio Depret. Em 2014, o grupo transportou o número recorde de 42 mil passageiros. Deste total, sete mil foram para o Club Med Rio das Pedras, ficando para Porto Seguro pouco mais de 20 mil estudantes. Vale destacar que, em julho, foram enviados cerca de três mil clientes por semana para o destino baiano. Para 2015, a meta é chegar próximo aos 50 mil jovens transportados. O diretor Renato Costa se apega às vendas antecipadas para acreditar no sucesso deste ano. “É possível, embora saibamos que é difícil. Mas o volume de vendas em 2014 para 2015 nos faz acreditar que este ano será muito bom”, adianta o executivo. Ainda que as viagens operadas pela Forma Turismo aconteçam em julho, outubro e dezembro, as vendas para o ano corrente costumam ser realizadas até outubro. “Muitas escolas fecham com antecedência, mas têm aquelas que deixam para o final”, explica Costa. Para isso, o diretor Fabio Depret comandou no primeiro dia do workshop uma palestra sobre vendas, intitulada “Fé”. “Fé naquilo que trabalham e vendem”, pediu Depret. Já o gerente da Forma para São Paulo,

Depret apresenta o balanço da Forma Turismo

Os diretores Mauricio Calasans, Fabio Depret, Renato Costa e Mauricio Liberi

Elisangela Kuse, da Vijac Turismo, Paula Maluf, da Ponta Verde Turismo, de Piracicaba, e Lucas Martin, da Clube Turismo, de Botucatu

Cesar Leonel, apresentou as novas estratégias de vendas. “Mapear a quantidade de estudantes da sua cidade ou região de atuação e começar sempre pelo colégio maior, com maior número de estudantes, porque se a escola fecha, a chance dos menores fecharem é grande. Adequar os produtos da Forma àquela região e usar os argumentos certos são outros componentes que possibilitam um bom negócio”, ensinou Leonel. Outra estratégia adotada pela Forma é oferecer produtos mais próximos do público, evitando longas viagens.

DE APOSTA A REALIDADE Um dos segredos da Forma Turismo para crescer constantemente é es-

tar sempre atento às inovações e se arriscar fazendo algumas apostas. Algumas deram errado, outras seguiram caminho oposto, como o caso de Florianópolis (SC), destino trabalhado pela empresa desde 2004 e que há quatro anos vem observando um boom de estudantes que optam por um destino tão festeiro quanto Porto Seguro, porém com atmosfera diferente, ideal para festas de final de ano.

Amaury Linardi, de Itu, e Marcelo Matera, presidente da Aviesp e representante da Forma Turismo em Taubaté

Hoje, entre todos os produtos nacionais trabalhados pela Forma Turismo, as viagens para Florianópolis só perdem para Porto Seguro e Club Med. Voltado para estudantes do terceiro ano do segundo grau (faixa etária de 17 anos), a capital catarinense “descobriu” os encantos deste nicho de mercado. “Floripa nunca será uma Porto Seguro, mas tem ganhado muito destaque dentro da empresa”, garante o gerente da Forma Turismo e responsável pela operação de Florianópolis e Cancun, no México, Cesar Leonel. “Porto Seguro é uma cidade que entendeu a importância do turismo estudantil para a economia do município e, hoje, nas férias de meio do ano ou na semana do ‘saco cheio’ é possível ver os hotéis lotados de jovens. Floripa segue pelo mesmo caminho, mas é preciso guardar proporções”, complementa o diretor Fabio Depret. Principal mercado comprador de Florianópolis é São Paulo, seguido pelo interior do Estado e o Rio Grande do Sul. Ano passado, Fortaleza (CE) surpreendeu enviando grande número de passageiros e, dependendo das vendas antecipadas, este será mais um verão na capital catarinense repleta de cearenses. Após o carnaval, a Forma Turismo deve definir a agenda de atrações com cantores, bandas e DJs. Segundo Leonel, a empresa está esperando definir qual perfil de público irá para Floripa para fechar com as atrações. “Não dá para levar uma dupla sertaneja para jovens de Fortaleza, por exemplo”, explicou Leonel.

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Forma Turismo


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Paulo Fernandes, Fabio Augusto, Mauricio Calasans, Eduardo Tavora, Cesar Leonel, Renato Costa, Diego Costa, Fabio Depret, e Mauricio Liberi

De olho na expansão Além de se apegar às vendas antecipadas, a Forma Turismo conta também com um plano de expansão para alcançar as metas de 2015. As próximas filiais têm como destinos Recife (PE), Goiânia (GO) e Curitiba (PR), totalizando 17 unidades no País, além da matriz e dos mais de 100 representantes espalhados pelas principais regiões. “As novas aberturas devem acontecer ainda neste semestre. Estamos terminando a padronização das lojas e vamos abri-las assim que estiverem prontas”, garante o diretor financeiro do Grupo Forma, Mauricio Liberi. Os destinos internacionais, em especial Disney, Cancun e Bariloche, não foram esquecidos. Pelo contrário: dos três, o complexo de parques norte-americano deverá ter uma venda acentuada por conta da Nova Operadora, que passa a comercializar o produto, diferente de Bariloche e Cancun, que são exclusivos para estudantes. Embora Orlando seja um dos lugares mais visitados por brasileiros no Exterior, Cancun continua sendo o destino internacional predileto dos estudantes. “Tem o DNA similar de Porto Seguro, só que com alguns diferenciais, como mar do Caribe e estrutura norte-americana”, explicou Maurício Calasans. Tanto o destino caribenho

Maurício Calasans, diretor de Operações

Maurício Liberi, diretor financeiro

quanto o argentino são procurados por estudantes em julho, enquanto que a Disney tem viagens em julho, outubro e final de ano. “Somos, no Brasil, a empresa que mais opera menores desacompanhados

para Disney em julho”, garante. Entre as apostas para este ano, Calasans joga suas fichas em Bariloche, que pode ter de volta uma posição de destaque por conta da alta do dólar.

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Flashes M elh o re s 2 0 1 4 Wo rkshop Forma

Além de reunir todos os representantes e filiais para um dia inteiro de capacitação, a Forma Turismo realizou também a premiação para os melhores do ano. O Top Vendas 2014 reconheceu aquelas empresas que cresceram em vendas no ano passado, em comparação com 2013. Ao todo foram 35 premiados. Alguns receberam mais de um prêmio e o reconhecimento contemplou todos os produtos da Forma Turismo, sendo que, em alguns casos, houve premiação para os três maiores vendedores. Individualmente o destaque ficou com o agente de viagens Nasser Orra, da Forma Turismo de Santo André (SP), que levou para casa dois troféus: de melhor vendedor para Porto Seguro e melhor vendedor em Vendas Antecipadas. Somente para a cidade baiana o agente de viagens foi responsável por pouco mais

de 800 vendas. Já em relação às vendas antecipadas, Orra garantiu em 2014 a presença de mais de 1,2 mil alunos em diferentes viagens ao longo deste ano. A Forma Turismo de Belo Horizonte foi a franqueada que mais embarcou estudantes para a capital baiana. Já entre as agências o primeiro lugar ficou com a Clube Viagens, de Sorocaba, no interior de São Paulo. A Forma da capital mineira foi também a fraqueada que mais vendeu viagens em 2015, ainda em 2014. Segundo o diretor da empresa, Fabio Depret, até final de janeiro a filial já havia vendido para este ano 78% do que foi vendido em 2014. O maior percentual de crescimento, no entanto, foi conquistado pela agência de Americana, no interior de São Paulo, que cresceu 1.200% em vendas antecipadas. 

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1 Nasser Orra, da Forma de Santo André, levou os dois principais prêmios individuais da noite 2 Thiago Rosa, o “Kiko” levou para casa dois prêmios maior vendedor de Búzios e do Adventure São Paulo 3 A Gol ganhou o prêmio de parceira aérea 4 Para o destino Búzios, o maior vendedor foi a Forma de Florianópolis 5 Adriano Leite, o Pirulito (segundo da direita para esquerda) foi o maior vendedor de Florianópolis 6 Na categoria Springbreak Itaparica quem levou foi a Forma de Recife 7 Tadeu França, o “Silvio Santos” da Forma Turismo, foi quem mais vendeu Club Med no ano passado 8 Na hotelaria, o Club Med foi o grande parceiro da Forma Turismo

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6 5 9 A agência Ponta Verde, de Piracicaba, ficou em 3 o entre as agências que mais venderam antecipadamente 10 Forma Turismo de Brasília levou o prêmio Adventure Serrado 11 Entre as franquias, a Forma Turismo de Ribeirão Preto foi quem mais vendeu Club Med em 2014 12 Interglobe Turismo, de Jundiaí, levou diversos prêmios: 2o lugar na categoria Adventure São Paulo; 1o na categoria Club Med/Agências; 2o para Porto Seguro/ Agências; e 2o lugar em vendas antecipadas/Agências

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13 A RST Viagens, de Montenegro (RS), ficou em terceiro entre as agências que mais venderam Porto Seguro e a primeira em vendas antecipadas 14 Forma de Porto Alegre venceu na categoria Adventure Sul e vendas para Florianópolis; e 3 o em vendas antecipadas de Franquia 15 Forma Turismo do Rio de Janeiro levou três prêmios: primeiro na categoria Adventure Búzios; segundo na categoria Porto Seguro / Franquias; segundo na categoria Vendas Antecipadas 16 Forma Turismo de BH levou três prêmios Adventure Minas Gerais, 1o para Porto Seguro Franquia; e 1o em Vendas Antecipadas Franquia 17 Clube Viagens, de Sorocaba, foi a campeã entre as agências que mais venderam Porto Seguro 18 Na categoria Cancun, o maior vendedor foi a Forma Guarulhos 19 Forma Campinas levou também três prêmios 1o Adventure São Paulo; 2o para Club Med Franquias; e 3o para Porto SeguroFranquias 20 Maior vendedora do Adventure Sul, Giovanna Buenno 21 A Mogi Travel, de Mogi das Cruzes, levou o segundo lugar entre as Agências que mais venderam Club med

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Flashes En c e rramento Wo rks h o p Fo rma

A Forma Turismo encerrou seu workshop da mesma forma que encerra as viagens com os estudantes: em uma balada. Festeiro por essência, o Club Med preparou uma área onde os convidados da Forma e os hóspedes do hotel pudessem se confraternizar. Antes, porém, os participantes participaram de um jantar de confraternização seguido da premiação, que contou com a presença dos diretores da Steel Consolidadora, e da Nova Operadora, João Lima e André Luiz Pereira, respectivamente. 2

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1 Equipe Forma São Paulo entre diretores, gerentes e executivos 2 Marcio Gomes, de Petrópolis, com as friburguenses Nina Motta e Priscila Oliveira 3 Fernando

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Santos, vice-presidente da Aviesp e da Conextravel, de Sertãozinho, e Marcela Candioto, da Dauras Turismo, de Limeira (SP) 4 André Luiz Pereira, da Nova Operadora 5 Marcela Candioto, Diego Costa, Mariana e Neto Torres, Rogerio Felix, Eduardo Távora e Fernando Santos 6 Caio Silva e João Lima, da Steel Consolidadora 7 Guilherme Cruz, Kave Travelin, Cesar Leonel, Rafael Moulin, Paulo Fernandes, Fabio Medrado, Fabio Augusto e Felipe Akira 8 Alex Velloso, da Forma de Campinas, e Vinicius DelRio, da Yankee Viagens, de Ribeirão Preto 9 Gisele Coelho, Gabriel Berrachioli e Alessandra Rêgo, da Global Tour, de Santos (SP) 10 De Americana (SP), Bruna Torres, Gustavo Silva e Rafael Biancarli 11 Do interior de São Paulo vieram Kelvin Dibi, Felipe Ferro e Bruno Vieira

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12 Suely e Luiz Carlos Benedito, da Poltrona Turismo, de Maringa (PR), com Patricia Rafael e Ana Claudia Dias, da Viva Viagens, de Varginha (MG) 13 Já na balada, Luana Borelli, Aline Capela, Cibele Athayde e Maria Clara Vieira 14 Paula Maluf, da Ponta Verde Turismo, de Piracicaba, e Diego Costa, da Forma Turismo 15 Marcelo Matera, Celso Jovito e Eduardo Jovito, da Forma Turismo de Taubaté 16 Claudio Anomal, da Ville Turismo, de Campos (RJ), Marcio Dias e Marcos Medeiros, da Forma de Florianópolis

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17 Do Club Med Monalisa Cedoti, Nicola Perucchio, Marco Oliva, Ugo Gicogna, Heloisa Camata e Michelli Varella

18 Representantes das filias da Forma no interioe de São

Paulo: Rafael Moulin de Mogi das Cruzes, e Juan Padovani, de Piracicaba 19 Talitha Balabuch e Cristiane Ortolan, da Cia Turismo, de Cascavel (PR) 20 Felipe Ribeiro, da Forma de Ribeirão Preto, com Camile Bernardino, Aline Souza e Nayara Cardoso, da Vale Verde Turismo, de Belém (PA) 21 Luciano Marques, da Eventho Turismo, com a equipe d Club Med 22 De Sorocaba estiveram presentes os agentes Diego Pucci, Bruna Martins e Juninho Pereira, os três do Clube Viagens 23 Cristiane Bombonatti e Roseli Carvalho, ambas da Megatour, de Ourinhos (SP) > Continua na pág. 24


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Disney, um dos destinos mais buscados na Forma Turismo

PARCERIAS DE SUCESSO POR DIVERSOS MOMENTOS NO EVENTO DE CAPACITAÇÃO DA FORMA TURISMO, O DIRETOR FABIO DEPRET AFIRMOU QUE A EMPRESA NÃO PARA DE CRESCER, INDEPENDENTEMENTE DAS CRISES QUE RONDARAM E RONDAM A ECONOMIA DO PAÍS. Um dos motivos que colocam a empresa em um patamar privilegiado foi revelado na festa de premiação da Forma, quando ele chamou ao palco representantes do Club Med e da Gol, a quem chamou de “dois dos maiores parceiros”. Com o Club Med, a parceria entre as empresas completa dez anos em 2015, e para celebrar a data foi realizado um encontro, em novembro do ano passado. A relação começou quando a Forma Turismo levou 750 alunos para o village Rio das Pedras. Naquela época, o diretor comercial, Marco Oliva, precisou convencer o presidente do Club Med, Janyck Daudet, que a ideia poderia trazer bons frutos para a rede hoteleira. Dez anos depois, a Forma embarca para os resorts da rede cerca de nove mil estudantes, dos quais sete mil para o Rio das Pedras e outros dois mil para o village de Itaparica. “Essa parceria é uma das mais importantes. A Forma Turismo é um dos principais vendedores do Club Med no País e faz um trabalho muito bem feito com os jovens”, afirmou Oliva. A Forma Turismo garante que dos 365 dias do ano, 42 dias o village Rio das Pedras está fechado para os estudantes. “E quando o hotel está lotado e os cerca de 900 quartos ocupados, são geralmente duas pessoas por quarto. Quando fechamos, colocamos em média quatro pessoas por quarto”, garante Depret. “Só não levamos mais passageiros por falta de agenda do próprio Club Med”, complementa Renato Costa. Outra parceria bastante divulgada pela equipe da Forma é com a Gol Linhas Aéreas, por meio de fretamentos. A companhia não confirma, mas, segundo a Forma, a empresa é a maior fretadora da aérea no País, com mais de 200 voos por ano, a maioria para Porto Seguro. Além da cidade baiana, a Forma utiliza este modelo de negócio para Florianópolis e Cancun. “E além dos fretamentos ainda compramos passagens para voos regulares”, garantiu Calasans.

Jovens no village Rio das Pedras

NOVOS PRODUTOS

Ciente da necessidade de se reinventar e buscar novos públicos, a Forma Turismo prepara para este ano a criação do Adventure Nordeste, uma excursão, geralmente realizada no feriado de outubro para um destino que tem como mote o ecoturismo. Pela posição geográfica (próximo à Bahia, Alagoas e Pernambuco), Sergipe deve ser o escolhido. A abertura de um novo produto ilustra também o pensamento da empresa que pensa

em diminuir as longas viagens. “Temos notado que os pais preferem que seus filhos viagem para perto”, observou o diretor Maurício Calasans. Outra mudança é em relação a produtos é a saída do Búzios Weekend, um final de semana com cerca de mil estudantes no Blue Tree Búzios, no Rio de Janeiro. O evento deverá mudar de Estado, provavelmente para Florianópolis.p

CONS OLID A D OR A OUTRA ABA DE NEGOCIAÇÃO DO GRUPO FORMA É POR MEIO DA AQUISIÇÃO DE 50% DA STEEL CONSOLIDADORA, HOJE PRESENTE APENAS NO ESTADO DE SÃO PAULO. Embora seja regio-

João Lima, um dos diretores da Steel Consolidadora

nal, a Steel já pensa na expansão para 2016, quando pretende estar presente em outros mercados, entre eles Brasília (DF) e Porto

Alegre (RS). Segundo um dos diretores da Steel, João Lima, hoje o Grupo Forma representa 35% das vendas da consolidadora. “O melhor desta parceria é que não somos dependentes da sociedade e temos pernas próprias para caminharmos”, explicou João Lima, que comanda a consolidadora ao lado de Adriano e Josi Monteiro.p


25 Cruzeiros marítimos

25 de fevereiro a 3 de março de 2015 JORNAL PANROTAS

> Alex Souza

Semana de cruzeiros Poucos setores da indústria são tão específicos e repletos de detalhes quanto o dos cruzeiros premium e de luxo. Afinal, são muitas as companhias navegando em diferentes rios e mares mundo afora, com navios de portes distintos e características próprias que agradam a um público bastante singular. Por conta disso, o conhecimento do consultor de viagens e a segurança dele no momento da venda são vitais para que o passageiro não seja surpreendido por algo que não estava no roteiro. Pensando nisso, a Qualitours realiza desde a segunda-feira (23), e até a quinta-feira (26), o Cruise Week, série de eventos que reúne agentes de viagens convidados e representantes

de dez companhias marítimas internacionais do setor - Regent Seven Seas, Oceania, Seaborn, Sea Dream, Ponant, Paul Gauguin, Silversea, Lueftner, Un-Cruise e Celebrity e Azamara. Além de levar conhecimento aos agentes, o evento proporciona a oportunidade do profissional criar networking com quem lida no dia a dia, nas maioria das vezes, por meio de e-mails e telefonemas. Um dos pedidos da Qualitours às companhias foi trazer uma ação promocional ao evento. Por parte da Qualitours, uma das novidades lançadas no evento é um portal de vendas inédito, voltado à venda de cruzeiros premium e de luxo. A ferramenta foi desenvolvida ao longo do ano passado e, inicialmente, apresentará o inventário de 18 empresas – a ideia é chegar a 25 em pouco tempo.

Ilya Hirsch, Danielle Hirsch e Vinicius Taddone, da Qualitours

Atualmente, as agências têm de solicitar uma cotação à Qualitours, que em seguida envia também fotos das cabines, tarifas, itinerários e informações complementares. “Agora, ele poderá fazer tudo isso por meio do portal”, garante Ilya Hirsch, da Qualitours, acrescentando que o site trabalha com “90% dos melhores navios do mundo”. De acordo com o coordenador de Marketing da empresa e responsável pela ferramenta, Vinicius Taddone, a velocidade das respostas é um dos diferenciais do portal, que recebeu “as melhores práticas” em termos de tecnologia. Ainda este ano, o site ganhará novas funcionalidades, como a opção de inserção no orçamento de passeios terrestres pré e pós cruzeiros. Com o portal e outras ações, a Qualitours espera fechar 2015 com incremento de 20% nas vendas.p


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Quem é quem na

T4W/C a ng o oro o HÁ UM ANO NO NOVO ESCRITÓRIO, A T4W É UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA QUE HOJE É MAIS CONHECIDA POR SEU PRINCIPAL PRODUTO, o Cangooroo. Criada em 2001 para fornecer soluções de TI para empresas de diferentes perfis e áreas de atuação, a T4W lançou em 2009 o Cangooroo e, com ele, deu o salto definitivo para o setor turístico. Hoje, a empresa mudou seu logo e acrescentou a assinatura “tecnologia no turismo”, deixando claro qual é o segmento em que realmente aposta. “Nosso produto, o Cangooroo, hoje é maior que a empresa”, dizem os sócios-fundadores, Thiago Campos e Werner Heilbrun, os únicos dois funcionários que a T4W tinha em 2001.

ll Nome: T4W – Cangooroo ll Endereço: Rua Hungria, 574, 8º andar, Jardim Europa – São Paulo (SP) ll Proprietários: Thiago Campos e Werner Heilbrun ll Fundação: 2001 ll Número de funcionários: 32 na sede e um representante no México (Edgar Garza) ll Produtos que mais vende: Gostamos de comparar o Cangooroo há um jogo de Lego. Sempre há mais peças para acrescentar. Hoje ele é nosso principal produto, mas tornou-se, na prática, um marketplace. É uma plataforma para fazer negócios. Levamos o Cangooroo para mais empresas, mas também podemos sempre oferecer para aqueles que já são clientes as novidades frequentes. Como o Lego.

Os diretores da T4W, criadora do Cangooroo: Thiago Campos e Werner Heilbrun

ll Novos produtos: O segmento corporativo deve receber atenção em 2015. Ainda no primeiro trimestre, lançaremos um produto para agências, com nome já escolhido. “Queremos apresentar o produto quando estiver concluído, por isso ainda não falamos nem mesmo o nome”, diz Heilbrun. Em janeiro, a T4W anunciou a integração do Cangooroo Channel Management ao Check-in, ampliando a automação para os hotéis. Também em breve, a empresa lança uma newsletter do Cangooroo, para manter clientes e potenciais clientes informados sobre as novas funcionalidades da plataforma. ll Desafios: Acho que o principal desafio é mudar conceitos. Os empresários de turismo devem entender que competir não é tão ruim e que é necessário evoluir. Há empresas que podem ser seu fornecedor em algumas situações e seu concorrente, em outras. Na Cangooroo, o desafio é manter a taxa de rentabilidade e o crescimento forte, acompanhando as mudanças do mercado. ll Conquistas: Em 2014, a inclusão das redes Best Western e Melia no Cangooroo Chanel Management (CCM), aumentando consideravelmente o portfólio de hotéis.

A área de Suporte/Atendimento conta com Juliete Gonçalves, Tábata Crocci, Roberto Montezano, Ana Pereira e Ewerton Souza

No Financeiro da T4W, Lucimar Feliciano

ll Parceiros: Todo cliente é um parceiro. Com a Trend temos uma grande parceria com a Shop Hotel, que usa nossa tecnologia. Mas eu destacaria as plataformas corporativas com as quais no integramos, como o Reserve, a Argo It e a Lemontech, além da hotelaria, com a plataforma Check-in.


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Parte da equipe de Desenvolvimento do Cangooroo: Thomas Semple, Tábata Crocci (que também atua no Atendimento), Taina Simões, Leone Costa Rocha, Felipe Almeida e Melissa Villela

ll Metas para 2015: Depois de crescer 38% no faturamento em 2014, a projeção para este ano é aumentar em 42%. A rentabilidade deve manterse em 20% e o tíquete médio deve cair. “Hoje temos uma forte base de vendas internacionais. Entrando no segmento corporativo, veremos uma redução no tíquete médio, porque teremos mais reservas com valores inferiores”, analisa Campos. “Estruturar neste ano o “internacional” do Cangooroo, que além do representante no México deve ter um representante na Argentina, também. Hoje já há clientes do CCM no Uruguai, Chile e Paraguai, além de operadores brasileiros na Flórida.” ll Lado bom do turismo: As oportunidades. Apesar das reclamações de quem trabalha nesse setor, o turismo é a “terra das oportunidades”, especialmente no Brasil. Há um potencial enorme para muito mais nesse setor. ll Lado ruim do turismo: “Esbarramos muito na informalidade e falta de profissionalismo. Há empresas com características muito tradicionais, avessas a mudanças. Lembro que uma das primeiras operadoras que foi contratar o Cangooroo me pediu exclusividade. Como vou dar exclusividade se esse é o único produto que tenho para vender?,” lembra Campos. ll Como vê a empresa em cinco anos: Como líder na América Latina e atuando em soluções de tecnologia para todos os segmentos do turismo: operadoras, hotelaria, agências de viagens, corporativo, receptivo etc.

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A equipe comercial da T4W: Juliano Franco, Edvaldo Santana, o gerente comercial Horácio Rentes, Daniele Benedito, Antonio Carlos de Lima e Paulo Silveira


SurFACE De volta

Após alguns meses na GTA, Renato Chama retornou à Travel Ace, de onde saiu como gerente comercial de São Paulo. A missão, agora, será trabalhar junto a agências do Vale do Paraíba, Atibaia, Bragança Paulista e litoral do Estado. Ele pode ser contatado pelo e-mail rchama@travelace.com.br. 

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Joint venture

A Intermac Assistance assinou um contrato de joint venture com a espanhola Intermundial, uma das maiores empresas de seguro de viagem da Europa e presente em oito países (seis deles na Europa). Na prática, o acordo, válido pelos próximos cinco anos, permite à Intermac tornar-se a primeira empresa de assistência ao viajante a se adequar às novas regras estipuladas pela Susep. Fora isso, a previsão é que a Intermundial viabilize uma série de melhorias nos produtos e serviços, além da criação de bases no Cone Sul. Segundo o diretor-presidente da empresa, Eduardo Aoki, a Intermac deixa de ser uma empresa de cartões de assistência para se tornar uma empresa de seguro ao viajante.

Eduardo Aoki, da Intermac, entre Arturo Velo e Jorge Millán, da Intermundial

Renato Chama entre Roberto Roman e Cláudio Gebenlian

Migração

Até 4 de março o Preferred Hotel Group (PHG) migrará todos os hotéis do portfólio para um mesmo código nos GDS´s, PH. A informação é da vice-presidente de Vendas da companhia, Simone Mariote. “Os antigos códigos WR e XL, correspondentes aos hotéis Summit e Sterling, poderão ser encontrados pelo código PH. Durante este período de transição, aproximadamente 20 hotéis serão migrados diariamente”, explica Simone. O portfólio completo dos hotéis do grupo continuará a utilizar o código máster PV. 

Novos talentos

A Europlus anunciou a contratação de profissionais para oito cidades. Na matriz, em Porto Alegre (RS), Juliano Fabrizio Wirth (executivo de Contas), Lucas Meurer (auxiliar de Atendimento), Graziela Montin (auxiliar de Suporte), Eduarda Gomes (setor de Grupos) e Jéferson Lopes (assistente de Marketing) são as novidades. Na filial de Curitiba (PR), Carlos Oliveira é o novo atendente; no Rio, Vitor Nunes chega para assumir o mesmo cargo; em Belo Horizonte (MG), Ricardo Campos ganha a vaga de executivo de Contas; em Manaus (AM), a contratação foi de Rodrigo Pacífico como atendente. Já os home-offices de Salvador (BA), Natal (RN) e Belém (PA) contam agora com os executivos de Contas Luciana Pithon, Adiana Lemos e Marcia Calderaro, respectivamente.

Abaixo de zero

Com o inverno intenso no Canadá, as Cataratas do Niágara se transformaram em uma paisagem diferente da habitual. Congeladas, as quedas de água chamam a atenção pelo visual exótico.

Ponto a ponto A Delta Air Lines vai compartilhar US$ 1,1 bilhão com seus funcionários como participação no lucro obtido no ano passado. A United Airlines também teve a mesma atitude, compartilhando a quantia de US$235 milhões, referente a participações no lucro de US$ 1,97 bilhão. O Aeroporto Internacional de Viracopos recebeu 978 mil passageiros em janeiro, recorde histórico e aumento de 12,81%, se comparado ao mesmo período de 2014, quando 867 mil pessoas embarcaram ou desembarcaram no equipamento.


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Os tenistas espanhóis Rafael Nadal e David Ferrer (foto) ficaram hospedados no Miramar by Windsor, hotel butique da rede Windsor na Praia de Copacabana, no Rio. Na cidade para o Rio Open, que ocorreu entre 16 e 22 de fevereiro, os dois atletas ainda arrumaram tempo para desfilar na Unidos do Viradouro. Os tenistas posaram na piscina do hotel Windsor, com vista para a praia e também para o Pão de Açúcar. p

Sucessos a bordo

A Tam e a Lan iniciaram a exibição de dez filmes indicados ao Oscar 2015. O serviço é oferecido nos voos internacionais tanto para a classe econômica quanto para a premium business. Os primeiros serão Whiplash: Em Busca da Perfeição (foto), indicado para Melhor Filme, e O Juiz, para melhor Ator Coadjuvante. Em março, entram em cartaz O Jogo da Imitação, A Teoria de Tudo, Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância e O Grande Hotel Budapeste, sendo todos indicados ao prêmio de Melhor Filme. A programação conta ainda com Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo e Interstelar, ambos indicados a cinco categorias da premiação de Hollywood. Em abril, Selma: Uma Luta Pela Igualdade, indicado a Melhor Filme, será o filme de destaque e, em maio, Sniper Americano, seis vezes indicado ao prêmio, finaliza a grade.p

Foto: divulgação/rede Windsor

Astros no Windsor

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Brasileiro viajando

O Ministério do Turismo apontou que o brasileiro realizou aproximadamente 206 milhões de viagens domésticas em 2014. O desempenho, considerado recorde pela estimativa, subiu 2% em relação a 2013. Os dados revelam, ainda, que cerca de um terço da população, ou 62 milhões brasileiros, visitaram algum destino nacional no ano passado. Segundo dados divulgados pela Abear, as quatro companhias filiadas — Avianca, Azul, Gol e Tam — transportaram 95,1 milhões passageiros em voos nacionais em 2014. A demanda por transporte aéreo doméstico apresentou um incremento de 5,7 no período.p

Divulgação


Edição 78 - 25 de fevereiro a 3 de março de 2015

> Suzana Liskauskas, especial para o Jornal PANROTAS

AZERBAIJÃO:

DO PETRÓLEO AO TURISMO Este pequeno destino está preparado para surpreender

PARA GRANDE PARTE DE QUEM VIVE NO OCIDENTE E É FÃ DE FILMES DE AÇÃO, O AZERBAIJÃO É UM LONGÍNQUO PAÍS, RICO PELA EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NO MAR CÁSPIO E LOCALIZADO PRÓXIMO A ZONAS DE CONFLITOS NA ÁSIA. Os cinéfilos mais atentos, talvez, possam ir além e se lembrar da sequência inicial de 007, O mundo não é o bastante, em que o agente britânico encarnado por Pierce Brosnan percorre refinarias do Azerbaijão para iniciar a investigação

que envolve a rica herdeira de um magnata, aliada a terroristas e assassina do próprio pai em um plano diabólico para interromper o fornecimento de petróleo do Mar Cáspio à Turquia e, consequentemente, ao Ocidente. Apesar de estar localizado no Cáucaso, na fronteira entre a Europa e a Ásia e ter acesso a uma das maiores reservas de petróleo do planeta, o Azerbaijão quer mostrar ao mundo que está disposto a esquecer a fama de zona de exploração para tornar-se referência também no turismo.


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Lojas de grife próximas à Old Town

Xícara de café pintada à mão, característica do artesanato local

PERFIL Transcontinental, o país tornou-se membro do Conselho da Europa em 2001 e vem recebendo apoio para se firmar como parte do continente. A maior prova é o fato de o destino sediar, entre 12 e 28 de junho, a primeira edição dos Jogos Europeus, que reunirá cerca de seis mil atletas competindo em 20 modalidades de esportes olímpicos e não olímpicos. A capital Baku receberá em 2016 a Fórmula 1, que fará parte do circuito do GP da Europa. Conhecida internacionalmente como a “nova Dubai”, por abrigar projetos arquitetônicos arrojados, como as Flame Towers, o Crystal Hall e o Heydar Alieyv Center, Baku concentra quase um terço da população total do Azerbaijão. O país tem hoje pouco mais de 9,5 milhões de habitantes. Baku, cujo nome significa Cidade dos Ventos, vem se preparando nos últimos dez anos para se tornar um centro de referência do turismo na região do Cáucaso e do Mar Cáspio, além de atrair investidores internacionais e grupos globais de varejo e entretenimento.

EXPLORANDO A CAPITAL

Turistas observam o principal cartão-postal da capital

CURIOSIDADE

As Flame Towers representam o endereço mais cobiçado da capital, além de símbolo moderno da cidade e a referência turística mais importante. Elas começaram a ser construídas em 2007 e foram concluídas em 2012, com custo total de cerca de US$ 350 milhões. Trata-se de um complexo de três torres, cujo nome é uma referência ao potencial energético do país e às características geológicas, pois os depósitos de gás natural criaram fissuras no solo por onde brota fogo espontaneamente. Os três prédios iguais são também os mais altos do Azerbaijão, com 190 metros de altura. Nas áreas próximas à Baku Boulevard está o coração da cidade, com hotéis mais sofisticados (Four Seasons e Hilton), marcas internacionais (Tiffany & Co, Dolce & Gabbana, Chanel e Dior, entre outras) e todo o centro financeiro. Destaque também para o suntuoso palácio do governo, o Heydar Alieyv Palace, e os diversos shoppings centers espalhados pela região. Na área de parque Baku Boulevard, reduto de entretenimento para todas as classes sociais, há diversos shoppings centers. As lojas são muito atraentes, mas é preciso lembrar que a moeda local (Manat Azeri) é um pouco mais valorizada do que o euro. Portanto, ainda que o valor de um lenço de seda ou de um tapete persa (orgulho nacional) pareça barato, a conversão para o real mostrará outra realidade.

O nome Heydar Aliyev é uma homenagem ao líder da era soviética do Azerbaijão (1969-1982) que se tornou presidente do Azerbaijão a partir de outubro de 1993 e até outubro de 2003. > Continua na pág. 03


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< Continuação da pág. 02

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Museu tem projeto arquitetônico ousado

PASSEIOS OBRIGATÓRIOS Baku reúne modernidade e antiguidade. Um dos mais importantes monumentos da capital é a Maiden Tower, uma construção de pedras do século 12 localizada na cidade antiga. A torre fazia parte da cidade murada e está entre os monumentos históricos incluídos na lista do Patrimônio Mundial da Unesco em 2001. Ela é um dos marcos mais famosos de Baku e fica entre ruínas da cidade antiga e o Baku Boulevard. A torre estampa também notas de Manat. No interior, há um museu. À noite, ela ganha mais imponência com uma iluminação especial. Nos arredores da torre há inúmeras lojas de artesanato, que vendem cerâmicas pintadas à mão, lenços de seda e tapetes persas. Próximo à Maiden Tower está um dos mais charmosos hotéis da cidade, o Sultan Inn, empreendimento butique instalado em uma construção da cidade antiga (medieval), que tem um charmoso restaurante e bar instalado no terraço. A outra entrada da cidade murada fica na muralha em frente ao Museu de Literatura do Arzebaijão Nizami, inaugurado em 1915. Toda a área em torno do museu é composta por ruas de pedestre, que concentram as lojas principais de capital. Os museus do Azerbaijão são uma atração à parte, com destaque para o Heydar Alieyv Center, um misto de centro cultural, museu de história geopolítica. A visita é obrigatória para quem aprecia arquitetura e arte contemporânea. A construção é um dos orgulhos modernos da capital Baku. Com formas sinuosas e paredes alvíssimas, ocupa área de 619 mil metros quadrados no centro da capital e foi inaugurado em maio de 2012, pelo atual presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev. Os amantes da obra do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer vão achar familiar as formas fluidas do Heydar Aliyev, que foi inspirado na paisagem do Azerbaijão. Essa forma fluida interliga os diversos espaços cultu-

rais e, ao mesmo tempo, mantém em cada área do centro sua própria identidade e privacidade. Projetada pelo arquiteto iraquiano-britânico Zaha Hadid, a obra é reconhecida internacionalmente e tornou-se um marco da Baku moderna pelo design inovador e de vanguarda. Em 2014, o centro ganhou o prêmio Design of the Year, conferido pelo Museu do Design. O centro abriga uma coleção história de instrumentos e indumentária, característica do Cáucaso, com

Maiden Tower, um dos símbolos da cidade

muitos brocados e tecidos, como seda e veludo, ricamente adornados. Na área de instrumentos musicais, a tecnologia permite que cada visitante ouça o som do instrumento que está venda, sem que seja necessário tocar no objeto. O lugar também apresenta um auditório, centro de convenções e área para eventos.

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite do Turismo do Azerbaijão, com proteção Intermac

ARQUEOLOGIA A CERCA DE UMA HORA DE BAKU, ESTÁ UM DOS MAIORES TESOUROS DA HISTÓRIA MUNDIAL. Patrimônio da Unesco, a Paisagem Gobustan Art Cultural Rock foi decretada monumento histórico nacional do Arzebaijão em 1966. Abrange três áreas de um platô rochoso, localizado no semi-deserto do centro de Azerbaijão. O sítio arqueológico tem uma coleção de mais de seis mil gravuras rupestres, com cerca de 40 mil anos, e conserva antigas talhas, vulcões de iodo e pedras de gás da região.

Um dos destaques da paisagem é uma rocha que se assemelha à cabeça de um tigre e aponta para o Mar Cáspio. Do alto das formações rochosas, pode-se avistar o mar. Na mesma área, está o museu de arqueologia, uma construção moderna com equipamentos de última geração que apresentam a evolução dos seres vivos na terra. O local é perfeito para crianças, pois os recursos tecnológicos mesclam diversas atividades lúdicas. O ingresso para o museu custa dois manats e dá acesso ao parque.


04 GASTRONOMIA

Embora a iguaria que torna o Azerbaijão internacionalmente conhecido seja o caviar negro (ovas extraídas do esturjão, peixe do mar Cáspio, que hoje se reproduz em diversas fazendas no país), a culinária azeri não é exatamente requintada. Está mais próxima da dieta mediterrânea, com muitos legumes, frutas, laticínios, sobretudo de ovinos, azeites e vinhos. Há, inclusive, roteiros específicos para conhecer as vinícolas, localizadas em cidades como Ismayilli, Gabala, Sheki, Tovuz, Gazakh e Agstafa. Ainda que a estada seja breve, é impossível deixar o Azerbaijão sem tomar um chá preto, que é símbolo da hospitalidade local, servido em lindos copos ornamentados e pintados à mão, uma tradição do artesanato local. O chá é oferecido puro ou com condimentos, como cardamomo, folhas ou flores secas e especiarias. A refeição tradicional azeri também oferece verduras tenras e ervas aromáticas (endro, hortelã, aipo, estragão, manjericão, salsa e tomilho) acompanhadas de chorek, um pão de massa fina que desmancha na boca e é cozido na pedra. As saladas são frequentes, com tomates saborosos, pepinos, iogurte e queijos. No Arzebaijão se come muito queijo de cabra, mas muitas vezes eles são carregados no sal. Outra preferência nacional é o picles, que mistura diversos frutos, como uma frutinha local chamada ayva, muito semelhante a uma nectarina, mas extremamente doce, ingrediente base de um tipo de licor típico azeri. Típica, a romã é muito apreciada na culinária, geralmente servida como sobremesa. A fruta é tão tradicional que sua flor foi escolhida para compor a logotipo do Jogos Europeus Baku 2015. A carne predileta é a de carneiro, servida sob diversas formas, geralmente acompanhando e temperado com azeitonas, limão e muito azeite de oliva. Os condimentos como açafrão, canela e anis estão sempre presentes entre assados e espetos. A carne de vaca, apesar de menos frequente, também é servida, mas os pratos com aves e peixes são mais comuns. O tom da culinária é muito semelhante ao dos países árabes. Na mesa azeri também não falta o arroz (plov) servido com guisado de carneiro e vegetais. São cerca de 40 receitas, que combinam o arroz com frango, peixes, frutos secos e laticínios. A paixão nacional inclui as sopas, geralmente feita com iogurtes. Uma das entradas mais populares é uma bebida fria feita com iogurte e ervas. Para finalizar as refeições, mais chá e docinhos típicos, feitos com massa e especiarias. Os mais famosos são uma espécie de pasteizinhos assados recheados com avelãs, cardamomo ou amêndoas e especiarias. Embora seja um produtor de vinhos, o Azerbaijão é um país muçulmano, onde o consumo de bebidas alcóolicas não é tão popular.

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SAIBA MAIS Localização: sudeste do Cáucaso Área: 86,6 mil quilômetros quadrados, incluindo as áreas sob controle armênio. Os Azeri (natural do Azerbaijão) não mantêm boas relações com a Armênia e a Rússia, mas adoram a Geórgia, que ajudam sistematicamente. População: pouco mais de 9,5 milhões de habitantes Capital: Baku. Língua: azeri, da mesma família do turco, além de dialetos regionais. Os taxistas e o comerciantes fora da cidade murada e do centro não falam inglês. A comunicação é difícil mesmo em restaurantes que têm cardápio traduzido para o inglês. Moeda: Manat (um euro é igual a 1,15 manat, aproximadamente). Compras: se o destino for Baku, as melhores oportunidades de compras estão nas

lojas da Cidade Antiga ou Murada. Pagamento apenas em dinheiro. Religião: muçulmana, mas a maioria das mulheres não são obrigadas a usar véus e se vestem como europeias. Porém, ao visitar mesquitas, é exigido que estejam cobertas com véus e não podem exibir as pernas. Temperatura: no inverno, entre dezembro e março, as temperaturas são muito baixas, beirando zero grau. No verão, de junho a setembro, em torno de 25 graus. Trânsito: não ouse dirigir em Baku, o trânsito é caótico, porque os motoristas parecem desconhecer regras básicas. Nas ladeiras da capital, a impressão é que haverá um acidente a qualquer momento. Motoristas de táxi não falam inglês. O ideal é andar com endereços escritos em letras de forma. Vistos: todo estrangeiro precisa de visto para entrar no país, o processo vem sendo simplificado e é possível adquirir um

Detalhe de um dos tapetes expostos no Museu do Tapete

visto eletrônico. De qualquer forma, no aeroporto de Baku, os funcionários da imigração orientam sobre as formas de pagamento. Voos: a Air France mantém um acordo com a Azerbaijan Airlines, que voa regularmente para Paris e Turquia, de onde partem voos regulares para o Rio de Janeiro e São Paulo. Trajetos semelhantes podem ser feitos pela Turkish Airlines, que voo também regularmente e diariamente para Baku.


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